Preços de imóveis sobem em julho e superam a inflação em 2020, mesmo em meio à pandemia – Infomoney

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Comments
  • CA 4 de agosto de 2020 at 09:36

    Sobre o tópico:

    Pesquisa FINGE ZAP, a mais fajuta que existe:

    Exemplo:

    Se você tem 4 imóveis, que são os únicos desta pesquisa, todos idênticos, com 100 M2 e 3 deles anunciados pelo preço de R$ 1 milhão e 1 deles pelo preço anunciado de R$ 800 mil, qual o preço médio do FINGE ZAP para o M2?

    R$ 9.500 o M2 (((R$ 1 milhão *3)+(R$ 800 mil))/4)

    E se como o esperado e usual, for exatamente o imóvel mais barato dentre os anunciados, o de R$ 800 mil de anúncio que for vendido? E se para vender, como também é usual, o proprietário dá um desconto de 20% no preço anunciado, o que acontece no mundo real e no FINGE ZAP?

    No mundo real, o preço de venda ficou 32,63% abaixo do preço médio anunciado (*), uma queda profunda entre o preço anunciado e o preço real negociado!

    (*) Imóvel anunciado por R$ 800 mil vendido com 20% de desconto por R$ 640 mil, ou seja, vendido por um preço de R$ 6,4 mil o M2, contra um preço anunciado de R$ 9,5 mil o M2. O preço de R$ 6,4 mil que é o da venda real e negociada é 32,63% abaixo dos R$ 9,5 mil o M2 da média do FINGE ZAP.

    E o FINGE ZAP, como fica no exemplo acima?

    Se vendeu o imóvel anunciado por R$ 800 mil, o normal é que o anúncio deste imóvel seja retirado. Daí restam 3 imóveis anunciados por R$ 1 milhão cada com 100 m2 cada um, logo, pelo FINGE ZAP o preço médio ficará em R$ 10.000 o M2.

    Em outras palavras, vendeu um imóvel com preço 32% inferior à media dos anúncios, mas no FINGE ZAP, o preço médio anunciado subiu 5,26%!

    Traduzindo: o FINGE ZAP reflete o contrário da realidade em muitos casos. Isto pelo exemplo acima, sem considerar ainda que é um “índice” muito fácil de ser manipulado: é só os corretores / vendedores deixarem anúncios de imóveis já vendidos por preços menores por um bom tempo sem retirar do site e quando eles quiserem que o preço anunciado suba, eles vão lá e retiram estes anúncios!

    Então, é pura perda de tempo se basear no FINGE ZAP para dizer que o preço do imóvel subiu ou desceu, porque ele não passa de um enorme pega-trouxa…

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    • CA 4 de agosto de 2020 at 09:47

      E por que criaram um índice como o FINGE ZAP em 2.008, exatamente nos anos iniciais da bolha imobiliária no Brasil e quando já existiam outros índices que não eram tão fajutos nem tão fáceis de serem manipulados àquela época?!

      Um dos criadores do FINGE ZAP, foi o grupo Real Estate da FIPE, onde todos os participantes, sem exceção, trabalham há anos no mercado imobiliário e tem sua fonte de rendimento totalmente dependente deste setor. Para este grupo, é muito importante sempre plantarem ufanismos, mentiras e desinformação, para transmitir a falsa ideia de que os imóveis sempre valorizam, pois desta forma, eles garantem os rendimentos deles.

      O outro participante, é a empresa Zap Imóveis, que tem o seu faturamento totalmente dependente das receitas que são pagas por aqueles que anunciam os imóveis no site deles. Se as pessoas que anunciam imóveis sempre tiverem a impressão que o imóvel valoriza sem parar, mais e mais irão anunciar ou manterem os seus anúncios no site, garantindo maiores receitas para o Zap Imóveis. E graças a isto, vimos os anúncios de imóveis chegarem a milhões em todo o país e graças a profunda distorção entre o preço anunciado e a renda das famílias, em média os imóveis de maiores valores demoram anos para serem vendidos. Além disto, durante muitos anos o Zap Imóveis foi mantido pelas Organizações Globo, que através de seus jornais impressos, eletrônicos e propagandas na TV, sempre auferiram resultados muito positivos com o patrocínio do setor imobiliário, logo, agradar aos seus anunciantes era outra forma importante de garantir receitas.

      O conflito de interesses dos agentes acima é gritante, assim como o interesse de corretores, imobiliárias e construtoras, em ajudarem a tornar este índice cada vez mais fajuto, como nos exemplos que dei no comentário anterior.

      O interessante de frequentemente termos estas “manchetes” como tema de tópicos aqui no blog, é que sempre podemos desmascarar esta farsa, pelo menos para aqueles que tem espírito crítico e procuram outras análises para aquelas propagandas enganosas que são vendidas por aí…

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  • Lord of All 4 de agosto de 2020 at 10:36

    É a curva de Lafer que não falha.
    Se está vendendo pouco, vamos aumentar os preços.

    34+
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  • Cajuzinha 4 de agosto de 2020 at 10:53

    Com menor padrão de vida e mais dívidas, a tendência é que o cenário dos próximos anos seja ruim para os brasileiros. A situação fica mais grave quando se considera o estado do mercado de trabalho em 2020, com milhões de pessoas perdendo seus empregos desde o início do ano, e as incertezas sobre o ritmo da recuperação econômica pós-crise.

    O endividamento e a inadimplência em alta podem, inclusive, prejudicar essa retomada da economia brasileira. Com contas a pagar, as pessoas dificilmente vão contratar novas dívidas. Com menos gente para comprar, o comércio vende menos, as indústrias produzem menos e a crise tende a continuar. Com a alta inadimplência das famílias, a reanimação teria de ser feita por outro setor da economia que não o consumo, como os investimentos privados ou os gastos do governo.

    https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/08/03/A-inadimpl%C3%AAncia-na-pandemia

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    • CA 4 de agosto de 2020 at 13:37

      Cajuzinha,

      Acho que mudaram o link, ou estava incompleto acima, segue:

      https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/08/03/A-inadimpl%C3%AAncia-na-pandemia.-E-os-impactos-para-a-economia

      Estavam indo bem na análise da realidade, mas infelizmente, pararam pela metade. Destaco o trecho:

      “Com a alta inadimplência das famílias, a reanimação teria de ser feita por outro setor da economia que não o consumo, como os investimentos privados ou os gastos do governo.”

      O que deveriam complementar?

      1) Investimentos privados: se a demanda está em queda e sem perspectiva de se recuperar, quem vai investir? O investimento exige retorno, só que para ter retorno, precisa vender mais ou mais caro, ou de preferência, ambos. Se não existe esta possibilidade, como é o caso agora, não tem investimento;

      2) Gastos do governo: antes da crise a relação dívida / PIB estava em 75%, com este índice sendo 50% acima da média dos emergentes. Como o Brasil também está gastando mais do que a média dos emergentes em auxílios emergenciais, qual a consequência? Ficaremos mais de 50% acima da média dos emergentes e próximos de 100% quanto à relação dívida / PIB. O que isto significa, na prática? Somos um país de alto risco. E se continuarmos aumentando os gastos, por exemplo, prorrogando indefinidamente auxílios emergenciais, prazos de carência em que as pessoas não precisam pagar financiamento imobiliário, prazos de carência em que as empresas não precisam pagar impostos, etc? Ficaremos com um grau de risco extremamente elevado. E o que acontece neste caso? A fuga de dólares dispara, somem por completo os investimentos vindos do Exterior, o dólar dispara, o custo de diversos produtos que dependem do dólar dispara, diversas cadeias de suprimento se quebram, assim como empresas com alto endividamento em dólar, sendo que poderemos chegar inclusive a uma crise cambial, com consequências ainda mais graves, sendo que no meio de tudo isto, o governo apela para ainda mais impostos para tentar evitar as consequências e isto por sua vez, provoca novas rodadas de queda de investimentos e consumo, retroalimentando o círculo vicioso da crise;

      3) Para piorar e muito o que consta acima, o governo está disparando no crédito podre e na bolsa calote para tentar dar uma sobrevida para a bolha imobiliária e o preço disto, é deslocar dezenas de bilhões de reais para este setor, a fundo perdido, apenas ampliando distorções bizarras que já existem e ajudando a intensificar a falta de dinheiro e a inadimplência para as famílias que entrarem na roubada de fazerem financiamento de imóveis por décadas justamente neste momento. Em outras palavras, governo dobrando a meta dos erros para nos enterrar no buraco mais profundo que conseguir.

      Resumindo: não existe fórmula mágica e simplista de “aumento de investimentos privados” ou “aumento de gastos do governo”, os primeiros são inviáveis para empresas no contexto atual e os últimos são inviáveis para o governo e se o governo insistir em fazer, terão efeitos ainda mais funestos para economia e sociedade, sendo que as pedaladas do governo para tentar salvar a bolha imobiliária, como sempre, só estão piorando a situação.

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  • Ilusionista 4 de agosto de 2020 at 10:55

    replicando comentário do tópico anterior.

    reportagem em destaque do Bom dia Brasil de ontem, “Um em cada quatro restaurantes e bares quebrou no DF”, isto até o momento, 25% logo de cara. Deve ser a realidade em diversas outras cidades, difícil mensurar o impacto no setor imobiliário de imóveis comerciais, no fechamento de postos de trabalho de bares e restaurantes e indiretamente atingindo diversos outros setores.

    https://globoplay.globo.com/v/8746387/

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    • socrates 4 de agosto de 2020 at 11:35

      Quem é dono do imóvel, enxuga os gastos (demitindo ou suspendendo) e consegue se virar, mesmo que com uma estrutura bem menor.
      Quem paga aluguel… Não tem como.

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      • Tagore 5 de agosto de 2020 at 08:46

        Isso sem falar que, segundo notícias do comércio, os donos de imóveis comerciais estão demorando a encarar a realidade, que não é apenas de congelar aluguéis, mas de reduzir significativamente. Dizem que se for para reduzir, preferem que o dono do negócio desocupe para eles alugarem para alguém que pague o “valor real”. É um fenômeno psicológico interessante este em que as pessoas preferem não ganhar nada do que ganhar menos se há, ainda que mínima, a esperança de manter os ganhos atuais.

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  • Cajuzinha 4 de agosto de 2020 at 11:03

    kkkkkk

    “Trabalho remoto não é nosso objetivo o custo, é bem estar e produtividade. Mas a gente
    tem conseguido devolver alguns polos alugados”, afirmou Milton Maluhy, diretor
    financeiro e vice-presidente executivo do banco.

    https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/08/recuperacao-da-economia-so-vira-com-melhora-na-saude-diz-presidente-do-itau.shtml

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  • Cajuzinha 4 de agosto de 2020 at 11:25

    https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2020/08/04/internas_economia,1172877/temor-faz-familia-com-renda-acima-de-10-salarios-poupar.shtml

    Ao mesmo tempo, os brasileiros mais ricos optaram por enxugar a contratação de dívidas, preferindo destinar recursos para a poupança, em meio ao ambiente de elevadas incertezas. Os achados são de um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), antecipado com exclusividade para o Estadão/Broadcast.

    Sete em cada dez famílias com renda mensal até dez salários mínimos estavam endividadas em julho, sendo que quase um terço delas estava inadimplente (29,7%, maior patamar em mais de uma década). “O crédito está sendo necessário para as pessoas conseguirem pagar suas contas”, explicou Izis Janote Ferreira, economista da CNC responsável pelo estudo.

    Por outro lado, a proporção de endividados entre as famílias mais ricas, que recebem mais de dez salários mínimos por mês, encolheu de 62,1% em março em para 59,1% em julho, e a inadimplência ficou relativamente estável em 11,2%. Segundo a CNC, o temor em relação à crise sanitária gerou cautela entre os mais ricos quanto aos gastos, enquanto elevou a propensão para poupar.

    Para Viviane, do Ibre/FGV, o aumento da inadimplência pode ser mais um obstáculo para a recuperação do consumo das famílias e, consequentemente, da atividade econômica. “Essa inadimplência e a cautela dos consumidores podem ser um redutor da recuperação do consumo das famílias”, acrescentou. (Colaborou Érika Motoda)

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  • loureiro_bsb 4 de agosto de 2020 at 12:23

    https://www.nsctotal.com.br/colunistas/estela-benetti/em-plena-pandemia-setor-de-materiais-de-construcao-eleva-precos-acima-da

    “Os setores da indústria e comércio de materiais de construção, ao aumentar os preços em plena pandemia do novo coronavírus, além de mostrar insensibilidade com o momento de crise econômica e perda de vidas enfrentadas pelo país, confirmam que a cultura da indexação no Brasil é muito forte, apesar de a inflação estar relativamente controlada desde 1994, com a implantação do Plano Real”.

    Para quem quiser relembrar ou “matar saudade” da indexação:
    http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/04/heranca-da-hiperinflacao-indexacao-ainda-afeta-grande-parte-dos-precos.html

    “Quem foi assalariado na década de 1980, período em que a indexação teve seu “auge” no Brasil, se lembra bem dela: os salários, que também eram indexados, eram corrigidos pela inflação do mês anterior, e subiam sempre. O poder de compra, no entanto, só caía, com os preços subindo – pelo menos – na mesma medida”.

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    • CA 4 de agosto de 2020 at 13:49

      loureiro_bsb,

      Fruto das profundas distorções promovidas pelo governo:

      Diminuiu os juros do crédito imobiliário, desviou R$ 40 bilhões para subsidiar o setor, não cobra parcelinhas do crédito imobiliário por 6 meses para contratos novos ou antigos, dispara na concessão de crédito podre, etc, etc, etc.

      O que fazem os empresários do setor?

      Aproveitam este subsídio único e gigantesco para aumentarem os preços, reduzindo cada vez mais o dinheiro disponível na economia para qualquer outro setor, até o momento em que isto volta a se reverter em quedas sensíveis para o setor imobiliário, porque eles afinal não rodam em um “universo paralelo”, daí eles recorrem ao governo que dobra a meta dos subsídios de novo e o círculo vicioso se prorroga, com a bolha imobiliária destruindo a economia de forma cada vez mais intensa.

      Toda vez que um governo opta por disparar em subsídios para um setor, gera estas profundas distorções e os mais gigantescos prejuízos para economia e sociedade.

      O esquema do PT, com Lula e Dilma, dos benefícios setoriais via impostos reduzidos e/ou juros subsidiados para determinados empresários, fez com que estes usassem este dinheiro para ganharem a competição com os concorrentes e os comprassem, reduzindo a concorrência e a competição por preço, devolvessem uma parte do dinheiro do “benefício” via corrupção para os agentes do governo, fizessem investimentos ruins e sem retorno, dentre inúmeras outras mazelas para economia e sociedade.

      O governo atual, com o super-subsídio e inúmeras maquiagens e pedaladas para beneficiar o setor de construção civil e mais especificamente o imobiliário, está só dobrando a meta do PT, nada mais do que isto…

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  • Cajuzinha 4 de agosto de 2020 at 14:55

    As vendas de automóveis tiveram queda de 31% em julho na comparação com o mesmo mês de 2019, segundo balanço divulgado hoje (4) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram comercializados 134,9 mil carros no último mês, contra 195,8 em julho do ano passado.

    No acumulado dos sete primeiros meses do ano, os emplacamentos de automóveis registram retração de 38,8%, em comparação com o período de janeiro a julho de 2019. Neste ano, foram vendidas 771,8 mil unidades, enquanto nos mesmos meses do ano passado foram comercializados 1,26 milhão de automóveis.

    https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-08/vendas-de-automoveis-tem-queda-de-31-em-julho

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  • MARK 4 de agosto de 2020 at 18:12

    Os preços dos imóveis que vão ficar encalhados, sim estão subindo. O que está vendendo são os imóveis que baixaram o preço antes mesmo de se fazer uma proposta. De um ano pra cá tenho percebido algumas ofertas em que o dono coloca o imóvel por um preço 30% abaixo dos anunciados e, de fato, vende instantaneamente. Com essas vendas os irracionais ficam achando que agora é a hora e sobem o preço, pronto ficarão encalhados. Noto que está vendendo sim, mas só os que baixaram o preço ou o acertaram de primeira.

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  • socrates 4 de agosto de 2020 at 18:34

    Li isso no BIB antes: aluguel de graça com pagamento só de condominio e IPTU….

    Sobre a matéria, ela diz que “Os empreendimentos de escritórios na área se tornaram um grande deserto. Praticamente tudo está vazio, contrastando com os empreendimentos residenciais, que parecem estar indo bem, segundo analistas. ”
    Mas essa é a região justamente da enorme Vila Olímpica (residencial), não? E até não muito tempo atrás ela também estava bem vazia. Deu matéria em diversos meios e tudo

    “Construtora na Barra oferece escritórios para alugar com 4 anos de carência”

    https://diariodorio.com/construtora-na-barra-oferece-escritorios-para-alugar-com-4-anos-de-carencia/

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  • Cajuzinha 4 de agosto de 2020 at 18:53

    O Indicador de Atividade Econômica (IAE), da Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta retração recorde de 11,2% no 2º trimestre deste ano, em comparação ao 1º trimestre, segundo a primeira prévia, divulgada nesta terça-feira (4).

    Em junho, o recuo da atividade foi de 9,4%, na mesma base de comparação, resultado melhor do que o observado em maio (queda de 12,7%). Com esses resultados, a taxa acumulada em 12 meses até junho chega a uma baixa de 2,2% e o acumulado no 1º semestre do ano a um tombo de 5,8%.

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  • Manoel Joaquim 4 de agosto de 2020 at 19:01

    Tarde pessoal. Depois de um longo tempo consegui fazer login neste blog novamente.

    Dúvida: comprar ou continuar no aluguel?

    Com essa crise sem fim, surigu uma oportunidade de comprar um terreno em condomínio fechado, no interior do estado que moro. Cidade pequena, 700 m2 de área por R$ 100.000. Um valor muito difícil de encontar em qualquer outro lugar. Tenho dinheiro para pagar a vista o terreno. Porém, a maior parte do restante do meu patrimônio está travado em investimentos até 2023.

    Moro nesse mesmo condomínio em um casa boa, pago R$ 2300 de aluguel (o que considero baixo). A perguta é, valeria comprar para construir? Não consigo encontrar um valor REAL para o quanto vou gastar para construir. As estimativas das fontes que busquei variaram de 1.200 a 2.500 o m2, considerando um acabamento médio.

    Há varias casa anunciadas neste condomínio (na ordem de milhões de R$) que estão encalhadas há anos. A localização é muito perto de onde eu trabalho, porém sem qualquer comércio por perto. Tenho receio do proprietário pedir o imóvel pois aqui não há imóveis para alugar, daí teria que me mudar para longe.

    Alguma sugestão do que fazer?

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    • Loucodf 4 de agosto de 2020 at 19:53

      Manoel, eu só faria a aquisição/construção da sua moraria caso você tenha o dinheiro pra fazer isso e sobrar uns 30% de patrimônio líquido. (Na minha opinião, claro)
      E também considerar sua questão de trabalho? É FP? Se não for, mudar de emprego é relativamente fácil?

      Eu acho o risco GRANDE não ficar com dinheiro disponível na situação que estamos vivendo.

      Outro ponto é saber se você teria um plano b.
      Vamos imaginar, você construiu a sua residência, gastou toda a grana…. Ficou sem nada e ficou sem renda(demitido, por exemplo).
      Essa região seria fácil você alugar seu imóvel? você estaria disposto a se mudar para casa de um pai/mãe numa medida de exceção?

      Tem que preparar todo um plano com alternativas para caso alguns riscos se concretizem.

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    • Moreira 4 de agosto de 2020 at 23:07

      Eu dividiria o lote, se possível, em dois de 350. Construiria uma casa de até 180m. Dá pra construir uma casa nessa média de 1,5 mil o metro, ja acabada. O outro lote chamaria alguém pra comprar logo de início.

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      • Godinez 5 de agosto de 2020 at 13:39

        Acrescentando…o Loucodf apontou a questão financeira e os riscos, já o Moreira deu essa ideia que também é bem válida (só tem que ver se o condomínio permite e se construir num lote com metragem menor te atenderia).

        Sobre a construção, você pode fazer uma cotação com pequenas empreiteiras da sua cidade, muitas já tem projeto pronto para condomínios. Conheço casos de gente que construiu contratando tudo sozinho e teve sucesso e gente que contratou uma pequena construtura e se deu mal (o dono faliu e sumiu, antes de concluir a obra, e a pessoa havia adiantado o valor da etapa seguinte). Caso se decida pela compra e construção, eu recomendo que contrate o projeto e exija que seja feito já usando a metodologia BIM, com todo o desenho 3D compatibilizado (arquitetura, elétrica, hidráulica e automação) e os quantitativos de materiais e orçamento final (da parte de materiais dá para sair um orçamento bem preciso), já os serviços podem variar um pouco mais. A empresa que fez o projeto também pode ser contratada para fiscalizar a construção (se for o caso de contratar outra empreiteira para construir), com cláusulas de performance.

        Se um dia eu adquirir um imóvel, meu plano é fazer assim como você está cogitando (terreno em condomínio fechado + construir). Avalia bem e boa sorte.

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      • Manoel Joaquim 5 de agosto de 2020 at 14:46

        O condomínio não deixa dividir. Minha maior vontade de comprar esse terreno é pelo tamanho mesmo. Não gosto muito de proximidade com outros humanos, ainda mais bananenses.

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    • guiguigoiano 5 de agosto de 2020 at 16:00

      CVR (e resposta ao colega Forista Manoel Joaqueim)
      Boa tarde Manoel Joaquim, meu perfil social é parecido com o seu: vida e trabalho estável, casado e no meu caso uma filha pequena, e encontrou o bairro bom pra morar e ficar pro resto da vida… Pelo seu relato, a nossa diferença é que estou nos investimentos Shadow, diversificado por natureza mas sem possibilidade de resgate imediato (sem liquidez imediata). Eu nunca morei de aluguel e após anos juntando dinheiro Dona Goiana (que é super poupadora) me “intimou”: vamos sair da casa do meu pai (obs.: meu sogro não mora conosco) OU vou comprar um carro de luxo. Minha decisão foi construir imediatamente. Já tínhamos um terreno no mesmo bairro (com um casebre caindo aos pedaços).
      Pra resumir só posso falar que o momento de construir está prestes a terminar (até no máximo final do ano caso o governo continue a jorrar dinheiro no CAIXÃO). No momento Cimento, tijolo, areia, porcelanato, pedras estão bem baratos, porém sugiro evitar os profissionais baratos. Estou na fase final de um sobrado super planejado para nosso estilo de vida: nada de xoxoteca, 2 suites amplas (que daria 4 quartos nesses sobradinhos meio-lote por aí), uma com closet, cabeamento elétrico enterrado, recuo, área verde e permeável, hidráulica, hidrosanitária, acústica, cabeamento estruturado, rádios de internet, entrada de fibra óptica com redundância , projeto de paisagismo, cores, marcenaria, tudo pensado com 2 Arquitetas (que me custou 1,5% do valor do sobrado [as duas], maquetes 3D e Realidade Aumentada [Dona Goiana adorou]). Projeto estrutural feito com o melhor calculista da cidade onde até a escada tem ancoragem na viga baldrame, terreno sondado e melhorado. Pela complexidade estrutural (paredes e vigas chanfradas etc) e possíveis riscos trabalhistas como acidentes em altura com os operários etc, optei por contratar a execução das alvenarias, telhado e impermeabilização com uma construtora que me cobrou 20% numa modalidade que chamam obra por administração. Ainda assim meus azulejistas (e as Arquitetas) identificaram problemas que atrapalhariam a estética, porém foi resolvido com móveis, forro de gesso ou ainda amassamento de algumas paredes. Portanto, se vc deseja construir sugiro estudar um pouco o assunto ou contratar alguém de confiança pra acompanhar tudo. Pense ainda pagar um pouco mais para os azulejistas acompanharem a fase de roboco e contrapiso pra deixar pronto para o acabamento. Os problemas vão ocorrer mas se tiver tempo você vai conseguir resolver e o mais legal é que você conhecerá cada pedaço da sua casa.

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  • Moreira 4 de agosto de 2020 at 22:57

    https://globoplay.globo.com/v/8746387/

    apenas fazendo um adendo a esta reportagem:

    no final dela, um representante cita um dado de que em alguns lugares foram mais de 130 dias fechados, o dobro de madrid.
    Mas ele deveria citar também que em madrid o presidente tinha outro comportamento e na Itália, o prefeito que defendeu não fechar logo se corrigiu.
    Se for minimamente inteligente, ele começa a ver que economia e política andam juntas.

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  • Strike 5 de agosto de 2020 at 00:21
  • CA 5 de agosto de 2020 at 09:43

    Este comentário é interessante e como ficou mais acima, replico aqui:

    —————————————————————————————————————————————————————————————————————-

    Tagore 5 de agosto de 2020 at 08:46
    Isso sem falar que, segundo notícias do comércio, os donos de imóveis comerciais estão demorando a encarar a realidade, que não é apenas de congelar aluguéis, mas de reduzir significativamente. Dizem que se for para reduzir, preferem que o dono do negócio desocupe para eles alugarem para alguém que pague o “valor real”. É um fenômeno psicológico interessante este em que as pessoas preferem não ganhar nada do que ganhar menos se há, ainda que mínima, a esperança de manter os ganhos atuais.

    —————————————————————————————————————————————————————————————————————

    Existem proprietários de imóveis que estão se auto-enganando há anos. Exemplos:

    Alguns que tem imóvel residencial à venda e persistem em manter o preço anunciado ou até aumentar, quando se passam meses ou anos sem sequer aparecerem interessados.

    Estes apenas migram dos anúncios pagos da empolgação inicial, aquele momento em que acreditavam que irão virar milionários da noite para o dia e sem nenhum esforço (wishful thinking), para anúncios gratuitos, mas a fé que supera a razão, permanece, meio enfraquecida e com o cara meio enlouquecido e procurando culpados, com pensamentos do tipo: “mas se o FINGE ZAP diz que os preços dos imóveis sobem sem parar, deve ser porque tem tido muitas vendas, então porque só eu não consigo vender?!”.

    Daí vem um dos inúmeros corretores que já tentou vender o imóvel e fala para ele: “Não pode desistir! É um momento passageiro. Algumas pessoas estão sem tanto dinheiro agora, mas imóvel sempre valoriza, quem compra terra não erra, veja o FINGE ZAP que ganha de qualquer aplicação, não precisa ter pressa e blá, blá, blá…”.

    E o pobre infeliz, sem nenhum espírito crítico, movido pela emoção de que um dia vai virar milionário sem fazer nenhum esforço, só por ter os seus tijolinhos, se aferra a esta fé cega e prossegue nos seus anúncios insanos ano após ano.

    Daí vem uma epidemia com nova crise mais aguda e visível e mudam o discurso, da noite para o dia: “Poxa, ficou anos em crise (ué, ficou em crise? Não era isso que diziam para os proprietários…), mas justo agora que a economia e o setor imobiliário estavam “decolando” (devaneios de IPiraNaGrana mode on), veio outra crise! Se não fosse isto, estaria vendendo “rapidinho” (isto depois de anos sem conseguir vender!). E isto renova a insanidade daqueles que querem se auto-enganar, ao mesmo tempo que dá uma boa desculpa para os amigos e parentes, de porque ele ainda não se tornou um milionário vendendo o imóvel dele que “super-valorizou”.

    E no caso dos imóveis comerciais?

    Durante os anos de inflar intenso da bolha imobiliária, pisaram nos donos do negócio e se tornaram sócios majoritários, sem nenhum esforço para isto. Quem não quisesse, que fosse para outro lugar menos valorizado, porque o imóvel dele, “valia ouro”. Assim lugarem “nobres” se tornaram simplesmente proibitivos para negócios que tinham produtos ou serviços de menor valor agregado. Tivemos época em que o preço de aluguel do imóvel comercial simplesmente triplicou, enquanto o rendimento do negócio não crescia nem 20%.

    Só que já há anos, vemos uma enxurrada de imóveis comerciais vazios, tanto em shoppings, quanto nas ruas.

    E o que fazem? Maquiagens e pedaladas.

    Nos Shoppings, nos últimos anos, começaram a pegar lojas que estavam vazias há muito tempo e transformar em “áreas gratuitas para usufruto dos clientes”, desde “escritório gratuito com Wi Fi e tomadas para a pessoa trabalhar (We Work free)”, passando por “áreas para que os acompanhantes aguardem seus cônjuges fazerem compras refastelados em sofás”, chegando a “áreas para o seu pet relaxar” e até tapumes com pinturas, no estilo “galeria de arte”.

    A intensa criatividade acima, visa exclusivamente maquiar o aumento incessante da vacância. Cada uma das áreas acima, deixava de ser “vaga” e virava apenas mais uma “área oferecida generosamente para os clientes”. Claro que isto passava a pesar ainda mais no condomínio e em outros custos rateados com os lojistas, fazendo com que os negócios das lojas ficassem cada vez mais inviáveis.

    Para postergar a visibilidade da real vacância, outra tática era atrasar ao máximo a entrega dos prédios comerciais. Se não entregou, ainda não conta com vacância. Óbvio que esta forma de pedalada também trazia grandes prejuízos para quem comprava estes imóveis na planta, isto quando as construtoras não quebravam no meio do caminho, por não conseguirem manter o esquema.

    Nos shoppings, a situação das maquiagens chegou a ficar tão ridícula, que chegamos a ver uma associação de pequenos lojistas abrir processo contra a desinformação das administradoras de shopping! Enquanto estas administradoras diziam que os negócios iam bem e as lojas eram lucrativas, os donos das lojas processavam estas administradoras e garantiam que aquilo era mentira, porque enquanto os custos subiam, as vendas caíam! Pior: isto aconteceu, meses antes de qualquer pandemia, quarentena, etc.

