Lançamento de imóveis em SP é o menor desde 2004 – Estadão

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Comments
  • Azufre 18 de abril de 2016 at 09:05

    Pensei que o ajuste viria pelo preço de venda, que cai (e o mercado parou, vide notícia); mas o aluguel caiu ainda mais rápido (e continua caindo).

    Resultado: está ainda mais vantajoso hoje alugar do que já era um ou dois anos atrás!

    18+
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    • MINEIRO SPY 18 de abril de 2016 at 10:13

      Azufre
      Valores em BH caindo forte. Ap ao lado da praça da liberdade com m2 (condo, aluguel iptu) chegando a 30 reais.

      10+
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      • Azufre 18 de abril de 2016 at 10:46

        Eu sei de alguns até mais baratos. Quem escutou o amigo bolhista e não comprou se deu bem!

        9+
        • MINEIRO SPY 18 de abril de 2016 at 10:49

          Isso aí!
          Sabe aquele prédio da Alagoas com Brasil??? 20 aps vazios com tendência de alta.
          E aquele prédio de kits na Claudio Manoel com Prof. Morais? Primeira locação e 80% vazio. Quando olhei lá e depois desisti, o cara quase chorou.

          9+
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          • Azufre 18 de abril de 2016 at 11:07

            Tem um prédio de “luxo” no Lourdes inaugurado a mais de um ano, com uns 9 aptos, e nenhum alugado ou vendido…

            6+
            • Azufre 18 de abril de 2016 at 11:08

              *há mais

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              • MINEIRO SPY 18 de abril de 2016 at 11:36

                Só detalhe.
                Um deles disse que aluga sem fiador, sem nada, pois acredita nos indícios de honestidade de quem ficará em seu apartamento. Quando estava em BSB, mesma coisa…a proprietária, ao longo de 10 anos, só alugou em imobiliária em 1 oportunidade….e se lascou.
                O cara aqui de BH relatou….cobram o primeiro aluguel e 10% sobre os demais. Caso seja necessário ajuizar ação, o proprietário também será cobrado. Resumindo…o proprietário paga de todo jeito. Nota-se que muitos têm optado em assumir o trâmite e o risco e ficar com a grana.

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                • Azufre 18 de abril de 2016 at 11:55

                  Talvez não seja um bom investimento, afinal???

                  3+
      • lamense 18 de abril de 2016 at 12:14

        Show de bola! Hoje to RJ mas já morei nessa região, gostava muito. Para o fundo do poço com os preços e além!

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      • Bruno.12 18 de abril de 2016 at 12:42

        Aonde isso que vou olhar??? Sempre “sonhei” em morar perto da Praça (já trabalho perto dela!).

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        • MINEIRO SPY 18 de abril de 2016 at 12:56

          O q tá anunciado por 1700 só aluguel vc oferece 1900 com tudo incluído.
          Semana passada me ofereceram um 2 quartos na Rua da Bahia, perto da praça também…aluguel 1900 mais condomínio e iptu. Eu falei que meu limite era 1900 com tudo…a ave disse…Faça uma proposta q levo ao proprietário.

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    • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 10:15

      O aluguel sempre se ajustará mais rapidamente que o preço de venda.
      Tem imóveis que estarão a venda no FIPE-ZAP por 10 milhões, que continuarão lá até que ocorra a divisão do espólio pelos herdeiros KKKKKK

      22+
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    • Zé Carioca 18 de abril de 2016 at 10:29

      A realidade é que o preço de venda caiu muito pouco e o aluguel despencou, com isso é ainda mais vantajoso alugar. Na minha opinião dificilmente vamos ter uma boa janela de compra de imóveis nos próximos três anos. Os preços ainda estarão muito altos se comparados com o valor de locação.

      21+
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    • JJJ_brasilia 18 de abril de 2016 at 10:36

      Azufre,

      Parafraseando o mentre CA, o aluguel não dá pra financiar, vence todo o mês, a o lado fincado na realidade do mercado imobiliário, o resto é ilusão.

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      • Azufre 18 de abril de 2016 at 11:08

        Eu achava que a frase era minha 🙂

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        • JJJ_brasilia 18 de abril de 2016 at 13:10

          Desculpe Azufre, então parafraseando você. Me perdoe, confundi o raciocínio seu com o do CA.

          2+
          • Azufre 18 de abril de 2016 at 15:23

            Que nada, a ideia é mesmo disseminar ideias (idealmente, boas)

            🙂

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  • Cajuzinha 18 de abril de 2016 at 09:06

    “18/04/2016 08h04 – Atualizado em 18/04/2016 08h15
    Inflação do aluguel perde força em abril, mas sobe 10,6% em 12 meses
    IGP-M ficou em 0,3% na 2ª prévia de abril, após subir 0,43% em março.
    No ano, o indicador acumula alta de 3,27% e, em 12 meses, de 10,6%.”

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    • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 10:03

      Se esta lei existisse 10 anos atrás, talvez a “corrida” na compra de imóveis pelos “investidores” não fosse tão intensa.

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  • SampaBoy 18 de abril de 2016 at 09:28

    Da-lhe ajuste sem data pra acabar !! ainda bem que os juros vencem todo mes certinho

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    • Soy Bananes 18 de abril de 2016 at 10:58

      Por mim essa bizarrice poderia ser implodida logo logo. Eu votaria em qualquer governo que botasse o mercado imobiliário em ordem logo e tomasse medidas para acelerar o despair e acabar com essa palhaçada toda.

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      • Zé do Brejo 18 de abril de 2016 at 11:18

        Graças a essa aberração a casa popular saltou de 60k, 70k para os incriveis 225k fora a queda na qualidade da construção.
        Graças essa porcaria criado pelo governo mais corrupto da história do planeta, pagamos os valores mais caros, pela pior qualidade.
        MCMV nunca deveria ter existido.

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  • Urso 18 de abril de 2016 at 10:14

    E que comecem os jogos!

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  • Dutra 18 de abril de 2016 at 10:34

    Que pena, eu queria mais lançamentos. kkkk
    Vamos as noticias de hoje, mesmo com saida de Dilma mercado não é ainda otimista.
    http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/04/17/com-avanco-do-impeachment-o-que-acontece-a-dolar-inflacao-e-desemprego.htm

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  • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 10:51

    Hell de Janeiro não está tão ruim assim, fez 153 nomeações para cargos comissionados kkkkk
    http://noticias.band.uol.com.br/cidades/rio/noticia/100000802523/em-meio-%C3%A0-crise-financeira-estado-nomeia-153-cargos-comissionados.html

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  • Cajuzinha 18 de abril de 2016 at 11:14

    “Empresários do setor da habitação dizem que, com um novo cenário político, é possível enfrentar a crise na venda de imóveis. No ano passado, os lançamentos residenciais, nas 16 maiores Regiões Metropolitanas do país, entraram em queda livre: menos 32%; nos últimos 12 meses, foram fechados 417 mil postos de trabalho na construção civil.
    “Eu acredito que nós vamos ter uma retomada de uma confiança no futuro, que é a base para o mercado imobiliário. As pessoas quando decidem a aquisição de um imóvel – seja casa, terreno, apartamento – elas precisam ter a previsibilidade e a confiança no futuro. Eu acredito que nós desatamos um nó da economia ou da política. Tem muitos ainda a serem desfeitos”, declarou Flávio Amary, presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo.”

    http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2016/04/aprovacao-do-processo-contra-dilma-e-bem-recebida-entre-empresarios.html

    2+
  • DRN 18 de abril de 2016 at 11:14

    Prezados, FELIZ DIA HOJE.

