Preços dos imóveis têm maior alta mensal desde 2014, diz Fipezap – G1

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Comments
  • CA 7 de outubro de 2020 at 12:04

    Sobre o tópico, o sub-título, que muitos não leem:

    “Alta nominal nas cinquenta cidades pesquisadas ficou em 0,53%; em 12 meses, no entanto, preços tiveram queda real acumulada de 0,76%.”

    O importante é vender o ufanismo: coloque na “manchete” que subiu, depois deixe para onde ninguém lê que caiu no acumulado dos últimos 12 meses.

    Sempre lembrando como funciona o FINGE ZAP:

    Se temos 4 imóveis de 100 M2 que são idênticos e no mesmo bairro, supondo que 3 deles estão anunciados por R$ 1 milhão cada e o último anunciado por R$ 900 mil.

    Qual o preço médio do FINGE ZAP no exemplo acima? R$ 9.750 o M2 ((3* R$ 1 milhão)+(1 * R$ 900 mil)) / (4 * 100 M2)

    Digamos que aconteça o mais provável e vendem o que está anunciado pelo menor preço, com desconto de 20%. O que acontece?

    Vendeu o mais barato por R$ 720.000 (R$ 900 mil – 20%), o que significa que o preço de venda real foi de R$ 7.200 o M2.

    Daí, como já vendeu, naturalmente a pessoa retira o anúncio de R$ 900 mil e o que acontece com o FINGE ZAP?

    Sobram só 3 anúncios de 100 M2 cada e o preço do M2 do FINGE ZAP sobe para R$ 10 mil (3* R$ 1 milhão) / (3 * 100 M2)!

    Pois é, vendeu o mais barato com desconto, o preço de venda real e negociado cai e muito em relação ao FINGE ZAP, mas no mundo da fantasia, o FINGE ZAP tem o preço médio que sobe!

    Isto fora a facilidade de manipulação: se corretores querem subir o preço médio anunciado de forma “calculada”, deixam um imóvel de menor preço anunciado, mesmo que já tenha vendido e quando quiser simular a melhora do mercado, retira o anúncio e o preço médio do FINGE ZAP sobe! Dentre inúmeros outros truques para manipular os incautos.

    E vão insistir no pega-trouxa do FINGE ZAP enquanto ainda houverem trouxas que acreditarem nele…

    29+
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  • CA 7 de outubro de 2020 at 12:17

    Como sempre digo, na hora que forem obrigados a “tirarem as rodinhas” da bicicleta, ela cai. E qual a “brilhante solução” de governos populistas? Vamos deixar as rodinhas “o máximo que conseguirmos” e continuar pedalando! A Argentina e a Venezuela mandam um abraço…

    https://www.infomoney.com.br/mercados/ibovespa-sobe-seguindo-exterior-apos-trump-anunciar-mini-pacote-de-estimulos-dolar-cai-a-r-556/

    Trecho do link acima, entre “aspas”:

    “Notícia do Radar Econômico da Veja revelou que o governo estuda prorrogar o Auxílio Emergencial até março de 2021 e que o ministro da Economia, Paulo Guedes, já não é mais tão enfático na defesa das reformas. A análise seria de que o que importa agora é manter a renda da população via programas sociais.

    De acordo com a revista, se o Brasil não voltar a crescer no primeiro trimestre do ano que vem, a gestão Bolsonaro pode estender o Auxílio Emergencial até junho. Caso o prazo seja tão esticado assim, o governo totalizará R$ 100,5 bilhões em gastos com o programa. “

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    • CA 7 de outubro de 2020 at 12:28

      Enquanto isto, lá fora…

      https://www.infomoney.com.br/economia/trump-surpreende-aliados-com-decisao-unilateral-sobre-estimulo/

      Trecho do link acima, entre “aspas”:

      “(Bloomberg) — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu assessores de campanha e aliados no Congresso ao decidir eliminar, sozinho, qualquer chance de um novo pacote de estímulo do coronavírus. Com isso, o presidente também assume a culpa por quaisquer demissões e perdas nos mercados nas semanas finais antes das eleições.

      O presidente despenca nas pesquisas enquanto se recupera da Covid-19, por isso sua decisão de enterrar publicamente um projeto de lei superior a US$ 1 trilhão confundiu aliados, que haviam acusado a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, e democratas de irem muito longe nas negociações.”

      “A decisão do presidente pode ter sido motivada pela dura realidade política. Atrás do ex-vice-presidente Joe Biden em dois dígitos nas pesquisas, Trump não tem capital político para reduzir a distância entre as demandas dos democratas por um projeto de lei de mais de US$ 2 trilhões e os republicanos do Senado que não querem gastar nem a metade.”

      “Trump cancelou as negociações horas após o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, pedir mais apoio fiscal para evitar uma crise econômica ainda pior nos EUA. Presidentes do Fed normalmente não comentam política fiscal, mas Powell tem pedido repetidamente ao Congresso que ignore o crescente déficit federal e injete mais dinheiro na economia.”

      “Biden também criticou Trump. “Não se engane: se você está desempregado, se sua empresa está fechada, se a escola de seu filho está fechada, se você está vendo demissões em sua comunidade, Donald Trump decidiu hoje que nada disso – nada disso – importa para ele”, disse em comunicado.”

      —————————————————————————————————————————————————————————

      Fico curioso para saber se a medida acima foi mais um ato intempestivo, impensado por parte de Trump, talvez por mágoa quanto aos resultados das pesquisas, ou é algo para tentar forçar uma situação para sair a negociação que ele quer no congresso com uma redução para menos da metade do proposto pelos democratas, ou ainda, um “jogar a tolha” quanto à possibilidade de reeleição e querer ver o circo pegar fogo logo no início de um governo democrata. Seja o que for, pode ter inúmeros impactos se esta decisão for mantida.

      E do lado do FED, estão doidos para manterem a bicicleta rodando com as rodinhas, pelo menos enquanto o mandato deles estiver em vigor…

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      • Strike 7 de outubro de 2020 at 14:16

        Veja lá o gráfico, CA, quando ameaça entrar venda forte e jogar o índice lá pra baixo, entra compra forte…
        Tá tudo manipulado, cara! Bolsa virou uma palhaçada! 🤣🤣 Ninguém perde mais, é só comprar e esperar…
        Mas a China também tá assim, manipulação total… Eu estava vendo índices de outros países e vários deles estão assim…

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      • socrates 7 de outubro de 2020 at 15:59

        CA, você realmente acredita em “surpresas” entre eles?
        A política no EUA é um teatro. Igual aqui!

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        • CA 7 de outubro de 2020 at 17:30

          socrates,

          Não tem nenhuma “surpresa”, mas às vezes, atos intempestivos / impensados acontecem e além disto, uma das opções que coloquei é um “calculismo político eleitoreiro”, jogar para a galera, alimentar os “fãs” de cada lado para que usem os factódes a favor deles e por aí vai…

          10+
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  • Strike 7 de outubro de 2020 at 14:03

    “…mas Powell tem pedido repetidamente ao Congresso que ignore o crescente déficit federal e injete mais dinheiro na economia.”… Hahaha! Inacreditável! Mas o Fed continua injetando mesmo assim, veja o gráfico, se começa a entrar venda, ele injeta dinheiro… Sei não heim, mas acho que o Fed vai se dar mal nessa… 💸💸💸💸
    Agora, sobre a retirada do acordo por Trump, eu tinha lido há dias atrás que ele poderia fazer isso e aprovar um estímulo no valor que ele quer (2,2 tri) sozinho… Acho que ele vai fazer isso heim! Outra coisa, parece que ele também não vai aceitar o resultado das eleições caso ele perca, porque a votação vai ser em grande parte por correio e ele diz que está havendo fraudes… Grandes emoções pela frente? Será?

    8+
    • Strike 7 de outubro de 2020 at 14:04

      Eu li que ele poderia aprovar o estímulo mesmo sem aprovação do congresso…

      4+
      • CA 7 de outubro de 2020 at 17:13

        Strike,

        Não achei esta informação que você colocou acima. Se localizar, por favor, compartilhe.

        O que achei é o que consta no link abaixo, mas o título da notícia, pra variar, é ilusório. Na realidade pode significar uma jogada para fazerem outra proposta, mas não é algo que Trump faria “sozinho”, ele estaria “pedindo ao congresso”, pelo que entendi.

        No final, todos, tanto republicanos quanto democratas, estão “esticando a corda” ao máximo para ganharem votos “a qualquer preço” e dane-se a economia e sociedade. Já o FED, está só preocupado em tentar conter a explosão para que ocorra somente após o mandato dele. Cada um olhando para seu umbigo, aumentando o tamanho do problema de forma sensível e não estão nem aí com as consequências para economia real, sociedade, etc…

        https://valorinveste.globo.com/mercados/internacional-e-commodities/noticia/2020/10/07/trump-recua-e-pede-ao-congresso-mais-estimulo-aos-eua-apos-barrar-negociacoes.ghtml

        “Trump recua e pede ao Congresso mais estímulo aos EUA após barrar negociações”

        ““Se eu receber um projeto independente de cheques de estímulos (US$ 1,2 mil), eles irão para nosso povo IMEDIATAMENTE. Estou pronto para sancioná-lo agora”, escreveu o presidente americano no Twitter.”

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        • Strike 7 de outubro de 2020 at 20:43

          A notícia é de agosto, mas ele vem ameaçando desde então, caso não conseguisse a aprovação do congresso. Pode ser só blefe, mas vai que… Um trader americano que eu sigo acha que o Trump pode enlouquecer e partir pra alguma merla… Ele acha que tem grandes riscos de o Trump não aceitar o resultado, caso perca… E pelo que os caras estão falando, ele provavelmente vai perder, porque os votos das mulheres estariam indo mais para o Biden, além de estados chaves que o Trump teria perdido como por exemplo a Florida.
          Trump Threatens to Bypass Congress as Stimulus Talks Fail Again
          https://www.nytimes.com/2020/08/07/us/politics/trump-congress-stimulus.html

          4+
  • motumboAfraid 7 de outubro de 2020 at 21:28
  • motumboAfraid 7 de outubro de 2020 at 21:48

    Quanto dura um imóvel de alvenaria?
    Pesquisando conclui-se que a média é de 100 anos.
    Procuro imóveis na zona sul do Hell de Janeiro, que são na maioria antigos. Particularmente na região que procuro os imóveis foram construídos na década de 70. Se duram 100 anos, então estão na metade da vida. Considerando que eu devo viver mais uns 50 anos, fica meio em cima.
    Eu poderia escolher um imóvel mais novo, mas perderia em localização.

    Qual a opinião de vocês? Faz sentido essa previsão de 100 anos? Sei que existem muitos exemplos de imóveis com muito mais de 100 anos e se pouco ouço falar de imóveis condenados por volta dessa idade.

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    • CArlos 8 de outubro de 2020 at 05:35

      Depende de como foi construído, de uma destrutora não fizer um buraco do lado e rachar metade das paredes, se não cuidar bem do telhado, enchentes, incêndios, etc, etc, etc
      50 anos é muito tempo, 100 anos é uma eternidade 😉

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      • Pedro de Lara 9 de outubro de 2020 at 11:51

        Fora que tem o fator das intempéries. Muito calor, muita chuva, muito frio, dilatação natural da alvenaria, ferragens, etc… A mistura de areia/cimento/cal que fizeram na construção… Isso tudo sem falar na umidade, dependendo do imóvel. Vc pinta uma vez e, em 6 meses a pintura vai pro chinelo. Reboca e, do nada, puft! Cai com uma vibração acima do normal… Muito fator define se um imóvel vai durar tudo isso. É meio arriscado trabalhar com um prazo fixo.

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    • Joe banana 13 de outubro de 2020 at 12:14

      Minha singela opinião. Compre casa terrea que e fácil demolir e fazer de novo se precisar. E fique atento com vizinhos. Casa pode ser incorporada um dia

      0
  • Senhor Bolha 8 de outubro de 2020 at 00:43

    Armadilha de liquidez e o eterno mito do governo eficiente .

    Governo infla base monetária (Captação de dívidas recordes , privadas e públicas).
    O governo não consegue subir juros ( Tamanho da dívida impagável), impossibilidade de arcaras com juros real.
    Ou seja: Com apenas alguns % de juros rolando na dívida pública quebraria todo sistema).
    O governo compra dívida de empresas ( Títulos junks) para evitar quebra de algumas empresas detentoras destes títulos.
    O governo compra bolsa para ara evitar que ativos lastreados nos balancetes de bancos privado&públicos sofre reajustes ( Calotes com marcação a mercado).
    O governo compra imóveis( Caso da China), para evitar que preço de imóveis sofra correção.
    O governo promete crédito ( Habitacional), para pessoas com quase nenhum poder aquisitivo.
    O governo manipula índices de inflação oficiais ( Com preços ADM bancados com subsídios cruzados);e faz isso para dar impressão que boa parte da inflação se trata de uma média manipulada , onde mesmo governo faz uma cesta teórica ( Aonde o mesmo diz qual item da média tem mais peso ou menor peso), sem conta que manipula o preço de alguns itens ADM.

    Alguns incautos acreditam na ladainha do governo e dos grandes interessados nessa manobra financeira, principalmente ( Bancos e Grandes conglomerados financeiros! Obviamente esta gentalha sem auxílios teriam que encarar capitalismo real = Falência.

    O governo não pode em qualquer momento subir juros ! Digo nunca mais , porque muitas empresas se tornaram ( Zumbis). Precisam de dinheiro do governo para não quebrar ! E não tem como encarar realidade dos fatos.

    Quais as consequência desta burrice feita desde 2008 ?
    A renda e o poder de compra da moeda fiduciária perde valor anos após ano frente ao ouro.
    O dinheiro compra menos coisas ! apesar do governo dizer que a inflação esta sob controle hahahha.

    O governo não consegue rolar dívidas. Um dos motivos porque se falau tanto em reset financeiro e medidas autoritárias dignas de união soviética, fascismo e nazismo, consequentemente trabalhador tem seu poder de compra espoliado por impostos e inflação, quando os mesmos não ( Vivem de auxílios do governo).
    A médio prazo governo vai implementar um reset financeiro global. A pergunta que fica é quando?

    O governo entendeu que partimos para disrupção sistêmica encadeada por revoltas e quebradeira !
    Não falta muito para isso acontecer! Porém nosso governo sabe que a cada dia o tal fascismo que comunas vivem reclamar vai retornar! Claro pessoal do lado vermelho vai dizer que isso é fascismo ou qualquer outro ismo ( Para tirar sua culpa da reta). A eterna tara em crescer o estado que esta gentalha fez durante décadas.

    Sabemos de antemão que isso é coletivismo puro ! Foda-se estes porras de eufemismo que inventam os ideólogos e acadêmicos.
    O mundo caminha para uma ditadura nunca antes vista ( Tecnocracia) . A ditadura tecnocrática vai afetar diretamente a renda acarretando no colapso do modelo baseado em dívida ad eternum; ou seja: Em algum momento no futuro governo vai ter que aumentar impostos ! E estes impostos vão prolongar esta depressão para muitos décadas de pobreza extrema.

    Afinal é fácil viver do dinheiro do governo , quero ver produzir alguma coisa sem muleta estatal.

    O mito bozo e paulo jegues sabem como isso funciona faz tempo, ( Vivem de incitar arroubos e de dinheiro governamental ). Fazem tudo que diziam ser contra nos governo anteriores !!!

    E teve gente aqui dizendo que escola de Chicago é liberal ! Nunca nem vi hahahaha
    Só porque tu diz que vai privatizar meia dúzia de cabresto ( não te torna liberal).

    E o pior de tudo Falta de aviso não foi.

    Não existe governo eficiente, quanto mais vocês entendem sobre esta equação, mas fácil fica compressão do porque o sistema não funciona , nunca funcionou e tão pouco vai funcionar.

    Os mesmo que dizem abertamente ser possível um governo eficiente , são os mesmo que vão pagar as contas do tal governo com suor e lágrimas.

    STF = Lixo puro
    Mídia = Vagabunda e tendenciosa
    Governo= corrupto e incompetente.
    Senado= Vota em qualquer merda comunista desde que receba mesada mesada.
    Povo= Acredita em saci Pererê, mula sem cabeça e governo eficiente

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  • Lord of All 8 de outubro de 2020 at 07:08

    E o povo erra uma vez, duas vezes, três vezes …. é a partir disso que os políticos se reelegem infinitas vezes.
    Ontem falei com possíveis eleitores do candidato Mamãe Falei, defendendo-o como se ele não tivesse nada a ver com o Bozo.

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    • CArlos 8 de outubro de 2020 at 07:55

      Vivendo e não aprendendo

      Em um outro blog aí um bovino disse que este messias não vingou mas virão outros e ele vai votar neles….

      O retardamento não tem limites 😉

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  • CArlos 8 de outubro de 2020 at 07:52

    21K m2 pra morar nesta [email protected] por conta de um passado distante…

    Segundo o Secovi-RJ (Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro), o preço médio do m² no Leblon chegou a R$ 21.204 em setembro —o mais caro do Brasil, segundo Marcelo Borges, diretor de Condomínio e Locação da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis.

    Em comparação com a Tijuca, na zona norte carioca, onde o valor do m² gira em torno de R$ 6.712, a diferença é de 216%.

    Ainda segundo Augusto Ivan, a fama do Leblon como bairro chique vem sendo construída desde os anos 1920 e 1930, quando a região fazia parte de percurso de uma corrida internacional de veículos.

    Nas décadas de 1960 e 1970, o movimento se intensificou, porque o Leblon reunia em seus bares intelectuais, artistas e jornalistas, entre eles, Chico Buarque, Vinicius de Moraes e Caetano Veloso.

    https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2020/10/06/no-leblon-passado-abolicionista-e-escondido-sob-m-mais-caro-do-brasil.htm

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    • Lord of All 8 de outubro de 2020 at 09:32

      Parece Balneário Camboriú.
      Juro q não entendo porque uma pessoa em sã consciência compraria um apartamento de cerca de 250m, por 5 ou 6kk, numa cidade que é impossível de andar no verão, e com uma faixa de praia de 10m metros de areia (quando tem).
      No litoral do PR e outros municípios de SC, inclusive floripa, existem casas frente pro mar, com piscina e tudo mais, por menos de 30% desse valor.

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      • socrates 8 de outubro de 2020 at 09:53

        essa é fácil. A treta é convencer buchas de outros lugares a comprar imóveis ali!

        ex: Todos no BIB são sócios. Você compra minha casa por 1kk, o Carlos a compra de você e depois quem adquire é o CA. Assim vai. O $ circula sem nem sair do lugar. Óbvio que nem precisa haver a efetiva mudança, o que importa é “se registrar o preço de venda” e que, ao menos aparentemente, o mercado esteja “em alta”. “Investidores” movimentam o mercado… Não especificam que tipo de investidores, certo???

        Aí vem um bucha desesperado de outro blog e compra um dos nossos elefantes brancos. Nós dividimos o lucro!!!

        Ou, ainda mais fácil: convencemos um gestor corrupto de algum fundo que os nossos imóveis são “quentes” (e os números “demonstram” isso) e , dando uma pequena comissão para ele (ou familia/sócios, vide escritórios juridicos/contábeis, como faz o pessoal dos Tribunais de Justiça) , vendemos mais elefantes brancos…

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      • CArlos 8 de outubro de 2020 at 13:14

        É que o Leblon tem diferencias que você não encontra em nenhum outro lugar, tipo beber esgoto e nadar no esgoto 🙂

        Bairro mais caro do país, Leblon tem pior praia da faixa turística do Rio
        Água do mar na região esteve imprópria para banho por um terço do tempo nos últimos três anos

        ​Quando vai à praia no Leblon, no Rio de Janeiro, Carlos Ferreira, 83, já tem seu lugar preferido. Bem no meio dos dois canais que desembocam nas areias do bairro mais caro do país. “Esse trecho é melhor, é difícil ver coisa estranha aqui”, diz.

        Ele explica: “Ali tem muito cocô”, apontando para a extremidade da praia onde fica um desses canais, na avenida Visconde de Albuquerque.

        São essas vias as responsáveis por fazer as águas do Leblon acumularem a pior qualidade do trecho turístico da zona sul carioca, considerando também as superturísticas Ipanema, Copacabana e Leme.

        Os três pontos de medição da balneabilidade no bairro oscilaram entre regular e ruim de 2016 a 2018, período em que a Folha fez um levantamento em todo o litoral brasileiro.

        São 7.491 km de praias, com 1.188 pontos com qualidade da água medida nos últimos anos e, como a Folha mostrou na última semana, só 283 estiveram com a água sempre própria em todas as semanas de 2016, 2017 e 2018.

        O Leblon não foi um deles. Nesses três anos, a região ficou imprópria para banho em cerca de 4 a cada 12 meses, de acordo com o levantamento.

        https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/12/bairro-mais-caro-do-pais-leblon-tem-pior-praia-da-faixa-turistica-do-rio.shtml

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    • perdido no rio 8 de outubro de 2020 at 12:42

      Mas o RJ tem algumas coisas que puxam os valores para cima. Funcionários públicos com altos salários e muito velho com aposentadoria gorda. Além dos militares com salários e mamatas exorbitantes: eles se aposentam com valores integrais. Tanto que não divulgam os dados de servidores da pátria: “Remunerações de reservistas, reformados e pensionistas nunca foram publicadas por nenhum governo.” https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/09/14/interna_politica,1185268/governo-omite-ha-um-ano-pagamentos-a-militares-da-reserva-e-pensionist.shtml .

      E tem o crime organizado. Agora já vimos que bandido compra apto com dinheiro vivo. Isso inflaciona demais o mercado. Eles tem um domínio territorial, então não podem se mudar do Rio. Minha opinião é que milicos e milícias, traficantes e a nova joint venture narcomilícia (https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-07-10/capitao-da-pm-e-preso-acusado-de-comandar-narcomilicia-no-rio.html) continuam mantendo preços altos no RJ.

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  • Senhor Bolha 8 de outubro de 2020 at 12:31

    E o mito bozo copiando o programa do cirão da massa .

