Queda no preço e desconto maior faz subir venda de imóvel usado em SP – R7

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Comments
  • Cajuzinha 6 de abril de 2016 at 11:32

    “O aumento das vendas em fevereiro teve um caráter “seletivo e restritivo”, observou o presidente do CreciSP. Isso porque 50% dos imóveis foram vendidos à vista, “opção limitada a pequenos extratos sociais e que parece terem reduzido este ano suas expectativas em relação a tamanho e padrão construtivo dos imóveis”, destaca Viana Neto. “Abre-se mão de espaço e refinamento, mas não da localização”, destaca.”

    ““Esses compradores de elite claramente preferiram buscar imóveis mais modestos e baratos, menores mas bem situados, do que apostar na compra de unidades novas, ainda que estas pudessem ser adquirida com descontos anunciados de até 50%”, afirma Viana Neto.”

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    • Habiba 6 de abril de 2016 at 12:38

      Estão vendendo à vista porque só pode ser lavagem de dinheiro… Quem está comprando imóveis???
      Apesar de que duas conhecidas minhas compraram imóveis esse ano. Dai-me paciência Senhor para sorrir e acenar rs…

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      • eam 6 de abril de 2016 at 13:30

        Não é só isso, há quem ainda acredite que dinheiro “parado em banco” é risco alto, e por mais que saibamos que existem leis q impedem confisco ou algo do gênero, temos que considerar que estamos no brasil, local onde o impossível e o improvável não figuram no vocabulário, logo não é tão maluca assim a ação (de compra) destas pessoas.

        A questão, que sempre discutimos aqui, é analisar o risco e o benefício de tal ação, ou quais seriam as alternativas para proteger o patrimônio e ter liquidez. O certo é que “investir” em tijolos é garantia de imobilizar o patrimônio por, na melhor das condições atuais, alguns meses, além é claro de pagar algo por demais sobrevalorizado e sem perspectiva de retorno nos próximos anos.

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        • JJJ_brasilia 6 de abril de 2016 at 16:20

          Eam,

          A arma contra o governo é a mesma contra as incertezas de mercado, diversificação, renda fixa, ações, moeda estrangeira. De tudo um pouco, simples assim.

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      • CA 6 de abril de 2016 at 13:46

        Habiba,

        Vamos dar uma olhada quanto as vendas à vista, tendo como base os relatórios do próprio CRECI SP:

        Vendas à vista em fevereiro/2016: 533

        Vendas à vista em fevereiro/2015: 408

        Tivemos um aumento das vendas à vista de cerca de 20%, mas elas não foram o suficiente, vejamos as vendas totais que constam abaixo, também extraídas dos relatórios do CRECI SP:

        Vendas totais em fevereiro/2016: 1.066

        Vendas totais em fevereiro/2015: 1.348

        Queda de vendas de mais de 20% de fevereiro/15 para fevereiro/16. Não se iludam sobre o “crescimento de vendas” no título do artigo, foi só desinformação, comparando com janeiro/16 e não respeitando a sazonalidade, explico melhor em comentário mais abaixo.

        Resumindo o que consta acima, as vendas à vista cresceram, mas as vendas totais caíram porque as vendas financiadas tiveram queda muito mais acentuada, logo, não existe este contingente extra e “salvador” que o segmento imobiliário tenta nos induzir a acreditar, dentre as diversas DESINFORMAÇÕES que eles plantam… Além disto, muitos negócios ainda ocorrem por TROCA, onde vende-se um imóvel mais barato para comprar o mais caro, se juntou o dinheiro da venda e complementou ou se deu o de menor valor e complementou, em ambos os casos é contabilizado como venda à vista.

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        • Habiba 6 de abril de 2016 at 21:14

          Sabe o que me espanta, CA? Quando eu vejo esses números e a quantidade de placas e de anúncios acho que a conta está bizarra. Porque vejo muito mais carros nas ruas, eles são vendidos em número muito maior, e não vejo a quantidade de plaquinhas neles que vejo nos imóveis. Agradeço ao MCMV e à Caixa por cada vez mais me afastar do sonho da casa própria?

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  • Urso 6 de abril de 2016 at 11:51

    Tudo que sobe, tem que descer!

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  • selvagem 6 de abril de 2016 at 11:58

    Será que os bolhistas resolveram ir às compras?

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    • CarlosL 6 de abril de 2016 at 12:17

      AINDA certamente não

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    • Libertario 6 de abril de 2016 at 17:44

      Eu fui!!!

      De LCI e LCA.

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  • JJJ_brasilia 6 de abril de 2016 at 12:06

    CoRvos falam em porcentagem, aí fica fácil enrolar, falem em números, total de vendas em reais. Nunca acreditevem um coRvo.

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  • Marcus A 6 de abril de 2016 at 12:17

    Construção civil demite 467,7 mil trabalhadores em 12 meses
    Em fevereiro, a queda foi de 0,83% em relação ao mês anterior.
    Piores resultados foram observados no Norte e no Nordeste.

    “http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/04/construcao-civil-demite-4677-mil-trabalhadores-em-12-meses.html

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    • Cajuzinha 6 de abril de 2016 at 15:37

      “Construção vai fechar mais vagas, lamenta CBIC
      POR MARCELO LOUREIRO06/04/2016 15:03
      O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) conta que a situação do setor é cada vez pior. José Carlos Martins explica que as obras estão sendo entregues e não surgem novos projetos. O efeito disso é a piora acentuada no nível de emprego. “

      0
  • Marcus A 6 de abril de 2016 at 12:20

    Terroristas do PT já estão agindo…

    Carro-bomba é encontrado perto da Assembleia do Ceará
    “http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/04/1757757-carro-bomba-e-encontrado-perto-da-assembleia-do-ceara.shtml

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    • Marcus A 6 de abril de 2016 at 12:21

      Sob o nome de Jairo Bernardino, o dono do perfil ameaçou plantar bombas em prédios públicos e afirmou que já havia dez artefatos prontos para serem explodidos. A mensagem trazia ainda foto do carro e sua localização.

      Horas mais tarde, uma ligação anônima levou a Polícia Militar a encontrar uma bomba com 48 bananas de dinamite e 13,3 quilos de explosivos dentro de um carro estacionado em uma vaga para táxi na rua Francisco Holanda.

      7+
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      • OdeioTijolos 6 de abril de 2016 at 16:04

        Caramba… Aposto que tem sindicatos no meio dessas compras ou desvio de explosivos.

        4+
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  • Ilusionista 6 de abril de 2016 at 12:27

    não confunda alho com bugalhos, quem é do marketing adora fazer isto..
    aumento dos descontos é uma coisa, queda de preços é outra.

    4+
    • CA 6 de abril de 2016 at 12:38

      Ilusionista,

      O preço médio do M2 para imóveis usados em São Paulo teve QUEDA de mais de 45% nos últimos 24 meses segundo apurado pelo CRECI SP. Veja a página 26 de cada um dos links abaixo. Não é desconto, é QUEDA no preço médio do M2 apurado mediante pesquisas realizadas junto a centenas de imobiliárias na cidade de São Paulo e com base nos negócios intermediados por estas imobiliárias, ou seja, preço FINAL praticado. Repito: não é desconto. O tópico pode até mencionar a variação de um mês para o outro no desconto, para “incentivar” os vendedores a reduzirem os preços negociados, no entanto, o próprio tópico TAMBÉM mencionou a redução dos preços (embora discretamente, sem falar do acumulado dos últimos 24 meses), mas o FATO é que os preços estão caindo com uma intensidade e velocidade típicos de HARD LANDING.

