Otimismo cresce na construção, mas retomada ainda vai demorar – Infomoney

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Comments
  • Antigo 1 de março de 2017 at 13:29

    Estabilizou no fundo do poço

    38+
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    • job 1 de março de 2017 at 14:25

      Exatamente o que eu pensei…

      7+
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    • Minions 1 de março de 2017 at 14:29

      Estabilizou em -10% a.a.

      14+
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      • João Adamastor 1 de março de 2017 at 15:18

        Crescimento negativo de -10% aa.

        9+
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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:30

      Eles não podem admitir queda nos preços.
      É um grande paradigma bananense. Imóvel não pode de jeito nenhum cair de preço. 😉

      47+
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      • João Adamastor 1 de março de 2017 at 15:18

        Já caiu!

        12+
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        • Poucas Trancas 1 de março de 2017 at 16:21

          A queda de preço é mais do que real. Para qualquer um que procura apartamento hoje, já vê que os preços caíram, claro que ainda não caíram ao patamar de fazer negócios.

          O fato é que queda de preços em imóveis, para o governo, bancos, mídia, etc. não pode de maneira nenhuma ser alardeado, ainda mais depois do volume de crédito que foi despejado no mercado para financiamento imobiliário.

          De todos os imóveis que foram feitos, estimo que mais de 90% (dos vendidos) teve alguma parte de financiamento por parte do comprador. Estimo que 10% ou menos pagaram integralmente à vista. Ou seja, a maioria dos novos imóveis estão atrelados a financiamentos de longos períodos, digamos, acima de 10 anos (para começar por baixo).

          Só que, se a queda de preço é anunciada pela mídia, logo ela cai na boca do povo, e isso aceleraria o (já inevitável) processo de queda de preços. Acelerando isso, se o cara que já pagou 4 anos de financiamento (ainda tem 26 anos para pagar), percebe que o valor dos apartamentos vendido no mesmo condomínio que o dele já é menor que o preço da dívida (os 26 anos), ele simplesmente para de pagar. Se ele parar de pagar, o banco vai lá e toma. Só que, se o banco tomar de volta o imóvel, é o banco que vai ficar com a batata quente na mão, porque ultimamente até os leilões estão indo para a décima oitava praça e não tem lances. Imaginem os bancos com milhares de imóveis, tendo que fazer inúmeros leilões, e mesmo assim, depois de várias praças, não se livram dos imóveis? Imagina a CEF, que detem 70% de todo o purê?

          Os bancos não executaram as dívidas da PDG, não pediram falência e ainda concederam diversos empréstimos (de pai para filho, como diz o CA), porque se fizessem isso, a PDG iria à falência, e todos imóveis iriam para os bancos, e os bancos simplesmente não querem ficar com a batata quente na mão, porque tem MUITOS imóveis. Eles sabem que a oferta é MUITO MAIOR do que a demanda, ou seja, sabem que não vão recuperar muito do que emprestaram, teriam que vender, literalmente, a preço de banana.

          Os próximos passos, são as outras construtoras tomarem, pouco a pouco, o mesmo caminho da PDG, porque elas também estão pedalando com vendas falsas na planta, tal qual a PDG. Para comprovar, é só olhar os relatórios, para perceber que 3/4 das vendas dos trimestres são de lançamentos, apenas 1/4 representa estoques, e os estoques delas estão altíssimos. Porém, mesmo com as outras construtoras grandes endividas, os bancos vão preferir não executar os vencimentos, por todo o cenário já descrito acima para a PDG.

          Em outras palavras, se a queda de preços for alardeada pela mídia, os preços caírão de forma vertiginosa em um curto intervalo de tempo. Se isso acontecer, o problema imobiliário, que hoje é quase que exclusivamente das construtoras, passará a ser muito mais dos bancos do que das próprias construtoras.

          Se a bolha vai desinflando, somente as construtoras vão tendo problemas. Se a bolha estourar, os bancos estão encrencados.

          69+
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    • bolhista cearense 1 de março de 2017 at 14:49

      Acho que ainda não estabilizou, cairá mais.

      12+
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  • fanfarraum 1 de março de 2017 at 13:54

    Resumo das notícias segundo os agentes do mercado imobiliária:

    https://www.youtube.com/watch?v=VX3lz5ph8A0

    8+
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  • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 13:59

    Prevejo estagnação no mercado imobiliário pelos próximos 15 anos.
    Antes disso a economia ainda estará pagando a divida contraída nos governos destrutivos du PUTÊ.

    27+
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    • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 14:06

      Mas fiquem tranquilos, 15 anos passa rapidinho, afinal tem gente que acha que 30 anos de financiamento não é nada.

      22+
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  • Alemon Fritz 1 de março de 2017 at 14:03

    já estamos lendo e ouvindo sobre otimismo no “Mercado” Imobiliário desde 2014,
    “Compre que este é o Momento”…

    obs: só aqui perto de casa tem 10 prédios em construção ou cerca de 400 apartamentos… multipliquem por apenas 1000 cidades do país = 400.000 imóveis.. entrando agora. mas é muito mais. fora o aluga-se e vende–se por aí..

    22+
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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:09

      Não há renda
      Não há poupança pessoal
      E há muito estoque. Muito mesmo.
      ARDAM !!!

      49+
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      • BolhistaBR 1 de março de 2017 at 18:35

        Sem crédito é game over.

        5+
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      • rude 2 de março de 2017 at 09:56

        Depois do uso de uma substancia branca ilicita tudo melhora para os bananense!!!!

        0
  • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:09

    Otimismo na construção dos EUA.
    Eles estão eufóricos com as oportunidades de negócios na infra-estrutura com Trump.
    Vendi as ações das mineradoras e estou pesquisando as ações de construtoras.
    Hoje está forte. Com DOW 30 superando os 21.000 pontos e setor da construção com papéis com mais de 16%. Só no intraday.
    Avoa EUA !!!

    14+
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    • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 14:12

      PMFI
      Isso ae from, nada melhor que surfar na terra dos livres 🙂
      Congrats!

      7+
    • Alemon Fritz 1 de março de 2017 at 14:27

      eu tinha lido que a construção tinha caido mais do que o esperado pelo FED, agora não entendi. ou são outros enfoques..

      3+
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      • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:31

        Ter caído é uma coisa. As projeções para crescimento são outra coisa. (discurso de Trump ontem enfatizou essa direção)
        Mercado sobe no boato. Cai no fato.

        8+
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  • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:12

    CVR
    O que teve de sardinha sendo stopada com DTEX3 não está no gibi.
    Dia 08/02 na InfoBosta a Corretora Bradesco recomendou compra do papel DTEX3. Preço no dia 8,30. Duratex. Dizendo que o setor estava se recuperando.
    Ação bateu os 8,51 . Agora caiu mais de 5% e está a 8,10.
    Confiem nessas bostas…. sim…… vai dar tudo certo.

    29+
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    • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 16:18

      Sempre quando uma ação tá muito esticada eu opero vendido na mesma e espero a lei de Gerson bananense fazer o resto.
      Claro que sempre opero valores pequenos e que caso eu esteja errado o prejuízo é aceitável. Mas até hoje só perdi 1X e ganhei 14X
      Lucro foi tudo pra TD é claro!

      PMJ

      12+
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      • BolhistaBR 1 de março de 2017 at 18:38

        Operar vendido = venda a descoberto?

        2+
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        • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 20:35

          Isso

          0
  • fanfarraum 1 de março de 2017 at 14:12

    Pesquisa rápida (sei lá se já fizeram algo do tipo por aqui e sei lá se alguem vai me responder):

    Quantos % em média vocês economizam/investem dos seus respectivos salários?

    5+
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    • fanfarraum 1 de março de 2017 at 14:13

      Eu – entre 60-70% do salário liquido
      Minha esposa – entre 55%-65% do salário líquido

      Atualmente não pagamos aluguel (muito menos financiamento), estamos vivendo na casa dos pais dela (que se mudaram pro interior), o que ajuda bastante a economizar boa parte do salário!

      20+
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      • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 14:28

        Eu – 80% (Eu banco as despesas da casa)
        Esposa – 90%

        16+
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      • Rodrigo ABCDM-SP 1 de março de 2017 at 21:57

        Consigo 30%, mesmo com esposa e filha, além de contas e condomínio. Escola pública da pref. de qualidade. Se tivesse escola particular, seria menos de !0%, é creche, ótima estrutura.

        0
      • Rodrigo ABCDM-SP 1 de março de 2017 at 21:57

        Consigo 30%, mesmo com esposa e filha, além de contas e condomínio. Escola pública da pref. de qualidade. Se tivesse escola particular, seria menos de !0%, é creche, ótima estrutura.

        0
    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:16

      Quando eu era solteiro 90%. Depois foi caindo com o casamento e filhos.
      kkkk

      26+
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      • fanfarraum 1 de março de 2017 at 14:20

        Hahahha.
        Com o quase casamento, já caiu relativamente o meu percentual.
        Tenho certeza que com filho vai despencar…

        4+
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        • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:22

          Em 2005 eu consegui um valor extraordinário. Consegui economizar 96% dos lucros . Eu não tinha tempo de gastar. Trabalhava 12 horas por dia. Servindo pão na chapa e suco de laranja para os paulistanos.
          kkkk

          37+
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    • MARK 1 de março de 2017 at 14:50

      Eu guardo e aplico entre 65 e 70% da renda e vivo razoavelmente bem, saindo nos fins de semana e almoçando fora também nos fins de semana.

      11+
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    • Marcos_SP 1 de março de 2017 at 15:29

      Entre 60% a 50% do salário líquido.
      Já consegui guardar 90% quando era solteiro e morava com meu pai.
      Hoje bancando todas as despesas de casa, sobram, no mínimo, 50%.
      E com investimentos em renda fixa (CDBs, LCA, TD e outros), rentabilidade média de 1,20% a.m. Cheguei a pegar vários pré-fixados em 19% e 18% a.a no final de 2015 e começo de 2016.

      15+
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      • Bsbguy 2 de março de 2017 at 01:51

        50% é a meta, nem sempre alcançada. Gastamos demais da conta, vivemos bem demais.

        Lance é que 80% pode ser 2k por mês e 50% pode ser 20k por mês. Sei que percentualmente faz mais sentido, visto que cada um vive uma realidade, mas o absoluto é o que faz o papo de galinha encher hehe

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      • Bsbguy 2 de março de 2017 at 02:11

        Então, na realidade a meta é 50% dos salários. Já o rendimento dos investimentos que daria +- 50% dos salários somados meu e da minha esposa, não são mexidos. É como efetivamente vivêssemos de “renda”, economizando 100% dos salários, só que na verdade são os salários que pagam tudo. É como se tivéssemos hoje 3 salários, Meu, da minha esposa e do investimento. Quando tivermos 4 salários. O meu, o da esposa e do investimentos que represente a soma do nosso salário futuro, me considerarei IF. No meu calendário, isso está previsto para ocorrer no dia 01.12.21. =)

        2+
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    • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 16:22

      Entre 30% e 40%
      As vezes mais, as vezes menos depende dá situação.

      6+
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    • BolhistaBR 1 de março de 2017 at 18:39

      70% eu; 50% esposa

      3+
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    • cactus10 1 de março de 2017 at 20:48

      35% e eu achava que estava excelente, mas vendo os comentários dos colegas até fiquei um pouco deprê. heheh

      13+
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    • by pass 2 de março de 2017 at 12:24

      Aquela velha, 100 reais economizados agora, é uma grana em 30 anos… todo centavo conta.

      2+
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  • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:27

    CVR
    Pessoal …. alguns canais dos EUA apresentam propagandas pagas sobre venda de produtos atrelados a prata física e ouro físico (moedas).
    Afirmando que está num preço ótimo e que jamais voltará para um preço tão bom quanto hoje. As projeções são de 35% de aumento na cotação no curto prazo. Afirmando tb que é fundamental aumentar a participação de ouro no portfolio pessoal de 10% para 40%.

    E aí… vai?
    Olha o nome da empresa que vende as moedas de Ouro.
    https://www.usmoneyreserve.com/shop/gold/
    US MONEY RESERVE.
    Pegaram até o Larry King para apresentar um programa pago.

    Guardando a notícia para o futuro.

    Tirem suas próprias conclusões. Da queda de 2011 para 2016 eles não falam nada.
    kkkkk

    9+
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    • JamesGalt 1 de março de 2017 at 17:14

      From the Tower (não sei se você lembra do age2 kkk), penso da seguinte forma: ouro e prata física podem se tornar ótimos investimentos, mas qualquer coisa “atrelada” é um risco adicional. O mercado de ouro papel hoje é gigantesco, onde se negocia diariamente mais da produção anual. Ou seja, o preço não reflete o mercado, pois bancos podem vender o que quiserem em papel sem correspondência física.
      “Now they have created the illusion of gold in great supply to lower its value in currency terms, and the Americans accept this. They do not question that this illusion was done using paper contracts, that do not hold gold but are priced in currencies that offer a yield valued only in human emotion terms. It is in this fashion that the greatest folly of Western thinking will bring an end to an era of unvalued money. In the near future a real value will be exchanged for gold and those that hold paper gold will bid much higher to obtain what they thought they already had!”

      4+
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      • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 08:04

        É isso aí. E tem mais detalhes nebulosos nessa jogada.

        0
  • Minions 1 de março de 2017 at 14:28

    Thiago,
    Ajude-me a entender (objetivamente, se possível):
    Se o ritmo da queda está “estabilizado” em 10%, significa que, por exemplo que:
    2017 – estoque de crédito em 1 tri
    2018 – estoque de crédito em 900 bi
    2019 – estoque de crédito em 810 bi
    2020 – estoque de crédito em 729 bi
    2021 – estoque de crédito em 656 bi
    E, se for isto mesmo, isto seria positivo?
    Eu tenho a impressão que você mentiu quando disse que trabalhava na CEF. Pela forma de escrever, parece que, na verdade, trabalha na Empiricus.

    11+
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    • JJJ_brasilia 1 de março de 2017 at 15:25

      Minions,

      Falou tudo, o Tiago mentiu, não internet é fácil inventar estórias.

      4+
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    • thiago fm 2 de março de 2017 at 08:22

      Minions 1 de março de 2017 at 14:28

      Thiago,
      Ajude-me a entender (objetivamente, se possível):
      Se o ritmo da queda está “estabilizado” em 10%, significa que, por exemplo que:
      2017 – estoque de crédito em 1 tri
      2018 – estoque de crédito em 900 bi
      2019 – estoque de crédito em 810 bi
      2020 – estoque de crédito em 729 bi
      2021 – estoque de crédito em 656 bi
      E, se for isto mesmo, isto seria positivo?
      Eu tenho a impressão que você mentiu quando disse que trabalhava na CEF. Pela forma de escrever, parece que, na verdade, trabalha na Empiricus.

      ————————————————————————————————-
      Minions,

      1 – É claro que o termo estabilização se referia ao ritmo da queda, sendo que a intenção foi apontar que a queda parou de acelerar. É óbvio que o estoque continua caindo em termos reais, mas na minha opinião é sempre válido apontar a tendência. De qualquer forma não tenho problemas em reconhecer que a escolha das palavras queda e estabilização na mesma sentença foi um pouco infeliz da minha parte. Já que a ideia é pescar os deslizes dos meus apontamentos nos gráficos, peço para ignorá-los a partir de agora e que passem a tirar suas próprias conclusões. Isso já me deixaria satisfeito tendo em vista que há anos se deixam levar por uma única teoria que nunca se conecta com a prática.

      2 – Quanto a eu estar mentindo sobre ser funcionário da CEF acho que cada um deve escolher em que acreditar. Poderia dizer que sou gari e mudar meu nick para Príncipe de Gales, que isso não mudaria o conteúdo das minhas postagens.

      3- Já perceberam que não me deixo influenciar por notícias e relatórios seja de quem for. Prefiro buscar os dados sozinho e tirar minhas próprias conclusões. De qualquer maneira, acho que ninguém acerta todas ou erra tudo. Aliás guardei uma análise de um cara da Empiricus sobre bolha no Brasil que foi enviado para um usuário do blog e o mesmo replicou aqui no site. Os argumentos e dados são bastante interessantes e vou replicá-lo para quem quiser:

      —————————————————————————————————————
      Tiago 11 de maio de 2016 at 12:48

      CA. A reportagem do Criando Riquesa de ontem 10/05/2016

      Bolha imobiliária, to be or not to b
      (por Marcio Fenelon)

      Me foi dado o desafio de fazer um relatório sobre a possível existência de uma bolha imobiliária no Brasil. E, mais importante, como operar neste ambiente.
      Primeiro você merece saber um pouco mais sobre mim. Já não sou tão jovem quanto gostaria. Isto significa que tenho alguns anos… certo, bem mais de uma década de experiência no mercado financeiro e de capitais.

      Eu passei seis anos trabalhando em uma das maiores empresas do Brasil no ramo imobiliário, daquelas que criam conceito, operam shoppings, hotéis, vendem imóveis residenciais e comerciais. Meu trabalho sempre exigiu conhecimento completo sobre a operação.

      O acordo era que eu transmitisse o que eu sabia sobre o mercado de capitais. Em contrapartida, eles me ensinavam como fazer os mais incríveis empreendimentos imobiliários. Posso dizer que foi uma experiência muito melhor que qualquer universidade poderia me oferecer. Apenas uma observação: meu pai foi generoso comigo e bancou uma boa graduação pela FGV-SP e depois eu mesmo banquei dois MBAs, no Insper-IBMEC e Fipecafi-USP.

      Bom, mas entrando no tema mercado imobiliário, outro dia estava conversando com um desses “financial advisors” para clientes “private” (aqueles que têm mais de US$ 1 milhão de ativos) com sede em Miami e comentamos sobre a verdadeira montanha russa que essa pessoa tinha experimentado no mercado nos últimos 14 anos.
      Há 14 anos essa pessoa havia comprado um apartamento por US$ 100 mil. Esse apartamento chegou a valer mais de US$ 1 milhão no momento de pico de mercado; mas com a crise de 2008 voltou aos US$ 100 mil iniciais.