    Desvalorizar moeda ( Ok)
    Fazer política industrial ( ok)
    Vender commodities a preço de banana para países desenvolvidos ( Ok)
    Perdoar dívidas ( ok)
    Pedalar nas contas públicas( ok)
    Dar calote no tesouro ( ok) ” Calote branco”
    Inflar bolsa ( ok)
    Eliminar poupança ( ok)
    aumentar impostos para bancar programa sociais populistas ( ok)
    Fazer negociatas com senado, câmara e sTf corruptos ( ok)

    Tudo que falou que não ia fazer, foi la e fez.
    E o gado ideológico tomou na rabiola hahahahaha

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  • Strike 8 de outubro de 2020 at 16:47

    Que porrada pra cima nos bancos hoje heim??? Vários ativos subindo forte…

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  • MARK 8 de outubro de 2020 at 17:26

    CVR – Fui ver mais um apartamento hoje, infelizmente sempre com a intermediação dos corvos. Apartamento novo em prédio seminovo. Como tinha visto um ontem (que gostei bastante) achei melhor dar uma olhada em apartamentos dessa categoria no bairro ou próximo, para ajudar a enxergar melhor essas opções. Rua boa na Pompeia, aqui em Santos, 80m2. Apareço pouco antes do horário combinado e o corvo novo também já se encontrava, bem educado já foi me levando pro elevador pois a representante da proprietária já estaria no apto. Era um corredor grande o que levava ao apartamento, 6 por andar, daqueles escuros com ventilação via fosso, sem luz natural, muito comum aqui. Tempos de covid, batemos na porta. Cadê a moça? Não estava, chegaria em cinco minutos (15). E eu naquele corredor já sentindo falta de ar. Pedi para ver a garagem, o corvo não sabia qual era a vaga, perguntaria pra moço. Vamos então ver a área de lazer. Voltamos ao andar e a moça não tinha chegado ainda, mas a encontramos ao descer novamente. Como estava no térreo já perguntei da garagem e a moça “muito profissional” informa que não são demarcadas, são duas mas indeterminadas, não tem muito o que ver, você quer ver? (imaginaram a minha cara né?) Chega ao apartamento, abrem a porta. Que p.. é essa? Não era o apartamento anunciado, era uns horrorosos que dão pra parede do prédio ao lado. Olha não era esse apartamento que contatei vocês. Era esse sim, Mark. Cara, não é não. Minha cara enfadada já sinaliza aborrecimento próximo, o corvo interfere e fala do outro apartamento com vista livre. A moça, ah… mas esse é o de 85m (querendo dizer que era mais caro). Abro o celular e mostro a conversa com o corvo e abro o link. Não tou vendo parede nenhuma na sacada, vocês estão vendo? Sim, é o apartamento de cima. Já entro sem a menor vontade de ver o apartamento, a vista era boa e o resto o que eu já esperava. Só fui de um canto ao outro do apto pra dizer que tinha vindo ver. Mas calma, tem mais. Ao descer a moça na defensiva diz, sem ninguém ter cobrado, que estava dentro do horário e que teve que se apertar toda por que foi contatada em cima da hora (liguei 12h e foi agendado para 15h), ela teve que se apressar, veio até de chinelo pois estava na manicure. Inclusive tinha tomado um toco do corvo das 11h que não compareceu nem o cliente. Aí você chega no horário com o corvo e a doida cheia de má vontade com quem cumpriu o combinado e ela cheia de falta de profissionalismo e educação. Fiquei mais p. da vida ainda pois acho que usam a estratégia de colocar foto de um melhor e na hora tentar empurrar os encalhados do paredão. E como ela demorou um pouco a chegar tive eu, justo eu que tanto gosto de conversas com essa gente, ouvir a conversa do corvo, o que eu tava procurando, que bairro, quantas vagas, até que valor… puts… tem que ter muito saco viu. rs

    30+
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  • rojão 8 de outubro de 2020 at 17:49

    pastel de queijo = R$7
    garapa=R$6
    observar bolsominions desiludidos e arrependidos por ter caído no estelionato eleitoral do “mito” = não tem preço kkkk

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    • socrates 8 de outubro de 2020 at 23:58

      Digite 1. Digite 7. Receba. Os numeros mudam mas a ardencia continua…. I see 666s everywhere…

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  • MARK 8 de outubro de 2020 at 17:52

    CVR das 9 horas
    Ligo para a corvolária pra ver um outro apartamento, era exatamente 9h06min (nove e seis). Irritada atende a recepcionista, então… o atendimento é só a partir das nove horas. De repente se toca que já passava das 9h e justifica que os corvos gordos ainda não haviam chegado e pega meu telefone e referência de apto. Uma hora depois liga a corva, então… você ligou pra saber do apartamento tal, pois não. Pergunto, responde. Quer visitar? Sim pode marcar. Aí vem a doida, Mark vc tá procurando o que, vai até onde, que bairro… Então… tou querendo ver o apartamento que você tem a referência, ele está ou não disponível? Irritada justifica que caso não tivesse disponível ela já separaria algumas opções (quem as pediu?). Duas horas depois retorna dizendo que foi vendido, o que não deve ser verdade. Tenho percebido que o 666 se desespera, baixa o preço, mesmo assim não vende e depois não sustenta o preço. Pra não dizer que aumentou, diz que vendeu. Semanas depois aparece a pérola tora lá de novo. Outro dia a Cajuzinha tinha dado essa dica, que muitas vezes o corvo diz que vendeu pra influenciar uma compra e na verdade o outro igual não vendeu não. Constatei isso estes dias, inclusive um de um CVR anterior. O cara testa o preço, aparece procura, o sujeito especula aumentando o preço e morre abraçadinho com ele. kkkkkkkk

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  • CA 8 de outubro de 2020 at 19:18

    https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/10/real-vive-descolamento-cambial-recorde.shtml

    Trechos do link acima, entre “aspas”:

    “Análise de pesquisador do FGV Ibre mostra que descasamento da moeda no governo Bolsonaro supera o visto até na eleição do presidente Lula em 2002”

    “A moeda brasileira apresenta desde abril, um comportamento descolado das demais moedas emergentes…”

    “Isso nos sugere que tem alguma coisa específica acontecendo com o Brasil”

    ——————————————————————————————————————————————————————

    Vamos ajudar os “economistas especialistas” a entenderem a tal “coisa específica” que está acontecendo com o Brasil.

    Primeiro, eles precisam aprender o significado de “Risco e Retorno”, algo que consta no primeiro capítulo de um livro de economia, mas talvez estudaram há muito tempo e esqueceram, ou vai ver que fizeram uma lobotomia e perderam esta parte do conhecimento:

    – Antes da pandemia, a relação dívida / PIB do Brasil era de 75% e a média dos países emergentes para este indicador era de 50%; Em outras palavras, o Brasil estava 50% pior do que a média dos emergentes, neste que é um dos principais indicadores de risco de um país e algo que possui muita relevância quando falamos de países emergentes;

    – Para piorar a situação acima, foi exatamente a partir de abril, como mencionado no artigo acima, que o Brasil começou com seu programa de auxílio emergencial, com a expectativa de abrir um rombo adicional nas contas públicas, da ordem de R$ 50 bilhões por mês, sem nenhuma cobertura por aumento de receitas ou redução de outras despesas, era aumentar o endividamento e sua proporção ao PIB de uma maneira que seria um recorde histórico, em intensidade e velocidade como nunca antes ocorreu no país, de tal forma que as projeções dão conta de fecharmos o ano com uma relação dívida / PIB na ordem de 95%;

    – Um dos agravantes ao que consta acima, é o fato de que na prática, o desembolso do Brasil em relação ao seu PIB com as ações emergenciais, foi maior do que a média do desembolso dos países emergentes, ou seja, se antes da pandemia já estávamos representando um risco muito maior do que a média dos emergentes, com esta ordem de desembolso, passamos a representar um risco ainda maior;

    – O outro fator agravante e este sim tendo o maior peso de todos, é que ao mesmo tempo que nosso risco partia de um patamar já anormal para crescer ainda mais, em intensidade e velocidade sem precedentes, o nosso juros básico da economia (SELIC) caia e batia o recorde de baixa! Seria como se uma pessoa fosse no banco pedir um empréstimo, tendo um histórico de nunca ter pago nenhuma conta em dia e ter ficado inadimplente em mais de 50% de todas as suas contas, recebendo uma proposta de empréstimo do banco com um juros que seria o menor de todos, até menor do que daqueles que são bons pagadores!!! Uma situação pra lá de absurda, algo como dizer que “revogamos a lei da gravidade” e nos jogarmos sem nada para amortecer a queda, do vigésimo andar de um prédio!!!

    – Frente à situação acima, os investidores estrangeiros, vendo que os juros pagos no Brasil não compensavam o enorme risco existente, foram tirando seus dólares daqui em uma velocidade ainda maior do que já vinham fazendo antes da pandemia. Esta fuga recorde, junto com constantes ameaças de aumentarmos cada vez mais o problema da relação dívida / PIB exagerada e muito acima da média dos emergentes, foi fazendo com que nos tornássemos o país onde tivemos a maior desvalorização cambial dentre todos.

    – Também a partir do que consta acima, tivemos a situação de aumento de demanda por alimentos e itens essenciais, o que junto com a disparada do dólar e nossas exportações relevantes de alimentos, causou uma inflação exagerada para alguns itens.

    – Esta mesma situação também impulsionou disparada nos preços de produtos eletrônicos, insumos para segmento de Telecom e “N” outros produtos importados. Isto junto com aumento de demanda em função de home-office, ensino à distância, etc e contando com auxílio emergencial, garantiu algumas anomalias de aumento de consumo junto com disparada de preços em plena pandemia.

    – Claro que toda a situação acima fez com que os investidores em títulos do tesouro nacional também exigissem uma remuneração muito maior, afinal, o risco aumentou muito. Isto colocou a liquidez do tesouro nacional na corda bamba.

    Por que o governo optou por fazer o que consta acima? Porque quer pedalar com bolhas a qualquer preço e o único jeito, é mantendo os juros básicos da economia (SELIC) baixos de uma forma artificial, completamente descolada do risco.

    E como vai ficar a situação acima?

    O governo uma hora vai ter que parar com o auxílio emergencial, com as suspensões no pagamento de crédito imobiliário, com a suspensão de impostos, parar com incentivos à layoffs e redução de salários, etc e quando isto acontecer, a bicicleta vai cair, ou seja, o consumo vai cair junto com emprego e renda, a inadimplência vai disparar ainda mais, vai aparecer mais os problemas de liquidez dos bancos, os “resultados” das construtoras, tapeados pela artificialidade da SELIC, um enorme montante de vendas falsas na planta e crédito podre à rodo não vão conseguir se sustentar e assim por diante. Tudo isto mostrará impactos negativos no PIB e daí, veremos mais uma vez a relação dívida / PIB piorar, mesmo sem aumento de gastos do governo, o que aumentará a visão quanto a nosso risco e provavelmente a desvalorização cambial do Real. Conforme este cenário evoluir para uma crise cambial, o governo vai ser obrigado a aumentar os juros e daí o efeito disto nas bolhas será muito maior, porque agora estão arrastando número recorde de pessoas para o suicídio financeiro, então quando acontecer o inevitável, o impacto explosivo também será recorde…

    Por enquanto, estamos como naquela piada do cara que se jogou do vigésimo andar de um prédio e ao passar em alta velocidade pelo décimo andar, está comemorando porque disse que não está sentindo nada demais e o vento no rosto é até agradável…

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  • RightOneIn 8 de outubro de 2020 at 19:49

    Olá pessoal,
    Como já postei antes (e fui malhado, haha :D) eu moro no exterior em muito anos e agora o nosso amigo USDBRL está extremamente favorável pra mim. Vi alguns apartamentos no Edificio Mandarim (em São Paulo, no Brooklin) me pareceu um condominio bem de alto padrão. O que me chamou atenção é que tem apartamento pra caralho pra vender nesse prédio, mas não sei o porquê. Pode ser uma boa oportunidade de jogar o preço no chão e como pretendo pagar a vista, é uma opção. Alguém tem informações especificamente desse prédio ou de condominios similares?

    “Mas por que você quer trazer dólar pro Brasil pra queee?” Em primeiro lugar os juros a zero no mundo inteiro dificultam qualquer yield, em segundo porque já estou concentrado demais em ações nos EUA, e terceiro pq poderia pagar à vista. Abs!

    7+
    • rogerio 8 de outubro de 2020 at 23:07

      Acha seguro comprar a vista num edifício que possui diversos apartamentos a venda? Será que não tem alguma treta? Financia fica um ano ou dois pagando e depois se estiver tudo tranquilo quita ele.

      6+
    • CArlos 9 de outubro de 2020 at 06:17

      Está comprando para investir?

      4+
      • RightOneIn 9 de outubro de 2020 at 07:26

        Talvez eu me aposente no Brasil em 20 anos. Talvez eu alugue. Estou muito concentrado em duas classes de asset, e isso não é muito bom. A ideia é mesmo investir e aproveitar o dólar forte para comprar algo que em tempos de dólar 3:1 seria irrealmente caro.

        5+
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        • CArlos 9 de outubro de 2020 at 07:43

          Um dos motos desde blog é justamente que imóveis são um péssimo investimento 😉

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          • socrates 9 de outubro de 2020 at 08:26

            se o brasil fosse um país decente, investir em imóveis seria simplesmente impossível.

            Como no Bananistão os bandidos estão no poder e agora inclusive dançam sem vergonha na cara da população- expondo o conluio com o judiciário, os tubas acabam usando imóveis como hedge para proteger o patrimônio (olha que exemplo interessante de como a treta é conduzida: o rgi ser PRIVADO em pelo 2020 é assegurado pelo próprio poder judiciário!!!!!!)
            .
            Na prática o $$$ que eles ganharam não tem lastro e é previsível que uma hora tudo “kabum”.
            O REAL estate, por sua vez, sempre terá algum valor… Mesmo em um apocalipse financeiro, as pessoas ainda precisarão morar em algum lugar.
            Em um reset total- seja lá o que vier depois dele – as pessoas continuarão precisado morar em algum lugar.

            Se isso ocorre no EUA, Australia, Inglaterra e Canadá, onde as pessoas são menos burras, imagina só no Bananistão…

            “Função social da propriedade” e “leis” são especiais para “pessoas especiais”…

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            • CArlos 9 de outubro de 2020 at 08:39

              E a falta de liquidez, necessidade de manutenção, taxas, impostos, depreciação, etc etc etc
              Total falta de segurança jurídica e política do bananistão…
              Ví investimentos em tijolos gerarem lucros, antes da bolha e em golpes como comprar lixo e vender por preço de ouro em áreas que serão desapropriadas…
              Do resto acho muito trabalho e muito arriscado.

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              • socrates 9 de outubro de 2020 at 12:02

                concordo com você, Carlos.
                Mas estamos no Bananistão. A insegurança jurídica da maioria assegura a segurança financeira de poucos. A justiça é LITERALMENTE uma colcha de emendas para proteger interesses dos Sirs bananenses…

                Quem “de direito” acaba pagando as taxas sem problemas pois assegura a fonte dos recursos para isso via decisões judiciais/administrativas sigilosas. Ou contratos administrativos beeeeeeeeem vantajosos. Isso quando se pagam as taxas… Sigilo fiscal, imunidade tributaria para igrejas e outros tipos de isenções, Refis da vida, RGI privado, não transparente e que exige intermediarios/taxas para consulta… A “oposição” sabe disso tudo e ao invés de resolver o problema, sempre apresenta medidas populistas e paliativas justamente para a treta continuar…

                Se Brasilia e as assembléias são um balcão de negócios, temos que pensar como eles pensam.
                Se voce tivesse o controle, fosse corrupto e tendo as altas instancias do judiciario na sua mão, você não faria isso?

                8+
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                • CArlos 9 de outubro de 2020 at 12:14

                  Ainda não entendi nosso colega RightOneIn, disse que está fora do bananistão, que tem meios de fazer investimentos fora, qual a necessidade de comprar tijolos para investimento e pior ainda, no Brasil?

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                  • reznor 9 de outubro de 2020 at 13:45

                    Olha, se eu tivesse a ideia de me aposentar fora dos EUA–que não chega a ser irrazoável frente ao custo de vida, em especial com saúde–eu guardaria meus dólares por esses 20 anos e só compraria algo no BR no momento da partida.
                    Se você ganha e investe em USD e pretende residir nos EUA por anos a fio, qual o sentido de alocar esse capital no BR agora? O país está a beira de um colapso fiscal e social, cuja moeda, de tão tóxica, desvaloriza mais que o ARS e a TRY–países que possuem reservas cambiais diminutas.
                    Queria estar enganado, mas acho que mesmo que você deixe todo o seu patrimônio em uma savings account por duas décadas–quem mora aqui sabe o custo de oportunidade disso–as chances desse imóvel valorizar mais que o dólar são muito improváveis.
                    Eu não faria, mas quem posta esse tipo de coisa anonimamente na web meio que já tomou a decisão, certo? 😀

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  • CA 9 de outubro de 2020 at 10:38

    Ah, mas qual o problema em manter uma SELIC artificialmente baixa e com isto termos um descolamento cambial recorde (ver meu comentário mais acima), não é mesmo?

    https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/10/09/inflacao-ipca-ibge.htm

    “Inflação acelera a 0,64% em setembro e é a maior para o mês em 17 anos”

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    • CA 9 de outubro de 2020 at 10:41

      Outro trecho do link acima:

      “O câmbio num patamar mais elevado estimula as exportações. Quando se exporta mais, reduz os produtos para o mercado doméstico e, com isso, temos uma alta nos preços. Outro fator é demanda interna elevada, que, por conta dos programas de auxílio do governo, como o auxílio emergencial, tem ajudado a manter os preços num patamar elevado. No caso do grão de soja, temos ainda forte demanda da indústria de biodiesel”

      Ah bom, então em breve um dos lados da equação acima vai acabar, que é o Auxílio Emergencial, daí não teremos com o que nos preocupar, certo?

      https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/10/fim-do-auxilio-emergencial-levara-13-do-pais-a-pobreza.shtml

      “Fim do auxílio emergencial levará 1/3 do país à pobreza”

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    • perdido no rio 10 de outubro de 2020 at 13:44

      Isso com IGP-M a quase 18%. Os aumentos que ainda não podem ser repassados – porque o povo está quebrado e vai ficar mais ainda com o fim do auxílio – estão ficando represados e quebrando comerciantes e empresários.

      https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/10/05/inflacao-do-aluguel-atinge-maior-taxa-dos-ultimos-17-anos-no-acumulado-em-12-meses.ghtml

      IGP-M é o maior em 17 anos; veja 7 dicas para negociar o seu aluguel

      Locatário pode pedir revisão no valor da mensalidade ou redução do reajuste; para isso, vale comparar o valor do aluguel com o de imóveis vizinhos e mostrar ser um bom pagador.

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  • CArlos 9 de outubro de 2020 at 12:11

    OFF – Loola, é você?

    Bolsonaro vira ‘atendente’ da Caixa em agência-barco no Pará

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deu continuidade hoje à agenda de viagens —intensificada nos últimos meses com foco na reeleição em 2022— e visitou a agência-barco da Caixa Econômica Federal responsável pelo atendimento na Ilha do Marajó, no Pará.

    Durante a atividade, o governante encarnou o papel de atendente e, ao lado do presidente do banco, Pedro Guimarães, auxiliou no guichê um casal beneficiário do auxílio emergencial, o programa de socorro financeiro criado durante a pandemia do coronavírus.

    https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/10/09/bolsonaro-vai-a-agencia-barco-no-para-e-vira-atendente-da-caixa.htm

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  • Senhor Bolha 9 de outubro de 2020 at 12:54

    Bomba.
    Nova york e o êxodo urbano.

    Corona virus o grande culpado?

    Não minha opinião não!
    Peguei alguns dados de saída de capital humano, trabalhadores e afins.

    E cheguei num mix de motivos.

    Impostos mais altos
    Especulação imobiliária ( Aluguel caros e retorno baixo).
    Violência urbana
    Caos urbano ( Transporte)

    Isso fez com que nova york tenha batido todos anos uma taxa de êxodo urbano.
    A grande massa esta se deslocando para estados vizinhos.

    Algo semelhante ao que aconteceu com nordeste se deslocando para são paulo nos 60, 70 e 80.
    Só que ao contrário!

    Os aluguéis de apartamentos em Manhattan tiveram, no mês passado, a maior queda em nove anos. Este é apenas um dos sinais de fraqueza do mercado de locação de imóveis da região.

    Em quase todas as métricas, as notícias são tristes para os proprietários, que estão tentando manter as unidades ocupadas em meio a uma pandemia global que desencadeou um êxodo urbano.

    A taxa de vacância de julho subiu ao recorde de 4,33%, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira pelas avaliadoras Miller Samuel e Douglas Elliman Real Estate.

    No final do mês, havia 13.117 apartamentos listados para alugar, o maior número registrado desde 2006.

    O aluguel médio, com concessões como meses grátis contabilizados, despencou 10%, para US$ 3.167. Foi a maior taxa de declínio nos registros datados desde outubro de 2011.

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    • Senhor Bolha 9 de outubro de 2020 at 12:56

      O mesmo fenômeno vai acontecer em SP , RJ e BH.

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      • Joe banana 13 de outubro de 2020 at 11:59

        Estão tentando um desvio a lá toquio … O que tem de Studio por aí não está escrito. Tá certo que não faz sentido lamber casa ao invés de correr atrás de grana, mas dizer que esses imóveis são investimento e o fim da picada

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    • Senhor Bolha 9 de outubro de 2020 at 13:00

      Ano passado já tinha recorde êxodo urbano.

      Cheguei encontrar uma pesquisa que nova york perde moradores desde 2014.

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    • reznor 9 de outubro de 2020 at 13:26

      Americano vota com o “pé”. Se o cidadão percebe que está pagando muito caro ou a cidade que ele reside está em decadência, ele vaza mesmo.
      Nos grandes centros isso vem acontecendo com força em NY, San Francisco, Chicago, Baltimore — que possui uma taxa de homicídio por habitante comparável à boa parte do BR. Detroit é o template para esse êxodo.
      Se você visitar a região de Dallas/Fort Worth você fica abismado com a expansão de empresas e real state. Adivinha quanto o texano paga de imposto estadual? Em Atlanta o custo de vida vem aumentando bastante pois boa parte das produções de séries (e alguns filmes) migraram pra lá — TWD há tempos; Watchmen é exemplo recente. Eu tenho um colega da Philadelphia que mudou pra ATL e foi ótimo pra ele, a esposa dele é atriz e conseguiu arrumar trabalho rapidamente.
      Sobre NYC, acho que você já deve ter lido um artigo polêmico de alguns meses atrás que perturbou até o Jerry Seinfeld. Caso contrário, google “New York is Dead”. Só não sai de lá quem (acha que) tem a alma nov aiorquina… Já viu ‘France Ha’? É o comportamento típico de aspirante a nova iorquino. No Rio tem muito disso também… Os caras vivem literalmente na M e não se dão por vencidos–o artigo do CArlos não deixa dúvdas.
      Acho que a Covid só foi o gatilho ideal pro êxodo. Como boa parte das empresas de tech do Vale do Silício adotou o home-office em definitivo, teve uma cambada que aproveitou a oportunidade e foi morar em cidades periféricas com melhor qualidade de vida pagando muito menos. Isso inclusive repercutiu de tal forma que certas empresas estão cortnado o salário em 30% de quem saiu da região, puta falta de sacanagem kkkkkk

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      • CArlos 10 de outubro de 2020 at 10:40

        Várias pessoas que tenho contato mudando ou pretendendo se mudar para lugares mais baratos, vários estão em trabalho remoto e outros se viraram pra arranjar um.
        Como por exemplo uma pessoa que mudou de uma apartamento que mais parecia uma kitnete grande em Los Angeles para uma casa de 3 quartos, piscina, gragem enorme, porão, etc na região de Fenix, pagando o mesmo. Tudo muito mais em conta, comida, services, etc e sem a dúzia de moradores de rua só no seu quarteirão 😉

        EUA estão a beira de um convulsão social.

