Estoque de imóveis no Brasil sobe a 111,3 mil unidades em fevereiro, diz Abrainc – Extra

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Comments
  • CA 19 de abril de 2016 at 11:19

    Sobre o tópico:
    Pelo levantamento que fiz com base nos dados ao final de 2015 de 12 construtoras com Ações na BOVESPA, elas tinham em estoque o equivalente a mais do que 24 meses de vendas, quando analisado estoque a valor de mercado dividido pelas vendas liquidas de distratos dos últimos 12 meses, que é o critério mais adequado para se avaliar.

    Segundo o critério usado no artigo acima, que é em unidades, temos uma visão ENGANOSA e ainda OTIMISTA quanto ao prazo de vendas, porque o que tem acontecido é que cada vez mais os imóveis mais caros estão ficando encalhados sem vender e o que eles conseguem vender são os imóveis mais baratos e ainda assim com grandes reduções de preços. Ao fazer a análise como consta no parágrafo anterior é que você entende que o buraco é ainda mais embaixo.

    Lembrando:

    O ideal é que o estoque em poder das construtoras seja o equivalente a 6 meses de vendas, o razoável é que esteja em torno de 9 meses, o máximo aceitável é 12 meses. Pela medição enganosa que colocaram, ainda assim levaria mais de 1 ano para conseguirem vender o estoque, olhando da forma mais adequada, mais de 2 anos. Apesar disto, na própria notícia informaram que tivemos aumento de 11% nos lançamentos no primeiro bimestre de 2016, isto para o total do Brasil. Já o SECOVI SP informou recentemente que em janeiro/2016 tivemos aumento superior a 78% nos lançamentos na cidade de São Paulo na comparação com mesmo mês de 2015. Em relatório recente de prévia operacional da Direcional, ela informou que teve um crescimento de mais de 400% nos lançamentos no 1T16 na comparação com o 1T15. Para todos estes, o estoque já estava absolutamente anormal antes deles terem feito o aumento de lançamentos e a distorção entre oferta e procura obviamente só piorou após isto.

    Por que aumentar esta distorção entre oferta e procura, se ela é altamente prejudicial e isto se aplica a qualquer segmento de negócio, pior ainda quando você tem produtos que são os mais caros de todos, como os imóveis? Qual o sentido de adotar ações para aumentar substancialmente a proporção do CUSTO (estoque) em relação a RECEITA recebida (vendas)?

    Olhando para o que consta no parágrafo anterior, não temos uma GRANDE incoerência, algo que não faz nenhum sentido, principalmente se observarmos que a crise financeira não para de piorar, assim como as dificuldades e custos para obtenção de crédito imobiliário não param de crescer?

    Volto a analogia que sempre faço: as montadoras ao verem os pátios lotados e até alugando outros pátios para colocarem os carros que estão produzindo, deveriam aumentar a produção de seus veículos??? É isto que elas fazem? Claro que não, o que elas fazem são reduções drásticas em produção, fechamento de unidades fabris, fechamento de concessionárias, lay-offs, PPE, PDV, demissões não voluntárias, reduções de turnos, etc., etc., etc…

    Qual o sentido então do mercado imobiliário se comportar como consta acima e da imprensa continuar FINGINDO que não percebe esta anomalia ABSURDA que está acontecendo?

    Continuam tentando PEDALAR com as vendas FALSAS na planta, como sempre tenho explicado (ver comentários anteriores neste tópico): é no lançamento que fica mais fácil fazer venda FALSA na planta. “Precisam” disto para mascarar o altíssimo e crescente volume de distratos vindos das vendas FALSAS do passado e que estão se concretizando agora, para FAZER DE CONTA que a queda não é tão relevante. Ao mesmo tempo, usam os novos lançamentos para baixarem os preços de forma mais discreta, sem entrar em confronto direto com aqueles investidores em imóveis que compraram na planta e no ato da entrega viram a construtora vendendo mais barato do que eles haviam pago, o que os leva a desistirem do negócio aumentando os distratos e alimentando o circulo vicioso de nossa bolha imobiliária. Com estas pedaladas, estão cavando um buraco cada vez mais fundo e obviamente cada vez mais insustentável, eles sabem disto, mas tentam protelar o máximo que podem.

    Até quando conseguirão sustentar o golpe acima? A imprensa ajuda ao máximo FINGINDO que não existem estas anomalias ABSURDAS, auxiliando com o FINGE ZAP, etc., afinal o setor imobiliário é grande anunciante (fonte de renda!), no entanto, o Mundo REAL está se manifestando, vendas FALSAS não geram receitas REAIS no volume que é necessário, crise se agravando, crédito imobiliário se complicando, distratos disparando, etc., ou seja, a ENTROPIA se manifestando de forma cada vez mais próxima, o espetáculo circense está próximo do fim, pelo meus cálculos o mais provável é que não irão conseguir sustentar esta pantomima até o segundo semestre de 2017, vamos acompanhar…

    28+
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    • Death 19 de abril de 2016 at 12:09

      Caro CA, é provável uma redução nominal de valores anunciados de imóveis em cidades do interior? Digo, locais com menos especulação e aumentos mas que também estão paralisados nas vendas.

      SDS

      5+
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      • CA 19 de abril de 2016 at 12:38

        Death,

        Segue exemplo pratico – vejamos algumas informações sobre o mercado imobiliário de SJC:

        http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/05/preco-dos-imoveis-cai-25-em-sao-jose-em-dois-anos-revela-creci.html

        Trechos do link acima, que é de maio/2013:

        Trecho 1: “Preço dos imóveis cai 25% em São José em dois anos, revela Creci”

        Trecho 2: “Valor máximo de apartamento de luxo caiu de R$ 530 mil para R$ 400 mil.

        Pesquisa leva em consideração os negócios fechados no mercado.”

        Trecho 3: “Segundo o coordenador de pesquisa do Creci no Vale, André Turci, a tendência é o que o valor continue a cair.”

        http://www.reclameaqui.com.br/6948247/alphaville-urbanismo/alphaville-sao-jose-dos-campos/

        Trecho do link acima, de novembro/2013

        “O alphaville Sao Jose dos Campos me vendeu lotes por 720,00 o metro. Mas “queima”lotes ate hoje por 650,00 o metro. O Lancamento foi em Outubro de 2011 …se colocamos a inflacao deveria estar no minimo a 740 o metro.”

        http://www.digitalflip.com.br/ovale/flip/Classificados/01024%3D07-07-2013/44.PDF

        Trecho do link acima, de julho/2013:“São José tem aumento de 300% na locação”

        http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2014/09/valor-do-aluguel-de-imoveis-cai-em-sao-jose-dos-campos-sp.html

        Trecho do link acima, de setembro/2014:

        “Levantamento aponta queda entre 8 e 10% no valor do aluguel”

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        • CA 19 de abril de 2016 at 12:42

          Resumindo, a resposta é sim e isso já vem acontecendo há anos. A bolha se espalhou por todos os cantos e sua explosão ocorrerá em todos os lugares também.