    O “prematuro” pedido de impedimento foi aceito. EC wins.

    Vejamos o que fará TEMEROSO.

    Estou comprado em ações (para o caso de êxito) e estocado em LCA a fim de usá-las para comprar TD (para o caso de fail).

    O Temeroso mostrou ter força na Câmara. Vejamos se é suficiente para reformar a previdência e desvincular as DRU.

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  • DRN 18 de abril de 2016 at 11:18

    ON TOPIC

    171 lançamentos é MUITA COISA.

    Vai continuar sobrando apto para alugar. Propriotários, continuem financiando o aluguel dos bolhistas enquanto ARRECADAMOS recursos no TD.

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    • DRN 18 de abril de 2016 at 11:19

      Afora o fato de que o 171 é simbólico.

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  • DRN 18 de abril de 2016 at 11:25

    A relação entre preço pedido e aluguel pedido (estou dizendo pedido, nem é o negociado e fechado) está ridícula.

    Acompanhando anúncios, vejo coberturas com piscina anunciadas por 1,5 milho grande para comprar e 4.500 para alugar.

    O número mágico 30, mas com zero na frente, ou seja, 0,30% continua firme e forte.

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    • Zé Carioca 18 de abril de 2016 at 14:06

      Segundo o Zap aqui no Rio a relação preço pedido por aluguel pedido está em 0,31% para apartamentos de 3 e 4 quartos.

      O preço negociado e fechado não varia muito em relação ao pedido, pois se você consegue uns 20% de desconto no aluguel (hoje é bem tranquilo), caso fosse comprar conseguiria os mesmos 20% em relação ao preço anunciado, então a relação acaba ficando bem parecida.

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  • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 11:38

    CVR – 666 way of life
    Amiga trabalhava numa escola e saiu para ser sócia-empregada em um estúdio de pilates.
    Tinha um Fiesta 1.6 2011 funcionando perfeitamente e trocou por um Ka 1.0 2015
    Na tabela FIPE a diferença é de 11K entre um veículo e outro.
    Financiou em 48 parcelas de R$ 650
    Demonstrei que ela poderia ter guardado o dinheiro por 1 ano e meio (18 meses) para fazer esta troca, sem entrar numa dívida de 48 meses.
    Só pagou as 3 primeiras parcelas, não pagou nenhuma ainda de 2016

    39+
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    • DRN 18 de abril de 2016 at 11:40

      Sem educação financeira dentro de casa e nas escolas, no primeiro grau, não vai.

      13+
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      • DRN 18 de abril de 2016 at 11:42

        As duas coisas que mais afundam o bananense são: casa própria e automóvel. No dia em que isso cair, seremos um país melhor.

        20+
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        • Zé do Brejo 18 de abril de 2016 at 12:09

          Meu carro já é velhinho (2008) mas está muito bom e não pretendo trocá-lo e não é por ter dinheiro. Não vou trocar, por que os preços estão errados (muito alto). Se os preços não forem ajustados, vou usar meu velhinho até não dar mais.
          Quando ele parar de funcionar, vou andar de cavalo por ae.

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          • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 12:30

            Meu carro custa bem menos que um Ka 1.0 2015, e não tenho nenhum interesse em troca-lo
            Megane Dynamic 2.0 2008 140CV, airbag duplo, abs, ebd, piloto automático, câmbio automático progressivo, direção elétrica, etc etc

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            • DRN 18 de abril de 2016 at 15:37

              Aí sim.

              Meu é um 2011 topo de linha que comprei em leilão em 2014. Paguei preço de populixo 1.0

              3+
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              • DRN 18 de abril de 2016 at 15:37

                FOCUS.

                0
    • Boruto 18 de abril de 2016 at 11:45

      Meu carro é um gol 1.0 1997 e não penso em trocar, só uso ele para ir do ponto A ao ponto B e com manutenção de menos de R$ 1.000,00 a.a ele faz isso perfeitamente.

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    • Ilusionista 18 de abril de 2016 at 15:09

      preços de alguns carros usados na Itália para comparação,
      com menos de 3 mil Euros dá para comprar veículos razoáveis

      http://www.ooyyo.com/italia/carros-usados-in-vendita/c=CDA31D7114D3856A111BF36FAD652252EDA2/

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  • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 11:49

    Crise e desânimo levam brasileiros a deixar o país

    Na primeira terça-feira deste mês, cerca de 50 pessoas passaram pela mesma sala de reuniões do hotel Fasano, em São Paulo, para entender melhor como um investimento de US$ 500 mil poderia garantir a elas e às suas respectivas famílias a oportunidade de imigrar legalmente para os Estados Unidos. O aumento da procura pelo visto EB5, oferecido pelo governo americano a investidores estrangeiros – e muito procurado pelos chineses -, levou a companhia Become American Investor, especializada na modalidade, a promover encontros como aquele todos os meses em hotéis de alto padrão na capital paulista.

    http://www.valor.com.br/brasil/4527961/crise-e-desanimo-levam-brasileiros-deixar-o-pais

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    • Boruto 18 de abril de 2016 at 12:02

      Só não fiz isso ainda porque não tenho US$ 500 mil.

      9+
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      • DRN 18 de abril de 2016 at 12:09

        Sugestões do quê fazer lá.

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  • Lucas 18 de abril de 2016 at 12:30

    Prezados BiBfilos

    cuidado com a desinformação, cuidado com o fingezap
    segundo fontes de pesquisa dos próprios corvos as (poucas) vendas estão acontecendo em média 45% abaixo do valor do ano passado, que já tinha acumulado quedas de 25% desde o auge em fins de 2012

    Sintam-se livres para negociar descontos desta ordem ou mais, já que a tendencia é de queda para lá de 80% afim de ajustar com o aluguel.
    Se aceitar ok, se não, dane-se.
    A cada 200 ofertas por mês que vc fizer 1 será aceita.
    é esta a proporção média de vendas/anuncio.

    Quem fica parado é poste.
    … continuem, sem pressa, e lembre da regra do x100 / x200 pra valor mín. e max.