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  • Strike 9 de outubro de 2020 at 22:15

    Mais uma notícia alvissareira… Pelo visto, o tombo poderá ser bem menor do que se esperava…
    https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/10/09/banco-mundial-reduz-previsao-de-queda-do-pib-do-brasil-em-2020-para-54percent.ghtml

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    • CA 10 de outubro de 2020 at 07:27

      Strike,

      Já foi explicado 1 milhão de vezes, mas admiro seu empenho em tentar enganar as pessoas:

      A partir do momento que o governo jogou R$ 50 bilhões por mês na economia e suspendeu pagamento de prestações do crédito imobiliário, junto com aumento em vendas falsas na planta, adiamento de pagamentos de impostos e de outros empréstimos, aumento no crédito podre concedido, etc, estas ações artificiais e temporárias terão graves efeitos colaterais, na prática, serão muito piores do que os “benefícios estatísticos” no melhor estilo pega-trouxa, como no caso do “PIB que não vai cair tanto”.

      E conforme o governo manteve o auxilio emergencial, mesmo que com redução, ampliou a suspensão do credito imobiliário, as construtoras aumentaram as vendas falsas na planta, os bancos aumentaram o crédito podre concedido e todos pedalaram juntos, por um lado, nova “”melhora” quanto ao PIB projetado, mas por outro, tivemos o Real como a moeda mais desvalorizada do mundo, a inflação do último mês batendo o recorde de mais de uma década, o recorde de fuga de investidores, o tesouro nacional na corda-bamba quanto à liquidez, a previsão de que mais de 1/3 das familias do país serão levadas à pobreza com o fim do auxilio emergencial, a certeza de que o super-endividamento e a inadimplência vão crescer muito mais a partir da retirada das inúmeras ações artificiais e temporárias mencionadas acima, bem como novas rodadas de aprofundamento na degradação dos empregos, dentre inúmeros outros prejuízos para economia e sociedade.

      Tudo que consta acima já é de domínio público inclusive e não só falado aqui neste blog. Por isto que o governo estudava prorrogar o auxílio emergencial, a CEF falava em prorrogar a suspensão do credito imobiliário pelo prazo que for necessário e existem inúmeras reportagens falando sobre a preocupação quando acabarem os auxílios emergenciais.

      É um tanto quanto óbvio que expressões como “prorrogação de auxílio emergencial”, “continuidade da suspensão do pagamento de empréstimos” e tantas outras, não indicam nenhuma recuperação, porque se tivesse qualquer “recuperação”, você simplesmente não precisaria de nenhuma ação emergencial, não precisaria de bolsa-calote para não aparecer um crescimento anormal da inadimplência, dentre tantas ações apelativas e com consequências até muito mais graves do que aquelas que coloquei acima. Mas já conhecemos você e sabemos que gosta de vender o mundo de ilusão e tentar enganar as pessoas a qualquer preço, sendo que no final, acaba sendo útil, porque permite demonstrar o quanto de desinformação existe nos meios de comunicação e como é fácil enganar incautos como você…

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      • perdido no rio 10 de outubro de 2020 at 13:49

        Entendi o alvissareira do Striker como ironia. Obviamente vemos recuperação em K. Isso é insustentável do ponto de vista de economias baseadas em consumo. Até o momento, vivemos economia baseada em endividamento que concentra ganhos e não sustenta atividade a não ser com mais endividamento do governo. Insustentável.

        Guedes foi o maior keynesiano que já vi em Brasília! Ele só mente (ia zerar déficit em 2019, vender 1 tri em imóveis, ia privatizar 4 empresas até o fim de outubro) para enganar o gado enquanto foge do processo por administração de fundos de previdência e agora conseguiu que o BB vendesse crédito podre que não é podre para o banco dele. Levou mais $ que o Mourão, que só arrumou aumento para o filho. kkkkk

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        • Strike 10 de outubro de 2020 at 23:48

          Sim, sim, é ironia, ironia.. Só postei porque óbvio que não faz sentido…

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  • CArlos 10 de outubro de 2020 at 10:32

    Meio velhinha mas tinha esquecido de postar…

    Pobres metrópoles bananences, cada vez mais orrendas e inóspitas e com um povinho muito metido a besta.
    Ministério público retardado se metendo em coisas que não deveria, como quase sempre.
    Planejamento urbarno lixo + fiscais corruptos + especulação imobiliária + lixos sem isolamente, sem vegetação para abafar o barulho + casais com 3 carros devido ao rodízio, o próprio inferno.

    SP: promotor ameaça fechar escola se alunos fizerem barulho na volta à aula

    Se já não bastassem as incertezas sobre a volta às aulas e os prejuízos causados pela pandemia de covid-19 ao aprendizado dos seus 223 alunos, a escola estadual Godofredo Furtado, em Pinheiros, bairro nobre de São Paulo, passou a ter mais uma preocupação.

    A direção do colégio recebeu uma notificação do Ministério Público informando ter aberto um inquérito em razão do barulho feito pelos estudantes, que, segundo o promotor Marcos Lúcio Barreto, gera um “insuportável incômodo aos vizinhos”.

    No documento, o promotor ameaça, inclusive, multar e interditar a escola se “providências imediatas” não forem tomadas. Diz também que pode até apresentar um processo-crime contra o representante legal da escola.

    Criada em 1925, a Godofredo Furtado é uma escola pública que funciona em tempo integral e atende alunos dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º) e do ensino médio. Está situada na rua João Moura, endereço no qual há imóveis à venda por mais de R$ 2 milhões.

    O advogado Ricardo Sayeg afirma que a ameaça feita pelo promotor é “inaceitável”. “As crianças fazem um barulho normal”, diz. “Gostaria de saber se o mesmo procedimento vai ser adotado contra as escolas particulares.”

    Padrinho do colégio, o advogado assinou em 2017 um termo de adoção afetiva com o governo paulista a partir do qual passou a promover ações que contribuem com o desenvolvimento da instituição de ensino.

    https://noticias.uol.com.br/colunas/rogerio-gentile/2020/10/05/promotor-ameaca-fechar-escola-se-alunos-fizeram-barulho-na-volta-as-aulas.htm

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  • CArlos 10 de outubro de 2020 at 20:37

    OFF – Olha a ajuda emergecial aí 😛

    O vídeo da inauguração de uma loja Havan em Belém, no Pará, viralizou nas redes sociais neste sábado, 10. Imagens mostram multidão de pessoas, que se aglomeraram para entrar na loja nesta manhã, sem os cuidados no combate à Covid-19.

    https://www.youtube.com/watch?v=1t-E1TSrbd0

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    • Strike 10 de outubro de 2020 at 23:41

      Que isso? Sério isso?

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    • Ilusionista 11 de outubro de 2020 at 13:31

      o que chama a atenção:
      1 – a grande quantidade de pessoas sem máscaras e nem ai com a contaminação que poderia levar a morte.
      2 – imagens estas que foram vinculas nas principais emissoras de TVs do mundo, afinal somos vice em número de mortos.
      3 – justamente para o consumo de produtos em grande parte supérfluos e com preços não atrativos assim.
      4 – segundo a Folha, o Brasil já não possui mais estoques reguladores de alimentos. Com estas imagens de ontem, imagine como seria o cenário nos mercados dos grandes centros em um eventual disparada do dólar e escassez de comida?

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  • CArlos 10 de outubro de 2020 at 20:56

    Na pandemia, brasileiro trocou roupa por tijolo

    A pandemia mudou os objetos de desejo das famílias brasileiras durante o isolamento: em vez de roupas novas, tijolos. A mudança brusca no perfil de consumo se reflete sobre os preços. Só em setembro, o tijolo subiu 4,67%. Ao mesmo tempo, as roupas femininas ficaram 5,37% mais baratas.

    “A classe média juntou um dinheirinho na crise. A comida ficou mais cara, mas economizaram com outras coisas. Deixaram de gastar com combustível, cinema, hotel, passagem aérea. Daí gastaram com artigos para a residência”, lembrou André Braz, coordenador dos Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

    Os novos hábitos de consumo fizeram o volume vendido pelo comércio varejista brasileiro alcançar patamar recorde em agosto nos segmentos de material de construção, móveis e eletrodomésticos e outros artigos de uso pessoal e doméstico, mostrou a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE.

    Consumo domiciliar

    “Como o dia a dia das pessoas foi transformado, com menos deslocamentos, mais tempo em casa, tudo o que está associado ao consumo domiciliar tende a ser mais vendido. Como essa mudança de consumo foi muito abrupta, isso acaba transbordando para um efeito sobre os preços”, explicou o economista Fabio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Os tijolos já ficaram 22,32% mais caros nos primeiros nove meses do ano. O cimento aumentou 13,19%. Roupas de cama, mesa e banho subiram 5,11% de janeiro a setembro. Computadores estão 20,58% mais caros, videogames aumentaram 13,69%, e os aparelhos de TV, 12,90%.

    https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2020/10/10/na-pandemia-tijolo-substitui-roupa.htm

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    • Strike 10 de outubro de 2020 at 23:40

      …trocou roupa por tijolo.. Hahaha!
      Aeeee CArlão Borat, você já viu o Jóias Sobre Rodas no Bananil??? Cara, assista, tá demais!! Tem um monte de bananices, de tudo um pouco, no episódio que eu assisti praticamente só mostram mato, tem ponte de madeira e tudo, o Mike compra um Opala, leva pra lavar num posto e vende logo em seguida e diz que é fácil ganhar uma grana aqui… Hahaha!

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  • Strike 10 de outubro de 2020 at 23:47

    Fernando Ulrich falando sobre o esgotamento da capacidade financeira do Brasil, ele cita dados importantes como o gasto excessivo com o auxílio, que em alguns casos o beneficiário chegou a ganhar 30% a mais que antes da pandemia…
    https://www.youtube.com/watch?v=KMXF0bpDJ9o&t=599s

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  • CA 11 de outubro de 2020 at 08:04

    Repito: não adianta fingir que a lei de risco e retorno não existe, baixando a taxa SELIC na canetada, disparando nos gastos públicos e cogitando novas disparadas neste gasto no ano que vem, etc, esta lei não só existe, como é implacável.

    Observar o trecho final que destaquei: este risco vai fatalmente se refletir nos juros finais cobrados, o que os próprios bancos estão fazendo, de fingir que o risco não existe e praticarem as menores taxas, bem quando eles mesmos estão suspendendo pagamentos por falta de capacidade de pagar as parcelas por parte dos devedores, junto com as pressões externas para aumento de juros, significa que estas pedaladas dos bancos não são sustentáveis.

    https://www.terra.com.br/economia/crise-de-confianca-afeta-ate-papel-tido-como-porto-seguro-da-divida-brasileira,25f8fde5bc2df8b8a47b107104f47c9a4wm9lya2.html.com

    “Crise de confiança afeta até papel tido como porto seguro da dívida brasileira

    Risco fiscal causa temor e investidores passam a cobrar um prêmio para comprar os títulos do Tesouro atrelados à taxa Selic, as chamadas LFTs”

    Segundo analistas, esse é mais um exemplo dos sinais de deterioração dos indicadores do mercado financeiro diante da falta de resposta do governo e do Congresso à trajetória de aumento da dívida pública. O estresse no mercado de LFTs se segue à forte desvalorização do real, ao aumento dos juros futuros e ao encurtamento dos prazos da dívida pública.

    A preocupação com o alta do deságio das LFTs foi citada pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento organizado pelo Itaú, na última quinta-feira. Ele apresentou um gráfico mostrando a rapidez desse processo.”

    “A situação é de estresse fiscal. A dúvida é se a gente volta ou não aos trilhos do gasto no ano que vem”, diz o ex-secretário do Tesouro Carlos Kawall. Atual diretor do ASA Investments, Kawall afirma que o problema com as LFTs indica um estágio mais avançado da piora das condições do mercado. A percepção é que o mercado não tem apetite para financiar um aumento do endividamento que não seja temporário.”

    ” “A sequência é mais ou menos simples. Isso gera um encarecimento do custo da dívida, que fica mais cara. Isso acaba afetando o custo do próprio crédito e gera aumento de juros para o governo, setor privado, para quem está tomando o dinheiro no banco”, explica o ex-secretário do Tesouro. “

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  • CArlos 11 de outubro de 2020 at 21:34

    OFF – Venezuelização a la bolsonarismo e suas crias, cada vez mais policiais, militares e “pastores” na política, muitos ligados a grupos criminosos e outros são criminosos mesmo.
    Pergunta: Para quê serve a [email protected] da justiça eleitoral?

    PMs matam a tiros candidato a vereador em Embu das Artes (SP)

    O ex-secretário de Segurança Pública de Embu das Artes (SP) e guarda civil metropolitano, Denis Viana, foi morto com dois tiros nas costas hoje após uma discussão generalizada em um bar da cidade. Segundo informações iniciais, os disparos teriam partido de policiais militares.

    O caso aconteceu na Rua Flor do Campo, 10, no bairro Jardim Flórida. Além de Viana, outras três pessoas foram baleadas, sendo dois civis — um deles amigo do GCM — e um policial militar.

    https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2020/10/11/pms-matam-a-tiros-candidatos-a-vereador-em-embu-das-artes-sp.htm

    Veja quem são os PMs do Rio acusados de crimes violentos que vão disputar as eleições
    Mais de 30 policiais militares, réus ou condenados por homicídio, extorsão, corrupção e tortura, estão na corrida pelo voto do eleitor no Rio

    RIO – Policiais militares acusados de crimes violentos disputam o voto do eleitor do Rio. Um levantamento feito pelo GLOBO nas certidões criminais de PMs que apresentaram candidaturas no estado revela que mais de 30 são réus ou já foram até condenados em primeira instância. Há agentes que respondem por homicídio, extorsão, corrupção e tortura; um deles é condenado por chefiar uma milícia.

    Eleições: Número de militares candidatos cresce 44% nas eleições de 2020

    Dos acusados, o único que disputa o cargo de prefeito é o capitão Diogo Souza da Silveira, candidato pelo PSDB em Cabo Frio. Ele é réu, junto com três outros agentes, pelo homicídio do estudante Igor Cordeiro de Manhães, de 13 anos, em março de 2012, durante operação da PM no Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Na ocasião, o adolescente foi atingido nas costas por quatro tiros de fuzil.
    “Isso aqui é PMERJ”

    Os PMs, lotados à época no 15º BPM (Caxias), alegaram que apenas reagiram a ataque de criminosos. Souza — na ocasião, tenente e comandante da patrulha — atirou nove vezes. A investigação da Polícia Civil concluiu que Igor não estava armado, não integrava o tráfico na favela e foi executado pelas costas. Com base no inquérito, os quatro agentes foram denunciados. Em fevereiro de 2018, Antônio Alves Cardoso Junior, da 4ª Vara Criminal de Caxias, determinou que Souza e seus três colegas sejam levados a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada.

    Um dos agentes que vão tentar pedir votos mesmo com pendências com a Justiça é o sargento Bruno Demke Bernardo (Podemos), filho do deputado estadual Mauro Bernardo (Pros), um PM aposentado. Bruno, candidato a vereador em Cabo Frio, na Região dos Lagos, é réu num processo que corre na Vara de Arraial do Cabo por extorsão mediante sequestro. Ele é acusado de ter capturado, junto com um colega, um homem apontado como chefe do tráfico da região e levado para uma região isolada. No local, a dupla — que à época era lotada no Batalhão de Operações Especiais (Bope) — teria exigido dinheiro para não matá-lo.

    O crime aconteceu em abril de 2013. Parentes da vítima alertaram PMs do batalhão local, que detiveram Bruno e o colega. Em depoimento à Corregedoria da PM, os agentes que abordaram o hoje candidato alegaram que os acusados do crime disseram que liberaram a vítima e que queriam “apenas dar um susto” nela. Já o traficante, em depoimento, afirmou que foi forçado a entrar num carro por homens encapuzados e “foi desacordado, tendo voltado a si numa praia”. Ele alegou que um dos homens se identificou como PM do Bope antes de começar a ameaçá-lo. O sargento — que, antes de se licenciar para concorrer, era lotado na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), onde o pai trabalha — nega ter cometido o crime e, em nota, afirma que “os fatos citados no processo não são verdadeiros”.

    Ponto na Alerj

    Outro sargento acusado de crime e que concorre nessas eleições também chegou a bater ponto na Alerj. Rafael Sousa de Campos, o Rafael Simplesmente Amigo (Avante), é candidato a vereador, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e foi lotado, no ano passado, na 1ª vice-liderança do PSL na Alerj. Em fevereiro de 2018, Campos foi condenado a seis anos e oito meses de prisão por extorsão. De acordo com a sentença, ele tentou cobrar, em 2011, a pedido de um amigo, uma dívida de R$ 40 mil. O PM marcou um encontro com a vítima numa lanchonete e a ameaçou de morte. “Pode comprar o caixão e pode avisar a sua família que eu vou te matar, vou te atropelar!”, afirmou Campos, segundo o relato da vítima.

    Após o encontro, o PM ainda foi até a casa da vítima e disse para o pai dela “abrir o olho porque senão ele iria dar um jeito na situação”, de acordo com a sentença. A vítima, com medo, vendeu a casa para poder pagar a dívida. Campos recorreu e responde em liberdade. Além da condenação, desde 2016, Campos é réu em outro processo no Fórum de Caxias, por homicídio.
    Irmão de ex-assessora de Flávio diz: ‘falta gente honesta’

    O sargento Alex Rodrigues de Oliveira, o Alex Morreba (PSD), foi às redes sociais no último dia 4 fazer um desabafo contra a corrupção. “Recurso tem! Dinheiro tem! O que falta é gente honesta pra fiscalizar e administrar! Vamos juntos combater essa pouca vergonha!”, escreveu o candidato a uma vaga na Câmara dos Vereadores do Rio na legenda de uma imagem que mostrava uma reportagem sobre desvios na Saúde do estado. O discurso, segundo o Ministério Público, não está alinhado com a prática: Oliveira é acusado de integrar uma quadrilha de policiais que realizava batidas com o objetivo de recolher propinas.

    O PM foi um dos presos, em agosto de 2018, na Operação Quarto Elemento. Entre os 48 denunciados na ocasião, havia 24 policiais civis — sendo dois delegados —, seis policiais militares e dois bombeiros. Segundo o MP, o grupo buscava identificar possíveis infratores da lei e seu potencial econômico. Eram, então, realizadas “operações” com o objetivo de flagrá-los cometendo crimes ou irregularidades administrativas. Nesses casos, em vez de seguir a lei, os suspeitos exigiam dinheiro para não prender os infratores nem apreender mercadorias. Oliveira teve a prisão revogada no final de 2018 e responde ao processo em liberdade. Ele é irmão de Valdenice de Oliveira Meliga, que foi lotada no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

    Outros PMs conseguiram se livrar das acusações a que respondiam às vésperas do pleito. É o caso do sargento Antônio Maria Ferreira, o Tunho do Bope, candidato a vereador de Teresópolis pelo Avante. O PM foi absolvido em segunda instância em agosto, dois meses antes do início da campanha. Ele havia sido denunciado pelo MP junto com outros três agentes por envolvimento na morte do entregador de pizza Rafael Camilo Néris, no Morro da Coroa, na Região Central do Rio, em junho de 2015.

    O jovem foi morto, aos 23 anos, com três tiros nas costas em meio a uma operação do Bope. Ferreira foi denunciado pelo MP pelos crimes de fraude processual, por ter ajudado na remoção ilegal do cadáver e na apresentação de material falso na delegacia, e falso testemunho, por ter afirmado em depoimento, que, com Rafael, os policiais encontraram um coldre — o que não foi confirmado pela investigação.

    Em julho do ano passado, os agentes foram absolvidos em primeira instância. Segundo o juiz Daniel Werneck Cotta, da 2ª Vara Criminal, não há “suficientes indícios de autoria” para levar os agentes a júri. O MP, entretanto, recorreu, mas a 2ª Câmara Criminal manteve a decisão: “O fato de o agente ter trocado tiros com marginais da lei e de ter dialogado com a vítima antes de seu falecimento, não traz indícios suficientes de autoria do crime contra a vida”, escreveu o relator, Antônio José Ferreira Carvalho.

    https://oglobo.globo.com/brasil/eleicoes-2020/veja-quem-sao-os-pms-do-rio-acusados-de-crimes-violentos-que-vao-disputar-as-eleicoes-1-24687438

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  • CArlos 11 de outubro de 2020 at 21:43

    OFF – Último do dia… mortadella gringa… Tá difícil assim para o palhaço cor de cenoura arrumar claque?

    O grupo BLEXIT de Candace Owens paga pela viagem de alguns participantes ao evento de Trump na Casa Branca
    Os participantes foram informados que “devem” usar uma camisa BLEXIT, de acordo com os e-mails.

    Alguns convidados para o evento da Casa Branca no sábado no gramado sul, que será o primeiro do presidente Donald Trump desde o teste positivo para o coronavírus, tiveram sua viagem e hospedagem pagas pelo polêmico grupo BLEXIT da ativista conservadora Candace Owens, de acordo com e-mails obtidos pela ABC News .

    Apoiadores, que também estão programados para participar de um evento separado BLEXIT no início do dia, foram convidados a participar de um “ENORME comício ao ar livre” pelo grupo e solicitados a preencher um formulário que os notificou que BLEXIT, uma campanha exortando os negros americanos a partir o Partido Democrata, cobrirá as despesas de viagem.

    Os convidados foram posteriormente informados de que receberiam um convite da Casa Branca para participar de um evento com Trump.

    Em um e-mail de Owens, obtido pela ABC News, os participantes foram informados: “TODOS DEVEM TRAZER UMA MÁSCARA PARA SER PERMITIDA A ENTRADA NAS TERRAS DA CASA BRANCA.” e que “absolutamente nenhuma exceção” será feita.
    Ainda assim, o uso de máscara facial não será necessário. Os participantes deverão se submeter a uma exibição do COVID-19 na manhã do evento, que consistirá em uma verificação de temperatura e um breve questionário.