      Atualmente o mesmo apartamento está avaliado em torno de US$ 350 mil. Como esse é o imóvel de moradia e tinha sido comprado por um bom preço, toda essa flutuação acabou sendo só uma história para contar para os netos.

      Agora, imagine se você tivesse o azar de comprar no pico de US$ 1 milhão e, pior do que isso, se tivesse comprado financiado. Isso seria um erro que poderia acabar com a vida financeira de qualquer um.

      Mas o que é, afinal, uma bolha imobiliária?

      Usando como exemplo o que aconteceu no mercado americano e com base na premissa de que um gráfico vale mais do que mil palavras, bolha imobiliária é isso:
      Este é um gráfico dos preços dos imóveis em Las Vegas desde 2001. Os preços mais do que dobraram e voltaram ao mesmo patamar de antes da bolha. Houve uma queda de mais de 60% para quem comprou lá no pico. O mercado de Las Vegas foi um dos que mais sofreu com a crise americana. Na média, o mercado americano caiu 27% do pico ao fundo da crise. Contudo, quando um mercado está com preços nas nuvens, isso não necessariamente significa que está sob uma bolha.

      A bolha se caracteriza por um mercado com preços muito maiores do que os historicamente observados e principalmente por causas insustentáveis no longo prazo que, consequentemente, resultam em uma forte queda de preços em um período seguinte.

      No caso americano, o fator insustentável número 1 e que inflou (e desinflou) os preços foi o nível excessivo de crédito imobiliário oferecido por lá. Foram “só” US$ 6 trilhões a mais de crédito entre 2003 e 2008, equivalente a 150% do PIB atual do Brasil, concedido em crédito às famílias americanas para a compra de imóvel!

      Mas, de novo, o crescimento em si do crédito não explica a bolha. Há também os empréstimos mal feitos. E isso aconteceu com muita frequência nos EUA. Emprestou-se para quem não podia pagar. Os empréstimos chegaram a uma relação de 90% do PIB americano, com um agravante: na média, as famílias americanas endividadas estavam pagando cerca de 36% de tudo que o ganhavam em parcelas de financiamento imobiliário. E, se a média era 36%, tinha muita gente comprometendo 40%, 50% e até 60% de sua renda somente com o pagamento de financiamentos imobiliários.
      Nesse contexto, como se faz para pagar todas as outras contas da família, como alimentos, água, luz, saúde, carro e cartão de crédito? Não tem jeito. O orçamento dessas famílias foi para o buraco.

      Quando o mercado percebeu que a corda ia arrebentar, houve um dos maiores recuos da história de crédito (o dinheiro literalmente sumiu!) e o combustível para os aumentos de preço acabou. As famílias (e os especuladores) saíram correndo para tentar salvar algo vendendo suas propriedades a qualquer preço para se livrar das dívidas. E o resto é a história contada no primeiro gráfico que mostrei ali acima.

      A comparação com o Brasil

      A situação americana e brasileira tem muitas semelhanças. O mercado americano apresentou um incrível aumento de preço em poucos anos. Olhando friamente o comportamento do mercado brasileiro de imóveis residenciais, tivemos aumentos até mais fortes.

      Esse gráfico mostra que o preço de imóveis residenciais mais do que quintuplicou de março de 2001 para junho de 2014. Especialmente nos últimos anos, desde 2007, o preço mais que dobrou de valor.Mas, somente um aumento de preços não é suficiente para configurar uma bolha. Você precisa de causas insustentáveis para ter um quadro de bolha.

      Outra coincidência com o mercado americano e uma das causas para o aumento de preços dos imóveis brasileiros certamente está relacionada com o financiamento imobiliário. O saldo de crédito de financiamentos imobiliários cresceu mais de 5 vezes também. Para se ter uma ideia, em 2007 foram feitos financiamentos imobiliários totalizando R$18 bilhões. Em 2013 tivemos “só” R$ 109 bilhões.

      Agora vamos ver as diferenças

      O crescimento em si do crédito não caracteriza uma bolha. Esse crescimento teria que ser com empréstimos mal feitos. A dívida imobiliária americana representava 90% do PIB no auge. A dívida brasileira representa pouco mais de 9% do PIB. Mais importante que isso: as famílias americanas estavam pagando o equivalente a 36% da renda nas prestações de seus financiamentos imobiliários, enquanto no Brasil esse número está em 17%.

      A disciplina na concessão de crédito no Brasil é muito maior que a americana. A disciplina é tanta que a inadimplência continua sob controle, se situando na faixa de 2%.
      E apesar de ser extremamente importante, só com essa conclusão não dá para cravar que não há bolha imobiliária. Ainda temos os outros fatores que elevaram a demanda e precisamos saber como eles se comportarão em um mercado mais devagar – tanto na renda quanto com a nova realidade das condições de financiamento imobiliário.

      Quais outros fatores influenciaram este crescimento de preço no Brasil?

      a) Bônus Demográfico
      Um vento muito favorável à demanda por imóveis foi o chamado bônus demográfico. É o efeito de uma alta taxa de natalidade nas últimas décadas, formando uma população jovem que está casando e comprando imóveis. Temos 1 milhão de casamentos no Brasil por ano e 280 mil divórcios impulsionando este mercado. E este é um fator estrutural, que veio para ficar por um bom tempo. As pessoas casam e arranjam imóveis cuja prestação do financiamento caiba no seu bolso.

      b) Upgrade / Saída de aluguel
      A melhora de renda e da capacidade de pagamento de financiamentos também incentivou o upgrade (troca do imóvel atual por um melhor/maior) e a troca do aluguel por um imóvel próprio. As pessoas que fazem upgrade não sentiram tanto o movimento de subida de preços, pois os imóveis que moravam também subiram bastante de preço. Então era só questão de encaixar a diferença de preços do imóvel novo mais caro num financiamento.

      c) Flippers
      Não, não é um monte de golfinho do seriado de televisão. Flipper é a pessoa ou empresa que compra imóveis geralmente no lançamento para vendê-los (“flipar”) com lucro na entrega ou perto dela, contribuindo para a aceleração do processo de subida dos preços. Os flippers sempre se aproveitam de uma demanda de compradores finais com pressa para se mudar.

      Três fontes de demanda

      Então temos três fontes principais da demanda nos últimos anos: bônus demográfico, flippers e upgrade/saída do aluguel. Desses três fatores principais, somente o bônus demográfico persiste com força. Os flippers estão assustados com o mercado, as pessoas que procuram upgrade perderam a pressa por conta dos preços e as pessoas em aluguel têm mais dificuldade de obter financiamentos. Estamos em um mercado com significativa redução de demanda. Mas será que essas mudanças de oferta e demanda são suficientes para uma explosão de uma eventual bolha? O que motivaria uma queda relevante?

      Fatores de influência do mercado residencial

      a) Ineficiência da informação
      O mercado de imóveis é altamente ineficiente em termos de informação. Não há cotação em tempo real. Não há uma bolsa para as pessoas negociarem imóveis como tem no mercado de ações. E, por incrível que pareça, neste momento, isso é uma vantagem de duas formas. Em primeiro lugar, qualquer redução de preço não fica tão óbvia (no jargão do mercado, não é “saliente”) e não desperta o incômodo de ver o ativo se desvalorizar. A menos que você esteja ativamente buscando vender seu imóvel.

      b) Influência Social
      Assim, diminui o efeito da influência social, mais conhecido como efeito manada, em que o fato de um preço cair faz com que as outras pessoas vendam também, levando a uma queda ainda maior. Em segundo lugar, o fato de não ter uma cotação em tempo real faz com que as pessoas coloquem seus imóveis à venda pelo preço que acham justo e esperem meses para que esse preço seja atingido.

      Outra influência social importante é o modo como a sociedade brasileira encara o investimento em imóveis. É interessante que o mercado de imóveis é um dos poucos no qual maioria das pessoas acredita que não vão nunca perder. Que é só uma questão de paciência para se obter uma valorização de seu ativo. A influência social no mercado de imóveis faz com que a maioria das pessoas não tenha preocupação com o futuro do ativo, ou seja, acreditam que o imóvel não vai sumir, diminuindo muito o risco de uma venda maciça de imóveis.

      c) Aversão à perda
      Detestamos perder – num nível 2,5 vezes maior do que gostamos de ganhar. Sim, já foi medido. Daniel Kanehman, prêmio Nobel, constatou que o sentimento negativo quando perdemos é 2,5 vezes maior do que o sentimento positivo de ganhar. Evitamos ao máximo reconhecer uma perda. Isso explica algumas carteiras que ficam inundadas de posições perdedoras que ficamos com dó de realizar. E quanto maior é o montante investido, maior será a resistência em reconhecer uma perda. Em outras palavras, os investidores em imóveis residenciais têm, na maioria dos casos, uma enorme resistência em reconhecer uma perda relevante.

      d) Negação da realidade
      Ainda mais em um mercado que não tem cotação em tempo real, não há uma tela piscando um número vermelho na sua frente no qual você pode facilmente evitar reconhecer que está perdendo. Você pode facilmente entrar no modo de negação da realidade.

      Não há bolha!

      Os quatro fatores juntos (ineficiência da informação, influência social, aversão à perda e negação da realidade) funcionam para impedir que as pessoas se sintam compelidas a vender seus imóveis a qualquer preço. Só vai vender mais barato quem realmente precisa muito vender. E quem está precisando vender de qualquer forma, neste momento, são os flippers e algumas das incorporadoras. As pessoas e empresas que não têm necessidade de caixa definitivamente estarão fora desta temporada de desconto e, na sua maioria, vão preferir esperar o mercado se normalizar. A porção de flippers que estarão dispostos a dar descontos substanciais não é uma informação que possa ser estimada neste momento. Porém, a intuição aqui é que flippers enforcados são mais exceção do que regra do mercado. A maioria dos participantes de mercado está em condição de esperar uma possível recuperação. E o desejo de esperar essa possível recuperação está apoiada nas forças de psicologia e sociologia (finanças comportamentais) que vimos acima.

      Todos esses fatores juntos nos deixam tranquilos de afastar a possibilidade de estouro de uma bolha imobiliária.

      Um abraço,
      Marcio Fenelon

      2+
      • Cesar_DF 2 de março de 2017 at 13:19

        No trecho “Esse crescimento teria que ser com empréstimos mal feitos.” evidencia o mesmo conceito que o Amorinha usa, de que só seria uma bolha imobiliária se “explodir” o mercado financeiro.

        1+
  • fanfarraum 1 de março de 2017 at 14:31

    Lendo a notícia em números:

    18 frases:
    – 2 “governo está ajudando”
    – 3 “expectativa negativa”
    – 2 “expectativa mista (negativa e positiva na mesma frase)”
    – 2 “expectativa positiva” (wishful thinking)
    – 1 frase neutra
    – 7 frases com FATOS negativo (queda PIB, fechamento de 400k postos de trabalho, queda no mercado informal inclusive, crise fiscal, queda investimento público, queda infraestrutura, vendas decrescentes, deterioração da renda e do mercado de trabalho, piora das condições de crédito)
    – 1 frase com fatos mistos (ambiente de negócios)

    Trazendo apenas os FATOS da notícia:
    Fatos negativos:
    – queda pib
    – fechamento de 400k postos de trabalho
    – queda no mercado informal
    – crise fiscal
    – queda de investimento público
    – queda na infraestrutura
    – vendas decrescentes do setor
    – deterioração da renda
    – deterioração do mercado de trabalho
    – piora das condições de crédito

    Fatos neutros (parte positiva/parte negativa):
    – A sondagem da FGV indica que a percepção em relação ao ambiente de negócios corrente chegou ao fundo do poço em maio, melhorou desde então, mas tem permanecido relativamente estável, em um patamar muito baixo, desde o último trimestre de 2016

    São 10 fatos negativos e 1 fato neutro.
    Não há NENHUM fato positivo na notícia.

    Ainda assim, o título da notícia começa com “Otimismo cresce na construção”

    Acho que a Infomoney inventa uns títulos só pra virar post do dia no blog aqui.

    33+
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    • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 14:41

      Mas mas mas e os sinais da recuperação da confiança que o governo disse que já era possível sentir?
      Galera, se preparem pois a atravessia desse deserto será extremamente longa. Apertem seus cintos.
      Mais importante que ganhar dinheiro é conseguir viver cada vez menos sem ele. Não fiquem dependentes do sistema.

      25+
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      • bolhista cearense 1 de março de 2017 at 14:44

        A única coisa que as sardinhas vão sentir em 2017 é o motumbo!

        8+
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  • bolhista cearense 1 de março de 2017 at 14:32

    Dá gosto de ver o “otimismo” descrito nas palavras deste site. Acho que o autor “esqueceu” da concordata recente da pé de gesso. Isto sem falar das próximas que estão quase pedindo recuperação judicial também. Não sei se o fundo do poço já chegou. Acho que está longe ainda.

    11+
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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:34

      O fundo do poço é quando o preço anunciado/ negociado cai muito e mesmo assim não vende.
      A maioria não tem dinheiro para comprar.
      Tô nem aí.

      15+
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      • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:39

        a maioria já está presa no próprio imóvel. Com uma dívida longa e enorme. com um saldo devedor muito superior aos preços negociados .
        Nos EUA bastava abandonar a casa e ficar no ostracismo do crédito negativado e desemprego.
        Aqui o nabo será dos bancos. Por isso a resistência é um pouco maior. O preço é a garantia dos empréstimos. Portanto é preciso deixar milhares confiantes que não desvalorizou. Por isso eles investem tanto na desinformação.
        Nos EUA … a desinformação e as pedaladas duraram 24 meses. Setembro de 2006 até Setembro de 2008.

        28+
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  • bolhista cearense 1 de março de 2017 at 14:42

    A autora cita “no mercado imobiliário, as vendas continuam a decrescer, refletindo a deterioração da renda e do mercado de trabalho, assim como a piora das condições de crédito”. Acho que ela “esquece” da mega especulação ocorrida desde 2009 no preço dos imóveis. Empreendimentos que “valorizavam” semanalmente, os juros estratosféricos dos quais ninguém reclamava ou sequer mencionava. Os corvos que “empurravam” parcelinhas, financiaumentos em curtos 35 anos e, caso alguém não pudesse pagar, revendia o bolhudo com lucro.

    7+
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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:46

      Na euforia os custos são deixados de lado. O movimento de compra e venda é muito dinâmico. Tem muita força.
      Agora na queda é essa lenga lenga aí. Quedas nas vendas… aumento nos estoques… compromissos atrasados…. reclamação de aumento de 50,00 nas parcelas…. falências…. desinformação, etc.
      ARDAM !!!

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  • Minions 1 de março de 2017 at 14:44

    CVR da série exceção:
    Outro condomínio que acompanho. Há 2 anos, lote era anunciado por 190k. Anúncio de hoje na OLX: 165k.
    Utilizando a calculadora do cidadão, 190k corrigido pelo ICPA daria 224k. “Perda” de 59k para inflação.

    24+
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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 14:47

      Quem tem 165k guardados?
      Menos de 1,5% da população.

      Quem quer comprar nesse condomínio? Quem pode?

      34+
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      • fanfarraum 1 de março de 2017 at 14:58

        Segundo o FGC, até junho/16, tinham 1,3kk “clientes” com 150k ou mais.
        Ou seja, provavelmente cerca de 0,5%-0,6% da população tenham 165k+.

        http://www.fgc.org.br/libs/download_arquivo.php?ci_arquivo=178

        19+
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        • MARK 1 de março de 2017 at 15:25

          Verdade, fanfarraum! Pouquíssimos possuem mais que 150k. Em três imóveis que tive a pachorra de pedir a certidão para verificar por quanto haviam sido vendidos, apenas um deles o sujeito deu entrada de 300k, nos outros a entrada foi de 50k e o financiamento de 90%. Os preços pedidos também não foram os preços de venda, queda de 30 a 40% na hora de fechar o negócio. Tanto é verdade que as propostas para a minha bolhudinha não apareceu um 666 capaz de dar mais de 100k de entrada, quando muito oferecem permutas a preços estratosféricos.

          16+
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        • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 15:43

          Segundo esse relatório fazemos parte de 0,32% da população bancarizada. Somos apenas 711.115 pessoas.
          Aposto que todos esses 711.115 estão desabrigados procurando um amontoado de tijolo para chamar de seu.

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  • Quebrado (: 1 de março de 2017 at 14:51

    Bolha Educação

    Qual o melhor pitaco para investimento em renda fixa de março de 2017. em diante?
    TD SELIC, CDB, LCA, LCI .
    Pelo que percebo agora tamo indo para o vale destes investimenos.

    PNJ.

    3+
    • LZ 1 de março de 2017 at 15:00

      Amigo peguei IPCA + 7,20% pra 2019.
      Ideal é trabalhar com redimentos hoje na casa dos 12 a 14%, mais que isso será bem difícil.
      Quem comprou aqueles Pré-Fixados de 14, 15% tão sorrindo hoje.

      12+
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      • Mike Victor 1 de março de 2017 at 15:03

        Onde?

        2+
        • LZ 1 de março de 2017 at 15:35

          Easy Invest

          5+
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    • Quebrado (: 1 de março de 2017 at 15:00

      Estou quase comprando 2Tesouro IPCA+ 2045 (NTNB Princ) 15/05/2045 5,13 729,53… aff que duvida cruel ou vou para selic ou vou para sofisa direto…. eis a questão ?

      3+
      • JJJ_brasilia 1 de março de 2017 at 15:33

        Quebrando,

        Estou juntando grana no TD SELIC, aguardando um TD IPCA de mais de 7℅, mas eles só aparecem em crises aguadas, como no início de 2016, mas é só ter calma.

        Se você pegar um TD 2045 e a taxa sobe, pode tomar prejuízo, pois o papel e de longo prazo.

        Eu vou aguardar taxas melhores.

