Devolução de imóveis alugados bate recorde em São Paulo em junho – Bom Dia Brasil

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Comments
  • Luladranus 15 de agosto de 2016 at 22:14
    • Rampion 16 de agosto de 2016 at 09:15

      As favelas agora são pontos turísticos. Vou rir para não chorar.

      15+
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      • Zé Carioca 16 de agosto de 2016 at 14:16

        O pior é que são mesmo. Os mochileiros hipsters gringos vem para o Brasil e sonham conhecer as “comunidades”. Acho de muito mal gosto aqueles jeeps de safári passando no meio das favelas, e o povo tratando os moradores como “bichos do zoológico”.

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  • Leonardo M. 15 de agosto de 2016 at 22:26

    Se a moderação me permite

    Entrem no canal do Otário no FB dele. Ele está fazendo uma pesquisa pergunta do quanto custa o mesmo imóvel pra alugar e vender.
    E vejam o comentário da galera, voces vão ficar abismados.!

    9+
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    • Leonardo M. 15 de agosto de 2016 at 22:31

      Alguns

      “Moro em bairro nobre de Curitiba. … AP no valor de r $700.000 e pago r $2.000 de aluguel… o proprietário se fode mais ainda pq recebe r $1.500… (300 que desconto de.fundo de obra e 200 fica com a imobiliária )…..”

      “Em Curitiba uma casa documentada corretamente em um bairro afastado do Centro com 45m2 (2q, sala coz e banheiro) custa de 150/200 mil aluguel por volta dos 600 reais.
      (Minha irmã tem casa em condomínio fechado e está vendendo no momento está alugada)”

      10+
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    • Cesar_DF 16 de agosto de 2016 at 11:28

      Ajudem o Canal do Otário nesta pesquisa
      https://www.facebook.com/CanalDoOtario/posts/1189355514439986

      6+
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  • bolha real 15 de agosto de 2016 at 22:52

    Um por cento dos donos de imóveis de São Paulo concentra 45% do valor imobiliário em SP
    Dom, 14/08/2016 às 10:07

    Rodrigo Burgarelli, Bruno Ribeiro, Guilherme Duarte e José Roberto de Toledo |

    Estadão Conteúdo
    Um por cento dos donos de imóveis de São Paulo concentra 45% do valor imobiliário da cidade. São R$ 749 bilhões em casas, apartamentos, terrenos e outros bens registrados no nome de 22,4 mil proprietários – os mais ricos entre 2,2 milhões de proprietários de imóveis da capital. É o que mostram dados inéditos calculados pelo Estadão Dados com base no cruzamento da base de contribuintes imobiliários divulgada pela Secretaria Municipal de Finanças com a de valores venais de imóveis da cidade, coletada pela reportagem.

    A análise revela que, no total, a Prefeitura tem pouco mais de 3,3 milhões de imóveis registrados. Entram nessa conta desde terrenos vazios a galpões, casas, apartamentos, lojas, teatros, escolas, hospitais e mesmo vagas de estacionamento nos prédios que as registram separadamente em cartório. O valor venal desses imóveis, que é usado como referência pela Prefeitura para cobrar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), é de cerca de R$ 1,7 trilhão. O valor fica próximo do R$ 1,8 trilhão que a economia paulista, a mais rica do País, produziu no ano passado, segundo a Fundação Seade.

    Tirando os cerca de 8 mil imóveis registrados em nome de Prefeitura, Estado e União – grupo que detém áreas de altíssimo valor venal, como o Parque do Ibirapuera e a Cidade Universitária, mas não negociadas no mercado -, há 820 mil imóveis nas mãos do 1% de proprietários mais ricos. Entre eles, estão os maiores pagadores de impostos da cidade. Cada um tem, em média, 37 imóveis, ou R$ 33 milhões em patrimônio.

    “É muita concentração. E, como se está falando em termos de valores e não de número de imóveis, são propriedades em áreas mais valorizadas, onde há melhor infraestrutura urbana. Ou seja: é uma concentração não só de quantidade, mas de qualidade, pois 1% é dono dos melhores lugares da cidade”, analisa Mônica Muniz Pinto de Carvalho de Souza, pesquisadora do Observatório das Metrópoles e professora da Universidade Federal do ABC.

    Empresas

    Apenas 9,6 mil empresas estão no grupo de 1% dos maiores proprietários. A começar pelos bancos, liderados pela Caixa Econômica Federal, com R$ 22 bilhões em imóveis registrados em seu nome. Em seguida vem o Itaú, com R$ 14 bilhões. Isso ocorre porque no total entram tanto os imóveis que pertencem a elas quanto os que elas financiam e seguem em seu nome no cadastro da Prefeitura.

    Também estão entre os maiores proprietários da cidade empresas públicas como a Companhia Metropolitana de Habitação – Cohab (R$ 7,4 bilhões) e o Metrô (R$ 5,6 bilhões), além de concessionárias de serviços públicos, como Eletropaulo (R$ 5 bilhões) e Sabesp (R$ 3,2 bilhões). Em faixas similares, há construtoras como Gafisa (R$ 4,2 bilhões) e WTorre (R$ 2,8 bilhões). Em seguida estão instituições tradicionais da cidade, como Mitra Arquidiocesana de São Paulo e Esporte Clube Pinheiros, ambos com R$ 2,3 bilhões.

    Os bens imobiliários do 1% se dividem em três grupos. O primeiro é composto por imóveis caros em áreas ricas da cidade: quase metade desse patrimônio está em 10 dos 96 distritos paulistanos mais valorizados: Itaim, Jardim Paulista, Pinheiros, Santo Amaro, Moema, Vila Mariana, Morumbi, Consolação, Bela Vista e Vila Andrade. O segundo tem galpões e outras áreas de grande metragem em antigos bairros industriais, como Barra Funda, Brás, Lapa e Vila Leopoldina. Por último, há vários terrenos vazios nas franjas da cidade, em distritos como Cidade Tiradentes.

    “Cada questão dessas aponta para uma dinâmica da cidade, de como ela foi ocupada. Você tem concentração de imóveis nas melhores áreas, disputa pelo espaço em antigos bairros industriais que estão se tornando residenciais e de serviço, e estoque de terrenos em bairros mais afastados onde se espera valorização”, diz Mônica.

    9+
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  • RC 15 de agosto de 2016 at 22:55

    “Metroviários pedem abono do ponto para encerrar greve”

    “Agarrado na grade da entrada da Estação Central, o corretor de imóveis Baltazar Feliciano Neto, 46, bradava a plenos pulmões sua irritação com as consequências da paralisação. “Todo mundo tem o direito de pedir aumento. Só não tem o direito de barrar o nosso ir e vir.” Ele planejava ir para Águas Claras, onde tentaria vender um imóvel, mas, por causa da restrição dos horários de funcionamento dos vagões, disse que perderia o negócio.”

    http://www.metropoles.com/distrito-federal/transporte-df/metroviarios-pedem-abono-do-ponto-para-encerrar-greve

    A reportagem não tem relação direta com o blog, mas esse parágrafo é hilário.

    Claramente foi culpa dos grevistas que impediram o corvetor de fechar negócio. KKKKKK.

