Twitaço #bolhaimobiliaria

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Comments
  • RT 30 de agosto de 2011 at 19:34

    Eu participaria amarradão. Mas não tenho Twitter.

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  • J 30 de agosto de 2011 at 21:08

    Vi esse link no SSC, bastante interessante (e assustador):
    http://www.youtube.com/watch?v=EqW9srTn7xM

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    • J 30 de agosto de 2011 at 21:11

      Ah sim, sobre a bolha espanhola (legenda em português, vi que o original tem mais de 3 milhoes de visualizacoes, 19 mil ‘aprovacoes’ e 400 e algo de ‘negativacoes’.

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      • Mahmoud 31 de agosto de 2011 at 10:39

        Esse documentário da bolha espanhola fala das pessoas que deixaram a faculdade só para trabalhar no ramo de imóveis. Na minha cidade, de cabeça agora me lembro de 3 pessoas que largaram a faculdade de direito para só trabalhar como corretor imóveis.

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        • J 31 de agosto de 2011 at 10:48

          Esse talvez seja um dos efeitos mais perniciosos da expansão desenfreada; também conheço diversos casos de pessoas que saíram da faculdade para trabalhar como corretores; não bastasse isso, conheço alguns que largaram empregos com maior segurança. De outro lado, e emulando o que aconteceu com a Espanha, não vimos no Brasil aumento de pesquisa e tecnologia, de investimentos, ou ainda, de qualquer maneira, pelo menos a utilização positiva dos valores obtidos.
          Aliás, como todos são ricos, não há necessidade de estudar mais.
          Talvez seja por isso que alguns corretores (não a maioria, claro) mandem emails com ofertas ‘essepcionais’ ou para quem ‘quizer’ comprar.

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        • Guilherme Eduardo 1 de setembro de 2011 at 19:17

          Olhem só o que eu vi hoje:

          Oferta de emprego colada em poste! Falava em ganhar de R$ 4.000,00 a R$ 5.000,00 por mês como corretor de imóveis de médio e alto padrão. E falava quenão precisa de experiência.

          Para quem conhece o lugar, eu vi isso em Barueri/SP, no começo da Rua Campos Sales, no centro.

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  • J 30 de agosto de 2011 at 21:14

    http://www .youtube.com/watch?v=EqW9srTn7xM

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  • MrK 30 de agosto de 2011 at 22:14

    Eu participaria amarradão. Mas não tenho Twitter. 2

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  • MrK 30 de agosto de 2011 at 22:34

    uma coisa que tem me assustado é a agressividade de algumas pessoas quando ouvem o assunto bolha aqui na internet, você fala numa boa, querendo ajudar, explicar, dar opiniões, e as pessoas partem pra falta de respeito, te chamam de recalcado, que queria ter comprado imovel, sem nem saberem se isso é verdade!

    isso pra mim denota o claro desespero de quem comprou no auge, vê que fez um mal negócio e quer culpar os outros por falarem algo que elas não querem ouvir!!! ninguém mandou comprar esses imóveis, alias, aqui sugerimos não comprarem!!

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    • lopes51 30 de agosto de 2011 at 23:30

      Hoje a tarde fui fazer um lanche e na sorveteria tinha um corretor que conheço a muito tempo.
      A vida dele ta linda de carrão novo e cheio de ouro (até parece cafetão de filme americanokkk).
      Ai como sempre converso com o dono da sorveteria e nos temos a mesma opinião sobre imoveis (preços absurdos sem fundamentos e as pessoas sem renda portanto bolha).
      Bom na conversa com o corretor perguntei como estavam as vendas e ele falou que so vendia financiado ai falei com esses preços tem que ser né!!! Ai perguntei o preço de um terreno em um bairro e ele me falou e eu falei absurdo isso não vale e ele falou se quizer vai pagar isso e ainda esta barato e eu retruquei eu tenho um terreno lá e nem por isso deixo de achar o preço um absurdo o salario das pessoas não permitem a compra nesse patamar.
      Ai falei pro corretor que pretendo alugar e deixar o dinheiro aplicado e ele falou que isso é besteira pq imovel nunca PERDE VALOR e com o dinheiro aplicado não conseguiria pagar o aluguel e corrigir o valor em dinheiro em face da valorização dos imoveis pq imoveis nunca desvalorizam. Eu respondi é verdade imovel nunca perde o valor inclusive no plano Collor eles não perderam o valor? Em 1998 e 1999 eles não acompanharam a inflação e quando se vendia tinha que dar desconto?
      Ai ele ficou queto e falei que achava que a economia da Banania estava caminhando para um novo quadro e que ano que vem a situação da economia iria piorar na minha opinião, mais que respeitava a opinião dele e que nos saberiamos quem esta certo dentro de 1 a 3 anos e não agora e que minha aposta era diferente da dele.

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    • carlos wagner 30 de agosto de 2011 at 23:37

      MRK

      É tipico do ser humnao, mas exagerado no brasileiro, não admitir que fez um mal negocio ou tentar justificar por todos os meios que o negocio era vantajoso. Temos exemplos disso no exemplo que voce citou e posso citar outros tantos de situções em que isso se justifica, haja vista a nossa politica. Uma das maiores aberrações da historia recente da Banânia é a promulgação da Lei da Ficha Limpa, quando para barrar o ingresso de ladrões em cargos publicos de carater eletivo basta que o Bananês não vote nele, simples assim.

      Mesmo assim, o brasileiro continua culpando os politicos pela corrupção desenfreada que assola nosso país, quando na verdade, a responsabilidade é toda dele, que, como individuo, troca seu voto por pequenas vantagens oferecidas pelos espertalhões candidatos.

      Constumo dizer que não vale a pena trocar seu voto por dentaduras, como ocorre em muitos estados pobres brasileiros, a justificativa é que a comida está tão cara que estamos sendo obrigados a continuar tomando sopa, coisa que qualquer banguelo o faria.

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      • DRN 31 de agosto de 2011 at 10:25

        Carlos, infelizmente, o brasileiro em geral (inclusive a classe média, os ricos e os muito ricos) não têm moral para falar mal de corrupção.

        Nós somos, na grande maioria, um povo de pessoas mal educadas. Chamamos de “esperto” quem fura a fila, quem descumpre as regras de trânsito, quem sonega tributo, quem faz acerto com funcionários públicos etc. E chamamos de “otários” os que não fazem.

        Somos um povo limpinho por fora (todo mundo adora tomar banho, não é) e bem sujinho por dentro (nosso comportamento social é uma porcaria).

        Eu amo nosso país, mas, sinceramente, já perdi as esperanças de que um dia sejamos realmente uma nação.

        At., Douglas.

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      • Gil 31 de agosto de 2011 at 10:36

        Não é bem assim. A maioria dos brasileiros sofre de um mal chamado ignorância.
        Ignorância não por culpa dele, mas por extrema falta de educação e informação.
        Você realmente acha que eu e você elegemos alguém no Brasil. Quem elege os políticos não tem educação, não tem cultura, não tem acesso a informação, sequer assistem a jornal nacional. Internet? Os que tem acesso só utilizam para ver bobagens.
        Infelizmente, a realidade aqui é dura, mas não por culpa do brasileiro, mas sim pela grande massa que é manipulada pelos políticos que se encontram no Poder e querem que a situação continue do jeito que está.

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        • AUGUSTO 31 de agosto de 2011 at 11:18

          Prezado amigo, cocncordo com tudo que falou, menos no fato do jornal nacional, pois este geralmente só doura a pilula, com o simpático casalzinho sendo mais artistas que locutores, não informando aquilo que vai contra interesses dos especuladores.
          Ontem por exemplo a Band noticiou a queda de imóveis novos anunciada peolo secovi, lá o JN não disse uma só palavra. Por outro lado para este pseudo jornal faltam corretores no Brasil ( ué virou programa comico agora )

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          • DRN 31 de agosto de 2011 at 12:49

            Eu respeito a opinião dos amigos, mas discordo. A culpa pela situação atual não é só da “massa manipulada”. É também de gente com instrução, como nós, que postamos aqui no blog. Nossa cultura é a do “eu primeiro” em tudo. Quanto à mídia, não é nenhum pouco confiável. Além de 70% da receita advir de anunciantes (vcs acreditam que vão morder a mão de quem os alimenta?), os caras são preguiçosos e autofágicos. Simplesmente repetem o que outros canais de comunicação reportaram, mas sem com preocupação de não afetar os interesses dos anunciantes.

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    • augusto 31 de agosto de 2011 at 08:21

      PURO DESESPERO DE QUEM BANCOU O OTÁRIO, OU DE QUEM ACREDITOU QUE PAPAI NOEL EXISTE, OU DE CORRETORES INCOMPETENTES DESESPERADOS PORQUE A BOQUINHA ESTÁ SECANDO

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    • Ader 31 de agosto de 2011 at 10:18

      Tem aproximadamente quase 01 ano que acompanho o Blog, tenho a dizer que por desconfiar dos preços abusivos cobrados pelos imóveis, pois tenho interesse em adquirir, comecei a fazer pesquisas na NET e encontrei o Bolha Imobiliária que desde então venho acompanhando e aprendido muito. Sempre comento com amigos e indico o Blog para quem quer se antenar sobre economia. Um abraço a todos…

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  • Carlos__ 30 de agosto de 2011 at 22:43

    Estou postando de novo porque antes travou na moderação. Há bastante tempo venho lendo sobre isso nos sites internacionais. Hoje, pela primeira vez, vejo o assunto sendo tratado na grande imprensa nacional. O verdadeiro mostro, a bolha assassina:

    A BOLHA IMOBILIÁRIA CHINESA

    Se a China tossir, o Brasil pega uma tuberculose. Imaginem o mercado brasileiro, com a crise chegando na Ásia, a economia esfriando, os preços dos imóveis ainda nas alturas e todo mundo noticiando como a bolha imobiliária abalou as duas maiores economias do mundo. Aí vai ser o desespero.