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          • DRN 19 de abril de 2016 at 15:18

            “Pelo levantamento que fiz com base nos dados ao final de 2015 de 12 construtoras com Ações na BOVESPA, elas tinham em estoque o equivalente a mais do que 24 meses de vendas (…)”.

            CA, seria interessante calcular a velocidade de aumento do estoque. Algo do tipo: em x meses o estoque aumenta y meses de venda.

            0
            • CA 19 de abril de 2016 at 17:28

              DRN,

              Os dados que tenho compilado sobre as 12 construtoras quanto a evolução da velocidade de vendas são os seguintes (aproveito para relacionar com evolução dos distratos):

              OBS: tivemos alguns tópicos em que coloquei gráficos com evolução, mas estão desatualizados.

              2007: estoque equivale a 10 meses de vendas, distratos irrelevantes.
              2008: estoque equivale a 11 meses de vendas, distratos irrelevantes.
              2009: estoque equivale a 10 meses de vendas, distratos irrelevantes.
              2010: estoque equivale a 9 meses de vendas, distratos irrelevantes.
              2011: estoque equivale a 11 meses de vendas, distratos começam a ser anormais, superando R$ 2 bilhões.
              2012: estoque equivale a 16 meses de vendas, distratos mais do que dobram em relação a número anormal de 2011 e superam os R$ 5 bi.
              2013: estoque equivale a 17 meses de vendas, distratos continuam entre R$ 5 bi e R$ 6 bi.
              2014: estoque equivale a 21 meses de vendas, distratos superam os R$ 6 bi.
              2015: estoque equivale a 25 meses de vendas, distratos superam os R$ 8,5 bi.

              Como podemos observar, não existe um crescimento “linear”, que possa indicar de forma precisa o quanto a desproporção entre estoque e vendas irá subir de um ano para o outro, até porque existem causas muito específicas em cada ano, sendo que está muito claro que a anormalidade entre oferta e procura está diretamente relacionada com a evolução dos DISTRATOS.

              O que podemos avaliar é o seguinte:

              Sobre o passado:

              O estoque se tornou anormal em proporção à vendas em 2012, porque os distratos dispararam naquele ano. Isto ocorreu porque o grande volume de vendas FALSAS na planta ocorreu em 2009, ano da crise mundial (efeito do subprime americano), mas em que a construção civil se saiu “surpreendentemente bem” (via vendas FALSAS na planta). Como demora 3 anos entre lançamento e entrega, o volume recorde de vendas FALSAS na planta de 2009 se tornou o aumento absurdo de distratos em 2012.

              Em 2013, ficou quase estável na desproporção entre estoque e vendas, pois as medidas heterodoxas do governo de baixar a SELIC na marra em out/12, mais forçarem a barra para BB e CEF fornecerem crédito imobiliário farto e o mais barato possível ajudaram a conter uma queda mais acentuada de vendas. Colaborou também que no caso de São Paulo, dispararam com vendas de 1 dormitório para investidores, onde muitas delas tendem a virar distrato na entrega em 2016 (pedalaram forte em 2013).

              Em 2014, já sentindo o efeito da forte desaceleração na economia, onde as ações apelativas do Governo e das construtoras já perdiam força, com juros SELIC maior, menor crescimento de verba de poupança para subsidiar empréstimos baratos, etc., combinado com maior número de vendas falsas na planta em 2011 que foram feitas para mascarar os distratos de vendas falsas que começaram a aparecer naquela época, fizeram com que o volume de distratos em 2014 tivesse novo crescimento.

              No ano de 2015, o aumento mais relevante nos distratos com consequente nova disparada na distorção entre oferta e procura, se deveu por um lado no início da crise com inflação, desemprego e endividamento das famílias aumentando cada vez mais e por outro, na combinação entre saques relevantes da poupança (mais de R$ 50 bi) que forçaram aumento de juros do crédito imobiliário e um volume de entregas vindas de lançamentos de 2012, sendo que em 2012 dispararam com as vendas falsas na planta exatamente para esconderem os distratos das vendas falsas no passado (ver acima).

              Agora em 2016 temos todos os motivos para acreditarmos em novos aumentos relevantes de distratos e na desproporção entre estoque e vendas, pois algumas construtoras estão pedalando com aumento em lançamentos, temos as entregas referentes à mega especulação de São Paulo em 2013 que devem gerar muitos distratos e somado a isto, a sangria da poupança está ocorrendo com o dobro da velocidade de 2015, enquanto a crise na economia continua se agravando e junto com ela aumentando as dívidas e inadimplência das famílias.

              Em tempo: não dá para fazer grafismo com a nossa bolha imobiliária, é necessário uma análise de contexto, como a que consta acima. Projeções baseadas em crescimentos lineares não são aplicáveis. Poderíamos até INFERIR que o mais provável é que tenhamos um crescimento de mais 4 meses no prazo para vender estoques em 2016, baseado na variação de 2013 para 2014 e de 2014 para 2015 que foi neste patamar, no entanto seria uma estimativa simplista frente ao número de variáveis que mencionei no parágrafo anterior.

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    • Cesar_DF 19 de abril de 2016 at 15:08

      CA
      O SECOVI DF produz relatórios de acompanhamento dos imóveis para venda e locação de seus associados.
      Normalmente eles soltam o relatório 20 dias depois do fechamento do mês, desta forma de janeiro/2016 eles soltaria lá por 20 de fevereiro.
      Estamos no final de abril e ainda não soltaram o relatório de janeiro, somente o relatório “comercial” que é mais curto.
      Partiram para “esconder o jogo” simplesmente não publicando mais os relatórios

      http://www.secovidf.com.br/novoportal/index.php/boletim-imobiliario/arquivos-2016
      http://www.secovidf.com.br/novoportal/index.php/boletim-imobiliario/arquivos-2015

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      • CA 19 de abril de 2016 at 17:34

        Cesar_DF,

        Vi algo similar com os dados da ADEMI/RJ referente ao segmento imobiliário, que antes eram públicos e agora possuem acesso restrito. CRECI SP e SECOVI SP também atrasam os relatórios quando os resultados são desfavoráveis e tiveram até meses em que deixaram de publicar.

