Indicativo de ocorrência de bolha em imóveis por informação obíqua, limite temporal para ocorrência da correção e prejuízo da Gafisa em 2011 – Perspectiva kritica

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Comments
  • Lara 14 de abril de 2012 at 15:58

    hoje saiu na Folha se SP um debate sobre a bolha. vou postar os dois textos aqui.

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  • corretor antigo 14 de abril de 2012 at 16:01

    Segundo.

    Leiam o estadão este domingo, será um salão de descontos.

    Quanto o ex. da Califórnia isto acontece na região de Aalphaville.

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    • FRK 15 de abril de 2012 at 00:35

      Verdade, sabadão, a maioria dos anúncios já vinha com “desconto”.

      É cambada….

      ploc….

      que pena… queria capitalizar mais..

      espero que a queda dure bastante…

      abs

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  • Lara 14 de abril de 2012 at 16:01

    WILLIAM EID JÚNIOR

    TENDÊNCIAS/DEBATES

    Há uma bolha imobiliária no país?

    SIM

    Nelson Rodrigues, consultor imobiliário

    Há algum tempo vemos uma discussão intensa sobre a existência de uma bolha imobiliária no Brasil, em particular em São Paulo.

    A maioria das pessoas acha que ela não existe. E é fácil entender.

    Jornais, revistas e televisão, quando vão falar sobre um tema qualquer, recorrem aos chamados especialistas. Se falam de ações, procuram um corretor de valores. Se falam de imóveis, procuram um incorporador ou corretor. O problema é que esses especialistas não são isentos. Eles constituem o lado vendedor do processo, e não podem analisar os fatos de forma neutra.

    Um amigo jornalista diz que adoraria colocar nas reportagens: João da Silva, comprado, diz que a bolsa vai subir. Já Antônio das Neves, vendido, diz que vai cair. Mas não é isso que vemos nas reportagens, então todo o cuidado é pouco.

    O presente autor é apenas professor e não negocia com imóveis.

    Isso posto, vamos pensar no que causa uma bolha imobiliária.

    Ela acontece por excesso de demanda -isto é, muita gente querendo comprar imóveis. Mas só o aumento do número de compradores não deve configurar uma bolha. Se há aumento compatível de renda ou de população, então essa demanda a mais é justificável e espera-se uma elevação permanente dos preços.

    Será que é isso que acontece hoje em São Paulo? A população da cidade nos últimos dez anos aumentou pouco mais de 10% (aliás, houve um decréscimo de 2010 para 2011). A renda per capita nacional de 2005 a 2011 aumentou 20%. Nesse período, o custo da construção civil, pelo INCC, subiu 35%. Ou seja, olhando os principais dados, não há o que justifique um grande aumento no preço dos imóveis.

    Mas eles aumentaram. Muito. O índice FipeZap, criado em 2008, mostra que de lá até hoje o preço dos imóveis em São Paulo aumentou incríveis 132%.

    Ao lado do aumento do preço dos imóveis, o descompasso com os aluguéis é um indicador muito claro de bolhas imobiliárias. Um investidor espera um aluguel mensal de algo em torno de 0,6% ou de 0,7% do valor do imóvel. Um apartamento de R$ 1 milhão deve ter um aluguel em torno de R$ 6 mil ou R$ 7 mil, senão é melhor investir em outra coisa.

    O índice FipeZap indica que de 2008 até agora os aluguéis subiram 70,5%. Isto é, os preços dos imóveis subiram 90% a mais que os aluguéis.

    Qual foi a causa do aumento de preços? Aumento do crédito disponível. O crédito imobiliário em 2011 foi 500% maior que o de 2005.

    Isso é durável? Não. Não é possível imaginar uma expansão contínua do crédito. Além de ser uma condição utópica, ela tem impactos sobre a política monetária e, sobretudo, sobre a inflação.

    O problema é que, com a informação enviesada fornecida por vendedores, as pessoas passam a acreditar que desta vez será diferente e que os preços continuarão subindo.

    Mas é preciso pensar: os preços podem continuar subindo se a renda que os sustenta não sobe na mesma proporção? Podemos ter preços de imóveis superiores aos de países desenvolvidos com renda muitas vezes maior? A resposta é sempre não. Nem os custos de produção dos imóveis justificam esses aumentos.

    É preciso fugir da unanimidade, que, como dizia Nelson Rodrigues, é sempre burra. Bolhas surgem porque as pessoas acreditam que dessa vez os preços estão descolados dos seus fundamentos. Isso só acontece momentaneamente.

    Um último ponto: é provável que a queda de preços seja suave, até porque, ao contrário de outras bolhas imobiliárias (Japão, Dubai, Irlanda, Inglaterra e EUA), não há um gatilho a ser disparado, como uma crise bancária, que faça a bolha estourar.

    O pior negócio a ser feito é comprar imóveis neste momento de preços elevadíssimos. Pense nisso.

    WILLIAM EID JR., 55, doutor em administração pela FGV, é professor titular de finanças dessa instituição. É autor de “Como Fazer Investimentos” (Publifolha)

    e…

    CLAUDIO BERNARDES

    TENDÊNCIAS/DEBATES

    Há uma bolha imobiliária no país?

    NÃO

    Brasil tem superprime, não subprime

    Não existe bolha imobiliária no Brasil. As condições estruturais do mercado imobiliário brasileiro são muito diferentes daquelas que existiam nos Estados Unidos quando eclodiu a crise de 2007.

    Para existir bolha imobiliária, é preciso que os preços dos imóveis estejam artificialmente inflados, o que não existe em nosso mercado.

    É importante conhecer os fatos para compará-los e tirar a correta conclusão. A crise econômica norte-americana teve origem nos chamados subprimes: os compradores de imóveis refinanciaram as suas hipotecas lastreadas por valores irreais de mercado.

    A altíssima alavancagem, tendo como base os papéis emitidos com esse lastro irreal, fez com que o sistema desmoronasse. O que veio depois todos sabemos bem: a economia mundial sofreu um duro golpe.

    Recentemente, estivemos com representantes de importantes grupos financeiros dos EUA. Eles nos revelaram detalhes dessa desastrosa situação. Os financiamentos para compra, correspondentes a 100% do preço total do imóvel, eram refinanciados em 100% -às vezes mais. Uma operação de altíssimo risco, que não é praticada no Brasil.

    Aqui, o cenário é bem diferente. O consistente crescimento do setor imobiliário decorreu de fatos específicos, como a diminuição de taxas de juros, a melhoria do poder aquisitivo de boa parte da população e a volta do crédito imobiliário, após uma lacuna de 20 anos que quase levou o mercado à estagnação.

    Isso foi possível graças ao novo marco regulatório, que deu garantias a compradores, a produtores e a financiadores.

    A sociedade, cuja demanda estava represada, “foi às compras”. Buscou realizar o sonho da casa própria, viabilizado por essas condições elementares. O mercado, então, empenhou-se em suprir essa procura, uma vez que sua função primordial no cenário econômico-social consiste em equilibrar a oferta e a demanda.

    A produção foi retomada, impactando o crescimento do país e a geração de empregos em escala. Agentes financeiros que antes não tinham o financiamento habitacional como parte estratégica de seu negócio passaram a disputar mutuários.

    Mas nada disso implicou em relaxamento das exigências para concessão de empréstimos. Aliás, unidades 100% financiadas ainda hoje são casos raros. Em média, os financiamentos concedidos correspondem a 60% do valor do imóvel.

    O cuidado na concessão do crédito, que pode até ser exagerado, acarreta burocracia tremenda. Houve melhoras. O número de documentos exigidos do comprador, do vendedor e do imóvel caiu de 52 para 14, mas continua elevado, e é grande a demora em se obter toda essa papelada, principalmente porque falta integração entre os órgãos públicos expedidores.

    Os cartórios ainda não estão totalmente informatizados -ao contrário dos bancos, que investiram com força na tecnologia.

    Esse criterioso processo nos autoriza a afirmar que, no Brasil, temos “superprime”. Além disso, não temos a cultura do refinanciamento de hipotecas.

    O brasileiro valoriza a propriedade do bem. Quer quitar logo a dívida e ter a escritura do imóvel. Depois, fica livre para novos endividamentos, pois conta com a segurança de que a casa da família, patrimônio dos filhos, está garantida.

    Na fase atual da nossa economia, não existe espaço para aumentos significativos, mas também não há risco de queda de preços. O mercado deve crescer na proporção direta do desempenho da economia.

    Há bolha imobiliária? Definitivamente, não.

    CLAUDIO BERNARDES, 57, engenheiro civil, é presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e reitor da Universidade Secovi

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    • Carlos_ 14 de abril de 2012 at 16:35

      Esse Claudio do Bernardo do Secovi é um mal intencionado. Ou então é limitado intelectualmente mesmo.

      Já debatemos isso aqui há mais de um ano atrás. A subprime não foi a CAUSA da bolha americana, mas sim a CONSEQUÊNCIA. Bolha e subprime não são sinônimos e uma existe muito bem sem a outra.

      E aqui temos a nossa subprime sim, que são os apartamentos vendidos na planta para investidores que não vão ter como pagar na entrega das chaves se não conseguirem repassar. A Gafisa que o diga, com 30% de devolução.

      Outra coisa que sempre vemos é que quando querem fazer um debate, do lado que defende a não existência de uma bolha sempre chamam alguem envolvido totalmente com o mercado. Alguem consegue imaginar o presidente do SECOVI dizendo que sim, existe uma bolha? Então para que perder tempo perguntando?

      Por que não chamam dois economistas sem o rabo preso, cada um defendendo sua posição? Parece que não existe economista sem rabo preso querendo se expor dizendo que não existe bolha.

      E a punchline fica para o fim. O home é : “reitor da Universidade Secovi”. Dá para levar a sério?

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      • Cleyton 14 de abril de 2012 at 22:45

        A correlação bolha x subprime é um argumento convenientemente falacioso pra pescar sardinhas, tem trouxa pra tudo hoje em dia!

        Já tinha comentado antes de um artista que vendia (e tinha quem comprasse) as próprias fezes em lata! Depois dessa não duvido mais nada.

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      • J.L. Vendruscolo 15 de abril de 2012 at 00:49

        Esse cara do Secovi eh um cara de pau, com oleo de peroba e tudo. Uma Maria Antonieta bem mandado!

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      • Ploc 15 de abril de 2012 at 14:02

        Isso me faz lembrar quando pequeno quando minha mãe ia a feira de domingo no Bairro Peixoto e ela sempre perguntava ao feirante se a laranja estava boa e completava ” olha lá moço”.
        Um dia eu disse a ela, – porque voce pergunta isso? Voce de fato acha que ele ira dizer que a laranja está ruim. Se ele veio na feira com isso tudo de laranja é porque ele quer vende-las boas ou ruins. Afinal de contas ele tem que pagar seus compromissos na proxima semana.
        E minha mãe ficou sem ter o que explicar.

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      • Piuas 16 de abril de 2012 at 13:37

        Eu até tenho um primo que é economista e broker em uma grande corretora de valores que não acredita na formação da bolha. Ele não vê uma discrepância entre oferta e demanda, acha que os ‘investidores’ não são tantos assim e que estes, pela legislação brasileira, não têm possibilidade de se alavancar perigosamente. A gente discute pra caramba a situação. Eu acredito que ele está enganado, mas é só pra dizer que até há pessoas com conhecimento de causa e imparciais (desinteressadas) que não acreditam na formação de uma Bolha. Porém ele acredita na queda leve nos preços, mas isso para ele não é bolha, é apenas correção de preços, algo que considera normal. Ele diz que para ser bolha seria preciso uma ruptura, um estouro, que derrubaria muito e muito rapidamente os preços dos imóveis, o que provavelmente não acontecerá, já que os bancos tem como segurar o tranco.
        Para mim, se os preços caem rápido ou devagar não importa, desde que caiam e tornem-se reais.
        O problema maior, na minha visão, é a irresponsável investida do governo, usando os bancos públicos como instrumentos, no mercado de crédito. Os “especialistas (de merda) do SECOVI” dizem que não tem problema de crédito no Brasil por que a porcentagem endividada é baixa e os bancos tem como segurar os mais de 7% de inadimplência, mas simplesmente ignoram todo o esforço do governo par que as pessoas se endividem muito mais, a um nível quem finalmente, atingirá o patamar do “insustentável”.

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        • serpentarius 16 de abril de 2012 at 16:29

          Poxa, essa de argumento de autoridade não cola.

          Não confio que economista tenha opinião melhor que a minha por ser economista, muito menos médico, advogado e qualquer outra profissão regulamentada.

          Falo isso pq sou economista, advogado, tributarista, pós-graduado (3 por enquanto), e não sou dono da verdade e sempre acho alguém, às vezes até um “funcionário ralé” (com todo respeito, e com todo o preconceito que isso significa), às vezes esse funcionário ralé está me dando aulas e não sabe.

          Aqui, neste blog, vivo tendo aulas com quem é ralé (no sentido de que não é especialista no assunto). Escrevo pouco, pois muito ou é dito ou vem alguem e poe uma boa fonte, que vao se somando a outras, e nos dao um bom panorama sobre o tema imobiliário e até outros temas economicos.

          Ps.: não quero desmerecer seu primo; é só uma questão de ponto de vista, de um ditado antigo, de que o sábio aprende até com o tolo, e que o tolo não aprende com o sábio (tb pra não errar na interpretação indevida, não chamo ninguem de tolo ok?).

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    • GB 14 de abril de 2012 at 17:15

      Mas ele é presidente do SECOVI = comprado.

      Nem, ele acredita no que está dizendo, mas precisa defender seu emprego e o interesse de seus associados.

      Se saiu na Folha já é um grande passo, os leitores vão acreditar na existência da bolha, não nesse dizendo para continuarem comprando que está tudo bem.

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    • xangai 14 de abril de 2012 at 18:21

      eh com o Professor acabou de “falar” … vao entrevistar quem para falar que nao tem bolha !?!? o proprio lobo !?!?

      como foi dito o Professor nao tem interesses / investimentos imobiliarios !!

      well … ainda … quanto essa desgraca toda cair pela metade … acho que vai ter gente interessada em algum imovel melhor para morar… ou um imovel na praia ( imovel de verdade nao os milhoes que a crasse c ta comprando ) ..

      ai …tudo volta ao normal ..

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    • Muca CG Muita Treta 14 de abril de 2012 at 20:01

      Esse presidente do Secovi é desonesto e intelectualmente deficiente. O cara defende a causa dele sem comparar porcentagem de aumento de preço de imóveis com aumento de renda. Sem essa equiparação, não há tese que se sustente. Pior é que vai ter vendedor se baseando nesse papo furado do cara. Meu Deus!!!

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      • Piuas 16 de abril de 2012 at 13:40

        O pior n~
        ao é vendedor se baseando no papo desse cara, eles têm a obrigação de se basear nesse papo. O maior problema é quando vejo compradores se baseando nesse papinho… Aí sim não faz sentido.

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    • Shakespeare 14 de abril de 2012 at 21:08

      os caras precisam entender que é melhor vender 4 apartamentos de R$ 300 K, um a cada mês ou dois, do que ficar com um de R$ 1.200 K por 10, 12 meses e nem conseguir vender por R$ 1 MM

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      • aiwww 14 de abril de 2012 at 23:59

        Mas isso é matemática! Somos um país de analfabetos em matemática … minha irmã é assistente social e foi aprovada 5 vezes para a Petrobras … quando apareceu uma questão perguntando quanto era 10% de 150, ela não soube calcular … e olha que ela estudou na UFRJ e hoje é funcionária da empresa onde todos o universitários querem trabalhar … partindo desse exemplo, já dá para imaginar o que pensa o resto … amo minha irmã, mas em matemática ela é bem fraquinha … assim como 99% dos brasileiros …

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    • Cleyton 14 de abril de 2012 at 22:37

      “Um investidor espera um aluguel mensal de algo em torno de 0,6% ou de 0,7% do valor do imóvel”

      Tenho uma observação especial sobre essa parte.

      Quando avaliamos um projeto usamos a taxa mínima de atratividade para comparar projetos, a poupança é o último recurso, a última linha, a última coisa a fazer antes de morrer de fome, além dessa fronteira qualquer projeto é INVIÁVEL, não é questão de ser um mau negócio ou de desperdiçar oportunidades, menos que isso é decidir queimar o dinheiro invés de comprar algo com ele.

      Acho incrível como um argumento desse ainda passe “despercebido” por tantos “investidores”, é o mesmo que um mecânico não saber a diferença entre óleo e gasolina! Ótimo texto do professor.

      Sobre a segunda parte, comparar a bolha brasileira com a estadunidense tomando o que elas tem de particular é como comparar o comunismo soviético com o cubano, “Ah, mas cuba não é Comunista porque não desenvolveu a indústria”! Beleza hein, mas convenhamos, não esperava nada muito inteligente de nenhum presidente de sindicato, se fosse minimamente competente ia trabalhar invés de sanguessugar trabalhadores.

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      • RosinhA 15 de abril de 2012 at 09:44

        Cleyton a maioria dos assalariados pensam assim, mas quando o negócio é próprio a coisa tende a mudar de figura, o Juquinha Baleiro tem seu comércio, ou empresa e estes começam dar retornos satisfatórios.

        O Juca compra mercadoria ou matéria prima que ainda não vem com NFE, portanto a sobra em forma de lucro tem que sem enviada para algum lugar. Aí então o Juca pensa: Caramba no que eu vou investir? Carros, não já foi o tempo? Fundos, nem pensar impostos duas vezes, vão saber o quanto eu ganhei fora o que pagarei na retirada? Poupança, idem na relação anual de ganhos vou ter que pagar uma grana tb.

        Aí chega um amigo que está construindo ou revendendo um imóvel, diz a ele que está em uma situação diferente precisa do dinheiro mas, na hora de declarar estariam na igualdade. Conclusão um acordo bem feito, “prejuízo entre aspas”, para os dois. Imóvel valor de revenda 400K, vendeu-se por 150k e tudo certo.

        Como disse o Luiz o imóvel é uma forma de cofre que até agora o governo nunca interferiu, compra-se um terreno por 100k por exemplo, constrói-se com “dinheiro de lucro”, e 5 anos depois poderá vendê-lo atualizando seu valor em até 450k sem pagamento de impostos, não há nenhum investimento com maior retorno. Não estou dizendo que o imóvel não pára de subir, o que estou dizendo é que não há mecanismo ainda de controle para poder se acompanhar ganho de capital com imóvel, um exemplo disso é compre em qualquer loja pequena de material de construções um pincel, tinta, cimento e veja se o dono lhe ofereçe nota fiscal.

        Minha conclusão final é que tem muita gente investindo para se livrar do pagamento de lucros futuros, mesmo que assalariados, pensando em alta dos preços e lucros igual dos anos anteriores.

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    • Guilherme 14 de abril de 2012 at 22:37

      Engraçado é a arrogância de alguns achando que a economia daqui é melhor que a dos EUA e Europa, coitados.

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      • aiwww 15 de abril de 2012 at 00:05

        Semana passada foi meu aniversário e meu tio de Brasília que faz parte do governo e conhece a Dilma pessoalmente esteve presente em minha comemoração … eu disse a ele que tinha comprado 5 picanhas e 2 kg de bacalhau, mas se faltasse algo eu parcelaria no cartão da Caixa porque agora eu poderia pagar menos juros … a cara que ele fez foi impagável 🙂

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      • Thiago 15 de abril de 2012 at 09:01

        MAS COMO ASSIM VOCÊ NÃO VIU O LULA FALANDO QUE O BRASIL É O MELHOR PAIS DO MUNDO?!

        É incrível, o povo brasileiro tem orgulho de ser otário, só um povo assim pra “inventar” a lei de Gerson. (sem perceber que “o esperto” é o maior otário)

        Mas fazer o que, aqui compensa né, só ver o noticiário

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        • Paulo Rocha 18 de abril de 2012 at 15:35

          O Brasil é o melhor pais do mundo, para ser politico!

          Se você não é politico entáo não é o melhor país para se morar.

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    • Cosmos 15 de abril de 2012 at 00:26

      Esses artigos foram ótimos para mostrar a discrepância: para defender que não há bolha, colocam o presidente do sindicato interessado em manter a euforia, reitor da prestigiosa “Universidade SECOVI”. Só alguém assim para dizer que está tudo bem.

      Por outro lado, um doutor pela FGV, professor titular de finanças e autor dizendo que é óbvio que há bolha. Para mim esse é o retrato da discussão…

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      • MRCG 16 de abril de 2012 at 14:08

        Pra ser vendedor de coxinha precisa fazer “Universidade Secovi”.
        Pensei que fosse brincaderia essa tal de “Universidade Secovi”.
        Acho que deve ser a Dirma que assina os DIPROMA como representante do MEC.

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    • RT 15 de abril de 2012 at 07:14

      “CLAUDIO BERNARDES, 57, engenheiro civil, é presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e reitor da Universidade Secovi”

      MEU COMENTÁRIO: Engraçado que o primeiro colunista começou por demonstrar que não tem interesse no mercado imobiliário, e que portanto, é ISENTO.

      Faz contas e mostra números para embasar seus argumentos.

      Aí vem o segundo e afirma: “como não existem aqui os elementos da bolha americana, então não temos bolha”, como se TODA BOLHA começasse, estourasse e terminasse IGUAL À AMERICANA… como se OUTROS TIPOS DE BOLHA simplesmente não existissem…

      O cara não apresenta nenhum número ou dado… passa a coluna inteira repetindo esse mesmo mantra, apenas trocando as palavras.

      Enquanto lia, estava me espantando com tanta asneira, repetida pela décima vez… até ler a última linha: “é presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e reitor da Universidade Secovi”.

      Aí, pensei: “Tá explicado” 🙂

      QUALQUER JUMENTO SABE que NÃO HÁ RENDA para sustentar os preços atuais.

      Não adianta disponibilizar TODO O CRÉDITO DO MUNDO se as pessoas não têm renda para PAGAR AS PRESTAÇÕES.

      PLOC!

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  • corretor antigo 14 de abril de 2012 at 16:19

    Causo. . .esses dias um cliente de carteira me ligou, indagando sobre um apto que visitou para entrega em 2014, a obra está no término do esqueleto, 123 m por 10.000 reais o metro, tudo vendido, vale com muito esforço 5.500 – isto em sp capital em bairro nobre, imagina na pereferia.

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    • Carlos_ 14 de abril de 2012 at 16:37

      Corretor Antigo,

      Pelo seu comentário, você parece ser crítico dos preços atuais. Se não entendi errado, gostaria que você nos desse sua opinião, já que pelo seu nome deve conhecer bem esse mercado: se não vale, por que as pessoas estão comprando com esses preços?

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      • Shakespeare 14 de abril de 2012 at 21:10

        bolha…

        da mesma forma porque compraram tulipas por preços que eram muito maiores do que o salário de muito anos das pessoas daquela época

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        • Bolha Imobiliária 14 de abril de 2012 at 21:57

          Acho que saiu no lugar errado…

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  • Charles 14 de abril de 2012 at 16:40

    Pessoal

    Ontem a noite, em reunião com amigos, havia um casal de corretores que são muito meus amigos tbm e de longa data.

    Ele foi o melhor corretor e que vendeu mais em 2011 na imobiliaria. Ela entrou a pouco tempo e começou com locação, mas foi promovida a corretora de imoveis de terceiros porque vendeu 2 imoveis de alto valor para pessoas que entraram na imobiliaria a fim de locar.

    Pois bem, pra minha surpresa, ambos disseram que os negocios continuam acontecendo. Vendem ao menos 1 imovel cada no mês. Porém, há corretores que não vendem ha um bom tempo na mesma imobiliaria.

    Pareceram me satisfeitos com a renda que ainda continuam conquistando, apensar da estiagem pela qual o mercado está passando.

    Fiquei imaginando quanta gente desavisada ainda investe em imoveis ainda. Exemplo disso é meu irmão, professor de 2 universidades na area do direito, alto cargo publico na area juridica e completamente alheio aos acontecimentos do mercado imobiliario.

    Vejo meu irmao 2 vezes por ano, quando nos reunimos para fests de final de ano. No natal de 2011 começamos a conversar sobre o assunto, pois ele havia me perguntado o motivo pelo qual eu ainda pagava aluguel. Quando disse a ele o teor das nossas discussões aqui, ele ficou de boca aberta, disse que nunca tinha parado pra pensar nessas possibilidades catastroficas para as quais a economia nacional aponta mas sempre achou que algo estava muito estranho ultimamente.

    Pois bem, mesmo pessoas instruidas ainda estão realizando negocios por completo desconhecimento do que está acontecendo nos bastidores e acho que a midia é a grande culpada por isso.

    Acredito tambem que essa situação permanecerá por algum tempo, até que um fator desencadeador de panico aconteça e estremeça o mercado como um todo. Só assim as pessoas deixarão o frenesi de comprar imovel de lado por não conseguirem mais comprar devido a seca de crédito e alto nivel de desemprego.

    Confesso que fiquei surpreso com o relato deles em dizer que negocios ainda estão acontecendo em niveis satisfatorios.

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    • leo 14 de abril de 2012 at 17:05

      Pois é rapaz, comigo foi a mesma coisa, no prédio que eu estava olhando no início de 2011 e que ficou pronto agora, fiquei sabendo que houveram 6 repasses a preços hiperbolhudos, e o pior, como ainda não tem habite-se, o pagamento foi a vista mesmo!!

      De onde será que saí tanta gente com dinheiro?

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      • Leno 14 de abril de 2012 at 17:31

        Voce conversou com os compradores? o que te garante que o preço informado foi realmente o negociado?

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        • GB 14 de abril de 2012 at 17:33

          É verdade, com certeza deram desconto por fora.

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        • leo 14 de abril de 2012 at 18:10

          Leno, no caso o tio da minha esposa trabalha na construtora, e segundo ele não teve sim alguns descontos, alguns proprietários pediam 780.000 mas fecharam por 750.000!!

          E desde quando isso é desconto?

          Se em 2011 eu deixei de comprar por 550.000, que já era um preço bolhudo, ainda mais agora por 750??

          Brincadeira..

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          • Carlos_ 14 de abril de 2012 at 18:38

            Não consigo deixar de achar estranho. Em 2011 o cara não tinha 550 mil para compra esse ap ou algum outro no mesmo valor. Mas em 2012 o cara tem 750 mil para pagar a vista. Ou então o cara já tinha a grana em 2011 mas não sabia que precisava de apartamento? Só descobriu esse ano?

            Essas coisas não batem. Acredito que aconteceu, mas não faz o menor sentido. Continuo achando estranho.

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            • leo 14 de abril de 2012 at 19:05

              Carlos, mas isso aconteceu com todos os imóveis que se valorizaram, o problema é que não consigo entender como alguem paga R$200.000 de “ágio” em um imóvel.

              Por mais que seja na melhor localização de BH e o prédio tenha um bom padrão de acabamento, R$200.000 é MUITA grana!!!

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              • peterson 14 de abril de 2012 at 22:00

                NÃO ESTAMOS NO DECLINIO… ja disse isso várias vezes, procurem os fatos e não SUAS EMOÇÕES…. estamos no periodo de negação-fraude-estagnação sentido declinio, a questão é porque alguem que tem em caixa 700k ainda compra imoveis hj, ora existe alguma coisa que não sabemos, ou será a falta de percepção do todo? imaginem um cardume de peixes onde cada um decide para onde ir, não seria cardume, assim, todos seguem juntos rumo aos tubarões, perdedores sempre vão existir…predadores também…. dou 30% do lucro para quem me disser qual é a fraude que tá rolando agora, pq é certeza, tem alguma….

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                • Ane 14 de abril de 2012 at 22:34

                  Gosto dos seus posts, Peterson.

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                • A espara de um estouro 15 de abril de 2012 at 09:40

                  É isso mesmo que você disse, vai um atrás do outro que nem cardume. Quem aqui não conhece alguém que comprou um apartamento nos últimos 2 anos? E quem já não ouviu dessas pessoas que ainda “vai subir mais”? Agora o inverso tá acontecendo aos poucos. Cada dia novas pessoas criam consciência do que acontece, mas o processo é lento mesmo…Concordo com o Petterson, ainda estamos na fase de estagnação e negação.

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                  • Alexandre Cruvinel 23 de abril de 2012 at 16:03

                    Há uns anos atrás, quando ainda trabalhava no BB, andei investindo em ações (uma fase boa da bolsa) e ganhava um qualquer. Muito mais por um movimento como o dos imóveis do que por ser conhecedor do assunto. E mostrei para colegas a alternativa de investimento, tomando o cuidado de explicar que aquilo era um mercado, se você compra por X, é porque alguém achou que vender por X era bom negócio.

                    Pois bem, andaram comprando ações, ganhando em dias o que não ganhavam em meses na poupança. E eu repetindo que aquilo não era assim, que uma hora a maré vira. Mas enquanto as pessoas estão ganhando, ficam cegas (e surdas), e continuaram enfiando dinheiro na bolsa. Não precisa contar o resto.

                    Ainda tem muita gente boa aí acreditando que o imóvel de 2 quartos a 500 mil em Jacarepaguá vá valer 1 milhão até as olimpíadas. Afinal, foram lançados a 250 e hoje valem 500. Também quero dobrar minha grana !

                    Mas onde moro (1200 apartamentos), apesar de ter sido entregue há mais de ano e meio e ter sido um sucesso de vendas, tem MUITOS apês vazios. Acho que estão esperando os preços subirem para vender…

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                • Laranja 15 de abril de 2012 at 11:14

                  Acho que é falta de percepção do todo. Está aumentando muito o número de idiota com dinheiro.

                  Poucos tem condições de entender o mercado e poucos param para pensar no macro. Outros tem medo do assunto porque vai travar o setor e resultar em desemprego.

                  Sinto falta de alguém para discutir o assunto.

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                  • A espara de um estouro 15 de abril de 2012 at 12:08

                    Eu diria que não são pessoas com dinheiro e sim pessoas com capacidade de se endividar. Existe uma grande diferença entre os dois ! Qualquer um compra um apê de 500 mil se tiver 50 mil pra dar de entrada….

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                    • Ploc 15 de abril de 2012 at 14:11

                      concordo.

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      • Carlos_ 14 de abril de 2012 at 18:08

        “De onde será que saí tanta gente com dinheiro?”

        Leo, o dinheiro está jorrando, parece mesmo uma “Cachoeira” de dinheiro, se é que você me entende.

        0
    • GB 14 de abril de 2012 at 17:21

      Que sorte que esses vendedores tiveram, se livraram do mico encalhado, quero ver a cara desses novos compradores, deve ser lavagem de dinheiro.

      Eu não sei não, mas se eu fosse profissional dessa área, eu ficaria constrangido em dizer que só atuei positivamente uma vez no mês )só vendi 1 no mês), imagine a grande maioria dos proprietários que liga para eles reclamando e perguntando por que não vende e os gastos levando gente para ver os empreendimentos e os anúncios grandes nos jornais tentando mostrar que o mercado está saudável e gastando com isso.

      Vamos ver quanto tempo eles aguentam essa situação, eu estou sossegado, dinheiro no banco e a espera da oportunidade certa.

      0
      • Carlos_ 14 de abril de 2012 at 18:10

        GB, com esses preços um por mês rende de comissão mais do que qualquer um aqui ganha de salário.

        0
        • GB 14 de abril de 2012 at 19:01

          É verdade, quando me aposentar eu vou abrir uma imobiliária.

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        • Andre da Bolha de Plastico (para evitar homonimos) 14 de abril de 2012 at 19:35

          Não sei se é bem assim não – pelo que eu ouvi da boca de um corretor eles só ganham 6% quando são empregados de corretoras autonomas – nesses casos 3% fica com a imobiliaria e 3% com o corretor – Ja aqueles corretores dos stands – Plantao de vendas só levam 1% da venda – ou seja, para 400k – ganham 4k(o que não é tão ruim se venderem 1 ou + por mes) mas, não é essa maravilha toda que todos pensam.

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          • RosinhA 14 de abril de 2012 at 20:39

            Os que tem geralemente corretora autônoma, são aqueles que sempre dão desconto para fechamento de negócio 3% se pressionar é quase lei, a última casa vendida paguei 4% para imobiliária grande e famosa do ABC, por lei não é permitido, mas …………

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          • Charles 14 de abril de 2012 at 21:59

            Comissão funciona assim:

            O corretor ganha 40% dos 6% que será pago para a imobiliaria quando se tratar de imoveis de terceiros.

            Nos Lançamentos ou imoveis novos é pago 4% para a imobiliaria, onde desses apenas 1% é do corretor.

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          • Ane 14 de abril de 2012 at 22:38

            O marido da minha amiga ganha 0.8% de comissão na venda que faz. Tem como tirar mais em casos como o cliente que faz a compra quando chega diz que procorou a imobiliária indicado por você.

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            • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 10:40

              Essa é a comissão padrão do corretor mesmo, varia entre 0,6 a 0,8%, o restante é mordido pela imobiliária

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    • LEOTEX 15 de abril de 2012 at 11:12

      O pessoal aqui no blog confunde ter grana com ter uma aguçada percepção econômica. Muita gente de diversas áreas se dedica a sua atividade, é muito competente, tem alguns milhões e não entende nada de economia, simplesmente pq se preocupa mais com seu trabalho do que com o dinheiro em si.

