Mercado de hipotecas cresce 550% – Gazeta do Povo

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Comments
  • Paty 16 de abril de 2012 at 18:41

    Viu como o Brasil é diferente dos EUA… kkkk

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    • Bolha Imobiliária 16 de abril de 2012 at 18:46

      Bem diferente…hehe

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    • Cleyton 16 de abril de 2012 at 19:47

      Eu queria ver mesmo é o pessoal fazer aqui como fazem os estadunidenses em que vai se pagando os juros e devolve-se o principal no final, seria uma loucura!! Mas quem tem peito de fazer isso?

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    • Bolhado 16 de abril de 2012 at 22:56

      Dessa vez vai ser diferente! Os americanos não tem a malandragem brasileira!

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    • Veronica Souza Pereira 27 de abril de 2012 at 18:13

      Gostei, Vai estar bom para comprar imóvel em leilão com até 50% de desconto.

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  • Paty 16 de abril de 2012 at 18:47

    noticia do terra

    Justiça: pagamento de corretagem na compra de imóvel é abusivo

    Uma decisão da 24ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determina que as cobranças de taxas de Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária (Sati) e o pagamento da comissão do corretor – ambas cobradas de imóveis adquiridos na planta – são abusivas. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pela Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA), a Justiça determinou que uma imobiliária devolva os valores pagos por um mutuário. A decisão é de primeira instância e cabe recurso.
    De acordo com a decisão, a imobiliária deve devolver R$ 13.569,50 e R$ 6.500, respectivamente da Sati e da taxa de corretagem de forma dobrada e acrescida de correção monetária, juros e pagamento por danos materiais, o que totaliza R$ 40.139.
    Segundo a associação, de janeiro a março de 2012 foram registradas 477 queixas referente à cobrança da Sati e da corretagem, contra 302 reclamações em 2011. Em comparação ao primeiro trimestre do ano passado, o número de reclamações deste ano teve o aumento de 57%.

    Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA, afirma que, a partir do não cumprimento do prazo estabelecido para entrega do imóvel, o dono do bem já pode pleitear na Justiça o pagamento de multa de 2% e mais juros de mora de 1% por mês de atraso. “Na maioria das vezes, a incorporadora se vale do direito do prazo de tolerância de 180 dias para postergar a entrega das chaves, mas na verdade, isso só se justifica em casos de força maior, como enchentes e terremoto.”

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    • RosinhA 16 de abril de 2012 at 19:32

      Paty não duvido nada que as construtoras começem a construir nas margens dos rios e chamarem o Datena para fazer os outdoors de campanha publicitária, para poder justificar o atraso.

      Mas o caso é sério, minha prima mesmo casou-se sem ninguém conheçer seu ap, entrou com ação que já foi deferida primeira instância, o atraso foi de 1 ano e meio, fora o psicológico, ela morou em dois quartos por metade deste tempo, quase se separou logo no começo, pois a sogra infernizava sua vida.

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    • Alvaro Queirós 16 de abril de 2012 at 20:35

      Eu sou Corretor de Imóveis e concordo com esse tipo de ação, é constrangedor apresentar o contrato com valor abaixo do que foi apresentado na tabela e justificar a diferença para o cliente com nossos recibos de honorários. O correto é que o preço do contrato seja igual ao que negociado e nossa comissão deve ser paga pela incorporadora com as devidas deduções que incida sobre nosso serviço.

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  • Luiz 16 de abril de 2012 at 18:52

    Fazendo as contas:
    se o imovel é a garantia do empréstimo
    se o imóvel corre o risco de desvalorizar 60% devido à bolha de preços
    o banco fica sem garantia, a garantia pode evaporar do dia p noite

    Logo é o estouro da Bolha que cria o subprime,
    Não é o subprime que criou a bolha.
    pode ser que a causa na verdade seja a aconsequencia

    Pode ser que o principal argumento usado para manter a bolha seja falso.

    Se essa hipotese que falo for correta, o mercado esta numa situação muito vulnerável

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  • Pablo Gallardo 16 de abril de 2012 at 18:55

    Isso é extremamente preocupante.
    2% ao mês não é pouco, é muito juros. Tenho dó de quem entra nessa (a não ser que o fulano realmente consiga lucrar muito mais com o dinheiro emprestado).
    Mas se bobear eles vão ter sorte, porque se o mercado continuar desse jeito e o preço dos imóveis despencar para mais de 50%, vai ser bom deixar o imóvel na mão do banco e sair com o dinheiro vivo, o banco que se vire para vender o mico.

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    • Fura 16 de abril de 2012 at 19:34

      O problema é que o imóvel não limita o pagamento… Vende o imóvel por 30% do valor e o banco continua credor da diferença.

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    • GB 16 de abril de 2012 at 20:33

      2% ao mês é o mesmo que dobrar a dívida em 50 meses.

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      • Sergio Figueiredo 16 de abril de 2012 at 21:43

        Não se esqueça dos juros compostos! A dívida não dobrará em 50 meses. Será aproximadamente em 36 meses (não fiz a conta, usei a regra do 72).
        Mas, como há as parcelas pagas mensalmente, o tempo pode ser maior.

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  • Luiz 16 de abril de 2012 at 18:55

    Cresce o número de passageiros nos trens de SP

    O sistema de trens de passageiros da Região Metropolitana de São Paulo atingiu os 7,1 milhões de pessoas transportadas por dia. A marca é recorde na média de dias úteis de março e aponta acréscimo de 1,2 milhão de passageiros nos trens da CPTM e do Metrô em relação ao mesmo mês de 2011, quando foram 5,9 milhões.

    O aumento de 20% na demanda equivale ao total transportado por dia na rede do Rio de Janeiro. Ainda são 200 mil pessoas a mais que a população de Campinas, a maior cidade do interior paulista. “Em um ano, crescemos um Rio de Janeiro no sistema”, confirma o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes.

    Com toda essa massa se deslocando nos vagões, o desconforto dos passageiros não tem data para acabar. Pelo menos nos próximos três anos, segundo especialistas, viajar de trem em horários de pico será tarefa muitas vezes disputada no braço

    meu destaque?
    Mais acessibilidade, mais oferta de imóveis.
    SP cresceu um rio de janeiro inteiro em 1 ano

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    • RosinhA 16 de abril de 2012 at 19:24

      Meu destaque o povão tá sem dinheiro para bancar os carros financiados, deixando para por gasolina só para dar voltinhas no final de semana, indo ao Shopping só para olhar as vitrines de grifes famosas e comendo e Mclixo.

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      • peterson 16 de abril de 2012 at 20:05

        são 4 implicações : 1 o governo de SP é incompetente, 2 o povo esta morando mais longe da capital, 3 o transito esta cada vez pior, 4 as pessoas estão em situações cada vez pior…

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        • RosinhA 16 de abril de 2012 at 21:56

          Pena que os [email protected] não ganham para nós paulistas assistirmos o espetáculo do crescimento, ops esqueci a Martaxa foi prefeita, AHHHH Hé foi a única que não foi reeeleita.

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          • peterson 16 de abril de 2012 at 22:15

            pra vc ver como estamos mal servidos de politicos…. e de povo tb…

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            • Leonardo 16 de abril de 2012 at 22:55

              O problema não é partidário, é estrutural da nossa política. Não dá pra culpar um partido e isentar o outro, qualquer um dos nossos governantes nos últimos 20 anos, seja na esfera municipal, estadual ou federal, tem sim alguma parcela de responsabilidade pela situação caótica atual da CPTM.

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              • Luiz 17 de abril de 2012 at 12:59

                A CPTM de hj era antiga Fepasa federal, que depois se chamou CBTU.
                Está bem melhor hoje do que era antes, apesar de precisar muito mais.
                Em outros erstados a herança federal está ainda pior, então qdo vejo falarem mal de SP eu vejo motivos eleitoreiros, pq SP é o unico estado que não é dominado pelso [email protected]

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                • peterson 17 de abril de 2012 at 20:29

                  isso não justifica o fato do governo de sp ser incompetente… já disse eu não sou favoravel a nenhum partido brasileiro… aliás tenho uma opinião parlamentarista, e que o melhor para o Brasil seria extinção do senado, a redução de 50% das cadeiras dos deputados estaduais e vereadores e a extinção do voto obrigatório, destituição imediata por abaixo assinado de qualquer eleito direto, impeatment automático de legislador SUSPEITO de corrupção, cofisco de todos os bens dos politicos CULPADOS de corrupção até parentesco de 2º grau, cassação do PARTIDO com incidencia de 1% de sua bancada com indiciamento por corrupção, extinçao dos juris de 2° instancia, unificação das cortes civis, criminal e eleitoral em corte suprema, reinscrição da constituição federal com aprovação por referendo (referendo todos os anos ate o termino)… ou seja defendo uma formatação do sistema operacional chamado Brasil…. sonho meu…. duvido muito que 1/10 disso será realizado até minha morte…

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                • Rico 18 de abril de 2012 at 00:25

                  A Fepasa nunca foi federal, era do governo paulista, resultante do legado da Santos-Jundiai, Sorocabana e Mogiana, essas centenárias empresas ferroviárias paulistas. Foi federalizada apenas para privatização, aliás, um crime, pois acabou com o transporte ferroviário paulista.
                  Até o final dos anos noventa existam linhas de trens de passageiros para o Oeste Paulista, Santos e Rio de Janeiro. A ALL, Ferroban e MRS fizeram o favor de sucatear o resto das linhas só utilizando para transporte de carga de péssima qualidade. Dá pena de ver a quantidade de composições que existe na oficina da Pres. Altino encostada.
                  Concordo com o Peterson, uma democracia só é correta com uma oposição forte.

                  Esse governo paulista está privatizando tudo que pode, se fosse correto eu seria a favor. Mas os pedágios caríssimos, transporte público ineficiente e falta de investimento em infra-estrutura fez de São Paulo um lugar caótico em se falando em mobilidade urbana.

                  Vendo o que aconteceu com a YPF-Repsol começo a ficar contra a privatização do jeito que foi feito, e dou graças a Deus dos militares não terem deixado privatizar a Petrobras, por considerarem estratégico para a segurança nacional. Se não fosse assim, estaríamos pagando 5 reais o litro da gasolina.

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                • Rico 18 de abril de 2012 at 00:27

                  Só acrescentando, quem sucateou as ferrovias paulistas foi o governo Militar nos anos 70 com a criação da fepasa e estatizando a Mogiana, Sorocabana e Santos-Jundiai, pois não interessa em uma economia focada em produção de automóveis incentivar o uso de transporte sobre trilhos.

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          • Rico 18 de abril de 2012 at 00:33

            Rosinha, eu odeio a Marta, mas tenho que admitir que o pior prefeito que eu já vi está sendo o Kassab. Transformou a prefeitura em um caça-níqueis, com seu controlar e com a redução de velocidade e instalação de radares fotográficos em tudo que é canto. Você hoje é obrigado a descer FREANDO a 23 de maio, porque o carro pega embalo e vai a “perigosíssimos” 75 km/h no embalo em uma via expressa…

            Sobre os PT, é só buscar a história dos coqueiros de Santo André…

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          • MRCG 18 de abril de 2012 at 14:28

            Relaxa e goza!

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        • Felipe 17 de abril de 2012 at 09:30

          Perfeito comentário.

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      • GB 16 de abril de 2012 at 20:34

        eu até gosto do MCMinhocaFeliz.

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        • Sol de Sampa 17 de abril de 2012 at 03:26

          GB concordo principalmente por que MCminhoca não tem aditivos ou hormonios o que não acontece com carne de frango e vaca, sem falar que peixe está contaminado por chuva acida, principalmente os que seriam ideais para baixar colesterol… então prefiro minhocossu….

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      • Rico 18 de abril de 2012 at 00:36

        Rosinha tenta ir de carro da Zona Norte a Zona Sul de São Paulo as 7h da manhã e entenderá porque o nr. de passageiros no metrô aumentou.

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        • RosinhA 18 de abril de 2012 at 06:52

          Rico ainda bem que moro no interior de Sp, aqui transito só nos horários de pico, quanto aos coqueiros sobraram uns 10, quanto aos governantes votava antes sempre no xizão, agora tenho que votar no 999999 confirma

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    • Roberto 17 de abril de 2012 at 14:33

      Cresceu? Ou o congelamento nos salários dos servidores públicos está obrigando muita gente a deixar o carro na garagem ou até vendê-lo para conseguir se manter.

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  • Ploc 16 de abril de 2012 at 19:04

    Isso me fez lembrar de varios colegas meus que moravam nos EUA e FUGIRAM para o Brasil deixando tudo nos EUA. Os caras compraram casa e apos um ano refinanciaram comprando carros carissimos e enchendo a casa de produtos pois acreditavam que o preco dos imoveis nunca cairiam. Tiravam a maior onda. Quando o desemprego veio simplesmente estacionaram o carro no aeroporto e entraram no aviao.
    Deixaram tudo lá.
    O preço dá divida era impagavel. Hoje não podem voltar lá.

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    • Thiago 16 de abril de 2012 at 19:09

      Espero que não tenham chegado aqui e feito a mesma coisa

      Como já diz o ditado: Errar é humano, insistir no erro é burrice.

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    • Piuas 16 de abril de 2012 at 20:05

      seus amigos são uns criminosos que não merecem respeito. Atitude de mau caráter.
      É por causa desses manés que tacam o famoso (f*da-se) e saem comprando coisas que não podem pagar que a coisa estoura. O governo é sempre culpado por ficar imprimindo dinheiro e mandando pro mercado, mas é só os manés não pegarem o dinheiro que o governo mica com as cédulas sem valor. mas o cara sabe que não pode pagar, mas ‘tenta a sorte’. E, super corajoso, foge quando constata o que já sabia: não poderia ter os bens que ostenta.

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      • alexny68 17 de abril de 2012 at 11:44

        Concordo , Sao criminosos e espero que um dia tentem retornar aqui pros USA e sejam colocados na cadeia

        Aliais , tenho dados que indicam que teve muitos brasileiros que fizeram isso , tantos que os bancos cortaram todo o credito da maioria dos brasileiros e descendentes de brasileiros que sempre foram responsaveis

        espero sinceramente que estes canalhas tentem um dia retornar

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        • Piuas 17 de abril de 2012 at 20:24

          pois é, tá vendo o grande favor que lhe prestaram? se achando o máximo dentre os espertalhões ostentaram bens que não podiam pagar, antes que os responsáveis notassem eles fugiram. A conta sempre sobra para alguém.
          Caso não tentem voltar, espero que sejam incluídos na lista da Interpol e nunca mais possam sair do Brasil, nem pra passear no Paraguai.

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      • Ploc 17 de abril de 2012 at 14:27

        Piuas,
        Eu disse COLEGAS e não amigos. Eram brasileiros que foram aos EUA com visto de trabalho em várias empresas multinacionais.
        Abraços,

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        • Piuas 17 de abril de 2012 at 20:21

          Opa Ploc, massa?
          De maneira nenhuma quis estender minhas críticas à você. Independentemente de sua relação com essas pessoas, não poderia culpá-lo pelo que eles cometeram. Aquele papo de ‘diga-me com quem andas…’ é, geralmente, balela…

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  • peterson 16 de abril de 2012 at 19:32

    O importante nesta matéria é que ela é outra raiz ignorada até então por nós, do blog, observem que existem diversas raizes que desencadearão o processo de estouro…. cito : CDC, HIPOTECAS, FUNDOS IMOB, PLANTA, MCMV, eu vejo as raizes mais simples como as mais perigosas, como por exemplo muitas obras de sobrepostas, etc…. a soma disso resultará em um crash, não a ocorrencia individual….

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    • Luiz 16 de abril de 2012 at 20:15

      peter, eu já penso diferente,

      Vejo como um castelo de cartas, umas apoiadas nas outras. Basta uma falhar para que quase todas as outras caiam

      Digo QUASE todas pq os bancos brasileiros estão imunizados por 100 anos de pacotes, planos e etc..

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    • RosinhA 16 de abril de 2012 at 20:18

      Desculpe minha ignorância mais o que seria obras de soprepostas?

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  • Ricardo 16 de abril de 2012 at 19:38

    Serviços e construção civil sustentam alta do emprego formal em março

    http://www.redebrasilatual.com.br/temas/economia/2012/04/servicos-e-construcao-civil-sustentam-alta-do-caged-em-marco

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  • Anonymous 16 de abril de 2012 at 19:46

    Nos EUA, a taxa de juros para esse tipo de empréstimo (home equity loan) está em cerca de 6.5% ao ano. Na Banânia, está em 20% ao ano. Somente um débil mental pode achar que na Banânia é mais seguro. Com essa taxa de agiotagem, qualquer empréstimo é impagável.

    CAIXA = 20% ao ano (média) + TR
    HSBC = 19.4% ao ano
    BB = 21% ao ano (média)

    Sistema é seguro e não repetirá o subprime dos EUA, dizem os bancos

    Apesar das semelhanças com o modelo que gerou a crise norte-americana do subprime no fim de 2008, bancos e financeiras dizem que o crédito imobiliário sem destinação específica que tem o imóvel como garantia é uma modalidade segura, indicada principalmente para a população de classe média que já quitou a casa própria e que tem boa saúde financeira.

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    • Anonymous 16 de abril de 2012 at 19:54

      Resumo da ópera: As familias Americanas FALIRAM pagando juros de 6.5% ao ano, mas as familias Bananeneses vão conseguir pagar 20% ao ano? Os bananenses estão ricos a ponto de jogar dinheiro fora.

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      • RosinhA 16 de abril de 2012 at 20:03

        Anonymous o que não me conformo, é como que um cara compra um trator para perfuração pagando 2% ao mês, se em minha empresa tenho cartão do BNDES que nunca usei a juros médios de 0,95%, isso porque nem uso muito a conta empresa quase e tenho crédito aprovado maior do que este valor, será que todos são retardados mesmo. “é um produto caro e não há linhas de financiamento atrativas”, vai entender.

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        • Luiz 16 de abril de 2012 at 20:25

          o trator custa 1 milhão, acredito que o cartão-empresa não permita esse valor integral

          mas até ai acho razoável. o cara ta investindo numa maquina que vai subsituir dezenas de operários, reduzir custos, aumentar produção, acelerar produção

          o foda é quando o cara hipoteca a casa pra satisfazer prazer de consumo, ou mais paradoxal hipoteca a casa pra comprar uma segunda casa, neste caso uma situação de alavancagem do tipo tentar se levanter erguendo os cabelos (não vão tentar em casa hein)

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          • RosinhA 16 de abril de 2012 at 20:32

            1 milhão novo, ele tomou uma dívida de 244k pagando 5k por 15 anos, por um usado. Os Bis de Limão com Gardenal tão te fazendo mal cuidado. hehehehe.

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        • Anonymous 16 de abril de 2012 at 20:32

          A taxa de juros de 0.95% ao mes, equivale a 12% ao ano, ou praticamente o DOBRO da taxa do home equity loan. O melhor que voce pode fazer é vender tudo o que tem na Banânia e mudar para os EUA.

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          • RosinhA 16 de abril de 2012 at 20:34

            Você me lembra aquele personagem cujo nome esqueci que sempre dizia:

            “Os americanos são muito melhores” hahahahaha.

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            • peterson 16 de abril de 2012 at 21:10

              pois é…. eu não gosto deste pensamento também… pois os americanos NÃO SÃO melhores….

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              • Ze Bom Dirolo 16 de abril de 2012 at 21:21

                Os melhores são os brasileiros…ai que orgulho…..

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              • Rico 18 de abril de 2012 at 00:38

                Pois é, já usou o serviço público de saúde dos EUA?

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                • Thiago 18 de abril de 2012 at 08:36

                  Sim, porque o serviço público de saúde brasileiro é uma maravilha

                  Inclusive nenhum fotógrafo húngaro morreu esperando cirurgia de emergência no RJ não

                  Nos EUA ele morreria? Provavelmente não, devido as leis que obrigam os hospitais a prestar socorro aos pacientes.

                  0
                  • Rico 18 de abril de 2012 at 12:33

                    Legal e aí, pagou a fatura do hospital? Lembre-se que lá não tem nem Sus…

                    Aqui também existe essa lei. Pode chegar no Einstein que eles te atendem sim.

