Aluguel residencial fica 2,5% mais barato em 2015, diz Secovi-SP – G1

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Comments
  • CA 20 de janeiro de 2016 at 13:29

    Sobre o tópico:

    Redução NOMINAL (sem considerar inflação) em 12 meses. Redução real (considerando inflação) ficou portanto acima de 13% no ano.

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    • MINEIRO SPY 20 de janeiro de 2016 at 13:33

      Imaginemos ao fim de 2017 qual será a queda real acumulada. Azufre vai acertar…50 a 60%.

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      • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 13:40

        O palpite de 60% era sobre o preço de venda. Para o aluguel não tenho palpite…. ainda. Vai acompanhar a renda. Como essa não subiu tanto nos últimos anos, acho que algo em torno de 40% seria razoável (pronto, agora tenho palpite).

        13+
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    • Bolhista2009 21 de janeiro de 2016 at 00:12

      CVR
      Acompanho o leilões da C A I X A há aproximadamente 5 anos, desde 2011 quando trabalhei lá. Hoje baixei a lista completa de imóveis no DF. Até o inicio do ano passado tinha no máximo 5 ou 6 imóveis, esse ano já tem mais de 50 imóveis… Não existe crise é só acomodação de preços… #SQN. A coisa vai piorar muito antes de melhorar…

      10+
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      • Bolhista2009 21 de janeiro de 2016 at 00:14

        Outra observação o imóveis na Bahia (sempre mais de 100 imoveis) não tinha fotos, hj todos tem foto. Aqui só alguns tem foto disponível..

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      • joselito 21 de janeiro de 2016 at 09:19

        a C A I X A precisa fazer caixa para pagar os milhões dos clubes de futebol – devedores contumazes.

        Desafio alguém que consiga patrocínios milionários do poder público enquanto deve 0,5bilhão para o mesmo….

        2+
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  • MINEIRO SPY 20 de janeiro de 2016 at 13:32

    Após carnaval comecarei a dar cartadas nos aps que busco em BH. TODOS tem caído a olhos vistos na savassi e funcionários.
    Curiosamente ainda vejo absurdos como aluguel de quarto e sala por 1500 e condomínio de 1300.
    Colega tentando alugar ap na Estevão Pinto…3 quartos com 1 vaga. Começou pedindo 2300. Hoje está em 1800 e não aluga.

    22+
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    • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 13:37

      “Curiosamente ainda vejo absurdos como aluguel de quarto e sala por 1500 e condomínio de 1300.”

      Podem ser anúncios de 2013 ou 2014 que se arrastam. Existe isso.

      8+
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  • Habiba 20 de janeiro de 2016 at 14:00

    Eu estou fazendo um curso na Coursera, Financial Markets com o Robert Shiller, e agora estou na aula falando sobre teoria da dívida (“https://www.youtube.com/watch?v=3Ir6sbDAx4c”) e no final da aula ele fala um pouco de usura, sobre o significado disso na Bíblia ser controverso, mas o que eu achei interessante é ele falar sobre ser imoral e tal, eu acho imoral você emprestar dinheiro para alguém comprar um imóvel financiado em 35 anos. Acredito que a usura foi o grande pecado capital responsável pela crise econômica que vivemos hoje. Na aula ele também fala como os emprestadores tem vitimizado as pessoas, e acho que na verdade muitas pessoas foram vitimizadas com isso. Claro que não tiro a responsabilidade destas de se informarem, mas com certeza houve todo um contexto para que isso acontecesse, no Brasil somos educados para achar normal financiar, afinal, conheço muitos que dizem sem pestanejar que se não fizerem dívidas não terão nada rs…

    19+
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    • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 14:24

      Credor, há 4 mil anos levando a culpa pela devassidão dos devedores.

      44+
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      • MINEIRO SPY 20 de janeiro de 2016 at 15:38

        Os defensores da dívida cidadão piram nessa frase

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    • Ilusionista 20 de janeiro de 2016 at 15:48

      STJ mudando alguns entendimentos da alienação fiduciária para a retomada do imóvel e leilão.

      http://genjuridico.com.br/2016/01/18/alienacao-fiduciaria-em-xeque-a-visao-do-superior-tribunal-de-justica/

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      • DRN 20 de janeiro de 2016 at 15:51

        “Azufre 20 de janeiro de 2016 at 14:24

        Credor, há 4 mil anos levando a culpa pela devassidão dos devedores”.

        7+
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      • CA 20 de janeiro de 2016 at 16:37

        Ilusionista,

        Estão gerando maior insegurança e risco para os bancos que tem que retomar os imóveis por falta de pagamentos.

        Fazem isto exatamente no momento em que as retomadas de imóveis por bancos em virtude de inadimplência dobraram (sem ter tido aumento de vendas, ver tópico anterior com reportagem do Estadão sobre 40% de distratos em relação a vendas).

        Devem ter adotado esta solução porque o volume de processos na justiça por parte daqueles que perderam seus imóveis também devem ter aumentado muito e ainda, como todos os leilões estavam indo para segunda praça e com valor que cobria só a dívida para banco, os ex-proprietários estão perdendo 100% do que haviam investido, isto em larga escala. Para piorar, nem na segunda praça tem conseguido vender, então bancos também estão entubando uma parte do prejuízo e vendendo por menos que o valor da dívida do ex-proprietário. Tudo isto que consta neste parágrafo, consequência típica de toda explosão de bolha imobiliária ao redor do Mundo…

        Qual a consequência possível da combinação das informações acima com agravamento da crise na economia, que fatalmente levará a novos aumentos no desemprego, endividamento e inadimplência?

        Se estão colocando cada vez mais ameaças / riscos, e já temos riscos se concretizando (exemplo: bancos não conseguirem recuperar nem o valor da dívida do ex-proprietário), não restará outra alternativa aos bancos a não ser aumentar o retorno esperado (juros do crédito imobiliário), o que fará com que o mesmo se torne cada vez mais escasso e caro, aumentando cada vez mais os distratos porque famílias não conseguiram o empréstimo imobiliário e por consequência, os estoques e dívidas das construtoras, fazendo nova pressão para que as construtoras reduzam seus preços para conseguirem pagar suas dívidas, gerando volume maior de distratos porque mais investidores vão desistir ao verem o ágio inviável em virtude destas novas reduções de preços por construtoras, ao mesmo tempo que os próprios leilões dos bancos irão gerar prejuízos crescentes aos bancos por não conseguirem competir com as construtoras no novo patamar de preços reduzidos, levando a novos aumentos de juros e restrições de crédito imobiliário e assim, alimentando o circulo vicioso que contém cada vez mais eventos colaborando para a destruição da bolha imobiliária.

        23+
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        • Bolha de Tudo 20 de janeiro de 2016 at 18:44

          indo cada vez mais…
          ladeira abaixo…

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  • AKIRAMASTER 20 de janeiro de 2016 at 14:10

    Boa tarde bolhistas, corvos e MAVs.

    gostaria de saber a opiniao de voces sobre a petro?
    esta na hora de entrar ou rumo aos 12 centavos?

    Obrigado
    ILAC 21 em Jundiai esta cada dia melhor, ressaltando que agora nao somos mais a unica cidade de sp com agua.rsrsrsr

    3+
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    • Awulll 20 de janeiro de 2016 at 15:16

      Tem muita coisa pra acontecer ao meu ver…
      Os processos lá nos EUA ainda nem acabaram.
      A governo não passa confiança e a empresa é estatal, então…
      Eu só entraria quando esses dois problemas estivessem “resolvidos”. Ou uma super alta do petróleo.
      Do contrário, só especulando mesmo.

      7+
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    • FabianoSJC 20 de janeiro de 2016 at 15:42

      Eu só compraria se estourasse uma guerra no oriente médio

      5+
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    • Pepper 20 de janeiro de 2016 at 16:02

      Espera sair o resultado dos processos nos EUA.

      Isso por si só já vai causar uma desvalorização violenta.

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    • Mn 20 de janeiro de 2016 at 21:03

      espere a crise de liquidez….

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    • chigo 21 de janeiro de 2016 at 10:32

      Tem outras melhores. Vide BB.

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  • Crocs 20 de janeiro de 2016 at 14:12

    IBOVESPA -2,35%
    DÓLAR R$ 4,12

    Hoje o dia está sendo punk!

    9+
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    • RicardoSP 20 de janeiro de 2016 at 14:22

      PETR4 – 4,31

      Ela e o Dólar vão passar o carnaval juntinhos…

      9+
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    • Davy Jones 20 de janeiro de 2016 at 16:56

      Cadê os 200 mil pontos do Ricardo Abobrinha???

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  • Alemon Fritz 20 de janeiro de 2016 at 14:26

    kkk, leiam lá e se divirtam,

    A 15 dias do Carnaval, oferta de casas para alugar em Olinda ainda é grande

    …A especulação imobiliária atingiu a Cidade Alta nos anos anteriores à crise — e com o agravamento da situação, muitos imóveis estão sob o efeito do encalhe.

    ..Em geral, sentimos uma baixa de 20% a 30% nos preços. E estes descontos aumentaram de oito a dez meses pra cá…

    -http://carnaval.uol.com.br/2016/noticias/redacao/2016/01/20/a-15-dias-do-carnaval-oferta-de-casas-para-alugar-em-olinda-ainda-e-grande.htm

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    • selvagem 20 de janeiro de 2016 at 15:16

      Graças ao vírus Zica conheço várias pessoas que estão morrendo de medo de ir ao nordeste. Estou falando de gente que vai para lá TODO o ano.

      Eis aí algo que não está sendo divulgado, mas a queda em turismo deve ser algo ABSURDO. Se vai ou não ser divulgado….

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      • Barnabezinho 20 de janeiro de 2016 at 15:27

        passagem aérea caríssima para o NE todo no período da olimpíada. Mas muita gente está com medo… isso ainda vai impactar, mas só depois das benditas, porque a midia nao vai dar esse barato…

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        • OdeioTijolos 20 de janeiro de 2016 at 17:03

          Litoral da Banania virou esgoto. Pela mesma faixa de preço de GRU – REC.Dá para visitar o Caribe colombiano , Cartagena ou a ilha de San Andrés. Muito mais negócio pela mesma faixa de preço 1200 Marcos Bananense.

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      • Alemon Fritz 20 de janeiro de 2016 at 15:44

        Outro impacto…
        pelo menos 20% das mulheres estão evitando a gravidez (principalmente no nordeste) e recomendado pelos médicos e imprensa,
        …isso provocará uma diminuição na população de cerca de 2-4 milhoes de pessoas já em 2025 (mais ou menos) na faixa com menos de 19 anos… antecipando o envelhecimento e redução da pop p antes de 2040,
        sem falar da crise.

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  • CA 20 de janeiro de 2016 at 14:39

    Trazendo do tópico anterior (quando vi, já tinha aberto este novo tópico), estava em resposta a um comentário meu sobre inflação e juros:

    —————————————————————————————————————————————————————————————–
    Mcd 20 de janeiro de 2016 at 10:40
    Considerando que a inflação atual não é da demanda, pelo menos eu acho, qual o efeito de aumentar taxa de juro sobre inflação? A contrapartida disso seria deprimir ainda mais a economia, reduzindo ainda mais a arrecadação…qual o efeito positivo?

    ——————————————————————————————————————————————————————————————

    Quais as principais causas para a inflação de 2015 ter ficado muito acima da meta, segundo as informações prestadas por Tombini (BC) para Barbosa (Ministério da Fazenda)?