        O segmento imobiliário se comporta de forma análoga ao governo: esconde todos os esqueletos que puder no armário, pedala, maquia as informações, pratica a desinformação de forma mega intensiva, tem plena consciência do tamanho do buraco, mas finge o tempo inteiro que os problemas não existem, com isto, ampliando os efeitos destrutivos no FUTURO PRÓXIMO. É o famoso “abraço dos afogados” entre governo e construção civil, que criaram a bolha em conjunto e estão morrendo juntos…

        6+
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  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 11:23

    3 Suites – Mansão Portal do Farol
    Inserido em: 15 Abril 16:37.
    Aluguel: R$3.200 –

    http://se.olx.com.br/sergipe/imoveis/3-suites-mansao-portal-do-farol-142016295

    Apartamento na Beira Mar -Portal do Farol (ANÚNCIO DE EMPRESA)
    Inserido em: 16 Abril 12:09.
    Preço: R$945.000

    http://se.olx.com.br/sergipe/imoveis/apartamento-na-beira-mar-portal-do-farol-184557183?xtmc=portal+do+farol&xtnp=1&xtcr=14

    2+
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  • guiguigoiano 19 de abril de 2016 at 11:37

    CVR ILAC21
    Sábado, dia antes da votação do impeachment, saí ao supermercado (atacadão) para comprar umas Antartica Originais…
    Passamos pelos bairros Parque Amazonia, Parque Cascavel, Faiçalville, e ficamos espantados com o ILAC21
    Enfim, sugiro mudar o acrônimo de Índice de Luzes Acesas às 21h pra Índices de Luzes Acesas em 21%. kkkkkkkkk.
    A bolha vai fazer PLOC sim, “duma vez”.

    8+
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    • Zé do Brejo 19 de abril de 2016 at 12:13

      Semana passada fui visitar amigo num desses condominios “novos” (2 anos que já foi entregue) e o que reparei foi que a taxa de ocupação não chega 30%.
      A coisa está feia e vai piorar muito ainda. Estamos apenas na ponta do iceberg.

      10+
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    • Cesar_DF 19 de abril de 2016 at 15:11

      Em Águas Claras, na Rua das Figueiras
      Dois prédios, o entregue a 1 ano um ILAC21 de 20% e o outro entregue ha 3 meses com ILAC21 de 10%

      3+
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  • Veigalex 19 de abril de 2016 at 12:30

    Nubank é excelente.. Funciona perfeitamente. Atendimento via chat é fantástico. Roxinho opressor!

    11+
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    • MINEIRO SPY 19 de abril de 2016 at 12:40

      Verdade! Mas parece q pararam de emitir Platinum…agora só Gold. Mesmo assim, sem anuidade, vale a pena.

      2+
  • Ogami 19 de abril de 2016 at 12:46

    Pior é ver um monte de apartamentos e sobradinhos (daqueles colados um no outro) para locação e ao solicitar um desconto, o propriotário reagir como se fosse xingado.
    Preferem deixar vazio com a esperança que chegue um tonto ou que em um passe de mágica a situação econômica melhore.
    Continuo na saga para alugar.

    14+
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  • Alemon Fritz 19 de abril de 2016 at 13:07

    se cada investimento desse do tópico custar apenas 100k teremos
    B$ 11.100.000.000,00 bolivares bananenses, nem sei falar quanto dá…

    3+
  • MINEIRO SPY 19 de abril de 2016 at 13:37

    Para quem é de BH…preço do all inclusive de ap na Savassi, Lourdes e Funcionários…R$ 32 m2.
    Somente aluguel por 19 a 22 dilmas o m2. Uma queda e tanto. Para imóveis que superam os R$ 25 m², encalham forte, forte, forte.
    Benefícios…comer em casa, não pagar estacionamento nem gasolina, reduzir seguro e ganhar 50 min ao dia. Quanto vale uma hora livre por dia ou 20 a 23h por mês?

    5+
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    • Cesar_DF 19 de abril de 2016 at 15:12

      Já tem um monte de apartamentos em Águas Claras – DF por R$ 15 / m2

      0
      • MINEIRO SPY 19 de abril de 2016 at 15:15

        Só que Aguas Claras está loooonge de ser um dos melhores locais para se morar em bsb.
        Funcionários, Lourdes e Savassi estão entre os menos ruins, algo como as melhores quadras da Asa Sul e Asa Norte.

        2+
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    • Avestruz que te seduz 19 de abril de 2016 at 15:49

      Como assim all inclusive? Você tem o link de um para exemplificar?

      2+
      • MINEIRO SPY 20 de abril de 2016 at 09:31

        All Inclusive…condo+aluguel+iptu

        0
  • Alemon Fritz 19 de abril de 2016 at 13:47

    111k imóveis de apenas 19 empresas!!! pra serem vendidos em 2 anos, imagina o resto,… os usados, os de praia e sítio, os abandonados, os vazios,…

    3+
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  • wade 19 de abril de 2016 at 14:12

    Pessoal, só pra adicionar mais aos exemplos de aluguel. Na capital de SP tem um condomínio que estava 1500 em 2014. Tem anúncios hoje dele por 1.100,00 e condomínio R$ 350. Dos poucos imóveis que vejo de vez em quando como termômetro e plano B (já que me mudo muito dentro da cidade pelo trabalho), não lembro de nenhum subindo. Todos mantiveram o preço ou baixaram. Em alguns casos, está custando para serem alugados.

    Em Blumenau tive a impressão de uma breve disparada no início do ano, mas já estou vendo voltando aos valores anteriores, em alguns casos os mesmo valores que eu via em meados de 2013. Estou vendo alguns aluguéis subindo, mas são de valores mais altos, acima de R$ 1.000,00, e quase tudo parecem ser de prédios novos. Dá pra palpitar que são novos donos contando com o valor de aluguel que imaginavam anos atrás.

    Enquanto isso, no prédio onde moro aluguel não sobe desde final de 2014, talvez antes até. Apenas um subiu, porque o dono fez melhorias. Este e mais um estão vazios, e não recebe visitas desde fevereiro (fonte: zelador responsável por receber as visitas).

    Seja como for, estou bem surpreso com essa baixa persistente e relativamente rápida (considerando-se a inflação) de aluguel. Alguém sabe explicar porque o aluguel está acomodando mais rápido que venda? CA?

