Curitiba tem 9,4 mil imóveis encalhados há mais de um ano – O Estado do Paraná

Você pode gostar...

Comments
  • carlos 23 de dezembro de 2011 at 13:30

    Ploc, ploc

    0
    • alda 23 de dezembro de 2011 at 21:43

      Olha so essa noticia SÃO PAULO – A maior parte das ações do setor de construção civil no Brasil se desvalorizou em 2011. A desaceleração da economia e os problemas enfrentados pelas incorporadoras imobiliárias – estouro de custos, redução na expectativa de lançamentos, queda na velocidade de vendas e maior alavancagem financeira – proporcionaram um ano difícil para o setor. E o cenário que se desenha para 2012 aponta para um novo período de entraves.

      Apesar da perspectiva de crescimento no longo prazo, os analistas da Fator Corretora, Iago Whately e René Brandt, consideram que os desafios enfrentados pelas companhias este ano continuarão presentes no próximo calendário, e poderão se tornar ainda maiores.

      Na opinião deles, o ambiente pode piorar se a expectativa de bom desempenho da economia brasileira não se confirmar, e se houver maiores restrições ao crédito e para o acesso ao mercado de capitais.

      Os analistas do HSBC, Felipe Rodrigues e Leonardo Martins, também chamam a atenção para o impacto do crédito no mercado imobiliário. “As discussões acerca da disponibilidade de crédito devem continuar sendo o foco dos investidores, uma vez que a captação em contas de poupança não deve ser suficiente para sustentar a indústria até 2014”, afirmam os especialistas em relatório.

      Cautela
      Por conta do panorama incerto, a Fator Corretora sugere menor exposição do investidor ao setor de construção civil, alertando para os casos em que a alavancagem financeira alcançou patamares desconfortáveis.

      Os analistas afirmam que o nível de endividamento da maior parte das companhias do setor de construção civil no Brasil alcançou patamar desfavorável em 2011, mas na hipótese de deterioração no ambiente macroeconômico e consequente restrição de crédito, algumas companhias podem ter mais dificuldade em sustentar o elevado patamar de alavancagem financeira, em especial as menores, como CCDI – Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCIM3), Rodobens (RDNI3), Viver (VIVR3) e Tecnisa (TCSA3).

      “Nesse ambiente, apostamos em retomada da atividade de fusões e aquisições, o que poderá influenciar significativamente o desempenho das ações das companhias envolvidas”, avaliam os especialistas.

      Baixa renda
      Se a incerteza macroeconômica em 2012 pode prejudicar o desempenho de parte do setor, também tem chances de aumentar o prêmio com que as incorporadoras de baixa renda negociam, dada a alta probabilidade de estímulos governamentais à demanda imobiliária neste segmento, no caso de desaceleração da economia. Essa é a opinião dos analistas da Fator, que têm preferência pelos papéis da Direcional (DIRR3), MRV Engenharia (MRVE3), Rossi (RSID3) e PDG Realty (PDGR3) neste segmento.

      Por outro lado, a equipe do HSBC aconselha o distaciamento de empresas focadas em unidades direcionadas ao segmento de baixa renda, em especial MRV (MRVE3) e Rossi (RSID3). Para Rodrigues e Martis, essas companhias devem continuar sob pressão pela combinação dos tetos de preços do programa Minha Casa, Minha Vida e a alta inflação de custos.

      Na visão do banco, as ações de convicção mais forte são: PDG Realty, por conta da avaliação barata e da recuperação esperada nas margens; e Brasil Brokers (BBRK3) em virtude do grande desconto no P/L (preço sobre lucro) estimado para 2012, de 5,83 vezes.

      0
  • Ploc 23 de dezembro de 2011 at 13:30

    Parece que tudo esta convergindo agora.

    source: dinheiro.br. msn. com/mercado/apesar-de-boas-proje%c3%a7%c3%b5es-no-longo-prazo-setor-imobili%c3%a1rio-ter%c3%a1-2012-desafiador?page=0

    Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 23/12/2011 9:00

    Apesar de boas projeções no longo prazo, setor imobiliário terá 2012 desafiador

    SÃO PAULO – A maior parte das ações do setor de construção civil no Brasil se desvalorizou em 2011. A desaceleração da economia e os problemas enfrentados pelas incorporadoras imobiliárias – estouro de custos, redução na expectativa de lançamentos, queda na velocidade de vendas e maior alavancagem financeira – proporcionaram um ano difícil para o setor. E o cenário que se desenha para 2012 aponta para um novo período de entraves.

    Apesar da perspectiva de crescimento no longo prazo, os analistas da Fator Corretora, Iago Whately e René Brandt, consideram que os desafios enfrentados pelas companhias este ano continuarão presentes no próximo calendário, e poderão se tornar ainda maiores.

    Na opinião deles, o ambiente pode piorar se a expectativa de bom desempenho da economia brasileira não se confirmar, e se houver maiores restrições ao crédito e para o acesso ao mercado de capitais.

    Os analistas do HSBC, Felipe Rodrigues e Leonardo Martins, também chamam a atenção para o impacto do crédito no mercado imobiliário. “As discussões acerca da disponibilidade de crédito devem continuar sendo o foco dos investidores, uma vez que a captação em contas de poupança não deve ser suficiente para sustentar a indústria até 2014”, afirmam os especialistas em relatório.

    Cautela

    Por conta do panorama incerto, a Fator Corretora sugere menor exposição do investidor ao setor de construção civil, alertando para os casos em que a alavancagem financeira alcançou patamares desconfortáveis.

    Os analistas afirmam que o nível de endividamento da maior parte das companhias do setor de construção civil no Brasil alcançou patamar desfavorável em 2011, mas na hipótese de deterioração no ambiente macroeconômico e consequente restrição de crédito, algumas companhias podem ter mais dificuldade em sustentar o elevado patamar de alavancagem financeira, em especial as menores, como CCDI – Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCIM3), Rodobens (RDNI3), Viver (VIVR3) e Tecnisa (TCSA3).

    “Nesse ambiente, apostamos em retomada da atividade de fusões e aquisições, o que poderá influenciar significativamente o desempenho das ações das companhias envolvidas”, avaliam os especialistas.

    Baixa renda

    Se a incerteza macroeconômica em 2012 pode prejudicar o desempenho de parte do setor, também tem chances de aumentar o prêmio com que as incorporadoras de baixa renda negociam, dada a alta probabilidade de estímulos governamentais à demanda imobiliária neste segmento, no caso de desaceleração da economia. Essa é a opinião dos analistas da Fator, que têm preferência pelos papéis da Direcional (DIRR3), MRV Engenharia (MRVE3), Rossi (RSID3) e PDG Realty (PDGR3) neste segmento.

    Por outro lado, a equipe do HSBC aconselha o distaciamento de empresas focadas em unidades direcionadas ao segmento de baixa renda, em especial MRV (MRVE3) e Rossi (RSID3). Para Rodrigues e Martis, essas companhias devem continuar sob pressão pela combinação dos tetos de preços do programa Minha Casa, Minha Vida e a alta inflação de custos.

    Na visão do banco, as ações de convicção mais forte são: PDG Realty, por conta da avaliação barata e da recuperação esperada nas margens; e Brasil Brokers (BBRK3) em virtude do grande desconto no P/L (preço sobre lucro) estimado para 2012, de 5,83 vezes.

    0
    • tulio 23 de dezembro de 2011 at 17:40

      Fala sério!!!!
      Só pode ser piada.

      Depois que ações despecaram e neguinho se f**** perdendo mais da metade do capital investido, esses f.d.p. “aconselham ter cautela”.
      Esses “idiotas/espertos” deveriam receber uma bela lição dos prejudicados.
      Se bem que, bem feito para quem acredita….

      0
  • Neo 23 de dezembro de 2011 at 13:38

    OFF-TOPIC ( but, mais do mesmo)

    Resumo em uma palavra: “Desespero”

    Detalhe, a volks deu um aumento fabuloso para os metalurgicos esse ano e agora nessa maré de carros encalhados foi a única que não deu desconto.

    Montadoras travam guerra para vender carros populares no fim do ano

    Com pátios cheios, empresas tentam desovar estoques de modelos 1.0; entre as vantagens oferecidas, estão descontos de até R$ 2 mil

    LINK:

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,montadoras-travam-guerra-para-vender-carros-populares-no-fim-do-ano,97094,0.htm

    0
    • Neo 23 de dezembro de 2011 at 13:40

      essas pragas só conseguem vender carros caros por causa do crédito

      olha os china chegando, para aliciar os populares a comprarem um descartavel chines eles metem grana viva na mao do comprador pelo seu carro usado.

      0
      • Thomaz 23 de dezembro de 2011 at 14:40

        É possível comprar um produto de US$ 1,00 em um site chinês, que eles entregam na porta da sua casa depois do produto ter viajado meio-mundo (free-shipping).
        Isso se chama dumping, disfarçado é claro. Mas já já a festa acaba.

        0
        • trackback 23 de dezembro de 2011 at 14:51

          Um colega meu comprou um celular de uma marca coreana, demorou 3 meses para chegar.

          Comprou do site compredachina; pagou 250 reais

          Se fosse aqui no Brasil, um celular similar samsung ou LG, sairia por no mínimo 1000 reais

          0
    • augusto 23 de dezembro de 2011 at 14:16

      Reflexos de uma empresa que foi lider do mercado, mas há muito tempo deixou de ser. Tentam vender carros mais caros que similares do mercado alegando que seus carros não quebram, ou não desvalorizam.
      Mentiras que os compradores não mais aceitam pois deixaram de serem otários pelo menos em grande maioria.
      Suas vendas irão cair ainda mais e será superada no ranking de vendas internos por mais montadoras

      0
    • Carlão_RJ 23 de dezembro de 2011 at 17:39

      Se derem desconto de R$ 5.000,00 ainda vão ter um lucro, aqui no Brasil, 50% ou mais acima da média mundial.
      Aqui no Brasil colou o MITO de que o carro é caro por causa dos impostos. É evidente que a carga tributária é alta, mas não tem justificativa para o Duster, recém lançado pela Renault, ser fabricado aqui e vendido aos brasileiros por R$ 50.000,00 e para os argentinos por R$ 37.500,00 ( 86.690 pesos, veja aqui: h t t p ://www.renault.com.ar/automoviles/duster). A carga tributária na argentina é 15% e no brasil é 25% nesse setor. Por que R$ 12.500,00 ou 33% a mais nesse carro? O carro é fabricado NO BRASIL!!!!
      Nas outras montadoras é a mesma coisa.
      A conclusão?

      As montadoras brasileiras gostam mesmo é de argentino.

      Ps1: Uma parte das mortes no trânsito deveria ser debitada na conta das montadoras que PRIVAM os consumidores brasileiros de equiparem seus carros com o MÍNIMO de tecnologia de segurança em função do preço absolutamente ABUSIVO. Muita gente já morreu pela falta de ABS. Um metro a menos na freada é o suficiente para não dar com a cara no poste ou ainda frear na chuva e não derrapar e mandar sua família para o cemitério. Tem gente morrendo desnecessariamente por causa desse lucro abusivo.
      Ps2: sei que é off topic, foi só um desabafo.

      0
  • BOLHABRAZIL 23 de dezembro de 2011 at 13:44

    Bolha que tal maturara a idéia de fomentarmos um fundo (cada um dá quanto quiser/puder: R$ 5, R$ 10, etc..) para inserção de banners nos sites quando se faz uma busca na web sobre qualquer coisa relacionado a imóveis?
    até aqui no bolhaimobiliaria.com tem diversos desses banners….grande parte anunciando…….imóveis à venda…kkkk
    provavelmente aqui neste espaço temos alguns companheiros mais feras em informática que poderiam dar uma luz. grande parte das perssoas que chegam aqui, o fazem através do google (inclusive eu)
    considero inclusive um serviço de utilidade pública difundor ainda mais este site via banners na web, pois pode livrar muita gente de cair em conversa fiada de corretores pelo brasil à fora.
    saudações bolhistas.

    PLOC!

    0
    • RT 23 de dezembro de 2011 at 14:20

      Opa!

      Eu fui um que chegou aqui pelo Google!

      Mas foi meio por acaso… estava no meio de uma aula (chata) do Mestrado, procurando no google sobre o assunto “bolha imobiliaria”, para saber se só eu que estava achando os preços absurdos, e cheguei aqui.

      Ainda era Abril, e ao contrário de hoje, o blog ainda não aparecia em primeiro lugar no Google.

      0
      • RT 23 de dezembro de 2011 at 14:21

        Ops, Abril não… acho que era Agosto!

        0
    • Pedro 23 de dezembro de 2011 at 14:38

      Sugiro que cada um imprima 10 páginas com 10 flyers com o link do blog apenas: http://www.bolhaimobiliaria.com e distribua nas caixas de correio de seu edifício e nos edifícios vizinhos.
      Vou fazer isso, só que vou imprimir 1 página matriz e tirar 100 cópias.
      Vamos difundir o site.
      Abçs a todos

      0
    • Leo 23 de dezembro de 2011 at 15:15

      Boa… eu tenho feito minha parte. Sempre coloco anuncio no Balcao e coloco de forma “desfarçada” um comentario direcionando para ca.

      Mas se rolar esse fundo ai, to dentro!

      0
      • Neo 23 de dezembro de 2011 at 15:26

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        vou fazer isso também

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        0
        • Leo 23 de dezembro de 2011 at 16:49

          h t t p :/ / www .bomnegocio.com/vi/8997379.htm?xtor=EPR-9

          0
    • Scotch 23 de dezembro de 2011 at 16:30

      TODOS OS PARTICIPANTES PODERIAM DIVULGAR O SITE E AS REPORTAGENS PELO FACEBOOK TAMBÉM….

      0
      • Leo 23 de dezembro de 2011 at 16:51

        Faço isso com frequencia…. ja fiquei conhecido como o cara da bolha.

        0
    • Mineiro BH 23 de dezembro de 2011 at 17:57

      Já topei, contribuo na hora.

      Encaro como um investimento de baixo risco… kkkkkkk

      Ploc…

      0
    • Carlos Eduardo 23 de dezembro de 2011 at 23:13

      Caso algum de vocês possuam alguma comunidade virtual tipo orkut, twitter , facebook

      Tenho um orkut criado a muitos anos atrás….