                    0
                    • Thiago 18 de abril de 2012 at 12:42

                      Pagar a fatura? Te garanto que os imigrantes tem a manha de burlar isso. A conta, logicamente, sobra pra quem paga as contas.

                      0
            • A citizen from Republic of Banânialand 16 de abril de 2012 at 21:11

              O personagem é o “Marquinho”, dos Sobrinhos do Ataíde. Aquele que, ao ligar na pizzaria para fazer um pedido, a atendente responde:
              – O senhor quer massa fina, massa grossa, massa corrida ou massachusetts?
              kkkkkk

              0
              • RosinhA 16 de abril de 2012 at 21:26

                Sim lembrei ele odiava o próprio pai por comprar coisas nacionais, legal kkkkkkkkkkk. Para quem não conheçe lá vai uns links.

                h tt p://www.youtube.com/watch?v=p7Z6Cnu665k

                h tt p://www.youtube.com/watch?v=tyz7wrNbp8E&feature=related

                h tt p://www.youtube.com/watch?v=JevElvyB1SQ

                0
                • RosinhA 16 de abril de 2012 at 21:29

                  Muuuuuuuuuuuuito bom, isso era lá por 1995/1996.

                  “Os Americanos já eram muuuuuuuuuuito melhores”.

                  0
            • Anonymous 16 de abril de 2012 at 22:21

              Se voce prefere pagar 2.5 vezes pelo mesmo carro, 3 vezes por uma casa semelhante em tamanho e qualidade de vizinhança, pagar vários impostos sem ter os correspondentes serviços, então voce não vai conseguir adaptar-se nos EUA. É melhor ficar ai mesmo.

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              • RosinhA 17 de abril de 2012 at 07:49

                Anonymous desculpe-me não era para ser ofensivo, não concordo em quase nada neste país, e admiro sim os Americanos em muitas coisas principalmente o patriotismo, mas não posso largar tudo o que consegui; e ainda tenho planos de continuação, tipo seria assim o Sonho brasileiro, se aposentar nova, e curtir a vida, aí poderia pensar em ter uma casa nos EUA.

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                • Anonymous 17 de abril de 2012 at 11:41

                  RosinhA,

                  Não me senti ofendido, apenas acho tolice morar na Banânia, qualquer que seja o caso. A oportunidade tem barba, mas é careca. Significa que voce tem que agarrar pela frente. A situação atual pode ser resumida em preços em ALTA na Banânia simultâneamente a preços em BAIXA nos EUA. Isso nunca aconteceu antes e acredito que é uma oportunidade que não se repetirá no nosso tempo de vida. Por isso, a hora é AGORA e a minha sugestão continua sendo venda tudo aí e mude para os EUA. Existem meios legais de ficar aqui, inclusive investindo em imóvies para renda de aluguel (residencial 0.7% liquído antes do IR, comercial 1% liquído antes do UR). O IR é da ordem de 20%. Conforme o seu patrimônio em imóveis, transformado em dinheiro a preços semi-bolhudos para vender fácil, voce já se aposenta aqui, pois o custo de vida é da ordem de 50% do custo de vida na Banânia.

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                  • Thiago 17 de abril de 2012 at 11:55

                    Só uma pergunta, qual a legalidade disto (digo, de ir morar nos EUA)?

                    Para entrar como investidor é 500k dólares no mínimo

                    Você pode entrar empregado como H1B (limitado) ou L-1 (transferência entre companias)

                    Vistos B1 e B2 só pode ficar 6 meses por ano

                    Existe algum caminho (legal) que não estou vendo?

                    Ilegal todos sabem, mas daí se sair dos EUA sua entrada é negada da próxima vez (visa overstay)

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                    • Anonymous 17 de abril de 2012 at 13:42

                      VISTO L1: Se voce tiver uma empresa na Banânia, pode montar uma filial aqui nos EUA. Inicialmente ganhará um visto de 1 ano que poderá ser renovando indefinidamente conforme o desempenho da filial. Nesse caso voce pode acabar ganhando a residência permanente (green card). Não existe limite de investimento. O ponto importante é descobri um negócio que voce saiba administrar.

                      VISTO E2: Disponível para algumas cidadanais que não a bananense. Nesse caso, o mínimo de investimento é 150 mil USD. Voce só poderá trabalhar no próprio negócio. O VISTO é renovavel indefinidamente, mas voce nunca ganhará a residência permanente. O ponto importante é descobri um negócio que voce saiba administrar. Pode investir em imóveis para aluguel. Vejas as cidadanias em:

                      travel . state . gov/visa/fees/fees_3726 . html

                      VISTO EB5: Se vove investir 500 mil USD em projetos pre-determinados pelo Uncle Sam, voce ganha a residência permanente em questão de meses. O investimento é de risco e voce pode acabar perdendo dinheiro., mas fica com o Green Card. Cada estado tem vários projetos. Por exemplo, na Florida voce pode investir 500 mil USD em shopping centers.

                      É ou não é tolice morar na Banânia?

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            • Piuas 17 de abril de 2012 at 20:26

              eram dos ‘sobrinhos do ataíde’, se não me engano era Alberto o nome da personagem.

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        • @chologo! 17 de abril de 2012 at 00:21

          O Equipamento é importado. BNDES só serve para produto Nacional. Este ainda esta fazendo bom uso da Grana. e os que estão se Ferrando para manter Status de classe?

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  • FRK 16 de abril de 2012 at 20:07

    Olha que interessante na matéria…

    “O imóvel, avaliado pelo banco em R$ 480 mil, vai financiar um trator de perfuração de solo, fabricado na Itália, usado na construção civil. ”

    Ou seja, um pequeno empresário hipotecou a própria casa (provavelmente sobreavaliada) pra financiar um equipamento para… contrução civil! E o cidadão tem certeza que fez um ótimo negócio, porque afinal, “…o setor de construção está crescendo” !!!

    Eu chuto que muito provavelmente, boa parte da rapaziada hipotecou a casa pra investir em… imóveis! Argumentos nunca faltaram!

    Essas construtoras e prestadoras de serviço já começam a “capotar”. Só ver os leilões judiciais, de onde os lotes.

    As placas de vende-se e aluga-se, multiplicam-se…

    É cambada…

    ploc ploc

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    • RosinhA 16 de abril de 2012 at 20:13

      Concordo com sua análise, mas o fato de ser fabricado na Itália mereceria maior respeito, os lotes de produtos nacionais não iriam atrair potenciais clientes a ele.

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  • Guilherme Eduardo 16 de abril de 2012 at 20:13

    Hoje eu li duas notícias interessantes:

    A prefeitura de SP quer liberar alguns terrenos entre a linha de trem e o rio Tietê, na região da Lapa e da Barra Funda. Previsão de 16.000 moradias populares. Também deseja a parceria com a iniciativa privada para reconstruir ou reformar prédios antigos no centro da cidade. Previsão de 10.000 moradias populares.

    Mas não falavam que faltava terreno em SP? Creio que em outras cidades bolhudas existam situações parecidas.

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    • Luiz 16 de abril de 2012 at 20:31

      falta terreno? não

      nem no Rio falta

      pra vc ter uma idéia, a densidade populacional média de sp está entre 60 e 80 habitantes por quarteirão apenas

      A densidade de um bairro verticalizado pode facilmente passar facilmente de 200 hab/ha, pode chegar a mais de 1.000 em casos extremos.
      O edificio Copan ocupa um quarteirão e pode abrigar quase 5 mil moradores.

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      • Leonardo 16 de abril de 2012 at 23:13

        Pessoal ESCONDE terreno em SP, e isso não é de hoje. Uma vez, em reunião de trabalho com um figurão da administração municipal atual, após uma longa apresentação falando que os CEU’s são a 8ª maravilha da administração pública, eu questionei “mas se os CEU’s são tão bons e ainda não atendem a todos os que precisam, por que vocês pararam de fazer?”

        A resposta foi justamente o “não existem mais terrenos na cidade de São Paulo. Não alonguei o questionamento para não quebrar o clima não reunião, precisava resolver muita coisa ainda, mas é uma mentira daquelas bem patéticas.

        Todo mundo sabe que os CEU’s, a exemplo dos Poupatempos, por exemplo, não se expandem mais por algo mais simples: eles custam caro. A manutenção deles é cara, apesar do bom serviço prestado, e daí eles viram uma ilha de excelência em meio a um mar de incompetência. E não resolvem os problemas da maneira que deveriam.

        Infelizmente, prestar serviços de qualidade para todos não é a intenção dos governos. Porque existem formas de se “comprar” esses serviços, existe um lobby muito forte das empresas de educação e dos despachantes, inclusive no financiamento de campanha. E isso em qualquer partidos, seja PT, PSDB, o partido do Kassab ou qualquer um.

        Como mudar isso? Tenho um monte de ideias e acho que vocês também tem. Mas também tenho certeza que nenhum de nós tem saco e estômago pra se meter com a política. E essa é a intenção dos políticos mesmo. Assim eles podem continuar seus esquemas sem ninguém incomodar.

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        • Sol de Sampa 17 de abril de 2012 at 00:14

          Leonardo, perdoe-me a intromissão, mas acho que propor soluções é muito bom… é exercer cidadania.
          Leio muitos comentários neste blog que fala da péssima administração e da sujeira política, mas ficar de lado e só reclamar não muda a realidade.
          Há mais de 15 anos escrevo para vereadores, deputados, senadores, ministros e presidentes da republica…. vc pode ter certeza que muitas idéias e questionamentos foram anaisadas, e algumas aproveitadas… Não basta criticar, se temos canais de comunicação temos que usá-los… Este é o nosso país, abandoná-lo não vai resolver as questões. Perceba que serão seus filhos e netos que podem ou não ter um país melhor, mas isso depende de nós, e não há necessidade de se infiltrar no meio político, apenas expor suas criticas e sugestões diretamente. Se não te responderem encha o saco… espalhe a noticia de quem não te atendeu.. denuncie ao MP vc pode ter certeza de que os políticos vão mudar a forma de atuar… mas nós precisamos mudar o nosso jeitinho primeiro…

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          • Leonardo 17 de abril de 2012 at 00:26

            Você faz isso, eu também faço, mas somos exceções, infelizmente. O brasileiro médio é bem desinteressado da política. Não só pelos escândalos, mas pela falta de conhecimento mesmo.

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            • Sol de Sampa 17 de abril de 2012 at 00:37

              Leonardo, é verdade, mas see nós dois fazemos podemos plantar sementinhas aqui e ali… Vc conhece a história do cara que todas as manhãs devolvia ao oceano as estrelas-do-mar? quem sabe … estamos começando e outros se animam… se todos no blog lerem e talvez decidirem fazer tais contatos… daqui a algum tempo as coisas se espalham e nossa realidade muda… Toda mudança de comportamento é dificil, o ser humano reflete a natureza, não gosta de mudanças de direção pois isso exige energia… por isso somos, por principio avessos ás mudanças, mas bem provavel nossos filhos já terão isso agregado e nossos netos farão muito mais… portanto, as coisas só teem uma direção… mudar…

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    • Piuas 17 de abril de 2012 at 20:30

      O terreno é ocupado por antigas fábricas que hoje servem de depósito… Tem de tudo. carros (não sei se roubados ou recuperados judicialmente de caloteiros), carcaças de trem, o escambau… Em outro trecho, já mais perto da junção do tietê com o pinheiros é ocupado por barracos.
      O lugar é horrível

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  • G.V. 16 de abril de 2012 at 20:47

    Bolha,
    Hoje passamos a marca de 13.000 apartamentos a venda em Curitiba (site Imoveis Curitiba). É inacreditavel como o estoque de imoveis em Curitiba não para de crescer em ritmo alucinante.

    Todas as analises já discutidas no blog tem sentido, mas é o aumento do estoque nesse ritmo que evidencia como será o futuro proximo. E pensar que em 2012 (7k) e 2013 (11k) teremos um recorde de entrega de imoveis!!

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    • Bolha Imobiliária 16 de abril de 2012 at 21:38

      Sim, hoje atualizei meu gráfico de ofertas, está crescendo em ritmo acendente e constante…

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      • roberto 16 de abril de 2012 at 22:25

        Hoje temos mais imóveis do que carros a venda em Curitiba, isto é normal ?
        Fonte: meucarronovo e o imóveiscuritiba.
        Achava que o normal era uma família possuir um imóvel e dois carros, portanto, o numero de carros deveria ser maior não ?

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        • Shakespeare 17 de abril de 2012 at 11:53

          vou vender meu carro aí, então 🙂

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  • RosinhA 16 de abril de 2012 at 20:56

    Bolha não costumo usar o zlact, veja que interessante o gráfico de outra fonte com preço médio de m2 do mês passado X aumento de 18% nas unidades ofertadas.

    h tt p://www.agenteimovel.com.br/mercado-imobiliario/a-venda/curitiba,pr/

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    • Bolha Imobiliária 16 de abril de 2012 at 21:49

      Interessante esta ferramenta, eu não conhecia. Irei analisar

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    • Shakespeare 16 de abril de 2012 at 22:19

      impressionante!

      em Ctb a bolha já estourou, o gráfico mostra claramente, e está dando o primeiro repique… todavia em SP ainda está subindo, o ploc está próximo!

      parabéns pela observação

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      • RosinhA 17 de abril de 2012 at 07:52

        Essa ferramenta é ótima da para ver por rua até em sua cidade, mas os preços não dizem a verdade, é usado geralmente por imobiliárias menores, dá para consultar tb aluguéis e comparar bairro a bairro muto bem feito

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  • GB 16 de abril de 2012 at 20:58

    Sinto muito mas só faltava isso para afundar de vez com o brasileiro, os burros vão fazer como os americanos e dar seus imóveis como garantia para empréstimos que não precisam para comprar coisas que não precisam, aí vai acontecer como lá: os bancos vão tomar as casas e vai ser uma loucura.

    Assistam ao documentário “Capitalismo, uma história de amor e ódio”, é bárbaro, o documentarista explica bem o que aconteceu nos EUA com esse negócio de pegar sua casa já paga e dar como garantia para empréstimos a juros altos.

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    • GB 16 de abril de 2012 at 21:19

      E lá os juros eram de 6%, imaginem aqui a 20%, vai gostar assim de pagar juros para banco.

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    • Marcelo 17 de abril de 2012 at 19:30

      O que mais me impressionou quando vi este filme foi a manipulacao do mercado pelos bancos e como os mesmos ainda se deram bem no final, a despeito do sofrimento dos “investidores” de primeira viagem.
      Mas aqui e’ diferente, quem sabe o povao leve a melhor no final!? Rs,rs…

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  • Noord 16 de abril de 2012 at 21:25
  • xangai 16 de abril de 2012 at 21:43

    check in

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  • RAL 16 de abril de 2012 at 22:27

    Dna Dilma e o Sr.Mantega , estão desesperado , sabem que logo logo o pais precisar passar por um processo de precificação violente , desde serviços até imobiizado

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    • Sol de Sampa 17 de abril de 2012 at 03:32

      Ral, preecificação ou estruturação?

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      • RAL 17 de abril de 2012 at 08:33

        Bom dia
        digo , precificação mesmo , pois os como pode um café expresso custar R$ 6,00 em Shopping popular ??? os preços no pais estão totalmente desordenados ninguém sabe o valor real das coisas

        OBS.: Lojas Chocolates Konpenhagen

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        • Thiago 17 de abril de 2012 at 08:48

          Não vai na Kopenhagem tomar um expresso! Vai só quando quiser “meter o pé na jaca” e daí pede o capucinno com chocolate 😉

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  • Philis 16 de abril de 2012 at 22:47

    Desculpem se já postaram antes…

    h t t p : //economia. terra. com. br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201204162035_TRR_81095068

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  • Veiga 16 de abril de 2012 at 22:50

    Chupaaaaaa infladores de bolha!

    Lançamentos da EZTec caem 67,6% no primeiro trimestre Por Chiara Quintão VALOR – SÃO PAULO – Os lançamentos imobiliários da EZTec caíram 67,6% no primeiro trimestre, para R$ 144,2 milhões, ante o mesmo período do ano passado. Segundo a companhia, isso deveu-se a sua estratégia de focar, na primeira metade do trimestre, esforços na venda dos lançamentos do fim de 2011. O Valor Geral de Vendas (VGV) lançado pela EZTec no trimestre corresponde a 11,1% do ponto médio da meta para o ano, cuja faixa vai de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,4 bilhão. As vendas contratadas caíram 36,3%, para R$ 238,9 milhões, como reflexo do menor volume de projetos lançados no período. Conforme a EZTec a velocidade de vendas medida pelo indicador vendas sobre a oferta (VSO) foi de 32,1% no trimestre. Para o segundo trimestre, a EZTec planeja lançar até nove projetos. Segundo a companhia, os estandes de vendas desses empreendimentos estão abertos, e os projetos encontram-se em fase final de aprovações. A EZTec pretende chegar à metade do piso da meta de lançamentos no fim do primeiro semestre. (Chiara Quintão | Valor)

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  • Veiga 16 de abril de 2012 at 22:58

    Chão..chão…chão!!

    Lançamentos da Brookfield caem 18,5% até março Por Chiara Quintão VALOR – SÃO PAULO – A Brookfield Incorporações lançou R$ 380 milhões no primeiro trimestre deste ano, 18,5% abaixo do mesmo intervalo de 2011. Já as vendas contratadas da companhia aumentaram 24,6% na comparação dos dois períodos, para R$ 795 milhões. A velocidade de vendas medida pelo indicador VSO foi de 22%. Durante o primeiro trimestre, a Brookfield entregou 16 empreendimentos, com Valor Geral de Venlor)

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    • RosinhA 17 de abril de 2012 at 07:53

      No post passado eu disse pé no peito das pequenas

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  • Veiga 16 de abril de 2012 at 23:07

    Droga… tava indo tao bem…

    nçamentos da Even sobem 85,6% no primeiro trimestre SÃO PAULO – A Even lançou R$ 516 milhões no primeiro trimestre, 85,6% a mais que no mesmo período do ano passado. Na comparação dos dois intervalos, as vendas contratadas subiram 42%, para R$ 525 milhões. A velocidade de vendas medida pelo indicador VSO foi de 28%. No primeiro trimestre, a Even comprou terrenos com Valor Geral de Vendas (VGV) potencial de R$ 563 milhões, considerando-se somente a parcela da companhia. As entregas do período correspondem ao VGV de R$ 753 milhões (parte Even) e a 1,525 mil unidades. (Chiara Quintão | Valor)

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    • Anonymous 16 de abril de 2012 at 23:35

      Esse é o quadro geral, segundo o próprio SECOVI. Observe que apesar de falarem em expansão tanto de vendas quanto em valor, o preço médio por unidade CAIU, mas para chegar nisso é preciso um pouco de álgebra.

      q2 = 1.177 * q1 (expansão de 17,7% na vendas)
      p2 * q2 = 1.131 * p1 * q1 (expansão de 13.1% em valor)
      p2 / p1 = 1.131 * q1 / q2 = 1.131 / 1.177 = 0.96 (QUEDA de 4% no preço médio)

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      • Piuas 17 de abril de 2012 at 20:33

        subtraia a inflação no período, afinal, este é um reajuste que não foi praticado. caiu mais do que isso…

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  • Sérgio 16 de abril de 2012 at 23:33

