Crise amplia para até 25% desconto na compra de imóvel novo ou usado – Folha

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Comments
  • fanfarraum 31 de outubro de 2016 at 12:53

    “A PDG, que chegou a ser a maior do país no auge do boom imobiliário, é a mais recente delas a flertar com a recuperação judicial.”

    O interessante que a matéria não cita que o motivo dela estar “flertando” (diria tendo um caso secreto que depois virá a tona) com a recuperação judicial é justamente ela ter sido “a maior” do país no auge do boom imobiliário.

    23+
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    • CA 31 de outubro de 2016 at 13:33

      fanfarraum,

      A PDG de 2010 até meados de 2011, era a maior incorporadora das AMÉRICAS (sim, incluindo os EUA).

      http://www.portalvgv.com.br/site/pdg-unifica-marcas-e-lanca-nova-estrategia-de-comunicacao/
      https://cbic.org.br/sala-de-imprensa/noticia/pdg-maior-incorporadora-das-americas-e-atraida-pelo-mercado-de-sao-luis

      Foi só no último trimestre de 2011 que a PDG reconheceu mais de R$ 1 bilhão em distratos. Em 2012 teve prejuízo de quase R$ 2 bilhões. Desde então vem SOBREVIVENDO com apoio de BB, CEF, BTG e nos últimos anos, graças a PEDALAR com dinheiro dos clientes, com muitos que pediram distrato e ainda não foi “reconhecido”, ou foi reconhecido e não pagaram, em alguns casos, com prazos de pendência superior a 1 ano. No último ano, pedalaram também com dinheiro dos credores, via reestruturação de dívidas e agora vão pedalar com todos eles via recuperação judicial. A situação dela, como a da Viver e da Rossi, dentre outras, é IRRECUPERÁVEL, estão só adiando o inevitável, como dizemos há ANOS.

      Retomando um tema que muitos esquecem: bolhas imobiliárias são repletas de inflares absurdos seguidos de explosões igualmente anormais. Alguns exemplos:

      – PDG maior incorporadora das Américas em 2010/2011, quebrada alguns anos depois. Situação similar para algumas das construtoras que mais pedalaram no esquema de vendas falsas na planta e mega especulação ;
      – Crédito imobiliário concedido com verba da poupança saindo de R$ 2 bilhões / ano em 2004 para mais de R$ 100 bilhões / ano em 2014, caindo cerca de 50% até o final de 2016 e continuando em queda livre após isto ;
      – No inflar da bolha, vendia “tudo na planta”, com estoque equivalente a 6 meses de vendas, no retorno a realidade, temos construtoras com estoque equivalente a 18 anos (Rossi) e outra que está sofrendo com “vendas negativas” (EzTec), além de estoque geral do mercado que tirando as maquiagens e pedaladas, já é o equivalente a mais de uma década de vendas ;
      – Empregos formais gerados anualmente na construção civil que DOBRARAM de 2007 a 2009, caindo pela metade até 2013 com volta ao patamar anterior, com a construção civil puxando o desemprego a partir de 2014 ;
      – Pleno emprego durante o período de inflar da bolha e se estendendo até 2014, agora em 2016 com recorde de desemprego e de inativos e com aumentos constantes no desemprego ;
      – Lançamentos de imóveis e vendas que dispararam de 2008 a 2011, depois em 2016 voltando a patamar anterior a 2008 ;
      – Preços dos imóveis que cresceram mais de 300% durante o inflar, que já tiveram quedas em algumas cidades / períodos de 30% ou mais durante alguns anos, mantendo a tendência de quedas significativas para os próximos anos.

      É assim que funciona em toda bolha imobiliária, um aumento muito ANORMAL e portanto INSUSTENTÁVEL, seguido de uma explosão igualmente anormal, aliás, por isto a analogia com a bolha de sabão…

      43+
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      • Cesar_DF 31 de outubro de 2016 at 14:01

        CA
        O governo espanhol tentou ajudar as construtoras a não quebrarem, o que fizeram apenas foi adiar o inevitável
        O governo do estados unidos tentou ajudar a cidade de Detroit a não quebrar, gastaram dezenas de bilhões e só adiaram o inevitável
        A dúvida é se o governo federal tentará ajudar as construtoras e o Hell de Janeiro a não quebrar.

        29+
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      • Lucas 31 de outubro de 2016 at 14:53

        conversando com oráculo de especialistas verdadeiros (gente espetacular fora da mídia) eles me diziam que o estouro técnico d abiolha foi exatamente aí de 2010 para 2011 que o CA descreve, não foi a toa os grandes players internacionais pularam fora nessa época.

        de lá pra cá, ou até a fase mais visível do estouro em fins de 2012 foi pedalação bruta
        de 2013 pra cá, pedalagem com maquiagem
        interessante notar que na visão de ditos especilisatas (jornalistas comprados) até agora não teve estouro, e a depender deles, nem vai ter, e se for esperar o fingezap admitir esperem deitados.
        Tenho cá comigo o histórico de negociação dum imóvel PDG que pegou toda essa curva 2010 pra cá. ele está hoje com desconto de 5% frente ao auge
        de 2010 a 12 foi pela liquidez, começaram os encalhes no condo, daí vieram as quedas negociadas em OFF, continuo mantando esta “amizade” para ter informações insiders de graça.
        E tbm entrei no grupo do condomínio pra ver a taxa explodir e problemas graves nos serviços entre eles uma piscina furada que simplesmente mandaram esvaziar, imagina sóp vc paga 1 mil de condo e não tem porra nenhuma, só um criadoura de dengue e pernilongo no verão. outra bolha alias ´[e de envidraçar a varanda a infestação de mosquito é realmente um problema, fora o tipo soçial que comprou ali cachcoorro cagando rpa todo lado

        20+
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        • joselito 31 de outubro de 2016 at 15:40

          Neste caso, então, deve-se considerar que as vendas pós 2011 foram todas falsas (na pranta), certo?
          Falo isso, pois se a bolha explodiu tecnicamente em 2011, os preços cairam a partir dalí, mas no caso das “prantas dos antas” isso não ocorreu.
          Digo especificamente para a hora de comprar na planta (cujo fim seria o distrato e o posterior “desconto” da construtora).

          Outro ponto importante:
          Em belo horizonte, a prefeitura começou a multar os proprietários com a varanda fechada. Mal sabiam eles que a varanda era um artifício legal usado pelas construtoras para construir aptos maiores e, assim, para “envidraçar” seria necessário, além da aprovação do condomínio para alterar a fachada (fácil), adquirir mais cotas de construção junto à prefeitura.
          Como ninguem adquiriu nada, a prefeitura anda mandando as faturas:
          -3 a 6mil reais de multa, e prazo de 30dias para desfazer a reforma, sob pena de receber outra multa de igual teor:
          – 3 a 6mil reais de multa, cumulada com a multa anterior, e o novo prazo de 30dias……..

          13+
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          • Lucas 31 de outubro de 2016 at 15:59

            corrigindo 50% não 5%

            joselito
            os valores reais dos imóveis caíram, mas não nominlamente de 2010 pra cá, não caíram nominalmente pelo efeito custo de oportunidade, cambio, choque artificial de juros.
            mas posso te dizer, quem comprou de 2010 pra cá, ou arranjou um otário maior, ou perdeu dinheiro, ou sofre disacalculia ( esquece de considerar impostos/taxas/custos adm, vacancia uma infinidade de fatores).

            Dito isto, nada impede uma manada de compradores terem feitos compras a preços cada vez maiores, ou especuladores surfarem short nisso aí. Entenda, preço é uma coisa, valor é outra, vc pode anunciar por um absurdo, pode até ser que venda, mas isto não altera o “mercado” ou são as pulgas que carregam o cachorro?

            A existência de maus negócios guarda correlação apenas com o nível de assimetria de informação do mercado.
            não há correlação com alteração real de valor, uma pequena diferença que não é só semantica purista
            (procure por assimetria no gugou, é bem interessante)

            E aí entra a questão política, manter um nível de assimetria tão alta por tanto tempo, somente é possível se o dono da banca bancar a mentira e todos os outros players concordarem em jogar o “jogo-sujo” já cansei aqui de postar links que comprovam a correlação de partido politico vermelho, banco chinês, MST, construotras, corvos e bancos, além de uma hipnose coletiva do povão atrás de noço guia-mor.
            Olha, nunca antes na história houve um conluio tão grande e tão nefasto sobre uma mentira que não envolvesse guerra.

            Não é a toa o ódio, as pessoas pelo facebuque sugerem jogar pedra em jornalistas, em gays, na porra toda, qualquer movimento que lembre a antiga união da ideologia com movimentos soçiais e mídia. Tenho assistido o acirramento de ânimos e por um momento mesmo eu pensava que teriamos um novo 1964, te digo que o risco já se foi, que escapamos por muito pouco, já estava muita coisa armada lá dentro, por sorte nem lá dentro eles se entendem, apesar das falsas aparências.

            Agora a questão é quem vai ficar com o bode.
            Temer tem sido um Estadista se colocando no altar do grande sacrifício.
            Já falei antes por aí, tenho um leve e distante conhecimento dos pilares e valores que criaram tal figura, ele é exatamente quem precisávamos, tenho sido muito otimista com o futuro.

