‘Wall Street Journal’ vê risco de bolha imobiliária no Brasil – Estadão

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Comments
  • Fernando 13 de setembro de 2011 at 13:51

    EU JÁ SABIA!!

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    • Duda 14 de setembro de 2011 at 21:26

      Gostaria saber agora se a Globo vai conseguir esconder este assunto… E o WSJ falando o mesmo que nos! Sensacional

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      • Duda 14 de setembro de 2011 at 21:29

        Esqueci de dar parabéns ao estadão por reproduzir a noticia

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  • Mrk 13 de setembro de 2011 at 13:55

    Rapaz, essas bolhas sao tao repetitivas que cansam, sempre a mesma coisa: invasao de dinheiro do exterior, credito farto, vendas altas, industria rodando, inflacao…. Ate que algo acontece, as posicoes estrangeiras sao desfeitas e buuuuummmm… Esse filme eh velho! Temos que ficar de olho no dolar, pq se firmar tendencia de alta a coisa vai azedar aqui com investidores saindk e levando esse credito com eles!

    Agora, o mais engracado sao as pessoas que dizem “nao da pra se prever uma bolha, so depois que ela estoura…” ahhhhh da um tempo

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  • Evandro CPS 13 de setembro de 2011 at 13:58

    Bom, ja twittei #bolhaimobiliaria

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  • Leonardo RJ 13 de setembro de 2011 at 14:13

    twittei tb

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  • nelson 13 de setembro de 2011 at 14:24

    ..Falta de oferta transfere Salão Imobiliário em SP para 2012
    Reuters – 9 minutos atrás………SÃO PAULO (Reuters) – A escassez de oferta de imóveis para atender à demanda de consumidores levou a organização do Salão Imobiliário de São Paulo a transferir para 2012 o evento que costumava ser realizado anualmente e deveria acontecer este mês.

    “Não há oferta suficiente para atender à demanda… As empresas estão vendendo muito e, pela dinâmica do setor, estão privilegiando as ações de marketing em estandes de vendas”, disse à Reuters o presidente do Secovi-SP, sindicato que representa o setor imobiliário na capital paulista, João Crestana, em evento nesta terça-feira.

    O volume de vendas resultante da edição do Salão Imobiliário no ano passado ficou abaixo do previsto pelos organizadores. Em 2010, a Reed Exhibitions Alcântara Machado, que promove o evento, estimava cerca de 1 bilhão de reais movimentados nos quatro dias do salão. O evento, entretanto, resultou em 650 milhões de reais em vendas na ocasião.

    “No ano passado já tivemos poucos lançamentos (no evento). As empresas precisam de tempo para se programar. Hoje não é possível acelerar a produção porque ainda há uma forte carência de tecnologia e mão de obra qualificada”, afirmou Crestana, para quem o atendimento da demanda cada vez mais aquecida por imóveis será feito de forma “homeopática” por parte das empresas.

    Segundo ele, o evento passará a ocorrer a cada dois anos, o que pode ser considerado positivo para o consumidor, “que terá mais condições de comparar os produtos disponíveis”, acrescentou.

    PRÊMIO MASTER

    O Secovi-SP, em parceria com o braço brasileiro da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci), apresentou nesta terça-feira os 18 vencedores do Prêmio Master 2011, considerado pela indústria imobiliária como a maior premiação nacional do setor.

    Cyrela Brazil Realty, Brookfield Incorporações, Rossi Residencial, Tecnisa e AlphaVille Urbanismo ficaram entre as empresas vencedoras este ano.

    (Por Vivian Pereira)

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    • Luiz 13 de setembro de 2011 at 14:34

      é muita cara-de-pau afimar que falta oferta
      a verdade é que falta demanda
      vejam os gráficos do fipezap
      por isso o fracasso do ano pasado, esse ano não quiseram nem arriscar

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    • Mrk 13 de setembro de 2011 at 14:34

      Hahahaahahahahahahahahahhahahahahaha piada do seculo, demanda muito forte??. Hahaahh tudo encalhado! Fica a pergunta: depois dessa perla do rapaz do secovi, da pra acreditar nos numeros do secovi??

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      • Luiz 13 de setembro de 2011 at 14:41

        premio cara-de-pau master pro SEcovi

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    • Fernando 13 de setembro de 2011 at 14:41

      Caramba, isso parece coisa do romance 1984. Os caras não estão mentindo. Eles estão tentando criar um delírio de massa. É muita cara de pau.
      Transferiram o feirão foi por falta de demanda (leia-se gente sem noçao). E em 2012, depois que a chapa ja estiver fervendo e os preços despencando, eles provavelmente vão conseguir vender alguns imoveis.
      Se fosse no banco imobiliario, eu diria que o jogo acabou e é hora de ir dormir.

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      • Fred Henrique 13 de setembro de 2011 at 15:06

        Meu livro favorito é 1984, do Orwell, já li umas 10 vezes.

        Essa história de mudar para a feira de anual para bienal lembra uma parte do livro em que é noticiado que a ração diária de chocolate cai de 30g para 20g, o povo lamenta. No outro dia é noticiado que a ração de chocolate, na verdade, havia subido de 15g (se eu não me engano) para 20g. E o povão comemora.

        É a arte de manipular o presente e alterar o passado.

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      • Anonymous 13 de setembro de 2011 at 16:13

        Exatamente. Até coloquei mensagem abaixo antes de ver o tópico sendo discutido aqui. É um exemplo de DUPLIPENSAR (escassez é abundância).

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    • Carlos Eduardo 13 de setembro de 2011 at 14:49

      Peroba!!! neleeessss!!!!

      Cara de Pau!

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    • wilian 13 de setembro de 2011 at 15:00

      HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAH!!!

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    • Galvão 13 de setembro de 2011 at 15:13

      Tem que tirar o chapéu pros caras, viu. Como sabem que será um fracasso, porque não vai aparecer ninguém pra comprar, os caras simplesmente cancelam com o argumento de que a oferta é pequena. Oléo de peroba é pouco pra tanta cara de pau!!!!

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  • nelson 13 de setembro de 2011 at 14:28

    Enquanto isso, no Brasil, a nova classe media esta bombando (rs.)

    ..EUA: pobreza atinge maior nível desde 1993
    Por Spencer Platt | AFP – 1 hora 10 minutos atrás………O número de pessoas que vive abaixo da linha de pobreza voltou a aumentar nos Estados Unidos em 2010, para 15,1%, seu nível mais alto desde 1993, revelou nesta terça-feira o relatório anual do escritório de estatísticas do governo.

    Em termos absolutos, 46,2 milhões de pessoas viviam na pobreza em 2010, a cifra mais alta em 52 anos, anunciou o escritório através de um relatório.

    Este aumento anual, o quarto consecutivo, mostra que o número de pessoas que vive abaixo da linha de pobreza cresceu 14,3% em relação a 2009.

    Nos Estados Unidos, se entende por pobreza uma renda anual de até 22.314 dólares para uma família de quatro membros, ou de até 11.139 dólares para uma só pessoa.

    Além disso, o escritório revelou que o número de pessoas sem cobertura médica alcançou 49,9 milhões em 2010 (16,3%), contra 49 milhões em 2009.

    Este relatório derruba a ideia de que a situação econômica dos americanos tenha melhorada nos últimos anos, sendo que a renda real média caiu 6,4% em 2010 em relação à renda anterior à recessão de 2007.

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    • Carlos__ 13 de setembro de 2011 at 14:49

      Matemática básica:

      linha de pobreza americana: 11.139 dolares ou 18.936 reais anuais.

      18936 / 12 meses = 1.578 reais por mês.

      rendimento médio trabalhador brasileiro dieese, agosto de 2011 = R$ 1.409

      Na média TODOS OS TRABALHADORES BRASILEIROS ESTÃO ABAIXO DA LINHA DE POBREZA americana. Precisariam ganhar 10% de aumento para ficarem apenas pobres e não mais miseráveis. E viva a nova classe média.

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      • Galvão 13 de setembro de 2011 at 15:20

        Nossa Nova classe Média, ganha R$ de R$ 12.000 a R$ 48.000/ano (familiar), o que daria entre U$ 7.000 e U$ 12.000/ano. Ou seja, a NOVA CLASSE MÉDIA brasileira é mais pobre do que a pobreza americana.

        Além disso, se você considerar a paridade de poder de compra, nossa classe média tem menor poder de compra, pois aqui tudo está mais caro do que nos EUA.

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      • Mrk 13 de setembro de 2011 at 16:13

        Meu amigo, a coisa eh muito pior, pois como tudo nos eua eh bem mais barato… O cara la com o mesmo salario equivalente consome o triplo do brasileiro!!!

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    • Marcelo 13 de setembro de 2011 at 15:06

      Ta bombando mais que os bueiros do Rio de Janeiro

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  • Selvagem 13 de setembro de 2011 at 14:30

    Foi cancelado pq tem pouco imóvel? Sei CONTA OUTRA

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  • Eduardo Zé 13 de setembro de 2011 at 14:33

    Conversando com um colega sobre a loucura do valor dos imóveis, ouvi a sonora:

    “Lei da oferta e da procura, se os preços estão nessa é porque a procura aumentou muito.”

    Sei… estou pra ver pessoas pagando R$250.000,00 por ap de 50m2, quando cair a ficha de que isso vale R$80.000,00, vai ter gente tirando a cueca pela cabeça.

    Lamentável.

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    • Luiz 13 de setembro de 2011 at 14:39

      as leis da oferta e procura já não explicam nada, isto é papo de economista da decada de 20 do seculo passado

      Faz 30 anos que economistas premio nobel mostraram isso, procurem por equilibrio de Nash, teoria dos jogos e desequilibrio de informação.

      O mercado funciona em rede cooperativa, os preços subiram não pq tem mercado, mas subiram pq todo mundo subiu. E agora vão cair pq todo mundo resolveu boicotar.