      Isso explica alguns negócios pontuais a preços bolhudos. Creio que logo a percepção de que há algo errado vai se espalhar a ponto de afastar os últimos desavisados.

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  • Sérgio 14 de abril de 2012 at 16:43

    Pé ante pé, estamos ganhando espaço na grande mídia: nos blogs dos colunistas, nos espaços reservados de economia, nas tendências e debates dos jornais.
    Cada vez mais com mais gente de “peso”: antes eram apenas os louváveis e novos D’Agostini da UFPR e Samy Dana, além dos experiente Prof. Lima Jr., da Politécnica da USP.
    Agora mais um peso-pesado da FGV, que vendo a coragem seus pares mais novos e a ousadia atemporal de Lima JR, abre mão do ostracismo acadêmico e sai à luta.
    Que venham mais, mas venham enquanto o embate começa: chegar daqui a um ano falando em bolha e posando pra foto é F….
    Parabéns ao clg que achou essa notícia escondidinha lá na folha e nos presenteou, de igual forma ao peso-pesado da FGV.
    E que os secovis e sinduscon da vida continuem a nos alegrar… he he he

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    • eu 14 de abril de 2012 at 19:10

      todos os economistas que defendem a bolha são professores?

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      • aiwww 15 de abril de 2012 at 00:15

        Algum problema?

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        • eu 15 de abril de 2012 at 10:10

          tá explicado

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          • aiwww 15 de abril de 2012 at 15:15

            espero que seja um gênio e nunca tenha precisado de um professor

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      • Sérgio 15 de abril de 2012 at 08:55

        Por outro lado, todos que defendem a não existência são banqueiros, especuladores ou corretores: Olha a DIFERENÇA.
        Não bastasse os caras serem professores, doutores em economia, dedicam-se ao estudo específico do tema. Não defendem uma “bandeira da bolha”, apenas a constatam; e como profissionais que são (e cidadãos) alertam as pessoas e as autoridades sobre as consequências advindas do problema.
        O lado que defende a não existência defende – COM UNHAS E DENTES – os seus ganhos financeiros, exclusivamente.
        Interessante notar que o Prof. Lima Júnior, doutor, trabalha na Politécnica da USP, no Núcleo de estudos que dá embasamento à “metodologia” REAL ESTATE, que é a utilizada pelas grandes incorporadoras brasileiras hoje listadas na bolsa; ou seja, o cara trabalha para o lado e para o bem do setor imobiliário brasileiro, e ele mesmo viu a merda que vai dar; isso há mais de um ano atrás. E olha que ele pega leve e é bem eufemístico, assim como os outros.
        Ao fim, são pessoas isentas, pois, que não vivem para vender imóveis.
        Quem melhor do que eles?

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  • Andre da Bolha de Plastico (para evitar homonimos) 14 de abril de 2012 at 17:47

    Só para constatar – São Paulo – Lapa – rua Aurélia X Roma – na planta obras iniciadas – Sunday Vila Romana – 61m² – R$ 417 – Hoje, sabado, fui levar meu filho na casa de um amiguinho e passei em frente as 14:00 – Muito corretor e no estacionamento de clientes Nenhum Carro – Fui buscá-lo as 17:30 e passei na porta de novo – Muito corretor 1 Carro no estacionamento.
    Acho que a percepção do povo e o bolso dos compradores ja sentem que tem algo de “Podre no reino da Dinamarca”
    Local que quando chove vira rio, Barulho, Transito, poluição insuportavel.
    E, realmente, se continuar bombando assim…a bolha explode logo logo….
    h t t p :/ /www.zap.com.br/imoveis/lancamento/Apartamento-Padrao-venda-SAO-PAULO-VL-ROMANA-Rua-Roma-Sunday-Vila-Romana-ESSER/ID-6647

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  • Carlos_ 14 de abril de 2012 at 19:57

    Do tradingcafe, ontem, relevante para tudo que discutimos aqui:

    “Nosso Mantega faz briga através da mídia com os bancos, como se ele estivesse acordando hoje, depois de um sono de um século e descobriu que os bancos no Brasil tem lucros astronômicos e cobram spreads de agiotas… Que legal, né? Onde estava o Mantega nos últimos anos? Ele nunca percebeu isso antes? O interesse do governo em forçar o crédito é porque a economia está forte como eles mesmos anunciam? Ou a verdade é que bicicleta pára se não continuarem a injetar recursos caros, mas fáceis, na mão do povo? Houve mesmo ganho de poder aquisitivo ou tudo isso que vimos e estamos vendo é uma bolha de preços baseada em crédito?

    O dólar sobe, quando deveria cair, a bolsa cai porque as empresas não estão dando tanto lucro assim, os dólares saem do país e junto com eles o Bacen surfa a onda de alta e faz lellão de compra de dólares em dia que o dólar estava subindo sozinho… Aumentando nossas reservas que são aplicadas a juros quase-zero e pagando juros de quase 10% ao ano. Tem coisas que não vemos, tem coisas no ar e não são boas.”

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    • Elias 14 de abril de 2012 at 21:10

      Excelente comentário.

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    • peterson 14 de abril de 2012 at 22:11

      deixa o mantega em paz, ele ta fazendo algo que NINGUEM NUNCA FEZ ANTES, eu dou os parabens a ele pela coragem… n sejamos incoerentes…..

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      • Cleyton 14 de abril de 2012 at 23:03

        Parece que alguém andou gazeando as aulas de história.

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        • peterson 14 de abril de 2012 at 23:28

          ok, cite-me algum ministro da fazenda que forçou a barra para os juros bancários baixarem….amigo historiador….

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          • Murdoch 15 de abril de 2012 at 00:29

            Tô com o Peterson!
            Primeira porrada em mto tempo.
            Vou ficar feliz mesmo o dia que as fabricantes de auto e eletrodoméstico tomarem porrada semelhante.

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          • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 09:32

            mas demorou MUITO para fazer… aliás como tudo nesse governo ptista

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          • RosinhA 15 de abril de 2012 at 09:53

            Peterson ele não está forçando a barra por vontade própria, por peito por qualquer outro motivo, ele sabe das consequências futuras de não tomar medidas paleativas rapidamente, que vem de herança Maldita.

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            • peterson 15 de abril de 2012 at 18:23

              e faz diferença? já ocorreram situações economicas piores e NINGUEM do meio politico teve a coragem de forçar a barra com os bancos…

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              • Charles 15 de abril de 2012 at 19:27

                ” já ocorreram situações economicas piores e NINGUEM do meio politico teve a coragem de forçar a barra com os bancos…”

                Piores? Acredito que nunca antes na historia deste pais o mercado interno ficou tão comprometido em sua capacidade de consumir como agora. Em outras situações haviam outras possibilidades, como em 2008, e foi o que fizeram: Soltaram as amarras do credito. Agora há a estagnação de consumo.

                Só resolveram incomodar bancos por ser, dentre o arsenal de medidas que o mantega prega ter, ser a unica que pode dar sobrevida ao donente terminal. Cenario pior estou pra ver.

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                • peterson 15 de abril de 2012 at 20:59

                  agora você forçou a barra, não estamos na pior situação economica da historia não, aliás vejo o contrário, vivemos uma excelente situação economica, com erros politicos devido ao POVO… os BRICS são sim os promissores mercados mundiais, NADA FREARÁ ESTE PROCESSO, mas o problema do Brasil são os brasileiros, temos que mudar as nossas convicções politicas e EXTINGUIR as duas metodologias predominantes neste país, ou seja quando 90% dos politicos que estão no poder forem trocados NADA mudará, e enquanto nossos pais não morrerm NADA MUDARÁ… infelizmente é uma triste realidade que eu demorei ANOS para constatar, que tento em algumas linhas resumir para alguém entender, mas será dificil….

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                  • RosinhA 15 de abril de 2012 at 21:53

                    Poderíamos estar beeeeeeeeeeeeeeeeeeeem melhor.

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                • Vailton 21 de abril de 2012 at 13:00

                  Cara, agora você forçou a barra demaaaaaaaais ! Com certeza, você deve ter menos de 25 anos e não viveu os anos 80 nem o começo dos anos 90. Na época do Collor por exemplo e desemprego explodiu… no tempo do Sarney, quem explodiu foi a inflação… Cara seus posts estão muuito sem noção !

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      • Charles 15 de abril de 2012 at 00:44

        No meu humilde entendimento o governo só peitou os bancos porque está desesperado. Se não for isso, o barco afunda de vez.

        Mas eu continuo achando que isso é cortina de fumaça. É a forma que o governo encontrou de estatizar as dividas das familias tirando o risco da carteira dos bancos privados e lhes conferir liquidez.

        Afinal, os bancos tambem querem pacotes de bondados como condido aos grandes empresarios.

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        • A espara de um estouro 15 de abril de 2012 at 09:31

          Concordo. A briga não foi criada para beneficiar a população e sim para postegar a capacidade de endividamento das famílias….

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  • Shakespeare 14 de abril de 2012 at 21:01

    Vocês viram um site chamado Realton que anuncia apartamentos em oferta na TV, em horário nobre?

    Entrei (www.realton.com.br) para dar uma olhada e dei muitas riZada das ofertas. Ainda tem que cair muito para ficar caro, mas já é um primeiro movimento que demonstra que a sensação dos preços altos já está na boca das pessoas e pesando em seus bolsos.

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    • Carlos 14 de abril de 2012 at 21:35

      Por esses dias eu pensava que um dos indícios que o mercado imobiliário estava perdendo força seria a apresentações de descontos de imóveis em sites de compras coletivas… E olha o q esse Realton faz?????

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    • walyson amaral 17 de abril de 2012 at 21:10

      Acabei de ver esse site, minutos antes alguém me ligou e jurou de pé junto que realmente existia desconto.
      Eu falei para ela:
      – Você acha que sou otário, vocês subiram os preços em 30% do nada, depois concederam descontos desses mesmo 30%, e vem me falar que tem desconto?
      imóvel no Tatuapé de 1dorm por 400.000 e 30.000 de desconto… tá de brincadeira né?
      ela desligou.kkkkk

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  • Charles 14 de abril de 2012 at 22:08

    Segundo o texto desse tópico, um dos fatores responsaveis pela formação das bolhas é a grande demanda por determinados ativos. Pois bem, conforme ja admitido por algum especialista, ha algum tempo atras, 70% dessa demanda tem sido de investidores. Segundo esses mesmos especialistas, a partir de agora os preços vão se estabilizar. Pela lógica, já que os preços vão se estabilizar e esse vai deixar de ser um ativo lucrativo, 70% dessa demanda irá desaparecer.

    Dito isto, podero: Como os preços vão se estabilizar se a demanda que tem sustentado tais preços vai desaparecer e os potenciais compradores que desejam uma moradia não tem renda ou capacidade de financiamento para continuar movimentando esse mercado?

    A queda é inevitável!

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    • leo 15 de abril de 2012 at 00:06

      Charles, você realmente accredita nesse dado que 70% das vendas são feitas para investidores?

      Esse dado é um dos mais absurdos que já vi, nunca que 70% das vendas são feitas para investidores, o que pode acontecer é em alguns empreendimentos específicos essa fração chegue a 50%.

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      • Charles 15 de abril de 2012 at 00:39

        Entendo… Mas como voce explica os condominios desertos? Eu fiz 2 videos e coloquei aqui que a maioria dos condominios em taubaté, entregues de um ano pra cá, estão com menos de 30% de ocupação. Alguns não tem nenhum morador, nem unzinho…

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      • Leno 15 de abril de 2012 at 12:06

        No bairro vizinho ao meu, na zona sul de sampa, tem um prédio que foi entregue a meses e até agora não vi nenhum sinal de morador. As vezes passo em frente a noite, e não vejo uma luz acesa no predio.

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        • danilo 15 de abril de 2012 at 13:43

          Conversei com o engenheiro da Brokfield. Ele me assegurou que nao há empreendimento com mais de 50% vendidos a moradores.

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      • Platão 15 de abril de 2012 at 16:46

        segundo a informação de duas corretoras amigas minhas, que vendem imoveis novos, 100% de suas vendas foram pra investidores….o povo, pra morar, tem comprado imoveis usados…pelo menos nas imobiliarias q elas trabalham

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    • Muca CG Muita Treta 15 de abril de 2012 at 01:06

      Eu acredito nesse índice de 70% de investidores. Se na frente do Pq. Ibirapuera, um dos lugares mais requisitados do país, há um lançamento com apenas três apartamentos habitados, não quero nem saber como deve estar o resto do país.

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      • GB 15 de abril de 2012 at 07:18

        Tem casos de prédios que devam chegar até a mais que 70%, sossegado: mal localizados, distantes, pequenos, mal feitos, caros e com promessa de valorização extrema, só investidor compraria um negócio desses.

        A indústria nos últimos anos focou somente nos investidores, agora tomou na cabeça pois eles sumiram e tenta desesperadamente fazer com que eles voltem, mas os indicativos econômicos mostram que isso não vai acontecer, não vai ter repique e se tiver o pessoal já está com o $$$ preso nos micos encalhados.

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  • Paulo 14 de abril de 2012 at 22:18

    Acho engracado q quem defende nao ter bolha vem falar de subprime… Isso soh interessa pro banco, se nao tiver subprime a bolha estoura e o banco nao sente tento, soh isso… O q acontece eh q eles tentam confundir o povo com essa historia de subprime pois eh dificil de entender… Nao tem coragem de debater o problema em si.
    Qto aos corretores continuarem vendendo 1 apto por mes… Tem gente q ate poucos anos atras (nao tenho certeza se ate hj), em plena epoca de internet, sobrevivia vendendo enciclopedia barsa,… Quem em sa conciencia compra uma enciclopedia em papel??? Quem o vendedor converser… Nao estou julgando quem eh vendedoor, mas esse eh o papel dele, converser as pessoas de alguns absurdos… Vendedor bom vende areia no deserto, mas corretor q nao eh muito bom jah tah com dificuldade de vender…

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  • Guilherme SC 14 de abril de 2012 at 22:40

    Na minha cidade temos também a bolha das salas para alugar, todos que tinham um terreninho fizeram caixotes e botaram para alugar.

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  • Zé Coxinha 14 de abril de 2012 at 22:51

    A corretagem de imóveis vai virar graduação.

    O curso, primeiro do país, é um acordo entre a Patrimóvel e a Universidade Estácio de Sá.

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    • leo 15 de abril de 2012 at 00:06

      Tava precisando melhorar o nível do pessoal mesmo!

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    • aiwww 15 de abril de 2012 at 00:23

      Já dei aula na Universidade Veiga de Almeida para o pessoal do Curso Superior Profissional em Negócios Imobiliários … já dá para imaginar o nível dos alunos …

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  • Carlos Sampaio 15 de abril de 2012 at 00:28

    Claro que existe uma BOLHA! Na Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes,na cidade do Rio de Janeiro,está cheio de imoveis para vender,sendo que a GAFISA,está começando á atrasar a entrega deste imoveis [ 18 meses de atraso ];por que a devolução está muito alta.A JOÃO FORTES Engenharia,cancelou dois mega investimentos no Recreio dos Bandeirantes

    Abraços para todos e vida longa,

    Carlos Sampaio

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  • Sir Income 15 de abril de 2012 at 00:39

    O governo em campanha total para as eleições municipais!

    13/04/2012 14h02 – Atualizado em 13/04/2012 15h45
    Governo propõe salário mínimo de R$ 667,75 para 2013
    Valor consta na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias.
    Governo estima crescimento de 5,5% do PIB no próximo ano.

    g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2012/04/governo-propoe-salario-minimo-de-r-66775-para-2013.html

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    • peterson 15 de abril de 2012 at 02:34

      mais uma incoerencia deste blog, pois na minha opinião qualquer reajuste no minimo é BENEFICO para o país…. o minimo deveria ser reajustado em 10% todo ano, acima da inflação… já que os politicos somente trabalham em ano politico que tal o povo se unir e colocar todo ano eleição, separa eleições do legislativo e executivo e coloca estadual e municipal no outro ano, federal no sequinte, todo ano seria ano politico e assim seria melhor para o país…. ah não, mas brasileiro so sabe reclamar…. até quando o governo resolve reajustar salarios minimos há quem ache ruim…. vai entender….

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      • Bubble,M.D. 15 de abril de 2012 at 04:24

        Seu ponto de vista e interresante, mas este aumento forcado do minimo sem estar acompanhado de ganho de produtividade, aumento da educacao e da qualificacao do trabalhador, detona os pequenos enpresarios e os prof liberais. Se vc for funcionario publico, se vc tiver seu salario atrelado ao minimo, ou trabalha numa grande empresa,vc nao deve estar sentindo nada,mas conheco muito medico,dentista,arquiteto e escritorios demitindo alguns funcionarios por conta disto. Eu sou medico e posso te afirmar que meus custos estao a anos aumentando acima da inflacao e acima da remuneracao dos ganhos tabelados,tipo convenios.

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      • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 09:28

        Voce ja ouviu falar em inflacao?

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      • RosinhA 15 de abril de 2012 at 10:00

        O problema está na discussão de bolha imobiliária, quem está comprando imóveis a preços absurdos, lógico que o aumento do mínimo interfere na base da cadeia, mas não vejo quem ganha salário mínimo nenhuma condição de compra nem de barraco na favela, ao meu ver este salário é gasto 90% em alimentação e olha se não passarem fome hein.

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        • Guilherme SC 15 de abril de 2012 at 11:58

          Imagina, aumentaram o mínimo em 50 reais, agora podem vender caixa de sapatos a 500k, o céu é o limite hueheueh

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      • GPTFN 15 de abril de 2012 at 13:40

        Amigo, quanto maior o numero de beneficiados com um aumento, maior a sua influência na economia em termos de inflação.

        Digamos que o seu chefe resolva te dar um aumento. Influencia no mercado: inexistente

        Agora se vc trabalha numa empresa que é grande empregadora numa cidade. Influencia no mercado: perceptivel

        Imagine se vc é um dos milhoes que ganham salario minimo e este aumenta. Influencia no mercado: forte.

        Isso pq a oferta é limitada, sempre. Entao quanto mais gente disputando o mesmo bem maior o preço que ele pode atingir.

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      • Bolhado 16 de abril de 2012 at 03:25

        Meu querido quem ajusta salário não é o governo, mas sim a lei da oferta e da procura no mercado. Na realidade, os salários tendem a cair pois irá ter muita mão de obra no mercado devido as demissões que irão ocorrer. O Governo apenas joga com os manés que não entendem nada de economia e apenas tem “fé” nas palavras dos líderes políticos. O governo não consegue forçar aumento de salário goela abaixo das empresas porque tirando as grandes, as pequenas já estão sofrendo e muito com a recessão! Isso mesmo! R E C E S S Ã O! O povo está endividado e no limite! Essa conversa de 33% de endividamento é pra boi dormir. O que irá ocorrer é o que sempre ocorre, salários negociados abaixo do mínimo por debaixo dos panos e demissões.

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      • L C 16 de abril de 2012 at 09:44

        Pelo contrário, Peterson, sou funcionário público com um salário bem razoável, mas ajudo a pagar as cuidadadoras da minha mãe. O nível de serviço e de educação é baixíssimo. A remuneração delas está atrelada ao salário mínimo. Ano que vem não sei o que vou fazer. O incremento inicial do mínimo e da bolsa família foi algo interessante para o país, mas no longo prazo vc não aguenta isso indefinidamente…

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  • J.L. Vendruscolo 15 de abril de 2012 at 01:15

    Acho esse site excelente. Otimas discussoes. Mas que tem bolha, tem! Soh faltam as penas. Lamentavel eh a douta e pouco crivel resposta do tal reitor da Universidade do Secovi, hoje na Folha.

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    • peterson 15 de abril de 2012 at 02:38

      sabe como estourou a bolha das tulipas? quando um marinheiro bebado comeu uma, dai caiu a ficha das pessoas, aqui será igualzinho, quando um “maluco” vender a kitnet pelo preço REAL vai ser igual desova de salmão no yellowstone, por mais que os ursos(ações do governo) comam peixes, a piracema jamais será interrompida….

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      • RosinhA 15 de abril de 2012 at 10:04

        Barragens, Hidroelétricas impedem a procriação de peixes de piracema, desta forma a reprodução tem que ser assistida para que a espécie não entre em extinção. E grana para tudo isso até onde?

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      • pmoraesm 16 de abril de 2012 at 08:44

        Peterson,

        Seus comentarios sao muito bons, mas sua parcialidade para defender qualquer coisa que esse governo faz é irritante.

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        • peterson 16 de abril de 2012 at 17:08

          não defendo governo nenhum, para mim os politicos atuais tem que ser afastado da politica e tudo ser renovado com jovens da geração Y, estes vem tendo meus votos recentemente. O fato de que sou inclinado a achar mais benéfico ao país a metodologia petista que a psdbista não torna nenhuma das duas o melhor metodo, pois também penso que deveríamos extinguir estas duas metodologias, porém diferente do que se imagina eu não tenho preferencia partidária alguma e só baseio minhas convicções pelo resultado esperado e obtido, ou seja o sucesso da ação, e posso afirmar que FHC fracassou em 90% das suas ações enquanto LULA e Dilma em média 60%.

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          • Luciano 16 de abril de 2012 at 18:59

            Peterson, não quero defender o PSDB ou atacar o PT, mas o fato é que o PSDB, apesar de inúmeros erros, plantou as sementes que, aliadas a uma conjuntura mundial altamente favorável, permitiram ao PT colher frutos excelentes, ou seja, o PT apenas se beneficiou. Citando apenas alguns exemplos, a privatização das Teles permitiu que cada brasileiro pudesse ter seu celular, que para muitos trabalhadores autônomos, tornou-se em sua principal ferramenta de trabalho, seu escritório móvel; a Vale foi privatizada e assim aumentou a produção, exportação, etc, ajudando no superavit do comércio exterior; diferentemente do que o PT propaga, a Bolsa-Família foi criada pelo PSDB e se chamava Bolsa-Escola, onde as crianças eram obrigadas a frequentar a escola, ou seja, havia uma preocupação em melhorar a escolaridade da população; a Bolsa-Família hoje não requer qualquer contrapartida e e é usada como instrumento de compra de votos; o PSDB implantou a Lei de Responsabilidade Fiscal, proibindo os Estados e Municípios de gastarem mais do que arrecadam, mas o PT está tentando acabar com isso; o que o PT fez de bom foi manter a política econômica do PSDB; fora isso, apenas surfou na onda da China comprando muito de tudo, principalmente commodities, do Brasil. Em economia, existe uma defasagem entre causa e efeito; uma medida tomada hoje, nem sempre tem consequencias no dia seguinte: muitas vezes, as consequencias levam meses e até anos, tanto medidas “boas”, quanto medidas “ruins”. O Lula ficou 8 anos sem fazer privatizações, o que deixou o país literalmente sem infraestrutura, com impactos negativos sobre as empresas (maiores custos) e pessoas (maiores preços). Posso dizer que a Dilma parece bem melhor, embora ainda presa a ideologias retrógradas e revanchistas, e está enfrentando problemas, porque o mundo não está mais “bombando” e porque ela sim, recebeu uma herança maldita do Lula, que só se preocupou em manter a popularidade alta, de modo a eleger seu sucessor, e manter o PT no poder, que aliás, é o objetivo do PT, manter-se no Poder. Vou dar apenas um exemplo de defasagem causa-efeito que ocorrerá no futuro em função das medidas atuais do PT: os aumentos sucessivos na quantidade e rendimentos de funcionários públicos, no longo prazo, quebrarão a Previdência, mas isso só ocorrerá daqui a muitos anos. Voltando ao tema desse blog, o PT está imprimindo dinheiro a rodo, e isso não é sustentável a longo prazo, inclusive sendo uma das causas, senão a principal, da bolha em que vivemos.

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  • MrJaime 15 de abril de 2012 at 05:04

    Constutora Even acaba de anunciar, no FACEBOOK imóveis novos com até 36% de descontos.

    Já posso até ver a cara de furevis de quem comprou antes da “promoção”

    https://www . facebook.com/ajax/sharer/?s=2&appid=2305272732&p%5B0%5D=375510687084&p%5B1%5D=9574238

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  • MrJaime 15 de abril de 2012 at 05:05

    Constutora Even acaba de anunciar, no FACEBOOK imóveis novos com até 36% de descontos.

    Já posso até ver a cara de furevis de quem comprou antes da “promoção”

    www . facebook.com/evenconstrutora

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    • Miguel Jacó 15 de abril de 2012 at 07:51

      Miguel Jacó disse:
      fevereiro 17th, 2012 at 21:56

      Denunciar abuso
      Estes 25% é a oferta da Gafisa, é só pedir 40% de desconto e fecha nos 35%.

      Imaginem como serão as ofertas de depois do Carnaval…

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      • GPTFN 15 de abril de 2012 at 13:50

        meu amigo, eles podem dar até 70% em cima destes preços que ainda estao no lucro.

        Essa estratégia é antiga e falaciosa. A porcentagem em si não quer dizer nada.

        Você é um vendedor de roupa, quer vender um vestido a 100. então vc coloca la uma etiqueta dizendo de 200 por 100, 50% de desconto. Sendo que ele jamais chegou a ser anunciado por 200.

        Mas para uma cliente que nao conhece a loja e nem o mercado, ao ver esse “maravilhoso desconto”, ela compra imediatamente, achando que fez um excelente negócio.

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      • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 14:40

        hei, hei, hei o MJ é o nosso … profeta!

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    • Virginia 15 de abril de 2012 at 13:09

      Um cara comentou lá no face: “eu comprei nesse mesmo imovel sem desconto.. e agora, como faco ? fico no prejuizo ?”

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      • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 14:39

        é, amiguinho, pagou porque quis e ajudou a financiar a bolha 😛

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      • aiwww 15 de abril de 2012 at 17:14

        É para dar ri”Z”adas!

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  • GB 15 de abril de 2012 at 07:26

    Tem casos de prédios que devam chegar até a mais que 70%, sossegado: mal localizados, distantes, pequenos, mal feitos, caros e com promessa de valorização extrema, só investidor compraria um negócio desses.

    A indústria nos últimos anos focou somente nos investidores, agora tomou na cabeça pois eles sumiram e tenta desesperadamente fazer com que eles voltem, mas os indicativos econômicos mostram que isso não vai acontecer, não vai ter repique e se tiver o pessoal já perdeu $$$$ ou está com ele preso nos micos encalhados.

    E a tempo, nesse condomínio fantasma, cheio de terrenos e casas encalhadas e cheio de placas de vende-se, uma nova casa foi colocada a venda: segundo contam os donos se mudaram para o centro, a casa foi assaltada 2 vezes em menos de 40 dias, na 2ª vez a família estava dentro dela, a casa do vizinho também já foi assaltada e levaram até o que não podiam, kkkkkkkk.

    Enquanto isso especulaTrouxas travam o desenvolvimento do local pedindo preços altos pelos terrenos, se a taxa de ocupação ali estiver em 10% é muito.

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  • Mineiro quer bolha 15 de abril de 2012 at 08:27

    Endividados dão o carro de graça

    Publicado no Jornal OTEMPO em 15/04/2012Avalie esta notícia »
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    O mesmo mercado que facilitou o crédito agora lida com os calotes
    Brasília. Muitos consumidores que, com o incentivo do governo, compraram carro financiado chegam a um verdadeiro limbo quando têm dificuldade em pagar as parcelas. Tentam vender o veículo, mas, como o carro deprecia rápido e há grande oferta, o valor conseguido na venda não é suficiente para quitar a dívida. Para resolver, muitos têm tentado uma solução caseira: repassar o automóvel e a dívida a outra pessoa. Às vezes, no desespero, até de graça.

    Em janeiro, o paulistano Felipe Di Luccio percebeu que as contas não fechavam. A faculdade, a parcela do apartamento e o financiamento do carro consumiam boa parte do salário. Para sair do vermelho, decidiu vender o Celta, comprado sete meses antes em 60 parcelas. “Receberia R$ 20 mil, insuficiente para quitar a dívida de R$ 23,5 mil no banco. Então, decidi repassar a dívida.”

    Não há números oficiais, mas financeiras e lojas de automóveis reconhecem que a iniciativa de Luccio tem se repetido cada vez mais.” Um carro pode depreciar até 40% em um ano. Em um crédito de 60 meses, os pagamentos do primeiro ano amortizam 10% da dívida. Esse foi o erro que cometemos em 2010 e 2011. Reduzimos muito o juro, facilitamos demais as condições e, por isso, a inadimplência subiu”, reconhece o presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Renato Oliva.

    Fonte: OTempo

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    • Ricardo 15 de abril de 2012 at 09:38

      Primeiro, o povo deixa de pagar o carro…….. depois……

      Ploc…… repasse .

      Aumento de oferta………. Ploc

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    • GB 15 de abril de 2012 at 09:43

      Nossa, representante de banco admitindo que erraram: parem o mundo, quero descer !!!

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    • peterson 15 de abril de 2012 at 21:30

      estou procurando um Corolla e Santa Fé com repasses, achei alguns bem legais, com 1 ano pago e até entrada, hoje sai por 300 (transferir divida) e prestações … mas estou só esperando….

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    • serpentarius 16 de abril de 2012 at 13:27

      É, o erro foi ter reduzido o juro. Ele tava baixo né?

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  • Felipe Nobre 15 de abril de 2012 at 09:39

    A quem interessar possa:

    Hoje é o último dia do 1º SALÃO DE NEGÓCIOS PARA O SERVIDOR PÚBLICO DO ABC.

    http://www.querocomprarminhacasa.com.br

    Fui ontem e estava meio vazio. Não consegui identificar os descontostaxas especiais que mencionaram, mas vai que alguém tem mais sorte.

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  • RosinhA 15 de abril de 2012 at 09:45

    Resolvi trazer aqui para baixo para saber opiniões dos colegas:

    Cleyton a maioria dos assalariados pensam assim, mas quando o negócio é próprio a coisa tende a mudar de figura, o Juquinha Baleiro tem seu comércio, ou empresa e estes começam dar retornos satisfatórios.

    O Juca compra mercadoria ou matéria prima que ainda não vem com NFE, portanto a sobra em forma de lucro tem que sem enviada para algum lugar. Aí então o Juca pensa: Caramba no que eu vou investir? Carros, não já foi o tempo? Fundos, nem pensar impostos duas vezes, vão saber o quanto eu ganhei fora o que pagarei na retirada? Poupança, idem na relação anual de ganhos vou ter que pagar uma grana tb.

    Aí chega um amigo que está construindo ou revendendo um imóvel, diz a ele que está em uma situação diferente precisa do dinheiro mas, na hora de declarar estariam na igualdade. Conclusão um acordo bem feito, “prejuízo entre aspas”, para os dois. Imóvel valor de revenda 400K, vendeu-se por 150k e tudo certo.

    Como disse o Luiz o imóvel é uma forma de cofre que até agora o governo nunca interferiu, compra-se um terreno por 100k por exemplo, constrói-se com “dinheiro de lucro”, e 5 anos depois poderá vendê-lo atualizando seu valor em até 450k sem pagamento de impostos, não há nenhum investimento com maior retorno. Não estou dizendo que o imóvel não pára de subir, o que estou dizendo é que não há mecanismo ainda de controle para poder se acompanhar ganho de capital com imóvel, um exemplo disso é compre em qualquer loja pequena de material de construções um pincel, tinta, cimento e veja se o dono lhe ofereçe nota fiscal.

    Minha conclusão final é que tem muita gente investindo para se livrar do pagamento de lucros futuros, mesmo que assalariados, pensando em alta dos preços e lucros igual dos anos anteriores.olegas:

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    • Andre da Bolha de Plastico (para evitar homonimos) 15 de abril de 2012 at 17:18

      Rosinha – Opa – eu discordo dessa suposição – o Sr. Juca Baleiro só deixara de pagar o imposto se esse for o unico bem imovel dele – que não creio ser o caso desses comerciantes endinheirados – e usar o $$$ para comprar outro em 60 dias – caso contrario pagara 15% de imposto entre a diferença da venda com a compra – o que é pior o valor da compra não pode ser atualizado no IR. Neste caso o lucro seria DE 300K E o imposto de 45k – Todas as Obras que acrescam valor ao imovel (para somar ao valor da aquisição) tem que ser declaradas bem como dos materiais comprados e inclusive juntar as guias de INSS e recibo de pgto dos pedreiros que la trabalharam no caso de construção – assim é claro que ele podera ‘fraudar um valor aqui e outro ali, passar a escritura de venda por valor menor etc mas vai ter que fazer uma matemagica contabil. Ou seja, era mais facil ele no comercio super simples ter pagado cerca de 8% de imposto sobre o comercio de suas mercadorias e no fim do ano jogado o dinheiro do luco em sua conta corrente sem preocupações de ter que comprar 1 terreno, meter-se a construir fazer um monte de peripecias para reaver o dinheiro “limpo”

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      • RosinhA 15 de abril de 2012 at 19:28

        André bolha de plástico, muito bem colocado, sempre gosto de exemplificar com nomes e dados fictícios pois acho que nem todos aqui são experts em economia para facilitar para os 90% que só lêem e não postam nada.

        Vamos nos atentar a alguns dados, 8% é só uma pequena parte que uma empresa gasta para sobreviver, não sei se é proprietário de alguma mais pelas minhas contas chega fácil nos 30/35% devido ao custo Brasil já explicado aqui várias vezes, então sua suposição não seria aceitável para o Sr Juca. Quanto ao investimento de 450k você supôs que não seria o único imóvel, o exemplo foi dado para mostrar algumas brechas de nossa lei, desconhecidas pela maioria.