    21+
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    • Rampion 16 de agosto de 2016 at 09:18

      Que decadência! Os corvos andavam sempre de carro novo e bem emplumados.kkkkk

      13+
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  • Labar 15 de agosto de 2016 at 23:27

    CVR

    Colega de trabalho tava comentando sobre um velhinho que possui 10 aptos pra alugar aqui em Brasília, tudo no mesmo prédio em Águas Claras. Já perdeu 2 inquilinos porque não quis tirar 100 reais do aluguel agora que venceu o contrato (um deles foi esse meu colega). Outros 3 aptos dele estão vagos desde mais ou menos o início do ano. Apto de 2 qtos, condomínio de 500 e pouco

    Parece que velhinhos são os últimos a entrarem na crise, ou nem se dão conta que elas existem… rsrsrs

    23+
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    • Cesar_DF 16 de agosto de 2016 at 08:14

      Este cara não precisa baixar, então é provável que continue com o valor alto, até o dia que o espólio for dividido.

      23+
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    • Rampion 16 de agosto de 2016 at 09:23

      Esse velhinho colocou todos os ovos no mesmo cesto. Imagino que o aluguel que entre seja para pagar os IPTUs e condomínios dos apartamentos fechados. Quando vestir o paletó de madeira os herdeiros irão vender por quaisquer trocados.

      17+
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    • Lucas 16 de agosto de 2016 at 13:47

      é muitoo difícil prum velhionho entender uma quebra de paradiogma ao qual foi acostumado desde criancinha
      inda mais num país de concentração fundiária enorme

      mas os filhos dele vão entender
      por bem ou por mal

      16+
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      • JJJ_brasilia 16 de agosto de 2016 at 15:35

        Muito bem colocado Lucas, quebra de paradigma é a expressão correta.

        3+
  • CA 15 de agosto de 2016 at 23:27

    Sobre o tópico:

    O volume líquido de aluguéis (aluguéis novos menos cancelamentos) já tem ficado negativo e de forma relevante no último ano, segundo o próprio CRECI SP em suas pesquisas, não é um fenômeno de agora, a única diferença é que os corretores resolveram divulgar isto agora para não passarem fome. Explico:

    Até pouco tempo atrás eles insistiam na eterna estratégia da DESINFORMAÇÃO, dizendo que o volume de novos contatos vinha crescendo, “esquecendo” de mencionar o número de cancelamentos.

    Por que o número de novos contratos de aluguel crescia? Primeiro porque faziam a comparação errada, com o mês anterior e não com o mesmo mês do ano anterior (fingiam ignorar o conceito de sazonalidade). Segundo porque as famílias saíam dos imóveis atuais e mudavam para outros que tinham aluguel mais barato, com isto o número bruto de novos aluguéis crescia, mesmo sem nenhum aumento real no total.

    Por que os corretores desinformavam? Primeiro para fazer de conta que o mercado imobiliario estava saudável, tentando motivar as pessoas a comprarem imóveis para colocarem para alugar, porque isto poderia representar um crescimento de vendas e de comissões para eles. Segundo porque ao fazerem isto, mascaravam a situação para que as pessoas não vissem que a tendência de queda de preços de imóveis e de aluguéis apenas se reforçava a cada dia.

    Por que desistiram da mentira? Porque conforme os proprietários eram enganados e insistiam em manter ou aumentar os preços dos aluguéis, cada vez mais cancelamentos ocorriam e os corretores recebiam comissões cada vez menores sobre os aluguéis, inclusive porque muitos voltavam a morar com familiares ou amigos, a redução líquida de aluguéis foi ficando cada vez maior, como consta no tópico. Só que ao mesmo tempo o show de ilusionismo fazia com que cada vez menos vendedores quisessem baixar seus preços, dificultando e diminuindo muito o número de vendas realizadas e por consequência as comissões dos corretores e pela combinação destes fatores, muitos já estavam passando fome, afinal, anúncios com preços fora da realidade não pagam comissão, só negócios reais e no caso de usados, que é o tema do tópico, não dá sequer para fazer vendas FALSAS na planta e ganhar uma grana as custas dos incautos, então eles tinham que deixar escapar uma parte da verdade para estimular os proprietários a baixarem os preços dos aluguéis e com isto estimular mais negócios e mais comissões para eles.

    Ocorre que a mega especulação que os corretores estimularam ajudou e muito a destruir a economia de forma intensa, então os preços terão que cair muito e esperar um bom tempo até que a economia se recupere para que eles possam voltar a ter uma renda decente, mas ainda muito longe do que tinham no auge da bolha imobiliária…

    33+
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    • Labar 15 de agosto de 2016 at 23:41

      Touché!

      CA, tu é o Mister M do mundo imobiliário.

      Antes de ler os teus posts, já vem na minha cabeça aquela musiquinha: Óóóóóóóó e a voz do Sid Moreira… kkkkkk

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    • Alemon Fritz 16 de agosto de 2016 at 00:30

      e as desculpas furadas dos corvos narigudos acabaram: era as eleições, o natal, as férias, a crise,o impitima, Brexit, escandalos das empresas, subida do dólar, etc, e esperaram alguma recuperação depois das eleições, da copa, do natal, das olimpiadas.. empurrando a crise pra frente, cada um dia mais um pouquinho que estava dando certo… que se lasquem de verde e amarelo, na vara do motumbo, sabiam da crise que criaram é continuam de vítimas.

      12+
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    • Ilusionista 16 de agosto de 2016 at 08:37

      CA
      o que acha desta matéria do Jornal da Record de ontem?

      “o momento é agora, aumento de 87% nos lançamentos em junho, aproveite os descontos, compre antes do aumento dos preços.

      http://noticias.r7.com/sao-paulo/videos/-sonho-da-casa-propria-grande-numero-de-imoveis-a-venda-esquenta-o-mercado-imobiliario-16082016

      6+
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      • JJJ_brasilia 16 de agosto de 2016 at 08:38

        Construtoras pedalando!!!

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      • Sergio Soares 16 de agosto de 2016 at 09:03

        Isso é mais uma maquiagem estatística. Lembre-se: se no período anterior lançaram apenas 01 empreendimento e no período atual lançaram dois => aumento de 100%.

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      • Cesar_DF 16 de agosto de 2016 at 13:24

        Deixe me ver se entendi esta aula de economia:
        Se a oferta aumenta, sem aumentar a demanda, o preço também aumentará !
        kakakakakakakaka

        11+
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      • CA 16 de agosto de 2016 at 15:30

        Ilusionista,

        É uma combinação do que foi colocado pelo JJJ_Brasilia, Sergio Soares e Cesar_DF logo acima.

        Complemento, para aqueles que são usuários novos no blog (não é o seu caso, acredito que tenha pedido opinião exatamente para esclarecermos estes pontos para usuários novatos no blog):

        Por que as construtoras aumentam lançamentos (PEDALAM) em um momento em que já estão com uma total desproporção entre estoque e vendas? Isto faz sentido?

        Começando pelo fim: não faz nenhum sentido. Seria o mesmo se as montadoras aumentassem a produção de veículos quando veem os pátios lotados, é um completo non-sense, se pensarmos em um mercado normal e saudável.

        Então, por que fazem isto?

        Por que temos uma explosão de bolha imobiliária, ou seja, não estamos em condições normais de mercado. Explicando melhor:

        Conforme comentei em tópicos anteriores, as construtoras precisam aumentar os lançamentos de tempos em tempos com a finalidade de aumentarem o volume de vendas FALSAS na planta e assim transmitirem um “otimismo” para o mercado. No começo este golpe foi muito usado para super inflar os preços, agora o motivo é tentar fazer com que os mesmos não caiam, pelo menos no mundo de faz de conta que foi criado pelo segmento imobiliário.