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      • Carlos Eduardo 13 de setembro de 2011 at 16:08

        Lembrei…

        ao invés de competir entre eles,
        quando o mercado faz o melhor para o mercado!! todos se dão bem… .

        verdade!

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  • Paty 13 de setembro de 2011 at 14:33

    o Boi ja dormiu agora pode falar a verdade..kkk

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  • Tiago 13 de setembro de 2011 at 14:43

    Belíssima reportagem… estou assistindo um vídeo daqui a pouco posto os comments meus!

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  • Carlos__ 13 de setembro de 2011 at 14:43

    Essa de cancelado por falta de oferta foi a pior de todas até hoje.

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  • Leonardo RJ 13 de setembro de 2011 at 14:45

    Acho até que a procura de fato aumentou por conta do crédito fácil e eles aproveitaram o subsidio pra aumentar os preços. A procura causa aumentos sim. Mas o problema é que a procura vai diminuindo a medida que os empreendimentos vão saindo e a oferta aumentando. As pessoas vão se endividando cada vez com financiamentos mais altos. Uma hora esse pessoal fica com a corda no pescoço… Vai passar qualquer ventinho e a “nova classe média” vai pegar pneumonia, correndo risco de perder seus apes.
    Sem contar os pseudo investidores, que “investiram” esperando repassar mais caro, mas não terão como arcar com os financiamentos, caso o mercado se recuse a pagar o preço mais elevado, seja por conscientização da bolha, ou por simplesmente não caber mais no bolso.

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    • Luiz 13 de setembro de 2011 at 15:10

      Vou dar um exemplo da teoria dos jogos, premio nobel de economia na década de 80:

      Imagina 2 vendedores de picolé concorrentes na mesma praia.

      No inicio os 2 vão percorrer a praia inteira o mais rapido possivel
      logo eles vão se ligar que estão sendo iditoas e dividir meioa meio a praia
      Daí cada um ficaria no meio da sua metade.
      Acontece que um deles mais esperto vai ficar no meio da praia, pra roubar a venda do outro
      O outro, que não é bobo vai fazer o mesmo.
      Aí acontece o exato contrário, os dois la paradão no meio da praia um de frente pro outro
      o passo seguinte é um novo acordo, eles se afastam um do outro
      o melhor resultado final é a distancia 1/3 – 1/3 – 1/3
      Que aliás é a melhro situação pra quem comrpa picolé, semrpe vai ter um a menso de 1/3 de praia de distancia

      O que isto tem a ver com bolha imobiliaria?
      O mercado funciona em rede
      Quem vende esta coloaborando um com o outro pra vneder mais caro possivel
      Logo mais eles entram em desespero e vão querer vender um mais rapido possivel que o outro, pra minimizar os prejuízos
      Só depois de muito vai e vem que o mercado entra em equilibrio, isso s eo govenro não entra rcom medidas rpa desequilibrar tudo

      Oferta e procura não funciona mai

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      • jack 14 de setembro de 2011 at 02:59

        Nash nao eh ?!?! otimo post … muito bem colocado !!! esse blog esta cada vez melhor ..!!

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  • Dani 13 de setembro de 2011 at 14:47

    É que o cara do Secovi esqueceu de completar a idéia: falta oferta…”de imóveis a preços que o consumidor esteja dispoto a pagar”! KKKKKKKKKKKKK…

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    • Paty 13 de setembro de 2011 at 14:52

      Verdade Dani, ninguém deixou ele molhar o bico..kkkk

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    • Paulo - RJ 13 de setembro de 2011 at 15:40

      ahahahah

      Como é isto, você compra o imóvel (caindo aos pedaços e mal localizado) e leva as duas de brinde?

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    • Marcelo 13 de setembro de 2011 at 16:03

      Parece com os imoveis aqui de Brasilia que custam 600, 700 mil.

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    • Luciana 13 de setembro de 2011 at 16:33

      Deviam ter um local para comentar nestes anúncios e que fosse divulgado os coments, pq é hilário (queria postar ilário {vejo muita gente postando errado deste jeito} pq o apê é de um nível que só por Deus)

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  • Tiago 13 de setembro de 2011 at 15:06

    É bom beber direto da fonte:
    http://online.wsj.com/video/brazils-economic-boom-has-a-dark-side/D004B7AC-F0FE-411E-B402-2304195F6C78.html?KEYWORDS=brazil

    A reportagem começa falando do absurdo de São Paulo custar mais do que NY. Os apresentadores dizem que o movimento que lidera as altas dos preços é oriúnda da falta de planejamento e do excesso de capital do exterior. O incrível é dizerem que é ridículo os níveis de preços de artigos básicos – ou seja, para bom entendedor eles querem dizer que como um país lixo desse pode custar tão caro? As risadinhas no começinho da reportagem dizem isso.

    Se minha tradução não estiver muito ruím uma pergunta que foi feita é como pode um país que já tem uma cobertura tão boa de serviços sofrer com essa alta de preços. O apresentador norte-americano situa o apresentador de São Paulo questionando-o por que houve essa súbita subida de preços se o Brasil já possui uma indústria de serviços, bens de consumo, alimentação e entrenimento resolvida em relação a outros emergentes.

    Depois comenta-se o preço dos imóveis e finaliza-se com o apresentador norte-americano chamando de história fascinante o que está acontecendo com o Brasil. Ou seja, somos um país de otários mesmo.

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  • Tiago 13 de setembro de 2011 at 15:08

    Senhores o desespero dos corretores deve estar batendo.

    Há uns seis meses eu recebia um único e-mail de empreendimentos por semana. Há uns 3 meses uns 2 ou 3 no máximo por semana. Há um mês um por dia. E essa semana só hoje recebi 5.

    Confirmam?

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    • Anonymous 13 de setembro de 2011 at 15:27

      Confimo também.
      Há um ou dois anos não recebia nenhuma propaganda por e-mail.
      Só hoje recebi 3, e isto vem se repetindo já há um bom tempo.
      Porém, todas propagandas com empreendimentos pelo qual nem sonho em conseguir pagar um dia.
      Isto desanima.
      Mas a fanfarra (dos especuladores) tá com os dias contados…

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    • Evandro CPS 13 de setembro de 2011 at 15:28

      Confirmo! E olha que no meu caso em particular, não deixei meu e-mail em nenhum empreendimento que fui. Acho que estão panfletando para qqr um mesmo!

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      • Tiago 13 de setembro de 2011 at 15:32

        SPAM de corretoras!

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      • Tiago 13 de setembro de 2011 at 15:33

        Acabei de receber mais um!

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  • Rogério 13 de setembro de 2011 at 15:20

    Esse cara está falando de outro país, não é possível que esteja falando do Brasil!!!!
    Ele tem muita informação sobre o mercado imobiliário, sabe muito melhor que todos nós que o que está falando é um completo absurdo, não acredito que existam pessoas desinformas ao ponto de acreditar numa balela dessas “escassez de oferta de imóveis para atender à demanda de consumidores”.
    Porem acho que não só esse Senhor como outros que induzem as pessoas ao erro deveriam ser responsabilizados da mesma forma que os EUA estão processando os bandos que não alertaram as pessoas sobre o Subprime, essas pessoas e suas respectivas instituições deveriam ser responsabilizadas por informações distorcidas e inverídicas que geram grandes prejuizos á terceiros.
    Más como estamos no Brasil onde impera a lei de levar vantagem em tudo, independente do prejuizo que é causado a quem quer que seja, vamos continuar a ver esse tipo de coisa.

    Obs: Só pra lembrar e os dados do Creci-SP que estão 2 mêses desatualizados(Julho, Agosto) será que vão esprar até o Natal para atualizar?

    http://www.crecisp.gov.br/pesquisas/pesquisa.asp

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    • Fred Henrique 13 de setembro de 2011 at 16:09

      A matemágica exige calma, meu caro…

      Como é que eles podem divulgar os dados se ainda não conseguiram a média móvel necessária para que o que é ruim pareça bom?!?!?

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      • Luiz 13 de setembro de 2011 at 16:32

        BEM LEMBRANDO, A MEDIA MOVEL DOS ULTIMOS 3 MESES

        agora que já faz 3 meses de queda, a media movel vai f*der com o numero deles,
        – vamos ver uma queda forte

        Quem deixou pra vender no auge, se f*deu pq o auge foi há 3 meses atrás

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  • Sérgio 13 de setembro de 2011 at 15:22

    Histórias da Carochinha
    .
    O atual mercado brasileiro de imóveis vive de ilusão – e de tentar iludir ao público de todas as formas: faz lembrar muito uma das histórias de de Han Christian Andersen: A ROUPA DO REI.
    .
    .
    A história

    Um bandido, se fazendo passar por um alfaiate de terras distantes, diz a um determinado rei que poderia fazer uma roupa muito bonita e cara, mas que apenas as pessoas mais inteligentes e astutas poderiam vê-la. O rei, muito vaidoso, gostou da proposta e pediu ao bandido que fizesse uma roupa dessas para ele.
    O bandido recebeu vários baús cheios de riquezas, rolos de linha de ouro, seda e outros materiais raros e exóticos, exigidos por ele para a confecção das roupas. Ele guardou todos os tesouros e ficou em seu tear, fingindo tecer fios invisíveis, que todas as pessoas alegavam ver, para não parecerem estúpidas.
    Até que um dia, o rei se cansou de esperar, e ele e seus ministros quiseram ver o progresso do suposto “alfaiate”. Quando o falso tecelão mostrou a mesa de trabalho vazia, o rei exclamou: “Que lindas vestes! Você fez um trabalho magnífico!”, embora não visse nada além de uma simples mesa, pois dizer que nada via seria admitir na frente de seus súditos que não tinha a capacidade necessária para ser rei. Os nobres ao redor soltaram falsos suspiros de admiração pelo trabalho do bandido, nenhum deles querendo que achassem que era incompetente ou incapaz. O bandido garantiu que as roupas logo estariam completas, e o rei resolveu marcar uma grande parada na cidade para que ele exibisse as vestes especiais. A única pessoa a desmascarar a farsa foi uma criança: “O imperador está nu!”. O grito é absorvido por todos, o imperador se encolhe, suspeitando que a afirmação é verdadeira, mas mantém-se orgulhosamente e continua a procissão.
    .
    .
    Quem vai GRITAR que já existe uma bolha e que ela vai explodir?