    Os convidados assistirão primeiro a um “evento BLEXIT Back the Blue” na Elipse entre a Casa Branca e o Monumento a Washington antes de seguir para South Lawn para os comentários do presidente, de acordo com uma programação obtida pela ABC News.

    Quando contatado para comentar, Owens disse à ABC News: “Não estamos interessados em participar de seu ângulo de mídia óbvio aqui para caluniar / atacar o presidente em relação à Covid-19.” Ela acrescentou que o evento de sábado “é sobre o apoio à aplicação da lei em comunidades minoritárias”. Não está imediatamente claro quantos dos participantes do evento tiveram seus custos de viagem cobertos.

    https://abcnews.go.com/Politics/candace-owens-blexit-group-pays-attendees-travel-trumps/story?id=73531036

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  • Poeteiro Bolhista 12 de outubro de 2020 at 06:24

    CVR estonteante! Vivi hoje a experiência do filme “A Grande Aposta” (Big Short).
    Pra quem viu o filme, deve lembrar de quando eles vão ver o mercado imobiliário “in loco” e se deparam com montes de casas construídas e completamente vazias, com terrenos enormes desocupados. Pois bem, vivi hoje essa epifania de ver definitivamente o estouro da bolha em Brasília.
    Estava voltando pro Jardins Mangueiral e como trabalho em São Sebastião, decidi conhecer um outro lado da cidade que não conhecia (saída norte, através da BR-251). Numa pista adjacente, toneladas de lotes que já não deram certo, alguns com condomínios bem bons, mas que terão lotes pra vender pelos próximos 20 ou 30 anos (praqueles lados temos o Alphaville, Le Jardin, Santa Bárbara e Santa Mônica só pra dar exemplos). É uma região que tende a crescer, pois o outro lado da cidade já está entupido de construções e provavelmente a cidade vai crescer pra esses lados de cá agora, mas que já sofre com excesso de lotes que nunca devem ser vendidos, pela distância e proximidade de uma zona pobre e perigosa (Jardim ABC, um bairro do Ocidental, já no estado de Goiás).
    Eis que flanando por aquelas áreas eu me deparo com uma placa que eu nunca ouvira falar. Nunca imaginei que existiria algo assim pra esses lados, mas vou mandar o link pra vocês mesmo conferirem: o Espetacular Aldeias do Cerrado!
    http://www.aldeiasdocerrado.com.br/
    Amigos e amigas! Pega só a visão desse empreendimento! Maluco pegou uma área de 4.640.245 m² e quer vender tudo de terreno. Eu tava indo de carro e dei meia volta, que era tanta pista, mas tanta pista, que eu não ousei ir até o final. O maluco quer fazer 15, QUINZE RESIDENCIAIS, com mais 4390 LOTES! MANOOOOOOOOOOO É MUITO SURREAL!
    Vcs não tão entendendo o tanto que o bagulho é grande! Só pra termos de comparação, o Alphavile que já não deu certo tem 377.527 m². O Condomínio Le Jardin tem 151 lotes! O terreno do Aldeias do Cerrado dá mais de 10 Alphaviles! Tem 30 Le Jardins de lotes! É a maior insanidade que eu já vi em muito tempo!
    Acho que o maluco pensou “tão vendendo lote pra lá por 300 mil naquela região! eu vou meter 4390 lotes a 250 mil e ficar BILIONÁRIO!”. Definitivamente, hoje eu vi que não vai! Vou chutar loucamente e dizer que existem 4000 mil terrenos anunciados em Brasília no wimóveis ou no dfimóveis. O cara trucou e simplesmente quer dobrar a oferta de terrenos disponíveis pra venda EM BRASÍLIA.
    O mercado está completamente insano! Não há qualquer ligação com a realidade!
    Estamos vivendo a definitivamente a “Bolha de Tudo”. Como diz o blog, a imobiliária será o menor dos nossos problemas. Imagina o que tá passando na cabeça dessa galera correndo alucinadamente atrás de ouro, bitcon, magazines luizas, prata, dólares, operações binárias, day trades de robin rood. Vão ser lembrados como os loucos anos 2020, em que os preços dos ativos dispararam iguais foguetes, só que no precipício criado em meio a maior pandemia de nosso tempo, em que pelo menos 200 mil pessoas perderam a vida só no Brasil.
    Realidade aterradora! Peguem o que tiver sobrado, subam as montanhas e assistam o dilúvio da atual sociedade, pq o apocalipse definitivamente chegou!

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    • CArlos 12 de outubro de 2020 at 06:56

      Acho que tem gente que percebeu que a hora é agora, é agora ou nunca pra se vender bolhudo e terreno por um bom tempo 😉
      E a infraestrutura?

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      • bolhista cearense 12 de outubro de 2020 at 07:42

        Bom, nos bolhudos localizados no centro da cidade, tem ônibus, eletricidade e água encanada. Naqueles na zona rural, é só eletricidade e “projeto” de água encanada…

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    • bolhista cearense 12 de outubro de 2020 at 06:57

      Gostaria de imaginar, ver, ou sei lá presenciar a “criação” deste elefante branco que você mencionou. Mas por aqui trago meu CVR:
      Trabalho (como já mencionei anteriormente) numa cidade perto de Fortaleza. De seis anos para cá, vejo um “bum” de construções de casas e apartamentos financiados pelo caixão. As obras estão em vários bairros, bem como em distritos do município. O cara compra um terreno, limpa, começa a construção e anuncia as venda junto com a placa do CREA. Detalhe: não vende nem a terça parte das casas construídas anteriormente e já começa a construção de outras.

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    • Strike 13 de outubro de 2020 at 20:45

      Realmente, a percepção é de que existe uma bolha imobiliária no Brasil. Porém, enquanto uma dessas grandes construtoras zumbis não quebrar, não falir mesmo, não fechar as portas, a bolha nunca vai estourar… Se tem um evento que seria um catalizador para esse mercado ruir como em efeito dominó, eu acho que a falência de uma dessas grandes construtoras aí seria o que faria tudo explodir.

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  • CA 12 de outubro de 2020 at 07:04

    https://www.terra.com.br/economia/reserva-de-emergencia-traz-felicidade,c1e449e770b1cfce03c9512848586da79tkq4pjf.html

    “Reserva de emergência traz felicidade

    Sua reserva é mais relevante atualmente do que o valor do seu contracheque e até mesmo do seu patrimônio total.”

    “O estudo foi realizado com correntistas de bancos no Reino Unido e mostrou que as pessoas com uma reserva maior tinham um maior bem-estar financeiro – o que, por sua vez, se traduzia em uma maior satisfação com a sua vida.”

    ” “Nosso resultado sugere que a existência de fontes facilmente acessíveis de dinheiro tem uma importância única para a satisfação com a vida, muito maior do que a renda, investimentos ou endividamento”, afirmam os autores do estudo Peter Ruberton (Universidade da Califórnia), Joe Gladstone (Cambridge) e Sonja Lyubomirsky (Califórnia).”

    “É aquela sensação de alívio: aconteça o que acontecer, você tem condições de arcar com uma despesa inesperada. Dá para deitar a cabeça no travesseiro com paz de espírito e dormir uma noite tranquila.”

    “Este estudo é surpreendente – e positivo. Mostra que, se você quer aumentar a satisfação com a sua vida, basta começar a montar a sua reserva de emergências. ”

    “Isso vale para as nossas compras. Se você acha que vai ser feliz quando conseguir aquele carro novo, aquela promoção ou o novo modelo de um smartphone, pense de novo. Afinal, nos acostumamos a tudo aquilo que tínhamos certeza que traria felicidade no dia em que conseguimos.”

    “Por isso, é hora de repensar. Se você deseja construir uma vida com mais satisfação e felicidade, você pode, sim, usar o seu dinheiro para ajudá-lo – mas não da forma que você acreditava antes.”

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    • CA 12 de outubro de 2020 at 07:15

      Agora imaginemos o contrário:

      Como está dormindo aquele pessoal que participou de um evento comemorando com uma taça de champanhe a “aquisição” do imóvel, onde gastou 100% das suas reservas e assumiu dívidas, graças à maracutaias da CEF, superiores a 30% do salário a serem pagas em mais de 30 anos?!

      No dia da “compra” e talvez por um curto período, foi o êxtase da ostentação junto a parentes e amigos: “realizei o sonho da cada própria!”.

      Depois, por décadas, o pesadelo de quem não tem nem um tostão para uma emergência, de quem foi obrigado a reduzir o consumo e padrão de vida para pagar as parcelinhas do imóvel, ou ainda, de quem foi se endividando ou ficando inadimplente com inúmeras contas, que sabe que não pode ficar desempregado nem ter a renda diminuída, ao mesmo tempo que vê a maior degradação de renda e emprego de todos os tempos a sua volta.

      É isso que chamo de “suicídio financeiro”, algo que está sendo altamente estimulado pelo governo atual, levando milhões de famílias para este mundo de pesadelos diários, infelicidade e intranquilidade…

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      • bolhista cearense 12 de outubro de 2020 at 07:39

        Gostaria de entender a cabeça de quem faz uma merda destas.

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        • Ilusionista 12 de outubro de 2020 at 09:33

          puro neurobranding, já fazem isto desde o antigo império Romano para ditar comportamentos de massa, hoje se aplica até em templos evangélicos (sim, eles tem aula de economia de rebanho com forte estimulo ao consumismo e materialismo (entrou na igreja e ficou rico), de certa forma até ajudando determinados governos.
          Na última década, quantos milhares que adquiriram aptos influenciados pela moda do terraço gourmet. Lá quando a carne cabia no orçamento (enchia a varanda com a parentada e amigos para ostentar, era praxe peregrinação para mostrar a decoração dos quartos, áreas de lazer, visitava-se até o estacionamento para mostrar os carrões da família, etc.
          Preço da picanha hoje se explica porque a churrasqueira de muita gente virou suporte decorativo para vasos de plantas..

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  • CA 12 de outubro de 2020 at 11:52

    https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/10/09/quase-metade-dos-empregos-no-pais-e-de-baixa-qualidade-indica-estudo.ghtml

    “Quase metade dos empregos no país é de baixa qualidade, indica estudo

    45,5% dos postos de trabalho no Brail tem salários baixos, instabilidade ou jornada excessiva, o correspondente a 40,8 milhões de ocupações
    Por Bruno Villas Bôas — Do Rio

    09/10/2020 “

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    • rogerio 12 de outubro de 2020 at 15:11

      Não tenho acesso a reportagem mas imagino que mais de 70% sejam de funcionários públicos.

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      • CArlos 13 de outubro de 2020 at 06:20

        Quase a metade dos empregos existentes no país são de qualidade ruim, com salários baixos, instabilidade ou jornada excessiva, o correspondente a 40,8 milhões de ocupações (45,5% do total), mostra estudo da consultoria IDados, obtido pelo Valor.

        O economista Bruno Ottoni, pesquisador do IDados, diz que o estudo avalia a qualidade do emprego para além dos salários, com base em literatura internacional surgida nos últimos anos. A ideia é sintetizar múltiplos fatores em um indicador.

        “Existe um problema estrutural que limita a oferta de boas vagas no Brasil: a baixa produtividade de trabalhadores, reflexo do pouco investimento em educação. Isso dificultaria que setores mais dinâmicos cresçam e gerem muitos empregos no país”, afirma ele.

        A proporção de empregos de qualidade é pior do que a registrada, por exemplo, na média de 34 países europeus acompanhados pelo Eurofound, agência da União Europeia. Essa agência calculou que 20,2% das ocupações da região têm qualidade ruim.

        Outro estudo com metodologia semelhante, aplicado para a América Central, mostra que o Brasil está em níveis parecidos ao de países como Honduras (41,6%) e Nicarágua (43,3%) e bem pior do que Costa Rica (18,8%) e Panamá (29%), por exemplo.

        Para chegar aos números sobre o Brasil, a consultoria baseou-se em indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua, do IBGE, de 2017. A ideia era olhar o mercado de trabalho sem as recentes distorções gerada pela pandemia.

        O principal fator para a má qualidade do emprego no Brasil está no salário. O estudo mostra que 77,7% das ocupações remuneram insuficientemente para adquirir seis cestas básicas, critério de corte adotado. Cada cesta custa pouco mais de R$ 500.

        Logo após os salários, a falta de estabilidade pesa para a baixa qualidade das ocupações no país. Cerca 40% dos trabalhadores estavam no emprego havia menos de 36 meses, o que evidenciaria uma rotatividade excessiva da força de trabalho.

        Outro fator para a baixa qualidade do emprego é a seguridade. Do total de ocupados, 35,7% não contribuem para a Previdência Social, tornando-se desprotegidos de direitos trabalhistas, como os auxílios (doença, acidente e aposentadoria).

        Por fim, pesa negativamente a jornada de trabalho superior a 48 horas semanais, emprego sem carteira assinada ou trabalhador por conta própria sem ensino superior. Os aspectos são reunidos em pontos e levam ao número final.

        Ottoni lembra que a qualidade dos empregos contribui de forma significativa para o bem-estar. Nos EUA, antes da pandemia, a taxa de desemprego estava nas mínimas em 50 anos, abaixo de 4%. Mesmo assim, a insatisfação dos americanos era grande.

        “A baixa qualidade do emprego nos Estados Unidos foi um dos fatores por trás da eleição de Donald Trump para a presidência do país”, diz o economista. “Por isso, o indicador da qualidade do emprego agrega para a análise do mercado de trabalho.”

        Uma abertura mais detalhada dos resultados mostra que Brasília (36,1%), Santa Catarina (41%) e Rio de Janeiro (41,3%) têm, proporcionalmente, menos empregos de qualidade ruim, o que seria explicado pelo ampla presença de empregos públicos.

        Como avalia a qualidade dos empregos existentes, o estudo não considera estatísticas de desemprego. O Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, embora bem colocado no ranking da qualidade do emprego, tinha a quarta pior taxa de desemprego do país, de 15,1%.

        “É uma situação inversa ao exemplo dos EUA. O indicador de qualidade do emprego deve ser visto, assim, de forma complementar a outros dados do mercado de trabalho, como a taxa de desemprego fluminense”, acrescenta Ottoni.

        O Estado de São Paulo tinha 43% dos trabalhadores em ocupações de qualidade ruim, nono da lista. Em termos absolutos, São Paulo tinha o maior número de trabalhadores em empregos piores (9,3 milhões) e melhores (21,6 milhões), de acordo com a pesquisa.

        Os piores indicadores estão no Ceará e no Pará, Estados nos quais mais da metade dos trabalhadores ocupados está em posições ruins, com 52% e 50,1%, respectivamente. São Estados, em geral, com elevada taxa de informalidade na economia.

        Durante a pandemia, o mais provável é que o indicador de qualidade do emprego tenha melhorado de forma artificial no país, já que as ocupações informais foram as mais afetadas. Distorções assim também aparecem em outros indicadores do mercado de trabalho, como a renda e a produtividade do trabalho.

        Na avaliação de Ottoni, uma saída para melhorar os indicadores seria incentivar a geração de empregos formais. Ele afirma que as empresas formais e mais produtivas são muito taxadas, o que dificulta o crescimento delas e a geração de vagas de melhor qualidade no país.

        “O crescimento econômico também permitiria gerar mais empregos, com qualidade. Ajudaria se as reformas fossem adiante, mas as pautas não avançaram porque o governo não entra na discussão séria, não pega pontos difíceis e negocia”, afirma o pesquisador do IDados.

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        • CA 13 de outubro de 2020 at 08:13

          CArlos,

          Muito do que consta acima é o que tenho falado há anos por aqui sobre a profunda degradação dos empregos no Brasil e no Mundo.

          Os EUA, Brasil e vários outros países, tiveram uma acentuada “Uberização” dos empregos durante mais de uma década: muitas pessoas que foram demitidas, passaram a atuar como motoristas de aplicativos, entregadores de refeições, motorista autônomo de caminhão, revendedor de itens contrabandeados via market place, auxiliar de obras, dentre uma infinidade de outras ocupações informais ou formalizadas via micro empresa, com uma natureza da atividade que tem baixo valor agregado, baixa produtividade e não possui nenhum diferencial e em virtude disto, rapidamente gera um excesso de concorrência na oferta do serviço, levando a uma baixa remuneração líquida recebida, a completa ausência de benefícios, a falta de contribuição social para aposentadoria pública ou privada, o excesso de horas trabalhadas, a precariedade / insegurança na atividade profissional, renda incerta e outros fatores negativos para aqueles que se veem obrigados a adotar este “empreendedorismo para sobrevivência”.

          A causa para o que consta acima? Bolhas. Nos EUA a bolha das bolhas, no Brasil, a bolha imobiliária principalmente, no resto do mundo, de forma geral, um mix disto com uma infinidade de pirâmides financeiras, títulos podres a rodo, sistema financeiro cheio de maquiagens e pedaladas e daí por diante.

          Quando governos destinam grandes subsídios a setores específicos e/ou inflam o mercado de “dinheiro barato” para gerar crescimentos artificiais, ele incentiva o mercado financeiro via bolsa de valores, gera super-estímulos para um setor direcionando o consumo para o mesmo (exemplo: imobiliário) e deixando cada vez mais anêmicos os outros setores da economia, ele desmotiva a pesquisa e desenvolvimento, torna pouco atraentes os investimentos em produtividade, torna projetos ruins com retorno financeiro “viável” no papel e muitas empresas e pessoas desperdiçam seu dinheiro nestes projetos, os governos, famílias e empresas despejam rios de dinheiros em itens supérfluos e isto leva a superendividamento, inadimplência anormal, destruição de setores da economia e uma série de anomalias extremamente negativas para a economia e a sociedade, como a profunda degradação dos empregos que temos visto e comentado por aqui há anos.

          O pior de tudo é a cegueira seletiva dos “economistas especialistas”, onde alguns realmente não conseguem enxergar o que consta acima, outros veem, mas preferem não acreditar e tentam se convencer com outras “explicações” e muitos estão vendidos para setores que usufruem destas anomalias e faturam com isto. E como sempre digo, quanto mais esta cegueira seletiva se mantém, quanto mais pedalam e maquiam, maior vai ficar a bola de neve que irá atingir a todos…

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  • carioca_real 13 de outubro de 2020 at 10:02

    Sei que o Boss anda meio ocupado para os Posts, mas esse merece um tópico.
    https://oglobo.globo.com/economia/credito-imobiliario-cresce-44-ate-agosto-com-juro-baixo-imovel-barato-24689026

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    • rogerio 13 de outubro de 2020 at 13:40

      Isso é notícia plantada pelo mercado financeiro pra fazer o pessoal arriscar mais nos investimentos de risco.

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      • CA 13 de outubro de 2020 at 16:35

        rogerio,

        Atenção para o trecho:

        “Para quem já está alocado no Tesouro Selic, o gestor entende que o melhor a se fazer neste momento é ter paciência e aguardar a normalização da situação, que tende a ser de forma gradual.”

        Em resumo, pelo que consta acima, a recomendação é não sair agora vendendo tudo com prejuízo, para quem comprou antes, ou seja, não estão incentivando outras aplicações de renda variável.

        “A taxa, que chegou a 0,37% nesta quinta-feira (08), é a maior já paga pelo Tesouro Selic 2025 e tem aumentado principalmente nos últimos 30 dias, como você pode conferir no gráfico a seguir.”

        Pelo gráfico mencionado acima, você verá que a taxa subiu de 0,03% para 0,37% em curto prazo. Isto ocorreu porque a percepção do risco disparou, logo os agentes querem uma remuneração muito maior para continuarem comprando o título. Para quem comprou antes, perde se for realizar agora, porque para chegar no valor futuro, tem que ter um menor valor do papel na venda agora (marcação a valor de mercado), mas este é um “efeito colateral” que mencionaram, o principal e o que destaquei, é a disparada na percepção do risco.

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        • Strike 13 de outubro de 2020 at 20:38

          Tem analista bom dizendo que a economia já mostra sinais de retomada. Por que você não concorda?

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          • socrates 13 de outubro de 2020 at 21:18

            retomada para onde, Strike?
            O que tínhamos antes do COVID de bom para “retomar”???

            As pedaladas já estavam a mil. O vírus as fez disparar!

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            • Strike 13 de outubro de 2020 at 21:38

              Certo, mas pedalar todos os mercados também já pedalavam antes da pandemia… Veja, os EUA pedalavam, China pedalavam, Euro pedalava… Tudo bem que o Brasil tem muito menos espaço e será muito mais prejudicado, mas, convenhamos, austeridade foi abandonada no mundo todo, pelo menos nos mercados importantes. Logo, de certo modo, todos os mercados estavam e estão na mesma situação, ou não?

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              • socrates 13 de outubro de 2020 at 22:00

                Se pedalamos mais que os outros, teremos sempre tombos maiores que os outros, não?

                Tudo é fake, ok. Mas o nosso fake é pior que o deles.

                Olha o Japão. ANTES da Covid ,anunciou uma queda de 6% no pib. Sem pandemia, sem guerra, sem terremoto, godzilla ou tsunami…
                Ora… O resto do mundo ia fazer o que???? Anunciar falso crescimento quando um importante país admitiu ter mentido sobre os números anteriormente apresentados?

                https://www.istoedinheiro.com.br/japao-pib-do-4tri19-encolhe-63-em-termos-anualizados-com-queda-no-consumo/

                Em outros tempos, sem internet, seria fácil arrumar uma guerra para distrair a mulambada. Mas se nos anos 90 já não colava , imagina agora…

                De qualquer jeito, Strike, fica a pergunta: retomar para onde??? Os “sinais” do “retorno” vem de onde? Do aumento do % do consignado? Dos juros menores que a inflação? Do aumento do déficit público?

                O país é absurdamente desigual e a situação só piora. Como melhorar algo assim? Só se for no crédito mesmo, afundando o abismo sob o 666 que tem a corda no pescoço. Quando o galho em que os ele se apoia quebrar…

                8+
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  • if 13 de outubro de 2020 at 10:18

    Corvo é o bicho que (fisicamente) mais se parece com gente.
    CVR
    No tópico anterior, falei de um imóvel para o qual fiz uma proposta 25% off. O corvo deu a entender que havia repassado a proposta ao proprietário e que o mesmo tinha aceitado.
    Marcamos uma visita para sexta-feira (9/10) 9hs.
    A pedido da patroa, na quinta-feira à noite, entrei em contato para remarcar o horário para 10hs.
    Eis que o corvo me responde:
    ‘Tudo bem, pode ser, e qual é a casa que você quer vê ? Me dê um detalhe dela.’
    PQP…
    Pecebi que ele não tinha repassado a proposta e deixei no vácuo.
    Agora ele me liga dizendo que o proprietário não aceitou, mas que ele tem outras opções no mesmo bairro que estão na faixa de preço que eu posso pagar.