            17+
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            • Lucas 31 de outubro de 2016 at 16:01

              assimetria de informação é sinonimo de desinformação, usado pelo CA

              9+
            • Lucas 31 de outubro de 2016 at 16:03

              Tbm prefiro o termo vendas-fantasia do que vendas falsas
              porque são vendas no mundo do irreal, não no mundo do ilegal.
              são essas as minhas divergencias minusculas com ele, relevem porfavor

              9+
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            • O Cramulhao de FHCigienopolis45 31 de outubro de 2016 at 21:56

              Discalculia deve ser a enfermidade mais comum no Bananil, e até a maior responsável pela SELIC de dois dígitos.

              7+
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  • Zizu 31 de outubro de 2016 at 14:00

    Logo, logo leremos sobre a Rossi. Essa continua pedalando e muito!!

    12+
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  • reznor 31 de outubro de 2016 at 14:35

    A dialética da Folha é surreal: você lê à esquerda a manchete “Crise amplia para até 25% desconto na compra de imóvel novo ou usado” e à direita “‘Inflação do aluguel’ acumula avanço de 8,78% em 12 meses até outubro”.
    Peraê… como se calcula avanço de 8,78% com “desconto” de 1/4 do venal?
    Dá pra confiar no FipeZAP?

    17+
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    • Fernando 1 de novembro de 2016 at 20:24

      Uma coisa é o preço do aluguel. Outra o valor do imóvel.
      Creio que se o aluguel sobe, e o preço do imóvel, que se distanciou da realidade, cai, então teremos uma relação aluguel/valor do imovel mais coerente…

      0
    • Zé do Brejo 31 de outubro de 2016 at 18:43

      SOCORRO!!!
      Como eu queria um governo liberal. Maldito socialismo sociopata.

      17+
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    • Cadeludo 31 de outubro de 2016 at 18:44

      o presidento seguindo os passos populistas da presidanta
      5 mil pra reformar a rústica baiúca, o cabolclo compra 500 de tinta e 4.500 ele dá um jeito de comprar tudo de bira, carne, tabaco e camiseta billamong

      22+
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    • EngenheiroSP 1 de novembro de 2016 at 06:44

      Populismo deve ser muito tentador pra quem está no poder. Como vc concilia ajuste fiscal com um vale-churrasco de 5k?

      13+
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  • Baby Boy 31 de outubro de 2016 at 15:21

    Financiem Financiem! e meus juros agradecem!

    9+
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  • Baby Boy 31 de outubro de 2016 at 15:58

    PDG – Porcaria De Gesso.
    Construções mal feitas, Ambientes separado por divisórias feito com uma camada fina de gesso, que da para ouvir o peido do vizinho.

    21+
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    • Baby Boy 31 de outubro de 2016 at 16:02

      Não para pendurar um quadro decente e ainda o pó do gesso que vai soltando, queima o rosto e envelhece mais que o Sol na cara todos os dias sem protetor solar.

      8+
  • Ogami 31 de outubro de 2016 at 19:46

    Acompanhando a proliferação de anúncios no OLX de apartamentos no valor de 100 mil. Ao ler a descrição do anúncio está com esse valor mais a transferência de dívida do vendedor.
    O detalhe é que muitos anúncios estão dizendo não aceitar automóvel como parte do pagamento.
    CA, acho que o problema dos distritos é ainda maior não acha? Liquidez para estas pessoas está muito difícil.

    11+
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    • CA 1 de novembro de 2016 at 05:29

      Ogami,

      Acho que você escreveu “distratos” originalmente e seu corretor mudou para “distritos”, certo?

      Sim, o problema dos distratos é muito maior nos imóveis populares, naqueles que são mão baratos.

      Em 2012, que foi quando os distratos dispararam, a Tenda que é o segmento popular da Gafisa, teve um prejuízo bilionário e tão relevante com distratos que ela teve que vender 70% da sua “galinha dos ovos de ouro”, o segmento Alphaville, para pagar as dívidas e durante o ano de 2013 ela suspendeu outros lançamentos de imóveis populares da Tenda.

      Em 2013, graças a distratos de mais de R$ 1 bilhão registrados no ano de 2012 e a grande maioria no segmento popular, a Rossi decidiu abandonar os lançamentos do segmento popular.

      Em 2013, a PDG, graças a distratos superiores a R$ 1 BILHÃO em 2012, teve que cancelar 48 empreendimentos, cada um deles com “n” predios, sendo a maioria deles, de imóveis populares.

      A partir de 2014, a Tenda voltou a pedalar com vendas FALSAS na planta, juntamente com a MRV, ambas com imóveis populares, levando a distratos bilionários nos anos seguintes.

      Por que esta preferência das construtoras com imóveis populares para o esquema de vendas FALSAS na planta, levando a um volume absurdo de distratos, afetando em grande parte as famílias mais pobres?

      Porque são estas famílias mais pobres que são mais fáceis de serem enganadas quando o corretor diz que o INCC é só “zero virgula alguma coisa”, quando ele “esquece” de fazer uma simulação para saber se o comprador terá renda para adquirir o financiamento imobiliário na entrega do imóvel, porque este público não lê o contrato e nem contrata um advogado para verificar se existem cláusulas abusivas, dentre diversos outros fatores que tornam este público o ideal para eles serem as principais vítimas deste GOLPE.

      Foi assim também na bolha imobiliária americana, o subprime teve forte concentração nas famílias mais pobres, porque eram as mais fáceis de serem enganadas…

      8+
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    • rafa_fv 1 de novembro de 2016 at 12:59

      Ogami, percebi a mesma coisa de 2 semanas para cá em casas e sobrados. Um valor + transferência de divida.

      1+
  • claudio 31 de outubro de 2016 at 19:53

    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,temer-lanca-linha-de-credito-de-r-5-mil-para-reforma-de-casas,10000085692
    com apto de te um milhao de temerosos, ou marcelas na mao, 5 golpes vao valer o que….? agora vai !!!

    11+
    • Cadeludo 31 de outubro de 2016 at 21:45

      De acordo com o Ministério das Cidades, os recursos do programa são do Orçamento da União e as famílias beneficiadas não vão precisar devolver o dinheiro ao governo.
      Para 2017, o governo estima reservar R$ 300 milhões para o Cartão Reforma

      8+
  • Gute 31 de outubro de 2016 at 22:10

    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/9-maneiras-de-obter-desconto-no-valor-do-imovel-so-na-labia/
    23 set 2014 –
    Editado:

    1 Barganhe de forma razoável

    A média de descontos concedidos é de 6,5%. “Essa é a margem que não tem tanto impacto na remuneração das construtoras e imobiliárias, que buscam atingir metas de vendas”, diz Cláudio Alencar, professor do núcleo que analisa o mercado imobiliário da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

    A gerente comercial da imobiliária Lello, Roseli Hernandes afirma que descontos de 1% a 5% dependem, em geral, da condição de pagamento oferecida na compra e necessidade de reforma do imóvel.

    Já economias maiores, de 5% a 10%, estão relacionadas a questões como preços acima do mercado e urgência do comprador pela venda, além de problemas registrados na região onde o imóvel está localizado.

    Descontos maiores são concedidos no caso de falta de liquidez do imóvel, urgência de venda , preço de venda fora da realidade e problemas estruturais do imóvel, que não podem ser solucionados facilmente.

    2 Não compare unidades muito diferentes

    3 Conheça bem a região e seus problemas

    4 Fale tudo o que incomoda durante a vistoria

    5 Converse com o proprietário

    Mas mesmo na negociação direta, o “jeitinho” tem limites. “O imóvel é sempre valioso tanto para quem compra como quem vende”, afirma Roseli.

    6 Saiba quando parar de “chorar”

    A avaliação correta do valor do imóvel, além do pedido razoável de desconto, é essencial para saber até onde se pode chegar na negociação.

    Caso contrário, o comprador pode perder o negócio, ao presssionar o vendedor a aceitar sua contraproposta. Roseli, da Lello, diz que o vendedor não tem obrigação de fechar o contrato caso a negociação não avance.

    “Já tive um cliente na imobiliária que demorou três dias para fechar o negócio após o vendedor recusar um desconto, apesar de insistir que a compra era um bom negócio. Quando ele decidiu fechar a compra, o apartamento tinha acabado de ser vendido”.

    7 Mostre a capacidade financeira

    8 Descubra quanto tempo o imóvel esta à venda e motivo

    A falta de liquidez do imóvel pode interferir em uma negociação e no preço de venda.

    Cláudio Alencar, da USP, aponta que, em média, entre 10% e 15% de unidades de um empreendimento não são vendidas durante o lançamento e obras.

    Estas unidades prontas para morar podem ser tornar um problema para as construtoras, que têm de pagar custos do condomínio destas unidades na entrega da obra. “O comprador pode obter descontos em imóveis com este perfil”, diz Alencar.

    Geralmente, essas unidades são apartamentos localizados no primeiro andar do prédio ou com vista para os fundos do empreendimento, e coberturas mais caras, que têm menor demanda por conta dessas características.

    Quanto maior o tempo em que unidades prontas para morar e imóveis usados estão à venda, maior o desconto que pode ser obtido pelo comprador.

    O interessado deve sondar por que o imóvel não está sendo vendido, diz Roseli, da Lello.”Pode ser por falta de divulgação, preço maior do que a média ou o fato do empreendimento estar localizado em região sem apelo para aquele perfil do imóvel”.