    1) Desvalorização muito acentuada do R$ em relação ao US$, levou a aumento de preço de vários commodities que se refletiu na inflação. Mesmo com queda de consumo da China, o agronegócio pôde aumentar preços em R$ porque graças a maxi-desvalorização do R$, estes preços em US$ ainda ficaram baixos para a China e o resto do Mundo comprar. Exemplo SIMPLISTA: Suponha que um produto tenha preço de R$ 10, com 1US$ = R$ 2, ele custa 5 US$ para quem está comprando, agora com 1 US$ a R$ 4, ele passa a custar US$ 2.5, neste caso, o exportador pode aumentar o preço para R$ 12, por exemplo e com isto, o comprador pagará US$ 3 que ainda assim é uma grande redução em relação ao preço anterior em US$. Claro que se eles ganharam mais competitividade em função do câmbio, no total das exportações eles podem crescer. Naturalmente repassam este aumento para o preço praticado para consumo interno, mesmo que este consumo interno se reduza em virtude disto, compensam com o maior volume de exportações por serem mais competitivos e com a maior margem de lucro em R$, ou seja, a queda do consumo interno não é suficiente para conter o aumento dos preços em função da desvalorização muito elevada e rápida do R$ perante o US$, aliás isto foi claramente confirmado durante o ano de 2015;

    2) Efeito Petrobrás, que teve que dar aumento nos combustíveis em virtude da situação de penúria do caixa, que foi agravada pelo fato do Governo ter contido à força o reajuste no passado, altamente inflacionário pois afeta custos de quase todos os produtos e serviços ;

    3) Energia elétrica, que teve aumento relevante no ano e da mesma forma que os combustíveis, o aumento se reflete no custo de todos os negócios.

    As 3 causas acima foram as principais, embora tenhamos outras. Vejamos então a relação do juros com parte delas e com algumas outras:

    1) A tendência para 2016, frente a ameaças vindas da bolha da China que tem forte impacto sobre o Brasil (em especial sobre os commodities minerais), aumento de juros pelo FED americano, perca cada vez maior de confiança no BC brasileiro e na capacidade do Brasil de superar a crise fiscal, etc., é de que os investidores continuem fugindo do Brasil e assim, o US$ continue subindo, alimentando a inflação conforme mecanismos de transmissão explicados mais acima. Uma forma de reduzir este impacto, seguindo os conceitos relacionados a risco e retorno, é oferecer um juros maior no Brasil, assim mais investidores e empresas terão disposição para manter seus US$ por aqui (vão enxergar maior risco, mas como o juros será mais alto, valerá a pena) e com isto a cotação do US$ cai, por tabela, beneficiando o controle inflacionário;

    2) Efeito Petrobrás: a Petrobrás é dona de um monopólio e mais importa do que exporta petróleo. Embora o preço do barril do petróleo tenha caído muito em US$ no mercado internacional, em função da sua situação de penúria no caixa ela não consegue repassar esta queda para os preços dos combustíveis internamente. Ocorre ainda, que uma cotação muito elevada do US$ faz com que a Petrobrás tenha o seu endividamento em US$ crescendo cada vez mais (dívidas contraídas no Exterior) e além disto, como ela mais importa petróleo do que exporta, um R$ muito desvalorizado e que continue se depreciando em relação ao US$ (ver item anterior), faz com que parte da queda do preço do US$ não se reflita em redução de custo para Petrobrás. Exemplo SIMPLISTA: se barril custa US$ 30, com 1 US$ valendo R$ 2, a Petrobrás precisa gastar R$ 60 para comprar um barril, mas com 1 US$ valendo R$ 4, a Petrobrás precisa gastar R$ 120 por barril importado! Lembrando, a Petrobrás mais importa do que exporta Petróleo, então quanto mais desvalorizado o R$ perante o US$, mais a Petrobrás vai gastar. Se o aumento de juros propiciar uma redução da cotação do US$ perante o R$, é possível até que a Petrobrás faça uma redução no preço dos combustíveis internamente, colaborando para reduzir a inflação, uma vez que ela seria duplamente beneficiada, tanto pela redução da sua dívida em R$ perante credores externos, quanto pelo menor custo de importação de petróleo. Claro que temos que fazer um balanceamento quanto a sua dívida interna e o quanto este aumento de juros se refletirá nela, para ter certeza se vale a pena (não tenho todos os números de cabeça, mas deve existir uma cotação “ótima” do US$ para beneficiar a Petrobrás e acredito que esta cotação seja abaixo da atual);

    3) Energia elétrica: muitos equipamentos necessários para investimentos e manutenção são importados, quando você reduz a cotação do US$, este segmento também pode ser beneficiado e assim colaborar para evitarmos novos aumentos de tarifa;

    IMPORTANTE: os itens 2 e 3 não são os principais mecanismos de transmissão, são apenas ACESSÓRIOS e existem outras variáveis, fiz análise SIMPLISTA, foque no item 1 quanto a questão US$ versus juros SELIC.

    4) Aumento do salário mínimo, aumento de crédito de forma geral e eventualmente de crédito subsidiado, etc.: o aumento do salário mínimo foi mais elevado que o previsto, repassado para a previdência social em todas as faixas e portanto, terá sim um alto impacto inflacionário, com tendência de gerar inflação de demanda. Aqueles com gastos vinculados ao salário mínimo em tese poderão consumir mais em um primeiro momento pelo menos, levando a uma maior concorrência por produtos e serviços que neste momento já sofreram reduções quanto a sua capacidade de produção / entrega (pela crise, muitas indústrias e o comércio reduziram). Parte das empresas que conseguirem, vão repassar o reajuste do salário mínimo para os seus preços (não no mesmo percentual, mas sim naquele que é proporcional ao custo). Claro que sempre que puderem, as empresas vão repassar ainda mais do que seria o “natural”, usando esta mesma justificativa. O aumento do crédito concedido seja ele subsidiado ou não, também tende a gerar inflação de demanda por mecanismos similares. No fundo o Governo quer sim que estes mecanismos aumentem a inflação, desde que a demanda possa se aquecer, porque ele acredita que isto levará a recuperação das empresas e principalmente dos empregos. Estão usando a “curva de Philips”, deixando a inflação crescer acreditando que isto irá gerar aumento dos empregos. Na prática, nossa situação é muito mais complexa e esta estratégia tende a piorar ainda mais o desemprego. Neste caso, a única e tradicional ferramenta para combater a inflação é o juros;

    5) Expectativas: quando temos um BC sem credibilidade, leniente com inflação, etc., quanto mais claro isto estiver para o mercado, mais os agentes de forma natural irão aumentar seus preços na expectativa de que com isto possam se precaver de aumentos gerais de custos que irão acontecer. Estas ações “preventivas” ajudam a alimentar a inflação. Além disto, tivemos uma inflação muito alta em 2015 e existe uma certa inércia que já prejudica os números da inflação para 2016, o BC está acima de sua meta, se ele realmente agir reforçando cada vez mais esta visão de leniência, a reação do mercado tenderá a ser a pior possível. Como referência, veja como anda o BOVESPA e o US$ hoje, parte disto se deve as declarações desastradas de Tombini ontem.

    ————————————————————————————————————————————————————————————————–

    Sobre a segunda parte de sua pergunta:

    Se um aumento de juros é contracionista, em que ele poderia ser bom?

    Em primeiro lugar, para cumprir o papel dele, de buscar uma inflação menor e mais razoável, hoje nossa inflação é absurda, inaceitável e o efeito destrutivo da inflação para economia neste patamar absurdo em que se encontra é muito maior do que o do aumento do juros em si. A Venezuela chegou onde está hoje, com mega inflação e situação de penúria na economia, exatamente por usar em excesso e o tempo todo a “tese” desenvolvimentista que tem que trabalhar sempre com o menor juros, deixar a inflação crescer e que assim a economia sempre vai crescer. Ignorar o papel do juros para combater a inflação é seguir os passos da Venezuela. Aliás, lá eles vincularam muito do crescimento a destruir sua empresa petrolífera e distribuir benefícios sociais claramente insustentáveis, junto com uma série de medidas pra lá de heterodoxas para tentar combater a inflação sem usar os juros, alguma semelhança com o Brasil?

    O mais adequado para o Brasil seria a combinação de um choque de juros com um choque fiscal FOCADO EM REDUÇÃO DE DESPESAS do Governo. No curto prazo a DOR para economia e sociedade seriam maiores, mas no médio e longo prazo, a dor TOTAL seria muito menor. Isto causaria uma reversão por completo nas expectativas dos agentes, estimularia investimentos por mais de um canal, etc. A verdade, como sempre digo, é que este Governo NUNCA faria isto, por todos os motivos do Mundo, desde ignorância quanto a princípios da economia, passando por ideologias completamente furadas e utópicas e chegando a total falta de CORAGEM, sem contar que jamais teriam o apoio suficiente do Congresso para ir por este caminho, que iria requerer revisão da previdência, de despesas vinculadas a “crescimento automático de gastos”, flexibilização de leis trabalhistas, etc… Em tempo: se o Governo tivesse feito este “choque” anos atrás, a dor seria menor, quanto mais tempo demorar, mais vai doer.

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  • Davy Jones 20 de janeiro de 2016 at 14:49

    Melhor definição para o Tombini do BC: incapaz e servil (antagonista). Sinto profunda vergonha desse governo. Quando gringo fala que somos burros e incompetentes nego logo acha que estrangeiro é arrogante, pedante. Já dizia Napoleão, idiotas sem iniciativa servem para linha de frente, idiotas com iniciativa não servem nem pra linha de frente. Esse BC é uma novela mexicana, uma pornochanchada, uma comédia pastelão de quinta, um arremedo, um cine trash do zé do caixão. Definitivamente, “esse país não é sério”.

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  • L.A. 20 de janeiro de 2016 at 14:51

    Porque desgraça nunca vem sozinha:
    AÇÃO VARIAÇÃO COTAÇÃO
    PETR3.SA – 6,34% R$5,76
    PETR4.SA – 7,73% R$4,30

    USD/BRL – US Dollar Brazil Real
    4.1014 +0.0392 +0.96%
    16:48:44 GMT –

    Brent Oil Futures – Mar 16 (LCOH6) Real-time CFD
    27.53 -1.24 -4.29%
    16:49:38 GMT – Real-time CFD Data. Currency in USD

    Está tão bom o negócio que eu arrisco a dizer que vai manter a taxa de juros.

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  • BountyHunter 20 de janeiro de 2016 at 15:03

    enquanto isso o dólar…. 🙂

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  • Barnabezinho 20 de janeiro de 2016 at 15:20

    CVR: eu no blogue antigo tinha dito que estava para negociar meu aluguel.

    Pois bem: depois de apresentar uma proposta 20% abaixo do valor atual, e chorar todas as pitangas que deu e que não deu, consegui a bendita redução. OK, ainda pago seguro-fiança, mas o que vou economizar de aluguel é o valor do seguro anual. Deixei de perder 3K em 2016. Vi çângui na imob, dezenas de bilhetes de devedores, renegociantes… e é a maior imob de Niterói. 2,5% é o cacete! bota uns 10% pra começar a conversa!

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    • Leo 21 de janeiro de 2016 at 08:16

      Barnabé, você negociou na hora de novo contrato ou na hora do reajuste anual (IGPM)?
      Qual bairro e valor de niterói você mora?
      Sou do rio (tijuca) e estou pensando em me mudar para niterói.

      0
  • DRN 20 de janeiro de 2016 at 15:35

    Ação da petrobrás valendo quase um dólar comercial. Já vale um dólar turismo.

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    • DRN 20 de janeiro de 2016 at 15:37

      Após a capitalização do governo federal (leia-se: dinheiro tomado emprestado pelo Tesouro, hipotecando as futuras gerações do país), haverá uma liquidação em massa das ações. Vão rios de dinheiro para manter essa bodega de pé.

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    • Diego F. 20 de janeiro de 2016 at 15:38

      13 centavos separam a PETR4 do dólar comercial.

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      • Awulll 20 de janeiro de 2016 at 15:52

        Quem entrou em 07/01/2013 pegou a PETR4 a 20 reais.
        Se a empresa fosse capaz de subir a 20 em três anos novamente, o cabra jogou fora nada mais, nada menos que 6 anos de juros!
        Vamos ser bacanas e comparar só com a poupança. São pelo menos uns 42% de preju!
        Sem botar a inflação no meio pra não dar dó.

        11+
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        • chigo 21 de janeiro de 2016 at 10:37

          Ações não é para incautos e amadores. Tem que saber o que faz senão prejuizo certo.