      O fato é que nessas comunidades, para o caso do orkut, tem uma ferramenta para divulgação de informação.. (dá qual faço uso desde quando comecei seguir o site da bolha)

      essa ferramenta cria banners nas paginas dos teus contatos e nos contatos de teus contatos
      dessa forma a informação trafega em progressão geométrica, atingindo um numero enorme de pessoas.

      mais também acho a idéia dos flyers e caixa de correio válidas, : p

      toda forma de trafegar a informação é válida!

      queria dar os PARABENS ao bolha pela iniciativa, achei muito grandiosa a iniciativa!

      não sei se temos muitos gênios ( Cada um em teu segmento ) aqui, ou se temos poucos, o fato é que não precisa ser gênio para uma troca de idéias e de opiniões.

      O site me despertou um enorme interesse pela economia, sou de outro segmento mais tenho alguns livros de economia na fila de leitura agora!

      agradeço a todos que participam do site, com criticas, reclamações, gozações ou dados concretos!

      0
  • Insanidade 23 de dezembro de 2011 at 13:55

    Interessante: Leiam…

    A verdade sobre a inflação

    Fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=101

    O governo consegue parte dos fundos necessários para seu próprio financiamento através da inflação, isto é, aumentando a quantidade de dinheiro em circulação e a quantidade de saldos bancários acessíveis por meio de cheques (ou, para dizer de outro modo, pela diminuição dos depósitos compulsórios).

    A conseqüência inevitável da inflação é o surgimento de uma tendência geral de aumento em todos os preços. Se o governo tivesse obtido todo o dinheiro necessário para suas operações através da taxação dos cidadãos, o aumento dessa demanda por parte do governo seria contrabalanceado por uma queda da demanda por parte dos contribuintes, que agora têm menos dinheiro. A expansão dos gastos do governo seria neutralizada no mercado por uma restrição do consumo dos contribuintes. Mas havendo inflação, a demanda adicional gerada pelos gastos do governo se junta à demanda não diminuída por parte do público – e, assim, os preços sobem.

    A inflação, em conjunto com o controle de preços, provoca escassez…

    Os economistas sabem muito bem que há apenas um meio disponível para impedir mais aumentos nos preços de todas as commodities: acabar completamente com a inflação.

    Se o governo obtiver todo o seu financiamento unicamente através da taxação e, assim, parar de aumentar a quantidade de dinheiro em circulação e parar de tomar emprestado dos bancos comerciais, os preços gerais permanecerão inalterados, e não haverá necessidade de termos controles ditatoriais de preços.

    Mas o governo não tem qualquer motivo para querer parar com a inflação. Não é eleitoralmente popular para um governo coletar toda a quantia necessária para seus gastos unicamente através da taxação. É preferível iludir o público recorrendo ao aparentemente não oneroso método de aumentar a quantidade de moeda e crédito. Mas, não obstante, qualquer que seja o método de financiamento adotado – seja taxação, empréstimos ou inflação -, os gastos governamentais vão inevitavelmente incidir por completo sobre o público.

    Tanto com a inflação, como com a taxação ou com empréstimos, são os cidadãos que irão pagar a conta final. A marca característica da inflação, quando utilizada como um método de complementar os cofres do Tesouro, é que ela distribui o ônus da maneira mais injusta possível, sobrecarregando aqueles que são menos capazes de arcar com suas conseqüências – a saber, os mais pobres.

    Um truque semântico

    Para evitar levar a culpa pelas conseqüências nefastas da inflação, o governo e seus seguidores recorrem a um truque semântico. Eles tentam mudar o significado dos termos. Eles chamam de “inflação” aquilo que é justamente a conseqüência inevitável da inflação: o aumento dos preços. Eles ficam ansiosos para relegar ao esquecimento o fato de que esse aumento dos preços é produzido justamente pelo aumento da quantidade de dinheiro e de substitutos monetários na economia. E eles nunca mencionam esse aumento.

    Eles culpam as empresas e os empresários por esse aumento do custo de vida. Esse é o caso clássico do ladrão gritando “pega ladrão!”. O governo, que é quem produziu a inflação ao multiplicar a oferta monetária, incrimina os produtores e os mercadores, e se jacta de ser o grande paladino dos preços baixos.

    Enquanto o governo está ocupado molestando vendedores e consumidores com uma enxurrada de decretos e regulamentações, cujo único efeito é a escassez, o Tesouro e o Banco Central seguem com a inflação.

    0
    • Cleyton 23 de dezembro de 2011 at 21:40

      Muito bom o texto!

      Uma dúvida, se o país (ou a produção geral) cresceu só 3% (e a Dilma chamou de bom!), a inflação (perda do poder de compra da moeda aqui dentro) foi de 6,5% então tivemos um crescimento real negativo? Então o aumento do mínimo em 14% são na verdade 17,5%? E por acaso quem vai pagar isso é o empresário repassando o custo?

      0
  • Neo 23 de dezembro de 2011 at 14:02

    “imoveis bolha”
    “bolha imobiliaria”

    já é lider no google
    primeira linha da primeira página
    só não lê quem não quer

    logo não terá mais o que esconder, as pessoas terão vergonha de dizer quanto pagou na sua casa, outros terão orgulho de dizer por quanto vendeu. O mercado é soberano.

    0
    • Zé Coxinha 24 de dezembro de 2011 at 23:52

      Nem todo mundo é obrigado a saber termos como “bolha imobiliária”, portanto, acho interessante conseguirmos outros termos no Google para aparecermos na 1ª página, como por exemplo: “imóveis caros”, “preço imoveis”, “preço casas”, “casas caras”, “comprar ou alugar”, etc.

      Acredito que esses termos, colocados propositalmente nos títulos de alguns posts mais resumidos e didáticos, poderiam trazer um outro público ao site, como casais que planejam se casar e demais indivíduos que ainda veem a aquisição de imóveis como um bom investimento nos dias de hoje.

      0
  • BOLHABRAZIL 23 de dezembro de 2011 at 14:25

    Bolha Imobiliária China – Paul Krugman

    link: http://blogs.estadao.com.br/paul-krugman/

    Qualquer coincidência com a Banânia NÂO é mera coincidência:

    – “Pense no seguinte cenário: o crescimento recente dependeu de um grande boom na construção alimentado por uma acentuada valorização imobiliária, apresentando todos os sinais clássicos de uma bolha”

    – “A pergunta óbvia é: com a demanda dos consumidores relativamente fraca, o que foi que motivou tamanho investimento? E a resposta é – até um determinado e importante ponto – que o país dependeu de uma bolha imobiliária cada vez mais inflada. O investimento imobiliário praticamente dobrou enquanto parcela do PIB desde 2000, correspondendo diretamente a mais da metade do aumento total nos investimentos. E, sem dúvida, boa parte do restante do aumento esteve associada a empresas que se expandiram para vender à crescente indústria da construção.

    Será que podemos afirmar que a expansão do mercado imobiliário foi uma bolha? Todos os sinais estavam presentes: não apenas o aumento nos preços, mas também o tipo de febre especulativa que conhecemos tão bem da própria experiência americana – pense na costa da Flórida.”

    – “E provas casuais sugerem que embora o governo chinês não enfrente os limites do Estado de direito, ele é afetado pela corrupção generalizada”

    – PLOC

    0
  • BOLHABRAZIL 23 de dezembro de 2011 at 14:35

    http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/tenda-da-gafisa-muda-de-comando

    trocaram de piloto. o carro é o mesmo, e as condições da pista (BOLHA) só piora….
    vamos ver o talento do rapaz (formação: químico…kkk) em brincar de tijolo e areia.

    PLOC

    0
  • BOLHABRAZIL 23 de dezembro de 2011 at 14:39

    é notável como o assunto BOLHA IMOBILIÁRIA vem ganhando destaque na imprensa….uns são mais imparciais, outros menos, outros se vendem para negar o óbvio mas a coisa tá ganhando proporção…..2012 promete.
    onde tem fumaça tem fogo.

    PLOC

    0
  • Ademir 23 de dezembro de 2011 at 14:43

    É engraçado, moro em Curitiba no bairro Pilarzinho, e lá perto tem uns 30 sobrados à venda, e esse número só aumenta a cada dia, e nenhum deles está por menos de R$ 400.000,00, e mesmo não vendendo, eles continuam aumentando o preço, por exemplo, estou de olho em 2 terrenos perto de casa, um está a venda há mais de 1 ano por R$125.000,00 e este mês subiu para R$ 129.000,00, o outro estava há 6 meses à venda por R$ 150.000,00 e subiu para R$ 160.000,00. Não conheço esta lógica, não há demanda e o preço sobe, não deveria ser o contrário?

    0
    • pmoraesm 23 de dezembro de 2011 at 14:53

      Eu já vi algumas baixas nos preços dos imóveis na região onde moro mas casos como esse também não são raridade por aqui. Assim como você, também não entendo esse fenômeno.

      0
    • trackback 23 de dezembro de 2011 at 15:03

      O mercado de imóveis desrespeita a lógica.

      A maioria dos produtos, quanto mais usados, o preço cai — Imóveis NÃO
      A maioria dos produtos, quanto mais oferta, o preço cai — Imóveis NÃO

      E por aí vai…

      0
      • Neo 23 de dezembro de 2011 at 15:35

        A maioria não tem a minima noção da inflação

        Se soubessem que os 150mil do ano passado são 159.750,00 nesse ano e serão 170.133,00 no fim do ano que vem já tinham vendido há muito tempo! e não esperando valorização milagrosa de 30% aa.

        0
        • Cleyton 23 de dezembro de 2011 at 21:30

          A esperança é a última que ploca!

          0
      • augusto 23 de dezembro de 2011 at 18:34

        kkkkkkkkkkkkkkkk, é epoca de papai noel, viva

        0
      • DanielCM 24 de dezembro de 2011 at 05:48

        precisa acrescentar algo???

        0
    • Noord 23 de dezembro de 2011 at 15:11

      Também não entendia muito bem… Lendo o blog e outras fontes descobri uma teoria interessante. Os caras sabem que se baixar, o vizinho abaixa tb e f…. Efeito manada. Aumentando eles tentam passar uma imagem de que está tudo ótimo e que vc é um super idiota se não comprar logo. Eles tentam fisgar os desesperados, mal informados ou novatos no mercado.

      0
      • augusto 23 de dezembro de 2011 at 18:33

        Ótimo, eles ficam com seus imóveis e nós com nosso dinheiro. Os imóveis depreciam com a idade, e tem gastos de manutenção, e nosso dinheiro rende uma certa quantia

        0
      • walyson 23 de dezembro de 2011 at 19:58

        Verdade, percebi isso também, ah outra coisa, no http://www.zap.com.br e imovelweb.com.br eles pararam de de anunciar imóveis para não dar a idéia de que tem muitos a disposição.

        0
      • Cleyton 23 de dezembro de 2011 at 21:43

        Mas isso é muito bom! Quanto mais trouxa se enfiar agora menos vai ter pra concorrer quando os preços ajustarem, menor demanda, maior concorrência, menor preço e melhor negócio!

        0
    • Inteligivel 23 de dezembro de 2011 at 15:17

      Os imóveis sempre sobem de preço, na cabeça dos proprietários. Logo, se ele está há 1 ano sem vender, quer dizer que nesse 1 ano ele deve ter se valorizado. Eles devem pensar: “não sou besta de vender pelo mesmo preço do ano passado, afinal, nesse ano que passou certamente meu imóvel valorizou.”

      0
      • Ratinho 23 de dezembro de 2011 at 19:09

        Esses sites de anúncios pela web contribuem muito para esse aumento no preço. Ao contrário dos anúncios de classificados, quase todos os anúncios web tem endereço, preço e detalhes.. Em muitos sites vc consegue refinar a busca por locais específicos, comparar preços, metro quadrado, etc. Os anúncios ficam concentrados num mesmo lugar por dias e meses e podem ser atualizados ao longo do tempo. O corretor não usa a “sabedoria” pra avaliar o imóvel, só entra no site o joga o preço um pouco acima dos demais (o que nos leva inevitavelmente a questionar pra que serve um corretor hoje)… E pelo que tenho visto, os demais acabam sincronizando os preços…. Porem, quando o preço começar a acair, penso que o efeito vai ser inverso… aí salve-se quem puder….

        0
    • xyz 23 de dezembro de 2011 at 15:21

      O mercado bolhudo é assim mesmo.

      O governo está comprometido até a alma com a bolha e vai fazer tudo para ela não estourar tão cedo (salvar construtoras falidas, ordenar fundos de pensão a comprarem imóveis, repassar bilhões para BNDES e CEF, comprometer a meta de inflação para baixar a selic, etc, etc).

      Até aberrações impensadas como permitir dedução do IR da parcela do juros (o otário se endivida e nós pagamos o juros).

      A bolha estoura quando o governo exaurir a capacidade de assoprar.

      0
      • Cleyton 23 de dezembro de 2011 at 21:47

        Quanto mais força o governo fizer pra evitar pior vai ser porque de mais alto será a queda.

        A diferença é que nós vamos ajudar a pagar só os juros dos endividados, enquanto eles vão pagar os juros, o financiamento e as multas!

        0
    • LUIZDVD 24 de dezembro de 2011 at 04:00

      Pois é, a descrição do artigo sobre Curitiba retrata o proprietário proprietário turrão.

      Vejam que o referido advogado, com filhos criados, sobrado de 400m2 em terreno de 575m2, não vende a casa por menos que 740k.

      Dai se infere que se os filhos estão criados, não é casa de menos de 20 anos, sabendo-se que vai necessitar de reforma.

      Uma casa 0km, com padrão razoável em terreno de 160k, a 1300 o m2 custa 680000.

      Por que se vai comprar uma casa velha por 740k se se pode construir por 680? As respostas serão várias: localização, incomodação, vários “ãos”, mas quando se toca no bolso do comprador os “ãos” não costumam justificam o enforcamento por 30 anos.

      Tendo em vista a depreciação, se o proprietário baixasse para 680k, talvez venderia e estaria no lucro.

      Ocorre que as pessoas esquecem que IMÓVEIS DEPRECIAM. Pode ser lento, mas depreciam. Os problemas da construção, se não são agudos, levam 1,2,3 décadas para aparecer.

      Logo, não é razoável pretender vender um imóvel usado por preço de 0km.