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    • Adriano 13 de setembro de 2011 at 17:09

      Muito boa!!!! Essa eu não conhecia

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  • Carcará 13 de setembro de 2011 at 15:24

    Mais do mesmo.

    Abraços.

    Tuesday, September 13, 2011Dark Side of Brazil’s Rise

    The abundance of (foreign) cash has helped fund riskier bank loans in Brazil and fueled a potential real-estate bubble. By some measures, the Brazilian real is now the world’s most overvalued currency, and many local factories aren’t competitive in global markets.
    Daily life has become so expensive that movies, taxis and even a can of Coke cost more in São Paulo than in New York. Rio de Janeiro apartment prices have doubled since 2008, and office space in São Paulo is suddenly more expensive than Manhattan. In many cases, investment banks must pay their Brazilian bankers and analysts more than they would get doing the same job in New York.
    “Ever since I was a little girl I always heard Brazil was the country of the future. Now that the future is here, I am starting to fear it will be brief,” said Cynthia Benedetto, the chief financial officer of Brazil’s flagship manufacturing firm, Embraer SA, the world’s No. 3 jet maker.
    Learning to manage abundance is an unusual situation for Brazil, which historically struggled to attract investment flows as it wobbled between currency crashes and economic crises. But capital that floods into a country can flood out of it. Leaders in emerging economies are concerned that a financial catastrophe in the developed world—such as sovereign defaults in Europe—could cause a sudden reversal of investment flows. That would prompt jarring falls in currency, real estate and other prices that have soared in places like Brazil during the boom.
    Armed with a strong currency and cheap financing, a new class of Brazilian jet setters are getting on planes and shopping like mad in countries where goods are cheaper. Brazilians spent $8.5 billion on overseas shopping sprees this year—60% more than last year.
    The cash inflows have heated up the Brazilian real-estate market as well. A slew of Brazilian home builders such as Gafisa SA and Cyrela SA raised hundreds of millions of dollars in share sales in recent years, mainly to U.S. investors. The money helps them build homes for Brazil’s emerging middle class—a good thing. But cash-rich home builders have bid up the prices of available land in big cities, causing a spike in home prices, according to Sergio Freire, chief executive of real-estate brokerage Brasil Brokers.
    Credit bubbles are another concern. The collapse of Maura Guarnieri’s personal credit bubble in São Paulo illustrates the case. A working mother of two, Ms. Guarnieri started loading up on debt last year after her husband’s kidneys failed and he stopped working. Soon, she had taken out four credit lines at interest rates over 40%—far more than she could pay each month. Recently, she defaulted on some of the loans, adding to a 20% rise in consumer-loan defaults in Brazil so far this year.
    Foreign capital flows helped Ms. Guarnieri borrow. Her three biggest creditors—Banco Cruzeiro do Sul SA, Banco Daycoval SA and Banco Panamericano SA—are medium-size Brazilian banks that have expanded loan books in part by borrowing cheaply overseas.

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  • Paulo V W Radtke 13 de setembro de 2011 at 15:29

    O efeito de investimento estrangeiro no Brasil é ruim, mas poderia ser pior. Na costa oeste dos EUA e Canadá, muitos investidores chineses de médio e pequeno porte tem feito compra de imóveis residenciais como forma de poupança livre do controle do governo chinês (PT por enquanto só sonha em virar o PC chinês).

    Essa forma de investimento elevou absurdamente o preço dos imóveis, que ficam na média de 1 milhão de dólares canadenses em Vancouver. Por que isso não acontece no Brasil ainda, com um clima muito melhor? Porque o país é um paraíso para a bandidagem e ninguém em sã consciência trocaria um lugar tranquilo para se morar por lugares “emocionantes” como Rio de Janeiro, São Paulo ou Curitiba.

    Antes que reclamem, sou Curitibano e não me orgulho em nada com a média de 50 “mortes” anunciadas por fim de semana na região metropolitana. Muito pelo contrário, me espanto que ninguém veja isso como problema na esfera política.

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    • Carlos__ 13 de setembro de 2011 at 15:56

      Paulo, exato, eles estão buscando proteção geopolítica, se garantindo em países estáveis. Aqui não é lugar para isso, não se pode comparar o Brasil com o Canáda, até porque entre outras coisas porque como você falou, o PT sonha em ser o PC Chines.

      Fora aqui ser bem mais longe para eles do que na costa oeste da america do norte.

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  • Carlos Wagner 13 de setembro de 2011 at 15:29

    Folha de São Paulo – 13/09/2011

    FALTA DE OFERTA TRANSFERE SALÃO IMOBILIARIO PARA 2012

    A escassez de oferta de imóveis para atender à demanda de consumidores levou a organização do Salão Imobiliário de São Paulo a transferir para 2012 o evento que costumava ser realizado anualmente e deveria acontecer neste mês.

    “Não há oferta suficiente para atender à demanda. As empresas estão vendendo muito e, pela dinâmica do setor, estão privilegiando as ações de marketing em estandes de vendas”, disse o presidente do Secovi-SP, sindicato que representa o setor imobiliário na capital paulista, João Crestana, em evento nesta terça-feira.

    O volume de vendas resultante da edição do Salão Imobiliário no ano passado ficou abaixo do previsto pelos organizadores. Em 2010, a Reed Exhibitions Alcântara Machado, que promove o evento, estimava cerca de R$ 1 bilhão movimentados nos quatro dias do salão. O evento, entretanto, resultou em R$ 650 milhões em vendas na ocasião.

    “No ano passado, já tivemos poucos lançamentos [no evento]. As empresas precisam de tempo para se programar. Hoje não é possível acelerar a produção porque ainda há uma forte carência de tecnologia e mão de obra qualificada”, afirmou Crestana, para quem o atendimento da demanda cada vez mais aquecida por imóveis será feito de forma “homeopática” por parte das empresas.

    Segundo ele, o evento passará a ocorrer a cada dois anos, o que pode ser considerado positivo para o consumidor, “que terá mais condições de comparar os produtos disponíveis”, acrescentou.

    “Vejam a aberração que esse Crestana disse. Temos que nos lembrar dele no futuro para não contrata-lo nem pra porteiro de edificio. Esse cara não merece nosso respeito.”

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    • Tiago 13 de setembro de 2011 at 15:34

      AH VÁ!

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      • Luiz AG 13 de setembro de 2011 at 16:41

        Leva o ZAP embaixo do braço… lá tá sobrando.

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    • Carlos__ 13 de setembro de 2011 at 15:51

      O maior absurdo é a manchete. Não existe mais jornalismo. O jornal endossa o argumento com uma manchete dessas. A manchete jornalisticamente correta seria: SECOVI-SP alega falta de oferta e transfere salão imobiliário para 2012.

      Se a alegação é factual ou não, cabe ao jornalista pesquisar. Nunca se pode repetir uma alegação como fato em uma manchete, principalmente sem investigação jornalistíca. Isso se aprende na primeira aula e está nas primiras páginas dos manuais. Justamente para um jornal não perder sua credibilidade endossando uma afirmação de terceiro, principalmente sendo parte interessada.

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      • Mrk 13 de setembro de 2011 at 16:20

        Eles nao querem fazer o salao pelo mico que ia ser na midia, pensem, nada ia vender, ia sair em tudo que eh jornal, ia ser uma vergonha, seria um ponto aos pro-bolha, o secovi nao ia permitir isso…

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    • Carcará 13 de setembro de 2011 at 16:09

      É… ao menos em relação aos lançamentos e ap novos, a famosa LOPES IMOBILIÁRIA, segundo Reuters maior grupo imobiliário do país, já reconhece que deu o que tinha de dá…

      Abraços.

      ENTREVISTA-Lopes mira aquisições e imóveis usados para crescer
      Comente

      Por Vivian Pereira

      SÃO PAULO (Reuters) – Inexplorado e pulverizado, o mercado de imóveis usados foi eleito pela Lopes como gatilho para impulsionar o crescimento do maior grupo imobiliário do país.

      O mercado de imóveis secundários, que costumava ter participação “marginal” nos negócios da empresa, segundo o vice-presidente financeiro, Marcello Leone, hoje responde por 22 por cento das operações do grupo, volume que pode chegar a ocupar espaço de igual para igual com os empreendimento novos, no longo prazo.

      “É possível crescer muito mais nos próximos anos em (imóveis) usados do que em novos. É uma oportunidade clara para voltar a ter um crescimento mais forte”, disse ele à Reuters.

      A estratégia traçada pela Lopes para consolidar esse segmento, formado em grande parte por empresas de pequeno parte, é a mesma que vem sendo adotada nos últimos 12 meses, período em que a companhia adquiriu 12 imobiliárias menores.

      “Vamos continuar fazendo aquisições nesse e no próximo ano, é uma estratégia contínua”, afirmou Leone, assinalando que o foco será mantido nas regiões Sul e Sudeste e no Distrito Federal. O executivo descartou, entretanto, movimentos para ingressar em mercados onde a empresa ainda não atua nas regiões Nordeste e Centro-Oeste.

      Em 2011 até agora, a Lopes realizou cinco aquisições, sendo duas em São Paulo, uma em Minas Gerais, uma em Brasília e uma no Paraná.

      Além de um oportunidade pouco explorada, a entrada no segmento de usados representa uma forma de equilibrar as operações do grupo, ficando menos vulnerável a uma eventual flutuação de lançamento e demanda por unidades novas, de acordo com o executivo.

      “Grande parte (das aquisições) vai estar focada no mercado secundário e naturalmente essa fatia vai começar a crescer. Como o mercado é muito pulverizado, existe uma oportunidade muito grande de consolidação”, acrescentou.