    22+
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    • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 12:42

      O investidores estrangeiros só estão fazendo negócios a partir de 60% OFF do FIPE-ZAP

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    • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 12:47

      “Já a gestora de recursos Exxpon, especializada em investimentos de alto risco, está atrás de descontos na casa de 60%. “As maiores oportunidades hoje estão no segmento residencial, com o elevado número de distratos (devoluções)”, diz o americano Jonathan Franklin. Os distratos em construtoras somaram 41% de janeiro a setembro de 2015, segundo a agência de classificação de risco Fitch. ”

      http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,pechinchas-imobiliarias-atraem-estrangeiros,10000022734

      6+
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    • DRN 18 de abril de 2016 at 14:48

      Tendência do FIPE-ZAP é ficar igual à dos carros. Existe, mas ninguém acredita.

      4+
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  • mark 18 de abril de 2016 at 12:44

    No ultimo ano sempre quando vinha uma noticia aumentando a probabilidade do impeachment o dólar despencava, agora que Anta finalmente caiu o Dolar sobe…. vai entender.

    4+
    • L.A. 18 de abril de 2016 at 13:28

      BC torrando Swap.

      9+
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      • Soy Bananes 18 de abril de 2016 at 14:04

        Bingo. Agora eles imploram para não derrubar a cotação.

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      • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 15:37

        O BC anunciou que vendeu nesta manhã 68.840 swaps reversos da oferta de até 80 mil contratos, equivalentes à compra futura de dólares. O órgão vem atuando pesadamente por esses instrumentos nas últimas semanas, reduzindo o estoque de swaps tradicionais, que equivalem à venda futura de dólares.
        http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2016/04/cotacao-do-dolar-180416.html

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    • MINEIRO SPY 18 de abril de 2016 at 13:26

      Interessante a última frase…veladamente, atribui a responsabilidade à sociedade e ao governo. Antes eram eles os empreendedores, agora tocam a bucha para outros resolverem. Muito estranho.
      Não vi uma frase sequer a respeito de preços fora da realidade, mas vi várias referências aos supostos altos custos de construção.

      4+
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  • L.A. 18 de abril de 2016 at 13:28

    Somando-se 3 estelionatos o resultado é uma Câmara dos Deputados
    (171 + 171 + 171 = 513)

    13+
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  • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 14:08

    Estatísticas do BACEN
    http://www.bcb.gov.br/?INDECO
    Índice de Atividade Econômica de jan 2015-2016 caiu 6,53%

    IVG-R que atingiu o máximo entre setembro de novembro de 2013, já caiu 19% (até janeiro/2016)
    http://www.construdata.com.br/packages/data/pages/load_series.tpl.php?level1%5B%5D=40&level2%5B%5D=430
    http://www.bcb.gov.br/glossario.asp?Definicao=1637&idioma=P&idpai=GLOSSARIO

    3+
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  • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 14:11

    Teremos uma Crise Bancária no Brasil?
    Em outra passagem do livro:
    “A maioria dos países (61%) registra alta propensão a passar por crises bancárias nas proximidades de períodos de bonança; essa percentagem seria mais alta se considerassem dados pós-2007…. Essas descobertas sobre bonanças de fluxos de capitais também são consistentes com outras regularidades empíricas, identificadas em torno dos ciclos de crédito…. Mendoza e Terrones…. Com base em abordagem muito diferente do que acabamos de discutir, constataram que os booms de crédito em mercados emergentes geralmente se seguem a surtos nas entradas de capital. Também concluíram que, embora nem todos os booms de crédito terminem em crises financeiras, a maioria das crises em mercados emergentes foi precedida por booms de crédito (“Oito Séculos de Delírios Financeiros, Ed.2010, págs. 157 e 158)
    3 Variáveis……3 momentos, 3 dinâmicas que se cruzam, inter-relacionam e que se auto alimentam.
    – Preços das moradias
    – Recessões profundas e prolongadas
    – Bonanças de fluxos de capital-Booms de crédito.
    Onde está o Brasil no meio dessas 3 variáveis?
    As 3 variáveis estiveram ou ainda estão presentes sobre o Brasil?
    Sim, todas as 3; e eu diria, em grande medida, estiveram e/ou estão sobre o Brasil.
    Perigosamente, as 3 variáveis mencionadas foram exacerbadas ao extremo…saíram do equilíbrio..
    Comecemos pelos “preços das moradias-imóveis”.
    No que tange aos preços dos imóveis, o Brasil viveu e vive uma das maiores bolhas imobiliárias do mundo, com valorizações em torno de 200% nos últimos 7-8 anos, segundo o índice IVG-R, publicado pelo Banco Central, visto abaixo:

    http://br.investing.com/analysis/teremos-uma-crise-banc%C3%A1ria-no-brasil–200123694

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    • DRN 18 de abril de 2016 at 14:54

      Empréstimo é antecipação de renda.

      Os bancos antecipam a renda das pessoas, criando modernos escravos. Evidentemente, eles calculam o percentual de inadimplência. O problema é esse percentual sair do esperado. Creio que os bancos acabaram tirando o apoio da Dilmalandra porque anteviram a possibilidade de a inadimplência das empresas estourar.

      Também creio, como outro bolhista disse, que os bancos já anteviram a catástrofe do mercado imobiliário e da avalanche de devolução. Estão tentando segurar para que não haja uma desova sistêmica, arregaçando briocos diversos, inclusive, no extremo, os dos bancos.

      5+
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    • Vinicius 18 de abril de 2016 at 14:56

      Acredito que sim. Ao menos em Campinas/São Paulo Santander está fazendo eventos em hotéis com alguma frequência para negociar contratos atrasados. Coisa de 20-30 advogados por evento o dia inteiro negociando atrasos.

      2+
      • DRN 18 de abril de 2016 at 14:58

        Vc quis dizer: adÊvogados.

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  • DRN 18 de abril de 2016 at 14:57

    Acompanho imóveis na Lapa e Vila Leopoldina.
    Nessa pesquisa, acabei topando com a Vila Anastácio, bairro cuja existência eu ignorava.
    Ontem dei uma volta por lá e contei 16 torres em construção e 2 torres prontas. Vai ser lindo medir o ILAC21 ali.

    7+
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    • MINEIRO SPY 18 de abril de 2016 at 15:20

      Já trabalhei lá. Na época era impossível encontrar algo a menos de 3 ou 4 km de lá. Bom que levantem essas torres, pq aí força preços da Lapa e até água branca para baixo.

      2+
      • DRN 18 de abril de 2016 at 15:53

        Realmente, só vi galpão lá. Não vi padaria, farmácia, mercado, restaurante, nada, nada.

        2+
  • Cajuzinha 18 de abril de 2016 at 15:03

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    “Uma das medidas que o Brasil precisa adotar, diante da crise política e econômica, é forçar os bancos a emprestarem dinheiro, para evitar “quebradeira” de empresas. A opinião é de Paulo Roberto Feldmann, professor de economia da USP. Segundo ele, “os bancos estão ganhando muito dinheiro”, mas não estão concedendo crédito.”

    http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2016/04/18/precisa-forcar-banco-a-dar-credito-para-evitar-quebradeira-diz-economista.htm

    9+
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    • tmarabo 18 de abril de 2016 at 15:09

      ou seja, o gênio sugere que os bancos percam dinheiro.