      Está questão, infelizmente, o proprietário turrão vai aprender no lombo, pois vai perder o valor casa, ainda que diga que ela continua valendo 740k.

      O BEM VALE POR AQUILO QUE O MERCADO DÁ POR ELE E AS FLUTUAÇÕES DO MERCADO ATINGEM ATÉ MESMO QUEM NÃO ESTÁ NELE PARA INVESTIR, POIS NINGUEM ESTÁ FORA DO MERCADO.

      Se os preços do m2 cairem, qualquer que seja o motivo, o proprietário turrão perde tanto quanto os demais.

      O que vai acontecer com o advogado acima é o seguinte: ele é velho – tem filhos criados – não vende o imóvel – fica custeando imóvel – perde renda na velhice – fica custeando o imóvel – não vende – o mercado atropela ele – ele tem um infarto, pois esta profissão dele é de doer mesmo – fica custeando o imóvel e o tratamento – morre – os filhos vendem pelo preço que for, pois ninguém quer manter o elefante e, regra geral, eles não têm renda no início da vida para tanto e querem ver a cor do $$ e tocar suas vidas.

      Isto leva 5, 10, 15 anos, conforme for, mas acontece. Vi acontecer mais de uma dezena de vezes, inclousive na minha família.

      Aí a questão é a seguinte: vale mais se vender o imóvel, realizar o prejuízo, e manter algum $$ para gastar na velhice ou manter o patrimônio imobilizado, não vender e acabar ver o bem perdendo valor nem que não se queira?

      Cada qual vive sua vida ao seu modo, alguns optarão por vender (coisa que eu, eu acho mais inteligente), outros optarão pela ILUSÃO DE QUE TÊM UM PATRIMÔNIO E UM DIA VÃO SER CONFRONTADOS PELA DURA REALIDADE, pelo estouro da bolha, pelas modificações da cidade.

      É isto. Espero que o advogado em questão caia na real e se dê conta de que o bonde passou e ele não pegou.

      0
      • Neo 24 de dezembro de 2011 at 10:54

        Fazendo uma continha rápida!

        Se o Tiozao vender a casa por 680.000,00

        Hoje na renda fixa:

        Líquido (já descontado a inflação):

        34.000,00 a.a.
        2.800,00 a.m.

        Bruto

        74.800,00 a.a.
        6.233,00 a.m.

        O Tiozao passa a casa por 680k aluga um AP por 2mil e acrescenta 4233,00 na aposentadoria dele por mês.

        Mas prefere esperar os 740.000

        0
      • Cleyton 24 de dezembro de 2011 at 11:20

        Muito bom o raciocínio, não é muito comum o pessoal cogitar a depreciação (mesmo aqui no blog), já vi gente dizer que o imóvel não vende porque tem aqueles azulejos azuis que estão fora de moda! Não, não vende porque está velho, o encanamento está velho, as madeiras estão velhas, e vai precisar de uma boa reforma, conheço gente que ainda não pagou nem 1/3 do financiamento e já vai pegar mais pra reforma!

        0
  • pmoraesm 23 de dezembro de 2011 at 15:08

    E a GFSA3 continua levando fumo… -1.4% até agora

    0
    • trackback 23 de dezembro de 2011 at 15:17

      5 dias de queda, fechou a R$6,09 no dia 16/12.

      Já bateu nos R$4,10 dia 20/12.

      Despencando….

      0
      • trackback 23 de dezembro de 2011 at 15:42

        “fechou a R$6,09 no dia 16/12.”

        correção

        fechou a R$5,09 no dia 16/12.

        0
    • Shakespeare 23 de dezembro de 2011 at 20:38

      O Ministério da Bolha adverte fumo faz mal para a saúde… financeira da Gafiza

      0
  • carlos 23 de dezembro de 2011 at 16:37

    Ta bombando essa materia – “curitiba tem 9,4 mil imoveis encalhados”, eh soh colocar
    no google para ter uma dimensao da repercussao, ta em varios sites de noticias.
    Acredito que essa materia sera o marco da explosao da bolha.

    0
    • trackback 23 de dezembro de 2011 at 17:05

      9,4 mil imóveis é imóvel pra Karamba!

      Se fosse possível “extrair” esses imóveis de Curitiba, daria para montar uma pequena cidade!

      0
      • Shakespeare 23 de dezembro de 2011 at 19:04

        uma pequena cidade fantasma

        0
    • Ratinho 23 de dezembro de 2011 at 19:13

      O jornal que publicou a notícia é influente em Curitiba?

      0
      • Thomas 24 de dezembro de 2011 at 00:11

        O Jornal Estado do Paraná pertence ao GPP (Grupo Paulo Pimentel), cujo dono é o ex-governador Paulo Pimentel. O jornal é bem fraquinho, mas o GPP tem também a Tribuna do Paraná, leitura preferida do povão por ter em suas páginas as mais recentes notícias da desgraça alheia, e a seção de esportes mais movimentada da cidade.

        Este mês o GPP vendeu o jornal para o GRPCom (Grupo Paranaense de Comunicação), dona da afiliada da globo no Paraná, e do jornal Gazeta do Povo, o maior jornal de Curitiba, possivelmente do Paraná.

        A Gazeta do Povo vive de anúncio de imobiliárias. Vc precisava levar um carrinho de mão aos domingos para buscar o jornal e o suplemento imobiliário na banca.

        Estranhamente as edições dominicais ficaram mais enxutas. Alguma explicação?

        0
    • Tatanka 23 de dezembro de 2011 at 20:12

      Carlos concordo, acredito que essa noticia de Curitiba vai ser um marco. Tem muita gente que leu e hoje a noite vai ter pesadelos. Não por coincidencias dois colegas ja me ligaram preocupados. Não quero que ninguem seja prejudicado, mas nesses casos eu os avisei, como um pai faz com um filho de 10 anos, me falavam que estava pessimista pois o preço de imovel jamais cai. Lembrava a eles da bolha americana, e me diziam: “americano não sabe faze conta”, é nois.

      0
  • Pedro 23 de dezembro de 2011 at 17:58

    Bolha eh o assunto do momento em todas as rodas de amigos, mesmo os que já possuem imóvel próprio. E se ta tomando essa proporção eh pq tem fundamento. Resistamos as tentações! Esperem mais 1 ou 2 anos que iremos mandar neste mercado insano.

    0
    • Shakespeare 23 de dezembro de 2011 at 19:03

      Bolhados, uni-vos!

      Vamos deter os bolhudos!

      0
  • MiguelJacó 23 de dezembro de 2011 at 19:06

    A bolha já explodiu na prática, só que tecnicamente está sendo chamada de desconto de 20%. Quem ainda compra imóvel hoje sem conseguir um desconto de pelo menos 20% do preço divulgado está fazendo um péssimo negócio.

    Eu só vou comprar o meu quando chegar aos 40%, lá em março.

    0
    • Ratinho 23 de dezembro de 2011 at 19:23

      O que mantém esses preços altos é a desinformação. Algumas pessoas sabem que quero comprar e nenhuma (nem uma!!!) delas me disse pra ter cautela. Já ouvi coisas do tipo “compra logo”, “arruma um bico pra ganhar mais dinheiro antes que os preços disparem”, “imóvel nunca desvaloriza”, “aqui sempre foi caro”, e a mais ouvida “aluguel é dinheiro jogado fora”….affff..E não estou falando de pessoas sem instrução (pelo menos em termos de instrução formal estão muito acima da média nacional).

      0
      • walyson 23 de dezembro de 2011 at 20:02

        Assistindo a uma palestra do economista peter schif que peguei aqui no blog ele fala que em uma conversar com um corretor ele disse:
        – Vou esperar os preços baixarem
        E o corretor disse:
        – Tá louco, aqui é phoenix, os preços nunca baixam em pheonix.
        E o peter respondeu:
        – Mas eles nunca também nunca subiram tanto.

        0
      • Tatanka 23 de dezembro de 2011 at 20:22

        Ratinho perfeito é o que mais ouço. “Voce é louco, aluguel é dinheiro jogado fora”. Outro dia o dono do meu apartamento falou se eu não estava interessado em comprar, pois faria um bom preço para mim. O aluguel que pago é 0,23% do preço que ele estaria me propondo, e veja é ele quem paga o condominio. Como não tenho carteirinha de sócio atleta do Jockey Club, agradeci e disse que talvez no meio do ano que vem faria uma proposta pra ele.

        0
  • Shakespeare 23 de dezembro de 2011 at 20:36

    onde fica o botão para desmascarar a cara de pau da Dilmona?

    0
  • Felipe 23 de dezembro de 2011 at 21:01

    São 9,4 mil imóveis desocupados a mais de um ano. Se colocarmos três pessoas em média para cada um desses imóveis, serão 28 mil pessoas “de déficit”, aproximadamente.
    Alguém tem o número de imóveis em construção??
    Imagino que seja um número no mínimo 4 vezes maior. Alguém que seja de lá pode me ajudar nesse raciocínio.
    Então, com 9,4 mil imóveis vazios há mais de um ano, mais 38000 sendo possivelmente construídos, teremos um déficit de 140 mil pessoas!
    Pelo censo de 2010, Curitiba tem uma população de 1.751.907.
    Claro que é só um exercício de imaginação, pois esse número de imóveis vazios pode e deve ser muito maior, mesmo pq só estou contando os vazios há mais de um ano. Além disso, não sei se há na cidade esse número de imóveis sendo construídos. Mas enfim, é uma bela maneira de demonstrarmos a irracionalidade de preços, já que a oferta é tão abundante e será ainda mais.

    0
  • carlos 23 de dezembro de 2011 at 21:02

    Jornal Nacional 2050h

    A materia mostra um shopping do sul do pais, os corredores estao com pouquissimo movimento.
    Pasmem a reporter diz que ha pouco tempo os corredores estavam cheios mas que naquele momento os consumidores estavam todos na praca de alimentacao.

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Ate parece piada de reporter “loira”

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    0
    • Felipe 23 de dezembro de 2011 at 21:06

      Aposto que quem viu deu muitas RIZADAS

      0
      • Shakespeare 23 de dezembro de 2011 at 23:50

        estou dando rizada é da Gafiza

        RZRZRZRZRZRZRZ

        0
  • Marcos 23 de dezembro de 2011 at 21:04

    Dilma fala ao vivo na TV agora
    Posted on December 23, 2011
    A presidente Dilma esta falando em rede nacional de TV neste momento e deixa claro que os juros vão cair e o governo vai sustentar o mercado imobiliário. O mercado imobiliário gera grandes quantidades de emprego e ela e seu governo irão sustentar esse segmento tão importante da economia… Significa dizer que os preços dos imóveis irão se estabilizar ou continuar a subir? Corte de ipi em insumos para a construção civil…

    tradingcafe.wordpress.com/2011/12/23/dilma-fala-ao-vivo-na-tv-agora/#comment-1656

    0
    • Tico RJ 23 de dezembro de 2011 at 21:13

      Marcos,
      Depois desse aumento do salário mínimo, o preço dos imóveis pode ir até o infinito.
      Se hoje as vendas (de imóveis, carros, e outros bens) estão fracas, imagine como vai ser em 2012 depois desse aumento for repassado para os consumidores!

      0
      • Jao 23 de dezembro de 2011 at 21:37

        Nunca li um site com tanto comentario pessimistas, ta loko!!!

        Vcs nao pensam nos pais de familia que ganham seu salario nas montadoras e construcoes e fazem o dinheiro girar….bando de gananciosos que so querem que o pais exploda….eu comprei uma casa no plano do governo e to super feliz, se nao fosse por ele nunca conseguiria ter minha casa propria….vao planta batata bandos de zolhudos pessimistas, nao entendo o que vcs ganham metendo o pau no governo que gera tanto emprego e renda como nunca houve antes.

        Parem de reclamar e vao trabalhar seus malas

        0
        • Sergio 23 de dezembro de 2011 at 22:01

          verdade seja dita, tem muito neguinho querendo ver o pais se ferrar mesmo pra dizer….eu avisei!!!

          0
        • Cleyton 26 de dezembro de 2011 at 20:12

          Jão, faça um favor a si mesmo, vá terminar o fundamental.

          Ah, não esqueça de consumir bastante como a presidente mandou.

          0
  • Homeless 23 de dezembro de 2011 at 21:14

    Pessoal, vejam esse vídeo fesquinho sobre bolha imobiliária.

    Gravado na quinat feira agora, pelo Ricardo Torres, entrevistando James Hunter.

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=v3rjmkDmoBQ

    Em tempo !…

    Sou de São Paulo e estive hoje na rua Florêncio de Abreu para comprar algumas peças. Aproveitei e desci na paralela ” rua 25 de março ” que estava claramente fraca de gente. No rádio do carro ouvi que a trânsito em São Paulo era de 3km, o reporter falou que o normal para a época seria de 80km. Nem precido comentar mais…os fatos falam por si,

    0
  • veigalex 23 de dezembro de 2011 at 21:15

    Viram o pronunciamento da Presidenta?
    Segunda as acoes das construtoras irão bombar.. Vamos ver até quando isso vai, pois é o mesmo papinho de sempre..
    Diminuímos isso, estamos retirando esse imposto. Voltem a consumir. O Brasil vai crescer.. Só esqueceram que pobre parcela tudo em 30 vezes e ainda estão pagando a promessa do presidente Lula!

    0
  • Guilherme Eduardo 23 de dezembro de 2011 at 21:24

    Acredito que notícias assim seriam mais impactantes se fossem sobre SP, Brasília e RJ. Alguém que conhece o pessoal do CQC poderia dar a idéia !!!!

    Adorei a dica dos flyers =D

    0
  • Raio 23 de dezembro de 2011 at 22:04

    A Gafisa esta derrtendo….

    0
  • rbc 23 de dezembro de 2011 at 22:33

    off-topic: acabei de comprar a edição em português do livro “como a economia cresce e por que ela quebra”, do peter schiff.

    vocês leram? gostaram? estou gostando de como ele explica a história da economia americana por meio de uma história.

    para mim, uma leiga no assunto, é fácil de entender.

    se tiverem mais algum livro do tipo para recomendar, agradeço!

    0
    • rbc 23 de dezembro de 2011 at 22:34

      ps: para quem não conhece o livro, tudo começa com 3 caras numa ilha, pescando peixes com as mãos para sobreviver.