    Segue link e texto:
    economia . estadao. com .br/noticias/economia%20internacional,divida-podre-de-bolha-de-imoveis-pode-abalar-bancos-da-china,82208,0. htm

    Crescem os temores de que uma bolha imobiliária na China provoque uma avalanche de dívidas podres para os maiores bancos do país, afirma o jornal japonês Nikkei. Com base nos resultados das instituições entre janeiro e junho e outras informações públicas, o jornal afirma que os sete principais bancos chineses elevaram drasticamente os empréstimos para firmas de investimentos filiadas a governos locais.

    As prefeituras criaram firmas de investimentos que buscam recursos para desenvolvimento imobiliário e em infraestrutura porque não podem tomar empréstimos diretamente dos bancos. Seus projetos alimentaram a alta dos preços dos imóveis e puxaram o crescimento econômico. Mas agora teme-se que uma eventual correção do mercado possa dar origem a montanhas de dívidas podres.

    Até 30 de junho, os sete grandes bancos chineses tinham em suas carteiras um total de 3,2 trilhões de yuans (US$ 501,43 bilhões) deste tipo crédito, ou cerca de 10% do seu total de empréstimos. Entre os cinco maiores, estes créditos cresceram mais de 30% na comparação com 31 de dezembro, para atingir cerca de 2,9 trilhões de yuans.

    O Industrial and Commercial Bank of China apresentava o maior volume de crédito a firmas de investimentos filiadas a governos locais, 931 bilhões de yuans, um aumento de 45% em relação ao fim de 2010. No Bank of China, o volume cresceu 41% no período, para 531,5 bilhões de yuans. O Agricultural Bank of China tinha 530 bilhões de yuans destes empréstimos, um crescimento de 33%.

    O aumento nos empréstimos é atribuído à decisão das autoridades de expandir a definição de crédito para firmas de investimentos filiadas a governos locais, numa tentativa de aprofundar a monitoração e evitar futuros problemas de dívida podre.

    “Nós fomos instruídos a também incluir empréstimos a corporações sem fins lucrativos nos créditos pendentes”, disse um representante do Bank of Communications.

    Muitos no mercado financeiro suspeitam que os aumentos significam simplesmente que os créditos ruins que haviam sido ocultados estão agora sendo divulgados. A maioria dos bancos rejeita a afirmação de que os créditos a firmas de investimentos filiadas a governos locais possam causar grandes dores de cabeça.

    “Os empréstimos não serão um grande problema desde que tenhamos assegurado colaterais e feito provisões para eventuais prejuízos”, disse o China Construction Bank. Mas, como os direitos de desenvolvimento de propriedade são usados como colaterais para muitos destes empréstimos, uma queda nos preços dos imóveis poderia abalar o setor.

    “O problema com os créditos a companhias de investimentos vai aparecer dois ou três anos mais tarde, quando vencem muitos dos empréstimos”, disse um analista de uma corretora doméstica. As informações são da Dow Jones.

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  • Carlos__ 30 de agosto de 2011 at 23:03

    Excelente esse vídeo sobre a bolha espanhola que indicaram acima. Muitos pontos em comum com o Brasil. Chamo atenção para os seguintes fatos:

    – O salário médio do trabalhador espanhol, que é chamado salário de merda no vídeo, corresponde a um salário de 4 mil reais por mês. O salário médio brasileiro é 60% menor que o espanhol.

    – O preço do metro quadrado em qualquer cidade grande no Brasil já chegou no mesmo valor ou até ultrapassou o valor do auge da bolha espanhola: 6 mil reais o metro quadrado.

    – Lá, como aqui, repetiam sem parar o mantra que, se dito 1.000 vezes, tem o poder de esvaziar as mentes dos mais fracos: o preço dos imóveis não cai nunca!

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    • AUGUSTO 31 de agosto de 2011 at 11:23

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      O PREÇO NUNCA CAI, SÓ SOBE SEMPRE, GENIAIS DESCOBRIRAM UMA MINA DE OURO, PENSAM QUE SOMOS BURROS, ORA BOLAS

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  • Selvagem 31 de agosto de 2011 at 01:51

    Para quem acha que preco de imovel nunca baixa, achei um bom site de imóveis da espanha com graficos sobre variacao de preco regiao por regiao/

    w w w .fotocasa.es/indice-inmobiliario__fotocasa.aspx?OrigenVisita=148&link=13032&redirected=true

    Pobre espanhois, nao tem brasileiros para comprar imoveis encalhados como na florida.

    Vejam so o desespero desse cara para se desfazer de uma casa por 250k euros que valia 650k

    w w w.fotocasa.es/vivienda/leganes/garaje-privado-zona-comunitaria-piscina-valderecallos-124539381?opi=1&tti=1&pagination=1&RowGrid=2

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  • Zoom 31 de agosto de 2011 at 09:00

    Olha a ganancia.

    A fraude envolvendo
    construtoras que já causou
    prejuízo de R$ 41 milhões
    aos cofres paulistanos pode
    ter reflexo na vida de centenas de famílias. As obras de 18 prédios residenciais, num
    total de 964 apartamentos, foram
    suspensas pela prefeitura.

    Fonte. Folha 31/08

    0
  • Zoom 31 de agosto de 2011 at 09:24

    Os preços dos imóveis novos para
    moradia na cidade de São Paulo
    explodiram nos últimos 12 meses.
    Pesquisa inédita do Sindicato da
    Habitação do Estado de São Paulo
    (Secovi-SP) revela que o preço do metro quadrado na capital paulista aumentou
    28,6% entre julho de 2010 e junho
    desde ano. Preço do metro quadrado
    em São Paulo subiu acima da inflação no
    primeiro semestre deste ano A pesquisa, que avaliou a alta de preços
    ponderada pelo tipo de imóvel e a sua
    localização na cidade, constatou que a
    maior parte do aumento ocorreu no
    segundo semestre do ano passado
    (18,3%), quando o mercado imobiliário estava aquecido. Já a parcela menor
    dessa variação (8,6%) foi registrada no
    primeiro semestre deste ano. O descompasso entre a valorização do
    preço do imóvel e de outros indicadores
    é nítido. Enquanto o metro quadrado em
    São Paulo subiu 8,6% no primeiro
    semestre deste ano, o Índice Nacional
    da Construção Civil (INCC), que é a medida da inflação da construção,
    aumentou 5,6%. Nesse mesmo período,
    o Índice de Preços aos Consumidor
    Amplo (IPCA), que é o indicador oficial
    da inflação, variou 3,9% e a TR, o
    indexador usado nos financiamentos da casa própria, cresceu apenas 0,6% no
    período. Para o economista-chefe do Secovi-SP,
    Celso Petrucci, não há uma bolha de
    preços no mercado imobiliário. “A
    questão de preços depende muito mais
    do comprador do que do vendedor”,
    observa o economista. Segundo ele, nos últimos anos houve
    uma recuperação dos preços do imóveis
    no País, que ficaram estagnados durante
    muito tempo. Com a volta do
    crescimento econômico e os ganhos de
    renda, os compradores se dispuseram a pagar mais pelos imóveis, diante de uma
    oferta restrita. Com isso, os preços
    subiram num ritmo acelerado. “Não
    existe país no mundo que passou por
    períodos fortes de crescimento que não
    tenha tido valorização de preços no mercado imobiliário”, lembra Petrucci. A pesquisa do Secovi-SP mostra que, em
    12 meses encerrados em junho de 2010,
    o preço do metro quadrado de imóveis
    residenciais na cidade de São Paulo
    cresceu 17% e nos 12 meses anteriores
    terminados em junho de 2009 a alta havia sido de 22,6%. Foram três anos
    de valorização significativa, já que entre
    julho de 2007 e julho de 2008 a alta de
    preços tinha sido de 3,7% e, nos 12
    meses anteriores, de só 4,9%. Acomodação. Diante do
    enfraquecimento do mercado no
    primeiro semestre deste ano, o
    presidente do Secovi-SP, João Crestana,
    acredita que os preços dos imóveis
    deverão se acomodar daqui para frente. A expectativa é de correções
    equivalentes à variação da inflação com
    acréscimo de um dos pontos porcentuais
    ou não. Petrucci considera que, em algumas
    regiões da cidade, os preços do metro
    quadrado estão próximos do limite de
    alta. Ele cita exemplos para mostrar
    como os preços dos imóveis são
    heterogêneos na cidade de São Paulo. Segundo a pesquisa, as duas regiões
    com o metro quadrado mais caro da
    capital paulista são o Jardim Europa,
    cujo preço é de R$ 17 mil, e o Itaim,
    com R$ 14 mil. Já o menor custo foi
    registrado é no bairro de Anhanguera, onde o metro sai por R$ 2,2 mil.