    A economia de uma país (se é que existe isso hoje, em referência à economia global) é algo tão complicado que, fazer previsões através de algum modelo, pode estar tão parecido quando a prever o tempo.
    Nos últimos dias temos visto uma profusão de notícias “ruins” sobre economia, que fariam os pentelhos de Keynes se arrepiarem e o permitiria tratar com “mais certeza” sobre o seu Tratado da Probabilidade, em seu livro mais famoso.
    Chegamos a um tal ponto, e aqui não me refiro só à Banânia, que a quantidade de coisas, bens e serviços – seus custos – descolaram-se de seus verdadeiros fundamentos. Essa verdade é tanto maior, quanto menos desenvolvido for o país.
    Bem, estamos falando de nossa brasil. Então, o que pensaria o mestre (o da economia) em se deparando com tamanha pica bananesca?
    O cara certamente ficaria em estado cataléptico por alguns dias; passados esses diria, sem qualquer exitação: DEIXA QUEBRAR.
    .
    Bem, não precisamos invocar o espírito do camarada para que ele nos diga isso: temos boas reproduções keynesianas encarnadas aqui na Terra, especialmente na América.
    .
    O que tento dizer, é que estamos numa tal situação, que serão coisas comuns as notícias sobre queda aqui ou ali; carros, geladeiras, sapatos, pepino japonês, pão francês, big mac e toda sorte de outras mercadorias, que dia a dia nos empurram goela abaixo.
    .
    Relativamente aos imóveis, volto a dizer: todas as grandes imobiliárias adquiriram grandes, enormes áreas de terras entre 2006 e 2008, em muita quantidade, pois que estavam alavancadas; após 2008/09 vieram as pequenas, entrando na “onda” do auge da crista, e como boas e estúpidas capitalistas de araque, compraram mais e mais terrenos (dos que foram preteridos pelas grandes) a preços já altos, elevando-os às núvens. Esse movimento originou nossa bolha, não tenham dúvida.
    Houve essa necessidade por parte das construtoras por questões obvias: os terrenos, os lotes são o principal insumo de qualquer construtora.
    Acontece, que dos idos de 2011 para cá, as vendas não mais aconteciam como acontecera antes, haja vista parcela considerável dos “compradores” serem investidores e a outra parcela que se compunha de reais habitadores, não disporem de mais renda suficiente para fazer frente aos altíssimos preços praticados.
    A coisa degringolou de vez quando, além de os verdadeiros demandantes não terem mais como adquirir imóveis, alguns dos que já haviam adquirido chegaram à triste conclusão que não tinham condições de honrar seus compromissos habitacionais.
    Hoje, para não citar toda a cadeia “produtiva” do país que torna à casa materna (Dilma) para pedir guarida, as construtoras chegaram à infeliz constatação que “o buraco jaz à frente” e não tem como correr.
    .
    Qual então a saída, quando não existe saída.
    As construtoras, juntamente com governo, bancos e mídia tentam em vão aplicar a Lei de Say, mesmo sabendo que dela não advirá nada de prático, tampouco desejável, mas ainda assim a aplicam.
    A mídia faz seu papel, profundindo um “tsunami” de informações distorcidas e de caráter duvidoso, com as mesmas intensidades goebbelianas. Essas táticas tem suas intenções: ganhar tempo.
    .
    Mas tempo pra que?
    .
    Uma provável resposta é para por a culpa na Grécia, na Espanha ou mesmo na China. Outra é para dispor de tempo suficiente para “desovar” seus ativos abundantes e pouco prejudiciais: OS TERRENOS.
    .
    Os terrenos, como primeiros protagonistas da bolha, apesar do movimento invisível do passado (quase ninguém percebeu seu encarecimento), será novamente o primeiro a sair da bolha com preços ascendentes em queda livre.
    .
    Mas qual o motivo para essa afirmação?
    Simples. Um imóvel pronto necessitou, além de seu insumo básico, o terreno, demandou por muitos outros materiais de valores agregados diversos e de serviços de toda ordem e de custos elevados mês a mês nos últimos quatro anos. Os terrenos (sem qualquer benfeitoria) NÃO!
    Portanto, em tese, pelo menos, seriam os únicos – num primeiro momento – aos quais poderiam ser desfeitos, vendidos, sem que as construtoras amargassem um prejuízo real, com diversos custos agregados. Teria o condão de poder fazer caixa, principal objetivo das incorporadoras para o ano de 2012.
    Elas já sabem que as entregas para 2012 não serão suficientes para cobrir seus rombos; ademais temem ou anteveem que muitas dessas entregas, de fato, não se realizarão, assim como aconteceu em 2011, com as devoluções de “tratos” passados, e assim como tem acontecido.
    Disso, trabalham com a hipótese de um “mínimo existencial” para que continuem com os devaneios iniciados em 2006/07: a de que os brasileiros demandariam por imóveis por anos a fio, e que o brasil ia ficar rico, ia ganhar a copa e, de quebra, as olimpíadas!
    .
    Com suas carteiras de terrenos, que são enormes, os prejuízos seriam apenas presumidos, mas não reais: deixa-se de ganhar sobre eles, mas não se perde de fato, pois que os adquiriram “a preço de banana”.
    .
    Imaginem um terreno em dada cidade, que até agora era anunciado a 300K e, num passe de mágica começam a cair a níveis aceitáveis: primeiro 200, depois150, depois 100K, até chegar o ponto em que começarem a perceber qual o valor que realmente as pessoas (e não um ou outro “tolo maior”) podem comprar.
    Elas, as construtoras, precisam desesperadamente de dinheiro, de muito dinheiro… e rápido.
    Fica a pergunta, para encerrar: o que vc faria?
    Ficaria com os dois, terrenos e imóveis, sem abaixar os preços por achar um “desaforo” (parece aquele filme do Lehman Brothers), mesmo que quebrasse?
    Venderia primeiro o que te causasse menos prejuízo?
    Enfiava o dedo no c…. e cheirava?
    Ou suicidava-se?
    .
    Os processos de decisão econômica, de hesitação de investimentos num mundo de incertezas trouxe-nos até esse GRANDE BLOG. De igual forma levará outros, hoje da opulência e ostentação à bancarrota.
    (Viagem de um pró-bolha que procrastina seus deveres sentado a frente de um PC… he he he)

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    • Anonymous 17 de abril de 2012 at 00:04

      Sergio,

      No seguinte texto, o jornalista está ESTRANHANDO o fato de pesquisa do instituto Gallup mostrar um otimismo infundado na Banânia. O Dr. Paul Joseph Goebbels ficaria orgulhoso se vivo estivesse.

      Segundo o instituto, há proporcionalmente mais brasileiros “prosperando” do que norte-americanos (56%), sul-coreanos (50%), britânicos (50%), franceses (46%), alemães (42%) e japoneses (26%). Todas essas nações aparecem muito à frente do Brasil tanto no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) quanto na renda per capita.

      www . estadao . com . br/noticias/impresso,o-otimismo-da-jabuticaba-,861538,0 . htm

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    • Anonymous 17 de abril de 2012 at 00:08

      … não se perde de fato, pois que os adquiriram “a preço de banana” …

      O correto seria escrever preços BANANENSES que, no caso de terreno residencial, são cerca de 20 vezes mais caros do que nos EUA.

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    • Na espreita 17 de abril de 2012 at 00:59

      Ops foi mal….

      Cliquei em “denunciar abuso” sem querer..

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    • Virginia 17 de abril de 2012 at 06:27

      Excelente comentário!

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    • RosinhA 17 de abril de 2012 at 13:03

      Sérgio para um terreno chegar a cair de 300k para 100k depende da situação financeira como um todo, não só da situação financeira da construtora em si, no post passado debatemos o valor em sua cidade, pois bem, a MBigguccci, que constroi muito aqui, compra seus terrenos em áreas supervalorizadas, perto de lugares atraentes, diferentemente visto em sua cidade por exemplo, nota-se ainda um pequeno afastamento e começo de progresso, como você mesmo disse não dá para comparar grandes metrópolis com pequenas cidades do interior. As grandes construtoras irão com certeza se unir em fusões, dividindo assim grande parte de seus encargos adminitrativos (enxugar), o país ainda está longe de índices de quedas expressivas, e começaria a queda pela inadimplência, passando-se por N itens e se chegaria aos terrenos, pois terreno não tem valor definido depende de vários fatores positivos ou negativos que ocorram em sua volta.

      Construção civil não se baseia só em ap e casas, as construtoras iriam migrar para áreas que estão crescendo a índices muito bons ainda, o país está somente agora começando sua infraestrutura, exemplo disso é o nossos aeroportos hoje tem a mesma capacidade dos aeroportos americanos em 1970, o país tem um grande caminho ainda a trilhar, queda de valores pontuais para se adequar ao mercado sim, queda de 200% não, pois somente os chineses comprariam metade do país com opções tão baratas. Uma quebra ali outra aqui seriam comuns, não entenda que sou favor a elas, acho que os ajustes estão começando a acontecer mais não de maneira apocaliptica, fim dos tempos.

      Minha opinião em Macro.

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      • FRK 17 de abril de 2012 at 20:24

        Sei não heim Rosinha.. “pois terreno não tem valor definido depende de vários fatores positivos ou negativos que ocorram em sua volta.”, – isso ae é intrínseco ao terreno. Mas ele tem um valor de mercado atual.

        O raciocínio procede. O terreno sem uma obra vinculada é um passivo pra construtora. Ela não colocou um puto (além do que pagou) e paga o iptu. Seriam alguns dos primeiros itens a serem vendidos, ainda mais porque eles não seriam usados, uma vez que o mercado tem oferta em excesso.

        A construtora poderia ainda realizar algum lucro na operação, fato muito importante para o fluxo de caixa, vide alguem ae que comentou que tem gente que vende seus recebíveis ainda não vendidos.

        A queda também achei exagerada, não acredito que hoje um terreno avaliado em 300k vá pra 100k :-p

        As grandes obras de infra não vão cair na mão dessas empresas, isso é jogo pra poucos e não é o expertise delas. Acho que entre as construtoras pequenas e médias a quebradeira vai ser geral. Espero que não. Mas acho que vai. Acho que as devoluções vão arrebentar o mercado.

        abs

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    • Charles 17 de abril de 2012 at 14:07

      Sergio

      De inicio, quando vi o tamanho do post, fiquei com preguiça de ler. Mas, hoje, com tempo, li e admito: Você fez uma explanação brilhante.

      Parabens

      0
    • Fabiano Gomes 17 de abril de 2012 at 18:06

      Ótimo análise, Sérgio. Moro em Natal/RN e começo a ver terrenos com localizações excelentes com placas de “vende-se” até por construtoras. E olha que terrenos muito bem localizados não faltam em nossa cidade.

      Aqui a bolha ainda vai demorar a estourar, pois está pouco inflada em comparação a outras capitais. Temos muitos feirões de imóveis e várias construtoras/incorporadoras possuem stands em shoppings centers. Aqui ainda é “moda” investir em imóveis. A mão de obra é uma das mais baratas do país e por isso várias construtoras de fora vieram para o estado. Uma delas foi a Moura Dubeux, voltada para apartamentos de alto padrão. Comprou vários terrenos, mas hoje, confirmando o que você disse, já está vendendo alguns deles.

      O que vejo aqui em minha cidade é a diminuição do ritmo de lançamentos, em especial por dois motivos: o mais óbvio é o preço elevado em comparação com a renda da população da cidade; o segundo, é a péssima repercussão que as empresas “de fora” estão tendo na cidade: péssimo acabamento, atrasos na entrega do imóvel, etc. Creio que as construtoras vão segurar os preços, diminuindo a expansão da oferta (a partir da redução do número de lançamentos).

      0
  • Sérgio 16 de abril de 2012 at 23:42

    Só para registrar:
    Sou assinante da Folha e, recntemente, em virtude de uma de suas reportagens,enviei a seguinte mensagem, obtendo essa abaixo como resposta. Esperemos que dêm em alguma coisa mais concreta. Segue:
    .
    OMBUDSMAN FOLHA SP

    De:
    ombudsman @ grupofolha . com . br

    Caro Sergio,

    Repassei a sua mensagem à redação.

    Att

    Suzana Singer
    Ombudsman – Folha de S.Paulo
    Al. Barão de Limeira, 425 – 8o. andar
    01202-900 – São Paulo – SP
    Telefone: 0800 159000
    Fax: (11) 3224-3895
    ombudsman @ grupofolha. com . br
    @ f o lha_ombudsman
    h t t p : / / w w w . folha.com.br/ombudsman/

    Manifestação:

    —– Original Message —–
    From: No reply
    To: ombudsman @ uo l. com . b r
    Sent: Saturday, April 14, 2012 5:01 PM
    Subject: tendência e debates de 14 abril

    Excelente o debate proposto. Tema de maior importância hoje em nosso País, mas que ainda não recebeu a atenção especial. Mas esse fato está mudando, pois, que é evidente que o assunto tem ganhado mais e mais espaço nas mídias, em oposição há pouco mais de 6 meses.
    Percebe-se que antes só se ouvia falar, só se lia que os imóveis iriam valorizar tantos por cento até 2014, 2018 e por aí ía. Bolha Imobiliária era TABU.
    Hoje já é tema recorrente nas redes sociais, em blogs, em uma ou outra reportagem.
    Interessante perceber, ainda, que antes poucas pessoas públicas falavam sobre, a não ser os representantes dos SECOVIs ou SINDUSCON; de pouco mais de um ano para cá, pessoas de peso como o Prof. Lima Júnior, no Núcleo Real Estate da Politécnica da USP e o jovem prof. D’Agostini, da UFPR, seguidos do também jovem Samy Dana, da FGV começaram a alertar sobre o problema, que é um fato. Do lado dos que negam a existência de qualquer irregulari dade em nosso mercado de imóveis estão – SEMPRE – representantes do SECOVI/SINDUSCON ou Corretoras e Bancos de Investimentos.
    Hoje, com essa publicação, o professor William Eid Júnior, Drº da FGV, nos trás mas uma simples, clara e definitiva visão, ao passo que o defensor dos altos preços dos imóveis, SECOVI, tenta em vão nos comparar com os EUA, esquecendo-se de outros países onde não ocorreram o subprime.
    Excelente debate, ficando minha manifestação que assunto seja mais visível pelas pessoas menos esclarecidas, que infelizmente se contituem a maioria em nosso País.

    Sérgio – Cascavel/PR

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  • Marcus 17 de abril de 2012 at 01:02

    Coloca o link curtir do facebook!!!

    vlw

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  • GB 17 de abril de 2012 at 06:08

    GArFISA fechou em R$ 3,99 e o pessoal pró empresa e bolha está desanimado, muito post falando em demissões na empresa, mas ainda há aqueles que esperam a vinda de um cavalero em seu cavalo branco:

    “A esperança é a chegada de um novo investidor. “, bobinhos.

    Espera chegar a R$ 1,99 que aí vai vender pra caramba nas lojinhas de bairro.

    0
  • Virginia 17 de abril de 2012 at 06:29

    Gente, eu comento e aparece esta frase acima do cometário: Wrong usage of print flagging link – e às vezes o comentário some depois…

    0
    • Shakespeare 17 de abril de 2012 at 11:50

      para mim também aparece 🙁

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      • RosinhA 17 de abril de 2012 at 12:38

        è que seus o comentários está sendo mostrados em página que ainda não foi atualizada e só clicar F5 atualizar e a mensagem wrong some.

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    • peterson 17 de abril de 2012 at 14:45

      Bolha, parece quem tem algum BUG mesmo, aomenos comigo sempre aparece “Wrong” e com refresh(F5) o post some, outra coisa nunca dá certo o CAPTCHA da primeira vez, quote as vezes não funciona.

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  • ZE 17 de abril de 2012 at 08:03

    h t t p : / / e xame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/imovel-como-investimento-e-uma-ilusao-diz-shiller?page=2&slug_name=imovel-como-investimento-e-uma-ilusao-diz-shiller

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    • GB 17 de abril de 2012 at 08:48

      Muito 10, fui o 1º a comentar por lá.

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      • Guibro 17 de abril de 2012 at 09:01

        Isso é sensacional! Esse Robert Shiller é simplesmente um dos “caras” que idealizaram o índice Case-Shiller, referência para o mercado imobiliário americano há décadas, e ele afirma que o valor dos imóveis tende à inflação, não mais do que isso, até menos!! WOW!

        Eu sempre imaginei que o preço do imóvel deveria refletir a inflação mais alguma valorização real em virtude do escasseamento de terrenos frente ao aumento populacional, mas pode ser que, considerando a enorme necessidade de investimento em manutenção, somada ao fato de que a verticalização das cidades atenua a concorrência por terra, faz bastante sentido que não haja qualquer valorização real.

        Nossa, que tapa na cara dos “investidores”. Quando perderem dinheiro, não terá sido por falta de aviso, de todos os lados.

        0
        • Carlos_ 17 de abril de 2012 at 10:46

          Bolha, guarda essa no bolso, para colocar como tópico quando algum lotar e não tiver uma notícia nova.

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  • Marvin 17 de abril de 2012 at 08:42

    Engraçada a parte do texto que fala que algumas pessoas usam a hipoteca para comprar um segundo imóvel… No fim, estão arriscando perder os dois… tinha um, mas quer dar uma de esperto, vai acabar ficando sem nenhum!!! depois que a gente fala que tem pessoas que tem mais é que se f****, acham que somos “insensíveis”…
    Quanto aos juros de 20% ao ano, acho que beiram a agiotagem, mas, como o brasileiro não sabe fazer conta mesmo, ele fica todo feliz com uma taxa dessa…

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  • Chino 17 de abril de 2012 at 08:46

    Hoje indo pro trabalho vi o anúncio na traseira do ônibus, quase caí pra trás, escrito em letras garrafais:
    “TÁ DIFÍCIL VENDER SEU IMÓVEL? FUJA PRO ALUGUEL!”
    Rsrsrsrsrsrsr Uma tal de imobiliária Renascença prometendo o valor do aluguel ao proprietário mesmo que o inquilino não pague… Acho que o povo tá sentindo a mudança dos tempos!

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    • Cris 18 de abril de 2012 at 15:58

      Não ficará muito melhor com esta imobiliária… Povo ruim de lidar que só eles!

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  • NTL 17 de abril de 2012 at 08:54

    Estava com a mesma dúvida no metrô a caminho do trabalho. Compartilho, pois pode ajudar outros com o mesmo dilema…hehehe

    “Comprei um imóvel em abril de 2010 no Leblon por 1.000.000 de reais. Agora está à venda outro imóvel exatamente igual no mesmo prédio, e o proprietário esta pedindo 1.500.000 reais. Será que vale a pena comprá-lo?

    Pelas suas informações, parece que você fez um ótimo negócio, sobretudo se conseguir vender com um lucro de 50% o imóvel que comprou há dois anos. No entanto, será que isso é possível? A resposta para esta pergunta influenciará a sua decisão. Afinal, o fato de estarem oferecendo um apartamento por 1.500.000 de reais não significa, necessariamente, que o imóvel valha tudo isso. Interessante notar, no seu caso prático, que a valorização do imóvel teria sido muito menor do que algumas fontes têm informado, não é mesmo?

    Sobre a sua dúvida, se vale a pena comprar, peço para que reflita sobre o risco que está assumindo ao adquirir mais um apartamento no mesmo prédio. Não quero ser catastrófico, mas não foi no Rio de Janeiro que ainda neste ano dois prédios desabaram? E aquele investidor que concentrou sua aposta naqueles edifícios ficou com o pó, literalmente.

    Por outro lado, se o seu propósito é entrar nesse ramo de investimento e ter o máximo de lucro possível e imaginável nas operações, talvez você possa obtê-lo se aceitar assumir mais risco. Para isso é importante pensar “fora da caixa”, isto é, pensar em possibilidades novas e diferentes do habitual. Por exemplo, investidores lucraram com imóvel próximo a favela, pré-pacificação. Isso é para investidores experientes e com capital para arriscar. Não canso de perceber, nas minhas palestras, que o investidor em imóveis tem uma tendência a comprar suas propriedades numa mesma região. Isto é ruim, pois faz com que perca oportunidades ótimas em outras regiões.

    Finalmente, Você não mencionou a composição dos seus investimentos. Se comprar o segundo imóvel te obrigar a zerar as suas aplicações financeiras, sugiro que aguarde. É importante manter uma “reserva de liquidez”, que pode ser um dinheiro aplicado na poupança ou num fundo DI. Assim, em caso de necessidade, você não será obrigado a vender imediatamente o imóvel.

    Sua dúvida reflete a intensa dificuldade que é tomar uma decisão envolvendo dinheiro, imóvel, futuro e, principalmente, seu modo de lidar com estas variáveis. A resposta sobre se vale a pena comprar depende muito mais do modo como respondeu às minhas provocações. Depois disso, pergunto: vale a pena comprar?