      Seguem os links (ver página 26 de cada um dos links abaixo):

      http://www.crecisp.gov.br/arquivos/pesquisas/capital/2015/pesquisa_capital_fevereiro_2015.pdf

      http://www.crecisp.gov.br/arquivos/pesquisas/capital/2016/pesquisa_capital_fevereiro_2016.pdf

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  • Habiba 6 de abril de 2016 at 12:38

    Não sei se já postaram aqui, mas achei sensacional:
    ‘https://www.linkedin.com/pulse/relato-de-um-sequestro-20-ou-apenas-mais-dia-na-vida-do-wiedemann

    2+
  • Zé Carioca 6 de abril de 2016 at 13:05

    Lucas 6 de abril de 2016 at 11:35
    Só? suas contas estão muito conservadoras
    45% foi a queda de 2015 / 2016 em SP, fonte o proprio CRECI SP, documento publico em PDF
    já vinha de quedas de 25% no período 2013 / 2015

    o que vem pela frente vamos ver queda de 80% a 90% nos melhores casos
    vamos ver o cara entregando o imóvel pela dívida = queda de 100%
    vamos ver o cara perder os anos que pagou mais o imóvel e ainda ficar devendo outras contas e taxas = quedas acima de 100%
    ——————
    Queda de mais de 100% uma pinoia, você sabe que isso não existe, queda de 100% significa que o valor de mercado do imóvel é zero. O comprador pode perder mais de 100% sim, é verdade, mas o imóvel ter queda de preço de 100% ou mais é impossível. Mais de 100% de queda significativa que alguém tem que pagar pra você morar no local.

    CA conheço o mercado imobiliário de SP por alto e não vi quedas de 45%, estive ai há duas semanas e por coincidencia estive conversando com uns amigos sobre o custo de vida e a conversa acabou descambando para preço de imóveis. Me falaram que nos Jardins o m2 está em 20k, que ainda pedem 1 milhão em apartamento de 80m2 em boa parte da cidade e que os preços cairam mas bem pouco. Acredito mais nessas informações que nas quedas de 45%, porque aqui no Rio está parecido, preço ainda próximo ao topo, ninguém compra e ninguém vende, mas os proprietários ainda estão sentados em cima de seus “tesouros”.

    Tanto é verdade que essa é a percepção de todos os comentaristas aqui do Rio, não vi ninguém falar em quedas assombrosas, acho que todo mundo concorda que os preços ainda estão insanos.

    21+
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    • CA 6 de abril de 2016 at 13:13

      Zé Carioca,

      Claro que você acredita em informação de preço PEDIDO, ANUNCIADO e em “amostras” de uma ou duas CONVERSAS ao invés de pesquisas que são feitas há mais de uma década com CENTENAS de imobiliárias e envolvendo MILHARES de negócios REALIZADOS, se não fosse assim, qual seria sua base para defender que é softland? Você TEM que acreditar nisto e ignorar os fatos e dados é a única forma para você FUGIR da realidade, não é mesmo?

      É óbvio que a grande maioria dos seus amigos votou naquele candidato perdedor, logo você não acredita que ele foi eleito, correto? Isto apesar de todas as pesquisas terem apontado que ele seria eleito, mas o que são pesquisas com métodos estatísticos e amostragem adequados frente a um ou dois contatos verbais e com base em parâmetros inválidos (exemplo: preço anunciado), não é mesmo?

      Você pode continuar se enganando e se iludindo, a negação em você é fortíssima, mas esta alienação não muda a realidade. Em nenhuma bolha imobiliária do Mundo determinaram o tamanho da queda dos preços com base em dois ou três contatos do zé carioca…

      23+
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    • CA 6 de abril de 2016 at 13:21

      Zé Carioca,

      Faltou uma parte:

      Ah, sobre os comentaristas do RJ, quanto deles previram a intensidade da crise com vários ANOS de antecedência como foi previsto por aqui? cri, cri, cri… Faz o seguinte, FOGE deste argumento e faz de conta que não viu, como quando pedi a você as pesquisas baseadas em preços NEGOCIADOS que subsidiam sua “tese” e você apresentou 2 ou 3 contatos verbais com amigos e tendo como referência o preço ANUNCIADO, PEDIDO – kkkkkk

      A esta altura do campeonato mencionar comentaristas é ridículo, mas demonstra bem que a sua alienação realmente não tem limites. Vamos lá:

      1) Você não sabia que o segmento imobiliário é um dos que mais anuncia e que mais gera renda para todos os meios de comunicação e que por causa disto eles são PROIBIDOS de falarem sobre quedas de preços, bolha imobiliária, etc, a não ser que seja de uma forma MONITORADA e embutindo muita DESINFORMAÇÃO para não afastar os já escassos clientes? No próprio artigo do tópico isto aconteceu, veja meu comentário abaixo em que DEMONSTRO isto com dados do próprio CRECI SP;

      2) Você não sabia que estes comentaristas tem como referência exclusivamente o índice FINGE ZAP de preços ANUNCIADOS que contém uma infinidade de falhas propositais para mascarar as quedas e minimizá-las, conforme já demonstrei por aqui dezenas ou centenas de vezes e no máximo estes comentaristas obtém informações de “especialistas” que tem a sua renda 100% vinculada ao segmento imobiliário e que portanto distorcem tudo que serve de base para estes comentaristas?

      Claro que você sabia do que consta acima, afinal comentei e demonstrei por aqui algumas dezenas ou centenas de vezes, mas você precisa tentar provar o seu ponto, por mais ilógico que seja e mesmo sem ter nenhum embasamento minimamente razoável, não é mesmo?

      15+
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      • Zé Carioca 6 de abril de 2016 at 14:48

        CA por comentaristas me referia as pessoas do Rio de Janeiro que escrevem aqui no blog (eu, Louro José, Mark, Barnabé, leo_na_estrada e tantos outros). Me referia as pessoas normais que estão procurando um apartamento para comprar e não dependem financeiramente do mercado imobiliário. Obviamente o Zap, os jornais impressos e a televisão tem forte viés pró mercado, pois é destes que vem boa parte de sua receita.

        Para mim esses 45% de desconto são como duendes, tem gente que vê e acredita, mas a maioria das pessoas que conheço nunca viu e tem certeza que não existe (ainda não existe no caso dos imóveis).

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        • leo_na_estrada 6 de abril de 2016 at 15:31

          CA, Zé Carioca e cia…somos todos bolhistas, não esqueçam…estamos do mesmo lado, rsrsrsrs
          o problema é que aqui nesse lugar maluco chamado Rio, o creci não fornece dados como em SP…queria ver essas análises que o CA faz de sampa aqui…é uma pena.
          E mais uma coisa…na ZS nego senta em cima dos tesouros, MESMO, mas essa boshta vai desabar em breve…

          6+
          • JJJ_brasilia 6 de abril de 2016 at 15:38

            Leo,

            Sabemos que o Brasil não é para principiantes, e o Rio muito menos.

            2+
        • Felipe33 6 de abril de 2016 at 15:39

          CA,, vc é meu ídolo, o camisa 10 do time de comentaristas deste blog, mas neste caso discordo de você.
          Nos últimos 6 meses fiz propostas em imóveis na ZS do Rio e em Icarai (Niterói). Todas elas com descontos em torno de 40% do valor anunciado. Nenhuma foi aceita. (o desgraçado prefere ficar 1 ano com apto a venda a vender agora)
          Pelo que vi, os preços estão congelados e as propostas teriam sido aceitas se fossem com descontos de uns 10% a 20%.
          Abraços a todos, Felipe

          10+
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          • JJJ_brasilia 6 de abril de 2016 at 15:47

            Felipe,

            20% de desconto mais 12% de inflação já passou de 30, deixa espumar mais um pouco, a cidade olímpica vai arder depois do evento. Há uma ilusão ainda, os amantes de tijolos vão morrer abraçados com seis apartamentos pagando manutenção, uma hora a barriga começa a roncar e o sujeito abre a guarda.

            Sei que no Rio o negócio é mais complicado, porque a ZS e muito pequena para a quantidade de gente que quer morar lá.

            3+
          • CA 6 de abril de 2016 at 19:36

            Felipe33,

            Nunca disse ou apresentei evidências de que as reduções de preços eram homogêneas e simultâneas em todo o país, incluindo o Rio de Janeiro. O exemplo de São Paulo é por ter os dados de pesquisas disponíveis para esta cidade. Em NENHUMA explosão de bolha imobiliária do Mundo tivemos quedas homogêneas e simultâneas em todas as localidades, até porque isto é utópico e sem sentido. Há uma dificuldade ENORME para alguns entenderem este ponto, embora tenha sido repetido INÚMERAS vezes e me pareça bastante simples para compreensão.