      9+
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    • Zé do Brejo 18 de abril de 2016 at 15:19

      Tenho solução paraacabar com a fome no mundo. Supermercados devem distribuir comida gratuitamente. Pronto, problema resolvido.
      Cada uma que a gente tem que ver, que desanima.

      20+
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  • Cajuzinha 18 de abril de 2016 at 15:07

    “postado em 18/04/2016 13:01
    Agência Estado
    São Paulo, 18 – O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) espera contribuir com um novo governo, no caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff, ao enviar propostas para o programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV), disse o presidente da entidade, Flávio Amary.”

    “O Secovi-SP é uma das entidades que apoiou o processo de impeachment pelo legislativo. O presidente da entidade disse que vem conversando com parlamentares sobre o assunto nas últimas semanas e planeja continuar esse esforço de modo a garantir a aprovação no Senado.”

    http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/04/18/internas_economia,754330/secovi-sp-espera-colaborar-com-propostas-ao-novo-governo-sobre-o-minha.shtml

    3+
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  • ericvale 18 de abril de 2016 at 15:27

    Apesar do mercado está com péssimos índices, durante 2 semanas andei por ai em procura de bons imóveis para investir, mas ainda não encontrei nada que realmente bata uma LCI com vencimento em 5 anos, sou muito ganancioso de querer realmente bons descontos, ou o mercado está segurando esses valores para tentar liquidar os imóveis e depois soltar a bomba de que não tem capacidade para entregar e as pessoas irão retornar esses imóveis para as construtoras.

    4+
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    • rogerio 18 de abril de 2016 at 16:54

      Bons imóveis para investir? Hein?!?!

      3+
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  • markito 18 de abril de 2016 at 15:55

    Cara tenho LCI pagando mais de 100% em corretoras que trabalham com Wealth Management. Se você tem mais de 200 mil reais deve procurar algumas corretoras que trabalham com o sistema. Fiz vários calculos e tenho LCI rendendo 105% do CDI. Elas cobram uma taxa que varia de 0,50% a 0,75 do seu capital todo mês. Ou seja, vão sempre buscar a melhor performance de acordo com o seu perfil, pois quanto mais você ganha, mais eles ganham também. Pesquise sobre o tema… vale a pena.

    4+
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  • leo_na_estrada 18 de abril de 2016 at 16:06

    fala markito, sabe de cabeça alguma destas corretoras?

    0
    • markito 18 de abril de 2016 at 17:23

      A que aplico tem a ativa trade. Lá é 0,75% do montante que tenho lá… esse valor e fatiado todo mês. Tenho LCI de 110% na carteira para 2 anos (em caso de emergência ainda tem liquidez). Eu precisei liquidar um título antes do prazo e foi normal.. inclusive o rendimento do período. Acredito que a XP também deva ter serviço de Wealth Management. Procure na Internet que você irá encontrar bastante coisa. Sei que o BTG pactual tambem possui, mas acho que é para acima de 1 milhão.

      2+
  • Cajuzinha 18 de abril de 2016 at 16:08

    CA, pra você:

    Veja como mentem:

    Em setembro de 2014: “A Eztec também passou a investir mais em marketing para atrair o cliente ao ponto de venda. “Ficou mais caro vender imóvel”, afirma o diretor financeiro da empresa, Emílio Fugazza. O executivo, no entanto, diz que a companhia ficará de fora da onda de descontos expressivos e não vai corroer a margem da empresa com a oferta de preços abaixo do mercado” http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-construcao/159/artigo327243-1.aspx

    Em dezembro de 2015: “SÃO PAULO – (Atualizada às 11h09) O diretor vice-presidente e de incorporação da EZTec, Sílvio Zarzur, afirmou nesta sexta-feira, em reunião pública com analistas, que a companhia terá venda “maciça” de seu estoque em 2016. Segundo o executivo, nenhuma empresa vende mais barato do que a EZTec.” http://www.valor.com.br/empresas/4353252/eztec-promete-venda-macica-de-seu-estoque-em-2016

    8+
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    • CA 18 de abril de 2016 at 16:41

      Cajuzinha,

      Se começarmos a buscar as reportagens do passado e comparar com o que realmente aconteceu, veremos casos muito absurdos como este que você colocou acima e outros que já tinham ocorrido anos atrás, como o que consta abaixo:

      Notícia de 2.011: “Metro quadrado pode chegar a R$ 25 mil nas áreas mais nobres de Brasília”

      http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/12/28/interna_cidadesdf,284326/metro-quadrado-pode-chegar-a-r-25-mil-nas-areas-mais-nobres-de-brasilia.shtml

      Agora, vejamos algumas notícias de 2.013, para sabermos como esta situação evoluiu:

      www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1391790-especulacao-leva-a-queda-de-preco-nos-lancamentos-de-imoveis-em-brasilia.shtml

      Trecho da notícia acima, que é de 31/Dezembro/2013: “…os preços dos imóveis lançados em Brasília apresentaram uma forte queda neste ano, com redução de 35,5% na comparação com os valores cobrados em 2.012…”

      http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2013/09/01/internas_economia,385651/especuladores-sao-penalizados-pela-retracao-do-mercado-imobiliario.shtml

      Trecho da notícia acima: “Queda na procura impõe perdas de até 30% a quem comprou casas e apartamentos com a intenção de revender o ágio e obter lucro a curto prazo.”

      7+
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      • Cajuzinha 18 de abril de 2016 at 16:47

        CA, você não tem “loção” de quanto este blog me ajuda, especialmente você, a Azufre e o Lucas, sem desmerecer todos que sempre colocam informações de vários locais.

        4+
      • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 17:07

        30% é para os otimistas.
        Aqui na minha gerência tem pessoa que comprou no Noroeste por 14K/m2 e hoje está 7k/m2.
        Pelo IGP-M hoje seria R$ 19.404 – queda de 64%.
        http://fundos.economia.uol.com.br/uol/calculadora-indices-inflacao/

        5+
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        • Cesar_DF 18 de abril de 2016 at 17:09

          Imaginem, um apartamento de 100 m2, que ele pagou o equivalente hoje a 1.9 milhão e hoje vale 700K.
          Um investimento com rendimento negativo de 1.2 milhão KKKKKKKKK

          12+
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        • CA 18 de abril de 2016 at 17:14

          Cesar_DF,

          Estes números de QUEDA de preços em Brasília encontraram respaldo por diferentes fontes, desde a PESQUISA da Geoimóvel tendo como base o preço REAL, NEGOCIADO na época pelas construtoras, até outras pesquisas e até depoimento de quem comprou na planta e depois viu a construtora vendendo com esta redução de preços, como abaixo:

          http://www.reclameaqui.com.br/6767862/joao-fortes-engenharia-s-a/distrato/

          Trecho do link acima, que também é de 2013:

          “Hoje depois de dois anos e quatro meses, quero vende-lo e para minha surpresa, os próprios corretores que me venderam não querem pegar o imóvel pois não conseguem vender o meu apartamento. Não é um bom negócio?! A própria João Fortes lançou um novo empreendimento do mesmo porte que o meu 30% mais barato.”