    *Luiz Calado é economista e autor de livros, entre eles Imóveis (ed Saraiva) e Fundos de Investimento (ed Campus). http://www.luizcalado.com

    Envie suas dúvidas financeiras para [email protected]

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  • Galvão 17 de abril de 2012 at 09:15

    Pessoal,
    vocês viram o comentário do Mauro Halfeld ontem na CBN. Ele afirma que os imóveis deverão voltar a subir, pois os investidores serão atraídos para o mercado de imóveis com a baixa da taxa SELIC.
    Unbelievable!!!!

    h t t p : / / cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mauro-halfeld/2012/04/16/QUAL-O-MELHOR-INVESTIMENTO-PARA-COMPRAR-UM-IMOVEL.htm

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    • GB 17 de abril de 2012 at 09:19

      A maioria dos investidores já está com o $$$ preso nesses micos encalhados e desvalorizando, compre o jornal de domingo ou acesse qualquer site de imóveis na internet e comprove a grande quantidade de ofertas.

      Esse cara é mídia vendida, tenho dó de quem cai na conversa deles.

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    • Ploc 17 de abril de 2012 at 09:43

      Esta semana conversei com o “investidor” que comprou um apartamento em Leblon no prédio do meu irmão.
      Ele disse que acha que fez um péssimo negócio pois o valor pago não condiz com o prédio e nem com os moradores do mesmo. Ele não tinha percebido que os moradores atuais não condizem com o preço que ele pagou. Como ele vai alugar para executivos agora? Tudo aqui é velho e precisa de reforma percebo que os roprietários não tem condições de pagar um cota extra para fazer uma reforma geral no edificio.

      É, um dia o ajuste vem. Pelo menos esse foi sincero. Pior os que negam que fizeram um péssimo negócio.

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      • Carlos_ 17 de abril de 2012 at 10:45

        Ploc,

        Comentei isso em um post muito antigo. As pessoas entram em transe e param de pensar. Repitindo o que disse nesse post antigo, empiricamente, baseando-me em anos de andar pelo bairro, de ter estuda lá, frequentando a casa de diversos moradores, pelo menos 25% das pessoas do Leblon empatam a renda com as despesas no fim do mês. Muitos são idosos vivendo de aposentadorias e pensões. Basta ver os dados do IBGE para comprovar a idade dos moradores. Vários prédios caindo aos pedaços, o que prova que não cabe uma reforma no bolso dos moradores. Tem muita gente com grana lá, mas não é o bairro exclusivo de ricaços que querem inventar. Em copacabana diria que 50% dos moradores estão nessa situação.

        Realmente houve uma getrificação nos últimos anos, mas o perfil da população não mudou radicalmente.

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    • RAL 17 de abril de 2012 at 09:55

      Esqueçe este palhaço nem mesmos as perguntas que ele alega receber via e-mail são verdadeiras

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    • Júlio Cesar 17 de abril de 2012 at 14:17

      A curiosidade é algo terrível, faz até as pessoas comsumirem drogas, e esta curiosidade tem me feito ouvir o Mauro Halfeld há um bom tempo. Mas hoje, pela primeira vez, consegui não ouvi-lo. Estou limpo!

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  • Zoom 17 de abril de 2012 at 09:25

    OPA, foi mal.

    Mais empresas saem da Bolsa paulista

    Enquanto as aberturas de capital continuam paradas, em meio às incertezas sobre o cenário global, o número de empresas que decidem sair da Bolsa brasileira aumenta.

    Desde o último trimestre do ano passado, sete empresas pediram o cancelamento de registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Pelo menos quatro envolvem a participação de pequenos investidores. De janeiro a setembro de 2011, foram três.

    A maior operação em curso –e também a que mais tem despertado atenção– é a da Redecard, processadora de cartões de crédito controlada pelo Itaú Unibanco.

    A oferta, que deve ser finalizada em agosto, com leilão de venda das ações, pode movimentar R$ 11,7 bilhões.

    Mas o preço oferecido pela instituição, de R$ 35 por ação, tem sido alvo de contestações desde que foi anunciado, em fevereiro.

    Em relatório de março, analistas do HSBC afirmaram que o preço deveria ser 11% superior, de R$ 39.

    Ontem, em teleconferência com analistas, o presidente do Itaú, Roberto Setubal, tentou convencer os minoritários de que o preço é justo.

    MEIA-VOLTA

    A exemplo da Redecard, outras duas empresas que planejam a saída da Bolsa, a CCDI e o UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha), fizeram sua oferta inicial de ações no boom de aberturas de capital, a partir de 2004.

    Mas, para a Bovespa, o movimento não é visto como uma regressão. “Faz parte da dinâmica do mercado que as companhias saiam”, diz Cristiana Pereira, diretora de relacionamento com empresas e institucional da Bolsa.

    Segundo especialistas, os motivos que levam uma empresa a deixar o pregão são distintos e podem estar ligadas às condições da Bolsa e da economia em geral.
    “Com o cenário da economia menos favorável, a empresa não vê a perspectiva de crescer e de precisar se financiar via mercado de capitais”, diz Érica Gorga, professora da Fundação Getulio Vargas.

    Outras justificativas incluem questões estratégicas –como a visão de que a empresa está sendo subavaliada– ou a falta de cultura.

    “Ao comprar as ações dos minoritários, o controlador, em tese, reconhece que os papéis estão baratos e que é mais vantajoso ter uma fatia maior de uma empresa que vai se valorizar no futuro”, diz um advogado que trabalha em uma OPA, oferta pública de aquisição, em curso.

    Em outros casos, o fechamento resulta de consolidação. É o caso da TAM, que prepara uma OPA para cancelar o registro de companhia aberta. A operação ocorre após a fusão com a chilena LAN.

    Para combinar as atividades das duas companhias, os acionistas da TAM receberão ações da LAN em forma de BDRs (certificados de ações estrangeiras negociadas na Bolsa brasileira).

    h ttp://www1.folha.uol.com.br/mercado/1077051-mais-empresas-saem-da-bolsa-paulista.shtml#anc5535067

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    • Rico 17 de abril de 2012 at 09:35

      Hô-hô-hô, o mundo vai acabar…

      Balela, a Redecar está fechando o capital por causa dos custos contábeis. Para quem não sabe, a Redecard faz parte do grupo itaú (Itausa) e as ações vão ser transferidas para holding.

      Parem de achar que o mundo vai acabar porque o zé ruela comprou 2 apartamentos na planta e não tem como pagar.

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      • Rico 17 de abril de 2012 at 09:38

        Aliás achar que o mundo vai acabar porque o zé ruela ganha 2 mil por mês e comprou um carro em 60x mais dois apartamentos na planta…

        Isso é tão surreal como acreditar que o imóvel vai subir indefinidamente.

        Nem tanto o céu nem tanto a terra.

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      • Sérgio 17 de abril de 2012 at 10:17

        Rico, até acreditaria nisso, caso fose um ou outro zé ruela: entretanto, esses se contam às centenas de milhares. E olha que uma boa parte não ganha muito mais que 2K.

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        • Rico 17 de abril de 2012 at 18:09

          Sim sim, mas não tenha dúvida que imobiliárias e bancos não estão armando um plano para aproveitar essa baixas.

          Quem vai perder mesmo são os zé ruelas, sejam quantos for.

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      • Carlos Eduardo 17 de abril de 2012 at 14:15

        2 apartamentos na planta, supondo que seja de baixa renda +- 300 mil cada

        divida = 600 mil + Carro em (60x oque quase dobraria o preço do carro)

        uns 660 k agora é só multiplicar pela quantidade de zé ruelas que caem no conto dos preços infinitos!

        realmente o mundo não vai acabar! Qualquer problema que os bancos tenham o governo pode ligar a maquina de fazer dinheiro né …

        que problema teriamos então ???? ( sarcasmo = true )

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  • Valdir 17 de abril de 2012 at 10:04

    Pessoal,

    Ontem jantando com minha esposa por volta das 8 horas da noite, quando o telefone toca, um “consultor imobiliário” , me oferecendo ap em Barueri, perguntei como ele me encontrou…ele meio sem graça respondeu: Na lista telefônica….
    É cumpade…..a agua ta batendo na bunda….
    fujam para as montanhas…

    0
    • Laranja 17 de abril de 2012 at 11:01

      Relato de hoje então: Está sob minha gestão a venda de um apto novo por R$ 6,4 mil/m². Ao passar os dados para o setor de vendas da própria construtora, a gestora disse que indica R$ 5 mil/m² como preço, porque “o mercado está desaquecido.”

      Mas como assim? desaquecido? Pergunto eu.
      Disse ela: “É que o pessoal está pensando mais antes de fechar um negócio deste valor, pegar financiamento. As vezes prefere comprar um menor, quitar…”

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    • RAL 17 de abril de 2012 at 12:16

      Qual seria o empreendimento seria o Conviva ?

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  • Thiago 17 de abril de 2012 at 10:10

    Era tudo que o brasileiro precisava, mais uma forma de se endividar. Eita povinho bem burro…

    0
  • Sérgio 17 de abril de 2012 at 10:13

    Sabedoria do dia, por Benjamin Franklin:

    “Se comprares aquilo de que não careces, não tardarás a vender o que te é necessário”.

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    • Sérgio 17 de abril de 2012 at 10:14

      Essa frase bem resume minha teoria sobre a “desova gigantesca de terrenos”, que está por vir.

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  • Fausto Luiz 17 de abril de 2012 at 10:47

    Não que sejamos apocalípcos, nem otimistas ao extremo, creio que a moderação se enquadra dentro do bom senso, pois, pelo que se tem constatado no momento econômico atual, com dados controvertidos e manipulados, entramos na fase de transição econômica, pois, nas grandes cidades, observar os fatos demanda mais atenção, porém, nas cidades de pequeno e médio porte, como aqui, Jaraguá do Sul – SC., os fatos de imediato são identificados, posto que, a cidade se transformou num “canteiro de obras”, prédio de médio porte (4 pavt) estão em fase construtiva outros em fase de acabamento, creio piamente que a cidade JÁ ESTÁ VIVENCIANDO UMA BOLHA IMOBILIÁRIA, teremos um ano de 2012 com sobrevida, porém, irremediavelmente no 2º sem. de 2013, acusaremos uma demanda muito grande de oferta, com reflexo imediato no desemprego na construção civil e de profissionai liberais – arqº./engº., tendo em vista o número muito elevado desses profissionais na cidade. Creio que confere em muito com as colocações desenvolvidas no site; quem investiu nesses imóveis, creio, foram cidadãos sem muito conhecimento de causa, que investiram suas poupanças em pequenas construtoras, motivados pela ilusão do ganho “fácil”, sem uma pesquisa depurada de mercado, terão uma decepção muito forte, acho até que teremos pessoas em muita depressão ao lnho do 2º sem de 2013. Hoje Jaraguá do Sul – SC aprox. 150.000 hab. traduz bem o reciocínio da “bolha”, mas infelizmente é esperar para conferir. Até!

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    • peterson 17 de abril de 2012 at 14:34

      exato Fausto, eu duvido muito que seja um castelo de cartas como o pessoal deste blog costuma defender, a economia não vai desmoronar com uma ocorrencia isolada, a soma dos fatores é que determinarão a ruptura, eu ja disse que tenho mais receio do micro que do macro, ou seja enquanto o pessoal torce para a Gafisa falir, do dólar subir, dos bancos cortarem o credito, coisa que duvido muito, eu olho para o volume incomensurável de sobrepostas que pipocam pelo Brasil, trata-se de um estoque expressivo encalhando, porém como os empreiteiros possuem menos caixa eles não conseguem esperar a não realização e contabilizar em balanço, eles são obrigados a vender rápido, assim tenho convicções que eles serão os primeiros a recuar o patamar de preços, e isso é BREVE, digamos que desse ano não passa, um detalhe importante é que este tipo de obra continuará, pois sempre foi vantajoso em qualquer época construir e vender, mesmo antes de qualquer bolha existir, daí pergunto qual grande empreendimento não reduzirá suas margens para concorrer com este tipo de empreendimento?, será a soma dos fatores que derrubará os preços, não a queda isolada de um…

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      • Luiz 17 de abril de 2012 at 14:59

        o principal fator de uma bolha é o psicológico, segundo o próprio Schiller disse e ficou velho de tanto repetir

        O efeito psicologico referido não existe em qualquer outra espécie animal. Primeiro a ganancia e ambição de ficar rico fácil, depois o medo de se não comprar logo o preço vai subir ainda mais, em terceiro a desinformação, a enganação, a falsa corretagem, a fraude.

        Temos hoje uma demanda falsa do tipo “tolo maior “, temos a demanda real dos próximos anos antecipada pelo medo do preço eternamente subir, fora a enorme soma de passivos legais e jurídicos.

        Basta ocorrrer algo concreto, uma carta do castelo, para que todos acordem abruptamente pra realidade em efeito manada: a ambição evapora, a demanda real que se antecipou ficou com a pica na b… e os problemas precisarão ser contabilizados e pagos.

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        • peterson 17 de abril de 2012 at 15:08

          Luis isso é a CONSEQUENCIA da ruptura não a causa dela….

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          • Luiz 17 de abril de 2012 at 16:38

            pensei seriamente sobre isto
            vc esta certo
            nenhuma noticia, nenhum blog poderá abalar a bolha
            os fatores reais virão primeiro, o estouro da manada vem depois

            meio brochante, mas é isso mesmo

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      • RosinhA 17 de abril de 2012 at 16:48

        Peterson concordo com você, sempre construímos para vender e estou esperando este momento, bem quietinha, o mercado vai se autoregular sozinho, e os especuladores grandes irão partir para outros mais lucrativos sempre foi assim e sempre será. Será uma limpa nos micros, e pequenos, as grandes procurarão outras formas de ganho.

        0
        • Luiz 17 de abril de 2012 at 17:09

          agora q percebi, vc participava aqui antes com outro nome

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          • RosinhA 17 de abril de 2012 at 18:26

            ??????

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      • Leno 17 de abril de 2012 at 18:10

        Eu concordo com o que voce Peterson, porem acho que a quebra de uma grande construtora irá abalar um dos pilares que sustentam a bolha, que é a confiança no mercado de imoveis na planta.

        Junte a isso as noticias de obras super atrasadas que estão cada vez maiores e teremos um cenário de total desconfiança, que certamente irá agravar ainda mais economia.

        Eu torço para que a correção de preços ocorra com o menor impacto possível na economia, só não consigo entender como isso poderá ocorrer.

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    • Guilherme SC 17 de abril de 2012 at 23:04

      Isso que a Criciúma Construções tá chegando aí, depois ninguém segura hehehe

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  • Victor 17 de abril de 2012 at 10:48

    Então você comprou um apartamento de 1 milhão de reais? Me diga como é ser um magnata e viver em um apartamento de 80m²?

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    • GB 17 de abril de 2012 at 10:52

      Isso é o que eu chamo ser feito de bobo: comprar imóvel caro, pequeno, mal localizado, de baixa qualidade e dar 3x o valor financiado para o banco em módicos 30 anos.

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    • Victor 17 de abril de 2012 at 14:42

      Pior é isso, o cara compra um apartamento de 1 milhão de reais, paga 2 milhões, quando na verdade ele vale 400k. Só R$ 1.600.000,00 a mais, dava para ele comprar o ap dele e mais 4.

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      • peterson 17 de abril de 2012 at 15:14

        a conta é pior, se ele tivesse aplicado a diferença real de 600k (divididos no tempo) ele descobrirá que o AP não vale nada (virtualmente) e que ele é mais pobre do que se não tivesse casa nenhuma….

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  • Jack Imóveis 17 de abril de 2012 at 11:30

    Caros,

    Acho que alguém já comentou essa notícia:

    h ttp :// economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/04/17/taxa-paga-ao-corretor-na-compra-de-imovel-e-abusiva-diz-justica.jhtm

    Com certeza veremos cada vez mais decisões contra construtoras, incorporadoras e corretoras.

    Como alguns sabem eu passei pela experiência de comprar um imóvel na planta. Mesmo sendo tendo boa educação e revendo os contratos com advogado cai em armadilhas. São muitas.

    Posso dizer com a mais absoluta certeza, comprar imóvel na planta é roubada. Exemplifico:

    1. Seu poder de negociação das clausulas do contrato são nulas.
    2. Você fica a mercê do INCC
    3. Você fica a mercê da construtora, impossível saber se ficará pronto no prazo ou dois anos depois ou nunca (vide matéria no CQC)
    4. No hora de quitar ou financiar a incorporadora e o banco financiador farão da sua vida um inferno.
    5. A implantação do condomínio custa uma fortuna.
    6. Durante dois ou 3 anos o prédio sempre terá um apartamento em obra para te ferrar a vida.

    Poderia passar mais dois dias escrevendo aqui,

    Abraços

    Jack – Contando Histórias

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    • GB 17 de abril de 2012 at 12:08

      Isso é verdade.

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    • Carlos_ 17 de abril de 2012 at 13:59

      E é por essas é por outras que na planta tem que ser sempre mais barato que um novo recem construido nos mesmos padrões e local. Mas aqui inventaram uma novidade que é a promessa de construção mais cara do que a construção equivalente já pronta na outra esquina.

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  • self 17 de abril de 2012 at 11:31

    Excelente artigo do RCesar.net sobre a Bolha americana. Será que o que afirma o artigo é aplicável ao Brasil, também? Temos como medir?

    h ttp://rcesar.net/2012/04/a-recuperacao-do-mercado-imobiliario-americano/

    0
  • POC 17 de abril de 2012 at 11:51

    Um meme em homenagem as hipotecas .. rs

    h t t p:// i.qkme.me/3otzw8.jpg

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    • Cleyton 17 de abril de 2012 at 13:34

      Muito bom!

      Não é o cara da fantástica fábrica de chocolates original?

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      • POC 17 de abril de 2012 at 13:44

        Sim … rs

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  • Carolina 17 de abril de 2012 at 12:11

    Mais uma:

    Lider prepara reestruturação Construtora recorre à Justiça para negociar prazo para pagar dívida e ganhar fôlego nas operações imobiliárias

    Marta Vieira

    Publicação: 17/04/2012 04:00

    “A Lider passa por uma fase de dificuldades financeiras, mas é uma companhia saudável que tem tradição no ramo e um histórico de obras entregues no prazo” José Murilo Procópio de Carvalho, advogado que representa a Lider

    A Construtora Lider, tradicional empresa do segmento de edificações de alto padrão em Minas Gerais, apresentou ontem pedido de recuperação judicial no Fórum Lafayette, de Belo Horizonte, como parte de um plano de reestruturação envolvendo a renegociação do pagamento de débitos com bancos e fornecedores a prazos mais dilatados. O recurso foi distribuído ao juiz Sálvio Chaves, titular da 2ª Vara Empresarial da comarca de BH. No processo, a empresa descreve as dificuldades financeiras enfrentadas pelo setor da construção civil nos últimos três anos e apresenta vasta documentação exigida em lei que enquadra os casos previstos no benefício legal.

    Responsável pelo recurso judicial, o advogado José Murilo Procópio de Carvalho sustenta que a Lider pode dar prosseguimento às suas atividades, cumprindo os prazos acordados de entrega de obras, com o apoio de uma reestruturação negociada de seu perfil de endividamento. A construtora tem uma dívida de R$ 67,5 milhões com a instituições financeiras e um grupo de fornecedores de material de construção. Parcelas expressivas das operações de crédito têm vencimento em curtíssimo prazo, de 30 a 60 dias.

    “A Lider passa por uma fase de dificuldades financeiras, mas é uma companhia saudável que tem tradição no ramo e um histórico de obras entregues no prazo. O que ela precisa é de uma injeção de recursos, para dar continuidade a seus projetos”, afirma Murilo Procópio de Carvalho. A nova lei que regula a recuperação judicial, em lugar da antiga concordata, –11.101, de 9 de fevereiro de 2005 –, dá o direito à concessão de prazos e situações especiais para o pagamento de dívidas vencidas e a vencer às empresas afetadas por problemas financeiros.