    9 Analise taxas e estrutura do condomínio

    7+
    • Carlos 1 de novembro de 2016 at 00:11

      E tu acha que a destrutora vai dar estas informações 😀
      Melhor mesmo é NÃO COMPRAR!

      13+
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    • Rampion 1 de novembro de 2016 at 08:09

      Aparentemente é uma construção de um lote. Em São Paulo alguns meses atrás meu pai viu um meio lote com uma casa que só não foi interditada devido a preguiça em trabalhar ou “vista grossa” dos agente da prefeitura, o tiozão dono do “imóvel” queria 600k. kkkkk. Basicamente, apenas o meio lote mais os gastos em derrubar e construir tudo de novo. Chuto 1kk para ficar habitável. Então, acredito que esse pessoal está cobrando até barato nessa “belezura”. kkkkkkkkkkkkk.

      10+
    • cesarkebrado 1 de novembro de 2016 at 21:34

      O “chopping” com ch do link da ideia do nivel do 666

      3+
  • Festa_no_Ap 1 de novembro de 2016 at 02:39
    • Leandro sp 1 de novembro de 2016 at 06:32

      Se ele quer 800k nisso imagina se ele tivesse pintado e recobado a laje?

      11+
      • Rampion 1 de novembro de 2016 at 08:13

        É aquela velha história “se eu pedir você me dá”. kkkkkkkkk

        11+
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    • Cesar_DF 1 de novembro de 2016 at 06:26

      Condomínio de luxo em um local com 650 mil metros cúbicos de solo contaminado

      http://vejasp.abril.com.br/materia/parque-global-maior-empreendimento-embargado-sao-paulo

      12+
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      • Seguidor do Bolha BH 1 de novembro de 2016 at 07:23

        Compra na pRanta, compra.

        14+
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    • Seguidor do Bolha BH 1 de novembro de 2016 at 07:29

      “Era impossível entrar naquele estande e não comprar um imóvel. E a reputação da construtora era boa”, diz a advogada Alessandra Nuzzo, que tenta desfazer a compra, sem sucesso, desde 2014, quando soube do embargo.

      “Disseram não haver política de destrato de contratos.”

      Era só o que faltava. O bote certo em cima de incautos.

      18+
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      • Rampion 1 de novembro de 2016 at 09:12

        Que advogada é essa que compra sem ler, não sabe dos direitos e não conhece a justiça? kkkkk.

        22+
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        • Zé do Brejo 1 de novembro de 2016 at 10:02

          Padrão FIFA de qualidade

          18+
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  • Cesar_DF 1 de novembro de 2016 at 07:20

    Conforme o previsto, no leilão lote 02, um terreno de 20.919 m2 em Águas Claras não teve interessado em pagar o lance mínimo de 37.8 milhões.

    Para quem é de fora de Brasília, a Terracap é a agência do GDF que detêm o monopólio pela comercialização dos terrenos.
    Eles tem por filosofia que se um terreno não tiver interessados em um leilão, eles o tiram ele da lista, ao invés de baixar o preço num próximo leilão.

    http://www.terracap.df.gov.br/uploads/edicts/57c60f987545f.pdf
    http://www.terracap.df.gov.br/regularizacao-fundiaria-novo-3/resultados

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    • Alemon Fritz 1 de novembro de 2016 at 09:23

      eles querem quebrar até 2018..
      Balanço financeiro revela que Terracap está à beira do colapso

      Levando em consideração os cálculos, a despesa total até 2018 chegará a R$ 1,811 bilhão. Isso significa dizer que em 2018 a Terracap pode fechar no vermelho e até quebrar, uma vez que a despesa até lá será superior em R$ 205 milhões em relação ao total de ingressos de recursos…

      A Terracap não vive um bom momento desde 2013, quando se viu obrigada a custear a construção do novo estádio Mané Garrincha. O desembolso foi de R$ 1,8 bilhão.

      http://www.metropoles.com/distrito-federal/balanco-financeiro-revela-que-terracap-esta-a-beira-do-colapso

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      • Cesar_DF 1 de novembro de 2016 at 11:43

        Como será que conseguem este prodígio
        O GDF (Governo do Distrito Federal) recebeu em 1960 do Governo Federal um terreninho de 5780 Km2, eles precisavam apenas fazer a infraestrutura (pavimentação, água, energia, etc) e vender estes terrenos através de leilões.
        Venderam terrenos por até 17K/m2 (Noroeste 2014) e mesmo assim, conseguiram quebrar.
        Ai vem a explicação: a Terracap tem despesas operacionais de 250 milhões por ano, cada um dos seu funcionários recebe anualmente uma comissão pelas vendas efetuadas nos leilões, nos áureos tempos, até 2014, isto equivalia a cerca de 20-40K/ano para aqueles com salário de 5K/mês.

        8+
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    • Alemon Fritz 1 de novembro de 2016 at 09:46

      A bolha na Banania é tão eficiente que nem fez cidades fantasmas.

      e as construtoras foram feitas pra quebrar em menos de 10 anos..
      kkk até o Henrique Banuelos Levou golpe e foi embora…. kkk

      8+
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  • Seguidor do Bolha BH 1 de novembro de 2016 at 07:22

    Startup quer identificar ”corretores de imóveis mais competentes do mercado”; saiba como
    http://www.infomoney.com.br/negocios/inovacao/noticia/5689095/startup-quer-identificar-corretores-imoveis-mais-competentes-mercado-saiba-como

    7+
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    • Rampion 1 de novembro de 2016 at 09:13

      Acredito que competentes são todos aqueles que conseguiram fazer pelo menos uma venda nesse ano de 2016. kkkkkkk

      25+
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  • Cajuzinha 1 de novembro de 2016 at 09:17

    “Dentre os apartamentos à venda em São Paulo , mais da metade corresponde a unidades cujo valor está abaixo de R$ 500 mil. Segundo dados de pesquisa realizada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), entre janeiro e julho de 2016, 67% das 8 mil unidades comercializadas na cidade custavam abaixo de 500 mil reais.”

    https://noticias.terra.com.br/dino/apartamentos-a-venda-de-ate-r-500-mil-em-sao-paulo-tem-boa-demanda-apesar-da-crise,b518ce037aa0e2b289d589d16405d8d8i4hxkhu2.html

    8+
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  • Cajuzinha 1 de novembro de 2016 at 09:24

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-10/brasil-nao-saira-da-crise-em-2017-diz-economista-da-fgv

    “Acho difícil imaginar uma saída tão rápida dessa recessão. Uma recessão longa, profunda, similar à dos anos 80 e, sem dúvida, baixo crescimento neste ano”, disse.

    13+
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  • Cajuzinha 1 de novembro de 2016 at 09:26

    Vixe!

    “A crise econômica está aí. A renda caiu, o desemprego aumentou e a inadimplência é realidade. Tudo isso rompeu com a tendência de migração da escola pública à particular, praxe de um passado não tão distante. Exatamente da forma oposta, os colégios privados agora sofrem as consequências da crise. A estimativa do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe) é que oito escolas já tenham anunciado o fim das atividades.”

    http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/crise-forca-escolas-tradicionais-do-df-a-fechar-as-portas/

    9+
  • Cajuzinha 1 de novembro de 2016 at 09:27

    Finados: crise e queda de tradição reduzem em até 50% vendas de flores

    CORREIO percorreu floriculturas no entorno de cemitérios nos bairros da Federação, Baixa de Quintas e Brotas e identificou a redução

    http://www.correio24horas.com.br/single-economia/noticia/finados-crise-e-queda-de-tradicao-reduzem-em-ate-50-vendas-de-flores/?cHash=23477fdb04e879135c8016709d90d16b

    8+
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  • Camisa 7 1 de novembro de 2016 at 09:36

    Empreendimentos em Taboão das Trevas com mais de dois mil interessados, filas imensas para retirada de senha.
    Não tenho a menor pretensão de morar por aquelas bandas. O preço destes já está menos distante da realidade, mas ainda é caro pagar 200k em 81m² por ali.
    http://www.otaboanense.com.br/noticia/21404/termos

    7+
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  • Louro José 1 de novembro de 2016 at 09:38

    “O problema é o fim da crise. Aqui no Rio não consigo enxergar o fim da crise orçamentária do estado. E isso impacta bastante os preços, pois há insegurança financeira até no serviço público, e medo da deterioração dos serviços, principalmente em relação à segurança.”

    Continua em https://blogdoportinho.wordpress.com/2016/10/18/bolha-imobiliaria-o-bizarro-mercado-imobiliario-da-zona-sul-do-rio-e-sua-comparacao-com-o-mercado-de-sao-paulo/

    12+
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    • Ilusionista 1 de novembro de 2016 at 10:09

      Sistema carcerário gera altos custos para o Estado, a solução encontrada foi cortar verbas na segurança pública, reduzir salários dos policiais induzindo desmotivação ao trabalho e novos pedidos de aposentadorias e, não abrir novos concursos para reposição dos quadros, principalmente na polícia civil que é responsável pelos inquéritos que geram os processos judiciais para condenação e encarceramento.
      Enquanto isto o crime organizado cresce, unificaram todos os presídios sobre um só comando, o efetivo dos presidiários no Brasil é maior do que todas as forças de segurança do Estado. Inclusive dominando outros países da América do Sul, como o Paraguai, com os recentes atentados com armamentos de guerra.

      http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/11/01/policias-civis-do-pais-passam-por-um-desmonte-silencioso.htm

      Em breve, imagine com vai ser sobreviver nos grandes centros….