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    • Zoom 31 de agosto de 2011 at 09:26

      Fonte. Estadao 31/08

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    • AUGUSTO 31 de agosto de 2011 at 11:26

      FAZEM-ME RIR QUANDO DIZEM QUE O PREÇO DOS IMÓVEIS FUCARAM ESTAGNADOS POR LONGO TEMPO. É MAIS UM DOS ARGUMENTOS TEÓRICOS USADO PELOS INTERESSADOS EM VENEDR IMOVEIS AGORA INVENDIVEIS
      ORA BOLAS SE ISTO FOR VERDADE E O PRESIDENTE DO SECOVI DISSE QUE OS PREÇOS ATINGIRAM O PICO, AGORA IRÃO CAIR E FICAR LONGO TEMPO ESTAGNADOS NOVAMENTE.

      0
  • Zoom 31 de agosto de 2011 at 09:37

    Bolha, vai vendo. O que acha de criarmos um topico, aqui e/ou no forum, das possiveis etapas que poderao ocorrer como aumento da publicidade, descontos, diminuicao das vendas, dos valores…. etc?
    Pelo que percebo, o pessoal esta acertando o que estao por vir.

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    • Bolha Imobiliária 31 de agosto de 2011 at 10:59

      Tipo, uma futurologia ?

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  • Jack Imóveis 31 de agosto de 2011 at 09:56

    Hoje pela manhã recebi um e-mail de um corretor oferecendo um lançamento no Itaim por “apenas” R$13.000 o m2.

    Não tive dúvida, respondi para ele que o preço estava muito baixo e que deveria ser um golpe, rs.

    0
    • DRN 31 de agosto de 2011 at 10:36

      Na minha opinião, considerando apenas as informações disponíveis na internet, a Prefeitura é responsável porque não deveria ter expedido o alvará de construção SEM confirmar a entrada do dinheiro na conta. Queriam o quê? Que os compradores verificassem a autenticidade ou falsidade da guia de pagamento da outorga onerosa?

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  • jsantos 31 de agosto de 2011 at 09:58

    Mais de 1000 compradores ( investidores ) de imóveis em SP serão prejudicados ,22 predios embargados, a maioria da ZLeste , por fraudar PMSP nas guias de outorga onerosa, é a ganância do setror que começa monstrar as garras, isso é só o começo.

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  • MrK 31 de agosto de 2011 at 10:29

    tem uma conta que tenho até medo de fazer

    dizem por aí no mercado, que alguns lancamentos foram vendidos até 80% pra “investidores”… imagina pegar todo número de unidades novas a serem entregues nos próximos 18 meses, pegar isso e multiplicar por 80% (que seja 60% pra ser conservador)

    a quantidade de imóveis procurando repasse vai ser monstruosa e justamente num momento em que grande parte das pessoas que queriam (e podiam) comprar um imóvel já o fizeram…

    isso tá NITIDO, não tem como mudar isso

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    • John 31 de agosto de 2011 at 11:06

      MrK, vejo que sua observação é muito correta para explicar um possível estouro na bolha imobiliária, entretanto há um problema: não há informações confiáveis e claras sobre a quantidade de investidores que entraram no mercado, e desses quantos entraram alavancados. Quem não entrou alavancado pode ter uma visão de longo prazo e manter os imóveis alugados, apesar da baixa ou estagnação dos preços. Vejo que somente os investidores que entraram alavancados podem fazer estragos, pois precisarão vender logo os imóveis antes que levem mais prejuízo.

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      • MrK 31 de agosto de 2011 at 11:46

        John não creio que botar pra alugar seja sustentável

        o motivo é simples, o valor do aluguel é muito inferior ao valor da parcela, as vezes inferior até que os juros, é literalmente rasgar dinheiro, tem que ter muita reserva pra ficar aguentando isso

        Um ap de R$500.000, custa na linha de crédito uns R$5.0mil e é alugado por R$1.8mil no máximo

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        • Guilherme Eduardo 1 de setembro de 2011 at 19:45

          Creio que o John quis falar que quem comprou com recursos próprios não irá se desesperar, por que pode colocar o imóvel para alugar, mesmo que por um valor baixo, ou seja, mesmo que ganhe pouco, ganhará alguma coisa. O problema estaria nos alavancados, pois arcarão com parcelas muito altas, assim, o valor do aluguel não pagará o financiamento como muitos acreditam, e se tetarem vender o imóvel terão uma surpresa: o imóvel estará valendo menos que o saldo total da dívida!

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    • AUGUSTO 31 de agosto de 2011 at 11:29

      Preparem-se pois virão todo tipo de mentiras na midia, sejam diretas ou através de influenciadores incompetentes ou desonestos, ou burros

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    • Carlos__ 31 de agosto de 2011 at 11:52

      MrK, não temos como saber o percentual de vendidos para investidores.

      Se perguntamos ao corretor se tem muita gente comprando para investir, porque queremos investir também, ele vai dizer que 80% é para investidores.

      Se perguntarmos se tem muita gente comprando para morar, porque não queremos morar em um prédio vazio, com vários apartamentos a venda por investidores, eles vão dizer que 80% é para morar.

      Eu acho que tem muita gente comprando parar investir sim. Não vejo como alguem que quer comprar para morar pode preferir esperar 3 anos por um imóvel se pode comprar um usado recem construido e em bom estado, para se mudar imediatamente, MAIS BARATO que o preço da construtora na planta.

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      • Galvão 1 de setembro de 2011 at 07:30

        Pra mim não há dúvidas de que a maior parte dos lançamentos foram vendidas para investidores.
        Isso é revelado no próprio marketing das empresas (ÓTIMO INVESTIMENTO, OPORTUNIDADE, ETC). Com os preços subindo muito, quem tem dinheiro para investir, cresceu o olho e foi logo para o mercado imobiliário. Praticamente todas as pessoas que conheço que tinham condições de investir, investiram. Esses, eu alerto constantemente para vender agora, o mais rápido possível, pois os preços vão (estão) cair, mas acham que sou louco.

        O desespero já está batendo em muitos investidores que estão tentando vender seus ágios agora e não estão conseguindo. Com o INCC subindo loucamente, para conseguir lucrar, eles precisam aumentar mais o preço. Imagina, por exemplo, os investidores do Noroeste aqui em Brasília. Na entrega das chaves terão de pagar R$ 500.000, R$ 600.000. Com o INCC subindo, já sabem que em 2013 esse valor vai estar bem mais alto.

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      • MrK 1 de setembro de 2011 at 09:53

        Carlos___ sabe o que me faz crer no alto % de investidores?

        É o seguinte: Pra quem vai morar, vale a pena comprar tanto usado (como voce disse) quanto novo, afinal é tudo apartamento.

        a venda de usados simplesmente travou há 6 meses, a venda de novos está travando agora, ainda assim ainda vende algo… Pense comigo, se quem está comprando é pra morar, porque os comportamentos diferentes? Deveria tá vendendo semelhante novo e usado, alias, usado deveria até vender mais por já estar pronto!!!

        O fato dos novos estarem vendendo mais é um indicio muito forte de que é pra investidores, pois pagam só 20% na construção pra tentar revender nas chaves, investidor não compra usado.

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  • Ricardo 31 de agosto de 2011 at 11:08

    Calote de investidor ‘descapitalizado’ preocupa o setor

    Uma parte dos imóveis novos que começam a ser entregues agora estão nas mãos de investidores, que compraram na planta há dois, três anos, e que agora querem realizar suas vendas. Embora as entidades e construtoras evitem falar sobre esses compradores, sabe-se, nos bastidores do mercado, que há uma preocupação com aqueles investidores pouco capitalizados, que não têm dinheiro para quitar a dívida ou crédito para honrar o financiamento na entrega das chaves. São investidores que se empolgaram com a possibilidade de ganhos com o boom do setor, mas que não tinham capital e nem experiência de aplicação em imóveis, que são conhecidos pela pouca liquidez na hora da venda. Sem dinheiro, eles provavelmente vão precisar vender rapidamente os imóveis e, em um cenário de grande oferta, poderão começar a depreciar os preços. Estima-se que haja um volume pequeno de investidores nessas condições, mas é possível observar em Curitiba alguns empreendimentos em fase final de acabamento já com cinco, seis unidades com placas de venda. “Aquele que compra e não tem como honrar o financiamento não é investidor, é especulador. E isso não é saudável para o mercado. Conheço dois casos de construtoras que tiveram que retomar o imóvel de pessoas que não conseguiram pagar na entrega. Mas em geral quem atua como investidor nesse mercado está capitalizado”, afirma Gustavo Selig, presidente da Ademi. Para barrar o investidor depreparado, algumas construtoras têm aumentado os porcentuais das taxas de transferência de imóveis. (CR)

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  • Ricardo 31 de agosto de 2011 at 11:23

    Mercado Imobiliário assume bolha no setor e queda dos preços

    Colaboração do leitor gdjaime

    Os imóveis novos estão demorando mais para serem comercializados na capital. E essa desaceleração no setor imobiliário tem impactado nos preços, cujo ritmo de aumento perdeu fôlego.(…)

    “(…) Agora, a expectativa é de que, caso esta desaceleração continue, os preços se estabilizem ou até caiam, na medida que os empreendedores reduzam seu lucro ou custos de construção para aumentar a concorrência no mercado”, analisa o diretor da Embraesp, Luiz Pompeia. “O preço de algumas regiões da cidade está além do aceitável e há espaço para eventuais quedas”, afirma.

    O economista-chefe do Sindicato da Habitação (Secovi) Celso Petrucci, afirma que não há espaço para aumento de preço (…)

    Recomendações – Pompeia recomenda para quem está em busca de um imóvel novo, mas sem necessidade imediata, esperar um pouco mais para realizar a compra. “Se precisar comprar agora, deve pesquisar muito e pechinchar. O momento é propício para isso.”