    Imaginem se eu vou deixar um corvo escolher o imóvel que eu vou comprar. Cada uma…

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    • MARK 13 de outubro de 2020 at 19:10

      if, esses corvos não possuem a menor habilidade para atuar e acompanhar a venda, até o seu Zé da esquina realizaria melhor assessoria. Muitas vezes eles nem repassam a proposta feita e esperam convencer você a aumentar depois de ver aquele “palácio” todo. Por sua vez os proprietários são tipo 666 apegadíssimos aos seus tijolos e acham que uma vez colocado o preço pra baixar só se baixa um pouquinho, afinal aquele é o preço. O preço da cabeça dele né?! Por vezes vejo o 666 sem a menor condição de continuar com o apartamento, sem condições de pagar o condomínio e, ao invés de ser esperto, e colocar um preço mais realista (nem é baixar tudo o que deveria) ele insiste naquele valor. Resultado, a coisa vai virando uma bola de neve, ele fica todo enrolado, não consegue pagar o básico e aí sim pensa em baixar um pouco. Como o imóvel estava lá mofando faz anos, muita gente já viu o anúncio e desconfia de possíveis problemas e não dá atenção à oferta, mesmo já estando mais coerente o preço. Ou seja, mesmo com preço baixo demora pra vender e o cara cada vez ganhará muito menos pois as dívidas e as taxas consumiram boa parte do valor da venda. Mas não tem jeito, só se [email protected] é que o cara cai na real.

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  • CA 13 de outubro de 2020 at 10:21

    Falta muito do que dizemos por aqui, mas pelo menos não é totalmente míope…

    https://www.infomoney.com.br/colunistas/pedro-jobim/a-paralisia-podera-nos-levar-ao-desastre-de-mais-uma-recessao-autoinduzida/

    “A opção pela extensão do auxílio emergencial pode vir a ser o catalisador da desorganização macroeconômica do país e provocar, apenas cinco anos depois de 2015-6 – nossa pior recessão desde 1930-31 –, um novo mergulho na atividade econômica”

    “Há também que se considerar o tamanho do auxílio já concedido. O montante de recursos fiscais empenhado pelo governo como auxílio à sociedade por conta da pandemia foi extremamente generoso e atingiu 12% do PIB em 2020, o maior valor entre todos os países emergentes, e somente superado pelo disponibilizado por três países desenvolvidos – Estados Unidos, Canadá e Japão.

    No que se refere a recursos direcionados a famílias, o Brasil é o recordista mundial (Gráfico 2).”

    “Estender um programa que já foi mal calibrado em sua largada, dada a situação atual de endividamento do país (a dívida bruta do governo terá passado de 75% do PIB em dez/19 para um valor projetado de 94% em dez/20) seria, para dizer o mínimo, irresponsável, dada a inexistência de condições objetivas para o prolongamento da emergência sanitária.”

    “O nível de endividamento seria ainda maior. A perda de confiança dos agentes levaria à desaceleração da economia e à desancoragem das expectativas de inflação.

    A inflação subiria, bem como possivelmente os juros decididos pelo BC. Estaríamos – de forma talvez não surpreendente – de volta ao pesadelo do biênio 2015-16.”

    “A compreensão da urgência e o empenho político por parte do presidente em encampar a agenda de corte de gastos e reformas são condições necessárias – mas não suficientes – para que seja possível o desate do nó em que o país se encontra.

    Com este não compreendendo, e muito menos se empenhando na aprovação das medidas, a tarefa se torna, infelizmente, impossível.”

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  • CA 13 de outubro de 2020 at 11:32

    Um lembrete importante, sobre algo que já falo por aqui desde os primeiros meses da pandemia no Brasil:

    Quando governos despejam dinheiro em volume recorde para combater os efeitos da crise, temos inúmeros efeitos colaterais e mesmo quando isto se reflete em amortizar os efeitos da queda do PIB, muitas vezes os “erros de calibragem” tem resultados que deixam a desejar na comparação com outros países e geram efeitos colaterais muito piores do que o problema original.

    Um exemplo:

    – Em proporção ao PIB, o Brasil está gastando muito mais em auxílio emergencial do que a China, por exemplo. Só que, enquanto a China apenas “desacelerou” seu crescimento, o Brasil vai ter queda relevante no PIB. Por que isto aconteceu, se afinal, a China foi o primeiro epicentro da pandemia e teve a sua economia afetada desde o início do ano, enquanto o Brasil só veio a ser afetado a partir da segunda quinzena de março/2020, sendo que proporcionalmente o Brasil gastou muito mais para tentar conter os efeitos econômicos? Porque a China agiu com muito mais agilidade e efetividade para combater o vírus, implementou medidas mais rigorosas e mais rapidamente, o que diminuiu sensivelmente os impactos para economia e também porque o Brasil já vinha de uma queda no PIB no início do ano, onde pelo número revisado do IBGE, tivemos uma queda de 2,5% do PIB no primeiro trimestre de 2020, o que não se explica obviamente apenas por uma pandemia que só chegou na segunda quinzena de março, bem no finalzinho do trimestre.

    Complemento importante ao que consta acima:

    Enquanto aqueles países que focaram nas ações mais efetivas e rápidas para combaterem a pandemia são os que terão os menores efeitos negativos e obterão uma recuperação mais efetiva e sustentável para economia, aqueles que não tomaram as ações que deveriam com a velocidade e efetividade necessárias, em especial os negacionistas, despejarão rios de dinheiro apenas para descobrirem depois que sofrerão maior impacto do que o primeiro grupo e pior, que aqueles rios de dinheiro que despejaram, não tem o mínimo de sustentabilidade, porque quando deixarem de jorrar este dinheiro, vão enfrentar novas quedas relevantes na atividade econômica.

    E sobre os efeitos colaterais nefastos, estão aí para todos verem no caso do Brasil: IGP-M acumulada de 12 meses em 17,94%, inflação dos alimentos e de alguns outros itens com crescimento anormal, ambos impulsionados por cotação do dólar com crescimento relevante (Real com uma das maiores desvalorizações cambiais do mundo), aumentos relevantes no “prêmio” que o Brasil tem que pagar para que comprem nossos títulos públicos, aumento desenfreado da degradação dos empregos e da renda a olhos vistos, mesmo com maquiagens via estatísticas enviesadas, pânico do governo e tentativa de medidas apelativas para ampliar o auxílio emergencial para que possa continuar em 20121, etc, etc, etc…

    Como sempre, na melhor das hipóteses, os “economistas especialistas” só vão “enxergar” o que consta acima e começarem a falar mais abertamente sobre isto, no decorrer do primeiro semestre de 2021, quando tudo isto for inegável e quando não conseguirem mais esconder nem maquiar esta realidade, ou seja, vão descobrir isto 1 ano depois da gente por aqui.

    A conferir…

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  • Seguidor do Bolha BH 13 de outubro de 2020 at 21:39

    Por que o brasileiro adora uma varanda gourmet?
    https://m.youtube.com/watch?v=sq8W8_MLQOI

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    • MARK 14 de outubro de 2020 at 11:21

      Muito bom o vídeo e esclarecedor. As construtoras interessadas em aproveitar as brechas da lei para aumentar o espaço construído dos apartamentos. O Atila é ótimo nas suas explicações e pesquisas.

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  • CA 14 de outubro de 2020 at 06:30

    Enfim, a incoerência…

    Estamos em plena “recuperação em V”, de forma surpreendente nossa economia está “reagindo” de forma “muito rápida”, então, por isso, temos que renovar pela terceira vez a suspensão dos empregos e redução da renda em virtude da extensão e gravidade da crise (?!)

    https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/10/13/governo-prorroga-ate-dezembro-programa-que-permite-de-reducao-de-jornada-e-salario.ghtml

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  • Lord of All 14 de outubro de 2020 at 09:57

    Tenho ido ao litoral (imóvel próprio, ainda me considero em distanciamento social) e observado uma pujância no setor da construção civil, reformas para todos os lados.
    Como sabemos, isso deve ser reflexo da queda artificial dos juros, já que no imaginário popular é bom “gastar” grana com ativos imobilizados, grana essa que antes deveria estar em aplicações financeiras.
    Será que tal situação é sustentável? e até quando?
    Por um lado, a construção civil gira a economia em diversas frentes, já que tem ramificações nos mais diversos setores.
    Por outro lado, esse “derrame” de dinheiro causa a já constatada inflação, que no curto/médio prazo vai corroer os recursos familiares.

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  • CA 14 de outubro de 2020 at 10:32

    E teve gente que ainda acreditou no Strike quando ele falou que era “ironia” o comentário dele que comemorava que o PIB não ia cair tanto…

    Segue a pergunta que o Strike fez acima para mim:

    —————————————————————————————————————————————————————–

    “Strike 13 de outubro de 2020 at 20:38
    Tem analista bom dizendo que a economia já mostra sinais de retomada. Por que você não concorda?”

    —————————————————————————————————————————————————————–

    Strike,

    Vamos do começo: retomada do que?

    Em 2017, um PIBinho, que em termos de PIB per capta, que é o que realmente interessa, cresceu 0,5%. Piorou em 2018 e 2019, porque o PIB per capta cresceu só 0,3% em cada ano, foi desacelerando.

    E os resultados acima, que foram péssimos por terem uma base de referência extremamente baixa, que foi a pior queda do PIB e do PIB per capta em décadas, que ocorreu no biênio de 2.015 / 2016 , só ocorreram devido a uma combinação de sorte por recorde de safra agrícola trazida por clima excepcionalmente bom e condições externas favoráveis, com medidas apelativas e artificiais, como saques de FGTS, PIS e outras apelações (bolsa calote, crédito podre em larga escala, pedaladas, maquiagens, etc).

    Quer piorar o que consta acima?

    Tivemos queda de 2,5% no PIB do primeiro trimestre de 2.020, sendo que os efeitos da pandemia no Brasil só começaram a ocorrer na segunda quinzena de março/20, ou seja, tivemos 5/6 (83%) do trimestre sem nenhum efeito da pandemia e apenas 1/6 (17%) com efeito dela e mesmo assim tivemos a impressionante queda de 2,5% do PIB, é isto que vamos retomar, o último resultado negativo do PIB, que já vinha com péssimos resultados nos últimos 5 anos?!

    Agora, vamos entender o que os seus “especialistas economistas” estão chamando de “retomada”:

    Comemora-se uma queda do PIB estimada em “apenas” 5,4%, a pior queda do PIB para um ano em décadas, superando o resultado de 2015 ou 2016. Para piorar, se comemora algo que existe, única e exclusivamente, graças ao maior auxílio emergencial para famílias dentre todos os países do mundo, ao maior auxílio emergencial no geral dentre todos os emergentes, na maior bolsa-calote do mundo, adiando pagamentos de diversos tipos de dívidas e inúmeras outras ações artificiais, temporárias e que provocam efeitos colaterais gravíssimos!

    E os efeitos colaterais gravíssimos, já foram detalhados por aqui várias vezes: IGP-M com variação de 17,94% nos últimos 12 meses, com inflação galopante de alimentos, fuga de investidores estrangeiros, disparada do dólar com o país entre aqueles que tiveram a maior desvalorização cambial, o tesouro nacional com dificuldades para pedalar com a emissão de títulos, sendo obrigado a apelar para o curto prazo, a dívida / PIB que saltará de 75% sobre o PIB para 95% do PIB até o final deste ano e o pior de tudo, os efeitos super intensos na disparada da degradação dos empregos, com redução substancial dos empregos e da renda, sendo substituídos por um volume gigantesco de empreendedorismo por necessidade, temporários, sub-empregados, desalentados, etc, ao mesmo tempo que também batemos todos os recordes de crescimento de pessoas em condição de rua, dentre inúmeros outros impactos profundos para economia e sociedade.

    E o que o governo tem feito? Prorrogado a suspensão de pagamento de dívidas junto ao BNDES, prorrogado a suspensão de pagamentos do crédito imobiliário, prorrogado a autorização para suspensão de contratos de trabalho e redução de salários, cogitado prorrogar o auxílio emergencial até o primeiro trimestre ou primeiro semestre de 2021 e assim por diante.

    Por que prorrogar medidas apelativas, artificiais e que tem duração temporária, se estamos passando por uma “recuperação em V”?! Qual o sentido disto? Se algo já está se recuperando, qual o significado de você continuar apelando?!?!?!

    Qual o sentido de disparar na concessão do crédito imobiliário, quando os próprios bancos estendem a suspensão de pagamentos das parcelinhas para que a inadimplência não dispare?! Se existe risco tão grande que justifique esta apelação inédita no país, como ao mesmo tempo os bancos fazem de conta que este mesmo risco não existe e reduzem ao máximo os juros do crédito imobiliário e disparam na concessão de crédito? Isto é sinal de “recuperação da economia”, ou simplesmente uma pedalada via crédito podre que como todos sabemos, apenas irá ampliar o buraco em que estamos?

    Afinal Strike, o que daquilo que consta acima, é tão difícil assim para você entender?

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  • CArlos 14 de outubro de 2020 at 11:13

    Dívida bruta do Brasil vai a 101% do PIB neste ano e não se estabiliza até 2025, diz FMI
    Patamar de endividamento é o segundo mais alto entre economias emergentes

    O FMI (Fundo Monetário Internacional) calcula que a dívida bruta brasileira deve ultrapassar a marca de 100% do PIB (Produto Interno Bruto) já em 2020 e que não há perspectiva de estabilização para a relação entre endividamento e PIB pelo menos até 2025.

    A deterioração fiscal e aumento da dívida pública brasileira seguem tendência mundial, em meio ao aumento de despesas dos países em resposta à pandemia, mas as estimativas para o Brasil chamam atenção por destoarem dos demais emergentes e pela piora em relação às projeções do próprio FMI feitas em abril, no início da crise do coronavírus.

    No relatório Monitor Fiscal divulgado nesta quarta-feira (14), o fundo estima que a relação entre dívida bruta e PIB do país deve saltar 11,9 pontos percentuais de 2019 para 2020, passando de 89,5% para 101,4%, devido ao aumento de despesas com a pandemia.

    O patamar é o segundo mais alto entre economias emergentes para os quais o FMI tem dados, atrás apenas de Angola.

    Até 2025, a perspectiva é que a relação entre dívida bruta e PIB do Brasil cresça ano a ano, chegando a 104,4%, pela estimativa do FMI.

    A nova projeção representa uma piora na percepção do fundo quanto à trajetória da dívida brasileira. No Monitor Fiscal de abril, o FMI estimava que a relação entre dívida bruta e PIB do país chegaria a 98,2% em 2020, mas se estabilizaria nesse nível em 2021.

    Antes disso (e da pandemia), em outubro de 2019, o fundo esperava que a dívida do Brasil chegaria a 93,9% do PIB em 2020, indo a um pico de 95,3% em 2022 e voltaria a cair nos anos seguintes.

    Pelo critério do fundo, os títulos do Tesouro mantidos em carteira pelo Banco Central (BC) brasileiro entram na conta da dívida bruta. Nos seus cálculos, o BC desconsidera esses papéis. Com isso, a autoridade monetária brasileira estima que a relação entre dívida bruta e PIB fechou 2019 em 75,8% e chegou a 88,8% em agosto deste ano. Por essa diferença de critérios, os dados não são comparáveis.

    https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/10/divida-bruta-do-brasil-vai-a-101-do-pib-neste-ano-e-nao-se-estabiliza-ate-2025-diz-fmi.shtml

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  • steinherz 14 de outubro de 2020 at 13:47
  • Bellerian 14 de outubro de 2020 at 16:24

    Olha ela aparecendo aí, apesar do aumento do volume de crédito concedido… quero ver recuperar depois.
    https://oglobo.globo.com/economia/inadimplencia-cresce-com-salto-no-credito-imobiliario-1-24689186

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  • Cajuzinha 14 de outubro de 2020 at 18:35

    A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira (14) redução na taxa de financiamento da casa própria para pessoa física, com recursos da poupança. O piso passará de 6,5% para 6,25% mais a taxa referencial (TR) ao ano. Já o teto caiu de 8,5% para 8% mais TR. As novas taxas entram em vigor no próximo dia 22 de outubro para novos financiamentos.

    Durante o anúncio, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, fez uma simulação de um financiamento de R$ 200 mil em 30 anos.

    Se fosse levada em conta a taxa cobrada em dezembro de 2018, que era a TR mais 8,75%, a prestação inicial estaria em R$ 1.958,48. A partir de agora, será de R$ 1.568,52, queda de 25% em relação à taxa daquele ano. Pela taxa IPCA mais 2,95%, que o banco passou a oferecer em agosto de 2019, a prestação seria de R$ 1.040,70, queda de 46% em relação à taxa de 2018.

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    • Cajuzinha 14 de outubro de 2020 at 18:36

      Outra medida anunciada foi o pagamento parcial da prestação para apoiar famílias com dificuldade para retomar o pagamento integral do encargo mensal. Haverá duas possibilidades:

      pagar 75% da prestação por até 6 meses
      pagar entre 50% e 75% da prestação por até 3 meses
      Essas opções estarão no aplicativo Habitação da Caixa. Mais de 620 mil clientes poderão ser beneficiados com a medida, segundo a Caixa.

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      • perdido no rio 15 de outubro de 2020 at 18:44

        Eu vim aqui postar esta notícia. Incrível falarem em recuperação enquanto um caminhão de estímulos está sendo despejado na economia. Falta de caráter mesmo. Tem gente ganhando muito dinheiro com isso. E não é só aqui, nos EUA também estão brigando demais por isso. As retomadas de aptos inadimplentes ainda não começou. Não é possível medir nada enquanto esses estimulos que são insustentáveis no longo prazo não acabarem. E se não acabam, não precisa nem dizer, é pq a economia rasteja sem eles.

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  • Seguidor do Bolha BH 14 de outubro de 2020 at 19:29

    O QUE FAZ O MTST
    https://m.youtube.com/watch?v=4L3UkVw-Ao8
    Este vídeo faz uma boa reflexão sobre a especulação imobiliária no Brasil.

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  • bolhista cearense 14 de outubro de 2020 at 19:43

    Olha a sinuca de bico. Tesouro Direto no curto prazo. O cara compra o título, ganha quase nada e ainda por cima, paga mais imposto de renda por causa do tempo curto de aplicação:
    https://www.infomoney.com.br/onde-investir/tesouro-e-banco-central-anunciam-mudancas-na-oferta-de-titulos-publicos/

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  • Strike 14 de outubro de 2020 at 23:05
    • CA 15 de outubro de 2020 at 08:56

      Strike,

      Auxílio emergencial depositado diretamente em conta poupança na CEF, outros bancos também fazendo jogadas para que o correntista deixe o dinheiro recebido do auxílio na poupança, a CEF e outros bancos deixam de cobrar as prestações da casa própria e o cara deposita este valor na poupança (burrice, vai pagar mais juros do que receber, fora outros custos que aumentam ao postergar pagamento, mas os bancos ludibriam os incautos, como sempre), dentre outros “truques” e tudo para gerar um grande volume de recursos disponíveis para “justificar” o crédito imobiliário com juros baixos.

      Agora, como eles podem justificar o crédito imobiliário farto e com juros baixos frente à situação abaixo?!?!

      —————————————————————————————————————————————————————————
      Bellerian 14 de outubro de 2020 at 16:24
      Olha ela aparecendo aí, apesar do aumento do volume de crédito concedido… quero ver recuperar depois.
      https://oglobo.globo.com/economia/inadimplencia-cresce-com-salto-no-credito-imobiliario-1-24689186
      —————————————————————————————————————————————————————————-

      Trechos do link acima, entre “aspas”:

      “Considerando apenas o financiamento com recursos do FGTS, a inadimplência subiu 35% no primeiro semestre ante igual período do ano passado.”

      “Já nas operações com recursos da poupança, principal meio de financiamento imobiliário no país, a inadimplência ficou 14,5% maior, de acordo com dados do Banco Central.”

      —————————————————————————————————————————————————————————-

      E o pior de tudo, é quando na mesma notícia, a CEF diz que vai dar novas rodadas de bolsa-calote porque as famílias não estão com condições de pagar pelo financiamento imobiliário e que ela está aproveitando para reduzir os juros e buscar aumentar o crédito podre concedido, para ver se consegue atrair cada vez mais pessoas que também não vão conseguir pagar depois!

      ——————————————————————————————————————————————————————————

      “Cajuzinha 14 de outubro de 2020 at 18:35

      A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira (14) redução na taxa de financiamento da casa própria para pessoa física, com recursos da poupança. O piso passará de 6,5% para 6,25% mais a taxa referencial (TR) ao ano. Já o teto caiu de 8,5% para 8% mais TR.

      (…)

      “Outra medida anunciada foi o pagamento parcial da prestação para apoiar famílias com dificuldade para retomar o pagamento integral do encargo mensal. Haverá duas possibilidades:
      pagar 75% da prestação por até 6 meses
      pagar entre 50% e 75% da prestação por até 3 meses
      Essas opções estarão no aplicativo Habitação da Caixa. Mais de 620 mil clientes poderão ser beneficiados com a medida, segundo a Caixa.”

      —————————————————————————————————————————————————————————–

      E resumindo o que consta acima:

      O pessoal está cada vez mais descarado. Estão assumindo, sem o mínimo pudor, uma disparada no crédito podre, simplesmente fingindo que não existe a lei do risco e retorno! Pra que? Pra pedalar, aumentando o crédito concedido para que o crescimento do percentual de inadimplência sobre o total não apareça tão rápido e garantindo que depois esta inadimplência vai disparar ainda mais, causando estragos cada vez maiores para economia e sociedade. Depois novas ondas gigantes de super-oferta em leilões, dezenas ou centenas de milhares de famílias com imóveis retomados e daí para pior…

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      • Pedro de Lara 15 de outubro de 2020 at 10:09

        Eu mesmo levei um susto, CA.
        Costumo acompanhar os depósitos do FGTS no aplicativo da caixa. Num belo dia desses, loguei no app e vi uma janela dizendo que tinham aberto uma conta poupança pra mim com sucesso, já mostrando agência e código. Só tem um detalhe: eu não pedi! 😀

        Isso quando as pessoas nem sabem que tem conta poupança aberta na caixa. Descobri só porque acompanho com frequência.