    3+
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    • mestre dos magos 19 de abril de 2016 at 16:10

      Percebi um aumento dos valores dos alugueis logo após o carnaval em Blumenau. E tem vários a mais de 6 meses parados, e o dono nada de dar uma baixadinha no preço. Fiz umas propostas de R$150,00 a menos do pedido e fui ignorado totalmente.

      Eu tinha incentivado um colega a vender o ap dele no Jardim Blumenau, condomínio bolhudaço, cheio de xoxotecas, e com custo de R$750/mês. Acho um absurdo um valor deste de condomínio. Ele começou a pensar em anunciar para vender, mas desistiu. Foi conversar com um dono de uma grande imobiliária da região, e o corretor falou que Blumenau os valores vão cair, mas vai ser uma queda bem pequena, que na cidade não tem construtoras alavancadas com financiamentos, a maioria constrói com dinheiro próprio, ou financiamento direto com o futuro comprador. Disse que aqui não vai ter quedas grandes que nem os outros grandes centros, pois as construtoras não precisam desovar para fazer $$ e quitar dividas. Meu colega caiu no papo e vai ficar de boa sem vender o ap dele. Tento argumentar, mas é difícil, pois o outro interlocutor é especialista na área hehehehe.

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  • L.A. 19 de abril de 2016 at 14:28

    Imóvel nunca baixa de preço, mesmo que perto da inflação não seja nada.

    Destaques: Fevereiro de 2016 – Comercialização/Análise Quinquenal
    Análise Quinquenal

    Quando comparamos Fevereiro/2016 com Fevereiro/2011 (ano base), obtemos uma variação na quantidade amostral total de ofertas de 133,66%, sendo observado um crescimento de 135,20% na oferta de imóveis residenciais e 98,82% entre os imóveis comerciais. Com relação ao preço médio do m2 residencial, nos últimos 60 meses (Março/2011 a Fevereiro/2016), o aumento chegou a 71,07%. No mesmo período, o INCC-M (FGV) variou 42,78%.

    • Em torno de 23% dos imóveis usados para venda são apartamentos de 2 dormitórios;
    • As ofertas em Fevereiro/2016 foram 4,08% maiores que a média dos últimos 12 meses fechada em Janeiro/2016;
    • Segundo a amostra, Centro Histórico, Petrópolis, Sarandi, Menino Deus e Jardim Itu-Sabará detêm 24,51% das ofertas totais para venda de usados na capital;
    • Comparando-se o preço de venda médio por m2 de apartamentos de 1 a 3 dormitórios, por área privativa, nos últimos 12 meses em relação aos preços pedidos para locação, observa-se uma relação de 0,45% para os de 1 dormitório, 0,49% nos de 2 dormitórios e 0,46% nos de 3 dormitórios;
    • Nos últimos 12 meses, o preço médio do m2 para comercialização subiu 1,19%, enquanto que o INCC-M alcançou 6,84%;
    • Nos últimos meses, nota-se grande quantidade de imóveis mobiliados e semimobiliados. Na comparação Fevereiro/2016 com Fevereiro/2011, os mobiliados aumentaram 315,79% e os semimobiliados 233,52%.

    Fonte: Departamento de Economia e Estatística – Sistema Secovi/RS

    1+
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 14:37

    19/04/2016 13h50 – Atualizado em 19/04/2016 13h53
    Preço médio do m² em Manaus reduz 4,7% e vendas de imóveis crescem
    Valor caiu R$ 224,99 no comparativo com preço do m² de fevereiro.
    Em março, 310 imóveis foram comercializados na capital do Amazonas.

    1+
    • Ilusionista 19 de abril de 2016 at 15:32

      resumindo
      1 – juros a 900% a.a.
      2 – a incidência é maior ainda entre as famílias com renda mais alta Classes A e B.
      3 – entre os negativados que contrataram esses empréstimos, um terço nem pesquisou taxas de juros antes. E ainda: 30% nem foram informados sobre os juros na hora da contratação.
      4-) acreditou em corvo e atendente de financeira
      “andorinha que vai na onda de morcego corre o risco de acordar de cabeça para baixo”

      3+
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  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 15:25

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk “É a economia, Querida!”

    “Segundo a petista, se crise econômica fosse argumento para destituir presidentes da República, “não teria um único presidente nos países desenvolvidos” que sobrevivesse à profunda crise econômica que se espalhou pelo mundo após o estouro da bolha imobiliária nos Estados Unidos em 2008.”

    “”Como se eu fosse responsável pelo fim do superciclo das commodities, pela brutal crise que afetou, a partir de 2009, os países desenvolvidos, como se no resto do mundo essas dificuldades não tenham sido enfrentadas em até escala muito maior”, disse a presidente aos correspondentes.”

    http://g1.globo.com/politica/processo-de-impeachment-de-dilma/noticia/2016/04/brasil-tem-veio-golpista-adormecido-diz-dilma-jornais-estrangeiros.html

    1+
    • DRN 19 de abril de 2016 at 15:31

      Ela é responsável pela:

      – quebra da petrob0sta;
      – empréstimos subsidiados do bolsa-rico (BNDES)
      – prejuízos bilionários dos swaps cambiais
      – prejuízos sem precedentes dos fundos de pensão
      – corrupção em cada canto do estado, com prejuízo para TODOS os serviços públicos
      – inflação e perda de poder de compra da moeda
      – desemprego recorde
      – 60 mil mortes violentas por ano no braseco (fora acidentes de trânsito)
      – maior dívida pública interna da história recente

      Selo JOINHA para essa COMUNISTA, que adora discursar na frente da imagem do Lenin, um dos maiores assassinos da humanidade.

      9+
      • Investidor de oz 19 de abril de 2016 at 16:50

        “60 mil mortes violentas por ano no braseco (fora acidentes de trânsito)”
        Então são 166,666 vítimas da violência por dia.
        Chora EI.

        2+
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 15:27

    19/04/2016 12h44 – Atualizado em 19/04/2016 15h01
    SP gastou mais de R$ 145 milhões com supersalários dos servidores
    Mais de 5 mil funcionários públicos ganham mais que o governador Alckmin.
    Série do SPTV mostra como é calculado o salário dos servidores.

    6+
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    • DRN 19 de abril de 2016 at 15:36

      Carrapatos difíceis de arrancar.

      5+
    • Rampion 19 de abril de 2016 at 16:55

      Na minha opinião qualquer um poderia ganhar mais do que o Alckmin. Ô cara inútil!