    A regulamentação comporta soluções como cisão, fusão, incorporação, cessão de cotas de capital, arrendamento, aumento de capital e oferta de bens em pagamento. Diferentemente da antiga legislação que regulava as concordatas e era mais restritiva, mesmo aquelas empresas que tenham títulos protestados podem recorrer ao benefício legal. Com um capital social de
    R$ 89,586 milhões e 2,5 mil empregados, a Líder informou à Justiça já ter construído, em 42 anos de atividade, mais de 3 milhões de metros quadrados com a parceiros incorporadores nos estados de Minas Gerais e São Paulo, Brasília e em Cabo Frio. Na relação de ativos, o pedido de recuperação judicial menciona fazenda na Bahia, terrenos em Belo Horizonte, Brasília, no Espírito Santo e Bahia.

    Outro argumento destacado pelo advogado Murilo Procópio de Carvalho é o de que a empresa trabalha com projetos no sistema de sociedade de propósito específico ou sociedade de objeto único para construção de unidades residenciais, uma garantia para os compradores dos imóveis. O valor da marca e as próprias obras em andamento também teriam o seu peso a favor de um plano de recuperação judicial, de acordo com a tese defendida na petição.

    Atropelos do mercado Em meio ao crescimento rápido do mercado de construtoras e incorporadoras no Brasil nos últimos três anos, a Lider já havia enfrentado as dificuldades decorrentes do período de escassez do crédito vivido nos anos 90. O pedido judicial da construtora observa que àquela época, quando os agentes financeiros da habitação deixaram de operar com crédito de longo prazo de amortização para atuarem na faixa livre, se valendo do seu capital de giro (ou seja, de curto prazo), a empresa mantinha uma média de 30 obras em andamento. Mesmo sem contar com empréstimos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), deu continuidade a essas obras, cumprindo os compromissos, a despeito de depender dos recursos de curto prazo dos bancos, emprestados a juros elevados.

    Nos últimos anos, culminando em 2011, como outras empresas, a Lider se deparou com as dificuldades financeiras decorrentes da desvalorização das ações das companhias do setor cotadas em bolsa de valores. O mercado havia reagido à onda de abertura de capital de grandes construtoras e incorporadoras que levou a um aquecimento rápido da demanda de terrenos. A lei da oferta e da procura se multiplicou, os custos de matérias-primas dispararam e a escassez de mão de obra levou a fortes ganhos salariais.

    Em quatro anos, os materiais de construção turbinaram com alta de 34% o índice de preços da construção civil. Com um plano de recuperação judicial, a empresa poderá dar continuidade aos seus negócios, com tranquilidade, segundo Murilo Procópio de Carvalho. “O quadro econômico da empresa, ressalvadas suas limitações de ordem financeira, é extremamente positivo e promissor e tende a estabilizar-se em médio prazo”, diz.

    Amparo legal

    Se a Justiça acata um pedido de recuperação judicial, a empresa autora do processo tem 60 dias para apresentar sua proposta. É nomeado um administrador da recuperação, que atua como uma espécie de fiscal, mas sem ingerência na gestão da empresa. A fase seguinte consiste num prazo de 120 dias para avaliação da proposta pelos credores. Se não houver impugnação do plano de recuperação judicial, o juiz marca, então, uma assembleia de credores. Eles avaliam a proposta conforme a categoria do crédito: bancário, de trabalhadores, fornecedores, entre outros. Na assembleia, a intenção é de que o plano seja ajustado como em qualquer negociação. O juiz pode acatar a proposta da empresa, se não houver acordo. Há também a opção de os credores apresentarem propostas de acerto. A Justiça pode acatá-las, se elas não forem aceitas pela empresa, transformando a recuperação judicial em falência. O objetivo da lei atual é permitir a recuperação da empresa.

    Marca tradicional em Minas

    Criada 42 anos atrás pelo engenheiro Carlos Carneiro Costa, num período de efervescência na economia brasileira e que desenhava, à época, uma política nacional de industrialização e atraía investimentos estrangeiros, a Construtora Lider ganhou tradição no mercado mineiro de construções de luxo. Em 1984, passou a atuar em outros estados, com a primeira obra contratada no Rio de Janeiro à Construtora Liderança, então um novo braço do grupo que ampliava o horizonte de atuação da empresa.

    Os mercados paulista e de Brasília se seguiram levando a Lider ao grupo das maiores construtoras do setor no país. No começo dos anos 90, ela partiu para o segmento de construções comerciais, entregando o primeiro shopping center de Belo Horizonte fora da Região Centro-Sul, o Minas Shopping. Três anos mais tarde, outros dois grandes centros de compras foram finalizados: em BH, o Minas Casa, e em Contagem, o Big Shopping. Foi nessa década, também, que o grupo executou uma grande obra na área médica, o complexo Licefenter, na capital.

    Indústrias Os anos 2000 foram marcados pela expansão da construtora e por mudanças na estratégia de atuação do grupo. Da área residencial, a Liderança ganhou novo foco no segmento de construções industriais, atendendo grandes clientes, como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), Fiat Automóveis, AngloGold Ashanti, Arcelor-Mittal, Samarco Mineração e Vale.

    Maior empreendimento da história da construtora, o Grand Lider Olympus, condomínio residencial, foi lançado em 2006. Dois anos depois, a Lider se uniu à Cyrela Brazil Realty, maior incorporada de imóveis residenciais do país, criando a joint venture LiderCyrela. Empenhada em investir novamente no segmento de construções residenciais populares, para se aproveitar da oferta do crédito incentivado pelo governo brasileiro, a construtora mineira criou a Primóvel em 2008. (MV)

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    • peterson 17 de abril de 2012 at 19:04

      mais uma vez soma-se ao todo, observe como tenho cada vez mais certeza do que minha teoria propõe, não é um castelo de cartas é uma soma de fatores…. mais uma raiz que haviamos ignorado “as construtoras de médio porte” já sentem problemas com o mercado… derrepente as maiores fraudes estão ocorrendo neste setor, pq há fraudes ocorrendo eu não tenho duvida disso…

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  • Conde Drácula 17 de abril de 2012 at 12:51

    É impressionante a quantidade de pessoas instruídas que ainda não perceberam o que esta acontecendo. No meu trabalho há gente instruída, engenheiros, economistas e administradores com doutorado. Conversando hoje de manha com eles, ninguém sabia do rombo da gafisa, nem dos problemas de comprar imóvel na planta.

    0
    • Ronald 17 de abril de 2012 at 12:58

      O que sustenta ainda essa bolha é falta de informação do povo pois a bolha tem a ver com especulação.

      Se a verdade se espalhar quem consegue especular?

      Se queremos acelerar as coisas devemos mostrar a verdade para as pessoas.

      Que tal fazermos um adesivo de carro “www.bolhaimobiliaria.com” ?

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      • Apocalipse now 17 de abril de 2012 at 13:38

        Apoio o lance do adesivo.

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      • Leo 17 de abril de 2012 at 14:41

        A pouco tempo algum usuario aqui do blog/forum teve uma ideia muito legal. Imprimir papeis com o endereco http://www.bolhaimobiliaria.com e coloca-los nas caixas de correio.

        Posso dizer que fiz minha parte, alias.. fiz ate mais. Coloquei nas caixas do predio da sogra, mae, irma, irmao….

        Analog_mail_mode=ON

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      • xyz 17 de abril de 2012 at 14:47

        Permita-me discordar.
        A bolha não tem nada a ver com “informação”.
        99% da população não compra um imóvel porque simplesmente não tem um holerite sufiente para adquirir um financiamento. Se o tiversse compraria mesmo que já tivesse ouvido falar na tal bolha centenas de vezes.

        Enquanto houver oferta de crédito fácil e pessoas com capacidade de endividamento a bolha vai manter sua trajetória, mesmo que existam 100 milhões de carros com adesivos de “alerta”.

        Particulamente não tenho o menor desejo que a bolha estoure bruscamente. Muitos aqui acham que o estouro é uma simples correção para baixo no preço dos imóveis. Não é mesmo.

        O Brasil deveria estar fazendo o que a china faz, tentando secar a bolha de forma “controlada”.

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        • peterson 17 de abril de 2012 at 20:14

          não concordo que credito a 2% ao mês considerando 30% de margem salarial seja credito fácil…. aliás eu acho até muito dificil pegar credito no Brasil… mais uma deturpação de consequencias, o brasileiro é insano ao tomar este credito, assim desencadeamos um processo letal que governo nenhum pode controlar, o problema NÃO FOI o credito ficar extenso e juros “reduzidos”, o problema foi o INCENTIVO do governo quanto a quem poderia utilizá-lo, ou seja, o governo errou na INFORMAÇÃO, não na disponibilização, é perfeitamente adequado ceder credito a juros até menores que os atuais, porém é incorreto afirmar que o Brasil terá situação estável por 30 anos e que qualquer brasileiro pode acessar este credito, os unicos que têm esta capacidade são a massa que compromete margens menores que 30% da renda, ou os funcionarios publicos e aposentados, ou pessoas com outras garantias financeiras, assim o credito estaria disponível SIM,para todos respeitando a constituição, nas mesmas condições atuais, mas somente quem realmente pode pagar deveria tomá-lo, pois é natural ter crise nesses tempo todo, então assim não teria existido bolha nenhuma… não foi o que aconteceu… os brasileiros que tem memoria muito curto se habilitaram tomar emprestimo, não deveriam te-lo feito baseado em suas proprias experiencias de vida, o fizeram pensando no hoje, assim não foi o credito o culpado, nem o governo por te-lo disponibilizado, foi como um cassino onde um cliente aposta todas as suas fichas que vai ganhar e sai perdendo, não foi o cassino o culpado, nem o vendedor das fichas, foi o cliente, por ter entrado em um cassino… assim penso que o credito deve ser facilitado ainda mais, pois do jeito que estão, não estão nada facil como muitos daqui acham, está e muito, caro demais….

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          • RosinhA 17 de abril de 2012 at 20:28

            Peterson concordo mas já parou para pensar que com a facilidade que você acha que deveria ser colocado, por exemplo, a Hyundai teria que abrir mais umas 4 fábricas aqui no Brasil?

            Se der grana vão detonar mesmo, o que acho que falta é infraestrutura o país não conseguirá crescer nem 3% ao ano pois será barrado por infraestrutura capenga, de que adiantaria tanto crescimento se não poderíamos nós mesmos usá-lo?

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            • peterson 17 de abril de 2012 at 21:14

              o governo federal também é incompetente… não quis tirar isso deles não!

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          • xyz 17 de abril de 2012 at 21:17

            È impressionante como em nenhum momento você questionou de onde vem o dinheiro para a avalanche de crédito que você acha saudável.

            Pois lhe digo: é dinheiro “novo”, criado pelos bancos com autorização do governo. roubar recursos do futuro para fazer a farra hoje.

            È impressionante como é equivocada sua avaliação sobre a “facilidade” do crédito. O crédito é fácil sim, pois os próprios agentes financeiro (gerentes, corretores, correspondentes bancários) ensinam o candidato ao crédito as formas de conseguir o financiamento, tais como falsificar comprovante de renda (isto é muito, muito, muito comum), “juntar” holerites de parentes e até vizinhos. Outro dia vi uma pessoa (acho que era gerente da caixa) no meio da rua dando dicas indecorosas para um candidato ao crédito, sem se importar que alguém poderia estar ouvindo as dicas criminosa.

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            • peterson 17 de abril de 2012 at 22:58

              mas isso é ILEGAL, logo é FRAUDE, observe que isso não torna o crédito como o vilão e sim o tomador do credito… o credito não é facil… o governo está correto em tornar o credito mais “barato”,coisa que eu ainda acho caro pra caramba, observe que você associa uma medida correta (facilitar o credito) à uma errada (fraudar a capacidade financeira), para justificar que é errada outra medida correta (“baratear” o credito), o erro deste governo não é pregar que todos podem ter acesso à filé mignon e picanha, acesso igual a todos é uma regra constitucional, o maior erro é omitir que picanha tem que ser paga sem considerar o dinheiro do acem (pois o brasileiro é pobre) de todo dia… ou seja que o credito existe para todos, mas se eu fosse você não pegava…

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              • Cleyton 17 de abril de 2012 at 23:06

                peterson, pela sua analogia com a carne, o crédito também tem “qualidades” no uso, se todo mundo só quiser filé mignon e picanha o que faremos com o resto do boi?

                O preço do crédito deve ser balisado pelos recursos naturais e na qualidade do que ele produz, não foi feito pra ser desperdiçado, se aumenta o crédito (dá picanha pra todo mundo) vai haver um período em que só terá acem, chamamos isso de recessão, que é o que nos aguarda.

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                • peterson 17 de abril de 2012 at 23:51

                  todos podem comprar picanha e filé, isso não pode ser limitado pela falta de credito, ou dificultar o credito, ou encarecer o credito, pois o culpado não é o credito o culpado é o tomador dele, quando o faz querendo substituir seu acem, aí esta o problema, o credito é feito para quem quer comprar picanha sem comprometer a mistura do dia seguinte…. é complexo entender isso mesmo….

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                  • Guibro 18 de abril de 2012 at 00:37

                    “Nada com nada” e “Falta de sentido” vieram dar uma volta no blog e resolveram estacionar no seu comentário.

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                    • peterson 18 de abril de 2012 at 02:43

                      é complexo entender…. compreendo sua limitação!

                      0
  • Shakespeare 17 de abril de 2012 at 12:59

    alguma coisa está fora da ordem… mundial:

    Uma cidade empobrecida e cara

    Os brasileiros continuam chegando aos montes, principalmente nos fins de semana. Mas os preços de Buenos Aires não são mais tão atraentes quanto um ano atrás. O câmbio ainda nos é favorável. Um real vale dois pesos. Mas um jantar com vinho na Cabaña Las Lillas, o concorrido restaurante de Porto Madero, sai a 400 pesos (200 reais) por pessoa. Tudo bem que a Cabaña é um dos restaurantes mais caros da cidade, mas se o turista procurar uma confiteria, a situação não será muito diferente. No Florida Garden, o tradicional café da Calle Florida, dois cafés, um tostado (misto quente de pão de miga) e uma água mineral saem por 80 pesos (40 reais). Não chega a ser uma pechincha, né? Uma garrafinha de água mineral, aliás, custa 12 pesos (6 reais), e o menor dos sorvetes do famoso Freddo vale 21 pesos (10,50 reais). Talvez a explicação esteja no fato de que, enquanto nossa inflação está entre 7 e 8%, a deles já ultrapassou os 20%. Um bom lugar para se assistir a um espetáculo num dos teatrões da Calle Corrientes custa 160 pesos (80 reais). São preços de Rio e São Paulo, isto é, alguns dos maiores preços do mundo. Além disso, a cidade impressiona pela pobreza. A praça em frente ao Obelisco, uma das atrações turísticas mais procuradas, virou albergue noturno, e são muitos os catadores revirando o lixo dos hotéis nas madrugadas do Microcentro.

    ht tp://oglobo.globo.com/cultura/xexeo/posts/2011/09/15/uma-cidade-empobrecida-cara-405710.asp

    0
    • Apocalipse now 17 de abril de 2012 at 13:41

      Ainda sim Buenos Aires é melhor do que qualquer cidade brasileira. Já estive lá 3 vezes, e repito, estamos a anos luz deles.

      0
  • lion 17 de abril de 2012 at 13:09

    Analise técnica segundo corretora Ativa:
    PDGR3
    Diário fecha com mais uma sugestão de fundo mas o ativo não consegue o cruzamento das médias para
    possíveis altas, o que preocupa já que perdendo os 4,97 a tendência de baixa deveria continuar. O
    semanal perde a região de suporte e se perder a mínima do candle anterior a realização vai continuar já
    que a tendência de longo prazo é de baixa.

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  • Corvo 17 de abril de 2012 at 13:18

    Fiz uma tradução vapt-vupt do artigo do Telegraph, já que agora o Bolha é internacional. Como acabei de almoçar, podem existir erros, pq o sono é brabo, mas o grosso é isso aí:

    Fonte: http : // w w w.telegraph.co.uk/finance/comment/ambroseevans_pritchard/9205775/Swimming-naked-in-Brazils-bubbly-waters.html

    Nadando pelado nas águas borbulhantes do Brasil

    O “Tigre Latino” pode ultrapassar França, Itália e Inglaterra, tornando-se a quinta maior economia do mundo em alguns aspectos, mas ocupa a posição 126 no ranking do Banco Mundial com relação à “facilidade para a realização de negócios”, atrás de muitos países da África. O sinal amarelo está piscando.

    Não está claro se o caçula do BRICS, com seus 195 milhões de habitantes, rompeu a “armadilha da renda média” depois de meio século de esforços (…).

    Será que o Brasil foi favorecido novamente por uma enxurrada de recursos, dessa vez provenientes das exportações de soja e de minério de ferro para a China, além de uma bolha imobiliária de proporções irlandesas?

    Difícil concluir, mesmo se aceitarmos que Lula – um ex-funcionário da Fiat que virou apóstolo da ortodoxia – tenha reduzido a inflação e feito do Banco Central do Brasil um Bundersbank (NT: Banco Central Alemão) das Américas, e se aceitarmos que os campos em águas profundas da Bacia de Campos venham a fazer do Brasil o quarto maior produtor de petróleo do mundo.

    Uma pesquisa global da Knight Frank mostra que o preço dos imóveis no Brasil subiu 26% no último ano, bem mais que nos outros países. A média global foi de 0,5%.

    “Os preços estão loucos”, disse Eduardo Paes, prefeito do Rio. Até as favelas entram em ebulição quando os desenvolvedores se aproximam. Um bom barraco vale o mesmo que uma casa de quatro dormitórios no Arizona – se você puder provar que é o dono.

    “O Brasil está passando por uma típica bolha imobiliária”, diz Samy Davy, da Fundação Getúlio Vargas. “Há riscos de grandes danos ao sistema financeiro e à economia brasileira, como aconteceu nos EUA”.

    Este é um assunto debatido com ardor e explorado por sites como o Bolha Imobiliária e o Brazilian Bubble. Os otimistas dizem que a dívida hipotecária é baixa e que comparações com os EUA são inválidas. Ainda que o esquema de financiamentos de 100% do MCMV (programa da Caixa Federal para famílias de baixa renda) nos faça lembrar de Fannie, Freddie e do subprime dos EUA.

    Consultores de Secovi-RJ dizem que os imóveis no Rio subiram de 400% a 700% durante a última década, mesmo partindo de um valor-base baixo. Na média, os preços das maiores cidades subiram 140% desde 2008, incongruente com o crescimento da renda e bem parecido com o ocorrido nas bolhas dos EUA, Reino Unido e Espanha.

    “Estimamos que o mercado esteja sobrevalorizado em até 50%”, diz Niel Shearing, da Capital Economics. Com sorte, a bolha irá “desinflar vagarosamente”, com os motores da economia girando entre 3% e 4% e a inflação corroendo a dívida real.

    O temor é que uma recessão/contração de crédito chinesa torne-se um problema.

    A economia do Brasil empacou no fim do ano passado. Desde então, se recuperou, mas tem dificuldades para repetir o grande salto dos anos Lula, devido às turbulências de um Real superforte (20% sobrevalorizado, segundo o Goldman Sachs).

    Certamente, é muito forte para um país que teve ganhos de produtividade escassos durante trinta anos. Benjamin Steinbruch, diretor da siderúrgica CSN, disse que agora é mais barato produzir metal na Alemanha.

    A produtividade não acompanhou o passo da China ou dos Tigres Asiáticos, razão pela qual a produção industrial caiu quase pela metade, para 14,6% do PIB, um nível visto pela última vez antes da grande industrialização do final da década de 1950. O país está se tornando “pós-industrial” antes de ficar rico.

    A Presidente Dilma Rousseff – que foi guerrilheira urbana durante a ditadura militar dos anos 1970 – atribuiu a força do Real a um “tsunami monetário” de fundos, que fogem do QE anglo-saxão em busca de rendimentos.

    A resposta dela foi criar 40 barreiras protecionistas, como sobretaxas de importação e decretos limitantes para aquisições mesmo em setores cujos produtos locais são 25% mais caros. ”Temos que tomar medidas para nos defender. Não podemos deixar que nosso setor manufatureiro seja devorado”.

    Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, disse que as políticas são retrógradas, e condenou o mantra de “guerra cambial” do governo como escapismo. “Eles parecem não entender os problemas reais”.
    É verdade que o país foi inundado por muito dinheiro, mas isso foi porque o Banco Central manteve taxas elevadíssimas para compensar os efeitos inflacionários dos gastos do governo.

    Como o déficit orçamentário é menor que 3% do PIB, o erro fiscal não fica evidente. Mas foi assim na Grã-Bretanha antes do estouro da bolha. O ciclo de crédito e de commodities disfarçou a podridão.

    Roberto Rigobon, da MIT Sloan School, disse que o Brasil deveria ter copiado o Chile e a Noruega, obtendo superávits fiscais de 8% ou 9% do PIB – colocando o dinheiro em ativos globais por meio de fundos soberanos.

    Ao invés disso, o Brasil tem gasto muito de seus ganhos com commodities subsidiando um estado inchado, com aposentadoria “grega” aos 54 e altos custos previdenciários. Um estudo do Santander diz que o Brasil ainda possui infraestrutura de “nível cambojano”.

    Os defensores de Lula retrucam que o coeficiente de desigualdade social de GINI caiu se comparado com os níveis feudais da década passada, indo de 60 para 54, e as taxas de mortalidade infantil caíram para 17/1000.

    O Brasil não está em perigo eminente. O crédito privado irá alcançar 58% do PIB este ano, comparado com os 25% do PIB em 2005. O comprometimento do rendimento familiar é de 22%, contra os 18% de três anos atrás. Ainda não são níveis extremos para os padrões globais.

    Mas há tensão no cenário. A inadimplência nos bancos alcançou 10,3%, pior que durante a fase pós-Lehman de 2008-2009. Os atrasos de mais de 90 dias em financiamentos de veículos subiram para 5%.

    “As cartas apontam uma recessão no próximo ano. Quando a maré de liquidez mudar, nós seremos capazes de ver quem está nadando pelado”, diz Marcelo Ribeiro, da Pentágono Asset Menagement.

    Mas o Brasil tem cartas na manga. A dívida pública é de apenas 37% do PIB, e o Banco Central pode reduzir as taxas – hoje em 9,75% – se for preciso. O país não possui mais dívidas em dólares, possui US$ 353 bi (£223 bi) em reservas cambiais e é uma potência agrária em tempos de escassez de alimentos.

    Há ainda um entusiasmo insípido entre aqueles que predizem que o Brasil e o BRICS continuarão avançando em ritmo alucinante e logo ocuparão suas posições de potências econômicas mundiais. Tais extrapolações desafiam as teorias tradicionais da antropologia política.

    Outra saída possível é a de que o ciclo de crédito nas economias emergentes venha a declinar antes que o Velho Mundo tenha se recuperado totalmente. Se isso acontecer, reze.

    0
    • Ze Bom Dirolo 17 de abril de 2012 at 13:43

      “Um estudo do Santander diz que o Brasil ainda possui infraestrutura de “nível cambojano”.’
      Que orgulho de ser brasileiro……
      Vamos nos proteger. Ser obrigado a consumir tudo que é nacional bem caro. Brasil, Brasil..meu brasil brasileiro….

      Alguém sabe quanto está a passagem de avião para as ilhas malvinas?

      0
    • Fred 17 de abril de 2012 at 14:08

      Muito bom, Corvo!
      Não sei se cabe um “obrigado” aqui, mas de qualquer forma obrigado!

      0
    • pmoraesm 17 de abril de 2012 at 18:54

      Ainda não tinha lido.. achei interessante e fui conferir o original em ingles, com atenção especial aos comentários. Achei este interessante:

      TheBoggart
      Yesterday 07:15 AM
      “Bulls say ”

      In every bubble there are always idiots to be found who will wheel out jolly good reasons why prices will continue to go upwards and onwards.

      0
  • ZE 17 de abril de 2012 at 13:19

    h t t p : / / e xame.abril.com.br/economia/noticias/depois-dos-imoveis-qual-sera-a-proxima-bolha

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  • Luiz 17 de abril de 2012 at 14:05

    Governo SP lançará editais para 70 novos trens em maio

    13/04/2012

    O Governo de São Paulo irá lançar, no início de maio, dois editais para a compra de 70 novos trens. Autorizada pelo governador Geraldo Alckmin, a compra irá adicionar 55 veículos à frota da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e 15 ao Metrô.

    De acordo com o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, a concorrência será nacional e do tipo menor preço. Além disso, a empresa vencedora terá 18 meses, a partir da assinatura do contrato, para entregar o primeiro veículo da encomenda. “Já estamos sondando o mercado. Será uma concorrência dura”, frisou o secretário.

    Os 15 novos trens do Metrô irão integrar a frota atual, que conta com 150 unidades, e serão distribuídos entre as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. Já os 55 trens da CPTM serão um adicional aos 105 veículos adquiridos das empresas Alstom e CAF, e que terminarão de ser entregues no final desse ano.

    Além da compra que virá com os novos editais, o governo já adquiriu outros 119 trens – 54 para a extensão da Linha 2-Verde; 24 para a Linha 17-Ouro; 26 para a Linha 5-Lilás e 15 para a Linha 4-Amarela.

    0
    • peterson 17 de abril de 2012 at 20:44

      Luiz daqui uns anos no ritmo de obras do governo de SP veremos algo que sempre brincava quando era pequeno, juntavam um trem no outro até encher os trilhos de trem, será bizarro ver o trem parar e mover do tamanho da estação de tanto trem na linha, pq SP deveria ter muito mais linhas, muito mais integrações, eu diria o triplo, há quem diga o quadruplo… agora nem com parcerias amarelas(se é que vc me entende) do tipo eu dou 75% te empresto os outros 25% e vc fica com 50% o governo de SP consegue ser rápido só tem uma explicação : INCOMPETENCIA

      0
      • Luiz 18 de abril de 2012 at 12:02

        Peter admiro seus comentários, mas na questão politica vc é de uma ingenuidade gritante.

        O governo de SP precisa ser analisado com base numa referência, que é o resto do Brasil.

        Somente um governo mto competente consegue administra quase 400 kms de linas de trem sem nenhum dinheiro do governo federal e ainda tendo que aceitar a transposição de trens de carga que vem do mato grosso e passa no centro da cidade.

        SP sustenta o BR.

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    • pmoraesm 18 de abril de 2012 at 10:16

      Luiz,

      Note que a maior parte dos trens vai para CPTM, onde os intervalos entre eles são muito maiores do que no Metro.

      Acho que essa compra faz parte do planejamento para dar às linhas da CPTM o padrão do Metro que, embora seja absurdamente super lotado, ainda é melhor.

      0
  • Vinícius BH 17 de abril de 2012 at 15:49

    Construtora Lider de Belo Horizonte apresenta pedido de recuperação judicial
    em. com.br /app /noticia/economia/2012/04/17/internas_economia,289177/construtora-lider-prepara-reestruturacao.shtml

    0
    • lrp 17 de abril de 2012 at 18:24

      A hora ta chegando, a Lider era exemplo de solidez aqui em BH, quem comprou pode começar a chorar.

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    • Ronald 18 de abril de 2012 at 10:02

      Tive notícia que Habitare também entrou em processo de recuperação judicial…

      Alguém confirma?

      0
  • Ronald 17 de abril de 2012 at 16:32

    A notícia é ótima para mostrar para BH que tem coisa errada!

    Quero ver a repercursão disso agora.

    0
  • Curioso 17 de abril de 2012 at 17:03

    Para os que ainda não leram, segue título da matéria publicada na exame.com:

    Imóvel como investimento é uma ilusão, diz Shiller

    Para professor de Yale especialista no mercado imobiliário americano, não existe garantia alguma de que os preços dos imóveis vão sempre subir

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  • RosinhA 17 de abril de 2012 at 17:09

    Um pos rápido que vai envolver todos os assuntos citados na semana:

    Efetuando uma cobrança de cheque sem fundos a uma cliente, agora a pouco, na AV Itamarati número 23XX, Condomínio Top Life Santo André SP, ao entrar no elevador de serviço deparei-me com uma placa com Logotipo da Administrado dizendo:

    Quanto a reclamação dos moradores a empresa XXXXX, relata que não foram colocados os móveis, bancos, mesa portaria etc, etc, etc, etc, etc, etc, pois estamos passando por um grave problema de inadimplência e iremos entrar contra ação civil contra os não pagantes.

    Para que os condôminos entendam os fatos, a nossa arrecadação mensal de condomínio é de 33.xxx,xx e nossa inadimplência hoje é de 34.xxx,xx, portanto se tratando de um condomínio de apenas 6 meses de vida temos mais de 1 mês de valores atrasados, etc, etc, etc.

    Ps: Por sorte recebi o cheque sem fundo, com outro cheque no valor de R$ 82,00, no nome de sua mãe, mas para 01/06/2012, vejamos se terá fundo tb.

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    • Shakespeare 17 de abril de 2012 at 19:27

      muito elucidativo o seu comentário, tenho certeza de que veremos cada vez mais isso acontecendo.

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      • RosinhA 17 de abril de 2012 at 19:34

        Shakespeare, o condomínio estava afixado no hall de entrada com as despesas, o valor do mês passado foi de 230,00, foi financiamento MCMV, e atrasou quase 2 anos, pagando aquelas parcelas estúpidas de 280,00 durante a obra, nem precisamos dizer o que aconteceu, ou melhor o virá pela frente.

        0
        • Shakespeare 17 de abril de 2012 at 23:15

          se condomínio de 230 dilmas tá assim imagina os de 700, 800 onde tem um monte de investidores ixpertos!!

          0
  • lion 17 de abril de 2012 at 17:17

    Curiosidade,
    em 14 dez 2011 tivemos um post aqui no bolhaimobiliaria com o seguinte topico: “O “aquecido” mercado carioca – Mrk”
    Verificando links de imoveis a venda postado nesse topico, ainda tem por lá VARIOS anuncios validos.
    Ue, mas os corretores nao dizem que vendem que nem água??? Que vc tem que responder rapido senao perde a “oportunidade de investimento” ???
    PLOC

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  • Sol de Sampa 17 de abril de 2012 at 17:24

    Condomínio: ações contra inadimplência têm maior número desde setembro de 2010 – Infomoney 11/04/2912

    SÃO PAULO – O número de ações de cobrança por falta de pagamento da taxa de condomínio na cidade de São Paulo avançou 30,52% em março, em relação a fevereiro.

    No mês passado, houve 1.189 registros, o maior número desde setembro de 2010, quando foram contabilizados 1.415. Já em fevereiro houve 911 ações.

    Já em comparação com março do ano passado, a alta foi de 52,02%. O número de registros naquele mês foi de 767, de acordo com levantamento realizado pelo Grupo Hubert e divulgado nesta quarta-feira (11).

    Histórico
    Em 2006, no total, foram registradas 17,2 mil ações contra inadimplência em condomínios. No ano seguinte, esse número caiu para 15,9 mil, em 2008, passou para 13,1 mil e, em 2009, para 11,4 mil ações. A trajetória de queda se alterou em 2010, quando foi registrada alta de 3,05% no número de ações.

    O diretor do Grupo Hubert, Hubert Gebara, afirma que a alta em março pode sinalizar o fim da tendência de baixa dos últimos anos. Números mais modestos da economia podem ser a causa.

    Na tabela abaixo, é possível observar o número mensal de ações registradas entre março do ano passado e o deste ano:

    Mês/Ano Ações

    Março/2011 767
    Abril/2011 769
    Maio/2011 921
    Junho/2011 778
    Julho/2011 937
    Agosto/2011 877
    Setembro/2011 1.004
    Outubro/2011 978
    Novembro/2011 873
    Dezembro/2011 579
    Janeiro/2012 888
    Fevereiro/2012 911
    Março/2012 1.189

    0
    • RosinhA 17 de abril de 2012 at 18:48

      E isso seria só o começo, imagine daqui para frente.

      0
    • Anderson 17 de abril de 2012 at 21:22

      E a tendência é piorar mesmo. No meu condomínio a taxa de inadimplência é de 20% e a síndica já afirmou em reunião que quase todos são imóveis de investidores.

      0
      • RosinhA 17 de abril de 2012 at 22:19

        Imaginem os condomínios então com piscina vazando, precisando da primeira pintura, com casais se separando e nenhum dos dois assumindo a dívida, com administradora de condomínio fechando contratos com amigos, com pisos soltando, com vazamentos, com ralos que não funcionam, com reajustes salarial dos animadores de piscina, etc, etc, etc.

        Como diz meu sogro: “Condomínio é uma favela de luxo”.

        0
        • Guilherme Eduardo 17 de abril de 2012 at 23:12

          Quem vai gostar sera advogado, pois tera muito condomino em mora para condominio executar.

          0
  • Sol de Sampa 17 de abril de 2012 at 17:30

    ops a data ´11/04/2012…. sorry

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  • Ze Bom Dirolo 17 de abril de 2012 at 17:34

    17/04/2012 15h22 – Atualizado em 17/04/2012 17h02

    Reino Unido deve superar Brasil em 2012 e registrar 6º maior PIB, diz FMI
    Em 2011, Brasil passou o Reino Unido e se tornou a 6ª economia global.
    FMI prevê que PIB brasileiro irá crescer 3% em 2012 e britânico, 0,8%.

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  • Jack Imóveis 17 de abril de 2012 at 18:27

    Caros,

    Hoje, do nada, me ligou uma corretora de uma grande incorporadora, me oferencendo os lançamentos.

    Vender apartamento por telefone? Pode Arnaldo?

    Abraços

    Jack – Inconformado

    0
    • lucas 17 de abril de 2012 at 18:33

      Jack, acabo de dar uma olhada no blog do André
      Até ele se convenceu da bolha

      0
  • RosinhA 17 de abril de 2012 at 19:00

    Inacreditável o Gráfico do Leblon Rio de Janeiro em comparação aos preços do Estado em si com linha laranja.

    h tt p://www.agenteimovel.com.br/mercado-imobiliario/a-venda/leblon,rio-de-janeiro,rj/

    Já em Brasília, vejam o gráfico de tendências no final em verde.

    h tt p://www.agenteimovel.com.br/mercado-imobiliario/a-venda/brasilia,df/

    Legal esta ferramenta aceita qualquer cidade que tenha algum anúncio, experimentem.

    0
    • RosinhA 17 de abril de 2012 at 19:07

      Já em Sp o inacreditável é que tem quase 80.000 imóveis com preço mediano de 1.080.000,00, mas em compensação com média para venda de 1 ano.

      h tt p://www.agenteimovel.com.br/mercado-imobiliario/a-venda/sao-paulo,sp/

      0
      • lucas 17 de abril de 2012 at 19:23

        esse site tá pior que o fliplect flapct zamp
        Na média os paulistanos estão milionários???
        hahahaha

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        • RosinhA 17 de abril de 2012 at 19:29

          Lucas só de ano em ano esta fortuna consegue ser adquirida, por isso a demora para venda.

          Mas falando sério 80.000 com preço médio de 1 milha e pouco tem algo de errado no castelo do rei sim.

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          • Luiz 17 de abril de 2012 at 19:33

            dei uma olhada lá, esse troço todo é da coelho da fonseca
            um dos maiores infladores da bolha
            tempos atrás vinha um corretor deles defender suas idéias aqui

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            • RosinhA 17 de abril de 2012 at 19:38

              Luiz sinto dizer mas estou achando que logo as construtoras importadas estão baixando aka logo, este negócio de prejuízo enormes de construtoras grandes e médias me cheiram negociação com lucro para poucos, na divisão do nosso queijo, acho que só sobrará o soro para os bananenses

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              • Luiz 17 de abril de 2012 at 20:02

                Rosinha o modo de construção civil no Brasil é medieval
                Até hj tem canteiro onde pedreiro dorme em cima de saco de cimento

                Acredito que o ramo vai ou precisa passar por uma revolução de tecnologia e de custos, nisto muitas vão ficar pelo caminho.

                Se os pequenos construotres não conseguem ter lucro agora com a bolha, daui pra frente esquece, a profissionoalização do ramo é e precisa ser crescente. Tbm prevejo o fim dos cambistas e atravessadores de porta de stand, vulgo corretores.

                Bom para os consumidores

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                • RosinhA 17 de abril de 2012 at 20:15

                  Bom tb seria se parassem de construir com 39m2, prédio colados uns aos outros, em ruas estreitas, lugares barulhentos, trânsito pesado, isso por si só deveria ser considerado como depreciação de 60%, e com uma bolha deveria trucidar esse preço, mas quem comprou lixo como disse o Melão, ainda está cheirando o perfume dos corretores, quando o saco rasgar e a sujeira espalhar, aí quero vender com as particularidades citadas acima. Quantas pessoas conheço que venderam por causa somente de barulho, jogaram fora por qualquer preço, como você disse o ser humano e inentelegível.

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      • Leno 17 de abril de 2012 at 19:32

        Mas para imóveis com valor médio de 1 milhão, o tempo de 1 ano para venda é razoavel mesmo, concorda? Afinal, ao contrário do que os corretores acreditam, não há um milionário em cada esquina.

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  • Guilherme Eduardo 17 de abril de 2012 at 19:50

    Voces viram o site Circo MRV? A empresa mandou o cara tirar o site do ar…..

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    • Shakespeare 17 de abril de 2012 at 23:04

      foi comentado por aqui anteriormente

      0
  • Luiz 17 de abril de 2012 at 19:56

    Um pouco mais sobre a bolha imobiliária Versão para impressão Enviar por E-mail
    Artigos – Investimentos
    Escrito por Melao
    Terça, 17 Abril 2012 22:14

    h t tp://www.saturnov.com/artigos/226-um-pouco-mais-sobre-a-bolha-imobiliaria

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    • RosinhA 17 de abril de 2012 at 20:07

      Ótimo este Melão, deveria ser colocado como capa de entrada do blog e ficar permanentemente lá para os marinheiros de primeira viagem.

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    • Salles 17 de abril de 2012 at 20:24

      Muito bom!

      Agora descobri como é simples ficar milionário investindo em imóveis: “basta ser bilionário e comprar imóveis na planta para revender!”

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  • GB 17 de abril de 2012 at 20:04

    Não basta essa construtora média de BH querer se reestruturar, nenhuma empresa vive de vento, se o mercado não oferecer preços justos, os imóveis vão continuar encalhados.

    Essa situação dela vai acontecer com todas, é que essa foi a 1ª a pedir ajuda, kkkkkkkkk.

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  • Fernando 17 de abril de 2012 at 20:10

    “There is no means of avoiding the final collapse of a boom brought about by credit expansion. The alternative is only whether the crises should come sooner as the result of a voluntary abandonment of further credit expansion, or later as a final and total catastrophe of the currency system involved.” Ludwig Von Mises in Human Action

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  • Ze Bom Dirolo 17 de abril de 2012 at 20:34

    Estava vendo uma reportagem sobre falkland e cheguei a conclusão que a gente mora no fuckland….

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    • Ze Bom Dirolo 17 de abril de 2012 at 20:35

      * na fuckland

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  • RosinhA 17 de abril de 2012 at 20:44

    Peterson antigamente colocava-se em postes cartazes com fotos de ladrões com os dizeres recompensa de XXXXXX , até hoje não mudou nada só que ao invés de recompensa coloca-se o número do candidato.

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    • peterson 17 de abril de 2012 at 21:17

      hahahaha… como diz uma amigo analista de sistemas, a solução é formatar, trocar o hardware e software e reiniciar o Brasil…. o problema do Brasil é o brasileiro….

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  • veigalex 17 de abril de 2012 at 21:08

    Madeiraaaaaa……….

    Vendas da MRV recuam no 1º tri com menos lançamentos

    Publicidade

    DA REUTERS, EM SÃO PAULO

    A MRV Engenharia viu suas vendas contratadas caírem no primeiro trimestre, a R$ 815 milhões, reflexo da redução do ritmo de lançamentos para priorizar a venda de estoques, conforme dados divulgados nesta terça-feira.

    Na comparação com o mesmo período em 2011, o recuo foi de 2%, enquanto em relação ao trimestre imediatamente anterior, a queda foi mais intensa, de 43%.