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          • Giqqs 21 de janeiro de 2016 at 11:23

            Um colega aqui do trabalho perdeu 20k. Nominal. Sem contar inflação e juros de aplicações alternativas…

            0
    • OdeioTijolos 21 de janeiro de 2016 at 01:58

      Daqui a pouco vai valer um dólar Australiano = 2,83 😀

      1+
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  • Cajuzinha 20 de janeiro de 2016 at 15:37

    “O Banco Central sempre foi apontado como ilha de excelência, um foco de resistência contra maluquices que sempre acometem os governantes de plantão. Pela instituição, passaram decisões vitais que evitaram o desastre econômico em várias oportunidades. Desde que Dilma Rousseff tomou posse, porém, essa história começou a mudar. O BC foi perdendo, pouco a pouco, o seu bem mais precioso: a credibilidade.

    Apesar de todo o processo de destruição da imagem do BC, acreditava-se, até ontem, que a instituição ainda seria capaz de se levantar, de reconstruir sua reputação. Mas toda a esperança se esvaiu diante da decisão do presidente do banco, Alexandre Tombini, de se manifestar no primeiro dia da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Além de quebrar a liturgia do cargo, ele disse exatamente o contrário do que vinha pregando há dois meses. Pior: manifestou-se no dia seguinte a um encontro com Dilma que não constava na agenda de ambos.”

    “O problema não está em manter a Selic inalterada ou dar um aumento menor. A questão é que Tombini agiu sob pressão, dando um sinal explícito de que o BC não tem autonomia para fazer o que acredita que deve ser feito. Desde o início da semana passada, como mostrou o Correio, o PT vem pressionando o governo para que a Selic não suba. O partido da presidente Dilma ressaltou, com todas as letras, que, caso sancionasse o arrocho monetário, Tombini seria demitido.

    Se realmente está disposto a cumprir as determinações de Dilma e do PT para se manter no cargo, Tombini deveria, pelo menos, manter a discrição. Poderia expôr todos os seus argumentos no debate travado com os diretores do BC na reunião do Copom. Certamente, teria força suficiente para convencê-los de que o momento é gravíssimo, com a pior recessão em mais de 80 anos. Ele teria, inclusive, a seu favor, economistas de respeito, que vêm insistindo que uma elevação da Selic agora não terá qualquer eficácia para o combate à inflação, já que a raiz dos problemas está na falta de um ajuste fiscal.

    Tombini, contundo, escolheu o caminho mais fácil. A partir de agora, qualquer que seja a decisão de hoje do Copom, ninguém acreditará no que diz ou faz a autoridade monetária. Mantidos os juros ou não, deixou-se de ter referências. Mas não é de agora que o BC tem optado por um caminho errático, indicando que foi cooptado pela política. Em 2012, mesmo com a inflação em alta, Tombini e companhia jogaram a Selic para o nível mais baixo da história: 7,25% ao ano. Era o troféu que Dilma queria para apresentar na campanha à reeleição.”

    “http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/o-brasil-de-dilma-e-assim/”

    14+
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    • CA 20 de janeiro de 2016 at 17:10

      Cajuzinha,

      Sobre os 2 últimos parágrafos do artigo acima:

      Quanto a estúpida falta de discrição de Tombini ontem, eu já havia comentado no tópico anterior, só demonstra o grau de incompetência deste governo. Já que iam fazer a pantomima, o mínimo que se esperava era discrição, lamentável…

      Com relação a comentário de que alguns economistas defendem que aumentar juros não resolve em virtude do problema fiscal que requer ações urgentes, é o contrário disto e muito mais:

      Aumento do mínimo muito acima das expectativas, ações sendo encaminhadas para o incentivo ao crédito e inação do lado fiscal, junto com US$ que sobe em função disto e de outros fatores, forçam aumento de juros e não o contrário.

      Viver no Mundo de “Alice no País das Maravilhas” e aguardar ETERNAMENTE que o Governo faça o certo do lado fiscal (sem NUNCA haver um sinal CONCRETO neste sentido) é apenas incentivar o governo a não fazer, pois não existe “punição” para este crime.

      Se o BC aumentasse os juros de forma mais relevante, pressionaria o Governo a ir pelo caminho certo e tomar as atitudes corretas do lado fiscal, como forma de dar condições ao BC para que pudesse promover a queda dos juros. A subserviência do BC ao Governo, amplifica e muito os estragos.

      Já sobre o último parágrafo do artigo acima, sempre tenho comentado sobre o erro do BC em 2012, no entanto, a causa para ações do Governo não foram pensando exclusivamente em promover um “crescimento” para que chegasse bem em 2014 e pudesse se reeleger, destruindo a economia depois, o Governo fez este absurdo naquela época para amortecer a explosão da bolha imobiliária que se demonstrava nos piores resultados das construtoras do segmento leve de todos os tempos (*), o Governo morria de medo dos efeitos da explosão se expandirem e inviabilizarem sua reeleição, mas não havia o menor fôlego para tentar conter a explosão e ainda sonhar em crescer até 2014, mesmo com todas as pedaladas, maquiagens e gambiarras possíveis e impossíveis que realizaram desde então…

      (*) Sobre os resultados das construtoras em 2012, distratos dobraram, estoques em unidades dobraram, lançamentos caíram 42%, vendas em unidades e valores caíram mais de 20%, faturamento caiu mais de 30%, prejuízo consolidado das construtoras superou R$ 1,8 bilhão contra lucro de mais de R$ 1 bilhão no ano anterior, 5 construtoras entre as 9 empresas da BOVESPA com maior risco de insolvência, em seguida (2013) PDG cancelou 48 empreendimentos, Gafisa vendeu “galinha dos ovos de ouro” para pagar dívidas, dentre outras ações apelativas de construtoras para sobreviver e tudo isto aconteceu APESAR do Governo deixar a SELIC em seu menor patamar histórico, os juros reais em seu menor patamar histórico, bancos públicos emprestando dinheiro “à rodo” por ordem do Governo, com juros do crédito imobiliário pressionados para baixo pelos bancos públicos, sem nenhuma restrição de verba de poupança, com QE americano bombando, etc., etc., etc… Triste que quando falam na imprensa sobre a “barbeiragem” de 2012, “ninguém sabe” da relação com a derrocada do mercado imobiliário…

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      • Cajuzinha 20 de janeiro de 2016 at 17:23

        CA, gostei muito desse vídeo sobre o assunto:
        “http://g1.globo.com/globo-news/entre-aspas/videos/t/entre-aspas/v/especialistas-debatem-se-copom-deve-elevar-taxa-de-juros/4750297/”

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        • CA 20 de janeiro de 2016 at 17:38

          Cajuzinha,

          Assisti ontem quando estava sendo transmitido pela Globo News. Achei excelente também, comentei a respeito no tópico anterior.

          Em resumo, para compartilhar com demais, ambos concordaram que não estamos em dominância fiscal, mas se a inação do Governo prosseguir poderemos chegar a isto, criticaram a barbeiragem na comunicação do BC ontem, ressaltaram que qualquer que seja o resultado da reunião do COPOM o BC vai sair perdendo e criticado em função desta barbeiragem e questionaram até a total falta de rumo do Governo, dentre diversos outros pontos que também batem com o que sempre temos falado por aqui. Até “tiraram uma casquinha” com o pessoal de “economia da Unicamp” (sic), mencionando que a tal “matriz de desenvolvimento” tinha ficado órfã de pai e mãe.

          12+
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          • Cajuzinha 20 de janeiro de 2016 at 17:40

            kkkkkkkkkkk

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  • Money_Addicted 20 de janeiro de 2016 at 15:48

    OFF – tava quase pegando umas LFTs as 16,81 e o TD fechou …….

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    • DRN 20 de janeiro de 2016 at 15:52

      Peguei NTNB 2035 para minha herdeira.

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      • RecebendoJuros 20 de janeiro de 2016 at 16:17

        (2)

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    • windville 20 de janeiro de 2016 at 16:16

      Não entendi Money as LFTs (tesouro selic) são pós, não seria outro título?

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      • Money_Addicted 20 de janeiro de 2016 at 16:33

        esta certo, esta me referindo as pre fixadas, sorry

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  • Money_Addicted 20 de janeiro de 2016 at 15:53

    ”http://www.sec.gov/answers/penny.htm

    mandar isso para os admins da petro

    3+
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  • Cajuzinha 20 de janeiro de 2016 at 16:12

    “O número de desempregados em nível mundial aumentará em 2,3 milhões em 2016, e em 2017 em 1,1
    milhão. A maior parte desse crescimento acontecerá nas economias emergentes” e os principais afetados
    serão Brasil (mais 700 mil desocupados) e China (mais 800 mil), afirma a entidade.
    “O desemprego aumentou no ano passado e o que mais nos preocupa é que isso continuará acontecendo
    nesse ano e em 2017”, disse o diretor­geral da OIT, Guy Ryder, em entrevista coletiva, segundo a agência
    de notícias.”

    “http://www.valor.com.br/brasil/4401038/brasil-tera-700-mil-novos-desempregados-em-2016-diz-relatorio-da-oit”

    6+
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    • FabianoSJC 20 de janeiro de 2016 at 16:35

      Tranquilo só fazer Pronatec 🙂

      16+
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      • OdeioTijolos 21 de janeiro de 2016 at 02:33

        Pronatec indicado até para quem PhD kkk

        1+
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    • EngenheiroMG 20 de janeiro de 2016 at 16:45

      soh 44% do aumento do desemprego mundial. Tá susse (Brasil e China).

      7+
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  • Cajuzinha 20 de janeiro de 2016 at 17:55

    “POR ALVARO GRIBEL 20/01/2016 12:08
    Ao entender que o Banco Central não subirá a taxas de juros na mesma intensidade que o esperado, o mercado financeiro cortou os juros dos contratos de curto prazo, mas subiu para os vencimentos mais longos.
    Ou seja, para o mercado, o BC pode até não subir os juros por agora, mas com isso a inflação vai cair menos, e ele terá que subir mais à frente ou promover um corte na Selic de menor intensidade.”

    7+
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  • nerdinbolha 20 de janeiro de 2016 at 17:56

    CVR fresquinho:

    Na empresa onde trabalho está tendo uma reorganização dos funcionários, e já foi dito pelo meu gestor que iríamos mudar de lugar, mas não sabia para onde. Devido a isso foi levado essa questão até o setor de facilities da empresa, e um cara veio conversar sobre para onde iríamos na mudança. Papo vai, papo vem, ele começa a falar o motivo da mudança, e lembrei na hora de vocês, rs.

    A empresa está enxugando o quadro de funcionários, e por causa disso os andares ocupados pela empresa estão ficando com vários lugares vagos. Outro motivo da mudança é que por causa da crise, e como o preço dos imóveis está baixando bastante de um tempo para cá, eles estão pedindo desconto (pelo que ele falou de 40%, mas não tenho certeza desse valor) nos aluguéis dos imóveis onde a empresa está localizada. E as respostas dos proprietários variarem entre: aceitarem de primeira, acharem que está baixo e tentar negociar o valor, ou então, no caso proprietário do andar onde estou, um simples não.

    Como o proprietário não aceitou negociação, foi dito que o andar seria entregue (depois de mais de 7 anos), mesmo porque ele está precisando de várias reformas que não valeriam a pena, o que teve como resposta do proprietário um “vocês estão blefando”. Kkkkkkk. Pois é, o povo tá se mexendo, alocando o povo nos outros andares e a entrega do andar está marcada para o fim do mês! O mais legal? O proprietário nem sabe ainda! Kkkkkkk Vão chamar ele no fim do mês só para perguntar como ele quer deixar o andar, e avisar que estão saindo. Kkkkkkkk Eu daria qualquer coisa para ver a cara do proprietário quando ele ouvisse isso!

    QUEIME!

    61+
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    • Mn 20 de janeiro de 2016 at 23:22

      Tem gente que só aprende depois que toma a porrada.

      2+
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  • DRN 20 de janeiro de 2016 at 18:13

    Prefixada com juroso semestral a 17,28%

    GO, PT, GO!!!