      5+
      • tmarabo 20 de abril de 2016 at 09:36

        tirando todos os outros ele é o pior.
        não adianta apenas idealizar como “deveria ser” um governante, tem que ver quais as opções que se teria ao alckimin.

        1+
    • Master Yi 19 de abril de 2016 at 18:46

      Não se enganem, o salário de um governador não é “apenas” aquele valor divulgado nos sites de transparência.

      2+
      • tmarabo 20 de abril de 2016 at 09:35

        sim, mas é este valor divulgado que serve como teto para dos demais servidores.

        0
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 15:45

    “A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira (19) um aumento nas tarifas das distribuidoras Companhia Energética do Rio Grande do Norte, Companhia Energética do Ceará, Coelba -da Bahia-, e Energisa Distribuidora de Energia -de Sergipe.

    Os novos valores serão aplicados a partir de sexta-feira (22). ”

    http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/04/19/sergipe-bahia-ceara-e-rio-grande-do-norte-terao-alta-na-conta-de-luz.htm

    2+
  • Lucas 19 de abril de 2016 at 16:01

    ERREI FEIO
    disse certa vez que o auge dos estoque seria em 2015, que nada, será mais pra frente, talvez agora em 2016, talvez só em 2017

    Está sendo o maior estouro imobiliário da galáxia

    Segundo a pesquisa CRECI SP – capital disponível em
    http://www.crecisp.gov.br/pesquisas/pesquisa.asp

    – as quedas chegaram a acumular 25% negativos entre fins de 2012 e 2014
    – as quedas acumularam 45% negativo entre fev15 e fev16

    Estimativas populacionais e de demanda realizadas por mim e pelo CA:
    – somando com os estoques de usados + distratos podemos ter de 5 a 10 anos de estoques.
    – continuando a estagnação populacional e o atual ritmo de população os estoques continuarão aumentando
    = existe a grande possibilidade de termos estoques contratados que jamais serão consumidos pela demanda futura

    Isto significa que para o mercado se reequilibrar haverá destruição de estoques:
    – aqueles imóveis de menor rentabilidade serão simplesmente abandonados
    – veremos bairros inteiros em decadência
    – veremos condomínios inteiros se encortiçando

    Pra entender esse fenômeno vcs precisam relembrar o que foi SP na década de 80, o centro antigo se favelizando, os puteirões verticais.

    27+
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    • Lucas 19 de abril de 2016 at 16:04

      um pequeno video ilustrando o que digo

      Campos eliseos (champs elisê, inspirado em Paris)
      do luxo ao lixo
      da nobreza à cracolandia

      ‘https://www.youtube.com/watch?v=yNugiu0W2TU

      9+
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      • DRN 19 de abril de 2016 at 16:18

        Concordo.

        Quem morou na Avenida São João sabe ver muito bem isso. Região nobre que virou lixo.

        4+
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      • wade 19 de abril de 2016 at 17:37

        Velho(sem trocadilho), gostei muito desse video, muito obrigado.

        Agora, se ao menos tivesse algum sobre o Rio de Janeiro… Eu tenho minhas teorias, mas sem muitos estudos profundos.

        2+
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    • DRN 19 de abril de 2016 at 16:11

      São Paulo capital é coisa para maluco, quem que fazer o pé de meia ou quem é muito rico.

      A vida boa está no interior de São Paulo.

      9+
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      • DRN 19 de abril de 2016 at 16:12

        Muito rico para mim é renda garantida acima de 100k mensais.

        4+
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        • O Bancário 19 de abril de 2016 at 18:43

          Muito rico pra mim é quem gasta isso de cartão de crédito por mês.
          100k de renda mensal é pouco.
          É sábido que a renda média dos bolhistas é 20k. kkkkkk

          4+
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          • Awulll 20 de abril de 2016 at 09:59

            Sou a cauda da esquerda então, não chego nem a 5k, rs.

            0
    • Cesar_DF 20 de abril de 2016 at 07:25

      Lucas
      Além dos imóveis que foram construídos, tem muitos que estão sendo desocupados para retornarem a casa dos pais, fazendo um puxadinho ou amigos se reunindo para alugar um imóvel maior, além disso a crise financeira força o adiamento de casamentos e divórcios.

      1+
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  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 16:11

    Sabido….. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    “PACOTE DE TEMER PREVÊ ATÉ REAJUSTE PARA O BOLSA FAMÍLIA
    Publicado em 19/04/2016 – 11:29 Vicente NunesSem categoria
    PAULO SILVA PINTO E ROSANA HESSEL

    Daqui a pouco menos de um mês, deverá começar um novo governo no país, sob a liderança do hoje vice-presidente da República, Michel Temer, que já trabalha nas primeiras medidas econômicas e na área social. O foco inicial é o ajuste das contas públicas — item essencial para que a nova administração consiga ao menos manter a cabeça fora da água. No entanto, programas como o Bolsa Família devem ter reajuste para compensar a disparada da inflação e assegurar apoio da população.

    Temer tem conversado com vários economistas que ajudaram a elaborar o programa “Uma ponte para o futuro”, divulgado no início do ano pelo PMDB, cujo âmago é “construir uma trajetória de equilíbrio fiscal”. A aprovação da Desvinculação das Receitas da União (DRU) é fundamental em um Orçamento em que 92% das despesas são obrigatórias.”

    http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/pacote-de-temer-preve-ate-reajuste-para-o-bolsa-familia/

    4+
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  • DRN 19 de abril de 2016 at 16:15

    Esses números dão o quadro CLARO do desafio que será diminuir o gasto do estado bananense:

    “O Brasil está diante de um quadro dramático. Vejamos alguns números: a despesa primária da União era de 13,7% do PIB em 1991 e alcançou 22,5% do PIB em 2014; o superávit primário consolidado cedeu de 3,0% do PIB, em 2011, para um déficit de 0,5% do PIB, nos últimos 12 meses completados em setembro de 2015; a despesa do INSS evoluiu de 2,5% do PIB em 1988 (ano da nova Constituição) para uma estimativa de quase 7,5% do PIB no ano em curso; e a dívida bruta do governo geral deu um salto, de 51% do PIB em 2011 para 66% do PIB de acordo com a última informação disponível”.

    -http://www.institutomillenium.org.br/artigos/fabio-giambiagi-critica-irresponsabilidade-governo-da-oposio-leia/

    Recomendo o site.

    4+
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    • DRN 19 de abril de 2016 at 16:15

      Falo para meus sogros que aposentado com 50-55 anos é animal em extinção, que nunca mais veremos isso e eles dão risada.