          Ocorre que o tempo foi passando e as quedas de preços continuaram a acontecer, logo chegamos hoje a quedas de 50% em Brasília, em especial no Noroeste e mesmo assim, a desproporção entre estoque e vendas nunca esteve tão ruim e em meio a agravamento da crise, em grande parte provocada pela própria bolha e mais a necessidade das construtoras de fazerem caixa, a tendência é que o preço continue seu movimento de queda…

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  • Cajuzinha 18 de abril de 2016 at 16:50
  • rogerio 18 de abril de 2016 at 16:55

    TD derretendo???

    1+
    • DRN 18 de abril de 2016 at 17:01

      Deixa o STF diminuir a dívida dos Estados que vc vai ver o que acontece.

      Calma com TD. Ainda haverá boas oportunidades até o TEMEROSO sinalizar algo que vá passar no Congresso.

      3+
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      • L.A. 18 de abril de 2016 at 17:30

        Se isso acontecer eu vou até beber para comemorar (não bebo).
        Aqui estamos torcendo por isso e eu estou confiante.

        0
  • CA 18 de abril de 2016 at 17:10

    Sobre o tópico:

    Esta é a situação de São Paulo e também do total do Brasil, pelo que apurei a partir dos resultados de 12 construtoras com Ações na BOVESPA. Vamos por partes, falando primeiro sobre São Paulo:

    Em São Paulo, SIMULARAM um crescimento “surpreendente” em lançamentos e vendas em 2013, logo depois de um resultado DESASTROSO para o segmento imobiliário em 2012, qual foi a “mágica”?

    Os lançamentos de imóveis de 1 dormitório em São Paulo em 2013 foram mais que o TRIPLO do recorde de 10 anos, assim como as vendas! Como conseguiram este “resultado”? Mais de 80% das vendas foram para investidores na planta, que planejavam alugar na entrega cobrando 0,60% do valor pago no imóvel por mês, sendo que já pagaram valor muito alto, sempre acima de R$ 10 K o M2. Houve uma propaganda super-intensa sobre melhorias no centro expandido da cidade, que nunca ocorreram nem irão acontecer, os sardinhas entraram em peso e agora estão recebendo estes imóveis e sem terem a menor condição de encontrarem alguém que alugue deles, provavelmente será MAIS UM dos MUITOS fatores que certamente levarão a nova explosão de DISTRATOS neste ano de 2016.

    A mágica acima não durou muito, já em 2014 e 2015, novas quedas em lançamentos, como já havia acontecido em 2012.

    O interessante é que a desproporção entre estoque e vendas nunca esteve tão elevada, apesar destas reduções sensíveis em lançamentos. Por que isto ocorre? Porque quando reduzem os lançamentos, diminuem também as vendas FALSAS na planta que dependem destes lançamentos (36 meses para diluir a entrada durante a construção, parcelinha fica “baratinha” e atrai muitos incautos que não tem renda para o crédito imobiliário) e ao mesmo tempo, as vendas brutas de uma forma geral não param de cair, graças a completa incompatibilidade entre preço de venda e renda das famílias, juntamente com a crise, tudo isto característica típica de qualquer bolha imobiliária.

    Sabem o que é pior? A desproporção entre estoque e vendas aumenta, mesmo com uma redução de 27% e 30% para o preço médio de imóveis de 1 e 2 dormitórios que representaram 80% das vendas, segundo dados do SECOVI SP, isto no último relatório publicado, que compara o resultado de janeiro/16 com janeiro/15. ATENÇÃO: estamos falando de preços PRATICADOS, NEGOCIADOS, FINAIS, não tem nenhuma relação com o Mundo de FANTASIA do FINGE ZAP ou “índices de bate-bapo furado” (do tipo: falei com uns amigos em São Paulo, eles não compraram nem venderam nenhum imóvel, mas por um ou outro anúncio do Zap Imóveis eles já tem certeza que não houve nenhuma queda de preços” – kkk). Em nenhuma bolha imobiliária do Mundo apuraram quedas de preços via ANÚNCIOS ou “índices de bate-papo furado”, isto é só uma completa ALIENAÇÃO da realidade…

    Falando agora sobre o total do Brasil:

    Os lançamentos em 2015 também alcançaram o menor patamar de todo o histórico. Apesar disto, subiu muito a desproporção entre estoque e vendas, que se encontra em patamar absolutamente anormal. Se não lançassem mais nada, as construtoras precisariam de mais de 2 anos para venderem o que tem em estoque, sendo que o ideal é 6 meses, o razoável até 9 meses, o máximo aceitável é 12 meses.

    Só de 10 construtoras com ações na BOVESPA, das 12 que analisei (2 não divulgam informação), tivemos mais de R$ 8,5 bilhões em distratos, o recorde de todos os tempos, muito acima dos R$ 6,05 bilhões de distratos de 2014 e este foi um dos grandes motivos para aumentar ainda mais a desproporção entre estoque e vendas.

    Claro que a queda das vendas brutas também prejudicou muito este resultado da desproporção entre estoque e vendas, assim como o agravamento da crise econômica, de novo o mesmo que aconteceu no caso de São Paulo.

    No caso do total do Brasil, observamos uma queda sensível em lançamentos em 2012 (mais de 40% de queda), seguida por uma estabilidade em 2013 e novas quedas sensíveis em 2014 e 2015 e mesmo com tudo isto e mais uma infinidade de promoções e reduções de preços reais pelas construtoras, ainda assim a desproporção entre estoque e vendas não para de cair.

    No Mundo dos SONHOS de alguns, não faz mal se se esta desproporção entre estoque e vendas faz com que as despesas cresçam sem parar e as receitas desabem, no Mundo do FAZ DE CONTA, “dinheiro é um mero detalhe”, assim como o agravamento da crise na economia, o volume absurdo de distratos, etc., para estes alienados, nada que venha do Mundo REAL faz sentido, por isto que precisam tão desesperadamente de “índices” como o FINGE ZAP ou o “índice de bate-papo furado”…

    5+
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    • Zé do Brejo 18 de abril de 2016 at 17:59

      CA,

      Você tem uma relação entre passivo imobiliário x poupança (investimentos) no Brasil?
      Estava conversando sobre isso com um amigo, comentei com ele que mesmo que o preços dos imóveis baixassem de preço 50% amanhã, ainda assim muita gente não conseguiria vender por que não exite dinehiro (reserva) suficiente disponível para comprar tudo.
      O que vc acha? Faz sentido essa linha de pensamento?