    E agora? Neste momento, o apocalipse do varejo está a pleno vapor e nem todas as maquiagens e pedaladas do mundo irão salvar os donos dos imóveis comerciais. A festa acabou, agora, é a hora da ressaca e será proporcional aos abusos que cometeram, não tenham dúvidas…

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  • steinherz 5 de agosto de 2020 at 10:14

    A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) realizou uma pesquisa e informou nessa terça-feira (4) que o número de operações de compra e venda de imóveis na capital paulista em maio ficou em 7.053. O montante é 40,1% menor em relação a maio de 2019, (…) representando uma contração de 1,5% do que foi registrado em abril. No acumulado do ano, houve uma queda de 4,9% nas transações, em comparação com o período de janeiro a maio do ano passado.
    Os dados compilados pelo Registro de Imóveis do Brasil também indicou que o mercado imobiliário no Rio de Janeiro sofreu um forte impacto do coronavírus (covid-19). Na capital fluminense, a venda de imóveis em maio recuou 21,3% em comparação o mesmo período de 2019. Isso leva o numero de operações de venda e compra a 3.293, representando uma contração de 2,2% do que foi registrado em abril. No acumulado do ano, foram realizadas 15.659 transações, uma queda de 4,9% em comparação com o período de janeiro a maio do ano passado.

    https://valor.globo.com/empresas/noticia/2020/08/04/venda-de-imoveis-cai-213percent-no-rio-e-401percent-em-sao-paulo-em-maio-aponta-fipe.ghtml

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  • Cajuzinha 5 de agosto de 2020 at 11:31

    A intenção de compra para o Dia dos Pais está bem menos aquecida em relação ao ano de 2019, com uma queda de 23,9%. É o que aponta o estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de MG (Ipead/UFMG). O índice é o mais baixo dos últimos cinco anos.

    https://interessedeminas.uai.com.br/2020/08/04/com-pandemia-intencao-de-compras-do-dia-dos-pais-cai-239-em-minas/

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  • Cesar_DF 5 de agosto de 2020 at 12:27

    High Frequency Trading e computação | Nerdologia Tech
    https://www.youtube.com/watch?v=oQ4xTJ0sZsM

    Entenda os HFTs (High Frequency Trading) | Day Trader Pro
    https://www.youtube.com/watch?v=unDoXXQIKus

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  • homelessbubbles 5 de agosto de 2020 at 17:02

    Acho que estou vivendo no mundo de Monty Python. É a única explicação…
    https://www.oantagonista.com/brasil/pazuello-avalia-aplicacao-de-ozonio-retal/?desk

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    • Ilusionista 5 de agosto de 2020 at 17:25

      Num país onde o brasileiro médio prefere mais acreditar em benzedeiras, garrafadas de ervas vendidas em feiras, pastores que vendem desde óleos milagrosos a sementes de feijão, e que a grande maioria do povo se “consulta” no boteco da esquina (vá lá a noite e pergunte se alguém sabe de alguma coisa para aquela dorzinha), do que acreditar na ciência e medicina, nada mais surpreende.

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  • Cajuzinha 5 de agosto de 2020 at 18:22

    Varejo paulista fatura R$ 53,7 bi em maio; queda é de 13%, diz FecomercioSP
    De novo setores avaliados, apenas o de supermercados atingiu resultado positivo em maio

    Para a FecomercioSP, a liberação do auxílio emergencial teve efeito positivo para o varejo paulista e foi capaz de atenuar os prejuízos para os comerciantes em maio. Com o fim do benefício em setembro e a alta do desemprego, a entidade não espera um retorno rápido da economia, com retração das vendas no dia dos pais.

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  • Cajuzinha 5 de agosto de 2020 at 21:16

    “Prospectivamente, a incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia permanece acima da usual, sobretudo para o período a partir do final deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos auxílios emergenciais”, acrescentou o Copom.

    O comunicado reforçou ainda que a pandemia da covid-19 continua provocando a maior retração econômica global desde a Grande Depressão. “Apesar de alguns sinais promissores de retomada da atividade nas principais economias e de alguma moderação na volatilidade dos ativos financeiros, o ambiente para as economias emergentes segue desafiador”, completou o BC.

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  • Strike 5 de agosto de 2020 at 21:55

    Acabou a renda fixa…

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  • perdido no rio 5 de agosto de 2020 at 21:59

    Conforme já escreveram, depende do quanto vc gosta de morar aí e da sua situação financeira. Se for um lugar ótimo e R$100 mil não forem uma parcela relevante dos seus investimentos, e com Selic a 2% até 2021, acho que vale negociar e comprar. Mas não teria pressa em construir porque preço de materiais básicos está alto. Não sei se é pressão de dólar e da China ou se muita gente ainda não se deu conta de que o bananistão está em uma recessão complicada, após a crise econômica mais longa desde que começaram a medir os números. Só não sei se esse dólar alto, parcialmente empurrado pela Selic baixa, vai nos trazer uma nova estagflação.

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    • perdido no rio 5 de agosto de 2020 at 21:59

      Saiu errado, queria responder sobre a compra do terreno.

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    • Strike 5 de agosto de 2020 at 22:19

      Brother, não tenho os dados, mas, falando aqui de cabeça, numa conversa de bar mesmo, creio não é nem pressão do dólar nem da China, e sim pressão decorrente da alta demanda interna.

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      • perdido no rio 6 de agosto de 2020 at 12:45

        Por material de construção? Pode ser, não dá para saber, eu só achei improvável. Eu também não tenho nenhum número oficial, por isso eu listei a opção das pessoas daqui que não se deram conta de que não vão ter renda até 2021. Não consigo mais entender aumento no desemprego, no endividamento das famílias e junto com isso, aumento de financiamento imobiliário e de compra de material de construção. Estou deixando alguma coisa passar. Não consigo entender.

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  • Strike 5 de agosto de 2020 at 22:15

    Vocês têm noção do que é isto aqui embaixo???? Maior alta semestral em 10 anos????? Com esta última queda da Selic, o crédito imobiliário para pessoa física, que já era o mais barato disponível no mercado, tende a ficar ainda mais barato…
    “Financiamentos imobiliários têm maior alta semestral em 10 anos.”
    https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/financiamentos-imobiliarios-tem-maior-alta-semestral-em-10-anos-e-hora-de-comprar-a-casa-propria/

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    • perdido no rio 8 de agosto de 2020 at 14:01

      No curto prazo, com carência de 6 meses, pode parecer bom negócio. Quero ver se a economia não se recuperar em V, como o mercado financeiro anda falando. Recorde de pessoas sem emprego, sejam as desempregadas, sejam desalentados. Pagando 7% a.a. + extras no financiamento. Isso é a ntnb35. Eu achava que os resultados de Q2 já dispararam um choque de realidade, mas o discurso é que “todos esperavam”. Agora fica para out/Nov, quando soltarem os de QUE, que serão igualmente ruins.

      https://www.cnnbrasil.com.br/business/2020/06/30/pela-primeira-vez-mais-da-metade-dos-brasileiros-nao-tem-trabalho-diz-ibge

      Mesmo a Suécia, que não fez Lockdown e por isso teve muito mais mortes que os vizinhos, salvou pouco do próprio PIB, que caiu mais de 8% enquanto UE caiu uns 11%.

      https://www.bbc.com/news/business-53664354

      Com 2/3 dos brasileiros endividados no cartão de crédito, não vejo tanta gente apta a dar entradas e com o fim dos estímulos do governo é que vamos ver de fato o impacto na economia. Os R$600 daqui e os US$600 de lá estão segurando a onda, mas é inviável manter por muito mais tempo. Trump só precisa até às eleições, mas aqui a quadrilha do planalto precisa comprar a câmara e a população para que a família toda não seja presa. Vão afundar o país para a próxima geração.

      4+
      • Jonny Deep Blue 9 de agosto de 2020 at 10:55

        Boa tarde. Uma coisa é dúvida no cartão de crédito. Outra coisa é inadimplência.

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    • Jonny Deep Blue 24 de agosto de 2020 at 00:21

      Parece que são dois países em um por aqui: a Belindia. Um mix de Bélgica com India. E parte da “Índia” pouco contribui com esses indicadores econômicos. Por mais sensível que seja a massa de pessoas pobres, eu acredito sim na alta de preços promovida por essa classe mais abonada.

      0
  • CArlos 5 de agosto de 2020 at 23:13

    Mas não é um pilantra mesmo? A entrevista toda é cheia de bullshit…

    Paulo Guedes disse à Comissão Mista da Reforma Tributária que “vai ter fogão caindo 10% de preço” com a reforma tributária proposta pelo governo.

    https://www.oantagonista.com/economia/vai-ter-fogao-caindo-10-de-preco-promete-guedes/

    15+
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    • homelessbubbles 5 de agosto de 2020 at 23:34

      Pilantra demais. Tão safado que usa um fogão como exemplo, pra apelar para o povão mesmo.

      17+
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    • Strike 5 de agosto de 2020 at 23:45

      Esse cara é um tremendo dum fanfarrão… Quem ainda acredita nesse cara? Inacreditável, esse governo é uma vergonha total, que coisa mais abjeta, nem o PT chegou a esse ponto.

      19+
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    • perdido no rio 6 de agosto de 2020 at 12:49

      O fogão vai cair igual o preço das passagens aéreas caiu, 0,nada por cento. Igual os empregos que a reforma da previdência, que faz o assalariado bancar mamata de milico e magistrado. Picareta F D P.

      https://veja.abril.com.br/politica/paulo-guedes-e-investigado-pela-procuradoria-sob-suspeita-de-fraude/

      Ao longo de seis anos, o economista captou ao menos 1 bilhão de reais, de entidades como Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa), Postalis (Correios) e BNDESPar, braço de investimentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

      Parte do dinheiro das negociações foi injetada na HSM Educacional SA., controlada por Guedes, ainda segundo o jornal. Ela adquiriu de um grupo argentino 100% das participações em outra empresa, a HSM do Brasil, que buscava lucro na realização de eventos para estudantes e executivos e em palestras. A empresa, porém, apresentou prejuízos, afirma a reportagem, principalmente por causa das remunerações dessas palestras.

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  • CA 6 de agosto de 2020 at 07:50

    E ainda tem o Strike acima comemorando a BEE (Bipolaridade Econômica Extrema) do Brasil:

    23:59 horas: CEF amplia ao máximo o crédito imobiliário, com o menor juros de todos os tempos, apostando que todos terão condições de pagar por este financiamento e que a crise é só uma “gripezinha econômica” que passa logo

    00:00 horas: CEF diz que ninguém tem condições de pagar o financiamento imobiliário em função da crise aguda pela qual passamos e suspende os pagamentos do crédito imobiliário por meses

    No dia seguinte:

    23:59 horas: a CEF “confia” tanto que a crise é passageira que oferece 6 meses para o inicio de pagamento dos novos contratos de crédito imobiliário, “apostando” que até lá tudo estará melhor

    00:00 horas: a CEF diz que a crise é tão grave que ela será obrigada a prorrogar a suspensão de cobrança do credito imobiliário por mais meses e que ela fará isto por quantos meses mais forem necessários, porque não há como prever o fim da crise

    Pois é, só pessoas como o Strike que frequentam o blog e “não conseguem” (fingem não conseguir) entender a profunda incoerência que consta acima, que demonstra apenas uma coisa: a CEF está avançando mais do que nuca no crédito podre, em uma escala ainda mais inimaginável, sendo que bem antes da pandemia ela já era a maior proprietária de imóveis a venda no país e isto porque ela não retomou de imóveis dos inadimplentes, nem 1/3 do que deveria

    E outros bancos estão indo no mesmo caminho. Tudo para pedalar e maquiar com a queda dos preços de imóveis que servem de garantia junto a estes bancos, porque se a realidade aparecer, a liquidez real dos bancos aparecerá muito menor do que consta nos balanços e isto irá gerar efeitos nefastos para o sistema financeiro.

    Lembrando que nem o Lehman Brothers chegou a ser o maior proprietário de imóveis a venda do planeta em função da inadimplência.

    Lembrando que o subprime americano teve percentual de inadimplência muito menor que os 35%, do MCMV faixa 1.

    Lembrando que o aumento de preços de imóveis em relação à renda no Brasil foi muito maior que nos EUA e isto porque somos um país subdesenvolvido, com muitos problemas estruturais na economia, o que torna esta distorção ainda mais grave.

    E tem gente que comemora as pedaladas mais acima, esquecendo que quanto mais se pedala, pior será o estrago no futuro. Neste caso, estão fazendo todo o possível para gerar uma crise sistêmica. Vamos ver se vão conseguir.

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    • CA 6 de agosto de 2020 at 08:11

      E como estão atraindo as pessoas para um gigantesco suicídio financeiro, para se endividarem por décadas e em valores relevantes, em meio a uma crise aguda, sem precedentes no país e sem nenhuma luz no fim do túnel, ao contrário, sabendo que quando reduzir auxilio emergencial, quando acabar suspensão de pagamento de crédito imobiliário, quando não tiver mais suspensão de pagamento de dívidas para algumas empresas (ex: setor imobiliário), que quando acabar a carência de demissão para quem teve suspensão de contrato de trabalho ou redução salarial, a tendência clara é de que a queda na economia será ainda mais intensa?

      É um gigantesco bull trap!

      De um lado, a carência de 6 meses para começar a pagar o crédito imobiliário leva as pessoas a pensarem que esta é uma oportunidade única e eles não podem perder!

      Do outro lado, elas se estimulam a colocar todas suas reservas imobilizados em um imóvel sem nenhuma liquidez, em plena crise aguda e que vai piorar, porque os juros da renda fixa estão muito baixos e porque elas não tem o menor espírito critico e acreditam que esta é uma “crise passageira” e que teremos uma “recuperação em V”.

      Para enganar as pessoas, falam sobre “recuperação na economia” baseadas em auxilio emergencial, suspensão de dívidas e outras ações temporárias, que como explicado acima, quando fatalmente deixarem de existir, dai sim veremos o tamanho real da crise.

      Lembrando que as ações temporárias acima permitiram uma disparada temporária na poupança que deixou juros finais mais baixos e facilitou o crédito imobiliário, embora o principal neste caso seja a disparada no crédito podre via CEF, batendo recordes.

      Além disso, parte do crescimento do crédito imobiliário se dá pelas permutas complementadas por financiamento: isto já acontecia há anos, só que agora se intensificou ainda mais, porque como o dinheiro está escasso, mais pessoas precisam de financiamento para fechar a troca por outro imóvel mais caro.

      Outro ponto é que as vendas à vista caíram e aumentaram as vendas financiadas, há uma compensação nos números que se “esquecem” de mencionar.

      Lembrando que o grande crescimento do credito imobiliário com verba da poupança, foi na venda de usados e com base nos pontos acima, já no caso de novos, os financiamentos com credito imobiliário com verba da poupança ficaram praticamente estáveis e só cresceram via MCMV com altos subsidios e o recorde de credito podre via CEF. Considerar que no caso de imóveis de media e alta renda vimos quedas de vendas na ordem de 70% nas previas do último trimestre de Cyrela e Eztec e outras construtoras atrasam ou evitam previas para não aparecer a realidade muito rápido.

      E o bull trap também é na BOVESPA: várias empresas com “recuperações milagrosas” em meio a crise aguda que querem abrir capital em prazo recorde, antes que apareça a realidade sobre as maquiagens, pedaladas e situações insustentáveis em que elas basearam seus “brilhantes resultados”.

      O estrago no Brasil quando vier a tona o mundo real será inimaginável…

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      • MARK 6 de agosto de 2020 at 08:34

        O pior, CA, é que os 666 estão mesmo se suicidando financeiramente, estão financiando o que podem e sem ter uma garantia futura. Aqui em Santos eu estou mesmo vendo vendas de apartamentos acontecerem, tenho acompanhado usados. O que vende nós já sabemos, são os que baixaram o preço a níveis no momento mais aceitáveis. Vou citar dois exemplos que vi recentemente, um apto de 2 dormitórios seminovo aqui no Boqueirão, pronto, bonito de 80 m2 que saiu por 450k instantaneamente, estava há anos a 550k e não vendia. Outro de 430k no Gonzaga, também 2 dormitórios, prédio bom, mas com condomínio alto para 2 dormitórios, prédio com grandes chances de vir a ser reformado, este apartamento também precisava de reforma, mas tinha a vantagem de vaga grande demarcada e ser muito próximo do miolo do Gonzaga, por outro lado o andar era baixo. Por que eles venderam? Porque baixaram dos preços, saindo da casa dos 550k ou 600k e vindo para o patamar 400 e alguma coisa. No segundo apartamento, que até marquei pra ver, depois me retornaram dizendo que tinha um interessado na frente e estavam vendo o financiamento. Voltando à pandemia, como assim as pessoas estão financiando apartamentos num momento como este? Cabeça de 666, “não posso perder essa oportunidade, depois vai aumentar”. Se o sujeito tivesse o dinheiro e pagasse à vista sem comprometer sua renda, vá lá, mas financiando? Sim eles financiam, ainda mais podendo pagar o financiamento a partir de seis meses. Além desses dois fui ver um terceiro, só que de três dormitórios, no Gonzaga muito perto da praia, 560k, não quero de três dormitórios, fui mais pra passa o tempo.O apartamento estava vendido mas não conseguiram concluir a venda pois o banco não aceitou financiar pra outro 666.

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      • chigo 6 de agosto de 2020 at 20:12

        CA está doente? Quase não usam mais palavras maiúsculas 🙂

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  • Cajuzinha 6 de agosto de 2020 at 08:01

    Consumo se recupera na Europa, mas melhora não deve se sustentar
    O volume das vendas no varejo no bloco de 19 países que compoem a zona do euro cresceu 5,7% em junho, em relação ao mês de maio, segundo dados ajustados divulgados pela Eurosta

    https://valor.globo.com/mundo/noticia/2020/08/06/consumo-se-recupera-na-europa-mas-melhora-nao-deve-se-sustentar.ghtml

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  • Seguidor do Bolha BH 6 de agosto de 2020 at 08:33

    Olá pessoal, estou de volta.
    E retorno ao site com uma boa indicação de filme sobre o tema do site e com exibição gratuita, porém temporária.

    Documentário sobre especulação imobiliária tem acesso gratuito
    Filme de Miguel Antunes Ramos está liberado até 17/8, no site da Embaúba Filmes. Nesta quarta (5), diretor de %u2018Banco imobiliário%u2019 e urbanistas discutem seu tema em live
    https://www.em.com.br/app/noticia/cultura/2020/08/05/interna_cultura,1173122/documentario-sobre-especulacao-imobiliaria-tem-acesso-gratuito.shtml

    Página do filme
    https://embaubafilmes.com.br/locadora/banco-imobiliario/

    Aproveitem.

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  • CA 6 de agosto de 2020 at 09:41

    https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/08/06/desemprego-sobe-para-133percent-em-junho-diz-ibge.ghtml

    Trechos do link acima, entre “aspas”:

    “País perdeu 8,9 milhões de postos de trabalho em relação ao trimestre anterior e número de ocupados no Brasil atingiu menor nível da série histórica.”

    “Trata-se da maior taxa de desemprego desde o trimestre terminado em maio de 2017, quando também ficou em 13,3%. E o desemprego só não foi maior porque muita gente simplesmente deixou de procurar emprego ou não estava disponível para trabalhar em meio à pandemia de coronavírus.”

    “Queda recorde no número de ocupados

    O número de pessoas ocupadas no Brasil teve redução recorde de 9,6% em relação ao trimestre encerrado em março, superando o recorde anterior registrado no trimestre encerrado em maio, quando a queda foi de 8,3%.”

    “Recorde de 5,7 milhões de desalentados
    A população desalentada (que desistiu de procurar emprego) atingiu novo recorde de 5,7 milhões de pessoas, com alta de 19,1% (mais 913 mil) em relação ao trimestre anterior e de 16,5% (mais 806 mil) em relação ao mesmo trimestre de 2019.

    Já população subutilizada somou 31,9 milhões, atingindo também um novo recorde, com alta de 15,7% (4,3 milhões pessoas a mais) frente ao trimestre anterior (27,6 milhões) e de 12,5% (3,5 milhões de pessoas a mais) na comparação anual.

    A população fora da força de trabalho atingiu a marca recorde de 77,8 milhões de pessoas, alta de 15,6% na comparação com o trimestre anterior. Com isso, a soma do número de desempregados e de pessoas fora da força de trabalho (90,5 milhões) superou mais uma vez o de ocupados no país (83,3 milhões).”

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    • CA 6 de agosto de 2020 at 10:00

      Tradução:

      A profunda degradação dos empregos que já existia antes da pandemia está piorando muito e rapidamente.

      O que não consta na reportagem e é o mais importante:

      A tendência é que a degradação dos empregos e renda vai se aprofundar ainda mais nos próximos meses e ao que tudo indica, isto é inevitável.

      Talvez tenhamos algum “soluço” ilusório de recuperação, baseado em uma combinação de dados enviesados (exemplos: focados só no CAGED e “desaceleração de demissão de CLT”, ou ainda, “baseado” só no índice de desemprego do PNAD/IBGE, esquecendo outros indicadores). Estes “soluços”, se ocorrerem, também terão como “base” maquiagens e pedaladas, bem como subsídios e crédito podre (exemplos: setores IMOB e automobilístico), além de efeitos ainda existentes dos R$ 50 bilhões mensais de auxílio emergencial, suspensão de pagamento do crédito imobiliário (alguns aumentam consumo aproveitando que não estão pagando as “parcelinhas” do crédito imobiliário!), dentre outras ações temporárias e emergenciais.

      Quando o governo “tirar as rodinhas” da bicicleta, acabarem os vários auxílios temporários e emergenciais, aí é que vai começar a “cair a ficha”:

      – Vários pequenos estabelecimentos se mantendo “na fé” e na expectativa de retomada relevante do consumo, sobrevivem aumentando endividamento e com prejuízos relevantes todo mês sendo cobertos pelo patrimônio dos donos combinado com este aumento de endividamento. Ao verem que não existirá o aumento de consumo esperado, novo crescimento de lojas, restaurantes e afins fechados;

      – Idem para indústrias que fornecem para os estabelecimentos acima;

      – Círculo vicioso com diminuição de emprego / renda piorando o que consta acima.

      E vários outros pontos de clara volta à realidade.

      A conferir..

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      • Cajuzinha 6 de agosto de 2020 at 11:24

        E não é só isso, CA, tem a queda da renda principalmente de alguns profissionais que não entram nessa conta dos desempregados, mas que de alguma forma perdeu renda e com tendência de piorar.

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        • CA 6 de agosto de 2020 at 12:03

          Cajuzinha,

          Sim!

          Nesta categoria de quem teve perda relevante de renda, mesmo sem estar desempregado nas estatísticas oficiais, alguns exemplos:

          1) Subempregados: de acordo com a reportagem que coloquei acima e dados do IBGE, no último trimestre batemos recorde histórico de subempregados. Isto significa que temos um enorme contingente de pessoas (dezenas de milhões) que estão trabalhando menos horas do que poderiam e precisam e consequentemente, tem um rendimento menor. Nesta categoria, entram por exemplo, aquele pessoal com contrato intermitente, tipo de contratação que se iniciou no final de 2017, ou ainda, Ubers e afins, cabeleireros, vendedores de docinhos, etc, etc, etc, que tem podido trabalhar muito menos horas do que antes. Nestes casos e diversos outros, contam como “empregados”, mas a queda da renda foi brutal;

          2) Donos de lojas, restaurantes e outros pequenos negócios: muitos tiveram perda muito relevante em seus rendimentos. Alguns, como disse acima, estão usando o próprio patrimônio (venda de carro, casa, etc) para tentarem fazer com que negócio sobreviva. Outros, que ainda não desistiram, não estão tirando “um centavo” do negócio. De novo, estes empreendedores todos contam como empregados com negócio próprio, mas com renda destruída;

          3) Pessoas que tiveram suspensão do contrato de trabalho usando a brecha dada pelo governo, com carência de prazo para não serem demitidos. Eles não se enquadram como subempregados ou desalentados, mas de novo, tiveram perda relevante da renda, fora a própria ameaça a continuidade do emprego quando passar a carência;

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  • Senhor Bolha 6 de agosto de 2020 at 14:11

    Maravilha pessoal.
    Olhe o preço do ouro KKKKK

    https://www.youtube.com/watch?v=ReUtddHlyHw

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  • Moreira 6 de agosto de 2020 at 17:21

    CA,
    essa queda da renda é real e está mais próximo da gente do que imaginamos. É provável que não volte ao que era antes.

    CVR 1
    Colega dentista consolidado. Renda de 30 a 40 mil por mês. Consultório mais cursos e aulas. 65% dessa renda vinha das atividades de educação. Mas agora caiu na clínica o número de pacientes, diminuiu a frequência dos existentes. Os cursos diminuíram significativamente. Como os curso tem conhecimentos procedimentais, o EAD não resolve. Ou pelo menso dificulta. Resultado: renda caiu pelo menos pela metade.

    CVR 2

    pessoa próxima tem loja no ramo de luxo (roupa de festas e casamento). Um ano e meio de existência mais ou menos. Lucro mensal na faixa de 15 a 20 mil. Deve ter quase zerado. Não tem festa, não tem casamento, não tem formatura. E o luxo não é mais prioridade das pessoas, no geral. Saiu do emprego que ganhava 8 mil por mes para se dedicar ao negócio e pegou a grana da rescisão e investiu nesse negócio.

    CVR 3

    pessoa próxima montou um restaurante em área nobre de bsb (pegada natureba/vegana). Mais ou menos um ano de existência do negócio. A pandemia chegou e… queda brutal na receita. Pessoal migrando pro delivery. Mas receita caiu sinificativamente pq ta todo mundo cozinhando mais em casa.

    Resumo: essas três pessoas consomem bem menos do que antes! E tem menos recursos. E podem nunca mais ter a mesma receita de antes da pandemia.

    Muita coisa mudou e mudará.

    Correção: última postagem escrevi presidente de madrid. Óbvio que me referi à Espanha!

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    • MARK 6 de agosto de 2020 at 19:09

      Corretíssimo, Moreira!
      A renda dessas pessoas caiu, e muito, e tende a permanecer ruim. Uma antiga dentista minha está vendo documentação para ir para o exterior, Portugal, pois não conseguem manter o padrão de vida. Na verdade o pai tem um emprego público e ajuda os dois filhos, que já são casados. Um dia o velho vai dessa pra melhor e quem vai ajudar a pagar a escola cara das crianças? Vejo diversas lojas que fecharam as portas mesmo, restaurantes que também fecharam, outros foram para o delivery mas esse é outro público, tem muito mais concorrência. Como manter o padrão? Como sobreviver? Como pagar as contas e o condomínio alto do seu apartamento diferenciado? Acompanhemos os próximos capítulos já apontados pelo CA. E sim, o IPCA e a SELIC são uma mentira, o mercado está bem mais caro.

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      • Cajuzinha 6 de agosto de 2020 at 21:59

        A grande questão dos que tinham um padrão mais alto, tipo médico, são estes que estão com prestação mais alta para pagar (financiamento de imóvel, condomínio de prédio padrão alto, por aí…)

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  • Lord of All 6 de agosto de 2020 at 18:22

    CVR
    Sra. Lord acabou de chegar do supermercado. Gastou 500 bozos numa compra mediana, sem luxos, e isso que moramos em apenas duas pessoas.
    E aí, tem inflação ou não tem?
    Há um ano atrás eu gastava cerca de metade desse valor.
    Como q fica essa bhoxta de selic à 2%?
    Estamos sendo enganados como nunca com esse ipca.
    A lógica do Imposto Ipiranga é ferrar a economia pra multiplicar seus investimentos na B3?

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    • CArlos 6 de agosto de 2020 at 18:46

      Fiquei assustado quando estive no Brasil depois de alguns anos, tava indo pro mercado e peguei uma nota de 100, coisa rara antes, minha mãe disse: Não vai dar pra comprar quase nada, leva pelo menos 200… 😛

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  • Cajuzinha 6 de agosto de 2020 at 18:40

    Economia está voltando; questão é até quando se sustenta, diz Ramos, do Goldman Sachs
    Diretor de pesquisa econômica lembra que não se sabe como será reação do PIB quando começarem a ser retiradas medidas de estímulo fiscal e monetário
    Por Hugo Passarelli, Valor — São Paulo

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  • Cajuzinha 6 de agosto de 2020 at 18:47

    O presidente da Ademi-PE, Gildo Vilaça, lembra que Pernambuco não acompanha os índices nacionais por ter ficado mais tempo com obras paradas. “Apesar disso, os empreendimentos de baixa renda estão com boa performance. Muito do que seria lançado no primeiro semestre será feito agora. Para quem tem renda garantida – como funcionários públicos – este é o melhor para adquirir o imóvel devido à baixa taxa de juros”, afirma.

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    • perdido no rio 6 de agosto de 2020 at 22:21

      Lembram daquela coletânea de matérias com o título “A hora é agora”? Todo ano tem.

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  • Cajuzinha 6 de agosto de 2020 at 18:50

    Com o avanço dos serviços digitais e do home office, o Banco do Brasil quer reduzir em R$ 690 milhões os gastos com aluguel e manutenção de imóveis nos próximos cinco anos. Por isso, promete otimizar o uso do espaço físico dos escritórios e das agências bancárias e ainda planeja vender imóveis avaliados em R$ 500 milhões.

    Vice-presidente corporativo do Banco do Brasil, Mauro Ribeiro Neto contou nesta quinta-feira (06/08) que a preocupação com a otimização do uso dos espaços físicos já existia, mas se aprofundou com a cultura do home office imposta pela pandemia do novo coronavírus. Por isso, agora o BB pretende reestruturar o espaço dos seus escritórios e ampliar a venda dos imóveis que podem ser desocupados.