      7+
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    • Cesar_DF 1 de novembro de 2016 at 12:12

      A dívida do RJ é devido aos reajustes concedidos acima da inflação, para funcionários públicos, aposentados e pensionistas, usando como origem dos recursos os royalts do petróleo.
      Nem uma demissão em massa conseguiria reverter este quadro, pois para os aposentados e pensionistas o valor continuaria o mesmo.
      A não ser que conseguissem cancelar esta lei, tornando nulo o direito adquirido em função da ilegalidade dela.

      14+
      • BolhistaBR 1 de novembro de 2016 at 14:31

        O problema do RJ vai além de salário de FP.
        Muitos benefícios fiscais concedidos aos amigos do rei….
        Vejo uma forte tendência de crucificarem os servidores…
        Muitos se esquecem que são trabalhadores como quaisquer outros e que, como quaisquer outros, também possuem o direito de ter seu salário reajustado.
        Veja bem: REAJUSTADO, NÃO AUMENTADO.

        Portanto, trata-se de uma questão complexa demais pra ter uma única causa óbvia.

        14+
  • woody.costa 1 de novembro de 2016 at 09:40

    Encontrei esse excelente artigo sobre valorização dos imóveis ao longo do tempo, recomendo a leitura (bate com o racional desse site):
    Qual é a valorização dos imóveis no Brasil?
    http://rexperts.com.br/valorizacao-dos-imoveis-brasil-fipe-zap/

    10+
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    • Money_Addicted 1 de novembro de 2016 at 10:04

      eu cliquei no link e dpois vi “fipe zap”, fechei antes de ler

      15+
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      • woody.costa 1 de novembro de 2016 at 14:18

        Não é possível, vocês nem leram o artigo. Ele justamente mostra que o valor dos imóveis sofre quedas gigantescas!

        Vocês precisam parar com isso de ler somente o título, acabaram de mostrar uma extrema limitação, ignorando um artigo que mostra a realidade que discutimos aqui todos os dias.

        6+
        • fanfarraum 1 de novembro de 2016 at 15:15

          Criei o IndiceFanfarraumImoveis
          Ele se baseia no valor dos imóveis que vejo meus conhecidos vendendo.

          Atualmente o IFI (IndiceFanfarraumImoveis) está em queda de mais de 100%.
          Porque nenhum conhecido meu vendeu nada e eles estão gastando pra manter o imóvel parado.

          Não é porque existe um indice ou até mesmo existe um procedimento seguido a risca (vamos confiar ai que o Zap Imoveis não teria interesse em inflar artificialmente os preços. Porque teria né? So ganham milhões e milhões com o mercado imobiliário… Não teriam o porque) que devemos respeitar ele.

          Esse indice (FIpeZap) é um insulto pra qualquer um que entenda estatística e/ou mercado imobiliário.
          Sinceramente, prefiro o IFM.

          4+
          • joselito 1 de novembro de 2016 at 15:35

            Desculpe, farei uns comentários do link.

            “Os imóveis valorizaram apenas 1,23% ao ano durante os últimos 35 anos…”
            Errado. Os anúncios de imóveis valorizaram 1,23% ao ano (acima da inflação, conforme o artigo) nos útlimos 35 anos..

            “OS PREÇOS DOS IMÓVEIS VÃO CAIR OU SUBIR?
            Essa é uma pergunta difícil de ser respondida […] Talvez tenhamos apenas atingido um novo patamar de preços, que se manterão por conta do grande déficit habitacional.”
            Errado. É mais fácil fazer a análise baseando nos dados das construtoras, no cenário de dinheiro a rôdo, vendas falsas, do que analisando o passado (quando, creio, não tinham tanta maracutaia, crédito podre, venda falsa, etc).

            Agora, rufem os tambooores:

            “Portanto, nossa filosofia de investimento é: desconsidere a valorização. Pois é, ela pouco importa para quem quer ganhar dinheiro com imóveis de forma profissional, uma vez que existem 2 maneiras muito mais eficientes de se lucrar nesse mercado:
            Com o desenvolvimento e venda de imóveis novos, isto é, construção de empreendimentos imobiliários e…
            Com a renda de locação de imóveis: investimentos em empreendimentos de base imobiliária.
            Essas duas formas de investir são muito mais lucrativas no longo prazo e menos sujeitas a variação dos preços.”

            kakakakakakakakakakaak. muito mais lucrativa mesmo, amigão, 0,3% de lucratividade no aluguel, e investimento com selo motumbo de qualidade no desenvolvimento e venda de imóvel novo (aliás, se vender, pode até ser que “seje” bão investimento, mas isso é um mero detalhe para quem faz grafico de um mercado baseado em índice imaginário)

            5+
            • Lucas 1 de novembro de 2016 at 19:42

              nemli nem lerei mas já fiz este estudo com bases de 200 anos, fiz faz tempo
              o resultado foi bem óbvio
              imóveis não valoriza acima da renda, mesmo que valorizasse só 1% depois de um século seria virtualmente impossível qualquer um comprar
              então no longo prazo imóvel está colado na renda e imóvel é bem de consumo, tem prazo de vencimento, seja a ruína, seja obras pra requalificar que custa no todo quase o mesmo de construir do zero.

              a renda sim, as vezes vai acima, as vezes abaixo da inflação, em países velhos a renda se move pouco, no Brasil hora sobe hora desaba, mas num longo prazo renda vai ganhando sim da inflação, agora lembra, estamos sempre comparando com imóvel ZERO km e o sue preço médio ANUNCIADO, como vc bem disse.

              Agora isso não quer dizer que investir em compra/venda de imóvel vai dar certo
              E porque não? é o mesmo raciocínio do automóvel
              se vc fizer uma média de preço dos novos até que mantem o valor (na verdade a deflação tem correlação com a duração do bem) tem uma pequena deflação pra ser preciso, com tempo compramos carros cada vez melhores e mais baratos, memso no BR
              mas issso não siginifca que se eu investi num gol 1986 hoje eu estaria rico, claor que não, o gol virou ferro velho e não adianta nada dizer que o novo gol custa 50 mil, isto não me interessa, o mesmo raciocínio para imóvel só que a coisa é um pouco mais lenta, dá tempo das pesosas esquecerem e os corvos enganar o povo com artigos como esse que só pelo cheiro do título já sei onde ele errou. Artimanha velha pra caramba.

              12+
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              • cesarkebrado 1 de novembro de 2016 at 21:55

                Aí é que tá Lucas, a “renda” aumentou de forma fictícia por meio dos financiamentos loucos nesses últimos 6 anos e fez-se a merda que vemos agora. Como financiamento só cria “rico” provisório, a conta chega. O ultimo imovel que eu tinha vendi em 2011, peguei um terrenim esses dias mais foi num rolo que perdido por perdido foda. Agora se segurem senhores que ano que vem o trem degringola de vez.

                3+
    • Louro José 1 de novembro de 2016 at 10:13

      Sério, nem vou perder tempo tentando refutar um artigo que fala que preço de imóvel nunca cai.

      10+
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    • Fernando 1 de novembro de 2016 at 20:56

      Excelente artigo.

      5+
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      • Libertario 2 de novembro de 2016 at 12:14

        O fato de só o Fernando ter gostado, mostra a credibilidade do material.

        6+
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        • Fernando 2 de novembro de 2016 at 13:25

          Como disse o woody, vcs nem leram o artigo.
          É muita avacalhação.
          Um artigo totalmente em sintonia com o que vem sendo dito incessantemente aqui, que estamos em uma curva de queda.
          Quanto ao seu comentário propriamente, faço questão de frisar uma coisa: eu já tenho o meu imóvel, e estou muito feliz com ele, apenas isso.
          Vamos esperar as cenas dos próximos capítulos. Para quem esperou 5 anos, não custa esperar mais 5, até que a inflação consuma a gordura, não é mesmo?
          Enquanto isso, desejo-lhes um bom aluguel e um bom seguro fiança.

          1+
          • Libertario 2 de novembro de 2016 at 16:12

            Avacalhação é vir aqui publicar pesquisa do Finge Zap.
            Percebe-se claramente quem são os únicos iludidos por aqui com esses artigos.

            4+
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  • Alemon Fritz 1 de novembro de 2016 at 10:34

    esse é mais um investidor de fora que levou golpe e é só ver a história dos envolvidos:

    O rei dos imóveis descobre o Brasil
    À primeira vista, a empolgação de Pérez e Bueno Netto pode soar exagerada. No entanto, a julgar pelos projetos bilionários executados pela Related em outros países, não é. A incorporadora, controlada por Pérez e pelo magnata americano Stephen Ross, administra um fundo imobiliário de mais de US$ 14 bilhões e possui cerca de US$ 50 bilhões em projetos em andamento,
    Pérez esteve no Brasil, a serviço de sua segunda.. empolgante, paixão. O bilionário, em parceria com a construtora paulista Bueno Netto, comanda o maior projeto imobiliário em execução no Brasil. O Parque Global, como será chamado o novo megabairro em fase inicial de construção na região do Mo­­rumbi, às margens do rio Pinheiros, em São Paulo, terá R$ 8 bilhões em valor geral de vendas.
    Resta saber, agora, se a receita do sucesso do empresário nos Estados Unidos será replicada no Brasil. O erro é um capítulo sobre o qual ele espera não ter de escrever novamente. (kkkkkkkk) vai!!

    http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20131101/rei-dos-imoveis-descobre-brasil/125674.shtml

    7+
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    • Money_Addicted 1 de novembro de 2016 at 10:44

      eu nao sei, mas esses caras nao se tornam bilionarios atoa…..talvez seja algum tipo d lavagem, talvez ele vai dar o balao no pessoal, ou ate mesmo, ele como tem poder de barganha faz uma compra com um grande desconto real e vai passando dpois pros sardinhas….

      ou pode ser q perca mesmo…..bilionarios tambem erram e podem ate se tornamerem milionarios

      8+
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      • CA 1 de novembro de 2016 at 10:57

        Mondey_Addicted,

        Vejamos alguns exemplos práticos do que consta acima:

        Enrique Bañuelos e Sam Zell: vieram para o Brasil para INFLAR nossa bolha imobiliária, saíram entre 2010 e 2011 com lucros bilionários (antes da primeira leva de distratos anormais ser divulgada). Eles criaram o esquema de vendas FALSAS na planta, sabiam o timing exato em que ia explodir via distratos e de forma fria e calculada, conseguiram lucro bilionário.