        Lembrando que vendas FALSAS na planta são aquelas feitas para compradores que não terão renda para o crédito imobiliário na entrega do imóvel e viram distratos em volume anormal.

        Por que precisam aumentar os LANÇAMENTOS para que também aumentem as vendas FALSAS na planta?

        Porque é quando se vende na planta que temos o maior prazo de pagamento durante a construção dos imóveis. Com isto o valor da entrada mais parcelas é diluído pelo prazo mais longo possível (normalmente 36 meses). Isto significa que o valor da parcelinha mensal é o menor possível, o que atrai o maior número possível de incautos (pessoas que não tem renda suficiente para adquirir o crédito imobiliário e mesmo assim entrarão na “aquisição” do imóvel na planta, apenas para engordarem a estatística de distratos que ocorrem na entrega do imóvel quando o mesmo for entregue 3 anos depois).

        Se você perguntar para algum representante do segmento imobiliário, ele vai dizer que este aumento de 87% (OITENTA E SETE POR CENTO DE AUMENTO EM PLENA CRISE!) nos lançamentos é um “sinal” do aumento de otimismo do segmento imobiliário (isso que é otimismo!), que está apostando na recuperação da economia, em virtude dos indicadores favoráveis relacionados a otimismo dos consumidores e dos empresários de forma geral em relação ao novo governo. Se você for a fundo, verá que o novo governo não fez nada em termos práticos para gerar este otimismo, descobrirá que o otimismo gerado hoje não só não tem nenhum fundamento, como ainda não fará com que o endividamento e inadimplência das famílias que estão em patamares recorde desapareçam, não fará com que os empregos e renda deixem de cair, dentre uma série de fatores que não se resolvem apenas por um otimismo infundado. É claro que os representantes do segmento imobiliário, melhor do que ninguém, sabem do que consta neste parágrafo, mas como já foi mencionado acima, eles fazem o possível e impossível para DESINFORMAR e “justificar o injustificável”, basta apenas você observar a “brilhante” lógica deles de que um aumento de 87% nos lançamentos e portanto, um aumento relevante na OFERTA, levaria a aumento de preços, ou seja, eles subverteram a lei de oferta e procura com a mesma naturalidade e cara-de-pau de alguém que dissesse que não existe a lei da gravidade…

        8+
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    • Minions 16 de agosto de 2016 at 08:45

      CA,
      Eu acredito que os corvos estão desistindo da estratégia da desinformação porque estão sendo “passados para trás” através do OLX, APP ou locação direta. De fato, a situação deles está complicadíssima.
      O que será do sujeito mi mi mi, geração Y, bom de lábia e braço curto?!

      10+
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    • Lucas 16 de agosto de 2016 at 13:55

      CA voltando na questão dos juros
      peguei uma revista de 2012 que guardei exatamente do auge da bolha, uma revista de imóveis bem grossa
      tem lá a tabela de juros e de valores de prestação
      em 2012 o que a pessoa fazia?
      comparava aquela prestação futura com o aluguel em alta e tomava a decisão baseado naquela situação pontual, com juros baixo, aluguel em alta, renda em alta, otimismo … e comprava

      daí ficou na cabeça dos corvos que baixar juros melhora a situação

      infelizmente como vc bem explicou o juros terá que cair mais rápido do que cai o aluguel
      hipótese absolutamente impossível, nem mesmo cair juros é esperado
      com a entrada diária de mais e mais estoques o alugel tende a cair por mais 1 ou 2 anos em valor nominal independente de inflação

      pro especulador é um beco sem saída, ele já investiu pesado na compra do imóvel, agora precisa gastar mais ainda na reforma pra tornar ele habitável e mais atrativo que os concorrentes, vá numa leroi merlin da vida e veja, lojas lotadas, pequenas comprinhas, é o especulador dobrando a aposta pra reduzir a perda.

      e aquela situação pontual jurosXaluguel não se confirmou a tendência pelo contrário, se reverteu, resultando em perdas financeiras enormes, suavizadas em pequenas parcelas mensais, sem falar na TR que disparou, fazendos as parcelas decrescentes subirem.

      Nós avisamos
      PMJ.

      11+
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      • CA 16 de agosto de 2016 at 19:48

        Lucas,

        Em 2012 foi a explosão dos DISTRATOS que mais do que DUPLICARAM e superaram a marca dos R$ 5 BILHÕES, juntamente com a explosão no número de investidores que receberam imóveis e passaram a competir com construtoras (precisam revender poucos meses antes da entrega), que levou à destruição dos resultados das construtoras, não uma relação entre evolução de juros e aluguéis.

        Como falei o juros SELIC alcançou o menor patamar histórico em 2012, o aluguel já havia disparado, ou seja, o cenário era mais do que favorável para as pessoas comprarem imóveis e não para desistirem de comprar imóvel, que foi o que aconteceu neste ano, mas as pessoas de forma geral não fazem sequer esta conta até hoje, ou são ENGANADAS o tempo inteiro quanto a estes cálculos (reportagens de HOJE que comentei mais abaixo demonstram isto), ou seja, não há uma relação clara de causa e efeito entre estes itens e a explosão da bolha imobiliária.

        Lembrando que 2012 foi o pior ano para o segmento imobiliário, mas não por falta de “incentivos” ou de cenário favorável, foi apenas a consequência da explosão mais intensa do subprime 1. Leia meu comentário no tópico anterior, detalho e DEMONSTRO estes pontos.

        4+
  • Sem Nome 16 de agosto de 2016 at 00:07

    CA, resgatando do tópico anterior:

    Sem Nome 15 de agosto de 2016 at 01:42
    CA, como posso pesquisar o preço médio pra fazer algum estudo sobre conseguir identificar boas oportunidades de compra nos anos que virão?

    Cesar_DF 15 de agosto de 2016 at 07:30
    Sem Nome, a melhor forma de identificar oportunidades é pela relação VALOR DE VENDA dividido pelo ALUGUEL

    Sem Nome 15 de agosto de 2016 at 23:01
    Cesar, esta forma que você mencionou é, na minha opinião, a melhor forma de fazer um cálculo de situação imediata. Mas considero falho, pois a grande maioria dos anúncios não é para alugar e vender. Ou é um, ou é outro. Isto dificulta, pois comparar laranja com banana te exige inventar alguma lógica/coeficiente para colocar lado a lado um imóvel ruim à venda com um preço baixo com um imóvel excelente com um aluguel aparentemente caro.

    Eu tinha pensado inicialmente em utilizar apenas algum indicador de preço médio da região com alguma correção inflacionária. Isto facilitaria a comparação (venda x venda), mas ainda assim eu teria que buscar informações em um lugar que eu imagino que exista, mas desconheço.

    3+
    • CA 16 de agosto de 2016 at 08:04

      Sem Nome,

      Se for de São Paulo, consulte as pesquisas do CRECI SP, para demais cidades, use o IVG-R.

      4+
      • Sem Nome 16 de agosto de 2016 at 09:25

        Esses dados do CRECI são abertos? São dados referentes aos anúncios (igual o falso fipezap) ou aos valore praticados?

