Avalanche de devoluções atinge o setor de imóveis – Valor

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Comments
  • CA 5 de outubro de 2016 at 19:52

    Continuam posando de vítima das consequências do GOLPE que eles mesmos criaram:

    Em 2011, tiveram mais de R$ 2 bilhões em distratos. Foi um volume absurdo e que nunca tinha acontecido seja em percentual sobre vendas ou em termos nominais, apesar das vendas na planta já existirem há décadas. Em 2011 também foi culpa da crise que só começou a aparecer pra valer em 2015?

    Em 2012, o número acima mais do que dobrou, passando dos R$ 5 bilhões. Culpa da crise, dos juros altos, da falta de crédito imobiliário barato? Ué, mas 2012 foi o ano em que tivemos a menor SELIC de todos os tempos, onde a poupança vinha há anos com forte crescimento nos depósitos, ano em que o Governo Federal forçava CEF e BB a fazerem empréstimos imobiliários com os menores juros do crédito imobiliário (muito inferior ao de outros bancos), onde tínhamos fartura de crédito imobiliário barato disponível para quem quisesse. Qual a relação disto com a “crise de 2015”?

    Continuam incessantemente adulterando as causas reais do problema para enganar o grande público, mas isto não resolve em nada o problema deles. Quanto mais esconderem e maquiarem a realidade, quanto mais pedalarem, mais fundo será o buraco em que estão se enterrando…

    54+
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  • Ilusionista 5 de outubro de 2016 at 20:35

    Quem será que vai pagar esta conta..

    “A tramitação de todos os processos sobre o pagamento de comissão de corretagem pelos beneficiados do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, foi suspensa ……que afetou o assunto como recurso repetitivo. O ministro também destacou a grande quantidade de recursos sobre a transferência da comissão de corretagem ao consumidor”

    http://s.conjur.com.br/dl/resp-1601149.pdf

    10+
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  • bolhista cearense 5 de outubro de 2016 at 21:10

    Vixe! Será que a próxima da lista será a MRV?

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  • Cesar_DF 5 de outubro de 2016 at 22:58

    Provavelmente quase todas as grandes incorporadoras irão entrar em recuperação judicial, que será uma forma de adiar a falência por alguns anos.
    Se em 2018 for eleito um presidente não esquerdista e for implementado um forte programa de investimentos em infraestrutura, pode ser que estas incorporadoras criem divisões de construção civil pesada, dando algum fôlego para elas.
    Lembrem-se que os bancos não tem interesse algum em solicitar a falência delas.
    Um cenário parecido com o da Espanha, onde o valor dos imóveis irá caindo durante muitos anos.

    20+
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    • CA 6 de outubro de 2016 at 07:49

      Cesar_DF,

      Existem algumas “pequenas diferenças” entre a bolha imobiliária espanhola e a brasileira, que garantem que a nossa tenha uma explosão mais intensa, com queda de preços muito maior do que ocorreu por lá. Inclusive já temos evidências neste sentido HÁ ANOS, pelo menos desde 2013. Vamos a estas EVIDÊNCIAS e as DIFERENÇAS que causaram isto:

      1) Em Brasília tivemos queda de 35,5% nos preços de lançamentos e 30% para imóveis entregues, ambos em 2013. Em São José dos Campos, queda de 25% nos preços de imóveis entregues em 2013. Em São Paulo, no caso de imóveis usados, queda de quase 20% nos preços dos últimos 24 meses. Além destes, outros casos de quedas relevantes nos preços. Tudo isto levantado com base em pesquisas que utilizam como referência o preço NEGOCIADO, que é a mesma base utilizada para avaliar impactos da explosão da bolha imobiliária em outros países. Na Espanha, não tivemos quedas nestes percentuais em nenhum ano, para nenhuma localidade. Esta é a evidência mais clara, gritante e inegável que nossa explosão é mais intensa do que lá. “Detalhe”: todos os números que constam aqui são de quedas NOMINAIS, ou seja, sem contar com a inflação. Agora coloque na conta a inflação que temos no Brasil e compare com a inflação que tinham na Espanha durante a explosão da bolha imobiliária. Quer evidências do que consta aqui? Seguem links que contém as pesquisas mencionadas neste parágrafo:

      http://defendaseudinheiro.com.br/as-evidencias-da-bolha-imobiliaria-nas-cidades

      Ver penúltima página dos links a seguir:

      http://www.crecisp.gov.br/arquivos/pesquisas/capital/2015/pesquisa_capital_julho_2015.pdf

      http://www.crecisp.gov.br/arquivos/pesquisas/capital/2016/pesquisa_capital_julho_2016.pdf

      2) Diferenças entre bolha imobiliária brasileira e espanhola que explicam porque nossa explosão já está sendo mais intensa HÁ ANOS, como DEMONSTRADO acima:

      2.1) Construtoras que estão lidando com maior consequência da explosão no Brasil são completamente diferente de bancos que arcaram com estas consequências na Espanha e em outros países:

      2.1.1) Construtora só tem uma fonte de receita: venda de imóveis. Bancos tem VÁRIAS fontes de receita. Uma derrocada na receita com crédito imobiliário e prejuízo com leilões em que preços reduzem muito, tem forte impacto sobre bancos, mas pode ser balanceado por ações quanto a outras receitas, no caso de construtoras, isto simplesmente não existe;

      2.1.2) Bancos são extremamente críticos para saúde da economia, uma derrocada dos mesmos EXIGE uma intervenção governamental para evitar crise SISTÊMICA que arraste para o fundo todo o país. NÃO EXISTE esta situação para construtoras.

      A combinação do que consta acima, acaba FORÇANDO as construtoras a fornecerem reduções de preços muito mais intensas do que as praticadas pelos bancos espanhóis ao longo dos anos da explosão da bolha imobiliária por lá. Como evidências, veja a promoção da PDG em Setembro/2016 com preços 50% inferiores aos anunciados, o relatório da Viver no 1S15 e 1S16 que apresenta queda acumulada de 60% nos preços no caso de imóveis do segmento médio, ou o relatório da Tecnisa do 1S15 que apresentou queda de 69% no preço médio do M2 para imóveis do segmento de alto padrão. Segue o link com promoção da PDG, sobre demais, acesse a página de Relação com Investidores destas construtoras e comprove:

      http://e.allin.mktpdg.com.br/preview_htm.php?id_cmp=4061097&idem=117489&iu=7365&atmem=bHVpei5hbGZhQGhvdG1haWwuY29t

      O PRIMEIRO imóvel da promoção da PDG, conforme consta no próprio anúncio, na parte inferior do mesmo, é no condomínio “Alive”, na cidade de São Paulo. Vejamos o link de um anúncio de venda neste condomínio:

      http://123i.uol.com.br/condominio-4eedd8886.html

      No anúncio acima, preço ofertado de R$ 719.288,00, para 95 M2, ou seja, preço do M2 de R$ 7.571,45. Preço do M2 na promoçao da PDG: R$ 4.032,00.

      Queda do preço de 46,75%.

      3) Diversos aspectos da crise econômica no Brasil e da nossa bolha imobiliária que NÃO EXISTIRAM na Espanha, garantem os impactos que tem sido maiores, como DEMONSTRADO mais acima:

      3.1) Crise fiscal, considerando a combinação de déficit público com nossos juros, é mais comparável a Grécia do que com Espanha;

      3.2) Bolha de corrupção institucional (Lava Jato) não tem similares no caso da bolha espanhola e ajudou a destruir MAIS AINDA a geração de empregos na construção civil e consequências que aumentam a derrocada das construtoras;