        19+
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  • Quebrado (: 1 de março de 2017 at 15:04

    LZ eu estou achando que o governo vai força muito a queda da selic, mas eu ja perdir o bonde, agora to vendo se pego pelo menos uma rebarba, o padeiro comprou uma 2045, comecei a gostar da estratégia dele… as e foda….

    2+
    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 15:14

      Peguei 2026 com Juros Semestrais e 2045 para tentar fazer marcação de mercado. Mas estou forte em LCI e LCA de banco pequeno.
      Mas foda-se … estou torcendo para a chapa Dilma Temer ser cassada e a bosta estourar de vez .
      kkkk
      Quem o Congresso elegeria presidente da Banânia?
      😉

      15+
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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 15:18

      Eu sei que é complicado. Eu peguei nos 5,65 e 5,45%. Tenho uma vantagem… uma carta na manga. Se subir…. eu posso comprar mais. Faço mais marcação ainda. Mas a tendência é de cair. Juros Futuros em 10,08% a.a. e querendo cair para um dígito. 9…xx%.

      9+
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      • LZ 1 de março de 2017 at 15:37

        Futuro em 10 % qualquer coisa com 7,20% + IPCA tá valendo.
        É que eu não tenho mais dinheiro para entubar lá.
        Mas estes títulos com estas taxas ai vão sumir no futuro próximo.

        4+
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  • Julius 1 de março de 2017 at 15:18

    Época parecida com o período de 1995 a 2005. Lembro que minha mãe passou quase 5 anos tentando vender um imóvel. Um sobrado inacabado. Só conseguiu quando terminou a obra e pegou uma casa de menor valor. Não havia crédito em abundância, as taxas de juros eram obscenas. Mesmo com inflação estável, o poder de compra era muito baixo. Salário mínimo era 50 dólares. Esse é o fundo do poço que se aproxima: 10 anos para se vender um imóvel.

    34+
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  • João Adamastor 1 de março de 2017 at 15:40

    Otimista!!! Quem ficou sou eu, anunciei (fake) a compra de um lote num canal de anúncios da cidade, eeeeeeeeeeee…
    Nunca, mas nunca na história deste país choveu pessoas querendo VENDER ou repassar o lote.
    O valor médio de um lote de 390 m2 que o pessoal PEDE é 120k Mas, mas, mas, mas, encontrei uns por 80k. O dono pediu segredo no valor, acha!
    Teve um que mandei 70k e ele pulou fora, disse que por esse valor o lote ficaria “apodrecendo eternamente” (kkk), faz coisa de 8 meses e o lote está lá mofando.
    Ofertar um valor abaixo do que eles pedem é coisa de ofensa, muito estranho. No mínimo, o cara está arrependido. O que deve ser de ofertas abaixo ele recebe.
    Deu dó! 🙂

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    • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 16:36

      Cara é carro então
      Sempre quando alguém anuncia na minha cidade no FB um carro semi novo chove de proposta como:
      Aceita Palio velho com DH e caindo aos pedaços + galinha ?
      Aceita Saveiro tunada,somzao,rodão é um celular iPhone?
      Aceita um Corolla + uma TV de plasma?
      Aceita um Chow Chow + uma s10 filé?

      18+
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      • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 17:53

        O dinheiro acabou, aliás o dinheiro nunca existiu, o crédito é que secou.

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  • Minions 1 de março de 2017 at 15:43

    Como dizia Rosinha, LIXOS:
    https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/03/01/laudo-aponta-que-maior-obra-do-minha-casa-minha-vida-tem-4000-em-situacao-de-risco.htm
    “tem ao menos 4.000 pessoas vivendo em situação de risco crítico.”
    “O laudo detectou infiltrações, falta de drenagem, vazamentos, rachaduras em paredes e até fissuras em lajes de pelo menos mil apartamentos. “

    17+
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  • Alemon Fritz 1 de março de 2017 at 15:53

    carnaval em Balneário Camboriu..

    Entre os apartamentos de aluguel a situação é mais complicada. A média de ocupação para o Carnaval é 40% menor do que nos anos anteriores, o que levou muitos corretores e proprietários a baixar o valor das diárias. Dependendo do caso, o valor pode ficar até 30% menor do que o anunciado.

    http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/de-ponto-a-ponto/noticia/2017/02/carnaval-tem-hospedagem-mais-barata-em-balneario-camboriu-9730498.html

    12+
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    • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 16:38

      Bal Camboriú a cidade argentina dentro do Brasil.
      Com todo respeito From, mas essa cidade já foi legal lá pelos anos 70 e começo dos 80, depois virou reduto de argentino e pobre ostentação.
      Fora que deve ser a praia mais suja do mundo.

      13+
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      • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 18:38

        Eu agradeço todos os dias por ter deixado esse hospício.
        Foi bom para trabalhar e ganhar dinheiro.

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  • Marcos_SP 1 de março de 2017 at 15:56

    Março terá 23 dias úteis.
    23 dias de juros. Que delícia!!

    PMJ

    15+
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    • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 16:04

      Eu queria que todos os meses fossem março 😛
      Problema que logo depois vem abril e ferra tudo 🙁

      6+
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  • Carlos 1 de março de 2017 at 16:00

    Otimismo é vender uma rede de farmácias falida para uma destrutora “falida” (WTorre)
    Povo anda economizando em remédio, agora vai, vai mesmo.

    http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/nacional/noticia/2017/02/21/em-crise-big-ben-sera-vendida-por-apenas-r-1-271549.php

    “http://www.istoedinheiro.com.br/wtorre-tenta-de-novo-reestruturar-seu-negocio/

    Bônus: Amorinha feelings nos comentários (sic):

    Por Ricardo amorim,21/02/2017
    quanto mais crise mais doente por isso tanta farmacia espirito de empreemdedor

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    • Carlos 1 de março de 2017 at 16:03

      Pedala BTG.pedala WTorre }:D

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    • Alemon Fritz 1 de março de 2017 at 16:11

      Falando em Amorinha:
      Distratos
      Céu de março de 2017: mês delicado para os acordos de qualquer natureza:
      Até a Lua cheia em Virgem, em 12 de março, o clima geral será de impulsividade e distratos, no qual rompimentos importantes podem ocorrer.
      mas compre djá.

      4+
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      • Carlos 1 de março de 2017 at 16:19

        Imagina como deve ser o dia do Amorinha, acordar cedo, olhar no espelho e ver a imagem de uma pessoa que vendeu sua credibilidade em troca de um punhado do vil metal.
        Espero que tenha ganhado bastando e que não tenha feito aquilo que recomenda a outras pessoas senão teremos outro candidato a depresão e a engordar as estatísticas do Anonymous algum dia no futuro.

        8+
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      • Carlos 1 de março de 2017 at 16:25

        Alemon, estou gostando desta coisa 😀 Bem melhor do que o discurso ensaiado dos corvos.

        Corvaiada, hora de investir nos nativos de Câncer:

        “Até agosto, você terá dinheiro para mudar de casa, reformá-la ou até ir morar em uma cidade que combine melhor com seus sonhos. Só não se esqueça de separar uma parte para investir em você. Em fins de julho, Vênus entra em Câncer e traz sensibilidade especial para deixar você mais atraente e saudável. Mas tome cuidado com contratos. Pense bem antes de assiná-los em 29/6 e 9/10. No fim do ano, receberá um valor aguardado, que pode ser de uma ação judicial, herança ou presente familiar.”

        http://revistamarieclaire.globo.com/Horoscopo/noticia/2017/01/amor-e-dinheiro-previsoes-do-horoscopo-para-cada-signo-em-2017.html
        Não estou comparando corvos e destrutoras com o “câncer” visto que o último muita vezes tem cura 😛

        5+
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  • Alemon Fritz 1 de março de 2017 at 16:22

    Pois é.. até horóscopo acerta mais.
    O governo vai lançar as regras de distrato esse mês ainda… kkk

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  • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 16:41

    Uns choram com a crise e outros vendem anti depressivos

    Vendas de medicamentos crescem 11,5% em 2016, para R$ 15,7 bi, diz Abradilan

    As vendas de medicamentos por distribuidores cresceram 11,5% ao longo de 2016, atingindo um faturamento de R$ 15,7 bilhões nos 12 meses do ano. Os dados são do IMS Health, compilados pela Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan).
    Considerando o número de unidades de medicamentos vendidas, a alta foi de 7,2% na comparação anual. Foram 936 milhões de produtos comercializados no ano passado.

    A Abradilan afirma que os genéricos impulsionaram as vendas do setor. A avaliação da entidade é de que a menor disponibilidade de renda dos consumidores levou a uma migração para este tipo de medicamento, de menor preço.

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    • Carlos 1 de março de 2017 at 16:45

      Menos visitas a médicos, mais automedicação, e tome antidepressivos, antiácidos e em alguns casos vaselina 😀

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      • Antigo 1 de março de 2017 at 16:47

        Uns choram a dor das assaduras e hemorroidas, outros vendem Hipoglos.
        Assim segue o mercado.

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  • Alemon Fritz 1 de março de 2017 at 16:52

    isso é o que os corvos chamam de Mercado Imobiliário saudável, natural e estável. O motumbo entrega esses produtos a domicilio, tira a pressão e temperatura, e ainda Analisa o quadro do paciente..

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  • Cesar_DF 1 de março de 2017 at 17:06

    Sobre o tópico

    Parece que este Instituto Brasileiro de Economia da FGV sofre de esquizofrenia, pois na mesma página que dizem que a confiança está melhorando, eles publicaram a matéria abaixo em 24-Fev-2017

    Confiança da Indústria recua em fevereiro

    O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas recuou 1,2 ponto em fevereiro, para 87,8 pontos, após avançar 4,3 pontos no mês anterior. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice subiu 0,5 ponto, para 87,2 pontos, a segunda alta consecutiva.

    “A queda do ICI em fevereiro segue-se a uma alta expressiva do índice, retratando um movimento de acomodação. Após avançar além do que os fundamentos da economia sugeriam entre abril e setembro do ano passado, o índice encontra-se agora em patamar mais realista. O cenário econômico, que enfim inclui notícias favoráveis à atividade como a queda de juros e injeção de recursos das contas inativas do FGTS, pode levar a novos ganhos de confiança, caso o ambiente político não se deteriore nos próximos meses”, afirma Aloisio Campelo Junior, Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE.

    A queda da confiança foi concentrada em 5 dos 19 segmentos industriais pesquisados, reforçando a leitura de que este seria um movimento de acomodação. Após subir 4,7 pontos em janeiro, o Índice de Expectativas (IE) recuou 1,7 ponto em fevereiro, para 89,3 pontos. No mesmo sentido, mas em menor intensidade, o Índice da Situação Atual (ISA) recuou 0,6 ponto, para 86,4 pontos, depois de subir 3,8 pontos no mês anterior.

    http://portalibre.fgv.br/main.jsp?lumPageId=402880972283E1AA0122841CE9191DD3&lumItemId=8A7C82C5593FD36B015A6FA7718B1361

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  • Dr. Brown 1 de março de 2017 at 17:23

    Tem uma casa na minha rua que há 3 anos que moro aqui está para vender. No inicio pediam 400 mil, hoje pedem no Viva Real 430 e 450 (tem dois anúncios de imobiliárias diferentes). Prova que que este preço não é o pedido pelo proprietário.
    Casa fechada, pagando IPTU, já pintou 2 vezes,

    Aí pinta um doido que leva por 410 daqui uns 5 anos e dono vem e diz “viu? imóvel sempre valoriza!”

    https://www.vivareal.com.br/imovel/casa-2-quartos-jardim-jurema-bairros-valinhos-120m2-venda-RS430000-id-52893996/

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    • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 17:31

      Daqui uns 5 anos não vende nem por 200k.

      7+
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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 18:37

      com 140k eu faço uma casa melhor.

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    • SampaBoy 1 de março de 2017 at 19:29

      casa feia, pintura de extremo mau gosto…..é melhor o cara demolir e tentar vender o terreno ao inves de ficar pintando a casa todo ano…

      5+
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    • Thiaguinho 2 de março de 2017 at 10:55

      Lógica bananense: se não vende, aumenta o preço!

      0
  • Cesar_DF 1 de março de 2017 at 18:07

    Crédito para famílias supera pela 1ª vez o concedido às empresas
    Para pesquisador do Ibre, da FGV, “resultado é muito estranho” e foi influenciado pela recessão que o país vive
    http://veja.abril.com.br/economia/credito-para-familias-supera-pela-1a-vez-o-concedido-as-empresas/

    6+
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  • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 18:27

    O que ainda sustenta os preços na mente dos alienados é a maior merda feita nesse país, o MINHA CASA MINHA VIDA.
    O povão pensa que o MCMV é a base de preço de imóvel e esquece que a população beneficiada pelo programa nunca vai conseguir pagar.
    E quem tem condições de comprar não vair querer morar nesses LIXOS. Ou seja, não tem saída senão a completa ruína do mercado imobiliário.
    Eu mesmo conheço várias pessoas que colocaram seus tijolinhos mágicos à venda e não conseguem vender. Curiosamente não conheço ninguém que esteja a procura de tijolos. Os que estavam procurando no passado, já se enrolaram e ficarão sem querer saber de imóveis pelos próximos 30 anos.
    O governo consegue destruir várias coisas ao mesmo tempo com uma merda só.

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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 18:32

      É um grande fator.
      As duas últimas pessoas que eu vi comprarem imóveis foram pelo valor do MCMV.
      A primeira conseguiu o subsídio. Imóvel de 99k
      A segunda não conseguiu. 210k.

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      • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 18:34

        O gobierno adianta 100 salários mínimos para uma pessoa que não consegue economizar 01 salário mínimo no mês…. é o que dá. Em alguns casos adianta quase 240 salários. E depois ainda reclamam quando aumenta 30,00 a parcela.

        15+
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  • cesarkebrado 1 de março de 2017 at 18:41

    Amigo meu é funça no Paraná e 1 ano e meio atrás eu falando em crise e que ia ficar ruim ele soltou a seguinte pérola – Eu quero é mais, quero que venha a maior crise, eu quero que se f0da, eu sou funcionário público e o meu tá garantido, aí eu vou comprar baratinho de quem estiver fudido – Encontrei ele aqui ontem aproveitando os dias de feriadão na casa da mãe dele, olha o CVR – Tá atrasado o 13ª, todo mês tá na expectativa de não vir o salário porque o Estado tá quebrado, tá morrendo de medo porque tá devendo no cheque especial e não consegue cobrir e já tem um empréstimo descontado em folha que foi pra cobrir o cheque especial no ano passado e se ficar 1 mês sem receber não sabe o que fazer, e pra ajudar o condominio subiu de 300 pra 500 e ainda tão inventando de fazer uma reforma que vai aumentar ainda mais –

    50+
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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 18:44

      A língua é o chicote do rabo.

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  • Luladranus 1 de março de 2017 at 18:46
    • Antigo 1 de março de 2017 at 19:37

      Essa notícia me lembra um livro que li quando mais novo, e que gostei muito: ‘As mil e uma noites’.
      Nele, consta a história de “Lula lá e os 400 ladrões”.

      Opa, estou confundindo, essa é do livro de história do Brasil mesmo.

      7+
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    • Hunter 1 de março de 2017 at 23:15

      Argh!!
      Quando este povo se esconde atrás da auto-alcunha de “intelectuais”, para tentar impor seus posicionamentos, eu tenho até calafrios.
      Esses são os piores.
      Eis um exemplo clássico de arrogância cega.
      Mas já que o Brasil não tem jeito mesmo, vai ser bom ver o Lula candidato.
      Taxas melhores virão.

      8+
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  • homelessbubbles 1 de março de 2017 at 18:51

    Boa noite pessoal. Acabei de fechar as contas do mês e constatei que subi mais um degrau dos meus objetivos financeiros: Meus rendimentos em renda fixa superaram todos os gastos mensais familiar. Equivalentemente, poupei 100% do salário. O mais interessante é que a queda nos juros tem ajudado, pois boa parte dos meus investimentos foram alocados no tesouro IPCA com juros médios perto dos 7.5%. Se continuar caindo eu ganho no valor de face. Se os juros subirem, ganho nas LCA/LC/CDB.

    Por outro lado, se eu tivesse seguido a manada há uns 3 anos atrás, hoje estaria pagando financiamento e poupando quase nada.

    41+
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    • From_The_Tower 1 de março de 2017 at 18:54

      Sabedoria para a vida.

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      • Lucas 1 de março de 2017 at 21:04

        gostei d afrase do chicote

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    • SampaBoy 1 de março de 2017 at 19:15

      Excelente….a sensação é boa de saber que se voce perder o emprego ou por algum motivo zerar as entradas é so desligar os gastos extras que da pra “voar” em automatico nos juros…

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  • cesarkebrado 1 de março de 2017 at 18:55

    Pessoal tinha falado lá em cima de quanto guardar por mês, eu sempre fico feliz de guardar qualquer valor, pois minha renda varia muito, mas, um bom valor médio é 30%, se for casado com filhos e uns 50% pra solteiros. Agora tudo depende da renda, eu sempre penso que você GANHA quanto pode guardar/investir, se você ganha 2.000 (solteiro) você não ganha nada, já que 2.000 é um valor mínimo pra se viver, aí se você ganhar 2.500 você GANHA mesmo é 500, e assim vai. O valor que a gente gasta pra se manter não se conta. Tenho muito amigo que ganha 5.000 e gasta 5.000 por mês fixo em casa, aí o cara tem que ser inteligente (minha opinião) e entender que ele na realidade VIVE, mas, GANHAR não ganha nada.

    25+
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  • antifragile 1 de março de 2017 at 19:20

    Amigo trabalha para uma empresa Fortune 500.
    Alto executivo, salário anual próximo a US$ 1 milhão.
    Depois de Europa e EUA, atualmente está na sede em São Paulo.
    Tem moradia, veículo e cartão de crédito pagos pela empresa.
    O carro, aliás, é uma BMW. Conversível.
    Há algumas semanas, recebeu ligação da empresa.
    “Manutenção periódica dos veículos, deixe o seu na autorizada.”
    Foi lá e deixou o automóvel para o final de semana.
    Na segunda-feira seguinte, recebeu uma ligação nervosa.
    Roubaram a BMW. DE DENTRO DA OFICINA.
    Incrivelmente, ninguém viu, ninguém sabe de nada.
    Felizmente o seguro vai dar outro.
    Ainda assim o amigo está transtornadíssimo.
    Xingando demais a Banânia.
    Convencido de que o roubo foi uma encomenda.