        3+
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        • CA 16 de agosto de 2016 at 19:41

          Sem Nome,

          Os dados do CRECI SP são abertos. Acesse no link: http://www.crecisp.gov.br/pesquisas/pesquisa.asp

          Atenção: veja o acumulado de variação do preço médio do M2 dos últimos 4 anos, consultando as páginas finais dos relatórios você vê tabela dos últimos 12 meses, pegue por exemplo os 12 meses findos em junho/2016, junho/2015, junho/2014 e observe o quanto já caiu no ACUMULADO. Não se baseie nas “análises” dos corretores do CRECI SP, sempre são enviesadas e carregam DESINFORMAÇÃO, analise você mesmo os dados.

          A base de dados são pesquisas feitas com centenas de imobiliárias da cidade de São Paulo, tendo como referência os preços NEGOCIADOS por estas imobiliárias, para vendas que consideram todas as modalidades de pagamentos. Há uma abertura de dados muito interessante, com base na localização, idade do imóvel, padrão de construção, etc., tanto para informações sobre vendas quanto aluguéis. Atenção 2: use pesquisas de São Paulo Capital que possuem todos estes dados e não as do Estado de SP que constam na mesma página acima.

          1+
    • RC 16 de agosto de 2016 at 11:05

      Sem Nome

      Cesar_DF 15 de agosto de 2016 at 07:30
      Sem Nome, a melhor forma de identificar oportunidades é pela relação VALOR DE VENDA dividido pelo ALUGUEL

      Sem Nome 15 de agosto de 2016 at 23:01
      Cesar, esta forma que você mencionou é, na minha opinião, a melhor forma de fazer um cálculo de situação imediata. Mas considero falho, pois a grande maioria dos anúncios não é para alugar e vender. Ou é um, ou é outro. Isto dificulta, pois comparar laranja com banana te exige inventar alguma lógica/coeficiente para colocar lado a lado um imóvel ruim à venda com um preço baixo com um imóvel excelente com um aluguel aparentemente caro.

      Eu tinha pensado inicialmente em utilizar apenas algum indicador de preço médio da região com alguma correção inflacionária. Isto facilitaria a comparação (venda x venda), mas ainda assim eu teria que buscar informações em um lugar que eu imagino que exista, mas desconheço.

      Sem Nome discordo que a sugestão do Cesar_DF seja comparar laranja com banana. Se você conseguir o anúncio de venda e aluguel para o mesmo imóvel ótimo, mas se não conseguir tem a estatística para trabalhar a seu favor.

      O preço do imóvel não tem um balizador como os veículos tem com a tabela FIPE (talvez o valor de avaliação da prefeitura para fins de IPTU, mas esse é bem distante da realidade em grande parte dos casos). Mas assim como ocorre com os imóveis, ao procurar um determinado veículo você encontrará alguns em bom estado outros em péssimo. No caso dos imóveis para ocorrer o que você apontou de comparar um preço de venda de um imóvel ruim com o de um aluguel de um imóvel bom, a falha está no corpo amostral.

      Você deve inicialmente determinar que tipo de imóvel está procurando (localização, nº de quartos, área, se tem garagem, suíte, elevador,…), buscando uma amostra razoável de imóveis nesse padrão, use a estatística para tirar os outliers e faça a medida que lhe convir (média, moda, mediana). Faça isso tanto para preço de venda quanto para aluguel e terá um valor bom para comparar. Você até pode ser tendencioso na sua amostra e só escolher utilizar imóveis com qualidade superior (os que você tiver informações de serem reformados por exemplo).

      O que acredito que o Cesar_DF esteja sugerindo é você inicialmente fazer este cálculo para o valor de aluguel e com esse valor utilizar o parâmetro 150X para procurar o valor “justo” de venda.

      6+
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      • Cesar_DF 16 de agosto de 2016 at 13:32

        Exatamente RC, imóveis com características semelhantes, também possuem o mesmo preço de locação por m2.
        Agora, imagine que você achou “um belo negócio”
        Apartamento de 100m2 que “valeria” 1 milhão, com “desconto” de 50%.
        Você vai pensar: “Putz, achei um belo negócio”
        Mas, pesquisando, vê que o aluguel está em R$ 15 /m2, ou ser 1.5K para este apartamento.
        Ou seja, você tem que escolher entre adquirir algo por 500K ou aluga-lo por 1.5K
        Usando o Fator 150X, o preço justo seria 225K (100m2 x R$ 15 x 150) e você pagou neste “belo negócio” 333X
        KKKKKKKK
        se fechar este negócio a vista, parabéns, você acabar de dar um lucro de aproximadamente 250% para a construtora.
        Se fechou via financiamento, além de dar um belo lucro para a construtora, agradeço por você estar contribuindo com minhas aplicações.

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      • Cesar_DF 16 de agosto de 2016 at 13:54

        RC o “Sem nome” parece que ainda acredita naquelas promoções de “TUDO PELA METADE DO DOBRO” rsrsrs
        Eu alugo meu apto por 0,25% (400X)
        Se fosse possível alugar carro por 0,25%, eu iria preferir ter um Hiudai Azera pagando R$ 300 por mês, do que compra-lo por 120K.
        Todo ano trocaria de carro, sempre do último modelo, e se enjoasse dele, alugaria outro.

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        • Sem Nome 16 de agosto de 2016 at 14:32

          E eu alugo o meu por 0,4% do preço que o proprietário pagou 4 meses antes de eu entrar aqui. No meu caso, poderia pagar um percentual menor em outro condomínio, mas em valor bruto, considerando que vou a pé pro trabalho, condomínio realmente baixo e metragem baixa, não tenho o que reclamar. Não estou querendo comprar, estou querendo ter pronta a metodologia para saber julgar quando as verdadeiras oportunidades aparecerem, leva tempo até estruturar um estudo desses.

          O que faz pessoas como o CA serem importantes para este blog é justamente a capacidade dele de analisar continuamente as informações e por isto estar atualizado tanto em dados quanto em como trabalhar com eles. Penso que é extremamente importante obter conhecimento com ele, para de tempos em tempos reavaliar minha situação atual, independente se o resultado é continuar como estou, trocar de aluguel ou até mesmo comprar.

          Cesar, a bolha norte americana estourou, os preços caíram, aparentemente voltaram a subir e vão cair de novo (e vão subir de novo, como um ciclo). Pra quem é investidor, pode ser que a época em que os preços estiveram baixos não tenham sido suficientemente bons, mas pode ser que tenha sido bom o suficiente pra quem quis ter a sua casa. Eu, como me encaixo no segundo grupo, não quero fazer o melhor negócio ideal, quero apenas saber se valerá a pena quando o momento surgir pra tomar uma decisão.

          Sobre comparar preço pedido de aluguel com preço pedido para compra, eu só compararia se fosse garantido que o contrato do aluguel iria ser longo (eu não sei você, mas eu já aluguei 5 apartamentos diferentes na minha vida desde que saí da casa dos meus pais e sei que dá trabalho procurar, visitar, negociar, fazer mudança e deixar sua casa do seu jeito) e se as características do imóvel são mais parecidas (como comparar aluguel de um imóvel de 80m2 antigo de dois quartos, sem suíte e sem portaria com a compra de um novo de 80m2 de 3 quartos, com uma suíte, portaria e algum espaço de lazer). Mas se há um jeito que seja realmente lógico de comparar aluguel com compra, de olhar apenas laranja pêra com laranja lima, eu quero conhecer, porque me sinto perdido ao pesquisar e analisar essas informações.