      0
  • lrp 23 de dezembro de 2011 at 22:52
  • Fabiano 23 de dezembro de 2011 at 22:53

    Amigos não é só em Curitiba não , aqui em São José dos Campos – SP tenho visto uma quantidade de casas com placas para vender e alugar.
    Fora prédios que foram entregues a 1 , 2 anos que vc consegue contar nos dedos o numero de aptos com luzes acesas a noite.
    A própria ACONVAP que é a associação das construtoras aqui da nossa região o Vale do Paraiba soltou uma reportagem no seu site mostrando que existem mais de 74 mil residencias vazias na nossa região e depois dizem que esta vendendo feito agua : abaixo mostra os numeros ..

    Vale tem mais de 74 mil casas desocupadas, revela o Censo

    Número é maior que total de domicílios de Jacareí ;emS. José são 18 mil imóveis vazios, 70% da demanda por casa própria

    Dados do Censo 2010 mostram que 74.485 casas estão desocupadas no Vale do Paraíba –número superior à quantidade de moradias em toda cidade de Jacareí (63 mil).
    Os recenseadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) encontraram 678 mil domicílios residenciais na região onde vivem 2,2 milhões de pessoas. Foram contabilizadas ainda outras 6.688 casas fechadas. “As casas fechadas são as que têm sinal de morador mas ninguém foi encontrado no período da coleta de dados”, afirmou Neide Olivo, técnica em informação do IBGE em São José dos Campos. Os dados do Censo foram coletados de agosto a dezembro.
    “Já as casas desocupadas são aquelas onde não foi encontrado nenhum sinal de ocupação durante o período, estão completamente vazias”, disse Neide para O VALE.
    Os números mostram que houve um aumento em 2.133 casas vazias na região se comparado com o mesmo dado do mapeamento do Censo de 2000 (72.352 casas vazias).

    Déficit. O número de casas vagas em São José (18 mil) representa 70% da demanda por casa própria registrada na prefeitura. Cerca de 26 mil pessoas estão inscritas nos programas habitacionais na busca de uma casa própria.
    A prefeitura informou que se as casas desocupadas estiverem construídas em áreas de Zeis (Zona Especial de Interesse Social) irá analisar a possibilidade de repassar as unidades ao programa habitacional. Para Carlos Eduardo Paiva, presidente da AEA (Associação de Engenheiros e Arquitetos) as casas desocupadas mostram um possível erro de investimento feito por parte das construtoras.
    “Essas casas não podem ser vistas como solução para o déficit habitacional porque pode haver, por exemplo, apartamentos de R$ 1 milhão que estão desocupados”, afirmou.

    Taubaté. Se as casas vagas pudessem ser integralmente repassadas para resolver o problema de falta de moradias, iria sobrar casas em Taubaté.
    O levantamento do IBGE mostra que existem 9.036 casas vazias, enquanto 3.000 famílias aguardam para realizar o sonho de uma casa própria.
    A Prefeitura de Taubaté informou que o número de casas desocupadas é conseqüência do crescimento imobiliário registrado na cidade.
    Preço. Quem busca o sonho de ter uma casa própria reclama do preço cobrado pelo metro quadrado em São José e da burocracia para conseguir realizar um empréstimo.
    É esse o caso do encanador Sinval Scarparo, 34 anos, que mora de aluguel há 18 anos, na zona leste de São José.
    Ele disse que desistiu de ter uma casa em São José e vai voltar para Limeira (SP), onde nasceu, no começo do ano. “Não aguento mais pagar aluguel. É muito dinheiro que você joga pela janela todos os meses. Quero ter a minha casa”, afirmou.

    Fonte: Jornal O Vale / Carolina Teodora

    0
  • Paulo SCSul 23 de dezembro de 2011 at 23:54

    Saiu na TV:

    “A presidente Dilma esta falando em rede nacional de TV neste momento e deixa claro que os juros vão cair e o governo vai sustentar o mercado imobiliário. O mercado imobiliário gera grandes quantidades de emprego e ela e seu governo irão sustentar esse segmento tão importante da economia… Significa dizer que os preços dos imóveis irão se estabilizar ou continuar a subir? Corte de ipi em insumos para a construção civil… ”

    Não sei como vão fazer isto, mas acho que o PT ainda vai quebrar este país.

    0
    • RPL 24 de dezembro de 2011 at 00:01

      Paulo,

      Ela quer sustentar o mercado da construção civil… Ela só consegue fazer isso com obras de infra-estrtura.

      Por outro lado, o corte de Pis/Cofins só vai servir pra corretor falar que o governor cortou uns imposto (sic) ai e por isso o preço do imóvel caiu mas que continua valorizando pra sempre e inclusive ele tem um amigo que é de dentro do governo que falou que os impostos vao subir sobre os apartamentos importados, igual o IPI do carro importado!!!

      0
    • Guilherme Eduardo 24 de dezembro de 2011 at 00:17

      mais lenha na fogueira… estou prevendo muita gente pegando empréstimos caros e usando cheque especial para manter imóvel vazio esperando alguém comprar valorizado.

      0
    • augusto 24 de dezembro de 2011 at 11:21

      E corte de impostos sobre material de construção, como já foi feito ou estava em vigor (não sei ao certo) desde 2008

      0
  • Guilherme Eduardo 24 de dezembro de 2011 at 00:08

    Pessoal, não sei se conseguirei acessar o blog hoje a noite, então desejo a todos um feliz Natal !!!

    Obs.: Corretores que acessam o Bolha, por favor, não usem o Natal como desculpa para a queda vertiginosa das vendas de imóveis.

    0
    • Ricardo 24 de dezembro de 2011 at 07:38

      Boa,
      segundo o SECOVI/CRECI a desculpa seria esta: “as vendas de imóveis no final de 2011 foram afetadas pelo natal e festividades. Esperamos uma recuperação no início de 2012”

      0
      • Anonymous 24 de dezembro de 2011 at 09:51

        Pode ser, mas só DEPOIS do carnaval quando a Banânia começa a funcionar.

        0
    • augusto 24 de dezembro de 2011 at 11:18

      Talvez para imóveis não seja um bom argumento, mas para jornalistas pagaios que usam para explicar altas artificiais nas bolsas aquela de ” busca por barganhas” , poderá ser uma ótima razão

      0
  • Philis 24 de dezembro de 2011 at 02:23

    Alguém entende uma coisa dessas???? Foi um de vocês, né??? rsrrsrs

    http://www.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-1-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-TIJUCA-/ID-2771501

    0
    • Cleyton 26 de dezembro de 2011 at 20:06

      WTF?? Será que eram os antigos moradores? Ou estão comemorando a “alta”?

      0
  • Menino_do_Rio 24 de dezembro de 2011 at 08:31

    Prezados foristas,
    feliz Natal!

    Segue abaixo o link oficial do pronunciamento de nossa líder:
    http://www2.planalto.gov.br/imprensa/discursos/pronunciamento-a-nacao-da-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-em-cadeia-nacional-de-radio-e-tv-brasilia-df/view

    Destaco esta parte:
    “Pois, com essas medidas, o setor da construção civil, que é um dos que mais geram empregos no país, vai continuar a forte expansão que teve nos últimos anos.”

    Apesar de tudo que é afirmado aqui (fatos e torcida), eu continuo acreditando que quem investiu, antes da crise, em imóveis terá retorno acima do CDI. Pelo menos até o fim do 3o. mandato do Lula.

    0
  • Zoom 24 de dezembro de 2011 at 10:03

    Bom Natal a todos!!!

    0
  • Dr. Estranho 24 de dezembro de 2011 at 10:17

    h ttp://www1.folha.uol.com.br/colunas/viniciustorres/1025297-2012-no-rescaldo-de-2011.shtml

    Todos os setores da economia estão parados. Até as commodities arrefeceram. Imóveis agora são um segundo plano.

    0
  • Anonymous 24 de dezembro de 2011 at 10:48

    Presente de Natal para o bananense. Na minha opinião, é pouco. Esse povinho merece muito mais.

    www1 . folha . uol . com . br/cotidiano/1025819-radar-ja-pode-ser-instalado-sem-aviso-aos-motoristas . shtml

    Uma resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) oficializada anteontem revogou a exigência –em vigor havia mais de cinco anos– e os radares já podem ser colocados para multar os infratores mesmo onde não houver avisos.

    Pela nova resolução, apesar de as placas de aviso não serem exigidas, os radares não podem ficar escondidos.

    Outras mudanças são o fim da exigência de estudo prévio para radares móveis em rodovias e a liberação deles mesmo em trechos de estradas onde não há sinalização da velocidade permitida.

    0
    • augusto 24 de dezembro de 2011 at 11:15

      Além dos radares para velocidade, tambem existirão em número cada vez maior, os radares dedo-duro, ou seja aqueles que avisam imediatamente dados sobre o veiculo.
      Com isto os carros roubados, mas tambem aqueles cujos proprietários andam na tanga por falta de grana e não pagam as taxas, serão apreendidos por comandos logo depois dos dedo-duro.
      KKKKKKKKKKKKKKKK para aqueles que gostam de ostentar , mas não tem grana para pagar impostos.

      0
      • Dr. Estranho 24 de dezembro de 2011 at 11:53

        O radar dedo-duro é bem – vindo. Tira da rua os caloteiros. Se o cara não paga IPVA, também não dá manutenção. Essas latas-velhas enguiçam e pioram o já conturbado trânsito. Se não pode manter o carro, não o tenha.

        0
        • augusto 24 de dezembro de 2011 at 14:38

          Existem mesmo muitos carros rodando sem as mínimas condições, mas tambem tem veiculos novos que após o primeiro IPVA nunca mais pagaram este imposto, multas, DPVAT, e licenciamento. Manutenção então é só lavagem e polimento para impressionar os outros
          Agora seus proprietários, andam neles, como os anigos cruzados que iam combater os infiéis. (enfeites nas cabeças, nos corpos, nas armaduras, etc). Antes que me esqueça: aqueles ” lordes e sirs ” antes de partirem colocavam em suas esposas cintos de castidade. E os atuais?

          0
  • Carlos Wagner 24 de dezembro de 2011 at 12:44

    Pessoal

    Desejo um feliz natal a todos, muita prosperidade em suas familias e muito sucesso em 2012.

    Que 2012 seja ainda mais emocionante que 2011.

    Abraços a todos

    0
    • RT 24 de dezembro de 2011 at 13:01

      Faço minhas as palavras do colega Carlos.

      Sou muito grato por ter encontrado este blog, onde pude confirmar de vez minhas suspeitas sobre o mercado imobiliário atual. Antes de chegar aqui, para mim era óbvio que algo estava errado, mas voce sempre fica com aquela pulga atrás da orelha quando é o único a pensar alguma coisa.

      Feliz Natal para todos, e um Próspero 2012, com direito a bolha e imóveis com 40% de desconto para todos que souberam dar valor a seu dinheiro suado e não o deram de graça aos pseudoinvestidores.

      0
    • Eric 24 de dezembro de 2011 at 13:20

      Igualmente para todos os colegas do blog.

      0
  • Glaucio 24 de dezembro de 2011 at 12:45

    Notícia fresquinha sobre Curitiba na folha
    http://classificados.folha.com.br/imoveis/1024633-lancamentos-em-curitiba-valorizam-20-entre-2010-e-2011.shtml

    Segundo o cidadão vai tudo continuar valorizando 13% ad infinitum.

    0
  • RT 24 de dezembro de 2011 at 13:06

    Pelo que andei lemdo, parece que ontem teve uma fala nacional da Dilma, onde ela falou algo sobre o setor de construção civil, é isso?

    Alguém poderia dizer o que exatamente ela falou? nao estava em casa na hora…

    0
    • Me 24 de dezembro de 2011 at 14:10

      RT, o video dela está no youtube, no canal PalacioDoPlanalto. Minha opinião é que redução de impostos já vem tarde e pode ser benéfico, mas meu otimismo é minha ruína. Parece que ela quer manter o setor aquecido pra segurar a economia. Imagino que possa dar mais fôlego pra essas altas no mínimo se manterem, e aí chega próximo de 2014, e logo depois 2016,e aí ja viu né…

      Mas vale a pena dar uma olhada e tirar suas conclusões.

      0
  • MrK 24 de dezembro de 2011 at 13:19

    ridiculo, simplesmente ridiculo os bancos soltando relatórios agora acerca do setor de construcao civil admitndo que o negocio tá feio

    os mesmos bancos ha 6 meses atras recomendavam compra dos papeis cheios de argumentos!!!

    nós aqui já diziamos dessa dificuldade desde o inicio do ano!!!

    Esses analistas nao conseguem ver uma mudanca de tendencia, sao muito limitados, tudo que fazem é pegar o passado e replicar pra frente, fala sério… nos ja viamos essa curva virando ha trimestres…

    0
    • augusto 24 de dezembro de 2011 at 14:32

      Na verdade esses analistas são mais desacredidatos que a previsão do tempo em nosso Pais

      0
  • MrK 24 de dezembro de 2011 at 13:30

    feliz natal a todos!!

    e nao se preocupem com a dilma, o poder de fogo dela é limitado, se presidente pudesse salvar o país de uma bolha imobiliaria o bush e o obama teriam feito, mas eles não podem….e digo mais, quanto mais eles artificialmente sustentarem isso, pior sera o estouro e a queda de preços, portanto nao se preocupem..

    ho ho ho

    0
    • augusto 24 de dezembro de 2011 at 14:31

      É muito mais fácil administrar uma loja de um real em capital do sul, do que um Pais do tamnho do nosso. Antes de mais nada a loja não foi bem sucedida, em época onde a vida era mais fácil

      0
  • BOLHISTA33 24 de dezembro de 2011 at 13:38

    Obrigado por terem me feito sentir lúcido. Nao comprei meu imovel no RJ e me recuso a faze-lo agora,
    Feliz Natal.

    0
  • Raio 24 de dezembro de 2011 at 14:34

    Em Porto Alegre existem inumeros imoveis que estao sendo anunciados a dois anos e ate agora nao foram vendidos. Os proprietarios corrigem o preco ao seu prazer. Estao sendo enganados pelos corretores – os quais nao estao nem ai. Uma dica: Nao compre imovel agora. Tenha pena do seu suado dinheiro.
    Na cidade onde moro existem imoveis que estao com precos absurdos, muito altos. Mas ninguem esta conseguindo vender nada. Acho que a bolha esta proxima. A quebra sera generalizada.