    “O primeiro trimestre normalmente é mais fraco”, disse à Reuters o vice-presidente financeiro da MRV, Leonardo Corrêa, se referindo ao período de férias e à comemoração do Carnaval. “Mas continuamos vendo o mercado forte e positivo. Não houve retração da demanda”.

    A velocidade de vendas –medida pela relação de venda sobre oferta– ficou em 19% nos três primeiros meses do ano, 10 pontos percentuais abaixo do nível apurado no último trimestre de 2011 e inferior aos 21% registrados um ano antes.

    Após cair de 32% para 29% no quarto trimestre, Corrêa já havia afirmado que o indicador deveria se estabilizar ao redor de 20% este ano.

    “Este nível já era esperado. Os números (anteriores) eram anormalmente altos”, disse ele.

    Os lançamentos no período também diminuíram, somando R$ 644 milhões, queda de 38% sobre igual período do ano passado. Já em relação ao quarto trimestre de 2011, a empresa lançou menos da metade.

    “A decisão foi focar em estoques e deixar os lançamentos para o segundo trimestre, quando serão maiores que no primeiro”, acrescentou o executivo, citando como um dos motores para impulsionar o volume de lançamentos a realização do “feirão” de imóveis da Caixa Econômica Federal no período, evento voltado principalmente a compradores das faixas de renda mais baixas.

    A MRV encerrou março com banco terrenos com potencial para lançamentos de R$ 18,3 bilhões.

    economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201204172047_RTR_SPE83G0E8

    0
    • Leno 17 de abril de 2012 at 21:28

      Estou ancioso para ver como será o feirão da caixa este ano.

      0
  • Wagner Felipe 17 de abril de 2012 at 21:22

    Escutei um rumor por ai que um certo prefeito (família que tem imobiliária) esta pensando em dar desconto de IPTU pra pessoas que tenham mais de um imóvel, que esteja a venda a mais de um mês, ou que esteja pra alugar mas ainda não alugou, desconto pode chegar a 95% e não sera valido pra quem tem imóvel e mora nele, o objetivo seria “ajudar pessoas com dificuldade de custos” e subsidio pra pagamento de condomínio de até 30% mas esse é difícil.

    0
    • peterson 17 de abril de 2012 at 22:22

      é inconstitucional…..

      0
    • Ane 17 de abril de 2012 at 22:40

      Sério isso? Fala o nome do santo.

      0
    • AF 18 de abril de 2012 at 11:24

      Este ano teremos eleições para prefeitos, não?

      0
  • Bolhudo 17 de abril de 2012 at 21:48

    Inacreditável

    ht tp://w w w.agenteimovel.com.br/imovel/a-venda/rua-guaninas/jardim-aeroporto/sp/1437705.htm

    0
    • Shakespeare 17 de abril de 2012 at 23:10

      aquela porcaria não vale nem metade do que ele está pedindo!

      fiz uma aposta com ele, se ele conseguir vender dou 500 pilas na mão dele, mas ele vai ter que me mostrar a escritura passada pelo valor pedido no site 😀

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      • RosinhA 18 de abril de 2012 at 07:10

        Shakespeare ele está vendendo o terreno e localização a casa não vale 1 real, infelizmente será esse o problema das grandes metrópoles, por causa de tudo caótico, o valor fica irreal, todo mundo perde o sentido dos valores, capaz que um louco que trabalha por perto veja o imóvel como grande oportunidade pelo valor de 4,8K m2, pois em Sp tudo custa quase 10K em média, e fique feliz por comprar, igual quando faltou gasolina aqui quem enchia o tanque com 5 reais o litro saía rindo, sinal dos tempos.

        PS: Acho que está tudo errado e os ajustes vão vir para aqueles que não pensam antes de efetuar qualquer compra, por impulso ou achismo sem saber qual a real situação que se encontra o mercado ou mesmo o país.

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        • Shakespeare 18 de abril de 2012 at 11:19

          eu tb não pagava nem 200 K naquele lugar, tem várias favelas perto, transito intenso de veículos leves pesados e aeronaves!

          sou mais comprar um sitiozinho por 200K e viver feliz 🙂

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          • RosinhA 18 de abril de 2012 at 12:23

            Boa eu tb, pena que a gente as vezes finca raízes que são difíceis para serem transplantadas.

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  • Ed Luz 17 de abril de 2012 at 23:00

    h t t p : / / g1.globo.com/mundo/noticia/2012/04/megamansao-de-r-160-milhoes-pode-sair-por-14-do-valor-apos-crise.html
    Pro presidente da Secovi que não acredita em desvalorização de imóvel

    0
  • Guilherme Eduardo 17 de abril de 2012 at 23:28

    Eu estava pensando uma coisa: as construtoras mostram que estao vendendo utilizando apenas R$, e nao quantidade. Uma forma de segurarem os numeros na imprensa por mais algum tempo seria aumentando mais os precos dos lancamentos ( vendia 100 aptos por R$ 100, depois vende 60 por R$ 200, depois 40 por R$ 350). Mas o povo nao esta comprando, e se aumentar o preco as vendas, em quantidade, vao cair. Creio que a maquiagem eh china, por isso nao vai funcionar muito bem.

    Alguem percebeu isso tambem?

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    • Guilherme Eduardo 17 de abril de 2012 at 23:30

      * maquiagem SEJA DA china (comprada em camelo, de ma qualidade)

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  • interior 18 de abril de 2012 at 07:38

    DOBRAM O NUMERO DE PESSOAS QUE NÃO CONSEGUEM PAGAR AS PRETAÇÕES DO CARRO.
    JORNAL BOM DIA BRASIL DE HOJE.

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    • GB 18 de abril de 2012 at 08:03

      Mais trabalho pra gente, ontem recuperei um Vectra e um Prisma, o pior é que está aumentando mesmo e é só a 1ª fase de uma economia podre, logo vão começar a aumentar a inadimplência com condomínios e imóveis em geral, consequentemente os despejos.

      O engraçado é o banco falar que essas hipotecas são fáceis de executar, que o imóvel dado como garantia é recuperado rapidamente, mas não é ele quem vai lá despejar o trouxa que caiu nesse discurso feito deles, somos nós.

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      • Carlos Eduardo 18 de abril de 2012 at 08:34

        Acho que pior é a pessoa que vai num leilão desses, comprar uma casa que tem uma familia morando ! sem exigir que o banco toma o bem primeiro!

        eu que não quero uma bucha dessa para mim!

        não sei se existe tarefa mais inglória do que jogar uma familia na rua por uma divida que nem é tua, e mesmo que fosse né ! Acho que os bancos que financiaram deveriam ter obrigação de resolver as pendencias antes de vender o imovel!

        mais isso é utopia, estamos onde os bandidos estão sendoo soltos, como nunca antes na história desse país!

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        • GB 18 de abril de 2012 at 08:54

          Nos despejos eu sempre verifico a história da pessoa, se for investiTrouxa ou especulaTrouxa eu não tenho nenhuma dó delas, no dia que foram ao banco foi a maior alegria, tomaram café, assinaram os papéis, acharam que iam ter lucro investindo em imóveis e que iam se dar bem, é o jogo, ele tem o seu risco, eu não estava procurando imóvel no oba-oba do setor entre 2008 e 2011, mas creio que vocês que ja estavam aqui não viam ninguém reclamando enquanto os valores estavam só aumentando.

          E podem escrever uma coisa: os bancos correm para o Judiciário no 1º sinal de que a pessoa não vai cumprir com suas responsabilidades e a lei está do lado deles.

          0
          • Thiago 18 de abril de 2012 at 08:57

            Não entendi uma coisa…

            Achei que os bancos leiloavam os imóveis inadimplentes e quem se virava com o despejo era o cobrador.

            Ou os despejos são 50% compradores 50% banco?

            0
            • GB 18 de abril de 2012 at 09:27

              No caso dos leilões sempre quem se vira com o despejo é o comprador, eles não querem saber desse problema, vendem no “estado”, a pessoa que se vire depois.

              É osso.

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    • GB 18 de abril de 2012 at 08:22

      Uma vez eu fui fazer uma reintegração em um condomínio chique, segundo o pessoal o cara que alugou pegou todas as coisas dele de madrugada, meteu tudo num caminhão e se mandou para local desconhecido.

      Ele tinha feito uma proposta de aluguel com posterior compra da casa pelo preço bolhudo, aí o proprieTrouxa ficou animadão e aceitou isso, o cara ficou lá por um ano e não pagou absolutamente nada de aluguel ou condomínio, kkkkkkkkkk.

      Feito o meu serviço, perguntei para ele como ele caiu numa conversa tão antiga, vocês tem que ver a cara de mer** que ele fez, mas foi ganância, ele pensou mesmo que o cara podia mesmo tirar aquele mico encalhado das mãos dele e com um excelente lucro.

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  • RPL 18 de abril de 2012 at 08:01

    Olha a bolha imobiliária aí gente!
    Quem acredita nessa advertência?
    DANIEL LIMA – 17/4/2012
    ww w.capitalsocial.com.br/base.asp?id=2013&secao=Economia

    Em quem o leitor botaria fichas sobre a possibilidade de o Brasil estar vivendo uma bolha imobiliária? Faça a escolha: de um lado William Eid Júnior, doutor em administração pela Fundação Getúlio Vargas e professor titular de finanças. Do outro, Claudio Bernardes, engenheiro civil, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e reitor da Universidade Secovi. Vamos ao debate?

    Vamos sim, mas antecipo posicionamento: estou com o professor da FGV e não abro. Aliás, William Eid Júnior é um dos raros representantes da sociedade que tem coragem de enfrentar as manipulações de mercadores imobiliários que só enxergam os próprios bolsos. Os argumentos que esgrime são cortantes, enquanto o adversário desse debate traveste-se de garoto-propaganda. Aliás, esse é o padrão dos empreendedores imobiliários incrustados em organizações de classe que enxergam apenas o próprio umbigo.

    Veja o que diz Claudio Bernardes, do setor imobiliário:

    Não existe bolha imobiliária no Brasil. As condições estruturais do mercado imobiliário brasileiro são muito diferentes daquelas que existiam nos Estados Unidos quando eclodiu a crise de 2007. Para existir bolha imobiliária, é preciso que os preços dos imóveis estejam artificialmente inflados, o que não existe em nosso mercado. É importante conhecer os fatos para compará-los e tirar a correta conclusão. A crise econômica norte-americana teve origem nos chamados subprimes: os compradores de imóveis refinanciaram as suas hipotecas lastreadas por valores irreais de mercado. A altíssima alavancagem, tendo como base os papéis emitidos com esse lastro irreal, fez com que o sistema desmoronasse. O que veio depois todos sabemos bem: a economia mundial sofreu um duro golpe. Recentemente, estivemos com representantes de importantes grupos financeiros dos EUA. Eles nos revelaram detalhes dessa desastrosa situação. Os financiamentos para compra, correspondentes a 100% do preço total dos imóveis, eram refinanciados em 100% — às vezes mais. Uma operação de altíssimo risco, que não é praticada no Brasil. Aqui o cenário é bem diferente. O consistente crescimento do setor imobiliário decorreu de fatos específicos, como a diminuição de taxas de juros, a melhoria do poder aquisitivo de boa parte da população e a volta do crédito imobiliário, após uma lacuna de 20 anos que quase levou o mercado à estagnação. Isso foi possível graça ao novo marco regulatório, que deu garantias a compradores, a produtores e a financiadores.

    Agora, o contraponto com William Eid Júnior:

    Há algum tempo vemos uma discussão intensa sobre a existência de uma bolha imobiliária no Brasil, em particular em São Paulo. A maioria das pessoas acha que ela não existe. E é fácil entender. Jornais, revistas e televisão, quando vão falar sobre um tema qualquer, recorrem aos chamados especialistas. Se falam de ações, procuram um corretor de valores. Se falam de imóveis, procuram um incorporador ou corretor. O problema é que esses especialistas não são isentos. Eles constituem o lado vendedor do processo, e não podem analisar os fatos de forma neutra. Um amigo jornalista diz que adoraria colocar nas reportagens: João da Silva, comprado, diz que a bolsa vai subir. Já Antonio das Neves, vendido, diz que vai cair. Mas não é isso que vemos nas reportagens, então todo cuidado é pouco. O presente autor é apenas professor e não negocia com imóveis. Isso posto, vamos pensar no que causa uma bolha imobiliária. Ela acontece por excesso de demanda – isto é, muita gente querendo comprar imóveis. Mas só o aumento do número de compradores não deve configurar uma bolha. Se há aumento compatível de renda ou de população, então essa demanda a mais é justificável e espera-se uma elevação permanente dos preços. Será que é isso que acontece hoje em São Paulo? A população da cidade nos últimos dez anos aumentou pouco mais de 10% (aliás, houve um decréscimo de 2010 para 2011). A renda per capita nacional de 2005 a 2011 aumentou 20%. Nesse período, o custo da construção civil, pelo INCC, subiu 35%. Ou seja, olhando os principais dados, não há o que justifique um grande aumento no preço dos imóveis. Mas eles aumentaram muito. O Índice FipeZap, criado em 2008, mostra que de lá até hoje o preço dos imóveis em São Paulo aumentou incríveis 132%.

    De volta o representante do setor imobiliário, Claudio Bernardes:

    A sociedade, cuja demanda estava represada, “foi às compras”. Buscou realizar o sonho da casa própria, viabilizado por essas condições elementares. O mercado, então, empenhou-se em suprir essa procura, uma vez que sua função primordial no cenário econômico-social consiste em equilibrar a oferta e a demanda. A produção foi retomada, impactando o crescimento do País e a geração de empregos em escala. Agentes financeiros que antes não tinham o financiamento habitacional como parte estratégica de seu negócio passaram a disputar mutuários. Mas nada disso implicou em relaxamento das exigências para concessão de empréstimos. Aliás, unidades 100% financiadas ainda hoje são casos raros. Em média, os financiamentos concedidos correspondem a 60% do valor do imóvel. O cuidado na concessão do crédito, que pode até ser exagerado, acarreta burocracia tremenda. Houve melhoras. O número de documentos exigidos do comprador, do vendedor e do imóvel caiu de 52 para 14, mas continua elevado, e é grande a demora em se obter toda essa papelada, principalmente porque falta integração entre os órgãos públicos expedidores.

    De novo, volta à cena o professor William Eid Júnior, da FGV:

    Ao lado do aumento do preço dos imóveis, o descompasso com os aluguéis é um indicador muito claro de bolhas imobiliárias. Um investidor espera um aluguel mensal de algo em torno de 0,6% ou de 0,7% do valor do imóvel. Um apartamento de R$ 1 milhão deve ter um aluguel em torno de R$ 6 mil ou R$ 7 mil, senão é melhor investirem em outra coisa. O Índice FipeZap indica que de 2008 até agora os aluguéis subiram 70,5%. Isto é, os preços dos imóveis subiram 90% a mais que os aluguéis. Qual foi a causa do aumento de preços? Aumento do crédito disponível. O crédito imobiliário em 2011 foi 500% maior que o de 2005%. Isso é durável? Não. Não é possível imaginar uma expansão contínua do crédito. Além de ser uma condição utópica, ela tem impactos sobre a política monetária e, sobretudo, sobre a inflação.

    Agora, a tréplica de Claudio Bernardes:

    Os cartórios ainda não estão totalmente informatizados – ao contrário dos bancos, que investiram com força na tecnologia. Esse criterioso processo nos autoriza a afirmar que, no Brasil, temos “superprime”. Além disso, não temos a cultura do refinanciamento de hipotecas. O brasileiro valoriza a propriedade do bem. Quer quitar logo a dívida e ter a escritura do imóvel. Depois, fica livre para novos endividamentos, pois conta com a segurança de que a casa da família, patrimônio dos filhos, está garantida. Na fase atual da nossa economia, não existe espaço para aumentos significativos, mas também não há risco de queda dos preços. O mercado deve crescer na proporção direta do desempenho da economia. Há bolha imobiliária. Definitivamente, não.

    A tréplica de William Eid Júnior:

    O problema é que, com a informação enviesada fornecida por vendedores, as pessoas passam a acreditar que desta vez será diferente e que os preços continuarão subindo. Mas é preciso pensar: os preços podem continuar subindo se a renda que os sustentam não sobe na mesma proporção? Podemos ter preços de imóveis superiores aos de países desenvolvidos com renda muitas vezes maior? A resposta é sempre não. Nem os custos de produção dos imóveis justificam esses aumentos. É preciso fugir da unanimidade que, como dizia Nelson Rodrigues, é sempre burra. Bolhas surgem porque as pessoas acreditam que dessa vez os preços estão descolados dos seus fundamentos. Isso só acontece momentaneamente. Um último ponto: é provável que a queda de preços seja suave, até porque, ao contrário de outras bolhas imobiliárias, (Japão, Dubai, Irlanda, Inglaterra e EUA), não há um gatilho a ser disparado, como uma crise bancária, que faça a bolha estourar. O pior negócio a ser feito é comprar imóveis neste momento de preços elevadíssimos. Pense nisso.

    A raiz do debate

    O leitor provavelmente quer saber alguns detalhes sobre esse confronto. Afinal, onde William e Claudio se enfrentaram? Como CapitalSocial conseguiu transpor integralmente suas declarações? Apenas intercalei os dois artigos que eles publicaram na edição do último sábado da Folha de S. Paulo, à página 3, no espaço editorial “Tendências/Debates”. Reproduzir o material é uma maneira de contribuir para o enraizamento de informações importantes sobre o mercado imobiliário.

    Se há dúvidas quanto à bolha imobiliária quando se trata de Brasil ou se há sinalização clara de que em São Paulo já há indícios de complicações, aqui na Província do Grande ABC não existe quem coloque em dúvida o processo. A cobra já começou a fumar: os preços de imóveis começam a desabar na prática dos negócios e já, já, o presidente da Associação dos Construtores, Milton Bigucci, deverá aparecer em cena para mais uma comédia pastelão, anunciando maravilhas sobre o setor. É assim que funcionam as relações entre a mídia e os operadores do mercado imobiliário — como bem acentuou o especialista que carrega a marca da FGV.

    Observador atento do site da Associação dos Construtores, notei no final da tarde de ontem, segunda-feira, que os dois textos publicados na Folha de S.Paulo não foram transplantados àquelas páginas digitais. É provável que se houver postagem, seja apenas as do artigo triunfalista do presidente do Secovi-SP, entidade à qual a Acigabc de Milton Bigucci está atrelada. O site da Associação dos Construtores é a versão digital do comportamento institucional de Milton Bigucci, ou seja, conteúdos que coloquem contrapontos à euforia planejadamente mercantista não têm vez.

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    • GB 18 de abril de 2012 at 08:14

      Falou tudo: “É provável que se houver postagem, seja apenas as do artigo triunfalista do presidente do Secovi-SP” e “conteúdos que coloquem contrapontos à euforia planejadamente mercantista não têm vez.”, êêêêêêê mídia comprada, “foge negada, é fria”.

      Mas isso e normal, eles estão tentando garantir seus próprios empregos, não importa a quantos isso vá prejudicar.

      Eu já me julgo uma pessoa de mais caráter, prefiro uma amarga verdade a uma doce mentira.

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    • Ricardo 18 de abril de 2012 at 08:18

      Bolha, esta notícia poderia ser um tópico.

      Muito boa, contrapõe pessoa física (estudiosos) x representante do Secovi.

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    • RosinhA 18 de abril de 2012 at 12:21

      RPL , sinto um cheiro tão estranho no ar, Os BBBigguccci, nem são do ABC, só vieram para cá ultimamente pois os terrenos em SP estavam com preços absurdos, em toda suas explanações ele coloca o ABC como a maior potência do Brasil, quanto a associação dos construtores são uma cambada de [email protected], tem muita máfia, qualquer construtor aprova o que quiser na cidade, vide exemplos de terrenos 10X50 com 12 sobrados, janelas na rua etc. Veremos até quando.

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      • xangai 18 de abril de 2012 at 12:28

        RosinhA … pelo menos o mister M BBBigggucci … a contrutora … eh sim de S. Bernardo !! ja fizeram um monte de palhacadas no ABC .. o pessoal do Capitalsocial vivem demonstrando falcatruas dos caras.