      3.3) No Brasil temos uma combinação de 2 tipos de subprime, aquele baseado nas construtoras e outro baseado na CEF. No caso da CEF, devido ao item 3.1 acima, combinado com o fato dela deter 70% do crédito imobiliário, é muito mais difícil dela manter um volume de financiamentos que atrase ou diminua os impactos da explosão da bolha imobiliária brasileira, ao contrário da Espanha onde o problema estava mais espalhado entre vários bancos. Além disto, a combinação dos subprimes 1 e 2 garante uma distorção muito maior entre oferta e procura do que ocorreu na Espanha. No caso da EzTec, por exemplo, que é um “modelo” para demais construtoras, mas PAROU DE PEDALAR e portanto demonstra os números mais REAIS, eles tem estoque equivalente a 12 ANOS de vendas. Se olharmos os anúncios só do imovelweb, observaremos ofertas de 3 e 4 dormitórios que equivalem a DÉCADAS de vendas de novos mais usados no caso da cidade de São Paulo;

      3.4) O Brasil é um país muito mais pobre, os preços cresceram de forma muito mais IRRACIONAL e descolada da renda, não temos uma União Europeia, mas sim um Mercosul (dispensa mais comentários, ou alguém acha que a Venezuela é comparável a Alemanha?), somos um país sub-desenvolvido que tem sérios problemas estruturais que levam a inflação e juros muito acima do normal, o que juntamente com outros fatores, garante a insustentabilidade de reduções menores ao longo do tempo, forçando quedas mais drásticas dos preços, conforme DEMONSTRADO acima

      Existe uma infinidade de outras diferenças, vou parar por aqui, acho que já foi o suficiente…

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      • Cesar_DF 6 de outubro de 2016 at 08:20

        CA, concordo contigo que aqui o buraco é bem mais largo.
        Ocorreu um descolamento entre renda e valor dos imóveis bem superior a Espanha.
        Sabemos que, estatisticamente falando, a bolha já estourou, no sentido que já foi atingido um ponto de inflexão e agora é só morro abaixo, mas na visão social, o estouro da bolha é equivalente a um estouro da boiada, ou seja, a maioria das pessoas percebendo que seu bem não vale mais o que esperada e tenta vende-lo desesperadamente.
        A boiada pode estourar por vários motivos
        – Percepção de que a dívida no banco é maior do que o valor do imóvel;
        – Perda de confiança, através da quebra das grandes incorporadoras;
        – Concluir que esta queda no valor dos imóveis não é algo temporário, e só irá estabilizar quando cair pela metade.
        – Para o investidor, perceber que a rentabilidade está ruim e tende a piorar.
        Não são os números do mercado imobiliário que provocam o estouro da bolha, mas a soma das percepções individuais do que acontecerá num futuro próximo.
        Acredito que em cidades como Hell de Janeiro e São Paulo a queda ainda não foi maior porque as pessoas acham que é uma situação temporária e em breve irá melhorar. Com a espiral de autodestruição que entrou o Hell de Janeiro é possível que muitos se mudem para São Paulo, provocando enormes quedas no RJ e evitando quedas em São Paulo.

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  • Alemon Fritz 5 de outubro de 2016 at 23:18

    kkk, as vítimas
    Greve dos bancários completa um mês e afeta mais setor imobiliário
    O faturamento caiu 50% d que 2012 e 2013… Não sabemos se é falta de confiança no mercado ou consequencia da greve..
    13000 agências fechadas 30 dias.. venceram os doc de cartório, atendimento etc..

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/10/1820155-greve-dos-bancarios-completa-um-mes-e-afeta-mais-setor-imobiliario.shtml

    corvo diz que foi por causa da greve, das eleições, das olimpiadas, do ciclone, dia das crianças, eclipse e 2 luas novas no mês, impitimam, oktober, separação do Brad e Angelina, da fátema e Boneer, da morte no velho chico, e do Trump e Hylary..