      Para apoiar tais movimentos, Leone considera a situação financeira da companhia “tranquila”, dispensando a necessidade de capitalização para cumprir o plano traçado.

      “Temos fôlego muito grande para aquisição e estamos tranquilos porque geramos muito caixa”, disse ele, que aposta nas aquisições como forma de se manter na liderança “facilmente”.

      No segundo trimestre, a Lopes apurou fluxo de caixa de operações de 48,2 milhões de reais, contra 17 milhões no período anterior.

      DEMANDA SEGUE AQUECIDA

      Ainda que discussões sobre a valorização de imóveis residenciais sejam cada vez mais frequentes em diversas esferas da economia, Leone garante não ter havido retração na demanda. Nem mesmo em decorrência do cenário de crise nos Estados Unidos e na Europa e das medidas macroprudenciais adotadas pelo governo brasileiro desde o final de 2010.

      “Quando há algum choque econômico o setor imobiliário sempre sente. Mas, apesar das turbulências, o crédito continua amplamente disponível e, enquanto estiver assim, continuamos tendo uma ótima performance de vendas”, disse ele.

      “Os imóveis passaram muito tempo com valor defasado e os preços ficaram dez anos sem subir. Hoje, a tendência é de acomodação (de preços), o que é favorável considerando a demanda muito forte que ainda existe”.

      http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/09/13/entrevista-lopes-mira-aquisicoes-e-imoveis-usados-para-crescer.jhtm

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    • Anonymous 13 de setembro de 2011 at 16:28

      Justo agora que acabei de juntar um milhão e seiscentos mil Reais (1 milhão de dólares) para comprar meu 2 dormitórios de 60 m2 com varanda gourmet em São Paulo. Agora vou ter que me contentar com uma kitnet no Rio de Janeiro.

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    • DM 13 de setembro de 2011 at 19:36

      Manchete correta:

      Falta de oferta de COMPRADORES transfere salão imobiliario para 2012

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  • nelson 13 de setembro de 2011 at 15:55

    Governo já desenha projetos para a nova classe C
    BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff encarregou a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) de elaborar e detalhar as políticas de seu governo destinadas à chamada nova classe média.

    A SAE já começou a executar a tarefa. Três projetos estão na linha de produção: Primeira Infância (0-4 anos), Juventude e Favelas. O programa destinado à infância deve ficar pronto até o fim do ano.

    ”A nova classe média é o ativo mais importante do país’, diz o ministro-chefe da SAE, Wellington Moreira Franco. Na entrevista que concedeu domingo ao ”Fantástico”, a presidente disse que o fortalecimento dessa classe média é o principal legado que pretende deixar ao país.

    ”Nós seremos a quinta economia do mundo quando tornarmos permanente essa nova classe média”, diz Moreira Franco. A nova classe média, de acordo com os estudos desenvolvidos pela SAE, quer mais que educação, saúde e segurança. Pela educação, por exemplo, ela já está pagando. O que ela quer agora é “qualidade”.

    (Raymundo Costa / Valor)

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    • Carlos__ 13 de setembro de 2011 at 15:59

      É surreal. A nova classe média sustentará a fámilia, pagará o imóvel e educação particular com 4.500 brutos por mês, isso os que estão no topo. Realmente 1984 perde. O que vale são as palavras, os chavões, e não os fatos e a matemática básica.

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    • Fred Henrique 13 de setembro de 2011 at 16:01

      Destaco:

      ”A nova classe média é o ativo mais importante do país”.

      Traduzindo: estamos lascados.

      Daqui a pouco, o IBGE vai dizer que classe média é quem tem renda mensal familiar entre R$0 e R$10.000, para poder continuar mostrando que a “nova classe média” continua crescendo.

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    • Carlos Wagner 13 de setembro de 2011 at 16:11

      Eu sou meio radical com essas demagogias divulgadas pelos ocupantes de cargos de primeiro escalão do governo, pela presidente da republica, e demais inuteis congressistas.

      Estamos vivendo tempos de emburrecimento coletivo no Brasil apoiado pelo governo em nome da governabilidade.

      Tudo que é feito no Brasil tem a chamada populista de “popular”: é internet popular, carro popular, protituta popular (mas essa é fidida e banguela)…

      Os acefalos que nos governam, ainda nao entenderam que a energia e recursos gastos para fazer uma caisa de péssima qualidade são os mesmos para se fazer algo de boa qualidade.

      Sinceramente, eu, como trabalhador honesto e pagador de impostos, não aguento mais viver nesse país. Sinto que a realidade das pessoas não é mais a minha. Tudo aqui é mal feito, ninguem respeita ninguem, leis são feitas para ser descumprimas ou serem emendadas.

      Desculpem o desabafo, mas se eu nao tivesse um emprego estavel com servidor federal eu ja teria ido embora daqui.

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      • Laranja 13 de setembro de 2011 at 17:30

        Carlos, acho que muitos que passam pelo blog diariamente se sentem assim, presos no país da mentira e da falcatrua. Este espaço está ficando cada vez mais interessante. Vou tentar participar mais… abraço a todos.

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      • Carlos Eduardo 13 de setembro de 2011 at 17:45

        Imagino um grande exodo da pouca “mão de obra qualificada” do Brasil, em pouco tempo!
        a outra parte do povo, aqueles que não se endividaram e que pagam parte da conta com a inflação e impostos que esse governo fica matutando para criar…

        tenho amigos com as malas prontas.. .

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      • Annibal 13 de setembro de 2011 at 20:45

        Tenho o mesmo sentimento q vc, parece q estou desperdiçando meus dias em um país de idiotas, q se contentam com mto pouco… se não fosse pela estabilidade e um pouco de receio pegaria minha dupla cidadania e me mandava… o q me consola e q na aposentadoria eu vou me mandar daqui…

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  • Carcará 13 de setembro de 2011 at 15:57

    Caros,
    o coitado do repórter é tão canhestro que ele no terceiro parágrafo desdiz com indisfarçável constrangimento o título a que foi obrigado a publicar. Leiam apenas o terceiro parágrafo e percebam que o escrevente do texto deixa claro que na verdade o salão foi cancelado porque se, em 2010 ano do BOOOMMM!, vendeu-se 35% menos do que se esperava, imagina com o PLOC da bolha.

    Abraços.

    “O volume de vendas resultante da edição do Salão Imobiliário no ano passado ficou abaixo do previsto pelos organizadores. Em 2010, a Reed Exhibitions Alcântara Machado, que promove o evento, estimava cerca de R$ 1 bilhão movimentados nos quatro dias do salão. O evento, entretanto, resultou em R$ 650 milhões em vendas na ocasião.”

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  • Anonymous 13 de setembro de 2011 at 16:04

    Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (Nineteen Eighty-Four) é um romance distópico clássico do autor inglês Eric Arthur Blair, mais conhecido pelo pseudônimo de George Orwell. Desde sua publicação, muitos de seus termos e conceitos, como “Big Brother”, “duplipensar” e “Novilíngua” entraram no vernáculo popular.

    Livro bastante atual. Segue um exemplo do duplipensar, publicado na Folha hoje.

    www1 . folha . uol . com . br/mercado/974534-falta-de-oferta-transfere-salao-imobiliario-em-sp-para-2012 . shtml

    A escassez de oferta de imóveis para atender à demanda de consumidores levou a organização do Salão Imobiliário de São Paulo a transferir para 2012 o evento que costumava ser realizado anualmente e deveria acontecer neste mês.

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    • Fred Henrique 13 de setembro de 2011 at 16:18

      Diria que o vocàbulo adequado seria o menos conhecido “negrobranco”:

      “Como muitas outras palavras em Novilíngua, esta tem dois sentidos mutuamente contraditórios. Quando é aplicada a um adversário, é o hábito de se afirmar que o negro é branco, apesar dos fatos evidentes. Quando aplicada a um membro do Partido, simboliza a lealdade de afirmar que preto é branco, se isso for exigido pelo Partido. Também significa acreditar que o preto é branco, ou até mais, saber que o preto é branco, e acreditar que jamais foi o contrário.” (Wikipedia)

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    • Luiz 13 de setembro de 2011 at 16:19

      Já estou vendo o dia que as construtoras forem à falencia:

      – “Vendemos tanto apartamento que não sobrou nada, tivemos que encerrar as atividades e pedir falência.”

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      • Fred Henrique 13 de setembro de 2011 at 16:36

        A melhor!!!

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        • Luiz 13 de setembro de 2011 at 16:43

          é o país da piada pronta, basta copiar e colar

          os huomristas não tem a menor chance de concorrer com esses profissionais do Secovi

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    • Luiz AG 13 de setembro de 2011 at 16:45

      “É possível dizer mentiras contando somente a verdade”.

      Falta de oferta não significa falta de imóvel para vender. Como o preço está estagnado, pode todo mundo estar segurando para “ver o que vai dar”.

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      • Leonardo RJ 14 de setembro de 2011 at 10:53

        Queria saber a opinião de vocês, mas me parece que está havendo uma queda de braço entre compradores e vendedores…

        estão todos segurando pra ver quem aguenta mais

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  • Carlos__ 13 de setembro de 2011 at 16:04

    E apesar do mercado estar bombando tanto que não sobrou imóvel nem para vender no salão, em um dia estável na bolsa, o índice imobiliário não só cai como é o que tem a maior queda. Nada de novo.

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  • Selvage 13 de setembro de 2011 at 16:12

    SÃO PAULO – Caiu para 38% o índice de aprovações de solicitações de crédito para veículos  seminovos e zero quilômetro. De acordo com o levantamento da agência de varejo automotivo MSantos, no ano passado, o índice de aprovação era de 70%.

    Segundo o economista da MSantos, Ayrton Fontes, a queda é reflexo das medidas macroprudenciais anunciadas em dezembro de 2010 pelo Banco Central, cujos efeitos passam a ser percebidos a partir do segundo semestre deste ano. O levantamento foi realizado em 20 concessionárias de veículos da Grande São Paulo.