    6+
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    • Crocs 20 de janeiro de 2016 at 18:32

      DRN, onde vc viu esse valor? Entrei agora e só tem LFT disponível! Em tempo: como já foi divulgado aí, a arregada do Tombini fez os juros de curto prazo caírem ou estagnarem, mas os de longo bombaram, ou seja, o tiro saiu pela culatra!

      GO, PT, GO (2)!!!

      4+
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      • DRN 20 de janeiro de 2016 at 18:35

        Abriu e fechou em coisa de 3 minutos.

        3+
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        • Money_Addicted 20 de janeiro de 2016 at 18:51

          alguem tem uma tabela que auxilie o calculo do TD?

          nao seriam essas tabelas mais “simples”, gostaria de algo do tipo:

          a Selic hoje esta em 14.25, se eu comprar um prefixado para 10 anos a 16.25 obviamente que estarei ganhando mais do q a selic hj e continuarei ganhando mais q a selic enqto ela estiver menor q 16.25, mas suponhamos q daqui a 9 anos ela esteja em 17? no final do tempo eu ainda ganhei mais pois passei 9 anos acima da selic e apenas o ultimo abaixo.

          Eu gostaria de ter essa planilha para simular diversos cenarios.

          Creio que nao seja MTO dificil de desenvolve-la, mas caso alguem ja tenha pronto 🙂

          valeu !

          4+
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          • Money_Addicted 20 de janeiro de 2016 at 18:58

            to floodando o blog …rs

            seria essa a formula para transformar

            Anual para diaria

            (1+tx_anual)^(1/dias_uteis_ano)-1

            valeu

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  • L.A. 20 de janeiro de 2016 at 19:29

    Tá acabando a grana…
    “http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/01/1731546-venezuela-pede-reuniao-de-emergencia-da-opep-para-conter-queda-do-petroleo.shtml

    Populismo sem dinheiro, como faz??

    20+
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  • Rolde 20 de janeiro de 2016 at 20:04

    “http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,vamos-levar-cavalo-a-agua-para-ver-se-ele-quer-bebe-la–diz-barbosa-sobre-credito,1823582” Mais pinga .

    4+
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    • Rolde 20 de janeiro de 2016 at 20:10

      Vão dar mais credito para imóveis.

      5+
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  • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 20:24

    Além de tudo o mais ruim, o Copom demora…

    3+
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    • L.A. 20 de janeiro de 2016 at 20:25

      É…

      1+
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    • Rolde 20 de janeiro de 2016 at 20:36

      Vc leu a noticia que eu postei?vão incentivar mais credito.

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  • L.A. 20 de janeiro de 2016 at 20:27

    Ferrou!!!

    “http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/4533498/apos-reviravolta-copom-mantem-selic-ano-pela-reuniao-seguida

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    • L.A. 20 de janeiro de 2016 at 20:30

      “Avaliando o cenário macroeconômico, as perspectivas para a inflação e o atual balanço de riscos, e considerando a elevação das incertezas domésticas e, principalmente, externas, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 14,25% a.a., sem viés, por seis votos a favor e dois votos pela elevação da taxa Selic em 0,50 p.p.”

      Tem dois conscientes no Copom!!!

      8+
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      • L.A. 20 de janeiro de 2016 at 20:33

        Votaram pela manutenção da taxa Selic em 14,25% a.a. os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Luiz Edson Feltrim e Otávio Ribeiro Damaso. Votaram pela elevação da taxa Selic para 14,75% a.a. os seguintes membros do Comitê: Sidnei Corrêa Marques e Tony Volpon.

        – Sidnei Corrêa Marques
        Data e local de nascimento:
        25 de junho de 1953, Piraúba, MG.
        Formação acadêmica:
        Pós-graduação lato sensu em Gestão – Universidade de Brasília – Brasília, DF, 1993.
        Pós-graduação lato sensu em Auditoria – FIPECAFI/USP – São Paulo, SP, 1979.
        Pós-graduação lato sensu em Contabilidade e Auditoria – Universidade de Brasília – Brasília, DF, 1977.
        Bacharel em Ciências Contábeis – Centro Universitário do Distrito Federal – Brasília, DF, 1977.
        Função atual:
        Diretor de Organização do Sistema Financeiro e Controle de Operações do Crédito Rural do Banco Central do Brasil, desde março de 2011.

        – Tony Volpon
        Data e local de nascimento:
        31 de outubro de 1965, Rio de Janeiro, RJ.
        Formação acadêmica:
        Mestrado em Economia, University of Western Ontario, Canadá 1990.
        Bacharel em Economia (Honroso), McGill University, Montreal, Canadá 1989.
        Função atual:
        Diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central do Brasil, desde abril de 2015.

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    • W.K. 20 de janeiro de 2016 at 20:32

      Dufeu…

      E o Brasil segue indo para o buraco.

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  • smca 20 de janeiro de 2016 at 20:32

    Dilma vai levar o país para o fundo do pré-sal! Essa decisão do COPOM é temerária! Dólar rumo aos 5 reais

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  • Cajuzinha 20 de janeiro de 2016 at 20:32

    JN vai falar de distrato e desconto em imóvel q retorna

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  • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 20:37

    MANTEVE

    NAAAO

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  • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 20:38

    Inflação de 10% ou mais este ano

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  • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 20:41

    Está morto o BC

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  • Cadeludo 20 de janeiro de 2016 at 20:42

    partiu dolar

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  • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 20:44

    Amanhã o país vem abaixo

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    • Rolde 20 de janeiro de 2016 at 20:46

      Ministro da Fazenda reafirmou o plano do governo de adotar medidas para incentivar novos financiamentos e
      também voltou a defender a CPMF

      “DAVOS – Mesmo com a percepção do sistema bancário de que não há demanda pelo crédito em um momento de baixa confiança na economia, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, reafirmou o plano de adotar medidas para incentivar novos financiamentos. “Vamos levar o cavalo à água para ver se ele quer bebê-la” disse, ao mencionar um ditado que afirma que você pode levar o cavalo à água, mas não pode forçá-lo a beber.

      O plano do governo é direcionar o crédito para segmentos específicos que podem estar sofrendo com eventual gargalo, como o capital de giro. “O principal foco de demanda que existe é no capital de giro para setores, principalmente a agricultura e a construção civil, e para o investimento em infraestrutura urbana e saneamento”, disse o ministro em entrevista coletiva, após participar do primeiro dia do Fórum Econômico Mundial. “Além de pequenas empresas que têm acesso difícil ao crédito”, completou.

      Barbosa defende que as medidas de incentivo ao crédito que o governo estuda colocarão o mercado “de volta à situação normal pré-2008”. “Vai voltar a ser como era antes da crise internacional. É o BNDES oferecendo financiamento sem equalização de juros, o FGTS oferecendo uma linha que funcione e também com o crédito agrícola que pode ser mais bem aproveitado”, disse. “Tudo isso sem custo fiscal para os contribuintes”, completou. “É dever do governo usar de forma mais eficiente todas as ferramentas que tem”.

      CPMF. Barbosa voltou a defender a criação da CPMF como uma maneira de o Brasil atravessar mais rapidamente o período de turbulência econômica. “Contamos com a aprovação da CPMF até maio para surtir efeito em setembro. Sem essa receita, a economia vai demorar mais tempo para se recuperar”, disse Barbosa.

      Em entrevista coletiva após o primeiro dia do Fórum Econômico Mundial em Davos, Barbosa defendeu que o imposto sobre transações financeiras é “uma poupança necessária para atravessar” o momento atual da economia brasileira. “É necessário contar com essa receita adicional para atravessar a fase de turbulência”, disse, ao comentar que atualmente o governo está em um período de esforço para convencimento das forças políticas sobre a importância dessa receita extra. “Todos estão interessados”, disse, ao comentar o desejo da sociedade de que a crise seja superada mais rapidamente.

      Barbosa comentou ainda que acredita que a retomada da economia brasileira poderá acontecer “já no segundo semestre”. “O mercado está mais pessimista e o Fundo Monetário Internacional divulgou projeção de estabilidade em 2017. As projeções são importantes, mas projeções são apenas projeções e estamos trabalhando para melhorar os resultados da economia”, disse. “Temos todo 2016 pela frente”, completou. “

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  • Cajuzinha 20 de janeiro de 2016 at 20:45

    “http://www.segs.com.br/demais/1021-ano-deve-ser-dramatico-para-setor-imobiliario-otimo-para-o-comprador.html”

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  • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 20:47

    Foi ótimo eles ganharem?

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    • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 20:47

      SIM

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    • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 20:48

      NÃO

      62+
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  • marchi 20 de janeiro de 2016 at 20:51

    Gafisa
    Ou esta construtora mente …. ou é a única que da Lucro ???
    Vendas líquidas da Gafisa têm alta de 58,8% no 4º trimestre
    Veja a matéria abaixo
    http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/vendas-liquidas-da-gafisa-tem-alta-de-58-8-no-4o-trimestre
    é o segundo trimestre que isso acontece ??? É muito estranho
    Se possivel gostaria que o CA comentase esta mágica …..

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    • CA 20 de janeiro de 2016 at 21:43

      marchi,

      Breve histórico da Gafisa: 2005 Sam Zell sai da bolha imobiliária e vem para Gafisa como um mega-investidor. A Gafisa abre Capital em 2006. Em seguida passa a crescer, muito a partir de 2008. Em 2010 Sam Zell retira quase todo seu Capital. Em 2011, primeiro recorde de distratos do Gafisa, a maioria do segmento popular (Tenda). Em 2012, distratos se agravam muito, Sam Zell tira o resto do dinheiro que tinha na Gafisa e o valor das Ações dela despenca. Termina o ano super-endividada, para sobreviver, vende 70% do segmento Alphaville, que é a galinha dos ovos de ouro, faz isto para pagar as dívidas geradas pelos distratos da Tenda. O que aconteceu? Sam Zell montou o esquema de vendas FALSAS na planta, para famílias sem renda para adquirir crédito imobiliário na entrega do imóvel e abandonou a empresa antes que as evidências aparecessem e depois que já havia ocorrido uma super-valorização das Ações dele.

      Nos últimos anos, a Gafisa está tentando desmembrar a operação da Tenda para vendê-la a outra empresa Multinacional que não conhece nada do subprime I que consta no parágrafo anterior. O que é essencial? Mostrar “sucesso de vendas”. Como fazer isto? Intensificar novamente as vendas FALSAS na planta dos imóveis lançados ou em construção. Estratégia também praticada em outros setores quando se deseja inflar artificialmente os resultados para vender mais caro o negócio. Exemplo: quando a Oi comprou a Telemar, a Telemar tinha tido um “erro” no sistema dela, que eliminou o desconto de todos os clientes corporativos. Demorou quase 1 ano para “acertarem o erro de sistema”. Durante este período, por mais que clientes reclamassem nunca arrumaram. Gerou mais de R$ 1 bilhão de “faturamento fantasma”, que não existia, a Oi comprou achando que era faturamento real. Conclusão: prejuízo de mais de R$ 1 bilhão para Oi que está enroladíssima com as dívidas dela desde então…

      12+
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  • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 20:59

    Hoje foi o pior dia para a BNN desde a reeleição da ENTA. Inflação na meta só em 2020 (2016 e 2017 perdidos; 2018 – eleição, 2019 – desfazendo os excessos de 2019).

    14+
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    • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 21:00

      (2016 e 2017 perdidos; 2018 – eleição, 2020 – desfazendo os excessos de 2019).

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      • L.A. 20 de janeiro de 2016 at 21:17

        2019 executando o orçamento realizado pelo governo anterior e iniciando a desfazer os excessos (novo PPA);
        2020 executando o primeiro orçamento com o novo PPA;
        20121 ficando dentro da meta.

        2+
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  • Bolha BOSS 20 de janeiro de 2016 at 21:00

    Dólar deve disparar com manutenção da Selic, diz economista; BC perdeu a credibilidade
    http://m.infomoney.com.br/mercados/noticia/4534730/dolar-deve-disparar-com-manutencao-selic-diz-economista-perdeu-credibilidade

    18+
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    • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 21:09

      Se vcs acham que 2011-2015 foi ruim, se preparem para o que vai vir a partir de amanhã.