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  • Cajuzinha 15 de outubro de 2020 at 10:11

    Prévia do PIB cresce 1,06% em agosto, abaixo das expectativas
    O resultado do IBC-Br revela uma desaceleração da recuperação econômica brasileira, pois as altas de junho e julho foram mais robustas. No acumulado deste ano, o dado indica uma retração de 5,44% na atividade econômica

    Economistas dizem, por sua vez, que a recuperação do comércio e da indústria também pode desacelerar nesta reta final do ano. Afinal, boa parte da reação desses setores vinha sendo puxada pelo auxílio emergencial, que foi reduzido de R$ 600 para R$ 300 em setembro. Se confirmada, a projeção pode levar a mais uma desaceleração do IBC-Br a partir de setembro.

    https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2020/10/4882339-previa-do-pib-cresce-106–em-agosto-abaixo-das-expectativas.htm

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    • CA 15 de outubro de 2020 at 10:51

      Cajuzinha,

      É aquilo que sempre falamos, não existe uma “recuperação”, o que temos é resultado artificial e temporário, pela injeção de dezenas de bilhões de Reais pelo governo via auxílio emergencial e também outros pontos que os “especialistas economistas” sempre “esquecem”: muitas pessoas que estão deixando de pagar as prestações do crédito imobiliário por concessão de CEF e outros bancos, pegam este dinheiro e aproveitam para gastar mais no consumo. Chega a acontecer também para aqueles que obtiveram reduções nos preços de aluguéis ou postergação de pagamento de outras dívidas. Pessoas que ainda mantem empregos exclusivamente pela redução de salários permitida e período de mini-estabilidade, quando não tiverem mais isso e vier a realidade de um consumo não recuperado para aquele setor, também serão afetados pelo aumento no desemprego. E por aí vai, temos diversas situações temporárias e artificiais que ajudam a simular uma recuperação, mas é o mesmo de sempre, apenas uma simulação, um autêntico pega-trouxa.

      E como sabemos e já foi amplamente comprovado por aqui com inúmeros fatos e dados, as gambiarras acima não poderão continuar ao longo de 2021, é provável que a grande parte delas tenha uma redução ainda mais radical do que já está ocorrendo com o auxílio emergencial logo no primeiro trimestre de 2021 e o baque da “desaceleração da recuperação” será muito maior. Até que muito tempo depois, talvez descubram que nunca ocorreu a recuperação e que estavam todos iludidos, ou então, fazem o de sempre, inventam novas narrativas para “justificar o injustificável” apostando na eterna falta de noção e espírito crítico de boa parte da população…

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  • CA 15 de outubro de 2020 at 11:02

    https://www.infomoney.com.br/colunistas/alexandre-schwartsman/no-deserto/

    “Matéria da Folha de S. Paulo finalmente fez ecoar o crescimento extraordinário do gasto público no Brasil. Aqui, examinamos a questão em maior detalhe, notando, em particular, o aumento das despesas com benefícios sociais e remuneração de empregados, os maiores desde 2010″


    “A repórter pergunta ao velho rabino na saída do Muro das Lamentações:
    “Para que rezava?”
    “Peço a Deus todos os dias pela paz mundial e compreensão entre as pessoas”, responde.
    “Formidável!”, diz a repórter, “E como se sente?”
    O rabino suspira:
    “Como se estivesse falando com uma parede…”

    Soa melhor em inglês (e, desconfio, em iídiche – que não falo), mas a sensação do rabino é uma velha conhecida, em particular quando trato da questão do gasto público no Brasil, tema em geral solenemente ignorado pela sociedade e repleto de equívocos, alguns dos quais nitidamente intencionais.”

    “O maior aumento se observa na conta de “benefícios sociais”, que reflete, principalmente, despesas com aposentadorias e pensões (embora inclua também programas sociais como o Bolsa-Família e o Benefício de Prestação Continuada), nada menos do que R$ 408 bilhões, expansão de 4% ao ano.”

    “O segundo maior crescimento se refere a “remuneração de empregados”, isto é, despesas associadas a funcionários ativos (as associadas a inativos estão no grupo anterior), R$ 157 bilhões.”

    “Se restava qualquer dúvida acerca da extraordinária expansão do gasto do governo geral no Brasil nos últimos anos, creio que os números levantados com afinco pelo Tesouro Nacional segundo a metodologia desenvolvida pelo FMI deveriam bastar para eliminá-la.”

    “Se é assim, por que ainda me sinto como se estivesse conversando com uma parede?”

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    • CA 15 de outubro de 2020 at 11:16

      Sobre o excelente artigo acima, uma reflexão:

      Por que todos estão preocupados exclusivamente com a renovação ou não do auxílio emergencial em 2021, como se fosse a única catástrofe para as contas públicas, se no mundo real, é exatamente o contrário, temos a demonstração que este problema é apenas uma das inúmeras gotas d´água que podem fazer o copo transbordar, haja visto que o aumento excessivo dos gastos públicos é algo demonstrável ao longo de muitos anos e não uma situação pontual?!

      Porque o papel da renovação do auxílio emergencial em 2021 é o famoso golpe do bode que foi colocado em uma sala e empesteou o ambiente com um cheiro horrível!

      O ambiente já estava péssimo, a sala estava uma bagunça, alimentos podres espalhados pelo ambiente, 3 pessoas brigando agressivamente entre si, mas daí, alguém tem uma ideia “brilhante”: vamos colocar um bode bem fedido na sala e todos vão se esquecer dos inúmeros outros problemas que já existiam faz tempo e se concentrar em tirar o bode da sala!

      É isso que o mercado financeiro tem feito o tempo inteiro, em especial na BOVESPA. Tudo flutua ao redor de boatos sobre o auxílio emergencial renovado ou não em 2021, sendo que, mesmo que ele não seja renovado, continuaremos tendo déficits fiscais relevantes até 2025 e em breve passaremos de uma relação dívida / PIB acima de 100%, sendo que estamos cada vez mais distantes nesta relação da média dos países emergentes e estes fatos, juntamente com uma economia real em frangalhos, traduzida por uma degradação dos empregos e renda que já vinha em patamares absurdos, mas não para de piorar e mais uma série de outros indicadores que já vinham anormais e que também conseguem ter pioras recorde (inadimplência, superendividamento, etc), vemos que a questão do auxílio emergencial está infinitamente longe de ser o “único problema”, por isto, tem servido apenas para fazer bem o papel de bode mal cheiroso na sala.

      E é por isto também, que Alexandre Schwartsman tem falado com uma parede: ninguém quer ouvir sobre a realidade, afinal, ela não interessa aos tubarões da BOVESPA e do IMOB, não interessa aos gestores de fundos de investimentos, não interessa aos bancos e nem aos meios de comunicação, dentre outros…

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      • socrates 15 de outubro de 2020 at 16:27

        Foi só chegarmos na questão absurda do sistema tributário no Brasil e Eua que a realidade passou a não importar aos “especialistas” em economia…

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  • CArlos 16 de outubro de 2020 at 09:41

    OFF – Como é típico do bananistão a zona já começou…

    Você confiariaria neste treco feito pelo governo? Sendo que a [email protected] da TI federal (Bacen, serpro, RF) não consegue nem manter a porcaria dos certificados dos sites em dia? Eu não confio na capacidade e nem muito menos nas intenções dos desgovernos. Muito menos confio nas tais fintechs criadas com dinheiro dos grandes bancos 😉
    Outra coisa: fiquem atentos com um check box maroto ou confimarções de alteração de regras, podem estar tentando conseguir o seu consentimento de uma maneira meio disfarçada.

    Clientes reclamam de cadastro indevido no Pix por fintechs; empresas negam
    Há muitos relatos de clientes de fintechs sobre cadastramento automático de chaves do Pix, sem consentimento expresso

    Quando o cadastro das chaves do Pix começou, no início neste mês, o comerciante Tiago Bezerra tentou registrar o CPF para usá-lo como identificação em seu banco principal. Para sua surpresa, descobriu que o documento já havia sido cadastrado pelo Mercado Pago — algo que ele afirma não ter solicitado.

    https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/10/15/clientes-reclamam-de-cadastro-indevido-no-pix-por-fintechs-empresas-negam.ghtml

    Clientes acusam instituições de cadastro indevido de chaves do Pix e dificuldade no cancelamento
    Instituições negam; Banco Central afirma que vai averiguar e punir quem cometer irregularidades

    Instituições financeiras e de pagamentos estão sendo acusadas por clientes de terem cadastrado chaves Pix sem autorização deles e de dificultarem o cancelamento dos registros.

    Nubank e Mercado Pago estão as que mais foram alvo de queixas em redes sociais e no site Reclame Aqui. Elas e outras empresas alvo das queixas negam que tenham cometido irregularidades.

    Os clientes reclamam que as instituições teriam usado informações como CPF, número de telefone e email para fazer o cadastro das chaves Pix em seus aplicativos sem conhecimento dos usuários.

    Eles dizem ter descoberto o problema após não conseguir efetuar o cadastro em em outra instituição financeira.

    As duas fintechs lideram o ranking de chaves Pix cadastradas. Segundo informações do Banco Central, dos 33,8 milhões de cadastros feitos até quarta-feira (14), 23,9% (8,1 milhões) foram registradas no Nubank e 14% (cerca de 4,7 milhões) no Mercado Pago.

    Bancos também foram alvo de queixas. Houve reclamações similares contra Caixa Econômica Federal, Bradesco, BMG, C6 Bank, além das instituições de pagamento PicPay e PagSeguro.

    Em sua maioria, as reclamações eram de erro nos aplicativos quando os clientes tentavam cancelar o cadastro da chave.

    Nos bastidores, o número de chaves cadastradas por fintechs levantou debate entre representantes de grandes bancos na Febraban (Federação Brasileira dos Bancos). Eles consideraram os dados irreais diante da base de clientes de fintechs, disse um executivo de um grande banco.

    Juntas, as três fintechs que ocupam o primeiro lugar no ranking do BC (Nubank, Mercado Pago e PagSeguro) teriam mais de 50% do total das chaves cadastradas e somariam mais do que todos os cinco maiores bancos do país –Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander– juntos.

    Os bancos e a Febraban não comentaram.

    Em nota, o Banco Central afirmou que monitora e supervisiona continuamente o processo de cadastramento de chaves Pix e que já iniciou processos formais de fiscalização a participantes.

    “Caso detecte irregularidades nesses processos, incluindo eventuais cadastramentos indevidos, o Banco Central punirá os infratores nos termos da regulação vigente”, afirmou a autoridade monetária.
    Outro lado

    Em nota, Nubank, Mercado Pago e PagSeguro afirmaram que as chaves foram cadastradas com a autorização de seus respectivos clientes.

    “Preparamos cuidadosamente um fluxo prático e simples de comunicação e, no dia 5 de outubro, enviamos pedido de consentimento via aplicativo a todos os clientes que haviam feito o pré-cadastro”, afirmou o Nubank.

    “Respeitando os limites que o Banco Central impôs no fluxo de registro de chaves para garantir a estabilidade do sistema, nós estamos priorizando uma chave por usuário nesse momento e ainda estamos as processando. Hoje, apenas uma pequena parcela de clientes já tem mais de uma chave cadastrada, porém todas serão cadastradas até novembro”.

    O Mercado Pago também afirmou que não há efetivação do cadastro sem que o cliente dê o consentimento. “O fluxo de cadastro envolve o envio de uma comunicação por meio do aplicativo informando a possibilidade de cadastrar as chaves de e-mail, CPF/CNPJ, para que o usuário possa escolher quais delas deseja registrar”, disse.

    O Mercado Pago disse ainda que disponibiliza um botão de cadastro na tela inicial do aplicativo, por meio do qual o usuário pode realizar a gestão das chaves Pix, incluindo ou excluindo um cadastro sempre que quiser.

    https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/10/clientes-acusam-instituicoes-de-cadastro-indevido-de-chaves-do-pix-e-dificuldade-no-cancelamento.shtml

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    • Strike 16 de outubro de 2020 at 12:45

      Imagina onde vão parar todas as informações pessoais???
      Não fiz nem vou fazer esse pix tão cedo, talvez nunca faça…

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    • Pedro de Lara 16 de outubro de 2020 at 13:17

      Tô com um pé muito atrás com esse negócio aí. Afinal, sempre acreditei que, independente do que for, se te derem de graça, ou não presta, ou vão cobrar depois. Cocei a mão pra cadastrar pela “comodidade” em transferir dinheiro qualquer hora, mas parece ser tão vulnerável e aleatório, tupiniquim… As lojas virtuais mal sabem gerir seus bancos de dados com nossos e-mails e sempre aparecem spams, imagine com o CPF e número de telefone.

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      • Fino 16 de outubro de 2020 at 14:14

        Não entendo pq estão com pé atrás, seja qual for o dado que seja utilizado para cadastrar, o banco e o governo já tem acesso a eles, se vc já prestou um concurso o seu cpf pode ser facilmente encontra em uma busca no google pelo seu nome completo.

        Você pode criar um token alfanumérico de 8 dígitos se não quiser cadastrar e-mail, telefone ou cpf..

        Pode criar um e-mail especifico para essa finalidade.

        Banco central na sua maioria já possui todas essas informações, visto que movimentações de valores altos são reportados para a receita e o BC, bem como movimentações internacionais, mesmo que de valores mais baixos.

        E quanto a segurança de dados, se você possui ou possuía uma conta telefônica, sinto lhe dizer que seus dados já foram vendidos diversas vezes, e já estão espalhados por ai.

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        • CArlos 16 de outubro de 2020 at 18:55

          Governo não tem acesso as suas transações bancárias do dia a dia, nem muito menos como você gasta seu dinheiro.
          Perfis de consumo são informação valiosa, tanto que vário sites não mandam mais detalhes das suas compras por email, google andava lendo isso, agora que quiser que fique livre para associar uma chave única com todos os seus pagamentos e gastos 😉

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    • jodorowsky 16 de outubro de 2020 at 14:47

      Nubank era ótimo agora está horrível. Fui usar meus pontos quando a fatura estava fechada e o sistema não atualizou, perdi 400 reais em pontos e eles se negam a me devolver, o atendimento no app simplesmente não funciona. Prova que o papo de fintechs é uma falácia, quando começam a acumular outros serviços e uma base de usuários maior viram a mesma coisa que banco grande ou até pior como está me saindo o Nubank. Agora essa picaretagem com o pix, quero só ver se não me cadastraram.

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      • Joe banana 16 de outubro de 2020 at 15:01

        e assim… galera monta sistema ‘agil’ nas coxas, faz e depois conserta. so que nunca conserta so acumula lixo no oltp para dizer que o lap vai bem
        devem ter se f**** de monte por estarem na nuvem pagando horrores em dolar para deixar nos usa os servidores
        e toca-se o enterro

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        • jodorowsky 16 de outubro de 2020 at 15:29

          Caramba, realmente, até o site é na nuvem, será que as transações todas são na ‘nuvem’ também? Eu tenho uma reservinha de emergência nesse banco, vou começar a tirar já.

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  • CA 16 de outubro de 2020 at 13:20

    E o Strike perguntando “como explicar que economistas conceituados dizem que a melhora é rápida”, piada de mau gosto….

    https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/10/16/mais-de-41-milhoes-de-brasileiros-ficaram-desempregados-diante-da-pandemia-aponta-ibge.ghtml

    “Desemprego diante da pandemia bate recorde e atinge mais de 14 milhões de brasileiros, diz IBGE | Economia

    g1.globo.com

    Número de desempregados no país teve alta de 43% entre maio e setembro, aponta IBGE ”

    “De acordo com o levantamento, entre maio e setembro, mais de 4,1 milhões de brasileiros entraram para a fila do desemprego, o que corresponde a uma alta de 43% do número de desempregados no país em cinco meses.”

    https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/10/16/sao-mais-e-mais-familias-pedindo-as-filas-por-comida-na-cidade-mais-rica-do-pais.ghtml

    ‘São mais e mais famílias pedindo’: as filas por comida na cidade mais rica do país | São Paulo

    g1.globo.com

    “Pessoas que distribuem alimentos na capital paulista relatam mudança, após pandemia, no perfil daqueles que recebem as doações — Foto: Divulgação

    Fransciscanos distribuem 2400 refeições por dia no largo São Francisco, no centro de São Paulo”

    “Segundo ele, hoje o número de refeições é sete vezes maior que no início do ano.

    Ele conta que percebeu não só um aumento no número de pessoas em busca das quentinhas, mas também a chegada de um público diferente.”

    “Não é mais só o pessoal de rua. A gente está percebendo que muitas pessoas passam para buscar por estarem desempregadas e estarem com fome. Ontem mesmo um senhor me disse que trabalhou o dia inteiro sem comer e que estava nos esperando para pegar uma marmita que seria a única refeição dele”, disse o padre em entrevista à BBC News Brasil.”

    ” “Antes da pandemia, a gente doava cerca de 400 a 500 marmitas. Se a gente fizer 2 mil hoje, acaba tudo”, afirmou.”

    12+
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  • Lord of All 16 de outubro de 2020 at 14:20

    Strike

    Imagina onde vão parar todas as informações pessoais???
    Não fiz nem vou fazer esse pix tão cedo, talvez nunca faça…

    2+
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    Vc usa smartphone?
    Se usa, então seus dados mais importantes já estão em algum banco de dados de uma empresa de TI fundo de quintal.
    O smartphone, armazena senhas, dados pessoais, e, acredite, padrão de voz e impressão digital, além de possivelmente biometria ótica.
    É o futuro amigo, não tem como escapar.

    15+
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    • Lord of All 16 de outubro de 2020 at 14:21

      esqueci de mencionar geolocalização.

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    • CArlos 16 de outubro de 2020 at 18:57

      Sim, mas muitas vezes estes dados não estão consolidados, porisso a insistência de alguns sites e apps para vc colocar email, número de telefone, etc
      A chave permite conectar as informações, imagina colocando seu CPF em tudo 😉

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  • Cajuzinha 16 de outubro de 2020 at 14:54

    Assim como o indicador de atividade do Banco Central, IBC-Br, os dados da Serasa Experian mostram que as vendas no Dia das Crianças foram pior do que o esperado. Conforme o Indicador de Atividade do Comércio, divulgado nesta quinta-feira (15/10) pena entidade, o comércio na semana do feriado de Dia das Crianças apresentou queda de 8,8% nas vendas do varejo brasileiro durante a semana de 05 a 11 de outubro, na comparação com o mesmo período de 2019, quando houve aumento de 1,7%.

    Essa é a maior baixa desde 2006, período de início da série histórica do índice, segundo a Serasa. O tombo supera a queda recorde de 2016, de 8,1%.

    O dado da Serasa foi pior do que a expectativa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), que previa queda de 4,8% em relação ao mesmo período de 2019. O Dia das Crianças é a terceira data mais importante do calendário do varejo nacional, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães.

    https://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/vendas-do-comercio-no-dia-das-criancas-caem-88-diz-serasa-experian/

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    • CA 16 de outubro de 2020 at 16:38

      Cajuzinha,

      Sobre o trecho:

      “Essa é a maior baixa desde 2006, período de início da série histórica do índice, segundo a Serasa. O tombo supera a queda recorde de 2016, de 8,1%.”

      É mais um indicador, junto com a pesquisa de empregos do IBGE durante a pandemia que coloquei acima e fala sobre crescimento de 43% no desemprego durante a pandemia, tendo crescido continuamente até o último mês fechado (setembro), assim como a multiplicação relevante de pessoas pedindo refeições nas ruas que também coloquei notícia a respeito acima e tantos outros temas puxados do mundo real e exibidos aqui, de que as ações apelativas e temporárias do governo estão muito longe de serem o suficiente para qualquer “recuperação” de verdade. Desta forma, ficam sobrando nas narrativas de Alice no País das Maravilhas, só os pega-trouxas “baseados” em estatísticas enviesadas, desinformação, vendas falsas, crédito podre e inúmeros outros truques sujos, a tal “recuperação em V”.

      Lembrando que 2016 havia sido a pior crise até aqui, que em 2017 o PIB per capta cresceu 0,5%, que tanto em 2018 quanto 2019 o PIB per capta cresceu apenas 0,3% (desacelerou em relação à 2017 que já era tacanho), ou seja, quando entramos em 2020 e logo no primeiro trimestre deste ano já vimos uma queda no PIB na ordem de 2,5%, significava que entramos na pandemia em péssimas condições e portanto, com uma crise agora que é muito mais aguda do que a de 2016, é natural e esperado que batamos alguns recordes negativos de 2016, mesmo com auxílio emergencial e inúmeras outras ações apelativas e temporárias que em 2020 representaram várias vezes o que foi feito no mesmo sentido em 2016, até porque, com o passar dos anos em crise e sem nenhuma recuperação real, efetiva, até as pedaladas perdem fôlego…

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  • Falido.com 16 de outubro de 2020 at 17:09
    • MARK 16 de outubro de 2020 at 18:14

      Outro cidadão de bem, empresário de sucesso, Falido. SQN

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    • socrates 16 de outubro de 2020 at 18:48

      o sigilo fiscal tem que acabar!!!!
      Alguém pode dar um único motivo para ele existir?
      O que os não sonegadores e não corruptos ganham com a existência do sigilo fiscal?????

      Até o “presidento” da North Banania já rodou quando divulgaram os dados dele…

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  • CA 16 de outubro de 2020 at 17:40

    Pois é, se continuar assim, não vão mais bater o recorde de 2007. Até para iludir os incautos e pescar as sardinhas nos volumes suficientes para o esquema está difícil…

    https://www.infomoney.com.br/mercados/triple-play-e-one-innovation-aumentam-lista-de-desistencias-de-ipos/

    “Triple Play e One Innovation aumentam lista de desistências de IPOs
    Com elas, já são 13 companhias a engavetarem projetos de captar recursos no mercado acionário brasileiro”

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  • CA 16 de outubro de 2020 at 17:53

    Um monte de “novidades” sobre a economia, daqueles assuntos que já sabemos e sobre os quais falamos por aqui faz tempo e que começam timidamente a falar por aí e ainda assim, de forma limitada (só a ponta do iceberg) …

    ——————————————————————————————————————————————————————–

    https://www.infomoney.com.br/economia/economista-chefe-do-banco-mundial-ve-risco-de-crise-financeira-por-pandemia/

    ” “O cenário em que nos encontramos não é sustentável”, acrescentou.”

    ———————————————————————————————————————————————————————-

    https://www.infomoney.com.br/economia/a-solvencia-do-governo-esta-em-risco-diz-affonso-celso-pastore/

    “A percepção de risco de solvência do governo piorou enormemente. No ano passado, a dívida bruta fechou em 78% do PIB. Ela vai fechar esse ano perto de 100%. O déficit primário vai ser 15% do PIB e o governo vai colocar uns 15% a mais de dívida. E o Tesouro tem de rolar toda a dívida que está vencendo. Como o risco de solvência aumentou, o mercado demanda um prêmio muito alto para comprar os papéis. Quanto mais longo, mais alto o risco. Para não aumentar mais o custo e piorar a dinâmica da dívida, o Tesouro está optando por trocar por títulos com vencimentos mais curtos, reduzindo ainda mais o prazo médio de vencimentos.