        Agora supondo novamente o terreno adquirido por 100k, o Sr Juca constrói casa de 200m2, com notas, com INSS, ele tem prazo para construir pela prefeitura de até 10 anos para se obter Habite-se, ele colocando sua filha Juquina como isenta e ganhando apenas 20k por ano, ele já pode descontar 200k de sua conta.

        André a construção é um ramo onde você não tem como dizer que para aquela casa foi gasto X, Y, Z, se tiver experiência, e conhecer as leis, tem N brechas. Se mudar seu relato com certeza terei forma de alterar o meu tb, é muito abrangente e não tem órgão específico para tomar conta.

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      • Bolhado 16 de abril de 2012 at 03:37

        Cadê o botão curtir! Mandou bem!

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  • Elias 15 de abril de 2012 at 10:14

    O nível de investidores chega sim a 70%. Lembro muito bem de ler na Folha de SP ou Estadão uma matéria em que a incorporadora reconhece que vendeu 70% para investidores. Se uma incorporadora admite, é informação segura, não é “achismo”.

    E esse exemplo de “repasso o carro de graça” é um sinal do que está por vir, mas com imóveis será bem pior – é muito mais difícil repassar, e o prejuízo para ambos é bem maior.

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    • RosinhA 15 de abril de 2012 at 10:25

      O problema é o seguinte quantos deste 70% são investidores de imóveis realmente que pretendiam ter lucro, qual porcentagem que comprou o segundo imóvel para ficar imobilizado como patrimônio (Este não iria vender jogando fora), qual porcentagem de compra como ganho de capital não declarado, dentre outra milhares de opções, ainda não temos estes números, seriam só suposições, mas que oferta é enorme ninguém pode negar, e tudo que tem muito em qualquer lugar como pedras, carros, mato, por exemplo não tem valor, é assim em qualquer lugar do mundo.

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      • Charles 15 de abril de 2012 at 17:20

        No meu ponto de vista, não vai ser apenas a oferta de imoveis de investidores que podem complicar o mercado e sim a perda dessa demanda por parte das construtors. Se essa demanda realmente representa 70% das vendas, as construtoras vão vender pra quem? E o pior é que elas não podem parar de pedalar…

        Está ficando cada dia mais dificil conciliar esses dois fatores. Vai chegar uma hora que elas não mais conseguirão ter dominio sobre alguns aspectos que o mercado lhes apresenta e então teremos o famoso PLOC.

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  • Sérgio 15 de abril de 2012 at 10:19

    É sabido que nossa bolha iniciou-se, em uma de suas etapas, com a intensa compra de terrenos e lotes, nas principais cidades brasileiras – especialmente as metrópoles – primeiramente pelas grandes incorporadoras/construtoras listadas na Bolsa, sendo seguidas pelas demais.
    Ocorreu principalmente entre meados de 2006 até início de 2008.
    Foi esse movimento, de empresas altamente capitalizadas/alavancadas, que deu o pontapé inicial: os preços dos terrenos, que seguiam o ostracismo a que foram relegados pelo mercado, viram-se quase que instantaneamente nas alturas. Esse movimento não foi percebido pelo grande público, senão pelas construtoras, donos de terrenos e cidadãos que à época, coincidentemente, estavam às voltas com a compra de terrenos para uso pessoal.
    Era coisa comum um terreno numa cidade média como a minha, por exemplo, Volta Redonda/RJ, ou onde resido atualmente, Cascavel/PR, os terrenos custarem em média R$100,00/m2. Isso, ainda, referente a terrenos em locais valorizados, excetuando-se, por obvio, os centros e bairros nobres, onde os valores não chegavam a dobrar.
    Quando os “tradicionais” proprietários de terras (toda cidade tem os seus) se deram conta da grande procura de terrenos, ocorreu a disparada dos preços. Nesse momento, as grandes construtoras já haviam abastecido as suas “reservas”; mas as pequenas construtoras não.
    De 2008/09 até início (apenas) de 2011, as pequenas construtoras país a fora selaram os preços estratosférico.
    Esses movimentos distintos (de compra de terrenos pelas grandes e depois pelas pequenas) foram o que iniciou todo o processo. O preço dos imóveis prontos, novos e usados vieram a reboque, como consequência lógica.
    O que quero dizer é, que apesar de ser de difícil acesso à informação, senão todas, a maioria das construtoras ainda possuem uma carteira enorme de terrenos; sabem também, tanto quando a gente, que os mesmos não servem mais, na atual conjuntura, para novos empreendimentos. Chegaram ou chegarão à obvia conclusão de esses terrenos são os únicos ativos que possuem que realmente podem ser vendidos com algum lucro ou, ao menos, sem prejuízo, haja vista terem sido comprados muito antes do auge dos preços!
    Ouso então afirmar que OS PREÇOS DOS TERRENOS e não o dos imóveis serão os que trarão o dos imóveis para baixo, para bem baixo.
    Explico: todas as construtoras estão com problema de vendas, a maioria, a grande maioria, está com problema de caixa: tanto pelas vendas em queda, quanto pela descapitalização com a saída dos grandes investidores. Logo precisam de dinheiro. Acontece que nem os bancos de investimentos creem mais no setor… e o caixa zerado e as dívidas batendo a porta pululam de todos os lados.
    A única saída racional, diria contábil até, será a venda de seus únicos ativos que podem vender sem ter prejuízos reais, pois, que os tais, os terrenos, foram adquiridos num período PRÉ-BOLHA: certamente é menos prejudicial para suas finanças venderem terrenos, onde não há custos adicionais agregados, do que os imóveis prontos. Vende-se, por exemplo, uma área de 10.000 m2, que fora comprado em 2007 por R$1.000.000,00 por qualquer valor acima disso, mas bem inferior ao valor que “normalmente” se cobraria hoje.
    Só para se ter uma ideia, essa área de 10k m2, podem ser divididas em 20 terrenos de 500 m2, sendo vendidos (pretendidos) a R$300.000,00 cada. Ou seja, comprou-se cada um (comprou-se a área inteira) por 50k e vende-se por 300k.
    A valorização dos terrenos foi muito superior a dos imóveis prontos!
    A venda dos terrenos por preços muito inferior ao praticado atualmente, é muito mais fácil, mais justificável e consuetudinário lógico diante da situação.
    .
    Logo, os preços dos terreno é que trarão à realidade os preços dos imóveis, de forma concreta. Isso não quer dizer que os preços não estejam ou não irão cair ao longo dos meses. Significa, que por simetria dos processos que levaram a nossa bolha, os mesmo processos em contrário deverão acontecer.
    Siga os preços dos terrenos, mas fique com um olho no preço dos imóveis e conclua!

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    • Sérgio 15 de abril de 2012 at 10:24

      10 m2 e não 10 km2

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    • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 10:47

      Sergio,

      Em 2009 investi em fundos BB de ações de empresas de construção, sabe quanto deu ao final do ano? 220%!

      Isso mesmo, 220%, teve gente nadando em dinheiro naquela época e meu maior arrependimento foi não ter colocado mais dinheiro e reaplicado… depois começou a cair e eu tirei o dinheiro que tá na RF agora, só esperando o momento certo de comprar o apt novo

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      • GB 15 de abril de 2012 at 12:27

        Cara, quando eu crescer eu vou querer ser como você.

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        • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 12:37

          o triste é que, hoje em dia, mesmo com a grana que juntei não consigo comprar um 2 dorm na Aclimação… 🙁

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  • Luiz AG 15 de abril de 2012 at 10:34

    Está aqui o motivo do estouro da bolha:

    h t t p : //economia.estadao.com.br/noticias/economia,inadimplencia-bate-recorde-e-consumidor-da-carro-de-graca-para-se-livrar-de-divida,109272,0.htm

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  • GB 15 de abril de 2012 at 10:35

    Será que já é hora de comprar um apê ? Mas vou comprar sem intermédio de correTrouxa, ninguém precisa deles se tem um bom advogado.

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    • RosinhA 15 de abril de 2012 at 10:44

      Não GB, não é para comprar nada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      Espere os leilões da Caixa e do BB, para arrecadação de fundos para cobertura do rombo de emprestimo de dinheiro a Bananense a 0,8%, só podem ser loucos. KKKKKKKK

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      • Ronald 15 de abril de 2012 at 11:09

        Como funcionaria isso?

        Leilão mesmo de quem dá mais?

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        • RosinhA 15 de abril de 2012 at 11:52

          Sim funciona igual ao carro tem preço mínimo e os lances vão sendo ofertados, mas cuidado com documentação atrasada, inquilinos etc, tudo fica a cargo do comprador, mais a comissão do leiloiero. Mas na realidade a máfia prevalece, tome cuidado participe de alguns sem dar lance para ver como funciona, tem os que ofertam em cima de micos para que sejam vendidos a algum coitado, e para que a comissão seja maior.

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          • A espara de um estouro 15 de abril de 2012 at 12:17

            Tem um site que um rapaz dá todas as dicas sobre leilões. Você já ouviu falar?
            Me parece que ele vende um programa que você consegue acessar todos os leilões em andamento (algo que é pouco divulgado).

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            • RosinhA 15 de abril de 2012 at 13:38

              Sim já vi até entrei em contato, mas na real o cara quer vender seu peixe, a máfia é enorme igual abrir Correio, Cartório, Lotérica, mas em qualquer agência da Caixa ou BB, os gerentes são obrigados a informar, eu sou cliente Prime Bradesco e todo mês recebo prospectos de leilões regionais, mas por enquanto trata-se de leilões de ações judiciais e a maioria é de empresas, casas e apts ainda estarão por começar pois primeiro serão os carros e outros bens menos necessários

              Ai vai link para consulta da caixa em sua cidade preencha para sabe se tem imóveis disponíveis.

              h tt p://www1.caixa.gov.br/simov/index.asp

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              • Paulo 15 de abril de 2012 at 18:49

                Rosinha, concordo contigo, jah acessei o site do proleiloes tb… Uns tempos atras comecei a olhar e quase comprei um por leilao no ipiranga mas deu uma pita zica no dia e nao pude ir e o imovel nao teve lance… O negocio eh falar com um amigo advogadoo pra ele te dar umas dicas do q olhar (tem q ver o apto antes, ver algumas certidoes, etc)… Mas uma coisa q eu vi no proleiloes eh: se o imovel for vendido abaixo de 60 porcento do preco de mercado pode ser anulado… Acho q daqui a pouco se compra imovel nesse valor fora de leilao…

                0
    • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 12:38

      é que advogado vai cobrar 10% a 15%…

      0
    • GB 15 de abril de 2012 at 13:10

      kkkkkkkkkkkk, acho que o negócio é esquecer e comprar uma calopsita mesmo.

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      • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 14:34

        cuidado que você vai começar com a bolha das calopsitas!

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    • MRCG 16 de abril de 2012 at 17:41

      Posso passar a receita para dispensar o advogado.

      0
  • Ana 15 de abril de 2012 at 11:58

    Vcs viram reportagem sobre Niterói falando da violência, transito caótico, e especulação imobiliária?

    0
  • veigalex 15 de abril de 2012 at 12:14

    Pessoal,

    Esta pedindo para digitar um codigo para entrar no blog..
    bolha.. vc instalou algo..

    Estranho… muito estranho.

    0
    • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 12:34

      para mim está normal, menos a bolha que continua no Brasil e já acabou nos EUA e Canadá…

      0
    • RosinhA 15 de abril de 2012 at 12:38

      Veigalex não use telefone, use modem clonado, e endereço de IP randômico, eles estão na sua cola, dissemos para não mexer com os grandes. Brincadeira hehehehehehe.

      0
    • Bolha Imobiliária 15 de abril de 2012 at 13:27

      Se acontecer algo estranho, sempre manda um printscreen no e-mail, somente falar que está com algum problema fica dificil. Bele ?

      0
    • Bolha Imobiliária 15 de abril de 2012 at 13:51

      Viu, estive lendo sobre o novo sistema de segurança do servidor do blog, caso o sistema interprete alguma tentativa falso/positiva de ataque, ou tentativas demasiadas de acesso, ele pode interpretar como ataque. Como a maioria dos ataques são feitos via script, então ele mostra um captcha para você acessar o site. É apenas mais uma medida de segurança, pode ficar tranquilo.

      0
  • veigalex 15 de abril de 2012 at 12:20

    Bolha,, pega a lista de email do pessoal..

    Precisamos de um local alternativo em caso de ataque ao blog.
    Ja vi isso acontecer e vários usuários ficarem sem saber para onde ir.

    Pense nisso.
    cria uma mala direta com o Email do pessoal.. um grupo alternativo no Yahoo.. convida o pessoal.. deixa em stand by.

    Fica a dica..

    0
  • veigalex 15 de abril de 2012 at 12:29

    Pane total aqui..

    bolha.. foi desabilitado o feed? RSS?

    Tenho mais de 30 pessoas que recebem aqui na empresa por esse caminho…

    você pode verificar?

    0
    • RosinhA 15 de abril de 2012 at 12:45

      Outra coisa estranha é o MrK ter desaparecido, ele nos disse que no final de semana iria voltar aparecer, será que está em algum cativeiro de algum corretor de aluguéis e só será liberado após assinatura de algum contrato? Estranho….

      0
      • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 12:49

        a gente avisou para ele tomar cuidado com o Rio…

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      • veigalex 15 de abril de 2012 at 12:53

        Deve estar preso em alguma varanda gourmet de apartamento decorado no rio.
        Vamos ter que chamar o Capitão Nascimento…

        Logo logo o bolha.. deve estar recebendo ligação de resgate.. em troca de tira o site do ar..

        rss.. Brincadeira a parte.. espero que ele volte logo.. com os comentários das previas das construtoras.. A Cyrela e Gafisa ja divulgaram.

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      • GB 15 de abril de 2012 at 13:14

        Ele foi sequestrado por “homens placa” e “mulheres seta”.

        Se o pedido de resgate vier escrito com erros de português, saberemos de 1ª que foi o Cirilo que escreveu.

        0
  • veigalex 15 de abril de 2012 at 12:48

    kkk.. boa..

    Sou meio traumatizado.. tínhamos um blog sobre a NET e o pessoal invadiu e foram 66 mil usuários sem pai nem mãe.. todo mundo sem saber para onde ir.
    Graças a um individuo.. que tinha a relação dos email, criamos um segundo forum com endereço lá no irã! Mas já acertei por aqui.. era algo do proprio blog.. pedindo uma segunda verificação.. fica dica bolha.. ou melhor.. a dica!

    Somente o feed não esta habilitado.. o bolha deve ter tirado o plugin.. ai lascou meio mundo.. bolha… volta ai.. rss

    Abre o olho!

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    • RosinhA 15 de abril de 2012 at 12:53

      Já disse ao Bolha para fazer um espelho no Paquistão, Afeganistão, Iraque, porque só as Americanos ficam observando estes países e quando perceberem que o assunto é Bolha vão cair fora pois já estão de saco cheio.

      0
      • Bolha Imobiliária 15 de abril de 2012 at 13:33

        Nem se preocupem, o site está hospedado lá na caixa prego, lá fora os bolhudos não tem poder político…hehe

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    • Bolha Imobiliária 15 de abril de 2012 at 13:25

      Ontem eu estava realizando algumas otimizações de variáveis que não conheço, acho que sem querer tirei os links dos feeds. Já coloquei no ar novamente

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  • veigalex 15 de abril de 2012 at 12:58

    Feed voltou.. uhuu1

    Não sei se vc´s usam.. mas é fantastico.
    Vc recebe no outrlook.. e nao perde nenhum comentario…

    Abraço!

    PS: quem é de Sampa.. escuta a radioo 94.1.. antiga Oi FM.. o pessoa esta com uma programação fodastica….

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  • Mineiro quer bolha 15 de abril de 2012 at 13:06

    Consumidor dá carro de graça para se livrar de dívida

    Agência Estado
    Publicação: 15/04/2012 08:46 Atualização:
    A inadimplência recorde e o aperto dos bancos no crédito têm causado algo além de concessionárias vazias. Muitos consumidores que, com o incentivo do governo, compraram carro financiado nos últimos anos, chegam a um verdadeiro limbo quando têm dificuldade em pagar as parcelas. Tentam vender o veículo, mas, como o carro deprecia rápido e há grande oferta, o valor conseguido na venda não é suficiente para quitar a dívida.

    Para resolver o problema, muitos consumidores têm tentado uma solução caseira: repassar o automóvel e a dívida a outra pessoa. Às vezes, no desespero, até de graça. Em janeiro, o paulistano Felipe Di Luccio percebeu que as contas não fechavam. A faculdade, a parcela do apartamento recém-comprado e o financiamento do carro consumiam boa parte do salário.

    Para sair do vermelho, decidiu vender o Celta comprado sete meses antes em 60 parcelas. “Mas não dava. Receberia R$ 20 mil, insuficiente para quitar a dívida de R$ 23,5 mil no banco. Então decidi repassar a dívida.” O plano do estudante de arquitetura era simples. Como a venda do carro não bastava para liquidar a dívida, queria se livrar do financiamento com a entrega do carro para outra pessoa. “Vai o carro, vai a dívida”, resume. Não há números oficiais, mas financeiras e lojas de automóveis reconhecem que a iniciativa de Luccio tem se repetido cada vez mais no País.

    Após a exuberância do crédito fácil e abundante dos últimos anos clientes com dificuldade financeira se desesperam ao perceber que não basta vender o carro para quitar o empréstimo. Os que mais sofrem são aqueles que optaram pelo financiamento de 100% do veículo, exatamente como Luccio.

    Erro

    “Um carro pode depreciar até 40% em um ano. Em um crédito de 60 meses, os pagamentos do primeiro ano amortizam 10% da dívida. Esse foi o erro que cometemos em 2010 e 2011. Reduzimos muito o juro, facilitamos demais as condições e, por isso, a inadimplência subiu”, reconhece o presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Renato Oliva.

    0
    • augusto 15 de abril de 2012 at 13:18

      Tava na cara que isto iria acontecer, só não viam isto os empresários fajutos, Mantega, Tombini, Dilma, e jornalistas/economistas incompetentes e mentecaptos.
      Logo começará com imóveis comprados muito acima do valor real.
      Haverá uma semelhança com o sub prime dos EUA, ou aqui e desta vez tudo será diferente?

      0
      • GB 15 de abril de 2012 at 13:32

        Não é que “não viram”, é que tem muita gente, como aconteceu em Wall Street, ganhando gordos bônus enquanto a coisa fica insustentável.

        Depois quem se ferra é o lado mais fraco da corda: funcionários, acionistas, compradores, credores.

        0
  • Bolha Imobiliária 15 de abril de 2012 at 13:39

    Pessoal, lembram do post http://www.bolhaimobiliaria.com/2012/04/06/precos-dos-imoveis-ainda-tem-espaco-para-subir-jornal-de-londrina/

    Onde falei que achava estranho o rapaz que trabalha junto com o Luciano D’ Agostini ser contra a teoria da bolha.? O Luciano me mandou por e-mail a versão dele, vocês gostariam de ver ?

    0
    • GB 15 de abril de 2012 at 13:46

      Eu quero.

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    • RosinhA 15 de abril de 2012 at 13:49

      SIm coloca aí Bolha, a gente comenta embaixo.

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    • Bolha Imobiliária 15 de abril de 2012 at 13:59

      Ok, vamos lá. Apresentarei apenas algumas partes. Palavras do Luciano

      a) eu tenho muito bem fundamentado a teoria monetária de bolhas, pesquisei e continuo pesquisando sobre o assunto e minha opinião continua a mesma: existem vários indicadores de que o mercado da construção está na terceira fase da bolha de 4 possíveis. No Growth financial and Developementalisn, um encontro realizado em abril do nosso grupo de pesquisa Macroeconomia Estruturalista do Desenvolvimento/ CNPQ, o Dr. Yoshiaki Nakano, diretor da EESP/FGV e economista peso pesado do Brasil, assume diante de mais de 20 macroeconomistas mundiais, bolha de crédito e bolha de imóveis nos segmentos comercial e residencial. A Dilma também assumiu bolha de crédito diante da chanceler alemã, no início de março.
      d) imagino que esta reportagem publicado na Gazeta do Povo pela Expomoney , onde entrevistam apenas pessoas vinculadas a exposição, pretende buscar parceiros/investidores e, portanto, jamais falariam mal de um produto que pode ser comercializado. No geral as afirmações contidas nesta reportagem de que “não existe bolha” servem para amenizar a assimetria de informação entre o investidor / construtor civil. Portanto é merecedor de críticas porque não abriu-se debates na Gazeta do Povo para buscar propostas concretas para que o setor não sofra nos próximos períodos.
      e) construtores do Setor , presidente de organizações estão muito preocupados com os numeros estatísticos que chegaram recentemente, ou seja, o mercado não está com o fôlego de 2008/2009.

      0
    • Ploc 15 de abril de 2012 at 14:45

      sim

      0
  • Elias 15 de abril de 2012 at 14:02

    Rosinha, entendo o que você disse, mas você compraria um apartamento pra deixar fechado?

    Pedras e matos não geram custo – não tem que pagar IPTU, condomínio, parcelas e ainda não tem depreciação.

    Não temos os dados e realmente fica difícil fazer suposições, mas vejamos os fatos:

    – construtoras mostrando queda nos lucros, quando não prejuízos milionários;
    – construtoras com sérios problemas de caixa;
    – atrasos generalizados nas obras;
    – vendas travadas;
    – pessoas devolvendo imóveis por não conseguir financiamento;
    – famílias muito endividadas;
    – inadimplência subindo há 13 meses consecutivos, atingindo recordes;
    – indústria começando a demitir;
    – governo desesperado para reduzir “spreads” para o povo renegociar dívidas e voltar a consumir;
    – bolsa sofrendo correção pra baixo;
    – China desacelerando e dólar subindo;

    É só juntar os pontos.

    0
    • Ricardo 15 de abril de 2012 at 14:19

      São indícios da bolha de crédito.

      O Brasil cresceu a base do crédito, a demanda aumentou e , conforme as leis da economia, os preços subiram.

      Se quiserem continuar com a ilusão, tem que dar mais crédito ou alongar o pagamento, mas o problema só foi colocado um pouco mais para o futuro.

      0
    • RosinhA 15 de abril de 2012 at 14:28

      Elias eu disse:

      “mas que oferta é enorme ninguém pode negar, e tudo que tem muito em qualquer lugar como pedras, carros, mato, por exemplo não tem valor, é assim em qualquer lugar do mundo.”

      A maioria dos 70%, teoricamente investidores podem nem ser nacionais, podem ser estangeiros especulando pois a situação financeira mundial está muito complicada, a maioria das pessoas que conheço que compraram mais de 1 unidade foi para (despistar ganho de capitais ainda não declarados), o imóvel é perfeito para isso, se por algum acaso houver perda de 30% do valor, empatariam, senão seria = lucro. Enquanto não criarem mecanismos unificados como um cadastro digital nacional de preços (todos cartórios de compra e venda de imóveis) e ser obrigado ser referenciado por CPF por exemplo, não temos condições de saber qual a realidade do nosso mercado.

      Concordo com tudo o que disse acima, mas nada pode ser mais sonegatório do que construção de um imóvel EX:

      Gardenalfisa: precisa esconder uma grana, chega em seu terreno que começaria a construir, a terraplanagem custou 100h de trator próprio a custo de 500K, na verdade demorou 30h e custou 20k, quem pode interferir neste resultado? Em construção a pelo menos N itens que podem ser alterados, e quanto mais gente ganhando maior a sonegação, acreditam que o prejuízo de 1 bi é correto? Eu não tenho certeza que não. Concordo quando disse dos custos e de seus argumentos, mas só os pequenos pagarão os grandes já sabiam faz tempo, não pense que tomarão grandes prejuízos não.

      Vou usar novamente a frase imóvel é um cofre em que se guarda dinheiro do Luiz.

      0
      • Luiz 16 de abril de 2012 at 17:39

        rosinha, só quero deixar claro que o efeito disto tudo que vc fala é aumentar a oferta, vai de contra a formação de uma bolha.

        Quanto mais lucro houver a esconder mais casa sendo produzida, mais tijolo sem NF, mais imovel no mercado do aluguel

        0
  • thiago fm 15 de abril de 2012 at 14:16

    Talvez o Cirilo tenha sequestrado o Mrk. Só vai soltá-lo depois de fazê-lo comprar um apartamento bolhudo na Tijuca

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  • antonio henrique 15 de abril de 2012 at 14:29

    Leiam a reportagem desse link, tem a ver com o assunto:
    Consumidor da carro de graca para escapar de divida
    http://www.hojeemdia.com.br/noticias/economia-e-negocios/consumidor-da-carro-de-graca-para-se-livrar-de-divida-1.433106

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  • leo 15 de abril de 2012 at 14:41

    Pessoal, enquanto o preço dos terrenos em boas regiões não abaixarem, infelizmente acho que os preços não vão cair assim.

    Não sei se tem mais gente daqui de BH, mas em um prédio novo que foi entregue a pouco tempo na Savassi, Vila Edith da Construtora Caparaó, eu fiquei sabendo que o terreno de menos de 1000m2 foi trocado por 8 apartamentos tipo no prédio, que tem 40 apartamentos, sendo que hoje existem apenas 2 revendas, cada uma por R$1.200.000,00!

    Detalhe? O apartamento tem 108m2!!!!!!!!!! Absurdo!!!

    caparao.com.br/index.php?arquivo=imoveis_edith.php

    Por issu eu digo, os preços só vão começar a cair mesmo quando o valor dos terrenos despencar.

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    • KR Baroni 15 de abril de 2012 at 15:07

      Entendo que a alta dos preços dos imóveis prontos é que puxaram o preços dos terrenos para cima. Quando o valor do imóvel pronto despencar, os preços dos terrenos se ajustarão da mesma forma.

      0
    • Charles 15 de abril de 2012 at 17:50

      uma coisa nao tem relação com a outra. O maximo que o preço do terreno influencia é no custo do m², assim como mão de obra cara e materiais de construção.

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  • Sérgio 15 de abril de 2012 at 14:45

    Sobre o que postei acima, somados à informação do D’Agostini veiculada também acima pelo BOLHA, ou seja, que uma das primeiras consequências da bolha, que não o logico lento desinflar de preços, que ao meu ver é a QUEDA nos preços dos terrenos em mãos das construtoras, motivado pela venda com deságio (crescente) em vista de estarmos em patamares de crise de 2008/2009, mas com preços de 2012 (mais grave, portanto).
    Tanto é verdade que veja o que ocorreu em 2009:
    h t t p : / /revista.construcaomercado.com.br/negocios-incorporacao-construcao/92/reviravolta-nos-terrenos-em-poucos-meses-mercado-virou-incorporadoras-127309-1.asp

    Mercado imobiliário
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    Reviravolta nos terrenos
    Em poucos meses, mercado virou: incorporadoras diminuem apetite por terrenos – há quem esteja vendendo – e permuta volta com força como moeda de compra

    Por Mirian Blanco

    Danylchenko Iaroslav/shutterstock
    As negociações de compra e venda de terrenos edificáveis passam por uma completa reviravolta. Depois da acentuação da disputa por terras entre incorporadoras capitalizadas pela abertura de capital, verificada nos últimos dois anos e que culminou em um processo especulativo de aumento de preços, o mercado ingressou num ciclo contrário: empresas estão pondo à venda parte do banco de terras que adquiriram. Já há casos de deságios de 10% a 20% sobre o valor investido e o sistema de compra via permuta, que havia sido preterido pelo pagamento em dinheiro, voltou com toda força.

    O motivo? Readequação dos negócios em razão dos efeitos da crise financeira mundial. Com a diminuição abrupta do crédito disponível na praça, a dificuldade em captar financiamento à produção e a redução do apetite da demanda, as empresas estão revendo suas estratégias de negócio, a começar pelo banco de terrenos.

    Há quem tenha simplesmente apertado o freio para novas aquisições de terras, ficando mais seletivo e aproveitando, exclusivamente, oportunidades incontestavelmente irrecusáveis; outras estão se desfazendo de áreas e, com isso, aumentando o caixa para tocar suas obras em andamento ou prometidas e ainda há aquelas que estão abrindo mão da tão antes falada diversificação de portfólio para retornarem às áreas em que têm tradição, descartando propriedades não-condizentes ao seu negócio principal.

    Ao longo de 2007 e 2008, muitas empresas entraram em novos segmentos (como o econômico) e outras praças, em especial no interior do Estado de São Paulo e Nordeste. “Agora, para diminuir o risco diante dos novos desafios, muitas incorporadoras estão desistindo dos nichos que estavam começando a explorar, centralizando sua atuação e priorizando os negócios em que têm mais domínio”, conta Gonzalo Fernandes, da Fernandez Mera Imobiliária.

    Flavio Martins, diretor da MM Negócios Imobiliários, conta que chegou a intermediar uma transação em que uma construtora, surpreendida pela crise, vendeu o terreno e o projeto do empreendimento semanas antes de seu lançamento, transferindo todas as responsabilidades para a construtora adquirente, via permuta. “Eles não tinham expertise naquele mercado e consideraram que seria muito arriscado partir para o negócio num período de tamanha instabilidade”, conta Martins.

    Marcelo Melão, diretor da Ecoesfera, também revela episódios semelhantes: “Não são poucos os compradores que, seis meses depois de terem comprado um terreno valorizado acima do preço do mercado, estão devolvendo esses ativos aos antigos proprietários por 20% a menos do preço pago. Isso está acontecendo muito”, diz.

    Segundo ele, as empresas estariam assumindo essa perda por considerarem que uma desvalorização de 20% sobre o valor do terreno é ainda pequena frente à proporção de prejuízos potenciais de uma empreitada arriscada. É como resumiu Rubens Vasconcelos, presidente da Patrimóvel: “tudo aquilo que a incorporadora acha que pode trazer algum problema de liquidez, ela está querendo passar adiante para não perder mais”.

    O movimento é tão expressivo que a imobiliária Itaplan Imóveis fechou recentemente uma parceria com a Roberto Capuano, especializada em serviços de comercialização, locação, administração e auditoria de bens, para criar um departamento de transações de terrenos. “As incorporadoras estão com estoques muito diversificados e precisam se desfazer rapidamente do que não está no segmento de mercado delas”, conta Fabio Rossi, presidente da Itaplan.

    Nessas transações, o mercado tem preferido o sistema de trocas, evitando desembolsos onerosos. Une-se a fome com a vontade de comer: “as construtoras especializadas em baixo ou médio padrão estão trocando os terrenos de alto padrão que haviam adquirido no último ano com construtoras especializadas nesse segmento mais sofisticado e que, num passado recente, adquiriram bens de médio ou baixo padrão para ampliarem sua atuação, e vice-versa”, exemplifica Rossi. Em síntese: “Eu te passo isso aqui, você me passa aquilo lá”, resume Flavio Martins. Segundo ele, essas negociações estariam sendo movimentadas por empresas de primeira linha, de diferentes portes.

    Marcelo Scandaroli
    O terreno de 20 mil m² da Av. Faria Lima, altura do no 3.601, teria sido avaliado em meio bilhão como uma estratégia de alavancar os preços das áreas da região, acreditam especialistas
    Grandes vendem terrenos

    No caso das incorporadoras listadas em bolsa, a comercialização de terras tem tomado dois rumos: grande parte das empresas interrompeu novas aquisições para preservar seu caixa e algumas estão vendendo parte de seus ativos não incorporados para reforçarem o capital de giro e, assim, honrarem com suas obrigações previamente assumidas, leia-se “custo de construção”. Para essas últimas transações, como a necessidade emergencial é engordar o caixa, a forma de pagamento tem sido em dinheiro, à vista ou a prazo.

    Em comunicado ao mercado, a Abyara Planejamento Imobiliário afirmou que vendeu a participação em empreendimentos previamente lançados em caráter de parceria com outros incorporadores imobiliários, bem como terrenos ainda não incorporados. A medida seria uma resposta “para fazer frente à restrição de crédito, enxugamento de liquidez e redução da demanda por novos empreendimentos”, diz a nota. Entre as estratégias de aumento do caixa informadas também estão “a suspensão de lançamentos até que a demanda por novos produtos imobiliários e a disponibilidade de linhas de crédito sejam restabelecidas”, e redução do quadro de funcionários.

    Procurada inúmeras vezes por Construção Mercado, a Abyara não quis se pronunciar sobre as medidas. Porém, fontes dessa apuração revelaram que a empresa já teria assumido deságios no valor de 13% a 14% na venda de alguns terrenos e que estaria se desfazendo de algumas áreas adquiridas no Nordeste.

    O mesmo movimento de venda de propriedades estaria acontecendo com Inpar e Agra, que também se negaram a conceder entrevista sob a justificativa de estarem “em período de silêncio” (período no qual as empresas não divulgam informações ao mercado por conta de abertura de capital ou proximidade da divulgação de seus resultados). Segundo um consultor de comercialização de imóveis, a InPar está se desfazendo de bens localizados em áreas distantes ao seu raio principal de atuação. “A Inpar comprou muitos terrenos fora de São Paulo e agora está vendendo essas áreas, principalmente as de Belém e algumas no interior de São Paulo, tanto para reduzir os riscos da capilarização quanto para conseguir levantar dinheiro.”
    Além da comercialização de terrenos não incorporados, a InPar pôs à venda – dessa vez oficialmente, em comunicado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) – o Prime Medical Center (ainda em construção), o edifício-sede da Cargill e o edifício Itapaiuna, todos localizados em São Paulo. No total, a companhia captou, nessas operações, mais de R$ 100 milhões. Em nota, a empresa afirmou que as vendas “dão continuidade ao plano estratégico da companhia de se concentrar em oportunidades de incorporação e desinvestimento de ativos não relacionados ao negócio (non-core)”.