        Eike Batista: oitavo maior bilionário do mundo, depois…

        Paulo Lehman, Beto Sicupira e cia ltda (ex Garantia): conhecidos como “Midas” no mundo dos negócios graças ao crescimento das Lojas Americanas, a fusão de Antártica e Brahma gerando a AMBEV e depois INBEV com a compra de “n” outras empresas do segmento, a compra do Burger King e por aí vai, no entanto, ninguém lembra ou sabe dos casos de fracasso deles, como Artex, Playcenter, Hopi Hari…

        Conclusão: o fato de ter se tornado bilionário como fruto de suas ações diretas pode significar que em alguns casos você venha a enriquecer ainda mais e muito, graças a suas habilidade e experiência naquele tema (exemplos de Enrique Bañuelos e Sam Zell), mas isto por si só não é nenhuma garantia que vai continuar bilionário (Eike Batista) e mesmo que você continue bilionário e até que sua riqueza aumente muito, ainda assim não vai te impedir que tenha alguns fracassos no caminho (Paulo Lehman, Beto Sicupira e cia ltda.). Em outras palavras, do mesmo jeito que os ganhos passados em uma determinada aplicação de renda variável não garantem os seus ganhos futuros, assim como os acertos do passado que te tornaram bilionário não garantem que você vai acertar sempre e nem que vai continuar bilionário…

        13+
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        • Money_Addicted 1 de novembro de 2016 at 12:52

          sim, obviamente eu acredito que eles tambem erram, mas se pensarmos estatiscamente eles mais acertam do q erram.

          6+
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          • CA 1 de novembro de 2016 at 14:31

            Verdade. Não sei se viu a outra notícia em comentário mais abaixo, sobre o Parque Global, que demonstra que no caso que deu origem ao debate, o bilionário estrangeiro entrou em uma verdadeiro mico por questões ambientais que estão travando este projeto há anos…

            3+
            • Money_Addicted 1 de novembro de 2016 at 16:57

              sim, nesse ele errou feio

              1+
    • cesarkebrado 1 de novembro de 2016 at 22:02

      Perceberam que o negocio dos caras é com dinheiro dos outros, sardinhada, nesse caso ele tá ganhando é com o fundo desde já, ele sabe muito bem que aqui não se vende mais nada, mas, quem disse que ele quer vender imóveis?

      3+
  • Alemon Fritz 1 de novembro de 2016 at 10:51

    detalhe… ele tambem esta no Porto Maravilha… kkkk banania não é pra amadores..

    8+
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  • RC 1 de novembro de 2016 at 11:01

    Aluguel de apartamento reformado na SQS 204 em Brasília.

    Anúncio na OLX (09/09/2016) = R$ 3.800,00

    http://df.olx.com.br/distrito-federal-e-regiao/imoveis/sqs-204-reformadissimo-242583619?xtmc=SQS&xtnp=1&xtcr=29

    Anúncio na Wimóveis (26/10/2016) = R$ 2.990,00

    http://www.wimoveis.com.br/imovel/aluguel-apartamento-brasilia-df-3-quartos-sqs-204-bloco-k-1534374

    R$ 780,00 de condomínio devem estar pesando, pois queda de mais de 21% em menos de 2 meses.

    Fico pensando se o proprietário não perdeu o inquilino anterior pois bateu o pé no reajuste pelo IGP-M. Que arrependimento.

    Esse corvo tá dando mole deixando o anúncio da OLX desatualizado e entregando o desespero.

    19+
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  • Leonardo M. 1 de novembro de 2016 at 11:04

    Itaú Unibanco diz que tem perspectivas positivas para a inadimplência

    O terceiro trimestre trouxe perspectivas positivas em termos de inadimplência, de acordo com o vice-presidente executivo do Itaú Unibanco, Eduardo Vassimon. “Tivemos um resultado robusto em um ambiente desafiador e com perspectivas positivas em relação à inadimplência”, destacou ele, em teleconferência com analistas e investidores, na manhã desta terça-feira, 1º de novembro. De acordo com ele, a inadimplência, considerando atrasos acima de 90 dias, foi impactada pela rolagem de um crédito a um grupo específico do setor de óleo e gás que já estará baixado a prejuízo no quarto trimestre. Se excluído esse caso, conforme Vassimon, o indicador teria ficado estável no período de julho a setembro. Esse mesmo caso específico impactou a inadimplência de grandes empresas, lembrou Vassimon. Não fosse ele, acrescentou, o indicador de 90 dias teria tido “pequena queda”. Sobre o segmento de pequenas e médias empresas, que tem, conforme o executivo, apresentado comportamento mais desafiador entre as carteiras, Vassimon destacou que o crescimento tem sido a taxas menores, sinalizando uma tendência positiva. “A mensagem positiva é a inadimplência da pessoa física, que veio bastante bem, com o segundo trimestre de queda”, comemorou o executivo. De acordo com Vassimon, o pico do atual ciclo econômico em termos de despesas com provisões para devedores duvidosos, as chamadas PDDs, para atacado no Itaú se deu no primeiro trimestre deste ano, com um total de R$ 2,728 bilhões. Já na pessoa física foi, conforme ele, no quarto trimestre do ano passado, com um montante de despesas de PDDs de R$ 4,621 bilhões.

    4+
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    • Leonardo M. 1 de novembro de 2016 at 11:06

      Mais uma sigla pro blog

      PDDs

      8+
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  • rodrigosp 1 de novembro de 2016 at 11:12

    E o micão do Parque Global, alguém viu!?

    Esses dias lembrei desse “magnífico” empreendimento, pois antigamente era meu caminho de volta para casa do antigo trabalho!

    E eis que, do nada surge…

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/11/1828048-megaempreendimento-com-torres-e-shopping-vira-mico-milionario-em-sp.shtml

    “Era impossível entrar naquele estande e não comprar um imóvel…”

    “Disseram não haver política de distrato de contratos…”

    8+
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    • Lucas 1 de novembro de 2016 at 11:51

      conheço essa história de perto mas sem profundidade

      Dizem boatos que soltaram muitos pixulecos pra tirar a licença daquilo lá, coisa pesada mesmo, envolvendo politicagem (não existe santo na política), mas eis que tinha uma pedra no caminho
      primeiro o movimento ambiental, aquele local tem mil leis de proteção de remanescentes intactos de mata altnatica, APP, promessa de parque, etc…

      Se alguem 1 dia visitar a Cetesb, repare nos murais, existem mil cartazinhos defendendo que ali se transforme num Parque.

      tudo iria acabar em pizza pq em SP é a força da grana MAAASSS, tem um mas bem lega: Ali atrás tem um condo de luxo
      ibagens:
      https://static1.squarespace.com/static/51a4d5a3e4b0643b1ca8eec8/t/53da99f5e4b048567562a18b/1406835205129/Estacionamento+e+pr%C3%A9dios.jpg

      Já fui convidado duma festança ali, apesar de não ser dos mais caros da cidade é um bairro influente, tinham vários politicos e ex-secretarios na festa, tinham vários advogados, juízes, enfim, gente da pesada, eles se juntaram com os ambientalistas. Não querem perder a paisagem que é realmente fantástica e aquele parque ia estragar.

      Antes que me enxam o saco, essa parte do “morumby” (não é exatamente morumbi) tem entrada exclusiva pela marginal hiper monitorada por segurança armada de fuzil, carro blidando e cameras HD a cada 4 postes com leitor automatico de placa e central 24 horas.

      Olha nesse embroglio jurídico evito me meter nos detalhes sórdidos, quem tem, quem não tem razão. Sei que ascarel é uma dessas substancias apócrifas, abolidadas, que cidades velhas como RJ estão sentadas em toneladas disso, e que nenhum juiz tem coragem de aplicar a Lei ao pé da letra, vc pára o Brasil se for limpar essa porra.

      Com a explosão da bolha vai ficar mais difícil tirar esse projeto do papel, se é que vcs me entendem, pras partes se acertarem a questão é basicamente financeira. Lá dentro da Cetesb quem assinou essa licença ou deve estar isolada perdida morta pelos próximos 100 anos, ou deve estar munido de muitas e muitas razões técnicas, sinceramente eu não sei, não fui a fundo nisso.

      8+
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      • rodrigosp 1 de novembro de 2016 at 12:31

        Fala Lucas, beleza?