    Mas o mercado está demandando cada vez mais prêmios?

    O mercado está demandando prêmios porque o risco de insolvência do governo cresceu. Se ele tivesse colocando títulos com prazos longos, estaria subindo o custo médio da dívida. A opção que fez foi de encurtar o prazo médio da dívida. O prazo médio já vinha encurtando desde que o País perdeu o grau de investimento. Nós já tivemos épocas que a dívida era rolada no overnight (aplicações financeiras de curtíssimo prazo). Lá nas calendas gregas, há muitos anos. Só que aquela dívida era de 30%, 40%. Não de 100%.

    Por que integrantes do governo e do Congresso não acreditam no que está acontecendo?

    Nós tentamos explicar, eu tento, todo mundo tenta. Mas eles teimam em não entender. Fazem ouvidos moucos. Não estou falando do Tesouro, do BC. Esses sabem. Estou falando dos senadores, dos deputados e do presidente da República, que absolutamente não entendem o problema.

    Falta uma estratégia de comunicação de saída dessa crise?

    Além da estratégia de comunicação, falta uma estratégia econômica que até hoje o ministro Paulo Guedes não explicitou qual é.”

    ————————————————————————————————————————————————————————-

    https://www.infomoney.com.br/economia/brasil-arrisca-ter-fuga-de-capitais-com-crise-fiscal-diz-ex-presidente-do-banco-central/

    “Brasil arrisca ter fuga de capitais com crise fiscal, diz ex-presidente do Banco Central
    Para Gustavo Loyola, situação é “incerta e delicada”, pois perspectivas fiscais são negativas diante do crescimento da dívida e das despesas obrigatórias”

    “(Bloomberg) — O Brasil corre o risco de uma fuga de capitais caso a crise fiscal se agrave, diz Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio-diretor da Tendências Consultoria. “A ideia de uma fuga de capital, inclusive de residentes, algo que historicamente o Brasil tem evitado, não pode ser descartada.”

    Com a Selic em 2%, as taxas de juros no país não são mais tão atrativas e não ajudarão a manter o capital no país caso o investidor duvide da sustentabilidade da dívida, afirma Loyola, em entrevista.

    “A situação é muito incerta e delicada, pois as perspectivas fiscais são muito negativas diante do crescimento da dívida e das despesas obrigatórias.” ”

    “Os temores sobre a situação fiscal do país estão refletidos nos preços dos ativos, tanto que o real é a moeda mais volátil e com maior desvalorização em 2020 — apesar do alívio desde a semana passada com o alinhamento entre Guedes e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sobre as reformas, após desavenças recentes.”

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  • CArlos 16 de outubro de 2020 at 22:17

    Meia velhinha mas escapou do meu radar, detalhe: esta [email protected] tem 5 anos de construção.

    SP: edifício de 23 andares corre risco de desabar na Praia Grande | Primeiro Impacto (09/10/20)

    https://www.youtube.com/watch?v=tMtPWBteB-8

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  • CA 17 de outubro de 2020 at 11:17

    Um exemplo de onde vem os recordes da poupança, que alguns comemoram como exemplo da pujança de nossa “recuperação em V”…

    https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/10/17/fgts-emergencial-caixa-libera-saques-para-102-milhoes-de-nascidos-em-julho-e-agosto.ghtml

    “Poderão sacar ou transferir:

    10,2 milhões de trabalhadores nascidos em julho e agosto, que tiveram o crédito do valor em poupança social digital nos dias 10 e 24 de agosto.”

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  • Falido.com 17 de outubro de 2020 at 15:18

    Teste 123

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  • Murilo 18 de outubro de 2020 at 10:20

    CArlos

    Quase a metade dos empregos existentes no país são de qualidade ruim, com salários baixos, instabilidade ou jornada excessiva, o correspondente a 40,8 milhões de ocupações (45,5% do total), mostra estudo da consultoria IDados, obtido pelo Valor.

    O economista Bruno Ottoni, pesquisador do IDados, diz que o estudo avalia a qualidade do emprego para além dos salários, com base em literatura internacional surgida nos últimos anos. A ideia é sintetizar múltiplos fatores em um indicador.

    “Existe um problema estrutural que limita a oferta de boas vagas no Brasil: a baixa produtividade de trabalhadores, reflexo do pouco investimento em educação. Isso dificultaria que setores mais dinâmicos cresçam e gerem muitos empregos no país”, afirma ele.

    A proporção de empregos de qualidade é pior do que a registrada, por exemplo, na média de 34 países europeus acompanhados pelo Eurofound, agência da União Europeia. Essa agência calculou que 20,2% das ocupações da região têm qualidade ruim.

    Outro estudo com metodologia semelhante, aplicado para a América Central, mostra que o Brasil está em níveis parecidos ao de países como Honduras (41,6%) e Nicarágua (43,3%) e bem pior do que Costa Rica (18,8%) e Panamá (29%), por exemplo.

    Para chegar aos números sobre o Brasil, a consultoria baseou-se em indicadores da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua, do IBGE, de 2017. A ideia era olhar o mercado de trabalho sem as recentes distorções gerada pela pandemia.

    O principal fator para a má qualidade do emprego no Brasil está no salário. O estudo mostra que 77,7% das ocupações remuneram insuficientemente para adquirir seis cestas básicas, critério de corte adotado. Cada cesta custa pouco mais de R$ 500.

    Logo após os salários, a falta de estabilidade pesa para a baixa qualidade das ocupações no país. Cerca 40% dos trabalhadores estavam no emprego havia menos de 36 meses, o que evidenciaria uma rotatividade excessiva da força de trabalho.

    Outro fator para a baixa qualidade do emprego é a seguridade. Do total de ocupados, 35,7% não contribuem para a Previdência Social, tornando-se desprotegidos de direitos trabalhistas, como os auxílios (doença, acidente e aposentadoria).

    Por fim, pesa negativamente a jornada de trabalho superior a 48 horas semanais, emprego sem carteira assinada ou trabalhador por conta própria sem ensino superior. Os aspectos são reunidos em pontos e levam ao número final.

    Ottoni lembra que a qualidade dos empregos contribui de forma significativa para o bem-estar. Nos EUA, antes da pandemia, a taxa de desemprego estava nas mínimas em 50 anos, abaixo de 4%. Mesmo assim, a insatisfação dos americanos era grande.

    “A baixa qualidade do emprego nos Estados Unidos foi um dos fatores por trás da eleição de Donald Trump para a presidência do país”, diz o economista. “Por isso, o indicador da qualidade do emprego agrega para a análise do mercado de trabalho.”

    Uma abertura mais detalhada dos resultados mostra que Brasília (36,1%), Santa Catarina (41%) e Rio de Janeiro (41,3%) têm, proporcionalmente, menos empregos de qualidade ruim, o que seria explicado pelo ampla presença de empregos públicos.

    Como avalia a qualidade dos empregos existentes, o estudo não considera estatísticas de desemprego. O Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, embora bem colocado no ranking da qualidade do emprego, tinha a quarta pior taxa de desemprego do país, de 15,1%.

    “É uma situação inversa ao exemplo dos EUA. O indicador de qualidade do emprego deve ser visto, assim, de forma complementar a outros dados do mercado de trabalho, como a taxa de desemprego fluminense”, acrescenta Ottoni.

    O Estado de São Paulo tinha 43% dos trabalhadores em ocupações de qualidade ruim, nono da lista. Em termos absolutos, São Paulo tinha o maior número de trabalhadores em empregos piores (9,3 milhões) e melhores (21,6 milhões), de acordo com a pesquisa.

    Os piores indicadores estão no Ceará e no Pará, Estados nos quais mais da metade dos trabalhadores ocupados está em posições ruins, com 52% e 50,1%, respectivamente. São Estados, em geral, com elevada taxa de informalidade na economia.

    Durante a pandemia, o mais provável é que o indicador de qualidade do emprego tenha melhorado de forma artificial no país, já que as ocupações informais foram as mais afetadas. Distorções assim também aparecem em outros indicadores do mercado de trabalho, como a renda e a produtividade do trabalho.

    Na avaliação de Ottoni, uma saída para melhorar os indicadores seria incentivar a geração de empregos formais. Ele afirma que as empresas formais e mais produtivas são muito taxadas, o que dificulta o crescimento delas e a geração de vagas de melhor qualidade no país.

    “O crescimento econômico também permitiria gerar mais empregos, com qualidade. Ajudaria se as reformas fossem adiante, mas as pautas não avançaram porque o governo não entra na discussão séria, não pega pontos difíceis e negocia”, afirma o pesquisador do IDados.

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    Os melhores estados ainda assim têm um indíce de américa central. Isso é o produto da nossa desigualdade e se retroalimenta, a única forma de reverter isso é com educação minimamente boa e disseminada, aliada a uma burocracia, economia e infraestrutura modernizada. O Brasil cresce, pouco, mas não avança, não se reinventa, não acompanha o mundo na mesma velocidade, estamos empacados, nosso presidente é um emblema da nossa situação.

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  • Murilo 18 de outubro de 2020 at 10:35

    Cajuzinha

    A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira (14) redução na taxa de financiamento da casa própria para pessoa física, com recursos da poupança. O piso passará de 6,5% para 6,25% mais a taxa referencial (TR) ao ano. Já o teto caiu de 8,5% para 8% mais TR. As novas taxas entram em vigor no próximo dia 22 de outubro para novos financiamentos.

    Durante o anúncio, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, fez uma simulação de um financiamento de R$ 200 mil em 30 anos.

    Se fosse levada em conta a taxa cobrada em dezembro de 2018, que era a TR mais 8,75%, a prestação inicial estaria em R$ 1.958,48. A partir de agora, será de R$ 1.568,52, queda de 25% em relação à taxa daquele ano. Pela taxa IPCA mais 2,95%, que o banco passou a oferecer em agosto de 2019, a prestação seria de R$ 1.040,70, queda de 46% em relação à taxa de 2018.

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    R$ 1550 de prestação por um imóvel de R$ 200 mil já é fora da realidade para mais de 80% da população, apenas 10% da população ganha mais de 4 mil reais por mês segundo uma calculadora do jornal nexo (link abaixo), por aí vemos que os preços dos imovéis estão totalmente descolados da realidade da população, R$ 200 mil que já não paga um apartamento razoável, ainda assim é inacessível, e ainda tem corvo ou dono de imobiliária que fica alardeando na impresa que o défict habitacional brasileiro garante liquidez para imóveis e que imovél é o sonho do brasileiro, realmente, só em sonho que maioria poderia comprar um com esses preços e sua renda.

    https://www.nexojornal.com.br/interativo/2016/01/11/O-seu-sal%C3%A1rio-diante-da-realidade-brasileira

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    • socrates 18 de outubro de 2020 at 19:53

      Boa, Murilo

      E olha que essa renda média leva em consideração as pedaladas absurdas que estamos vendo na economia. Crescimento recorde e histórico do déficit público em 2020, por ex.

      8+
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  • Eng_0101 18 de outubro de 2020 at 13:48

    No últimos dias tenho percebido um aumento considerável de notícias e vídeos no YouTube sobre um suposto boom imobiliário brasileiro. Penso que a desinformação faz com que o mercado imobiliário continue descolado da realidade. Juros “baixos” e inflação alta também servem como combustível para esse mercado. Infelizmente a imensa maioria das pessoas realmente acredita em tudo isso. No fim, fica a dúvida: será que os preços irão colapsar em um futuro próximo!?

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    • CA 18 de outubro de 2020 at 15:46

      Eng_0101,

      O “Boom imobiliário” com base no último trimestre encerrado:

      Vejamos os resultados de algumas construtoras que não possuem a maioria dos negócios vinculados ao universo paralelo do MCMV, ou seja, que não contam com o crédito podre abundante somado a super-subsídios do governo que são típicos do MCMV:

      https://acionista.com.br/cyrela-previa-operacional-2t20/
      “GUIDE INVESTIMENTOS: CYRELA REALT (CYRE3) divulga prévia operacional do 2T20
      A Cyrela divulgou os dados operacionais referentes ao 2T20.
      • As vendas líquidas recuaram 57,3% na comparação com o mesmo período de 2019, para R$ 818 milhões;
      • Analisando o movimento, a queda mais acentuada ocorreu nos imóveis de alto padrão no trimestre, de 79%;
      • No segmento Minha Casa Minha Vida, a queda foi de 11%;
      • Já nos imóveis de médio padrão tiveram vendas 63% menores no trimestre;”

      http://ri.gafisa.com.br/listresultados.aspx?idCanal=eigsg1mez9Ft/PWmt9AxCA==
      Se baixarem o .PDF com o resultado do 2T20 da Gafisa, queda de 67% nas vendas líquidas, na comparação com o 2T19.

      https://acionista.com.br/pandemia-vendas-sentidos-abril/
      Resultados da construtora EzTec
      “Vendas liquidas – No 2T20, as vendas líquidas caíram 66,9% em um ano, para R$ 123 milhões.”

      https://br.advfn.com/jornal/2020/08/rossi-residencial-rsid3-2t20-prejuizo-liquido-de-r-30-milhoes
      “Com mais distratos do que vendas brutas, a Rossi teve R$ 9,5 milhões negativos em vendas líquidas.”

      http://ri.pdg.com.br/conteudo_pt.asp?idioma=0&conta=28&tipo=32525
      Se baixarem os resultados da PDG no 2T20 verão:
      “No 2T20, as vendas brutas somaram R$39 milhões, 26% abaixo do 2T19.”
      “Os distratos somaram R$22 milhões no 2T20, 45% menor do que o 2T19”
      “As vendas líquidas totalizaram R$17 milhões no 2T20, 31% acima do 2T19”
      Nota (minha – CA) sobre números acima:
      A “mágica” da PDG para aumentar vendas líquidas foi represar distratos, ou seja, ao não aceitar nem processar cancelamento de vendas em grande quantidade, por estar em recuperação judicial, simula crescimento nas vendas líquidas, mesmo com queda relevante nas vendas brutas como vemos acima.

      http://ri.even.com.br/conteudo_pt.asp?idioma=0&conta=28&tipo=57211
      Se baixarem os resultados da Even no 2T20, verão uma queda de 38,94% nas vendas líquidas de distratos, na comparação com o 2T19.

      https://s3.amazonaws.com/mz-filemanager/b39881f3-1c97-405a-9650-9af4218e46bd/b16558bb-172a-4be6-99e0-fb747603a776_trisul_er_2t20_port%2013%2008%202020.pdf
      Vendas líquidas Trisul tiveram queda de 32% no 2T20 na comparação com o 2T19.

      https://ri.tecnisa.com.br/conteudo_pt.asp?idioma=0&conta=28&tipo=50715
      Se baixarem os resultados da Tecnisa no 2T20, verão uma queda de 53,4% nas vendas contratadas na comparação com mesmo período de 2019.

      ——————————————————————————————————————————————————————————————————————

      Resumo:

      No universo “normal” sem a distorção do MCMV (crédito podre + subsídios), vemos quedas acima de 30% para a grande maioria das construtoras quanto às vendas do 2T20 e quando falamos nos imóveis para média e alta renda, quedas acima de 60% e até superiores a 80%.

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      • CA 18 de outubro de 2020 at 16:24

        E o que aparecia nos pega-trouxas antes de divulgarem os resultados do 2T20, o último oficialmente divulgado, quanto à vendas que não eram para baixa renda?

        https://www.seudinheiro.com/2019/cyrela/previa-balancos-construtoras-2t19/

        “RECUPERAÇÃO EM BLOCO

        Com a demanda aquecida, os balanços das construtoras têm tudo para ser fortes neste trimestre”

        “Só que, em meio à retomada gradual da confiança dos consumidores e empresários, à perspectiva de reaquecimento da economia e aos juros potencialmente mais baixos no futuro, as construtoras de média e alta renda estão conseguindo reagir. E os balanços do segundo trimestre deste ano tendem a mostrar uma recuperação mais forte dessas empresas.”

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        • CA 18 de outubro de 2020 at 16:28

          Então, no mundo real, quedas acima de 60% para média e alta renda, enquanto logo antes de divulgarem e com base nas prévias, “apostavam” em recuperação em bloco.

          “Pequena diferença” entre o pega-trouxa e o mundo real, não é mesmo?

          🤣🤣🤣🤣🤣🤣

          Fazem isto para atraírem sardinhas para BOVESPA…

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          • Oliveira 18 de outubro de 2020 at 23:57

            CA, me surpreendi o quanto eles deixaram abaixar a SELIC, aos mesmo tempo que deixaram o Dolar valorizar, isso é normal ? pelo visto a inflação esta galopando, (acho que isso deve ser consenso por aqui) … então o mercado imobiliária não pode ganhar um fôlego com um pedalada via inflação ?

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            • CA 19 de outubro de 2020 at 06:32

              Oliveira,

              Se a imensa maioria das vendas é via financiamento, com as famílias tendo um custo de vida cada vez maior e portanto sobrando vaga vez menos dinheiro para pagar as parcelinhas e ao mesmo tempo, com quedas relevantes em empregos e salários que diminuem ainda mais a capacidade de contratar e pagar por um financiamento imobiliário, como isso poderia dar fôlego para o mercado imobiliário?!

              Sempre que perguntam isso, tento entender: em que vocês acham que a inflação, que rouba a capacidade financeira das famílias, as ajuda a poder pagar mais caro por imóveis?! Ah, mas “psicologicamente” as pessoas “aceitam” pagar mais !? Então, chame um psicólogo para ajudar a pagar a parcelinha, porque com inflação maior e renda menor, a conta não fecha! Kkkkk

              Sobre o outro ponto, da disparada do dólar, expliquei por aqui inúmeras vezes, procure mais acima neste tópico e nos anteriores, inclusive com alguns depoimentos de economistas sobre isso também.

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              • Oliveira 19 de outubro de 2020 at 17:27

                CA, eu concordo com sua análise, que é objetiva e pragmática, mas será que podemos esperar uma atitude lógica e racional de um povo que sobre de discalculia, delira compulsivamente em um país como o Brasil com histórico de inflação galopante e confisco da poupança, instabilidade econômica, que é capaz de “se aglomerar em igrejas para pedir proteção contra o coronavírus”?
                Comprei minha casa em 2019 por cerca de 149x o valor do aluguel, e estou me livrando do meu apartamento, que estava disposto a vender por 200x o valor do aluguel mas estava pedindo 233X o valor do aluguel. A pessoa que esta comprando aceitou pagar o que pedi, de forma que eu fiquei surpreso e inclusive pensando se não vendi barato, já que a lógica atual é determinada pelo crédito.
                Estes dias estava conversando com alguns colegas, que alegavam que com a pandemia o custo de material de construção subiu pois muita gente estando em casa resolveu fazer reformas -não sei se procede ou não -, e falando justamente sobre a falta de folego para o mercado mas quando estávamos conversando sobre as reduções do juros e da SELIC que esta por volta de 2% enquanto os juros dos bancos esta cerca de 7% pensei sobre o qual uma eventual queda dos juros podem efetivamente colocar a mais de dinheiro no financiamento de um potencial comprador médio ( já que o comportamento imbecil do povo o faz olhar para a parcela e não para o valor do imóvel) …
                Considerei o valor de 3k reais, calculo aproximado ( NÃO É EXATO MAS ACHO QUE SERVE SE ALGUÉM SOUBER E PUDER FAZER o CALCULO EXATO PODEMOS REFAZER PARA VER SE MUDA O RESULTADO ):

                Exemplo 1 (Juros a 7%): Renda 3k, 360 meses, juros 7% Método: 3k x 0,3 / ((1/360)+(0,07/12)) = R$ 104.516,00

                Exemplo 2 (Juros a 2%) – Renda 3k, 360 meses, juros 2% Método: 3k x 0,3 / ((1/360)+(0,02/12)) = R$ 202.500,00

                Então em uma eventual pressão da construção sobre o governo e do governo sobre os bancos uma redução dos juros de 7% para 2% os bancos poderia financiar 97k a mais para alguém com uma renda de 3k. Então será que isso não pode tornar ao menos alguns imóveis alcançáveis para esta faixa de 150k, 250k para esta turma que tem renda de ate 3k ?

                Claro que isso não dura muito e logo satura novamente, mas já seria uma pedalada não.
                Outra questão é que a medida que a inflação perde o controle, como o povo que sofre de discalculia se comporta em um cenário de inflação que tem que fazer calculo ?

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  • Oliveira 19 de outubro de 2020 at 00:02

    Proposta acaba com uso de moedas e cédulas e exige conta bancária para todos – Notícias – Portal da Câmara dos Deputados https://www.camara.leg.br/noticias/684552-proposta-acaba-com-uso-de-moedas-e-cedulas-e-exige-conta-bancaria-para-todos/

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    • CArlos 19 de outubro de 2020 at 09:33

      Gostei especialmente desta parte:

      Conforme a proposta, após a entrada em vigor da futura norma, poderão existir apenas moedas de 5, 10, 25 e 50 centavos e de R$ 1 e cédulas de R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 20. Passados 24 meses, a circulação de moedas e cédulas será proibida – as pessoas terão de depositar o dinheiro nos bancos, pagando um tipo de “pedágio” (35%) sobre o total. O valor arrecadado com o pedágio será repassado ao Banco Central.

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      • CArlos 19 de outubro de 2020 at 09:33

        Coisa de mafioso 😉

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        • homelessbubbles 19 de outubro de 2020 at 19:44

          É assustadoramente maquiavélico:
          1 – O governo “aproveita” a pandemia colocar todo mundo no sistema bancário, inclusive dezenas de milhões de invisíveis.
          2 – Lança o Pix.
          2 – Cria um imposto sobre transações eletrônicas.
          4 – Acaba com papel moeda e mete uma espécie de imposto sobre transações financeiras na fonte.
          Não acho que chega nisso tudo não, senão acabou.

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    • chigo 19 de outubro de 2020 at 10:12

      Vamos voltar ao escambo ou a utilização de moedas de ouro e prata (que serão ilegais, claro). Impressionante essa proposta. O objetivo é o controle total do cidadão. O grande irmão enfim completo.

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      • Ilusionista 19 de outubro de 2020 at 10:54

        imagine, vai que aparece uma Zélia e dá um “off” no sistema no BC, adeus dinheiro. Só escaparão os que ainda tiverem algumas verdinhas debaixo do colchão para, ao menos, atravessar a fronteira.

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  • rogerio 19 de outubro de 2020 at 11:06

    OFF
    Estaria Elon Musk triste hoje?