    “Nos prédios corporativos, a reestruturação dos espaços, fazendo escritórios compartilhados, vai gerar uma economia de R$ 690 milhões até 2025.

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  • CA 6 de agosto de 2020 at 19:31

    Mais acima uma notícia com comentário do Goldman Sachs dizendo que a economia “está voltando”, mas que “não sabem” como vai ficar depois que forem retirados os auxílios emergenciais e outras medidas de socorro do governo.

    Lembrei-me de algo:

    Tem duas empresas que tem uma relação com “sustentabilidade”, sendo que ambas, em meio a crise, estão com desempenho excepcionalmente bom. A primeira porque tem alguns dos maiores clientes que estão surfando naquilo que virou necessidade básica no momento e aumentando pedidos, a segunda, porque é ano de eleições municipais e são líderes disparados em um produto que vende muito bem neste período para prefeituras, via licitações.

    Ocorre que os resultados da primeira tem ameaça forte pela cotação muito elevada do dólar e que pode disparar, além de perda de euforia dos clientes quando tivermos nova volta ao normal. Já os negócios da segunda, sempre despencam no ano seguinte ao das eleições municipais. Para piorar, ambas com seríssimas dificuldades de caixa apesar do crescimento no faturamento e mal conseguindo pagar os fornecedores para poderem comprar os componentes e cumprirem com as vendas já oficializadas, tudo fruto de uma intensa política de ciranda financeira e sempre vendendo o jantar para poderem almoçar, ao longo de vários anos.

    A segunda pensava em abrir Capital na BOVESPA (IPO) no segundo semestre de 2021, a primeira ainda depois disto. Ambas tiveram investidores diferentes entrando no último ano com aportes relevantes e foram separando estruturas, mantendo poucas áreas compartilhadas. De repente, pelos contatos dos investidores recentes, conversaram com 4 bancos, 2 deles multinacionais e de investimentos do porte do Goldman Sachs que foi mencionado acima e qual a “orientação” deles?

    Tem que fazer o IPO até dezembro/2020, sem falta! “É agora ou nunca”!

    E o conselho acima, se deve ao fato que estes bancos sabem, melhor do que ninguém, que quando o governo “tirar a rodinha da bicicleta”, ela vai cair. E sabem que isto chega no máximo até o final deste ano, depois disto, o ilusionismo vai se desmanchar e não só nos resultados das empresas em função do que consta acima, porque na virada para 2021 ainda demorariam para aparecer os estragos para estas empresas, mas sim, com relação à derrocada da economia como um todo.

    Várias empresas que estão com enormes maquiagens e pedaladas, que estão com o caixa destruído e/ou que sabem que estão surfando em situações absolutamente insustentável, garantida por auxílios temporários do governo, por exemplo, estão se apressando para fazerem o IPO até o final deste ano e também estão intensificando como nunca as pedaladas e maquiagens.

    Este é o bull trap da BOVESPA, uma corrida insana por novos IPO´s neste ano, para capturarem o máximo de sardinhas que puderem. Os controladores destas empresas, se der certo o esquema, enriquecerão muito, assim como talvez consigam um caixa para se manterem em pé por mais algum tempo, mas para os investidores da BOVESPA, será um péssimo negócio e isto vai aparecer e o preço das Ações correspondentes vai se derreter, ainda em 2021. Lembrando que no caso dos sardinhas do Brasil, estamos falando daquele volume recorde de pessoas físicas que entraram na BOVESPA nos últimos anos sem entenderem nada do mercado de capitais e acreditando em todo o tipo de promessa ufanista, porque os investidores estrangeiros em si, estes já pularam fora em volumes igualmente recorde faz tempo.

    A conferir…

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    • socrates 6 de agosto de 2020 at 19:56

      CA, se as pessoas começarem a investir o “excesso” do auxílio emergencial na Bovespa , o governo tem tudo para paga-lo em dobro já que a ideia é enriquecer os amiguinhos se passando de bom samaritano para o gado.

      Ex: sem obrigação de pagar prestação de imovel/aluguel e com proibição de corte de agua e luz, a pessoa consegue viver com 400 reais se não sair de casa e fizer a própria comida (quarentena). O excesso, como ela gastará? Poucos irão juntar: a maioria irá torrar na Bovespa que é “lucro certo”!

      Em um cenário assim, pouco se importando para as contas públicas e utilizando a desculpa “de que é essencial”, o governo até aumentaria o auxílio já que as pessoas obviamente dobrariam a meta uma vez que “estão ganhando”.
      Mesmo as fraudes seriam toleradas contanto que o destino final delas fosse em sua maior parte para a Ibovegas!

      TOO MUCH WINNING!!!!

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      • CA 7 de agosto de 2020 at 06:55

        Sócrates,

        Não é bem assim…

        Não houve nenhum perdão amplo, geral e irrestrito para as pessoas poderem deixar de pagar aluguel, nem proibição total de corte de luz e água por falta de pagamento, existiram sim algumas situações pontuais neste sentido.

        Mesmo no caso da suspensão do pagamento do financiamento imobiliário, apenas uma parcela de quem recebeu o beneficio usufruiu disso, muito estavam no aluguel, outros já tinham imóveis pagos de parentes onde ajudavam com pagamento de outras contas, ou deles mesmos e tem ainda um grupo que vivia em terrenos invadidos de comunidades pagando “taxas” para milícias.

        Em sua grande maioria, as pessoas agraciadas com o beneficio emergencial não sabem nem como aplicar na BOVESPA, nem ouviram falar e muitos dos que ouviram falar, não vão querer fazer isto por ser “complicado e trabalhoso”, por isto que apesar do rendimento da poupança ser muito baixo, foi ela que teve grande crescimento nas aplicações a partir do pagamento do auxilio emergencial.

        Outra parte relevante do que “sobrou” do auxilio emergencial foi para o consumo.

        Só a menor parte de todas e na maioria das vezes daqueles que fraudaram o sistema para receber o benefício é que foi parar na BOVESPA e em outras aplicações mais “sofisticadas”.

        Importante:

        O governo não precisa da motivação da BOVESPA para manter o auxilio emergencial, pois o aumento relevante na aprovação do presidente no Nordeste já é motivo mais do que suficiente para quererem manter e ampliar o beneficio.

        Mas querer não é poder, este é o ponto!

        O governo não pode simplesmente ir aumentando sua divida indefinidamente pelos motivos que já expliquei por aqui inúmeras vezes:

        Tínhamos divida / PIB acima de 50% da média dos emergentes antes da pandemia, como já gastamos mais durante a pandemia que a media dos emergentes, ficaremos ainda piores neste indicador e isto já vai nos levar a uma fuga de dólares ainda maior, inviabilizando a alguns produtos muito dependentes de importados, gerando quebra de empresas com alto endividamento em dolar, secando de vez os investimentos estrangeiros e outras consequências negativas e altamente impactantes.

        Outro ponto é que para mitigar os efeitos acima o governo tem que aumentar impostos, o que automaticamente significa reduzir investimentos e consumo.

        Na prática, a situação acima leva a queda de empregos e renda, ao mesmo tempo que endividamento e inadimplência disparam mais ainda, forçando juros finais mais altos e este conjunto retroalimenta o círculo vicioso da crise tornando-a cada vez mais aguda.

        O governo sabe do que consta acima e também sabe que uma crise cambial e sistêmica iria explodir ainda neste mandado se ele insistir em manter os benefícios emergenciais nos níveis atuais, por isto que ele não irá fazer isto.

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        • socrates 7 de agosto de 2020 at 08:31

          Sim, CA. Por aqui a Bovespa aimda é usada por muito poucos apesar das taxas para aplicar terem caido de 20 para 0 reais em pouco tempo.

          No comentario quis fazer referencia ao que pode vir a ocorrer uma vez que a situaçao acima é factivel se levarmos em conta “nosso exemplo”, o EUA.

          Por lá o auxilio foi de 600 dolares por semana + um cheque de 1200 dolares. Com as pessoas presas em casa, houve uma corrida para as FANGS que ja recuperaram o valor prepandemia apesar na queda brutal do consumo

          https://www.infomoney.com.br/stock-pickers/robin-hood-quando-a-pessoa-fisica-venceu-o-mercado/amp/

          Obvio que eles podem ser a desculpa para a subida das açoes, uma vez que o que o povo ganhou apesar de muito perto do brasil foi esmola perto dos bancos e fundos amigos. Mas de qualquer jeito é um “otimo exemplo” que poderia ser replicado em outras colonias mundo a fora, tal qual o metodo da nossa bolha imobiliaria que foi importado da Espanha.

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  • socrates 7 de agosto de 2020 at 00:07

    Em tempos de vacas magras e inflação mascarada, boas promoções tem que ser aproveitadas.
    Para quem quiser fazer uma média com a criançada:

    https://www.pelando.com.br/ofertas/burger-king-ate-70-off-no-delivery-entre-0h-e-5h-468391

    Burger King – Até 70% OFF no delivery entre 0h e 5h

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    • CArlos 7 de agosto de 2020 at 00:47

      Não posso mais com Burguer King, na hora de comer até que vai, depois fico em um estado péssimo, acho que estou ficando velho…
      Ou foi porque comi muito neles faz algum tempo, estavam meio mal das pernas na época e distribuiram aqueles talôes de desconto, cada um com várias centenas de cartôes de desconto 🙂

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  • Cajuzinha 7 de agosto de 2020 at 06:33

    Renda cai na pandemia e uma a cada três famílias atrasa as contas
    A crise sanitária do coronavírus começa a desacelerar no ES e em algumas regiões do país, mas ela deixará como herança um alto endividamento em muitos lares
    Siumara Gonçalves
    [email protected]

    A renda das famílias está menor. O valor das dívidas, não. Pelo menos uma em cada três famílias de Vitória está com as contas atrasadas, segundo dados da Fecomércio.

    Uma pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), publicada em julho, também mostrou que 35% das pessoas acreditam que sua situação financeira vai piorar depois a pandemia e 40% que ficará igual ao que era antes.

    O vice-presidente da Fecomércio, João Elvécio Faé, complementa que não é só a pessoa física que está endividada, mas os lojistas também sentiram o impacto. Ele afirma que, com o fechamento das lojas, durante os primeiro meses da pandemia nos Estados, quem não tinha reserva financeira teve que fechar as portas.

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  • Moreira 7 de agosto de 2020 at 11:06

    CVR

    conversando agora pela manhã com uma colega de trampo, acabei comentando com ela que estou querendo mudar minha lotação de área (pasta) no serviço público. Então ela solta: pq vc não foca em bolsa de valores nas horas vagas, meu marido está na bolsa e ganhou 7 mil no último mês.

    Ela concluiu exatamente assim: “são muitas oportunidades bem mais fáceis”.

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  • MARK 7 de agosto de 2020 at 11:13

    CVR do dia:
    Há umas três semanas fui ver um apartamento na Bernardino de Capos, próximo à Praia e junto ao Gonzaga. Pelas fotos parecia ser pequeno, mas às vezes é uma impressão. 2 dormitórios, suíte, 430k, prédio bonito com piscina, mas vaga coletiva. Quando eu entrei na sala já me assustei, era bem menor do que parecia na foto, dizia ter 72m2, mas não encontrei 50m2 naquilo. Ainda brinquei em casa que para ir de um ambiente ao outro bastava eu ficar no corredor e rotacionar o corpo, uma perna ali o quarto, outra lá a sala… na cozinha então, nem caberia a perna inteira. Despistei o corvo e já disse que não gostei. Passou semanas mandando coisas e ignorei. Hoje voltou perguntando se precisa de ajuda. Respirei e obtive o CVR de hoje. “Mark, a proprietária daquele apartamento me ligou à tarde, está desesperada, pediu para entrar em contato com você para que faça uma proposta.”. Eu não quero mesmo, é muito pequeno. Mas gostei de ouvir o áudio dele “Estes tempos estão bem difíceis pra vender…” Como já dissemos em conversas anteriores, aqui no blog, só vende o que tem preço e qualidade. Até revi minha negativa pra ele, já que foi franco.

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    • CArlos 7 de agosto de 2020 at 11:56

      Compra uma daquelas trenas lazer ching-ling.
      Elas são precisas o suficiente pra desmascarar corvos e propriotários mentirosos 😉

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  • Cajuzinha 7 de agosto de 2020 at 11:18

    Bolsonaro ainda não tem dinheiro para seu Bolsa Família
    Puxada por gasolina e conta de luz, inflação é a maior para julho em 4 anos

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  • Cajuzinha 7 de agosto de 2020 at 11:23

    Fortemente impactados pela grave crise econômica causada pelo novo coronavírus, famílias e empresas quase triplicaram o volume de pedidos de crédito com garantia em imóvel próprio em abril, na comparação com março.

    É o que aponta levantamento feito pela plataforma Credihome, especializada em empréstimos com lastro imobiliário.

    Em fevereiro e em março, foram solicitados, em média, R$ 2 milhões em contratos de empréstimo.

    Já em abril, um mês após as primeiras medidas de isolamento social, esse volume subiu para R$ 5,3 milhões, segundo a Credihome.

    Segundo Cidinaldo Boschini, os imóveis são dados como garantia em empréstimos bancários pelo valor de liquidação forçada, ou seja, por 60% do valor de avaliação do mercado.

    O especialista explica que diante do cenário econômico que se desenha para os próximos meses o aumento da inadimplência e da renegociação de empréstimos vencidos será inevitável.

    “Em grandes crises econômicas os níveis de inadimplência podem atingir em média cerca de 20% do total de empréstimos bancários.

    https://www.jornalcontabil.com.br/imoveis-como-garantia-para-emprestimos/

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  • Cajuzinha 7 de agosto de 2020 at 11:38

    Auxílio emergencial evita crise dos supermercados e fim do benefício preocupa
    Para Carrefour e GPA, ajuda sustentou o consumo das famílias na pandemia; faturamento dos atacarejos subiu 23,9% em julho deste ano na comparação com 2019

    “Não sentimos efeito da crise pelo auxílio emergencial, mas ele vai acabar”, disse o vice-presidente do grupo Carrefour, Stephane Engelhard, durante live da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), um dia antes da divulgação de resultados do grupo. O diretor financeiro do grupo disse no dia seguinte ao Estadão/Broadcast que a empresa trabalha com o cenário de que essa medida deve cessar nos próximos meses. “Achamos que o auxílio emergencial vai acabar, o desemprego vai subir. Teremos crise pela frente, mas é cedo para dizer como será”, diz Durchon.

    https://www.otempo.com.br/economia/auxilio-emergencial-evita-crise-dos-supermercados-e-fim-do-beneficio-preocupa-1.2368831

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    • CA 7 de agosto de 2020 at 12:28

      Cajuzinha,

      Todo mundo sabe que se o governo quiser postergar o auxílio emergencial para além de 2021, nos moldes e montantes atuais, as consequências negativas para economia e sociedade serão ainda maiores do que se interromper ou reduzir este auxílio.

      A diferença é que alguns admitem que o encerramento ou no mínimo uma redução relevante no auxílio emergencial (no valor total do desembolso do governo) é inevitável, enquanto outros fingem não saber, ou pior ainda, fazem de conta que o benefício emergencial nem faz muita diferença para a economia e para a capacidade de compra das famílias (a exemplo do setor imobiliário e o Universo paralelo em que ele habita).

      Só que não é “apenas” o auxílio emergencial que terá que acabar ou diminuir sensivelmente no montante desembolsado pelo governo. O mesmo se aplica à isenção temporária de impostos para empresas. Idem para a suspensão de contratos de trabalho e reduções salariais com período de carência para demitir. Situação análoga quanto a suspensão de pagamentos de parcelas do empréstimo imobiliário. Idêntico a isto, para “condições especiais” para empréstimos à empresas via banco público (exemplo: empréstimos de pai para filho da CEF para setor da construção civil, agora concedendo meses de carência, reperfilamento da dívida, etc). Tudo isto sendo ainda mais prejudicado porque o governo na prática vai ter que aumentar os impostos (por mais que o governo esteja desmentindo esta hipótese).

      É pelo conjunto de situações temporárias acima, que não podem ser estendidas “indefinidamente” e que aliás em sua grande maioria terão que se encerrar ainda em 2020, mais a questão de termos que subir os impostos novamente, que podemos ter certeza da “crise que vem por aí” e foi mencionada, ainda de maneira eufemista, no artigo acima.

      Estamos caindo de uma altitude bastante elevada, até aqui não descemos quase nada, porque estamos com um paraquedas que são estas ações temporárias, neste momento ainda tem uns loucos (ex: governo via galera do IPiraNaGrana, setor imobiliário, pessoal que fatura com especulação irracional na BOVESPA, etc) dizendo que “até aqui tudo bem, não vejo nada demais”, só que quando cortarem as cordas do paraquedas, veremos que estávamos indo na direção de um gigantesco desfiladeiro, repleto de animais carnívoros e famintos à volta, com gigantescos espinheiros onde fatalmente iremos aterrizar, sem água nem qualquer alimento que consigamos caçar, onde não teremos nenhuma arma sequer para defesa (degradação dos empregos que irá acelerar como nunca, assim como a destruição da renda, super hiper inadimplência ampla geral e irrestrita, para empresas, governos e principalmente famílias, novas quedas relevantes em consumo e investimentos, etc, etc, etc).

      A conferir…

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      • perdido no rio 8 de agosto de 2020 at 14:14

        Perfeito, CA. Acompanho divulgação dos resultados das empresas listadas na bolsa. Quase invariável queda de dois dígitos em receita e lucros, quando estes não viraram prejuízos. Narrativas de que é tudo temporário e que o valuation mira na perpetuidade. Mas ninguém fala de períodos mais longos com queda de resultados e ela virá quando o dinheiro grátis acabar. Não apenas o auxílio emergencial que sustenta muito do consumo, mas os empréstimos e garantias de dividas corporativas pelo tesouro.

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  • CArlos 7 de agosto de 2020 at 18:25

    Hahahahaha hahahaha hahahaha, me lembrei daquele vídeo do porteiro, o coitado agora vai ter que comprar quadros de cavalo ;-P

    Reforma em um dia: quarto vira home office e ateliê com soluções criativas

    Durante a pandemia, muita gente se viu tendo que improvisar um escritório em casa. A jornalista Luciana Cesetti também passou por isso, e com um agravante; demitida do trabalho, teve que partir para o plano B e investir em sua arte.

    O resultado dessa dupla mudança: seu apê virou um depósito com tintas, papeis, pinceis e todos os apetrechos que usa para fazer murais e quadros espalhados por todos os cantos.

    https://www.uol.com.br/nossa/videos/2020/08/07/reforma-em-um-dia-quarto-vira-home-office-e-atelie-com-solucoes-criativas.htm

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  • Cajuzinha 7 de agosto de 2020 at 18:34

    Dona da Ricardo Eletro pede recuperação judicial e fechará todas as lojas
    Com o fechamento de todas as lojas com a pandemia, a empresa chegou a perder mais de 92% do faturamento e pode fechar até 200 lojas
    Por Karin Salomão
    Publicado em: 07/08/2020 às 17h56

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  • Cajuzinha 7 de agosto de 2020 at 18:36

    Outro corte de custos foi no salário da presidência e diretoria, que foi reduzido pela metade. Com todas essas medidas a empresa deve cortar 80% de todas as suas despesas.

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  • Cajuzinha 7 de agosto de 2020 at 19:30

    Com crise fiscal, ambiental e política, fatia de fundos globais no Brasil é a menor desde 2001

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  • homelessbubbles 7 de agosto de 2020 at 19:31

    Já que o CA citou IPO’s na Bovespa…
    Duas construtoras que planejavam lançar ações na bolsa este ano desistiram porque não houve demanda pelos seus papéis.
    https://www.moneytimes.com.br/you-inc-cancela-ipo-devido-a-fraca-demanda/
    https://www.infomoney.com.br/mercados/direcional-cancela-ipo-da-controlada-riva-9-acoes-dirr3-caem-mais-de-7/

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  • CArlos 7 de agosto de 2020 at 21:07

    Só falta descobrirem que Bezos está comprando ouro 😉

    Cada vez mais rico, Bezos vende US$ 3,1 bi em ações da Amazon

    (Bloomberg) — Os números são impressionantes: 1 milhão de ações da Amazon.com vendidas por mais de US$ 3,1 bilhões. E ainda assim para o vendedor, Jeff Bezos, quase não há impacto em sua participação na gigante de comércio eletrônico.

    A operação, divulgada na quarta-feira na SEC, se soma à venda de US$ 4,1 bilhões no início deste ano. Os recursos são uma fração da valorização das participações de Bezos neste ano, quando a pandemia de Covid-19 obriga pessoas a ficarem em casa e impulsionam a demanda pelos serviços de comércio eletrônico da Amazon.

    Para Bezos, de 56 anos, 2020 tem revertido a relativa contenção na redução de sua fatia na Amazon ao longo dos anos. Bezos ainda possui mais de 54 milhões de ações, e sua fortuna soma US$ 189,8 bilhões, de acordo com o Índice de Bilionários Bloomberg. Seu patrimônio líquido aumentou US$ 74,9 bilhões desde janeiro, enquanto as ações subiram 73% no período.

    https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2020/08/06/cada-vez-mais-rico-bezos-vende-us-31-bi-em-acoes-da-amazon.htm

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  • CA 7 de agosto de 2020 at 22:19

    O artigo abaixo é interessante sobre as constatações do quanto empobrecemos, mas erra feio ao falar sobre as pseudo soluções de tentar resolver via bolhas de FIES, imobiliário e tantas outras que estão na causa raiz dos nossos problemas mais profundos.

    https://www.istoedinheiro.com.br/estamos-mais-pobres/

    Destaco os trechos que mais valem a pena:

    “PIB per capita brasileiro terá encolhido 11% em sete anos, enquanto o mundo crescerá 4%. e essa perda de renda não atinge apenas a base da pirâmide.”

    “Os dados fazem parte de uma pesquisa da LCA Consultoria e evidenciam que, mais do que a recessão de 2015-16, a falta de capacidade de reação da atividade brasileira após 2016 travou qualquer ascensão de classe social e colocou como única opção para brasileiros de diversas faixas de renda descer na pirâmide econômica.”

    ” “O País deixou de crescer nos últimos anos, principalmente quando comparamos com os outros emergentes. No Brasil, o buraco é mais embaixo” Cosmo Donato Economista da LCA.”

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  • Loucodf 8 de agosto de 2020 at 07:05

    Por desemprego ou queda na renda, jovens voltam a morar com pais na crise…

    A designer gráfica Letícia Andare, 30, visitava sua família em Pouso Alegre (MG), a 200 quilômetros de São Paulo, duas vezes por mês desde 2018. Com a pandemia de coronavírus, ela foi demitida do emprego e teve que entregar o apartamento, onde morava de aluguel com duas amigas, na região do Paraíso, bairro de classe média na capital paulista. Voltou a morar com sua mãe e o irmão. “Quando eu soube da demissão, a primeira coisa que me veio à cabeça foi: ‘preciso economizar o máximo possível’. O apartamento era meu maior gasto”, afirmou ela, que tinha uma despesa mensal de R$ 1.700…. –

    Andare chegou a receber um desconto de 50% na locação, o que considerou ainda assim inviável, por ter que pagar para manter os cômodos vazios. À distância, tenta resolver há três meses os entraves burocráticos de vistoria e reparos com a dona do imóvel e a imobiliária. Sem emprego formal, ela chegou a desembolsar R$ 1.500 entre pintura, pequenos consertos e mudança. Um levantamento da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (Aabic) revela um aumento no percentual de imóveis disponíveis para aluguel no estado de São Paulo. Em julho, esse índice chegou a 24%. Antes da pandemia de covid-19, era de 18%. Desse total, 70% dos imóveis vagos são residenciais…

    A rotina da corretora de imóveis Daiane Gonçalves, 28, mudou completamente nos últimos meses. A jornada dupla de trabalho, no seu emprego atual e no bar inaugurado por ela e pelo marido em novembro de 2019, foi interrompida pelo coronavírus. Moradores de Atibaia (SP), eles devolveram as chaves do apartamento alugado e foram acolhidos pelos pais dela, também na mesma cidade. A economia mensal chegou a R$ 2.000, considerando aluguel, condomínio e contas. A renda do casal caiu drasticamente de março para cá, com a perda da receita bruta de R$ 12 mil por semana do bar. Mesmo com a reabertura gradual do empreendimento depois de mais de três meses, a estadia na casa com o pai e a mãe de …

    – Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/08/08/desemprego-ou-queda-na-renda-jovens-voltam-a-morar-com-os-pais-na-pandemia.htm?cmpid=copiaecola

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    • CA 8 de agosto de 2020 at 08:03

      Loucodf,

      Temos diversas situações que levam a uma vacância maior de imóveis para alugar, o que fatalmente impulsionará os preços destes aluguéis para baixo, pela lei de oferta e procura. Alguns exemplos:

      – Desemprego ou queda brutal de renda em negócio próprio, como nos exemplos do artigo que você colocou acima, levando pessoas a voltarem a morar com familiares;

      – Trabalho home office onde a pessoa vai morar em casa de parente no interior ou litoral, abandonando o imóvel em que era inquilino na Capital;

      – Pessoas que já viviam em situação precária, com renda muito baixa e enorme dificuldade para pagar o aluguel e com a piora na economia e sem ter um parente a quem recorrer, passaram a viver na rua. Tivemos crescimento recorde desta situação nos últimos meses;

      – Pessoas que vieram para regiões que teriam mais empregos, às vezes, muitos anos atrás e que agora que não enxergam expectativas de melhora, decidiram voltar para suas regiões de origem.

      E a tendência é dessa vacância nas principais regiões metropolitanas só aumentar no curto e médio prazo, conforme os socorros governamentais forem diminuindo e a realidade aparecer de forma mais clara.

      Em virtude do que consta acima, o suicídio financeiro de comprar um imóvel para colocar para alugar nesse momento, é algo muito claro, mas por incrível que pareça, ainda tem gente desinformada e sem nenhum espírito critico, que está entrando nessa roubada.

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  • Cajuzinha 8 de agosto de 2020 at 09:08

    A pesar da melhora em julho, a indústria automobilística produziu neste ano metade do volume registrado de janeiro a julho de 2019 e segue reduzindo o quadro de pessoal. No mês passado, foram fechadas 1,5 mil vagas. No ano, foram 3,1 mil cortes, enquanto a produção chegou a 900 mil veículos – 48,3% inferior aos números do ano passado.

    “Se não ocorrer uma retomada mais forte na economia, devem vir mais cortes”, diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Carlos Moraes.

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    • Cajuzinha 8 de agosto de 2020 at 09:28

      As montadoras trabalham com projeção de queda de 40% nas vendas este ano, para 1,67 milhão de unidades, incluindo caminhões e ônibus. Antes da pandemia, a previsão era de chegar a 3 milhões de unidades, volume agora previsto apenas para 2025. Essa queda, afirma Moraes, vai representar perda de receita de até R$ 80 bilhões nos resultados esperados pelo setor no início do ano.

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  • CA 8 de agosto de 2020 at 12:58

    Cajuzinha,

    Uma curiosidade sobre o ranking de julho/2020 dos carros mais vendidos:

    https://g1.globo.com/carros/noticia/2020/08/07/lider-em-julho-volkswagen-t-cross-teve-70percent-das-vendas-feitas-na-versao-para-pcd.ghtml

    O T-Cross ficou em primeiro lugar no ranking geral independente da categoria de veículo. É a primeira vez na história que isto aconteceu!

    E como aconteceu?

    Foi uma combinação de fatores:

    1) Com a pandemia, tivemos a derrocada de Ubers e outros motoristas de aplicativos. Como eles sustentavam um volume relevante e crescente de aluguel de carros juntos às locadoras, que por sua vez compravam os carros das montadoras para alugarem para eles, o efeito em cascata foi que as vendas de automóveis tiveram grande derrocada;

    2) A pandemia e o fato do pessoal ficar em casa também desmotivou a compra de um carro que ia ficar parado;

    3) Houve uma degradação profunda e rápida nos empregos e na renda. Como o preço do carro está muito descolado da realidade da renda das famílias, se sustentando com os esquemas de Ubers e PcD, com esta nova queda em renda e empregos, o preço dos carros se tornou ainda mais inviável para compra;

    4) As vendas para PcD (Pessoas com Deficiência) não tiveram queda tão abrupta quanto de Ubers e afins, porque a redução relevante do preço ainda fazia com que fosse viável para quem não chegou a ser afetado com perda de emprego e renda.

    5) A VW teve problemas logísticos e de produção que atrasaram muito a produção e entrega dos modelos PcD do T-Cross para clientes, acumulando tudo em julho de 2020 e fazendo com que só o PcD já representasse 70% do total de vendas do T-Cross neste mês e graças às quedas relevantes de vendas trazidas pelos efeitos acima, se tornou o primeiro do ranking.

    No geral, como consta no artigo acima, queda de 50% nas vendas comparadas a 2019.

    E daqui pra frente?

    Mesmo com as pessoas liberadas para circularem, o movimento para Ubers e demais motoristas de aplicativos continua muito abaixo do pré-pandemia. Este canal não promoverá recuperação no curto prazo.

    A renda das famílias também não tem recuperação, logo, não puxa aumenta de compras em concessionárias.

    O PcD, como disse antes, não teve queda tão relevante, mas em virtude do contexto acima, mesmo que os governos aumentem o limite de R$ 70k para R$ 110k, como solicitado pelo setor automobilístico, não será o suficiente para puxar qualquer recuperação mais relevante no curto prazo, em virtude da queda de renda que foi acentuada e ampla, abrangendo muitas pessoas.

    No médio prazo, se tivermos vacina e liberdade total para deslocamento, as vendas de carros voltarão rapidamente aos patamares de 2019?