    Já a PDG Realty Empreendimentos e Participações informou que abriu mão de algumas opções de compra de terrenos que demandariam desembolsos de caixa. De acordo com a companhia, o estoque atual possibilita lançamentos pelo prazo de dois a três anos. Na Cyrela Brazil Realty e na Brascan Residential Properties, a medida foi interromper pagamentos em dinheiro. Em seus relatórios, as empresas deixaram claro que só adquirem terras por meio de permutas e sem prazo.

    Mas se há quem venda, certamente há quem compre. E a Brascan parece ser uma delas. Perguntado se tem aproveitado as oportunidades de aquisição de ativos de incorporadores concorrentes, Luis Fernando Moura, diretor da Brascan, esquiva, mas insinua: “Estamos atentos às boas oportunidades que têm surgido e mantemos nossa estratégia de compra de terrenos, contanto que a moeda seja a permuta”.

    Preços se acomodam

    A modalidade de aquisição de terrenos via permuta financeira (participação percentual do vendedor nas receitas do empreendimento) e por produtos (pagamento do valor da terra em unidades imobiliárias) voltou com toda força. Essa forma de negociação ficou em segundo plano em 2007 e 2008, quando as empresas de capital aberto, tendo arrecadado juntas cerca de R$ 12 bilhões, deram cabo a uma competição especulativa de compra de grandes áreas para aumentar seu potencial de VGV (Valor Geral de Vendas). A concorrência se acirrou tanto que o pagamento à vista passou a ser ferramenta de barganha.

    Com a virada do mercado de crédito e a impossibilidade de captação via oferta de ações – que saíram de uma taxa de CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro) de 108% para 125%, aproximadamente – a lógica se inverteu. “A moeda sumiu, desapareceu, não vejo mais nenhuma transação sendo feita em dinheiro”, disse Rubens Vasconcelos, da Patrimóvel.

    Mas se o poder de fogo dos compradores de terra se arrefeceu e há muito estoque para pouca demanda, como ficam os preços? A resposta é unânime entre os consultores: “a tendência é de acomodação”. Fala-se hoje em abatimento médio de 10% a 20% no valor das terras negociadas há um ano. “Identificamos reduções em torno de 15%”, diz Moura, da Brascan.

    Entretanto, Flavio Martins, da MM, pondera esse dado. “Se a base de comparação for dinheiro vivo, de fato, os valores dos terrenos recuaram, mas quando se fala em permuta, os valores se mantêm”, afirma. Segundo ele, um terreno de R$ 1 mil o metro quadrado que, há um ano, era vendido a R$ 1.300/m2 via permuta, hoje está sendo negociado pela mesma quantia no sistema de troca, mas a R$ 700 ou R$ 800, em dinheiro. “As boas oportunidades vêm para aqueles com dinheiro na mão”, diz.

    De uma maneira ou de outra, como no Brasil o mercado imobiliário absorve rapidamente as acentuações de preço mas tem grande resistência a quedas de valores, o que mais se tem visto é a flexibilização nas formas de pagamento. “Não só os preços, mas todas as negociações estão mais facilitadas, com prazos maiores, participações no negócio etc.”, diz Gonzalo, da Fernandez Mera.

    Jamil Namour, diretor da Namour Incorporação e Construção, incorporadora de médio porte especializada em empreendimentos de alto padrão, confirma essa abertura. “Os donos de terrenos estão mais flexíveis e já aceitam negociações com 100% em permuta ou com metade em permuta e metade em dinheiro, coisa que era difícil de conseguir no ano passado, por exemplo”, conta.

    divulgação: inpar
    A InPar vendeu o Prime Medical Center, que ficará pronto em junho, por R$ 57 milhões. A incorporadora continua tocando a construção
    Pequenas voltam ao jogo

    O novo cenário de maior disponibilidade de terrenos e de acomodação dos preços, com negociações exequíveis, tem aberto oportunidades interessantes às médias e pequenas construtoras. Nos últimos anos, a capacidade de compra dessas empresas de capital fechado foi bastante prejudicada pela agressividade das estratégias das S/As, com negociações rápidas, pagamento à vista e valores até 45% maiores que a média histórica do mercado, segundo a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). Agora que as empresas brecaram as aquisições e os preços começam a retornar a patamares mais razoáveis, as construtoras de menor porte voltam ao jogo. “Os negócios estão voltando a bater na minha porta”, disse um construtor de médio porte da região paulistana.

    “Como essas empresas não precisam prestar contas e não aumentaram bruscamente seus bancos de terrenos, imobilizando capital, elas estão com dinheiro em caixa e capital separado para comprar determinadas áreas conforme o ritmo de negócio que sempre tiveram”, explica Gonzalo, da Fernandez Mera.

    Em entrevista à imprensa, Alberto Lorenzo, diretor da incorporadora baiana Syene Empreendimentos, afirmou que alguns dos terrenos que havia declinado por não considerar a compra viável, hoje estão voltando para a Syene numa condição muito mais módica. E, por lá, as negociações estão sendo feitas em dinheiro. “Desconheço qualquer processo de permuta de terreno que não chegue entre 15% e 18% do valor geral de vendas do empreendimento. Na Syene, não temos nenhum terreno que tenha superado 8,5% do VGV”, disse.

    As mais favorecidas nesse novo cenário são as médias capitalizadas. “Há algumas empresas de placa forte, que não se capitalizaram de forma especulativa, mas que souberam aproveitar o bom momento da construção civil nos últimos anos, que agora estão conseguindo excelentes negócios”, diz Alexandre Fonseca, diretor-executivo da Basimóvel.

    Porém, a nova dinâmica oferece riscos às empresas de médio porte. Tendo se voltado principalmente a grandes áreas com retornos em VGV altamente lucrativos, as grandes incorporadoras, num cenário de menor demanda e crédito, voltam a mirar terrenos menores. “As médias e pequenas que se cuidem, porque um terreno de 2 mil a 4 mil m, que não interessava às grandes, agora já volta a interessar”, diz Celso Petrucci, diretor-executivo do Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo)..
    .
    .
    Acontece que essa é uma consequência menos visível, até para nós, digo: estamos vidrados apenas na queda de preços dos imóveis, esquecendo-nos dos fundamentos.

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    • Sérgio 15 de abril de 2012 at 14:49

      Assim como a farinha é a principal matéria prima do pão e de toda “pasta” que se tem conhecimento, o terreno é o insumo básico de toda construtora; apesar de o terreno valer menos por não agregar materiais e serviços, é indispensável: TODA CONSTRUTORA TEM SEU ESTOQUE DE TERRENOS.
      .
      E já que não conseguem vender imóveis prontos e na planta e necessitam de caixa para quitar dívidas e terminar muitos empreendimentos, vendem-se terrenos.
      Essa é a pedra angular. Já aconteceu minimamente uma vez e foi salvo pelo MCMD… e agora?

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    • Guilherme SC 15 de abril de 2012 at 19:50

      Perfeito, disseram isso neste mesmo tópico, pessoal aqui acerta em cheio sempre.

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  • KR Baroni 15 de abril de 2012 at 14:55

    O fato é que já está havendo correções no mercado, ao menos aqui na minha cidade. Um imóvel anunciado há 1 ano a R$ 340.000,00 já está está com os dizeres de “vendo urgente” a R$ 230.000,00.

    0
    • leo 15 de abril de 2012 at 15:02

      Mais isso em bairros bons? O imóvel também, tem um bom padrão?

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      • KR Baroni 15 de abril de 2012 at 15:29

        O bairro é bom. O imóvel nem tanto. Precisa de uma boa reforma. No entanto, nesse caso, o ponto a ser observado é a recente queda do preço.

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  • Sérgio 15 de abril de 2012 at 14:56

    As quedas dos preços do imóveis são consequências secundárias, apesar de mais visíveis e assimiláveis. O que realmente ocorrerá em larga escala (queda de preços) primeiro será a venda das carteiras de terrenos das incorporadoras, pois, que representam menos prejuízos – a curto prazo – do que a venda dos imóveis prontos.
    A venda de uma determinada quantidade desses ativos por cada construtora poderá ter o condão de faze-las respirar por mais alguns meses, talvez até mais. Com dinheiro em caixa, o mínimo que seja, terá como administrar – em tese – um lento e gradual “ajuste de preços” junto ao mercado.
    Não é algo difícil de se concluuir.

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    • leo 15 de abril de 2012 at 15:09

      Sérgio,

      Nenhuma construtora vai se desfazer de bons terrenos de seu portifólio a preço de banana, isso você pode ter certeza!

      Se forem vender qualquer terreno, vão o fazer no mínimo a preço de mercado, ou seja, preço bolhudo.

      Sendo assim, a construtora que comprar vai construir alguma coisa a preço mais bolhudo ainda, já que comprou o terreno a preçø bolhudo.

      Isso em áreas onde a escassez de bons terrenos, claro.

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      • Leo 15 de abril de 2012 at 16:07

        Até onde sei construtora que é construtora de verdade nao compra terreno nos preços atuais. As grandes estao construindo em terrenos comprados antes da bolha… pelo menos essa é a info que tenho de uma pessoa que presta consultoria a diversas construtoras do RJ.

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  • Ze Bom Dirolo 15 de abril de 2012 at 14:57

    No decorrer dessa semana fiquei sabendo que corretores estão largando a profissão e tentando se enveredar em outras atividades.

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    • Ze Bom Dirolo 15 de abril de 2012 at 14:59

      Será que alguns conseguiram enganar até a si mesmo? Fica a pergunta…..

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    • Ze Bom Dirolo 15 de abril de 2012 at 15:11

      Será que o nosso Ministro da Fazenda segura o cargo até quando?

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      • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 20:28

        se dependesse de mim tinha caído 7 anos atrás

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  • Sérgio 15 de abril de 2012 at 15:09

    Percebam esse trecho da reportagem, imaginando quantos terrenos não foram adquiridos no período pré-bolha: isso considerando-se só as listadas em Bolsa: imagine todas as construtoras, incluindo as que entraram no mercado após 2008/09. Segue o trecho:
    .
    A modalidade de aquisição de terrenos via permuta financeira (participação percentual do vendedor nas receitas do empreendimento) e por produtos (pagamento do valor da terra em unidades imobiliárias) voltou com toda força. Essa forma de negociação ficou em segundo plano em 2007 e 2008, quando as empresas de capital aberto, tendo arrecadado juntas cerca de R$ 12 bilhões, deram cabo a uma competição especulativa de compra de grandes áreas para aumentar seu potencial de VGV (Valor Geral de Vendas). A concorrência se acirrou tanto que o pagamento à vista passou a ser ferramenta de barganha.

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  • thiago fm 15 de abril de 2012 at 15:10

    Uma das principais distorções que demonstram a bolha é a taxa de retorno do aluguel em relação ao valor de venda do bem.

    Acontece que algo está mudando. Com a queda anunciada da SELIC, chegando à 9% isso já representa uma queda de 30% da taxa básica de juros se comparada ao pico de 2011 de 12.75% se não me engano.

    Isso quer dizer que a enorme diferença entre o que se poderia obter numa aplicação de renda fixa atrelada ao CDI, por exemplo, e o que se pode obter pelo aluguel do imóvel encurtou consideravelmente nos últimos meses. Agora a pergunta:

    Isso não deve arrefecer a bolha, na medida que muita gente (especialmente investidor) que estava tirando os imóveis do aluguel para concretizar a venda do imóvel, vai voltar a repensar o aluguel e esperar pra ver?

    A partir do mês que vem muita aplicação vai perder pra poupança, que pode inclusive vir a ser alterada pelo Banco Central, tendo seu rendimento rebaixado. A previsão é que o CDI de abril feche a 0.7% bruto. Nesse caso, o aluguel, ainda que tenha taxa inferior a 0.5, começa a ganhar atratividade.

    Com menos imóveis à venda, a queda dos preços seria relativamente freada pela queda da oferta, transportada para o aluguel. E não acho que o preço dos aluguéis ceda tão logo, uma vez que já foi bastante defasado em relação ao valor nominal dos imóveis. Além disso, se as pessoas não conseguem comprar, tem que alugar. Não tem outro jeito.

    É também sempre bom lembrar que as bolhas geralmente se desfazem com juros ascendentes, o que não acontece no momento. Nesse caso, o cenário mais provável é que a queda dos preços venha do congelamento das vendas pela inadimplência e derrubada dos preços pelas construtoras, num primeiro momento. Os investidores (não-inadimplentes) devem segurar os repasses um pouco, talvez migrando para o aluguel.

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    • leo 15 de abril de 2012 at 15:32

      Pois é rapaz, e é disso que tenho medo, se os juros chegarem a menos de 9.0% a.a, talvez 8.0% a.a.vai ficar impraticável eu pagar 0.4% a.m de aluguel ou quase 6.0% a.a; simplesmente todo rendimento vai ser usado para pagar o aluguel.

      Comprar nesses preços nem pensar, mas se o governo continuar com isso, daqui a pouco o preço das prestações estará menor que o aluguel, e aí?

      Esse é meu grande dilema, não sei até onde o governo vai, com uma queda acentuada nos juros assim, ele pode prolongar essa bolha mais no mínimo uns 3 anos.

      0
    • Roger 15 de abril de 2012 at 15:44

      Perfeita análise Thiago, vejo muita gente falando que a bolha já estourou, que o mercado está travado e tudo mais.

      Seria muita ingenuidade achar que tudo já está ocorrendo, acredito que em alguns bairros, onde barracos estavam sendo vendidos a preço de mansões, realmente a queda já esteja chegando em 30%, porque o oba oba descontrolado já acabou.

      Concordo com Peterson também, estamos em um período de “freio” do crescimento, mas ainda sim crescendo e com as medidas do nosso “amado” governo, muita coisa ainda pode rolar.

      Já na próxima reunião, a taxa de juros pode chegar 9.0% a.a, agora imaginem o cenário de juros a menos de 7% a.a, inclusive com mudança na poupança, o governo vai praticamente te obrigar a financiar alguma coisa, já que o aluguel vai ficar mais caro que a prestação.

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      • thiago fm 15 de abril de 2012 at 16:27

        Mais do que isso! Temos muita gente, inclusive aqui, que possue reserva pra comprar alguma coisa, mas se recusam a pagar pelo sobrepreço e foram minimamente compensados pelo retorno do valor aplicado. Em outras palavras, não ganharam, mas também não perderam.

        Dentre essas pessoas, temos os radicais e os moderados e quando os moderados descobrirem que manter o valor aplicado não compensa tanto assim e, pior, se os preços resistirem por algum tempo ainda, muitos vão desistir de esperar e vão comprar o imóvel e, de certa forma, rolar a bolha por mais tempo.

        Confesso que é uma tarefa árdua, mas resistir é preciso. Acho que sou dos radicais, pois mesmo que a parcela do financiamento fique menor que o aluguel, ainda assim não financiarei.

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        • Charles 15 de abril de 2012 at 18:05

          Voces estão pintando esse cenario considerando que todas as outras variaveis permaneçam estaveis. Nesse caso concordaria.

          Porém, caso os juros baixes e o valor das parcelas fiquem abaixo dos preços de alugueis praticados atualmente, automaticamente os alugueis serão reajustados para baixo para que o equilibrio continue.

          Isso é lei de mercado, nao ha como lutar contra ela. uando uma variavel muda, afeta as outras invariavelmente.

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          • Ploc 15 de abril de 2012 at 19:10

            Concordo Charles.

            Cabe lembrar que o nível de emprego vai determinar tudo. O cenário mudou e no meu entender estamos por um fio para grandes demissões. Acho que os empresários estão esperando ver se as medidas do governo aquecem o mercado (demitir/treinar/contratar é muito caro) logo estão segurando o quanto podem. Mas se não surtir efeito ou demorar a surtir a coisa vai ficar negra.
            E entenda que muitos dos inquilinos hoje podem pagar os valores atuais de aluguel (mesmo com o orçamento apertado) porque ainda tem emprego. Mas se perderem a fonte de renda vão ter que liberar o imóvel e este volta ao mercado competindo com os já existentes
            ah! e se o inquilino começar a atrasar, vai ter que despejar e isso causa trauma nos proprietários que começam a temer o mercado de aluguel.
            Só aguardando mesmo.

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  • Sérgio 15 de abril de 2012 at 15:20

    13/04/2012 – 08h32
    Vendas da Gafisa caem pela metade no 1º trimestre, a R$ 408 milhões

    DA REUTERS, EM SÃO PAULO

    A Gafisa fechou o primeiro trimestre deste ano com vendas contratadas de R$ 408,2 milhões, metade do volume vendido no mesmo período de 2011, em meio à implementação da nova estratégia da empresa para recuperar as operações prejudicadas principalmente pela Tenda. O segmento popular da construtora não contou com lançamentos no período.

    Do total vendido, o segmento Gafisa respondeu pela maior parcela, R$ 317 milhões, seguido por Alphaville, com R$ 182 milhões –55% das vendas foram referentes a lançamentos e o restante, a estoques.

    Após revisão, Gafisa anuncia prejuízo de R$ 945 milhões em 2011

    Os lançamentos, enquanto isso, somaram R$ 463,7 milhões de janeiro a março, queda de 10% na comparação anual, conforme já havia sido informado pela companhia. O número representa 15% do ponto médio da estimativa para 2012, de R$ 2,7 bilhões a R$ 3,3 bilhões.

    No período, a construtora e incorporadora não lançou empreendimentos no segmento Tenda –unidade voltada ao segmento econômico que, desde que foi adquirida pela Gafisa, vem prejudicando os resultados. Dos lançamentos previstos para o ano, Tenda deve responder por no máximo 10% do ponto médio.

    De acordo com a nova estratégia, a companhia começou a reduzir o foco geográfico, priorizando mercados em que tem maior controle das operações. No trimestre, os lançamentos do segmento Gafisa ficaram totalmente concentrados em São Paulo.

    Com o menor volume de lançamentos, a empresa viu o nível de velocidade de vendas –medido pela relação de venda sobre oferta– cair em mais da metade ante o primeiro trimestre de 2011, para 10,4%.

    Se excluída a marca Tenda, a velocidade de vendas no trimestre passado foi de 16,1%, contra 21,6% na relação anual.

    Nos três primeiros meses do ano, foram entregues 6.165 unidades, praticamente o dobro das entregas realizadas um ano antes. A meta de entregas para 2012 é de 22 mil a 26 mil unidades, sendo metade do volume equivalente à Tenda.

    0
  • RosinhA 15 de abril de 2012 at 15:21

    Refrão do IronMaiden que os [email protected] estão usando hoje, música muito boa:

    So understand

    Don’t waste your time always searching for those wasted years

    Face up…make your stand

    And realize you’re living in the golden years

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    • Vinicius Lima 16 de abril de 2012 at 12:21

      Ótima referência!!!

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  • Sérgio 15 de abril de 2012 at 15:23

    Mais do mesmo:
    .

    h t t p : / / exame.abril.com.br/mercados/noticias/gafisa-paga-caro-por-recusar-oferta-de-zell?page=1&slug_name=gafisa-paga-caro-por-recusar-oferta-de-zell

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  • Sérgio 15 de abril de 2012 at 15:26

    Em alguns foruns de corretagens já é quase fato a bolha no setor imobiliário.

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    • veigalex 15 de abril de 2012 at 15:45

      Sergio, vc poderia nos passar os endereços desses foruns.
      Quero colocar alguns assuntos em pauta… rss

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      • Sérgio 15 de abril de 2012 at 20:05

        h t t p : / / f o r u m.infomoney.com.br/viewtopic.php?t=14932&postdays=0&postorder=asc&start=420&sid=52b2179a9ab89ac7a529b1b4efe20905

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  • leo 15 de abril de 2012 at 15:33

    Pois é rapaz, e é disso que tenho medo, se os juros chegarem a menos de 9.0% a.a, talvez 8.0% a.a.vai ficar impraticável eu pagar 0.4% a.m de aluguel ou quase 6.0% a.a; simplesmente todo rendimento vai ser usado para pagar o aluguel.

    Comprar nesses preços nem pensar, mas se o governo continuar com isso, daqui a pouco o preço das prestações estará menor que o aluguel, e aí?

    Esse é meu grande dilema, não sei até onde o governo vai, com uma queda acentuada nos juros assim, ele pode prolongar essa bolha mais no mínimo uns 3 anos!

    0
    • leo 15 de abril de 2012 at 15:39

      Fora a inflação de mais 6% comendo seu ganho que agora nem existem mais, brincadeira!!!

      0
    • Ze Bom Dirolo 15 de abril de 2012 at 16:50

      É justamente assim que eles querem que a maioria pense. Se você agir de acordo com a maioria, certamente tomará a melhor medida.

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      • Ze Bom Dirolo 15 de abril de 2012 at 16:52

        * Corrigindo “certamente não tomará a melhor medida.” O negócio influencia até a gente escrever errado.

        0
      • Miguel Jacó 15 de abril de 2012 at 17:10

        Do Livro “Axiomas de Zurique”:

        “O 10º Grande Axioma: DO CONSENSO
        Fuja da opinião da maioria. Provavelmente está errada.”

        0
        • LAM 15 de abril de 2012 at 23:24

          Ou, usando uma citação de Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra”

          0
  • Benjamin 15 de abril de 2012 at 15:58

    ÓTIMA OPORTUNIDADE, LANÇAMENTO DO SURVIVAL CONDO! RESERVE O SEU:
    http: / / revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI301898-17180,00-ABRIGO+CONTRA+APOCALIPSE+PODE+SER+COMPRADO+POR+ATE+US+MILHOES+NOS+EUA.html

    hehe, tá mais barato comprar apto contra apocalipse do que os treme treme do Brasil…

    0
  • aiwww 15 de abril de 2012 at 17:06

    É PARA DAR RI”Z”ADAS… E-MAIL DE UM CORRETOR:

    O CABEÇÃO…VC. TEM NOÇÃO ERRADA DA PROFISSÃO..

    POIS O CORRETOR PROFISSIONAL , NO MEU CASO PERITO AVALIADOR JUDICIAL.. VC NÃO TEM NOÇÃO DE QUEM VC ESTÁ SE REFERINDO…..

    * REFERENTE AO MEU CASO ESPECÍFICO…ACHO QUE NUNCA CHEGARÁ AO MEU KILATEEEEEEEEEE..( NUNCA FAÇA UMA PERGUNTA SEM CONHECIMENTO !!!!! )

    . SE VC TIVER HJ…

    1. CARRO ZERO IMPORTADO – QUITADO

    2. CASA DE PRAIA EM CABO FRIO – QUITADO

    3. COBERTURA NO MEIER – QUITADO

    4. TERRENOS,,,EM CABO FRIO , ARRAIO , ARARUAMA – QUITADO

    5..UMA MOTO HONDA 750 FOUR…QUITADA

    6. E VIAJAR A CANCUM ( A CADA 4 MESES ) COM MINHA FAMÍLIA E MES PASSADO FUI A N.YORK…

    ( CASO TENHA ALGO PARECIDO…OK…)

    VC TALVEZ CHEGUE A UM DIA A MEUS PESSSSSS….

    UM DIA FELIZ PARA VC……

    0
    • Luiz 16 de abril de 2012 at 12:19

      cancun, méxico? caribe? ny?

      que pobretão, rico mesmo viaja pro Rio, pra recife, pra SP

      Até 25 de março tá mais que miami

      0
      • Luiz 16 de abril de 2012 at 12:20

        rico é quem compra carro nacional

        carro importado é barato

        0
  • RosinhA 15 de abril de 2012 at 17:57

    Sérgio não entendo disse que os preços em Cascavel estão absurdos não conheço o lugar pode ser até ruim mas o preço não é nada absurdo. a última é até anuncio de imobiliária com comissão. Nos grandes centros nem pensar nem terreno de 50m2 está este valor.

    h tt p://cascavel-parana.olx.com.br/casa-ponto-comercial-jd-universitario-iid-353607478

    h tt p://cascavel-parana.olx.com.br/vendo-apartamento-com-excelente-area-privativa-iid-329013014

    h tt p://cascavel-parana.olx.com.br/casa-para-venda-aluguel-cascavel-300-000-area-154-00m-iid-346539187

    h tt p://cascavel-parana.olx.com.br/casa-para-venda-aluguel-cascavel-155-000-area-75-00m-iid-346534950

    0
    • Sérgio 15 de abril de 2012 at 19:50

      Bem Rosinha. assim como falei antes, esses preços em cidades média, como Volta Redonda/RJ de onde sou e de Cascavel/PR de onde moro atualmente.
      Não há como comparar preços entre essas duas cidades e os grandes centros. Um dos apartamentos que vc me indicou, o de 195K já está à venda há quase dois anos. Chama-se Ed. Felipe, no bairro alto alegre em Cascavel. Foi adquirido entre 2008 e 2009 (planta) por 106.K. Já chegou a ser vendido (oferecido) a R$260.000,00.
      O prédio continua vazio. É um dos 264 prédios (a maioria de 08 a 24 apartamentos) construidos e em construção em cascavel nos últimos 03 anos, isso sem considerar os residencias, que acredito serem em número de 12, variando entre 60 e 400 residências, fora as infinidades de sobrados.
      .
      Mas não há como comparar preços do Rio, Spo, Bsb, BH, Curitiba e etc, com os daqui. Aqui é em média 03 vezes – no mínimo – menor que nos grandes centros, sem que isso descaracterize a bolha.
      .
      Como percebo que vc não está aqui muito tempo e, no intuito de que considere que os preços (não a valorização) variam de uma cidade para outra em virtude de eu tamanho e importância, sugiro que veja esse vídeo que fiz há meses atrás, inclusive que foi tópico de nosso blog e uma notícia de nosso jornal local. Abraços.
      – Vídeo bolha imobiliaria no brasil – cascavel parte 1
      w w w . y outube.com/watch?v=6w50w9pDnlQ
      .
      Jornal O Paraná: alta oferta e valorização derrubam vendas imóveis
      h t t p : / / w w w 2 . oparana.com.br/economia/alta-oferta-e-valorizacao-de-imoveis-derrubam-vendas-8399/

      0
      • RosinhA 15 de abril de 2012 at 20:01

        Sérgio por isso mesmo conheço pouco Cascavel só de passagem, mais a meu ver sua posição é muito boa no Estado, como Campinas Sp, estrategicamente pocisionada, por isso achei barato e acho que os valores tendem a crescer muito mais por causa daquilo dito por mim no post anterior, as grandes metrópoles estão saturadas, e a migração vai ser forte daqui para frente. As ruas pelo que lembro são bem largas, parece meio até que planejado, e o churrasco de chão aí é ótimo, fizemos trilha foi muito bom.

        0
        • Sérgio 15 de abril de 2012 at 21:12

          Aqui é legalzinho, mas é perto do fim do mundo.
          Caso tenha visto o vídeo e o jornal daqui que te enviei, dá para vc ter uma dimensão da coisa.
          Mudei-me para cá em 2008, vindo de Campo Grande/MS 2006/2008, antes de sair de Volta Redonda/RJ.
          Só para se ter uma ideia, em minha cidade (VR) morava numa casa num residencial “popular melhorado”; essa casa custava em média R$40.000 em 2006, hoje estão pedindo nessa mesma casa (é um residencial com casas iguais) R$160.000,00. Só que não vendem, é obvio. Nessa mesma época havia passado em concurso, só que para morar em Mato Grosso do Sul. Ainda assim quis comprar uma casa em Volta redonda que custava em média entre R$70 e R$80.000,00 em 2006; hoje custa algo em torno de R$350 a R$450.000: DESISTI.
          Aqui em Cascavel cogitei comprar um imóvel assim que cheguei (2008), quando custava algo em torno de R$80 a R$90.000,00, mas mudei de ideia pensando em conseguir voltar para o Rio. Hoje essa casa que cogitei comprar está em torno de R$300.000,00.
          .
          Conheço um pouco a região daqui do Paraná, inclusive Curitiba. E pelo que sei, dificilmente pessoas de lá viriam para cá, principalmente por inexistir trabalho farto e bem remunerado. A não ser que as pessoas se sujeitem a trabalhar no comércio, na lavoura, ou virarem “puxadores” de compras no Paraguai, coisa que digo, movimenta a economia local.
          A cidade, como disse é legalzinha, tem uma boa estrutura em se comparando com suas vizinhas, tudo com 10 ou 20 mil habitantes, ruas largas como vc disse. Mas se resume a isso.
          Moro de aluguel em um sobrado de 110 m2 onde pago 770 REAIS. O cara comprou em 2008, já com um preço pré-bolha de R$130.000,00. Um ano depois tentou vender por R$250.000,00: não conseguiu; mais um ano se passou e veio um novo comprador a R$180.000,00: não comprou. Esse sobrado em que moro faz parte de mais 6 unidades, uma ao lado da outra, mas com lotes separados. Há alguns meses atrás um foi vendido por R$220.000,00 (não sei como) e o cara deu uma melhoradinha no aspecto dele e colocou à venda por R$350.000,00????!!!!!… Não conseguiu, é lógico, e está com dificuldades para pagar as parcelas do financiamento.
          Assim como te falei, não há como comparar metrópoles com cidades interioranas…. e aqui há muito, muito imóvel novo à venda…. beira a 8 MIL UNIDADES…. para uma cidade de quase 300K habitantes é muito. Isso sem contar com os 10K imóveis vazios segundo o IBGE.
          Portanto, dificilmente pessoas de Curitiba viriam para cá, pelo menos em massa.

          0
  • thiago fm 15 de abril de 2012 at 18:23

    O Secovi/sp esconde os dados negativos e enfeita outros como positivos. Engraçado é que deram ênfase para os dados da capital em dois meses pouco significativos para as vendas. Ano passado que estava caindo usaram a desculpa da comparação com um ano excepcional.

    O que ninguém disse é que na RMSP as vendas despencaram 22% em relação a 2011, que já foi fraco e 47% em relação ao acumulado até 02/10.

    A VSO – venda sobre oferta em fevereiro foi de apenas 6% contra 15% no mesmo mês de 2010.

    Não se enganem – o mercado não está vendendo NADA!

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    • Andre da Bolha de Plastico (para evitar homonimos) 15 de abril de 2012 at 20:40

      Thiago Fm, outra coisa que ninguem explica é como são levantados os dados das Vendas – acredito que só haja 3 formas – pela simples contagem n de guias de pagamento de ITBI – OU, pela contagem de escrituras, e finalmente pela contagem dos Registros de Escrituras.
      O problema é que esses metodos não são confiaveis pois suponha que o imovel foi vendido na planta em 2009 e só hoje eles te passam as chaves – nesta hora vc tera que fazer a escritura, com ou sem a hipoteca, mas o fato é que o imovel não foi vendido em 2012 mas em 2009. Assim eu sinceramente acredito que o SECOVI usa esses numeros “contaminados” pelas transações dos anos anteriores que só vem a se evetiar agora pois, se a gente for ver isso a fundo acredito que nem 10% de todas as vendas tenham ocorrido efetivamente em 2012. Alguem teria que enviar ao SECOV algum oficio requerendo explicações de como as vendas são ‘levantadas” mes a mes – ai a casa cai de vez.

      0
      • Andre da Bolha de Plastico (para evitar homonimos) 15 de abril de 2012 at 20:55

        Ah, esqueci de dizer – o mesmo efeito se da na quantidade de imoveis financiados – não adianta divulgarem que no mesm de março de 2012 foram concedidos x bilhoes ou que 3000 imoveis foram financiados – se a venda dos mesmos se deu nos anos anteriores – tudo isso ainda é a “resasaca” dos tempos aureos da Bolha e da pujança economica de outrora…pura poesia – queremos mesmo é saber de todos esses financiamentos quantos foram levantados por compras e vendas efetivamente realizadas em 2012.

        0
  • Corvo 15 de abril de 2012 at 18:54
    • xangai 15 de abril de 2012 at 20:22

      Bolhaaa ! leu esse artigo !!

      O Mestre Samy e VC SAIRAM NO “The Telegrafh” :::::
      “Brazil is experiencing a typical housing bubble,” said Samy Davy from the Getulio Vargas Foundation. “It risks widespread damage to the Brazilian financial system and economy as occurred in the US.”
      This is a hotly-disputed subject, explored on websites such as ‘BOLHA IMOBILIARIA’ and ‘Brazilian bubble’. Bulls say mortgage debt is low, so US comparisons are invalid. Yet the Minha Casa/Minha Vida scheme of 100pc mortgages from state-run Caixa Federal for poor families has a strong whiff of Fannie, Freddie, and America’s subprime.

      Isso tudo eh muito legal !!! pabenssss.. !!

      Te vejo no Jo ..

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      • Leno 15 de abril de 2012 at 20:33

        Cade o link ?