      Dólar dispara e expectativas desancoram. Inflação acima de dois dígitos em 2016 não está longe. Eu não vejo como a inflação ficaria abaixo de 8% enquanto esse Copom vergonhoso do Trombose permanecer.

      13+
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      • Pepper 20 de janeiro de 2016 at 22:41

        Exatamente minha previsão.

        Inacreditável a incompetência com que esses caras gerem o País..

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  • marcosbolha 20 de janeiro de 2016 at 21:01

    Depois dessa matéria do Jornal Nacional, quem vai conseguir repassar o imóvel comprado na planta? Sendo que a construtora vende mais barato que o valor vendido ao primeiro comprador???

    17+
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  • Paulo Pedregulho 20 de janeiro de 2016 at 21:10

    Com a manutenção da SELIC e o aumento da inflação, a saída será aplicar em investimentos atrelados ao IPCA. Confere produção???

    9+
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    • Novato SP 21 de janeiro de 2016 at 10:26

      Ou isso ou apostar no dólar, que do jeito que vai é capaz de chegar em 5 dilmas mais rápido que o previsto por alguns economistas

      0
  • Annoying Brick in The Wall 20 de janeiro de 2016 at 21:12

    Caramba. Depois que o formato do Blog alterou,me surpreendo dia após dia com o número de bolhistas online. Nesse momento são 90! Isso quer dizer que tem 89 amigos para me ajudar em uma questão.

    Esperava abrir uma cerveja para brindar o aumento dos meus juros mais o BC terminou se se vender e manteve a selic. Amanhã deve ser desesperador para o dólar, para o Ibov etc. Mas no curto prazo (2 anos), qual será o impacto dessa decisão para quem está comprando mais TD?

    5+
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    • Pepper 20 de janeiro de 2016 at 22:45

      2 anos é comprar atrelado ao IPCA.

      Mesmo considerando Inflação mais baixa de 8% (acredito que esse ano vai dar mais), ele vai dar mais que os Pré e você não corre riscos..

      SELIC depois de hoje nem pensar.

      3+
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    • Novato SP 21 de janeiro de 2016 at 10:25

      Do jeito que nossos governantes são incompetentes, a SELIC vai perder pra inflação neste país.
      Eu já não vou duvidar nem disso mais.

      1+
      • Giqqs 21 de janeiro de 2016 at 11:43

        SELIC é LFT? IPCA é NTNB? Confirma?

        0
        • Giqqs 21 de janeiro de 2016 at 11:43

          Vale a pena vender as LFTs?

          0
  • L.A. 20 de janeiro de 2016 at 21:15

    Azufre, mudei minha opinião, amanhã é 1 PETR4 = US$ 1. Tinha chutado até sexta, mas depois da porcaria de hoje, vai amanhã.

    9+
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    • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 21:15

      tb acho

      5+
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    • Awulll 21 de janeiro de 2016 at 09:52

      Vou de sexta ainda.
      Falo de fechamento, mas em algum momento do dia pode igualar.

      0
  • Unreal_Estate 20 de janeiro de 2016 at 21:30

    Putz, lamentável essa reunião do do Copom.
    Quero ver controlar a inflação agora, com o dólar disparando.

    6+
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    • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 21:34

      Simplesmente não vai. Podem esperar inflação de +-8% pelo menos até 2020

      3+
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  • Azufre 20 de janeiro de 2016 at 21:30

    A sensação é semelhante daquela de quando a Enta ganhou.

    Isso aqui não tem futuro. Estamos cometendo erros bobos, com PIB per capita caindo enquanto ainda somos jovens, e em breve deixaremos de sê-lo. Há uma conta enorme de previdência, que desse jeito não vai ter como equacionar.

    12+
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    • Formiga atomica 20 de janeiro de 2016 at 23:22

      “Defendo um Estado pequeno e forte e o que me parece é que o que vocês têm no Brasil é exatamente o inverso, ou seja, um Estado grande e fraco.”
      “O Brasil é o país do futuro, mas para tanto é preciso decidir que o ‘futuro’ é amanhã. E, como bem sabem, isto significa que as decisões difíceis têm que ser tomadas hoje.”
      “Parece-me bem claro que o Brasil não teve ainda um bom governo, capaz de atuar com base em princípios, na defesa da liberdade, sob o império da lei e com uma administração profissional.”
      M Thatcher

      25+
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  • Braveheart 20 de janeiro de 2016 at 21:36

    Se dar ao trabalho de se tornar presidente do BC pra fazer um papel ridículo desses? Que tipo de profissional é o Trombose? Amanhã o mercado estará de mal humor e a fuga de dólares será gigante. Só tem uma saída… GRU

    11+
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  • Pepper 20 de janeiro de 2016 at 22:43

    Esse momento já começou com a chegada do Levy.

    Agora só confirmou que vai continuar até 2017, no mínimo..

    4+
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    • Pepper 20 de janeiro de 2016 at 22:44

      Esse Momento = Momento de comprar TD atrelado ao IPCA.

      A leniência com a Inflação vai continuar até 2018..

      3+
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  • Pepper 20 de janeiro de 2016 at 22:47

    Esquece Inflação na meta com a Governanta.

    Esquece..

    5+
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  • smca 20 de janeiro de 2016 at 22:57

    Tweets do Rubens Mendin da MRV…

    “Atualmente a MRV possui um banco de terrenos de R$ 35 bilhões de VGV, suficientes para lançar 220 mil unidades habitacionais.”

    “Aleluia, Deus iluminou o COPOM e os juros não subiram. O impossível aconteceu!!!”

    E aí? Vai?

    9+
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  • O Bancário 20 de janeiro de 2016 at 23:24

    Vou seguir firme e forte na LFT.
    Na minha opinião, vai chegar uma hora que vão ter que meter a SELIC a 20% pra arrumar a casa. Pode ser daqui alguns meses, quando a Dilma cair ou nas próximas eleições.

    11+
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    • Money_Addicted 21 de janeiro de 2016 at 09:57

      concordo, fiquei tentado ontem a pegar pre a 16.8 mas em um horizonte mais longo pode nao ser vantajoso

      0
  • Leonardo M. 20 de janeiro de 2016 at 23:40

    CVR

    Estou desempregado desde maio passado.
    Sobrevivendo graças ao seguro desemprego(que acabou), bicos e principalmente aos meus Juros.
    Sim senhoras e Senhores, minhas LCs, TDs,FIIs e ações já pagam meu aluguel, água, luz e mercado.

    Mas se o governo taxas os FIIs em 17,5%, TD em 30%, e LCs igual a FIIs aí vai me prejudicar muito.

    Afinal estamos na Zimbábue…ops…

    19+
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  • Bobolhando 20 de janeiro de 2016 at 23:49

    Senhores estamos em Janeiro e a coisa vem desandando numa velocidade muito alta. O restinho de credibilidade que nossa economia tinha foi perdido hoje. É triste ver as previsões mais pessimistas se concretizando, me dá um certo arrependimento de não ter tomado mais providências, como comprar dólares e mandar para uma conta no exterior.

    Confesso que estou ficando com medo, muito medo do que está por vir…

    15+
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    • Pepper 21 de janeiro de 2016 at 00:02

      Você diz comprar Dólar pra se salvaguardar se eles “venezuelarem” o país?

      Ainda não acredito nisso, talvez só se ganharem 2018 com um discurso diferente..

      4+
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      • Azufre 21 de janeiro de 2016 at 07:45

        “A Venezuela não vai virar o Zimbábue. A Argentina não vai virar a Venezuela. O Brasil não vai virar a Argentina”, disseram.

        A BNN não vai virar a Venezuela, dizem. Será?

        Estou começando a achar que vai virar, sim.

        6+
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  • Leandro zn sp 21 de janeiro de 2016 at 07:01

    Bom dia amigos. Graças ao novo sistema de partilha de ICMS conforme lei 93/2015 que figorou a partir de janeiro de 2016 nem estou conseguindo mais vender o estoque da minha empresa, já ia fechar mesmo mas a intenção era vender o estoque até acabar, agora com a dificuldade implantada pelo governo nem isso posso fazer. Acabaram de assassinar o simples onde recolhiam os o imposto em uma só guia. Realmente a banania não e pra amadores. Muito inteligente o governo matar a única galinha que ainda estava botando ovos, vai aumentar a sonegação no e commerce, o único setor que vinha crescendo mesmo na crise.

    18+
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    • Azufre 21 de janeiro de 2016 at 07:43

      Leandro, trabalhei um pouco com essa medida, li, li e achava complexo e ruim, não sei se entendi MESMO até agora. Isso considerando que só precisava ler. Imagino para quem trabalha de verdade.

      Crianças, isso aqui não tem o menor futuro.

      10+
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    • Azufre 21 de janeiro de 2016 at 07:44

      Qual o seu ramo?

      1+
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      • Leandro zn sp 21 de janeiro de 2016 at 17:53

        Azufre, vendo tudo para Samsung, somente peças de reposição, para notebook, ar, etc

        0
    • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 08:34

      Não concordo contigo, mas também não discordo, mas como eu trabalho no Fisco/Estado, deixa eu dar uma outra visão.
      Sobre o e-commerce: São Paulo é onde ficam os maiores centros distribuidores das maiores empresas de e-commerce (Submarino, Americanas, Walmart, etc). O avanço do e-commerce sobre as vendas físicas está fazendo a arrecadação dos demais Estados caírem cada vez mais, visto ser mais fácil contratar transportadoras a manter centros físicos nos Estados. Sim, virão os que defendem que São Paulo é o centro do país, é mais importante e que o resto que se dane, mas pensem “e se fossem fossem o governante de um Estado que claramente perde arrecadação pelo e-commerce”?
      Sobre a guerra fiscal: O segundo aspecto é que a tributação no destino tenta acabar com a guerra fiscal. Não há como Estado do nordeste, por exemplo, isentarem de ICMS as empresas por “n” anos. Isso deve fazer com que as empresas comecem a procurar o melhor lugar para se instalar visando unicamente os seus custos e não os benefícios. Quem irá se beneficiar disso? São Paulo, pois é o Estado mais Central e capital financeira do país. Quem irá perder: Estados do Norte/Nordeste, os Mato Grossos e Rio Grande do Sul (excluí Santa Catarina pois a parte industrializada é Joinville – divida com Paraná), por conta do frete. As empresas chegavam para os governantes e diziam “ou me dá benefício ou vou embora” e os governantes concediam para manter a arredação do impacto econômico indireto (mercado, lojas, etc) e pela questão social de manter empregos e, até alunos matriculados (a distribuição do FUNDEB tem como base o quantitativo de alunos matriculados).

      Vale a pena ler a seguinte nota técnica: “http://www2.camara.leg.br/documentos-e-pesquisa/publicacoes/estnottec/areas-da-conle/tema10/2015_14045_possiveis-efeitos-da-mp-683-2015_socrates-arantes. Na página 15 consta uma previsão de ganho/perda com a tributação na origem/destino.

      Como disse, não concordo e nem discordo. Não estou defendendo, só apresentando um contraponto a se pensar.

      5+
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      • RicardoSP 21 de janeiro de 2016 at 08:38

        Para salvar algumas partes, vão matar o todo. A intenção até poderia ser boa, mas a execução é tosca.

        8+
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        • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 08:50

          Sim, a execução é tosca, mas talvez seja: “para salvar o todo, irão matar algumas partes”
          É necessário ver o sistema na sua totalidade. Por exemplo, os Estados do NE ganham ao concederem benefícios fiscais e ganham na repartição do Fundo de Participação do Estado por conta da situação econômica de seus habitantes. Pelo menos agora, os Estados do Sul/Sudeste poderão deixar de perder a parte do ICMS relativa à concessão de benefícios fiscais.

          2+
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      • Leandro zn sp 21 de janeiro de 2016 at 17:57

        Eu não LIGO para partilha de ICMS, desde que seja tudo seja feito por sistema do governo e não eu tendo de contratar um funcionário e ter um gasto de uns 2,5k para ficar emitindo guias o dia todo. A minha reclamação é de não ter mais um imposto único como era o simples.