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          • Cesar_DF 16 de agosto de 2016 at 16:02

            Sem Nome, vejo que você está antenado na nova bolha do EUA, é igual à ações, quem comprou na baixa e vendeu na alta, ganhou muito dinheiro. No caso de imóveis, ganha-se dinheiro quando se compra abaixo da linha média histórica.
            A forma de identificar a média histórica pode ser obtida por 2 índices :
            Valor de venda / valor do aluguel
            Valor de venda / renda anual (PIB per capita)
            O segundo índice tem uma variação enorme de acordo com o local. Nas capitais estaduais do EUA pode variar de 2X a 20X

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            • Sem Nome 18 de agosto de 2016 at 13:55

              Esse indicador de “Valor de venda / renda anual (PIB per capita)” me parece bastante justo, Cesar. Me possibilita ver dados sem precisar considerar a inflação, que já estará aplicada nos dois.

              Você consideraria algum método pra analisar desvio (tipo, encontrar o que seria o “preço justo” é apenas um valor, mas estimar um intervalo garante que os que estiverem abaixo realmente serão boas oportunidades)?

              0
          • RC 16 de agosto de 2016 at 16:46

            Sem Nome

            Não estou querendo comprar, estou querendo ter pronta a metodologia para saber julgar quando as verdadeiras oportunidades aparecerem, leva tempo até estruturar um estudo desses.

            Eu, como me encaixo no segundo grupo, não quero fazer o melhor negócio ideal, quero apenas saber se valerá a pena quando o momento surgir pra tomar uma decisão.

            Sobre comparar preço pedido de aluguel com preço pedido para compra, eu só compararia se fosse garantido que o contrato do aluguel iria ser longo (eu não sei você, mas eu já aluguei 5 apartamentos diferentes na minha vida desde que saí da casa dos meus pais e sei que dá trabalho procurar, visitar, negociar, fazer mudança e deixar sua casa do seu jeito) e se as características do imóvel são mais parecidas (como comparar aluguel de um imóvel de 80m2 antigo de dois quartos, sem suíte e sem portaria com a compra de um novo de 80m2 de 3 quartos, com uma suíte, portaria e algum espaço de lazer). Mas se há um jeito que seja realmente lógico de comparar aluguel com compra, de olhar apenas laranja pêra com laranja lima, eu quero conhecer, porque me sinto perdido ao pesquisar e analisar essas informações.

            Sem Nome, para a tomada de decisão existem diversas técnicas, uma delas é a análise multi-critério, onde você escolhe uma quantidade de variáveis a serem analisadas e coloca peso (importância), de acordo com a sua visão. Assim como o CA contribui muito para o blog, outros usuários também o fazem com o mesmo dispendido de tempo e esforço intelectual. O Cesar_DF tem trazido muitos argumentos a alguns posts sobre a relação preço de venda/aluguel de diversos países e contribuído para apresentar um critério técnico que auxilie a tomada de decisão. Muitos aqui no bolha estão no mesmo dilema que você, nem todos são investidores dispostos a qualquer sacrifício pelo melhor rendimento.

            Você está trazendo em seus argumentos uma série de problemas vinculados a escolha de viver em aluguel, em vários outros debates outros usuários já trouxeram os problemas vinculados a escolha de ser dono do imóvel em que se reside (por exemplo, um vizinho problemático, aumento dessarazoado do valor do condomínio, entre outros). Simplesmente é difícil comparar esse tipo de situação por ser muita das vezes subjetiva, o peso/importância que você dá a determinado aspecto pode ser completamente oposto ao meu.

            Como levantei em post anterior você deve delimitar inicialmente o que está procurando; comparar um imóvel sem portaria, suíte e menos quartos com outro diferente utilizando apenas a metragem como referência é uma simplificação grosseira, um erro de partida (premissa).

            A busca pelo imóvel próprio em um cenário pós bolha de preços não é tarefa fácil, nem trivial, utilize as informações obtidas no blog, mas faça também o seu “dever de casa”, não esperando que surja uma metodologia pronta. Descubra seus critérios, dê pesos a eles, quem sabe para você o 150X não seja a nota de corte, quem sabe nem de balizador ele sirva para você.

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  • Moreira 16 de agosto de 2016 at 06:31

    Creio que um parâmetro básico seja os índices de correção aplicados ao caso. A data a ser considerada – para aplicação do parâmetro – talvez seja a relativa a anos em que não havia o descolamento do valor atrelado a estes próprios índices. Pesquisar o preço médio praticado na região-condomínio nesse mesmo período também é uma referência a partir da qual os parâmetros podem ser aplicados. Claro que essa sugestão é básica e quase linear, pois imóveis reformados e com padrão alto de acabamento vão destoar dessas médias.

    Não sou especialista, estou opinando. Esse é um olhar que adoto nos dias de hoje. Mas não deixo de considerar o que o cesar df sugere. Em muitos casos convergem os valores.

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  • Palmeirense Bolhudo 16 de agosto de 2016 at 07:34

    Desistências e queda nas vendas de imóveis abatem lucro de construtoras

    As construtoras brasileiras continuam sentindo os efeitos da crise. Além das vendas de imóveis continuarem em queda, as compras na planta estão sendo canceladas (o chamado distrato).

    Nenhuma das dez empresas do setor listadas na Bolsa viu seu lucro crescer no segundo trimestre do ano. Metade registrou prejuízo.

    Na Eztec, enquanto o valor das vendas caiu 78%, o dos distratos cresceu 123% entre o segundo trimestre de 2015 e o de 2016. Sem compradores, a incorporadora acabou alugando unidades de empreendimentos comerciais para outras empresas.

    Na Cyrela, os distratos estão em torno de 33% do valor geral das vendas, diz Eric Alencar, diretor financeiro da empresa. “Quando o mercado está normalizado, o nível é menos da metade disso”, afirma o executivo.

    A desistência ocorre sobretudo nos empreendimentos direcionados para a classe média, mais dependente de crédito do que a alta renda e sem acesso aos subsídios das habitações populares, afirma Moura, da Abrainc.

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/08/1803318-desistencias-e-queda-nas-vendas-de-imoveis-abatem-lucro-de-construtoras.shtml

    13+
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    • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 07:56

      MEGA TÓPICO

      7+
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      • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 08:46

        “Na Eztec, enquanto o valor das vendas caiu 78%, o dos distratos cresceu 123% entre o
        segundo trimestre de 2015 e o de 2016. Sem compradores, a incorporadora acabou
        alugando unidades de empreendimentos comerciais para outras empresas.”

        “Na Cyrela, os distratos estão em torno de 33% do valor geral das vendas, diz Eric
        Alencar, diretor financeiro da empresa. “Quando o mercado está normalizado, o nível é
        menos da metade disso”, afirma o executivo.

        VENDA SIMULTÂNEA
        A MRV, construtora líder do mercado focada no segmento de baixa renda, conseguiu
        reduzir o valor dos distratos em 27% no período.
        A queda é resultado da chamada “venda simultânea”, prática implementada nos
        lançamentos feitos a partir de 2013, diz Sérgio dos Anjos, diretor comercial da MRV.
        Nela, a venda na planta só é concretizada quando o cliente tem o crédito aprovado no
        banco. “A dificuldade de venda aumenta, mas a qualidade do negócio também”, afirma
        dos Anjos.
        Esse é o cenário ideal para as incorporadoras, diz Moura. Segundo ele, a Abrainc tem
        negociado com as instituições financeiras a antecipação do financiamento ao cliente,
        para reduzir o ciclo e evitar desistências.”