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        • xangai 15 de abril de 2012 at 22:23

          post acima do Corvo ::

          w w w . telegraph.co.uk/finance/comment/ambroseevans_pritchard/9205775/Swimming-naked-in-Brazils-bubbly-waters.html

          0
    • Sérgio 15 de abril de 2012 at 20:22

      Excelente garimpagem, Corvo.
      .
      Os jornais ingleses não dão trégua a farsa brasileira.
      Adorei o trecho “O ciclo de commodities e do crédito tem disfarçado a podridão” é fabuloso.
      .
      Só brasileiro é que nã vê.

      0
    • Guibro 15 de abril de 2012 at 23:57

      Hahahahahah! Já viramos referência (sim, eu me sinto da galera, rs): VOCÊS TÃO DEMAIS!

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  • Dr. Estranho 15 de abril de 2012 at 18:59

    estadao.com.br/noticias/impresso,e-uma-bolha-os-precos-estao-fora-do-bom-senso,661296,0.htm

    “Pelos cálculos feitos, ela desembolsaria ao todo pela sala comercial R$ 238,7 mil, sem contar a correção de preço. A expectativa era de obter um aluguel de 0,67% do valor do imóvel.”

    “As minhas aplicações rendem mais, entre 0,8% e 1% ao mês”, diz a professora, ponderando que o edifício levaria cerca de três anos para ser construído. E, nessa fase, ela teria apenas desembolsos.”

    “Na opinião da professora, os preços dos imóveis hoje estão num nível irreal. É uma bolha. Os preços estão totalmente fora do bom senso”, avalia.”

    “As pessoas estão hipnotizadas e comprando por impulso”, diz a professora, que leciona marketing na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).”

    Matéria do Estadão.

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  • peterson 15 de abril de 2012 at 19:32

    Senhores, decisão é baseado no seu sentimento, mas a matematica pode ajudar,para quem está com medo de manter a liquidez devido a baixa dos juros,segue um calculo simples, para estimar a data de um fim da bolha, suponto que o imovel hoje seja X e fique estável e amanhã após o estouro seja x/2 temos que 0,5x é 50% de prejuizo, aplicando em rendimentos simples atuais temos que 50% equivale aos juros acumulados de 60 meses (aproximadamente), ou seja 5 anos, considerando a perda desses ganhos como prejuízo de liquidez, temos que se o imovel “investimento” valia X vir a perder X/2 no estouro e já acumulou X/2 de perda de juros, temos que o investimento tem 100% de prejuizo mesmo existindo fisicamente é como se você tivesse jogado virtualmente no lixo… 5 anos é o tempo que se esta bolha estourar ferra com qualquer investidor, assim, o governo SABE DISSO, o boom dessa bolha foi em 2008-2010 logico que o governo NÃO VAI DEIXAR nada estourar antes de 2013-2015 , até lá cada um tome sua decisão, pois duvido muito que os imoveis serão reduzidos em X/2 no Brasil, será 3X/5 no maximo… outra possibilidade é X – inflação * tempo até que seja igual (virtualmente) a x/2 calculo esse que posterga um estouro para depois de 7 anos, ou seja entre 2015-2017… tudo isso sem crise alguma ocorrendo mundo afora, senão…. já Elvis…

    0
    • RosinhA 15 de abril de 2012 at 19:42

      Seus prazos em minha opinião são muitos longos e o brasileiro, tem cultura negativa de economia ainda bem definida em seu sangue, lembra-se do Overnight, a mudança será pá pum, aqui ganhou, todo mundo corre está no nosso DNA. E o sentimento das montadoras de veículos até o final do ano? Só se nosso carro cair a preços dos internacionais mercados, e com ajuada do governo, no mercado imobiliário é diferente o governo não poderá atuar de forma tão agressiva, o mercado é regulado por confiança, e quando ela acabar só se o governo comprar as unidades em estoque.

      0
    • Sol de Sampa 15 de abril de 2012 at 21:52

      Peterson, embora a matematica seja confiavel, não podemos avaliar matematicamente peredas e ganhos com juros baixos num quadro de crise mundial, pelo simples fato de que a baixa da SELIC não perdura mais de 12 meses (se chegar a tanto) no patamar atual, e se o governo manipular a SELIC para 8 % aa como se prevê será apenas para ganhar eleições… pela conjuntura não será possível pois a economia não está em crescimento, e juros baixos para o investidor tanto nacional como estrangeiro não tem atrativo… o governo precisa ganhar as eleições? SIM… Mas depois precisa manter a economia num rumo melhor do que está e precisará de investimentos… de onde vai tirá-los? da classe endividada? do compulsório dos bancos? de mais tributos? VEja que tais variaveis são predominantes e serão mais ainda no pós eleições… Não há como manter desenvolvimento da economia com juros baixos… pode esquecer… O governo precisa tanto que se consuma como de poupança.. Então a matematica que vc apresentou fica muito restrita a um cenário sem mobilidade… e o que mais temos hoje é a mobilidade de fatores…

      0
  • josé das coves 15 de abril de 2012 at 19:33

    Mais um exemplo que acompanho:

    2009: Apartamento NA PLANTA no bairro alto da boa vista em São Paulo (1 dorm. – 45 m²) = R$ 250 mil (particular).

    2012: O mesmo apartamento RECÉM-CONSTRUIDO no bairro alto da boa vista em São Paulo (1 dorm. – 45 m²) = R$ 350 mil (PARTICULAR). fonte ZAP imóveis. O empreendimento ficou muito bonito e bem acabado (*estou dizendo isso para comparação mais a frente).

    No mesmo site pode-se verificar diversos apartamentos do mesmo prédio por 350 mil. Entretanto tem um que chama atenção pelo valor = 340 mil. E quem está vendendo? A própria construtora. auehauheaeuhaeu.

    Considerando um INCC de 20% no período 2009-2012, o cara soh ganharia 50 mil na venda. Conclusões: não dá pra ganhar tanto dinheiro com a especulação mais, pois além de tudo ainda tem a construtora vendendo mais barato.

    E olha só que maluquice, um empreendimento a 50 metros dali, está com apartamentos NA PLANTA para vender À VISTA (1 dorm. 45 m²) por apenas… 436 mil. Agora quem vai ser o doido que vai comprar? (*sendo que tem um excelente já construido por quase 100 mil a menos).

    Dá até pra acreditar que as construtoras estão tendo prejuízos devido à altos custos.

    O que vocês acham?

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    • josé das coves 15 de abril de 2012 at 19:35

      corrigindo:

      2009: Apartamento NA PLANTA no bairro alto da boa vista em São Paulo (1 dorm. – 45 m²) = R$ 250 mil (construtora).

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    • Shakespeare 15 de abril de 2012 at 20:25

      vai ficar legal quando estiverem vendendo por R$ 310 K 🙂

      0
    • xyz 15 de abril de 2012 at 23:33

      Imóvel na planta SEMPRE foi mais caro que imóvel novo.

      Só maluco compra na planta. Ainda tem o risco de não receber, que hoje acho que está muito alto.

      O grande apelo do imóvel na planta é o fato que você pode realizar o “grande sonho da vida” sem nenhuma burocracia e pagando prestações muito pequena. Quanto aos balões e ao financiamento na entrega não seja “estraga prazer”, cada problema no seu tempo.

      0
      • Carlos_ 16 de abril de 2012 at 08:36

        “Imóvel na planta SEMPRE foi mais caro que imóvel novo.”

        De onde você tirou isso, cara? Isso é uma ‘inovação’ recente brasileira, sintoma primário de distorção do mercado.

        Sempre foi mais barato comprar na planta, sempre foi considerado um investimento, pois depois de entregue as chaves valeria mais. Todos os investidores que compram na planta compram para revender mais caro depois de pronto. Todos os moradores que compram na planta compram e esperam porque é mais barato que comprar um novo. Isso desde que eu sou criancinha, o que tem muito tempo. Na planta sempre foi no mínimo 20% mais barato.

        0
    • Guilherme SC 16 de abril de 2012 at 00:14

      Uma coisa que penso sobre a bolha é que muitos apartamentos simplesmente não tem condições para serem habitados por famílias. Quando a triste realidade bater às portas, muitos apartamentos terão seus preços despencando. Acreditar que as pessoas podem morar em caixas de sapato de 45 m, em um prédio que parece um cortiço com 100 apartamentos, é viver em um mundo de fantasia.

      0
  • Michel 15 de abril de 2012 at 19:40
    • Sérgio 15 de abril de 2012 at 20:10

      O cara do Citigroup não conhece o brazil… he he he

      0
    • Guilherme SC 16 de abril de 2012 at 00:17

      Não se anime tanto que por aqui os custos estão na estratosfera também.

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  • Sir Income 15 de abril de 2012 at 19:43

    euronews reporter: França: “Geração Y” sente-se abandonada pelos políticos

    www .youtube.com/watch?v=4krgxAyszO4&feature=g-u-u&context=G28c5e01FUAAAAAAAAAA

    Olhem o que esta acontecendo na França com os jovens.

    0
  • VictorPS 15 de abril de 2012 at 20:24

    hahaha nego tá perdendo a linha aqui no RJ. Tão lançando um imóvel na região da grande Tijuca por 974mil (115m²) http : //www . santacecilia . net/bbtijuca/?ref=apartamentos

    O imóvel é na rua José Higino, que é próxima ao metrô, mas nem tanto (20min de caminhada). Essa é próxima à avenida maracanã, em um ponto que costumar ficar alagado quando há pancadas fortes de chuva…

    Um outro imóvel de 86m² está sendo vendido por 470mil na rua barão de mesquita, muito mais próxima do metrô (descendo do prédio se consegue chegar ao metrô em menos de 2min). https :// sites. google. com/site/bellatijuca/

    Detalhe, no segundo a cobertura de 166m² custa 845mil, menos que o 115m² da primeiro, que é mais afastado do metrô.

    Segundo o site da construtoras 90% das unidades já foram vendidas, restando apenas 5 unidades para venda. É de se desconfiar… Por esse preço consegue-se coisa muito melhor na Zona Sul do RJ. E eu passo pelo local todo dia, o terreno ainda não está nem com a fundação pronta. Só tem o Stand de Vendas. Parece até golpe.

    0
    • RT 15 de abril de 2012 at 21:41

      Muito estranho mesmo… como vc falou, com esse valor, consegue-se algo em regiões melhores da cidade.

      Creio que o tal Estação Sorocaba, em Botafogo, esteja por menos que isso.

      E outra coisa… até o conceito de “próximo” essas construtoras andam distorcendo… desde quando 20 minutos de caminhada é próximo??? Desse jeito, vai ter anúncio da apartamento na Cobal do Humaitá dizendo que é “próximo do metrô”, “próximo da Praia de Botafogo”…

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      • peterson 15 de abril de 2012 at 23:06

        hahaha é próximo à copacabana basta pegar o metrÔ a vinte minutos de caminhada …. faz sentido!…. eu mesmo acho que estou proximo à lua olhando o tamanho do universo…

        0
  • Charles 15 de abril de 2012 at 20:40

    “Presidente do Ipea será o candidato do PT em Campinas”

    Não confie nas estatistias…

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  • Felipe 15 de abril de 2012 at 21:54

    Boa noite pessoal.
    Sobre a duração dessa bolha, temos em Santos um bom exemplo. Há um prédio, próximo à divisa de São Vicente, que inclusive é da Gaf(e)isa. São duas torres de uns 35 andares. O prédio já está pronto há uns 8 meses, mas quando passo de noite no local, poucas luzes acesas. Parece um prédio fantasma.
    Mas os “investidores” estão se aguentando, vendo até quando podem segurar o rojão, acreditando na petrobras, no pré-sal, copa do mundo, em algum motivo exterior que faça o mercado girar novamente… Por isso, ainda acho que essa bolha vai durar um pouco mais do que o camarada do artigo citou.

    0
    • chico bento 15 de abril de 2012 at 22:44

      Tenho olhado esse predio frequentemente. São quinhentos apartamento. Acho que nem 20% estão ocupados. Qualquer dia vou perguntar ao porteiro e trago essa informação. O que as pessoas não sabem e que o pré sal vai crescer lentamente, e só estará a plena carga em 2020. E essa industria do pré sal não é de mão de obra intensiva. Pelas minhas observações ( estou a procura para comprar e morar), acredito que em Santos existam mais de 5.000 apartamento com valor superior a 500.000,00 prontos ou ficando prontos. Será que teremos comprador para tudo isso. Vou continuar no aluguel e esperar a bolha estourar.

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  • Sérgio 15 de abril de 2012 at 21:59

    O PODER das BOLHAS vão ALÉM DO QUE VEMOS
    .
    Sei que esse assunto não será muito abordado, mas exporei-o mesmo assim.
    .
    Já não é de hoje que observo que todas as pessoas que ainda não se deram conta da bolha imobiliária e, inclusive, muitas das que já se deram conta dela, ainda não perceberam o alcance da “lavagem cerebral” que ela nos causa na questão dos valores monetários.
    O caso mais evidente que percebi ocorreu ha um tempo atrás, quando estava num caixa de mercado aqui em Cascavel(PR) e tive a oportunidade de presenciar duas atendentes de caixa conversando: uma chegou para outra e perguntou onde que era a imobiliária onde ela “comprou” a casa do “MCMD” e se o preço era “os R$95.000,00 mesmo”. A outra respondeu e confirmou o valor com a maior naturalidade do mundo. A primeira toda feliz retornou para seu “posto” toda feliz e resoluta de também iria comprar.
    Até aqui, nada de mais. Nada mais justo do que uma atendente de caixa ter a oportunidade de comprar “sua casa própria”.
    O que me chamou a atenção foi a “boca boa” das duas anunciando os míseros 95 MIL REAIS como coisa banal; isso para uma casa de 36,45 m2.
    Eu já havia me dado conta dos altos preços, mas ainda não tinha concatenado as ideias sobre o alcance desses preços e de como eu (e por extensão, os outros) o encarava, em minhas considerações pessoais.
    Cheguei em casa e pus-me a raciocinar. Não demorou muito e conclui que 95 MIL REAIS É MUITO DINHEIRO.
    Eu preciso juntar MIL REAIS todos os meses por uns 7 anos ininterruptos para ter essa quantia, o que tenho feito desde um ano para cá (he he he).
    Disso pensei: e aquela menina que comprou aquela casa, quando muitas vezes ela e seu marido, supondo que o tenha, muitas vezes não ganham juntos mais que 2 MIL REAIS e trabalhando em empregos que existem hoje e amanhã não mais poderão existir.
    95 MIL REAIS é muito dinheiro.
    A coisa degringola de vez quando falamos em preços de imóveis nas metropoles.
    Mas voltando a nossa relativa alienação monetária. Lembro-me de ser coisa comum ouvir e ver pessoas vendendo seus carros (usados) para quitarem suas casas, ou para darem “uma relativa grande entrada” para diminuirem as prestações. Lembro-me do preço do Gol Power 1.6, que em 2006 custava pouco mais de 30k e uma bela casa custava 90K: haveria necessidade de se dar TRÊS carros GOL para adquirir um imóvel.
    Hoje esse mesmo carro deve estar na casa dos 40K e a mesma casa uns 300 a 400K; isso em cidades medianas. Ou seja, hoje em dia precisaríamos de um valor suficiente para comprar 10 carros GOL Power para adquirir a mesma casa, que antes equivalia a 3 GOL Power.
    Lembro-me de falar disso aqui no blog a quase um ano atrás, mas fui criticado por um ou outro participante por não considerar compatíveis os custos/benefícios de um e outro bem, SEM, no entanto, CONSIDERAREM a realidade do fato.
    O que quero dizer é que R$100.000,00 é muito dinheiro para 95% dos brasileiros, mas esses mesmo acham que não. ESquecem-se que foram ludibriados pelo crédito farto, os meses a perderem de vista.
    A relação renda anual/valor do imóvel do brasil é já há muito tempo muito superior a essa mesma relação nos países em que a bolha já estourou.
    Mas ninguém percebe isso, inclusive alguns de nós.
    Digo isso, pois, quando falo que os imóveis em determinada cidade, que seja pequena em relação a uma metrópole, custa R$200.000,00 e que isso é um absurdo, vem um ou outro e diz que é um preço bom, pois que R$800.000,00 é que é caro.
    Muitas vezes eu e essa outra pessoa temos rendimentos compatíveis, mas a percepção de caro e barato se torna relativa, o que não deveria acontecer: R$100.000,00 deveria ser muito dinheiro para todo mundo no brasil, independente da cidade.
    A bolha – e suas consequências – tem alcances muito além das placas de vende-se, das lorotas dos corretores, dos contos do zap e da farsa das mídias.

    0
    • A espara de um estouro 15 de abril de 2012 at 22:15

      Concordo. O pessoal perdeu a noção do valor do dinheiro. Mas é aquela história, o pessoal não vê o total e sim se a parcela cabe no bolso…

      0
    • xangai 15 de abril de 2012 at 22:29

      ha algum tempo postaram uma piadinha aqui no Blog que tem tudo a ver.

      Final de BBB … o fulano entrevistando a mina ganhadora ::

      fulano :
      — e ai fulana… parabensss pela vitoria .. e agora o que vc vai fazer com 1,5 milhao de reais ?!?!

      gostosa:
      — ahh obrigaddaaaa fulano … eu vou comprar um apartamento bem bacana !

      Fulano :
      — e o resto ?!?!

      gostosa:::
      — vou pegar um financimento com a caixa !!!

      0
      • Sérgio 16 de abril de 2012 at 00:24

        É a mais pura verdade. O pior é que acham normal.
        Tenho um conhecido que trabalha comigo desde 2006. O cara é o cara mais sovina que conheço, e ele se orgulha disso.
        Conseguiu juntar 190 MIL REAIS em 6 anos, com remuneração que variou nesse período de 4 MIL (2006) a 8 MIL (2012) bruto. O cara come miojo cru.
        Bem, o cara comprou recentemente um ap por 350K, dando os 190 de entrada e financiando o restante em 30 anos de 1,6 K.
        Mora ele mais uns 10 no prédio de 32 apartamentos e que já está pronto há quase dois anos. Ou seja, não vende.
        O cara até hoje acredita que tenha feito um bom negócio.

        0
    • Rodrigo 16 de abril de 2012 at 00:26

      Parabens pelo comentario Sergio. Concordo plenamente.

      0
    • Virginia 16 de abril de 2012 at 07:48

      Excelente post!

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    • Tomaz 16 de abril de 2012 at 09:40

      Foi muito bem lembrado o fato de que era comum utilizar um carro como entrada/amortização na compra de um imóvel. Faz tempo que não vejo mais isso sendo utilizado (agora é só outros imóveis menores ou terrenos).

      Este é mais um sinal interessante do que já sabemos: imóveis MUITO caros, destoando do preço do carro (que já não é nada barato nesta bagaça de país).

      0
  • GB 15 de abril de 2012 at 22:04

    Brasileiro na sua grande maioria é ganancioso, inculto e covarde, isso fez a bolha chegar ao topo rapidamente e vai fazer com que caia mais rápido ainda.

    0
  • Sérgio 15 de abril de 2012 at 22:11

    BOLHA,
    quando tiver a chance, dê uma olhada nesse link que o Corvo postou, é do inglês Telegraph e trás “boas” constatações sobre o brazil. Mereceria até um POST só dele: h t t p : / / w w w . telegraph.co.uk/finance/comment/ambroseevans_pritchard/9205775/Swimming-naked-in-Brazils-bubbly-waters.html.
    Valeu.

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    • xangai 15 de abril de 2012 at 22:25

      BOLHA… merece headline mesmo ..!!!

      como postei esta falando no Mestre Samy e no BLOG bolhaimobiliaria !!!

      vai la .. mais um !!!

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    • veigalex 15 de abril de 2012 at 22:45

      Bolha… acorda ai.. meu..rss. a sala de justiça o chama..rss

      Leia o artigo ai..

      Sarrafo no Brasil e com menção a tú criatura..

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      • Sérgio 16 de abril de 2012 at 00:17

        Isso aí Veiga, acorda o cara e fala que ela ficou famoso de vez. Fala para traduzir e colocar novo post, com reconhecimento internacional (de novo).

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  • RosinhA 15 de abril de 2012 at 22:50

    Nenhuma construtora iria investir em uma cidade pequena sem uma pequena certeza de retorno, continou dizendo que Cascavel olhando agora pelo Maps está em posição muito boa, e servida por várias estradas, com Jaguariúna SP aconteceu a mesma coisa a uns 10 anos atrás, era uma cidade onde todos achavam que era para ricos, com preços absurdos para época, meu pai investiu em 15 lotes no centro, foi construindo bem devagar, daí chegou a Motorola entre outras e nem preciso terminar a história, seria importante saber o motivo no qual as construtoras investiram tanto, nenhuma construtora iria investir em Irionópolis por exemplo sem fazer análise antes, pode procurar, acho algo de bom tem por trás, procure conversar não com as atendentes de caixa, mas com pessoas de grande fluência econônica.

    Agora relativo seria você não investir em alguma coisa que poderia lhe conceder lucro futuramente, se analisar não a quantidade de unidades mais o motivo porque foram construídas, pode futuramente colher bons lucros, pois mesmo tendo uma Bolha as boas oportunidades sempre existirão mesmo que futuras. Mas faça um estudo antes, não significa que em sua cidade 280 prédios vazios não poderiam ser ocupados futuramente, com a planta de uma fábrica muito grande do dia para noite.

    Afinal o país está descentralizando as indústrias por causa dos transtornos dos grandes centros e custos em geral.

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    • Sérgio 16 de abril de 2012 at 00:09

      Rosinha, existe apenas uma estrada que liga Cascavel a alguma coisa e se chama BR 277. Essa estrada é um lixo: é pista única de Curitiba até Cascavel, indo assim até quase chegar em Foz do Iguaçu.
      Nota: de Curitiba até Cascavel são 500 KM com 7 pedágios custando em média quase R$9,00.
      As outras estradas que vc vê no google maps ligam ao interior de Sta Catarina e ao interior do Mato Grosso do Sul!
      .
      Aqui tem duas indústrias: uma montadora de ônibus chamada mascarelo que não deve ter 500 empregados e que ganham em torno de MIL REAIS e a coopavel, que era para ser uma cooperativa, mas virou uma empresa industrial: fazem linguiça de frango, de porco e embalam carne!
      Há 03 anos atrás viria para cá o Carrefour, mas os supermercados daqui que pertencem praticamente tudo de uma mesma família (aqui tudo é de alguma família) proibiram, através dos políticos locais, de que a grande rede aqui se instalasse, pois, que retiraria a hegemonia deles.
      Existe aqui um forte provincianismo, que não permite que empresas de fora venham para cá: isso é fato.
      Só para se ter uma ideia, há dois anos o governo federal iria instalar uma Escola Técnica Federal em Cascavel; novamente os políticos e “empresariado” local não aprovou, pois, que competiria com as “faculdades” locais.
      Aqui não há shopping, no verdadeiro significado da palavra: o comercio local não permitiu que se fizesse shopping maior que determinado tamanho. O que temos hoje, para uma cidade de quase 300k habitantes dá-se a volta em toda a sua área interna em menos de 2 MINUTOS: chama-se JL Shopping, nome inclusive, da maior “construtora” da cidade.
      .
      Quando postei todas as coisas que postei, especialmente as pertinentes a Cascavel, fiz com conhecimento de causa: tanto por residir atualmente aqui, como por ter residido em outras cidades e viajar muito a trabalho, tendo amigos de meu mesmo órgão público em várias capitais brasileiras. Além de provar com imagens e dados.
      Cascavel, assim como minha cidade natal, Volta Redonda/RJ, começou com a bolha meses depois de suas respectivas capitais, como inclusive, deve ser.
      Só para vc ter uma ideia (mais uma), ao lado de cascavel existe uma outra cidade (30 km distancia) chamada Toledo, com atuais 120k habitantes. Pois bem, em 2008, quando mudei-me para cá, pude perceber, como dito alhures, os preços praticados aqui em cascavel para casas que supunha ser de um bom padrão e que estava apto a adquirí-las estavam em torno de 80 ou 90K. Já em Toledo, casas semelhantes estavam com preços em torno de 50 ou 60K, arredondando.
      Hoje os preços são os mesmos (em torno de 250 a 300K) e não há nada, NADA, que justifique isso.
      A mesma coisa aconteceu em minha cidade natal. O tipo de casa que pretendia custava uns 80k; já em Resende cidade que dista 50 KM de VRedonda, custavam uns 60K; hoje estão os mesmos preços.
      Hoje, nessa duas cidades fluminenses, as mesmas estão acima de 300K.
      Tenho certeza de que esse acúmulo de imóveis aqui em Cascavel (como bem vc pode constatar, em parte pelo meu video, em parte pelo jornal que te indiquei) serão extremamente úteis no futuro. Mas no futuro. Hoje não existe gente demandando por esses imóveis, principalmente pelos preços. A média salarial aqui na cidade muito mal ultrapassa os MIL REAIS, contando apenas com funcionários públicos (que não são tantos assim), empresários, profissionais liberais (aqui tem muito médico) e fazendeiros.
      Mas parto do princípio que, especialmente os fazendeiros (que somam uns 800) já possuem diversos imóveis na cidade, não precisando ou querendo apostar em mais.
      Digo ainda: um terço da população economicamente ativa da cidade está negativada no SERASA. Isso segundo o SERASA de Cascavel, publicado na rádio CBN em 06 de outubro de 2011. INfelizmente a notícia não existe mais online.
      O que quero dizer é que aqui, como aí, onde quer que isso seja, ou no Rio, em Marabá, em Mossoró, em São Paulo, em todo lugar em nosso país está ocorrendo bolha, já estourou e vai baixar.
      Volto a repetir: não há como comparar duas cidades tão distintas, como uma Capital como a cidade de São Paulo, ou Rio, ou Curitiba, com cidades 10, 20, 30 vezes menores.
      É difícil imaginar uma comparação de São Paulo, que representa 33% do PIB brasileiro, com Cascavel, por exemplo, que não deve representar UM CENTÉSIMO disso.
      Mas que há a bolha em todas as cidade, isso há. Mas cada qual com suas peculiaridades.
      Vide os EUA: as quedas ocorridas em Miami estão longe de serem comparadas das que ocorreu em NY; em Miami foi uma queda drástica, em NY não, apesar de ter (de estar) ocorrido.
      Pretender generalizar valores, grandezas e outras variáveis em algo tão complexo como a bolha e, no mínimo, uma inocência.
      Pretendi dizer e, penso, não é algo difícil de se entender: 100 MIL REAIS é muito dinheiro, 200 MIL REAIS é algo impressionante. Isso não deveria ser apenas para mim, deveria ser para todo mundo em nosso país. Eu tenho condições de financiamento máximo de quase 190K, mas acredito (e nem preciso olhar para os imóveis de MIAMI) que esse valor deva ser para uma pequena mansão, e não para uma casa apenas confortável, num bom bairro de uma boa cidade.
      Outro exemplo: esses dias um amigo que trabalha comigo, foi ao show do Roger Waters e pagou a “bagatela” de R$700,00 para isso. O mais impressionante é que achou “normal”.
      Esse é um dos maiores problemas que vivemos: perdemos a noção das coisas e dos preços das coisas. Uma balconista que ganha R$800,00/mês, comprar uma celular que custa R$1.200,00 é loucura.
      Mas não, o brasileiro acha normal.
      Eu quem sou pão duro e miserável: compro Tênnis em Taiwan por R$200,00, entregue na porta de minha casa, do mesmo modelo do que é vendido na WorlTennis por R$599,00???!!!
      Compro óculos da Oakley nos EUA por R$280,00 já contando a taxação da alfândega, do mesmo modelo que é vendido aqui por R$700 ou R$800,00. Compro calça Levis por R$95,00, entregues em casa, direto do Tio Sam, ao passo que custa aqui numa lojinha fajuta com pompa de boutique por R$350,00. TUDO PELA WEB.
      .
      Isso o que quero dizer, apenas. Vou para o meu posto, pois estou trabalhando e está na minha hora. Até amanhã.

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      • Danilo 16 de abril de 2012 at 07:07

        Sensato vc. Realmente o povo perdeu a noção do valor do dinheiro. Pagar 500 para um show é dose para leão, tal como cobrado no rj. O kg da banana a quase 4 é ridículo, pêra a quase 9. Estive em NY ano passado para comprar roupas e nao consegui detectar algo mais caro que aqui, desconsiderando a disparidade da qualidade. Um colega de que passou no no mesmoconcurso que eu financiara um veloster em 48×2000, dando entrada. Melhor uma kombi pq tbm tem 3 portas e tbm motor 1.6. Vendo isso mão recrimino uma atendente comprando um celular que pedem 1,5vezes seu salário bruto. Lamentável.

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        • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 09:16

          mas o erro não está na atendente comprando o telefone caro, está em ela CONSEGUIR fazer isso!

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      • Lucas Mendes 16 de abril de 2012 at 09:16

        Sergio, não o conheço e até discuti senão me engano com vc em outro post, mas o que vc disse realmente é verdadeiro. Conheço muito bem Volta Redonda (namorada de lá) quando a sede adm da CSN mudou-se pra Sampa foi um Deus nos acuda na cidade. Hj vive-se uma bolha lá, Laranjal, Aterrado tudo bolhudo, casas simples e apertamentos cobrados em R$250,000,00 – R$ 300,000,00 pra uma cidade que tem um shooping com 4 salas de cinema e nada de lazer e cultura. Idem pra Cascavel, que tb conheço, onde a noite se resume a uma esquina que tem um bar em frente uma boate e do lado um pub, e tem também nao sei qual é o nome um tal de Vila Country do outro lado da cidade. A BR262 nem se fala paga-se R$ 9,00 entre Foz e Cascavel e senão me engano quando chega a Medianera a pista é de mão dupla (volta e meio tem acidente grave) enfim não menosprezando as cidades (como tem mulher bonita em Cascavel) mas falar que casas e apartamentos nesses locais vale o pedido é sacanagem. Parabéns pelo dito acima.

        Abraços do Lucas Mendes

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        • Sérgio 16 de abril de 2012 at 09:53

          Valeu Lucas.
          A ideia principal foi demonstrar que existe bolha em cidade menores, mesmo que apesar de os preços praticados, relativamente às metrópoles, serem menores, não descaracteriza o absurdo.
          A bolha está em todas as cidades brasileiras, cada uma com sua peculiaridade, assim como ocorreu em outros países.
          Valeu

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          • RosinhA 16 de abril de 2012 at 12:31

            Sérgio uma discussão saudável é muito legal, ninguém aqui tem o intuito de ser pop, senão colocaríamos embaixo dos post o que possuímos, e talvez você não entendeu ainda o que eu quero dizer:

            Primeiro sou muito coerente em todos os meus comentários, principalmente quando se trata dos valores das coisas, pode ver de trás para frente minhas opiniões se desejar.

            Segundo você derruba seus próprios argumentos quando começa a comparar os preços das coisas ex:

            -3 gols power OKM comprariam a casa de 110k que usei como exemplo.
            -90 celulares idem comprariam a casa de 110k.
            -200 pares de tênis idem comprariam a casa de 110k.

            Consegue enteder meu ponto de vista, não disse nenhuma vez que não existia bolha em sua cidade, disse que existiam oportunidades, em que achava os valores interessantes, somente isso, e em qualquer cidade do país existe o mesmo. Não podemos viver em forma de devaneios achando que porque um cara que não venda uma casa por preço X, toda a economia estaria estagnada. Tenha-se como exemplo a moça do caixa, se não perder o emprego, para ela o mundo está normal, e ela feliz da vida com sua casa, ou acha que a casa que ela pagou poderá valer 45k no futuro, para chegar neste patamar, teria que escrever 10 páginas do blog explicando.

            Minha Opinião Favor não Distocer:

            Existem muitos imóveis em todo país com preço acima de valores reais sim, se não achasse isso não escreveria uma palavra aqui. Antes da bolha estourar, muita coisa teria que acontecer no mercado em geral, como nos exemplos dados por você mesmo de carro, celular etc. As oportunidades sempre existiram e sempre irão existir, só achei atraente independente do lugar, pois o mesmo cimento que constrói aí se usa aqui, o terreno poderia ser o diferencial mais as margens fechadas do total da obra não indicam para mim grande sobrepreço, isso se contando com 110k construtor ganhando em cima pelo menos 30%, se você mesmo contruísse sairia por uns 75K, nada absurdo a meu ver.

            “mas o erro não está na atendente comprando o telefone caro, está em ela CONSEGUIR fazer isso!”

            Perfeita colocação.

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  • Charles 15 de abril de 2012 at 23:30

    Neste momento estou assistindo a um docmentario na NatGeo sobre a ascensão e queda de Hitler.

    Impressionante como o populismo iludiu àquela nação e a ideologia socialista levou o povo alemão a cometer atrocidades em nome da causa.

    Estamos vivendo um momento particularmente muito perigoso no Brasil, pois as semelhanças são gritantes. Até nos discursos os motivos de apelação são os mesmos: acabar com outros partidos como Lula declarou fazer com o DEM, acabar com o desemprego, prosperidade sem fim e o mais curioso – Hitler nunca frequentou a escola por se julgar superior ao sistema de ensino da época, era um ignorante que deturpou a doutrina marxista de forma doentia, como se ja nao fosse.

    Será Lula a reencarnação de Hitler?

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    • Leno 16 de abril de 2012 at 00:45

      Se tem um coisa que Hitler não era é ignorante. A prova disso é ascensão dele até o poder. Infelizmente ele usou sua inteligência para o mal.