    Conforme dados do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), as vendas de imóveis na cidade de São Paulo registraram queda de 34% entre janeiro e maio com relação ao mesmo período do ano passado.

    No primeiro trimestre deste ano, a queda das vendas era em torno de 50%.

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    • Carlos__ 31 de agosto de 2011 at 12:00

      Primeira vez que alguem do ramo reconhece que os preços podem cair e já passaram dos limites.

      Essa mudança na perspectiva do comprador, de ‘vou comprar logo antes que aumente’ para ‘melhor esperar que vai baixar’, se confirmada, vai paralizar ainda mais o mercado.

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      • Andre Luiz 31 de agosto de 2011 at 13:15

        Isso já foi falado aqui.

        Corretor vive de vendas.

        Como os preços estão muito altos, eles não estão vendendo nada.

        Assim, a mesma pressão que eles botavam nos compradores para fechar negócio logo porque os preços iam subir, eles vão querer botar nos vendedores, para que alienem logo antes que os preços caiam mais.

        Por isso que a gente não deve cair na conversa de ninguém. Apenas estudar as melhores opções e fechar negócio quando entender devido.

        0
    • Bolha Imobiliária 31 de agosto de 2011 at 12:20

      Tem o link ?

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      • Carlos__ 31 de agosto de 2011 at 12:59

        Bolha, saiu no famigerado ZAP:

        zap . com . br/revista/imoveis/ultimas-noticias/preco-de-imovel-novo-pode-ter-queda-20110721

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  • Claudio 31 de agosto de 2011 at 11:38

    Há um enorme banner de incorporadoras no topo de seu blog. Está até engraçado: abaixo do título, Bolha Imobiliária, os logos dos tubarões da especulação…

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    • Bolha Imobiliária 31 de agosto de 2011 at 12:19

      Ah é ??…

      Leia isto então http://www.bolhaimobiliaria.com/2011/08/11/nota-de-esclarecimento/
      Pela falta de informação, acredito que você é um daqueles que compraram imóvel na alta…

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      • Claudio 1 de setembro de 2011 at 11:04

        Você tem algum problema? Tomou seu remédio hoje para conter a agressividade?

        Li o post anterior. Apenas estou dando um toque.

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  • Selvagem 31 de agosto de 2011 at 11:52

    Notícias :: Venda de imóveis cai 31% em São Paulo

    De janeiro a junho deste ano foram vendidos 11.680 imóveis residenciais novos na cidade, o menor número para o período desde 2005

    Márcia De Chiara – O Estado de S.Paulo

    Depois dos fortes resultados apresentados nos últimos anos, o mercado de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo deu uma freada no primeiro semestre deste ano. De janeiro a junho, foram vendidos 11.680 imóveis. É um volume 31,3% abaixo do comercializado no mesmo período de 2010 (17.005) e o menor número de unidades para o período desde 2005, aponta a pesquisa do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP).

    A expectativa para o ano também é de retração, porém menos acentuada. Até dezembro, a entidade calcula que serão vendidos 32 mil imóveis, 2 mil a menos do que a média histórica registrada entre 2006 e 2010, e um volume 9% menor em relação a 2010, quando foram comercializadas 36 mil unidades.

    “O mercado voltou ao patamar normal”, diz o presidente do Secovi-SP, João Crestana, ao comentar o recuo nas vendas. Ele aponta três fatores que contribuíram para a retração.

    O primeiro deles foi uma antecipação de venda de imóveis ocorrida no ano passado, quando a população, especialmente a nova classe média, se viu com disponibilidade de crédito e segurança no emprego para adquirir pela primeira vez a casa própria. Segundo Crestana, esse movimento inflou a base de comparação. “Vendeu-se muito no ano passado e isso esvaziou o mercado neste primeiro semestre.”

    O segundo fator apontado por ele para o recuo de vendas neste ano na comparação com o anterior, foi a morosidade do programa do habitacional do governo Minha Casa Minha Vida 2, o que afetou o ritmo das vendas de imóveis populares neste ano.

    Por último, o avanço da inflação na virada do ano deixou os brasileiros com pé atrás na hora de assumir dívidas de longo prazo, como é a da compra de um imóvel. “As famílias estão pensando um pouco mais na hora de comprar a casa própria”, diz Crestana.

    No fim do ano passado, as construtoras chegavam a vender um prédio de apartamento em um mês, muitas vezes em uma semana, o que é considerado totalmente irracional por se tratar de um produto de alto valor, observa o presidente do Secovi-SP. Agora, diz ele, o ritmo de vendas voltou para níveis tidos como normais, isto é, oscilando entre seis e sete meses.

    Lançamentos. Também as construtoras pisaram no freio dos lançamentos. De janeiro a junho, foram lançados na cidade de São Paulo 13.992 imóveis residenciais, um volume apenas 3% maior em relação a igual período do ano anterior. No primeiro semestre de 2010, o total de unidades lançadas foi de 13.581, com crescimento de 66,6% em relação aos lançamentos feitos entre janeiro e junho de 2009. Apesar do recuo registrado até agora, o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, calcula que este ano termine com 38 mil lançamentos, o mesmo volume atingido em 2010.

    Fonte: O Estado de S. Paulo em 31-08-2011.
    _____________________
    Comentário: Se de janeiro a junho foram vendidos 11.000 imoveis, como é que diabos eles estao esperando vender 21.000 para fechar o ano com vendas de 32.000????????

    Sera que eles estao engaiolando compradores para soltar no final do ano? Sera que eles desenvolveram um metodo inedito de teletransportar compradores para os stands? Sera que eles vão por corretores vendendo nos principais cruzamentos da cidade?

    Essa conta não fecha! É absurda! Isso sem considerar que essa queda no 1o semestre era anterior a crise. Esses caras gostam de esttttiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiicaaaaaaaaar os numeros.

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    • Carlos__ 31 de agosto de 2011 at 11:57

      Selvagem, foi o que falamos quando comentamos esse assunto nos comentários de outra notícia. Eles estão projetando um aumento de vendas totalmente irreal, e mesmo assim, com essa projeção absurda de vendas no segundo semestre, o número deles ainda fecha com queda de 9% em relação ao ano passado.

      Vale lembrar que pelo próprio gráfico que eles apresentam no relatório, NUNCA em uma ano anterior o volume no segundo semestre ultrapassou o volume de vendas do primeiro com esse percentual que eles estão projetando. O próprio gráfico deles desmente a projeção.

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    • Zoom 31 de agosto de 2011 at 12:29

      O Petrúlio diz que o segundo semestre sempre vende melhor. hahahaaaa

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      • Carlos__ 31 de agosto de 2011 at 12:51

        Vende mesmo, mas não ao ponto de vender o dobro do primeiro.

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    • Pensativo 31 de agosto de 2011 at 12:52

      KKKKK
      Se fechar em 16k vão estar no lucro.

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  • Ricardo 31 de agosto de 2011 at 12:11

    Imóveis sobem no vazio
    ou
    Enfrentando a verdade
    ou
    O efeito Wile E. Coyote

    Muitas pessoas estão apostando na inércia. E estão ignorando as leis da gravidade. Felizmente a gravidade sempre vence. Estou certo de que muitos de vocês se lembram dos desenhos com o Coiote e o Papa-léguas. O Coiote sempre tentava pegar o Papa-léguas, sempre sem sucesso. Às vezes ele corria em um penhasco e seguia em frente, sem perceber que não havia mais chão sobre os seus pés. É aqui que o efeito Coiote se encontra com o mercado imobiliário. Depois de ultrapassar a borda do penhasco, o Coiote ficava suspenso no ar, por um instante, enquanto não olhava para baixo. E quando olhava e percebia que estava suspenso no ar, aí começava a queda. Os preços dos imóveis estão lá em cima, mas o chão despareceu. Quando os donos de imóveis que tem a intenção de vender perceberem que os preços que eles pedem não tem mais chão a queda vai ser grande.

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    • Ricardo 31 de agosto de 2011 at 12:14

      “sob seus pés”

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    • trololó 31 de agosto de 2011 at 12:46

      perfeito

      efeito Wile E. Coyote, é esse o estágio da bolha, daqui pra frente, só tem um caminho: PARA BAIXO, E AO CHAO

      e não importa o que o governo vai tentar fazer, não vão conseguir segurar, porque nem o fed conseguiu segurar a bolha deles…

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      • Andre Luiz 31 de agosto de 2011 at 13:23

        Trololó,

        A coisa não é tão simples. O governo ainda tem caixa para queimar. Eles podem reduzir impostos, baixar os juros, aumentar o prazo de financiamento para 40 anos, aumentar o percentual para 35%, 40% por cento da renda etc. Enfim, é uma tática suicida, pois não se resolve problemas de excesso de crédito com mais crédito. Só se adia e aumenta o problema.

        Mas vamos confiar que o governo será responsável. Esperamos…

        0
  • AUGUSTO 31 de agosto de 2011 at 12:13

    Preços dos imóveis não devem baixar no Brasil, diz consultoria
    Necessidade de investimento em infraestrutura e ascensão das classes C e D sustentarão a manutenção dos preços

    SAIU NO ESTADAO DE HOJE. ESTA É UMA DAS MELHORES QUE OUVI ATÉ HOJE.KKKKKKKKKKKKKKKK
    CONTEM OUTRA SRS.ASSESSORES, MAS NÃO EM DIAS DE CHUVA OU EM ANO ONDE O CARNAVAL CAI EM MARÇO
    SEM DUVIDA ASSESSORES OU INCOMPETENTES OU ………………..