      14+
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      • DRN 19 de abril de 2016 at 16:16

        Eles já estão uns 10 anos pendurados no INSS.

        7+
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      • wade 19 de abril de 2016 at 16:30

        Comigo acontece o contrário. Acho que com todos os idosos que converso (acho que só converso com idosos, na verdade… Enfim), todos eles são muito convictos que em nossa geração(tenho 36), ai daqueles que contarem com previdência.

        6+
      • Master Yi 19 de abril de 2016 at 18:55

        Tenho 26 anos, minha opinião: não existirá aposentadoria para minha geração. Tal benesse se limitará aos trabalhos que exijam esforço físico, insalubres etc. A grande maioria trabalhará até que um médico perito apresente um atestado se incapacidade laboral kkkk

        12+
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        • tmarabo 20 de abril de 2016 at 09:40

          que é o “correto”, que é a ideia original de seguridade social.
          se aposentar pra “curtir a vida” é a maior deturpação social e o maior mecanismo de concentraçaõ de renda que já inventaram. depois não sabem por que o brasil é tão desigual.

          3+
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    • Cesar_DF 20 de abril de 2016 at 07:32

      Déficit da Previdência Social vem de benefícios rurais
      Nos anos 90, houve esta iniciativa de pagar o benefício para trabalhadores rurais que não contribuíram. Foi uma decisão de cunho social, está certo, mas gerou o déficit”, diz Araújo. Em 2014, o déficit da Previdência foi de R$ 58 bilhões, sendo que no meio urbano o superávit previdenciário foi de R$ 25,88 bilhões e o déficit rural chegou a quase R$ 84 bilhões. A diferença é paga pelo Tesouro Nacional.

      0
      • tmarabo 20 de abril de 2016 at 09:41

        sim, ainda deixam as pessoas acumularem aposentadoria rural com pensão rural etc. etc.
        pra mim pensão não poderia ser cumulada com qualquer outro benefício de qualquer outro regime de previdência.

        0
      • tmarabo 20 de abril de 2016 at 09:43

        de qualquer forma, o déficit urbano também é enorme, equivale a um bolsa família e é pago geralmente para pessoas que estão acima da média de renda da população.
        ou seja, enquanto a previdência rural e o bolsa família distribuem renda, o déficit na previdência urbana concentra renda.

        0
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 16:30

    19/04/2016 15h33 – Atualizado em 19/04/2016 16h24
    Arrecadação recua 6,9%, para R$ 95,7 bilhões, e tem pior março em 6 anos
    Queda na arrecadação acontece em momento de recessão na economia.
    No 1º trimestre, arrecadação somou R$ 313 bilhões, menor em seis anos.

    3+
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 16:37

    “Na avaliação de Armínio, o Tesouro Nacional “está quebrado”, assim como a maior parte dos estados. Ele orientou Temer a abrir os olhos em relação aos bancos públicos, em especial em relação à Caixa Econômica Federal, cuja situação “é mais do que preocupante”. Para o ex-presidente do BC, Temer também terá que dedicar atenção especial à Petrobras, cuja situação “é delicadíssima”.”

    http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/arminio-fraga-diz-temer-que-tesouro-esta-quebrado/

    7+
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    • Rampion 19 de abril de 2016 at 16:51

      kkkk. Se alguém estiver contando com o mordomo de filme de terror para consertar o Brasil tá lascado.

      5+
    • DRN 19 de abril de 2016 at 16:55

      Quebrado no sentido de que a arrecadação não cobre os gastos. Todavia, a União sempre pode aumentar a dívida. As reformas precisam ser feitas para REVERTER esse quadro. Caso contrário, quem estiver com o TOKEN do tesouro vai ter de decidir se paga as dívidas ou paga folha de funcionário público, manutenção de prédios públicos, aposentadorias, etc.

      4+
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    • O Bancário 19 de abril de 2016 at 18:39

      Quero nem tá perto na hora que abrirem a caixa de Pandora dos bancos estatais.

      7+
  • ton 19 de abril de 2016 at 17:30

    CVR.
    Hoje, indo para o trabalho recebo um prospecto de empreendimento comercial da EZTEC, onde consta diversos anúncios de imóveis prontos e na planta para serem negociados. Um me chamou atenção: uma sala comercial de 58 m², na Av. Engenheiro de Arruda Pereira, Jabaquara – São Paulo, pronto a mais de 02 anos e completamente ocioso, passo por lá todos os dias, pedem 364 k , o que dar 6,270 o m², agora pergunto se vai ? Acho que não. Detalhe, isso com 40% de desconto. Como dizem por ai PNJ.

    8+
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    • markito 19 de abril de 2016 at 17:34

      sei qual é esse empreendimento… gigantesco para aquela região. Planejamento muito mal feito ali. Ali ta mais pra residencial que comercial. Tem um da plano e plano na rua debaixo com unidades pra vender até hoje (após dois anos de pronto também).

      3+
  • ton 19 de abril de 2016 at 17:46

    markito, o ploc será hard, como anunciam aqui no blog há anos.

    2+
    • BOLHA JOKER 20 de abril de 2016 at 07:59

      Mais uma medida para beneficiar as construtoras, ou seja avalia inicialmente o imóvel por 220 mil reais, depois que avaliou aumenta o valor do imóvel para 280 mil, a pessoa ainda vai conseguir financiar 90% por que na primeira avaliação que vai contar e la vai se enquadrar no MCMV e tem juros subsidiado, só pode ser a caixa para fazer essas merda -.-“

      0
      • BOLHA JOKER 20 de abril de 2016 at 08:00

        Errei era para ser reply abaixo sorry!