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  • CA 19 de outubro de 2020 at 11:42

    Toda semana temos algumas notícias que dão conta da insustentabilidade da situação fiscal, da gravidade do problema. Estão aos poucos, de forma tímida, falando só sobre “a ponta do iceberg” e nem vendo o quadro como um todo, como sempre destacamos por aqui. E não é que tem muita gente, inclusive no blog, que prefere tapar o sol com a peneira e fazer de conta que está tudo bem e que pedalar é algo que dura para sempre?!

    https://www.infomoney.com.br/onde-investir/vencimento-de-titulos-no-inicio-de-2021-poe-governo-e-investidores-em-alerta/

    Trechos do link acima, entre “aspas”:

    “Vencimento de títulos no início de 2021 põe governo e investidores em alerta
    Uma fatura de R$ 643 bilhões em dívidas do governo federal vence entre janeiro e abril”

    “O Tesouro Nacional vai enfrentar um enorme desafio no início do ano que vem. Uma fatura de R$ 643 bilhões em dívidas do governo federal vence entre janeiro e abril. O valor é mais que o dobro da média registrada dos últimos cinco anos.

    Em quatro meses, o Tesouro terá de pagar aos investidores o equivalente a 15,4% da dívida interna brasileira, num momento em que cresce a desconfiança com a sustentabilidade das contas públicas. Para pagar essa dívida, o governo precisa se financiar ainda mais e há desconfiança entre economistas sobre a capacidade de o País de emitir títulos diante da incerteza do ajuste nas contas públicas.O Banco Central já até deu um nome para o nó que terá de ajudar a desatar: choque fiscal. A situação se agravou nos últimos meses por dois motivos. Com a pandemia, o governo teve de gastar mais e a dívida pública deve chegar no fim do ano ao equivalente a 100% do PIB, considerado um patamar muito alto para países emergentes. Seria uma situação contornável se os investidores vissem perspectiva de reversão a médio e longo prazos.”

    “Diante do aumento da percepção de risco de deterioração das contas públicas, o Tesouro enfrenta dificuldades crescentes para vender títulos de longo prazo. Passou a vender títulos com prazo cada vez mais curto, de seis meses (com vencimento em abril) a um ano (outubro), ao mesmo tempo que precisava financiar um déficit cada vez maior, resultado dos gastos na pandemia.

    O quadro fiscal acabou provocando uma forte concentração de vencimentos nos primeiros meses de 2021. Esse volume pode aumentar ainda mais até o fim do ano porque o Tesouro continua tendo de buscar financiamento por meio de papéis com prazos curtos.

    “O encurtamento do prazo de emissão e o consequente aumento da concentração de vencimentos em 2021 representa uma estratégia arriscada. Caso a situação fiscal continue incerta ou haja um evento de risco (externo ou interno) no início do próximo ano, o Tesouro se veria numa situação de ter de rolar volumes elevados a qualquer preço”, avaliou Sergio Goldenstein, analista independente da Omninvest e ex-chefe do Departamento de Operações do Mercado Aberto (Demab) do BC.

    Ou seja, teria de pagar mais, elevando o risco da dívida sair do controle, em um círculo vicioso de deterioração das finanças que pode obrigar até mesmo o Banco Central a aumentar os juros básicos caso a inflação saia do controle.”

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    • socrates 19 de outubro de 2020 at 12:50

      No auge do inverno no norte eles vão acabar fechando tudo denovo. Aí vem o fed e coloca mais uns trilhoezinhos na mesa… Não deve ser difícil combinar com os russos e chineses. Muita fumaça entre eles mas também muitos interesses em comum.

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    • Lord of All 19 de outubro de 2020 at 14:34

      O risco sempre foi alto no BR, não há um “aumento na percepção do risco”.
      Acontece q antes esse risco era remunerado por juros altos, o que deixava os papéis do tesouro atraentes.
      Agora q os juros estão artificialmente baixos, é evidente a evasão de recursos do tesouro.
      Quem tem papel 2021 vai deixar liquidar e fim de papo.
      É só a realidade cobrando a fatura.
      Torço que para que se livrar desse abacaxi, o governo ressuscite o overnight.
      O q não me espantaria tanto, já que ideias bizarras das décadas passadas volte e meia ressurgem nesse governo.

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      • Lord of All 19 de outubro de 2020 at 14:40

        Aqui vai uma ideia de campanha publicitária para o tesouro se capitalizar:
        Ei, você cidadão que ainda tem dinheiro guardado.
        Cansado de ver remarcação diária de preços no supermercado?
        Seus problemas se acabaram.
        O governo Bozo acaba de lançar o incrível overnight 2.0.
        Deixe seu dinheiro conosco, porque no dia seguinte ele terá valorizado ao menos 1%.
        E garantimos que isso não é uma pirâmide, afinal, nas promessas do bozo vc pode confiar.”

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    • chigo 19 de outubro de 2020 at 20:42

      Sabendo disso, o que podemos esperar do dólar? Juros tendo que subir, o dólar vai baixar? Ou será que os juros não serão suficientes para atrair os estrangeiros?

      9+
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      • CA 20 de outubro de 2020 at 07:24

        chigo ,

        É uma sinuca de bico:

        Se o governo sobe muito os juros, as bolhas explodem de forma muito visível e isto irá espantar os investidores estrangeiros e ocasionar a fuga de dólares em massa de qualquer forma, levando a uma nova rodada de aumento de juros e mesmo assim, não vai atrair investidores diretos, só especulativos.

        Se não sobe juros e continua sem cortes radicais de despesas, sem ações diretas e efetivas para conter a trajetória da divida no curto prazo, a fuga de investidores dispara junto com o dólar e inflação, dentre outros estragos.

        Se adota medidas radicais de cortes de gastos, intensifica a crise no curto prazo, o mercado financeiro fica feliz, mas a economia real degringola de forma ainda mais visível, detonando a popularidade do governo de imediato e ajudando a destruir parte das bolhas por inflação, ou seja, falta de um mínimo de dinheiro para as pessoas poderem cair nos golpes.

        O governo segue se equilibrando na corda bomba e se alternando entre prometer benefícios, desmentir, prometer corte de gastos, não adotar nenhuma ação para isto e depois ir barrigando e enrolando, na fé de que um dia vai achar uma saída indolor, que não existe nem existirá…

        11+
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        • CA 20 de outubro de 2020 at 07:36

          Correção de uma palavra importante, que o corretor automático alterou. Destaco em maiúsculo no parágrafo replicado abaixo:

          “Se adota medidas radicais de cortes de gastos, intensifica a crise no curto prazo, o mercado financeiro fica feliz, mas a economia real degringola de forma ainda mais visível, detonando a popularidade do governo de imediato e ajudando a destruir parte das bolhas por INANIÇÃO, ou seja, falta de um mínimo de dinheiro para as pessoas poderem cair nos golpes.”

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        • socrates 20 de outubro de 2020 at 09:42

          CA, seu embasamento está correto. Mas creio que falta sermos mais críticos em relação a essa realidade que embasa os argumentos.

          Os “investidores” não aplicarão dinheiro no Brasil… E quem são esses “investidores”? A partir do momento que algumas nações imprimem $$$ impunes, elas podem “investir” em qualquer lugar… Devemos ficar reféns desse $$$ ? Não seria melhor simplesmente buscarmos novas conexões com uma real abertura de mercado (via TAMBÉM reforma tributária e regulatória – dessa vez com viés simplificador)
          Sei que fica difícil criticar qualquer gringo quando os bandidos que estão no poder aqui são piores do que eles. Mas , na prática, não seriam eles todos sócios???? Os bandidos aqui no poder não seriam apenas braços bananenses para manter esse sistema sujo?

          A única vez que houve massiva valorização da nossa moeda foi quando justamente ligamos o f$#@ para o norte e buscamos trocar sem intermediários com os outros países em desenvolvimento

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  • Seguidor do Bolha BH 19 de outubro de 2020 at 21:05

    SP: edifício de 23 andares corre risco de desabar na Praia Grande
    https://m.youtube.com/watch?v=tMtPWBteB-8

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  • CA 20 de outubro de 2020 at 08:06

    O jogo de faz de conta do governo, balões de ensaio para ver a reação e tentar buscar um caminho “indolor” (*) para a crise:

    (*) Não existe caminho indolor para a crise, mas o governo ainda acredita que pode existir e vai na base da “tentativa e erro”.

    O governo faz de conta que vai conseguir enganar a toda a população e que a imprensa e demais agentes vão se fazer de completos idiotas, propondo pegar um conjunto de benefícios e juntando tudo em novo “pacote”, só mudando o nome (“Renda Brasil”, “Renda Cidadã”, etc). O famoso “cobrir um santo e descobrir o outro”, ou como o próprio Bozo disse, quando viu que o golpe primário de desinformação não funcionou e tinha que jogar um boi para as piranhas: “tirando dos pobres para dar para os paupérrimos”. Este tipo de golpe absurdamente primário de desinformação, nunca vai funcionar, não importa quantas variações o governo busque. Para funcionar teríamos que estar em um regime ditatorial, com o governo com 100% de domínio sobre os meios de comunicação, algo no padrão de uma Coréia do Norte. O Bozo e o Jegues são tão sem noção que mesmo assim tentaram, só para queimar, ainda mais, o filme deles.

    O governo faz de conta que vai buscar ações efetivas de redução do déficit público, pelo menos no longo prazo, com redução de despesas com funcionalismo público e outros cortes de gastos. Algo que não poderia ser feito no curto prazo porque implicaria em forte resistência dos funcionários públicos, resistência no congresso, judicialização via STF e uma série de outros obstáculos. O mercado financeiro tem dificuldade de vender estas promessas para os sardinhas, porque o Jegues não tem nenhuma credibilidade quanto a promessas para o curto prazo, o que dirá no longo e pior, o Brasil tem um histórico fortíssimo de imprevisibilidade, de que cada novo governante vem com uma cabeça diferente e muda o que o outro prometeu para o longo prazo, de que surgem no meio do caminho outras situações que inviabilizam a promessa de longo prazo e assim por diante. Fora que a relação da dívida / PIB já está em patamar inaceitável e que exige ação imediata, logo não pode esperar pelo longo prazo. Com isto, estas promessas não contém a fuga de investidores e o aumento do dólar, dentre outros efeitos nefastos para economia. Sem contar que não resolvem em nada a inevitável continuidade da crise no ano que vem, como detalhado no próximo parágrafo.

    O governo faz de conta que se achar uma alternativa para uma ampliação do Bolsa Família sem que isto implique em aumento dos gastos públicos e estouro da meta, nem seja apenas cobrir um santo e descobrir o outro, será a solução para todos os problemas da economia. Mesmo que o governo faça matemágica e chegue neste resultado, isto não irá resolver absolutamente nada. No melhor cenário, uma “melhora” no bolsa família ainda assim vai representar perda do auxílio emergencial para dezenas de milhões de pessoas e redução relevante em relação ao que era o auxílio emergencial na primeira fase para os demais, ao mesmo tempo que grande número de famílias terão que voltar a pagar pelas prestações do crédito imobiliário, outro volume elevado de pessoas será demitido porque vão acabar as prorrogações de suspensão de empregos e reduções de salários ao mesmo tempo que as empresas vão voltar a pagar impostos e dívidas suspensas sem verem uma super recuperação de consumo que compense este aumento relevante de gastos. Este conjunto de fatores irá garantir a continuidade da crise na economia real em 2021. Por enquanto, este é o pega-trouxa que promete a “recuperação indolor” que mais está colando, para o qual os especialistas economistas, como de praxe, se fazem de cegos. Vamos ver até quando vão conseguir barrigar com este mundo de fantasia.

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    • socrates 20 de outubro de 2020 at 09:35

      eles vão ganhando tempo… Todos já foram pegos com a boca na butija mesmo, incluindo o poder judiciário, logo não tem nem mais o que fingir.
      Tudo é um grande teatro, inclusive a atuação da mídia.
      Isso explica o porquê das pessoas não protestarem nas ruas.

      Como acabar com esse “show de Truman”???

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    • Lord of All 20 de outubro de 2020 at 10:36

      Bozo é o típico representante da velha política, logo, vai fazer de tudo para conseguir apoio e se reeleger, inclusive práticas populistas. Não duvido que comece a imprimir dinheiro (o que na prática já está sendo feito com a redução artificial de juros).

      16+
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      • Lord of All 20 de outubro de 2020 at 10:40

        E vamos ser sinceros, não há qq plano de governo ou de economia. Tudo o q podia ser tentado já foi. Imposto Ipiranga já gastou seu estoque de ideias mirabolantes.
        Reforma da previdência, reforma administrativa, auxílio emergencial….
        Se vcs colegas bolhistas têm algum amigo gado, perguntem qual é o plano efetivo do governo para melhorar a economia.
        Isso significa q estamos à deriva, de novo, como em 2016. A única diferença é que naquele ano tinha o PMJ.

        28+
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  • Pedro de Lara 20 de outubro de 2020 at 17:52

    Louis Rossmann: NYC commercial mortgage backed securities are going to crash

    https://www.youtube.com/watch?v=RX1uzbAOnXc

    PLOC!

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    • socrates 21 de outubro de 2020 at 14:44

      o próprio Trump tem propriedades ali e interesses pessoais

      O resto do país vai pagar alguma ajuda e salvar o sistema

      Não será difícil convencer o resto da North Banania se a conta for paga por gringos bananenses e não por eles…
      Gringos bananenses tipo: NÓS

      Moeda mais desvalorizada do mundo, inflação disparada (arroz foi de 2 para 5 e o aumento foi de 10%????? E depois ainda reclamam da Matemática africana…)

      O Bozo não é burro. Ele é um traidor

      19+
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  • bolhista cearense 21 de outubro de 2020 at 07:56

    Olha aqui pessoal bolhista! O tchutchuca planeja pedir de volta dinheiro do BNDES para saldar a dívida do ano que vem:
    https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/governo-negocia-com-bndes-a-devolucao-mais-r-100-bilhoes,cbb017cf0eee260fe2d586be7987ad69aa12h5nc.html

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    • Lord of All 21 de outubro de 2020 at 20:12

      KKKKKK.
      Ops, lembrei-me que tenho um Selic 2021.
      Será q vai ter calote? uma lei mágica que congelar as aplicações no tesouro?
      Pior q não posso resgatar agora, pois a marcação à mercado não está favorável.
      Maldito Bozo.

      13+
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    • socrates 21 de outubro de 2020 at 20:15

      mas isso não faz sentido!
      Se o governo permite que as parcelinhas não sejam pagas à Caixa é porque está sobrando $$$ nos cofres públicos, não?
      Já sei… Tesouro direto comunista!

      12+
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      • Bellerian 22 de outubro de 2020 at 08:11

        O que teria a ver a Caixa com os cofres públicos, prezado? Parou no tempo da conta movimento do BB?

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        • CA 22 de outubro de 2020 at 11:24

          Bellerian,

          https://exame.com/revista-exame/a-fonte-secou/

          Trechos do link acima:

          “O Tesouro Nacional fechou a torneira que jorrou bilhões nos cofres da Caixa Econômica Federal nos últimos anos. Nem honrar seus pagamentos em dia o banco consegue mais”

          “A sintonia entre o banco e o Tesouro durou até 2013, quando o descontrole nas contas públicas ficou evidente. Aí o governo passou a usar a Caixa de outra forma: como uma instituição que devesse gerar recursos para ajudar a tapar os buracos do orçamento — política que está desorgani­zando as finanças do banco e, segundo EXAME apurou, prejudicando empresas que têm contratos com a instituição.

          Em outubro de 2013, o Tesouro começou a reter recursos que deveria repassar à Caixa — que vão desde as verbas usadas para subsidiar os financiamentos do programa Minha Casa Minha Vida, de moradias populares, até o dinheiro sacado por quem recebe os benefícios do Bolsa Família.”

          ——————————————————————————————————————————————————————————

          https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/12/governo-da-aval-para-caixa-pagar-r-835-bilhoes-ao-tesouro.shtml

          —————————————————————————————————————————————————————————–

          Resumindo o que consta acima e complementando:

          A Caixa Economica Federal, o Tesouro e as contas públicas tem tudo a ver.

          Se você ainda não entendeu, no passado quando a CEF queria pedalar no crédito, usava o dinheiro do Tesouro (Exemplo: MCMV faixa 1), depois, mais recentemente, como o governo está quebrado, ele é quem está pegando dinheiro dos resultados maquiados da CEF para cobrir o rombo das contas públicas.

          A colocação de Sócrates é: se está sobrando tanto dinheiro na CEF a ponto de dar uma bolsa calote e permitir um volume recorde e inédito de pessoas que ficam sem pagar as parcelinhas do crédito imobiliário, é porque a CEF está “abonada”, então, por que ela não aproveita e continua subsidiando o Tesouro como já vinha fazendo, ou seja, pra que o Tesouro extorquir grana do BNDES para cobrir buracos nas contas públicas se a CEF está com tanto cacique para isto? Por outro lado, se a CEF não está com tanta grana assim e o Tesouro Nacional pior ainda, como conceder a maior bolsa calote de todos os tempos? Se a CEF quebrar, deveria ser o Tesouro a segurar, mas com que dinheiro?! O nível de temeridade da gestão da CEF é surreal, tudo em virtude de um populismo insano e desejo de tentar dar sobrevida à bolha a qualquer preço.

          Temos inúmeras incoerências neste mundo 100% artificial, pedalado e maquiado, outro exemplo que sempre falo é: como conceder uma bolsa calote gigantesca, a maior de todos os tempos, sob argumentação que as famílias estão sem condições de pagar o crédito imobiliário agora e ao mesmo tempo reduzir juros e bater o recorde de crédito imobiliário concedido, assumindo que as famílias estão com ótimas condições para pagar por este crédito imobiliário?!?!?! E a coisa é tão non-sense, que falam sobre estes 2 temas nas mesmas notícias e ninguém sequer questiona…

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          • Bellerian 22 de outubro de 2020 at 14:30

            CA,

            Quanto ao primeiro parágrafo, isso é passado. O que foi apontado na matéria foi reflexo das pedaladas. O Caixa do Tesouro e da CEF não se misturam (violaria a LRF a CEF financiar o tesouro).

            A CEF está postergando as parcelinhas porque i) ela tem facilidade de renegociar seus compromissos com o FGTS (principal fonte de recursos para financiamento imobiliário) de modo a refletir a prorrogação para os mutuários; ii) há excesso de disponibilidade, momentaneamente, na poupança (segunda fonte de recursos para financiamento) e iii) o regulador permitiu fazê-lo, então porque ela iria acionar o devedor no momento em que com certeza ele não tem como pagar e assumir agora essa perda se ela pode esperar para ver?

            Veja, não estou dizendo que não há uma gestão do Tesouro para obter o máximo possível de dividendos dos bancos públicos (isso fez parte da “alquimia” dos tempos do Augustin, quando foi financiada por meio de IHCD em condições ruinosas para o tesouro, com aprovação do congresso, em especial no BNDES – e sobre esse último caso, tem que tomar de volta o dinheiro do PSI mesmo, porque não dá para ficar subsidiando dividendos e PLR de funcionário via mútuo de mãe para avó) e nem que o deferimento de parcelas seja algo sem efeitos colaterais ou consequências, mas não há comunicação entre a Conta Única e a disponibilidade de recursos da CEF exceto por meio de pagamento de dividendos, aportes de capital ou remuneração de serviços prestados. Qualquer coisa diferente é ilegal.

            Quanto ao último parágrafo, concede-se o auxílio por meio da emissão de dívida, nada a ver com a CEF; esta última está comprando um risco imenso, concordo, mas é a gestão da CEF. Se (quando) ela tomar prejuízo, ficará limitada em sua capacidade de fornecer novos empréstimos a menos que o controlador aporte capital. Mas ressalto que embora seja um risco que eu não tomaria sem conhecer os números, a CEF teve um ganho imenso nesses últimos anos pela queda da remuneração da poupança, e por isso ela pode achar que dá para ganhar na escala. Tudo é questão de preço, e a CEF está conseguindo captar a um custo muito baixo (1,4% a.a.).

            Resumindo, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, e o que foi insinuado não tem nada a ver com o seu questionamento do último parágrafo e está factualmente errado.

            2+
  • Seguidor do Bolha BH 22 de outubro de 2020 at 10:42

    Corrida à portabilidade: procura pela modalidade no sistema habitacional cresceu 553% em oito meses
    https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/corrida-%C3%A0-portabilidade-procura-pela-modalidade-no-sistema-habitacional-cresceu-553-em-oito-meses-1.808735

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  • CArlos 22 de outubro de 2020 at 13:44

    Mercado imobiliário do hell 😉
    #metro-quadrado-mais-caro-do-universo
    #imóvel-é-sempre-um-bom-investimento
    #vai-subir-ainda-mais

    Operação do MPRJ prende ex-tabelião de Búzios por esquema para legalização de imóveis
    O titular do cartório e um advogado criavam dificuldades para regularizar construções para, então, exigir pagamentos indevidos, segundo as investigações
    https://oglobo.globo.com/rio/operacao-do-mprj-prende-ex-tabeliao-de-buzios-por-esquema-para-legalizacao-de-imoveis-24705754

    Milícia invade apartamentos e vende imóveis de condomínio na Praça Seca
    Segundo a Polícia Civil, já há investigação sobre a atuação de criminosos na área
    https://oglobo.globo.com/rio/milicia-invade-apartamentos-vende-imoveis-de-condominio-na-praca-seca-24699602

    Milicianos do bando de Ecko expulsam moradores para revender casas na Zona Oeste do Rio
    Pelo menos cinco imóveis foram invadidos nos últimos meses; uma delas foi negociada por R$ 500 mil
    https://oglobo.globo.com/rio/milicianos-do-bando-de-ecko-expulsam-moradores-para-revender-casas-na-zona-oeste-do-rio-24703404

    Perícia constata arrombamentos em apartamentos invadidos pela milícia na Praça Seca
    De acordo com as investigações, criminosos revendem imóveis em site de compras da internet
    https://oglobo.globo.com/rio/pericia-constata-arrombamentos-em-apartamentos-invadidos-pela-milicia-na-praca-seca-24702272

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  • Cajuzinha 22 de outubro de 2020 at 14:20

    Crise econômica fecha mais duas lojas no Centro do Rio: Target Modas e SwainS
    Ambas as lojas, tradicionais em seus respectivos segmentos de modas feminina e masculina, não resistiram à crise causada pela pandemia

    A Target Modas, uma das principais lojas de roupas femininas do Centro do Rio, localizada na Rua da Assembleia, encerrou suas atividades depois de ver seu movimento diminuir drasticamente. A informação é do ”Blog do Ancelmo Gois”, do jornal ”O Globo”.

    Aqui é Aracaju está acontecendo o “fenômeno dos incêndios”. Uma loja de móveis, cujo dono é super trambiqueiro, pegou fogo antes de ontem. O outro caso foi ontem no shopping, neste eu não sei se realmente foi só um acidente.

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