        2+
    • Bolhicio 21 de janeiro de 2016 at 09:37

      É amigo, estava montando o meu. Na verdade minha noiva esta montando o dela e eu estou ajudando… Como ela é muito desligada ainda nao notou que essa mudança vai motumbar os planos dela.

      Eu ainda não tive tempo de olhar com calma o que mudou, me parece que ficou mais burocratizado, não entendi se ficou mais caro ou não, poderia me ajudar explicando o que inviabilizou seu negócio?

      1+
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      • Bolhicio 21 de janeiro de 2016 at 09:39

        Apaga aqui boss, saiu no lugar errado.

        1+
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      • Leandro zn sp 21 de janeiro de 2016 at 18:01

        Não ficou nem um centavo mais caro. Só que agora você além de emitir a nfe vai ter que fazer uns calculos e emitir uma guia e recolher parte do imposto para o estado de destino. Demora uns 10 minutos para cada nfe, como emito 50 por dia, 500 minutos, cada hora tem 60m ou seja 8:30 horas de trabalho para emitir as guias e paga-las.

        1+
    • Bolhicio 21 de janeiro de 2016 at 09:40

      [2- só pra nao ser travado pelo comentario reptido]

      É amigo, estava montando o meu. Na verdade minha noiva esta montando o dela e eu estou ajudando… Como ela é muito desligada ainda nao notou que essa mudança vai motumbar os planos dela.

      Eu ainda não tive tempo de olhar com calma o que mudou, me parece que ficou mais burocratizado, não entendi se ficou mais caro ou não, poderia me ajudar explicando o que inviabilizou seu negócio?

      1+
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      • Bolhicio 21 de janeiro de 2016 at 09:40

        pode apagar aqui tb, aconteceu de novo, desisto.

        1+
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    • Nilson 21 de janeiro de 2016 at 10:01

      não consigo nem comprar ração pela internet, devido essa medida, não estão entregando no meu estado.. se eu fosse comerciante, vendedor, ia tudo pra informalidade

      4+
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  • Azufre 21 de janeiro de 2016 at 07:47

    Com o combo petróleo caindo mais um dia e Adeus, BC! acho que hoje a Petro bate 1 USD.

    C/C L.A

    6+
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    • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 08:09

      Hoje meu horário de trabalho é de agora até 08:58, depois volto 09:10, paro de novo 09:58 e volto 10:10, até às 18 horas. Não tem como não acompanhar as aberturas de mercado.

      5+
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  • Rolde 21 de janeiro de 2016 at 08:05
  • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 09:00

    Sagrando mais um pouco:
    “http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2016/01/numero-de-brasileiros-endividados-sobe-para-59-milhoes.html
    Número de brasileiros endividados sobe para 59 milhões
    São 5 milhões de endividados a mais do que há um ano. Desemprego, descontrole financeiro e empréstimo do nome são as principais causas.
    O ano de 2016 começou batendo recorde de brasileiros endividados, que não conseguem pagar as contas. Já somos 59 milhões de endividados, quase cinco milhões a mais do que em janeiro do ano passado.
    O primeiro motivo de endividamento é o desemprego. O segundo, o descontrole financeiro e o terceiro, o empréstimo do nome para familiares e amigos.
    Para ajudar as pessoas que estão no vermelho, a Serasa, em parceria com o CAT – Centro de Apoio ao Trabalho, o Sebrae e os psicólogos do Hospital das Clínicas criaram um guia com mais de cem dicas, especialmente, para quem perdeu o emprego.

    Vejamos, se são 59kk hoje, com 5kk a mais, eram 54kk no ano passado. Isso dá um acréscimo de 9,25%. E, considerada a população do país em 200kk temos um percentual de 29,5% da população endividada.

    7+
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    • mestre dos magos 21 de janeiro de 2016 at 09:07

      Tem que tirar dessa conta as crianças e os adolescentes, pois não tem capacidade de comprar coisas, ou seja, o percentual de brasileiros ferrados é bem maior.

      3+
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    • Alemon Fritz 21 de janeiro de 2016 at 09:09

      e deve ser mais de 56% dos que trabalham… ontem li que o canada também ja entrou numa fria (no zeroedge) e que a bananazuela tá igual.. (households debts).

      3+
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  • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 09:03

    US$ começou quente
    USD/BRL – US Dollar Brazil Real
    4.1566 +0.0595 +1.45%
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    • Louro José 21 de janeiro de 2016 at 09:07

      Depois da decisão do BC…

      A verdade é que esta confusão do Trombose terminou de ruir a confiança no bom senso.

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  • Alemon Fritz 21 de janeiro de 2016 at 09:06

    demorou..

    MPF pede fim da venda casada em financiamentos habitacionais da Caixa Econômica Federal

    -http://dc.clicrbs.com.br/sc/estilo-de-vida/noticia/2016/01/mpf-pede-fim-da-venda-casada-em-financiamentos-habitacionais-da-caixa-economica-federal-4956538.html

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    • FabianoSJC 21 de janeiro de 2016 at 09:19

      Faz tempo que dizem isso , mas os gerentes continuam empurrando seguro , cartão de credito entre outros no povão rs

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  • The Book of Souls 21 de janeiro de 2016 at 09:12

    Pra galera do manual do Anonymous

    “http://m.infomoney.com.br/minhas-financas/turismo/noticia/4534696/para-remessas-exterior-segue-mas-setor-acredita-palavra-governo

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  • Clapton 21 de janeiro de 2016 at 09:23

    Agora a dengue, zika e chikungunya também são culpa da bolha!

    Criadouros de Aedes aegypti são encontrados em canteiros de obras em Sorocaba, em SP
    h ttp://globoplay.globo.com/v/4752591/

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  • CA 21 de janeiro de 2016 at 09:23

    Repassando mais abaixo previsão do começo do mês, o erro ficou por conta da falta de discrição do BC, que não era esperada (achei que depois de tantas maquiagens, pedaladas, etc., pelo menos teriam a “malandragem” de maquiar a intervenção direta da Presidência no BC, mas nem isto foram capazes de fazer).

    Ah, sobre as explicações “convincentes” que mencionei abaixo, estas foram “antecipadas” pelo Tombini, mas vão procurar outras para colocar na ata de reunião do COPOM.

    Quanto as consequências previsíveis, que mencionei em outro comentário de ontem e já vinha comentando há algum tempo, a tendência é de US$ subir mais puxando a inflação. Claro que podem haver oscilações do US$ por outros motivos, mas o viés é de alta, reforçado ainda mais pelos eventos recentes, porque uma coisa é leniência com inflação, outra é um BC incapaz e submisso a um Governo completa e reconhecidamente incompetente e ignorante em relação aos princípios básicos da economia, isto assusta demais a quem ainda mantinha seus US$ por aqui…

    “http://www.bolhaimobiliariabrasil.com/2016/01/08/inflacao-oficial-fica-em-1067-em-2015-g1/#comment-950

    Trecho do comentário acima:

    “Ponderando o que consta acima, se de fato o Governo via Presidente e Ministro da Fazenda fizerem uma intervenção junto ao BC para determinarem por conta própria a evolução dos juros, é possível que o façam com o máximo de descrição possível para que depois possam se “eximir da responsabilidade” e dizer que foi uma “decisão autônoma” do BC, sendo que o mais provável, dentro do estilo do Dilma II de tentar agradar “Gregos e Troianos” é que ordenem para que não se mude a SELIC, ou que se mudar, seja na base do 0,25% para cima ou para baixo e com o máximo de explicações “convincentes” possíveis (embromation master plus – sic).”

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    • Louro José 21 de janeiro de 2016 at 09:30

      É impressionante como eles são ruins!
      Ruins de negociação.
      Ruins de conhecimento.
      Ruins até mesmo na hora de combinar um discurso e mantê-lo em sigilo.

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    • Bolha BOSS 21 de janeiro de 2016 at 09:32

      Vou postar esta análise como tópico

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  • Azufre 21 de janeiro de 2016 at 09:32

    Tombini acaba com o BC
    Dólar sobre
    Dívida da Petro dispara
    Gov precisa capitalizar Petro
    Dívida pública dispara
    Juros reais (o que o Copom não controla) disparam

    Tá certinho isso aí
    Pode sim acabar com a macroeconomia do país
    Deu nada nos anos 1980
    Tá sussa

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    • Louro José 21 de janeiro de 2016 at 09:39

      Já estamos neste caminho.

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  • bodosko 21 de janeiro de 2016 at 09:50

    OFF: Não consigo pegar o TD aberto uma vez! Ta foda.

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  • Louro José 21 de janeiro de 2016 at 09:53

    BC se enfraquece

    por Míriam Leitão
    21/01/2016 07:57

    O Banco Central manteve a taxa de juros no país com uma das maiores inflações do mundo. Por mais que alguns bons economistas tenham dito que esta era a coisa certa a fazer, por causa da recessão, o BC ficou com o ônus de parecer hesitante, sem rumo e sem autonomia. Ele tomou uma decisão polêmica e a comunicou da forma a perder reputação.

    A hesitação do BC tem efeitos, e o mais importante deles foi o de aumentar a insegurança em relação a autonomia desta administração num momento em que o país enfrenta uma situação econômica dramática e as bolsas despencam no mundo.

    A condução firme da política monetária é o primeiro requisito para sair de uma turbulência como a que o Brasil está. A inflação está em dois dígitos, o PIB, em recessão pelo segundo ano consecutivo e com previsões cada vez piores, o desemprego está subindo e a dívida pública está em trajetória perigosa. Diante de um quadro assim, o pior que pode acontecer é o Banco Central demonstrar que não sabe para onde vai. E foi exatamente o que aconteceu.

    No fim, a reunião do Copom decidiu não subir os juros, o que significa aceitar a inflação perigosamente alta e abandonar até o jargão que sempre repete, o de que está “especialmente vigilante”. A reação que o BC teve às previsões do FMI foi constrangedora. Ele não pode se mostrar surpreso com um relatório do Fundo como se só então soubesse que a recessão no Brasil está se aprofundando. A autoridade monetária tem uma coleção de informações sobre a economia brasileira muito maior e mais precisa do que qualquer panorama que o Fundo consiga traçar.

    A nota de terça-feira quebrou a regra de comunicação que os dirigentes do Banco Central se impõem de não falar nos dias da reunião do Copom. Pelo ritual, o BC fala através dos seus comunicados, atas, relatórios “tempestivos”, e em entrevistas ou participações em eventos em datas bem escolhidas no calendário.

    Como resultado dessa comunicação confusa, os contratos de juros negociados pelo mercado tiveram queda para vencimentos mais curtos, mas subiram nos vencimentos mais longos. Isso dificulta o financiamento dos investimentos e o plano de negócio das empresas.

    Há um problema recorrente em relação ao Banco Central. Há dúvidas sobre se ele tem autonomia para a tomada de decisão ou se tenta acomodar as pressões que recebe do Planalto. Por isso, muitas vezes teve que elevar ainda mais a taxa de juros para provar a independência que, a cada evento como este, é de novo posta em dúvida. Além disso, ele é julgado pelos resultados: nunca entregou a inflação prometida, apesar de sempre ter assegurado que o faria num intervalo de dois anos. Nos seus comunicados disse várias vezes nos últimos anos que a política fiscal era neutra, ou seja, não era ela a causa da inflação. Mesmo assim, quando tudo deu errado e ele teve que explicar em carta uma taxa de 10,67%, a culpa foi colocada na política fiscal e em outros erros de política econômica. E, de fato, grande parte da responsabilidade foi de decisões como preços de energia represados, que tiveram de ser corrigidos num tarifaço, ou gastos excessivos sendo escondidos através de pedaladas. O problema é que este BC sobrevoou todos esses eventos como se não os visse, e não alertou o país para a dimensão do risco que o Brasil estava correndo.

    Ontem foi um dia de turbulência no mundo inteiro. As bolsas caíram pelo efeito da fuga de investidores de ativos de risco para títulos do Tesouro americano. A bolsa brasileira voltou ao nível mais baixo desde 2009. O petróleo continuou derretendo e o brent caiu para US$ 27. O dólar no Brasil foi a R$ 4,10. Nesse clima, e sob críticas por seus atos e palavras, o Copom tomou a decisão oposta à que sinalizou durante semanas.