        É verdade, existe mesmo um condomínio de luxo bem atrás do terreno do Pq Global, quando morei lá perto sempre reparava nesse condomínio, chegando a construção do estande eu pensei: “Os ricaços do condomínio vão ficar pê da vida…”
        De fato tivemos a mesma linha raciocínio, tudo o que imaginava deve ter ocorrido, conforme o que você citou, pessoas muito influentes na região, na época já tinham muitos moradores se organizando para barrar a construção, políticos, juízes e etc…
        Na matéria cada lado mostra ter suas razões, sinceramente, sou da mesma opinião que você, esse politicagem nojenta que nos assola não dá para cravar absolutamente nada, aliás, se é para apostarmos em algo é mais fácil apostar que o errado seja feito do que o correto, tudo é na base da politicagem, propina e isso independente do partido e seus políticos.
        O que dizer, por exemplo, do caso dos alvarás dos shoppings de SP?
        E a compradora, que foi seca para pegar um na “pranta”, ela e mais 300 compradores!?
        Segue o jogo…

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      • Joe banana 1 de novembro de 2016 at 14:40

        O que já vi de contrato de compra de imóvel sendo que o comprador AJUIZA que está comprando imóvel contaminado e que o azar é dele tá lotaaado
        Bananense é espécie a ser estudada…

        4+
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  • O Cramulhao de FHCigienopolis45 1 de novembro de 2016 at 12:12
  • Seguidor do Bolha BH 1 de novembro de 2016 at 12:20
  • Seguidor do Bolha BH 1 de novembro de 2016 at 12:23

    Cade investiga conselho de corretores de imóveis por prática anticompetitiva
    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/10/cade-investiga-conselho-de-corretores-de-imoveis-por-pratica-anticompetitiva.html
    Depois representantes do setor dizem que flanelinhas de imóveis, ops, coRetores são profissionais éticos etc…

    8+
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  • joselito 1 de novembro de 2016 at 13:45

    OFF

    http://www.infomoney.com.br/negocios/inovacao/noticia/5692294/nubank-vai-oferecer-desconto-fatura-dos-clientes-com-recurso-inedito

    sempre fiquei pu#% quando ouvia o “12x sem juros” e, ato continuo, vinha o “não damos desconto a vista”…..

    7+
    • Money_Addicted 1 de novembro de 2016 at 14:15

      soh q ainda vale mais emprestar pro temer e continuar nas parcelas

      6+
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      • joselito 1 de novembro de 2016 at 14:17

        é?
        bom, que pena, rsrsr. Não tenho esse cartão, e não sei os descontos que dão.
        Só postei por curtir o conceito do negócio, visto que conversamos com paredes ao expôr que não existe 12x “sem juros”…

        5+
        • Money_Addicted 1 de novembro de 2016 at 15:01

          sim, concordo eh “interessante” a ideia/novidade.

          5+
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  • Triplo A 1 de novembro de 2016 at 16:12

    Acabou de ser aprovado o Decreto de Calamidade pública aqui no Hell de janeiro.

    12+
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    • Ilusionista 1 de novembro de 2016 at 19:07

      querem mandar a conta para os FPs, aumentando a contribuição deles de 11 % para 23%, podendo incluir também os aposentados que são isentos…
      detalhe: grande maioria já pendurados no consignado de quase uma década levando 40% da renda…..

      10+
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    • EngenheiroSP 1 de novembro de 2016 at 20:02

      http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/11/alerj-aprova-projeto-que-reconhece-estado-de-calamidade-no-rj.html%5D

      Cara, pelo o que diz na reportagem, tá na hora da população carioca por fogo em todo prédio do executivo e legislativo, o que tá ocorrendo lá é demais até mesmo pros padrões brasileiros

      8+
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      • Ilusionista 1 de novembro de 2016 at 21:48

        “Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) surpreendida no dia 27 de outubro, às 18 horas, com a informação de que o Estado do Rio de Janeiro descumpriria o preceito que obriga o pagamento dos membros ativos e aposentados da magistratura no último dia útil do mês trabalhado, informa aos seus associados o seguinte:

        1. A gravidade da situação e a possibilidade de repercussão em outras unidades da Federação torna a questão de interesse nacional e autoriza a AMB a intervir diretamente;

        2. A AMB ingressará no mandado de segurança 34483 impetrado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), cujo relator é o ministro Dias Toffoli, em defesa do interesse da magistratura pugnando pelo cumprimento da Constituição, para compelir o Estado do Rio de Janeiro a respeitar a tripartição dos Poderes e cumprir a Lei Orçamentária transferindo ao Tribunal de Justiça os recursos financeiros que lhe estão assegurados;

        3. A AMB, além de solidarizar-se com os magistrados ativos e aposentados, mantém seus advogados à disposição de todos os associados e os colocará também à disposição do Tribunal para adoção de outras medidas judiciais ou administrativas para garantir o devido e necessário respeito à Constituição, à independência e autonomia financeira do Judiciário nacional;

        4. A AMB manifesta integral apoio ao presidente do TJRJ, desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, e à presidente em exercício, Maria Inês da Penha Gaspar, que vêm adotando medidas que talvez permitam a quitação da folha de pagamento ainda nesta segunda-feira (31), mas com probabilidade de integralizar o repasse até no máximo o dia 07 de novembro;

        5. A AMB lamenta que tão delicado e relevante assunto tenha sido mantido em sigilo impossibilitando adoção de outras medidas preventivas em favor da classe, como foi feito pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (SINDJUSTIÇA), em medida que alcançou e beneficiou a magistratura.

        Reiteramos nosso compromisso com a unidade e valorização da magistratura brasileira e não toleraremos atitudes de desrespeito e aviltamento do Poder Judiciário ou que deem tratamento diferenciado a magistrados da ativa e aposentados.

        Brasília, 29 de outubro de 2016.

        fonte:

        http://www.amb.com.br/novo/?p=32372

        4+
  • Cesar_DF 1 de novembro de 2016 at 17:56

    g1.globo.com/goias/mercado-imobiliario/noticia/2016/11/aos-68-anos-idosa-volta-ao-mercado-de-trabalho-como-corretora-de-imoveis.html

    Idosa de 68 anos volta ao mercado de trabalho como corretora de imóveis
    Aposentada há 5 anos, ela aproveitou oportunidade oferecida por imobiliária. Empresa dá treinamento para quem tem mais de 55 anos e quer ser corretor.

    8+
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    • Ilusionista 1 de novembro de 2016 at 18:47

      que situação…
      em vez de ficarem o dia inteiro dentro de casa gastando energia elétrica vendo TV ou, para os mais saidinhos, passar o dia nas praças jogando conversa fora ou jogando truco com a vizinhança, preferem apostar em uma nova atividade….
      Ficar sentado nos estandes de vendas neste calor, curtindo um ar condicionado, na espera da “sorte grande”.

      9+
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  • Carlos 1 de novembro de 2016 at 20:04

    Todos os dias serão negros para os trouxas que caírem na lábia dos corvos e acorrentarem suas vidas a monte de tijolos feitos de bostha embalados em papel dourado.

    https://www.vivareal.com.br/blackfriday/

    6+
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  • Alves 1 de novembro de 2016 at 20:19

    OFF

    Aos investidores experientes do BIB, o acham?
    CMTR33 – Cemig Ger. e Trans. 15/02/2022 10,05 % + IPCA

    2+
    • Leonardo M. 1 de novembro de 2016 at 21:34

      Debentures?

      2+
      • Alves 1 de novembro de 2016 at 21:48

        Sim. Nunca investi.

        2+
        • Leonardo M. 1 de novembro de 2016 at 21:52

          CEMIG caiu muito o lucro e pra piorar o governo de MG eh do PT
          Nao recomendaria uma vez que Debentures não tem nenhuma garantia.

          Melhor ir de TD ou LCI

          6+
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  • Cadeludo 1 de novembro de 2016 at 22:01

    Sabem pq a bolha nacional bananense será antológica?
    pq o povo daqui é muito burro e ganancioso, burrice com ganância nunca vai dar certo
    motumbo tá lambendo os beiços mas vai precisar de catuaba pra dar conta de tanta 666

    19+
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    • Deralian 2 de novembro de 2016 at 21:07

      Catuaba, açaí, guaraná, amendoin, viagara e etc…

      0
  • Alemon Fritz 1 de novembro de 2016 at 22:17

    Construtoras dão descontos de até 50% na compra de imóveis no País
    Os descontos podem ser aproveitados em todo o Brasil
    a plataforma digital VivaReal prometem oferecer ao consumidor descontos de até 50% nos imóveis. Nos empreendimentos comerciais, os descontos chegam a R$ 975 mil, enquanto nos residenciais, a R$ 210 mil,

    http://www.tribunadabahia.com.br/2016/11/01/construtoras-dao-descontos-de-ate-50-na-compra-de-imoveis-no-pais

    BlackMotumbo

    6+
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  • Alemon Fritz 1 de novembro de 2016 at 22:23

    Black Friday Movimenta Também o Mercado de Imóveis Novos
    aproveite e compre um smartphone, roupas, imóveis, sapatos…

    http://br.investing.com/analysis/black-friday-movimenta-tamb%C3%A9m-o-mercado-de-im%C3%B3veis-novos-200161340

    3+
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  • Cadeludo 1 de novembro de 2016 at 22:41

    haha compre apê e ganhe um xbox e um smartphone pra curtir a vida no cubículo
    alguém acredita que hoje em dia ainda tem investitonto pensando em ágio?