    0
    • Mahmoud 31 de agosto de 2011 at 12:38

      Como que a nova classe C e D sustentará os preços, se eles ganham na faixa de R$ 1 mil a R$ 4 mil, e não se encontra imóvel por menos de R$ 300 mil nas grandes capitais?

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      • Pensativo 31 de agosto de 2011 at 13:14

        Simplesmente a conta não bate. O brasileiro não tem condições de bancar os inflados preços dos imóveis.
        2012 será um ano cheio de emoções!!!

        0
      • Lucas2 31 de agosto de 2011 at 13:39

        Simples, o marido ganha 3K, a mulher mais 3K são 6K, num ano 78K (contando 13º mas não férias), os 300K/78K são 3,8 o que siginifica que um imóvel de 300K vale 3,8 anos da renda familiar desta família hipotética, e dizem que um número bom é o 5, ou seja multiplicando a renda familiar anual por 5 pode-se chegar a um preço de imóvel pagável com certa tranquilidade.
        Vocês não estão entendendo, todo esse Boom é uma estratégia do governo para unir as pessoas e criar famílias, pois sozinho não dá para encarar. Obs: também acredito que os Illuminati estão por trás disto. ha ha ha

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        • Carlos Wagner 31 de agosto de 2011 at 14:46

          Lucas, vejamos se sua conta tem logica, pois eu me encontro numa situação parecida, porém o meu salario é a composição da renda desse casal somados. vamos lá:

          Se o casal tem renda de 6 mil, eles devem usufruir de um padrão de vida razoavel, portando devem morar num imovel onde o aluguel custa por volta de 1000, mais 300 de condominio, mais 100 de TV a Cabo, Internet, telefone e uns 100 de luz, e ainda tem uma prestação de carro de uns 700. Totalizando, temos o gasto do casal com contas fixas em torno de R$ 2.200,00 – 6.000,00 = R$ 3.800,00.

          Como o comprometimento maximo da renda é de 1/3, divide-se 3.800/3, teremos algo proximo a R$ 1.300,00. Portanto, a capacidade maxima de financiamento que a caixa admite para este casal nao passa de 130 mil.

          Digo isso por experiencia propria, minha renda de 5 mil e na hora de fazer a analise de credito a caixa desconta todas as contas fixas e estipula o valor maximo para financiamento sobre a terça parte da renda nao comprometida.

          Uma boa alegação é que o aluguel sumiria no caso da compra e passaria a ser prestação, mesmo assim sua capacidade de financiamento, ja excluindo os 1000 de aluguel, subiria apenas 10 mil não passando de 150 mil.

          Então, uma familia ficticia nessas condições levaria muito mais tempo pra juntar dinheiro e não conseguiria acompanhar a valorização dos imoveis onde os preços crescem muito mais acelerados. Foi exatamente isso que aconteceu comigo nos ultomos 2 anos.

          Resultado: Ainda nao comprei, nao tenho condições e estou esperando o preço baixar.

          Percebe como no papel tudo é lindo e maravilhoso mas a realidade é muito diferente?

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          • Pensativo 31 de agosto de 2011 at 15:15

            Isso mesmo. Como dizem: a diferença de quem ganha 5k por mês para quem ganha 10K não é o dobro, é muito mais, por causa das despesas fixas.
            E digo mais, são pouquíssimas famílias no Brasil que conseguem realmente economizar algum no final do mês. A maioria está cheia de dívidas nos bancos e o máximo que fazem é rolá-las para o mês seguinte.

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          • Lucas 31 de agosto de 2011 at 22:12

            Com essa renda e aplicando os R$ 3.800,00 ao mês que vc mencionou durante 36 meses você teria cerca de 150K, como vc já sabe o resto o banco lhe financiaria.
            Comprar o imóvel todo financiado do nada, acho muito difícil para qualquer um, mas com um pouco de poupança e também com a poupança forçada do FGTS daria para encarar um imóvel de 300K sem grandes problemas pois financiando os 150K teria de pagar uns 1,5K am.
            A estratégia de guardar parte e comprar sempre deu certo, está falhando agora (desde 2008/2009), mas como imaginamos em breve voltará a fazer sentido.

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          • Galvão 1 de setembro de 2011 at 07:37

            Só lembrando que a Classe média ganha de R$ 1.000 a R$ 4.000 de renda FAMILIAR. Ou de R$ R$ 250,00 a R$ 1.000 de renda INDIVIDUAL.

            52% da população está nessa faixa. Acima de R$ 4.000 de renda FAMILIAR já é Classe B.

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        • TH 31 de agosto de 2011 at 15:30

          Fiquei curioso sobre esse número 5. De onde vem a estimativa que o número bom é 5 vezes a renda anual?

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  • Observador 31 de agosto de 2011 at 12:22

    Fiz uma pergunta no outro tópico e refaço neste. Entendo que a queda nas vendas é fato consumado, gostaria de ter a ajuda dos senhores para sabermos qua será o desconto no caso de estouro da bolha, li que tem de ser em torno de 40% para que se caracterize como bolha. É isso mesmo?

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    • me 31 de agosto de 2011 at 13:38

      O que entendi é que 40% é uma convenção, citada em bibliografias de economistas respeitados (dos quais alguns fizeram cagadas, se não me engano).
      40% dos valores atuais, ao menos no que ando vendo por aí, ainda deixaria os imóveis em alta considerável, mas não absurda.

      Isso é só opinião minha.

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      • Galvão 1 de setembro de 2011 at 07:40

        Eu sempre quis fazer essa pesquisa mas ainda não arrumei tempo. Acho que os preços teriam que voltar para o patamar que a renda das pessoas permitam comprar. Para fazer essa conta, seria necessário pegar a renda estratificada ( o bom seria ter esse dado por município), e daí ver estratificar também os preços dos imóveis, de modo que as pessoas tivessem condições de pagar por eles. Esse seria o justo, mas como o Brasileiro gosta de pagar mais, pode colocar sobre esse preço um adicional de uns 20 a 40% que o brasileiro ainda assim pagaria.

        0
    • JPM 2 de setembro de 2011 at 16:34

      Acho que não dá para generalizar. Podemos, quando muito, comparar com as outras bolhas conhecidas. Pelo que vi da Americana (gráfico em zillow.com/local-info/ ) e da Japonesa, os preços voltaram ao nível pré-bolha. Para descobrir quanto é isso no Brasil (o melhor seria por regiões) teríamos que achar um gráfico e ver onde a linha dos preços faz uma curva para cima.

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  • Ricardo 31 de agosto de 2011 at 12:34

    The Denial Stage in a Financial Bubble

    By : Alex De Thomson
    Submitted 2009-05-11 00:00:00

    There are many identifiable stages in a financial mania. These include: enthusiasm, greed, delusion, denial, fear, capitulation, and despair. When the limit of affordability is reached and the pool of available buyers is exhausted, prices start to decline. At first market participants are still overwhelmed by greed, and they choose to ignore the signs that the party might be over.

    In 2007 most real estate markets were in the denial stage as prices had not dropped enough to cause real fear. Denial is apparent in polls in mid-2007 where 85 percent believed their home would rise in value during the next five years, and 63 percent believe a house is a good investment. That is denial.

    It is also apparent in the number of homes purchased during the greed stage that are held for sale at breakeven prices, even if this is above market. When the inventory is large, and houses stay on the market for a long time, prices are too high. Sellers who refuse to lower their prices to take a small loss are in denial about the state of the market. They believe bids will increase and some buyer will come along and pay their price, after all, that is the way it was just a couple of years prior.

    Buyers who bought in the enthusiasm stage are still ahead, so they feel no urgency to sell. They have made good money already and they will hold on with hopes of making a little more. Since they believe the asset will appreciate again (and they have no exit strategy), this group of buyers does not sell. In contrast, the few traders who still hold positions liquidate and go back into cash. Successful traders recognize the emotion of denial as a signal to exit their positions to lock in profits or prevent further damage.

    In the denial stage of a residential real estate market, many speculators are unable to obtain the sale price they desire. The accumulation of unrealistically priced houses starts to build a large inventory of homes “hanging” over the market. Overhead supply is a condition in a financial market when many units are held for sale at prices above current market prices.

    Generally there will be a minor rally after the first price decline as those who missed the big rally but still believe prices will only go up enter the market and cause a short-term increase in prices. This is a bear rally. It is aptly named as those bullish on the market buy right before the bear market reverses and quickly declines.

    For prices to resume a sustained rally, the overhead supply must be absorbed by the market. Once prices stopped going up and actually began to fall, demand is lessened by diminished buyer enthusiasm and the contraction of credit caused by mounting lender losses. With increasing supply and diminished demand prices cannot rally to absorb the overhead supply. The overall bullish bias to market psychology has not changed much at this point, because owners are in denial about the new reality of the bear market; however, the insufficient quantity of buyers and the beginnings of a credit crunch signal the rally is over and the bubble has popped.

    Author Resource: Lawrence Roberts is the author of The Great Housing Bubble: Why Did House Prices Fall?

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    • Andre Luiz 31 de agosto de 2011 at 13:30

      “It is also apparent in the number of homes purchased during the greed stage that are held for sale at breakeven prices, even if this is above market. When the inventory is large, and houses stay on the market for a long time, prices are too high. Sellers who refuse to lower their prices to take a small loss are in denial about the state of the market. They believe bids will increase and some buyer will come along and pay their price, after all, that is the way it was just a couple of years prior.”

      Acredito que hoje nós estamos vivendo essa fase, ao menos aqui no Rio. Os vendedores simplesmente se recusam a admitir que não vão vender pelo preço que pedem. Há imóveis há quase um ano anunciados e que ainda não foram negociados.