        0
  • Cajuzinha 19 de abril de 2016 at 21:42

    CA, veja:

    “O endividamento das famílias, segundo dados do Banco Central (BC), é bem sintomático do travamento da demanda. Quando a série histórica começou a ser apurada, em março de 2005, a relação entre dívida e renda era de 19,3%, subindo para 44,6% em janeiro de 2016, o último dado apurado. A evolução ao longo desses dez anos mostra que a expansão do mercado imobiliário, com base na dívida para conquistar a casa própria, provoca uma alta no endividamento, que agora retira capacidade das famílias para consumir produtos de menor valor agregado e maior giro.”
    http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2016/04/setor-financeiro-e-mais-responsavel-do-que-dilma-pela-recessao-defende-economista-4650.html

    3+
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    • CA 19 de abril de 2016 at 22:23

      Cajuzinha,

      Falo sobre isso há ANOS por aqui, inclusive com gráficos em alguns dos tópicos, o que eles estão dizendo é mais do que óbvio, basta olhar o gráfico. Segue um exemplo de um dos trabalhos publicados:

      http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-11-dívida-das-famílias-com-o-sistema-financeiro.png

      Outra evidência é observar que enquanto a proporção da dívida das famílias com crédito imobiliário em relação a renda TRIPLICAVA de 2010 a 2015, tanto o “PIB do consumo” caia quanto a inadimplencia disparava, crescendo mais de 2,5 vezes mais rápido que no período anterior, conforme demonstrei nos gráficos abaixo:

      http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-14-despesas-das-famílias.png

      http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-12-inadimplência-geral-das-famílias-SERASA.png

      Este é UM dos motivos pelos quais a crise na economia não começará a ser resolvida enquanto a bolha imobiliária não tiver uma explosão mais abrangente, visível e impactante! Enquanto isso não acontecer, cada vez mais famílias se enfiarão em dívidas para comparem imóveis que irão estrangular sua renda que poderiam utilizar para outros fins durante décadas.

      Apesar de ser algo óbvio e facilmente demonstrável, desde o início e até hoje o BACEN diz que a dívida do crédito imobiliário é “dívida boa” porque a pessoa sai do aluguel, só esquecem de dizer que passa a pagar pelo imóvel um preço MUITO superior ao que vale e que o próprio aluguel subiu acima do normal por anos, também estrangulando a renda e tudo graças a bolha que criaram…

      6+
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      • Cajuzinha 20 de abril de 2016 at 09:30

        Sim, CA. A nossa sorte é ter você aqui no Blog sempre nos alertando e tudo está sendo comprovado.

        0
      • rpoa 20 de abril de 2016 at 09:32

        Faz tempo que acompanho o Blog. Parabéns pelas informações. Apesar de ter alguns tijolos por aí, me separei recentemente e ando atrás de imóvel faz 1 ano. Tenho feito algumas propostas indecentes, mas nada de fechar, ainda.

        Noto que a resistência de preços partem dos próprios corretores, que não querem acreditar que o preço está inflado. Deveriam ser os melhores informados acerca do mercado e tenho a impressão que não o são. As vezes são eles que induzem os proprietários a manter o valor elevado.

        Depois de ver a queda de 25% na arrecadação do ITBI do Rio de Janeiro, fui fazer um comparativo do tema em Porto Alegre (RS) (ainda bem que tem a lei da transparência). Surpreendentemente, eu que esperava ver um mercado imobiliário travado e parado, a arrecadação do ITBI caiu. Caiu mas não desabou…. em valores nominais a arrecadação do ITBI do 1º Trimestre de 2016 caiu 8,6% em relação a 2014. OK, coloque IPCA e a queda é maior… mas não é um ESTOURO….

        Queda ITBI POA 1 TRIM 2015 s/2014 -2,1%
        Queda ITBI POA 1 TRIM 2016 s/2015 -6,6%
        Queda ITBI POA 1 TRIM 2016 2/2014 -8,6%

        Ainda creio em meses difíceis pela frente…. mas não sei… se uma hora dessas a curva não volta a subir… talvez meio de 2017….

        Quadro arrecadação ITBI Porto Alegre
        ITBI – Mil R$ jan fev mar 1 TRIM
        2014 23.103 15.793 17.596 56.491
        2015 20.620 15.139 19.553 55.312
        2016 17.822 14.571 19.249 51.641

        4+
    • Cajuzinha 20 de abril de 2016 at 05:35

      “A vice-presidente de Fundo de Governo e Loteria da Caixa, Deusdina dos Reis Pereira, disse que as medidas vão acelerar a concessão de crédito imobiliário. “Todos serão beneficiados com essas novas medidas, que, certamente, resultarão em um atendimento ainda mais ágil e qualificado ao trabalhador no momento da realização do sonho da casa própria”, afirmou.”

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  • Palmeirense Bolhudo 20 de abril de 2016 at 07:53

    Em dois anos, venda de imóveis novos cai 51% no ABC e recua ao nível de 2006

    Dados da Associação de Construtores, Imobiliárias e Administradoras de Imóveis do ABC (ACIGABC) divulgados ontem (19) revelam que as vendas de imóveis residenciais novos somaram 4.939 unidades no ano passado, com queda de 26,1% em relação as 6.680 comercializadas em 2014 e de 51% ante as 10.054 de 2013, ano de melhor desempenho do mercado imobiliário da região.
    Trata-se do pior resultado anual desde os 3.251 imóveis vendidos em 2006.
    Prova disso é que o total de imóveis lançados no ABC em 2015 caiu 20,4%, para 4.042 unidades, ante as 5.077 do ano anterior. Na comparação com 2013, quando a produção somou 8.707 apartamentos, houve recuo de 53,6%.

    http://www.diarioregional.com.br/2016/04/20/em-dois-anos-venda-de-imoveis-novos-cai-51-no-abc-e-recua-ao-nivel-de-2006/

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    • Cajuzinha 20 de abril de 2016 at 09:05

      “REVISÃO – Para este ano, as perspectivas continuam baixas. “Estamos levantando os dados do primeiro trimestre e percebemos uma retração. Enquanto isso. a demanda de locação aqueceu um pouco, com queda real nos preços.””

      2+
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  • BOLHA JOKER 20 de abril de 2016 at 08:01

    Mais uma medida para beneficiar as construtoras, ou seja avalia inicialmente o imóvel por 220 mil reais, depois que avaliou aumenta o valor do imóvel para 280 mil, a pessoa ainda vai conseguir financiar 90% por que na primeira avaliação que vai contar e la vai se enquadrar no MCMV e tem juros subsidiado, só pode ser a caixa para fazer essas merda -.-“

    2+
    • CA 20 de abril de 2016 at 09:42

      BOLHA JOKER,

      Creio que não possa ser assim, porque desta forma a CEF estaria estabelecendo um MCMV sem limite de preços, o que fura por completo todas as regras mais básicas do MCMV. Além disto, nenhum banco em nenhum país do Mundo pode fazer uma avaliação por um valor menor e emprestar um valor maior, isto é básico demais e por mais que a CEF cometa absurdos para ajudar na bolha imobiliária, creio que isto passaria de todos os limites…

      Acredito que a ação da CEF signifique o seguinte, usando o seu exemplo:

      A avaliação inicial da CEF foi de R$ 220 mil, enquadrável no MCMV.