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    • xyz 16 de abril de 2012 at 10:18

      As estratégias usadas hoje por este governo não são novas.

      Tudo pode ser justificado, pois o “inimigo” deve ser derrotado.

      Foram décadas de “lavagem celebral” nos bancos das universidades.

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    • Gabriel 16 de abril de 2012 at 10:42

      Meu caro,

      Hitler não deturpou o marxismo. Ele seguiu o marxismo na sua plenitude.

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  • Bruno 16 de abril de 2012 at 01:29

    gAFFisa

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  • GB 16 de abril de 2012 at 06:49

    GArdenalFISA

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  • nathalia 16 de abril de 2012 at 07:24

    Matéria do britânico The Telegraph:

    h t t p: / / w w w.telegraph.co.uk/finance/comment/ambroseevans_pritchard/9205775/Swimming-naked-in-Brazils-bubbly-waters.html

    Swimming naked in Brazil’s bubbly waters

    Brazil is the country of the future and always will be, as the old saying goes.

    The Latin Tiger may have overtaken France, Italy, and Britain to become the world’s fifth largest economy on some measures but it has also been relegated to 126th place by the World Bank for ‘ease of doing business’, behind much of Africa. Cyclical warning signs are flashing amber across the board.

    It is far from clear whether this 195m-strong cub of the BRICs quartet has broken out of the “middle income trap” after half a century of tantalizing efforts, each dashed by events.

    Has Brazil’s profile been flattered once again by a resource boom, this time juiced by exports of iron-ore and soya to China, and a property bubble of Irish proportions?

    The jury is out, even if we all accept that Luiz Inacio ‘Lula’ da Silva – ex-Fiat car worker turned apostle of orthodoxy – did slay inflation and establish the Banco Central do Brasil as the Bundesbank of the Americas, and if we accept that the deep-water fields of the Campos Basin will eventually turn Brazil into the world’s fourth largest oil producer.

    Knight Frank’s global survey shows that Brazil’s house prices rose 26pc last year, leading the world by far. The global average was 0.5pc.

    “Prices are crazy,” said Eduardo Paes, Rio’s mayor. Even ‘favelas’ are frothy as developers close in. A good slum is worth a four-bedroom house in Arizona – if you can prove ownership.

    “Brazil is experiencing a typical housing bubble,” said Samy Davy from the Getulio Vargas Foundation. “It risks widespread damage to the Brazilian financial system and economy as occurred in the US.”

    This is a hotly-disputed subject, explored on websites such as ‘bolha imobiliaria’ and ‘Brazilian bubble’. Bulls say mortgage debt is low, so US comparisons are invalid. Yet the Minha Casa/Minha Vida scheme of 100pc mortgages from state-run Caixa Federal for poor families has a strong whiff of Fannie, Freddie, and America’s subprime.

    Consultants Secovi-RJ said Rio property has risen 400pc to 700pc over the last decade, albeit from a low base. Average prices in the major cities have jumped 140pc since 2008, diverging from income growth in much the same way as the US, UK, and Spanish booms.

    “We estimate that the market is overvalued by as much as 50pc,” said Neil Shearing from Capital Economics. With luck, the bubble will “deflate slowly” as the economy motors at 3pc to 4pc and inflation erodes real debt.

    The fear is that a Chinese hard-landing/credit contraction will intrude.

    Brazil’s economy ground to halt late last year. It has since rebounded, but may struggle to repeat the great leap forward of the Lula years given the headwinds of a super-strong real (20pc overvalued says Goldman Sachs).

    It is certainly far too strong for a country that has seen scant productivity gains for thirty years. Benjamin Steinbruch, head of Brazil’s steel group CSN, said it is now cheaper to bash metal in Germany.

    Labour productivity has not remotely kept pace with China or the Asian tigers, which is why industrial output has almost halved to 14.6pc of GDP, a level last seen before the great industrialization drive of the of late 1950s. The country is becoming ‘post-industrial’ before it is rich.

    President Dilma Rousseff – an urban guerrilla during the military dictatorship of the early 1970s – has blamed the real’s strength on a “monetary tsunami” of funds fleeing Anglo-Saxon QE in search of yield.

    Her response is to throw up a screen of 40 protectionist barriers, with import surcharges and a Buy Brazil edict for procurement even where local products are 25pc more expensive. “We have to take measures to defend ourselves. We cannot let our manufacturing sector be cannibalized.”

    Ex-central bank chief Gustavo Franco said the policies are retrograde, damning the government’s “currency war” mantra as escapism. “They don’t seem to understand the real issues.”

    It is true that hot money has flooded the country, but this is because the central bank has kept rates at nose-bleed levels to offset the inflationary effects of government spending.

    The fiscal error is not obvious at first sight since the budget deficit is under 3pc of GDP, but this was the case in Britain before the bubble burst. The commodity and credit cycle has disguised the rot.

    Roberto Rigobon from MIT’s Sloan School said Brazil should have copied Chile and Norway, running fiscal surpluses of 8pc or 9pc of GDP – rotating the money into global assets through wealth funds.

    Instead, Brazil has wasted much of its commodity bonanza subsidizing a bloated state, with “Greek” retirement at 54 and ruinous pension costs. A Santander study said Brazil has still “Cambodian-style” infrastructure.

    Defenders of Lula retort that the GINI coefficient of social inequality has at least fallen to 54 from feudal levels of 60 a decade ago, and infant mortality rates have plummeted from the mid-20s to 17.

    Brazil is not in imminent danger. Private credit will reach 58pc of GDP this year, up from 25pc of GDP in 2005. Debt service costs are 22pc of household disposable income, up from 18pc three years ago. These are not extreme levels by global standards.

    Yet stress is showing. Non-performing loans for banks have reached 10.3pc, worse than during the post-Lehman shock of 2008-2009. Arrears of over 90 days on car loans have risen to 5pc.

    “A recession next year is in the cards. Once the liquidity tide turns we will be able to see who is swimming naked,” said Marcelo Ribeiro from Pentagono Asset Management.

    Brazil has a hand of trump cards. Public debt is just 37pc of GDP. The central bank can slash rates – now 9.75pc – if need be. The country no longer owes debts in dollars. It holds $353bn (£223bn) in foreign reserves. It is an agrarian superpower in an era of scarce food supply.

    Yet there is a jejune enthusiasm among those predicting that Brazil and fellow BRICs will keep advancing at breakneck pace and soon claim their crowns as the world’s dominant economic powers. Such extrapolations defy the time-honoured grip of political anthropology.

    The equally plausible outcome is that the credit cycle in the emerging economies will turn down before the Old World has fully recovered. If so, pray.

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    • Adriano 16 de abril de 2012 at 13:18

      ESSA REPORTAGEM MERECE TÓPICO!!!!! O problema é que traduzir tantos termos econômicos pode ser bem complicado, além de trabalhoso. Mas definitivamente VALE A PENA!!!

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  • Veiga 16 de abril de 2012 at 08:38

    Alguma alma pode traduzir para a nação?

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    • Carlos_ 16 de abril de 2012 at 09:07

      A tradução é: f*d**

      Mas falando sério, deve sair uma versão tradizida no uol, para assiantes, que sempre traduz artigos de grandes jornais, principalmente sobre o Brasil. Saindo, eu coloco a tradução aqui.

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    • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 10:53

      Como estou meio sem tempo, vai a versão do Google Translator… depois eu reviso e melhoro:

      Nadando nu nas águas borbulhantes do Brasil

      O Brasil é o país do futuro e sempre será, como diz o velho ditado.

      O Tigre Latino pode ter ultrapassado a França, Itália e Grã-Bretanha para se tornar a quinta maior economia do mundo em algumas medidas, mas também tem sido relegada ao lugar 126 do Banco Mundial para “facilidade de fazer negócios”, atrás de grande parte da África. Sinais de alerta vermelho estão ciclicamente piscando.

      Está longe de ser claro se este filhote 195m-forte do quarteto BRIC rompeu a “armadilha da renda média” após meio século de esforços tentadoras, cada um correndo pelos acontecimentos.

      Tem o perfil do Brasil foi mais uma vez lisonjeado por um boom de recursos, desta vez espremido pelas exportações de minério de ferro e soja para a China, e uma bolha imobiliária de proporções irlandeses?

      O júri está para fora, mesmo se todos nós aceitar que da ‘Lula’ Luiz Inácio Silva – ex-Fiat trabalhador carro virou apóstolo da ortodoxia – fez matar a inflação e estabelecer o Banco Central do Brasil como o Bundesbank das Américas, e se aceitarmos que os campos de águas profundas da Bacia de Campos acabará por transformar o Brasil em produtor de petróleo do mundo quarto maior.

      Pesquisa global Knight Frank mostra que os preços no Brasil subiram casa 26pc no ano passado, levando o mundo de longe. A média global foi de 0.5pc.

      “Os preços são loucos”, disse Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro. Mesmo ‘favelas’ são frothy como desenvolvedores fechar dentro Uma favela bom vale a pena uma casa de quatro quartos no Arizona – se você pode provar a propriedade.

      “O Brasil está passando por uma bolha imobiliária típico”, disse Samy Davy da Fundação Getúlio Vargas. “Ele corre o risco de danos generalizados ao sistema financeiro brasileiro e da economia como ocorreu em os EUA.”

      Este é um assunto acaloradamente disputado, explorado em sites como o ‘bolha imobiliaria’ e ‘bolha brasileira “. Bulls dizer dívida hipotecária é baixo, então as comparações dos EUA são inválidos. No entanto, o Minha Casa / Minha Vida esquema de hipotecas 100PC da estatal Caixa Federal para famílias pobres tem um cheiro forte de Fannie, Freddie, e subprime dos Estados Unidos.

      Consultores Secovi-RJ, disse Rio propriedade aumentou 400pc para 700pc na última década, embora a partir de uma base baixa. Os preços médios nas principais cidades saltaram 140pc desde 2008, divergindo do crescimento da renda em muito da mesma maneira como os EUA, Reino Unido, e lanças espanholas.

      “Nós estimamos que o mercado está sobrevalorizado em até 50pc”, disse Neil Shearing da Capital Economics. Com sorte, a bolha vai “desinflar lentamente”, como os motores da economia em 3pc para 4pc e inflação corrói a dívida real.

      O temor é que uma contração hard-landing/credit chinês vai se intrometer.

      A economia do Brasil aterre para parar no final do ano passado. Desde então, se recuperou, mas podem ter dificuldades para repetir o grande salto dos anos Lula, dadas as turbulências de um verdadeiro super-forte (20pc sobrevalorizada, diz Goldman Sachs).

      É certamente muito forte para um país que tem visto os ganhos de produtividade escassos durante trinta anos. Benjamin Steinbruch, diretor de aço do Brasil, do grupo CSN, disse que é agora mais barato para bater de metal na Alemanha.

      A produtividade do trabalho não tem remotamente manteve o ritmo com a China ou os tigres asiáticos, razão pela qual a produção industrial tem quase metade de 14.6pc do PIB, um nível visto pela última vez antes de a unidade de grande industrialização da de 1950. O país está se tornando “pós-industrial” antes que seja rico.

      Presidente Dilma Rousseff – uma guerrilha urbana durante a ditadura militar dos anos 1970 -, culpou a força do real em um “tsunami monetária” que fogem dos fundos anglo-saxão QE em busca de rendimento.

      Sua resposta é jogar uma tela de 40 barreiras protecionistas, com sobretaxas de importação e uma compra édito Brasil para a aquisição de até onde os produtos locais são 25PC mais caro. “Temos que tomar medidas para nos defender. Não podemos deixar que nosso setor manufatureiro ser canibalizados. ”

      Ex-chefe do Banco Central Gustavo Franco disse que as políticas são retrógradas, condenando o governo de “moeda de guerra” mantra como escapismo. “Eles não parecem entender os problemas reais.”

      É verdade que o dinheiro quente inundou o país, mas isso é porque o banco central manteve as taxas em nariz de sangrar os níveis, para compensar os efeitos inflacionários dos gastos do governo.

      O erro fiscal não é óbvia à primeira vista, uma vez que o déficit orçamentário está sob 3pc do PIB, mas este era o caso na Grã-Bretanha antes do estouro da bolha. O ciclo de commodities e do crédito tem disfarçado a podridão.

      Roberto Rigobon da MIT Sloan School disse que o Brasil deveria ter copiado Chile e Noruega, superávits fiscais de 8pc ou 9PC do PIB – girar o dinheiro em ativos globais, através de fundos de riqueza.

      Em vez disso, o Brasil tem perdido muito de sua bonança das commodities de subsidiar um estado inchado, com a aposentadoria “Greek”, aos 54 anos e os custos das pensões ruinosas. Um estudo Santander disse que o Brasil ainda tem “cambojano de estilo” infra-estrutura.

      Defensores da retorta Lula que o coeficiente de Gini de desigualdade social, pelo menos, caído para 54 a partir de níveis feudais de 60 há uma década, e as taxas de mortalidade infantil caíram de meados dos anos 20 a 17.

      O Brasil não está em perigo iminente. O crédito privado vai chegar 58pc do PIB este ano, acima dos 25PC do PIB em 2005. Custos do serviço da dívida são 22PC do rendimento disponível das famílias, contra 18pc há três anos. Estes não são níveis extremos de padrões globais.

      Mas o estresse está mostrando. Empréstimos inadimplentes dos bancos atingiram 10.3pc, pior do que durante o choque pós-Lehman 2008-2009. Atraso de mais de 90 dias em empréstimos de carro subiram para 5pc.

      “A recessão no próximo ano está nos cartões. Uma vez que a maré de liquidez transforma seremos capazes de ver quem está nadando nu “, disse Marcelo Ribeiro da Pentágono Asset Management.

      O Brasil tem uma mão de trunfos. A dívida pública é apenas 37pc do PIB. O banco central pode cortar taxas – agora 9.75pc – se for necessário. O país já não deve dívidas em dólares. Possui $ 353bn (£ 223bn) em reservas cambiais. É uma superpotência agrária em uma época de oferta de alimentos escassos.

      No entanto, há um entusiasmo jejuno entre aqueles prevendo que o Brasil e os BRICs companheiros vai continuar avançando em ritmo alucinante e logo reivindicar suas coroas como o mundo potências econômicas dominantes. Tais extrapolações desafiar o domínio tempo-honrado de antropologia política.

      O resultado igualmente plausível é que o ciclo de crédito nas economias emergentes irá transformar-se diante do Velho Mundo se recuperou totalmente. Se assim for, orar.

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  • adelino 16 de abril de 2012 at 09:03

    Vocês acham que vai acontecer com imóveis também?

    Consumidor esta doando carro financiado para se livrar da dívida.
    Olha essa materia.

    http://economia.ig.com.br/financas/meubolso/consumidor-da-carro-de-graca-para-se-livrar-de-divida/n1597742824990.html

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  • GB 16 de abril de 2012 at 09:04

    Tá dizendo que a casa vai cair.

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  • Felipe33 16 de abril de 2012 at 09:08

    Bom dia Pessoal,

    Segue uma notícia que saiu hoje no Valor – “Calote recorde expõe ‘bolha’ em veículos”. Abaixo colei os trechos que julguei mais importantes.
    Espero ver uma reportagem destas sobre imóveis em pouco tempo.
    Boa semana a todos!

    http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/4/16/calote-recorde-expoe-bolha-em-veiculos

    ” A inadimplência em alta, que desde janeiro de 2011 ganhou cerca de três pontos percentuais, serviu de partida para mudar a forma como é concedido financiamento para carros e motos pelos bancos de varejo.
    A alta do calote expôs problemas na qualidade dos empréstimos, levando analistas de crédito ouvidos pelo Valor a questionar se a subida da inadimplência não é produto de uma bolha de crédito que se formou no mercado, com a explosão dos empréstimos entre 2008 e 2010.
    Altamente dependente do mercado interno, a indústria automobilística já sentiu a queda de 10,9% nos volumes de produção no primeiro trimestre. O quadro começa a levar executivos do setor a reavaliar as projeções que inicialmente indicavam expansão de 4% a 5% nas vendas domésticas em 2012.

    No novo cenário, os bancos estão cada vez mais seletivos. A dificuldade na obtenção de crédito fez a venda a prazo cair de 85% do total no final de 2011 para 78%, no primeiro trimestre deste ano, segundo a Federação Nacional de Veículos Automotores (Fenabrave). “Em 2010, de cada dez fichas com pedidos de financiamento, os bancos aprovavam sete. Hoje a média não passa de quatro ou cinco”, diz o novo presidente da entidade, Flávio Meneghetti. Para ele, o nível de inadimplência só deverá diminuir a partir do segundo semestre, “quando o orçamento das família endividadas deverá começar a recuperar o fôlego”.

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  • Jumper 16 de abril de 2012 at 09:10

    Meu primeiro comentário, apesar da terapia diária, de longa data, que tenho neste espaço de mentes pensantes em um mundo de loucos, parabéns ao bolha e a todos que ajudam.

    Mauro halfeld, já acreditei nesse cara… Mas agora ta difícil:

    ht tp :/ /cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mauro-halfeld/2012/04/16/QUAL-O-MELHOR-INVESTIMENTO-PARA-COMPRAR-UM-IMOVEL.htm

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  • RonaldBH 16 de abril de 2012 at 09:28

    Exame:

    “Devo comprar meu segundo imóvel de R$ 1 milhão?”
    Internauta quer saber se vale a pena comprar segundo imóvel no mesmo prédio do Leblon

    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/dicas-de-especialista-para-seu-dinheiro/noticias/devo-comprar-meu-segundo-imovel-de-r-1-milhao

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    • Carlos_ 16 de abril de 2012 at 11:26

      Realmente, o cara que junta essa grana pede conselhos em colunas de revista de como aplicar.

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      • Leonardo 16 de abril de 2012 at 14:12

        Conheço gente que junta essa grana e não tem noção nenhuma de como gastar. Sério. Gente que tem empresa, que era funcionário de montadora e abriu negócio, e aposto que de fato os caras não só pedem conselhos pra Exame, mas também pedem pra corretor, o que é pior ainda. Afinal, o corretor “é da área”.

        O brasileiro carece de educação financeira e educação formal. Quem se informa é uma minoria. Esse fim de semana mesmo um parente tava conversando em casa “vou acabar de pagar minha casa e comprar terreno. Tá valendo 200 mil hoje, daqui um ou dois anos vai valer uns 300”.

        O pessoal realmente acha que vai subir indefinidamente. É a mentalidade típica da Bolha.

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        • Guilherme SC 16 de abril de 2012 at 22:03

          Todo mundo virou milionário hueheuhe

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    • GB 16 de abril de 2012 at 11:32

      Isso, aproveite o cenário de valorização de 30% a.a. e compre logo uns 4.

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  • RonaldBH 16 de abril de 2012 at 09:30

    EXAME:

    Por que a Eztec sobe 50% e a Gafisa cai 60%? A pior e a melhor do setor na bolsa

    Estratégia da Eztec tem garantido bons resultados enquanto o fantasma da Tenda continua a assombrar Gafisa

    http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/por-que-a-eztec-sobe-50-e-a-gafisa-cai-60-a-pior-e-a-melhor-do-setor-na-bolsa

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    • Luiz 16 de abril de 2012 at 14:57

      PQ a Eztec foca no comercial que tem mais correlação com PIB, mas não se engane o efeito chegará nela mais adiante.

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  • TH 16 de abril de 2012 at 09:35

    Vejam só o blog de um comprador da MRV.

    Está organizando a Operação Entrega o Meu AP

    h t t p : / / spazioredentore.blogspot.com.br/

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  • RonaldBH 16 de abril de 2012 at 09:37

    Mauro Halfeld:

    “Qual o melhor investimento para comprar um imóvel?’

    Uma das maneiras mais modernas de se investir em um imóvel é montar uma carteira com fundos imobiliários.

    http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mauro-halfeld/MAURO-HALFELD.htm

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  • Chino 16 de abril de 2012 at 09:48

    This is a hotly-disputed subject, explored on websites such as ‘bolha imobiliaria’ and ‘Brazilian bubble’.

    O blog está internacional!!

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  • pmoraesm 16 de abril de 2012 at 09:59

    Olhem que site legal…

    h t t p :// repasso.com.br/

    Será que demora muito pra aparecer imovel por lá?

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  • Fausto Luiz 16 de abril de 2012 at 10:01

    Como já de costume rotineiro a falta de: – Combate eficaz à corrupção desvairada; – Orientação maciça de recursos à educação; – Ensino profissional; – Da plena formação do cidadão. Estendendo o olhar para além do horizonte presente, observando os alarmantes índices que são encobridos pela mídia, as medidas paliativas e transitórias que o governo nos acometem, vamos visualizando um cenário que infelizmente vem se concretizando cada mês. Dando um salto ao passado, sobrevoando os vários planos econômicos e as ações das alterações do senso comum, aterrissamos no atual momento onde se caracteriza no que poderíamos ser resumidamente descrito como “morfina ilusória”, ou seja, fase de transição da ilusão dito de primeiro mundo para a realidade dito de subdesenvolvido. Há aquela sensação no ar: isto está sendo preparado para algo maior que se avizinha – no jargão popular “Há algo de podre no reino da Dinamarca. Os manipuladores das decisões econômicas (MF e BACEN) expões seus métodos já muito experimentados, desviando-nos a atenção do principal (formação de “bolhas”). São o mais do mesmo. Insistem em implantar “pacotes” que nos levam a lugar nenhum, enquanto os nossos cidadãos se endividam e por conseguinte nossa industria vai “escorregando” com custos altos. Estamos a mercê de quem nos destrói com métodos. Fiquemos em estado de atenção!

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  • RAL 16 de abril de 2012 at 10:02

    Pessoa, teria algum jeito de calar a boca do Mauro Halfeld ???, não suporto aquele imbecil , escutem o comentário dele de hoje chega da nojo

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    • Júlio Cesar 16 de abril de 2012 at 11:54

      RAL , é porque voce tem estomago fraco, mas confesso que senti o vomito chegar na garganta e voltar. Acho que colocam alguma coisa na agua dele ou sei lá. Parece que ela faz para irritar mesmo.

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  • Money Addicted 16 de abril de 2012 at 10:24

    agora eh o whisky, vejam no uol economia….whisky buble
    realmente quem comprou imovel a esses precos vai ter q tomar mto whisky (do paraguai)…..

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  • Spina 16 de abril de 2012 at 10:49

    Oi amigos, a um bom tempo venho acompanhando o BLOG (+ ou – 1,5 anos). Vou contar e minha história com os aumentos constantes dos preços dos imóveis.
    Em 2009 me mudei pra cidade de São Paulo e achei os preços de apartamentos bem altos, porém naquele mesmo ano resolvi comprar um apartamento (sonho da casa própria). O bairro que eu queria o Ipiranga (amo correr no jardim do Museu) era fora das minhas possibilidades então comprei em um Bairro mais afastado, mas que eu achei que estava em renovação. Pensando em quando fosse vender depois de uns 5 ou 6 anos ter algum lucro com a venda.
    Comprei 65 m2 por 190K na fase final de construção pra entrega em 8 meses. Preço caro? Sim muito caro! Mas eu queria 2 vagas de garagem e acesso fácil à praia pra correr nos finais de semana, minha esposa não dirigia em São Paulo então precisava de um metrô próximo, 5 min. de busão (da porta do Ap até a estação). Opâ Opâ para tudo! você diz que queria 2 vagas de garagem e perto do metrô porque sua mulher não dirigia? Tem algo errado ai!
    Então, muitos apartamentos que eu vi na época em São Paulo as garagens eram “presas” cada apartamento só tinha 1 vaga, mas você tinha que dividir ela com outro morador, pois 1 carro “prendia” o outro. E meu amigo, eu morrei em um apartamento onde a minha vaga era TRIPLA!!!! Eram eu e mais 2 moradores com a mesma “gaveta”. Eu estava disposto a pagar a mais pelo meu conforto, pois pensava e morar e não em investir.
    Pois bem, como eu ia morar comprei o piso de madeira, e os armários planejados e os Box de banheiros (sim! Por incrível que pareça eram 2 B, 2 Q e varanda com grill em uma planta de 65m) nada muito caro, mas do jeito que eu queria, gastei mais 15,5K pagando à vista e com suando no desconto. Pois bem, 3 dias antes da entrega do apartamento fui transferido!
    Resumindo a história, após percebermos que não íamos mais voltar a SP decidimos vender o apartamento, isso já era Julho e 2010 a entrega foi (fev10). Paguei o registro e tal do apartamento mais 10k para ele poder ser financiado pelo comprador. Na hora de colocar ele a venda, fomos procurados por um “corretor experiente” que falou que tinha uma compradora por 260k. Pensamos ótimo investimos 215,5 e vendemos por 260 melhor negocio do mundo!
    Pois bem, vender um apartamento não é tão fácil assim! Mais um resumo aqui! Após 3 corretores e 4 compradores, 2 dos quais perderam o valor do sinal pois o crédito bancário não foi aprovado. Recebemos o dinheiro da venda do Ap em Ago de 2011 (285k -10K corretagem). E já estávamos comprando um outro apartamento em uma TERCEIRA cidade (dessa vez minha esposa é que foi transferida). Esse apartamento já bem maior que aquele primeiro, agora com 125m 3 suites. Pegamos uma transferência que saiu custo total de 445k, mais uma vez, preço caro? Sim! Muito caro 3,5k m2, mas nesse Ap já vem com armários e split (essencial por aqui) 40 itens de lazer (os quais nunca vou usar) e existe o fator comodidade, desta vez eu pagaria a mais pela localização.
    Porque eu escrevi toda esta história? Percebo e concordo plenamente que os preços estão fora da realidade, esse mesmo AP que eu peguei na transferência por 445k a construtora esta pedindo agora perto da entrega 600k. Obvio que uma coisa é pedir e outra é estar com o dinheiro na conta (sei bem oq é isso como vcs podem ver pelo resumo da minha venda anterior), mas essa falsa sensação de ganho faz muita gente se empolgar e comprar apartamento como investimento de curto prazo, coisa que não é.
    Por outro lado aquele que compra um apartamento pensando na comodidade para poder ter e criar os filhos, comprar os móveis da casa e colocar quadros à vontade sem pensar em renovação do aluguel ou se a mesa de jantar vai ou não caber em um outro apartamento, pouco se importa se os preços dos imóveis, em um curto prazo, vão subir ou baixar. Pois ele não esta pensando em se mudar ou se desfazer do apartamento em um curto prazo de tempo, ou seja, ele não quer um investimento ele quer o uso fruto de morar em um lugar que para ele é bom.
    Assim vejo 2 facetas bem distintas:
    Uma de alguém que realmente quer tentar ganhar dinheiro comprando e vendendo apartamentos. Nesse caso a melhor opção seria abrir uma empresa de construção ou comprar terrenos e construir sobre eles com capital próprio maior risco, mas também maiores possibilidades de ganhos. Nesse caso, nem coloco em pauta o know-how, pois acredito que quem esta entrando agora no mercado para comprar um apartamento sem ter reserva de caixa para as chaves saiba tanto de investimentos quanto sabe de construção.
    Uma segunda faceta é daquelas pessoas que compram realmente para morar, ai a coisa complica, pq existem fatores de comprar que não podemos mensurar. Qual o valor que vc pagaria por morar próximo do seu trabalho ou em um apartamento com uma área 15k metros quadrados para corridas? Hoje eu pago mais caro por isso porque dá conforto, mas em 2009 eu não paguei porque o valor final ficava fora do meu orçamento. Da mesma forma que talvez daqui a 5 anos eu me dispusesse a pagar a mais por um apartamento com 3 vagas de vagarem e ao invés de 2.
    De modo geral melhora de vida e o conforto é visto como uma grande conquista por quem quer que seja e as pessoas tendem a querer demonstrar isso seja na compra de um carro novo ou na troca do apartamento. Acredito que enquanto houver a possibilidade de alavancagem os preços dos imóveis vão se manter nesse patamar, quando a fonte secar vão ter que ser corrigidos de uma forma ou outra. Acredito também que o governo deve tentar manter as fontes até as eleições de 2014.

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    • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 11:40

      Você disse:

      “40 itens de lazer (os quais nunca vou usar)”

      e eu afirmo:

      Mas certamente irá PAGAR por eles!

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      • Spina 16 de abril de 2012 at 12:39

        Então, Procurei bastante por um apartamento com a metragem que eu queria na localização que eu queria sem itens de lazer que eu não fosse usar, não achei nenhum. Quanto a pagar por eles, não vejo outra solução uma vez que qq em condomínio vc sempre vai pagar por algo que não usa a questão é se o valor do condomínio vai ou não comprometer a sua renda

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    • Carlos Wagner 16 de abril de 2012 at 11:55

      Spina

      Parece me que, devido a grande chance de voce ou sua mulher serem transferidos, voce está insistindo no erro de comprar apto em cada local que for e ficar preso ao imovel.

      Bom, cada um sabe o que faz, mas pelo seu relato me pareceu que a realização do sonho da casa própria vale qualquer dor de cabeça futura.

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      • Spina 16 de abril de 2012 at 12:47

        Não acredito em uma mudança de endereço tão rápida dessa vez, ambos estamos agora com empregos federais onde a transferência é apenas a pedido.
        Caso ainda fossemos nos mudar, podeira sim ser um péssimo investimento com os atuais valores cobrados.
        E sobre a dor de cabeça, cada um sabe onde o calo aperta, o fato de sempre ter que renegociar lavor de aluguel eu achava um porre

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    • Luiz 16 de abril de 2012 at 12:28

      Spina,

      uma pergunta:
      vc deu sorte ou a compra foi fruto de uma avaliação racional?

      e 2 comentários:
      se vc deu sorte, pode não repetir de novo
      se vc avaliou e deicidiu assim, ensina a gente

      abrxx e felicidades na nova cidade

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      • Spina 16 de abril de 2012 at 13:02

        Cara eu costumo estudar bastante antes de comprar qq coisa desde a minha Tv até o Ap, no primeiro apartamento eu gatei 7 meses de procura, e só fechei o negócio com um apartamento eu coubesse no meu bolso e que eu me sentisse feliz em morar ali.
        Para o segundo foi mais de 1 ano a procura.
        Eu sempre começo comprando os jornais com anúncios dos bairros, Sp tem bastante jornal assim, pra entender os preços. Obvio que em 2009 com a bolha no inicio ficava mais fácil observar uma oportunidade.
        Mas eu acho que o segredo é tem paciência e saber o seu limite.
        Paciência pra comprar vários chips de celular e ir trocando conforme vc não aguenta mais corretor te ligando, recomendo um celular DUAL CHIP. E Também pq durante a sua procura vai vai achar que deixou passar boas oportunidades. Faz parte também.
        O limite tem relação com o custo da oportunidade, antes de começar sua busca estabeleça uma meta e foque nela, quando vc a atinguir fecha o negócio. Pq se não for assim, vc vai sempre querer mais e mais e mais e nunca vai atingir o seu objetivo.
        Por isso que vc deve te-lo muito bem traçado. O meu era um apartamento com X itens que eu quisesse Obvio que acabei comprando um que tinha coisas a mais do que eu queria (não achei 1 com pista de corrida, que eu vou usar muuuuito e sem área teen ou de festa infantil, que agora não vou usar pois não tenho filhos). Se meu objetivo fosse o maior apartamento pelo menor preço, teria comprado outro empreendimento e por assim vai, o problema ´q uando vc não tem algo bem definido e fica procurando uma “oportunidade” ai meu amigo a chance do erro é bem grande.

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        • Luiz 16 de abril de 2012 at 14:54

          é Spina, a sorte favorece os justos.

          Quanto aos milhares de especuladores amadores que compram rápido sem nem ver o quê estão comprando, não diria que eles terão a mesma sorte, principalmente daqui em diante.

          concorda?

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          • Spina 16 de abril de 2012 at 19:47

            Eu sempre acho que se você quer jogar com a sorte deve ir a um cassino, investimento tem pouca coisa de sorte, é muito estudo e paciência. Comprar agora é uma péssima hora, principalmente pq pro segundo semestre e inicio de 2013 vai ter muita entrega de empreendimento, (no Brasil de modo geral) vai ter muito imóvel no mercado e não vão mais ter como negar a lei do mercado, mas acredite, o governo vai tentar liberar ainda mais crédito de alguma forma.
            Eu acredito que ainda tenha gente que consiga ganhar alguma coisa por essa época, mas não arrisco o meu não! tem que saber muito de mercado pra querer entrar agora, eu estou fora.

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  • Douglas 16 de abril de 2012 at 10:50

    Senso Critico é o que falta para Corretores e as demais especies (em extinsao) da construcao civil,

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  • João Miguel 16 de abril de 2012 at 11:07

    Gafisa rompendo o suporte dos 4,00..
    Ainda tão tentando segurar, mas acho que hoje ela belisca os 3,90…

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  • Carlos_ 16 de abril de 2012 at 11:13

    Inadimplência volta a crescer após 3 quedas–Serasa

    RIO DE JANEIRO, 16 Abr (Reuters) – A inadimplência do consumidor brasileiro teve em março a primeira alta mensal deste ano, de 4,9 por cento sobre fevereiro, informou nesta segunda-feira a Serasa Experian.

    Em comparação com o mesmo período do ano passado, a inadimplência cresceu 19,8 por cento, de acordo com comunicado. No trimestre, o índice apontou alta de 18,2 por cento.