    28+
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    • antifragile 1 de março de 2017 at 19:21

      Esqueci de botar o título: CVR da BMW

      8+
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    • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 19:24

      Brasil não é pra amadores.
      Eu se trabalhasse para uma empresa dessas exigiria um blindado popular/médio.
      Exemplo um Voyage,Logan,Ford Ka e mandava blindar.
      Chamaria pouca atenção e se ser merda só mostrar o dedo do meio pro assaltante e jogar o carro em cima dá moto. Brincar grande theft auto deve ser legal com um carro blindado kkkkkk

      18+
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      • John Horse 1 de março de 2017 at 22:38

        Realmente você não pode ter carro blindado.

        4+
  • CA 1 de março de 2017 at 19:36

    Para COMPLEMENTAR uma resposta que dei sobre o credit crunch e que consta no tópico anterior, aproveitando para esclarecer alguns pontos que foram DISTORCIDOS pelo Thiago FM:

    O credit crunch de R$ 1 TRILHÃO exemplifica de maneira bastante clara, que a ideia do crédito fácil (=SEM CRITÉRIO), juntamente com o excessivo e ANORMAL aumento na oferta de crédito, são INSUSTENTÁVEIS, o que contrapõe a teoria de que o crédito imobiliário barato, fácil (=SEM CRITÉRIO) e com crescimento excessivo e anormal seriam “sustentáveis”. Em outras palavras, são estes conceitos que são ANÁLOGOS entre o credit crunch e nossa bolha imobiliária e não o fato do credit crunch ser decorrência da bolha imobiliária ou vice-versa.

    Para comprovar o que consta acima, basta lembrar que junto com esta informação, VÁRIAS vezes destaquei também que cerca de 50% das EMPRESAS de grande porte não conseguiam pagar sequer os juros de suas dívidas com o caixa gerado todo mês. Novamente, não houve nenhuma correlação direta e forçada entre este fato e a bolha imobiliária, era apenas uma ANALOGIA de como no Brasil, já estava mais do que claro as consequências do crédito barato, farto e sem critério, exatamente o que aconteceu no caso da bolha imobiliária brasileira.

    Sim, um fenômeno de Credit Crunch nesta proporção do PIB, também aconteceu nos EUA em 2008 durante a explosão MAIS VISÍVEL da bolha imobiliária deles, como consta no artigo. Sim, normalmente as bolhas imobiliária e de consumo estão relacionadas e ocorrem em paralelo. Sim, normalmente você vê o segmento automobilístico despencando e sofrendo na mesma época em que uma bolha imobiliária está explodindo. Sim, isto destrói os resultados das empresas (*), com os mecanismos que já foram explicados por aqui INÚMERAS vezes e é isto que COLABORA para que um grande número de empresas fiquem super-endividadas, o que também ocorreu na explosão de outras bolhas imobiliárias ao redor do mundo. Sim, a “crise imobiliária” se iniciou em 2011 via PDG, Gafisa e Brookfield com resultados absolutamente ANORMAIS e sem precedentes quanto ao percentual de distratos e se espalhou em 2012 com péssimo resultado para todas as construtoras, muito antes da crise na economia começar a aparecer pra valer que foi só em 2015 e tem que ser muito sem-noção para continuar FAZENDO DE CONTA que fatos ocorridos entre 2011 e 2012 foram CONSEQUÊNCIA da crise na economia que só apareceu pra valer em 2015. Apesar de tudo que consta aqui e que já foi explicado INÚMERAS vezes, ainda assim o foco de mencionar o Credit Crunch foi a ANALOGIA explicada nos parágrafos anteriores.

    (*) Como as bolhas imobiliárias ajudam a DESTRUIR os resultados das empresas de forma geral, contribuindo para seu super-endividamento (AMOSTRA do que já foi explicado “N” vezes no blog e alguns continuam FINGINDO que não sabem):

    1) Ponto comercial com preço surreal colabora diretamente para recorde de lojas fechando e muitas outras deixando de abrir porque negócio se tornou INVIÁVEL ;

    2) Destruição da capacidade de consumo para quem compra imóveis financiados: endividamento que na teoria se limita a 30% da renda, mas na prática, graças as “facilidades” de obter o empréstimo imobiliário (=CEF), muitas vezes supera este percentual, em outros casos, mesmo quando fica no limite, ainda assim é muito superior ao gasto anterior que a família tinha com o aluguel, novamente roubando capacidade de consumo ;

    3) O próprio aluguel residencial sobe de preço de forma anormal durante uma bolha imobiliária, sendo outro componente para estrangular a renda e a capacidade de consumo das famílias ;

    4) IPTU, taxas condominiais e outros custos relacionados à imóveis também sobem de forma muito superior ao que cresceu a renda das famílias e colaboram para estrangular sua capacidade de consumo para outros itens. No IPTU, é natural que as prefeituras também queiram faturar uma parte da “super-valorização” dos imóveis. Já quanto ao custo do condomínio, isto ocorre porque o crescimento exponencial de condomínios leva a um excesso de procura por pessoas para trabalharem neles e por demais insumos que requerem reposição ou conserto nos condomínios;

    5) Perda de liquidez daqueles que tentam vender ou alugar imóveis: temos o recorde de todos os tempos quanto a imóveis NEM-NEM (nem vende, nem aluga), que estão em poder de construtoras, pessoas físicas e bancos. Cada um deles representa dinheiro que NÃO entra e despesas de manutenção que são liquidas e certas. Tudo isto rouba capacidade de consumo das famílias que possuem imóveis e não conseguem nem vender nem alugar, rouba disponibilidade de liquidez dos bancos o que também COLABORA para aumento nos juros e rouba capacidade de fazer lançamentos ou mesmo sobreviver no caso das construtoras, que são obrigadas a fazerem down-sizing radicais e aumentarem a cada dia o número de desempregados da construção civil;

    6) Euforia com crescimento anormal e muito rápido de empregos na construção civil, seguido por derrocada e este setor liderando a perda de empregos. No Brasil a construção civil DOBROU a sua participação na geração de empregos formais em relação ao total do país, no período de 2006 a 2009, para depois disto ir voltando ao normal até 2013. O crescimento anormalmente rápido colaborou para “inflacionar” os salários de forma geral no mercado, sem NENHUM ganho de produtividade, só que como era INSUSTENTÁVEL, explodiu em seguida, sendo um dos fatores para que, ao mesmo tempo, tivéssemos aumentos de custos de mão-de-obra prejudicando as margens de lucro das empresas e logo em seguida, quedas no consumo;

    7) Excesso de crédito subsidiado e direcionado, prejudica a própria capacidade do governo reduzir a SELIC. Juros que operam em um Universo Paralelo, como os do crédito imobiliário no caso do uso do FGTS, por exemplo, sempre prejudicam os efeitos da SELIC no controle da inflação. Esta é uma PARTE da explicação de porque chegamos a conviver por tanto tempo com uma anomalia tão grande quanto a estagflação. Claro que o que consta no item 6 logo acima, também colaborou para isto;

    O que consta acima, seja através da destruição de capacidade de consumo das famílias, do inflar artificial de empregos e salários da construção civil de forma anormal seguido de desemprego elevado puxado por este segmento, ou ainda, dos efeitos inflacionários, são fatores que ocorreram em todas as bolhas imobiliárias do Mundo, que sempre colaboraram para destruir os resultados das empresas como um todo, por VÁRIOS canais (lembrando que o que consta acima é só uma AMOSTRA, tem muito mais não só quanto a efeitos da bolha imobiliária quanto também de efeitos da bolha de consumo que sequer mencionei). FAZER DE CONTA que nada disto existe, novamente, é subestimar e muito a inteligência, ou no mínimo a memória das pessoas que frequentam este blog…

    13+
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  • Carlos 1 de março de 2017 at 19:42

    OFF – Nerdismo, IA e Big Data

    Este é um dos problemas que mais me preocupa, muito mais do que profissões que podem ou vão desaparecer.

    Will Democracy Survive Big Data and Artificial Intelligence?
    We are in the middle of a technological upheaval that will transform the way society is organized. We must make the right decisions now

    https://www.scientificamerican.com/article/will-democracy-survive-big-data-and-artificial-intelligence/?utm_source=pocket&utm_medium=email&utm_campaign=pockethits

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  • Carlos 1 de março de 2017 at 19:55

    Estes tucanos são primos dos corvos. CA pira nos atos dos nossos polititicas.

    “São decisões que foram tomadas economicamente que estão gerando esse otimismo. São bons sinais para o mercado. Elas precisam começar a ser discutidas e cabe ao Congresso ver a dose. Mas são reformas importantíssimas para o crescimento do país e só de chegar ao Congresso já será uma boa notícia para a economia brasileira”, enfatizou o tucano.
    http://www.psdb.org.br/empresarios-da-construcao-civil-visualizam-expectativas-mais-otimistas-para-o-setor-em-2017/

    Ampliação do “Minha Casa, Minha Vida” gera otimismo na construção civil

    Entre as mudanças, o “Minha Casa, Minha Vida” passa a incluir no programa famílias com renda de até R$ 9 mil. O programa está vinculado ao Ministério das Cidades, que tem em seu comando o tucano Bruno Araújo (PSDB-PE). O preço máximo de imóveis que podem ser comprados no programa também aumentou: passou de R$ 225 mil para R$ 240 mil em São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e de R$ 170 mil para R$ 180 mil nas capitais das regiões Norte e Nordeste. Miguel Haddad reforça a importância de investir na construção civil, peça-chave da economia brasileira.

    “http://www.psdb.org.br/ampliacao-do-minha-casa-minha-vida-gera-otimismo-na-construcao-civil/

    Existem Alices e “ixpertos”.

    Deputado que deu o voto 342 pelo impeachment aparece em planilha da Odebrecht na Lava Jato
    Bruno Araújo, do PSDB, apareceu em planilha de pagamentos do “Departamento de Proprina” da empreiteira que está na mira da PF.
    “http://www.folhabaiana.com/deputado-que-deu-o-voto-342-pelo-impeachment-aparece-em-planilha-da-odebrecht-na-lava-jato/

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  • Cesar_DF 1 de março de 2017 at 20:05
    • by pass 2 de março de 2017 at 12:12

      Exatamente. Comentei sobre deflação posts anteriores. A deflação sai da escassez, incentiva o acumulo de capital e a produção. Resumindo, essa bagaça só é avanço!! E a ideia é dizer o contrário. E a conclusão do veio Lucas, acho que estava bêbado, foi de que eu era Ptista… kkkk

      1+
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      • by pass 2 de março de 2017 at 12:19

        Veio Lucas, sabe a Lei de Say, é um lei.

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        • by pass 2 de março de 2017 at 12:20

          uma*

          0
  • SampaBoy 1 de março de 2017 at 20:10

    Venda de veículos cai 7,6% em fevereiro e tem o pior desempenho desde 2006

    “Se considerados apenas os resultados de fevereiro na série histórica, o volume foi o mais baixo desde 2006.   ”
    “Termômetro da atividade econômica, as vendas de caminhões também não param de encolher, marcando, no mês passado, queda de 31,68% na comparação com fevereiro de 2016”

    Veja bem, é só uma fase de trasição entre a crise e o “levante” economico ! o pais esta decolando ! (mas o fim da pista é logo ali…)

    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,venda-de-veiculos-cai-7-6-em-fevereiro-e-tem-o-pior-desempenho-desde-2006,70001683274

    17+
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    • Lucas 1 de março de 2017 at 20:31

      TAQUEOSPARIU

      2+
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      • Carlos 1 de março de 2017 at 20:33

        Fica ligado aí véio, logo logo vai ter Maverick a preço de banana.
        Lembra quando o mercado de carros antigos se tornou modinha e gourmetizado? Qualquer opala, fusca ou maveco véio estava custando uma fortuna.

        9+
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        • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 20:40

          Cara eu já vi gente vendendo S10 1997 por R$30.000,00
          Tipo deve ser aquele cara que “se aparecer algum otario, sorte minha”.

          5+
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        • Lucas 1 de março de 2017 at 20:41

          pega essa
          fala mal do trump e fala bem do trump
          mas sempre por motivos certos
          e o cara tá lá
          nada de eu acho, ele faz quem nem nóis faiz aqui no blog, “não precisa acreditar em mim, siga os links que enviei, ou vem até aqui ver”
          https://www.facebook.com/embaixadaresistencia/videos/1771818353134442/

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          • Carlos 1 de março de 2017 at 20:44

            Muito otimismo, muito cedo véio eu sou mais estilo São Tomé 😀

            2+
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            • Lucas 1 de março de 2017 at 20:54

              assiste primeiro pô

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              • Lucas 1 de março de 2017 at 21:03

                SE O Alexny NÃO fosse um teleguiado ele iria gostar
                imigração pelos fatos concretos, fala o que ele fala, mas fala outras coisas que ele não gosta que falem, mas existe.

                0
                • Carlos 1 de março de 2017 at 23:21

                  Acompanhei este negócio da Suécia bem por cima, não, não creio que Trump seja visionário, grande líder ou qualquer outra coisa que andam pintando.
                  Esta coisa toda só se tornou relevante na guerra de informações porque a “oposição” correu desqualificar Trump sem antes checar a infomação e deu várias barrigadas.
                  Creio que nem Trump estava bem informado quando citou a Suécia, deve ter ouvido de passagem, lido rapidamente ou sido informado pela inteligência momentos antes de abrir a boca, deu sorte e virou grande líder na mente dos trumpetes.
                  Criticar os resultados das políticas de imigração esquerdistas na Europa é menos que bater em cachorro morto a algum tempo já, nenhuma novidade.

                  0
                  • Carlos 1 de março de 2017 at 23:29

                    Véio, cadê a turma que morria de amores pelo Milo Yiannopoulos? Nenhum comentário sobre os recentes fatos?
                    Até que gosto do Milo, cara inteligente e de bastante cultura mas nunca acreditei que este casamento entre a direita conservadora e uma biba promíscua e desbocada durasse muito tempo mesmo 😀

                    0
              • Carlos 1 de março de 2017 at 23:16

                Desculpe véio, o dever me chamou, estou em horário de trabalho 😛

                0
          • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 08:35

            Gostei das frases finais do rapaz.

            0
    • Lucas 1 de março de 2017 at 20:32

      11 ANOS????
      sem considerar que a população econômica aumentou uns 25% nesses 11 anos
      ou seja tem que “deflacionar” essa queda
      ou seja. É PIOR

      5+
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    • Lucas 1 de março de 2017 at 20:37

      e vem o TITITIAGO mentiroso dizendo que todo mundo da classe média tá comprando carro simples de 100 mil reais.
      mais tarde faço um artigo sobre isso, vou mostrar as contas todas de forma sistemática
      Tiago o seu fingizap não serve nem pra limpar a bunda, e vc sabe disto, senão algum aí de vcs lucrava 2 milhões naquele leilão postado e documentado, imóvel vazio, documentação limpa e meu cambial deu 100% sim, vc esquece que os fundos oscilam, investi 1 viagem pra europa, agora tenho 2, talvez 3, se o dólar continuar caindo e a passagem área em deflação pelos últimos 8 anos, paguei em 2009 pra Madri um valor maior que vou pagar agora pra Paris.
      E vc passando o carnaval em parecida, ou ficou em casa mesmo??? kkkk sai do blog aí Fernando ricão, vai viajar, kkkk

      11+
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      • Fernando 1 de março de 2017 at 23:38

        É muito simples: desde dezembro, passei mais de 45 dias viajando. Chega uma hora que cansa, sabe como é…

        3+
    • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 20:39

      Sampaboy é só a Fiat,wolks,Ford e Chevrolet abaixar 33% o valor dos carros que começa a vender mais.
      Se abaixar 44% ou mais ai sim teremos alta…Fora isso PMJ

      9+
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      • Lucas 1 de março de 2017 at 20:44

        se desagregar os dados da Fenabrave
        gente como eu ou vc a queda nas vendas deve estar nos 90%
        só vende é pra carro de frota de aluguel, ou de empresa, no CNPJ e mesmo o uber deu uma bombada nas vendas
        limpando-se o numero o caos é imenso, e vem tiago falar que a classe média tá comprando carro de 100 mil
        taqueospariu, a classe média mal tá fazendo manutenção do velhinho
        estradas vazias no carnaval, VIAJEI MUITO, desculpa aí, eu posso

        17+
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        • Fernando 2 de março de 2017 at 01:37

          Ta vendendo carro sim senhor. E muito.
          O mundo continua girando.
          A verdade é uma só: carro velho com mais de 15 anos deveria, no geral, ir para a prensa, isso sim.
          Por que no mais das vezes, a revisão do bananense, que compra carro usado, é quase ausente.
          Tem um certo “idperto” que não vou citar aqui (pode procurar, a minha memória é muito boa…) que afirmou não trocar o óleo do carro, não sendo necessário.

          1+
          • Fernando 2 de março de 2017 at 01:38

            *ixperto

            0
          • LZ 2 de março de 2017 at 09:17

            Cara não sei onde pessoas tão comprando carro….
            Pior mês desde 2006 e tem gente comprando carro ?
            Pode até aparecer uns gatos pingados aqui e ali.