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    • gmlinux 6 de outubro de 2016 at 05:06

      Será que os bancários são burros, não percebem o cenário, com o investimento em tecnologia, em breve serão uma categoria extinta…

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      • EngenheiroSP 6 de outubro de 2016 at 07:59

        A única coisa que essa greve me afeta é eu não conseguir repor um cartão de crédito que queimou o chip e não da pra solicitar outro pela Internet. De resto, não ouvi uma alma reclamando

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      • Ilusionista 6 de outubro de 2016 at 08:15

        uma greve demorada destas a vinte atrás seria o caos, iria faltar até dinheiro na praça.
        Hoje, com os todos os meios eletrônicos disponíveis e atendimento nas casas lotéricas, para muita gente não está fazendo a menor diferença, inclusive para os banqueiros…
        outras profissões que serão reduzidas ou extintas são a de professor com a expansão dos cursos de EAD, vendedor de lojas físicas com o aumento do e-commerce, dentre outras….

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      • joselito 6 de outubro de 2016 at 09:39

        Já diriam os empresários de ônibus urbanos com relação aos trocadores.

        Realmente, a tecnologia poderá substituir os bancários, mas antes disso a tecnologia tem de substituir o sindicato dos bancários, ou os políticos, pois caso contrário a caneta impossibilitará a troca de pessoas por robôs, assim como vem impossibilitando a substituição de trocadores nos busões!

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        • Cesar_DF 6 de outubro de 2016 at 09:59

          A tecnologia hoje já permitiria a DEMOCRACIA DIRETA

          http://civico.com.br/DemocraciaDireta.asp

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          • joselito 6 de outubro de 2016 at 10:28

            kkkkkkkkkkkkkkk

            se trocador já é dificil substituir, bancários mais ainda, imagina o dono da Caneta? Trocador e bancário basta uma pressão. PAra substituir o dono da caneta, somente uma REVOLUÇÃO

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    • O Cramulhao de FHCigienopolis45 6 de outubro de 2016 at 08:20

      Não sei o que é entrar numa agência há quase um ano, tenho conta no Original e agora no Sofisa, e acredito que seja mais uma questão de tempo até mais gente aderir as contas digitais.

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  • Seguidor do Bolha BH 6 de outubro de 2016 at 07:52

    E para piorar ainda mais as coisas…

    Greve dos bancos prejudica mais o setor imobiliário
    Financiamento da casa própria ainda depende de contato presencial no banco

    http://www.otempo.com.br/capa/economia/greve-dos-bancos-prejudica-mais-o-setor-imobili%C3%A1rio-1.1381944

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  • Seguidor do Bolha BH 6 de outubro de 2016 at 07:53

    Propaganda da Rossi veiculada na TV aqui em BH, e com artista global:
    Compre um Rossi e ganhe 5 anos de condomínio grátis*.
    As letrinhas miúdas no rodapé exibidas ao final do anúncio não permitiu ler as condições.

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    • Cajuzinha 6 de outubro de 2016 at 09:35

      Essa promoção já está antiga aqui em Aracaju.

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    • joselito 6 de outubro de 2016 at 09:42

      As letrinhas miúdas dizem:
      Comprando o apto, o cliente concorda que as chaves do apto serão entregues ao Motumbo, que poderá visitá-lo a qualquer hora.

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    • O Cramulhao de FHCigienopolis45 6 de outubro de 2016 at 10:32

      A respeito da Rossi, alguém aqui tem noção dos distratos dela? As mas línguas do meu círculo social dizem ter mais de 40% de distratos, mas estoques de apenas 2 anos…

      Se alguém tiver informações mais precisas…

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  • Cesar_DF 6 de outubro de 2016 at 08:47

    Compra de imóveis em Portugal por brasileiros dispara por conta da crise

    O mercado imobiliário português se tornou uma válvula de escape para a crise financeira no Brasil. Desde que a economia nacional entrou em queda, a compra de imóveis por brasileiros do outro lado do Atlântico disparou, levando o Brasil ao primeiro lugar entre os países de fora da União Europeia em volume de investimento nesse setor em Portugal.

    “Olhando sob o ponto de vista do investidor brasileiro, é um negócio vantajoso. O investidor compra um bem material na Europa, avaliado em euro, o que protege o patrimônio da desvalorização do real. E está comprando o segundo metro quadrado mais barato da EU, atrás apenas da Grécia”, diz à BBC Brasil o analista de investimento Renato Breia, sócio da Empiricus, uma empresa independente de consultoria financeira com escritórios em Lisboa e no Brasil.