    Segundo economistas da Serasa Experian, o aumento da inadimplência no mês passado deve-se a pressões do IPVA e, ainda, de IPTU e material escolar.

    “Os juros elevados também continuam impactando o consumidor mais endividado no cheque especial e no rotativo do cartão de crédito”, segundo comunicado.

    O efeito calendário também contribuiu para a alta do indicador, já que fevereiro teve 19 dias úteis, e março, 22.

    Todas as modalidades da inadimplência apresentaram alta. O segmento não bancário -cartões de crédito, financeiras e outros- teve 6,9 por cento mais pagamentos não honrados, enquanto os cheques sem fundo cresceram 18 por cento.

    As dívidas com os bancos e os títulos protestados contribuíram com 0,1 e 0,3 por cento.

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    • Carlos_ 16 de abril de 2012 at 11:15

      Isso comparando com fevereiro. Se compararmos com março do ano passado, aumento de 20%:

      16/04/2012 – 10h46
      Inadimplência do consumidor tem alta de 19,8% em março, diz Serasa
      Do UOL, em São Paulo

      COMENTE
      A inadimplência dos consumidores teve alta de 19,8% em março na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Inadimplência do Consumidor, divulgado nesta segunda-feira (16). Na comparação com fevereiro, a alta foi de 4,9%, a primeira alta após três quedas consecutivas na análise mensal.

      De acordo com os economistas da Serasa Experian, o aumento da inadimplência em março cumpriu a sazonalidade porque é um período em que o consumidor acabou de pagar o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e ainda tem pressões do IPTU (Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana) e dos gastos escolares sobre o orçamento. “Os juros elevados também continuam impactando o consumidor mais endividado no cheque especial e no rotativo do cartão de crédito”, disseram.

      Além disso, eles ressaltam que é preciso considerar que devido ao feriado de Carnaval, o mês de fevereiro teve 19 dias úteis, contra 22 dias úteis em março. “Esse efeito calendário também se reflete neste aumento do indicador da inadimplência em março”, afirmaram os economistas.

      Decomposição
      Na decomposição do indicador, todas as modalidades da inadimplência apresentaram alta. Entretanto, a inadimplência não bancária (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) e os cheques sem fundos foram os principais responsáveis pelo crescimento do índice, com variação de 6,9% e 18,0% e contribuição de 2,7% e 1,7%, respectivamente.

      As dívidas com os bancos e os títulos protestados contribuíram com 0,1% e 0,3%, na mesma ordem.

      0
  • Pablo 16 de abril de 2012 at 11:16

    Soman-se às palavras os fatos:

    http://revista.construcaomercado.com.br/negocios-incorporacao-construcao/129/distratos-aumentam-entenda-como-isso-afeta-o-mercado-e-254976-1.asp

    Já existe site especifico de repasse de automóveis, logo teremos de apartamentos!

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  • Luiz 16 de abril de 2012 at 11:26

    bom dia colegas, final de semana sem cirilo é bem melhor não

    este fim dei uma olhada em alguns preços de imóveis e pude constatar, diferente da matemática do Peterson, a febre dos imóveis já passou do auge.

    Casinhas feias da periferia que eram postas a venda por corretores a meio milhão, as mesmas estão todas abaixo de 300k, e custa a vender.

    E só pra não variar
    GFSA3 3,99 -0,50

    1 ação da GFA = caixa de Bis na loja do 1real

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    • GB 16 de abril de 2012 at 11:39

      Parece-me que o oba-oba misturado com a festa do caqui e com a migração das sardinhas está acabando e bem antes da Copa, para desespero dos ‘”especialistas”, tarólogos e esotéricos de plantão.

      O engraçado é ver os preços caindo e tudo ainda mantendo-se no maior e mais absoluto “encalhamento”, quem compra para morar sabe dar valor ao seu suado $$$ e não quer ficar a vida inteira pagando por isso só para um especulador ter seu lucro e comprar o seu Jonnie Walker de toda noite.

      ProprieTrouxas ligando para os corretores perguntando porque não vende se o mercado está assim “tão aquecido” também deve ser uma coisa bem legal, acho que nem eles acreditam mais nisso.

      E essas medidas anti-Cirilo funcionaram mesmo.

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      • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 11:44

        Mc Donald’s fazendo promoção (desconto) no Quaterão: de R$ 6,00 por R$ 5,00.

        Faz 2 anos que eu boicoto os preços altos desse fast-food e não será agora que vou recomeçar a comer lá, mas parece que mais gente está deixando de comprar os sanduíches bolhudos deles e estão começando a se render à força das implacáveis leis do mercado.

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        • Laranja 16 de abril de 2012 at 11:52

          Aqui tô contigo, boicoto. No exterior não, eu como… porque o preço é melhor que no Brasil.

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          • Luiz 16 de abril de 2012 at 12:13

            a salada do macdonalds da frança vem pedaços enormes de camarão e é mais barato.

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        • aiwww 16 de abril de 2012 at 12:02

          Aqui na maior empresa do país é comum as pessoas trazerem comida de casa. Outro dia comi bacalhau num restaurante com quatro pessoas e pagamos R$450,00. Um mês depois comprei dois quilos de bacalhau de primeira qualidade (sem sal) e paguei R$100,00. Comer na rua virou consumo de luxo.

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          • Luiz 16 de abril de 2012 at 12:12

            cara bacalhau que vem pro BR é o resto do lixo

            comi bacalhau fresco na espanha. É outra coisa

            NUNCA MAIS vou comprar ou comer bacalhau no BR e em portugal dependendo do tipo também não é grande coisa.

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    • xangai 16 de abril de 2012 at 11:45

      po Luiz … achei que vc tava no cativeiro com o MRK e o BOLHA ( que ta sumido ainda )

      sumario dos hot posts final de semana … “Swimming naked in Brazil’s bubbly waters”
      ht t p: // http://www.telegraph.co.uk/finance/comment/ambroseevans_pritchard/9205775/Swimming-naked-in-Brazils-bubbly-waters.html

      0
    • Luiz 16 de abril de 2012 at 12:14

      pelo titulo merece a capa

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    • Thiago 16 de abril de 2012 at 12:43

      Ahahahahahaa

      Cadê o pessoal dizendo que no Brasil isso não existia, que não tinha subprime?!

      500% de aumento só

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    • Carlos_ 16 de abril de 2012 at 12:52

      E depois vem o “reitor da universidade SECOVI” dizer que não existe isso no Brasil.

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    • Dan 16 de abril de 2012 at 16:45

      Capa bolha! Não pense duas vezes!

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  • GB 16 de abril de 2012 at 11:42

    Tá encalhado, desiste e joga tudo pro ar. ha ha ha ha ha ha

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  • Ze Bom Dirolo 16 de abril de 2012 at 11:45

    O que está por trás do crescimento lento do Brasil?

    Por MARY ANASTSIA O’GRADY
    Junto com a Rússia, a Índia e a China, o Brasil deveria ser um dos tigres econômicos do século 21. Então como é que cresceu meros 2,7% ano passado?

    A presidente Dilma Rousseff gostaria que você acreditasse que isso é por causa da política de juros baixos do Federal Reserve, o banco central americano, que está diminuindo a competitividade do país e “prejudicando o crescimento”. Ela chegou a afirmar isso numa visita a Washington semana passada e numa viagem no fim de semana à Cúpula das Américas, em Cartagena, Colômbia.

    A presidente Dilma Rousseff, durante visita a Washington
    .A acusação não é nova. O Brasil tem reclamado há algum tempo sobre a política monetária de dinheiro fácil de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, o banco central americano. O ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, é apontado como o criador do termo “guerra cambial” para descrever a vantagem exportadora obtida por um país que desvaloriza sua própria moeda.

    Certamente, a “flexibilização quantitativa” do Fed e uma política de juro quase zero signficam que há muitos dólares em busca de melhores retornos nos mercados de energia. Isso alimentou uma corrida em direção ao Brasil, em cuja costa abundantes reservas de petróleo foram descobertas e, em contraste com as reservas dos EUA, têm sido alvo de exploração. Ao contrário do México, o Brasil está permitindo que as empresas estrangeiras a façam parte do processo. Na agricultura também, o Brasil tem usado a mais alta tecnologia disponível para se tornar um produtor de classe mundial numa época em que os preços dos alimentos disparam.

    Quando os investidores apostam pesado em ativos brasileiros lucrativos, a cotação do real sobe. Então a presidente está certa em afirmar que “Ben helicóptero” está cumprindo um papel crucial para a economia brasileira. Os investidores também têm o direito de temer um investimento profundamente ligado às commodities e muito dependente da política de crédito barato do Fed.

    Uma bolha pode estar se formando. E ela pode estourar se a produção brasileira não for lucrativa a preços menores.

    Mas a moeda forte torna o Brasil mais rico, algo que a presidente deveria estar comemorando. Então por que ela está lamentando isso? A resposta está no poder político da indústria doméstica.

    Imagine o que aconteceria se os políticos permitissem a valorização do real. Enquanto os dólares fluiriam para o país e seriam usados para comprar reais, a cotação da moeda brasileira subiria. O real mais forte daria ao Brasil mais poder de compra no mundo para modernizar suas instalações produtivas, o que aumentaria a produtividade e, por consequência, a competitividade.

    Isso seria um processo de criação de riquezas. Mas as autoridades responsáveis pelo planejamento central brasileiro têm outras ideias. Elas sempre viram o país como um gigante manufatureiro, e o governo há muito tempo subsidia os produtores domésticos – pense na teoria da manufatura ainda na infância – e os protegeu da concorrência internacional. Isso era fácil quando a moeda estava desvalorizada. Os brasileiros não tinham como comprar importados e as exportações do país eram mais atraentes para os estrangeiros.

    Hoje em dia o real forte está expondo as fraquezas da indústria brasileira, que mesmo antes do boom de Bernanke já estava encolhendo em termos de importância econômica. Segundo o economista brasileiro Raul Velloso, a participação da indústria no PIB brasileiro agora é metade do que era no fim dos anos 80. Um total de 65% da economia é ligado agora a serviços, setor que emprega quatro vezes mais brasileiros que o manufatureiro.

    Mesmo assim, a indústria brasileira continua sendo politicamente poderosa e está pressionando Brasília a impedir a valorização do real. Para fazer isso, o banco central precisa comprar parte desse fluxo de dólares para o país, imprimindo reais e emitindo novos títulos de dívida para tirar esses reais de circulação para que não gerem inflação. O Banco Central do Brasil têm agora mais de US$ 400 bilhões em reservas em dólar e a emissão de títulos de dívida têm impulsionado os juros do país.

    O juro mais alto atrai mais investidores em reais em busca de rendimento maior. Então em vez de desvalorizar a moeda, a intervenção do BC a torna ainda mais forte. Os juros mais altos também tornam mais caro manter as reservas internacionais. Outro problema é que os investidores provavelmente preferem aplicar em títulos de dívida soberana brasileira do que em investimentos que aumentem a capacidade produtiva.

    O governo também está devorando a poupança necessária para garantir uma taxa de investimento sadia, ao impulsionar o consumo de várias maneiras. E esse estímulo ao consumo, como a expansão de crédito subsidiado do BNDES, é perigoso.

    À medida que a demanda se aquece, a baixa taxa de investimento em relação ao PIB do Brasil, de 18% (contra 50% NA China) significa que importações são necessárias. O protecionismo bloqueia as importações e os preços de bens comercializáveis sobem. Os preços dos serviços, que não são importados, também sobem.

    Um consumo maior sem a correspondente capacidade de produção provoca inflação, elevando os custos salariais para os fabricantes nacionais que o governo deveria estar ajudando. O banco central tem de contar com altas taxas de juros para controlar a situação. O crescimento sofre.

    O caminho para sair desta armadilha é abraçar o real forte e as vantagens comparativas do país em serviços e commodities. Permitir que o setor manufatureiro, planejado centralmente, seja reestruturado não será um processo indolor. Mas é melhor fazer isso agora, junto com reformas pró-crescimento nas leis tributárias e regulação, do que esperar uma crise inevitável.

    ttp://online.wsj.com/article/SB10001424052702304432704577347641853561930.html

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    • Anonymous 16 de abril de 2012 at 12:27

      Quem conhece um mínimo de Banânia, sabe que ela vai “esperar uma crise inevitável”

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    • Carlos_ 16 de abril de 2012 at 12:51

      Finalmente alguem fala o obvio: “abraçar o real forte e as vantagens comparativas do país em serviços e commodities. ”

      Todos os grandes exportadores mundiais sempre tiveram a sua moeda forte. A única excessão é a china, mas a china é excessão em tudo.

      O Brasil teve sua moeda fraca durante todo o século XX, e isso não fez de nós exportadores relevantes.

      Só aqui mesmo você encontra torcida para a queda do real entre a opinião pública. O único efeito da queda do real é nos deixar mais pobres. Hoje somos pobres aqui e ricos no resto do mundo. Com o real desvalorizado seremos pobres em todo o planeta. Meia dúzia de grandes exportadores vão ficar ainda mais ricos. Para nós ficará apenas a inflação.

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      • Luiz 16 de abril de 2012 at 14:50

        errado Carlos, o real sempre foi uma moeda sobrevalorizada no seculo XX

        tanto é que houve a maxi de 1998, como é q vc eskeceu disso?

        quanto ao dinheiro nacional, curzeiros, cruzados, etc… alternou momentos de sobrevalorização com subvalorização.

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        • peterson 16 de abril de 2012 at 17:49

          também não acho vantajoso para o país ter sua moeda desvalorizada…. o que deveria baixar neste país é o lucro e os impostos….

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    • Vinicius Lima 16 de abril de 2012 at 16:40

      Sensacional e altamente esclarecedor!!!!

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    • Charles 16 de abril de 2012 at 17:22

      Minha pergunta é:

      Por que fazer o “errado” se o “certo” é tão óbvio?

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  • Vinícius 16 de abril de 2012 at 11:49

    Quem tem dinheiro na mão deveria viarar Rei num momento de inadimplência alta. Mas ainda não substituíram o modelo de financiamento do consumo. Descontos para quem quer pagar a vista ainda são raros ou muito magros.

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  • Luiz 16 de abril de 2012 at 12:08

    No UOL:

    EconomiaGeração de emprego é a pior para março em três anos, diz pesquisa

    Inadimplência do consumidor sobe 19,8%

    apenas 1 comentário: Ploc

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    • Ploc 16 de abril de 2012 at 12:21

      “Criação de emprego formal cresce 20,5% em março, mostra Caged”

      http://www.valor.com.br/brasil/2617596/criacao-de-emprego-formal-cresce-205-em-marco-mostra-caged

      Será que é o mesmo país?

      ps: o meu post saiu no lugar errado

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      • peterson 16 de abril de 2012 at 17:47

        é o mesmo dado, ambas as análises estão corretas, como eu disse NÃO ESTAMOS EM RECESSÃO, não estamos no declinio, não estamos perdendo terreno no mundo, o país continua seu processo inevitável de crescimento, a questão é a velocidade da morosidade do sistema politico brasileiro…

        0
  • RAL 16 de abril de 2012 at 12:14

    Vamos acompanhar os Leilões da CEF e teremos um bom termometro da atual situação

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  • Ploc 16 de abril de 2012 at 12:20

    “Criação de emprego formal cresce 20,5% em março, mostra Caged”

    http://www.valor.com.br/brasil/2617596/criacao-de-emprego-formal-cresce-205-em-marco-mostra-caged

    Será que é o mesmo país?

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    • Luiz 16 de abril de 2012 at 14:47

      ess alta eles conseguiram achar comparando com fevereiro quando demitem os temporários de verão.

      sem considerar o efeito sazonal é só mais uma mateMAGICA da estatistica

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  • Anonymous 16 de abril de 2012 at 12:22

    Estouro da Bolha Imobiliária a caminho, a maxi-desvalorização do Real também aumentou o passo.

    Geração de emprego é a pior para março desde 2009
    www1 . folha . uol . com . br/poder/1076681-geracao-de-emprego-e-a-pior-para-marco-desde-2009-diz-caged . shtml

    Em relação ao mês anterior, houve redução de 25,79% no número de vagas criadas …

    Na comparação com o primeiro trimestre de 2011 (quando foram criadas 583.886 vagas), houve queda de 24,2% …

    A indústria de transformação foi o setor que teve um dos piores resultados do mês, com fechamento de 5.048 vagas com carteira assinada …

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  • Ploc 16 de abril de 2012 at 12:27

    Será impressão minha ou “CASAS BAHIA sem entrada mas NO CARNÊ” é uma tentaiva de pegar o cara já com dívida no cartão?
    E que tal 18X sem juros?

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  • alexny68 16 de abril de 2012 at 12:39

    Exemplo de insanidade….olha este cara achando que a casa dele eh um otimo investimento por 650 mil!!!

    http:// ww w.100porcentoimoveis.imb.br/st3/imoveis/detalhes.cfm?urlcode=64EbYqxNgZ11bqgd4CIbYgdfbxg7dUbqg9o7t8UC8m4U1bZIg8t4oIZI8Z8C4oZUI2bm4gUC8m42bLVpjwL

    Comico!!

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    • João Paulo (Contagem-MG) 16 de abril de 2012 at 13:44

      E foda, o cara tem o que parece ser um TIPO dentro da garagem e me cobra 650 mil em uma casa, o cara nunca deve ter visto, nem tão pouco investido 1/3 disso na casa e fica nisso, achando que dinheiro da em arvore, Brazil não se leva a serio.

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      • Charles 16 de abril de 2012 at 13:58

        Exatamente!

        Num outro post mencionei um barraco a venda por 220 mil e pelas fotos dava pra ver que o carro na garagem era um chevette 83 caindo aos pedaços.

        Chamaram me de preconceituoso, mas essa não era a conotação que eu queria dar e sim a insanidade em precificar as coisas no Brasil.

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        • RosinhA 16 de abril de 2012 at 14:29

          O Tipo deve ser do corretor que com medo roubo e como não pode pagar seguro colocou dentro da garagem e ainda está com placa de vende-se por sinal.

          Mas vejo de outra maneira tem muito carro importado em barracos caindo os pedaços, até Hilux em garagem de 4m de extensão com a traseira para fora já vi, isso sim está errado, carro não era para valer nada perante imóvel, como pode pelo valor de 3 Civics compra-se ap semi-imobiliado em lugar até que bom em minha cidade.

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          • Piaui 16 de abril de 2012 at 14:41

            Brasileiro gosta de status fútil. Simplesmente para parecer “rico” onde ninguém o conhece(engarrafamentos).

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          • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 14:48

            e o cara tinha uma moto, mas deve ter vendido e só ficou o capacete… quem sabe a dívida também

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        • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 14:54

          COnheço bem BC, morei lá quase 2 anos, e o bairro onde fica essa casa dele é perto do campo de futebol, longe pra caramba do mar e onde as casas se valem mais de R$ 150 K devem ter sido pintadas a ouro. Vai entender

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      • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 14:45

        Clica em álbum de Fotos e você vai ver ele e o carro, tem até a placa, que está a venda também. A casa não vale nem R$ 250 K mas alguém deve ter dito para ele que vale aquilo tudo porque por ali passa o caminhão da Coca Cola 😀

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    • Eduardo 16 de abril de 2012 at 15:04

      Você tá de brincadeira né???

      Já que é para dar risada dou estes exemplos:

      site: http://w ww.casarao.com/

      Clica no canto direito “encontre seu imóvel”, depois marque opção “comprar” e digite os códigos 7859, 8859 e 7217, divirtam-se….

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      • Laranja 16 de abril de 2012 at 15:50

        Gostei muito da 7859, vou comprar, e alugar por R$ 600. (Ver código 16789 – alugar).

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        • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 16:14

          se vc conseguir alugar por R$ 600 lhe darei um salgado que vou comprar do Cirilo

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  • Anonymous 16 de abril de 2012 at 13:19

    Economia recua 0,23% em fevereiro, segundo prévia do PIB

    www1 . folha . uol . com . br/poder/1076621-economia-recua-023-em-fevereiro-segundo-previa-do-pib . shtml

    “Lá, lá, lá, lá… Agora é hora / Da Bolha Estourar / Vamos chorar e lamentar / Do mundo não se leva nada / Vamos chorar e lamentar / Lá, lá, lá, lá… RECESSÃO vem ai …”.

    Adaptado do original: “Lá, lá, lá, lá… Agora é hora / De Alegria / Vamos sorrir e cantar / Do mundo não se leva nada / Vamos sorrir e cantar/ Lá, lá, lá, lá… Silvio Santos vem aí …”.

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  • Pablo 16 de abril de 2012 at 13:45

    alexny68!
    Se a data das fotos está correta, está encalhado a 14 meses!

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    • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 16:15

      mas passa o caminhão da Coca Cola na porta…

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  • b1transportes 16 de abril de 2012 at 14:06

    Gráficas a todo o vapor.
    Tenho um cliente que está cheio de serviços.
    Não sei dizer o conteúdo, alguem pode imaginar?

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    • RosinhA 16 de abril de 2012 at 14:32

      Anúncios de imóveis, carros, bacalhau e ovo de páscoa.

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    • danilo 16 de abril de 2012 at 14:49

      eleiçoes

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    • Laranja 16 de abril de 2012 at 14:50

      santinhos, folders, cartazes… para sujar nossas cidades com caras feias e falsas promessas!

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    • Rico 16 de abril de 2012 at 14:51

      Campanha eleitoral.

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      • LAM 17 de abril de 2012 at 02:35

        Hit the pot!!!

        0
  • Ricardo 16 de abril de 2012 at 14:57

    Calote recorde expõe ‘bolha’ em veículos
    Valor Econômico – 16/04/2012

    Felipe Marques | De São Paulo

    Na escalada do calote no crédito de veículos, a culpa sobra até para a avó. A doença da matriarca da família – e o gasto salgado com o remédio – foi a justificativa para um cliente da concessionária Amazon, em São Paulo, deixar de pagar a prestação do carro. A dívida era distribuída no folgado prazo de sessenta meses.

    O caso da avó doente está longe de ser a exceção no financiamento de veículos. São histórias como essa que sustentam o patamar histórico em que se encontra a inadimplência do financiamento para veículos da pessoa física. A taxa chegou a 5,5% em fevereiro (último dado divulgado), maior percentual registrado desde que o Banco Central começou a medir o dado, em 2000.

    A inadimplência em alta, que desde janeiro de 2011 ganhou cerca de três pontos percentuais, serviu de partida para mudar a forma como é concedido financiamento para carros e motos pelos bancos de varejo. Entre as mudanças, prazos diminuíram, valor da entrada subiu e instituições ficaram mais seletivas – com os maiores participantes do segmento, Itaú e BV Financeira, reduzindo significativamente o ritmo de atividade.

    A alta do calote expôs problemas na qualidade dos empréstimos, levando analistas de crédito ouvidos pelo Valor a questionar se a subida da inadimplência não é produto de uma bolha de crédito que se formou no mercado, com a explosão dos empréstimos entre 2008 e 2010.

    Altamente dependente do mercado interno, a indústria automobilística já sentiu a queda de 10,9% nos volumes de produção no primeiro trimestre. O quadro começa a levar executivos do setor a reavaliar as projeções que inicialmente indicavam expansão de 4% a 5% nas vendas domésticas em 2012. “O mercado continuou ruim em abril e deve seguir assim no semestre, o que indica que não teremos crescimento este ano”, diz o presidente da JAC Motors, Sérgio Habib.

    No novo cenário, os bancos estão cada vez mais seletivos. A dificuldade na obtenção de crédito fez a venda a prazo cair de 85% do total no final de 2011 para 78%, no primeiro trimestre deste ano, segundo a Federação Nacional de Veículos Automotores (Fenabrave). “Em 2010, de cada dez fichas com pedidos de financiamento, os bancos aprovavam sete. Hoje a média não passa de quatro ou cinco”, diz o novo presidente da entidade, Flávio Meneghetti. Para ele, o nível de inadimplência só deverá diminuir a partir do segundo semestre, “quando o orçamento das família endividadas deverá começar a recuperar o fôlego”.

    No maior participante da modalidade, o Itaú, o crédito para veículos estancou, fechando 2011 com R$ 60,1 bilhões de saldo, mesmo valor registrado um ano antes. Já a BV Financeira, que passa por reformulação nas mãos do Banco do Brasil, praticamente abandonou o mercado, elevando as taxas para novos empréstimos.

    “Os bancos, em especial o Itaú, não estão aprovando mais crédito para profissionais liberais, a não ser em caso de possuírem histórico muito positivo com a instituição”, diz Marcelo Jallas, da concessionária Amazon, grupo com lojas das marcas Fiat e Volkswagen, em São Paulo. “Por outro lado, dependendo da ficha do cliente, o crédito sai em um minuto”, completa Marcos Leite, gerente da loja Volks.

    A seletividade também aparece na mudança dos prazos e tamanho da entrada. Na tentativa de aquecer as vendas na faixa de clientes que conseguem aprovação de crédito rapidamente, os bancos de montadoras começaram a oferecer planos com taxas mais baixas. A estratégia se concentra nos veículos mais afetados por lançamentos de marcas concorrentes. Há poucos dias, o Banco Volkswagen lançou o financiamento do Crossfox em 18 meses, com 60% de entrada e sem taxa de juros.

    Na concessionária da Volkswagen Germânica, em Campinas, Evandro Garms conta que os financiamentos de 60 meses sem entrada, que correspondiam a 40% do total feito pela casa há cerca de um ano e meio, hoje ficam entre 5% e 10%.

    “O crédito para veículos estava provavelmente caminhando para uma bolha”, diz o economista Wermeson França, da LCA Consultores. Ele cita incentivos para aquisição de veículos, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 2008, que levaram à ampliação dos prazos de financiamento.

    Mas o cenário do crédito mudou quando, em dezembro de 2010, o Banco Central anunciou as chamadas medidas macroprudenciais, que aumentaram a exigência de capital dos bancos para financiamentos de longo prazo. A economista Mariana Oliveira, da Tendências Consultoria, diz que, enquanto a justificativa oficial do BC era esfriar a demanda e controlar a inflação, em sua opinião houve uma tentativa de encurtar os prazos das operações de crédito “que cresciam em ritmo rápido”.

    Para ela, as medidas também criaram empréstimos de menor prazo e com juros maiores, que contribuíram para o avanço da inadimplência. Mesmo porque as medidas do BC coincidiram com aumento na competição no mercado de automóveis, com a chegada de modelos chineses.

    A suspensão parcial das medidas do BC, em dezembro de 2011, o aumento do salário mínimo e o mercado de trabalho aquecido devem contribuir para a redução gradual da inadimplência ao longo de 2012. Porém, Oliveira acredita que a taxa pode encerrar o ano acima da média histórica.

    “Acreditamos que a taxa vai se estabilizar e depois cair. A dificuldade é dizer quando, já que 2011 foi um ano atípico, o que nos deixou sem base histórica para a previsão”, diz Décio Carbonari, presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef).

    Apesar da revisão das medidas macroprudenciais, as regras de Basileia 3, que exigirão mais capital dos bancos, podem manter os grandes bancos de varejo longe dos financiamentos de veículos. É o que acredita Celso Grisi, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP. “Os bancos de montadoras terão que suportar esse mercado”, diz. Para ele, o segmento viveu, sim, uma bolha antes de 2011.

    Mas alguns bancos de varejo também começam a ensaiar papel mais ativo no segmento, caso do Santander e do PanAmericano. Mesmo assim, o Santander escreveu em seu relatório anual que fez “correções de rota” no crédito de veículos com “políticas mais conservadoras e medidas de segurança na gestão de crédito”. Procurados, Itaú, Banco do Brasil, Banco Votorantim, Bradesco, Santander e PanAmericano não comentaram a política de crédito para veículos. (Colaborou Marli Olmos)

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    • Luiz 16 de abril de 2012 at 15:02

      ressalto esta parte:

      “inadimplência histórica”
      “maior índice apurado desde 2000 quando iniciaram a medição”

      “Primeiro será o carro, depois a casa” (profecia do blog)

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  • Luiz 16 de abril de 2012 at 15:00

    Noticia da tarde:

    Caixa de bis ultrapassa GFA em 1 centavo
    GFSA3 3,98 -0,75

    a ovelha negra da familia, todas as outras estável ou subindo hoje

    0
    • Luiz 16 de abril de 2012 at 15:29

      GFSA3 3.99 -0.5%

      caixa de bis volta a empatar

      é um duelo de titãs, só falta a narração do galvão bueno

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      • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 16:29

        em breve na faixa de preços das balas Juquinha 😀

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  • Leonardo 16 de abril de 2012 at 15:14

    Eu não fico feliz com isso. Mas a coisa tá indo pro vinagre, hein?

    www . estadao.com.br/noticias/impresso,brasileiros-estao-proximos-do-limite-de-endividamento-,861611,0.htm

    0
  • JIBS 16 de abril de 2012 at 15:31

    bom, nao tem muito a ver, mas a dilma vai ter que posicionar-se junto a turma de chavez ou junto a UE. Por enquanto se aguarda bateria de medidas da UE contra argentina e bloqueio imediato de tudos os acordos com mercosul

    Realmente fica dificil prever se irá contaminar ecnomica-politicamente ao brasil de algum modo.

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    • Leonardo 16 de abril de 2012 at 15:39

      Na política externa, Dilma tá profundamente alinhada com o Mercosul. Não se espere outra coisa. Não sei se a situação nas Malvinas vai degringolar. Acho que não tão cedo, a Cristina Kirchner foi ignorada na Cúpula das Américas quando tentou falar das Malvinas (ou Falklands).

      E a Europa não vai sair boicotando todo mundo agora que estão em crise. O endividamento lá tá absurdo e só não contaminou França e Alemanha (além da Inglaterra, que não adotou o Euro). Mas as economias dos países estão estagnadas por conta da crise no restante dos países europeus.

      0
  • Elias 16 de abril de 2012 at 16:07

    Notícia importante pessoal!

    O bicho vai pegar ainda esse ano, no segundo semestre, quando chegam as entregas e as empresas esperam gerar caixa.

    Mercado espera reviravolta no desempenho
    Autor(es): Por Chiara Quintão | De São Paulo
    Valor Econômico – 16/04/2012

    Depois de entregar resultados abaixo de estimativas numa temporada de balanços que trouxe problemas como novos estouros de orçamento, o setor de incorporação tem uma ano de provações pela frente. Em 2012, será preciso recuperar a parcela da confiança dos investidores abalada com as surpresas negativas dos resultados do quarto trimestre do ano passado divulgados recentemente.
    (…)

    O setor espera uma melhora das margens à medida que esses projetos menos rentáveis forem entregues. E parcela expressiva desses empreendimentos ficará pronta em 2012.
    (…)

    A maioria do setor espera gerar caixa operacional neste ano em função dessas entregas, da expectativa de repasses dos clientes para os bancos e de o crescimento ter deixado de ser prioridade. “Nos nossos modelos, trabalhamos com geração de caixa no segundo semestre para a maioria das empresas e melhora de margens ao longo do ano”, afirma Rocha.

    h ttps://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/4/16/mercado-espera-reviravolta-no-desempenho

    Quero ver! Está chegando a hora da verdade…

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    • GB 16 de abril de 2012 at 16:52

      Mas a gente nem sabe se os bancos vão querer pegar esses financiamentos, já pensou que loucura, eu ouvi façar que eles não querem os clentes da Tenda.

      E nem sabemos se os investidores vão querer pegar as chaves, pois não vão querer ficar com o negócio mais parado que já está e ainda pagar condomínio.

      E tem aquele velho problema da construtora dar 30% de desconto e inviabilzar a venda feita por particulares por preços bolhudos.

      Esse 2º semestre promete.

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  • simone 16 de abril de 2012 at 16:23

    Alugo apartamento para pessoas exigentes na Atlantica R$16.000/mes
    Imobiliária
    Publicado: 16/09/2011 em Alugar Casas – Apartamentos Copacabana › Rio de Janeiro – capital | >> Daviteixe
    Fale com o Anunciante
    ou
    91728518

    ID 38535737
    Descrição
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    Edificio Chopin (Ballada) andar alto, lateral, vista Copacabana Palace (Pérgula, piscina), linda vista praia do Leme, indevassável, sol da manhã
    300m²
    salão (70m² aprox.) + sala contígua + banh. social com box blindex + suíte master com belíssimo espelho de decoração e banheiro com box blindex e banheira + 1 quarto amplo (original 3 quartos, pode ser reconvertido) + ampla cozinha + ampla área de serviço + 2 dependências de empregada (1 transformada em despensa)
    2 apartamentos por andar, documentação ok
    2 vagas de garagem (1 na escritura e 1 na convenção do condomínio)
    piso em parquet paulista (excelente conservação)
    móveis fixos (armários), aparelhos de ar condicionado e splits permanecem
    segurança total CFTV interno e periférico
    imóvel impecável

    R$1.680,00 condomínio
    R$4.600,00/anual IPTU

    Falar do Chopin é falar das mais concorridas e disputadas festas de reveillon do Rio de Janeiro. O condomínio, que não possui salão de festas, chega a registrar a cada dia 31 de dezembro, acreditem, mais de 3.000 (três mil) não-moradores entre convidados, garçons e seguranças nas várias celebrações de virada de ano.
    É lá que a aristocracia carioca, os globais ou os pretendentes a globais, os famosos e poderosos, as new-celebrities, os ricos e os novos ricos, as socialites de carteirinha, os políticos se encontram no dia 31 de dezembro, para celebrar o Ano Novo.
    O Chopin é tão conhecido no Rio de Janeiro, que há uma lenda urbana que diz que basta escrever seu nome no envelope (sem endereço mesmo) para a carta chegar sã e salva ao destinatário. Só pra quem pode, não acham?
    As grandes vantagens de se morar no Chopin são, além da visão para o marzão de Copacabana, vista eterna para a Pérgula e piscina mais famosa do Brasil: a do Hotel Copacabana Palace.
    Aliás, sobre o tradicional hotel carioca, graças a um acordo de cavalheiros, todos os moradores do Chopin têm direito a usufruir dos serviços e dependências do hotel como clube e playground, desde que paguem uma taxa anual. Assim, além de poderem usar a piscina e a fantástica quadra de tênis que fica em cima do teatro, os “sócios” ainda penduram as contas para o fim do mês nos suntuosos restaurantes Cipriani e Pérgula, no badalado Bar do Copa, no tranquilo Piano Bar, no sofisticado Copacabana Palace Spa e no exclusivo salão de cabelereiro Care Palace.