    Bancos
    “Os bancos e as financeiras estão mais conservadoras nas aprovações de crédito para financiamento de veículos, exigindo, ao contrário do ano passado, entrada que varia de 20% a 40% na compra do veículo, principalmente nos financiamentos de longo prazo, além de terem maior critério na análise das fichas”, explica Fontes.

    Segundo o economista, os juros médios cobrados para quem não dá entrada chegam a 2,5% ao mês. Para quem dá 20% de entrada, os juros médios chegam a 1,8% ao mês e, para quem oferece 40%, a taxa de juros é menor, chegando em média a 1,4% ao mês, nos financiamentos de 60 meses.

    Balanço
    Baseado nos dados da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), o economista avalia que o financiamento de veículos tem crescido a taxas menores e com inadimplência maior. De acordo com ele, o segmento fechou julho com saldo total de R$ 196,2 bilhões, crescimento de 14,6% na comparação com julho de 2010, abaixo da taxa de expansão do ano passado, ante 2009, que foi de 18,1%.

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    • Carlos__ 13 de setembro de 2011 at 16:35

      Daqui a pouco aparece um representante das montadoras e diz que caiu os pedidos de financiamento porque o pessoal agora está pagando a vista.

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      • Luiz 13 de setembro de 2011 at 16:39

        _ “está faltando carro pra vender,
        por isso estamos financiando menos”

        (Presidente do SECARRO)

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        • Ana Claudia 14 de setembro de 2011 at 17:20

          Ótima! Muito bom comentário.

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      • Daniel 13 de setembro de 2011 at 18:00

        Muito boa essa… quase rolei de rir…

        Abs!

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    • Luiz 13 de setembro de 2011 at 16:37

      aprovação caiu de 70% para 38%, caiu 32 pontos base, 1/3 de quem pede financiamento

      Mentira dizer que é culpa do BC, os bancos usam a alavancagem que quiser pq estão todos bem abaixo do limite mínimo legal.

      A ordem de cortar financiamento veio de cima, da diretoria dos proprios bancos.
      Se eles mandaram cortar em 1/3, quer dizer que a inadimplencia subiu 1/3.
      Simples assim.

      Olha a marolinha crescendo no horizonte… a hora que essa emrda chega rno mercado imobiliario vai voar pinoquio pra todo lado

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    • Carlos Wagner 13 de setembro de 2011 at 17:12

      Um grande amigo meu trabalha financiando veiculos para o banco panamericano. Semana passada, em conversa tomando chopp, ele me disse estar muito preocupado pois a venda de carros caiu tanto que suas reservas ja foram pro espaço. Ele disse que nao consegue mais bater as metas desde o começo do anoe seus rendimento cairam de 10 mil pra 2mil (ajuda de custo). Ainda disse que de cada 10 fichas enviadas para analise, no maximo 3 são aprovadas.

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      • Bolha Imobiliária 13 de setembro de 2011 at 17:19

        Minha muié trabalha em uma financeira, e o bicho tá pegando para o lado dela…Já avisei ela para preparar o curriculum…

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        • Mr. Alex 14 de setembro de 2011 at 00:19

          Bolha,

          Pelo menos que está na liquidez vai poder pagar o Supermercado em dim-dim, não em Imóveis.

          Bom… eu só tenho esse 2 domitórios aqui no Itam, vale R$ 700 mil,
          gostaria de trocar por 83 anos / 1000 meses de supermercador grátis (taxa de R$ 700 por mês).

          Huahaha…

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    • jack 15 de setembro de 2011 at 03:36

      Acho que as Feras do site podem me ajudar a entender se o tal Risco Pais crescendo pontos e mais pontos esta associado de alguma forma com essas leituras feitas sobre as incoerencias nos mercados brasileiros :::::

      Apesar do alívio vindo do noticiário europeu, risco-País avança 8 pontos

      http://www.infomoney.com.br/titulos-publicos/noticia/2210298-apesar+alivio+vindo+noticiario+europeu+risco+pais+avanca+pontos

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  • Mrk 13 de setembro de 2011 at 16:25

    Amigos, dei minha opiniao acima sobre o salao do imovel… Ia ser uma VERGONHA…ninguem ia vender, ia sair na midia, seria uma publicidade horrivel, vcs acham q o secovi ia deixar isso?? Ou iria cancelar alegando que eh pela falta de demanda?? Fizeram o que qualquer corretor faria: mentir!

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    • Luiz 13 de setembro de 2011 at 16:28

      Mrk, vai ver o PREÇO do alugel do salão subiu tanto que eles acharam melhor esperar pra depois da bolha estourar

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      • RT 13 de setembro de 2011 at 19:07

        HAHAHAHA, muito boa!!

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      • jack 14 de setembro de 2011 at 03:31

        nossa… o Luiz ta demais hoje !! obrigado … muito obrigado pelos posts … geniais ..

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  • Fernanda-SP 13 de setembro de 2011 at 16:41

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/09/falta-de-oferta-transfere-salao-imobiliario-em-sp-para-2012.html

    Muita má-fé:

    Com pouca oferta, Salão Imobiliário em SP é transferido para 2012

    A escassez de oferta de imóveis para atender à demanda de consumidores levou a organização do Salão Imobiliário de São Paulo a transferir para 2012 o evento que costumava ser realizado anualmente e deveria acontecer este mês. O evento passará a ser realizado a cada dois anos, disse nesta terça-feira (13) o Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

    “Não há oferta suficiente para atender à demanda. As empresas estão vendendo muito e, pela dinâmica do setor, estão privilegiando as ações de marketing em estandes de vendas”, disse à Reuters o presidente do Secovi-SP, sindicato que representa o setor imobiliário na capital paulista, João Crestana, em evento nesta terça-feira.

    O volume de vendas da edição do Salão Imobiliário do ano passado ficou abaixo do previsto pelos organizadores. Em 2010, a Reed Exhibitions Alcântara Machado, que promove o evento, estimava cerca de R$ 1 bilhão movimentados nos q’uatro dias do salão. O evento, entretanto, resultou em R$ 650 milhões em vendas na ocasião

    Quer dizer que mesmo com volume MENOR de vendas, o cancelamento se deve a FALTA DE IMÓVEIS A SEREM OFERTADOS? Como diz a filósofa, “aham, senta lá Cláudia”

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  • Luiz 13 de setembro de 2011 at 16:48

    Julho puxou para baixo os indicadores de emprego e renda no País, segundo a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário. Entre os meses de julho de 2010 e 2011, o pessoal ocupado assalariado crescia, no País, em pequeno porcentual (0,4%), mas em São Paulo, com elevado peso na economia, houve uma redução do pessoal empregado, de 2%.

    “mais do que estagnado, o emprego industrial começa a dar sinais de retração”. Em valores dessazonalizados, a folha de pagamento real da indústria também está crescendo menos: de 0,5%, em maio, passou a 0,3%, em junho, e a 0,1%, em julho, relativamente ao mês anterior. Comparativamente ao mesmo mês de 2010, a folha da indústria ainda cresceu 1,3% acima da inflação.

    as incertezas sobre a inflação dificultam as decisões das empresas, algumas das quais tentam, antes de cortar custos e vagas, elevar preços,
    (Estadao)

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  • Jr. 13 de setembro de 2011 at 18:28

    No post passado comentei sobre: A venda do 2º (e até mesmo do único) carro da família para bancar as chaves.

    Agora contribuiu: Os bancos estão facilitando e acelerando seus mecanismos de crédito imobiliário.

    1) Uma informação da qual a fonte é uma conversa pós-almoço de domingo com um pessoal que trabalha na gerência do Santander: As agências estão agora com uma alçada maior para tomada de decisão referente ao crédito imobiliário, e mais, vários processos estão sendo simplificados para agilizar a aprovação. Segundo as fontes: a carta de crédito poderá em breve ser aprovada (se toda a documentação estiver ok) em até 3 dias úteis.

    2) Outra informação consta na Revista Exame, Investimentos Pessoais: “O Bradesco aumentou as receitas com serviços num ritmo maior que o esperado e ELEVOU AS METAS DE VENDAS DE SEGUROS E CRÉDITO IMOBILIÁRIO”

    Os bancos PRIVADOS ainda são verdes em crédito imobiliário e irão/estão fazendo uma “CORRIDA AO OURO”. Com METAS AGRESSIVAS (E DESRESPEITOSA) em cima dos funcionários, com certeza ainda teremos MUITO DINHEIRO para os interessados.

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  • Mr. Alex 14 de setembro de 2011 at 00:22

    Pior é o Etanol a R$ 1,95 em Ribeirão Preto (cercada de canavias). E o leite, a R$ 1,90.

    QUERO FLEX MOVIDO A LEITE !!!

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    • Guilherme Eduardo 14 de setembro de 2011 at 01:40

      E pode aumentar mais. Se o dolár realmente engatar uma marcha mais forte e subir a ladeira, os produtores podem querer empurrar o “combustível verde” para o exterior, ou como já aocnteceu outras vezes, deixar de produzir álcool para produzir açucar para exportação.

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      • Ana Claudia 14 de setembro de 2011 at 17:24

        Vixi, eu só me alimento de Açucar Demerara. Melhor fazer estoque, antes que se crie uma Bolha de Açucar!

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  • Mariana 14 de setembro de 2011 at 18:56

    Eu fico chocada com a incapacidade dos brasileiros de refletirem a respeito de qualquer reportagem que leem!
    Existe demanda sim, basta ver a quantidade de favelas que existem pelo Brasil, imaginem cada barraco na tua cidade e transforme aquilo numa casa decente, com algum nível de salubridade! Você pode não enxergar a demanda no meio em que vc vive, mas se olhar um pouco para o lado vai ver que a demanda é muito grande sim!