    O Governo português incentiva o investimento estrangeiro no setor imobiliário com a concessão de um título de residência especial, chamado Visto Gold. Os nacionais de países que não fazem parte da União Europeia, como é o caso do Brasil, recebem uma autorização de residência de cinco anos se investirem a partir de 500 mil euros (cerca de R$ 1,83 milhão) em imóveis. Se o estrangeiro comprar um imóvel para reabilitação em um bairro antigo, o valor exigido cai para 300 mil euros (aproximadamente R$ 1,1 milhão no câmbio atual).

    Além do valor mais baixo exigido para conceder o visto de residência de longa duração, quem opta pelos imóveis que precisam passar por recuperação também são beneficiados pela isenção de impostos.
    “Quando o investidor compra um imóvel para reforma, pode ficar isento do imposto cobrado no ato de passar a escritura, que pode chegar aos 6% do valor da propriedade. Além disso, este imóvel pode ficar isento por cinco ou sete anos do imposto português equivalente ao IPTU do Brasil”, explica Rafael Ascenso.

    Com o aquecimento do mercado nos últimos anos, começaram a surgir na imprensa local especulações de que Portugal estaria prestes a ser vítima de uma bolha imobiliária.
    Especialistas no setor, no entanto, refutam essa possibilidade e creditam à recuperação econômica o crescimento recente do setor.
    “O mercado imobiliário despencou 20% com a crise financeira de 2008. Essa queda foi recuperada até o princípio de 2015 e desde então a valorização acontece de forma sustentada”, argumenta Rafael Ascenso.

    http://www.bbc.com/portuguese/internacional-37570236

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  • Cajuzinha 6 de outubro de 2016 at 09:39

    Marcelino, Weimar e Hayel perdem 207 lojas
    Apenas a Avenida Marcelino Pires, principal rua comercial de Dourados, tem 114 portas com placas de aluga-se

    O presidente do Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista de Dourados atribui o fechamento das lojas ao elevado preço dos alugueis. “Como se não bastasse o aluguel fora da realidade, existe ainda o valor exagerado do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) dessas lojas”, reclama. “Outro fator que leva ao fechamento é a queda no rendimento do comércio e, se os donos desses imóveis não se adequarem à realidade da nossa economia, logo teremos um deserto de prédios fechados no comércio de Dourados”, completa.

    Valter Casto entende que a tendência é que o comércio continue fugindo do centro de Dourados. “Os imóveis estão concentrados nas mãos de uma casta que dificulta a concorrência e prejudica todo o comércio”, observa. “Tanto é que um ponto comercial no centro chega a custar até três vezes mais que o valor co-brado por um prédio seme-lhante no centro de Campo Grande”, completa.

    http://www.progresso.com.br/dia-a-dia/marcelino-weimar-e-hayel-perdem-207-lojas

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  • From_The_Tower 6 de outubro de 2016 at 10:01

    “Venho formalizar minha insatisfação com a caixa econômica federal. Tenho um financiamento pela caixa e meu contrato foi de forma decrescente, no mês passado fiz o pagamento de 403,95 e o boleto que recebi para pagamento neste mês veio no valor de 408,06. Por favor, aguardo retorno sobre a cobrança que estou recebendo.”