            Os exemplos e evidências de São Paulo são porque o Zé Carioca vive dizendo que é impossível queda muito elevada de preços rapidamente no Brasil, aliás logo acima ele chamou de fanático aquele que DEMONSTRA isto com PESQUISAS e considera que “razoável” é aquele que apresenta relatos INDIVIDUAIS e SEM EVIDÊNCIAS comprováveis, uma absoluta inversão de valores.

            Quanto as pesquisas baseadas em preços de vendas realizadas, não só a do CRECI SP sobre usados que mencionei aqui como as do SECOVI SP que mencionei no tópico anterior, tratam-se apenas de FATOS e DADOS, as pessoas não precisam se ofender com isto.

            Se 90% dos seus amigos não votaram na Dilma e ela foi eleita, este fato isoladamente não significa que as pesquisas que indicavam a eleição dela eram mentirosas ou que a eleição dela foi uma fraude, significa única e exclusivamente que a sua “pesquisa” não serve para absolutamente nada porque não reflete uma base amostral mínima, metodologia, etc., etc, etc. É difícil para as pessoas entenderem isto, muitas vezes vai muito além do conhecimento da pessoa e de sua capacidade cognitiva, ou a pessoa preza ao extremo pelo ACHISMO, ou ainda, acha que a sua amostra e o “seu Mundo” representam mais do que qualquer pesquisa…

            MUITOS relutam contra fatos e dados de pesquisas, preferem acreditar em meia duzia de contatos pessoais ou tentativas individuais de negociação, se não deu o percentual da pesquisa, então a pesquisa não é verdadeira (kkkk)! O ideal seria que entendessem minimamente como funcionam pesquisas: no caso das pesquisas de preços, não significa que o preço médio de toda uma cidade se reflete de forma homogênea em todos os bairros, para todos os tipos de imóveis, a média significa que você terá reduções maiores e menores, é possível até que em alguns casos não tenha redução ou tenha subido, nada disto analisado de forma INDIVIDUAL e EXTREMAMENTE LIMITADA (sem amostragem relevante, tentativas de apenas uma pessoa ou grupo muito reduzido de pessoas, por exemplo) vai dar exatamente o mesmo resultado da pesquisa da média de uma cidade como um todo!

            Em tempo: nos casos que você mencionou, você não comprou e eles não venderam, certo? Então, sinto lhe informar, mas não serve como base de comparação com o que eu falei e DEMONSTREI de PESQUISAS de verdade, pois elas se referiram a vendas REALIZADAS e não preços ANUNCIADOS ou propostas REJEITADAS que não se converteram em vendas. Um outro conceito que muitos insistem em ignorar, embora pareça-me também extremamente óbvio: o preço de VENDA, se faz com base na venda REALIZADA, se não vendeu, se negociou e não fechou, se só anunciou por aquele preço e ninguém fechou negócio, não é, não será e nunca foi preço de venda. Qual o sentido de comparar situações tão díspares e não comparáveis?

            Outro ponto: 20% de queda nominal, que seria o máximo que você acredita que esteja sendo praticado, mais 10% de inflação já é MUITO mais que os 18% de queda de preços que foi o auge de redução de preços do país que teve a explosão mais caracterizada como hard landing que foram os EUA, não entendi sua “argumentação”.

            Repito: mesmo que você falasse sobre vendas realizadas, não faz qualquer sentido pegar casos isolados e comparar com pesquisas envolvendo centenas de empresas que intermediaram as vendas e milhares de negócios REALIZADOS, da mesma forma que não faz sentido fazer sua “pesquisa individual” sobre eleições e dizer que a pesquisa de intenções de votos e o resultado das eleições que estão errados, mas creio que isto esteja muito além da compreensão de alguns, deixa pra lá…

            9+
            • Felipe33 7 de abril de 2016 at 09:20

              Ok CA, muito obrigado pelos esclarecimentos.

              Na sua opinião, é mais fácil um proprietário “pessoa física” ou uma construtora ceder e aceitar uma proposta bem abaixo do preço anunciado.
              Meu sentimento é que é mais fácil conseguir êxito com uma empresa. Por exemplo, estou de olho em um apto da João Fortes, a empresa possui: Estoque de mais de R$ 1 bi; Distratos de mais de R$ 280 mm em 2015; Inadimplência maior que R$ 200 mm em 2015 (aumento de 65%). Prejuízo enorme (em 2014 tb houve prejuízo). O que acha?
              abraços, Felipe

              1+
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        • CA 6 de abril de 2016 at 21:46

          Zé Carioca,

          Sobre o trecho:

          “Para mim esses 45% de desconto são como duendes, tem gente que vê e acredita, mas a maioria das pessoas que conheço nunca viu e tem certeza que não existe (ainda não existe no caso dos imóveis).”

          Bem, você conhece o Lucas que escreve neste blog? Ele disse que comprou imóvel com redução de 45% no preço e aí? Ah, mas ele você não conhece pessoalmente, não é seu vizinho, não sabe se pode confiar, não foi no RJ, etc., etc., etc…

          Mais uma: você faz ideia do que significa “MÉDIA”? Significa que você encontrará imóveis com quedas de preços maiores que esta, outros com quedas de preços menores, alguns que mantiveram os preços e outros que podem ter até subido. Se já é difícil achar as vendas realizadas que estão escassas (veja explicações abaixo), imagine acertar “na mosca” o imóvel que teve uma redução de preços que foi exatamente a MÉDIA de toda uma cidade.

          Veja demais comentários a respeito e procure de uma vez por todas entender os seguintes conceitos: 1) Preço de venda se dá pela venda REALIZADA, qualquer coisa diferente disto é BOBAGEM, pura perda de tempo ; 2) Explosões de bolha imobiliária NUNCA ocorreram de forma homogênea, com os mesmos percentuais e ao mesmo tempo nas diferentes localidades de um país, aliás não são homogêneas quanto a percentuais sequer dentro de uma mesma cidade, não foi assim em NENHUMA explosão de bolha imobiliária do Mundo, é completamente sem sentido acreditar que ocorreria assim no Brasil.

          Outro ponto:

          Vou fazer com você um teste de conhecimento básico de lei de oferta e procura, combinado com lógica, inclusive eu vou fornecer dicas nas questões para facilitar sua análise, vamos ver o resultado:

          1) Lei de oferta e procura: se há uma distorção muito elevada entre oferta e procura, entre preço e renda, combinado com crédito imobiliário escasso e caro e crise na economia se tornando cada vez mais aguda, o que acontece com a quantidade de vendas de imóveis, ela é muito elevada ou tem uma redução muito relevante?

          2) Se é natural que no contexto acima as vendas tenham quedas muito relevantes, o que se comprova por todas as pesquisas e informações de mercado, é racional e razoável se esperar que você conheça pessoalmente os casos de vendas REALIZADAS, ou isto seria como uma “agulha no palheiro”?

          Só para finalizar, volto a analogia que até agora você não rebateu e que deixa muito claro como o seu raciocínio e de alguns colegas seus é COMPLETAMENTE FALHO E ILÓGICO. Aproveito para complementá-lo:

          A imensa maioria das pessoas que conheço NÃO VOTARAM na Dilma, então pela sua “lógica” que você repetiu acima isto significa que: 1) Todas as pesquisas que apresentaram a vitória da Dilma antes das eleições estavam ERRADAS ; 2) O resultado da eleição é fraudulento.

          Afinal, como você justifica a “lógica” que consta no parágrafo acima, você realmente acredita nisto?

          Se não acredita, por que acredita que sua meia duzia de contatos em uma cidade ou uma ou outra visita que fez à São Paulo tem mais validade que uma pesquisa feita com centenas de imobiliárias, tendo como referência milhares de negócios realizados e por uma empresa que faz estas pesquisas há mais de 10 anos, conta com assessoria especializada, metodologia clara e válida e que inclusive, não tem o menor interesse do Mundo em mentir quanto ao resultado da pesquisa, afinal queda de preços não é algo que os corretores querem divulgar, tanto que para divulgação à imprensa quanto a preços sempre preferem trabalhar com o FIPE Zap?