    Não!

    Quando tirarem as “rodinhas da economia”, os auxílios emergenciais, suspensão de pagamentos do credito imobiliário e outros, veremos que a crise vai se intensificar e veremos que bens duráveis de custo muito elevado e que já estavam fora da realidade da renda desde antes, como os carros, com os subsídios e anomalias como Ubers e PcD não salvando a pátria, levarão a volumes ainda muito baixos de vendas.

    O que provavelmente ocorrerá no médio prazo, será algo bem mais intenso do que em 2015/2016 quanto a fechamento de concessionárias e fabricas de automóveis, saída de montadoras e situações similares, provavelmente ocorrendo a partir de 2021.

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  • Cajuzinha 8 de agosto de 2020 at 13:25

    Nos bairros mais boêmios da Cidade, os espaços vazios – alguns já com a placa “ALUGA-SE” – denunciam quem não conseguiu sobreviver a um dos momentos mais difíceis da história mundial.

    De acordo com estimativa feita na última semana pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Brasil (Abrasel-CE), metade dos seis mil bares e restaurantes da Capital cearense não terão forças para retomarem as atividades, com 30% da mão de obra sendo demitida.

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  • Cajuzinha 8 de agosto de 2020 at 22:43

    Um mês após reabertura, salões de beleza de SP têm queda de até 49% no movimento

    No Morumbi, na Zona Sul da cidade de São Paulo, um dos salões garante que o faturamento caiu 60%.

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    • CA 9 de agosto de 2020 at 09:44

      Cajuzinha

      Isto porque muitos apostavam que em função da vaidade das pessoas, haveria uma corrida desenfreada para os salões de beleza tão logo eles reabrissem e se formariam filas de espera gigantescas.

      Na verdade, como a renda de muitas famílias caiu de forma acentuada e rápida, sem nenhuma perspectiva de recuperação no curto prazo, provavelmente aquelas que receberam auxílio emergencial, em grande parte foram obrigadas a utilizar 100% para itens essenciais, ligados à sobrevivência e daquelas que tiveram sobra daquela renda, uma parte preferiu guardar um pouco para o futuro próximo porque não veem nenhuma melhoria no curto prazo e outra parte, que é a minoria, utilizou uma parcela deste dinheiro para itens não essenciais, incluindo aí os salões de beleza.

      Já no caso daqueles que não tiveram queda de renda, uma parte certamente não está alienada da realidade e sabe que pode sofrer com perda de renda a qualquer momento, até porque enxerga situações assim a sua volta o tempo inteiro, seja pelo desemprego de amigos, conhecidos e agora ex-colegas de trabalho, pelo número de lojas, restaurantes, academias, etc que viu fecharem, pelo baixo movimento persistente mesmo após reabertura dos negócios ou por noticias que saem constantemente na mídia. Esta parcela poupou parte do auxilio e foi um dos principais motivadores para a arrecadação recorde da poupança que vimos nos últimos meses, com isto, ficando sem sobras para itens não essenciais.

      Mesmo aqueles que não tiveram queda na renda e estão alienados da realidade e das perspectivas mais realistas para economia, que são muito negativas, os famosos incautos / sardinhas, muitas vezes eles foram fisgados para comprar um imóvel financiado, entrar na compra de um imóvel na planta e outras modalidades de suicídio financeiro, encurtando também o dinheiro para gastos não essenciais.

      Temos outro aspecto que não é irrelevante: um número recorde de pessoas aprendeu a se virar sozinho quanto a ajustes no visual para o dia-a-dia durante a pandemia e hoje já conseguem cortar ou pintar o cabelo sozinhos, já pintam as unhas e fazem outros cuidados estéticos por conta própria ou com apoio de familiares que convivem com eles, em certas situações tendo se desenvolvido mais nestas aptidões vendo dicas no YouTube e uma parcela relevante destes continuou e continuará se virando sozinho, agora que aprendeu como fazer.

      Considerar ainda, uma quantidade relevante de pessoas que ainda está com medo de ir até um salão, em especial aqueles que se enquadram em grupos de risco.

      Por fim quanto aos motivos para estas reduções drásticas das visitas a salões de beleza, mas não menos importante, temos o fato que os eventos como casamentos, batizados, festas, shows, etc, que impulsionavam as pessoas a se produzirem mais em salões de beleza, estão em baixa, ocorrendo em volumes muito menores do que antes.

      E como as situações acima não vão se resolver no curtíssimo prazo e já se passaram meses com o dinheiro dos proprietários de salões de beleza sendo drenado, este será um dos negócios que terá um volume relevante de fechamento de estabelecimentos, algo de no mínimo uns 20% do total.

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      • CArlos 9 de agosto de 2020 at 10:12

        Com R$ 28 bilhões, poupança tem aporte recorde, diz Banco Central

        A captação líquida de recursos na caderneta de poupança em julho foi de R$ 28,144 bilhões – acima dos R$ 27,144 bilhões divulgados na quinta-feira, 6. O Banco Central alterou na sexta-feira, 7, os dados referentes à poupança no mês passado, divulgados originalmente um dia antes, em função de correção feita nos números informados à instituição.

        Com isso, esse é o maior volume de depósitos líquidos para um mês de julho em toda a série histórica, iniciada em 1995, e também foi o quinto consecutivo em que houve registro de depósitos líquidos.

        https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2020/08/08/com-r-28-bi-poupanca-tem-aporte-recorde.htm

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      • Cajuzinha 9 de agosto de 2020 at 13:15

        E essa reportagem mostra uma realidade de bairro nobre: “No Morumbi, na Zona Sul da cidade de São Paulo, um dos salões garante que o faturamento caiu 60%.”, Ou seja, corte de gastos com itens não essenciais.

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  • Cajuzinha 9 de agosto de 2020 at 06:42

    Efeitos do coronavírus devem sacrificar gastos das famílias em Minas
    Estudo IPC Maps indica queda de 5,4% do potencial de consumo das famílias no estado em 2020, seguindo tendência no Brasil, com maior sacrifício nas capitais
    Por Joana Gontijo

    O levantamento de dados avalia o potencial do consumo em todo o país, com base em estatísticas oficiais relacionadas à renda da população. A retração segue tendência do Brasil, que poderá encolher aos padrões de 2010 e 2012.

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  • Cajuzinha 9 de agosto de 2020 at 11:50

    Movimento cai até 95% em restaurantes do Centro do Rio e esvaziamento aprofunda a crise
    Mesmo após a autorização para a reabertura do comércio, estabelecimentos não conseguem retomar faturamento. Empresas fechadas, desemprego e funcionários em trabalho remoto são as explicações para a queda na circulação de pessoas na região.
    Por Raoni Alves, G1 Rio

    09/08/2020

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    • Cajuzinha 9 de agosto de 2020 at 13:19

      “Sou nascido e criado no Centro. Sempre tive um olhar de empreendedor. Me atento a quem entrava e quem saía. Posso ser testemunha ocular e afirmo que o Centro já vem sangrando há muito tempo”, avaliou Rafael.
      Segundo ele, os restaurantes que ainda estão abrindo as portas, estão fechando o mês no prejuízo. “Quem está vendendo 20 refeições por dia tá fazendo mágica”, resumiu.

      “Os custos fixos de uma operação são altíssimos. Quem ainda lá resiste, com certeza não tá fechando a conta. A gente que sabe trabalhar com enxutas operações, estava fechando no vermelho. O prejuízo é muito grande”, comentou o sócio.

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      • CA 9 de agosto de 2020 at 13:59

        Cajuzinha,

        Mesmo caso dos salões de beleza mais acima, com pequenas variações.

        Alguns que voltaram a trabalhar em escritórios continuaram pedindo almoço pela Internet, em restaurantes que não eram os vizinhos aos escritórios e com os quais se acostumaram durante a quarentena.

        Outros que antes almoçavam fora passaram a levar marmita, ou pedirem opções mais baratas, como o loop do iFood, por exemplo.

        Dos que frequentavam restaurantes vizinhos aos prédios em que trabalham, alguns passaram a pedir marmitex, que é opção mais barata, reduzindo a receita por refeição do restaurante.

        E uma boa parte das pessoas, como colocado no artigo acima, simplesmente continuou trabalhando remoto, seja porque a empresa oficializou isto para a maioria ou pelo menos para aqueles que se enquadram em grupos de risco e no mínimo enquanto não existir uma vacinação em massa.

        Assim como não só o desemprego cresceu, como os desalentados e subempregados também, o que foi outro fator para reduzir a receita destes restaurantes.

        E outro item ganhou preponderância: alugueis com preços abusivos, ao longo do tempo, fizeram com que os custos subissem de forma desproporcional para os restaurantes e ao mesmo tempo, muitas pessoas passaram a consumir mais refeições fora às custas de terem crédito farto, não fazerem reservas financeiras, se endividarem mais e assim por diante, e esta combinação levou os preços das refeições fora a subirem demais. Só que perante uma crise aguda e sem reservas, este foi um dos primeiros gastos a serem cortados.

        E por isto tudo chegamos a este índice de queda de 95% para alguns restaurantes em regiso mais central e mais dependenre de escritórios comerciais. São muitos fatores e não vão se resolver em grande parte nem no médio prazo.

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  • Cajuzinha 9 de agosto de 2020 at 13:25

    Outro problema, segundo Roane, é o mercado imobiliário inflacionado em alguns pontos do Centro do Rio. Na Região Portuária, por exemplo, ela acredita que o setor apostou que muitas empresas se instalassem por lá depois das Olimpíadas.

    “Desde 2016, o Centro deu uma esvaziada boa. Muitos prédios vazios e empresas fechadas. O setor imobiliário inflacionou os preços de aluguel e a Região do Porto não conseguiu ser o que poderia ser. Infelizmente”, argumentou Roane.

    https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/08/09/restaurantes-do-centro-do-rio-tem-queda-de-ate-95percent-no-movimento-esvaziamento-da-regiao-aumentou-a-crise.ghtml

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    • CA 9 de agosto de 2020 at 15:12

      Cajuzinha,

      O setor imobiliário, com todos os subsídios, favorecimentos e incentivos a golpes que receberam, faz o que é muito comum nestes casos: transformam tudo isto em novas vantagens para si mesmos, às custas de destruir diversos outros setores.

      E a destruição não foi “apenas” tornar os alugueis incompatíveis com a receita das empresas, fazendo com que elas aumentem os preços dos produtos, vendam menos e entrem em um circulo vicioso de autodestruição que já vinha ocorrendo com as lojas, bem antes de qualquer crise causada pela pandemia.

      Por tabela, levam as pessoas a terem sua renda consumida em volumes e prazos exageradamente prolongados para pagamento do crédito imobiliário, destruindo sua capacidade de pagamento de contas e consumo ao longo dos anos. Não é a toa que a inadimplência cresceu de forma exponencial como nunca antes havia acontecido, conforme o crédito imobiliário cresceu 40 vezes em 10 anos.

      Sem contar o golpes das vendas falsas na planta que levaram a bilhões de reais em distratos a partir de 2011, como nunca antes havia acontecido também e de novo, levando prejuízos relevantes para milhares de famílias.

      Idem para a inadimplência absurda do crédito imobiliário, como os 35% de inadimplência do MCMV faixa 1, a inadimplência de outras faixas do MCMV muito acima das demais opções de credito, a CEF que é a maior detentora de imóveis à venda no planeta só pelo que ela retomou da inadimplência e isto porque não foi nem 1/3 do que deveria e tudo isto, mais uma vez prejudicando milhares e milhares de famílias.

      E os prejuízos acima, por tabela, geram queda de consumo, degradação de empregos e renda e no final, retroalimenta o circulo vicioso da crise.

      Temos uma pandemia que agrava tudo que consta acima e qual a “brilhante” saída do governo? Dobra a meta! O governo vai lá e aumenta os subsídios para o setor de construção civil, reduz os juros do credito imobiliário e faz tudo que pode para ampliar ao máximo possível a destruição para economia e sociedade!

      Vai? Não, não vai…

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  • perdido no rio 10 de agosto de 2020 at 05:04

    E o que você deduz disso?

    3+
  • Cajuzinha 10 de agosto de 2020 at 06:42

    O movimento no restaurante popular Bom Prato, que serve refeições a R$ 1, é grande desde sua inauguração em Limeira, em 2015. Mas a crise econômica causada pelo novo coronavírus fez com que a procura pela comida a preço acessível aumentasse ainda mais. Chama a atenção o público, que mudou um pouco.

    Segundo Valdevino Vieira, coordenador da Cara (Casa de Apoio Romeiros Nossa Senhora de Aparcida), que administra o Bom Prato em Limeira, pessoas que antes não frequentavam o local passaram a adquirir as marmitas do restaurante.

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  • Cajuzinha 10 de agosto de 2020 at 09:05

    A rápida recuperação das Bolsas de Valores após o tombo de março, em meio à crise do coronavírus, reacende o debate sobre a existência de uma bolha no mercado acionário.
    Entre previsões catastróficas e reações debochadas sobre o tema, gestores mais experientes e tradicionais se contrapõem aos mais jovens ligados à Fintwit –comunidade cujo nome é formado pela junção de Fin (abreviatura de financeiro) e twit (de Twitter), alusão ao fato de atuarem no mercado financeiro e usarem o Twitter como principal plataforma de comunicação.

    Nomes que raramente aparecem na rede, como Florian Bartunek, sócio-fundador e gestor da Constellation, e Guilherme Aché, da Squadra, sócio-fundador e gestor da Squadra, declararam enxergar potenciais bolhas infladas pelos estímulos recordes de bancos centrais e fuga dos investidores para a Bolsa em um cenário de juros próximos de zero.

    Já Tiago Reis, analista-chefe e fundador da Suno Research, vê alguns ativos inflados por um “fluxo especulativo sem fundamento”, como o varejo, que estaria “sendo precificado de forma extremamente otimista”.
    Leia a notícia no Diario de Pernambuco

    12+
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    • CA 10 de agosto de 2020 at 11:16

      Cajuzinha,

      Como já disse antes, a BOVESPA sem sombra de dúvidas é uma gigantesca pirâmide financeira, provavelmente maior do que já foram as “Fazendas Reunidas Boi Gordo”, Telexfree e tantas outras que já vimos por aí.

      As evidências inequívocas quanto a isto:

      O produto ou serviço que está valorizando tem alguma importância? Como em toda pirâmide financeira, os participantes não dão a mínima para os fundamentos. Em linhas gerais, a BOVESPA desde 2016 tem tido um resultado que é exatamente o contrário da economia real. Oras, se as empresas estivessem “bombando” como os números delas na BOVESPA, a economia deveria estar disparando em crescimento desde 2016 e não exatamente o contrário! Idêntico ao que ocorre com qualquer pirâmide financeira, onde o que menos importa e o que ninguém nem se lembra de analisar com espirito crítico, é exatamente o produto ou serviço que está sendo vendido.

      “Marketing Multi-Nível” por si só é o que gera os resultados financeiros para quem entra no esquema? De novo, sim e sem sombra de dúvidas! O que faz a cotação das Ações da BOVESPA bombar é exatamente o fato dos entrantes estarem crescendo e termos batido todos os recordes históricos de CPF´s que estão aplicando no mercado acionário. É exclusivamente este fator que está impulsionando os números da BOVESPA. Exatamente como acontece em toda e qualquer pirâmide financeira.

      Os entrantes no esquema não conhecem nada do assunto e embarcam nele “no embalo” de outros que comemoram seus lucros com este investimento? De novo, é algo óbvio e notório que também está acontecendo na BOVESPA, como em todos os casos de pirâmides financeiras. “Gurus” dizendo fazer fortunas, convencem a todos a entrarem na BOVESPA, sem que ninguém pare um segundo para pensar se todo aquele lucro faz sentido ou se tem algum fundamento.

      Existem “incentivos” por parte do governo, como quedas recorde em juros para combater uma economia combalida, que leve uma grande manada a investir naquilo em que não entende nada? Mais uma vez, algo que ofusca a vista, de tão claro com relação à BOVESPA. Os juros estão batendo todos os recordes de queda, como consequência natural de uma economia destruída. Cada nova queda dos juros, significa apenas uma nova apelação de um governo em desespero vendo uma economia ruir. Neste cenário, não faz nenhum sentido aplicar naquilo que depende intrinsecamente dos resultados da economia, mas é exatamente o que está acontecendo! As pessoas, sem nem saberem desta questão básica quanto à BOVESPA, aplicam nela simplesmente porque os juros da renda fixa estão baixos e todos estão ganhando mais aplicando nas Ações por enquanto.

      Os sardinhas comemoram com sorrisos largos, mesmo quando os tubarões que lideraram o esquema já estão saindo? Sim, outra evidência inequívoca e típica de pirâmides financeiras. Tivemos recorde de saída de investidores estrangeiros na BOVESPA nos últimos anos e aqueles que entram no esquema e engrossam as filas de investidores pessoas físicas em Ações comemoram como se fossem os únicos espertos e que os fundos bilionários ou trilionários que abandonaram este investimento é que fossem “bobinhos”.

      E a continuação inevitável da história acima? A maioria das pirâmides financeiras dos últimos anos foram desmontadas pela Justiça com apoio da Polícia Federal, mas no caso da BOVESPA, a CVM que é o órgão regulatório, como sempre (ver empresas “X”, esquema de vendas falsas na planta e outros que contaram com apoio da CVM nos golpes aplicados), se faz de cega, surda e muda perante os absurdos acima e não vai frear. Sendo assim, o esquema desta pirâmide financeira da BOVESPA vai durar até sua explosão natural, quando os entrantes começarem a se reduzir, ao mesmo tempo que não conseguirem mais criar utopias quanto à situação real da economia e as expectativas realistas para o médio prazo.

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  • Senhor Bolha 10 de agosto de 2020 at 09:37
    • CA 10 de agosto de 2020 at 11:19

      Senhor Bolha,

      Não tem como dar errado, não é mesmo? A Dilma e o PT fizeram tanto disto e não vimos os “resultados brilhantes” na sequência? kkkkkk

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    • Lord of All 10 de agosto de 2020 at 19:06

      Conluio com o centrão: confere;
      Estímulo ao consumo na linha branca: confere;
      Dinheiro jorrando do BNDES: confere;
      Escândalos de todo tipo: confere;
      É, de fato o bozo não tem nada de diferente do pt, exceto pelo fato que não está PNJ 🙁

      17+
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  • socrates 10 de agosto de 2020 at 14:35

    Confesso que o 01 é um visionário. Odeio a família mas o tato deles para negócios é impressionante.

    Compraram salas comerciais por 7.000 reais????? (87 / 12)?????

    Com aluguel de 700 reais, isso dá 10% ao mês!!!!!!
    Quem precisa de TD, LCI, LCA, Ações??????????????????????

    https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2020/08/10/flavio-bolsonaro-pagou-r-87-mil-em-dinheiro-por-salas-diz-jornal.htm

    (sério: ele não iri dar essa desculpa. Nenhum advogado seria tão burro. O valor é 87 mil por sala, não???)

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    • perdido no rio 10 de agosto de 2020 at 19:30

      Vi hoje um meme muito bom. O Queiroz na verdade é o sugar daddy dele. Paga as contas, coloca dinheiro no banco… Kkkkk

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  • Joe banana 10 de agosto de 2020 at 21:48

    E o apocalipse do varejo vai dando seus proximos passos. Os shoppings vao virar estoque e retira de produtos
    https://news.slashdot.org/story/20/08/10/1726255/amazon-and-mall-operator-look-at-turning-sears-jc-penney-stores-into-fulfillment-centers

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  • Cajuzinha 10 de agosto de 2020 at 21:53

    Com recuperação incerta, Brasil se apoia na muleta do auxílio emergencial para economia caminhar
    Enquanto Governo fala em retomada em “V da Nike”, economistas são mais cautelosos e citam que desempenho mais favorável de indicadores foi anabolizado por transferência de renda

    Com recuperação incerta, Brasil se apoia na muleta do auxílio emergencial para economia caminhar

    a chegada do auxílio emergencial aos mais vulneráveis aumentou a renda dessas famílias, que começaram a consumir. Mas e quando essa renda acabar? ”, questiona.

    https://www.google.com/amp/s/brasil.elpais.com/brasil/2020-08-10/com-recuperacao-incerta-brasil-se-apoia-na-muleta-do-auxilio-emergencial-para-economia-caminhar.html%3foutputType=amp

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    • CA 11 de agosto de 2020 at 06:05

      Cajuzinha,

      Pois é, cansamos de falar sobre isto aqui.

      Aos defensores do conto de fadas da “recuperacao em V”, os fanáticos pelo governo, tubarões da BOVESPA e pilantras do IMOB que faturam no esquema das vendas falsas na planta, fica a pergunta do artigo acima:

      ” Mas e quando essa renda acabar?”

      E não é “só” os mais de R$ 50 bilhões de auxilio emergencial jogados “na veia” da economia todos os meses que geram uma pseudo recuperação completamente artificial e insustentável.

      Muitas pessoas que não tiveram perda de renda e que deixaram de pagar as prestações do crédito imobiliário em função da suspensão de cobrança pela CEF, utilizaram esta “sobra” para consumir mais e quando voltsrem a pagar, reduzirão este consumo. Outras, que tiveram redução de renda, ao voltarem a ter que pagar pelo crédito imobiliário, também terão menos dinheiro para o consumo.

      Quem ainda tinha estabilidade por ter passado por redução de renda, ainda consumia um certo valor de itens não essenciais, mas e quando a estabilidade passar e muitos destes forem desligados dos empregos, levando a reduções mais sensíveis de seu consumo?

      Algumas empresas, que tiveram redução de impostos, mantiveram outros gastos em certo patamar ainda elevado, às vezes até realizando alguns investimentos, mas e quando tiverem que voltar a pagar por estes impostos e ao mesmo tempo, começarem a pagar pelos novos empréstimos feitos durante esta crise e enfrentarem uma queda de consumo em função dos fatores acima?

      São diversas muletas na economia e não uma só. Todas são insustentáveis no médio prazo, a maioria já será insustentável no curto prazo, em menos de 6 meses. E aí, como vão sair desta?

      Prorrogar as muletas nos mesmos volumes atuais é completamente inviável, um gigantesco tiro no pé, como já explicado por aqui várias vezes.

      E enquanto isto, o governo na defensiva e preocupado em “comemorar”, com desinformação, o fato que o Brasil é o décimo primeiro do mundo em número de infectados por Covid-19 na contagem por milhão de habitantes, dentre um ranking de 167 países e dizendo que estamos entre os melhores por esta avaliação (?!?!), ao mesmo tempo que falam sobre Estados com maiores números de infectados ignorando esta proporção por milhão que acabaram de defender (?!?!) e enquanto isto, IPiraNaGrana e seu séquito de seguidores completamente sem noção, fazem de conta que não existe nada do que consta acima…

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      • Cajuzinha 11 de agosto de 2020 at 06:28

        Varejo refaz contas e prevê queda menor neste ano devido ao auxílio emergencial
        1 hora atrás

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        • CA 11 de agosto de 2020 at 10:06

          Cajuzinha,

          Mais um “detalhe” para agregar ao que consta acima:

          O varejo e outros setores reduziram suas perdas em função não apenas do auxílio emergencial, mas de outras medidas apelativas adotadas neste momento de crise, conforme expliquei acima.

          Mas qual uma consequência que iremos ter, senão no curto prazo, no máximo no médio prazo quanto a este super-aumento no endividamento do governo, onde antes da pandemia ele estava com uma dívida / PIB na ordem de 75% e depois da pandemia estima-se que irá ficar acima de 95%?

          Os impostos terão que subir!

          E qual a consequência do que consta acima?

          Queda em investimentos e consumo!

          Em outras palavras, apenas vendemos a janta para podermos almoçar e quando chegar na hora da janta, a foma será ainda mais forte, porque até lá já teremos gasto todas nossas reservas de gordura…

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          • CA 11 de agosto de 2020 at 10:07

            Opa, erro de digitação: “…e quando chegar na hora da janta, a FOME será muito maior…”

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  • Cajuzinha 11 de agosto de 2020 at 09:25

    Empresas aplicam advertências e demitem por causa do home office
    Segundo advogados, mau comportamento está entre consultas mais frequentes

    https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2020/08/11/empresas-aplicam-advertencias-e-demitem-por-causa-do-home-office.ghtml

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    • Pedro de Lara 11 de agosto de 2020 at 12:57

      O curioso é que algumas, ao mesmo tempo, exploram seus funcionários por conta do regime de home office, alegando que estes não estão se deslocando para o trabalho e, com isso, as horas que costumam ser gastas com trajeto também “deveriam” compor a jornada de trabalho

      vai entender…

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    • Pedro de Lara 11 de agosto de 2020 at 13:04

      Esqueci um detalhe que é o “regime do medo”. Gestores estão fazendo diversas equipes de “gato e sapato”, sugerindo que cortes ocorrerão se os colaboradores não fizerem o que seus gestores propuserem. Diversos escritórios por aí estão funcionando sob pressão e constantes ameaças em um momento já complicado.
      Çangui friu, meu povo.

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  • Cajuzinha 11 de agosto de 2020 at 09:46

    Juro caiu para nível perigoso com risco fiscal, diz ex-diretor do BC
    “Segurar o juro um pouco mais alto teria sido mais prudente, um sinal de cautela, de preocupação com a estabilidade do câmbio”, diz José Julio Senna

    “Se o mercado entender que estamos perdendo a âncora fiscal, a gente não sabe até onde vai o prêmio de risco, mas que vai subir não parece ter dúvida.”

    Os sinais de recuperação da economia, tanto no Brasil como no exterior, também não seriam suficientes para gerar otimismo porque estão sendo “mascarados” pelos estímulos dos governos. “Muita gente se entusiasma com a recuperação próxima de V, mas isso é uma ilusão.”

    https://www.infomoney.com.br/economia/juro-caiu-para-nivel-perigoso-com-risco-fiscal-diz-ex-diretor-do-bc/

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    • CA 11 de agosto de 2020 at 10:16

      Cajuzinha,

      Juro é consequência, não causa, outro ponto que sempre reforço por aqui.

      Ah, mas estamos no menor juros de todos os tempos, vamos comemorar, porque vai estimular BOVESPA, IMOB e outras pirâmides financeiras, golpes, maquiagens e pedaladas!

      Conforme baixam os juros para as mínimas históricas, além de incentivarem o que consta acima, ajudarão a fazer com que a aversão ao risco e fuga de capitais aumentem, gerando por sua vez disparada do dólar e possivelmente uma crise cambial.

      Ao invés de ajudarem com a queda de juros, estão só prejudicando ainda mais os efeitos adversos, sempre dobrando a aposta em cima do erro!

      13+
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      • socrates 11 de agosto de 2020 at 10:39

        “deus ajuda”…. “Se ele ajudou os petistas , também vai ajudar nóis”…

        Se o FED e o BCE não tivessem impresso bi(tri!!!!)lhões, o real estaria valendo nada (menos ainda do que já vale desde que o Bozo assumiu)

        Cheio de excessos para cortar e mamatas por acabar e o governo cresce os gastos?

        https://br.yahoo.com/noticias/pastor-marcio-p%C3%B4ncio-tem-d%C3%ADvida-080300022.html

        Sobre o link acima, o mercado de “luxo” imobiliário tem motivos para se movimentar mesmo em meio ao caos na sociedade, não?

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      • Lord of All 11 de agosto de 2020 at 11:32

        Se juros altos são ruins, juros baixos tbm são, principalmente num país emergente, de inflação instável e especulação bancária.
        Mas claro que o Imposto Ipiranga deve saber isso né?

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        • CA 11 de agosto de 2020 at 13:39

          Lord of All,

          Juros baixos são bons, quando eles são consequência de uma reforma estrutural na economia, um processo de longo prazo, que inclui os seguintes resultados, antes de se bater recordes de baixa de juros:

          a) Aumento de produtividade das empresas nacionais;
          b) Maior abertura da economia à artigos importados (dependente de “a”);
          c) Redução de dívida pública em relação ao PIB graças a redução sensível dos gastos públicos e também redução da participação do Estado na economia;
          d) Controle inflacionário dentro de uma meta baixa (depende de todos os itens mencionados aqui);
          e) Aumento de investimentos diretos estrangeiros em função dos itens desta lista;
          f) Manutenção de níveis adequados de poupança pelos agentes, com níveis de endividamento e inadimplência igualmente dentro da normalidade.

          O que consta acima é o “melhor dos mundos” e é para estes casos que ao se bater o recorde de baixa de juros, você tem mais é que comemorar.

          Juros baixos são ruins, quando eles são consequência do contrário de tudo que consta acima, como é o nosso caso já há anos, desde muito antes de qualquer pandemia.

          Estamos em meio a bolhas, que distorcem por completo a economia, tendo gerado perda de produtividade, perda de investimentos diretos, super-endividamento, inadimplência anormal, ausência de poupança e investimentos por agentes, combinado com uma crise adicional que gerou uma disparada ainda maior na dívida pública em relação ao PIB, dentre outras mazelas.

          Como coloquei no comentário anterior, diminuir constantemente os juros e sempre batendo recorde de baixa dos mesmos no nosso contexto, só alimenta pirâmides financeiras, maquiagens, pedaladas e golpes financeiros os mais diversos, já para a economia real, é só um dobrar a meta do que é destrutivo e nos empurrar cada vez mais em direção ao precipício.

          10+
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  • Cajuzinha 11 de agosto de 2020 at 16:59

    A economia dos EUA perdeu impulso nas últimas semanas por causa do aumento de casos
    de coronavírus e isso pode exigir apoio fiscal mais sustentado para amortecer o golpe, disse
    um presidente regional do Fed.
    “Achamos que a economia estava diante de um buraco e o estímulo colocou uma tampa
    sobre ele para que pudéssemos navegar,” disse Thomas Barkin, presidente do Federal
    Reserve Bank de Richmond, durante webinar realizado pelo Centro de Competitividade
    Econômica Regional na terça-feira. “Agora, a escalada do vírus pode transformar o buraco
    em um fosso e isso criaria a necessidade de uma tampa mais extensa”, disse, alertando para
    o risco de o Congresso dos EUA suspender os estímulos de forma abrupta.