    A incerteza internacional foi um dos motivos alegados pelo Banco Central para manter a taxa de juros. E de fato há incerteza. A recessão é realmente forte. O problema é que o Banco Central precisa dizer ao país o que pretende fazer com a inflação cujo combate é sua principal missão. O BC, com seus atos e suas confusões, está na prática informando que não sabe como lutar contra a inflação. O pior a se ter nesta conjuntura é um Banco Central fraco. E é o que temos.

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    • Crocs 21 de janeiro de 2016 at 10:01

      Louro, esse é o BC que o governo e o pt tanto queriam! Manda deitar ele deita, manda rolar ele rola, manda abanar o rabo e ele abana!

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  • CA 21 de janeiro de 2016 at 10:01

    Sobre outras previsões que já tínhamos feito por aqui desde a saída do Levy e que também estão se concretizando, ressalto o incentivo do Governo à construção civil leve (imóveis residenciais e comerciais):

    Ao que tudo indica, o Governo vai liberar mais verba do FGTS, onde ele tem pelo menos 50% dos votos do Conselho Curador, para que seja utilizado no financiamento imobiliário. Provavelmente será vinculado a empréstimos para imóveis que tenham preços de até R$ 400 mil como aconteceu em 2015, para manter o cunho “popular” (rs), embora saibamos que este limite está muito acima do que mais de 75% da população NÃO pode comprar, mas em tempos de bolha, o “popular” vira aquilo que poucos podem.

    Se confirmado o que consta acima, a MRV agradece, mas não é a solução “mirabolante” que alguns podem pensar e que salvaria todo o segmento imobiliário. Mais de 70% de todos os imóveis ofertados nos grandes centros (novos mais usados) tem preços acima de R$ 400 mil e continuarão “no limbo”, com juros não subsidiados pelo FGTS ou Poupança (CEF e BB também tem restringido limite em R$ 400 mil). Vejam notícia em comentário mais acima, temos novo recorde de endividados no Brasil, estes não tem muito poder de compra, muito menos de imóveis com preços completamente fora da realidade de renda e juros não subsidiados.

    E se o Governo, ampliando o grau de insanidade, decidir liberar limites ainda maiores de preços de imóveis, ou subsídios ainda maiores, para tentar salvar o mercado como um todo?

    Só para lembrar, foi a bolha imobiliária que impulsionou e muito o super-endividamento das famílias, roubando da capacidade de consumo delas e ajudando demais para que a derrocada na economia se intensificasse. Para comprovarmos isto com números, sugiro rever os gráficos dos links ao final deste comentário, com dados vindos do próprio Governo (Banco Central e IBGE), onde podemos observar que, enquanto a dívida com crédito imobiliário em proporção à renda dos últimos 12 meses das famílias SEXTUPLICOU a dívida total das famílias em relação a renda dos últimos 12 meses “apenas” DUPLICOU de 2005 a 2015.

    No período de 2010 a 2015 a dívida das famílias não relacionadas ao crédito imobiliário (dívidas de consumo) em proporção à renda passou a cair, como consequência da dívida do crédito imobiliário em proporção à renda das famílias ter TRIPLICADO de 2010 a 2015, roubando e muito a capacidade de consumo das famílias. Outras evidências foram que neste período de 2010 a 2015 o PIB consumo das famílias também caiu, a inadimplência medida pelo SERASA cresceu 2,5 mais rápida que no período anterior, dentre outros efeitos danosos.

    Ao incentivar ainda mais o crédito imobiliário com juros subsidiados via FGTS ou qualquer outra fonte que o Governo inventar, ele estará prejudicando cada vez mais a economia como um todo, colaborando para aumentar desemprego, inflação, reduzir ainda mais o PIB, etc. Como tudo isto se reflete para o próprio segmento imobiliário? Na prática, as vendas continuarão caindo do mesmo jeito, como aconteceu nos últimos anos, onde NENHUMA das ações apelativas do Governo possibilitou uma REAL recuperação das vendas. Em 2012 as vendas despencaram, se mantiveram estáveis em 2013, caíram bastante em 2014 e 2015 novamente. Não há “milagres”, a destruição da economia não salva o segmento imobiliário, apenas aumenta o tamanho do estouro que vai acontecer neste segmento. Inflação e endividamentos gerais muito elevados para famílias significam novos aumentos em distratos e na inadimplência do crédito imobiliário junto a bancos, dentre diversos outros fatores que vão colaborar para a destruição ainda mais impactante e visível de nossa bolha imobiliária, o que este segmento “comemora”, são “vitórias de Pirro”, onde claramente os prejuízos para este setor serão muito maiores, ajudando a empurrar ainda mais para baixo a economia como um todo.

    Seguem links de gráficos e informações mencionadas acima:

    Gráfico com dados do BACEN sobre endividamento das famílias e como a dívida com crédito imobiliário ajudou a destruir a capacidade de consumo:

    “http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-11-d%C3%ADvida-das-fam%C3%ADlias-com-o-sistema-financeiro.png

    Gráfico que demonstra que a inadimplência subiu 2,5 vezes mais rápido de 2010 a 2015, apesar da dívida para consumo ter caído no período, o que também foi impulsionado pelo excessivo endividamento das famílias com o crédito imobiliário:

    “http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-12-inadimpl%C3%AAncia-geral-das-fam%C3%ADlias-SERASA.png

    Gráfico que mostra como o “PIB consumo das famílias” vem em queda no mesmo período de 2010 a 2015, também relacionado ao excessivo endividamento das famílias com crédito imobiliário:

    “http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-14-despesas-das-fam%C3%ADlias.png

    Abaixo o que já havia sido comentado desde a publicação deste documento (outubro/2015), com a previsão de que o Governo forçaria novamente o crédito para o consumo e quais as consequências esperadas:

    “http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-16-tend%C3%AAncia-2015-2016-parte-1.png

    Para quem quiser ver o documento como um todo, que INFELIZMENTE tem muitas de suas previsões se concretizando quanto a continuidade de destruição de nossa economia, segue o link:

    “http://defendaseudinheiro.com.br/a-bolha-imobiliaria-no-brasil-e-a-economia

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  • Louro José 21 de janeiro de 2016 at 10:03

    O “sucesso” do governo

    21 de janeiro de 2016 por mansueto

    Quando alguém se reúne com empresários, em qualquer lugar do Brasil, nota-se de forma clara a falta de confiança no governo. O governo tem tentado acertar, tem tentado mandar para o mercado sinais positivos. Mas a comunicação do governo é muito ruim e, ao invés de diminuir as incertezas, as declarações e ações são muitas vezes contraditórias e aumentam a incerteza quanto aos rumos da economia.

    O ideal é que a presidente Dilma tivesse força politica para fazer metade do que vem prometendo, em especial, uma reforma da previdência. O problema é que não há como saber se o governo está disposto a bancar essa briga, se o executivo conseguirá enquadrar o PT, se uma eventual proposta de reforma da previdência será ou não pano de fumaça para o aumento do gasto no curto prazo, etc.

    Em resumo, é muito difícil ainda apostar em uma agenda de reformas proposta pelo executivo e que essa agenda será aprovada. O governo hoje pode contar com o apoio de sua base para aprovar reformas necessárias? Eu acho que não, mas vamos ver.

    Dito isso, se a intenção do governo é aumentar a incerteza dos agentes econômicos e agravar a crise econômica para criar um eventual consenso pró reformas, ele está conseguindo fazer isso de forma impecável, pois não se comunica bem com o mercado.

    A primeira grande lambança foi a declaração inesperada do presidente do BACEN sobre o relatório do FMI. Isso foi surpreendente porque, por definição, se espera que o BACEN tenha um conhecimento melhor do que o FMI sobre a atividade econômica e inflação no Brasil. Assim, a manifestação do presidente do BACEN sobre a revisão da expectativa de crescimento do Brasil feita pelo FMI foi infeliz e qualquer que fosse a decisão do COPOM levantaria dúvidas, novamente, sobre a independência do BACEN.

    O problema não foi a manutenção da taxa de juros Selic ontem em 14,25%, mas a forma que o BACEN usou para justificar essa taxa quando o seu presidente sinalizou por semanas sucessivas ao mercado que faria exatamente o contrário. Para os mais inocentes o grande fator de mudança foi o relatório do FMI, mas para os mais realistas uma reunião inesperada no Palácio do Planalto.

    Segundo, ao mesmo tempo que o governo quer garantir que cumprirá a meta do primário, há uma enorme pressão para novas medidas de estímulo. O governo sinaliza que pode voltar a usar os bancos públicos, mas com juros maiores que TJLP para não ter equalização de juros (despesa primária). No entanto, se emprestar a 9% ao ano, não tem equalização mas tem subsídios financeiros que aumentam o custo da dívida publica.

    Afinal, o governo vai ou não retomar a sua politica de empréstimos de bancos públicos à taxa de juros inferiores as de mercado? Hoje, a agência Reuters divulgou (ver aqui) que o ex-presidente Lula falou:

    “O governo terá de anunciar mudanças “até para justificar a saída de Joaquim Levy” do Ministério da Fazenda, o que deverá ser feito em breve…..O ex-presidente defendeu ainda uma “forte política de financiamento” e que se o governo não investir não terá como convencer os empresários a fazê-lo.”

    Terceiro, apesar de o governo reconhecer a necessidade do ajuste fiscal, há hoje uma grande dúvida se o governo terá condições de entregar o que prometeu. O orçamento foi aprovado e sancionado com a expectativa de crescimento da despesa primária em R$ 93 bilhões e da receita nominal em R$ 161 bilhões, equivalente a um crescimento real de R$ 80 bilhões ou de 7% em um ano de recessão. Como isso será possível? Ninguém sabe, mas está lá.

    O espaço para corte de despesas este ano é ainda menor do que no ano passado. Do crescimento de R$ 93 bilhões na despesa projetada na Lei Orçamentária que foi aprovada, o governo não tem como mexer em R$ 73 bilhões: R$ 18 bilhões de despesa com pessoal e R$ 55 bilhões de expansão da previdência.

    No cenário atual, mesmo que o crescimento do investimento seja “zero”, uma expansão nominal de R$ 73 bilhões da despesa primária do governo central significa expansão da despesa primária como porcentagem do PIB e mais um ano de déficit primário.

    Quinto, o governo continua acreditando que o Brasil é o melhor país do mundo para se investir em infraestrutura. Nas condições atuais, o que escuto das grandes empresas do mercado nesta área é que o foco imediato é aumentar o caixa e cortar endividamento. Só participariam de novas concessões com uma taxa de retorno excepcional o que não irá acontecer. Logo, a expectativa de uma retomada rápida do investimento em infraestrutura via concessões não acontecerá.

    Por fim, quando o ex-ministro Levy notou que não podia contar com o apoio do PT para avançar na agenda de reforma fiscal, criou canal de comunicação direto com a oposição e, no segundo semestre de 2015, alguns senadores de oposição foram relatores de medidas provisórias do governo. O novo ministro da fazenda não tem esse canal de comunicação com a oposição e terá que construir, caso contrário, ficará exclusivamente dependente da base de apoio do governo.

    Mas será que o novo ministro por contar com a simpatia do PT conseguirá que o senador Lindbergh Farias, por exemplo, passe a defender medidas de austeridade? Será que a base de apoio do governo aprovaria o estabelecimento de idade mínima para aposentadorias e mudanças na regra de reajuste do salario mínimo? Difícil saber.

    Por tudo isso descrito aqui, não dá ainda para confiar no compromisso real do governo com a pauta do equilíbrio fiscal e com a retomada da agenda de reformas. Vale lembrar que há menos de um ano o ex-presidente Lula chamou de traidor quem votou a favor da terceirização. Vale lembrar que, alguns parlamentares do PT, quase tiveram um ataque do coração quando o senador José Serra propôs acabar com a obrigatoriedade da Petrobras de investir em todos os campos do Pré Sal. Infelizmente, o PT não parece ainda muito entusiasmado com a agenda de reformas do seu próprio governo.