      0
      • MrK 31 de agosto de 2011 at 13:41

        esse texto é muito bom, realmente resume muito bem a situação

        é tão incrivelmente parecido com nossa realidade, que parece que foi escrito hoje e no Brasil

        0
      • augusto 31 de agosto de 2011 at 17:26

        Em SP há imoveis em cidades litoraneas que estão há pelo menos 3,5 anos sem vender.

        0
  • Elias 31 de agosto de 2011 at 13:32

    Não entendo, o rendimento do brasileiro não está crescendo?

    Estabilidade do desemprego contraria tendência histórica
    31 de agosto de 2011 | 12h 42
    O Estado de São Paulo

    (…)
    O rendimento médio dos ocupados caiu 0,5% em junho ante maio e passou a equivaler a R$ 1.356. Foi a oitava queda consecutiva nesta base de comparação. Embora no conjunto das sete regiões ainda apresente alta de 0,5% em relação a junho de 2010, o rendimento já apresenta reduções consideráveis nessa base de comparação em Belo Horizonte (-7,4%), Salvador (-6,7%) e Distrito Federal (-3,6%). Já a massa de rendimentos vem desacelerando na comparação interanual há sete meses consecutivos. Na comparação com junho de 2010, a massa cresceu 3,1%, variação que já chegou a 13,9% em dezembro de 2010, comparativamente a dezembro de 2009.
    (…)

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,estabilidade-do-desemprego-contraria-tendencia-historica,82320,0.htm

    0
    • Carlos__ 31 de agosto de 2011 at 15:28

      Elias, vale lembrar que na frança quem ganha menos de 2.000 reais está abaixo da linha da pobreza.

      Aqui a média de todos os salários é 1.356,00. Na média, o trabalhador brasileiro está abaixo da linha de pobreza segundo os critérios franceses.

      É para cima desse pessoal que querem empurrar casas, carros, viagens de avião, moveis, eletrodomésticos e eletrônicos com um PREÇO MAIS CARO QUE NA FRANÇA.

      Lá, o cara ganhando 2.000 é considerado muito pobre porque não pode ter o básico. Aqui querem que o cara com essa grana tenha o básico e o supérfluo. Os preços aqui são ainda maiores que os de lá. Quem conseguir fechar essa conta ganha o nobel de economia.

      0
      • Andre Luiz 31 de agosto de 2011 at 17:06

        É porque aqui no Brasil se parcela tudo, tudo mesmo, até ovo de páscoa, em trocentas vezes “sem juros”.

        Queria muito que o governo aplicasse um p… IOF em operações desse tipo. Os preços iriam lá embaixo e de quebra reduziria absurdamente a margem de lucro dessas instituições financeiras.

        0
  • DRN 31 de agosto de 2011 at 16:23

    Mais um da série: vamos nos vingar dos corretores. Leiam de baixo para cima. Notem a cara de pau vender apartamento na R. Sto. Antonio e dizer que fica na Consolação!

    E ele finalmente perde a paciência:(kkkkkkkkkkkkk)

    Quando voce achar a 4800 me avise que eu compro 3
    Grata
    Atenciosamente

    Eu retruco:

    Ainda não é hora. Após o estouro da bolha, teremos queda de 40%. Vai sair por R$4.800,00 o metro quadrado nesse caso.

    O corretor responde:

    R$8000,00
    Atenciosamente

    Pergunto:

    Qual o preço do metro quadrado?

    Recebo o email:

    BREVE LANÇAMENTO ÚNICO
    Edifício Brasil. O novo empreendimento da consolação. Studios de 34, 51 e 79 m² com 1 e 2 dormitórios. Localizado na Rua Santo Antônio, 722 – São Paulo.

    Ficha Técnica

    • Edifício Brasil
    • Rua Santo António, 722 – Consolação
    • Studio 1 e 2 dorms
    • 399 aptos
    • Projeto e Realização: WZARZUR.
    • Proj. Decoração: MARCELO ROSENBAUM+STUDIO GUTO REQUENA
    • Proj. Paisagismo: MARTHA GAVIÃO
    • Proj. Paisagismo: MARTHA GAVIÃO
    • Proj. Luminotécnico: FRANCO E FORTES
    • Proj. Academia: RUNNER
    • Administração Condominial: CUSHMAN
    • Área total do terreno: 2.673,82m²
    • Número de torres: 1
    • Número de pavimentos: 29
    • Número de unidades: 399
    • Número de unidades: 399
    – 151 unidades de 35 m²
    – 205 unidades de 51 m²
    – 38 unidades de 80 m²
    – 5 coberturas
    • Restaurante (Térreo)
    • Salas Office (1° Andar)
    Elevadores: 7

    • Praça contemplação (painel artístico)
    • Painel Artista Plástico – Vitor Cezar
    • Praça interna
    • Cyber Lavanderia
    e muito mais!!!

    0
  • Rogério-Goiás 31 de agosto de 2011 at 16:34

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/968184-orcamento-do-minha-casa-minha-vida-sera-menor-em-2012.shtml

    31/08/2011 – 15h14
    Orçamento do ‘Minha Casa, Minha Vida’ será menor em 2012

    Publicidade

    LORENNA RODRIGUES
    DE BRASÍLIA

    O projeto de lei orçamentária de 2012, enviado pelo governo nesta quarta-feira ao Congresso Nacional, destina um montante menor para o programa “Minha Casa, Minha Vida” do que o previsto neste ano.

    De acordo com o projeto, o orçamento do programa será de R$ 11 bilhões no próximo ano, contra R$ 12,7 bilhões da dotação de 2011.

    Governo diz que salário mínimo será de R$ 619,21 no próximo ano

    Apesar de o orçamento total do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) ter aumentado, houve redução nos valores destinados para vários segmentos do programa, como habitação, adequação e construção de rodovias, portos, hidrovias e eclusas e estudos para o setor de energia e petróleo.

    No caso das rodovias, por exemplo, o orçamento passou de R$ 6,8 bilhões para R$ 6,7 bilhões.

    PETROBRAS

    O projeto prevê ainda que os investimentos da Petrobras serão quase R$ 1 bilhão menor em 2012. O montante previsto para investimento da estatal no país passou de R$ 78,7 bilhões neste ano para R$ 77,9 bilhões no próximo. O valor de investimentos no exterior também caiu de R$ 12,6 bilhões para R$ 9 bilhões.

    Já os investimentos da Eletrobras aumentaram, passando para R$ 10,1 bilhões – era de R$ 8 bilhões em 2011. Ainda assim, os investimentos totais das empresas estatais serão menores em 2012, somando R$ 106,8 bilhões – neste ano eram de R$ 108 bilhões.

    HABITAÇÃO

    Vitrine de campanha do PT e do governo federal, o Minha Casa, Minha Vida entrou na segunda fase, lançada pela presidente em junho deste ano com a promessa de investimento de R$ 71,7 bilhões, até 2014. A previsão é que o governo construa cerca de 2 milhões de moradias populares.

    No anúncio, o governo afirmou que 60% das moradias serão destinadas a famílias com renda de até R$ 1.395.

    Entre as mudanças anunciadas estavam o cadastro de beneficiários de programas habitacionais ou rurais e a participação do Banco do Brasil como agente financiador do programa.

    Além disso, mês passado, o governo aumentou o valor máximo para a aquisição de casas e apartamentos pelo programa. A decisão vale para as famílias com renda mensal de até R$ 1.600. De acordo com o novo regulamento, o valor médio dos imóveis passou de R$ 42 mil para R$ 55 mil.

    0
  • MrK 31 de agosto de 2011 at 16:38

    esse minha casa minha vida é muito engraçado mesmo

    a partir do momento que o governo deu subsidio de R$23mil os imoveis aumentaram automaticamente mais de R$23mil, pro consumidor, que era pra ser beneficiado, não ficou nada hahaha

    o que o governo deu com uma mão o empresário da construção tirou com a outra

    o poder de compra de imoveis da classe media baixa, que deveria aumentar, continuou o mesmo, ou piorou

    0
    • Carlos Eduardo 31 de agosto de 2011 at 17:12

      E piorou muito para quem pretendia comprar sem financiamento!

      praticamente não consegue mais!

      0
      • RT 31 de agosto de 2011 at 18:36

        É o meu caso.

        Comecei a trabalhar em Maio de 2007. Poucos meses depois, recusei um apartamento no Humaitá por excelente preço porque meu sonho era comprar um apartamento à vista.

        Já então, guardava dinheiro todo mês. E a recente alta só me motiva a continuar fazendo isso. Em nome desse sonho, não comprei carro e nem assinei TV a cabo.

        Quando a bolha estourar, estarei a postos.

        0
        • KDu 31 de agosto de 2011 at 21:25

          Também estou passando por isso aqui em SP ! mais já estou pensando em procurar emprego em outros países pois não gosto nada do que vejo em brasilia e no resto do brasil!

          O governo nos afronta todos os dias! estou realmente disposto a mudar de vida! pois não me identifico mais com isso de brasil ou ser brasileiro ! acho que não faço mais parte, alias nunca fiz!

          não sou de nenhum país, muito menos de um bando de políticos safados !

          ontem mesmo absolveram a filha do Roriz, achei o maior afronte aos brasileiros ….