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    • CA 11 de agosto de 2020 at 18:30

      Cajuzinha,

      Sobre os trechos:

      “Achamos que a economia estava diante de um buraco e o estímulo colocou uma tampa
      sobre ele para que pudéssemos navegar,”

      “Agora, a escalada do vírus pode transformar o buraco
      em um fosso e isso criaria a necessidade de uma tampa mais extensa”

      Dúvidas:

      Por enquanto todos continuam fingindo que não existem trilhões de Dólares / Euros em títulos podres ao redor do globo e gigantescas pirâmides financeiras nas bolsas de valores de vários países, inclusive e principalmente nos EUA.

      Mas e quando o fosso da pandemia virar um buraco negro da explosão da bolha das bolhas americana? Vão ressuscitar Einstein, para descobrir qual será o “tampão”?

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  • Senhor Bolha 11 de agosto de 2020 at 18:00

    Custo de vida no japão ( Youtuber que mora no Japão e trabalha em frigorífico).
    https://www.youtube.com/watch?v=wFb0FqD_1ZA

    Sobre a discussão de juros 0% no Brasil. Tal política de desvalorização da moeda local ( Reflete diretamente na taxa de cambio). A taxa de cambio afeta diretamente o poder de comprar da moeda local perante demais moedas.

    Resumo da obra:
    Juros artificialmente baixos em países emergentes = ( Loucura). Todo país emergente precisa auferir premio de risco em relação as economias desenvolvidas. Países emergente que trabalhar com taxa de juros real para atrair capital externo ( manter o poder de compra da moeda local perante demais cesta de moedas).

    Ao adotar mesma política desvalorização a moeda que os países desenvolvidos é loucura.( A maior parte dos países emergentes são afetados diretamente nos insumos dolarizados), estes insumos disparam com a desvalorização da moeda local corroendo poder de comprar dos assalariados ano após ano. O mesmo fenômeno aconteceu em ampla escala nos anos 80 e 90 no Brasil !

    Apenas uma classe se beneficias desta políticas econômica de desvalorização da moeda!? Aqueles que tem receita em dólar, euro , ouro e custos em real. ou seja , nada mais que uma política industrial aonde meia dúzia se benéfica ( Exportadores). sobre todo resto Tal política foi amplamente usada nos 80 e 90 ! inflação galopante e descalabro fiscal são os pilares destas políticas econômicas.

    Este lance de controlar inflação ( Sobre meta estipuladas pelo Bc) é uma balela contadas no meio acadêmico.

    ( governos mundo fora maquiam cesta de produtos com preços ADM, fazem isso para não dar na cara inflação de custo de vida , subsidiando amplamente ou manipulando médias ponderadas.

    O que conta para equação do cidadão assalariado é o custo de vida vs poder de comprar da moeda. ( quanto sobra do % salário fixo depois de deduzido todos custos fixos).

    Laço aqui um desafio! Que tal fazer cesta pessoal com custos fixos e comparar com a inflação do governo.
    Não vai demorar perceber que ano após os itens desta cesta aumentam muitas mais em relação cesta de inflação declarada pelo governo.

    Trocando em miúdos: O governo frauda índices com preços ADM e médias ponderadas ( Manipulação estatística). Ademais caso um país emergente desvalorize sua moeda perante demais cestas de moedas, porém em contra partida dependa de tecnologia e insumos agrícolas de outros países; vai se dar mal! PS: ( Pode por até juros negativo) , não vai adiantar. Este país vai se tornar uma argentina em poucos anos.

    A questão fundamental: Destruíram bases econômicas de todas as economias modernas durante décadas , tanto emergentes como desenvolvidas( O Longo prazo do Keynes chegou), não é possível induzir crescimento artificial aumentando gastos públicos . A fonte secou , não existe demografia , renda e salto tecnológico suficiente para baratear custos de produção.

    E isso já foi previsto nos anos 70 e 80 ( Quando formuladores destas políticas econômicas pagavam de intelectuais), mentiam na cara dura sobre desdobramento futuro. Tais políticas na época são um cheque em branco para políticos.

    O que se fez desde o fim do padrão ouro ? rolar as dívidas impagáveis para frente esperando dia que não mais daria para rolar nada.A questão é simples: Governos quebraram toda economia com besteirada de Keynes, besteirol que foi ensinada durante décadas em cursos de economia.

    Vou desenhar para qualquer um aqui entender o que venho alertando faz quase 3 anos nestes espaço.

    Armadilha de liquidez !

    ( governos não podem subir juros real! Caso contrario muitos governos declarariam moratória no mês seguinte), ou seja:Muitos governo podem até ter que recorre a imprimir dinheiro no estilo clássico para honrar as dívida) , em vez de vende um título público para cobrir outro aumentando assim estoque de dívida.

    Governos japonês não conseguem rolar uma dívida de 1% ou 2% real, quando possui 200% do pib imobilizado em dívidas futuras.A dívida é impagável! Ou seja, qualquer fração de 1% ou 2% real rolando sobre esta dívida astronômica faria todo governo explodir do dia para noite.

    E como faz nesta situação? ( Calote branco). O governo declara que a inflação oficial é x , apenas para não arcar com custos de rolar a dívida e paga juros negativos a seus credores.

    Os formuladores destas políticas sabem do desfecho desta políticas há pelo menos 3 décadas atrás, fizeram mesmo assim.

    A próxima fase que este pessoal deve implementar é a renda negativa = ( Subtrair patrimônio da classe média para direcionar ao governo). Uma vez que gastos demandam produção real , ( não havendo produção só resta patrimônio).

    Meu amigos aprenderam que o comunismo ainda existe.

    A única diferença para comunismo ideológico dos livros para o comunismo moderno, é que o segundo tipo se encaminha para uma tecnocracia corporativista.

    Resumo a obra: Você não aprende como todo sistema funciona lendo livros de história e sociologia.
    Aprende como sistema funciona fazendo contas ( matemática) , estudando meandros do sistema financeiro ( Bancário).

    Entender de economia moderna no fundo é simples:
    Riqueza real é lastreada em produtividade, tecnologia e custos de produção.
    O Dinheiro podre estatal não gera riqueza real ( Gera concentração de riqueza, mas não aumenta riqueza real). Este dinheiro adicional injetado na economia não tem lastro em produtividade real, consequentemente descamba para Inflação de bens e serviços = menor poder de compra da moeda para assalariados.

    Transferência de renda para o governo em troca de migalhas estatais.

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  • Cajuzinha 11 de agosto de 2020 at 19:51

    Dois secretários de Guedes pedem demissão da Economia, diz jornal
    Salim Mattar e Paulo Uebel teriam pedido para deixar o cargo após discordâncias com a postura do governo Bolsonaro

    Segundo apurou a CNN, Uebel pediu exoneração por discordar da estratégia do governo federal de deixar a reforma administrativa para 2021. Salim, por sua vez, pediu para deixar o cargo por divergir da postura do governo em relação às privatizações.

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  • Cajuzinha 11 de agosto de 2020 at 19:56

    Pesquisa da Associação Catarinense de Empresas de Rádio e Televisão de Santa Catarina (Acaert), realizada com 811 empresas de diferentes segmentos e tamanhos, mostra que metade delas acredita em rápida recuperação da economia, a partir do momento em que a pandemia do novo Coronavírus passar. Mas – e esse dado é muito relevante – significativos 29% (mais de um quarto dos respondentes) afirmam que a economia ainda vai desacelerar mais no próximo ano.

    A explicar tanta divergência de opiniões, certamente, a realidade uns, em seus negócios, difere profundamente da situação de muitos outros, já que os dados macroeconômicos sobre os quais se debruçam todos os analistas são os mesmos.

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  • Cajuzinha 12 de agosto de 2020 at 05:58

    A Caixa vende 132 imóveis, com até 80% de desconto no estado de São Paulo. São casas, apartamentos, galpões industriais, imóveis comerciais, sobrados e terrenos, na capital e no litoral paulista.

    Os imóveis são oriundos de processos extrajudiciais seguindo a lei 9.514/1997 para recuperação de dívida da Caixa.

    Entre os imóveis localizados na capital, o destaque é um apartamento de 240m² localizado no bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo, com lance inicial de R$ 1.828.141,24, valor 24% menor do que a avaliação de mercado.

    Há ainda outro de 105m², em Higienópolis. O lance inicial é de R$ 365.943,87, cerca de 34% abaixo do valor original.

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    • Sem Nome 12 de agosto de 2020 at 11:50

      Eu queria saber como que um apartamento de 240 metros quadrados (que provavelmente possui um condomínio de 2500 reais ou mais) é um destaque… Só se for negativo!

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  • Cajuzinha 12 de agosto de 2020 at 06:48

    Para alegria das construtoras, sobretudo as de menor porte, o governo já finalizou a reformulação do Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional criado nos governos petistas. Além de mudar de nome, para Casa Verde-Amarela, terá redução das taxas de juros para a faixa 1, que atende famílias com renda mensal de até R$ 1.800.

    A perspectiva é de que os juros anuais fiquem entre 4,25% e 4,5% ao ano, ante os 5% atuais. A meta do governo é que pelo menos 1 milhão de famílias sejam agregadas ao sistema e pelo menos 500 mil empreendimentos tenham as obras retomadas.

    A ordem do presidente Jair Bolsonaro é clara: o Casa Verde-Amarela terá destaque, sobretudo, no Nordeste. O chefe do Executivo está imbuído de dilapidar o patrimônio político de Lula na única região em que o PT venceu as eleições em 2018.

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  • Cajuzinha 12 de agosto de 2020 at 06:56

    No governo, avaliação é de que fala de Guedes ampliou crise com debandada
    Leitura é de que Guedes jogou a bola para o presidente, ao falar da letargia nas agendas da economia, o que amplia a crise
    Por Robson Bonin

    Na avaliação de um importante interlocutor da própria equipe econômica ouvido pelo Radar, a crise é grande. Com sua fala, Guedes “jogou a bola para o presidente”, o que não deve ser bem recebido pelo mercado.

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  • Cajuzinha 12 de agosto de 2020 at 08:41

    Desemprego sobe em junho e sinaliza nova piora, diz Ibre
    Taxa mensalizada chega a 14,2% e deterioração deve se aprofundar

    Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/08/12/desemprego-sobe-em-junho-e-sinaliza-nova-piora-diz-ibre.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página.

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    • bolhaestoura 12 de agosto de 2020 at 19:13

      Pode ser que estou errado, mas so com os meus olhos percebo que ainda tem bastante comercio fechado, e pelos relatos de pessoas e atividade reduzida em geral parece que o porcentagem de desemprego e muito maior que isso.

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    • MARK 12 de agosto de 2020 at 19:35

      Muitas lojas e restaurantes fecharam aqui em Santos, em São Vicente então nem se fala, de restaurantes a concessionárias como a Honda, tudo fechado. Apesar das evidências parece que nada está acontecendo, que não tem problema algum, que a crise é passageira, pelo menos é assim que estou percebendo o mundo imobiliário aqui.

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  • Cajuzinha 12 de agosto de 2020 at 14:58

    Vendas do comércio crescem 8% em junho, mas setor tem pior semestre desde 2016
    Apesar da segunda alta mensal seguida, varejo brasileiro acumula queda de 3,1% no ano e de 0,1% em 12 meses. No 2º trimestre, setor registrou queda recorde de 7,8%.

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  • Cajuzinha 12 de agosto de 2020 at 16:20

    A crise econômica de 2015 e 2016 já apontava alguns sinais. A média diária de clientes, de 50, passou para um pouco de mais de 30. Com o passar dos anos, a equipe chegou a ser reduzida pela metade. Mas nenhuma turbulência se comparou à chegada do novo coronavírus. As restrições de funcionamento impostas pelas medidas de combate à Covid-19 na Capital deixaram as tele entregas como fonte única de receita da casa.

    “Em meio a uma pandemia, não tem muito o que fazer. A proprietária do imóvel reduziu um pouco o aluguel, mas não bastava para pagar a quantidade de ‘delivery’ que fazemos. Não aceitou que eu pagasse proporcional ao que recebia”, lamentou Paula que, a muito custo, decidiu entregar a casa.

    https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/economia/crise-econ%C3%B4mica-encerra-hist%C3%B3ria-de-18-anos-de-risoteria-de-porto-alegre-1.464092

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    • socrates 12 de agosto de 2020 at 16:45

      mas não é um social-democrata o governador do Rio Grande do Sul?
      O que ele faz contra o acumulo de propriedades no estado?
      Por que a proprietária do terreno não era a própria empreendedora no local? O que justifica esse imposto a privados que a Risoteria tinha que pagar?
      Ora, se uma pessoa acumulou $$$, parabéns. Mas por que ainda é permitido acumular propriedades quando isso gera a exploração alheia e a desvalorização do valor do trabalho (fora o encarecimento de TUDO nas economias locais)?

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    • CA 12 de agosto de 2020 at 17:00

      Cajuzinha,

      Muitos proprietários de imóveis comerciais se acostumaram a um crescimento anormal do valor do aluguel, onde a rentabilidade para o proprietário triplicou enquanto a receita do negócio crescia algo em torno de 20%. Isto já tornou o proprietário do imóvel uma espécie de “sócio majoritário” do comerciante.

      Estes proprietários se acostumaram com algo muito errado e pior, como eles acham que era “normal” o que tiveram de resultado sem esforço sobre o negócio de terceiros, não aceitam abdicar desta profunda anomalia. Agora, irão pagar o preço de ficarem com imóveis sem nenhuma receita, no mínimo por meses, alguns por anos e outros sem nenhuma perspectiva de se e quando terão clientes, porque o Apocalipse do Varejo, veio para ficar. E enquanto isto, naturalmente, verão o preço de venda do imóvel comercial despencar também…

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  • Cajuzinha 12 de agosto de 2020 at 21:59

    UOL, em São Paulo (SP)

    12/08/2020 18h32

    A General Motors apresentou aos trabalhadores das fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, em São Paulo, proposta de PDV (programa de demissão voluntária), sem informar a meta de desligamentos.

    A oferta feita aos funcionários inclui salários adicionais, extensão do convênio médico e uma unidade zero-quilômetro do Chevrolet Joy Black, versão do Onix de primeira geração que tem preço tabelado em R$ 55.990.

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    • socrates 12 de agosto de 2020 at 23:08

      nossa.
      Essa é nova.

      Será para reduzir estoques?

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    • Cajuzinha 13 de agosto de 2020 at 08:06

      Crise acelera e provoca mais demissões em montadoras
      Nissan e Renault foram as primeiras a eliminar um turno inteiro de trabalho, cada uma, há poucas semanas

      Uma nova onda de demissões já atinge autopeças e parte das montadoras. Nissan e Renault foram as primeiras a eliminar um turno inteiro de trabalho, cada uma, há poucas semanas. Na Nissan, em Resende (RJ), 398 operários foram indenizados porque a empresa decidiu dispensá-los antes do fim do período de estabilidade previsto na Medida Provisória 936, que reduziu temporariamente salários e jornada.

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  • Lord of All 13 de agosto de 2020 at 07:39

    Cajuzinha

    A Caixa vende 132 imóveis, com até 80% de desconto no estado de São Paulo. São casas, apartamentos, galpões industriais, imóveis comerciais, sobrados e terrenos, na capital e no litoral paulista.

    Os imóveis são oriundos de processos extrajudiciais seguindo a lei 9.514/1997 para recuperação de dívida da Caixa.

    Entre os imóveis localizados na capital, o destaque é um apartamento de 240m² localizado no bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo, com lance inicial de R$ 1.828.141,24, valor 24% menor do que a avaliação de mercado.

    Há ainda outro de 105m², em Higienópolis. O lance inicial é de R$ 365.943,87, cerca de 34% abaixo do valor original.

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    Por que alguém compraria um imóvel de leilão com 24% de “desconto”, sendo que é possível negociar esse mesmo percentual num imóvel sem rolo de leilão?

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  • Cajuzinha 13 de agosto de 2020 at 08:10

    Ao longo desses quase 20 meses o presidente que subiu ao altar prometendo não lotear o governo, não negociar suas convicções e não proteger qualquer apoiador, vem aos poucos desdizendo e negando muito do que prometeu. Aliás, fazendo pior, porque ao atrair e instalar os parlamentares do Centrão em sua base de sustentação entronizou no coração palaciano a “velha política”, da qual se ufanava de ser o principal inimigo.

    O capitão-presidente vem demonstrando que sua teimosia e seu orgulho, mesmo desgastados, são mais fortes. Deve mesmo adorar os gritos histéricos, cartazes e afagos de apoio da claque fiel que o aguarda e o acompanha todos os dias aonde quer que vá. O Brasil…ora, o Brasil. Os brasileiros…ora, os brasileiros…

    https://www.folhacg.com.br/geraldo-silva/crise-no-governo-bolsonaro/

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  • CArlos 13 de agosto de 2020 at 11:20

    Bananistão entrando no século XXI? Ao menos para pagamentos 🙂

    Fim do TED, boleto e cartão: conheça o PIX, o novo sistema de pagamento do Banco Central

    https://www.youtube.com/watch?v=mIcvAt3HVAA

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    • CArlos 13 de agosto de 2020 at 11:24

      Esquecí do meu comentário teoria da conspiração… que não é conspiração.

      Quando é pra facilitar gastar e fazer dívidas o “sistema” funciona muito bem obrigado.
      Vejo isto todos os dias, pagamento só aproximando a carteira ou o celular, não dá tempo pra pessoa pensar que está gastando 40 reais em um copo de chá e pedaço de bolo no Starbucks 🙂

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  • Cajuzinha 13 de agosto de 2020 at 15:04

    “Algumas coisas que não dependem do isolamento social, como comprar coisas pela internet, voltam. A pessoa conseguiu renda pelos programas do governo e volta. Por isso, tem setores do varejo e da indústria voltando firmes. Mas os serviços, principalmente os serviços prestados às famílias – cabeleireiro, limpeza – você tenta reduzir pelo afastamento social. Esses não retomam a mesma forma, vão em função da pandemia, de quando vai se encerrar”, explicou Kanczuk.

    “O cenário é que as coisas mais ou menos voltariam, sem uma nova onda”, comentou o diretor do BC. Ele garantiu, por sua vez, que o Banco Central está pronto para atuar caso ocorra mais uma onda de contágio da covid-19 no Brasil. “Se ocorrer uma segunda onda, a gente vai com tudo de novo. A gente está pronto para atuar mais uma vez e fazer políticas de crédito mais uma vez. Mas é mais reativa do que proativa nossa atuação”, avisou Kanczuk.

    https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2020/08/4868263-resultado-dos-servicos-mostra-que-recuperacao-sera-gradual–diz-diretor-do-bc.html

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  • Cajuzinha 13 de agosto de 2020 at 19:47

    Serviços às famílias estão longe de voltar a patamar pré-crise, nota IBGE
    Alta acumulada em maio e junho é de 29,9%, ante perda acumulada de 62,5% verificada entre março e abril, os meses mais agudos da crise
    Por Gabriel Vasconcelos, Valor — Rio

    13/08/2020 10h52 Atualizado há 8 horas

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    • CA 14 de agosto de 2020 at 06:21

      Cajuzinha,

      O pessoal do governo continua ignorando solenemente o fato de que não existe “recuperação” apenas efeitos temporários de auxílios pontuais, que se refletem em alguns setores e em outros não.

      E quanto a não se refletir em serviços pessoais, não é exclusivamente por medo da pandemia. O fato da redução da renda ter sido intensa e sem precedentes, também força esta redução para um grande número de famílias.

      Ignorar a realidade e distorce-la é a única especialidade deste governo. Mas isto não leva a nada, o que eles conseguem com isto, é apenas uma incessante perda de credibilidade.

      Quando daqui a alguns meses, com a redução mais relevante dos diversos auxílios governamentais, as pessoas verem que não existiu a recuperação, daí eles vão se queimar de novo, o que é uma praxe para IPiraNaGrana e o séquito de lunáticos dele.

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  • CA 14 de agosto de 2020 at 11:41

    https://www.terra.com.br/economia/paulo-guedes-desmoraliza-o-liberalismo-diz-schwartsman,fcbc64d6a5f01e8e6e484a6c3a2ddd83fttxe5a9.html

    Trecho do link acima, entre “aspas”:

    “O eleitor que apostou na proposta liberal deve ficar órfão?
    Vai demorar mais 20 anos para que um presidente se eleja novamente com uma plataforma liberal. Bolsonaro desmoraliza o liberalismo, mais do que qualquer presidente de esquerda. E Guedes também. O presidente, por ser tosco; e o ministro, por ser raso. “

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    • socrates 14 de agosto de 2020 at 12:53

      CA, acho que o liberalismo econômico nunca existiu por aqui mas creio que seu ideal veio para ficar.

      A esquerda populista tem que morrer para que surja uma oposição parecida com os social-democratas dos países decentes, principalmente do norte da Europa. Por lá estão muitos dos países mais livres do mundo em todos os sentidos, inclusive no âmbito de liberdade econômica. No final das contas, a esquerda populista é tão conservadora quanto o Centrão; ambos jogam o mesmo jogo, só que interpretam papeis diferentes. Mesmo que alguns da esquerda populista não sejam propriamente ladrões, mas ignorantes ao extremo.

      Quanto aos “conservadores”, não vejo outra saída: eles terão o mesmo destino dos republicanos no EUA. Só a bizarrice ou o “medo” de mudanças os sustentarão. Cada vez fica mais difícil sustentar o aspecto religioso, por exemplo… Estamos entrando em uma fase onde o ser humano está quase alcançando a imortalidade (por causas naturais, claro). As religiões serão flexíveis o suficiente para se adaptar? E mesmo se forem, por que alguém vai confiar em um novo pregador se os antigos que tinham moral e respeito foram superados? Somos todos “deuses”, só precisamos de tempo e a imortalidade por causa naturais nos dará esse tempo.

      Mas como tudo é um teatro e as eleições são uma grande farsa, o circo vai continuar por mais um tempo…

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  • CA 14 de agosto de 2020 at 12:10

    https://www.terra.com.br/economia/congressistas-rejeitam-novo-bolsa-familia-de-bolsonaro,82cbea72e669939f71e0e3a31a28eee15hugt0t9.html

    Alguns trechos interessantes do link acima, entre “aspas”:

    “Sob pressão para liberar gastos e aumentar o apoio popular, Bolsonaro terá de escolher entre o teto de gastos e a popularidade, na avaliação do senador. “Vai ser o caos econômico, mais recessão e o Paulo Guedes fora ou, no outro cenário, ele vai ser liberal de verdade. A situação do Bolsonaro não é fácil, até o final do ano ele vai ter que dizer a que veio. De um lado ou de outro, tem um preço a pagar.” ”

    “Escolhido como novo líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) reforçou a defesa pela manutenção do teto de gastos e disse que o Executivo vai viabilizar a reformulação do Bolsa Família e o programa de investimentos Pró-Brasil cortando outras despesas. “Não haverá flexibilização do teto de gastos, isso deixamos claro ontem. Vamos trabalhar com redução de despesas. Essa é a alternativa”, afirmou.

    Barros, porém, não apontou quais despesas serão cortadas. A alternativa é a reforma administrativa, para enxugar os gastos com o funcionalismo, que ainda não foi enviada por Bolsonaro. “Vamos encontrar espaço orçamentário dentro do teto para poder avançar e ficar no limite do que pode ser feito.” ”

    TRADUÇÃO e COMPLEMENTO:

    É um “jogo de cartas marcadas”:

    De um lado, todos sabem que o programa Renda Brasil é para aumentar a popularidade do presidente no Nordeste e que o Pró-Brasil é para beneficiar os amigos do rei, a galera da Construção Civil (os eternos parceiros de falcatrua de todo e qualquer governo que se elege no Brasil). De outro lado, a visão mais racional, de que não há espaço orçamentário para aumentar gastos para atender populismo mesclado com interesses ocultos. No meio, uma galera fingindo que existem soluções mágicas e fáceis, como da noite para o dia realizar reduções relevantes nos gastos com funcionários públicos, para aumentar os gastos acima.

    No final, é bem provável que o governo vá pelo caminho eleitoreiro no melhor estilo socialista bolivariano:

    – Vão tentar eliminar as restituições do imposto de renda relacionadas à convênios médicos e educação;
    – Vão tentar eliminar os subsídios setoriais, aquelas reduções de impostos para determinados setores (este não seria ruim, se viesse acompanhado de uma real e efetiva redução nas despesas do governo, que significasse uma queda de impostos para todos e não o contrário, como estão fazendo);
    – Vão tentar fazer passar a nova CPMF;
    – Vão buscar aumento nos impostos sobre serviços;
    – Vão buscar aumentos sobre dividendos.
    – Adotarão ações “para Inglês ver” quanto à redução de gastos públicos: tirar um ou outro benefício de funcionário público, mas não os mais onerosos e importantes para esta categoria, reduzir cargos comissionados e outros que provavelmente nem estarão sendo ocupados, mas que ajudam nas estatísticas enviesadas que divulgam, privatizar uma ou outra empresa do governo federal, mas muito menos do que aquilo que prometeram e fazerem nova rodada de promessas ufanistas que não serão cumpridas, pela nogentésima decepcionésima vez.

    Em troca do esperado aumento de impostos acima, vão tentar aumentar o valor do Bolsa Família, ampliar o número de beneficiários e mudar seu nome, para desconfigurar o programa do PT e ter um novo associado à Bolsonaro, enquanto que nas obras públicas, vão tentar ajudar os amigos do rei (em troca de grana por fora para eleições) e se possível, ter uma geração temporária e insustentável dos empregos de baixa qualificação e remuneração.

    Quem ganha e quem perde com ações acima?

    Em um primeiro momento, no curto e médio prazo, quem perderá mais será a classe média (redução relevante de restituição do IRPF, CPMF e aumento de preços de produtos e serviços repassando o aumento de impostos), assim como a Indústria que tiver linhas mais longas de produção e que inclua importações, no caso do CPMF, passando por empresas de serviços e empreendedores / investidores. Quem ganhará mais no curto e médio prazo, será a população de mais baixa renda e que depende de auxílio do governo e/ou que usufrui de empregos temporários de menor qualificação na construção civil pesada, além do próprio governo via maior prestígio político com fins eleitoreiros.

    No longo prazo, todos perdem, porque o que consta acima se chama Venezuelização, talvez com uma Argentinização no caminho.

    E por que esta opção?

    Porque o governo torce para o longo prazo “demorar para chegar” e não ocorrer antes das eleições de 2022, de tal forma que os ganhos de médio prazo sustentem a reeleição do Bozo, que é a única coisa que interessa para ele. Ocorre que ainda faltam 2 anos para as eleições e não se “estica” o médio prazo só porque “o governo quer”, ou seja, é bem provável que os efeitos mais destrutivos das ações acima sejam sentidos antes das próximas eleições presidenciais.

    A conferir…

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    • CA 14 de agosto de 2020 at 12:14

      Correção: “- Vão buscar aumento DE IMPOSTOS sobre dividendos”

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      • bolhista cearense 15 de agosto de 2020 at 19:53

        Não sei se acontece com algum de vocês, mas percebo que as empresas ao distribuírem seus lucros priorizam os juros sobre o capital próprio ao invés de dividendos, para “jogarem” o IR para o acionista. Alguém já percebeu também?

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        • mestre dos magos 16 de agosto de 2020 at 10:46

          As empresas tem o teto da taxa de juros de longo prazo para distribuir JCP sobre o valor do capital social integralizado. Tem uma regra do capital social mais as reservas legais. Então a empresa joga esses juros como despesa na contabilidade. Logo, a empresa irá pegar menos IR, seu respectivo adicional, e CSLL a menor. Sendo que os PF irão pagar os 15% de IR. Vale muito a pena para a empresa tributariamente.

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  • homelessbubbles 14 de agosto de 2020 at 21:20

    Os boatos da demissão do Guedes estão cada vez maiores. Bem ao estilo do que aconteceu com o Moro.

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  • Cajuzinha 14 de agosto de 2020 at 22:53

    Pesquisa do Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo (Sindilojas-SP) mostra que as vendas no Dia dos Pais caíram na maioria dos estabelecimentos comerciais da capital paulista. Segundo pesquisa feita com os empresários, em 76% das lojas houve diminuição do faturamento na data comemorativa em comparação com a mesma data no ano passado; em 24%, houve aumento. Os dados, do Sindilojas, foram divulgados hoje (14).

    Entre os lojistas que perderam vendas, 46% relataram quedas entre 50% e 90% em comparação ao ano passado. Os demais 34% tiveram encolhimento entre 10% e 40% nas vendas. Entre os empresários que tiveram aumento nas vendas, 92% relataram elevação entre 10% e 40%; para apenas 8% as vendas aumentaram 70% ou mais.

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  • Cajuzinha 14 de agosto de 2020 at 23:01

    https://www.google.com/amp/s/valor.globo.com/google/amp/mundo/noticia/2020/08/14/china-varejo-desaponta-e-da-sinal-de-que-recuperacao-perdeu-forca.ghtml

    Com a recuperação construindo uma base mais firme, o Banco Central da China sinalizou na semana passada que iria reverter parcialmente o afrouxamento da política monetária, em uma tentativa de conter a especulação no mercado imobiliário e nas bolsas de valores do país.

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    • perdido no rio 17 de agosto de 2020 at 09:29

      Não reverteu e ainda enfiou mais $ no mercado. Vai ser a bolha das bolhas.