    Se o governo quiser reconquistar a confiança dos empresários e trabalhadores, ele precisará mostrar de forma clara e recorrente não apenas o que pretende fazer, mas como pretende aprovar as medidas de ajuste fiscal estrutural no Congresso Nacional.

    Por enquanto, não há nenhuma razão para otimismo, pois o único sucesso do governo no início deste ano tem sido aumentar a incerteza quanto ao seu compromisso com o ajuste fiscal e, novamente, em relação a autonomia do Banco Central.

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  • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 10:14

    Alguém explica aqui para o burro o motivo da Petro estar subindo.
    Brent caindo e Petro subindo.
    O loiro aqui não entende.

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    • Azufre 21 de janeiro de 2016 at 10:16

      Anteontem tb abriu em alta. Veremos.

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    • Louro José 21 de janeiro de 2016 at 10:23

      Lei da oferta e da demanda

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  • marcosbolha 21 de janeiro de 2016 at 10:28

    Para FMI, Brasil só voltará a ter crescimento em 2018

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  • Zek Ariok 21 de janeiro de 2016 at 10:33

    TÓPICO:
    Saiu ontem no Jornal Nacional uma matéria sobre o alto número de distratos. A bhosta está aparecendo em horário nobre para o bananense.
    “http://g1.globo.com/jornal-nacional/edicoes/2016/01/20.html#!v/4752100”
    Dêem um CTRL+F no link acima e procurem por “imóveis devolvidos” (não consegui um link direto para a matéria).

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    • marcosbolha 21 de janeiro de 2016 at 10:44

      E como fica o proprietário que não conseguiu vender por ter levado uma rasteira da construtora?

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      • bodosko 21 de janeiro de 2016 at 10:47

        Deviam ter entrevistado ele também. Ia ser engraçado.

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        • marcosbolha 21 de janeiro de 2016 at 11:01

          Deveria ser proibido essa prática da construtora.

          0
          • Azufre 21 de janeiro de 2016 at 11:32

            Oferta e demanda. Se tivesse subido o feliz proprietário não iria perdoar.

            Especuladores half-duplex: só na hora de ganhar, na hora de vender é mimimimi

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          • Zek Ariok 21 de janeiro de 2016 at 12:07

            Qual prática? Vender o imóvel pronto mais barato que o vendido na planta? O imóvel é dela, ela vende por quanto quiser.
            Como se a construtora tivesse alguma obrigação de sustentar os preços bolhudos pra manter o “investimento” dos especuladores.
            A construtora entende que o mercado virou e age racionalmente, baixando o preço pra conseguir vender e fazer caixa. Já o sardinha metido a especulador imobiliário, que comprou cheio de ignorância presunçosa, fica orgulhosinho resistindo a vender por um preço abaixo do que pagou, sem notar que o custo de oportunidade do orgulho vai destruí-lo.

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      • Zek Ariok 21 de janeiro de 2016 at 11:50

        O propriOtário que aprenda a investir. Não tem essa de posar de coitadinho dizendo que levou golpe da construtora, como se a construtora o tivesse sacaneado de propósito. Ele assumiu um risco alto querendo especular com algo que já estava com o preço inchado, portanto agora RECEBA. E parem com esse cacoete mental de dizer que imóvel é investimento seguro.

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    • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 10:44

      Sendo chato, faltou um Crtl + F no fórum

      “Ilusionista 20 de janeiro de 2016 at 22:10
      matéria do JN

      “http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/imoveis-devolvidos-por-dificuldade-de-pagamento-retornam-com-descontos/4752100/”

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  • Louro José 21 de janeiro de 2016 at 10:35

    Curva de juros tem maior inclinação da história após decisão do Copom
    Mercado perdeu a confiança no Banco Central, e isso tem um importante impacto nos seus investimentos

    Avaliação da notícia:

    Ótima

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    Por Ricardo Bomfim
    |9h56 | 21-01-2016
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    SÃO PAULO – O mercado não viu com bons olhos a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de manter a Selic inalterada em 14,25%. Não que não houvessem argumentos técnicos muito bons para isso, mas a maior parte dos analistas viu uma incômoda interferência política na decisão do comitê.

    Como resultado, os DIs mais curtos como o contrato de janeiro de 2017 cai 41 pontos a 14,78%, ao passo que os mais longos, como é o caso de janeiro de 2021 sobem 15 pontos-base a 16,96%, fazendo um spread (diferença) de 215 pontos-base entre as duas taxas. Isso fez com que a curva de juros definida por esses mesmos contratos futuros de DI (Depósitos Interbancários) atingiu uma inclinação recorde, uma grande diferença entre o esperado para o curto prazo e para o longo prazo.

    Na prática, isso significa que o mercado perdeu a confiança no Banco Central e vê uma política monetária mais frouxa hoje sendo necessariamente corrigida por apertos no futuro. O que isso impacta os seus investimentos? Segundo relatório do Santander, os mercados de renda fixa devem manter acréscimo de prêmios aos vencimentos mais longos pelo menos até que a inflação mostre sinais claros de desaceleração.

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  • MrQuim 21 de janeiro de 2016 at 10:37

    Lacra que tá poco =http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-01/governo-vai-vender-239-imoveis-da-uniao-com-ajuda-da-caixa

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  • From_The_Tower 21 de janeiro de 2016 at 10:38

    A BNN pegando fogo , colegas !?
    Avoa Dolar, Avoa cambial , Avoa Latinha ! 🙂

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    • Polaco 21 de janeiro de 2016 at 11:00

      Become a rich!

      “http://invst.ly/yvff

      “http://invst.ly/yvi6

      0
  • Cajuzinha 21 de janeiro de 2016 at 11:01

    Daqui a quatro anos…

    ” postado em 21/01/2016 10:20
    Agência Brasil
    O Banco do Brasil, Bradesco, a Caixa Econômica Federal, o Itaú Unibanco e Santander se uniram para criar uma empresa gestora de inteligência de crédito, que permitirá ao setor bancário e demais instituições da área aprimorar a capacidade de análise e gestão de suas carteiras de empréstimos, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas (empresas). A expectativa é que serão necessários quatro anos para a estruturação tecnológica e geração de dados que viabilizem a operação da empresa gestora. A informação foi divulgada hoje pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).”

    3+
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    • Nilson 21 de janeiro de 2016 at 11:09

      faz tempo que os bancos sabem da qualidade do meu crédito, mas nunca autorizei meus dados… o ruim pra eles é que nunca tomarei crédito!

      1+
    • CA 21 de janeiro de 2016 at 11:12

      Too little, too late…

      2+
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  • Just A Simple Bubble Man 21 de janeiro de 2016 at 11:04

    O Mercado paraTesouro está fechando pra balanço? demora danada e dessa vez não tem aviso na página do investidor

    0
    • bodosko 21 de janeiro de 2016 at 11:08

      “21/01 – Atraso na abertura do Tesouro Direto
      Devido à forte volatilidade nas taxas de juros dos títulos públicos nesta manhã, informamos que a abertura do Tesouro Direto ocorrerá com atraso. A expectativa é de normalização por volta das 11:00.”
      http://www.tesouro.fazenda.gov.br/avisos

      1+
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    • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 11:08

      21/01 – Atraso na abertura do Tesouro Direto
      Devido à forte volatilidade nas taxas de juros dos títulos públicos nesta manhã, informamos que a abertura do Tesouro Direto ocorrerá com atraso. A expectativa é de normalização por volta das 11:00.
      “http://www.tesouro.fazenda.gov.br/-/21-01-atraso-na-abertura-do-tesouro-direto?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tesouro.fazenda.gov.br%2Ftesouro-direto%3Fp_p_auth%3DnEv7rqyD%26p_p_id%3D101_INSTANCE_4AJ4yiGzEVAv%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview

      Mas até agora nada

      0
      • Just A Simple Bubble Man 21 de janeiro de 2016 at 11:17

        Obrigado pelo viso duplo!
        Quero ver como vai estar o feira pra ver se tem algo decente pra comprar. Problema que estou cada dia mais receosos de comprar algo que deixe meu dinheiro preso.

        2+
    • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 11:22

      Abriu

      Ativo Vencimento Indexador Taxa de Juros (% a.a.) Valor
      Tesouro Selic 2021 (LFT) 01/03/2021 SELIC 0,00% 7.462,60
      Tesouro Prefixado 2018 (LTN) 01/01/2018 prefixado 16,13% 749,46
      Tesouro Prefixado 2021 (LTN) 01/01/2021 prefixado 16,72% 467,30
      Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2020 (NTNB) 15/08/2020 IPCA 6,77% 2.783,00
      Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 (NTNB) 15/05/2035 IPCA 7,57% 2.396,59 APLICAR
      Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050 (NTNB) 15/08/2050 IPCA 7,50% 2.364,15
      Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2025 (NTNF) 01/01/2025 prefixado 16,67% 715,80
      Tesouro IPCA+ 2019 (NTNB Princ) 15/05/2019 IPCA 6,48% 2.269,46
      Tesouro IPCA+ 2024 (NTNB Princ) 15/08/2024 IPCA 7,40% 1.517,52
      Tesouro IPCA+ 2035 (NTNB Princ) 15/05/2035 IPCA 7,74% 664,76

      1+
  • Veigalex 21 de janeiro de 2016 at 11:35

    Fala Galera!
    Tentei procurar na busca, mas nao encontrei. Uma dúvida quanto a renda fixa.
    As LCI/LCA´s elas tem uma carência de 90 dias agora, certo? após esses 90 dias eu posso sacar o rendimento mensalmente? Tipo coloco 100K e mensalmente tiro os juros?
    Se nelas não dá nos CDB da vida dá?

    Vejo a galera fando que vive de juros e fiquei com essa duvida.
    Isso tem um nome? Seria resgate automático?

    Valeu Galera..

    3+
    • avatar
    • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 11:38

      Depende.
      No BB a liquidez é diária após os 90 dias. Em outras instituições a liquidez é só no vencimento (somente irás ter a disponibilidade financeira no vencimento).
      Quanto aos CDBs eu acredito que seja a mesma sistemática.

      1+
      • bodosko 21 de janeiro de 2016 at 11:40

        Detalhe que com liquidez diária irá render menos, certo?

        1+
        • L.A. 21 de janeiro de 2016 at 11:43

          Não.

          1+
  • BReakfast 21 de janeiro de 2016 at 11:39

    E ai, alguém vai ariscar um pouco num IPCA+ Juros para 2035 com 7,57% ou nem pensar?

    1+
    • bodosko 21 de janeiro de 2016 at 12:16

      Uma dúvida, um titulo desse, como calculo a quantia resgatada antes do vencimento? Digamos para daqui 2 anos.

      0
      • SampaBoy 21 de janeiro de 2016 at 12:29

        Se resgatar antes da data , o preço é de mercado, ou seja, varia dia a dia e o titulo pode estar mais ou menos valorizado conforme houver outros titulos melhores ou nao. O preco neste caso nao vai depender do ipca , do tempo transcorrido e da soma dos juros, vai depender apenas se este titulo é melhor ou pior comparado com outros titulos, o lucro passa a depender de sorte do momento.

        3+
        • avatar
        • bodosko 21 de janeiro de 2016 at 15:06

          E como eu calculo isso? Quanto está valendo meu título hoje, por exemplo?

          1+
  • Awulll 21 de janeiro de 2016 at 16:30

    Há uns dois anos atrás liguei nesse anúncio:

    “http://www.totalnet.com.br/consolider/rajuly/index.swf

    Falaram em 5 k o m². O menor imóvel de 165 m². Então era 800 k no mínimo.
    Não venderam nada.
    Aliás, mal divulgavam.
    Agora tem por menos de 600 k:

    “http://pr.olx.com.br/regiao-de-curitiba-e-paranagua/lancamentos/rajuly-residence-unid-14-149386230

    Detalhe que o plantão no local é de segunda a sexta 13:00-17:30.
    Tem no sábado também, não lembro o horário.
    Como é que investem tanto num produto e mal se preocupam em vendê-lo?

    1+
  • Rolde 21 de janeiro de 2016 at 17:04