          0
  • Carlos Wagner 31 de agosto de 2011 at 17:07

    Rio deve ter pior epidemia de dengue da história, diz prefeito

    O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), disse hoje que a cidade poderá ter, no próximo verão, a pior epidemia de dengue de sua história. Por conta disso, será publicado amanhã, no “Diário Oficial” do município, um decreto instituindo estado de alerta e estabelecendo medidas de prevenção.

    Leia a cobertura sobre a dengue no país

    Uma das medidas será a entrada compulsória de agentes de saúde em imóveis fechados ou abandonados.

    De acordo com Paes, levantamento feito pela Secretaria de Saúde mostrou dados semelhantes aos de 2001 e 2007, que antecederam as grandes epidemias de 2002 e 2008.

    “Nós tivemos duas epidemias grandes na história do Rio, em 2002 e 2008. Nos dois casos, o número de casos apresentou uma curva de crescimento no ano anterior, e esse quadro se repete em 2011. Portanto, tudo aponta para um novo ciclo da doença, mais amplo, mais elevado. Certamente, a maior epidemia da história do Rio de Janeiro.”.

    Paes acrescentou ainda que a previsão aponta ainda que os casos mais frequentes serão dos tipos 1 e 4 de dengue. Ele, no entanto, destaca que há, inclusive, possibilidade novos tipos da doença.

    O governo destacou ainda que 82% dos criadouros do Aedes Aegypti, o mosquito transmissor da doença, estão dentro dos imóveis, e em mais de 60% dos casos já registrados havia foco na casa do doente.

    “O grande risco está dentro de casa. Por isso vamos triplicar as visitas às residências das cidades”, disse secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann.

    0
    • Carlos Wagner 31 de agosto de 2011 at 17:09

      A dengue é [email protected]… Derruba a venda de qquer imovel mesmo.

      Imagine pagar 30 mil reais o m2 numa cidade em que o proprio prefeito está condenando pela falta de recursos basicos em manter a população livre de doenças.

      A verdade é que o Brasil é um país totalmente desorganizado, onde seus dirigentes não passariam em concursos publicos pra garis.

      Isso é uma vergonha!

      0
      • Carlos Eduardo 31 de agosto de 2011 at 17:24

        somente alguém de outro país para comprar algo no Rio de Janeiro!
        ainda mais com os preços atuais!!!

        um lugar condenado pela dengue, onde os bueiros explodem em plena luz do dia, por falta de manutenção das empresas elétricas e de gás ! onde os traficantes trocam tiros com a policias, queimam carros e o exercito tem que subir o morro! o povo morre de bala perdida!

        o povo é esmagado pela pobreza! e você nunca sabe quando um maluco vai pegar uma arma e sair atirando nos teus filhos na escola ! porque ficou doido de tanto sofrer bulling ou outros tipos de humilhação que o ser humano sofre !

        se colhermos os fatos recentes do Rio de Janeiro ! é dificil escolhe-la como um lar…

        imagino que quem viveu no rio a vida toda tenha sentimentos pela região, mais o mundo é muito grande!

        não acho esses preços ai discutiveis, principalmente para pessoas de maior poder aquisitivo que pode comprar em qualquer lugar do mundo!

        0
    • Lucas 31 de agosto de 2011 at 17:17

      Cara, quando os supostos investidores estrangeros souberem disto vão vazar rapidinho!!!
      Sejam bem vindos ao terceiro mundo galera.

      0
  • Anonymous 31 de agosto de 2011 at 17:09

    31/Ago/2011 DIEESE: O rendimento médio real dos ocupados (descontada a inflação) caiu 0,5% no país em junho, chegando a R$ 1.356. Já o dos assalariados ficou em R$ 1.409. Esta é a oitava queda mensal consecutiva.

    Como é que é? Até agora tinha escutado que a renda estava em franco e sustentável crescimento. Será que cochilei e perdi uma parte da conversa?

    0
  • Leandro 31 de agosto de 2011 at 17:11

    Hoje na versão impressa do Correio Braziliense há uma coluna de um economista falando sobre a bolha imobiliária.
    Ele não tomou partido de nenhum dos dois lados, mas deu o alerta.
    Considerando que o “Correio” é um jornal amigo das construtoras, já é um grande avanço.
    Não consegui achar a coluna na versão da internet.

    0
  • MrK 31 de agosto de 2011 at 17:25

    se o objetivo de vendas do 2o semestre não for atingido o secovi já sabe a quem culpar, a dengue, claro

    a culpa é do aedis

    0
  • henrique 31 de agosto de 2011 at 17:36

    O governo já deixou claro q quer baixar a taxa selic no médio prazo.

    Dinheiro mais barato tende a aumentar o consumo e impulsionar a economia.

    Se essa injeção de $$ na economia não surtir o efeito desejado, logo logo (acho q não passa de 2013), a bomba estoura, não como nos EUA, mas estoura – digo isso num cenário de “normalidade” na economia mundial, principalmente na China.

    Pode der que o afrouxamento monetário não reative a economia porque a população se endividou demais em 2008-2010. Não sei se a economia suporta seguir girando à base de dívidas. É esperar pra ver.

    Outra coisa: as ações de construrotas estão despencando desde out de 2010. É um sinal importante.

    Quanto à duração da bolha, não creio que dure muitos anos, pois a taxa de juros é muito alta no Brasil.

    0
    • trololó 31 de agosto de 2011 at 19:06

      lembrem-se:

      a selic aumentou diversas vezes, e nem por isso conseguiram frear o consumo.

      então porque reduções de .25 ou .50 iriam fazer alguma diferença?

      só pra quem já tá na pinimba do cheque especial, e pegar uns emprestimos pra conseguir tapar o rombo dos cartão de crédito, isso quem já não tá no spc mesmo…

      0
      • Galvão 1 de setembro de 2011 at 07:46

        E lembrando que quando a SELIC baixa, os efeitos não são sentidos imediatamente. Na prática são sentidos meses depois.

        0
  • lopes51 31 de agosto de 2011 at 18:38

    Boa noite!!!!
    Pessoal as bolsas tem subido esses dias até parece uma tendencia de recuperação, e as ações das construtoras estão se recuperando aos poucos, gostaria das opiniões dos colegas se isso pode atrasar o estouro da bolha e etc…..

    0
    • trololó 31 de agosto de 2011 at 19:03

      entendam que o que tá havendo é fajutamento e declarações farsescas de tudo que é “otoridade” tanto dos eua quanto europa, pra tentar dar mais uns meses de sobrevida ao paciente cuja maquininha que mede os batimentos cardíacos já está no piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii faz muito tempo…

      pelo que andei lendo, itália fez leilão de títulos hoje, e micaram tudo, só que o banco central europeu entrou comprando os títulos… e semana que vem parece que vai ser a espanha.

      parece que vai rolar mais uns meses essa farsa

      0
    • MrK 31 de agosto de 2011 at 19:30

      boa noite lopes,

      o folego que as construtoras ganharam na bolsa, foi em função da intenção do governo de abaixar juros, a bolsa como um todo subiu, elas recuperaram um pouco do prejuizo de meses.

      não vejo isso como folego pra bolha, isso é simplesmente migração de dinheiro de renda fixa pra bolsa, já que eles acreditam que com juros baixos a bolsa sobe mais e a renda fixa e DIs renderão menos.

      0
    • xyz 31 de agosto de 2011 at 20:55

      Cuidado!
      Não se anime com a bolsa.
      Para os mortais ganharem dinheiro com a bolsa é preciso muito conhecimento, tempo para operar e muita sorte.
      Os grandes é outra estória.

      0
  • MrK 31 de agosto de 2011 at 20:00

    hoje vi uma entrevista do Robert F. Engle (premio nobel economia 2003) muito boa

    ele citou como está preocupado com a economia brasileira, elogiou o crescimento conquistado, mas alertou pra estar sendo rapido demais, nas palavras dele: ” a infraestrutura e as instituições Brasileiras podem não conseguir acompanhar o ritmo de crescimento que tem ocorrido, portanto acho que governo e empresários deveriam ser mais conservadores, pois o risco existe e está aí”

    0
  • Carlos Paddock 31 de agosto de 2011 at 20:09

    Olha, respeito a opinião de todos, mas acho extremamente precipitadas algumas conclusões apresentadas aqui.

    Os preços subiram? Sim, subiram bastante mas mesmo assim subiram bem menos que outras aplicações, se é que podemos dizer assim.Por exemplo, quem aplicou R$100.000 na bolsa em 2000, hoje tem no mínimo R$2.500.000,00.Agora me digam qual imóvel que passou de R$100.000 para mais de R$1.000.000,00?

    Vocês tem que entender o seguinte, os preços dos imóveis não tem acompanhar os preços dos salários, muito pelo contrário, eles são totalmente sem indexação.Infelizmente quem não tinha um imóvel, agora será obrigado a pagar um ágio ao investidor que comprou na planta a 2/3 anos.

    E outra, o crédito imobiliário no Brasil é ridiculamente baixo quando comparado com outros países, ou seja, menos de 10% do PIB.

    O que vai ocorrer, a taxa de aumento dos preços diminuirá, mas a tendência é realmente de alta no longo prazo.Na verdade, algumas bairros específicos/algumas cidades vão sofrer sim com alguma depreciação, isso é inevitável,mas quem está esperando a bolha estourar no país pode tirar o cavalo da chuva, bolha no Brasil não existe.

    Fora que isso varia muito de mercado para mercado, o mercado de alta renda por exemplo, sempre vai existir pessoas interessadas em mudar para um apartamento melhor, para um bairro melhor.E se vocês forem olhar, os bairros nobres das capitais, como Leblon/Ipanema no RJ, Lourdes/Funcionários em MG e Itaim/Jardins/VM e varios outros de SP, estão com pouquíssimos terrenos disponíveis, e cada vez mais gente deseja/pode morar nesses bairros, o que aquece o mercado.