      Opening Bell: Futures Jump, Asian Stocks Rise On China Stimulus; Silver Pops
      Investing.com | Aug 17, 2020 07:30AM ET

      Se alguém tiver conhecimento para analisar um artigo de economista sobre a bolha chinesa, segue

      https://www.nber.org/papers/w27697

      0
  • Cajuzinha 15 de agosto de 2020 at 07:01

    https://www.google.com/amp/s/blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/paciencia-de-bolsonaro-com-paulo-guedes-chegou-ao-limite-saida-do-ministro-sera-acelerada/amp/

    Quem esteve com o presidente Jair Bolsonaro nos últimos dois dias ficou surpreso com a forma como ele se referiu ao ministro da Economia, Paulo Guedes. O presidente está irado com as declarações do ministro sobre os riscos de o governo furar o teto de gastos. Bolsonaro deixou claro que a paciência dele com Guedes chegou ao “limite”.
    Todos, sem exceção, no entorno do presidente, consideraram as falas de Guedes totalmente inapropriadas neste momento. Mas, mais do que o ministro ter admitido que estava havendo uma debandada na equipe econômica, o que realmente foi considerado avassalador por Bolsonaro foi o subordinado ter levantado a possibilidade de impeachment dele.

    A ministros palacianos e a pelo menos dois interlocutores, Bolsonaro admitiu que pode acelerar a saída de Paulo Guedes do governo. A convivência entre os dois ficou muito complicada. Para Bolsonaro, o ministro passou dos limites ao levantar suspeitas de estouro do teto de gastos neste ano.

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    • Cajuzinha 15 de agosto de 2020 at 07:15

      Outro ponto que desgastou ainda mais Guedes foi o fato de ele ter dado declarações tão contundentes ao lado do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que não é bem-quisto no Planalto. Maia é o responsável por tirar da gaveta os mais de 50 pedidos de impeachment de Bolsonaro que estão parados na Câmara. “Foi pesado demais o que Guedes fez”, afirma outra fonte.

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    • bolhista cearense 15 de agosto de 2020 at 19:19

      Apesar de ter divulgado, duvido muito que o bozo tire o tchutchuca. Seria um tiro no pé. O pouco de credibilidade que ainda resta, iria pro espaço.

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  • Cajuzinha 15 de agosto de 2020 at 09:34

    #BolaDeCristal

    Queda na Selic aquece mercado imobiliário e especialistas alertam: ‘É o momento para comprar imóveis’

    “Toda crise apresenta grandes oportunidades para alguns setores. Nunca houve na história do Brasil taxas de juros tão baixas para o consumidor. Então, sem dúvidas, quem pode comprar um imóvel financiado deve aproveitar este momento”, explica Yslanda Barros, consultora de negócios e especialista em mercado imobiliário.

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    • bolhista cearense 15 de agosto de 2020 at 19:14

      Financie agora e coloque a corda no pescoço para sempre! É o samba de sempre.

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  • socrates 15 de agosto de 2020 at 09:46

    Pessoal, o que foi essa última sexta-feira?
    1.O ministro do stj reviu a decisão absurda do presidente do stj e, na quinta a noite, tirou o beneficio de prisão domiciliar do super-amigo da famiglia e de sua esposa;
    2. Mesmo tendo o dia inteiro para agir, o tribunal do rio só emite a ordem de prisão do queiroz apøs as 18hs, tornando impossivel a policia cumpri-lo na própria sexta sem o consentimento do super-amigo . a prisão teria que ocorrer na manhã do sabado;
    3. Na mesma sexta, quase de madrugada, o Gilmar Mendes decide que o super-amigo e sua esposa não podem ir para prisão novamente, como os demais mortais.

    Foi sério isso? Tudo orquestrado na maior cara dura e na frente de todo mundo?

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  • CA 15 de agosto de 2020 at 13:09

    https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2020/08/presidentes-de-grandes-empresas-alertam-para-onda-de-demissoes.shtml

    “Presidentes de grandes empresas alertam para onda de demissões. Preocupação é com falta de liquidez do setor produtivo”

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    • Cajuzinha 15 de agosto de 2020 at 17:58

      O fim do auxílio emergencial preocupa não apenas os beneficiados pela ajuda do governo federal, mas também os empresários, diante da injeção de recursos na economia brasileira. O gerente de Análise da Confederação Nacional da Indústria, Marcelo Azevedo, destaca o desemprego em alta, a perda de renda e ainda os efeitos da pandemia que não acabou: “Medidas de isolamento estão sendo levantadas desde o fim do mês passado e não significa que os efeitos da pandemia passaram”. O presidente da Anfavea, associação das montadoras de veículos, Luiz Carlos Moraes, reconhece o déficit preocupante do governo e reforça as incertezas da recuperação no segundo semestre: “Estou muito preocupado com o aumento do desemprego e como fica a economia quando o governo deixar de pagar o auxílio.”

      https://www.google.com/amp/s/jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/setores-da-economia-ja-se-preocupam-com-queda-do-consumo-apos-fim-da-vigencia-do-auxilio-emergencial.html%3famp

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      • bolhista cearense 15 de agosto de 2020 at 19:12

        Deixar de pagar o bozo falou que não deixa, mas vai reduzir o valor e quer furar o teto de gastos.

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  • Falido.com 15 de agosto de 2020 at 17:48

    Sobre a recessão, gastos e Guedes…
    Pelo menos aqui no meu bairro na cidade de São Paulo o bicho pegou…
    Não há dinheiro pra nada e o comércio tá tristinho…
    Ate mercados estão em recessão branca… Falta dinheiro pra comida….
    Sem o remédio da bolsa covid não sei não….

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  • bolhista cearense 15 de agosto de 2020 at 19:10

    Boa noite pessoal, só para constar: o peço do ouro subiu mais ainda. Avoa!

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  • Cajuzinha 16 de agosto de 2020 at 07:09

    Crise causada pela covid deve reduzir número de brasileiros na classe média
    Principal alavanca do PIB do lado da demanda, parte da população está abatida e não deve voltar aos velhos hábitos de consumo, preocupada com o fantasma do desemprego. O poder de compra das famílias diminuirá no pós-pandemia

    Uma certeza entre eles é que a recuperação da economia não será rápida e o empobrecimento da população, de forma geral, será inevitável. Com isso, os hábitos de consumo vão mudar, principalmente da classe média, maior alavanca do Produto Interno Bruto (PIB). Ela mal se recuperou do baque da recessão de 2015 a 2016 e corre o risco de encolher ao longo dessa nova recessão, devido à forte expectativa de aumento do desemprego daqui para frente.

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    • Cajuzinha 16 de agosto de 2020 at 07:17

      Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC), também não tem dúvidas de que o empobrecimento do Brasil será inevitável nessa crise. Ele estima que o PIB per capita deverá cair, pelo menos, 6,6% neste ano, no mesmo patamar da década perdida de 1980. “Vai ser o pior resultado da série histórica desde 1981”, compara. Ele reconhece que esse cenário ainda é otimista porque não considera uma segunda onda de contágio da covid-19.

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      • CA 16 de agosto de 2020 at 09:08

        Cajuzinha,

        Fico impressionado com o nível de cegueira seletiva dos “especialistas economistas”:

        Eles fingem não ver que o problema não é apenas quanto ao auxilio emergencial, mas sim, algo muito maior que isto.

        Exemplos:

        A CEF e outros bancos estão suspendendo pagamentos das prestações do financiamento imobiliário por meses.

        Para uma parte relevante das pessoas que ficaram desempregadas, que tiveram que fechar seus negócios, que não puderam mais trabalhar como Ubers e em outros bicos e que ficaram sem rendimentos, quando tiverem que voltar a pagar pelas prestações do credito imobiliário, sem ainda terem uma fonte de renda para pagar por este financiamento, o que irá acontecer?

        Um crescimento gigantesco na inadimplência do credito imobiliário, que já estava em patamar muito anormal antes de qualquer pandemia, tanto que graças à falta de pagamentos a CEF já tinha retomado e deixado disponível em leilão e outras formas de vendas um volume de imóveis que fez dela a maior vendedora de imóveis do Planeta! E isto, porque na prática a CEF não retomou nem 1/3 do que deveria, só fazendo gambiarras para simular que estava “renegociando”, pedalando e maquiando de forma insana!

        E daí entra uma outra profunda e gritante anomalia, que também é solenemente ignorada pelos “especialistas economistas” , a BEE, que significa Bipolaridade Econômica Extrema:

        Como a CEF e outros bancos, por um lado podem dizer que as pessoas estão sem a menor condição de pagar pelo crédito imobiliário e por isto os pagamentos serão suspensos por 6 meses e a CEF inclusive dizendo que pode ampliar este prazo, algo tão apelativo que antes nunca tinha sido feito na história do país e por outro lado, eles ignoram por completo o que acabaram de dizer e disparam na concessão de crédito imobiliário com os menores juros de todos os tempos?!

        Se as pessoas não tem a menor condição de pagar pelo credito imobiliário, o mínimo que os bancos deveriam fazer, seria restringir o crédito imobiliário, diminuindo sua oferta e cobrando juros maiores, afinal, se o risco é tão gigantesco e palpável a ponto de suspenderem o pagamento das prestações, qual o sentido de fazer de conta que o risco diminuiu e assim baixar os juros?!

        Ou se trata apenas de fingir que não existe a questão de risco e retorno e assim fazer de conta que o risco não deve ser considerado nos juros e ficará tudo bem?!

        O que consta acima é uma insanidade gritante, algo extremamente absurdo, jamais visto, mas que simplesmente é ignorado e todos fingem que “está tudo bem”!?

        Um complemento ao que consta acima: milhares de pessoas que não ficaram sem tenda, optaram por deixar de pagar as parcelas do credito imobiliário, para usar este dinheiro que “sobrou” para o consumo. E quando estas pessoas tiveram que voltar a pagar por estas parcelas, o que vai acontecer com o consumo? Nova queda, colaborando para intensificação da crise.

        Junta-se a isto que empresas terão que voltar a pagar os impostos que foram postergados e de quebra, terão aumento de impostos para cobrir um pedacinho dos gigantescos rombos gerados nas contas do governo e daí, com consumo cada vez menor em função dos fatores acima, serão obrigadas a demitir cada vez mais funcionários e o circulo vicioso acima irá crescer como nunca!

        E o que os “especialistas economistas” tem falado a respeito, é apenas uma pequena parte do que consta acima. Isto porque dei apenas alguns exemplos, tem muito mais fatores em cascata ou independentes dos itens acima que nem mencionei.

        O choque de realidade será gigantesco e absurdamente traumático para um enorme contingente de pessoas, completamente desavisadas, em especial em função de “economistas especialistas” que trabalham para meios de comunicação que são vendidos e parciais a favor do setor imobiliário, trabalhando de forma intensa para ajudar a enganar as pessoas.

        A conferir…

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  • Cajuzinha 16 de agosto de 2020 at 11:04

    Guedes e Marinho entram em guerra sobre a ampliação dos gastos do governo
    Para o ministro da Economia, ex-secretário da pasta lidera a movimentação nos bastidores para o governo ampliar despesas, mesmo que isso signifique estouro do teto de gastos
    Por Vicente Nunes – Correio Braziliense
    16/08/2020 07:52

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  • CA 16 de agosto de 2020 at 12:25

    Abaixo, mais informações sobre a maior pirâmide financeira de todos os tempos no país, anunciada a céu aberto e para quem quiser ver…

    https://www.terra.com.br/economia/cvm-monitora-atuacao-de-influenciadores,83258342f6f89008bd1c99950be76f37eiaeworn.html

    https://www.terra.com.br/economia/investidores-jovens-aprendem-a-apostar-na-bolsa-com-amigos-e-na-internet,f46b4e5e9e3ac41879d979a18572d0c5g2kchwn2.html

    https://www.terra.com.br/economia/bolsa-ganha-900-mil-pessoas-fisicas-na-pandemia-enquanto-presenca-de-estrangeiro-recua,73dd7d1480124f1ed5637c6fbfc4e7eb1t8b5rz2.html

    Lembrando as características da pirâmide financeira da BOVESPA:

    1) A causa para a super-valorização, não guarda nenhuma relação com o produto ou serviço.

    Exemplos:

    Telexfree que não tinha nenhuma utilidade;

    Fazendas reunidas Boi Gordo, onde o gado era o que menos importava

    BOVESPA, onde desde 2016, a valorização das Ações tem batido recorde entre os investimentos, enquanto a economia degringola sem parar, sendo que se as empresas estivessem tendo todo aquele sucesso refletido nos valores das Ações, a economia deveria estar bombando e não o contrário.

    2) O que faz com que as pessoas tenham ganho, se refere exclusivamente ao crescimento no número de entrantes e o esquema de “marketing multi-nivel”:

    Foi assim com Telexfree e Boi Gordo. Campanhas intensas na mídia, amigos chamando as pessoas para investirem e “ficarem ricos” junto com eles, afinal, “todo mundo estava entrando”, então, “não tinha como dar errado”, levando a crescimento exponencial nos entrantes (efeito manada).

    Ostentação intensiva por quem tinha “ficado rico” com aquele negócio.

    Tudo completamente dissociado do produto ou serviço, como explicado no item 1.

    Tudo exatamente como está ocorrendo na BOVESPA e está demonstrado pelas noticias com links acima.

    3) Negacionismo intenso, mas como sempre, sem nenhum fundamento:

    Todos negam que é uma piramide financeira, mas ninguém explica porque se valoriza sem ter nenhuma relação com o produto ou serviço a que se refere.

    De novo, o que cansamos de ver com Fazendas Boi Gordo, Telexfree e BOVESPA.

    4) Forte impulso via redução de juros básicos da economia, que leva um volume gigantesco de pessoas que não entende absolutamente nada sobre aquele negócio a entrar nele, de forma irracional:

    Mais um ponto comum entre Fazendas Boi Gordo, Telexfree e BOVESPA

    5) Os sardinhas mantém empolgação total e continuam alimentando o esquema da pirâmide, enquanto os tubarões saem do esquema antes que exploda visivelmente:

    Como de praxe, idêntico entre Fazendas Boi Gordo, Telexfree e BOVESPA.

    Nas notícias acima, as evidências claras quanto a isto para BOVESPA: recorde de saida de fundos estrangeiros bilionarios ou trilionarios, junto com recorde em de entrantes pessoas físicas que não entendem absolutamente nada sobre o mercado de Ações.

    Pois é, na hora da trágica volta a realidade, veremos muito choro e ranger de dentes…

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    • CArlos 16 de agosto de 2020 at 16:11

      O mercado de ações parece “o infeliz Wile E. Coyote, correndo da beira de um penhasco”, diz o economista comportamental

      ‘Nunca antes vi um mercado tão valorizado em face de uma incerteza avassaladora’, diz Montier, da GMO

      O índice S&P 500 está oscilando à beira de um poleiro rarefeito, persistentemente afastando as incertezas criadas pela pandemia COVID-19 em sua ascensão.

      Embora a recuperação, sem dúvida, o mais importante benchmark do mercado de ações do mundo tenha estagnado, sua proximidade de um pico de fechamento histórico deixou vários investidores inquietos, para dizer o mínimo.

      “Nunca antes vi um mercado tão valorizado em face de uma incerteza avassaladora”, escreveu James Montier, economista comportamental e membro da equipe de alocação de ativos da GMO, em um artigo de pesquisa recente intitulado “Razões (não) para estar alegre: Certeza , Absurdo e Narrativas Falaciosas. ”
      O mercado de ações dos EUA parece cada vez mais com o infeliz Wile E. Coyote, correndo da beira de um penhasco em busca do incômodo Roadrunner, mas ainda sem perceber que o chão sob seus pés havia acabado há algum tempo

      “Parece que o mercado de ações dos EUA bebeu do Kool-Aid do Dr. Pangloss – onde tudo é para o melhor no melhor de todos os mundos possíveis”, escreveu ele, referindo-se ao personagem de Voltaire em Candide, que afirmava a filosofia Poliana que o estado atual das coisas sempre representa o melhor de todos os mundos possíveis.

      Claro, como Voltaire satirizando em Cândido do filósofo do século 17 Gottfried Wilhelm Leibniz, que também defendeu a tese de uma espécie de otimismo destemido, Montier acha que os participantes do mercado podem ser muito arrogantes sobre a explosão do índice de ações em face de uma economia sem precedentes calamidade criada pela pior pandemia dos tempos modernos.

      “É como se o Sr. Mercado estivesse assumindo um risco final (embora bom) e precificando-o com certeza”, escreveu Montier.

      Na sexta-feira, o Dow Jones Industrial Average DJIA, + 0,12% registrou um ganho semanal de 1,8%, encerrando cerca de 5,5% de seu fechamento recorde de 12 de fevereiro, e o S&P 500 SPX, -0,01% subiu 0,6%. O S&P 500 foi brevemente negociado acima de sua alta de 19 de fevereiro, fechando em 3.386,15 na quarta e quinta-feira, mas não conseguiu se segurar.

      O Nasdaq Composite Index COMP, -0,20%, entretanto, terminou mal positivo para a semana, com alta de 0,1%. O índice registrou 32 registros até agora em 2020.

      Se o S&P 500 for capaz de se juntar ao Nasdaq Composite em território recorde em qualquer ponto durante as próximas semanas, terá atravessado sua baixa do mercado em baixa para uma alta recorde no menor período de tempo já registrado, de acordo com o Dow Jones Market Dados. A recuperação recorde atual foi de 310 dias de negociação de 9 de fevereiro de 1966 a 4 de maio de 1967. Até agora, 102 dias de negociação se passaram entre o S&P 500 de 23 de março de 2020.

      A preocupação de Montier com o ritmo de recuperação das ações é mantida por uma série de investidores pessimistas e otimistas. Como o mercado pode subir tão fortemente depois de cair mais de 30% para suas mínimas em março em um cenário de carnificina econômica.

      O investidor OGM disse que apenas a Grande Crise Financeira de 2008-09 representa um paralelo ao chamado V-shaped, rápido e potente, salto superior que temos observado no mercado.

      “É certamente verdade em teoria que o mercado de ações pretende ser um dispositivo voltado para o futuro, capaz de ver através de questões de curto prazo”, observa Montier. “A história nos ensina que o mercado geralmente é um mestre em contagem dupla, associando múltiplos de pico a ganhos de pico e múltiplos de vale a lucros de vale”, acrescenta.

      Preocupação com um novo estímulo fiscal do Congresso, China-EUA. flare-up, como os dois países cancelaram indefinidamente os planos de manter negociações sobre a adesão de Pequim aos termos de um acordo comercial de fase um, e as preocupações de que o surto viral poderia aumentar um ressurgimento punitivo no outono e / ou inverno são apenas alguns prementes preocupações dos participantes do mercado.

      No entanto, Thomas Lee, fundador da Fundstrat Global Advisors, permanece descaradamente otimista sobre as perspectivas do mercado. Ele aumentou sua meta de final de ano para o S&P 500 em 75 pontos, para 3.525. “Do nosso ponto de vista, este é apenas um jogo de espera. Ou seja, acreditamos que existem catalisadores para apoiar uma mudança muito além de 3.393,52 ”, escreveu ele em uma nota de pesquisa na sexta-feira.

      Dito isso, a previsão de Lee para o início de uma tendência de alta para o mercado, desencadeada pelas chamadas ações de epicentro – financeiro, energia e outros setores – que foram deixados para trás na recente alta, não se concretizou em 14 de agosto, pois ele tinha previsto. Talvez valha a pena dar ao estrategista mais algumas sessões para ver como essa chamada se transforma na próxima semana.

      Também é difícil entender as perspectivas da economia e do mercado observando os grandes investidores de Wall Street.

      Na sexta-feira, uma espiada nos fundos administrados pelo bilionário George Soros indicou que ele estava se acumulando em empresas financeiras, incluindo o Bank of America BAC, + 0,45%, Morgan Stanley MS, + 0,23%, Wells Fargo & Co. WFC, + 1,11%, Citigroup C, + 0,07%, e PNC Financial Services PNC, + 0,66%, que sofreria mais se a economia deixasse de manifestar a recuperação em forma de V que as ações parecem prever. No mesmo período, Berkshire Hathaway BRK.B de Warren Buffett, -0,48% BRK.A, -0,58% estava descarregando, ou diminuindo, sua posição em muitos dos mesmos nomes e arrematando ações da mineradora de ouro Barrick Gold Corp GOLD, – 0,55%, de acordo com documentos públicos que oferecem um retrato das participações dos investidores em um determinado ponto.

      Completo no link abaixo:

      https://www.marketwatch.com/story/stock-market-looks-like-hapless-wile-e-coyote-running-off-the-edge-of-a-cliff-says-behavioral-economist-11597501544

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    • CArlos 16 de agosto de 2020 at 17:19

      Avua sardinhada 😉

      Bolsa ganha 900 mil pessoas físicas na pandemia, enquanto presença de estrangeiro recua

      Motivado pela queda da taxa básica de juros, ingresso de novas contas na B3 ganhou força entre março e julho; investidores têm perfil jovem

      Após uma década estacionada em torno dos 500 mil investidores pessoa física, a Bolsa brasileira rompeu a casa de 1 milhão de CPFs em julho do ano passado. Desde então, o número não parou de crescer e agora, durante a quarentena imposta pelo novo coronavírus, o movimento ganhou ainda mais força: apenas de março a julho, 900 mil novas contas foram abertas, levando o total para quase 3 milhões de investidores.

      O ingresso do brasileiro na B3 conseguiu compensar parte dos R$ 45 bilhões sacados pelos estrangeiros no mercado de capitais durante a pandemia. Foi também o aplicador local que ajudou a estancar a sangria das companhias abertas nos primeiros meses da crise e a recolocar o Ibovespa acima do patamar de 100 mil pontos. O índice chegou a perder 60% de seu valor entre março e abril.

      Mas há também uma alteração no perfil do investidor, cada vez mais jovem, com objetivos de longo prazo e, em boa parte, incentivado por grupos fechados de redes sociais e por influenciadores digitais, que concentram sua atuação principalmente no Twitter e no YouTube (leia mais na página B3).
      Nova cara

      Segundo dados da B3, de 2016 para cá, o investidor pessoa física ampliou sua participação de 17% para 21% nos pregões, enquanto o estrangeiro reduziu a presença em dez pontos porcentuais no mesmo período, para atuais 46%. O restante é formado por investidores institucionais, como os fundos de pensão.

      Hoje, seis em cada dez CPFs da Bolsa têm entre 16 e 45 anos, ante 21% há quatro anos. Uma faixa etária que já corresponde a quase um quarto (R$ 100 bilhões) dos R$ 382 bilhões sob custódia na B3. A cifra é seis vezes maior que a movimentada pelas pessoas físicas em 2016.

      Muitos são novatos, não só na Bolsa, como nos investimentos. Pessoas como o analista de TI paulistano César Lauria, de 25 anos, que até o início da pandemia não tinha nem mesmo o hábito de guardar dinheiro. Quando se trancou em casa, em razão do isolamento social, encontrou tempo para pesquisar como gerenciar melhor as finanças e montou um plano de investimentos.

      Nos últimos meses ele vem separando 30% do salário para aplicar em ações. “Eu vi que dava para guardar dinheiro e comecei a acompanhar alguns influenciadores na internet para pegar dica”, conta. “Já tenho mais de R$ 10 mil aplicados na Bolsa”, diz ele, que não encontrou dificuldades para dar as ordens de compra e venda pelo site da corretora e não leva em consideração reservar uma parte do dinheiro para opções mais conservadoras de renda fixa.

      Redes sociais

      Assim como Lauria, a engenheira de software Isadora Maceió, de 30 anos, começou a investir no mercado acionário nos últimos meses. “Já tive problemas com dívida. Há cinco anos, cancelei meu cartão e venho me organizando. Li muita coisa na imprensa e passei a seguir youtubers que falam sobre finanças, até que, em abril, fiz minhas primeiras compras diretas de ações.”

      Completo to link:

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  • CArlos 16 de agosto de 2020 at 17:10

    Pandemia derruba lançamentos em São Paulo

    No primeiro semestre, chegada de novos imóveis na cidade caiu pela metade; setor vê melhora até o fim do ano

    Se a procura por financiamentos não parou, apesar da crise, o mercado de imóveis novos da cidade de São Paulo não saiu ileso da quarentena imposta para tentar conter o avanço do novo coronavírus. Parte dos negócios do setor sentiu o tranco na economia, e os projetos imobiliários lançados em junho na capital paulista somaram apenas 2.015 unidades.

    Os números apontam que o total de novas unidades foi 28,3% maior do que em maio, mas 79,9% abaixo do de junho de 2019, segundo dados do Secovi-SP – entidade que representa empresas do setor. No primeiro semestre de 2020, os lançamentos caíram pela metade, para 9,6 mil unidades, ante o mesmo período do ano passado.

    De acordo com a entidade, um aspecto a ser considerado nos resultados do setor é que, apesar de os lançamentos no primeiro semestre do ano terem sido reduzidos em mais de 50%, as vendas caíram menos, o que demonstra que a demanda por moradia vem se concentrando nos imóveis que já estão disponíveis.

    As vendas de imóveis novos em junho na cidade atingiram 2.984 unidades, 56% abaixo do mesmo mês do ano passado. O montante está próximo da média de 3.195 unidades vendidas por mês entre janeiro e março deste ano, período imediatamente anterior ao início da quarentena. Mas no semestre, a queda nas vendas é de 14%, totalizando 16,9 mil imóveis.

    Conforme antecipou o Broadcast/Estadão, empresários e analistas percebem uma reação do mercado imobiliário. Um dos motivos para isso é a queda nas taxas de financiamento, abrindo caminho para a compra da moradia por mais pessoas e compensando, ao menos em parte, os efeitos da crise.

    “A gente vê um mercado bastante competitivo, em um nível que nunca vimos no setor. Mas o financiamento de imóveis usados ficou mais forte que o de novas unidades”, avalia a presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Cristiane Portella.

    “Quando sente mudanças na economia, a incorporadora precisa refazer cálculos e avaliar o comportamento do público-alvo de seus empreendimentos. No primeiro semestre, os lançamentos tiveram esse recuo, mas a gente acredita que eles vão voltar”, diz Cristiane.

    “Apesar deste cenário desafiador, o mercado imobiliário apresentou crescimento no mês de junho em relação ao mês de maio, quando as vendas já tinham apresentado recuperação em relação a abril. A tendência de retomada da vida, dentro de um ‘novo normal’, está colaborando para esse comportamento”, diz o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci.

    Na avaliação dele, existe margem para uma redução ainda maior dos juros dos financiamentos imobiliários, o que daria um novo fôlego para o mercado. “Taxas de juros competitivas estimulam o aumento das operações de financiamentos, trazendo mais famílias para o crédito imobiliário”, ressalta Petrucci.

    https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,pandemia-derruba-lancamentos-em-sao-paulo,70003401474

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  • CArlos 16 de agosto de 2020 at 17:12

    ‘Consumo das famílias define futuro da construção’, diz economista do Ibre
    Resultado do setor surpreendeu no primeiro semestre, segundo Ana Maria Castelo

    Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), avalia que a covid-19 atingiu a economia quando o setor da construção mal se recuperava da última crise. A seguir, trechos da entrevista.
    Como avaliar o primeiro semestre para o financiamento?

    O efeito esperado por conta da pandemia era uma forte queda da demanda, mas os dados do semestre surpreenderam. Só que o cenário ainda é incerto.
    Os recordes para a captação da poupança devem se manter?

    Parte da captação recorde veio por causa de programas, como o auxílio emergencial e a compensação pela redução de salário, que chegaram à população por meio da poupança. Mas não é certo que isso se sustentará, a medida que o desemprego suba e as pessoas saquem o que pouparam.

    Qual é a perspectiva para o setor após o pior da pandemia?
    O baque da covid-19 veio em um momento em que o mercado ainda se recuperava da última recessão. O que pode impulsionar o setor imobiliário é a recuperação da capacidade de consumo das famílias.

    https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,consumo-das-familias-define-futuro-da-construcao-diz-economista-do-ibre,70003401466

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    • perdido no rio 17 de agosto de 2020 at 09:53

      Agora eles falam do choque no mercado. Na época, nunca falavam. Normal. Pilantras.

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  • CArlos 16 de agosto de 2020 at 17:16

    Sobra dinheiro no crédito imobiliário e construtoras apostam em ofertas para convencer consumidor

    Captação recorde de recursos na poupança inundou a principal fonte de financiamento de imóveis para a classe média; demanda, no entanto, não acompanha expansão

    Em meio às más notícias que o País acumula desde o início da pandemia da covid-19, o mercado imobiliário vive um momento único: a captação recorde de recursos na poupança inundou a principal fonte de financiamento de imóveis para a classe média, e os juros baixos têm permitido que mais famílias tomem crédito. O desafio é convencer o consumidor ainda cauteloso a superar as incertezas na economia e investir na casa própria.

    Ainda que a demanda por financiamento tenha continuado mesmo na crise, ela está longe de acompanhar a expansão do volume de recursos. Por isso, construtoras apostam nas promoções.

    O momento é favorável para o crédito imobiliário pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), principalmente voltado a imóveis de médio padrão – a partir de R$ 240 mil. De janeiro a julho, foram R$ 87,9 bilhões de captação líquida da poupança, recorde desde o Plano Real. No mesmo período de 2019, o resultado ficou negativo em R$ 13 bilhões, segundo dados do Banco Central e da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

    Em julho, 54% dos recursos disponíveis para financiamento vieram da poupança. No primeiro semestre, R$ 34,1 bilhões foram contratados em operações para a aquisição da casa própria pelo SBPE e R$ 9,2 bilhões para construção, altas de 25% e 11%, respectivamente, ante a primeira metade de 2019.