          4+
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          • Lucas 7 de abril de 2016 at 13:15

            zecarioca é um desinformante
            o fato dele ter 15 likes comprova, estou perdendo meu tempo aqui
            estou escrevendo para corvos

            2+
          • Lucas 7 de abril de 2016 at 13:19

            esse zécarioca chamar eu de mentiroso até entendo
            agora ele chamar o CRECI SP de mentiroso, meodeus

            não estaria comentando se isso não fosse uma multidão de vigaristas
            o desconto de 45% que consegui, que fique claro, me arrependi
            o valor que gastei se estivesse numa TD me pagaria por mês 4 alugueis no vizinho de parede.

            5+
    • Joao RJ 6 de abril de 2016 at 15:41

      Infelizmente o Zé Carioca tem razão, é a realidade do mercado. Parado mas nao baixa. Quem baixa um pouquinho faz negócio. Vamos ser realistas. Brasileiro não sabe fazer conta e tem medo de ter dinheiro, acaba indo para imoveis.

      13+
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      • CA 6 de abril de 2016 at 19:50

        Joao RJ,

        Mais um depoimento baseado em ACHISMO. O que tem faltado e muito, é CONTEÚDO, DEMONSTRAÇÃO válida de argumentação, etc. Por enquanto, acreditam CEGAMENTE no que o mercado imobiliário deseja que vocês acreditem e mesmo quando são apresentadas pesquisas feitas pelo próprio mercado imobiliário como no caso de São Paulo, apresentando quedas de 27% a 30% em jan/16 na comparação com jan/15 no caso de novos que respondem por 80% das vendas realizadas (exemplo do SECOVI SP, ver em comentário do tópico anterior), ou ainda queda de 45% apresentado pelo CRECI SP em 24 meses, não acreditam porque não saiu no Jornal Nacional, o Amorinha disse que não caiu, o FINGE ZAP disse que os preços dos imóveis continuam subindo (kkkk), o amigo da vizinha não aceitou o preço e NÃO VENDEU (não sabem nem o que é preço de venda e que só existe com venda REALIZADA!) e por aí vai…

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        • CA 6 de abril de 2016 at 19:59

          Ah sim, depois vão dizer que ninguém baixa, mas ninguém vende. Observação GENERALISTA e infundada, sempre ocorrem vendas, por menores que sejam.

          Vou contar um “segredo”: vende-se muito pouco porque estamos em uma explosão de bolha imobiliária e isto SEMPRE ocorre desta forma em todas as explosões de bolhas imobiliárias do Mundo e é exatamente por isto que os preços das parcas vendas que ocorrem tem que cair muito, pela total desproporção entre oferta e procura!

          Sendo assim, a expectativa “genial” de alguns, de que vão encontrar todos os ANÚNCIOS, todos os seus vizinhos e conhecidos ou todos os imóveis que desejam com preços reduzidos de forma relevante é algo totalmente SEM SENTIDO (sem contar que quedas nunca são homogêneas, ver outro comentário acima), pois achar aqueles em que já “caiu a ficha” e comprar deles com grandes descontos, é AINDA achar uma agulha no palheiro, tanto que daquilo que está anunciado no Zap Imóveis, menos de 1% é vendido todo mês.

          Outro ponto que ainda não entenderam: AINDA não ocorreu o efeito MANADA que faz com que haja uma fuga descontrolada dos compradores e um efeito de DESESPERO dos vendedores que levem a reajustar para baixo os preços ANUNCIADOS para tentar acelerar uma venda “a qualquer preço” e apesar disto, as reduções de preços tem sido extremamente elevadas e comprováveis a partir de mais de uma fonte de informação em algumas localidades, como é o caso de São Paulo.

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      • My name is James Bond 6 de abril de 2016 at 19:52

        Acompanho os imoveis desta imobiliária há 8 anos. A inflação está corroendo o valor do imóvel e o preço estabilizou. Esta é a realidade que conheço de imoveis usados.

        2008 – 60k
        2009 – 80k
        2010 – 100k
        2011 – …
        2015 – 240k
        2016 – 240k.

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        • My name is James Bond 6 de abril de 2016 at 20:11

          2016 – 260k. Achei alguns que continuam subindo.

          http://www.grupocanaa.com.br/imovel/apartamento-residencial-venda-jardim-umarizal-zona-sul-sao-paulo-sp/AP2449.

          Pode até não vender porém o preço está lá para quem estiver disposto a pagar.

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          • CA 6 de abril de 2016 at 21:17

            My name is James Bond,

            “Pode até não vender” = “NÃO É PREÇO DE VENDA!”

            Já vi o mesmo imóvel ao longo dos últimos 5 anos subir o preço, logo em seguida descer, depois voltar para o preço antes de subir e descer e não vendeu em nenhum destes movimentos.

            Conclusão prática disto? NENHUMA. A não ser que você queira analisar a sanidade mental dos anunciantes, estes movimentos não tem NENHUM significado quanto ao preço de venda praticado.

            Talvez algum dia as pessoas possam entender esta “complexa” lógica: “O preço de venda só pode ser apurado quando uma venda é REALIZADA, se a pessoa sonhar com um preço, não é preço de venda, se sentar em frente ao computador dele e dizer que agora o imóvel será anunciado por R$ 1 bilhão, não é preço de venda, se a pessoa disser que ACHA que o imóvel vale tanto e por menos não vende, NADA disto é preço de venda, a não ser a primeira parte mencionada, que é o preço de venda REALIZADA”.

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    • Dimattos_RJ 9 de abril de 2016 at 20:07

      Realmente aqui no Rio os preços não pararam de subir mas regiões mais valorizadas. Tijuca quer é um bairro bem residencial, mas cercado de favelas “pacificadas” facilmente podemos encontrar imóveis por valores próximos a 1kk. Vender ninguém vende nada, mas percebi claramente que são as imobiliárias que jogam o preço lá encima dessa forma e o proprietário não querendo sair por baixo acaba indo na onda.

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  • CA 6 de abril de 2016 at 13:08

    Sobre o tópico:

    Embora eu já tenha comentado por aqui algumas dezenas, ou talvez centenas de vezes, ainda temos um pessoal que cai no golpe de DESINFORMAÇÃO do segmento imobiliário.

    Sobre o título do artigo do tópico: “Queda no preço e desconto maior faz subir venda de imóvel usado em SP”, é óbvio que novamente o CRECI SP está apenas comparando o mês de fevereiro/2016 com o de janeiro/2016. Esta não é a forma correta de comparar vendas e resultados para nenhum segmento, pois desconsidera a famosa SAZONALIDADE.

    Vamos aos FATOS, ignorando o ilusionismo do segmento imobiliário:

    Total de vendas projetado em fevereiro/2016: 1.066 unidades

    Total de vendas projetado em fevereiro/2015: 1.348 unidades

    As vendas em unidades no mês de fevereiro/2016 tiveram uma queda de 20,21%, apesar de uma queda no preço médio do M2 acumulada de 45% nos últimos 24 meses!

    Para quem acha que o problema é a diferença quanto ao calendário do Carnaval e menos dias úteis em fevereiro/2016, considere que isto teria um impacto máximo de 10% a 15% e não 20%, de qualquer forma que você analise, teve queda de vendas. Se somarmos janeiro e fevereiro de 2016 e comparar com o mesmo bimestre de 2015, a queda foi 34,17%, então o máximo que pode ser dito por enquanto é que a queda nas vendas de usados DESACELEROU de janeiro/2016 para fevereiro/2016 graças a novas reduções de preços ainda maiores neste mês.

    Em outras palavras, o preço médio ainda tem que cair muito para que as vendas possam se recuperar. Sem esquecer que fevereiro/2014 já foi um péssimo ano em vendas com quedas relevantes.