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    • aiwww 16 de abril de 2012 at 16:39

      Se vier com uma “bed care” eu pago! 🙂 … produto típico de copa e simples de fornecer …

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    • GB 16 de abril de 2012 at 16:57

      “Alugo apartamento para pessoas fúteis e esnobes”, isso sim, kkkkkkkkkkkkk.

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    • self 16 de abril de 2012 at 17:01

      Não tem Varanda Gourmet? Não quero, pô!

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    • Paulo 16 de abril de 2012 at 17:08

      Fico pensando… no rio o IPTU é de 1,2%, se o iptu do tal apto é 4600, o valor venal do apto seria de R$ 390k….
      o aluguel sendo de R$ 16k, imaginamos que o proprietário queria um rendimento de 0,6%, então para ele o apto vale R$ 2.600k

      já imaginaram se a prefeitura resolve entrar nessa festa (e eu se fosse a prefeitura entraria) e falasse: não vai recolher IPTU sobre R$390k, vai recolher sobre R$2.600k….. isso daria uma diferença de IPTU por ano de R$ 26,5k por ano!!!!!

      se as prefeituras resolvem fazer isso acabam rapidinho com essa bolha….hehe

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  • simone 16 de abril de 2012 at 16:24

    16 MIL O MES ………………………………

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    • Luiz 16 de abril de 2012 at 17:36

      comprar p alugar seria
      péssimo investimento

      renda de 0,2%
      +zero de valorização, pq o local já está no auge da valorização,
      até corre o rsico de depreciar

      e para o meu gosto pessoal, de um mal gosto danado ficar vendo a piscina dos outros, deus me livre 3 mil pessaos se aglomerando na festa de ano novo, isso é coisa de jeca, nem Mazaropi com 100 anos de idade iria gostar

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  • GB 16 de abril de 2012 at 16:26

    Sinal dos novos tempos: alguns imóveis um pouco mais baratos no jornal de domingo e o proprietário fez questão de colocar no anúncio que os valores estão abaixo do mercado, meio óbvio, mas bem legal.

    Esse é do tipo que quer mesmo vender, mas tem que baixar mais um pouco ainda.

    Outra coisa que eu vi e essa foi meio sinistra: um anúncio bonito, de particular, colorido, grande, com foto do prédio cuja previsão de entrega será em 12/2013, pedindo os R$ 160k que ele pagou e transferindo dívida.

    Fico imaginando quanto ele não gastou nessa anúncio e é legal pensar que ele não quer receber nada de ágio, embora duvide que ele tenha mesmo pago tudo isso, mas acho que esse está ferrado, isso só mostra o desespero dele.

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  • RAL 16 de abril de 2012 at 16:48

    Li em alguns comentários anteriores, a expressão : Precificação, de fato a questão da precificação no Brasil está totalmente fora da normalidade vamos a um exemplo do cafézinho :

    Bar comum : 1,00
    Padaria boa : 1,50
    Padaria elite : 1,90
    Franquia : 2,50
    Franquia : 3,00
    Kopenhagen : 6,00

    Café do Ponto 500G média de : 5,00 o pacotinho

    Gente isto está certo R$ 6,00 um cafézinho e ainda tem fila para comprar ?????
    Não é questão de ter dinheiro é questão de ter Bom senso

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  • GB 16 de abril de 2012 at 17:05

    GArdenalFISA a R$ 3,97 – 1,00%, acho que acabou o fôlego da Diretoria deles, daqui a pouc poderemos ocmprar suas ações em lojas de R$ 1,99.

    “Use GArdenalFISA e seus especuladores ficarão calminhos, calminhos.”, eu sei, eu tenho 2 numa gaiolinha aqui em casa.

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  • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 17:06

    30/03/2012 – 09h58
    Marcas de luxo vendem sapatos, joias e até iates a prestação
    Aiana Freitas
    Do UOL, em São Paulo

    O hábito do brasileiro de parcelar suas compras está na mira das grifes que luxo que atuam no país. Atualmente é possível dividir o pagamento de produtos dos mais variados, de sapatos de luxo a iates.

    A financeira da fabricante de motocicletas Harley-Davidson chegou ao Brasil no fim de 2011. Por meio de uma parceria com o Bradesco, oferece parcelamentos em até 48 vezes e juros de 1,45% ao mês. As motos da coleção 2012 da marca têm preços que variam de R$ 33.100 a R$ 104.900.

    Grifes de moda, como Ermenegildo Zegna e Marc Jacobs, também já vendem seus produtos parcelados em até seis vezes no cartão de crédito.

    A joalheria Tiffany igualmente se adaptou ao jeito brasileiro de comprar -as lojas brasileiras da marca são as únicas no mundo que fazem parcelamentos. Nelas, é possível comprar as peças da marca em até dez vezes no cartão de crédito, contanto que a parcela mínima seja de R$ 1.000.

    Mesmo artigos caros até para os mais ricos, como iates da italiana Ferretti, são vendidos no Brasil em financiamentos de cinco anos. Os preços dos iates da marca variam de R$ 3,9 milhões a R$ 8,4 milhões.

    ‘Brasileiro gosta de comprar a prazo’
    “As empresas sabem que o brasileiro gosta de comprar a prazo”, diz o diretor do projeto de Gestão do Luxo da Faap, Sílvio Passarelli.

    Ele diz que, para algumas lojas, o parcelamento também é uma maneira de compensar os preços mais altos cobrados aqui por causa dos impostos.

    “E, mesmo para quem tem muito dinheiro, comprar um produto fora do país nunca é tão confortável como comprar aqui dentro, porque um produto comprado no exterior não pode ser trocado e ainda pode vir sem garantia, por exemplo.”

    Para Passarelli, o brasileiro ainda prefere parcelar porque não consegue esquecer do recente passado de inflação alta. “No passado, o brasileiro temia que, se adiasse sua compra, teria de pagar um preço muito alto lá na frente. Apesar de vivermos outro momento, essa memória inflacionária ainda persiste na cabeça do consumidor. Não é fácil mudar essa percepção.”

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    • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 17:06

      para entender os motivos da bolha no Brazil

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      • RosinhA 16 de abril de 2012 at 17:38

        É Shakespeare, balela parcela porque gosta, parcela porque não tem mesmo. Memória inflacionária que nada compra por status, por vaidade, compra varanda Gourmet só para convidar as tias que nunca vê para mostrar seu ap novo, com garagem descoberta mas com piscina para cachorro. Enquanto não enxugarem o crédito para aqueles que não sabem gastar ficará difícil, tem um amigo que tem uma assistência técnica, e muitas vezes vai dar orçamento e a pessoal diz que não pode pagar pois está pagando a prestação ainda do produto, isso produto de 1,5k imaginem nos carros e condomínios então.

        Ps produto novo tem 1 ano de garantia, dá pra imaginar quantas em quantas parcelas foi comprado

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    • Carlos_ 16 de abril de 2012 at 17:39

      O próprio texto se contradiz. Não é questão de ‘gostar’ de comprar a prazo, ou ter o ‘hábito’ de parcelar, como o começo do texto dá a entender.

      É simplesmente não ter grana para pagar a vista, como fica claro no parágrafo final.

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      • RosinhA 16 de abril de 2012 at 17:47

        Comemos a Tilápia do Lago e arrotamos com aroma de Salmão. Carlos chegou uma donzela com sua carruagem negra hoje a pouco em nossa loja, pediu alguns orçamentos caríssimo, depois de passados os preço se contentou em levar um item de 15 reais, passando seu cartão internacional de cor dourada, vem a mim a mensagem: “Limite de Crédito Excedido”, fiz questão de virar e mostrar a tela a ela, ela prontamente me respondeu. “Nossa havia me esquecido ontem comprei uma jóias caras e não peguei o outro cartão, me desculpe passo amanhã”. É só esperar viu….. já tá quase voltando

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        • Charles 16 de abril de 2012 at 17:56

          Eu gosto muito das suas historias…hehe

          Ja vi isso acontecer em muitos lugares. A pessoa inventa uma desculpa esfarrapa que voce sabe que é mentira, mas ela não perde a pose.

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      • pmoraesm 16 de abril de 2012 at 19:30

        Carlos, na verdade existe um pouco das duas coisas, explico me usando como exemplo:

        Fase 1: No começo da minha vida profissional eu não tinha dinheiro e nem bom senso, parcelava tudo pois queria comprar na hora e, obviamente, não tinha dinheiro.

        Fase 2: Comecei a ganhar mais e aprendi a lidar um pouco melhor com dinheiro, então não era raro eu querer comprar algo e ter disponível a quantia para pagar à vista, mas ficava “com dó” de dar tudo de uma vez e acabava parcelando.

        As pessoas parcelam/financiam tanto por necessidade quanto por opção, hoje em dia mesmo eu só pago a vista se o valor final do que estou comprando for menor do que o total parcelado / financiado.

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        • Cleyton 16 de abril de 2012 at 19:56

          Quando eu era novo gastava dois terços do meu salário com mulheres e bebidas, o resto eu desperdiçava.

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    • Charles 16 de abril de 2012 at 17:51

      No paragrafo final o “especialista” define todo o texto como sendo a receita bruta para recessão: Antecipação de consumo!

      Com a estagnação economica das familias por terem antecipado seu consumo (endividamento), a recessão é liquida e certa, é questão de tempo!

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  • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 17:13

    Um corretor me enviou um e-mail sobre um empreendimento e eu, para não perder o costume, devolvi fazendo minha suboferta padrão, sempre por e-mail. Ele respondeu quase imediatamente, falando que era o apartamento de um diretor da incorporadora que estava querendo vender e disse que, se eu formalizasse a proposta ele acha que teríamos negócio.

    Algo mais, além da rapidez que ele me responde, me chamou atenção. O apartamento está em fase final de execução e o cara está aceitando vender por um preço equivalente ao de abril de 2010… está me parecendo que ele está querendo sair enquanto é tempo e já sabe o que vem pela frente… Vou dar mais corda e depois conto aqui

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    • Sol de Sampa 16 de abril de 2012 at 17:32

      Shakespeare, por pura torcida e óbivio curiosidade…quanto o vendedor pedia, quanto vc ofertou, qual tipo do imovel, qual metragem e qual local… não precisa entrar em detalhes maiores, esses são suficientes ahahahahah…

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      • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 17:55

        Deixa só evoluir um pouco mais a negociação e trago todos os detalhes para satisfazer a curiosidade de todos 🙂

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    • Luiz 16 de abril de 2012 at 17:33

      será diretor da gafisma?

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      • RosinhA 16 de abril de 2012 at 17:41

        Luiz foi eleito outro nome Gardenalfisa, kkkk, e a propósito, como andariam as ações das nossas amigas até no momento por favor.

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        • Luiz 16 de abril de 2012 at 17:48

          Rosinha, PERCEBE QUE QUALQUER 1 CENTAVO é 0,25%
          se a ação subir 10 centavos, sobe 2,5%

          O resultado pratico é que a GFA fica mais sensível a manipulação e especulação.
          Qualquer jogadinha fácil de 10 mi joga a ação 10% pra cima.
          E daí tome sardinha na rede

          Não duvido nada que ela dê um repique de 10% e venha algum sardinha aqui no blog comemorar que a gente estava errado.

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          • RosinhA 16 de abril de 2012 at 18:01

            Fui lá nos dois forum no segundo post estava banida, começei leve com interesse pela ação, tratada como deusa quando perguntei o que poderia ter acontecido ano passado quando tomou quase 1/3 de prejuízos dos ativos fui banida na hora.kkkkkkk.

            Espero perpetuar com minhas opiniões no seu, por favor.

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            • RosinhA 16 de abril de 2012 at 18:06

              Outra coisa que foi descoberta por mim que o sequestro do MrK está sendo patrocinado pela Gardenalfisa, não foi muito caro porque estão na fase de corte de gastos.

              O planejamento ficou por conta do Cirilo pela inteligência e QI elevado.

              Os corretores menos abastados de inteligência ficaram com a parte de cuidar do cativeiro em si.

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              • GB 16 de abril de 2012 at 18:09

                Nossa, que gente estressada, parcial e nada democrática, se eu for lá e disser que tenho 2 especuladores numa gaiolinha e os trato a base de gardenal para que fiquem calminhos-calminhos eles me metralham então.

                Mas que é divertido ver esse povo perdendo até as cuecas é.

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                • Luiz 16 de abril de 2012 at 18:30

                  mtas vezes a melhor defesa é o ataque
                  a vantagem fica com quem tem a iniciativa por uma simples questão de timing

                  disseminar a notícia da bolha é um trabalho voluntário de cunhso social e ambiental (salvamento de sardinhas)

                  mas sinceramente, vale a pena? somos uma gota nesse mar.
                  penqto vou participando pq gosto de vcs, me torço de rir com o humor deste blog

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                  • Cleyton 16 de abril de 2012 at 19:50

                    Haha, tô contigo!

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          • RosinhA 16 de abril de 2012 at 18:22

            Acho que vou compra umas mesmo se chegar a zero não perderia quase nada.

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            • Luiz 16 de abril de 2012 at 18:31

              não trabalho na lacta
              mas ainda acho melhor investimento comprar uma caixa de Bis
              já experimentou o sabor limão?

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            • peterson 16 de abril de 2012 at 18:45

              pelas minhas análises vou entrar comprando a 2,99, mas já revisei 3 vezes esses dados (todos para baixo)… a gafisa não vai falir!!!

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              • Luiz 16 de abril de 2012 at 20:05

                peter analisar a bolsa e dizer quanto vai custar é o mesmo que analisar o clima e dizer o quanto vai chover.

                Os resultados só vem com um volume muito alto de tentativas, mta técnica, tecnologia e experiencia.

                duvido que vc acerte na casa decimal, se vc me diz que entra em 3,xx pra sair em 5,xx daqui 6 meses vá lá, mas 2,99? sinceramente… não vai

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              • FQ 17 de abril de 2012 at 10:21

                Vai revisar para quanto? 2,98?

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  • Sol de Sampa 16 de abril de 2012 at 17:34

    OPS obivio = óbvio

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  • GB 16 de abril de 2012 at 18:07

    GArdenalFISA a R$ 3,99.

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  • RosinhA 16 de abril de 2012 at 18:21

    Cúrintia até tú e agora que a crasse C ta endividada, como vão ajudá vocês pagá.

    h tt p//copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2012/04/16/acordo-judicial-preve-que-prefeitura-deve-retomar-terreno-do-itaquerao-por-debidos-do-corinthians.htm

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  • Muca CG Muita Treta 16 de abril de 2012 at 18:27

    Amigo meu fez um teste. Conversou com um corretor sobre um apartamento de três dormitórios de 250m2 no Campo Belo. O valor do imóvel era de R$ 2,4 milhões. Ele disse que dava R$ 1,6 milhão à vista e o corretor aceitou. Depois, ele inventou uma desculpa e desistiu. Claro, era apenas trollagem para testar o mercado. Os caras tão dando desconto de R$ 800 mil como se fosse R$ 80.

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  • Sérgio 16 de abril de 2012 at 20:40

    A economia de uma país (se é que existe isso hoje, em referência à economia global) é algo tão complicado que, fazer previsões através de algum modelo, pode estar tão parecido quando a prever o tempo.
    Nos últimos dias temos visto uma profusão de notícias “ruins” sobre economia, que fariam os pentelhos de Keynes se arrepiarem e o permitiria tratar com “mais certeza” sobre o seu Tratado da Probabilidade, em seu livro mais famoso.
    Chegamos a um tal ponto, e aqui não me refiro só à Banânia, que a quantidade de coisas, bens e serviços – seus custos – descolaram-se de seus verdadeiros fundamentos. Essa verdade é tanto maior, quanto menos desenvolvido for o país.
    Bem, estamos falando de nossa brasil. Então, o que pensaria o mestre (o da economia) em se deparando com tamanha pica bananesca?
    O cara certamente ficaria em estado cataléptico por alguns dias; passados esses diria, sem qualquer exitação: DEIXA QUEBRAR.
    .
    Bem, não precisamos invocar o espírito do camarada para que ele nos diga isso: temos boas reproduções keynesianas encarnadas aqui na Terra, especialmente na América.
    .
    O que tento dizer, é que estamos numa tal situação, que serão coisas comuns as notícias sobre queda aqui ou ali; carros, geladeiras, sapatos, pepino japonês, pão francês, big mac e toda sorte de outras mercadorias, que dia a dia nos empurram goela abaixo.
    .
    Relativamente aos imóveis, volto a dizer: todas as grandes imobiliárias adquiriram grandes, enormes áreas de terras entre 2006 e 2008, em muita quantidade, pois que estavam alavancadas; após 2008/09 vieram as pequenas, entrando na “onda” do auge da crista, e como boas e estúpidas capitalistas de araque, compraram mais e mais terrenos (dos que foram preteridos pelas grandes) a preços já altos, elevando-os às núvens. Esse movimento originou nossa bolha, não tenham dúvida.
    Houve essa necessidade por parte das construtoras por questões obvias: os terrenos, os lotes são o principal insumo de qualquer construtora.
    Acontece, que dos idos de 2011 para cá, as vendas não mais aconteciam como acontecera antes, haja vista parcela considerável dos “compradores” serem investidores e a outra parcela que se compunha de reais habitadores, não disporem de mais renda suficiente para fazer frente aos altíssimos preços praticados.
    A coisa degringolou de vez quando, além de os verdadeiros demandantes não terem mais como adquirir imóveis, alguns dos que já haviam adquirido chegaram à triste conclusão que não tinham condições de honrar seus compromissos habitacionais.
    Hoje, para não citar toda a cadeia “produtiva” do país que torna à casa materna (Dilma) para pedir guarida, as construtoras chegaram à infeliz constatação que “o buraco jaz à frente” e não tem como correr.
    .
    Qual então a saída, quando não existe saída.
    As construtoras, juntamente com governo, bancos e mídia tentam em vão aplicar a Lei de Say, mesmo sabendo que dela não advirá nada de prático, tampouco desejável, mas ainda assim a aplicam.
    A mídia faz seu papel, profundindo um “tsunami” de informações distorcidas e de caráter duvidoso, com as mesmas intensidades goebbelianas. Essas táticas tem suas intenções: ganhar tempo.
    .
    Mas tempo pra que?
    .
    Uma provável resposta é para por a culpa na Grécia, na Espanha ou mesmo na China. Outra é para dispor de tempo suficiente para “desovar” seus ativos abundantes e pouco prejudiciais: OS TERRENOS.
    .
    Os terrenos, como primeiros protagonistas da bolha, apesar do movimento invisível do passado (quase ninguém percebeu seu encarecimento), será novamente o primeiro a sair da bolha com preços ascendentes em queda livre.
    .
    Mas qual o motivo para essa afirmação?
    Simples. Um imóvel pronto necessitou, além de seu insumo básico, o terreno, demandou por muitos outros materiais de valores agregados diversos e de serviços de toda ordem e de custos elevados mês a mês nos últimos quatro anos. Os terrenos (sem qualquer benfeitoria) NÃO!
    Portanto, em tese, pelo menos, seriam os únicos – num primeiro momento – aos quais poderiam ser desfeitos, vendidos, sem que as construtoras amargassem um prejuízo real, com diversos custos agregados. Teria o condão de poder fazer caixa, principal objetivo das incorporadoras para o ano de 2012.
    Elas já sabem que as entregas para 2012 não serão suficientes para cobrir seus rombos; ademais temem ou anteveem que muitas dessas entregas, de fato, não se realizarão, assim como aconteceu em 2011, com as devoluções de “tratos” passados, e assim como tem acontecido.
    Disso, trabalham com a hipótese de um “mínimo existencial” para que continuem com os devaneios iniciados em 2006/07: a de que os brasileiros demandariam por imóveis por anos a fio, e que o brasil ia ficar rico, ia ganhar a copa e, de quebra, as olimpíadas!
    .
    Com suas carteiras de terrenos, que são enormes, os prejuízos seriam apenas presumidos, mas não reais: deixa-se de ganhar sobre eles, mas não se perde de fato, pois que os adquiriram “a preço de banana”.
    .
    Imaginem um terreno em dada cidade, que até agora era anunciado a 300K e, num passe de mágica começam a cair a níveis aceitáveis: primeiro 200, depois150, depois 100K, até chegar o ponto em que começarem a perceber qual o valor que realmente as pessoas (e não um ou outro “tolo maior”) podem comprar.
    Elas, as construtoras, precisam desesperadamente de dinheiro, de muito dinheiro… e rápido.
    Fica a pergunta, para encerrar: o que vc faria?
    Ficaria com os dois, terrenos e imóveis, sem abaixar os preços por achar um “desaforo” (parece aquele filme do Lehman Brothers), mesmo que quebrasse?
    Venderia primeiro o que te causasse menos prejuízo?
    Enfiava o dedo no c…. e cheirava?
    Ou suicidava-se?
    .
    Os processos de decisão econômica, de hesitação de investimentos num mundo de incertezas trouxe-nos até esse GRANDE BLOG. De igual forma levará outros, hoje da opulência e ostentação à bancarrota.
    (Viagem de um pró-bolha que procrastina seus deveres sentado a frente de um PC… he he he)

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  • Sérgio 16 de abril de 2012 at 21:51

    Sou assinante da Folha e, recntemente, em virtude de uma de suas reportagens,enviei a seguinte mensagem, obtendo essa abaixo como resposta. Esperemos que dêm em alguma coisa mais concreta. Segue:
    .
    OMBUDSMAN FOLHA SP

    De:
    [email protected]

    Caro Sergio,

    Repassei a sua mensagem à redação.

    Att

    Suzana Singer
    Ombudsman – Folha de S.Paulo
    Al. Barão de Limeira, 425 – 8o. andar
    01202-900 – São Paulo – SP
    Telefone: 0800 159000
    Fax: (11) 3224-3895
    [email protected]
    @folha_ombudsman
    http://www.folha.com.br/ombudsman/

    Manifestação:

    —– Original Message —–
    From: No reply
    To: [email protected]
    Sent: Saturday, April 14, 2012 5:01 PM
    Subject: tendência e debates de 14 abril

    Excelente o debate proposto. Tema de maior importância hoje em nosso País, mas que ainda não recebeu a atenção especial. Mas esse fato está mudando, pois, que é evidente que o assunto tem ganhado mais e mais espaço nas mídias, em oposição há pouco mais de 6 meses.
    Percebe-se que antes só se ouvia falar, só se lia que os imóveis iriam valorizar tantos por cento até 2014, 2018 e por aí ía. Bolha Imobiliária era TABU.
    Hoje já é tema recorrente nas redes sociais, em blogs, em uma ou outra reportagem.
    Interessante perceber, ainda, que antes poucas pessoas públicas falavam sobre, a não ser os representantes dos SECOVIs ou SINDUSCON; de pouco mais de um ano para cá, pessoas de peso como o Prof. Lima Júnior, no Núcleo Real Estate da Politécnica da USP e o jovem prof. D’Agostini, da UFPR, seguidos do também jovem Samy Dana, da FGV começaram a alertar sobre o problema, que é um fato. Do lado dos que negam a existência de qualquer irregulari dade em nosso mercado de imóveis estão – SEMPRE – representantes do SECOVI/SINDUSCON ou Corretoras e Bancos de Investimentos.
    Hoje, com essa publicação, o professor William Eid Júnior, Drº da FGV, nos trás mas uma simples, clara e definitiva visão, ao passo que o defensor dos altos preços dos imóveis, SECOVI, tenta em vão nos comparar com os EUA, esquecendo-se de outros países onde não ocorreram o subprime.
    Excelente debate, ficando minha manifestação que assunto seja mais visível pelas pessoas menos esclarecidas, que infelizmente se contituem a maioria em nosso País.

    Sérgio – Cascavel/PR

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  • Rafael Mello 18 de abril de 2012 at 13:45

    Na minha leitura, é bem simples:

    1 apartamento numa “quebrada” da zona leste de São Paulo, 50m2 , em um edifício sem área de lazer: R$ 150.000,00

    Isso é razoável? algo dentro da normalidade? NÃO!

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  • Minha Visão 19 de abril de 2012 at 22:43

    Existem dois pontos que devem ser levados em consideração: O Brasil é o país dos corruptos e sonegadores. O volume de dinheiro que rola em espécie é maior que o PIB declarado. Muitos escondem o dinheiro nos imóveis e na alta ou na baixa são “obrigados” a comprar imóveis pois não conseguem guardar tanto dinheiro em espécie.
    Outro ponto que penso é que o imóvel comprado e alugado a 0,5% permite ao proprietário gastar esse rendimento sem perder o valor principal do investimento pois o mercado “corrige” o valor do imóvel pela inflação. Por outro lado se voce obter os mesmos 0,5% na poupança ou renda fixa e gastar você não está repondo a inflação do seu capital. Tipo comer a vaca ou viver do leite! Por isso acredito que pequenos imóveis comercial na periferia das grandes cidades sao boas alternativas de renda quando comprovadamente rendem ao menos 0,5%.

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  • Marcelo Souza 20 de abril de 2012 at 09:57

    Bom dia a todos! Parabéns pelo nível do blog…
    Senhores, toda a discussão resume-se na velha lei da oferta e procura.
    Se há compradores, os preços continuarão a subir. Contudo, os compradores estão desaparecendo… simples: os compradores eram especuladores, passadores de ágio. Pequena parcela deles comprava para uso próprio. A exemplo, cito um grande amigo aqui de Brasília que ganha em torno de $ 1500,00 e tem como “bico” revender imóveis. Começou com Kits e já arrisca em 3 qtos. Disse-me que está preocupado pois já está chegando a época de a construtora entregar o imóvel e ele n tem como financiar.
    A lição q tiro:
    – Para a construtora, nm importa quem compra, ela quer é vender, por isso usa argumentos de PRÉ-TABELA, 1º LANÇAMENTO ETC.
    – Qq um pode comprar na planta, mas na hora de se acertar com o sistema financeiro para obtenção do finaciamento é q são elas…
    – Não tomem por base opinião de A ou B. Não há isenção.
    A bolha existe e os preços deverão voltar ao normal muito em breve… esperem 2014, tudo se ilude com a Copa do mundo… a maior furada!!!

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  • Eron Almeida 20 de abril de 2012 at 10:07

    A inexorável matemática do descompasso!

    Pessoal, vemos muito comentários qualitativos. Eles são fortes, mas acho números falam mais. Segue aqui umas contas que espero serem desmentidas…pro bem de todos aqueles que estão com imoveis na mão. Não me refiro só a quem investiu, mas a todos nós que moramos em casa própria. OU os preços estão justos, situação em todos deviamos vender nossas casas e investir o dinheiro, ou os imóveis estão sobrevalorizados. Como não vi nenhum corretor vender sua casa e investir o dinheiro, acho que impera a sobrevalorização.

    Imagine que vc tome 10.000 réis a 10% ao mês para pagar em 3 meses(parcelas fixas)
    Passado o 1° mês vc deve 11.000, e paga a primeira parcela, que é de 4021,15. Ficam então para pagar 11.000-4021,15= 6978,85. Passado mais um mês, corre juros( DE 10%) sobre O QUE VC FICOU DEVENDO(6978,85), então 7676,74. Este é o seu saldo devedor ao final do 2° mês. Vc paga mais uma parcela ( de 4021,15)com o seu suado dindim e fica então devendo 7676,74-4021,15=3655,49. Acabou? Não. No final do 3° mês falta a última parcela. Os 3655,49, no final do 3° mês, magicamente , corrigidos 10% dão (3655,49X1.1)…dão exatamente 4021,15 e acabou o suado empréstimo. Como chegamos ao valor da parcela 4021,15?? As calculadoras financeiras têm na barriga essas fórmulas sofisticadas derivadas com cálculo diferencial, com limites etc, etc,de mais de 150 anos atrás. Porque vc consegue pagar o empréstimo? porque vc paga mais que os juros contratado (10%). Se vc pagar menos, o saldo devedor só cresce ( lembremos os antigos financiamentos imobiliários que todos tomavam susto ao pedir o saldo devedor). Vai agora a seguinte experiência: Alguém financia 200.000 reais para comprar uma casa, juros de 1% ao mês
    1) com prazo de 10 anos ( 120 meses): parcela será de 2869,42
    2) com prazo de 20 anos (240 meses): parcela será de 2202,17
    3) com prazo de 30 anos (360 meses) : parcela será de 2057,23
    4) com prazo de 50 anos (600 meses) : parcela será de 2005,12
    5) com prazo de 80 anos ( 960 meses): parcela será de 2000,01
    6) com prazo de 100 anos ( 1200 meses): parcela será de 2000,10
    7) com prazo de 500 anos ( 6000 meses): parcela será de 2000,05
    8) com prazo de 1000 anos ( 12.000 meses): parcela será de 2000,00
    9) com prazo de 10.000 anos ( 120.000 meses) : parcela será de 2000,00

    já viu que não desce mais né. Porque? Porque no 1° mês, os 200.000 renderão 1% e no final desse mês vc deverá 202000. Vc pagará a prestação de 2000 e ficará devendo 200.000. No final do 2° mês vc estará devendo 202000, paga a prestação e ficará devendo novamente 200.000 e assim indefinidamente, ou seja, vc não reduz o principal, só paga os juros. O que é o aluguel? É a situação na qual vc paga, fica um mês no imóvel e o devolve no final inteirol, sem comprá-lo. Se vc tem um imóvel de 200.000 e recebe 2000 de aluguel ou se tem 200.000 no banco e lhe pagam 1% de juros ao mês, tanto faz, tudo igual. Chamam de renda perpétua porque vc sempre receberá um valor constante , sem que o montante emprestado ( ou o imóvel alugado) se altere. Preste atençao no seguinte: como se chega ao valor de um imóvel cujo aluguel é de 1200 reais e sabemos que os bancos ofertam uma taxa de juros de 1% ao mês? Assim: p/i ou 1200/0,01= 120.000. Se o valor do imóvel for inferior a 120.000 vc alugou bem, pois se vc colocasse o dinheiro no banco ganharia menos. Mas, se o valor do imóvel for , por exemplo, 200.000, o valor do aluguel deveria ser de , ao menos, 2000/mes. Caso contrário, é melhor colocar o dinheiro no banco, onde vão lhe pagar os 2000 por mês. Se vc alugar este imóvel por 1000 reais, estára tomando na cabeça em, pelo menos, tirando as perdas, depreciação, valorizao do imvoel, 500 reais/mês.

    Conclusão: Valor do imóvel: R$600.000,00
    taxa de juros POSSÍVEL DE SE OBTER COM ESSE DINHEIRO APLICADO : 0,7% ao mês.

    valor mínimo do aluguel 600.000 X 0,007= 4.200,00

    se for menor que isso, ponha a grana no banco e alugue o imóvel!!!

    problemas: valorização do imovel acima do juros que lhe pagam
    vantagem: se o valor do imovel dispenca, vc compra e ainda sobra uma grana
    etc

    final: apto de 150 metros quadrados de 750.000. è possível alugar por menos de R$6000,00 por mes? Acho que sim ( e olha que não pusemos o 1% ao mês, o que daria um aluguel de 7500/mes). Acho que alugamos esse apto fácil por uns 3000/ mês….comprar ou deixar no banco rendendo 7500 mensais, de onde vc tira os 3000 para pagar o aluguel….acho que há algo errado… Enfim este descompasso gritante entre os alugúeis e o que se obteria tendo o dinheiro aplicado é, ao meu ver, irracional e mostra de maneira inexorável QUE O PONTO ATUAL NÃO É DE EQUILÍBRIO; OU OS ALUGUÉIS SOBEM OU OS PREÇOS DOS IMÓVEIS DESCEM!!!!
    etc

    abraço a todos

    eron (físico e economista)

    Responder

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    • buginga 20 de abril de 2012 at 18:04

      Perfeita análise Eron,

      Pra mim, sempre foi muito claro que a melhor forma de precificar um imóvel é pela perpetuidade. Isso porque no modelo você capta a componente renda e valor de mercado por meio do valor do aluguel e também a taxa de juros praticada no financiamento.
      Lá no início do Blog houve uma discussão nesse sentido. Sugeriram aqui avaliar o preço justo pelo CUB – Custo da construção, preço de repor o imóvel hoje por um idêntico, etc etc.

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