      Obrigado

      4+
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      • CA 18 de abril de 2016 at 20:05

        Zé do Brejo,

        É uma tese de difícil comprovação, pois você teria que analisar um grande número de variáveis de forma combinada, como por exemplo o saldo de FGTS de famílias que não tem imóvel ainda ou que já possuem e poderiam usar o FGTS para fazer um “upgrade” comprando um novo (ver próximo parágrafo), por exemplo, mais o quanto existe em aplicações financeiras, mas tentando identificar quem seriam os potenciais compradores de imóveis, versus os imóveis ofertados por construtoras mais investidores mais os tomados em leilão mais aqueles usados que são ofertados por proprietários que PRECISAM vender, dentre uma infinidade de outras variáveis…

        Muito do mercado tem se movido por trocas e complemento em dinheiro, mas o saldo é zero neste caso, você não muda a desproporção entre oferta e procura, no máximo muda a distorção de lugar, mas no todo não afeta em nada e também por este motivo fica difícil você chegar a uma conclusão quanto ao que você afirmou.

        O que podemos observar é que em algumas cidades e para determinados tipos de imóveis é bem possível que aconteça o que você diz, como no caso de imóveis de 3 e 4 dormitórios em São Paulo, imóveis do bairro Noroeste em Brasília onde preços já caíram 50% e super oferta não para de crescer, dentre outros casos. Em São Paulo, mesmo com queda de preço superior a 40% em termos nominais para usados, ainda assim as vendas continuaram caindo. Aliás este é um comportamento comum em toda bolha imobiliária.

        Não esquecer que em um determinado momento, as pessoas vão estar fugindo da opção de comprar imóvel por terem a firme convicção de que o preço vai baixar mais e vale a pena esperar, mas estes serão a minoria, a imensa maioria será composta daqueles que mesmo com redução de preços de 50% não poderão comprar, porque a crise se agravou, o crédito imobiliário secou e seu juros disparou junto com a inadimplência e assim por diante…

        4+
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        • Zé do Brejo 18 de abril de 2016 at 22:47

          Obrigado pela explicação. Entendi, realmente faz sentido.
          O que tentei alertar para o meu amigo foi que quando começar o despair, quando as pessoas se derem conta que não existe dinheiro suficiente para alimentar o mercado, então as pessoas entrarão em corrida pela venda, pois entenderão que a fonte de dinheiro já esgotou.
          Mas realmente é dificl chegar nessa conclusão através de números. Já pesquisei bastante sobre isso e não consegui encontrar.

          0
  • Dgvl 18 de abril de 2016 at 18:35

    Fiquei aflito ontem por não conseguir acessar o blog. Pensei até que o blog fosse coisa do PT, pois caíram juntos. rsrsrsrsrsrs

    5+
  • Burbuja 18 de abril de 2016 at 18:45

    Opinião:

    pessoa, já faz um tempo que venho tentando encerrar todo meu vínculo com a Caixa, faltava apenas o cartão de crédito, especialmente porque vou passar uma temporada fora do país e sei que não posso contar com eles caso dê algum problema. Tive meu Nubank aprovado hoje, com o limite de apenas 1.000,00. Minhas dúvidas são: quem aqui está usando, se queixa de alguma coisa? E demora pra aumentar o limite ou é coisa rápida? Recomendam fazer algo em especial, como muitas compras, ou é só questão de tempo? Obrigado!

    3+
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    • rogerio 18 de abril de 2016 at 23:18

      Tb recebi minha aprovação hoje, como está sendo a experiencia de quem ja usa?

      0
    • RecebendoJuros 19 de abril de 2016 at 00:20

      Tenho o meu a quase 1 ano. Comecei usando pouco e mesmo assim depois de 3 meses aumentaram o limite em uns 15%.
      Fiquei muito contente e desde então passei a usar bem mais na expectativa de novos aumentos de limite, porem não me voltaram a aumentar mais meu limite. 🙁

      0
    • bolhadetz 19 de abril de 2016 at 08:38

      Desde outubro usando. Por 2 meses fiz compras perto do limite inicial. Depois dobraram o limite, mas não uso.
      Em duas vezes frentistas passaram o cartão 2x achando que tinha dado erro. O sistema detectou e em 2 horas estava estornado. Só uso esse agora e aos demais da minha família também estão começando a usar. Como teste, já recarreguei créditos de celular em dobro no programa Mastercardsurpreenda e funcionou perfeitamente.
      Anuidades nunca mais.

      2+
    • fanfarraum 19 de abril de 2016 at 09:29

      Não precisa usar grandes valores, mas precisa usar o cartão pra aumentar o limite.
      Eu nunca deixei mais de 4k empenhado no cartão e minha maior fatura foi 2.597 e aumentei meu limite dessa maneira:

      Solicitei praticamente todos meses aumento de limite. Nem sempre rola. Sempre dou “bons” motivos (parcelamento de compra de móveis, viagem internacional, etc).

      abr/15 – 1.550 (inicial)
      jul/15 – 2.100
      jul/15 – 2.500
      set/15 – 3.000
      out/15 – 3.330
      nov/15 – 4.000
      dez/15 – 4.500
      fev/16 – 5.200
      mar/16 – 6.760
      abr/16 – 7.800

      1+
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      • fanfarraum 19 de abril de 2016 at 10:33

        Adicionado informação, nos 2 primeiros meses de uso eu pedi aumento e não rolou. Mas tinha usado bem pouco o cartão e só tinha pago uma fatura bem baixa (300 dilmas)

        0
  • Cajuzinha 18 de abril de 2016 at 22:13

    “RIO DE JANEIRO (Reuters) – O segmento econômico amenizou o forte recuo das vendas dos empreendimentos para a média e alta rendas da Gafisa no resultado consolidado da incorporadora no primeiro trimestre.

    De janeiro a março, as vendas contratadas do grupo somaram 333,3 milhões de reais, queda de 21,3 por cento ante mesma etapa de 2015. Na base sequencial, o recuo foi de 30,9 por cento.

    No segmento Gafisa (média e alta renda), o recuo anual foi de 63 por cento e no trimestral, de 73 por cento, a 66,842 milhões de reais.”

    http://m.extra.globo.com/noticias/economia/segmento-economico-ameniza-recuo-das-vendas-da-gafisa-no-1-tri-19120984.html

    1+
    • CA 19 de abril de 2016 at 07:27

      Cajuzinha,

      A frase mais realista seria:

      “A continuidade de forte volume de vendas FALSAS na planta para segmento econômico SIMULAM uma queda menos intensa das vendas totais”

      No caso da Gafisa, em 2012 o volume de distratos no segmento econômico foi tão elevado que em 2013 tiveram que suspender os lançamentos deste segmento e vender 70% da “galinha dos ovos de ouro” (segmento Alphaville) para conseguirem pagar as dívidas geradas e poderem voltar a pedalar com mais lançamentos e vendas falsas na planta a partir de 2014.

      Por que o segmento econômico é o preferencial para vendas falsas?