    3+
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  • CA 2 de novembro de 2016 at 09:04

    Sobre o tópico, ao lermos o artigo completo, vemos várias informações importantes. Comento abaixo sobre algumas delas, dividindo cada assunto em um comentário diferente:

    No primeiro parágrafo, mencionam que a NECESSIDADE está obrigando construtoras e vendedores particulares a diminuírem os preços de vendas de imóveis.

    As construtoras fazem isto porque estão com estoques e distratos muito elevados, algumas delas em péssima situação financeira, enquanto para os vendedores particulares, o motivo é a NECESSIDADE financeira.

    Isto reforça o que sempre digo por aqui, que não existe esta estória de “querer é poder” e que os vendedores não vão baixar os preços porque “não querem”.

    Aliás, os mecanismos para quedas de preços são exatamente aqueles que temos destacado e DEMONSTRADO diversas vezes por aqui, tanto no caso das construtoras quanto dos vendedores particulares.

    No Mundo REAL, é a NECESSIDADE que faz com que os preços baixem, aliás foi sempre a NECESSIDADE que fez com que os preços baixassem em todas as explosões de bolha imobiliária ao redor do mundo, nunca existiu um ZicaVirusBaixaPreços que fizesse com que as pessoas ficassem com “vontade” de baixarem os preços.

    8+
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  • Alemon Fritz 2 de novembro de 2016 at 09:05

    Inadimplente pode perder imóvel do Minha Casa, Minha Vida, diz secretária..
    Maria Henriqueta anunciou campanha para devedor refinanciar.
    Em setembro, 31,4% estavam inadimplentes na faixa 1 do programa.
    o governo teve um gasto extra de R$ 300 milhões com as unidades em razão da depredação nas obras paralisadas…

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/11/inadimplente-pode-perder-imovel-do-minha-casa-minha-vida-diz-secretaria.html

    isso dá R$1,8 milhão ao mes de inadimplência

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  • CA 2 de novembro de 2016 at 09:53

    Ainda sobre o tópico, no segundo parágrafo do artigo completo, mencionam que o estoque de imóveis novos na cidade de São Paulo, ao final do terceiro trimestre de 2016, já havia superado as 35.000 unidades, somente daquilo que se encontra em poder das construtoras, isto sem contar o grande volume de imóveis novos em poder de investidores para serem revendidos e o número absurdo de imóveis usados que particulares tentam vender.

    Neste mesmo parágrafo, informam que dentro do terceiro trimestre, menos de 40% do que foi lançado acabou sendo vendido, sendo que no mesmo período de 2015, vendiam mais de 60% dos lançamentos.

    Olhando gráficos que estão disponíveis mais para baixo neste artigo, verificamos que lançaram no terceiro trimestre de 2016 4.718 unidades, contra 4.075 unidades lançadas no terceiro trimestre de 2015, em contra-partida, venderam 1.747 unidades lançadas no terceiro trimestre de 2016 contra 2.334 unidades no terceiro trimestre de 2015. Em outras palavras, os lançamentos elevados foram apenas mais uma forma de aumentar os estoques e a distorção entre oferta e procura que já é absolutamente ANORMAL, equivalente a ANOS de vendas.

    Até antes de 2011, chegamos a ter estoque que era de menos de 1/3 do estoque atual, sendo que as vendas eram de algumas vezes o que é vendido hoje.

    Desde 2012 os estoques estão crescendo e as vendas caindo, por que as construtoras insistiram em aumentarem os lançamentos no terceiro trimestre de 2016? Seria como se as montadoras, vendo super estoques crescentes, decidissem aumentar a produção de veículos. Isto é um completo contra-senso e todos sabem disto. Por que então uma atitude tão IRRACIONAL como esta por parte das construtoras?

    Algumas construtoras estão PEDALANDO. Elas estão aumentando os lançamentos, porque é nos lançamentos que elas conseguem fazer o maior volume de vendas FALSAS na planta, aquelas vendas que são focadas em clientes que pagarão parcelinhas muito baixas durante a construção, afinal a entrada estará diluída em 36 meses, mas que no ato da entrega do imóvel, não terão renda para adquirir crédito imobiliário e com isto engordarão a estatística de distratos, aumentando ainda mais os super-estoques, piorando ainda mais a situação financeira das construtoras e assim, forçando reduções ainda maiores nos preços dos imóveis.

    Por que as construtoras PEDALAM?

    Elas querem fazer com que um novo volume de vendas FALSAS na planta ajude a encobrir um volume cada vez maior de distratos, para não acontecer como ocorreu com a EzTec que recentemente teve vendas líquidas NEGATIVAS (mais devoluções do que novas vendas), algo que inclusive já havia ocorrido com a Viver ao final de 2014. É importante para elas MASCARAREM esta situação, caso contrário ficará muito claro para todos o GOLPE que aplicaram.

    Com esta ação, o prazo para vender estoques também fica MASCARADO, inferior a realidade, porque está somando nas vendas e abatendo nos estoques, vendas que não serão concretizadas no ato da entrega dos imóveis. Mascara ainda mais a realidade quando combinado com outro TRUQUE que é o de adiar o “reconhecimento” do distrato solicitado pelo cliente, deixando assim de abater das vendas e de dar entrada nos estoques estes distratos “não reconhecidos”. Vemos pelo ReclameAqui que algumas construtoras estão demorando às vezes mais de 1 ANO para “reconhecer ” um distrato.

    Quais as consequências práticas destas PEDALADAS que estão claramente DEMONSTRADAS pelos números que constam no artigo deste tópico?

    A distorção entre oferta e procura e os distratos continuarão crescendo sem parar, fazendo com que a situação financeira das construtoras fique cada vez mais crítica e garantindo que cada vez mais construtoras se tornem inviáveis operacionalmente, levando um número cada vez maior delas a pedirem recuperação judicial. Uma consequência natural destes fatores combinados com diversos outros de nossa economia, serão quedas cada vez maiores nos preços quanto mais elas pedalarem. É análogo ao volume de pedaladas da Dilma frente ao tamanho da crise na economia que enfrentamos hoje…

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    • Alemon Fritz 2 de novembro de 2016 at 10:11

      falando em distratos, nada mudou… (uma semana atras)
      Pacto global da construção civil não será assinado
      http://pbagora.com.br/conteudo.php?id=20161025091412&cat=paraiba&keys=pacto-global-construcao-civil-nao-sera-assinado

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      • Alemon Fritz 2 de novembro de 2016 at 10:37

        Nos últimos 12 meses, foram distratadas 46.268 unidades, alta de 1,7% face ao total de distratos observados no período precedente.

        Pacto: cortina de fumaça
        “Isso vai contra toda jurisprudência dos tribunais”, critica Maria Inês, lembrando que o pacto não tem força judicial. “As pessoas vão decidir se assinam ou não, porque não está previsto em lei.” Também o Procon-RS se posiciona contra o acordo firmado. “Este pacto fere os direitos conquistados, e pode gerar jurisprudência, o que é ruim para o consumidor”,

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  • Alemon Fritz 2 de novembro de 2016 at 10:00

    e o “investidor” esperando…
    DF tem 5,3 mil imóveis à espera de ‘habite-se’, diz associação
    Alguns aguardam há dois anos, diz Ademi; são 3 mil só de residências.
    GDF diz que leis para agilizar processo serão enviados à Câmara em 2017. (kkkkkkkkkkk)
    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/10/df-tem-53-mil-imoveis-espera-de-habite-se-diz-associacao.html

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  • CA 2 de novembro de 2016 at 12:20

    O artigo abaixo tem tudo a ver com algo que tenho sempre comentado por aqui e que parte da imprensa e dos especialistas tem ignorado:

    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,a-reforma-esquecida,10000085937

    COLUNISTA

    Monica De Bolle
    ECONOMIA PEC

    A reforma esquecida

    Não dá para ignorar a necessidade de mudanças no sistema financeiro brasileiro

    Monica de Bolle

    02 Novembro 2016 | 05h00

    Entre o vigoroso debate sobre a PEC dos gastos e a acalorada discussão vindoura sobre a reforma da Previdência, pouco se fala a respeito de outra reforma de sumária importância para o Brasil: a reforma do sistema financeiro. Não se trata apenas do eterno debate sobre o nível anômalo dos juros brasileiros, mas de idiossincrasias que tornam o Brasil um país para lá de esquisito, país onde a política monetária não apenas opera com escopo bastante reduzido, mas traz consequências pouco conhecidas sobre papel distributivo de natureza única, verdadeira guariroba brasileira.

    Por diversas vezes discorri sobre o papel do crédito subsidiado e do crédito direcionado no Brasil. O crédito direcionado é aquele destinado a setores e programas específicos, sem que se tenha clareza sobre tais decisões alocativas. Entre 2008, antes da crise internacional, e 2015, o crédito direcionado como proporção do crédito total aumentou de uns 30% para cerca de 50%. Ou seja, metade do crédito oferecido hoje no País por grandes bancos públicos e privados não é o que economistas chamam de “crédito livre”, isto é, recursos que não estão sujeitos a algum tipo de normativa.