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    • Lucas 6 de outubro de 2016 at 13:07

      só cincão?
      pega anda

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  • Alemon Fritz 6 de outubro de 2016 at 10:39

    Falências e pedidos de recuperação judicial batem as piores estatísticas

    a variação dos pedidos de Recuperação judicial foi de 70% e dos deferimentos, 68%. As falências solicitadas cresceram 16,7% enquanto as decretadas 11,9%
    …as decretações de quebra das empresas aumentaram 22%.!!
    “s solicitações de recuperação são usadas pelo devedor muitas vezes para se blindar.”
    Entre janeiro e setembro deste ano, 1.405 pedidos de falência foram requeridos .., que representou aumento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado.

    http://www.correiodobrasil.com.br/falencias-e-pedidos-de-recuperacao-judicial-batem-as-piores-estatisticas/

    Pedidos de recuperação judicial batem recorde em setembro, diz Serasa

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  • Melekento 6 de outubro de 2016 at 10:55

    Caros bom dia!
    Sou leitor e acompanho as explanacoes de vcs desde a criacao do Bolha Imobiliaria pelo Boss.
    Gosto da analise do CA e dos demais, bem como me divirto com a projecoes da Bruxa, que diga-se de passagem, sumiu.
    Todavia gostaria de perguntar a todos, principalmente ao CA:
    Na sua opiniao, qual seria a alternativa viavel para a construtoras sairem dessa bolha que criaram?
    Obrigado.

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    • Joe banana 6 de outubro de 2016 at 19:26

      O pior que saida não há senão trabalho honesto e certo.
      Temos muuita falta disto. Alguém vai pagar as contas, e serão os mais despreparados e os que foram enganados e ainda por cima persistem no erro

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  • Cajuzinha 6 de outubro de 2016 at 11:06

    Crise faz Brasil perder 1.257 concessionárias de veículos

    Agência Estado – 06/10/2016 — 08:51

    Ao apresentar nesta quarta os resultados do mês passado, Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, disse que o enxugamento da rede significou a eliminação de 124 mil pontos de trabalho nas revendas. “Perdemos quase toda uma indústria automotiva instalada no país em empregos”, afirmou o executivo ao comparar o fechamento de vagas nas concessionárias com total de trabalhadores empregados nas montadoras, inferior a 127 mil pessoas.

    http://www.bonde.com.br/economia/noticias/crise-faz-brasil-perder-1-257-concessionarias-de-veiculos-424934.html

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  • Cajuzinha 6 de outubro de 2016 at 11:16

    06/10/2016 10h06 – Atualizado em 06/10/2016 10h53
    85% dos empresários de comércio e serviços não abrirão vagas de Natal
    Apenas 27,2 mil vagas temporárias devem ser criadas, diz pesquisa.
    31,4% dos empresários acreditam que vendas serão piores que em 2015.

    5+
    • Juros Lover BSB-BH 6 de outubro de 2016 at 12:55

      Ah vai….Mesmo que aprove todas as reformas este ano (impossível) vai demorar ainda pra retomar…

      5+
  • Lucas 6 de outubro de 2016 at 13:13

    Fernando 5 de outubro de 2016 at 19:17
    Que surpresa positiva esse seu post…

    Ué não tinha ido?
    Bem, pros antigos não é nenhuma novidade.
    isso aqui nunca foi pessoal
    A qualidade do bib sempre veio de sua visão out of the box, ou melhor above the box, beyond the box.
    chutar corvo é apenas um hobby, não é o principal.
    assim como chutar petralha,
    lembra a dilma quando dizia que o pessimismo era culpa dos golpistas querendo desestabilizar a economia?

    6+
  • Moraine 6 de outubro de 2016 at 14:57

    Ofereci 800K num apto de 107m2 no setor noroeste em Brasília, eles vendem por 1000K.
    simplesmente não aceitam minha proposta.

    2+
    • Juros Lover BSB-BH 6 de outubro de 2016 at 15:24

      Uai…Sorte a sua, agradeça ao corvo…

      3+
    • Juros Lover BSB-BH 6 de outubro de 2016 at 15:29

      Barroeste não vale 7,5 k o m2…E o GDF falido vai demorar anos, quiça década pra urbanizar decentemente o bairro…

      3+
    • Joe banana 6 de outubro de 2016 at 19:00

      Sorte sua que nao aceitaram… so na poupança rende o aluguel e sobra

      3+
  • Moraine 7 de outubro de 2016 at 18:37

    a poupança só te dá inflação!

    1+