            No geral o que mais vejo é gente vendendo carro e ficando somente com 1

            7+
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  • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 20:36

    O dispair chegando na casa do brasileiro. Olha o que apareceu no FB

    Olá já estou a procura de trabalho como operadora de caixa faz um tempo e não estou conseguindo nada então estou oferecendo 200,00 reais pra quem me indicar pra um trabalho que eu seja contratada quem puder me ajudar me chama (49)*******

    É o inverno vai ser mais longo do que imaginamos…

    15+
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  • Carlos 1 de março de 2017 at 20:42

    Testando, NÃOMEXPULSABOSS.


    source: tradingeconomics.com

    7+
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    • Carlos 1 de março de 2017 at 20:43

      Venda de veículos no bananistão, obviamente estamos em recuperação, só não vê quem não quer 😛

      10+
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      • Carlos 1 de março de 2017 at 20:48

        Ficou pequeno demais, dammit…
        Botão direito + View Image
        Reparem o início da série lá por volta de 2006, e o retorno….

        4+
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        • Carlos 1 de março de 2017 at 20:49

          Coincidência ou não a aparente derrocada se inicia em 2012, alguma similaridade com a bolha de tijolos?

          4+
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          • Lucas 1 de março de 2017 at 20:58

            em 2012 expliquei o motivo
            a questão do delay
            em 2011 deu merda, mas pra para ruma fabrica basta tirar da tomada (tá certo que tem os sindicatos e subisidios do governo e tals)
            na cons civil o celay é outro, a anta só vai perceber a merda que fez quando entregarem a obra e ele não conseguir financiar, teremos c´redito e ninguém pra pegar
            falei essa frase 5 anos atrás

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      • Lucas 1 de março de 2017 at 20:50

        COLOCA A POP EM 2006 ERA UNS 30 MILHÓES a menos, vendia muito mais proporcionalmente

        2+
        • Lucas 1 de março de 2017 at 20:51

          sem falar q

          1+
        • Lucas 1 de março de 2017 at 20:51

          sem falar q

          1+
          • Lucas 1 de março de 2017 at 20:53

            2006 carro era caríssimo comparado a hoje
            pega a proporção preço sobre salario mínimo
            a crise é algo sem noção até aqui no blog tem que parar pra abstrair o tombo

            8+
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            • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 21:08

              Não concordo com isso véio, comparando a quantidade de salários necessários para comprar um carro médio, em 2006 eu precisava de bem menos salários para comprar, hoje nem penso em comprar carro, a coisa está absurda demais.

              8+
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              • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 21:28

                Um uno Mille em 1994 custava R$7.900 = R$35mil hoje

                2+
                • Lucas 2 de março de 2017 at 10:59

                  eu comprei um mile
                  ele não existe mais
                  seu correspondente hoje é o QQ que custa uns 20 mil
                  só o nome é o mesmo, pega o gol, pega o Ka
                  o Ka em 94 e o ford focus 94
                  o ka hoje é o focus de 94

                  0
              • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 21:30

                Em julho de 1994 o importado mais vendido foi o Fiat Tipo (ele só se tornaria nacional em 1996), oferecido inicialmente no Brasil somente com motor 1.6 injetado e nas versões de duas e quatro portas. Em julho de 1994 foram vendidas 2.736 unidades do Fiat, e ele não era exatamente barato: o modelo de duas portas custava R$ 17.000 e o de quatro portas saía por R$ 18.000 — mais que o dobro de um modelo popular. Em valores atualizados, são R$ 80.200 e R$ 84.900, respectivamente.

                5+
  • Cesar_DF 1 de março de 2017 at 20:43

    DEBÊNTURES QUE ENRIQUECEM! | O básico pra começar a investir e ganhar dinheiro! (EU TENHO!)
    https://www.youtube.com/watch?v=uCq8k50l4Ek&feature=em-subs_digest

    5+
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  • Lucas 1 de março de 2017 at 20:45

    MENTIROSO

    3+
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  • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 20:55

    My friends, THE GAME IS ONLY BEGINNING.
    The blood will cover the streets.

    4+
  • Lucas 1 de março de 2017 at 21:01

    CVR
    viajando por aí de de cara com um parente rico investido (ex pq ele sabe da treta) que tem insider na caixa econômica
    disse que tá um incêndio no bordel, coisa de 40 mil leilões, vendeu 4.
    kkkk
    o nosso insider mentiroso essas coisas ele não conta
    minha fonte mega confiável, cara rico, não precisa provar nada pra ninguém, falou meio que rindo, meio que comentando, essa merda econômica vai longe e respinga na politica, e a depender do maluco que vier em 2018, corram pras colinas de verdade, nunca tinha falado antes essa frase, sou um eterno otimista, fiquei no Braisl né, mas agpra é sério. CORRAM

    21+
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    • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 21:03

      Só baixar 89% do preço que vende rapidinho…

      5+
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      • Zé do Brejo 1 de março de 2017 at 21:05

        Não existe solução simples, como diz o véio, o problema é sistemico.
        Vai jorrar merda pra todo lado.

        6+
      • Lucas 1 de março de 2017 at 21:06

        péra
        vendas pela emgea
        nem baixando 90%
        quer ver: http://www.emgea.gov.br/NegocioOportunidade/Index
        eles lá não chama d eleilão, é licitação de concorrência de aTIVOs geridos, uma porra dessas, to com pressa. Fui

        3+
    • Fernando 1 de março de 2017 at 23:20

      Se a merda é tão grande, então porque confiar em suas recomendações?
      Não é melhor eu baixar logo os investimentos e ficar com os meus tijolos de uma vez?
      Porque diante de um cenário avassalador como esse seria mais seguro investir em TD ou na bolsa?
      Explica pra mim com propriedade.

      2+
      • Libertario 2 de março de 2017 at 01:17

        E porque diabos ficar com os tijolos seria melhor????

        Qual a vantagem, explica pra mim….

        5+
        • Fernando 2 de março de 2017 at 01:32

          Segurança, ter um teto, não precisar morar debaixo do viaduto…
          Não precisar pagar seguro fiança, entre outros aspectos.
          Moradia é essencial.
          Num cenário caótico, ninguém quer saber de moeda, e ninguém sabe o que pode acontecer.
          Então, se esse é o cenário que vcs pintam, pq colocar em TD, se o principal caloteiro será hipoteticamente o proprio governo? Qual é a lógica de torcer contra?

          5+
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          • Zé do Brejo 2 de março de 2017 at 17:36

            Num cenário caótico ninguém liga pra tijolo, ou você acha que os sirios levaram seus tijolos para a Europa?

            4+
  • Flyn 1 de março de 2017 at 21:45

    Carlos

    OFF – Nerdismo, IA e Big Data

    Este é um dos problemas que mais me preocupa, muito mais do que profissões que podem ou vão desaparecer.

    Will Democracy Survive Big Data and Artificial Intelligence?
    We are in the middle of a technological upheaval that will transform the way society is organized. We must make the right decisions now

    https://www.scientificamerican.com/article/will-democracy-survive-big-data-and-artificial-intelligence/?utm_source=pocket&utm_medium=email&utm_campaign=pockethits

    2+
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    Veja esta palestra do famoso filósofo Sam Harris.

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  • Leonardo M. 1 de março de 2017 at 22:55

    Vendo alguns documentários independentes sobre a economia dá China, é o que aprendi:

    A China perdeu 20 milhões de empregos no último ano.
    Milhões de casas e apartamentos fantasmas no meio do nada.
    Cidades no meio do nada que não servem pra nada
    Indústrias mudando pro Vietnam, Camboja, Laos e Bangladesh onde a mão de obra é mais escrava e barata.

    Ploc!

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    • Carlos 1 de março de 2017 at 23:42

      Vietnam é bem melhor de se viver e de se manter um negócio do que a China e mais caro, os maiores problemas da China são a corrupção dos agentes públicos e a falta de mão de obra qualificada.
      O Vietnam é corrupto mas o cara que te estorque não é membro do partido comunista e pode te mandar para a cadeia 😀
      No mais a China está começando a automatizar as fábricas, Foxconn por exemplo esta substituindo trabalhadores por robôs.

      Foxconn replaces ‘60,000 factory workers with robots’
      http://www.bbc.com/news/technology-36376966

      iPhone manufacturer Foxconn plans to replace almost every human worker with robots
      “http://www.theverge.com/2016/12/30/14128870/foxconn-robots-automation-apple-iphone-china-manufacturing

      2+
      • Leonardo M. 2 de março de 2017 at 00:10

        Então prepararem se pra ver um 1989 com cenas gravadas por smartphone e jogadas dá internet em algumas horas…

        2+
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        • Carlos 2 de março de 2017 at 00:24

          1984?

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        • Carlos 2 de março de 2017 at 00:26

          Esperemos que os chinas possam resolver seus problemas sem causar uma catástrofe econômica e humana, isto não beneficiaria ng 🙁

          1+
          • Carlos 2 de março de 2017 at 00:32

            Leonardo, conheço muitos coreanos e a coisa está bem ruim lá tb e por motivos diferentes mas similares 😀
            Automação extrema causando grande desemprego, pessoal tem que sair do país para arrumar trabalho e a tendência é piorar.
            A Hyundai já é o maior fabricante mundial de robôs industriais.

            2+
            • Leonardo M. 2 de março de 2017 at 00:51

              Esse negócio de automação é tão sombrio que parece ser filme do Arnold em Exterminador do Futuro.

              Não que eu duvide que isso vai aumentar mais ainda o desemprego mas eu creio que existirá revoluções,guerras e governos caindo por causa disso.
              As consequências só o futuro dirá, ou alguém aqui já nao paga estacionamento de shopping em máquinas de auto atendimento?

              3+
      • LZ 2 de março de 2017 at 09:34

        O grande ponto é.
        Automatiza tudo, OK.
        Quem fazia o trampo é demitido, porém…..
        Quem vai comprar os produtos das fábricas automatizadas se o galera tá sem emprego ?

        OK que se pode criar outras profissões no futuro, mas elas não vão ocupar todos os desempregados……….

        4+
        • Marcos_SP 2 de março de 2017 at 12:08

          O Macaco velho terá que aprender novos truques.
          “http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2638”

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        • Marcos_SP 2 de março de 2017 at 12:10

          “Quanto maior a automatização, menores os custos de produção. Consequentemente, menores os custos de entrada para novos empreendimentos. Isso significa que novos empreendimentos poderão surgir mais facilmente, de modo que aquelas pessoas que foram demitidas por causa da automação poderão encontrar novos empregos rapidamente.”
          “http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2638”

          2+
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  • Carlos 1 de março de 2017 at 23:24

    Véio Lucas, te ví na rua hoje com seu cajado fazendo uns truques e até tirei uma foto.

    Vou postar qualquer hora 😛

    1+
  • Cadeludo 2 de março de 2017 at 01:14

    CDM
    Corvos irão implorar pelo nosso rico dinheiro
    é muito tijolo pra pouco dinheiro, só não vem que não quer
    podem se rasgar mas nestes preços não tem mais ração ops comissão

    6+
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  • Ricardo 2 de março de 2017 at 07:22

    Estou procurando um curso de inglês on-line. Alguém recomenda ou fez o English Live (ex-EnglishTown) ?

    0
    • Carlos 2 de março de 2017 at 07:46

      Existem alguns sites onde você pode procurar por pessoas que queiram aprender portuguêz e em troca te ensinam outras línguas, um bom bate-papo pelo Skype pode te ajudar muito.
      Quanto aos cursos on-line no Brasil não posso te ajudar, não sei como funcionam.
      Um grande limitação que existe me se fazer cursos no Brasil é que você vai estar com outros brasileiros e por consequência pode pegar alguns vícios cometidos pelos mesmos e não vai ter a chance de aprender a conversar com outros estrangeiros falando inglêz. Isto pode te limitar muito depois pois em praticamente qualquer lugar do “mundo civilizado” você vai encontrar asiáticos, latinos, europeus, árabes e outros falando inglês com seus respectivos sotaques e diferenças.
      Porisso muita gente que fez anos e anos de inglêz no Brasil não consegue se comunicar quando viaja.
      Um bom curso básico com algum trabalho seu em procurar estas pessoas pode te ajudar muito na minha opinião.

      Ex:
      http://www.language-exchanges.org/

      1+
  • Carlos 2 de março de 2017 at 07:35

    Preços de imóves comparados com o salário mínimo no Brasil, ou deveria ser 😀 Confere experts do BIB?


    source: tradingeconomics.com

    1+
    • Lucas 2 de março de 2017 at 10:56

      compara SM com o preço do “gol”
      fingindo que é o mesmo gol desde sempre

      0
  • Seguidor do Bolha BH 2 de março de 2017 at 07:48
    • Carlos 2 de março de 2017 at 07:53

      Elie Horn (Cyrela), Ernesto Zarzur (EZTec), Henrique Borenstein (Helbor) e João Rossi (Rossi Residencial).

      As próximas bolas na sinuca de bico que é o tal “mercado imobiliário” atualmente só esperando para serem devidamente encaçapadas:-D

      2+
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      • Cajuzinha 2 de março de 2017 at 09:13

        “02/03/2017 às 05h00 1
        Decanos avaliam a maior crise do setor
        Dez anos após a onda de abertura de capital das incorporadoras, o setor imobiliário se prepara para o novo
        ciclo de crescimento, esperado para 2018. Paralelamente, ainda tenta reverter a ressaca seguinte à euforia do
        período de 2007 a 2011, cujo principal sintoma são os distratos, que ganharam força a partir de 2015.

        “A retomada será gradual e mais prudente. Ninguém quer repetir a crise”, diz o fundador da Rossi, aos 80 anos
        de idade. No entendimento do veterano Zarzur ­ com 83 anos completados na terça­feira, dos quais já dedicou
        65 ao setor ­, o novo ciclo imobiliário terá início, no máximo, em um ano, desde que questões como distratos
        sejam equacionadas em 2017. Aos 82 anos, Borenstein é categórico: “em 2018, começa o novo ciclo”. Para Horn,
        o caçula entre os entrevistados, com 72 anos, o equilíbrio ocorrerá, no segmento residencial, neste ano e no
        próximo. Ele espera expansão em 2018 caso haja regulamentação dos distratos.
        Nem de longe, se projeta para o novo ciclo a
        repetição do crescimento desenfreado dos
        primeiros anos após a onda de listagem das
        incorporadoras em bolsa. A avaliação entre
        os decanos é que a retomada depende da
        melhora dos indicadores de emprego e
        renda, e da redução dos estoques de imóveis
        prontos e dos cancelamentos de vendas. A
        definição de regras para os distratos é considerada crucial para a recuperação pelos
        quatro empresários. Neste ano, os lançamentos tendem a ser próximos ou superiores
        aos de 2016, quando, juntas, as incorporadoras podem ter vivido a quarta queda
        consecutiva.
        O setor imobiliário enfrenta sua maior crise, na opinião de Zarzur, Rossi e
        Borenstein. Para Horn, o pior aconteceu na década de 1980, mas a situação atual é
        a segunda mais difícil.
        Zarzur afirma que, agravada pelos distratos, a crise atual provoca, além de prejuízo financeiro, “desânimo”.
        “Não durmo à noite. Estou emagrecendo. Como forçado”, diz, acrescentando que os distratos resultam em
        demissões, pois não há novas obras para recolocação dos empregados à medida que projetos são concluídos.
        Conhecido por mesclar negócios e família na EZTec, o empresário continua indo à incorporadora durante a
        semana. “No sábado e no domingo, sofro, porque não tenho onde ir. Antes, ia para os plantões de vendas. Eu
        era o rei do plantão”, conta Zarzur.
        O fundador da EZTec avalia que as rescisões de vendas serão regulamentadas neste ano, mas duvida se “da
        forma justa”. O empresário defende que o comprador perca todo o valor pago em caso de distratos. “O cliente
        tem de perder tudo, como disse o Elie [Horn, em reportagem recente publicada no Valor ]. Amanhã, na hora
        de distratar, a pessoa pensará bem.” A EZTec já concedeu R$ 350 milhões em financiamento direto para
        reduzir distratos.
        Por Chiara Quintão | De São Paulo e Mogi das Cruzes
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        novo ciclo de
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        novo ciclo de
        investimentos
        EZTec vai entrar em
        renda e no Minha Casa,
        Minha Vida
        02/03/2017 Decanos avaliam a maior crise do setor | Valor Econômico
        http://www.valor.com.br/empresas/4883604/decanos­avaliam­maior­crise­do­setor 2/2
        Situação atual provoca, além
        de prejuízo financeiro,
        “desânimo”. “Não durmo à
        noite”, diz Ernesto Zarzur, da
        EZTec
        Rossi, que também espera definição, neste ano, de regras para os cancelamentos de vendas, não acredita ser
        possível aprovar, no Brasil, que o cliente perca tudo em caso de rescisão. Ele defende que haja alguma
        penalidade, como a perda da maior parte do valor pago pelo consumidor para que não haja “incentivo à
        especulação”. “Hoje, o consumidor assina uma opção de compra com a incorporadora. A aquisição mesmo
        ocorre quando o cliente contrata o financiamento com o banco”, afirma. A incorporadora tem, em média, 70%
        de rescisões nos projetos.
        Borenstein conta que a combinação das crises política e financeira faz
        com que a segunda seja a maior pela qual já passou. “O mercado vai
        voltar. Não tenho dúvida nenhuma, mas o governo precisa ajudar [o
        setor] com financiamento ao comprador e segurança jurídica para os
        contratos”, afirma. As regras para os distratos têm de ser, segundo o
        empresário, “um meio termo” entre o pleito das incorporadoras e dos
        consumidores. Para ele, as rescisões cresceram devido à migração de
        investidores do setor imobiliário para o financeiro quando os juros aumentaram.
        Na opinião de Horn, as regras dos distratos precisam mudar “para o setor voltar a ser o que era e fazer o que
        sabe”.
        Na avaliação do fundador da Cyrela, o momento mais difícil que o setor enfrentou foi quando “os recebíveis
        foram congelados e os pagamentos liberados”, em 1986. Naquele ano, os reajustes das prestações e do saldo
        devedor deixaram de ser feitos pelo mesmo índice. Com o descasamento, ao terminar de pagar as parcelas, o
        consumidor devia boa parte do valor do imóvel, o que resultou no encolhimento do crédito imobiliário até o fim
        dos anos 90.
        Horn afirma que a economia vive início de retomada e que ele está otimista. “Se a taxa de juros chegar a 10%,
        melhoram renda, emprego e varejo. A situação em casa melhora também”, afirma. Neste ano, a Cyrela terá
        projetos em todas as faixas de renda, desde o Minha Casa, Minha Vida até um prédio de altíssimo padrão, em
        São Paulo. A empresa estima lançamentos próximos aos de 2016. “Vamos lançar onde somos líderes”, diz Horn.
        O otimismo é compartilhado por Rossi, que espera a retomada do mercado imobiliário juntamente com a da
        economia. “O setor vai ressurgir muito mais forte”, diz. Em reestruturação financeira desde agosto de 2015, e há
        dois anos sem novos empreendimentos, a Rossi está entregando obras e, segundo o fundador, pode fazer algum
        lançamento até o fim do ano. “Vamos nos reformar com mais segurança. Já nos reformamos diversas vezes”,
        diz Rossi.
        Já Borenstein afirma que vai demorar até que o setor retorne ao que era há cinco anos. Para 2017, sua
        expectativa é que os lançamentos superem os do ano passado e que os níveis de estoque e distratos sejam
        normalizados. “Se o mercado estiver bom, podemos lançar muito mais neste ano”, afirma, citando que a Helbor
        possui projetos de médio e alto padrão prontos para quando a demanda voltar a crescer. O empresário diz ser
        muito “caipira” para atuar no Minha Casa, Minha Vida. “Só fazemos o que sabemos.”
        Zarzur acredita que os lançamentos da EZTec e do setor vão crescer neste ano. Os novos empreendimentos da
        companhia serão direcionados, principalmente, para a média­alta renda. A EZTec vai lançar também produtos
        enquadrados no Minha Casa, Minha Vida, como alternativa de diversificação. O empresário destaca que, daqui
        para frente, os volumes do setor serão muito menores do que os do período de euforia. “Não vai haver tanta
        agressividade”, diz.”