    O crédito direcionado custa cerca de 25% do crédito dito livre, ou seja, quem o recebe obtém baita vantagem sobre os reles mortais que a ele não têm acesso. Quem o recebe? De modo geral, são as grandes empresas no setor de serviços, de energia e de produtos manufaturados, além da parte que se destina à agricultura. De onde vêm os recursos para financiar a benesse? Cerca da metade provém diretamente do governo – ou, dito de outra forma, apenas em 2015 fluxos destinados ao financiamento do crédito subsidiado custaram 3,5% da receita do governo. Enquanto o governo compromete parte relevante da gestão fiscal com o financiamento do crédito subsidiado, uns 40% dos recursos para financiá-lo saem indiretamente do bolso do trabalhador. Como? Na forma de subremuneração dos fundos de poupança forçada como o FGTS – enquanto o FGTS rende, em média, uns 7% ao ano ao trabalhador, títulos do governo atrelados à Selic rendem mais ou menos o dobro.

    O crédito subsidiado, portanto, cria distorções na alocação de recursos, na política fiscal, no custo do crédito, na remuneração indireta dos fundos de poupança forçada do trabalhador. Todas essas distorções aumentaram sobremaneira desde 2008 sem que a sociedade tenha conta do que isso significa. No que diz respeito ao investimento, diversos estudos mostram que o aumento do crédito subsidiado entre 2008 e 2015 não teve qualquer efeito sobre as taxas de investimento. Ou seja, a maior disponibilidade de dinheiro barato para grandes empresas em nada contribuiu para o aumento da produtividade e do crescimento da economia. O que se viu foi, em grande medida, empresas com acesso a outras fontes de crédito reduzindo despesas financeiras sem alavancar os benefícios crescentes de tamanha generosidade.

    No que diz respeito à política monetária, não é de hoje que insisto nos efeitos danosos do crédito direcionado. Se há tanto crédito dessa natureza em circulação, a Selic não age sobre parte relevante do mercado de crédito brasileiro. O resultado disso é que, para alcançar determinado resultado inflacionário, é preciso elevar os juros muito mais do que se fosse o mercado de crédito brasileiro menos idiossincrático. Novamente, insisto: esse problema aumentou imensamente após 2008.

    A esquisitice da política monetária brasileira ante a existência do crédito subsidiado e direcionado não se restringe à sua relativa perda de potência. Como o crédito direcionado favorece setores específicos, parcialmente protegidos das ações do Banco Central, a política monetária acaba levando a impactos redistributivos a partir da elevação do custo do crédito. Dito de outra maneira, se o setor X recebe crédito direcionado e o setor Y não o recebe, quem sofrerá mais com a elevação das taxas de empréstimo derivadas de um aperto monetário será o setor Y. Esse impacto será tão maior quanto mais espaço ocupar o crédito subsidiado no sistema financeiro.
    Em tempos de reformas e apelos à transparência, urge repensar o papel do crédito direcionado no Brasil. Não dá mais para ignorar a necessidade de uma profunda reforma no sistema financeiro brasileiro.

    *Economista, pesquisadora do Peterson Institute for International Economics e professora da Sais/Johns Hopkins University

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    • CA 2 de novembro de 2016 at 13:15

      Complemento:

      Sabemos muito bem porque o crédito direcionado e subsidiado cresceu tanto a partir de 2008, como mencionado no artigo acima. Não foram apenas os empréstimos bilionários diretamente para empresas de “amigos do rei”. Na realidade, apesar destes empréstimos terem sido relevantes e colaborado para a destruição da economia, foram muito pouco se comparados aos prejuízos da bolha imobiliária. Vejamos:

      O inflar da bolha imobiliária fez com que o crédito com juros subsidiados disparasse.

      De um lado tivemos o FGTS sendo sugado de forma cada vez mais intensiva a partir de 2009 através do Minha Casa Minha Vida.

      Em complemento ao que consta acima, a poupança que sempre teve um péssimo rendimento, também subsidiou um crescimento anormal do crédito imobiliário concedido. Se compararmos o crédito imobiliário concedido com verba da poupança em 2004 com aquele concedido em 2014, veremos que foi multiplicado por 50, algo absolutamente ANORMAL.

      Junta-se a estes empréstimos imobiliários os saques do FGTS para uso na aquisição destes imóveis que já se utilizaram da verba da poupança, que também disparou como nunca neste período.

      Sem contar os empréstimos a construtoras com juros menores que os praticados pelo mercado ou mesmo com juros menores e com maior risco nos empréstimos imobiliários para compradores, práticas comuns para Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil na última década.

      Como foi bem explicado pelo artigo acima, estes empréstimos subsidiados com juros menores, prejudicam a economia de forma intensa, inclusive fazendo com que reduções na SELIC tenham impacto muito limitado, ao mesmo tempo que os juros finais cobrados em diversas modalidades de crédito sejam anormalmente elevados.

      Há alguns pontos para os quais Mônica De Bolle não se atentou tambem:

      De 2010 a 2015, enquanto a dívida das famílias com o crédito imobiliário em proporção a sua renda simplesmente TRIPLICOU, graças a preços dos imóveis que dispararam de forma incompatível com a renda, a dívida das famílias para outros fins em proporção a sua renda caiu e a inadimplência geral do consumidor cresceu 2,5 vezes mais rápido que no período anterior. A tradução do que consta acima: o crédito imobiliário subsidiado, alongamento de prazos, créditos podres, etc, levou a crescimento anormal dos preços dos imóveis ao ponto das famílias serem obrigadas a reduzirem seu consumo para outros itens, outra forma de prejuízo à economia.

      Tivemos ainda o prejuízo do inchaço ARTIFICIAL dos empregos da construção civil que se transformou em aumento anormal no desemprego quando vieram os super estoques de imóveis, os preços abusivos de aluguéis para imóveis comerciais levando a um fechamento sem precedentes de lojas, uma infinidade de imóveis sem vender nem alugar roubando liquidez da economia, cada vez mais construtoras a caminho de quebrarem, mais e mais milhares de famílias sendo enganadas no GOLPE das vendas FALSAS na planta e perdendo todas as suas economias, etc, etc, etc…

      Em outras palavras, apesar do artigo de Mônica De Bolle ter sido muito bom, tendo fugido do ILUSIONISMO de que é só fazer uma reforma fiscal e baixar os juros que “tudo se resolve”, ela viu apenas a ponta do iceberg: o crédito subsidiado intenso causa MUITO MAIS prejuízos para economia e sociedade, principalmente quando combinado com os GOLPES que os setores beneficiados aproveitam para implementar…

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      • Alemon Fritz 2 de novembro de 2016 at 13:59

        daddos:
        Os financiamentos com recursos direcionados atingiram saldo de R$1.563 bilhões (-0,2% no mês e +0,6% em doze meses), com redução no segmento de pessoas jurídicas (-0,8% no mês, saldo de R$823 bilhões), notadamente nos financiamentos para
        investimentos com recursos do BNDES. As operações com pessoas físicas somaram R$740 bilhões (+0,5% no mês), com aumentos de 0,6% na carteira imobiliária e de 0,5% no crédito rural.
        No crédito direcionado, o custo médio mensal permaneceu estável em 10,4% a.a. de juros
        https://www.bcb.gov.br/htms/notecon2-p.asp

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  • socrates 2 de novembro de 2016 at 12:30

    “Em tempos de reformas e apelos à transparência, urge repensar o papel do crédito direcionado no Brasil. Não dá mais para ignorar a necessidade de uma profunda reforma no sistema financeiro brasileiro.” (2)
    Chega de beneficiar amigos do rei!!!!

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  • odorico 2 de novembro de 2016 at 14:38

    Ficou perdido no tópico anterior e reforça a questão da “necessidade” do CA e da reforma necessária citada pela “de bolle”. A PEC 241 passando a necessidade vai aumentar e a reforma virá.

    CVR – em brasília órgãos do executivo, legislativo e judiciário da esfera federal fazendo estudos sobre impactos da pec 241. Todo mundo desesperado, pois a pec usa como base o valor do orçamento 2016 pago, isto é, orçamento realizado. Como orçamento não é levado a sério, planejam nas alturas, empenham metade, realizam 30%. Como vai valer o realizado 2016 como base para os próximos 10 anos mais correção IPCA, o pessoal está em polvorosa. A verdade é que está todo mundo em pânico. órgãos vão ter que economizar energia, papel, água e principalmente pessoal. Terceirizados de Brasília preparem-se para demissões (o maior gastos dos órgãos é com pessoal) e para o reajuste salarial para baixo (você será demitido e depois aceitará ganhar menos em outra empresa). FPs preparem-se para trabalhar. Se PEC 241 passar o ajuste no serviço público vai ser forte. Concursos, esqueçam. Até FP vai ser contra concurso para não ter que dividir a fatia do bolo. Comissionados serão poupados no início, mas na hora que faltar dinheiro para papel higiênico no órgão até o padrinho político do cara abre mão, principalmente dos “oreia seca”. Viva o mansueto.

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  • rogerio 8 de novembro de 2016 at 21:33

    Minha maior preocupação no Brasil não é bolha imobiliária ou questões econômicas e sim o aumento da CRIMINALIDADE. De nada vai adiantar eu ter minhas reservas financeiras e meus juros se não puder sair na rua e parece que é neste caminho que estamos indo…
    Acho que nem nos anos 80 passamo por isso, ninguem tinha dinheiro pra nada, hiper inflaçao, coca-cola só no fim de semana, mas pelo menos acho que era mais seguro…

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