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        • RosinhA 18 de abril de 2012 at 12:41

          Xangai tem coisas que eu sei que não posso falar aqui porque teria que provar, mas a fonte é muito além do confiável e está inserida, se é que me entende. O capital….., nem se fala, não sei se tb é do ABC, más será difícil extirpar a metástase deste cancêr que se chamam políticos do ABC, veja onde o Sr BBBBBBigc passa a maior parte do seu tempo e com quem, digame com quem andas e……………………….. é.

          veja: h tt p://www.mbigucci.com.br/blog/trabalhar-pra-que/

          agora pergunte aos que compraram seus aps cujas portas não fecham ralos que não funcionam, janelas que jorram água para dentro na chuva, como são tratados por essa caridosa pessoa.

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  • Cleyton 18 de abril de 2012 at 08:09

    Lá está congestionado, trouxe aqui pra baixo:

    “todos podem comprar picanha e filé, isso não pode ser limitado pela falta de credito, ou dificultar o credito, ou encarecer o credito, pois o culpado não é o credito o culpado é o tomador dele, quando o faz querendo substituir seu acem, aí esta o problema, o credito é feito para quem quer comprar picanha sem comprometer a mistura do dia seguinte…. é complexo entender isso mesmo….”

    É complexo para marxistas e principalmente para keynesianos, mas a escola austríaca ensina que o crédito é uma parte da oferta monetária e que essa, por sua vez, deve necessariamente refletir os recursos disponíveis e a taxa de juros deve refletir a disponibilidade de recursos disponíveis para pronto uso.

    Resumo da ópera, se o dinheiro em circulação não representa a riqueza de um povo então ele não representa nada, essa disparidade aparece na inflação, aumentar a oferta monetária sem correspondência real gera bolhas, inflação, recessão, etc.

    O fato é que não tem picanha disponível pra todo mundo, então ela deve necessariamente ser muito mais cara e a pessoa que compra vai precisar sacrificar outra coisa pra comprar, e só fará isso por um bom motivo e não apenas porque “quer”, isso é que no longo prazo gera equilíbrio entre oferta e demanda, mas isso não é populista, não dá votos, então vamos à farra e a outra geração (de poder) que pague a conta.

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  • GB 18 de abril de 2012 at 08:38

    Não há diferença alguma entre o que esse SECOVI faz para proteger os interesses de seus associados e uma vaca na rua carregando uma faixa escrita “COMA FRANGO !!!” é tudo a mesma coisa.

    A internet está inundada de entrevistas com esses caras, todas dizendo para comprarem pois os preços são justos, que vão subir ainda mais e nunca abrem espaço para que os representantes dos compradores possam se manifestar, inclusive foram eles que correram para a mídia para acalmar o pessoal assim que as primeiras notícias de quedas nas vendas e excesso de oferta começaram a aparecer timidamente na mídia.

    Matérias pagas em uma mídia poderosa e vendida, só isso.

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  • Dan 18 de abril de 2012 at 09:11

    Via Bom Dia Brasil (Globo):

    Edição do dia 18/04/2012

    Brasileiros têm dificuldade para pagar carros e inadimplência bate recorde

    Animado pelo crédito fácil, o brasileiro saiu comprando carros, novos e usados. Mas, agora, não está conseguindo pagar.

    Pelo Brasil, tem muita gente com o mesmo problema. Animado pelo crédito fácil, o brasileiro saiu comprando carros, novos e usados. Mas, agora, não está conseguindo pagar.
    Carro novo saindo da concessionária graças à facilidade de aprovação do crédito. “Eu dei entrada, aí ficou a parcela muito baixa. Preferi assim”, conta o autônomo Fagner Lopes de Almeida.

    Muitos brasileiros fizeram isso nos últimos três anos. Mas, agora, o mercado sente a consequência negativa da correria pelo financiamento. O último levantamento da Associação Nacional das Financeiras das Montadoras registrou um recorde de inadimplência. Em fevereiro, chegou a 5,5%, o dobro do mesmo período do ano passado.

    A maioria dos inadimplentes financiou o carro em 60 prestações sem entrada. Agora, esta é a modalidade de crédito que está sofrendo maior restrição por parte dos bancos.

    Uma concessionária viu muitos clientes com crédito aprovado se transformarem em devedores antes da metade do prazo de financiamento. “A pessoa, com 60 meses, vai começar a refletir agora. Depois de 24 meses, é que a pessoa vai sentir que a parcela está pesando”, afirma a supervisora de financiamento Manoela Amorim.

    Foi assim com Rogernei. Na 14ª parcela, ele não conseguiu mais pagar. Repassou o carro e a dívida. “Passei o carro para ele, sem cobrar nada. Dei o carro a ele”, declara.

    O economista Mário Monteiro dá uma dica: é preciso levar em conta todas as despesas da família e calcular quanto o valor das parcelas representa no orçamento: “Isso varia de família para família, mas eu considero razoável em torno de 20%, incluindo o próprio combustível, impostos com o veículo etc. Acho que, assumindo um percentual muito acima disso, eu já vejo como um risco”.

    ———–

    h t t p://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2012/04/brasileiros-tem-dificuldade-para-pagar-carros-e-inadimplencia-bate-recorde.html

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  • Shakespeare 18 de abril de 2012 at 09:28

    Vamos fazer uma Tribuna Dirigida:

    “Onde está o MrK?”

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    • GB 18 de abril de 2012 at 10:32

      O MrK foi sequestrado pelos homens placas e pelas mulheres setas.

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      • Shakespeare 18 de abril de 2012 at 11:04

        Vamos lançar a campanha:

        Cirilo, devolve o MrK!

        🙂

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        • RosinhA 18 de abril de 2012 at 12:11

          MrK está em processo de negociação de pagamento da fiança, mas aqueles velhinhos do Leblon estão passando por dificuldades e não aceitam baixar os preços, os corretores estão quase o soltando, pois ele está comprando-os com as garrafas de vinho que trouxe do exterior, já o Cirilo está doidinho pois sua cabeça fundiu quando vieram os anúncios das perdas das construtoras, e não tem tempo para cuidar da parte administrativa.

          0
  • Leonardo 18 de abril de 2012 at 09:28

    Hoje os juros básicos caem pra 9%, provavelmente.

    http : // economia.estadao.com.br/noticias/economa%20brasl,copom-anuncia-hoje-nova-taxa-basica-de-juros,109570,0.htm

    Isso é importante, porque estaremos a uma baixa da menor taxa de juros já praticada depois da implantação da Selic. Se, por um lado, isso pode mostrar retração econômica e provocar inflação, por outro, pode ajudar na escalada de crédito. O problema é que o endividamento já está alto. O que precisa aumentar é a renda das famílias, pra haver de fato uma mudança de patamar na economia. E isso não está acontecendo no ritmo adequado.

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  • Luciano-ctba 18 de abril de 2012 at 10:06

    Enquanto isso, em Curitiba, o estoque de imóveis à venda já superou 35% da quantidade existente em setembro/2011, de acordo com o site imoveiscuritiba.com. E só sobe…

    Data Aluguel Venda Total % imóveis
    5/9/11 2632 0 9598 0 12230 0
    3/10/11 2819 7,1% 9813 2,2% 12632 3,3%
    7/11/11 2948 12,0% 10449 8,9% 13397 9,5%
    9/1/12 3145 12,2% 10467 9,1% 13612 11,3%
    9/2/12 2955 12,3% 10950 14,1% 13905 13,7%
    9/3/12 3077 16,9% 11795 22,9% 14872 21,6%
    9/4/12 3324 26,3% 12729 32,6% 16053 31,3%
    18/4/12 3416 29,8% 13050 36,0% 16466 34,6%

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    • Carlos_ 18 de abril de 2012 at 10:43

      Curitiba vai ser o primeiro grande centro onde a bolha vai estourar.

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    • Glaucio 18 de abril de 2012 at 10:47

      Já deu uma olhada na seção de imóveis da Gazeta do Povo de domingo? Quase não tem anúncio de lançamento, é só anúncio de imobiliária.

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  • interior 18 de abril de 2012 at 10:25

    ALGUEM PODERIA ME DIZER SE O MINHA CASA MINHA VIDA SÓ PODE SER FEITO EM RUAS PAVIMENTADAS ?
    POR QUE AQUI EM MINHA CIDADE DEU UMA PARADA E OS PEDREIROS ESTÃO FALANDO QUE NÃO PODE , E AQUI TODOS OS LOTEAMENTOS NOVOS E MUITAS RUAS ANTIGAS NÃO SÃO PAVIMENTADAS.

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    • Shakespeare 18 de abril de 2012 at 11:05

      Pede pra tia Dilma que ela libera

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  • rolab 18 de abril de 2012 at 10:28

    Com dívida de R$ 67 mi, Lider recorre à Justiça
    Advogado da construtora não descarta venda ou fusão com outro grupo
    Publicado no Jornal OTEMPO em 18/04/2012
    HELENICE LAGUARDIA

    O juiz da Segunda Vara Empresarial de Belo Horizonte, Sálvio Chaves, deferiu ontem a recuperação judicial pedida pela construtora Lider, que está há 42 anos no mercado e tem uma dívida de R$ 67,5 milhões. Alegando crise no mercado imobiliário para pedir a ação, agora, a empresa tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação judicial em juízo. A decisão, em menos de 24 horas, baseou-se no artigo 47 da Lei nº 11.101/2005, que regula a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência. A decisão está sujeita a recurso de algum credor.

    O juiz Sálvio Chaves determinou ainda a suspensão de ações ou execuções contra a construtora e pediu as relações de credores e de bens particulares dos sócios. Nomeou um administrador judicial e mandou intimar o Ministério Público Estadual para acompanhar a ação. O advogado José Murilo Procópio de Carvalho, que entrou com a ação, negou que o pedido de recuperação seja um golpe da construtora. “É um favor legal que a lei dá ao empresário. Eles lutaram até o último momento. Se não entram (com o pedido na Justiça) e deixam a coisa rolar, vai para uma falência”, disse.

    De acordo com Murilo de Carvalho, os donos podem até colocar a construtora à venda. “A tendência é essa. Para fazer caixa”, afirmou. A empresa também pode fazer uma fusão. “Já tem gente interessada”, disse. Com a entrada da recuperação onde tem que expor ativos e passivos, Murilo de Carvalho disse que o processo fica mais claro para uma empresa vir a se associar.

    A Lider não pode paralisar nenhuma obra porque isso é uma das condições da recuperação judicial – a da manutenção das obras. “Os lançamentos previstos para 2012 estão sendo replanejados”, disse o presidente da construtora, Carlos Carneiro Costa.

    O presidente da Câmara do Mercado Mineiro (CMI/Secovi), Ariano Cavalcanti disse que o caso é pontual, de uma construtora importante. Para ele, a recuperação judicial dá à empresa um tempo para se reorganizar e retomar a sua posição no mercado. “Nos últimos 30 anos, o percentual de imóveis não entregues foi de menos de 1% em Belo Horizonte. Temos um cenário de absoluto sucesso e credibilidade no mercado”.

    O presidente da Câmara da Construção Civil da Fiemg, Teodomiro Diniz, disse que o caso da
    Lider configura-se como um problema específico. “O mercado é extremamente sólido e o risco de as famílias terem problemas, como foi no caso da Encol, é zero. Se a Lider não conseguir a recuperação, cada empreendimento tem vida própria e outras construtoras assumem”, disse.

    Complicado
    Even está com entregas atrasadas
    O advogado Kênio Pereira está representando seis clientes na Justiça contra a construtora paulista Even. O advogado contou que seus clientes compraram apartamentos de quatro quartos, em Nova Lima, que custam entre R$ 800 mil e R$ 1,3 milhão, e que deveriam ter sido entregues em abril de 2010, mas a construtora não explica o atraso. “Isso é um indício que a situação da Even é crítica porque ela não se importa em aumentar o passivo dela com uma atitude anticomercial”.

    A Even disse que a revisão do cronograma de entrega de alguns empreendimentos, provocada pelo sucessivo agravamento da escassez de mão de obra qualificada, representa uma questão operacional, não financeira. A empresa disse que mantém comunicação periódica com seus clientes, por meio de carta, e-mail ou comunicados no portal do cliente via web. (HL)

    Promessa é de manutenção das obras sem prejuízo ao cliente
    A construtora Lider tem três empreendimentos em andamento: Lider PortoBello e Lider Morada Fontenelle – os dois são 100% Lider – e o terceiro, o Ramada Minascasa Hotel, empreendimento da Objetiva Participações e Investimentos, com construção, desenvolvimento e vendas da Lider.

    A Lider informou que as obras do Ramada Minascasa Hotel já começaram e os serviços preliminares como fundação estão 90% concluídos. As obras do Lider PortoBello e Lider Morada Fontenelle serão iniciadas no começo do segundo semestre. Todos os empreendimentos Lider são registrados como Sociedade com Propósitos Específicos (SPE). (HL)

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    • AF 18 de abril de 2012 at 10:48

      com relação as notícias que transitam por aqui, lembro dos seguintes atrasos (empresas em nível nacional):

      PDG;
      MRV;
      Gafisa;
      Even;

      Existem outras em seus estados?

      Por aqui em Poa incluo:

      Impar (agora Viver).

      Alguém sabe se a Rossi e a Goldstein tem problemas na entrega?

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    • danilo 18 de abril de 2012 at 11:50

      Penso que a quebra do Lider seja elemento importante. Sempre ouvi falar que ela era símbolo de qualidade, acabamento e solidez. Abriram-se as porteiras!

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  • GB 18 de abril de 2012 at 10:36

    Nenhum mercado vive de vento, ou o preço retorna a níveis aceitáveis ou vai ficar difícil para esse pessoal.

    Teimosia só vai levar a prejuízos maiores, esse correTrouxa que eu gosto de trollar não colocou o tradicional e gigantesco anúncio dele no jornal de imóveis de domingo, será que já está sem $$$$ para isso ?

    Imóvel ele tem para vender, pois a página dele na internet está cada vez mais cheia de encalhes.

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  • Diego RJ 18 de abril de 2012 at 10:48

    Hipotecas e bancos, isto não tá cheirando muito bem.

    Vejam só o sms que recebi do meu gerente do BB:
    O Bando do Brasil reduziu as taxas para consignado, financiamentos de automóvel e bens de consumo. Informe-se. Gerente BB.
    Esta farra dos bancos me faz lembrar aquele filme da Bolha da Espanha – do amigo banco.
    E saibam que eu tenho dinheiro pra comprar a vista. Eles devem ter mandado pra todos os clientes esta mensagem.

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    • ZE 18 de abril de 2012 at 11:29

      “Tu amigo: el Banco!”

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    • AF 18 de abril de 2012 at 11:31

      Hipotecas sobre imóveis com preços bolhudos, isto é que não está cheirando bem.

      Mas aí vão dizer que só representa 5% dos financiamento, e blá, blá e blá

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  • Luiz 18 de abril de 2012 at 12:07

    Parece off topic mas não é.

    Afirmo que a bolha em SP não atingiu os niveis de RJ e Curitiba graças a investimentos maciços em transporte publico que aumentam a area urbanizada de boa qualidade disponivel

    Nova fábrica fará monotrilho com capacidade de metrô

    16/04/2012

    A nova fábrica de monotrilhos da Bombardier, Hortolândia (SP) nesta irá produzir veículos com capacidade semelhante à do metrô. poderá transportar 1.000 passageiros, com intervalo médio entre trens de 75 segundos. “ transporte de 500 mil passageiros por dia”,

    primeira encomenda feita pelo Metrô de São Paulo para a Linha 2- Verde, deve ser entregue no final desse ano.

    o monotrilho paulistano deverá atrair a atenção para negócios com outras grandes cidades brasileiras, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Recife. com o exterior, a Índia tbm quer o monotrilho de maior capacidade do mundo, rapido de construir e 50% mais barato que o Metro convencional.

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    • Shakespeare 18 de abril de 2012 at 12:42

      Luiz,

      Se para se comprar um imóvel decente as pessoas só o conseguem se fizerem financiamentos por 30 anos de prestações de R$4.000 e que exigem renda familiar mensal de R$ 15.000, você me perdoe discordar, mas existe bolha sim e não serão investimentos públicos em infra-estrutura que vão justificar isso, a menos que se segreguem toda a população do país e só os 5% mais ricos venham morar em SP.

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      • Luiz 18 de abril de 2012 at 13:44

        prezado bardo releia direito o que eu escrevi

        toh dizendo que a descentralização da infra é uma arma CONTRA a Bolha.

        Toh dizendo que em SP a BOLHA é UM POUCO menos inflada pq aqui investimos mais em infra

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    • RosinhA 18 de abril de 2012 at 13:00

      Infelizmente moro no interior, no ABC, aqui só temos como dizem o treme treme, já vem de Mauá lotado, e somente corta a cidade no meio, sem nenhuma outra ligação. Graças a nossa posição, foram obrigados a passar o Rodoanel perto senão com o afugentamento das indústrias causados pelos nossos políticos excelentes, estaríamos em fase de favelização total.

      Luiz os grandes centros irão se expandir, viage para o interior de SP, veja Hortolândia a 10 anos atrás acho que nem era emancipada hoje tem problemas criminais enormes, mas crescimento tb. Nossa área de país é enorme, não somos Japão, Espanha, Itália, temos território para crescer sem ficar tudo centralizado, já falei o pessoal tá enxergando isso e tá começando a bombar o Nordeste e Centro do país, não podemos mais depender de SP para tudo, tenho parente em Mortolândia como dizem, o terreno lá não valia nada, mas nada mesmo tipo com 10k compra-se um quarteirão, só que não percebemos que ela está em um local do Estado perfeito, sua posição é estratégica, foi o que tentei mostrar para o Sérgio no post passado, veja a relação de empresas de Mortolândia hoje já falta mão de obra lá, pena que tb tem governo [email protected] por lá. Imagine agora Paulínia, Americana, Jundiaí, Indaiatuba, Sorocaba, Mogi Mirim, já ultrapassam pib de muitos países juntos.

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  • Fausto Luiz 18 de abril de 2012 at 13:01

    Extraído do Mises – 18 abr 2012
    “A Reestatização do crédito no Brasil”
    O Brasil está na contramão dos eventos. Enquanto ainda estamos nos alavancando, as nações desenvolvidas já estão se desalavancando. O ciclo do crédito no país está apenas no início. O principal ponto aqui desenvolvido é que, infelizmente, uma enorme fatia deste crédito está sendo conduzido pelo setor financeiro estatal. Mais ainda, a fatia do crédito estatal no crédito total vem apresentando, como mostra a figura 2, um acentuado crescimento.

    Como tudo isso irá se desenrolar no futuro é algo que não podemos prever, pois vai depender da política, e não da economia.

    Será que os padrões de concessão de crédito serão afrouxados para acomodar mais empréstimos ao mercado imobiliário? Talvez os pagamentos de entrada passem a ser considerados desnecessários, exatamente como fizeram os concessores de empréstimos durante a bolha imobiliária americana. Podemos apenas especular.

    Contudo, a política jamais poderá invalidar e abolir as leis econômicas. Não importa quanto crédito seja criado pelo sistema: sem que haja uma poupança prévia, os investimentos não poderão ser consumados. Sem produção e, consequentemente, sem renda, o déficit imobiliário não poderá ser reduzido pela mera criação artificial de crédito.

    Muito tem se falado sobre este suposto déficit imobiliário e a consequente demanda por imóveis. Mas uma demanda real só pode ser criada por uma renda real. E uma renda real só aumenta se houver um aumento da produtividade, que, por sua vez, é uma consequência de maiores investimentos. E, para investir, é preciso poupar. Todo o processo começa pela poupança. Inverter a ordem natural das coisas é uma receita certa para o desarranjo econômico.

    Ludwig von Mises certa vez escreveu que “a história econômica é um longo registro de políticas governamentais que fracassaram porque foram concebidas com uma impertinente desconsideração pelas leis da economia”. Bancos estatais, por definição, operam desconsiderando as leis econômicas. A história econômica do Brasil é repleta de episódios de má gestão de bancos estatais. É desanimador constatar que estamos embarcando novamente nesta jornada.
    Até!

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