    0
    • augusto 24 de dezembro de 2011 at 16:29

      Cada ano que passa um imóvel fica mais velho, e de periodos em periodos sua depreciação aumenta. Além dos custos mensais de manutenção, e esperem até os proprietarios se depararem com reforma geral nos elevadores.
      Vamos fazer uma coisa eles ficam com os imóveis se depreciando e dando despesas, e nós ficamos com nosso dinheiro

      0
    • LUIZDVD 26 de dezembro de 2011 at 02:42

      O imóvel de uma conhecida minha, colocado no bairro Tristeza, 180m2, condomínio fechado, perto da Wenceslau Escobar, foi ofertado inicialmente por 450 mil, 2 meses depois foi para 470, agora já está 500 e está completando uns 6 ou 8 meses tentando vender. Questionei a corretora, destas que vivem dizendo que se deve viver na zona sul de Porto Alegre, sobre o valor, que me pareceu excessivo, Ela me olho com uma cara de “sai prá lá pobretão”. É pena, pois eu tinha bala na agulha. Agora, não compro dela nem que venha pintado de ouro. Vou esperar e ver se a proprietária cai na real e se dá conta de que está sendo usada como massa de manobra para que os corretores justifiquem os preços alto, já que está todo mundo pedindo isto. Do contrário, vai, como todos vão, amargar a queda do mercado, abrupta ou não. Eu aposto na queda abrupta.

      0
  • ninja SP 24 de dezembro de 2011 at 15:01

    Amigos!
    2011 foi ótimo porque encontrei vocês, 2012 será excelente se as análises e previsôes de voces se confirmarem. vamos torcer. feliz natal! próspero 2012!.
    Abs.

    0
  • L1 24 de dezembro de 2011 at 15:35

    Amigos, foi um prazer compartilhar tantas conversas ao longo do ano.

    Ao contrário da construção civil que cai em vendas, nosso blog cresce em acessos…

    estamos no caminho certo e agradeço a todos pela contribuição! boas festas!

    aliás… ontem fiquei abismado… moro em um bairro do RJ que tem camelô na rua, transito infernal, luzes que não acendem a noite na avenida principal… e como querem que engulamos que esses preços se sustentam??? eles estão loucos!

    0
  • raflemos 24 de dezembro de 2011 at 15:53

    Acabei de assistir no youtube o pronunciamento da Dilma.
    Não dá para não ficar preocupado, acho que a bolha só vai estourar mesmo quando este governo sair do poder, os caras estão colocando dinheiro pesado no setor de construção civil, usando os bancos estatais, os impostos, subsídios, etc.
    Mas acho difícil o PT sair do poder, eles descobriram uma forma legal de voto de cabresto, o bolsa família, eles dão uma mesada para metade da população e a mesma só vota no PT…
    O que vai acontecer é que vai haver uma paralisia total nas negociações de imóveis do padrão da classe média alta , mas os imóveis para ricos, de classe média baixa, classe pobre vão continuar bombando com os subsídios do governo e o duro disso é que quem está bancando isso é justamente quem não está sendo beneficiado… a verdadeira classe média do paí, pois rico e pobre não pagam imposto… ou pagam muito pouco…

    0
    • Fernando 24 de dezembro de 2011 at 17:15

      Na verdade, proporcionalmente aos rendimentos, as camadas mais pobres da população pagam mais impostos que as classes média ou alta.

      0
  • Pedro 24 de dezembro de 2011 at 17:04

    Mesmo com Dilma falando estas baboseiras acredito que o que manda mesmo eh o mercado. Os preços dos imóveis estao muito alem do que pode-se pagar por eles. Uma hora alguém vai precisar vender e VAI TER QUE BAIXAR O PREÇO. Nao há a mínima condição de pagar um centavo a mais.

    0
  • Orozimbo 24 de dezembro de 2011 at 17:17

    Amigos,
    Acho que a bolha está começando a estourar aqui em São Paulo. Minha mulher encontrou agora alguns anúncios de apartamento no zap no Paraíso e na Vila Madalena reformados em que os donos estão pedindo 6 a 7K por metro quadrado. Ainda está bem caro, mas há dois meses os preços estavam uns 20 % maiores.
    2012 promete!
    Um ótimo natal a todos.

    0
  • Lucas 24 de dezembro de 2011 at 17:55

    Desejo a todos os amigos do blog um feliz natal com muita saúde e paz!

    0
  • Neo 24 de dezembro de 2011 at 19:02

    concordo com que o amigo disse ai em cima

    SE desse pra resolver a bolha imobiliaria na canetada:

    * O Bush tinha resolvido
    * Na Irlanda tinham resolvido
    * Na Espanha tinham resolvido

    Então agora o desepero deve vir de QUEM está preso no negócio.

    0
  • Neo 24 de dezembro de 2011 at 19:16

    Completando, a nós que estamos sem casa e queremos comprar, resta esperar o tibummm

    Não dá para pagar esses absurdos, nego perdeu a noção de dinheiro!

    0
  • dentista 24 de dezembro de 2011 at 19:17

    Caros amigos Bolhistas, informações interessantes:

    Descobri um site espanhol que fala da Bolha deles, é o BURBUJA.INFO . Lá tem milhares de tópicos de discussão sobre o assunto. A maioria de pessoas se lamentando de como fizeram negócios infelizes. Então depois que houver o estouro da bolha no brasil, o público deste blog também deve mudar. http://www.burbuja.info/
    Achei ali um gráfico do valor dos imóveis desde 2006. O valor reduziu para um 10%, vejam: http://www.burbuja.info/inmobiliaria/burbuja-inmobiliaria/272216-si-tuvieramos-que-resumir-la-burbuja-inmobiliaria-con-una-foto.html

    Concordo com alguém que postou aqui que estamos em um bull trap.
    É quando os preços já atingiram a máxima e dão uma leve caída. Nesse momento entram mais alguns investidores para aproveitar o momento. Em seguida os preços podem voltar aos níveis de topo mas depois cairão vertiginosamente.
    Estes fenômenos tem um grande poder de manada, de nada adianta a Presidente pedir na tv para que haja consumo. Gostaria de saber se concordam. Vejam alguns gráficos que ilustram os fenômenos:

    http://fx5186.files.wordpress.com/2011/09/gold-9-16-2011-3pdh.png?w=600http://www.irvinehousingblog.com/wp-content/uploads/2007/03/bubblesandmanias.jpg

    0
  • Lucas Mendes 24 de dezembro de 2011 at 19:27

    Aos amigos deste blog, um Feliz Natal e um ótimo Ano Novo. Agradeço imensamente ao dono do site (Bolha Imobiliária) por este. Realmente só neste canal, e mais alguns poucos, encontrei gente esclarecida, análises corretas do que realmente acontece. Sem essa de universo paralelo desses pseuco-corretores, presidentes SECOVI, economistas matreiros vendidos que falam bobagens.
    Reiterando meu voto de Feliz Natal aos amigos e desejo de bons negócios em 2012 e pra esses corretores fanfarrões um BELO PERU DE NATAL em seus respectivos orifícios anais!!!!

    Abraços a todos

    Lucas Mendes

    0
  • lopes51 24 de dezembro de 2011 at 19:30

    Feliz natal a todos!!!!

    Tenho certeza que depois do Discurso da Dilma as coisas mudaram pois o q realmente é caro na construção civil é o material, a mão de obra de qualidade não subiu de preço os terrenos estão em seu patamar mais baixo, e nenhuma das construtoras estão alavancadas, esqueci de mencionar acredito em papai noel esse ano ele vai me dar uma cobertura de 2 milhões de Reais.

    Abraços a todos.

    0
  • Carlos Eduardo 24 de dezembro de 2011 at 19:37

    Eu quero ver o governo segurar bolha imobiliária, bolsa família, bolsa exportador, bolsa presidiário!

    infra estrutura para copa.. .

    Eu duvido que o PT consiga, manter isso de pé…

    0
  • Neo 24 de dezembro de 2011 at 19:39

    “É uma coisa que … você pode dormir pobre e acordar rico”

    http://www.youtube.com/watch?v=qu1l1d6e1-4

    0
  • Glaucio 24 de dezembro de 2011 at 19:58

    Notícia fresquinha sobre Curitiba na folha
    classificados.folha.com.br/imoveis/1024633-lancamentos-em-curitiba-valorizam-20-entre-2010-e-2011.shtml

    Segundo o cidadão vai tudo continuar valorizando 13% ad infinitum.

    0
    • Anonymous 25 de dezembro de 2011 at 06:23

      Como o resto do Brasil é estúpido, basta fazer a feira de imóveis no segundo semestre para manter as vendas e o preço dos imóveis em alta.

      O presidente da Ademi-PR (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Gustavo Selig, atribui o aumento de estoque ao fato de que, no Paraná, as vendas também se mantém forte durante as férias de verão, o que não ocorre em grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro.

      “Em Curitiba, as feiras de imóveis são sempre no segundo semestre. O Brasil inteiro faz no primeiro”, argumenta.

      0
  • Pedro 24 de dezembro de 2011 at 20:19

    A bolha já rompeu tecnicamente. Mas esta esvaziando aos poucos. Nos próximos meses veremos que quem quiser vender vai ter que baixar os preços. Isso por si só já significa que a bolha rompeu. Só ao explodiu ainda por conta do credito fácil.

    0
  • Elias 24 de dezembro de 2011 at 20:55

    Feliz Natal Bolha e colegas bloguistas.

    Pelo que vejo agora, só quem acredita em Papai Noel vai achar que imóvel rende 30% a.a. ad eternum.

    0
  • walyson 25 de dezembro de 2011 at 00:41
  • GLIMA35 25 de dezembro de 2011 at 04:10

    Tenho acompanhado de perto a BOLHONA de Curitiba ! Os que estao vendendo e so felicidade ! Mais muita gente financiando a perder de vista ! Pessoalmente acredito ,que parte desses imoveis sera retomado pela caixa ,o governo vai segurar o preju e quem deu seu dinheiro de entrada “perdeu geral” !

    0
  • MrK 25 de dezembro de 2011 at 09:38

    mais uma…

    a PDG acaba de oferecer descontos, os anuncios estao em todo lugar, é uma promoção que tem a ver com o numero de participantes, mas o que importa é que alguns descontos já são da ordem de 15% podendo serem ampliados (provavelmente serão pela mecanica da promoção)

    ao que me consta já jogaram a toalha com gordos descontos a even, mrv, gafisa e pdg… ou seja, é um fato consumado

    0
  • MrK 25 de dezembro de 2011 at 09:58

    DILMA E SEUS INCENTIVOS

    Continuo achando que dona Dilma nada poderá fazer pela situacao da construcao civil, querem um exemplo concreto????

    A dona Dilma tentou a mesma coisa com os carros, baixou IPI, fez todo o possível pra fomentar esse mercado depois que tomou um calor dos empresários, muito bem, ela gerou uma demandinha e salvou a industria por alguns meses, ok, e agora?? Vejam o link…

    economia.estadao.com.br/noticias/economia,montadoras-travam-guerra-para-vender-carros-populares-no-fim-do-ano,97094,0.htm#noticia

    Mas aí alguém pode argumentar: Ahhh, mas ela pode fazer a mesma coisa no setor de construção e manter a bolha por mais 1 ano, certo?

    Eu diria que NÃO, com base em 2 motivos:

    1- Quando eles baixaram o IPI e facilitaram a aquisição de carros, o consumidor estava muito menos endividado e a inflação mais contida, hoje o cenário é muito mais complicado e a resposta da demanda será muito mais fraca. (e claro, carro e apartamento são bens de valores muito diferentes)

    2- A redução de IPI em carros impacta o preço quase na hora, já em imóveis não, pois o IPI dos produtos do setor serão usados para construir prédios que serão entregues em 2 ou 3 anos, a desoneração na construção civil demora, o poder de fogo da Dilma aqui está concentrado no MCMV (que é um pedaço pequeno do mercado e está andando de lado há meses) e no crédito, que em função do ponto 1 acima, não terá impactos significativos.

    Eu realmente não acredito que há muito o que se pode ser feito para manter a bolha inflada, o consumidor está no seu limite, o cenário de 2012 não é de otimismo, a inflação está em alta, os bancos ficando mais exigentes e muitos imóveis chegando pra “revenda”…

    0
    • augusto 25 de dezembro de 2011 at 11:29

      São boas hipóteses, e baseadas no fato que hoje o povo está muito mais endividado que em 2008, o que pode ser comprovado pelo drástico aumento na porcentagem de crédito comcedido em relação ao PIB.

      Apenas não podemos dizer se já chegamos ao ponto de saturação de endividamento, o que se não ocorreu ainda está muito perto.

      Nossa presidenta, a exemplo de caciques de outros Paises, baseia-se no fato que deve-se manter o mercado inundado de grana, mesmo sem lastro. Se isto funcionasse a crise já teria acabado.

      O Brasil tem mais é se beneficiado, e em muito, do excesso de liquidez internacional. O dinheiro vem para cá para aproveitar nossos juros altos, e em boa parte é considerado como sendo IED. Veremos no futuro quando o excesso de liquidez terminar, e o capital especulativo travestido de IED ( o próprio IPEA do governo reconhece isto) abandonar o Brasil. Será que dai 350 bi de US$ servirão para alguma coisa?

      Outra coisa todos os pseudo lideres mundiais que lançaram dolares de helicópteros estão perdendo ou em vias de perderem as eleições em seus Paises.