      Porque são as famílias mais humildes que não lêem os contratos, não consultam um advogado, confiam cegamente no que o corretor fala, não se informam sobre a situação da economia e disponibilidade do crédito imobiliário, não sabem do reajuste do INCC sobre todo o saldo devedor durante a construção, não fazem a menor idéia quanto a oferta e procura, preços versus renda, distratos e suas regras, não consultam o ReclameAqui, etc, etc, etc…

      4+
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  • Cajuzinha 18 de abril de 2016 at 22:14

    Temer já ouviu não de três convidados para o Ministério da Fazenda
    Dificuldades enfrentadas por Levy e Barbosa tornam o cargo “o mais indesejado”

    5+
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    • O Bancário 18 de abril de 2016 at 22:25

      Deus nos ajude a colocar o Armínio Fraga.
      Rumo a SELIC a 20% a.a!!!111

      5+
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      • FabianoSJC 19 de abril de 2016 at 10:01

        Arminio Fraga acabou de dizer que não aceita assumir a Fazenda ..

        1+
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    • CA 19 de abril de 2016 at 07:49

      Cajuzinha,

      Não existe milagre para recuperação da economia e todos os consultados sabem que o novo ministro da Fazenda terá que lutar contra tudo e contra todos para implantar medidas impopulares e absolutamente necessárias em pleno ano de eleições, com a certeza de um grande desgaste durante o processo e a grande probabilidade de fracasso por não obter o apoio político suficiente.

      O elefante na sala, que é a crise política, apenas começou a se deslocar para a porta de saída com o COMEÇO do processo de impeachment tendo sucesso, mas estes candidatos a ministro sabem que a euforia é passageira e logo alguém vai perceber que um elefante não passa por uma porta e que paredes terão que ser derrubadas. Em outras palavras, terão que lutar contra o “fogo amigo” do PMDB, daqueles que não querem perder votos com medidas impopulares, terão que lutar contra resistência ferrenha, populista e baixa daqueles que plantaram a crise (PT e aliados), sabem que existe o risco do TSE caçar o novo governo, da lava-jato incriminar os novos líderes e assim por diante.

      Eles também sabem que mesmo que consigam tirar o elefante da sala, ainda terão o bode, que é o desafio de equilíbrio fiscal em si, uma dura e difícil disciplina que exigirá forte empenho de todos os envolvidos, com margens de manobra extremamente limitadas.

      Sabem ainda que tem o cabrito na sala e que mesmo tirando o bode e o elefante, a destruição promovida pelo PT na Petrobras e no segmento petrolífero não irá se resolver e continuará ajudando a destruir a economia.

      Talvez até saibam que em paralelo a tudo isso ainda temos a explosão de uma bolha imobiliária, que como em todos os outros países onde ocorreu, sempre é MUITO destrutiva para economia.

      Sabendo de tudo isto, você entraria nesta operação kamikaze?

      11+
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  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 05:33

    Mensagem de Bom Dia!

    “— É um índice que não destoa dos demais, já há muitos meses estamos observando quedas. É uma crise nacional e não regional, tanto que todos os municípios apresentaram piora, o que se explica facilmente pela situação econômica que vivemos. Quando o país vai bem economicamente o mercado imobiliário vai melhor ainda e quando vai ruim o segmento tende a ir ainda pior. Portanto, pelo menos a curto prazo, não há previsão de recuperação — comenta o economista do FipeZap, Raoni Costa.”

    http://m.extra.globo.com/noticias/

    2+
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 05:38
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 06:03


    Segundo a empresa olímpica municipal, funcionários que trabalharam para uma das construtoras responsáveis pela obra fizeram uma manifestação para cobrar atrasados.

    A dívida da empresa Tecnosolo viria desde dezembro com trabalhadores que já atuaram no canteiro de obras. Alguns funcionários que ainda prestam serviço na obra do Velódromo prestaram solidariedade aos ex-companheiros de trabalho e a obra parou em parte da manhã desta segunda.”

    http://m.extra.globo.com/esporte/protesto-interrompe-parcialmente-trabalhos-na-obra-mais-atrasada-para-jogos-do-rio-19119429.html

    1+
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 07:41

    http://diariodocomercio.com.br/noticia.php?tit=bh_tem_queda_de_1,64_em_alugueis&id=168072 Se precisa copiar trecho de texto para uso privado, por favor logue-se como assinante.

    É muita cara de pau!

    1+
  • Cesar_DF 19 de abril de 2016 at 09:00

    Ano que vem deveria começar as entregas destes apartamentos de 18 m2 para os 80% de “investidores” kkkk
    Alguém tem notícia de SP?

    http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/10/30/construtora-lanca-apartamento-de-18m-por-r-270-mil-tendencia-e-o-aperto.htm

    5+
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    • Cesar_DF 19 de abril de 2016 at 10:52

      De olho nessa tendência, o portal imobiliário Properati.com.br listou os preços médios de microapartamentos com até 30 m² localizados nas principais capitais do País. Segundo o Properati, o preço médio do m² de um microapartamento é mais caro que o m² num imóvel convencional, com área acima dos 30m².

      Em São Paulo, a média do m² de um microapartamento é de R$ 11,5 mil, enquanto o de um apartamento normal custa R$ 8,8 mil. Já no Rio de Janeiro, o preço médio do m² de um imóvel compacto é de R$ 16,8 mil, ao passo que o de um imóvel convencional sai por R$ 10 mil. Em Belo Horizonte, a diferença é maior: o m² do microapartamento custa, em média, R$ 14,9 mil, enquanto o do apartamento sai pelo preço de R$ 5,5 mil.

      No comparativo com os imóveis anunciados pelos sites do Properati na Argentina e no México, somente o Brasil cobra mais caro pelo m² do microapartamento. Nesses países, a tendência de valor é inversa.

      http://www.businessreviewbrasil.com.br/assuntodedinheiro/1907/MICROAPARTAMENTOS-SEGUEM-COMO-TENDNCIA-NO-MERCADO-IMOBILIRIO

      1+
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 09:43

    “Mesmo com a ameaça de a presidente Dilma Rousseff ser afastada do cargo pelo Senado, a equipe
    econômica tem pronta uma longa lista de medidas que podem sair do papel, caso o governo decida
    partir para novos estímulos à economia ou mudanças mais estruturais antes da decisão do Congresso.
    As medidas estão divididas em quatro grandes linhas. As mais urgentes estão concentradas na área
    fiscal: a mudança da meta de superávit primário deste ano, a solução para a renegociação das dívidas
    de Estados e municípios e a aprovação do teto de gastos do governo. “É muito provável, pela situação da
    receita, que o governo seja obrigado a fazer um novo contingenciamento no fim de maio”, explica uma
    autoridade.
    Pela lei orçamentária em vigor, o governo é obrigado a fazer um superávit primário de R$ 24 bilhões,
    embora já tenha enviado ao Congresso um projeto que permite chegar a um déficit de R$ 96 bilhões este
    ano.
    Na área de crédito, a equipe econômica ainda conta com o efeito que a liberação, feita no início do ano,
    de R$ 83 bilhões terá sobre a economia. As discussões sobre mudanças nos compulsórios estão
    concentradas em micro e pequenas empresas, que podem ter mais recursos à disposição por meio de um
    aumento no direcionamento dos recursos dos compulsórios para o setor.
    O outro objetivo é facilitar as renegociações de dívidas, especialmente de empresas ligadas à
    infraestrutura, onde o governo considera permitir que parte dos compulsórios recolhidos possa ser usado
    para essas operações”

    http://www.valor.com.br/

    0
    • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 10:14

      “No trimestre de dezembro a fevereiro, foi vendido o equivalente a 18 por cento da oferta do período, queda de 4,3 pontos percentuais na comparação anual. De acordo com o índice que considera dados de 19 empresas, no ritmo recente, seriam necessários cerca de 16,6 meses para vender a oferta total.”