        4+
        • LZ 16 de agosto de 2016 at 08:49

          Ao que parece a MRV mesmo sendo um lixo fez a lição de casa.
          Vai sofrer no mercado mas ao que parece não tanto quanto as outras.

          7+
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          • EngenheiroSP 16 de agosto de 2016 at 10:31

            Corvetores que não devem ter gostado muito.

            1+
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          • Andradez 16 de agosto de 2016 at 11:03

            Isso é praxe de todas as construtoras que vendem MCMV. Elas fecham o negócio do apto na planta mas “obrigam” o comprador a assinar o contrato do financiamento no ato. Ai só depois que o financiamento é liberado é que eles finalizam o contrato. Ou seja, já trava o cara no financiamento antes do apto ficar pronto.

            6+
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          • CA 16 de agosto de 2016 at 15:55

            LZ,

            KKKKKK

            Pelo jeito a MRV conseguiu DESINFORMAR muito bem!

            Em 2015, a MRV teve R$ 1,64 BILHÃO só em distratos, 13% a mais que em 2014! Só no primeiro semestre de 2016 já tiveram mais de R$ 630 milhões em distratos. A MRV tem sido a CAMPEÃ em volume de distratos, dentre todas as construtoras com Ações na BOVESPA, nestes últimos anos!

            Então porque eles “comemoram” uma redução de distratos no 1S16 na comparação com o 1S15, se eles são os recordistas absolutos em distratos? Porque eles querem enganar clientes e investidores, para que estes concluam exatamente o que você colocou no seu comentário, assim a Ação dela não desvaloriza tanto e as pessoas continuam confiantes e comprando dela.

            Em tempo: como ela consegue ser a recordista em distratos dentre todas as construtoras e ao mesmo tempo ter uma redução no percentual de distratos na comparação com período anterior? Temos aí um conjunto de fatores que explicam isto: 1) É possível que a CEF tenha assumido estes créditos podres a partir de 2013 com o novo formato mencionado no tópico (pré-aprovação de crédito), como já fez tantas vezes (rombo de R$ 30 bi e inadimplência MUITO acima da média de mercado demonstram isto na CEF) ; 2) A MRV está PEDALANDO com o reconhecimento do distrato (procure no ReclameAqui, cada vez mais clientes da MRV reclamando da demora dela para reconhecer distratos, muitos aguardando “análise” por mais de 1 ano), lembrando que enquanto o distrato não é “reconhecido”, não entra nos números oficiais da MRV ; 3) A MRV deve ter intensificado ações para “mascarar” o volume de distratos, como por exemplo, oferecer imóveis mais remotos e menores para que o cliente não desista ao não conseguir financiar o imóvel original e tratar como “troca de imóvel” e não distrato nos relatórios oficiais, oferecer “desconto” para cliente não distratar na entrega, dentre outras táticas praticadas há tempos pelas construtoras.

            Para finalizar, a MRV foi uma das construtoras que teve aumento relevante e ANORMAL em lançamentos de imóveis no 1T16. Em outras palavras, ela está claramente PEDALANDO com os lançamentos para aumentar ao máximo o volume de vendas FALSAS na planta.

            6+
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  • Palmeirense Bolhudo 16 de agosto de 2016 at 07:38

    Aluguel sofre queda real de 12,84% em um ano

    O preço médio do aluguel de imóveis continua em queda no Brasil, o que significa que o poder de barganha segue nas mãos dos inquilinos. Em um ano, até julho, o custo de locação caiu 5,23%, segundo o Índice Fipezap de Locação, que acompanha a variação do aluguel em 11 cidades brasileiras.

    Essa queda no valor de locação ficou muito abaixo do aumento generalizado dos preços, a inflação medida pelo IPCA, de 8,74% no mesmo período. Ou seja, a queda real do aluguel foi, em média, de 12,84% em um ano.

    A rentabilidade para locadores

    A rentabilidade média anual que os proprietários de imóveis terão com os aluguéis a receber nos próximos 12 meses será de 4,4%.

    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/aluguel-sofre-queda-real-de-12-84-em-um-ano

    4+
    • Cesar_DF 16 de agosto de 2016 at 08:19

      E desta forma, o índice de rentabilidade de imóvel da própria FIPE-ZAP vai caindo mais ainda.

      5+
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  • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 08:37

    huhuuuuuuuu

    “O “fundo do poço” chegou

    O Financista 16.08.16 08:05
    Gesner Oliveira, da GO Associados, recém-escolhido o economista do ano pela Ordem dos Economistas do Brasil, afirma ao Valor que o “fundo do poço” chegou.

    “Graças a Deus, aqueles que supunham existir um alçapão estavam errados. Há um ‘fundo do poço’ e ele chegou.”

    Para o economista, o fim do pânico no setor privado abre caminho para, desta vez, uma expansão mais sólida: baseada em investimentos e não em consumo.”

    http://www.oantagonista.com/posts/o-fundo-do-poco-chegou

    6+
    • JJJ_brasilia 16 de agosto de 2016 at 08:40

      Economista prevendo o futuro, vamos ver se o futuro vai concordar com ele.

      21+
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    • Minions 16 de agosto de 2016 at 08:48

      Queda nas vendas dos dias dos pais (recuo do consumo), governo gastando muito mais que pode (e deve), CEF à beira do colapso, iminente falência das construtoras…ah, o fundo do poço tá muito longe!

      13+
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    • LZ 16 de agosto de 2016 at 08:52

      Não houve qualquer medida feita pelo Temer para fechar o poço.
      No mais continuamos na mesma tocada mas sem a Dilma tocando o terror a cada dia com uma medida populista por dia, até porque o dinheiro acabou.
      Enquanto não houver votação de decisões de corte de gastos será apenas uma melhora momentanea a espera dos próximos passos.

      13+
    • Cesar_DF 16 de agosto de 2016 at 11:33

      https://abrilveja.files.wordpress.com/2016/08/escada-recuperacao-economica.jpg?quality=70&strip=all&strip=all

      Afinal, a crise está no fim? É fato que muitos economistas têm visto indícios de melhora, mas é preciso fazer a ressalva: há sinais de avanço, o que não significa que a crise econômica esteja se encerrando. O país precisa avançar mais alguns degraus antes de decretarmos que o pior ficou para trás.

      Em geral, a retomada da atividade de um país em recessão – caso do Brasil, que vê sua economia encolher desde o segundo semestre de 2014 – ocorre em etapas (ver quadro abaixo). Os passos são paulatinos, a caminhada não é exatamente perfeita e há avanços e retrocessos ao longo do caminho. Ainda assim, é possível enxergar uma lógica – e o Brasil está antes da metade do caminho.