    Além disso, os valores dos imóveis não alteraram muito, o que alterou foi o acesso ao crédito e claro que o valor não é o real, mas o projetado. Aposto que se quem está reclamando aqui oferecesse pagar a vista um imóvel (como era antigamente) ganharia um bom desconto e veria o Valor Presente deste imóvel ser BEM menor..Ao invés de pagar aluguel, agora as pessoas pagam financiamento e assim conseguem um imóvel, mesmo que em 20 anos. Desta forma acumulam riquezas e assim o país cresce economicamente.

    A bolha imobiliária dos EUA não tem absolutamente nada a ver com o momento que estamos vivendo…o que aconteceu lá foi o oferecimento de crédito a pessoas que não tinham nenhuma capacidade de pagamento, aqui não ocorre isso, bem pelo contrário. Vocês não veem um motorista com 2 casas de luxo…

    Julguem o que leem! A economia do Brasil está em crescimento e isso todo mundo consegue ver, se estão chegando novos investimentos sinal que aqui é um bom lugar para se aplicar dinheiro!

    Essas reportagens só servem para criar pânico na população ignorante, aumentar dólar, para Brasil ter que comprar título da Grécia para evitar uma crise econômica. Pensem! Agora é a vez do Brasil crescer, os outros países saturaram, o nosso não! Leiam, vejam o que se passou na história dos EUA e Europa. Para os que não lembram, uns anos atrás anunciavam também que a China estava para quebrar, e aí?! Bem quebrada a China mesmo! Pensem gente! Julguem o que leem e parem de espalhar uma reportagem tão leviana como essa! Isso é comprada por especulador! Só isso!

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    • JPM 14 de setembro de 2011 at 20:30

      Mariana, vamos por partes:
      – Demanda: a demanda existe. O pessoal aqui do blog/forum não nega. Assim como o tão falado “deficit habitacional”. O problema é que os lançamentos (em sua absoluta maioria) não se destinam a fatia do mercado que mais precisa de residências. O pessoal que mora em barracos na favela (para usar o exemplo que você citou) não consegue comprar imóveis de R$ 100.000. Para os que ganham até 3 salários mínimos são as prefeituras e CDHUs que tem que criar os cadastros e lançar empreendimentos voltados a essa faixa, só que isso não vem ocorrendo em volume suficiente, porque as construtoras, sem exceção, estão mirando nas faixas superiores de renda, onde podem obter margens maiores.
      – Valor dos imóveis: não aumentaram muito? O apartamento onde vivo era oferecido por R$ 50.000 a 4 anos, e agora 2 vizinhos meus foram vendidos a R$ 160.000 (e pagos a vista para os antigos proprietários). Se os novos proprietários financiaram ou não eu não sei. Se um aumento de mais de 200% não é muito para você…
      – “… claro que o valor não é o real, mas o projetado…” – Como assim? Você acha que os preços anunciados já têm o valor dos juros calculado? De jeito nenhum. Pode fazer a simulação que quiser e somar o valor das parcelas que você perceberá a grande diferença.

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    • Guilherme Eduardo 15 de setembro de 2011 at 00:46

      Mariana, quem mora na favela não tem condições de comprar imóvel. Tenha uma visão mais ampla. Responda a seguinte pergunta: Como que uma família que vive na favela vai conseguir comprar um imóvel de R$ 150.000,00 ganhando dois salários por mês???? Para se ter uma idéia, eles teriam que ter uma entrada de R$ 30.000,00, e as parcelas, a 8%aa, ficariam em torno de R$ 1.000,00 por mês!

      A demanda existe sim, mas na população de baixa renda. Mesmo se você cobrar juro zero e financiar 100%, as parcelas seriam de R$ 500,00 em 25 anos (150000/300), ou seja, 50% da renda de toda a família! A conta não fecha no final do mês. Isso não é história que um amigo contou, teoria, achismo ou epifania. É matemática! Os preços estão fora do alcance da maioria da população do Brasil.

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    • João Nascimento 15 de setembro de 2011 at 07:06

      Mariana,

      Seja bem vinda ao blog. Com todo o respeito, recomendo a você a leitura dos posts e materias passadas deste blog, de mente aberta e imparcial, para ter uma visão mais abrangente do assunto.
      Eu também já pensei como você, há uns quatro anos atrás.
      Este blog Bolha é o questionamento do discurso universal, e os argumentos colocados aqui por gente instruída são bastante válidos.
      Só para lembrar, as bolhas imobiliárias da Espanha, Irlanda, Índia e Austrália não têm semelhança com os empréstimos subprime dos USA e mesmo assim estouraram.
      Eu tenho renda de classe B, dinheiro guardado, FGTS gordo e mesmo assim não acho casa decente para morar na minha cidade de interior. Também não vou comprar as “Caixas de sapato” do MCMV. Como então que os mais humildes estão fazendo? Resposta: Não estão fazendo. Ficam construindo puxadinhos no terreno dos parentes ou invadindo áreas.
      Quem está comprando algo são os desesperados ou sem referência, sendo que alguns agora estão percebendo a m* que fizeram e buscam se autoconvencer que estão bem.
      Mas, como diria Galileu Galilei: “O tempo é o senhor da razão”.

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      • Mariana 15 de setembro de 2011 at 13:27

        India estourou a bolha imobiliária??? Austrália! Me passe dados entao, pq dessa nao sabia. Eu trabalhei com empreendimentos na Índia até final do ano passado, não sabia dessa bolha…..
        Os países que vc citou como Espanha e Irlanda certamente tinham várias características para quebrarem, população idosa, mercado interno pequeno…características que não são as brasileiras. Além disso sempre foram os países vizinhos dos ricos, não os que geravam diretamente as riquezas. Perdão, mas li em vários posts aqui comparando a bolha imobiliária do Brasil com a dos EUA. Não tem nada a ver uma coisa com a outra!

        Acho bastante interessante a discussão, mas todos os posts que li não tem nenhuma opinião contrária, uma visão diferente…não está me parecendo uma discussão propriamente dita…

        Os valores dos imóveis tiveram reajuste porque por mais de 10 anos os preços não eram os reais, quem trabalha com o mercado imobiliário sabe disso. Por mais de 10 anos as construtoras (estou falando as de médio porte) só giravam o dinheiro, não ganhavam nada. Nos anos 2000 vejam como estava o mercado, completamente parado! Sem nenhuma obra…Calculem por aí, que uma década de estagnação do mercado está sendo substituída agora…
        O Brasil não tem uma oferta de crédito absurda como os países que vocês citaram gente…Pelo contrário, aqui o crédito é bastante controlado! Uma bela coisa que aprendemos com as experiências anteriores…O nosso sistema financeiro é bastante organizado (graças a inflação), diminuindo a demanda, diminui a oferta…Você já vê uma desaceleração em novos empreendimentos…

        A quem escreveu aqui antes, de 0-3SM as parcelas são de 50,00 reais no máximo, sem entrada….o imóvel é subsidiado…Outro dado, na favela essas mesmas pessoas já pagavam aluguel, inclusive o aluguel é mais caro na favela do que na legalidade…só ler estudos a respeito…

        Quanto as faixas de maior salário…como eu disse antes, essas mesmas pessoas pagavam aluguel, vão passar do aluguel para o financiamento, apenas isso…Se elas não podiam pagar antes, não podem pagar agora…Claro, que cada um tem que ter o bom senso na hora de comprar. Esse bom senso vale para tudo, desde o cartão de crédito, passando pelo carro, escola do filho, tudo…Se vocês me disserem que temos no Brasil um grave problema quanto a falta de educação financeira concordo plenamente! Se me disserem que existe uma bolha imobiliária, discordo…Esses problemas que vocês citam como bolha, na minha opinião, acontece nos cartões de crédito estourados, na inadimplência em escolas…enfim, n exemplos….

        Para quem falou o preço da COHAB de 2007, esse era um valor totalmente deficitário…Justamente esses preços absurdos que fizeram com que todas as políticas habitacionais anteriores fossem falidas, que fossem criadas uma “Cidade de Deus” da vida…Nao estamos vivendo os EUA dos anos 80/90….estamos vivendo os EUA dos anos 40! A reforma da política habitacional daquela época…infelizmente começamos bastante tarde!

        Sem mais, Obrigada

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        • Luiz 15 de setembro de 2011 at 15:38

          Mariana, pro azar dos seus argumentos, este blog é frenquentado por gente inside, até de favela, não vemos favela de binoculos ou por “estudos” como vc diz. estamos lá.

          Então vamos aos fatos reais: não é verdade que na favela o aluguel é maior do que na legalidade, isso não existe. É claro que se vc pegar extremos vc até acha numeros que corroborem isso, mas o fato é que sua afirmação mesmo parcialmente verdadeira distorce totalmente a realidade, messssmo que vc torture numeros até dizerem o q vc quer.

          O déficit habitacional segundo especialsitas melhtores que eu e vc é 95% de gente pobre que não tem como arcar com financiamento nenhum, nem de carro.

          Esses 50 reais de mensalidade é pra familias em situação de miseria que foi sorteada com uma casa do CDHU, é certo que a politica é deficitaria, hj custa pro governo quase 100 mil cosntruir uma, claro que pro privado, consegue fazer por 50 mil ou menos. Portanto essa sua afirmação carece de fundamento real, é um ponto no espaço que vc quer fazer crer ser toda a realidade

          A pop hoje de classe C está quase totalmente expulsa do mercado imobiliário, especialmente nos grandes centors, onde estão 100% das favelas, mesmo com subisídio. Quem consegue tais financiamentos hoje ou são pobres que estão nos grotões do nordeste (quantidade ifima perto da pop total) ou é gente da classe A/B que cosnegue se classificar na Classe C, mais ou menos como o lutador de boxe que perde peso pra lutar no segmento inferior e auferir vantagem.

          Este blog tem sim divergencias e muitas, mas vc dizer que este pequeno blog que quase ninguem lê, longe da grande mídia, fazemos todos parte de uma conspiração pra ajudar a europa a salvar a grecia do buraco é uam teoria da conspiração por demais fantasiosa. Já recebemos elogios tais como ignorantes, imbecias, direitistas, esquerdistas, centristas …mas essa teoria da conspiração realmente é nova.