      0
    • augusto 25 de dezembro de 2011 at 11:37

      Em tempo os prédios sendo entregues agora e que em boa parte estão encalhados, foram construidos com material de construção com desconto de IPI (2008-2009 ) então vigente na época

      0
  • Austríaco 25 de dezembro de 2011 at 11:17

    Essa reportagem me fez pensar sobre a ordem com que se dará a conscientização geral da existência de uma bolha.
    Acho que a faixa atingida inicialmente será a faixa do quinhentos mil a um milhão, faixa que na minha opinião se equivale aos imóveis da antiga classe média.
    O Senhor aí da reportagem, embora tenha a sua casa avaliada em um milhão, certamente nunca movimentou essa quantia, mas quer aproveitar o bom momentopara ter a oportunidade de enriquecer do dia para a noite às custas de algum desavisado.
    O grande problema é que o financiamento para essa faixa de valores não é nada atraente, pois não conta com o bendito “sopro” do Estado para manter viva essa chama.
    Acabo de simular no site da caixa a aquisição do imóvel via financiamento pela caixa e vi que o feliz adquirente teria que dar setenta e oito mil reais de entrada e, financiando o imóvel por 360 meses (30 anos), a primeira prestação seria de R$ 8.252,11, ou seja, só muita insanidade para uma família de classe média adquirir esse imóvel financiado.
    Talvez o proprietário tenha sorte de seu imóvel estar em área de expansão comercial e seja adequado à instalação de comércio, clínicas, grandes escritórios e assim consiga vender o imóvel, mas para alguém morar me parece que o valor ” pra ser caro” ainda tem que abaixar muito.
    Por essa dificuldade em financiar penso que os efeitos já atingiram em cheio esses imóveis na faixa entre quinhentos mil a um milhão e depois, quando faltar ar para soprar a bolha na faixa abaixo desse padrão, os efeitos se espargiram para os imóveis com valores mais módicos.
    Penso que é válido trabalharmos com essa classificação, pois a dinâmica de mercado para essas duas categorias de imóveis são bem distintas…

    Feliz natal para todos.

    0
    • augusto 25 de dezembro de 2011 at 11:34

      Ele só consegue vender para um comprador que conseguiu vender um imóvel próprio tambem com preço exorbitante, para outro que também havia vendido por preço irreal, e assim por diante.
      Como esta situação não é muito factivel, vemos o que acontece agora com cidades grandes e pujantes do interior onde nenhum apto usado foi vendido em setembro deste ano (pesquisa crecisp). Em outras dá para contar nso dedos de uma mão, e ainda sobram dedos, a quantidade de usados vendidos (tambem pesquisa crecisp). Isto em setembro, pois dai para diante as vendas despencaram ainda mais

      0
      • GPTFN 26 de dezembro de 2011 at 00:58

        Muito me lembra o esquema da piramide isso.
        Só que no final, alguém terá que pagar a conta.

        0
  • Austríaco 25 de dezembro de 2011 at 11:18

    Essa reportagem me fez pensar sobre a ordem com que se dará a
    conscientização geral da existência de uma bolha.
    Acho que a faixa atingida inicialmente será a faixa do quinhentos mil
    a um milhão, faixa que na minha opinião se equivale aos imóveis da antiga
    classe média.
    O Senhor aí da reportagem, embora tenha a sua casa avaliada em um milhão,
    certamente nunca movimentou essa quantia, mas quer aproveitar o bom momento
    para ter a oportunidade de enriquecer do dia para a noite às custas de algum
    desavisado.
    O grande problema é que o financiamento para essa faixa de valores não é
    nada atraente, pois não conta com o bendito “sopro” do Estado para manter
    viva essa chama.
    Acabo de simular no site da caixa a aquisição do imóvel via financiamento
    pela caixa e vi que o feliz adquirente teria que dar setenta e oito mil reais de
    entrada e, financiando o imóvel por 360 meses (30 anos), a primeira prestação seria
    de R$ 8.252,11, ou seja, só muita insanidade para uma família de classe média
    adquirir esse imóvel financiado.
    Talvez o proprietário tenha sorte de seu imóvel estar em área de expansão
    comercial e seja adequado à instalação de comércio, clínicas, grandes escritórios e
    assim consiga vender o imóvel, mas para alguém morar me parece que o valor ” pra ser caro”
    ainda tem que abaixar muito.
    Por essa dificuldade em financiar penso que os efeitos já atingiram em cheio esses imóveis na faixa entre
    quinhentos mil a um milhão e depois, quando faltar ar para soprar a bolha na faixa abaixo desse padrão, os efeitos se
    espargiram para os imóveis com valores mais módicos.
    Penso que é válido trabalharmos com essa classificação, pois a dinâmica de mercado para essas duas categorias de imóveis
    são bem distintas…

    Feliz natal para todos.

    0
  • carlos 25 de dezembro de 2011 at 11:20

    Ontem assisti uma reportagem na globo news que em principio deve ter passado desapercebido por muitos. A reportagem tratou em um programa inteiro a respeito das novas tecnologias que estao comecando a serem empregadas na construcao civil, maquinas e ferramentas de ultima geracao.
    A reportagem teve um vies positivo elencando principalmente a maior produtividade e menor risco a seguranca do trabalho, com eficiencia maior de 30℅, citando ate mesmo o fim do uso da colher de pedreiro, em breve.
    Bem, soh esqueceram de dizer que essas novas tecnologias aparecem justamente em um momento em que comecam as demissoes o que certamente irah acentuar ainda mais as demissoes.

    Eh esperar p ver….

    0
  • Neo 25 de dezembro de 2011 at 11:29

    “Mas há sinais de que algo está errado. Imóvel está caro, nosso Big Mac é o mais caro do mundo, nosso Corolla é o mais caro do mundo, a nossa arte está ficando a mais cara do mundo”

    LINK:

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,esse-negocio-vai-acabar-mal-so-nao-sabemos-quando-e-onde-diz-gestor,97215,0.htm

    0
  • Profeta do Apocalipse 25 de dezembro de 2011 at 12:05

    eu acho o brasil ridiculo. dizem que alcool e gasolina concorrem livremente. como? na pior das hipóteses o etanol ja tem 18% do mercado! pra que eles vao preocupar em perder espaco para gasolina? vão é aumentar preço! essa mer… vai dar inflacao.. lembram de lula atras de bush( senhor da guerra e do petroleo) querendo vender etanol? lula é um ridiculo. agora a gente paga o preco!. os carros estao 15% menos eficientes gracas a essa mistura ridícula! a entressafra da cana é em maio.. teremos serios problemas…. estou realmente triste com o caminho que o brasil está indo… essa bolha imobiliaria é a ponta do iceberg…

    0
    • xyz 25 de dezembro de 2011 at 14:57

      Este governo passou uma década choramingando para que os EUA derrubassem as barreiras ao álcool brasileiro.

      Os EUA derrubaram definitivamente as barreiras e agora este país não tem eficiência para competir, mesmo usando como base um produto diversas vezes mais eficiente (cana) em relação aos produtos que os EUA usam.

      Obvio que os EUA derrubaram as barreiras porque sabem que agora são competitivos.

      O pior é que a petrobras esta subsidiando álcool e gasolina impostados.

      0
      • Cleyton 25 de dezembro de 2011 at 16:39

        Escutei agora a pouco na Bandnews que essa queda na barreira do álcool não terá efeitos significativos porque o Brasil além de não estar dando conta de abastecer o mercado interno está importando etanol de milho de lá! É pra acabar uma coisa dessas!!

        0
        • augusto 25 de dezembro de 2011 at 17:58

          É o APAGÃO DO NOSSO ETANOL , promovido pelo moluscão e Dilma

          0
  • Paulo 25 de dezembro de 2011 at 12:43

    Qual o CNPJ do convênio do MPOG no Simulador de financiamento imobiliário da CEF?

    0
    • Cleyton 26 de dezembro de 2011 at 20:01

      Paulo, creio que essa informação você consegue no siapenet.gov.br, deve ser o cnpj da sua fonte pagadora, então deve estar no contra-cheque também.

      0
  • Elias 25 de dezembro de 2011 at 15:07

    Concordo com vocês. Não há saída agora.

    Se o governo não levar a sério o controle da inflação, e voltarmos ao cenário dos anos 80 (década perdida, diga-se de passagem), se tornará inviável o financiamento de 30 anos. Um cenário de Inflação é incompatível com financiamentos de longo prazo, e foi justamente esse um dos principais fatores que fez o setor da construção civil andar de lado por anos.

    Por outro lado, para conter a inflação, terá que gastar menos e manter ou subir os juros – o que além de ser ruim no momento, é muito difícil de se fazer em ano eleitoral.

    E agora, José?

    0
  • Profeta do Apocalipse 25 de dezembro de 2011 at 16:12

    essa bolha faz mal pra todo mundo. ta todo mundo ligado que vai dar mer… lendo a materia: ://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/12/23/fazer-unha-ou-tomar-cafe-pesa-ate-6-vezes-mais-em-sp-que-em-ny.jhtm eu li o comentário abaixo. o brasil é simplesmente ridiculo essa galera terá decadas de endividamento.

    Hernani Santos

    2 dias atrás

    Moro nos Estados Unidos Ha 10 anos e uma coisa que me preocupa muito no brasil alem do ridiculo preco dos carros e carga tributaria, os imoveis no Brasil estao indo alem da realidade de qualquer outro pais no mundo. Eh mais barato comprar uma mansao na Florida do que um apto de 3 quartos no Parque Vaca Brava em Goiania. Espero que nao aconteca o mesmo que aqui nos EUA onde as pessoas simplesmente abandonaram suas casas por falta de pagamento. Muitos porque perderam o emprego eh verdade mas outra grande maioria porque nao conseguiu pagar a prestacao nem tao pouco vender estas casas pelo menos pelo preco que pagaram. Sera que o Brasil esta preparado pra isto. Como disseram aqui no Brasil voce compra um carro (ruim) e paga por dois. Sem falar no resto.

    0
    • aiwww 25 de dezembro de 2011 at 22:13

      … aqui na Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro as pessoas passaram a reconhecer como normal um imóvel na planta custar R$ 7.480,00 o metro quadrado … esses corretores devem servir alfafa no stand de vendas … só isso explica…

      0
  • Tiago 25 de dezembro de 2011 at 18:21

    Bélissimo presente de natal… nada como acordar e encontrar uma reportagem como essa no Estadão…

    Vejam os termos… ditos sem papas na língua! O cara não foi pouca coisa… trabalhou na Hedging Grifo… corretora gringa… manja muito!

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,esse-negocio-vai-acabar-mal-so-nao-sabemos-quando-e-onde-diz-gestor,97215,0.htm

    Recortei alguns pedaços… poderia virar tópico!

    A análise de Stuhlberger sobre o Brasil é dividida em duas partes. No curto prazo, afirma, tudo vai bem. “Mas há sinais de que algo está errado. Imóvel está caro, nosso Big Mac é o mais caro do mundo, nosso Corolla é o mais caro do mundo, a nossa arte está ficando a mais cara do mundo”, exemplifica. “Nada disso surpreende a presidente Dilma (Rousseff). O duro é, dentro desse sistema político que vivemos, consertar.” A seguir, os principais trechos da entrevista, dividida por tópicos:

    Fim da corrida do ouro

    “A corrida do ouro acabou. Está subindo há 10 anos. Há algo que tenho convicção absoluta, só não sei o nível: a única coisa com que se vai perder menos são as ações de boas empresas. Não há outra coisa. Imóvel, arte, ouro. Há uma discussão enorme sobre quais são essas empresas, onde elas estão, etc. Estou falando, claro, como algo geral. Afinal, temos 30 setores em mais de 100 países. Não estou recomendando que as pessoas vendam suas casas e invistam em ações. Mas, quando a queda vier, atingirá tudo isso.”

    ….

    0
  • thiago 25 de dezembro de 2011 at 20:00

    Existem medidas mais efetivas por parte do governo no intuito de prorrogar(inflar) a bolha, que não apenas o IPI:

    aumentar o limite de valor do financiamento via carta de crédito FGTS e consequentemente do MCMV
    aumentar o teto da renda permitida para financiamento no programa.
    criar ou aumentar subsídios para construtoras e/ou mutuários
    diminuir taxa de juros e/ou esticar prazos
    ceder terrenos públicos
    corrigir o valor limite dos imóveis em que é possível utilizar o fgts

    Isso aumentaria a capacidade de financiamento dos mutuários e provocaria um repique temporário nas vendas e nos preços. Por quanto tempo? Isso depende do tamanho do “esticamento” efetuado. é óbvio que qualquer uma das medidas gera custo, porém já percebemos que cortar gastos não é prioridade deste governo. Até o momento isso foi possivel porque a receita cresceu continuamente. Quando a crise bater e a receita encolher não haverá mais meios de segurar a saia curta – a calcinha vai aparecer!

    0
  • thiago 25 de dezembro de 2011 at 20:13

    http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1007/noticias/a-tenda-dos-horrores-da-gafisa

    Bolha, tem cheiro de tópico no ar

    A tenda dos horrores da Gafisa

    Demissões, falta de pagamento, uma aquisição desastrada: por que a Gafisa se tornou a empresa mais problemática entre as grandes do setor

    0
  • Guilherme Eduardo 25 de dezembro de 2011 at 21:30

    ht tp://e ame.abril.com.br/re vista-exame/edicoes/1007/noticias/a-tenda-dos-horrores-da-gafisa

    Essa reportagem saiu na internet e na revista também:

    A TENDA DOS HORRORES DA GAFISA

    São Paulo – Não é à toa que os investimentos do bilionário americano Sam Zell são acompanhados de perto. Em 2006, ele vendeu por 39 bilhões de dólares sua empresa de imóveis comerciais, a Equity Properties. Foi o maior negócio da história do mercado imobiliário dos Estados Unidos — que, como se sabe, entrou em colapso meses depois.

    No Brasil, Zell também aprontou das suas. Em maio de 2010, ele começou a se desfazer de ações da Gafisa, quarta maior incorporadora do país, da qual era sócio desde 2005. Quando decidiu vender suas ações, executivos que trabalham para Zell repetiram que ele não estava vendo nada de errado com a incorporadora: a venda fazia parte do ciclo natural de investimentos.

    É impossível saber se a razão foi mesmo essa — ou se Zell estava farejando problemas na operação da Gafisa. O fato é que o investidor americano, mais uma vez, pulou do barco na hora certa. Certíssima, aliás. Nos últimos dois anos, as ações da empresa perderam quase 70% de seu valor na Bovespa.
    Somente nos últimos seis meses, a queda foi de 35%. Aquela que foi uma das mais brilhantes estrelas da onda de aberturas de capital iniciada em 2004 é, hoje, uma companhia vista com desconfiança pelos investidores.

    Os números mostram por quê. A Gafisa tem, hoje, o pior desempenho entre as grandes do setor. Sua rentabilidade é 79% menor que a média das principais concorrentes — Brookfield, Cyrela, MRV, PDG e Rossi. O endividamento é quase 40% maior. Mas os problemas não param aí.