    “A poupança não é o único fator que define as perspectivas para o setor, mas sem dúvida ajuda”, diz a presidente da Abecip, Cristiane Portella. “Além dela, os juros nunca foram tão baixos.”

    Desde que as taxas de financiamento começaram a cair – do patamar de 11%, em 2016, para 7% ao ano – 5 milhões de novas famílias se tornaram elegíveis para financiar a casa, segundo cálculo do Banco Inter para o Estadão. Novos contratos, como os atrelados à inflação, também aqueceram a oferta.

    “As concessões de financiamento mostram que houve procura, mesmo nos piores meses da pandemia. Há uma janela para o crédito”, diz a economista-chefe do banco, Rafaela Vitória.

    Após crescer 37% em 2019, a expectativa da Abecip para este ano é de um avanço de 12% no volume de financiamentos. Os juros baixos, com a Selic em 2% ao ano, também atraem quem se volta para os imóveis como uma opção de investimento.

    Mas se sobram recursos, também persistem incertezas quanto ao desempenho da economia no segundo semestre. O recorde de funding ocorre muito pela postura cautelosa do brasileiro, e o BC estima que cresceu a poupança “por precaução”, em que a família poupa para fazer um colchão e atravessar a crise.

    A Sondagem da Construção, da Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta que a confiança dos empresários do setor subiu em julho, mas a demanda ainda contida de parte dos consumidores é o fator que mais limita a melhoria dos negócios.

    https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,sobra-dinheiro-no-credito-imobiliario-e-construtoras-apostam-em-ofertas-para-convencer-consumidor,70003401462

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    • Tagore 17 de agosto de 2020 at 08:54

      Profecia antiga aqui:
      “Haverá crédito mas não existirá ninguém para tomar emprestado”

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  • Cajuzinha 16 de agosto de 2020 at 17:43

    GNEWS falando agora nos escritórios e ruas vazias da Faria Lima.

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  • Cajuzinha 16 de agosto de 2020 at 19:56

    Mais uma propaganda disfarçada de notícia:

    Ele lembra que, ao se olhar para os últimos dez anos, a valorização dos imóveis ficou acima dos juros básicos. “Quem optou por comprar uma residência lá atrás passou a morar melhor e não perdeu dinheiro. E quem quer investir em um imóvel agora pode aproveitar os juros historicamente baixos.”

    Apesar da pandemia, a funcionária pública Fátima de Mattos, de 57 anos, por exemplo, seguiu com os planos de comprar um imóvel na capital paulista. Em busca de mais segurança, a família vai trocar a casa por um apartamento. “O financiamento saiu mais rápido do que eu esperava. A prestação foi uma surpresa também, ficou 15% mais baixa do que nas simulações. No fim, foi a decisão correta: alugar um imóvel no mesmo prédio custa R$ 2.400. Vou pagar R$ 2.280 de prestação.”

    https://www.google.com/amp/s/economia.estadao.com.br/noticias/geral,construtoras-fazem-tudo-para-vender,70003401465.amp

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    • MARK 16 de agosto de 2020 at 20:15

      “alugar um imóvel no mesmo prédio custa R$ 2.400. Vou pagar R$ 2.280 de prestação.” Brasileira, 666 como deve ser, deve ter visto o valor do pacote do aluguel 2.400,00 (aluguel + iptu + condomínio) e está comparando com a prestação de 2.280,00 sem nem fazer as contas direito. Vejo vários conhecidos pegando o preço do pacote e dizendo, “Perceba que aquele apartamento alugado rende 2.400,00” sem fazer as contas de que se trata de pacote e que o aluguel às vezes nem chega a 1.000, na verdade.

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      • Godinez 21 de agosto de 2020 at 12:07

        MARK,

        No prédio que moro o aluguel está na faixa de R$2.400,00. Há unidade à venda com valor pedido de 600 mil reais.

        Simulando a compra dessa unidade pela Caixa (SAC, SBPE – TR +juros fixos) em 420 meses, a entrada mínima é de R$134 mil (pouco mais de 20%) e a primeira parcela fica em R$4.280,05. Só vi cair para o valor de R$ 2.400 na parcela 250.

        Refazendo a simulação, colocando como premissa que a parcela inicial deve ser de no máximo R$2.400,00, no mesmo prazo de 420 meses e todo o restante idêntico, a entrada necessária é de R$ 357 mil reais.

        Portanto, para as contas dela baterem, ela precisa dar uma excelente entrada, de mais de 50% do valor a ser financiado.

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  • CA 17 de agosto de 2020 at 05:59

    Sobre as notícias acima:

    Falam de resultados “surpreendentemente bons” “otimismo do setor”, “agora é o melhor momento para comprar imóveis” (rs), etc.

    No mundo real, em junho/20 na principal cidade do país e que sozinha responde por mais de 20% dos negócios, lançamentos caíram 80% e vendas 56%, na comparação com junho/20. Isto é resultado surpreendentemente bom?!

    Em junho/20 já não havia quarentena, ao contrário, havia acumulado de meses anteriores em que as pessoas não saiam para fechar negócio e deixaram para ir em junho e mesmo assim, comemoram a catástrofe acima como sucesso!

    Aumento de financiamentos imobiliários baseados em aumento de trocas de imóveis com complemento em financiamento, menos vendas à vista e focado principalmente em usados, porque é onde os proprietários mais estão recorrendo à descontos e flexibilização do tipo “fazemos qualquer negócio”, como caso de noticia divulgada por aqui, de pessoa que deu 30% de desconto, aceitou imóvel comercial e ainda a diferença em financiamento.

    Falam sobre o “sucesso” do imóvel como “investimento” e o exemplo que dão na reportagem acima, é de pessoa que trocou uma casa por apartamento. Oras, a pessoa trocou de imóvel e não investiu em um novo, ela não está usando imóvel como investimento. A falta de investidores suicidas é tão grande que nem conseguem um que seja para servir de exemplo!

    E os resultados das construtoras do segundo trimestre? Pegaram 3 delas que tem foco total em MCMV e faturaram com aumento de repasse da CEF, porque agora o FGTS cobre 100% do valor e não cai no gargalo da falta de dinheiro do governo e divulgaram com grande alarde. Outras duas que tem mais vendas de imóveis de média e alta renda com quedas de 50% a 70% nestas categorias. E o restante? Vão adiar ao máximo possível a divulgação, que vai sair no prazo limite, para não expor tão cedo novas contradições ao discurso ufanista de “sucesso” do setor perante a crise.

    De mentira em mentira, vão sobrevivendo, aumentando as distorções e problemas que geram efeitos colaterais negativos e crescentes para a economia e sociedade.

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  • Moreira 17 de agosto de 2020 at 07:44

    Falando com a mana ontem, ela soltou que está operando na bolsa. Aprendeu coisas novas nessa pandemia. Colocou 500 reais. Alertei para a ela para não se empolgar e aprender com pouco. Ela disse que tudo depende da estratégia.

    Lembrei das frequentes colocações do CA.

    kkkk

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  • perdido no rio 17 de agosto de 2020 at 09:19

    Agora é a hora de financiar. Afinal, o que é desemprego recorde, desalento recorde e subutilizacao recorde da força de trabalho perto de juros mais baixos hoje? Ninguém se importa com o futuro, só querem saber se a parcela cabe no orçamento do mês.

    https://jovempan.com.br/noticias/economia/queda-na-selic-aquece-mercado-imobiliario-e-especialistas-alertam-e-o-momento-para-comprar-imoveis.html

    Queda na Selic aquece mercado imobiliário e especialistas alertam: ‘É o momento para comprar imóveis’

    Giullia Chechia Mazza
    2 dias atrás

    Contrariando as previsões, o otimismo toma conta do mercado imobiliário nacional em meio à recessão provocada pela pandemia do novo coronavírus. Enquanto o Banco Central espera uma queda de 6,5% para a economia brasileira, o setor imobiliário inicia um novo ‘boom’ com a redução histórica da Selic para 2%. Este menor patamar da taxa básica de juros cria condições favoráveis para as operações de crédito e investimentos, o que se reflete nas vendas do setor. A taxa de juro média do financiamento imobiliário também está no menor patamar da história, estimulando o aquecimento das negociações. “Toda crise apresenta grandes oportunidades para alguns setores. Nunca houve na história do Brasil taxas de juros tão baixas para o consumidor. Então, sem dúvidas, quem pode comprar um imóvel financiado deve aproveitar este momento”, explica Yslanda Barros, consultora de negócios e especialista em mercado imobiliário.

    Ela ressalta que o contexto influencia também no aumento do poder de compra, já que a redução dos juros corresponde a um desconto significativo na parcela do financiamento, que passa a caber com maior facilidade no bolso dos compradores. “Por exemplo, o cliente que comprou um imóvel de R$500.000 em 2015, quando a Selic estava alta e a média do financiamento habitacional girava em torno de 14,5%, pagou parcelas de cerca de R$ 6.000. Com a queda desta taxa para 10% em 2018, o cliente pagaria prestações de R$ 4.800 para o mesmo imóvel. Hoje, com a redução da Selic e dos juros, as parcelas seriam de R$ 3.500.”

    Mesmo sem o sonho de adquirir o apartamento próprio, o gerente de finanças Guilherme Cotrim abraçou a oportunidade. “Nunca quis comprar um imóvel, na realidade, sempre pensei que o investimento imobiliário fosse complicado porque precisaria mobilizar muito dinheiro enquanto outras aplicações poderiam render mais.” No entanto, a virada de jogo do setor fez com que Cotrim mudasse de ideia. “Neste período de pandemia, os investimentos tradicionais não estão rendendo como há um ano. Então, com a minha companheira, decidi parar de pagar aluguel e entrar neste mundo imobiliário. Ao menos, daqui uns anos, teremos alguma propriedade”, diz. O gerente afirma que os principais motivos para sua escolha foram a queda da taxa de juros, a facilidade para acessar o FGTS e a redução dos preços dos imóveis. “Encontrei um apartamento com o valor abaixo do preço de mercado e os antigos proprietários ainda fizeram um esforço para diminuir mais o valor e vender logo.”

    Neste cenário econômico, o mercado financeiro tem observado um movimento de migração dos investidores de ações para o setor imobiliário, já que os fundos tradicionais, como a poupança e a renda fixa, não estão rendendo bons lucros. “O perfil do investidor e do comprador está mudando. Por um lado, temos uma nova geração, entre os 30 e 35 anos de idade, que procura por imóveis de 25 m² a 75 m² nas proximidades do metrô. Por outro lado, a pandemia mudou a rotina de muitas pessoas que passaram a trabalhar dentro de suas casas em regime de home office, aumentando a demanda por espaços maiores e imóveis localizados em regiões mais afastadas do centro, já que o deslocamento para os escritórios se tornou mais raro”, analisa Regis Balieiro, sócio-diretor da imobiliária Viver Morumbi.

    O diretor destaca que já sentiu na pele (e nas contas) as consequências do recente aquecimento do setor. “Com o anúncio da pandemia, imaginamos que as vendas iriam parar, mas, para nossa surpresa, experimentamos o efeito contrário com a queda no preço dos imóveis (principalmente entre os usados) e ascensão das negociações”, relata. De acordo com Balieiro, os compradores devem permanecer atentos para não perderem esta “oportunidade única” ao adiarem o investimento em propriedades porque, segundo ele, as tendências do mercado apontam para a valorização dos imóveis e ajuste das taxas de juros durante os próximos meses.

    O avanço da categoria concede um respiro ao fragilizado mercado nacional ao impulsionar a retomada econômica com a movimentação de capital e geração de novos postos de trabalho. “O setor dos imóveis não parou em nenhum momento da pandemia, sendo, inclusive, considerado serviço essencial em muitas capitais. Com o auxílio de inovações tecnológicas, como a visitação virtual de casas e apartamentos, foi possível superar e crescer durante a crise. É um mercado de importante fator econômico e, com certeza, ajudará muito na recuperação do nosso país”, conclui Yslanda Barros.

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    • Ilusionista 17 de agosto de 2020 at 09:45

      nos dias atuais precisamos ficar com um pé atrás com certos microfones adestrados, “passa pano, muda de assunto”, falsos profetas e vendedores de ilusões. Joven pan, record e sbt estão mais para jornal oficial da Voz do Brasil do que imprensa imparcial.

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      • socrates 17 de agosto de 2020 at 10:25

        como existir mídia grande independente quando elas dependem de $$$ e o poder de emissão e controle do $$$ está com Trumps (incluindo aqui sua falsa oposição democrata) e Bolsonaros da vida?

        Tirando alguns canais de esquerda (populistas na maioria das vezes, infelizmente), pequenos blogs “conservadores” (provavelmente por não terem mais como esconder a verdade, embora o sistema atual sirva justamente para sustentar sua posição), não tem mais muito lugar além do BIB informando que a Wall Street e Bovespa estão totalmente deslocadas da realidade e que isso sustenta bolhas mil, como a imobiliaria e a dos automóveis (no caso da imobiliária, contribui o total descaso com a função social da propriedade, já que quem acumula $$$ poderia investi-lo em outros setores e não na exploração alheia com o acumulo de imóveis – muitos dos GRANDES que já cairam aqui no BIB eram ferrenhos críticos da função social da propriedade, vocês se lembram? Eram eles ignorantes ou dissimulados?)

        De qualquer jeito, não tem erro e nem motivos para ficar “perdido”:
        O objetivo deles é evitar uma reforma tributária que nos faça parecer com o norte da Europa.

        TODO CIRCO é teatro!

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    • Tagore 17 de agosto de 2020 at 10:02

      É claro que existe um “melhor momento para comprar imóveis”, mas existem algumas ressalvas: Primeiro, “especialistas” no ramo imobiliário sempre dizem que é o melhor momento para comprar imóveis, mesmo quando é o pior momento. Aliás, se há uma regra nessa área, é que, quanto pior o momento, mais imobiliárias pagarão “reportagens” “isentas” com “especialistas” dizendo que é o melhor momento para comprar. Ou seja, não ouça conselhos de pessoas que têm interesse muitas vezes oposto ao seu, já que o “especialista” não se importa que você compre imóvel no pior momento (“Coma frango”, disse a vaca). Em segundo lugar, a pergunta é, melhor momento para quem? Um pouco antes da crise imobiliária de 2008 (“O diabo não é esperto por ser sábio, mas por ser velho”) um sujeito se dirigiu ao banco para pegar a quinta hipoteca com base no aumento do valor da sua casa. O gerente que o atendeu e contou a história depois disse que o sujeito evidentemente precisava de aconselhamento sobre super endividamento. O gerente fez, porém, o que todo mundo (o banco, o cliente, a esposa do gerente, os credores do gerente, etc) esperava que ele fizesse, concedeu o financiamento, embolsou a comissão e não falou nada sobre aconselhamentos. “Cada um que defenda seu próprio interesse”, disse ele.

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    • CA 17 de agosto de 2020 at 11:46

      perdido no rio,

      A caça aos patos nunca se encerra! Até mesmo quando a bolha estiver explodindo de forma inegável, vão insistir nisto.

      E o engraçado é usarem a queda de preços, que ainda está longe de trazer o preço para o patamar mais próximo da realidade da renda, como “argumento” para compra do imóvel! A renda caiu mais que o preço, ou seja, a distância da realidade só piorou. Mas claro que sempre tem aquele otário que não teve queda de renda, pelo menos não por enquanto, que ainda acha que está fazendo um negócio da China, quando é só um Bull Trap!

      Algumas traduções sobre incoerências, desinformação, mentira e tudo mais que é de praxe para este segmento:

      Trecho 1 do link acima:

      “Nunca houve na história do Brasil taxas de juros tão baixas para o consumidor. Então, sem dúvidas, quem pode comprar um imóvel financiado deve aproveitar este momento” ”

      Tradução do trecho 1:

      Nunca tivemos uma crise tão aguda na história, que exigisse uma queda tão radical dos juros, logo, para aqueles que querem ficar sem liquidez diante da maior crise de todos os tempos, este é o melhor momento!

      Trecho 2 do link acima:

      “Ela ressalta que o contexto influencia também no aumento do poder de compra, já que a redução dos juros corresponde a um desconto significativo na parcela do financiamento, que passa a caber com maior facilidade no bolso dos compradores. “Por exemplo, o cliente que comprou um imóvel de R$500.000 em 2015, quando a Selic estava alta e a média do financiamento habitacional girava em torno de 14,5%, pagou parcelas de cerca de R$ 6.000. Com a queda desta taxa para 10% em 2018, o cliente pagaria prestações de R$ 4.800 para o mesmo imóvel. Hoje, com a redução da Selic e dos juros, as parcelas seriam de R$ 3.500.””

      Tradução do trecho 2:

      Se custava R$ 500 mil em 2015, agora está anunciado por R$ 700 mil, vão te dar um desconto de 10%, enquanto sua renda, já caiu mais do que o impacto da queda dos juros, logo, você nunca poderia pagar mais caro e desproporcional à renda do que agora, aproveite!

      Trecho 3 do link acima:

      “Com o anúncio da pandemia, imaginamos que as vendas iriam parar, mas, para nossa surpresa, experimentamos o efeito contrário com a queda no preço dos imóveis (principalmente entre os usados) e ascensão das negociações”

      Tradução do trecho 3:

      Ué, mas se imóvel nunca cai de preço e por isto sempre é bom comprar imóvel, porque agora caiu?! Como fica esta “lógica mágica” deles? E o de sempre: quem garante que não vai cair mais o preço? Óbvio que o preço ainda vai cair muito, pois temos muitos estímulos artificiais e temporários na economia neste momento, os efeitos da crise mal começaram a serem sentidos. E esta é apenas outra “pegadinha” para os incautos…

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  • Falido.com 17 de agosto de 2020 at 09:54

    A filha da minha namorada vai se casar e está forçando o seu noivo a vender um monte de coisas, inclusive sua participação na empresa do pai para comprar seus tijolos mágicos….
    Pergunto: vale a pena tentar alertar?
    Se a resposta for afirmativa como deveria explicar de forma mais simples e com alternativas viáveis?

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    • Tagore 17 de agosto de 2020 at 10:10

      Filha da namorada? Na boa, sorria e acene. Se você falar qualquer coisa os resultados prováveis serão os seguintes: 1 – Eles compram de qualquer jeito, acham que foi um ótimo negócio e que você, por inveja, torceu contra. 2 – Eles compram de qualquer jeito, percebem que foi um péssimo negócio e acham que deu errado porque muita gente invejosa em volta (como você) torceu contra. 3 – Eles não compram, porque de algum modo sua opinião contou, e a filha da sua namorada vai ficar com a impressão duradoura de que ela ia fazer o melhor negócio do mundo, mas deixou de fazer por pessoas invejosas como você. O que não vai acontecer: Eles deixarem de comprar porque você os alertou sobre o péssimo negócio que iam fazer e eles ficarem agradecidos.

      46+
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      • Falido.com 17 de agosto de 2020 at 11:18

        Pois é… Pensei na mesma coisa.. Sorrir e acenar ainda é o melhor negócio.

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        • Cajuzinha 17 de agosto de 2020 at 14:15

          Melhor ficar quieto mesmo, porque no final você pode até ser chamado de invejoso, olho gordo. Se não lhe pediram opinião o melhor é ficar calado mesmo.

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      • CA 17 de agosto de 2020 at 11:54

        Tagore,

        É super difícil lidar com a falta de espírito crítico, wishful thinking e principalmente, falta de conhecimentos básicos de matemática financeira.

        Quando junta os 3 aspectos acima em uma pessoa só, como parece ser o caso do CVR acima, o caminho é o “sorrir e acenar”.

        Se não comprar agora, é possível que juros voltem a subir e a pessoa, sem fazer contas, vai achar que “ficou mais caro o financiamento” e que por ter ouvido seu conselho, “perdeu a oportunidade”, quando na prática, uma subida dos juros forçou o preço do imóvel para baixo e normalmente, você economiza mais com esta queda de preço do que com a queda de juros, principalmente se durante este período, você aproveitou para aplicar o dinheiro que estaria gastando com as “parcelinhas” para aumentar a entrada e reduzir o valor a ser financiado. Poderia ser explicado facilmente, mas o normal é que o brick lover seja irracional e se recuse a entender a explicação.

        E muitos entrarão nesta opção de suicídio financeiro, assim como muitos estão entrando na pirâmide financeira da BOVESPA, por isto, como sempre digo, haverá muito choro e ranger de dentes…

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    • socrates 17 de agosto de 2020 at 13:19

      o que sua namorada acha disso?

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      • Falido.com 17 de agosto de 2020 at 17:22

        Bem, ela não sabe que sou iniciado no hard bolhismo.,
        Não comentei nada com ela… Estamos juntos há pouco tempo…
        Ela parece ser do tipo: legal desse jeito não dá então como faz?

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      • Joe banana 18 de agosto de 2020 at 01:49

        Melhor ja ter certeza… dica de vida…. tem coisa que vc precisa ter certeza bem antes de deixar passar.

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  • perdido no rio 17 de agosto de 2020 at 09:57

    Bolha chinesa

    Bloomberg Markets
    @markets
    ·
    1h
    China’s real estate sector may have peaked and will likely become a drag on growth during economic shocks such as the current pandemic, according to a report

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    • CA 17 de agosto de 2020 at 12:07

      perdido no rio,

      E do mesmo jeito que na China, a nossa bolha imobiliária será o nosso maior obstáculo quanto a qualquer crescimento pós pandemia. Na realidade, nossa bolha garante que o buraco em que nos enterraremos, será o mais fundo possível, por um conjunto de fatores:

      1) Setor imobiliário drenando recursos escassos, de forma contra-produtiva para economia: os R$ 40 bilhões de apoio da CEF ao setor imobiliário, seja através de suspensão de pagamentos de dívidas de construtoras, renegociação de juros, etc, é dinheiro que sai do segmento produtivo para ser jogado fora em bolha. É só uma forma do setor imobiliário adiar um ajuste mais pesado nos preços dos imóveis, onerando por tabela todos aqueles que compram imóveis e tirando dinheiro que poderia ser usado para estimular produtividade ou até, sobrevivência de outras empresas que não praticam anomalias;

      2) As anomalias, conforme os subsídios e suporte do Estado ao IMOB crescem, acabam disparando: veremos disparada na distorção entre oferta e procura, entre preço e renda, no número de distratos que já é absurdo e bilionário todos os anos, na inadimplência do crédito imobiliário, etc, etc, etc. Tudo isto com danos relevantes para todos: insegurança do sistema financeiro, milhares de famílias com os maiores prejuízos de suas vidas quando construtoras quebrarem e ficarem sem nada (porque o volume de construções em andamento estará muito elevado), outras milhares de famílias perdendo 50% de tudo que pagaram na “compra” na planta por caírem no esquema das vendas falsas, dentre outros prejuízos, que ao final, levarão a diversos impactos negativos mais abrangentes, como o risco de crise sistêmica, aumento de juros finais como reconhecimento de todos estes riscos que se concretizaram, etc;

      3) No decorrer do processo acima, as obras irão secando, junto com os empregos do setor, de forma muito mais intensa, em função da profundidade da distorção entre oferta e procura em virtude da disparada surreal de distratos e inadimplência somada a uma queda profunda na demanda e insegurança geral quanto à imóveis;

      4) Aumento do super-endividamento e inadimplência: do mesmo jeito que a bolha imobiliária já provocou um crescimento exponencial do super-endividamento e inadimplência, porque na medida que o crédito imobiliário concedido crescia 40 vezes em 10 anos, as famílias que pagam as “parcelinhas” ficavam sem dinheiro para pagarem outras contas, conforme a CEF “turbina” a concessão do crédito imobiliário, quando as famílias forem obrigadas a voltarem a pagar as “parcelinhas” por ora suspensas, teremos nova queda relevante no consumo e na capacidade de pagar outras dívidas, trazendo novo estímulo relevante para a crise que vivemos.

      E tem muito mais, acima, como sempre, apenas exemplos.

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  • Cajuzinha 17 de agosto de 2020 at 14:17

    No Ministério da Economia, cobra está comendo cobra
    Publicado em 17/08/2020 – 12:41 Vicente NunesEconomia
    Em períodos nos quais o chefe parece fraco, subalternos botam as asas de fora em busca de mais espaços.

    É o que está se vendo no Ministério da Economia. “A impressão que temos é a de que há cobra comendo cobra”, afirma um aliado de Paulo Guedes.

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  • Cajuzinha 17 de agosto de 2020 at 14:47

    (Bloomberg) — O alívio que veio com a aceleração da atividade econômica na Europa com o término do isolamento social está dando lugar a outra onda de desânimo, com sinais de que uma recuperação plena permanece longínqua.

    As esperanças em uma retomada em forma de V foram frustradas por indicadores e dados de alta frequência que mostram uma freada significativa da atividade ou mesmo estagnação abaixo dos níveis pré-crise.

    Para muita gente, o pior da crise econômica ainda está por vir. Os mercados de trabalho têm sido amplamente protegidos por programas de licença e empréstimos governamentais. Quando esse suporte for retirado gradualmente, a expectativa é de aumento significativo do desemprego, causando outro choque na demanda.

    A perspectiva de mais demissões prejudica a confiança, levando consumidores a poupar em vez de gastar.

    As economias do bloco monetário provavelmente apresentarão taxas impressionantes de crescimento no terceiro trimestre, mas não o suficiente para compensar o tombo passado.

    “A economia provavelmente terá uma recuperação consideravelmente mais lenta do que o ritmo em que encolheu”, afirmou o relatório mensal do Bundesbank, publicado na segunda-feira, argumentando que a incerteza em torno de novas infecções está prejudicando as exportações e os investimentos corporativos. “Isso deve atrapalhar uma recuperação mais ampla na demanda por bens industriais alemães.”

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  • Cajuzinha 17 de agosto de 2020 at 16:00

    Camarotti comentou no GNEWS sobre esse fechamento de estabelecimentos em BSB:

    Pandemia agrava crise no comércio e fecha 540 lojas na Asa Sul
    O Sindivarejista fez pesquisa sobre a situação na região do DF. O presidente do sindicato diz que 2,7 mil pessoas ficaram desempregadas

    O vice-presidente do Sindivarejista, Sebastião Abritta, disse que a revitalização da W3 Sul, iniciada pelo Governo do Distrito Federal (GDF), precisa ser acompanhada de outras alternativas para a reabertura e geração de emprego e renda. “Se não, novamente, vamos ter a maior franquia em Brasília: a de passo o ponto, aluga-se e vende-se”, afirmou.

    https://www.metropoles.com/colunas-blogs/grande-angular/pandemia-agrava-crise-no-comercio-e-fecha-540-lojas-na-asa-sul

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  • Cajuzinha 17 de agosto de 2020 at 16:16

    O Bozo esteve hj pela manhã em Sergipe e foi impressionante a multidão que foi recebê-lo e apoiar:

    https://blogs.correiobraziliense.com.br/denise/com-cena-de-campanha-eleitoral-bolsonaro-faz-arrastao-nos-apoiadores-de-lula/

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    • CA 17 de agosto de 2020 at 17:25

      Cajuzinha,

      As equações populistas que vão determinar o nosso futuro:

      ——————————————————————————————————————————————

      EQUAÇÃO 1:

      MAEMV (*) + MCMV (**) = SRB (***)

      MAEMV (*) = Meu Auxílio Emergencial, Meu Voto

      MCMV (**) = Meu Calote, Meu Voto (Suspensão de cobrança das parcelinhas do crédito imobiliário).

      SRB (***) = Sonho de Reeleição do Bozo

      ———————————————————————————————————————————————-

      EQUAÇÃO 2:

      SRB (***) = AEF (****)

      AEF (****) = Adeus Equilíbrio Fiscal

      ————————————————————————————————————————————————

      EQUAÇÃO 3:

      AEF (****) = BVV! (*****)

      BVV (*****) = Bem-vinda Venezuelização!

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  • Cajuzinha 17 de agosto de 2020 at 18:49

    Sem crédito para atravessar a pandemia, São Paulo ‘passa o ponto’
    Metade dos bares e restaurantes da capital paulista fechou sem o auxílio prometido pelo Governo federal. Apenas 12,7% das empresas no Brasil tiveram acesso ao crédito para o pagamento de salários, segundo o IBGE

    Em São Paulo, pouco a pouco, as placas de “aluga-se” se multiplicam pela paisagem da cidade, revelando as consequências geradas pela paralisia da economia. No mundo virtual, pipocam nas redes sociais publicações de comunicados sobre o fechamento de locais que lutaram para sobreviver e se adaptar ao “novo normal” imposto pela covid-19, mas que não conseguiram seguir.

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    • Cajuzinha 17 de agosto de 2020 at 18:51

      Sem escolha, tivemos que encerrar as atividades”, conta Ana Massochi, proprietária do La Frontera, que funcionava desde 2006, nos arredores do cemitério da Consolação, na região central da capital. Massochi chegou a tentar negociar o aluguel com o dono do imóvel para aliviar um pouco os gastos, mas não teve sucesso. Desde então, uma faixa de aluga-se continua pendurada no local.

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    • Cajuzinha 17 de agosto de 2020 at 18:56

      Augusto e um sócio eram donos de um estacionamento ao lado do consulado dos Estados Unidos na capital paulista. Mas, desde o início da pandemia e com a suspensão de entrevistas para pedidos de visto, os clientes desapareceram. “O aluguel do local era muito caro, sem dinheiro entrando não tinha como seguir pagando.

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      • Ilusionista 17 de agosto de 2020 at 19:18

        “seria muito arriscado pedir um crédito e me endividar, criando um problema ainda maior”. Eis o grande dilema para milhares de pessoas, físicas e jurídicas, mesmo a taxas de juros perto de zero será que compensa se arriscar em endividamento para um futuro cada vez mais incerto?