          11 em cada 10 pessoas que vem aqui defender que não existe bolha, mais hora menos hora nos ataca pela canela com criticas pessoais. Já estou ficando careca de perceber essa coincidencia, fico imaginando pelo modus operandis que são vcs que estão numas de… bem vou parar poraqui, de paranóias já basta essa da grécia, né?

          Aliás não lembro de alguém falar que aqui vai explodir a bolha igual nos EUA, leio diariamente há meses, acho que não há, memso entre nós, alguém tão radical, ou há?

          Mariana obrigado pelo seu comentário, afinal foi muito divertido

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        • Guilherme Eduardo 15 de setembro de 2011 at 19:37

          Mariana, mesmo com os subsídios do governo, quem ganha 03 salários mínimos por mês não tem condições de comprar imóveisnos preços atuais. Imóvel popular tem que ter preço popular. Tente procurar pela internet quantos imóveis pelo MCMV estão sendo construídos nos grandes centros (SP,RJ,BH,BSB) com preços que de para pagar com R$ 50,00/mês por TODO o contrato. Geralmente é R$ 50,00 durante as obras e depois de pronto é 10, 20 vezes mais (+ ITPU, + Condomínio). Se a renda da população tivesse aumentado também, não teria problema.

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          • luiz 16 de setembro de 2011 at 12:02

            Isso msmo guilherme, se ela é tão culta e conhce até o mercado a india, ela deveria saber que o MCMV hoje lança ZERO em Sao aulo, Rio Brasilia, BH, etc

            Se fosse possível financiar um barraco na favela pela Caixa, até a favela de Paraisópolis e tantas outras estariam acima do teto máximo.

            São argumentos requetados e anacronicos, cada vez mais fora da realidade.

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    • Duda 15 de setembro de 2011 at 11:07

      Mariana, levamos um ano neste site discutindo de forma fundamentada o assunto da bolha, com os mais diversos pontos de vista. Tudo o que vc imaginar, jáfoi discutido por aqui. Por favor, leia com atenção os milhares de comentarios que foram postados neste site, e quando finalizar, vc mesma vai concordar com a existencia da bolha, sem necessidade de nos tentar convence-la.

      Seja bem vinda.

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    • Zão 15 de setembro de 2011 at 11:16

      Outra coisa: para o vendedor, não faz diferença se o comprador pagou o imóvel com financiamento ou se tirou dinheiro da poupança pra isso. O vendedor recebe a bolada toda de uma vez. Quem recebe parcelado é o banco. Assim sendo, toda venda é como se fosse à vista.

      A única diferença é que o vendedor terá que esperar o prazo do financiamento se desenrolar no banco, coisa de 1 a 3 meses. Certamente não vai ser esse prazo que fará alguém dar um “bom desconto” no preço para o pagador à vista.

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    • Pedro 15 de setembro de 2011 at 11:45

      Mariana, veja essa reportagem: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,maiores-favelas-do-rio-crescem-mais-que-a-cidade,739328,0.htm

      As pessoas que moram em favelas vão continuar morando, o tal défict habitacional vai continuar crescendo, as pessoas simplemente não podem pagar esses absurdos que o mercado imobiliário está impondo, quem precisa realmente consegue comprar, então dependem de esmolas do governo, pois a renda não acompanha nem de longe esses preços abusivos. Nem com financiamentos a 20 anos, pois as parcelas comprometem uma enorme parte da renda familias.

      Seja coerente, pare, analise e pense se isso é sustentável.

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      • Pedro 15 de setembro de 2011 at 11:48

        Corrigindo “Quem precisa realmente não consegue comprar”

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  • VNC 15 de setembro de 2011 at 11:05

    Tenho acompanhado de perto desde o final de 2009 os precos da Vila Nova Conceicao em SP, um dos bairros mais procurados da cidade assim como Jardins.

    De fato o valor do metro quadrado saltou de R$8 mil para cerca de R$10 a 11 mil no segundo trimestre de 2010, para apartamentos usados, media de 5 anos e 250m2.

    Entretanto esses valores estao nesse patamar desde entao. Alem disso observo que poucos estao sendo vendidos desde o ano passado, ainda que os precos tenham estabilizado, portanto vendedores ja estao absorvendo prejuizo com o custo de oportunidade.

    Fica um ponto de observacao de um comprador que tambem esta aguardando os precos cairem, apesar de acreditar que nessa regiao em especifico os precos nao devam ser corrigidos para baixo alem de 25%.

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  • jsantos 15 de setembro de 2011 at 12:48

    Imóveis do MCMV deveriam estar custando no maximo 50 mil,para esta famosa classe C ter condições de comprar,era isso que valia em 01/2007. apto Coab.

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  • jsantos 15 de setembro de 2011 at 13:35

    Mariana,

    Só uma parcela minima de brasileiros, tem cultura para ler e refletir, para perceber o objeitvo da matéria, então, nem se fala, depois que começei a freguentar este blog minha visão mudou.este blog é uma aula de economia, e o que é melhor com muito humor, tem dias que me mijo de rirrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrcom as tirardas doMrk,bolha , anonymous e outros….abs.

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  • Sampaio 16 de setembro de 2011 at 00:02

    Caros colegas…há algum tempo venho lendo este blog. Hoje resolvi pela primeria vez comentar pois me doeu o comentário de nossa colega “Mariana” que inclusive parece bem envolvida com o mercado imobiliário não só nacional como internacional já que trabalhou com empreendimentos na Índia. Que a Senhora Mariana esteja preocupada com a possibilidade de um desaquecimento do mercado que possa interferir nos seus rendimentos como empresária eou corretora do mercado imobiliário é totalmente compreensível. Agora colocar em cheque a sandice em que se transformou a especulação imobiliária alegando que as pessoas que moram em favelas irão comprar imóveis de R$ 150.000 a R$ 200.000 reais chega a ser desrespeitoso com essa parcela excluída da população. No país doente em que vivemos, com economia doente e políticas sociais doentes, pode ser sim que o chefe do tráfico no morro compre e só. Segue abaixo minha análise sobre a bolha.

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    • luiz 16 de setembro de 2011 at 12:05

      Sampaio, um detalhe, esses imoveis de 200 mil que os favelados vão comrpar ultrapassa o teto do MCMV.

      Pra financiar esse valor eles precisam comrpovar renda de classe alta. aí te pergunto pq não alugar?

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      • Mariana 16 de setembro de 2011 at 19:44

        Eu não sou empresária, sou apenas uma urbanista que trabalha com políticas urbanas…Não ganho a menos ou mais por causa do mercado mobiliário aquecido. Justamente trabalhei com a Índia pois lá eles também estão em um processo bastante interessante de uma inserção de nova política habitacional.
        Quanto ao Luiz que falou ser um absurdo o que eu falei do aluguel da favela, convido a ele que compareca um dia ao Centro de Estudos de Urbanismo na UFPR, em Curitiba e verifique com os seus próprios olhos vários estudos a respeito…realmente não conheco a fundo as favelas da Região Norte e Nordeste, mas as demais garanto que isso ocorre…vc deveria se informar mais antes de criticar qualquer opinião.
        Além disso, vocês deveriam se informar que os “favelados” não pagam, nem nunca pagarão 200.000 por uma casa. Primeiramente porque sua renda jamais seria aprovada e segundo que o teto para essa faixa salarial é de até 70.000, repetindo com parcelas de 50 reais!
        Para informação de vocês que tanto reclamam do crédito abusivo….quem tem renda de até 6 SM consegue comprar uma casa de 110.000 pelo MCMV!

        Zão, não sabia dessa política de gerentes que dão esses créditos facilmente, olhando do ponto de vista de quem está fora do banco, eles ao contrário, exigem bastante segurança nas vendas. Tanto é que unidades subsidiadas só são liberadas a partir do momento que a Caixa prova ter demanda para inciar essas construções…Espero que tenho sido algo que mudou no Brasil! Quanto à informalidade que você comentou é um assunto bastante delicado que precisa ser debatido mesmo. Hoje em dia não é necessário o emprego formal, a lógica se deu inclusive devido a esse estudo que eu citei anteriormente a respeito dos aluguéis nas favelas serem mais caros do que na legalidade. O que se concluiu foi que na legalidade as pessoas não conseguiam comprovar a renda formal, não tinham fiador, nem avalista com essa renda formal também, para tanto muitas vezes iam para a favela que apesar de mais caras não exigiam essa burocracia, portanto se tornavam de certa forma mais baratos…Eu particularmente acredito que o governo achou melhor bancar os inadimplentes do que ver as favelas e seus inúmeros problemas sociais aumentando…

        Eu falei e vou repetir, o problema não é bolha imobiliária. O problema é falta de educação financeira! Aposto com vocês que tem mais gente com dívidas estratosféricas no Cartão de Crédito do que em financiamento imobiliário!

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        • Zão 17 de setembro de 2011 at 12:28

          Unidades subsidiadas, prestação de R$ 50,00… Mariana, você por acaso está falando do Programa de Arrendamento Residencial?