    Numa reunião com investidores no fim de novembro, Alceu Duilio Calciolari, presidente da Gafisa há cerca de sete meses, deu uma declaração que surpreendeu os interlocutores: ele admitiu não ter a dimensão real dos problemas da empresa.

    Os executivos da companhia estão analisando a situação financeira de milhares de clientes de baixa renda que podem não ter como pagar pelos imóveis. Também estão revisando obras com problemas, que podem ser canceladas. “Esse mapeamento é um processo longo, que só vai terminar em 2012”, disse Duilio, como é mais conhecido, a EXAME.

    Até que a amplitude do problema seja inteiramente conhecida, a Gafisa vem tomando algumas medidas emergenciais para administrar o caixa. Uma delas é negociar o pagamento feito a fornecedores. Segundo EXAME apurou, as notas com valor superior a 100 000 reais que venceram em novembro e dezembro só serão pagas nos próximos meses.

    “Essa informação logo se espalhou e deixou os fornecedores assustados. Desde 2004, a empresa não fazia uma renegociação desse porte”, diz um ex-diretor da Gafisa que trabalha, hoje, na concorrência. Companhias como Gerdau e Votorantim reduziram o limite de crédito da incorporadora (procuradas, as empresas não comentaram).

    Duilio diz que esse tipo de prática é normal e faz parte da “correria para atingir as metas do ano”. Além disso, a Gafisa demitiu 200 pessoas do escritório central, 10% de seu quadro de funcionários, na última semana de novembro.

    Como ninguém parece saber ao certo o que vem por aí, é natural que a desconfiança em torno da companhia cresça. Com dificuldade para obter crédito de longo prazo, a Gafisa recorreu recentemente ao financiamento mais caro do mercado de dívida corporativa, a nota promissória.

    É como um cheque especial: fácil de usar, mas com um custo alto. No início de dezembro, a incorporadora fechou a captação de 230 milhões de reais, para ser pagos em um ano, com taxas de juro que variaram de 125% a 126% do CDI, ou algo como 14% ao ano — a média do setor, para financiamentos de prazos até mais longos, fica em torno de 115% do CDI.

    “A taxa é muito alta”, diz Guilherme Rocha, analista do Credit Suisse. Foi a primeira vez que a Gafisa emitiu uma promissória— e a companhia foi a segunda empresa do setor que usou esse instrumento em 2011, de acordo com a Anbima, associação que elabora estatísticas sobre o mercado de capitais.

    “Precisávamos levantar dinheiro rapidamente para colocar em curso uma decisão estratégica, mas ainda não posso dar detalhes do que é”, afirmou Duilio. Executivos do setor dizem que os recursos podem ser usados para pagar a última parcela da compra da empresa de loteamentos Alphaville, que vence no começo de 2012 (a aquisição da Alphaville foi feita em 2006).

    Normalmente, esse tipo de pagamento é feito via troca de ações, para não haver desembolso de caixa, mas, como os papéis da Gafisa caíram mais de 50% ao longo do último ano, a alternativa ficou inviá­vel, já que a diluição dos atuais acionistas seria elevadíssima.

    Em parte, a Gafisa enfrenta problemas comuns à maioria das incorporadoras. Depois da euforia de 2005, 2006 e 2007, quando 20 empresas do setor captaram 12 bilhões de reais em ofertas de ações na Bovespa e lançaram imóveis a toque de caixa, veio a ressaca.

    Nos últimos dois anos, faltaram de pedreiros a aço e cimento nas obras, e os custos explodiram. “A maioria das empresas não tinha estrutura para tanto crescimento. Quando elas perceberam os desvios, já era tarde”, diz João da Rocha Lima, pesquisador da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. A Cyrela, por exemplo, teve um prejuízo de 533 milhões de reais com empreendimentos que custaram mais do que o previsto.

    Só que a Gafisa tem uma enorme dificuldade a mais: a Tenda, incorporadora de baixa renda comprada em 2008 pelo que, na época, parecia uma pechincha — suas ações haviam desabado 60% semanas antes da aquisição. A aquisição da Tenda foi comemorada pelo mercado.

    Mas até hoje a empresa não deu o retorno esperado — na verdade, não deu retorno algum e gerou problema atrás de problema. Segundo o próprio Duilio, a rentabilidade dos projetos da Tenda é próxima de zero, quando deveria estar entre 10% e 15% pelas projeções feitas no momento da compra.

    “O foco da Tenda era volume, não execução. Eles lançavam, mas não tinham capacidade de entregar”, diz Luiz Maurício de Garcia, analista de construção da corretora do Bradesco e ex-gerente de relações com investidores da Gafisa. Os novos donos só perceberam isso após a aquisição, e hoje tentam calcular o tamanho dos problemas herdados.

    Há casos de empreendimentos que custaram 50% mais do que se previa inicialmente e outros que foram construídos sem respeitar o projeto original. Além disso, constatou-se que a Tenda tinha um sistema de análise de crédito rudimentar. Dos 32 908 clientes que compraram seus imóveis, só 5 380, pouco mais de 16%, têm condições de pagar o que devem hoje.

    Cerca de 5 000 não têm o perfil necessário para contratar um financiamento imobiliário e, por isso, a Gafisa vai devolver a eles o que já pagaram pelos imóveis e revendê-los. O restante está em análise.

    A empresa também está revisando a situação de 81 canteiros de obra da Tenda. O objetivo é determinar quantas construções terão de ser canceladas por entraves ambientais ou erros de projeto. “Se essas obras forem canceladas, a empresa vai jogar no lixo o investimento já feito”, diz Alain Nicolau, colega de Garcia no Bradesco.

    “É como se a Tenda fosse um tumor maligno dentro da Gafisa”, diz um executivo que deixou a empresa em 2011. “Os problemas trazidos por ela contaminam o grupo.” Quem era alocado para trabalhar com os empreendimentos da Tenda costumava ver isso como punição, já que sabia que a chance de conseguir cumprir metas e receber bônus era mínima.

    Em janeiro, a Gafisa vai transferir os 250 funcionários que trabalham em projetos da Tenda (incluindo diretores) para outro prédio, na região central de São Paulo.

    A explicação oficial é que, assim, eles poderão conhecer melhor o perfil dos clientes de baixa renda, porque o novo escritório fica no mesmo prédio em que funciona a loja mais movimentada da Tenda. Mas funcionários dizem que o objetivo real é separar as equipes da Tenda e da Gafisa para reduzir o mal-estar entre os profissionais.

    Joia da coroa

    A mudança faz parte de uma reestruturação mais ampla que a Gafisa anunciou há um mês. Daqui para a frente, só serão feitos lançamentos para clientes de baixa renda que tenham sido aprovados previamente pela Caixa Econômica Federal, com a garantia de que os compradores serão financiados pelo banco.

    “Prefiro demorar mais para lançar a voltar a ter essas dificuldades. Há muita demanda na baixa renda, mas é fácil esses clientes perderem a capacidade de pagamento ao longo da construção”, diz Duilio. A maioria dos analistas aprovou a decisão da empresa de ser mais conservadora.

    A Gafisa perdeu mais da metade de seu valor de mercado em 2011. É avaliada em pouco mais de 2 bilhões de reais, praticamente o mesmo que empresas menores, como Eztec e JHSF. Seu patrimônio é cerca de 75% maior que o valor em bolsa, um sinal de que suas ações estão extremamente baratas — e, por isso, a companhia foi procurada por fundos de private equity e outras incorporadoras.

    “Todo mundo teve umas três reuniões nos últimos meses para falar de Gafisa”, diz o sócio de um fundo. O que mais interessa é a operação de Alphaville, o melhor negócio da Gafisa, com uma margem de lucro de cerca de 30%.

    EXAME apurou que PDG e pelo menos dois fundos fizeram ofertas por Alphaville. “É a nossa joia da coroa. Não vamos vender”, diz Duilio. Vender Alphaville e ficar com a Tenda: eis uma troca que executivo nenhum gostaria de fazer.

    0
    • Sérgio 25 de dezembro de 2011 at 21:45

      ======================= MATÉRIA PARA NOVO POST =========================
      Para quem não mais acreditava em papai noel: um pequeno presente para nosso blog, para o deleite de todos.

      0
    • Sérgio 25 de dezembro de 2011 at 22:01

      Essa parte aqui é fabulosa:
      .
      “Há casos de empreendimentos que custaram 50% mais do que se previa inicialmente e outros que foram construídos sem respeitar o projeto original. Além disso, constatou-se que a Tenda tinha um sistema de análise de crédito rudimentar. Dos 32 908 clientes que compraram seus imóveis, só 5 380, pouco mais de 16%, têm condições de pagar o que devem hoje.”
      .
      A tenda hoje entra pra o rol das desculpas: chuva, greve correio, carnaval,semana santa, estiagem, dentre outras.

      0
      • Ratinho 26 de dezembro de 2011 at 11:16

        ..só 5 380, pouco mais de 16%, têm condições de pagar o que devem hoje…

        Não tá muito longe da média nacional… Eles vão retomar 5000 imóveis (e juram que vão devolver o que foi pago), imagine quando a coisa explodir quantos imóveis serão devolvidos a todas as companhias.

        0
    • Zoom 25 de dezembro de 2011 at 22:27

      Caraca, reconheceram os problemas.

      “Os executivos da companhia estão analisando a situação financeira de milhares de clientes de baixa renda que podem não ter como pagar pelos imóveis. Também estão revisando obras com problemas, que podem ser canceladas. “Esse mapeamento é um processo longo, que só vai terminar em 2012”, disse Duilio, como é mais conhecido, a EXAME.”

      Será que tem pessoas para arriscar na Gafisa?
      Aqueles que compraram a ano atrás, devem estar nervosos.

      0
    • veigalex 26 de dezembro de 2011 at 01:45

      Feliz ano novo. Adeus Gafisa velha!
      Que a bolha faça PLOC no ano que vai nascer…

      Pouco dinheiro no bolso e milhares de anúncios para vender!!!

      0
  • Tico RJ 25 de dezembro de 2011 at 21:47

    Olá, pessoal.
    Estou em BH. Aproveitando a minha estadia, percorri algumas ruas do bairro onde costumo ficar. Fiquei surpreso ao ver várias placas de vende-se em apartamentos e pequenas faixas em alguns pontos da rua anunciando vendas de aps. Não eram muitos, mas é uma coisa incomum naquele bairro.

    Aproveito, e desejo a todos Feliz Natal com muitas bençãos.

    0
  • veigalex 26 de dezembro de 2011 at 02:09

    Houston.. we have a problem again..

    São Paulo – A Tenda, braço imobiliário da Gafisa voltado para a baixa renda, tem um novo presidente. Rodrigo Osmo assumiu o cargo no lugar de Fernando Calamita, que segue no Grupo como diretor de planejamento e controle.

    A mudança já havia sido anunciada, junto com os resultados do terceiro trimestre, quando a empresa anunciou a separação da gestão nas três marcas do grupo: Alphaville, Gafisa e Tenda.

    A Tenda passou por alguns percalços nesse ano. A Gafisa iniciou a reavaliação de cerca de 2.000 vendas pendentes da Tenda e decidiu só lançar empreendimentos aprovados pela Caixa Econômica Federal e que estejam com pelo menos 50% das vendas já encaminhadas, para amenizar o impacto financeiro negativo que o segmento vinha gerando ao grupo.

    No final de novembro, a Gafisa anunciou a redução da meta de lançamentos para este ano. O guidance inicial que estava entre 5 bilhões de reais e 5,6 bilhões de reais foi reduzido para 3,5 bilhões de reais e 4 bilhões de reais .

    Osmo era diretor financeiro da Gafisa, onde trabalha há cinco anos. Osmo é formado em Engenharia Química pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e possui mestrado em Administração de Empresas pela Harvard Business School. Antes de ingressar na companhia, atuou como executivo da GP Investimentos e consultor da Bain & Company. Ele também foi professor assistente de Finanças da Escola de Negócios de Harvard, Harvard University, e sócio-fundador da Ysoquim Representações Internacionais.

    0
  • Davi 26 de dezembro de 2011 at 07:45

    07:11 ESTADÃO: CRÉDITO IMOBILIÁRIO VAI CONTINUAR FARTO EM 2012

    São Paulo, 26 – O crédito imobiliário deve continuar tão farto em 2012 quanto foi no decorrer deste ano. O preço dos imóveis, no entanto, ainda tende a demorar um pouco para cair. Mas novas altas não devem ocorrer. Por isso, dizem especialistas, o consumidor terá facilidade em realizar o sonho da casa própria por meio do crédito. Mas adquirir imóveis como investimento,
    alertam, pode não ser um bom negócio.

    Dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) projetam o aumento na concessão do crédito habitacional. Segundo o sindicato, 2011 deve fechar com volume de R$ 117 bilhões em financiamentos desse tipo. Para 2012, a projeção é de R$ 152,1 bilhões em crédito habitacional. A estimativa de crescimento para 2011 representa elevação de
    30% em relação a 2010, quando o crédito imobiliário atingiu um montante em torno de R$ 90 bilhões.

    “É um salto significativo e explica a evolução e as mudanças do setor da construção”, avalia Ana Maria Castelo, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo desenvolvimento do estudo do Sindicato.

    Se o crédito está farto, a demanda cresce, o que impulsiona o aumento no preço dos imóveis. Especialistas no assunto, entretanto, acham que não há mais muito espaço para os valores subirem, mesmo se houver aumento na oferta de crédito.
    “Estamos muito próximos do teto dos preços”, avalia Denise Vasconcellos, professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

    A principal origem do crédito neste e no próximo ano continuará sendo o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que deve responder por R$ 81 bilhões em 2011 e pelo menos R$ 107 bilhões em 2012, ainda segundo estimativas do Sinduscon. Os recursos do FGTS devem somar R$ 36 bilhões neste ano e R$ 45 bilhões em 2012.

    Oferta. Outro fator que colabora para a alta nos preços é o tamanho da oferta de casas – que, ultimamente, tem sido menor do que a procura. O Sinduscon informa, porém, que o número de lançamentos em 2011 já superou a quantidade lançada em 2010:
    são 26.365 unidades inauguradas em 2011, contra 25.818 mil do ano passado. Esse é um sinal de que, em algum momento, os preços podem começar a cair. “Isso mostra que a oferta já começa a se recuperar”, comenta Ana Maria.