        5+
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        • Cajuzinha 2 de março de 2017 at 09:13

          kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          “”Não durmo à noite. Estou emagrecendo. Como forçado””

          4+
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          • Cajuzinha 2 de março de 2017 at 09:16

            EITHA……

            CA?

            “A incorporadora tem, em média, 70% de rescisões nos projetos.”

            2+
            • CA 2 de março de 2017 at 09:37

              Cajuzinha,

              Pois é. O Cramulhão já tinha adiantado esta situação absurda da Rossi algum tempo atrás. Ele falava sobre este índice quanto a inadimplência durante a construção, antes ainda de chegar no momento de buscar o crédito imobiliário. Que “análise” de capacidade de pagamento a Rossi poderia estar fazendo para chegar a um patamar tão anômalo quanto este? NENHUMA análise, esta é a única resposta possível. Aprovavam qualquer um para venda, era só um pró-forma, por isto que dispensaram o Cramulhão e provavelmente nem pagaram nada, eles na realidade NUNCA quiseram melhorar a qualidade da análise de capacidade de pagamento de seus clientes. Para lembrar, o primeiro montante de distratos acima de R$ 1 BILHÃO da Rossi ocorreu em 2012 e desde então estão prometendo melhorar a qualidade da análise de capacidade de pagamento dos clientes, em 5 anos ainda não conseguiram aprender como fazer? São estas aberrações que deixam claro o quanto existe de GOLPE e de ARTIFICIALIDADE por trás das vendas na planta, o quanto elas são FALSAS, como sempre digo. Apesar disto, ainda tem gente que gosta de brincar de FAZ DE CONTA e diz acreditar que tudo isto é “normal” e “efeito da crise”. Deixa ele, como dizem, “de ilusão também se vive”.

              Outro ponto curioso: todos os decanos da reportagem acima com estoques equivalentes a ANOS de vendas, quando o MÁXIMO aceitável para o segmento seria 1 ano. Estão nesta situação de anormalidade entre oferta e procura desde 2012 e só piorando. Em 2016, o setor como um todo aumentou lançamentos e vendas caíram, aumentando a distorção entre oferta e procura. Alguns destes decanos tiveram em suas construtoras, vendas liquidas de distratos NEGATIVAS no 3T16, ou seja, mais devoluções do que vendas. Mesmo assim, apesar de tudo isto, eles falam em aumento de lançamentos para 2017!!! Em outras palavras, quando mais do que nunca deveriam manterem ZERADOS os lançamentos em função de uma distorção cada vez mais gritante entre oferta e procura, eles falam com a maior naturalidade do mundo em aumentar os lançamentos?! Por que? Novamente a resposta é óbvia: eles precisam PEDALAR, não conseguem fazer vendas de VERDADE com base nos super-estoques que possuem, pois isto exigiria cliente com renda, interesse em comprar imóvel, que tivesse o crédito aprovado, etc., e isto só existe em proporção ínfima quanto ao estoque deles, então, para SIMULAREM uma recuperação, planejam aumentar lançamentos e com isto aumentarem as vendas FALSAS na planta.

              3+
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          • Alemon Fritz 2 de março de 2017 at 09:33

            “eu era o rei dos Plantões”, agora perdeu o lugar pro Príncipe, príncipe Motumbo.

            2+
            • Antigo 2 de março de 2017 at 09:36

              KKKKKKKKKKKKKK

              Chega a dar pena do pobre empresário do ramo imobiliário!!!

              Só que não! Comendo forçado e sendo comido forçado

              Avoa motumbo!!!

              4+
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  • Seguidor do Bolha BH 2 de março de 2017 at 07:57

    Do auge em 2010 à crise atual: PDG perde 99% do valor de mercado
    http://exame.abril.com.br/mercados/do-auge-a-crise-pdg-ve-valor-de-mercado-encolher-99/

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    • Antigo 2 de março de 2017 at 08:17

      Aquele 1℅…

      3+
  • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 08:14

    Os brick lovers desdenham dos produtos financeiros.
    E foi justamente o fortalecimento do setor financeiro aliado com crescimento econômico e a previsibilidade como um todo que permitiram a decolagem do setor imobiliário e construção entre 2006-2012.
    SEUS BURROS !!!!

    Vocês atacam o que beneficiou o setor.
    Bricklovetite é irracional. PQP !!!

    9+
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    • Antigo 2 de março de 2017 at 08:51

      Povo não entende como o capitalismo funciona…

      Acha que acúmulo de riqueza é ruim, que deve ser combatido

      Mas é justamente esse acúmulo que serve de lastro para o crédito fácil que o bananense tanto ama.

      Olhe que ironia, a riqueza da ‘burguesia’ que permite ao ‘proletariado’ pegar dinheiro emprestado para comprar coisas que nunca conseguiria por conta própria, seja por incapacidade de entregar valor, seja por ignorância financeira. Inclusive muitos desses proletários vão dar calote e jamais pagar o que devem.

      Isso falando dos créditos que estimulam consumo. Muitos empresários começam pegando dinheiro emprestado, porque possuem boas ideias mas não tem o capital inicial. Esses empresários vão gerar empregos e desenvolver o país…

      Ou seja, desdenhar o sistema financeiro e se abraçar a tijolos é uma prova de falta de conhecimento básico de como ganhar dinheiro.

      10+
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      • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 10:18

        Simples assim.

        2+
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  • CA 2 de março de 2017 at 08:19

    O tópico fala sobre otimismo.

    Hoje o governo acordou otimista também, vejamos a notícia abaixo:

    https://www.pressreader.com/

    Trechos do link acima:

    “Gestão Temer vê retomada e diminui corte orçamentário”
    “Arrecadação aumenta nos setores de alimentos, borrachas e plásticos”
    “O bloqueio de recursos orçamentários deve atingir quase R$ 30 bilhões – abaixo da estimativa de R$ 50 bilhões considerada até agora”
    “A queda de receita vem desacelerando mês a mês”
    “A projeção para crescimento do PIB (soma das riquezas produzidas) em 2017 passou de 0,5% para 0,7%.”

    Só para compararmos,

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/02/governo-bloqueia-r-234-bilhoes-do-orcamento-e-ve-queda-de-29-no-pib.html

    Trecho do link acima, sobre 2016:

    “Governo bloqueia R$ 23,4 bilhões do Orçamento e vê queda de 2,9% no PIB”

    Interessante as informações acima, não é mesmo? Com queda na arrecadação em 2017, embora desacelerando, apostamos em um bloqueio de despesas maior que no ano anterior e este é o otimismo? Se estivéssemos otimistas, o mínimo a fazer seria um bloqueio de despesas MENOR que o ano anterior, afinal estaríamos contando com um CRESCIMENTO do PIB que passaria de 0,5% para 0,7%, enquanto no ano passado tivemos uma queda de mais de 3% no PIB. Não há nada errado nestas contas? Na realidade, há muita coisa errada, mas vamos dar só 4 exemplos do quanto está errado e porque:

    1) O orçamento OFICIAL do governo para 2017, ainda prevê um crescimento de 1% do PIB no ano. Oras, se passamos de uma estimativa de 0,5% para 0,7%, ainda estamos ABAIXO do crescimento OFICIAL previsto do PIB, logo, o governo tem que gastar menos para “fechar as contas”;

    2) Agravante: as contas do resultado fiscal de 2017, de que ele fecharia com déficit fiscal de aproximadamente R$ 139 bilhões, o segundo maior da história, levaram em consideração uma estimativa de crescimento do PIB de 1,6%. Estas contas não foram refeitas quando o governo baixou sua previsão de crescimento do PIB para 1%, ou seja, mesmo que o “otimismo” de crescimento de 0,5% para 0,7% tenha alguma ponta de verdade, ainda assim é menos da METADE do que previram de crescimento do PIB para chegarem no segundo pior déficit fiscal de todos os tempos;

    3) Na realidade o que aconteceu foi que muito provavelmente o PIB de 2016 teve uma queda maior do que aquela que consta mais acima (previsão do governo de fevereiro/2016 de queda do PIB de 2,9%), o mais provável é que a queda do PIB tenha sido superior a 3,5%. Como já é o segundo ano seguido de queda muito relevante (superior a 3%), então a base de comparação está bastante deprimida, por isto fica mais fácil crescer. De qualquer forma, um crescimento de 0,7%, mesmo que venha a se confirmar (improvável), é absolutamente insuficiente para caracterizar uma “retomada da economia” após quedas tão relevantes. Um detalhe: se por um lado a base de comparação cai e ficaria mais fácil crescer, por outro existem efeitos contrários pelo fato da queda ter sido maior em 2016, que “compensam” esta facilidade de crescimento devido a base estar deprimida (provavelmente estoques aumentaram em 2016, requerendo menos produção no início de 2017, ao mesmo tempo que foi gerado mais pessimismo para investimentos, que já tinham ficado muito contidos em 2016, dentre outros fatores que minam a “recuperação” em 2017);

    4) Os setores de borrachas e plásticos, que cresceram neste início de 2017 e geraram o “otimismo” do governo, tem como grande cliente, o setor automotivo. A produção automotiva em janeiro/2017 teve um assombroso crescimento de 17% na comparação com janeiro/2016, o que foi um gigantesco impulso para o crescimento dos segmentos de borrachas e plásticos, tanto em produção quanto vendas. Ocorre que no acumulado do ano de 2017 (janeiro + fevereiro), as vendas de veículos tiveram queda de 14,9% e no caso específico de fevereiro/2017, a queda foi de 15,7% (queda em fevereiro/2017 aumentou em relação a janeiro/2017) e foi o pior mês de fevereiro para vendas de veículos desde 2006. Já em fevereiro/2017, as próprias montadoras reiniciaram os processos de férias coletivas e redução de produção, para começar a readequar novamente os seus estoques à REALIDADE. Os setores de borrachas e plásticos, que em parte relevante são dependentes e “células” do setor automotivo, certamente também tiveram que rever sua produção e reduzi-la, assim como tendem a observar reduções de vendas em função desta forte retração de vendas e produção do setor automotivo. Em outras palavras, a “recuperação” dos setores de plásticos e borrachas foi um “alarme falso”, algo que não durou quase nada. Outro setor importante na sua contribuição quanto ao PIB, é o da construção civil, onde sabemos, pelas medidas desesperadas e semanais do governo, que a situação continua péssima e piorando, inclusive com uma muito provável redução em lançamentos e vendas, uma vez que a distorção entre oferta e procura que já estava absurda, provavelmente piorou ainda mais, até em função de todo o “debate” sobre distratos, que segundo o próprio segmento, ajudou a afastar compradores na planta, em especial investidores. Setor de serviços no quarto trimestre de 2016 teve um recorde histórico de queda, batemos o recorde de fechamento de lojas em 2016, o desemprego continuou caindo e tudo isto traz reflexos residuais negativos para o ano de 2017. Em outras palavras, as “expectativas” do governo são extremamente frágeis perante os fatos e dados…

    O objetivo do governo é, como sempre, o de plantar um “otimismo utópico”. A esperança dele é que o otimismo por si só faça com que a economia se recupere (Mantega mode on). Isto não funciona. O governo não fez um ajuste fiscal ainda, está “brincando de FAZ DE CONTA” quanto a este ajuste, para PARECER que ele pode ser “suave e indolor”, embora não tenha sido assim em nenhum outro lugar do Mundo. O governo continua SEM PRESSA quanto ao ajuste, reformas da previdência e trabalhista continuam se arrastando, depois de ANOS de enrolação. A MATEMÁGICA continua presente nas tentativas de gerar otimismo, como os exemplos de 1 a 4 acima demonstram e para piorar tudo isto, o governo continua tentando apagar incêndio jogando gasolina, como no caso dos incentivos desproporcionais mais uma vez concedidos ao segmento imobiliário, que agravam todos os pontos negativos trazidos pela nossa bolha imobiliária para economia e que mencionei em comentário anterior.

    12+
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    • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 08:25

      Muito bom, CA.
      Eu diria que o gobierno Temer faz um arranjo meia boca. Não corrige os problemas mas transmite um ar de responsabilidade para alguns setores. Dá certa previsibilidade. Coisa que a Dilma com seus capangas e soças xexelentos dentro do Planalto não transmitiam.
      Mas é MDB…. sabe como é né… Nova República. Na Banânia até o ajuste é medíocre.

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  • thiago fm 2 de março de 2017 at 08:25

    Zebolheu 1 de março de 2017 at 10:56

    Thiago, afinal, temos ou não um credit crunch, como defende a reportagem, inclusive com participação da Monica De Bolle? Pelo seu texto, você defende a inexistência do problema, ou que ele está muito atenuado.

    Antes estávamos num cenário de oferta anormal de crédito, o que contribuiu para a bolha, agora você diz que estamos apenas “sendo cautelosos”, e que não há nada de anormal. “O volume de crédito bancário que gira na economia hoje é equivalente ao disponível em 2012”. Recuo de 4 ou 5 anos no crédito, é normal? Já passamos por isso? Sim, em épocas de crise. Já passamos por isso com a mesma magnitude? Não!! Basta analisar os gráficos que você mesmo aportou!

    ————————————————————————————————–

    Zebolheu,

    O interessante numa recessão é que ela se espraia de forma bastante eclética. Mesmo que alguns setores ou segmentos da sociedade apresentem uma maior resiliência, de alguma forma e em alguma medida, todos sentem os impactos da crise, seja de forma direta ou indireta. Nem aqueles que se protegem com o PMJ saírão ilesos, pois a degradação da economia se refletirá também na qualidade da vida social que teremos daqui pra frente.

    Como já disse anteriormente, o tamanho do tombo é proporcional a altura e se os gráficos no intervalo abarcado mostram que “nunca” tivemos queda dessa monta, também mostram que não se tem registro recente de uma expansão de crédito tão acentuada como a que vivemos na última década. Além disso o gráfico deixa claro que a queda foi precedida de uma desaceleração gradual e contínua do volume real de crédito na economia, o que não se encaixa na tese de uma fuga brusca do crédito que a ideia de “credit crunch” sugere.

    De qualquer maneira cabe ressaltar que o que denota a formação de uma bolha não é o tamanho do salto ou da queda, mas se há inconsistência ou artificialidade por trás dele. Logo não importa o quanto de crédito foi tomado, mas se as famílias e empresas terão ou não condição de arcar com ele de forma sustentável. Tenho monitorado o índice do segmento imobiliário e ao menos por enquanto não tem havido grandes sobressaltos nos pagamentos e se pensarmos que essa tendência não ensaiou uma inversão sob a provação de uma recessão tão grave e prolongada quanto a atual, fica cada vez mais difícil de apostar que os pagamentos não se sustentarão após o arrefecimento da crise. Postei um texto de um terceiro em resposta ao Minions mais acima, que explica um pouco as distinções.

    “O volume de crédito bancário que gira na economia hoje é equivalente ao disponível em 2012”. Recuo de 4 ou 5 anos no crédito, é normal? Já passamos por isso?

    Não me canso de repetir que o tamanho das coisas pode ser uma mera questão de perspectiva e que não se pode perder de vista o contexto das coisas. Se você parar pra pensar perceberá que a recessão nada mais é que uma esteira levando o país para trás. Em termos econômicos praticamente tudo deu passos para trás, sejam estes mais ou menos largos. Para exemplificar segue um gráfico com a trajetória dos índice de atividade econômica e do consumo, os quais já retrocederam à patamares de de 2010 – 2011 em meio a recessão. Já que eu não estou sabendo interpretar meus gráficos vou deixar você analisar por si só se a disponibilidade atual do crédito é incompatível ou não com o cenário atual da demanda e do nível de atividade no país.

    1+
    • Lord of All 2 de março de 2017 at 08:43

      Pra quem ficou com preguiça de ler, vou resumir:

      Sim, há um credit crunch, na medida que a diminuição do crédito levou à diminuição do consumo, que por sua vez ocasionou a redução do PIB.

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      • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 08:56

        Eu não vejo nessa ordem.
        o credit crunch é um conceito baseado em premissas. Premissas de renda…. construção de riqueza….. crescimento econômico, elegibilidade e acesso ao crédito, etc.
        É o mesmo conceito que algumas empresas do setor fonográfico usam ao afirmar que a receita das vendas aumentaria 80% se as pessoas comprassem produtos oficiais. E quem disse que elas iriam comprar produto oficial mais caro… o cara pálida?