      0
      • CA 19 de abril de 2016 at 11:11

        Cajuzinha,

        Pelo levantamento que fiz com base nos dados ao final de 2015 de 12 construtoras com Ações na BOVESPA, elas tinham em estoque o equivalente a mais do que 24 meses de vendas, quando analisado estoque a valor de mercado dividido pelas vendas liquidas de distratos dos últimos 12 meses, que é o critério mais adequado para se avaliar.

        Segundo o critério usado no artigo acima, que é em unidades, temos uma visão ENGANOSA e ainda OTIMISTA quanto ao prazo de vendas, porque o que tem acontecido é que cada vez mais os imóveis mais caros estão ficando encalhados sem vender e o que eles conseguem vender são os imóveis mais baratos e ainda assim com grandes reduções de preços. Ao fazer a análise como consta no parágrafo anterior é que você entende que o buraco é ainda mais embaixo.

        Lembrando:

        O ideal é que o estoque em poder das construtoras seja o equivalente a 6 meses de vendas, o razoável é que esteja em torno de 9 meses, o máximo aceitável é 12 meses. Pela medição enganosa que colocaram, ainda assim levaria mais de 1 ano para conseguirem vender o estoque, olhando da forma mais adequada, mais de 2 anos. Apesar disto, na própria notícia informaram que tivemos aumento de 11% nos lançamentos no primeiro bimestre de 2016, isto para o total do Brasil. Já o SECOVI SP informou recentemente que em janeiro/2016 tivemos aumento superior a 78% nos lançamentos na cidade de São Paulo na comparação com mesmo mês de 2015. Em relatório recente de prévia operacional da Direcional, ela informou que teve um crescimento de mais de 400% nos lançamentos no 1T16 na comparação com o 1T15. Para todos estes, o estoque já estava absolutamente anormal antes deles terem feito o aumento de lançamentos e a distorção entre oferta e procura obviamente só piorou após isto.

        Por que aumentar esta distorção entre oferta e procura, se ela é altamente prejudicial e isto se aplica a qualquer segmento de negócio, pior ainda quando você tem produtos que são os mais caros de todos, como os imóveis? Qual o sentido de adotar ações para aumentar substancialmente a proporção do CUSTO (estoque) em relação a RECEITA recebida (vendas)?

        Olhando para o que consta no parágrafo anterior, não temos uma GRANDE incoerência, algo que não faz nenhum sentido, principalmente se observarmos que a crise financeira não para de piorar, assim como as dificuldades e custos para obtenção de crédito imobiliário não param de crescer?

        Volto a analogia que sempre faço: as montadoras ao verem os pátios lotados e até alugando outros pátios para colocarem os carros que estão produzindo, deveriam aumentar a produção de seus veículos??? É isto que elas fazem? Claro que não, o que elas fazem são reduções drásticas em produção, fechamento de unidades fabris, fechamento de concessionárias, lay-offs, PPE, PDV, demissões não voluntárias, reduções de turnos, etc., etc., etc…

        Qual o sentido então do mercado imobiliário se comportar como consta acima e da imprensa continuar FINGINDO que não percebe esta anomalia ABSURDA que está acontecendo?

        Continuam tentando PEDALAR com as vendas FALSAS na planta, como sempre tenho explicado (ver comentários anteriores neste tópico): é no lançamento que fica mais fácil fazer venda FALSA na planta. “Precisam” disto para mascarar o altíssimo e crescente volume de distratos vindos das vendas FALSAS do passado e que estão se concretizando agora, para FAZER DE CONTA que a queda não é tão relevante. Ao mesmo tempo, usam os novos lançamentos para baixarem os preços de forma mais discreta, sem entrar em confronto direto com aqueles investidores em imóveis que compraram na planta e no ato da entrega viram a construtora vendendo mais barato do que eles haviam pago, o que os leva a desistirem do negócio aumentando os distratos e alimentando o circulo vicioso de nossa bolha imobiliária. Com estas pedaladas, estão cavando um buraco cada vez mais fundo e obviamente cada vez mais insustentável, eles sabem disto, mas tentam protelar o máximo que podem.

        Até quando conseguirão sustentar o golpe acima? A imprensa ajuda ao máximo FINGINDO que não existem estas anomalias ABSURDAS, auxiliando com o FINGE ZAP, etc., afinal o setor imobiliário é grande anunciante (fonte de renda!), no entanto, o Mundo REAL está se manifestando, vendas FALSAS não geram receitas REAIS no volume que é necessário, crise se agravando, crédito imobiliário se complicando, distratos disparando, etc., ou seja, a ENTROPIA se manifestando de forma cada vez mais próxima, o espetáculo circense está próximo do fim, pelo meus cálculos o mais provável é que não irão conseguir sustentar esta pantomima até o segundo semestre de 2017, vamos acompanhar…

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  • FabianoSJC 19 de abril de 2016 at 10:15

    Pra fazer superávit primário tem que cortar tetas , ministérios e cargos comissionados, se contarmos governo federal , estados e municipios são 766 mil cargos comissionados. São 32 ministérios que geram um gasto de 215 bilhões por ano só em salários ( servidores temporarios , cargos comissionados e cargos efetivos ). Agora eu pergunto vai ?

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  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 10:51

    http://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2016/04/ibge-suspende-concurso-para-1409-vagas-temporarias.html

    “Censo foi suspenso por corte no orçamento.
    Quem se inscreveu será reembolsado, segundo o instituto.”

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  • Burbuja 19 de abril de 2016 at 13:45

    fanfarraum

    Adicionado informação, nos 2 primeiros meses de uso eu pedi aumento e não rolou. Mas tinha usado bem pouco o cartão e só tinha pago uma fatura bem baixa (300 dilmas)

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    Valeu pela informação precisa, cara! Tenho evitado usar cartão de crédito, mas ainda mantenho pra compras online, só que todo ano a caixa ameaça cobrar anuidade. Preciso de um limite de uns 4 mil pelo menos, pra poder comprar passagens aéreas, então acredito que em menos de 1 ano conseguirei atingir esse limite, voltando a usar bastante o cartão e mantendo o dinheiro na conta corrente. Valeu!

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