    Por que mesmo com uma queda de preço do M2 em termos nominais de mais de 45% e em termos reais (considerando inflação) de mais de 60%, ainda assim as vendas não se recuperam? Motivos:

    1) O preço médio do M2 subiu mais de 300% em termos reais se considerarmos o período de 2007 a 2015, portanto com esta queda de 60% em termos reais, ainda tem a necessidade de cair muito para voltar a normalidade, principalmente quando você considera que no patamar atual o crescimento acumulado ainda é mais que o dobro do crescimento da renda real (descontada inflação) neste mesmo período;

    2) A crise ainda não atingiu o seu pico, isto pode ser observado pelo fato de a cada trimestre apurado a queda do PIB ser maior que no trimestre anterior, combinado com o fato do desemprego continuar crescendo, assim como a dívida e inadimplência das famílias, com recordes sendo sempre renovados quanto a número de pedidos de recuperação judicial e falências. Junto com tudo isto, a renda real das famílias e suas expectativas não param de piorar. Mesmo com uma “onda de otimismo” caso o impeachment venha a se concretizar, isto tem um prazo curtíssimo de duração, de 3 a 6 meses, uma vez que as questões colocadas neste parágrafo, mais os problemas gerados pela bolha de corrupção e incompetência na Petrobrás impedem uma recuperação efetiva, este otimismo irá gerar uma pequena recuperação nos investimentos ou talvez só uma desaceleração em sua queda, mas demais itens não se resolverão miraculosamente da noite para o dia, sendo que ainda não há uma luz no fim do túnel sobre quando vai parar de piorar, mas no cenário mais otimista deverá ser só lá pelo segundo semestre de 2017;

    3) Os R$ 25 bi de extra do FGTS para o ano de 2016 como um TODO cobrem os R$ 25 bi de sangria da Poupança (SBPE) só do período de janeiro a março e o resto do ano? Claro que o Governo vendo o cenário desesperador para imóveis usados e a QUEDA de preços acentuada junto com quedas relevantes em vendas, afetando inclusive os negócios quanto a novos e suas queridas amigas construtoras (muitos tem que vender usado para comprar novo), decidiu forçar a CEF a aumentar o limite financiável do usado de 50% para 70%, o que deve ajudar em algo para desacelerar as quedas de vendas de usados, mas isto tende a ter efeito limitado, pois só nos últimos 15 meses a CEF já aumentou os juros do crédito imobiliário por 4 vezes, porque ela sabe que as verbas serão limitadas, vai faltar dinheiro para conceder o crédito e neste momento ela não pode ser 100% irresponsável e ignorar o mais do que esperado aumento da inadimplência, onde aliás ela já é a campeã via MCMV ;

    4) AINDA não tivemos o efeito manada e o desmascaramento do segmento imobiliário, mas o fato simples e conhecido há séculos é que não dá para mentir para muitos por tempo demais e neste quesito eles já estão em hora-extra… Quando o efeito manada acontecer, muitas pessoas irão adiar suas compras esperando por novas quedas e isto vai se combinar com a distorção entre oferta e procura que está não só em patamar recorde, como crescente.

    Pela combinação dos itens acima e diversos outros, reforço que o mais provável é que o maior percentual de queda nos preços ocorra entre o segundo semestre de 2016 e primeiro semestre de 2017, com a visibilidade e abrangência disto se amplificando. Não significa que alcançaremos o vale de preços neste momento, deveremos ter novas quedas de preços após isto, só que em percentuais menores. Tinha em mente as variáveis acima e que com isto a probabilidade destas maiores quedas e visibilidade ocorrerem no 1S16 eram de 10%, 60% de ocorrer entre o 2S16 e o 1S17 e 30% de ocorrer após isto.

    É importante entender que as gambiarras, tanto do governo quanto do segmento imobiliário, enfrentam cada vez mais a REALIDADE e as consequências das infinitas gambiarras do passado, além do natural efeito de ENTROPIA, onde as apelações tem um efeito cada vez mais curto e ineficaz, basta ver que a verba extra disponibilizada do FGTS para todo o ano de 2016 mal cobre o rombo da poupança de janeiro a março…

    18+
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  • eam 6 de abril de 2016 at 13:35

    Não sei se alguém já postou no tópico anterior, mas achei interessante o artigo abaixo, que apesar de parecer ser “off”, reflete um pouco como será o cenário da indústria “imobolhiária”:

    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,sem-trama-e-sem-final,10000025060

    E esta frase resume a situação da nossa economia:

    “O Brasil está quebrado. Isso significa que a volta à realidade será dura, lenta, prolongada. Poderá se estender por muitos anos, a depender dos descalabros adicionais aos quais o governo estrebuchante nos submeterá.”

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  • Money_Addicted 6 de abril de 2016 at 13:48

    http://oglobo.globo.com/rio/2016/04/06/2272-pai-executado-ao-buscar-filho-no-colegio-santo-agostinho-na-barra

    olha o historico do cidadao

    “No ano passado, Miguel Ângelo Jacob foi condenado a 11 anos e oito meses de prisão por participar de um esquema de venda de um medicamento para câncer falsificado.”

    4+
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    • rogerio 6 de abril de 2016 at 23:23

      Não fará falta nenhuma…

      2+
  • Cajuzinha 6 de abril de 2016 at 15:16

    “06/04/2016 15h06 – Atualizado em 06/04/2016 15h13
    Saída de recursos da poupança cai em março, mas é recorde no trimestre
    Em março, retiradas superaram depósitos em R$ 5,37 bilhões, revela BC.
    No 1º trimestre, saída de recursos da poupança totalizou R$ 24,05 bilhões.”

    5+
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    • JJJ_brasilia 6 de abril de 2016 at 15:42

      Arrumaram 25bi de FGTS e a caderneta sangrou 24bi em 3 meses, isto é bom para nós. Chupem coRvos!!!!

      8+
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  • Cajuzinha 6 de abril de 2016 at 15:26
    • odorico 6 de abril de 2016 at 19:56

      O interessante é o alto estoque já com produção reduzida, isso é, a indústria ainda tem que se ajustar (diminuir a produção) para se adequar a demanda.

      2+
  • zedabolha 6 de abril de 2016 at 15:32

    Zé Carioca

    CA por comentaristas me referia as pessoas do Rio de Janeiro que escrevem aqui no blog (eu, Louro José, Mark, Barnabé, leo_na_estrada e tantos outros). Me referia as pessoas normais que estão procurando um apartamento para comprar e não dependem financeiramente do mercado imobiliário. Obviamente o Zap, os jornais impressos e a televisão tem forte viés pró mercado, pois é destes que vem boa parte de sua receita.

    Para mim esses 45% de desconto são como duendes, tem gente que vê e acredita, mas a maioria das pessoas que conheço nunca viu e tem certeza que não existe (ainda não existe no caso dos imóveis).

    1+

    Oi nóis aqui. Ass.: Zé da Bolha. heheheeee

    2+
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  • Seguidor do Bolha BH 6 de abril de 2016 at 16:54
  • Dutra 6 de abril de 2016 at 18:15

    Continuando o dialogo sobre os preços dos imóveis do RJ, aqui onde eu moro está parecido, os preços não caíram quase nada, porém a quantidade/ estoque de imóveis continua gigantesca e do mesmo jeito que a queda dos preços ainda está baixa por outro lado não há previsão de elevação (reajuste) dos mesmos, ou seja o pessoal insiste em não baixar os preços, porém também não vendem, tem construtora que está com apartamento pronto há um ano parado, por mais otimista que seja o cenário de 2017 (mesmo que cresça mais que 1%), a maioria não conseguirá o valor desejado, ainda mais com o PIB negativo novamente em 2016, ou seja, a pessoal vai daqui a dois anos vender o imóvel pelo preço desejado com a sensação de “ufa, consegui”, porém se contar a inflação + perda de oportunidade a pessoa vai ter perdido dinheiro. Eu prefiro arriscar e esperar do que comprar agora, pois o cenário não está otimista para quem quer vender, ando nas ruas e as placas de vende e aluga continuam intacta há meses, o máximo que poderá acontecer será eu encontrar um aluguel barato que no caso há também milhares deles disponíveis e com todos os preços e gosto.

    6+
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  • Cajuzinha 6 de abril de 2016 at 18:56


    Preço médio do aluguel no Brasil tem queda real de 15,3% no 1º trimestre, diz VivaReal

    Notícia Publicada em 06/04/2016 18:48

    A instabilidade do cenário econômico e as restrições ao crédito imobiliário afetaram o equilíbrio da oferta e demanda de imóveis”

    3+
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    • Cajuzinha 6 de abril de 2016 at 18:58

      “A amostra contempla 30 cidades e considerou mais de 4 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel.