        A concessão de crédito caiu… porque não existia mais as mesmas características:
        * Pessoas, empresas e governos atolado(as) em dívidas ou seja não habilitadas para tomarem mais crédito;
        * Nível alto de comprometimento da renda/ projeção de receita;
        * Baixo nível de lastro ( poupança interna);
        * Maior dificuldade (fica mais caro) em gerar dívida pois o país ficou menos atrativo e menos recursos adentraram no sistema. Investimentos diretos e indiretos;
        * Queda nos empregos;
        * Queda da atividade econômica; saiu do quinto para o nono lugar.
        * Desconfiança do consumidor (gasto ou seguro as rédeas nos tempos difíceis!?)
        e assim vai.

        P.S. Só o crédito por si só não pode e não deve ser o único fator a ser considerado. Sabemos que sempre dá merda quanto há muito crédito direcionado na economia. Nos países de primeiro mundo a merda já foi monumental. Agora imagina em país de terceiro mundo… sem uma boa infra-estrutura e todo complicado como é a Banânia. É complicado admitir a queda. É complicado admitir que estamos mais pobres. É complicado distinguir o que era euforia gerada pelo crédito e o que era crescimento genuíno.

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        • Lord of All 2 de março de 2017 at 09:10

          Como diria a musiquinha do Rei Leão: é um ciclo sem fim.

          O que eu quis dizer, é que especificamente no BR as pessoas começaram a se imaginar ricas considerando o limite do seu cartão de crédito, ou o financiamento dos seus bolhudos móveis e imóveis.

          Com crédito “farto”, e evidentemente descolado da realidade financeira, fica lógico perceber que o PIB aumentaria na mesma proporção. Se meu cartão de crédito me permite comprar roupas caras, ar-condicionado, tv de 200 polegadas etc, é claro que na outra ponta a indústria e o comércio vão disparar na sua produção e isso vai aumentar a demanda por empregos e assim sucessivamente.

          O grande problema é que o crescimento na base do crédito é igual a um sistema de pirâmide: no começo parece bonito, mas depois ele vai ruir simplesmente porque não tem lastro, trata-se de um dinheiro inexistente. É como se o governo editasse uma lei da noite para o dia com a seguinte redação: A partir da publicação dessa lei, todos os brasileiros são ricos. Parece bom, mas não funciona.

          O crédito em si não é ruim, desde que ele fomente a produção sustentável: Ex: o crédito para a produção agrícola. O agricultor compra sua estrutura (maquinário, insumos ect) com crédito, produz, paga a dívida e sobra lucro.
          Agora crédito para o mero consumo, ainda que de bens duráveis, não pode se sustentar se estiver descolado da realidade, como aconteceu no BR.

          Cansei de ver, e ainda hj vejo, pessoas

          15+
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    • CA 2 de março de 2017 at 09:09

      kkkk

      Quer dizer que não houve artificialidade insustentável no crescimento? Segundo dados da ABRAINC utilizados pelo próprio Thiago FM a partir de 2015 o volume de distratos chegou a 40% das vendas realizadas! Em outras palavras, 40% do que se vendeu de imóveis novos nos anos anteriores e que foram distratados a partir de 2015 foram uma SIMULAÇÃO de demanda que não se concretizou. Isto não é um resultado ARTIFICIAL, apesar de NUNCA ter atingido esta proporção em nenhum segmento de negócio e em nenhum lugar do Mundo, nem mesmo no Brasil onde as vendas na planta já existem HÁ DÉCADAS??? Isto sem contar que a construtora que se tornou a maior do Brasil em lançamentos e “vendas” e também a maior das Américas em valor de mercado em meados de 2011 (PDG), logo depois confessou distratos superiores a R$ 1 bilhão em 2.011, que se repetiram neste montante em 2.012. As demais construtoras que mais “cresceram” a partir de 2008 foram exatamente as mesmas que apresentaram os maiores volumes de distratos, absolutamente anormais, 3 anos depois, no ato da entrega dos imóveis. Estamos dizendo que mais da metade do “crescimento” de vendas destas construtoras e às vezes até 100% do crescimento, se traduziram em distratos 3 anos depois, MUITO ANTES de qualquer crise na economia e reiterando, estas foram as construtoras que mais “cresceram”. Isto não é sinal de um crescimento ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL??? Entre outras demonstrações da ARTIFICIALIDADE e INSUSTENTABILIDADE temos os super-estoques gerados a partir de 2012 e a distorção absurda entre oferta e procura que existe para imóveis e tem piorado desde aquela época. Como um crescimento “normal” poderia ter gerado uma ANORMALIDADE tão profunda e duradoura como esta, que repito, se iniciou muito antes de qualquer crise na economia?

      Ah, quer dizer então que o fato da CEF manter um percentual de inadimplência em patamar similar ao do passado, quando deveria ter DIMINUÍDO e muito em função do crescimento exponencial do crédito imobiliário concedido nos últimos anos também não é um sinal de ANORMALIDADE? Quer dizer que vão continuar fingindo que não sabem que no início (primeiros anos) do pagamento do financiamento imobiliário não deveria ter inadimplência, dentro das condições normais de mercado e que isto é um fator que, se existisse normalidade, levaria a inadimplência a cair de forma relevante em termos percentuais conforme o crédito imobiliário concedido crescesse exponencialmente??? Hoje temos no mínimo 24.500 imóveis nos estoques da CEF, mas sabemos, pelos próprios números dela, que o total de inadimplentes OFICIAIS supera os 125.000 imóveis. Como se não bastasse, sabemos em função de outras medidas estudadas pelo governo, como por exemplo permitir o uso do FGTS para pagar até 12 prestações atrasadas, que as “negociações” da CEF são tudo menos normais, afinal após 3 meses o devedor já deveria estar sendo considerado inadimplente e seu imóvel estar sendo enviado para leilão, se eles deixam chegar a 12 meses sem pagamento, sem ter retomado o imóvel ainda, é porque a maquiagem contábil é extrema. Junta-se a isto as vendas de créditos podres para empresas abutres, onde uma parte era de crédito imobiliário e que também “desaparecem” dos índices de inadimplência e como se não bastasse tudo isto, os “padrões éticos da CEF” e suas “práticas contábeis questionáveis”, onde tivemos desde antecipação de receitas do FGTS na ordem de R$ 15 bilhões que foram irregulares no passado, até outros ROMBOS igualmente relevantes, além é claro de suas práticas HETERODOXAS de aceitarem depósitos como comprovantes de renda. Pelo conjunto, fica claro o quanto os números oficiais da CEF são “confiáveis”. As auditorias externas também “monitoravam” os resultados da Petrobrás e vimos no que deu, agora imaginem alguém altamente enviesado, que já distorceu informações, mentiu e enganou tendo sido DESMASCARADO várias vezes, que trabalha na CEF e diz monitorar a mesma, mas que FAZ DE CONTA que tudo que consta neste parágrafo sequer existe…

      Sabem o que é mais engraçado quando o governo, o segmento imobiliário e seus asseclas jogam a culpa de tudo que está acontecendo com o segmento imobiliário na crise? Eles FINGEM DESCARADAMENTE que não sabem que a ANOMALIA ABSURDA dos distratos se iniciou em 2011 com distratos absolutamente anormais por parte de PDG, Gafisa e Brookfield, tendo piorado muito em 2012 e afetado todo o segmento, ou seja, MUITOS ANOS ANTES da crise que só começou a aparecer em 2015!!! Outro aspecto “engraçado” nas “análises” deles: pergunte a eles quais os mecanismos que levaram a crise na economia. Provavelmente darão uma resposta padrão que leram nas manchetes dos jornais: foram as políticas heterodoxas de Lula/Dilma que levaram ao desajuste fiscal intenso que gerou a crise atual. Daí você pergunta: por que o desajuste fiscal gerou um super-endividamento das empresas e das famílias? Novamente recorrendo às manchetes de jornais, eles dirão: porque isto gerou inflação muito alta, que obrigou aumento de juros proporcional e isto por sua vez destruiu o consumo. Daí você pode voltar a questioná-los: ué, mas porque o consumo das famílias começou a DESACELERAR de forma consistente já a partir de 2011? Por que a inadimplência das famílias medida pelo SERASA começou a crescer de forma ainda mais relevante e anormal a partir de 2011? Por que a geração de empregos da construção civil, que havia DOBRADO em proporção ao total do país, voltou ao patamar anterior em 2013, novamente muito antes do aumento de inflação e juros? Eles também FINGEM que não veem os vários mecanismos pelos quais a bolha imobiliária brasileira ajudou a DESTRUIR a economia, como nas amostras que coloquei em comentário mais acima. Desta forma, FAZENDO DE CONTA que nada disto existe, persistem nas “explicações” incompletas, que não explicam um grande número de ANOMALIAS. A partir daí, invertem causa e consequência, dando continuidade ao jogo de FAZ DE CONTA e dizendo que aquilo que está acontecendo com o segmento imobiliário é uma consequência da crise, apesar do grande volume de evidências que PROVA o contrário, conforme consta acima…

      9+
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      • Cesar_DF 2 de março de 2017 at 14:04

        CA
        De acordo com o thiago fm e o Amorinha, não importa quanto suba e caia, só é bolha se explodir com o mercado financeiro.

        1+
  • Inside 2 de março de 2017 at 09:38

    CVR
    Uma faixa estampada no semáforo da entrada de Águas Claras (DF): “vendo quitinete 30 m, paguei 130k e vendo por 115k”. Véi, na boa, eu ri pra carai..kkkkk

    28+
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    • Antigo 2 de março de 2017 at 09:42

      Liga oferecendo 70k, só de zoeira

      12+
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  • SomavamoS 2 de março de 2017 at 09:46

    Estou preocupado com o TD pré-fixado:

    Prefixado 2020 (LTN) 9,88

    Nossos juros estão diminuindo…

    3+
    • Louro José 2 de março de 2017 at 09:47

      São os maiores do mundo, jovem…

      7+
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    • SomavamoS 2 de março de 2017 at 09:48

      Alguém vislumbra uma janela de compra? Compramos TD agora (agora é a hora, rs) ou aguardamos até o final do ano?

      3+
      • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 10:17

        Cara…. você pegou o link que eu coloquei ontem?
        Curso avançado de Tesouro Direto?

        Existem dezenas de estratégias no TD. Depende dos seus objetivos… do seu capital…. da sua necessidade de liquidez… da sua leitura de cenário, etc.

        3+
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    • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 10:12

      eu estou batendo nessa tecla desde dezembro.
      O último teste de topo do dólar e dos juros foi em Novembro 2016. Desde então o dólar e juros vem caindo forte. Não adianta remar contra a correnteza. Minha estratégia continua igual. Fazer marcação no TD… ter sangue frio e realizar em março/ abril de 2018. NTNB 2026 e 2045.

      4+
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      • Lucas 2 de março de 2017 at 10:54

        fui na sua
        yeah!

        2+
    • homelessbubbles 2 de março de 2017 at 10:23

      É assim mesmo, as taxas são cíclicas e estamos em um período de baixa. Quem comprou com os juros altos se deu muito bem. Quem perdeu o bonde, paciência. Aliás, paciência e sabedoria são as maiores virtudes que alguém pode ter no mercado financeiro.

      5+
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      • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 10:33

        Bingo.
        Por isso que é muito chato alguém dar call de investimentos para alguém. Nem todo mundo tem a mesma visão, estratégia e paciência.
        Eu recomendei NTNB a 7,80% para algumas pessoas. Fiquei sabendo que algumas realizaram poucos dias depois… pois não viram grande lucro.
        Olha só … se tivessem esperado. 62% bruto. 47% nominais no bolso. (370 dias)

        8+
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        • Lucas 2 de março de 2017 at 10:54

          bingox2
          o hint do century paciença

          2+
  • Cadeludo 2 de março de 2017 at 09:50

    Imóvel valoriza 2,5% a.m.
    só falta achar o comprador, se é que ele existe

    6+
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  • Cajuzinha 2 de março de 2017 at 09:51

    Copom indica que pode intensificar ritmo de corte de juros
    Copom informou que seu cenário básico ‘prescreve antecipação do ciclo de distensão da política monetária’, ou seja, de redução da taxa de juros.

    “Os membros do Comitê reafirmaram o entendimento de que, com expectativas de inflação ancoradas, projeções de inflação na meta para 2018 e marginalmente abaixo da meta para 2017, e elevado grau de ociosidade na economia, o cenário básico do Copom prescreve antecipação do ciclo de distensão da política monetária [corte da taxa de juros]”, informou o BC na ata do Copom.
    Em relação ao ritmo de corte de juros em relação ao ciclo (período da redução da taxa básica), o Comitê informou entender que, “para uma dada estimativa de sua extensão, uma intensificação do ritmo equivale a um maior grau de antecipação do ciclo”. “Alguns membros do Comitê ponderaram que essa estimativa de extensão poderá ser revisada também em função do grau de antecipação do ciclo”, acrescentou o BC.

    De acordo com o Banco Central, uma “possível intensificação” da velocidade de redução dos juros “dependerá da estimativa da extensão do ciclo, mas, também, da evolução da atividade econômica, dos demais fatores de risco e das projeções e expectativas de inflação”.
    “Assim, os membros do Comitê debateram os próximos passos [sobre o ritmo de corte da taxa de juros] e manifestaram preferência por manter maior grau de liberdade quanto às decisões futuras, a serem tomadas em função da evolução do cenário básico do Copom e dos fatores de riscos apontados acima”, informou o BC, na ata do Copom.

    http://g1.globo.com/economia/noticia/copom-indica-que-pode-intensificar-ritmo-de-corte-de-juros.ghtml

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    • CA 2 de março de 2017 at 10:04

      Cajuzinha,

      Temos 2 governos em 1: o “otimista” que mencionei em comentário anterior e diminui a contenção de gastos porque já vê “sinais de melhora” e o “pessimista” que acha que acelerando a redução dos juros vai combater a grande ociosidade na economia.

      Na realidade, os 2 trabalham em conjunto com o mesmo objetivo: gerar otimismo utópico. Juros é consequência e não causa. Baixá-lo a força para estimular a economia, é mais uma “a la Mantega 2011-2012”, não resolve o problema…

      9+
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      • SomavamoS 2 de março de 2017 at 10:10

        Então, compramos Tesouro Selic ???

        1+
        • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 10:15

          Tesouro Selic é importante para ter liquidez imediata para entrar em janelas pontuais… tanto nas prés ou NTNB´s.
          Tesouro Selic é o famoso nem fede e nem cheira… acompanha a Meta Selic.
          A minha estratégia é ter ganhos acima da média… por isso gosto das NTNB´s… olhem a fórmula do cálculo e pré-fixadas em momentos de maior pressão no governo.

          3+
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  • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 10:43

    Indexados ao IPCA
    Tesouro IPCA+ 2024 (NTNB Princ) 15/08/2024 5,17
    Tesouro IPCA+ 2035 (NTNB Princ) 15/05/2035 5,09
    Tesouro IPCA+ 2045 (NTNB Princ) 15/05/2045 5,09
    Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2026 (NTNB) 15/08/2026 5,22
    Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 (NTNB) 15/05/2035 5,11
    Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050 (NTNB) 15/08/2050 5,11

    Prefixados
    Tesouro Prefixado 2020 (LTN) 01/01/2020 9,86
    Tesouro Prefixado 2023 (LTN) 01/01/2023 10,21

    Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2027 (NTNF) 01/01/2027 10,16

    Indexados à Taxa Selic
    Tesouro Selic 2023 (LFT) 01/03/2023 0,06

    1+
  • Alemon Fritz 2 de março de 2017 at 10:51

    como eu alertei, começou a farsa novamente

    Déficit habitacional aumenta com a recessão..

    todos os componentes do déficit estão em queda, menos o do aluguel. !!!
    a maioria ganha até 3 salários minimos e o aluguel compromete mais de 30%. Isso deve se acentuar…
    (lembrando que temos 7milhoes de imóveis abandonados, 130k no estoque e 44k já distratados…)

    http://www.valor.com.br/brasil/4882412/deficit-habitacional-aumenta-com-recessao

    4+
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    • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 10:54

      Existe é o déficit de produção de riquezas.

      3+
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  • Alemon Fritz 2 de março de 2017 at 10:58

    é estranho que aluguel comprometa mais que todos os casos de coabitação, moradias precárias, favelas…. o cara quer morar no centro e dar calote..
    Já vi caso de alguns ganharem casa e reclamar…

    2+
    • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:00

      as 666 querem morar bem e que ofereçam aluguel barato (para nem pagarem em dia ou não pagarem)
      as 666 querem sky gato
      as 666 querem senha do wi-fi grátes (sic)
      as 666 querem rabicho de eletricidade
      as 666 querem fraudar o sistema de água
      as 666 querem almoço grátis
      as 666 reclamam quando recebem almoço. Porque uma calça para uma jovem de 16 anos é mais de 300 reais.

      11+
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  • Lucas 2 de março de 2017 at 11:02

    SUAS ANTAS
    O salario mínimo em 94 era 64 reais
    um mile custava 125 sm.

    com 125 sm hoje vc compra uma BMW SERIE 1 ZERINHO
    SUAS ANTAS
    CAINDO NA CONVERSA DO FERNANDO
    Todo mundo que caiu, castigo ajoelha no milho virado pra parede com uma calculadora enfiada no cu

    12+
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    • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:04

      Eu comprei um Uno Mille em 2001 por 13k.
      Dava 72 sm.

      1+
      • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:06

        Carro zero na BNN eu penso que sempre foi caro.
        Mas o importante é COMO COMPRAR e COMO VENDER.
        Lembrando que um apê 03 quartos… semi novo em Chapecó em 2001 era 90k ou 100k. de 07 a 08 carros populares. Depende de uma série de fatores. Uma coisa é certa: Dinheiro mesmo na mão das pessoas é algo raro.