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          • Luiz 19 de setembro de 2011 at 16:48

            as vitimas de inundão miseráveis do fundo da piramide pagam isso nos programs de assistencia social, quando o cara ganha um apartamento do CDHU. o valor é simbolico apenas pra manter o compromisso entre as partes (leia-se não revender)

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        • JPM 19 de setembro de 2011 at 09:32

          Mariana, o problema é justamente esse. A maioria absoluta dos lançamentos é acima de R$ 150k no interior, e acima de R$ 200k ou 250k nas capitais. Então a faixa da população que responde pelo tão alardeado deficit habitacional fica fora do mercado.
          A “bolha” que tanto falamos aqui no site é nada mais nada menos que o aumento abrupto e injustificado do preço dos imóveis. Que há essa bolha, é inegável. O fator ou fatores que permitiram que ela surgisse e a alimentaram é que são debatidos. Os que negam que existe bolha dizem que o aumento é natural, e usam o “enorme deficit habitacional” para explicar que existe uma grande demanda, pequena oferta e que por isso os preços continuarão subindo. Só que essa explicação é absurda, justamente porque a população que mais precisa de habitação está enquadrada em uma faixa para a qual não são feitos lançamentos, ou seja, não fazem o preço se elevar, já que não estão comprando.
          As consequências de um eventual “estouro” dessa bolha também são difíceis de prever, exatamente porque nossa situação é diferente dos países onde ocorreram bolhas anteriormente, então não temos um referencial histórico. Aqui os que negam a bolha misturam tudo e dizem que não temos bolha porque nossos bancos são diferentes. Uma coisa nada tem a ver com outra. A bolha de preços nos imóveis nós temos. A diferença na atuação dos bancos contará, e muito, é no tipo e tamanho do estrago que ocorrerá no “estouro”.

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      • Mariana 16 de setembro de 2011 at 20:01

        Se compra um imóvel, mesmo que financiado pela segurança que ele proporciona. Pelo acúmulo de riquezas que ele te proporciona! Você adquire um bem para a próxima geração!!!!! Você definitivamente tem que se informar mais a respeito de qualquer assunto relativo a habitação luiz!
        Repetindo, para 0-3 Salários mínimos nunca seria aprovado um imóvel de 200.000! Nunca! Nem entra no MCMV essa faixa de imóvel!!!!!!

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        • Luiz 19 de setembro de 2011 at 16:42

          Eu tenho que me informar mais Mariana?

          1 a 3 Salarios mínimos é 90% da demanda reprimida que vc usa pra justifica o aumento escandaloso de preços. Vc sabia? não vc não sabia

          Se vc compra hj um 2 quartos no Botafogo, vc não acumula riqueza, vc acumula uma divida de IPTU de 15 mil reais por ano, ou 10x 1.500 pro resto da vida

          Que acumulo de riqueza é essa Mariana?
          Com 1.500 reais dá pra alugar um 2 quarto na mesma região?

          Mariana pq vc diz essas coisas?

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          • Luiz 19 de setembro de 2011 at 16:46

            Mariana vc entorta as minha spalavras, vou repetir EM NEGRITO

            “esses imoveis de 200 mil que os favelados vão comrpar ULTRAPASSA o teto do MCMV.
            Pra financiar esse valor eles precisam comrpovar renda de classe alta”

            Mariana duvido que vc seja urbanista, conheço essa área como a palma da mão
            Se vc fosse especialsita nessa área vc conheceria a Erminia Maricato, ao qual eu citei e vc nem se deu conta. Se vc não conhece a Erminia vc não é quem vc diz ser,s e conhece, não leu, se leu, não entendeu.
            Alias Bem provavel. Vc não entendeu nem um comentário de 4 linhas, ou entendeu e torceu o sentido de proposito.

            Ou falta vitamina ou falta vergonha

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            • Luiz 19 de setembro de 2011 at 16:52

              então tá mariana pega 400 reais e tenta alguar alguma coisa aqui em Pariosopolis ou Heliopolis.
              Se vc conseguir te pago a casa inteira de presente.

              Mas leva os estudos de baixo do braço, pq se eles dizem issoq vc disse vc vai conseguir, tenho fé nos seus estudos e no seu trabalho de estagiaria.

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        • Bananense 20 de setembro de 2011 at 01:44

          Essa Mariana com certeza fumou um antes de postar no blog.

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  • Sampaio 16 de setembro de 2011 at 00:04

    Concordo que a situação do Brasil é bastante diversa da enfrentada pelos Estados Unidos, principalmente com relação ao nosso perfil bancário mais conservador. No entanto, é fato que os preços praticados atualmente no mercado imobiliário estão bem acima do real valor dos imóveis e que os dois fatores principais que permeiam esse aumento desenfreado de preços são: O Crédito Imobiliário e a Especulação. Com relação à especulação, é por causa desses especuladores que lançamentos com preços astronômicos ainda têm sido vendidos, pois “negociantes” de alto poder aquisitivo compram duas ou três unidades na planta para vender na chave esperando pelo menos 40% de retorno. Fica a pergunta: Para quem irão vender? Para o Brasileiro médio é que não é já que, por exemplo, em minha cidade, fortaleza, dependendo da localização, já se encontram imóveis de 70 m2 sendo vendidos por meio milhão. Quantos milionários desse país estão dispostos a morar em “apertamentos” como esses, mesmo que com vista para o mar? Com relação ao crédito, sabemos que o governo petista vem mantendo sua política de concessão de crédito de forma irresponsável, com as principais capitais entulhadas de carros que não cabem mais nas vias, pessoas de classe média e baixa que estão imersas na famigerada “fatura mínima do cartão de crédito” e porque não, pessoas devedoras de infindáveis prestações de financiamentos bancários de habitação, dívidas estas que possivelmente seriam pagas pelos seus netos, não fosse o imóvel automaticamente quitado com o óbito do financiante. Enquanto isso, o país conta com um sistema de saúde caótico gerando no atual momento um caos social sem precedentes na área da saúde. Pois bem, o programa de financiamento do governo já ganhou a alcunha de “minha casa, minha dívida”. A triste ilusão vendida pelo governo, a fim de angariar votos e reeleições, de que o Brasil de repente é um país próspero onde todo mundo ficou rico. Parece mais que esse programa tem aspectos de um “sub-prime tupiniquim”. Basta que a taxa de desemprego aumente ou que os juros aumentem mais ainda para tentar controlar a inflação e essas pessoas terão seus imóveis leiloados em hasta pública. Que ironia, o Brasil é um país de terceiro mundo que se dá ao luxo de tomar dinheiro emprestado pagando juros de 12 a 14% ao ano. E enquanto isso, enquanto a coisa ainda se sustenta, esse programa minha casa, minha vida serve muito bem às construtoras e aos especuladores. Haverá uma bolha igual à ocorrida nos Estados Unidos? É difícil precisar, porém me parece que existe muita fragilidade e artificialidade no presente momento.

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    • luiz 16 de setembro de 2011 at 12:10

      Isso memo, ninguem nesteblog disse que os bancos vão quebrar por causa da bolha brasileira.
      Isso é uma sandice que ela quer por na bocadagete

      Antes deles as construtoras estão em situação muito mais fragil.
      Uma emrpesa aí chamada GFA só não está na lama pq a molusca mndou que os fundos d pensão comprassem suas ações, que ja caíram 50%.

      Na bahia já houve uma quebra deconstrutora ligada ao MCMV que só não virou escadao pq outra construtora maior encapou.

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  • Zão 16 de setembro de 2011 at 14:49

    Leio esse blog há algum tempo, mas comento muito pouco. Sempre me chama a atenção essa idéia de que o sistema bancário não está ameaçado porque nosso crédito é mais responsável que o dos Estados Unidos. Será mesmo?

    Fui funcionário da Caixa Econômica Federal por 6 anos, trabalhando em São Cristóvão, Rio de Janeiro. Trabalhava justamente nessa área de concessão de financiamento habitacional. Saí da Caixa há uns 7 anos, então não posso dizer se algo mudou de lá pra cá, mas na minha época, o crédito imobiliário não era assim tão sólido quanto se pensa. O mundo era diferente então, pois com o teto da Carta de Crédito FGTS (uns R$ 60.000,00), de longe o crédito imobiliário que mais saía, era possível comprar uma casa ou apartamento razoáveis.

    Uma coisa é fato: não se concedia crédito a quem tinha nome sujo, mas de resto, eu presenciei concessão de crédito a quem só tinha renda informal, vi gente compondo renda com parentes que nem moravam no lugar, vi gente pegando crédito imobiliário para logo em seguida pegar consignado para fazer reforma e não conseguir arcar com as duas prestações, e outras falcatruas. Quantas e quantas vezes eu cheguei para o gerente e disse que a renda do sujeito não dava para pegar o que ele queria, e ouvi a resposta “inventa uma renda variável pra ele, só pra passar a avaliação, mas faz uma capitalização também”.

    Se fosse semana de fechamento de meta, então, fazia-se qualquer negócio.

    Repito, não sei se a coisa mudou, e nem posso falar por outras instituições, mas pela minha experiência, deve ter é muito crédito podre por aí.

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  • Zão 16 de setembro de 2011 at 23:38

    Unidades subsidiadas, prestação de R$ 50,00… Mariana, você por acaso está falando do Programa de Arrendamento Residencial?

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  • Zão 19 de setembro de 2011 at 22:37

    Por isso perguntei para a colega Mariana se ela falava de Arrendamento Residencial ou coisa similar.

    Se for o que estou pensando, então não tem nada a ver com mercado imobiliário. São programas habitacionais populares, aqueles conjuntos de casinhas todas iguais (só fui a um. Era em Belford Roxo, no meio do nada, as casinhas minúsculas, e dois meses depois vi uma reportagem dizendo que as casas estavam com falhas estruturais). As pessoas se inscrevem, e entram em um contrato de arrendamento. Pagam pouco realmente, mas só podem de fato adquirir a casa depois de 15 anos (ou seja, não podem vender até lá). Só quem é aceito nesses programas é o pessoal de muito baixa renda.

    Por isso digo que o que a Mariana fala nada tem a ver com mercado imobiliário: as casas não são vendidas, não estão no mercado competindo com outros empreendimentos. Mas o cruel dessa história é o seguinte: NÂO TEM CASA SUBSIDIADA PRA TODOS OS POBRES! Os que não conseguem ser selecionados jamais conseguirão comprar qualquer outro imóvel, nem mesmo um barraco, com os preços absurdos da atualidade.

    Então, sem essa de prestação de R$ 50,00 reais. Estamos falando do mercado aberto, não de um grupinho fechado de conjuntos populares. E os coitados que não pegarem esse subsídio (pra morar depois de onde o vento faz a curva), vão se virar como?

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