      Os passos para a saída da crise

      Assim como em 2015, o Brasil vai fechar este ano em recessão. Ainda que a recuperação da economia não tenha começado de fato, alguns sinais apontam um ensaio de retomada. Saiba quais são – e quais faltam para que a crise fique no passado

      Passo 1 ➤ Índices de confiança
      Eles captam a disposição do empresariado de investir – e é com investimento que crescem o produção e emprego. Em julho, o índice de confiança da indústria, medido pela FGV, subiu pelo quinto mês seguido e chegou a seu melhor nível desde junho de 2014

      Passo 2 ➤ Bolsa e câmbio
      O mercado financeiro sempre tenta antever os movimentos da economia para aumentar seus ganhos. Se a Bolsa engrena períodos de alta, muitas vezes é porque os investidores estão confiantes com o que está por vir. Neste ano, a Bovespa já subiu 54% e o real ficou 24% mais forte em relação ao dólar

      Passo 3 ➤ Boletim Focus
      O Banco Central elabora semanalmente o Boletim Focus, na qual uma centena de economistas fala o que espera dos principais indicadores da economia. O Focus também é uma medida de confiança, mas seus resultados costumam demorar mais para melhorar que os de confiança empresarial. No boletim, as previsões para o PIB e a inflação têm melhorado de maneira ininterrupta desde junho

      Passo 4 ➤ Seguro-desemprego
      Ao contrário do que se pode supor, o ritmo de pedidos de seguro-desemprego tende a diminuir no meio de um período recessivo. Por dois motivos: as empresas adiam as demissões ao máximo (já que demitir exige despesas altas) e os trabalhadores evitam pedir demissão por medo de não achar mais emprego. Isso reduz a rotatividade nas vagas. No primeiro semestre deste ano, o número de pedidos de seguro-desemprego caiu em relação ao mesmo período de 2015

      Passo 5 ➤ Produção industrial
      A produção industrial costuma ser o primeiro indicador de produção da economia a melhorar, já que responde com mais rapidez a fatores de estímulo. Embora o indicador tenha subido de março a junho de maneira consecutiva, isso se explica por um misto de redução de importações (por causa da baixa demanda causada pela recessão) e alta do dólar, que faz com que empresas exportadoras faturem mais, mesmo sem ampliar o volume do que vendem lá fora. O dólar manteve-se em alta até meados do semestre passado

      Passo 6 ➤ Emprego
      O emprego costuma ser um dos últimos indicadores a apontar a chegada de uma crise – e também um dos últimos a melhorar quando ela acaba. Não por acaso, a menor taxa de desemprego que o país já teve em um só mês, de 4,3%, foi registrada em dezembro de 2014, quando a atual recessão já havia começado. Alguns setores, como a construção civil, ainda estão demitindo

      Passo 7 ➤ Varejo
      Com a recuperação do emprego, há melhora do poder de compra e maior ímpeto para o consumo, o que faz das vendas do varejo também um indicador que demora mais a responder à melhora da economia. As vendas no varejo ampliado (que incluem automóveis e materiais de construção) no primeiro semestre deste ano foram 9,3% menores que as do mesmo período de 2015

      http://varejista.com.br/noticias/12352/os-passos-que-ainda-faltam-para-o-brasil-sair-da-crise

      3+
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    • Unreal_Estate 16 de agosto de 2016 at 13:20

      Essa é uma boa notícia para guardar, e utilizar oportunamente pelo Boss na #BoladeCristal

      3+
  • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 08:49

    “A Caixa Econômica Federal já assinou 761 contratos, desde que voltou a financiar o segundo imóvel, em março deste ano. A operação ficou quase um ano suspensa. A média de valores financiados foi de R$ 283.407,15, e o preço médio dos bens ficou em R$ 574.746,43.
    Para obter o financiamento junto ao banco, o cliente deverá fazer uma simulação das condições de financiamento no site da Caixa (www.caixa.gov.br) e se dirigir a um dos canais de atendimento, com os documentos listados no endereço eletrônico, para realizar a avaliação de risco, de forma a verificar sua situação cadastral e sua capacidade de pagamento das prestações.”

    Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/economia/caixa-ja-assinou-quase-800-contratos-de-financiamento-do-segundo-imovel-19928096.html#ixzz4HUlJ4kpM

    3+
  • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 10:48

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Claro, o que poderia vir depois das OLIM PIADAS?

    http://www.investimentosenoticias.com.br/financas-pessoais/imoveis/precos-dos-imoveis-sobem-com-impeachment

    12+
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    • Alemon Fritz 16 de agosto de 2016 at 10:59

      kkkk, inacreditável, inventaram mais uma desculpa, incrível a capacidade de inventar mentiras “animadoras”
      podiam dizer que o mercado está estavel e sem queda, ops! essa já foi…

      8+
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    • Cesar_DF 16 de agosto de 2016 at 11:35

      O Doda Miranda se separou da Althina Onassis, isto COM CERTEZA irá impactar o mercado de imóveis, provocando um aumento de 30%

      http://blogs.odia.ig.com.br/leodias/2016/06/04/casamento-de-athina-onassis-e-doda-miranda-termina-em-barraco/

      7+
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    • Thiaguinho 16 de agosto de 2016 at 16:08

      São ou não são uns palhaços???

      3+
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    • CarlosL 16 de agosto de 2016 at 15:02

      Se virassem Barbearias, o problema estava resolvido ! =D

      4+
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  • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 10:54

    16/08/2016 00h00 – Atualizado em 16/08/2016 00h00
    Preços de novos aluguéis têm queda real de 12,84% em 12 meses
    Sem considerar a inflação, a queda foi de 5,23%, segundo a FipeZap.
    Preço médio da locação por m² no Rio de Janeiro continua sendo mais caro.

    4+
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    • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 10:55

      Como?!

      “Rentabilidade do aluguel
      Para donos de imóveis, o rendimento do investimento em julho foi de 4,4%. No mesmo período, a poupança teve rendimento de negativo de 0,4%.”

      4+
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      • Bellerian 16 de agosto de 2016 at 11:30

        Simples. Na metodologia mágica do FIPEZAP, a rentabilidade do aluguel é preço de locação/ preço de venda.
        Eles ainda acreditam que esta razão acompanha magicamente a inflação. Valia uma análise, mesmo utilizando a séria “mágica” do ZAP de preços de locação e venda, mas levando em conta a inflação, para ver em quanto que está a perda real desde 2012.

        8+
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      • CA 16 de agosto de 2016 at 19:32

        Cajuzinha,

        Provavelmente estão falando em 4,4% em base ANUAL e sem considerar a inflação, sendo que a base é uma PROJEÇÃO sobre os números do FINGE ZAP apoiados nos últimos 12 meses. Isso apesar do aluguel ter sofrido uma QUEDA real de 12,84% nos últimos 12 meses. Se consideraram a inflação e os números reais dos últimos 12 meses, então provavelmente consideraram que os preços de vendas estão caindo mais que os preços dos aluguéis, mas daí quem comprou antes e não neste período dos próximos 12 meses está tendo prejuízo dobrado (perde com a queda do preço de aluguel e de venda), só que isto eles nunca vão explicar, para não assustar os INCAUTOS.

        Temos outros “detalhes” em que eles se “enganaram” também: o rendimento da poupança é isento de impostos, no caso do aluguel, o imposto é de 25% sobre o valor faturado e além disto, paga-se mais 10% para imobiliária, existe o custo da vacância, quando proprietário arca com IPTU, condomínio, etc. sem ter nenhuma receita para cobrir estes desembolsos e temos ainda os custos de manutenção dos imóveis alugados, assim como aquele que comprou imóvel para alugar tem gastos adicionais com ITBI, cartório, etc, ou seja, eles comparam um rendimento de poupança 100% livre de todos estes impostos e outras despesas com o rendimento BRUTO do aluguel, FAZENDO DE CONTA que o rendimento do aluguel não precisa considerar todas estas variáveis que na prática sempre existem, além de terem usado a base de dados podre e manipulada do FINGE ZAP.

        No caso da poupança estão considerando provavelmente uma PROJEÇÃO mais realista, só que com certeza abatendo a inflação projetada do período.