    O número de negócios fechados no decorrer deste ano, por sua vez, é menor do que o registrado em 2010. Segundo o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), a quantidade de vendas de casas novas fechadas ao longo deste ano é 40% menor que o número obtido em 2010; no caso de imóveis usados, o número de negócios é 26% menor.

    “Os preços continuaram subindo neste ano. O número menor de vendas é um sinal de que os preços estão altos e precisam parar de subir ou novos negócios não serão feitos”, afirma José Augusto Viana, presidente do Creci-SP. Para ele, as construtoras foram “afoitas em 2011” ao continuar com as altas nos preços. Agora, porém, “terão de se adequar à realidade ou
    não conseguirão vender os imóveis”.

    Investimento. “Como investimento eu não recomendaria imóveis”, afirma Fábio Colombo, administrador de investimentos que atua no mercado há mais de 20 anos. “O motivo é simples: os preços estão altíssimos. Não sei se eles cairão, mas subir mais é muito difícil. Portanto, se o intuito é ganhar dinheiro, os imóveis não são um bom negócio”, emenda o especialista.

    A opinião de Fábio Colombo é endossada por Fábio Braga, diretor da Porto Seguro Consórcio. Ele também considera que os preços estão próximos ao teto, portanto, acha que não há muito espaço para subir. “E é por essa perspectiva de não haver mais altas que não considero os imóveis uma boa para quem quer investir neste momento.”
    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Roberta Scrivano)

    0
    • Davi 26 de dezembro de 2011 at 08:00

      É sempre bom saber que os preços estão próximo do teto … interessante, ha quantos meses eles estão chegando perto do topo?

      0
      • Ratinho 26 de dezembro de 2011 at 10:23

        É mesmo, parece um movimento assintótico… E acho que cada um tem sua própria definição de teto, assim como de demanda reprimida.

        0
    • augusto 26 de dezembro de 2011 at 08:54

      Dizer que o preço dos imóveis não vai mais subir, eu acho que este pessoal não sabe nada. Prefiro acreditar nos corretores, nos proprietários que acreditam em papai noel, e eu mesmo acredito neste bom velhinho desde criancinha. – KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      Afinal das contas imóvel nunca deu prejuizo, a não ser nos EUA, Japão, Espanha, China, e agora no Brasil vamos experimentar este remédio, isto é prejuizo para quem comprar nestes preços absurdos (mas estes otários merecem mesmo)
      Mas como dizem os corretores que tem nivel cultural altíssimo, imóvel mesmo agora com preços absurdos, é um bom investimento (pelo menos na cabeça ôca deles)

      0
    • RT 26 de dezembro de 2011 at 10:09

      Vejam os seguintes trechos:

      1) “Estamos muito próximos do teto dos preços”, avalia Denise Vasconcellos, professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

      Só eu que achei estranho ela dizer que estamos “próximos do teto dos preços”????

      Francamente, eu acho que o teto já foi ultrapassado faz muuuuito tempo, lá em 2009… alguém discorda?

      2) Para José Augusto Viana, presidente do Creci-SP, as construtoras foram “afoitas em 2011″ ao continuar com as altas nos preços. Agora, porém, “terão de se adequar à realidade ou
      não conseguirão vender os imóveis”.

      Esse tipo de afirmação, na minha opinião, é uma sutil malandragem… pois quando ele diz que “as construtoras foram afoitas ao continuar com as altas de preços EM 2011”, parece que até ano passado, as altas de preços eram condizentes com a realidade, e somente neste ano é que se tornaram abusivas.

      Fala sério… na minha opinião, os preços já entraram absurdos em Janeiro de 2010, sem espaço para subir. Mas continuaram subindo, e a bolha já entrou totalmente inflada em 2011.

      Aí, amigo, não faz diferença nenhuma aumentar ou não aumentar, porque não vai vender em nenhum dos dois preços… apartamento no Humaitá custando 900 mil (como foi em 2010)?? Qual o problema em aumentar pra 1 milhão (foi o que ocorreu em 2011)? Ninguém vai comprar mesmo…

      0
  • João Paulo (Contagem - MG) 26 de dezembro de 2011 at 10:12

    E por isso digo e afirmo, temos e que divulgar essa ideia, essa mentalidade de meu imóvel sobe o valor, porque o meu vizinho aumentou, e coisa de gente sem a menor noção da realidade, onde pessoas cobram valores absurdos, sem que nada tenha melhorado em relação ao imóvel que justifique a escalada desses preços, por isso vamos usar e abusar das redes sociais, e canais de comunicação que temos disponíveis, recomendo a todos no Twitter a hashtag #BolhaImobiliariaBrasil, para chegarmos cada vez mais aos ouvidos dos “Investidores” e curiosos de plantão…

    Abraços a todos e feliz natal atrasado e um prospero e justo ano novo.

    0
    • RT 26 de dezembro de 2011 at 10:19

      “essa mentalidade de meu imóvel sobe o valor, porque o meu vizinho aumentou”

      Isso é muito comum mesmo.

      Semana passada mesmo, entreouvi uma conversa entre dois colegas de trabalho aqui na minha sala… um que está querendo vender uma casa disse para o outro: “não vendo por menos de X, pois a minha casa tem isso e aquilo que a do vizinho, que custa 0,9 * X, não tem”.

      Eu acho que por trás dessa mentalidade, existe o desconhecimento de um mínimo do mercado junto com um certo “whishful thinking”… a pessoa está toda feliz com seu “patrimônio” e não vai tomar a iniciativa de diminuí-lo… se tivesse um mínimo de conhecimento, entenderia que não adianta botar um preço de um milhão para ter um milhão, que é preciso que o mercado esteja disposto a pagar isso…

      0
    • Fabiano 26 de dezembro de 2011 at 10:26

      João Paulo no prédio em que minha mãe mora existem 3 apartamentos a venda.

      3 quartos 98 metros quadrados

      cada um pede um valor ,o mais baixo o cara esta pedindo 285 mil reais , ai tem um cara pedindo 300 mil e um outro pedindo 320 mil

      é como vc mesmo disse cada um pede o valor que lhe da na cabeça , agora se vai vender pelo valor pedido pelo dono é outra história rs

      é aquilo quanto maior a nescessidade de grana do proprietario menor o valor ..

      0
      • Ratinho 26 de dezembro de 2011 at 10:36

        Como eu disse, a web facilita essa isso. Qual um olha os preços anunciados e já se considera um especialista no mercado.

        0
      • João Paulo (Contagem - MG) 26 de dezembro de 2011 at 10:37

        E assim mesmo amigos, estamos vendo preços que simplesmente brotam da mente fértil dos proprietários, que por muitas vezes jamais viu a quantia que pedem, e fazem isso sem olhar ao redor, aos problemas do bairro, a renda per capta da região, a qualidade de vida oferecida pela cidade, olhe esse link abaixo, para quem conhece o bairro e a cidade, sabem que de fato esse valor está muito acima da realidade, ou todo mundo pediu ao bom velhinho ser milionário, e só eu não pedi.

        http://www.netimoveis.com/detalhe.aspx?data=bmV0aW1vdmVpcyYzNDE1MjkmNyZuZXRpbW92ZWlz

        0
    • xyz 26 de dezembro de 2011 at 12:04

      Quem vende um bem o faz pelo maior preço que conseguir.
      Os proprietários têm todo o direito de pedirem preços exorbitantes.
      Enquanto existir incautos dispostos a fazer um financiamento e pagar o preço pedido os proprietários, construtoras e imobiliárias vão surfar a onda da bolha.
      A bolha estoura quando o número de desesperados para vender for significativamente grande para influenciar no mercado.

      Conheço pessoas de excelente formação, conhecem diversos países, têm acesso fácil à informação e já ouviram falar na tal “bolha” por diversas vezes, MAS continuam acreditando que os preços vão subir indefinidamente.

      0
      • augusto 26 de dezembro de 2011 at 12:50

        Podem ter excelente formação, conhecer paises e mais paises, mas não passam de mal imformados e mentecaptos. Tb devem acreditar em papai-noel, saci pererê, e outras baboseiras
        Seus conhecidos devem no minimo ter vários imóveis comprados há pouco tempo, e agora estão com abacaxis encalhados

        0
        • xyz 26 de dezembro de 2011 at 15:24

          A mente humana é mais complexa do que nós podemos supor.
          Nossas crenças não se moldam simplesmente pela cultura/inteligência/conhecimento/informação.

          0
  • carlos 26 de dezembro de 2011 at 10:48

    Mercado baiano acumula maior estoque da história

    Por Pacheco Maia

    Aumentar

    Diminuir

    O mercado imobiliário baiano acumula o maior estoque de unidades de sua história. São 18 mil novos imóveis prontos e em construção à espera de compradores. A sobra nunca foi tão grande.

    “Canja de galinha e cautela não fazem mal a ninguém”, já dizia o velho provérbio. A Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA) tem recomendado prudência aos associados na hora de lançar novos empreendimentos.

    Nas reservadas reuniões do setor, a orientação, como se diz no popular, é “só ir na boa”. Para não aumentar o encalhe diante da escassez de compradores, os novos lançamentos devem ser muito bem planejados, com acurados estudos de demanda.

    Num mercado que sempre demonstrou disciplina para equilibrar oferta e demanda, o estoque elevado surpreende. A euforia do comprador com o maior acesso ao crédito agora arrefece diante do aumento de preços dos imóveis decorrente da inflação de custos e da baixa produtividade do setor.

    Mas o problema não é exclusivo da Bahia. Outros estados também sofrem a retração nas vendas e o crescimento do estoque de imóveis novos, a exemplo de São Paulo.

    A questão agora é saber se a tradicional lei de mercado vai prevalecer, causando a queda dos preços dos imóveis diante de uma maior oferta que demanda. Quem se habilita a responder?

    http://noticias.bahianoticias.com.br/conteudo/imoveis/noticias/mercado-baiano-acumula-maior-estoque-da-historia

    0
    • Lucas 26 de dezembro de 2011 at 13:31

      “Nas reservadas reuniões do setor” = preço artificial = cartel

      0
  • carlos 26 de dezembro de 2011 at 10:57

    Imovel encalhado?
    Seus problemas acabaram, eh soh ler o anuncio abaixo, rsrs

    Localização: Piracicaba, São Paulo, Brasil Data de publicação: Março 19 Telefone: (19) 3433-2254

    Co nt at a r a o A nu nc ia nt e Co nt at a r a o A nu nc ia nt e

    Não consegue vender seu imóvel? Ele parece “encalhado” e nenhuma imobiliária ou corretor consegue negócio? Pode ser um problema espiritual! O esotérico Professor Michel tem a solução, com magia certeira que abrirá seus caminhos para vender qualquer imóvel! Você só pagará quando vender seu imóvel! Atende-se todo o Brasil pelo telefone (19) 3433-2254. Sigilo garantido e atendimento personalizado. Visite o site http://www.almamistica.com.br

    A coisa deve estar ficando feia mesmo, pra ter quecontratar corretores do alem….

    Kkkkk

    Kkkkkk

    0
    • augusto 26 de dezembro de 2011 at 12:47

      Nesta cidade no mes de setembro deste, segundo pesquisa do creci sp , não se vendeu nenhum apartamento. Nada, nadinha.
      De nada adianta os corretores falarem que um agrande empresa coreana de veiculos, está instalando-se lá. Pasmem apregoam que 150.000 (cento e cinquenta mil) funcionários trabalharão na fábrica. Só rindo, mas o mercado não é bobo, e agora resta apelar para o sobrenatural para desncalhar imóveis por lá

      0
  • realidade 26 de dezembro de 2011 at 11:55

    A porteira vai ficar muito pequena no estouro da boiada….hehehhee

    0
  • Davi 26 de dezembro de 2011 at 13:15

    Se alguém for assinante e conseguir postar a news aqui:

    h t t p://w w w .valor.com.br/financas/1152864/credito-imobiliario-perde-folego-e-adia-falta-de-recursos

    0
    • xyz 26 de dezembro de 2011 at 15:33

      Essa estória de falta de recursos é mais uma estratégia do mercado: “compre agora pois amanhão não haverá mais financiamento”.

      Não vai faltar recursos enquanto o governo puder desviar dinheiro da dívida pública para CEF e BNDES ou mesmo “criar” dinheiro de forma mais direta.

      0
    • Ademir 26 de dezembro de 2011 at 15:39

      h ttp://pmkaadvogados.blogspot.com/2011/12/credito-bancos-testam-fontes.html

      ou

      h ttp://www.almeidabugelli.com/clipping/?p=7558

      0
  • Luiz 27 de dezembro de 2011 at 10:42

    A MENTIRA do aumento das vendas nos shoppings explicada aqui:

    “Atualmente, existem em funcionamento no País 802 shopping centers, 36 a mais do que no ano passado” (Fonte: ESTADAO).

    As vendas em shopping aumentaram 5%.
    Acontece que o número de shoppings tbm aumentou 5%.

    o velho truque de aumentar a amostra pra mostrar aumento

    0
  • Fabricio 29 de dezembro de 2011 at 09:55

    Opa, já começaram a falar em estabilização de preços agora. Engraçado que recentemente falaram que iria subir desenfreadamente:
    h t t p://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1207713&tit=Preco-de-imovel-novo-sobe-39-em-2-anos-e-passa-de-R-600-mil

    0
  • Thiago 29 de dezembro de 2011 at 14:18

    Segure-se quem puder!!! a bolha vai estourar antes do previsto!!!

    0
  • Carlos 15 de maio de 2012 at 21:23

    Bolha Imobiliaria???
    Não se iluda com os boatos.. veja aqui a real situação imobiliaria no Brasil!
    http://www.youtube.com/watch?v=oNwWrksh75Q

    0
    • Bolha Imobiliária 15 de maio de 2012 at 21:34

      Não entendi pq tamanho desespero em ficar publicando isto aqui no site…

      0
    • aiwww 16 de maio de 2012 at 11:25

      Bolha? Onde? .. tem uma aqui no meu pé ! 🙂 …

      .. agora, falando sério. Gostaria que aqueles que defendem a não existência da bolha explicassem as cotações dos papéis das construtoras.

      … pago uma caixa de cerveja para quem consegui dar explicações plausíveis.

      … como diz um velho ditado “A bolsa diz tudo antes de acontecer”

      0