      Entre as 30 cidades pesquisadas, os maiores recuos nominais no valor do aluguel foram registrados no Rio de Janeiro (-21,3%), Brasília (-8,0%), Recife (-7,5%), Belo Horizonte (-7,0%) e Vitória (-5,4%).”

      4+
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      • Cajuzinha 6 de abril de 2016 at 19:08

        Gostei mais desta chamada:

        “Aluguel tem o preço médio mais baixo desde o 1º trimestre de 2013, aponta o Índice DMI-VivaReal
        Quarta, 06 Abril 2016 13:59 Fonte/Autor por: Tamires Rodrigues”

        http://www.segs.com.br/seguros/11078-aluguel-tem-o-preco-medio-mais-baixo-desde-o-1-trimestre-de-2013-aponta-o-indice-dmi-vivareal.html

        3+
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      • Dutra 6 de abril de 2016 at 20:59

        E Vitória estava “intocável” eu sabia que quando tivesse a queda seria feia, construtoras fazendo propaganda que mesmo com a crise os preços dos imóveis subiram no ano passado, porém os setores que movem a economia capixaba estão despencando, FPS sem reajuste, I. Privada demitindo com força. então acabou a paz na Ilha da Maravilha.

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      • Bruno.12 7 de abril de 2016 at 09:56

        BH é fato, estou pesquisando imóveis para alugar desde novembro do ano passado, e os preços só vem caindo! Mas ainda creio que no próximo ano, irei encontrar valores ainda mais baixos.

        0
  • My name is James Bond 6 de abril de 2016 at 19:35

    Fuga de recursos diminui, mas brasileiro continua gastando mais do que poupa.

    “http://economia.ig.com.br/2016-04-06/fuga-de-recursos-diminui-mas-brasileiro-continua-gastando-mais-do-que-poupa.html”

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    • fanfarraum 7 de abril de 2016 at 09:23

      Não precisa usar aspas pra colocar link.
      Aliás, melhor não colocar, pq ai clicamos direto no link 😉

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  • odorico 6 de abril de 2016 at 19:54

    Pessoal, depois que vendi meu imóvel, eu confesso que parei de tentar mostrar para as pessoas que imóveis são péssimos investimentos e estão caros. A minha ótica é o seguinte: A partir de agora eu sou um consumidor de imóvel “as a service” logo quanto mais imóveis disponíveis e mais pessoas investindo melhor para mim. Não interessa mais se a bolha vai estourar, se os preços vão cair e quanto. Com 1kk em diversas aplicações com rendimento médio de 0,78% após impostos e conseguindo pagar o aluguel dentro do meu salário (apesar de minha taxa de poupança ter caído) confesso que penso até em estimular os “brick lovers”. Talvez eu até volte a comprar um imóvel um dia, mas somente se a relação aluguel/preço for menor que 100x e não 150x como alguns acham. Só aí acho que será uma oportunidade diante de nossas taxas de juros reais. Se um dia nossa taxa de juros reais for menor que 2% ao ano por um longo prazo é possível que eu repense minha posição. “Em terra de cegos, quem tem um olho é rei”

    12+
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    • rentista opressor 6 de abril de 2016 at 20:58

      Estou nessa mesma linha, odorico paraguaçu! ?
      Num país como o nosso, o milagre da curva exponencial dos juros compostos é simplesmente fantástica. Vou fazer um quadro disso e pendurar no meu escritório……kkkkkk. Como diz meu sogro, o difícil é formar o primeiro “bolinho”, pois o valor dos juros ainda não está atraente. E isso é muito verdade. Mas a hora que atingimos uma quantia razoável, o gráfico começa a ficar lindo. Logo, não há justificativa racional alguma para se comprar imóvel no Brasil, empatando 500, 700, 1 milhão de reais, fora o custo do financiamento, especialmente se considerar a relação preço/aluguel que chega a ser menos de 0,3%. Eu nunca mais compro imóvel no Brasil. Ainda estou tentando me desfazer de um terreno comprado na época de preços de banana (2003), mas o mercado de Curitiba está simplesmente parado.
      Enfim, como os bolhistas daqui pregam, enquanto uns gostam de pagar juros, outros preferem recebê-los.
      Por fim, só uma coisa: vc com 1kk consegue uma taxa bem melhor que 0,78% líquido a.m, de forma segura. Dá uma analisada. Abs do Rentista Opressor (ex-citizen from Republic of Banânialand)

      5+
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      • Minions 7 de abril de 2016 at 08:37

        Eu acho que o melhor é ficar pianinho e reclamar da situação do país, dos juros, da empregada, do cachorro, da mulher…o que tem de olho gordo, parente que pede $$ emprestado e até bandido de olho em sequestro, não tá escrito no gibi.
        Diz um ditado que um homem tem 2 prazeres: um quando sai com a mulher e outro quando conta pros amigos. Eu discordo. Eu penso que o “bolhista” tem que ficar bem quieto e deixar as pessoas pensarem que somos “fracassados”.

        3+
  • cpssa 6 de abril de 2016 at 20:39

    Boa noite! essa é a minha primeira postagem. Já acompanho as discussões há algum tempo e concordo com a maioria das postagens, mas quando se trata de tomar uma decisão sempre pinta uma dúvida. Moro em Salvador e pago um aluguel de 900 reais + 320 de condomínio em um apartamento com 1 quarto 36 m2 (muito bem localizado). Aqui no prédio, o preço médio do aluguel é R$1.000,00 enquanto para a venda é de 190. mil reais. Acontece que surgiu uma “oportunidade’ para aquisição de um imóvel no mesmo padrão do que moro e em uma localização ainda melhor, pelo valor de R$145,000,00, nascente total em andar alto e com toda infraestrutura de comércio e transporte( metrô) num raio de 200 m do condomínio. É muita loucura a concretização do negócio? tenho a possibilidade de quitar o financiamento em 3 anos. o que acham?
    O proprietário pedia de inicio 175 mil, dai mandei uma proposta de 135 que foi de inicio recusada, mas, posteriormente, com dificuldade da venda conseguimos chegar no valor final de 145 mil.

    1+
    • JJJ_brasilia 6 de abril de 2016 at 21:46

      Cpssa,

      Se o aluguel tá R$ 1000,00 pela métrica 150 é pagável, sei que alguns defendem a métrica 100, mas ainda não dá pra achar isto. Aqui no blog as pessoas não vão concordar com a compra de um imóvel, mas a decisão é sua.

      Mas algumas questões:

      1 – imóvel de 36m^2 vaivte atender por quanto tempo? Pois entendo que girar patrimônio só serve para pagar imposto e intermediário, por exemplo se você compra e vai trocar daqui a 4 anos, leva ferro na certa, ninguém irá pagar 190k, que é o que acham que vale, mas menos.

      2 – qual a sua situação de emprego/renda? Se for FP, pode ser, mas se estiver na iniciativa privada e ficar desempregado, é bom ter caixa ($$$).

      3 – você pretende ficar morando em Salvador mesmo? O imóvel te segura em um lugar.

      4 – O preço tá uns 4k por m2, já fui a SSA, mas não conheço a realidade do mercado, será que tá bom?

      Responda a estas perguntas e tome a sua decisão.

      Há, mais um ponto, deixe o proprietário espumar mais um pouco, faça outra proposta, 138 ou 140k, acho que ainda tem gordura pra queimar, lembre-se que tem ITBI e custos de cartórios, está soma que é o preço do imóvel (preço paga + ITBI + cartório), e assim na Receita Federal.

      A decisão é sua, veja os prós e contas, a só uma pergunta, tem garagem?

      2+
      • cpssa 6 de abril de 2016 at 22:04

        1. O imóvel que tenho interesse é um pouco maior, 40 m2. Não pretendo me desfazer.
        2. Sou FPF
        3.Sim tanto eu e minha esposa somos FP.
        4.Sim. Os preços aqui ainda estão altos. O valor de 190 mil que citei acima refere-se a “preço de oportunidade” em geral pedem 215 a 230 mil.
        5. Sim, possui garagem.
        Quanto a negociação, o proprietário diz não baixar mais nenhum centavo.