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  • Cajuzinha 17 de agosto de 2020 at 21:43

    Crédito imobiliário surpreende com ritmo superior ao pré-crise
    Por Talita Moreira, Valor — São Paulo

    17/08/2020 21h02 Atualizado há 40 minutos

    Quem tomaria uma decisão de longo prazo no meio de uma pandemia que colocou em dúvida a manutenção dos empregos, mudou o jeito de trabalhar e até de viver? Pode parecer surpreendente, mas milhões de brasileiros estão dando esse passo e contratando crédito imobiliário — cujos prazos vão de 30 a 35 anos — no meio desse cenário nebuloso.

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  • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 06:31

    Pandemia: estudo aponta que 24% dos brasilienses vivem em crise financeira
    A amostra nacional também indica que pelo menos 20% dos entrevistados do DF tiveram queda parcial nos rendimentos domésticos

    CAIO BARBIERI

    Com um elevado número de servidores públicos concursados e comissionados, o cenário local é ainda menos pessimista que o encontrado no Brasil, onde 41,2% dos entrevistados disseram estar enfrentando um momento delicado em relação às finanças pessoais. Do total, 7% tiveram suas receitas totalmente perdidas e 34,2% parcialmente reduzidas.

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  • Lord of All 18 de agosto de 2020 at 07:40

    Ainda tem gente do outro lado da rua que se diz liberal e defende o Bozo?
    O tal auxílio emergencial é um dos maiores movimentos comunistas/socialistas da história do BR, tirando grana de quem trabalha repassando para os bolsominions.

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    • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 07:45

      No peito de Bolsonaro bate um coração populista e nada liberal, dizem banqueiros

      Os banqueiros reconhecem, porém, que votaram em peso, no segundo turno, para a eleição do atual presidente. Não queriam a volta da esquerda ao poder, justamente por causa de medidas populistas que encantam Bolsonaro, como gastança desenfreada, assistencialismo para garantir currais eleitorais e Estado inchado, com estatais que deveriam ser privatizadas, mas servem para abrigar aliados políticos — no caso do atual governo, também de militares da reserva, que encontraram um filão para engordar as contas bancárias.

      Nas análises mais recentes que fazem do governo, os banqueiros acreditam que o compromisso com o ajuste fiscal será testado a todo momento — isso ficará mais evidente a partir do segundo semestre de 2021, quando Bolsonaro estará mergulhado de vez na campanha à reeleição — e que quase nada será feito para conter desmatamentos e invasões na Amazônia. Para esse grupo, mesmo com uma possível saída de Paulo Guedes do Ministério da Economia e da alta dos juros que será promovida pelo Banco Central, são relevantes as chances Bolsonaro reeleger-se em 2022.

      https://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/no-peito-de-bolsonaro-bate-um-coracao-populista-e-nada-liberal-dizem-banqueiros/

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      • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 07:47

        Raul Velloso diz que os dias de Paulo Guedes no governo estão contados
        Publicado em 17/08/2020 – 11:01 Vicente NunesEconomia
        Em nota encaminhada ao Blog, o economista Raul Velloso, um dos maiores especialistas em contas públicas do país, diz que os dias no governo do ministro da Economia, Paulo Guedes, estão contados. Para ele, entre continuar no poder e preservar Guedes, o presidente Jair Bolsonaro optará por ficar mais quatro anos no Palácio do Planalto. Diz Velloso:

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      • Preocupada 18 de agosto de 2020 at 17:24

        só falta o blogueirinho dizer quem são esses “banqueiros” que ele entrevistou. Duvido que o jornal tenha cacife pra entender CEO e donos de banco bilionários. Do jeito que os argumentos foram expostos dá a entender que os caras querem somente uma gestão pública muito austera e privatizações. Só queria entender o que um Olavo Setúbal, por exemplo, tem de interesse no fato de as estatais estarem ou não repletas de apaniguados. Os caras estão interessados em manter e ou aumentar seus lucros. Eles vem tendo inclusive lucros recordes desde a época do PT, mesmo que a esquerda tivesse sido muito ineficaz em termos de austeridade fiscal. Banqueiros, em suma, querem é continuar seus investimentos em títulos publicos, por isso lhes interessa os juros altos, e querem as privatizações, para comprar as empresas públicas a preço de banana.

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  • CA 18 de agosto de 2020 at 08:14

    Pois é, em artigo acima falam sobre “cenário nebuloso” e quem se arrisca a entrar em financiamento imobiliário por décadas neste contexto. Existe um desemprego que já disparou, renda que teve queda substancial para um número relevante de pessoas, com aqueles que não foram afetados diretamente assistindo a isto de perto, sempre tendo alguns parentes, vizinhos, ex-colegas de empresa ou amigos que ficaram em situação complicada em virtude disto. Um número sem precedentes de negócios já fechou, o que é visível a olho nu para qualquer um que circule minimamente por sua cidade. Se fala abertamente nos meios de comunicação sobre a incerteza quando acabar o auxílio emergencial (mesmo sem mencionar as outras muletas) e que isto provavelmente causará novas perdas de emprego e renda de forma significativa, devendo levar mais e mais empresas a perderem receitas e a fecharem. As pessoas que decidem comprar um imóvel, principalmente com financiamento imobiliário a ser pago ao longo de décadas, deveriam pelo menos ter alguma noção do que está acontecendo e do que são as expectativas mais realistas. Mas não, ao contrário, preferem tapar os olhos e irem em frente. Uma manada em direção ao precipício. É surreal.

    Mas esta decisão de suicídio financeiro não é nada quando comparada a termos um banco público, que muito antes da pandemia, já era o maior proprietário de imóveis à venda do Planeta graças ao que retomou por inadimplência, que foi de menos do que 1/3 da inadimplência total, sendo que este mesmo banco concedeu 6 meses de “carência” para as pessoas deixarem de pagar pelas “parcelinhas” do crédito imobiliário, tamanha era a preocupação de que as pessoas não teriam a menor condição de continuar pagando o financiamento, ao mesmo tempo que já disse que pode estender o prazo, em virtude da dimensão e extensão da crise e do risco das pessoas não poderem pagar e não é que este banco, ao mesmo tempo e sem nenhum pudor, também disparou na redução dos juros e na concessão do crédito imobiliário!? Como podemos ter uma Bipolaridade Econômica Extrema (BEE) como esta e os meios de comunicação e “especialistas” simplesmente continuarem fazendo de conta que nada de anormal está acontecendo?! Como observar um risco enorme que já se concretizou, ao ponto de termos um banco público como maior proprietário de imóveis à venda do planeta, junto com um atestado de risco elevadíssimo que é suspender o pagamento do financiamento imobiliário por meses para esta inadimplência não disparar ainda mais e perante este cenário claríssimo de risco como nunca antes experimentado nem por este banco e nem pelo país como um todo, este mesmo banco público reduzir os juros finais para novos empréstimos imobiliários e disparar neste tipo de financiamento?! Isto sim é uma aberração profunda, que “põe no chinelo” o suicídio financeiro dos incautos que entram em financiamento imobiliário por décadas neste momento.

    Continuaremos a ver anomalias profundas e gravíssimas ocorrendo, se aproveitando da total falta de espírito crítico da população, que é manipulada facilmente por “especialistas” medíocres e/ou vendidos para o segmento imobiliário e seus anúncios pagos, uma manada pronta para ser dizimada, seja pelos empréstimos de décadas para imóveis, ou pelas promessas mirabolantes da pirâmide financeira da BOVESPA.

    E o pior é que no final, todos pagam a conta, porque em um primeiro momento, esta horda de insensatos é obrigada a reduzir seu consumo, em um segundo momento, a inadimplência dispara e depois, bem, depois apenas vemos o mesmo que temos visto como efeito da bolha imobiliária há mais de uma década, só que agora, em uma dose cavalar de destruição em cascata para economia e sociedade.

    A conferir…

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    • socrates 18 de agosto de 2020 at 09:03

      será que as pessoas estão comprando apostando que não terão que pagar?

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      • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 09:33

        Aconteceu um fato interessante aqui em Aracaju, um prédio dito de luxo (acabamento péssimo) da Rossi tinha várias unidades encalhadas até antes da pandemia, só que agora na pandemia vendeu uma grande quantidade. O corretor me disse (não dá para confiar em corretor) que as pessoas que comparam disseram que “ninguém sabe o dia de amanhã se vai estar vivo, então é melhor comprar um ap grande, confortável” Enfim, talvez as pessoas estejam com essa mentalidade de que podem morrer e não ter construído/aproveitado nada, e aí agem por emoção sem querer pensar no futuro, não sei…

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      • CA 18 de agosto de 2020 at 11:29

        Uma questão interessante colocada pelo socrates, que ficou mais acima, sobre motivos para aumento do financiamento imobiliário em meio à pandemia:

        “socrates 18 de agosto de 2020 at 09:03
        será que as pessoas estão comprando apostando que não terão que pagar?”

        Comento:

        São vários pontos em conjunto que levaram a este aumento relevante no crédito imobiliário concedido. Vou listar alguns que considero os principais.

        No caso de imóveis novos, o aumento no crédito imobiliário foi bem menor do que para usados.

        A causa principal de termos aumento mais discreto no caso de financiamento de imóveis novos, foi que o prazo médio entre lançamento, construção, entrega do imóvel e entrada do comprador no financiamento, é de 3 anos e imóveis novos tem alto volume de vendas na planta e nos primeiros meses depois do lançamento, sendo que as vendas na planta em 2016 estavam comprimidas e tiveram crescimento relevante em 2017. Explicando melhor:

        Como 2016 foi um ano de crise intensa, a quantidade de imóveis vendidos na planta foi muito reduzida e com isto, os financiamentos imobiliários referentes à lançamentos de 2016, que foram concretizados em 2019 via financiamento imobiliário, foram baixos.

        Já para 2017, as vendas na planta cresceram, pois a crise havia “amenizado” (cheio de artificialismos e desinformação, mas com bem menos impacto visível para o cidadão comum), com isto, o volume de financiamentos em 2020, passados os 3 anos, naturalmente seria bem maior do que em 2019. E não foi tão maior quanto seria de se esperar pelo aumento de vendas na planta de 2016 para 2017, exatamente porque os distratos cresceram muito também agora em 2020, como parte da consequência da crise que vivemos.

        Lembrando que como as famílias pagaram durante 3 anos pelos imóveis (período de construção) elas não queriam perder 50% deste valor no distrato e por isto, se sentiram “obrigadas” a entrarem no financiamento imobiliário, mesmo se arriscando a depois não conseguirem pagar pelas “parcelinhas”.

        Sobre imóveis usados:

        Aumentou financiamento, mas caiu venda à vista. Aumentaram trocas na base de “aceito tudo”, como no exemplo do cara que aceitava imóvel comercial, reduziu em 30% o preço e ainda o restante foi financiado: a pessoa que vendia precisava de dinheiro vivo e “fazia qualquer negócio”. Aumentaram os descontos em si das transações, de novo pela necessidade do vendedor. A desinformação era gigante e a combinação destas “oportunidades” com o juros em baixa histórica foram a combinação perfeita para fisgar sardinhas.

        A história é sempre bem maior e mais complexa do que divulgam…

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  • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 09:20

    Preço do aluguel acelera queda em Porto Alegre; veja os bairros mais caros e mais baratos
    O contrário acontece com os imóveis residenciais à venda

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  • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 10:20

    A economia brasileira registrou uma retração de 8,7% no segundo trimestre, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira (18).

    “O resultado da economia no 2º trimestre foi o pior já vivenciado pelo país desde 1980. É inegável que a pandemia de COVID-19 trouxe enormes desafios para a economia brasileira que ainda devem demorar a serem solucionados”, afirma em nota o coordenador do Monitor do PIB-FGV, Claudio Considera.

    O indicador da FGV ficou abaixo do apontado pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), do Banco Central (BC), que apontou uma retração de 10,94% no segundo trimestre.

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  • Strike 18 de agosto de 2020 at 11:21

    Nova máxima no SPX e NDX…
    O risco não existe mais… Apenas compre e espere… É o new normal… Hahahahaha…
    Mas, convenhamos, praticamente todos os países estão fazendo isso. O Japão, por exemplo, daqui a pouco será dono de 100%, pois, se não me engano, o governo já compra ações diretamente para segurar o mercado…

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    • CA 18 de agosto de 2020 at 13:16

      Strike,

      Sim, comemoram este “novo normal” e os recordes da bolsa de valores em 1.929 nos Estados Unidos, os “Loucos Anos 20”, todo mundo achava que não tinha como dar errado, afinal os EUA estavam se tornando uma “super-potência” com influência global…

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Quinta-Feira_Negra

      “Os “Loucos Anos 20”
      Após a Primeira Guerra Mundial, os países da Europa estavam em ruínas, enquanto que os Estados Unidos viviam grande prosperidade, por causa da produção e exportação em grande volume durante a guerra.[3] Com o aumento da produção, os Estados Unidos, durante a década de 1920, tinham crescimento e prosperidade suficientes para dominar outros mercados, como a América Latina. Esse período ficou conhecido como “Loucos Anos 20″. O consumo havia aumentado, a indústria criava o tempo todo bens de consumo, boates e clubes viviam cheios e o cinema tornava-se uma grande diversão. Com essa prosperidade, as ações eram valorizadas.[4]”

      Com “fundamentos” tão sólidos, como poderia dar errado, não é mesmo?

      E como estamos observando atualmente (BOVESPA com mais 900 mil pessoas que entraram nela pela primeira vez, só durante a pandemia), o que vimos nos EUA em 1.929:

      “Fundamentos econômicos
      O acidente financeiro seguiu uma especulativa que tomou conta no final de 1920, que levou centenas de americanos a investirem pesadamente no mercado de ações. Um número significativo deles foi pedir dinheiro emprestado para comprar mais ações. Em agosto de 1929, os corretores faziam empréstimos pequenos a investidores que estavam comprando ações. Mais de 8,5 bilhões de dólares foram emprestados,[13] mais do que a metade de todo o dinheiro em circulação nos Estados Unidos na época.[9][14] Os preços das ações estavam subindo e incentivando mais pessoas a investir, as pessoas esperavam que os preços das ações iriam subir ainda mais. As especulações alimentaram a subir ainda mais e criou uma bolha econômica.”

      E podem ter certeza, durante cada bolha, cada pirâmide financeira e cada anomalia, sempre teremos um monte de tubarões espalhando estorinhas sobre o “novo normal” e um sem número de papagaios de pirata repetindo isto em blogs, como o Strike, até que, quando acontece a tragédia inevitável, estas figuras simplesmente “desaparecem”…

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      • CA 18 de agosto de 2020 at 13:19

        Ah sim e sobre a “solução genial” do Japão, mencionada pelo Strike, é muito “original” mesmo: comprem tudo com preço alto, não tem como dar errado! Pois é, em 1.929…

        “Eles escolheram Richard Whitney, vice-presidente da Bolsa, para agir em seu nome. Com os banqueiros e seus recursos financeiros, Whitney colocou uma oferta de compra de um grande bloco de ações na U.S. Steel a um preço bem acima do mercado e muitos investidores de ações quiseram vender rapidamente suas ações. 6.091.870 títulos financeiros foram rapidamente vendidos no mesmo dia, tornando-se o terceiro maior volume de negócios da história da bolsa.[8]

        Esta quebra fez com que empresas e bancos fossem á falência e o valor das ações, nas bolsas de valores, caíssem muito de um dia para o outro…”

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    • socrates 18 de agosto de 2020 at 14:52

      Strike, mais do que nunca vale aquela charge do mendigo que comemora a subida na bolsa.

      É o tipico bananense:
      o governo fala que não tem como bancar saúde decente e todo mais mas o mendigo fica feliz porque a Bolsa subiu e o JN falou que isso é bom. Nem passa pela cabeça dele que todo aquele $$$ que está sendo “inventado” pelos Bancos Centrais desvaloriza seu trabalho, sua moeda e gera inflação. Não faz nem ideia que esse $$$ inventado sustenta bolhas como a imobiliária e a de automóveis…

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      • Strike 18 de agosto de 2020 at 20:02

        Mas tem algumas coisas que realmente impressionam. Veja o índice IMAT, que fez nova máxima histórica… Incrível!
        https://www.infomoney.com.br/cotacoes/imat/
        Acho que não adianta ir contra os números, né? Veja o resultado do 2T20 da Suzano. Vendas 25% superior ao mesmo período de 2019… Impressionante, cara. Isso em meio à pandemia. Hoje foi outra porrada pra cima em vários papéis…

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        • socrates 18 de agosto de 2020 at 20:16

          Strike, sobre essas empresas grandes na bolsa, ate que ponto tudo nao é manobra contabil para “elidir” impostos? Reportar prejuizos no momento certo pode ser muito benefico para nao pagar impostos, nao? Reza a lenda que esse é um dos motivos para tanto aue acerca do sigilo fiscal, discussao que chegou forte ao topetudo na north banania.
          Ainda mais em um lugar onde os bancos sao donos ou socios de tudo, a contabilidade criativa pode ir ainda alem. Apurar lucros em locais especificos e prejuizos em areas determinadas manipulando preços fica facil. Ainda mais quando toda midia come na sua mao e despista toda narrativa para o gado…
          Teoria da conspiraçao?
          Seguir o dinheiro?

          8+
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  • Manoel Joaquim 18 de agosto de 2020 at 11:46

    Funcionários dos Correios entram em greve em todo o Brasil
    ‘https://www.infomoney.com.br/negocios/funcionarios-dos-correios-entram-em-greve-em-todo-o-brasil/

    Seria mais útil anunciar quando eles estão trabalhando.

    18+
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  • Ulisses 18 de agosto de 2020 at 14:00

    Lord of All

    Ainda tem gente do outro lado da rua que se diz liberal e defende o Bozo?
    O tal auxílio emergencial é um dos maiores movimentos comunistas/socialistas da história do BR, tirando grana de quem trabalha repassando para os bolsominions.

    4+
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    Sem querer dar opinião se X ou Y estão sendo feitos da maneira correta ou errada, mas você sabe que o liberalismo tem propostas que são basicamente assistencialismo, certo?

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    • socrates 18 de agosto de 2020 at 14:45

      exato.

      no final das contas, se não houver um controle sobre onde se pode ser liberal ou não, o máximo (e melhor das hipóteses) que poderemos ter é um limite de potencial que será aplicado pelos que são detentores do poder. a todos players da matrix. Não é a toa que a Europa tanto bate nas gigantes que tentam dominar um mercado inteiro, tal qual o Google.
      E por falar em arestas ao “impeto liberal”, em que continente há os melhores padrões de vida no mundo mesmo? (apesar da lambança que eles fizeram com a imigração… E , ok… A Oceania tb é excelente)

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    • CA 18 de agosto de 2020 at 16:31

      Sobre um site que o pessoal do outro lado usa como referência…

      https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2471

      “O estado provedor e a mentalidade assistencialista destroem a moral e tornam as pessoas egoístas
      Todos querem cada vez mais benesses, e alegremente entregam o comando de suas vidas ao estado”

      “O capitalismo e o livre mercado ensinam as pessoas a trabalhar mais, a produzir mais e a gerar mais valor; o socialismo e a mentalidade assistencialista ensinam as pessoas a exigir cada vez mais benesses e a terceirizar o comando de suas vidas para o estado.

      Qual atitude você acredita que gera uma sociedade melhor?”

      11+
      • CA 18 de agosto de 2020 at 16:39

        De outro blog que alguns do outro lado da rua também gostam muito, que critica tudo aquilo que o PT fazia (e que será ampliado agora que o Bozo tomou gosto pelos ganhos populistas e eleitoreiros destas ações). Destaco as partes mais interessantes:

        https://www.bolhaimobiliariabrasil.com/2020/08/04/precos-de-imoveis-sobem-em-julho-e-superam-a-inflacao-em-2020-mesmo-em-meio-a-pandemia-infomoney/

        “É errôneo acreditar que em eleger um governo conservador ou liberal ou se implementarmos uma constituição criando um Estado Liberal que programas sociais deixarão de existir. Para entender isso é necessário, primeiro, compreender que há uma diferença sensível entre um Estado Assistencialista e um programa de assistencialismo em um governo local. Sou totalmente contra o primeiro, mas posso ser a favor do segundo, desde que ele obedeça às seguintes condições:

        1- Todo programa social deve ser temporário e com metas…”

        “2- Todos os programas sociais devem ser criados por municípios ou comarcas para atender a problemas locais.”

        “3 – Programas sociais, por serem locais, devem ser administrados junto à comunidade que receberá o benefício. Ao invés de um plano nacional que incentive a contratação de estudantes, as prefeituras devem fornecer incentivos e fomentar convênios com empresas e microempresas locais para a contratação de mão de obra da cidade.”

        “4- Todo programa deve ser mensurado pela quantidade de pessoas que deixam de ser atendidas, e que necessariamente melhoraram de vida, e não por quantas pessoas entram no programa, como é feito hoje.”

        “5- Programas sociais devem ser sempre sujeitos a qualquer momento a revogação política ou da população que paga o imposto que o financia. “

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        • CA 18 de agosto de 2020 at 16:55

          Resumindo o que consta acima:

          Libertários, Liberais, Minarquistas, etc, etc, etc…

          Nenhum deles defende a forma de assistencialismo que o governo atual está adotando. Não se enquadra em nenhuma vertente capitalista.

          Sendo mais preciso, o que está sendo feito pelo governo atual, é um socialismo bolivariano, uma mera ampliação do que o Lula fazia e pelos mesmos motivos políticos eleitoreiros, pura manipulação das massas com políticas socialistas que serão grandemente desastrosas para economia e toda a sociedade, no máximo no longo prazo (provavelmente já causará desastres relevantes no médio prazo) .

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        • bolha_dos_pampas 19 de agosto de 2020 at 09:55

          Algo do tipo só seria viável em um pacto federativo onde a maior parte da arrecadação ficasse nos municípios. Disso, para autonomia política e sucessão, seriam dois pulos.

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  • Preocupada 18 de agosto de 2020 at 17:26

    Cajuzinha

    Crédito imobiliário surpreende com ritmo superior ao pré-crise
    Por Talita Moreira, Valor — São Paulo

    17/08/2020 21h02 Atualizado há 40 minutos

    Quem tomaria uma decisão de longo prazo no meio de uma pandemia que colocou em dúvida a manutenção dos empregos, mudou o jeito de trabalhar e até de viver? Pode parecer surpreendente, mas milhões de brasileiros estão dando esse passo e contratando crédito imobiliário — cujos prazos vão de 30 a 35 anos — no meio desse cenário nebuloso.

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    As pessoas continuam necessitando morar em algum lugar, com ou sem pandemia. Para servidores públicos ou profissionais liberais com mercado estável, não é um problema financiar em longo prazo

    2+
    • CA 18 de agosto de 2020 at 17:51

      “Para servidores públicos ou profissionais liberais com mercado estável…”

      Na crise anterior, funcionários públicos de MG, RS e RJ ficavam meses sem receber o décimo terceiro, às vezes mais de 1 ano. Como pagam as “parcelinhas” neste caso? Agora, a dívida / PIB que era de 75% vai chegar perto dos 100% e a solução passará necessariamente por redução de estabilidade e benefícios de funcionários públicos via PEC, além de outros “probleminhas” de falta de dinheiro para pagar funcionários públicos, de forma muito mais intensa que na crise anterior.

      Existem PEC´s, exatamente para se alterar “benefícios e estabilidades vitalícias” antes garantidas pela constituição. Aliás, a estabilidade no caso de funcionário público já foi mudando demais ao longo da última década, só é “garantida” (e ainda sujeita à PEC e outros eventos) para os concursados bem antigos de casa.

      Sobre profissionais liberais com mercado estável, de quem estamos falando? Qual o “mercado estável e à prova de crise” em uma crise que por si só, é sem precedentes no país? Donos de lojas, restaurantes, acadêmias, etc, poderiam se considerar microempresários com uma certa “segurança”, mas da noite para o dia, esta segurança foi para o vinagre, sem aviso prévio. Como um profissional liberal pode ter um mercado estável?

      A dívida imobiliária por décadas, por princípio é um suicídio financeiro, além de destruir a economia e sociedade como um todo. Por isto que nos EUA, voltaram atrás e reduziram o prazo de financiamento logo após a bolha imobiliária. Idem na Espanha, onde o prazo de financiamento tinha chegado a 40 anos.

      Reduzir os juros do crédito imobiliário em troca de disparar nos preços dos imóveis, que no Brasil cresceram o triplo do que cresceu a renda em parte graças a esta queda de juros, é bom para quem, além das construtoras?

      E como você reduz os juros finais quando tem um banco público que é o maior proprietário de imóveis à venda do planeta, graças a terem retomado menos de 1/3 da inadimplência? E como você reduz os juros finais, quando você mesmo diz que as pessoas não tem condições de pagarem pelo financiamento imobiliário e suspende os pagamentos por 6 meses? E como você reduz os juros finais, se onde tem os menores juros de todos (MCMV faixa 1), é exatamente onde você tem a maior inadimplência do mundo (mais de 35%)? É só você fazer de conta que não existe a relação entre risco e retorno e fica tudo bem?

      Fora o que consta acima, inúmeras outras perguntas não respondidas… Mas o pessoal insiste no mantra de que a melhor coisa do mundo é comprar um imóvel com preço muito acima da realidade da renda, se endividando por décadas, sem que ninguém possa ter qualquer segurança quanto ao futuro e em meio a maior crise que já tivemos, desde que, é claro, se reduza um pouco os juros. kkkkkkkkk

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  • Preocupada 18 de agosto de 2020 at 17:27

    Cajuzinha

    No peito de Bolsonaro bate um coração populista e nada liberal, dizem banqueiros

    Os banqueiros reconhecem, porém, que votaram em peso, no segundo turno, para a eleição do atual presidente. Não queriam a volta da esquerda ao poder, justamente por causa de medidas populistas que encantam Bolsonaro, como gastança desenfreada, assistencialismo para garantir currais eleitorais e Estado inchado, com estatais que deveriam ser privatizadas, mas servem para abrigar aliados políticos — no caso do atual governo, também de militares da reserva, que encontraram um filão para engordar as contas bancárias.

    Nas análises mais recentes que fazem do governo, os banqueiros acreditam que o compromisso com o ajuste fiscal será testado a todo momento — isso ficará mais evidente a partir do segundo semestre de 2021, quando Bolsonaro estará mergulhado de vez na campanha à reeleição — e que quase nada será feito para conter desmatamentos e invasões na Amazônia. Para esse grupo, mesmo com uma possível saída de Paulo Guedes do Ministério da Economia e da alta dos juros que será promovida pelo Banco Central, são relevantes as chances Bolsonaro reeleger-se em 2022.

    https://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/no-peito-de-bolsonaro-bate-um-coracao-populista-e-nada-liberal-dizem-banqueiros/

    3+
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    só falta o blogueirinho dizer quem são esses “banqueiros” que ele entrevistou. Duvido que o jornal tenha cacife pra entender CEO e donos de banco bilionários. Do jeito que os argumentos foram expostos dá a entender que os caras querem somente uma gestão pública muito austera e privatizações. Só queria entender o que um Olavo Setúbal, por exemplo, tem de interesse no fato de as estatais estarem ou não repletas de apaniguados. Ou que diferença faz pros donos do Bradesco se o governo adota ou não políticas assistenciais para beneficiar pobres…..Os caras estão interessados em manter e ou aumentar seus lucros. Eles vem tendo inclusive lucros recordes desde a época do PT, mesmo que a esquerda tivesse sido muito ineficaz em termos de austeridade fiscal. Banqueiros, em suma, querem é continuar seus investimentos em títulos publicos, por isso lhes interessa os juros altos, e querem as privatizações, para comprar as empresas públicas a preço de banana.

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  • Preocupada 18 de agosto de 2020 at 17:28

    *em lugar de entender, lê -se entrevistar

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  • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 18:38

    Com o fechamento do comércio desde março deste ano, os impactos financeiros foram sentidos já no mês seguinte. Desde então, a situação só agravou. Em entrevista ao Jornal da Fan, na manhã desta terça-feira, 18, o secretário da Fazenda de Sergipe, Marco Antônio Queiroz, informou que em um acumulado de abril a julho, Sergipe já deixou de arrecadar mais de R$ 170 milhões.

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  • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 18:55

    Sem a expectativa de voltar a trabalhar rapidamente, Fábio saiu de um apartamento de 60 m² no centro de Madri para um imóvel menor e na periferia da cidade. “Tenho enviado meu currículo a todo tipo de emprego, de caixa de supermercado a vagas em hotéis. O problema é que não há trabalho. Diminuí meus gastos e estou tentando segurar, mas de onde a gente tira e não repõe, acaba”, resume.

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    • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 18:58

      Com a economia parada, ele tem considerado voltar para o Brasil. “Penso muito em voltar para São Paulo. Só que lá está mais difícil que aqui. Às vezes, com o tempo, aqui melhora.”

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  • Cajuzinha 18 de agosto de 2020 at 19:34

    Kkkkkk

    “Nessa pandemia, posso te falar uma coisa: nunca ganhei tanto dinheiro quanto agora. Já mexo com mercado de construção há algum tempo. E nunca se vendeu tanto imóvel de luxo como nesta pandemia. Estou com dois empreendimentos novos. Estou construindo um condomínio de luxo em uma praia do Espírito Santo e comprei uma fazenda no sul de Minas. Mas não compro fazenda para minha diversão. Fazenda para mim é negócio, além de eu gerar emprego, eu arrecado dinheiro também. A fazenda foi bem cara, comprei financiada e vou pagando com os lucros que ela gerar. La tem gado de corte, cavalos e plantação de café”, garante.

    https://www.google.com/amp/s/www.metropoles.com/colunas-blogs/leo-dias/eduardo-costa-vende-mansao-mas-garante-nao-estou-em-crise-financeira%3famp

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