        2+
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        • Lucas 2 de março de 2017 at 11:11

          CARRO JÁ FOI STATUS
          hoje existe projeto de eliminar da declaração de patrimônio, igual eliminaram linha de telefone (na verdade por lei ainda é obrigado, mas quem liga?)

          2+
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          • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:15

            CARRO na maioria dos casos é um dos maiores passivos rasgadores de dinheiro EVER. A não ser que a pessoa use muito a trabalho. Aí é preciso fazer o cálculo. Mas eu me arrependo de ter rasgado tanto dinheiro com carros ao longo dos últimos 18 anos. Não faço mais.

            10+
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        • Lucas 2 de março de 2017 at 11:14

          como vc sabe das minhas origens familiares humildes
          um CVR bem simples, 11 anos atrás era um Fusca pra família toda, incluindo agregados: primos, tios, etc
          hoje, todo maior de 21 tem pelo menos 1 carro, quando não tem Mais 1 ou 2 motos ou até 2 carros.
          eu mesmo tenho 2, só não tenho moto porque me arde as emorrpoida
          a aquisibilidade disparou

          9+
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          • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:18

            Sim. Ficou mais fácil adquirir. Mas a galera paga com dificuldade as parcelas… os impostos são pagos de forma parcelada e mesmo assim atrasam… manutenção porca… gasolina sempre no mico…. pneus carecas… e assim vai. Os detalhes fazem toda a diferença. Sempre quando alguém encosta ao meu lado no semáforo a primeira coisa que eu olho são os pneus. Me dá cada arrepio quando vejo os pneus carecas … detonados… e as crianças no banco de trás.

            7+
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            • Lucas 2 de março de 2017 at 11:21

              custos e impostos sim, esses vão com a inflação
              gasolina/diesel e inflação são muito próximos, exceto nos anos dilma, da pra usar de indicador
              os motivos é obvio, o BR anda sobre isso

              1+
  • Lucas 2 de março de 2017 at 11:08

    Fernando

    Ta vendendo carro sim senhor. E muito.
    O mundo continua girando.

    ESQUIZOFRENIA
    ou labirintite
    pra não dizer mentiroso compulsido

    pra quem tinha alguma duvida:
    http://extra.globo.com/noticias/economia/venda-de-veiculos-novos-no-brasil-tem-pior-janeiro-em-11-anos-20855571.html

    isso a venda média, se pegar venda pra CPF, tirando governo, CNPJ e uber, é pior ainda
    se pegar caminhão: DESASTRE
    se pegar: a PEA de 11 anos atrás com 15 milhões de potenciais compradores a menos: FODEU
    se pegar que 11 anos atrás 4 marcas tinham 95% do mercado e cobravam o quanto queriam: perínio rasgado do cu até o umbigo

    Mas não acreditem nesse vleho que só fala palavrão: pesquisem nas fontes, Fenabrave e etc E CALCULEM por vcs mesmos.
    SUAS ANTAS

    12+
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    • Louro José 2 de março de 2017 at 11:11

      puta que pariu, a queda nas vendas de veículos é de de DOIS DÍGITOS de um mês pra outro o tempo inteiro, mas o cara diz que tá vendendo muito carro.

      PQP, o que essa gente bebe?

      14+
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      • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:13

        E os que vendem … 70% são financiados e muitos incentivados pelo TROCO na TROCA. Ou seja… mais pedaladas.

        4+
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        • Lucas 2 de março de 2017 at 11:16

          o que vende é frota
          rentabilidade do aluguel de auto no BR é das maiores do mundo
          veja as ações destas empresas, calcula aí
          OU carro de frota de empresas que presta pro governo, incluindo construtoras, ou o próprio governo esse eles otrcam de 2 em anos faça chuva ou faça sol, exceto o Joao Doria do meu amadíssimo PSDB (ironic) que mandou devolver 15 mil veículos da prefeitura

          3+
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          • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:19

            huahuahuahuahuahua!
            FENABRAVE é uma piada. Montadoras IDEM. Lembra quando a GM quis ganhar da FIAT um ano aí… e emplacou milhares de Celtas… só para dizer que era líder de mercado!?
            kkk

            2+
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            • Lucas 2 de março de 2017 at 11:23

              a GM ainda tem alguma vergonha na cara
              magina se eles chama o ônix de celta+
              seria o cUmulo da CARADEPAU, e o povo ia gostar, que o celta valorizou

              4+
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              • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:24

                uahuahuahuahua!
                Eu si divirtu.
                realmente a GM deu uma bela repaginada nos modelos.
                kkkk

                2+
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                • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:25

                  Quando eu vejo aquelas baitas camionetas novas nos EUA por 18k ou 20k USD. Eu piro !!!

                  4+
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                  • Lucas 2 de março de 2017 at 11:31

                    manda denovo o link do TD please

                    1+
                    • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:36

                      https://drive.google.com/drive/u/0/folders/0B_HYrjDCKvw-MDlxYUlYa0dVeDA

                      É uma pasta exclusiva para os bolhistas do Bob.
                      Tem dica de como lidar com a mulherada tb. Aproveitem.

                      3+
                    • Lucas 2 de março de 2017 at 11:42

                      excelente seu comentário lá em cima
                      todo o empresariado que gosta de teta chorando as pitangas de vitimas do crunch
                      ontem vi a entrevista do presidente da mercedes caminhões
                      kkkk
                      eles são culpados pelo crunch
                      a teta do consumo não pode ser maior que a teta da infra e da tal composição ou formação de bens de capital fixo, leia-se infra industrial, mas podemos generalizar pra tudo: infra urbana, portos e aeroportos, etc

                      o único que fez a lição de casa é o Estado de SP do meu amado Psdb (ironic mode, vou lamber a careca do picolé) pega as maiores obras rodoviárias terminadas (sem dinheiro federal) e efetivamente usadas (tirando aquelas pra ingles ver) 100% estão aqui. Denovo seremos a locomotiva, tenho orgulho dessa esbórnia.

                      3+
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                    • Lucas 2 de março de 2017 at 12:22

                      e pra turma da censura
                      que já já aparece pra me enxer o saco
                      pauno cu do mineiro

                      2+
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                    • Lucas 2 de março de 2017 at 12:24

                      voltando ao assunto
                      CA escreveu acima perfeito
                      nossas visões se complementam cada ujm no seu estilo
                      hoje estou meio derci gonçalvez
                      desculpa aí é a idade

                      1+
  • Lucas 2 de março de 2017 at 11:20

    o Fernando solta uma mentira leva séculos pra turma aqui pegar a calcuadora hein????
    foda-se se discordam de mim, vai conversar com a calculadora
    faço a mesma conta em dólar, em raio que parta a não ser que vcs não tenha percebido que o ford KA 2017 é do tamanho dum focus 94 e o Ka94 é menor que o chines QQ (porque não achei nada maios vagabundo que ele)
    seus tontos, o carro mudou só o nome é o mesmo, a estratégia de marketing é exatamente essa, isso só existe no BR, resto do mundo, muda o modelo muda o nome, tipo em 94 era o Peugeot 106, agora é o 208, compara um com outro.

    3+
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  • Lucas 2 de março de 2017 at 11:25

    from tower
    faz uma aposta aí por mim
    pega mil paus, escolhe 10 empresas, põe 100 em cada
    ramo de robótica e afins

    estamos entrando na segunda geração, robô, construindo robô
    algoritmo projetando algoritmo
    isso vai em escala logarítimica

    Te agarancho, dessas 10, 8 evapora, 1 encalha, 1 vc bamburra e fica milhonario só com 100zinho
    mas espera aí uns 10 anos
    – pode me cobrar, se vc perder eu te pago com TR e juros
    – se vc ganhar, aceito presentes

    2+
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    • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:38

      Apenas robótica ou biotecnologia tb?
      as bolsas americanas são um desafio… são mais de 5000 empresas.
      kkkk
      Vou procurar na parte da tarde e fazer uma relação.

      5+
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      • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:48
      • Lucas 2 de março de 2017 at 11:48

        nem fala, depois quando eu tiver tempo continuamos sobre isso
        procura bio hacking e nortrópicos, mas pesquisa pelo lado sério, links academics
        estamos ficando cybers
        no futuro os pobres dos ricos será essa a diferença, viver até os 200 anos, fazer coisas fisicamente impossíveis
        já já a olimpiada estará caçando esse tipo de “doping”
        isso quando não entrarem no código genético
        esse ramo é infinito
        é ficção cientifica virando realidade exatamente agora
        confio na sua intuição, +pra frente ponho meus 100 em cada 100 seu

        2+
        • From_The_Tower 2 de março de 2017 at 11:51

          Ok. Vou fazer uma pesquisa com mais qualidade. Sem pressa.

          2+
  • Lucas 2 de março de 2017 at 11:30

    Lucas

    em 2012 expliquei o motivo
    a questão do delay
    em 2011 deu merda, mas pra para ruma fabrica basta tirar da tomada (tá certo que tem os sindicatos e subisidios do governo e tals)
    na cons civil o celay é outro, a anta só vai perceber a merda que fez quando entregarem a obra e ele não conseguir financiar, teremos c´redito e ninguém pra pegar

    fundo do poço do imóvel pega o fundo do autos e soma o delay de 4 anos

    1+
  • homelessbubbles 2 de março de 2017 at 11:32

    CVR pessoal sobre venda de carros.

    Quando eu e minha esposa casamos, tínhamos dois carros, um de cada. No primeiro ano mantivemos os dois, alugando uma garagem extra. Quando alugamos essa garagem, o dono falou que poderia ser provisoriamente, pois havia colocado ela para venda. Tudo bem. O carro dela ficava maior parte do tempo parado, pois trabalhamos no mesmo local. Chegou a dar problema mecânico de tanto ficar parado. Aí a convenci a vender. Como ambos estávamos meio sem tempo, o pai dela se propôs colocar a venda. Colocou o 207 ano 212 por 22 mil, preço de tabela. Ofereceram 20 mil e ela (influenciada pelo pai) recusou. Eu fiquei quieto. Passou um ano e nada. Ano seguinte baixou para 21k e não vendia. Até que eu falei, baixa pra 20k (tabela era 21.5k) e se oferecerem 19k, vende. Foi o que aconteceu.

    Detalhe interessante. Quando fomos avisar o dono da garagem que tínhamos vendido o carro e não íamos mais alugar, ele falou que não tem conseguido vender a garagem. Eu, impulsivamente, no automático, larguei: é só baixar que vende. Até hoje ele me olha de cara virada.

    19+
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    • Lucas 2 de março de 2017 at 11:55

      eu arquivo todos os meus ipvas xerocados e arquivados que são um % da tabela
      os meus usado desde 2008 vem caindo uma média de 5%aa+inflação (teto de 10)
      o zero mal recompõe inflação

      3+
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    • Cadeludo 2 de março de 2017 at 12:24

      no olx ele pode pedir o que quiser que vende, é só uma questão de tempo
      se anunciar todos os dias as 6 da manhã aumentam as chances
      se colocar no anúncio que aceita financiamento já pode até gastar por conta
      não recomendo colocar telefone no anúncio de tanta gente que liga o dia todo querendo comprar

      4+
  • Leonardo M. 2 de março de 2017 at 12:15

    CVR

    Já trabalhei 3 anos em locadora de veículos em Floripa é o que posso dizer é:
    Empresa compra Ford Ka por R$33mil usa por 1 ano e faz um lucro absurdo e depois vende por R$34,mil

    Empresa compra Ford EcoSport por R$55mil automática e usa por 1 ano e depois vende pelo mesmo preço ou mais dependendo do estado.

    Fiat Mobi,march e Up que são carros categoria A são comprados por R$30mil. Agora entre no site dá localiza ou movida pra ver quanto eles vendem o mesmo carro.

    Pois é senhores, banania não é pra amadores.

    11+
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    • Lucas 2 de março de 2017 at 12:21

      péra lá
      eles compram no CNPJ que dá uns 20% de desconto, ainda compram no atacado que a tabela é outra, dá uns 30% abaxio do preço normal pra pessoas como a gente
      mas pra revender eles se entubam de impostos, uns 20%
      mesmo assim o ganho é muito bom, das ações que mais crescem no Bovespa, mesmo com a crise
      são eles que estão segurando as vendas no BR, senão tinha caído 99%
      só anta compra ZERO

      9+
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      • Leonardo M. 2 de março de 2017 at 12:43

        Pensa o seguinte Cara você é presidente dá localiza:

        Chega na fábrica dá Ford e diz:
        Quero 3 mil Ford Ka
        Quero 1.500 EcoSport
        Quero 700 Focus

        E depois vai na Fiat
        Quero 4 mil Unos e Mobi
        300 stradas
        1000 Toro

        E vou pagar tanto, quer? Não quer tudo bem!

        Alguém me ensinou uma vez que cascalho na mão, calcinha no chão…

        11+
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  • Lucas 2 de março de 2017 at 12:18

    From_tower
    um video de 1 robô-anta
    https://www.facebook.com/NowThisFuture/videos/1458868567487652/?pnref=story.unseen-section
    tá cheio dessas coisas acontecendo, isso aí apesar de impressionar é pinto perto dos cybers,
    imagina implantar um chip no seu cérebro que te permite calcular, é a cura da DISCALCULIA, rsrs
    e os algoritmos que criam algoritmo???
    sacou o naipe que to te falando

    2+
    • CarlosL 2 de março de 2017 at 12:57

      Tá assistindo muito Black Mirror hein velho de 35/40 ….

      2+
    • Carlos 2 de março de 2017 at 14:18

      Mudando um pouco de assunto, véio está mais otimista depois dá fala Dee Trump? Pois 86% dos republicanos, até aí nenhuma novidade, e surpreendentes 24% dos democratas estão se sentindo mais otimistas depois dela. Pesquisa da “oposição”. (CNN).
      Vamos ver até quando o otimismo persiste quando Trump tentar, ou não, transformar as promessas em realidade é quem vai conseguir realizar o lucro sobre este otimismo todo antes do despair.

      1+
      • Carlos 2 de março de 2017 at 14:27

        E dando crédito a quem merece, Trump foi surpreendentemente profissional e comportado desta vez. Quando comparado com o histórico do próprio obviamente , e que não é um dos melhores exemplos, inclusive muito aquém dos presidentes passados.
        Mas ainda é surpreendente a aparente mudança em se tratando de Donald Trump ?

        1+
  • by pass 2 de março de 2017 at 12:20

    uma*

    1+
    • Leonardo M. 2 de março de 2017 at 12:53

      “Estou vivendo um pesadelo. O sonho de ter uma casa, de ter um apartamento, tornou-se um pesadelo”, contou a moradora Magda Leal, que financiou o apartamento pela Caixa.”

      Errado Bricklover você está vivendo a vida real, se fosse pesadelo pelo menos poderia acordar no meio dá noite em seu AP alugado e lavar a cara.
      Mas nao, tá tendo que limpar merda do vizinho se cima todo dia.

      13+
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      • Nilson 2 de março de 2017 at 14:47

        no final da reportagem, revelaram que é da PDG

        2+
  • Leonardo M. 2 de março de 2017 at 12:57

    PWC recomenda deferimento de recuperação da PDG, mas aponta documentação pendente

    A PWC apresentou à Justiça um parecer em que recomenda o deferimento do pedido de recuperação judicial da PDG Realty, protocolado na semana passada, mas sugere um prazo de 15 dias para que a incorporadora inclua no processo documentos pendentes e preste esclarecimentos adicionais sobre a situação de seus empreendimentos imobiliários. A recomendação consta na perícia prévia feita pela PWC, auditoria nomeada pela Primeira Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo para verificar a presença de todos os documentos e requisitos necessários para a continuidade do pedido de recuperação da companhia, que envolve um total de 512 Sociedades de Propósito Específico (SPEs). O trabalho se restringiu à checagem da existência dos documentos exigidos pela lei, não sendo analisado o mérito de cada um deles. No parecer, a PWC cita a “notória dificuldade” da incorporadora em obter os documentos atualizados de todas as sociedades, mas pondera que foi apresentada a maior e mais relevante parte da documentação demandada. Além disso, a auditoria observa que há urgência no deferimento do processamento da recuperação para obstar as cobranças em curso. Entre as pendências, está, por exemplo, a lista de bens dos controladores da PDG. Como a sociedade tem ações distribuídas de maneira pulverizada no mercado de capitais, o documento não foi anexado. Outra pendência são as certidões vencidas de protestos e distribuição. A administração da PDG alega que já foram solicitadas as certidões atualizadas, mas ainda não expedidas pelos órgãos competentes. Segundo os administradores, em razão do número elevadíssimo de requerentes (512 SPEs), foi impossível manter todas as certidões atualizadas até a data do pedido de recuperação. Entre outros itens, a PWC também apontou que seis empresas do grupo foram iniciadas em 2016 – que, segundo a PDG, seriam meros veículos utilizados para reorganização societária, sem representar uma mudança nos rumos das atividades de fato. A PWC foi nomeada pela Justiça na última sexta-feira, e recebeu um prazo de 48 horas para apresentar a perícia prévia. No parecer disponibilizado nesta quinta-feira, 2, a auditoria afirma que foi preciso mobilizar durante o feriado de carnaval uma equipe multidisciplinar de 25 profissionais, desde analistas até sócios seniores, para fazer a análise jurídica e financeira de toda a papelada. O trabalho demandou aproximadamente mil horas de trabalho, entre sexta (24 de fevereiro) e a quarta-feira, 1º de março.

    5+
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    • LZ 2 de março de 2017 at 13:19

      Que empresa ZONA do caramba vei.
      E alguém acha que alguma obra disso ai tem garantia de não cair na cabeça ?

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    • Juros Lover BSB-BH 2 de março de 2017 at 13:19

      PWC não conseguiu cuidar de um envelope no Oscar mas vai conseguir dar um jeito na PDG…kkkk…

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      • antifragile 2 de março de 2017 at 13:50

        Nem do Oscar e nem da Petrobrás.

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  • Cesar_DF 2 de março de 2017 at 13:41