        Em outras palavras, estão DESINFORMANDO o máximo que podem, ou seja, o nível de apelação está batendo todos os recordes, proporcional ao grau de DESESPERO do segmento imobiliário…

        Segue trecho e link um pouco mais claros, mas ainda com toda DESINFORMAÇÃO que consta acima.

        “A rentabilidade média anual que os proprietários de imóveis terão com os aluguéis a receber nos próximos 12 meses será de 4,4%.”

        http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/aluguel-sofre-queda-real-de-12-84-em-um-ano

        0
  • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 11:33
  • Psblk 16 de agosto de 2016 at 11:59

    OFF

    Alguém conhece ou tem conta no banco Intermedium?

    Parece interessante a proposta deles, estilo Nubank.

    Simulei uma aplicação de R$ 5.000,00 é LCI e ele deu como taxa de retorno 98% do CDI, sujeito a lastro.

    6+
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  • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 12:55

    BOLADECRISTAL

    ” O momento e este é vai faltar imóvel em Alagoas a partir do próximo ano porque a procura vai ser grande com a retomada da economia”, reforçou.”

    http://gazetaweb.globo.com/portal/noticia.php?c=16362

    5+
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  • CarlosL 16 de agosto de 2016 at 15:24

    “http://capitalsocial.com.br/materia.asp?id=4447&secao=Economia

    TRÓPICO

    3+
  • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 15:57

    Em mensagem de vídeo destinada a participantes de evento da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o presidente em exercício Michel Temer afirmou que espera receber sugestões do setor para tirar o país da crise econômica.

    “Tenho a mais absoluta certeza de que, neste congresso, os senhores acabarão por formular algum documento, que mandarão para muitos setores e espero que mandem também para a Presidência da República, fazendo sugestões”, disse o presidente em exercício.

    Temer, no entanto, pediu que as sugestões fossem “calcadas e alicerçadas precisamente nessa ideia de aliança de todos”. “O setor emprega milhares de pessoas e esses empregos precisam ser mantidos”, disse.

    No começo da mensagem, Temer afirmou que tem “trocado muitas ideias” com dirigentes da Fenabrave e lembrou que a cadeia automotiva representa 4% do PIB brasileiro. O vídeo durou menos de 3 minutos e foi interrompido quando Temer havia começado a falar sobre o ajuste fiscal. Organizadores do evento disseram que a interrupção se deu por problemas técnicos.

    2+
  • CA 16 de agosto de 2016 at 15:58

    Tivemos notícia que ficou muito acima sobre aumento percentual de distratos de EzTec e Cyrela, com reduções da MRV, na comparação de 2016 com 2015. O comentário de LZ foi que a MRV estaria fazendo sua “lição de casa”. Como ficou muito acima, replico a resposta por aqui:

    LZ,

    KKKKKK

    Pelo jeito a MRV conseguiu DESINFORMAR muito bem!

    Em 2015, a MRV teve R$ 1,64 BILHÃO só em distratos, 13% a mais que em 2014! Só no primeiro semestre de 2016 já tiveram mais de R$ 630 milhões em distratos. A MRV tem sido a CAMPEÃ em volume de distratos, dentre todas as construtoras com Ações na BOVESPA, nestes últimos anos!

    Então porque eles “comemoram” uma redução de distratos no 1S16 na comparação com o 1S15, se eles são os recordistas absolutos em distratos? Porque eles querem enganar clientes e investidores, para que estes concluam exatamente o que você colocou no seu comentário, assim a Ação dela não desvaloriza tanto e as pessoas continuam confiantes e comprando dela.

    Em tempo: como ela consegue ser a recordista em distratos dentre todas as construtoras e ao mesmo tempo ter uma redução no percentual de distratos na comparação com período anterior? Temos aí um conjunto de fatores que explicam isto: 1) É possível que a CEF tenha assumido estes créditos podres a partir de 2013 com o novo formato mencionado no tópico (pré-aprovação de crédito), como já fez tantas vezes (rombo de R$ 30 bi e inadimplência MUITO acima da média de mercado demonstram isto na CEF) ; 2) A MRV está PEDALANDO com o reconhecimento do distrato (procure no ReclameAqui, cada vez mais clientes da MRV reclamando da demora dela para reconhecer distratos, muitos aguardando “análise” por mais de 1 ano), lembrando que enquanto o distrato não é “reconhecido”, não entra nos números oficiais da MRV ; 3) A MRV deve ter intensificado ações para “mascarar” o volume de distratos, como por exemplo, oferecer imóveis mais remotos e menores para que o cliente não desista ao não conseguir financiar o imóvel original e tratar como “troca de imóvel” e não distrato nos relatórios oficiais, oferecer “desconto” para cliente não distratar na entrega, dentre outras táticas praticadas há tempos pelas construtoras.

    Para finalizar, a MRV foi uma das construtoras que teve aumento relevante e ANORMAL em lançamentos de imóveis no 1T16. Em outras palavras, ela está claramente PEDALANDO com os lançamentos para aumentar ao máximo o volume de vendas FALSAS na planta…

    6+
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  • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 15:59

    postado em 16/08/2016 12:07
    Agência Estado
    São Paulo, 16 – A indústria paulista demitiu 6 mil trabalhadores em julho na comparação com junho, uma queda de 0,26% na série sem ajuste sazonal, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira, 16, pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). Com ajuste sazonal, a queda foi de 0,15%. No acumulado de janeiro a julho, as demissões somam 63 mil.

    Segundo o diretor titular do Depecon, Paulo Francini, é possível afirmar que o ritmo da queda do nível de emprego está menor e a tendência é de estabilidade. “Teremos ainda algumas quedas, mas em menor dimensão do que há seis ou oito meses, mas podemos dizer que está se estabilizando”. Mesmo assim, ele mantém a previsão de que 2016 deve terminar com 165 mil vagas a menos, após o fechamento de 235,5 mil postos em 2015. “Tivemos um início de ano muito ruim, e como há uma perda grande sempre acontece em dezembro, isso é inexorável”

    1+
  • rogerio 16 de agosto de 2016 at 16:59

    OFF
    Mais do mesmo… Após seis meses, CPI do Carf na Câmara termina sem votar relatório.
    http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/08/apos-seis-meses-cpi-do-carf-na-camara-termina-sem-votar-relatorio.html

    4+
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  • Luladranus 16 de agosto de 2016 at 20:30

    “Neste nicho você pode começar com a sua propriedade, o que significa que você pode morar no imóvel primeiro e depois aluga-lo quando se mudar para outro lugar”, escreve. E completa: “O mercado imobiliário é um ótimo investimento, pois ele se adapta aos seus objetivos e à sua oferta de recursos”.

    https://br.financas.yahoo.com/noticias/investidora-milion%C3%A1ria-im%C3%B3veis-revela-faz-lucrar-mercado-imobili%C3%A1rio-142500030–finance.html

    2+
  • Cajuzinha 16 de agosto de 2016 at 20:51

    Adoooooroooooo


    ESTOQUES
    O 1º semestre de 2016 aponta manutenção do estoque com ligeiro aumento de 3,2% dos estoques de unidades no Grande ABCDM. Passamos de 1.849 unidades, em 31 de dezembro de 2015, para 1.909 unidades, em 30 de junho de 2016.”
    http://www.abcdoabc.com.br/abc/noticia/acigabc-divulga-pesquisa-imobiliaria-1-semestre-2016-41536

    2+