        1+
        • JJJ_brasilia 7 de abril de 2016 at 06:42

          cpssa,

          Não sabia que era casado, vocês pretendem ter filhos, aí o imóvel fica pequeno, isso deve ser levado em conta.

          Sobre o proprietário não baixar mais é papa de coRvo, quando o sujeito precisa de $$$, ele fica manso.

          2+
        • Fernando-SSS 7 de abril de 2016 at 09:16

          É uma decisão difícil, eu acredito que os preços vão baixar mais, porém, melhorar a qualidade de vida é algo a sempre ser considerado.

          0
  • Moreira 6 de abril de 2016 at 21:44

    Realize o sonho da casa própria!

    1+
    • cpssa 6 de abril de 2016 at 22:17

      Tenho vontade de realizar, mas não pago pelo valor que pedem.
      No trabalho vejo que todos estão apertados por conta das prestações ( carro, financiamento imobiliário etc) Lá falam que sou idiota por pagar aluguel e andar de carro mais velho ( 2008), mas nem discuto, é perder tempo. Não tenho dividas, veiculo comprei à vista , sempre pé no chão. Vejo que seria um bom negócio, mas fui contaminado pela ideia ” bolhista”, então penso mil vezes antes e tomar qualquer decisão.

      9+
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      • Minions 7 de abril de 2016 at 09:22

        Tem que ter calma, agora! O CA já demonstrou que o bolha deve “estourar” no 2 sem/16 ou 1 sem/17. Sei que a tentação é grande (eu também tenho visto valores de terrenos abaixando) mas penso que o melhor está por vir.
        Mas se for irresistível, tenha calma na compra! Procure saber quem construiu e a situação do vendedor (ações judiciais, protestos, …). Investigue muito bem a documentação (contrate um advogado especialista a parte-a imobiliária só quer saber da comissão). Converse com os porteiros (azeite a mão deles $$$).
        Veja que, com a nova legislação, o condomino pode ser protestado com 1 mês de atraso…a situação vai ficar feia daqui pra diante. Lembre-se que os imóveis novos foram muito mal construídos em sua grande maioria. Você poderá ter problemas com infiltrações, vizinhos barulhentos, bares, festas, …

        3+
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  • Cajuzinha 6 de abril de 2016 at 21:49

    ” 06/04/2016 – 21h17min. Alterada em 06/04 às 21h17min

    Crédito para veículo desaba e reduz venda
    Folhapress

    A crise de confiança na economia já impactou os financiamentos de veículos no país. Segundo a Anfavea (associação dos fabricantes), no primeiro trimestre deste ano os contratos chegaram ao pior nível desde 2005, o que influenciou diretamente as vendas das montadoras.
    Os financiamentos representaram 51,4% do total de vendas. Historicamente, esse percentual fica acima de 60%. Os licenciamentos, no período, caíram 28,6%. “Com a taxa de desemprego alta, o cliente não vai se arriscar no financiamento. Aliada a isso, há ainda a escassez do crédito. Os bancos preferem conceder empréstimo aos clientes mais antigos”, disse o presidente da Anfavea, Luiz Moan.”

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  • Palmeirense Bolhudo 7 de abril de 2016 at 08:02

    Preço médio do aluguel no Brasil tem queda real de 15,3% no 1º trimestre, diz VivaReal

    Entre as 30 cidades pesquisadas, os maiores recuos nominais no valor do aluguel foram registrados no Rio de Janeiro (-21,3 por cento), Brasília (-8,0 por cento), Recife (-7,5 por cento), Belo Horizonte (-7,0 por cento) e Vitória (-5,4 por cento).

    A instabilidade do cenário econômico e as restrições ao crédito imobiliário afetaram o equilíbrio da oferta e demanda de imóveis, segundo a VivaReal. E devido às dificuldades de comercialização, muitos proprietários preferiram apostar na locação dos imóveis.

    “Isso aumentou a oferta e deu margem para o consumidor negociar, o que contribui para a queda no valor médio do aluguel”, disse em nota o executivo-chefe de operações do VivaReal, Lucas Vargas.

    http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2016/04/06/preco-medio-do-aluguel-no-brasil-tem-queda-real-de-153-no-1-trimestre-diz-vivareal.htm

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    • fanfarraum 7 de abril de 2016 at 09:16

      No site da VivaReal não achei essa informação.
      Aliás, no site http://www.vivareal.com.br/dmi/ aparece como preço de aluguel no 4° trimestre de 2015 como 25 reais, os mesmos 25 reais divulgados na notícia.

      Bem ruim esses gráficos deles.

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  • marcosbolha 7 de abril de 2016 at 08:09

    Impeachment de Dilma não resolverá problemas e Brasil vai ter década perdida, diz especialista

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    • Zé do Brejo 7 de abril de 2016 at 09:04

      Assim como a politica desenfreada de concessão de crédito não tornou o Brasil na Noruega, tirar a Dilma também não vai.
      O que quero dizer com isso é que o impeachment é apenas uma fase, não podemos parar por aqui. Diferentemente do impeachment do Collor, esse impeachment sim está tendo participação do povo, o que na minha opnião representa uma mudança de paradigma. Enfim há muito ainda se fazer, mas em toda jornada o primeiro passo é sempre o mais dificil.

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  • Rolde 7 de abril de 2016 at 08:10

    Bom dia,primeiro quero agradecer ao Boss ,pelo espaço que me salvou,quero agradecer ao CA,que heroicamente vem aqui todos os dias, explicar as noticias,independente de estar sendo soft ,ou hard meu respeito ele conquistou.Tmb quero agradecer a Cajuzinha,e falar pra vc que tento colher inf é postar no outro lado da rua,sua ajuda será muito bem vinda lá,a amável azulfredo tmb.Boss não nós abandone.

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  • Cajuzinha 7 de abril de 2016 at 08:15


    postado em 07/04/2016 07:55
    Agência Estado
    Brasília, 07 – Depois de ser usada pelo governo como locomotiva de crédito para impulsionar a economia nos últimos anos, a Caixa Econômica Federal recorreu à venda recorde de R$ 23 bilhões em “créditos podres” – débitos considerados de difícil recuperação – desde 2014 para limpar o balanço da instituição.

    No ano passado, o banco estatal vendeu R$ 13,1 bilhões a empresas especializadas na recuperação de dívidas, quase o triplo da soma das operações do mesmo tipo feitas pelos três principais concorrentes – Banco do Brasil vendeu R$ 3 bilhões, Itaú Unibanco, R$ 2,2 bilhões, e Bradesco não efetuou esse tipo de negócio. Pelas transações feitas no ano passado, a Caixa recebeu apenas R$ 439,3 milhões.”

    Depois de ser protagonista na expansão de crédito no Brasil nos últimos anos, com crescimento da carteira até superior a 40% ao ano, a Caixa passa por brusca desaceleração na concessão de empréstimos e financiamentos. Fechou 2015 com aumento de 11,9%, ritmo bem menor do que os 22,4% de 2014 e os 36,8% de 2013.

    Com a recessão prolongada, a inadimplência aumentou, o que obrigou o banco a fazer provisões maiores para cobrir eventuais calotes. A exigência diminuiu o lucro do banco, que não contará com novas injeções do governo e depende de lucros retidos para reforçar o capital.

    “A Caixa entrou numa série de linhas que nunca tinha entrado antes, foi muito agressiva na oferta de crédito, viu a inadimplência subir e não tem a expertise na recuperação de inadimplentes”, afirma Guilherme Ferreira, da Jive, empresa de recuperação de dívidas.

    O banco, seguindo recomendação do governo, seu controlador, entrou nas operações de crédito a empresas. Também foi obrigado a tocar o Minha Casa Melhor, linha de financiamento de até R$ 5 mil para compra de móveis e eletrodomésticos para os beneficiários do Minha Casa Minha Vida. A inadimplência do programa, rejeitado pela equipe técnica do banco, é de 35,2%, enquanto a taxa de calotes de linhas similares oferecidas pela rede bancária é de 10%.”

    http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/04/07/internas_economia,750898/para-limpar-balanco-caixa-repassa-r-23-bilhoes-em-creditos-podres.shtml

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    • Rolde 7 de abril de 2016 at 08:18

      Caju pensei que vc tinha desistido de nós,que susto kkkk

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      • Cajuzinha 7 de abril de 2016 at 08:57

        Claro que não! Tenho postado sempre. Não entendi.