      Durante o pagamento das parcelas, com o reajuste do INCC que ocorre ao longo dos 3 anos estimados para construção, o imóvel subiu para R$ 280 mil (acho até exagerado o reajuste de saldo que você simulou, porque o INCC é sobre o saldo e vai abatendo os pagamentos realizados, não dá tudo isto, mantive só para preservar seu exemplo):

      Antes a CEF simplesmente desenquadraria o imóvel do MCMV, dentro da situação acima. Agora ela pode optar por financiar 90% dos R$ 220 mil que foram da avaliação inicial, com as condições super-benéficas do MCMV. E sobre a diferença de preço que o comprador ainda não pagou para construtora? Teria que ser negociado entre comprador e construtora, talvez pela combinação entre desconto da construtora e parcelamento da diferença com pagamento direto do comprador para construtora, via adiamento da aquisição do crédito imobiliário (paga só para construtora por mais um tempo antes de pedir o financiamento imobiliário para CEF) e/ou comprador pagar em paralelo para construtora e CEF (mais difícil que o comprador tenha verba para isto e ainda seja enquadrável nos critérios de renda do MCMV). Neste formato, não mitigaria tanto os distratos que também ocorrem em altíssimo volume para estes imóveis mais baratos, porque muitas famílias não terão condições de pagar mais tempo como se estivessem “durante a construção” e muito menos pagar em paralelo com financiamento da CEF, mas alguma coisa ajudaria a aliviar para o segmento imobiliário.

      0
    • Zé do Brejo 20 de abril de 2016 at 09:28

      A culpa é da crise, não tem nada de errado com os preços.
      Olha, essa crise vai demorar muito tempo pra terminar.

      0
  • Cajuzinha 20 de abril de 2016 at 09:18

    Tá tranquilo, Tá favorável, SQN!

    http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/04/20/internas_economia,754881/cnc-preve-que-comercio-tera-queda-de-8-a-9-nas-vendas-de-2016-ante-2.shtml

    postado em 20/04/2016 00:19
    Agência Estado
    São Paulo, 19 – O vice-presidente administrativo da Confederação Nacional de Comércio, Bens e Serviços (CNC), Darci Piana, estima que o comércio nacional tenha uma nova queda de vendas neste ano ante 2015. “No ano passado, na comparação com 2014, as vendas recuaram 9%. Neste primeiro trimestre, houve queda de 4% e a tendência é cair mais. Para 2016, acho que teremos uma retração de 8% a 9%, com acréscimo de juros e de inadimplência”, disse.

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  • Marc 20 de abril de 2016 at 09:19

    “http://exame.abril.com.br/economia/noticias/intencao-de-comprar-casa-e-carro-cai-pela-metade-em-um-ano”
    Intenção de comprar casa e carro cai pela metade em um ano
    São Paulo – A intenção do brasileiro de comprar carro, casa e eletroeletrônico caiu pela metade em um ano, de acordo com uma pesquisa divulgada ontem.

    Em março de 2015, 23% da população se sentia à vontade para adquirir bens duráveis como imóveis e automóveis. Em março de 2016, o número caiu para 10%.
    No mesmo período, a intenção de compra de eletroeletrônicos caiu de 31% para 16%.
    No último ano, subiu de 35% para 51% o grupo dos que avaliam sua situação financeira atual como ruim, enquanto a parcela de inseguros em seus empregos saltou de 35% para 57%.
    Já a parcela de brasileiros que consideram que sua situação financeira futura vai piorar nos próximos meses foi de 34% em março deste ano, contra 18% no mesmo período de 2015.
    Os dados são de uma pesquisa encomendada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ao Instituto Ipsos.
    Ela foi feita entre os dias 13 e 30 de março e contou com 1,2 mil entrevistas domiciliares em 72 municípios de todas as regiões brasileiras. A amostra é representativa da população brasileira de áreas urbanas e a margem de erro é de 3 pontos.
    “Esse pessimismo no consumo é reflexo da piora da percepção do consumidor em relação à sua situação financeira e ao seu emprego”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo), através de nota.

    Dados

    Há uma semana, a Thomson Reuters/Ipsos divulgou que o Índice Primário de Sentimento do Consumidor (PCSI, na sigla em inglês) subiu de 34,5 em março para 35,5 em abril, mas segue muito abaixo do verificado um ano antes (42,7).
    Já os licenciamentos de automóveis, caminhões e ônibus novos no país recuaram mais de 23% no país em março de 2016 sobre o mesmo mês do ano passado.
    Com isso, encerraram o primeiro trimestre com baixa anual de 28,6%, segundo dados divulgados no começo de abril pela associação de concessionárias, Fenabrave.
    Já o índice que mede o receio de perder o emprego subiu 7,8% ante março de 2015, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), e atingiu o maior nível da série iniciada em 1999.
    O desemprego medido pela Pesquisa Mensal do Emprego nas 6 principais regiões metropolitanas foi de 8,2% em fevereiro, maior nível em quase 7 anos.

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  • Cajuzinha 20 de abril de 2016 at 09:28

    “Hoje temos um estoque de 3.810 unidades disponíveis para venda, o que corresponde a 1,5 bilhão. Se continuarmos nesse ritmo é possível acabar com o estoque em um período de 16 meses, se não houver outros lançamentos”, disse Ayub.”

    “Hoje temos um estoque de 3.810 unidades disponíveis para venda, o que corresponde a 1,5 bilhão. Se continuarmos nesse ritmo é possível acabar com o estoque em um período de 16 meses, se não houver outros lançamentos”, disse Ayub.”

    kkkkkkkkkkk ” “ Sou corretor também, e tenho notado o aumento das vendas. As incorporadoras têm investido muito em descontos. Não é que o imóvel tenha desvalorizado, devido o preço mais baixo, pelo contrário. Acredito que alcançamos o preço ideal. Antes, os valores eram fora da realidade”, analisou Paulo, ressaltado que os descontos podem ser mantidos até junho deste ano.”

    http://www.emtempo.com.br/mercado-esta-favoravel-para-compra-de-imoveis-em-manaus/

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  • Cajuzinha 20 de abril de 2016 at 09:37

    20/04/2016 09h00 – Atualizado em 20/04/2016 09h34
    Desemprego fica em 10,2% e é o maior da série da Pnad, do IBGE
    De dezembro a fevereiro, número de desocupados subiu 40% sobre 2015.
    Rendimento médio caiu em relação ao mesmo período do ano passado.

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  • Cajuzinha 20 de abril de 2016 at 09:46

    Tópico Novo

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