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        • Rolde 7 de abril de 2016 at 09:17

          Cazu,entrei aqui logo cedo,e não vi suas noticias,confesso que pensei que vc tinha nós abandonado,vi essa discordancia dos meninos e fique frustada.Que bom que foi paranoia minha.

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    • CA 7 de abril de 2016 at 09:29

      Cajuzinha,

      Muito interessante esta notícia.

      Vale observar que os créditos podres vendidos pela CEF foram mais que o triplo da somatória de BB, Bradesco e Itaú!

      Outro ponto de destaque: a CEF deu mais de R$ 13 bilhões para empresas e pessoas físicas no passado recente e destes, está recebendo de volta R$ 439,3 milhões, ou seja, ficou com PREJUÍZO de cerca de 97% deste montante emprestado! Coloque nesta conta que muitas vezes a própria CEF subsidiava os juros, ou seja, trabalhava com juros que representavam menos do que o custo daquele dinheiro para a CEF, como no caso do Minha Casa Melhor.

      A combinação do que consta acima com os mais de 20% de inadimplência da CEF com o MCMV faixa 1 e índices de inadimplência nas faixas 2 e 3 do MCMV bem acima da média de mercado, juntamente com o crescimento da participação da CEF de forma anormal em algumas linhas de crédito e o fato da CEF ter se mantido com 70% de todo o crédito imobiliário concedido durante o aumento absolutamente anormal na concessão desta linha de crédito (em 2011 o crédito imobiliário concedido foi de 22 vezes o que era em 2005) demonstram de forma inequívoca que a CEF foi o grande motor de crédito concedido por trás das bolhas de crédito imobiliário e de crédito para o consumo.

      Ocorre que o motor começou a falhar em 2015 quando graças a falta de verba de poupança na CEF o crédito imobiliário concedido com verba da poupança, que é a maior parte, teve queda de 33% no geral e 50% no caso de usados, assim como no ano de 2016 a situação se agravou e tivemos queda de 69% em Janeiro e 51% em fevereiro quanto ao crédito imobiliário concedido com verba na poupança. Isso ajuda a explicar a queda de vendas e de preços em São Paulo que comentei mais acima, assim como o aumento ainda mais anormal no volume de distratos que temos observado nos últimos tempos.

      Reitero que estas saídas apelativas, como vender a preço de banana o crédito podre, não resolvem os problemas da CEF e muito menos da economia e do segmento imobiliário, até porque cada vez mais a ENTROPIA se faz presente, junto com a REALIDADE das consequencias destas gambiarras que já vem sendo feitas há anos…

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      • Cajuzinha 7 de abril de 2016 at 10:31

        Perfeito, CA!

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  • Master Yi 7 de abril de 2016 at 08:19

    OFF – Uber passará a atuar hoje em Salvador. Estou esperando por isso a mais de um ano!!
    Será que vai ter conflito com os taxistas? Baiano é tão calmo… acho que não hehe

    http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/04/uber-anuncia-inicio-das-operacoes-do-aplicativo-em-salvador.html

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    • Palmeirense Bolhudo 7 de abril de 2016 at 09:27

      Aqui em Curitiba eles começarem a quase um mês e por enquanto esta tranquilo! Acredito que não de briga não, tomara!

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  • Zé do Brejo 7 de abril de 2016 at 08:55

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/04/1758329-credito-para-veiculos-desaba-e-reduz-venda-no-primeiro-trimestre.shtml
    O mais curioso é que as montadoras reajustam os preços proporcionalmente a queda das vendas. Assim sendo, quem comprar, estará cobrindo o prejuízo das montadoras. Ao invés de ajustar os preços a realidade do país, elas continuam com apetite voraz aos lucros.
    Não, não vai.

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  • Cajuzinha 7 de abril de 2016 at 09:04

    “De acordo com a CNC, a queda no volume de vendas e a perspectiva de desempenho ainda pior do setor este ano, combinados aos custos elevados do crédito, têm levado os empresários a reduzirem investimentos. O nível de estoques também permanece elevado no comércio e, para 32,1% dos empresários consultados estão acima do adequado.

    A economista da CNC, Izis Ferreira, elenca fatores que têm contribuído para a melhora da confiança nos três últimos meses, como a perspectiva de estabilidade dos juros e a valorização do câmbio, fator importante para o comércio, em grande parte importador de mercadorias. Por outro lado, o comércio ainda vem apresentando quedas a cada trimestre nas pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a situação do mercado de trabalho segue se deteriorando, com perspectiva da taxa de desemprego extrapolar os dois dígitos em 2016.

    “O mercado de trabalho parece ainda não ter chegado ao fundo do poço, o crédito continua escasso e caro. Esse quadro influencia a pretensão de investimento do empresário “, diz Izis.”

    http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/04/06/internas_economia,750738/intencao-de-investimento-no-comercio-esta-em-menor-nivel-da-serie-da-c.shtml

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  • ton 7 de abril de 2016 at 09:17

    Zé Carioca, moro em SP e os preços de imóveis aqui não abaixam, tem muita gente que se endividou com a compra do imóvel na época de alta, ou seja, pagaram mais do valia e vale atualmente, acho que aqui, especificamente, quem irá corrigir os preços será a inflação, num decorrer de 10 anos no mínimo, enquanto isso PNJ. Abraço.

    2+
    • Fernando-SSS 7 de abril de 2016 at 09:25

      As correções de preços se darão pelos estômagos dos BrickLovers.
      Ficar sentado em cima de tijolo não enche barriga.
      Todo mundo precisa comer!
      Não existe almoço gratis!
      …não consigo parar rsssss
      PMJ!

      4+
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    • Cesar_DF 7 de abril de 2016 at 09:39

      O que fez explodir a bolha no EUA foi a percepção em manada de que a dívida no banco era maior do que o valor da residência, dai simplesmente pararam de pagar até que ocorresse a retomada do bem.

      4+
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      • Zé do Brejo 7 de abril de 2016 at 10:01

        Como brasileiro não é bom de matemática, a percepção demora mais.

        5+
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  • Bruno.12 7 de abril de 2016 at 10:01
    • Zé do Brejo 7 de abril de 2016 at 10:05

      Pior que tem deficiente cognitivo (PTista) que gostaria que isso acontecesse aqui para trabalhar menos.

      4+
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  • Cajuzinha 7 de abril de 2016 at 10:39

    BOMBA! BOMBA! ELE Falou….

    “Também apresentou capacidade de suportar, informou o BC, mudanças abruptas nas taxas de juros e de câmbio, na inadimplência, ou quedas generalizadas dos preços dos imóveis residenciais,”

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/04/mesmo-emprestando-menos-rentabilidade-bancaria-avanca-diz-bc.html

    2+
    • Cajuzinha 7 de abril de 2016 at 10:44


      O BC já havia revelado que o crédito bancário registrou, em 2015, a desaceleração pelo quinto ano consecutivo e, também, o menor crescimento anual já registrado. Nesta quinta-feira, no relatório de estabilidade financeira, explicou que o cenário de retração econômica, juros elevados, piora das condições de emprego e redução no nível de confiança dos consumidores e dos empresários começou a se refletir de “maneira mais pronunciada” nos
      indicadores de crédito.

      “Para fazer frente a esse cenário, os bancos vêm preservando a cautela na concessão de
      crédito, renegociando e restruturando as dívidas dos tomadores e, no caso dos bancos privados, aumentando, de modo significativo, a cobertura de provisões [dinheiro separado para caso de calote] para a inadimplência, concomitante à ativação de créditos tributários durante o semestre”, acrescentou a autoridade monetária.”

      0
    • Cajuzinha 7 de abril de 2016 at 11:13

      “PERSPECTIVAS PARA OS PRÓXIMOS MESES

      Tendo em vista o cenário econômico atual que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência a tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses.”

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