    Qualquer dúvida podem postar aqui que respondo.

    0
    • Bolha Imobiliária 31 de agosto de 2011 at 20:23

      O único argumento que o pessoal contra-bolha tem é este do PIB…está manjado demais

      0
    • Felipe 31 de agosto de 2011 at 20:39

      Vamos desconsiderar esse do PIB que já tá muito batido e já foi discutido e rediscutido aqui no blog…
      Enfim, foi feita uma pesquisa chamada PNAD (já postada aqui no blog dia desses) que diz que 0,7% da população ganha 20 salários mínimos ou mais (R$ 10.800).
      Com esse valor de renda, supondo que de R$ 10.800 sobrem, após impostos, uns R$ 8000, podemos ir no banco (Caixa) e tirar mais ou menos R$ 280.000 de crédito.

      Pergunta -> Como bem sabemos, a maioria dos imóveis novos está muito mais do que R$ 280.000. Quem vai sustentar esses preços se apenas 0,7% da população tem mais renda que isso?

      Obs: Por favor não diga que são os corretores de imóveis senão é marmelada, pois sabemos que esses têm renda de aproxidamente R$ 300.000,00/mensais, descontados os impostos.

      0
      • RT 31 de agosto de 2011 at 21:09

        “Como bem sabemos, a maioria dos imóveis novos está muito mais do que R$ 280.000”

        Não só os novos, mas boa parte dos usados também.

        Pelo menos aqui no Rio.

        0
        • RT 31 de agosto de 2011 at 21:10

          De resto, concordo inteiramente com sua análise.

          0
        • Paulo - RJ 1 de setembro de 2011 at 00:22

          Na Tijuca, 280.000,00 só consegue apartamento com infra precária ou mal localizado.

          0
    • Felipe 31 de agosto de 2011 at 20:59

      Esqueci de dizer que são 0,7% de 92.500.000 de pessoas.

      0
    • Felipe 31 de agosto de 2011 at 21:06

      Outra coisa Carlos, se em 2000 a pessoa aplicasse R$ 100.000 e hoje teria hipotéticos R$ 2.500.000 (não sei até que ponto esse cálculo está correto), quanto ela teria em outubro de 2008, no auge da crise? R$ 300.000?
      Há de se fazer o cálculo de inflação desse período também e saber que, como algo que, como as ações, quem dá o valor somos nós, os imóveis podem e tem ter períodos de queda sim. Que o diga os americanos, espanhóis e logo logo os chineses.
      Abraço!

      0
    • MrK 31 de agosto de 2011 at 21:11

      Ola Carlos Paddock, seja bem vindo

      Fique a vontade para colocar seus argumentos contrários, eu vou comentar o que acho de cada um dos seus pontos, tudo bem?

      Evolucao da bolsa vs imóveis – A evolução citada da bolsa de 100mil pra 2.5milhoes se deve em parte ao enorme crescimento do lucro das empresas nesse período além de câmbio favorável e do investment grade que o país ganhou (em outra parte há especulação, mas que não darei foco), o fato é que se voce comparar por exemplo o crescimento do lucro do itaú, ou de uma vale contra o crescimento dos alugueis, isso explica porque a bolsa mereceu subir muito mais que imóveis.

      Mercado de alta renda – Olha, quando a bolha explodiu nos EUA e Espanha, cairam preços de todos imóveis, INCLUSO alta renda, não ache que alta renda é inelastica que não é, até porque a maioria da especulção está justamente nesse mercado!!! Outra coisa: Essa história de que falta terrenos não é bem assim, já vimos aqui que estão botando tudo abaixo (posto de gasolina, restaurante, casas) pra subir prédios nesses locais, outro ponto é o ZAP que mostra um acumulo de imóveis a venda nesses bairros nobres, o Leblon que você cita tem 1.700 aps a venda só no ZAP.

      Quanto ao crédito/PIB existem milhares de discussões sobre esse assunto, creio que já foi esgotado, já vimos que o que influencia a bolha não é o tamanho do crédito/pib e sim a velocidade do crédito contra o ciclo de construção de imóveis, não vou me alargar nesse tema porque já foi muito comentado.

      um forte abraço

      0
      • Felipe 1 de setembro de 2011 at 08:07

        Acho que ele vai demorar pra voltar agora…

        0
    • Carlos__ 31 de agosto de 2011 at 21:59

      Carlos Paddock,

      Sobre o volume de crédito habitacional, esse é um ponto muito importante. Infelizmente, a afirmação que o volume é baixo percentualmente se comparado ao PIB é repetida como um mantra pelos ‘especialistas’, aparentemente mais com a intenção de afastar os maus espíritos do que de aprofundar o debate sobre esse assunto.

      Você conhece alguém que atendesse aos requisitos de renda mensal exigidos e teve mesmo assim o crédito habitacional recusado por algum banco?

      O crédito habitacional brasileiro, para fins práticos, é hoje ilimitado. Todos que atendem aos requisitos conseguem crédito. Não existe pedido negado por falta de dinheiro para emprestar.

      A única maneira de aumentar o volume de crédito, hoje, é afrouxar as regras do empréstimo, emprestando para pessoas com renda menor e aceitando comprometer a uma maior parte da renda dos mutuários.

      Não acho que nenhum economista defenda esse afrouxamento.

      A questão é que o volume de crédito é percentualmente baixo porque o Brasil é um país pobre, onde poucos tem renda para poder pegar um empréstimo desse porte dando o mínimo de garantia que vão conseguir pagar as prestações.

      É esse descompasso entre a renda das pessoas, de todas as classes e em todo o Brasil, e os preços dos imóveis que nos faz acreditar que o mercado está distorcido e vai, eventualmente, pedir uma correção.

      0
      • carlos wagner 31 de agosto de 2011 at 22:14

        Carlos

        ótimo comentario. Ponto de vista lucido e conclusivo.

        0
      • Cassio Lopez 31 de agosto de 2011 at 23:27

        Otimo comentario… e nao podemos esquecer que a comparacao eh ao menos ridicula, pois como podemos comparar paises onde os juros do finacimaneto imobilaiario eh de ~ 2% a.a e Brazil ~ 12% a.a…. e logico que que o volume em relacao a riqueza sera maior la…
        seria a mesma coisa que compararmos o cosumo e banana em US vs Brasil… aqui a banana custa US$ 2.00/unit ja no Brasil penso que com 2 usd compramos uma duzia ou mais…
        a relacao PIB vs consumo de banana penso que vai ser bem maior que qualquer pais na america do norte….

        0
    • joselito 31 de agosto de 2011 at 22:10

      Cara, de onde você tirou esses números?
      Se você tivesse comprado ações na cotação mais baixa do ano de 2000, teria comprado em 30/11/2000 a 13.287 pontos.
      Hoje a bolsa se encontra em 56.495 pontos. Ou seja, uma valorização de 325%
      Caso você tivesse colocado o dinheiro rendendo juros, a taxa de CDI do período foi de 352%

      Ou seja, caso a pessoa tivesse colocar 100.000 no ano de 2000 teria hoje:
      Ações: 425.000
      DI: 452.000

      Nesse mesmo tempo a inflação IGPM foi 139%

      0
    • augusto 1 de setembro de 2011 at 08:50

      Prezado cumpanheiro, creio que voce já foi suficientemente desacreditado pelos inumeros comentarios feito sobre o seu comentarios desesperado tentando convencer algum otário.
      Tente acalmar-se e tomar um tranquilizante se necessãrio de tarja preta

      0
      • Gil 1 de setembro de 2011 at 14:07

        Típico comentário desnecessário.

        0
  • xyz 31 de agosto de 2011 at 21:10

    O Bacen acabou de reduzir a selic, se rendendo aos apelos do governo.
    O mercado já estima a inflação oficial deste ano além do topo da meta (>6,5%).
    Não sou economista, mas a inflação ainda não deu sinais de que está domada.
    E pelo que escuto dos economistas não governamentais, a inflação só se combate com juros ou redução de gastos do governo. Como o governo não dá nenhum sinal de que pretende reduzir gastos, o Bacen tomou uma decisão tecnicamente desastrosa.

    MAS O PIOR AINDA ESTÁ POR VIR.

    Há um sério risco do Bacen reduzir ainda mais o compulsório, como já fez na crise de 2009 (fez e deixou feito), dando aos bancos ainda mais liberdade para criar dinheiro.

    O governo vai fazer TUDO para manter a bolha, aumentando cada vez mais o valor da fatura, que infelizmente vai ser paga por quem não participou da farra.

    Apertem os cintos.

    0
    • MrK 31 de agosto de 2011 at 21:13

      xyz, é muito mais sério do que isso

      esse corte deixou uma coisa bem clara: BANCO CENTRAL NÃO TEM AUTONOMIA PRA PRESERVAR A MOEDA

      o COPOM está abaixando a cabeça pro presidente da republico e não cumprindo seu papel de direito, isso é MUITO sério.

      0
      • xyz 31 de agosto de 2011 at 21:23

        É isso mesmo meu caro,
        esssa bolha vai “espocar” forte.
        Esse governo é a mais perfeita conjunção entre incompetência, irresponsabilidade e corrupção.

        0
        • MrK 31 de agosto de 2011 at 21:33

          não vejo baixar selic de 12.5 pra 12.0 como um fator determinante pra bolha, honestamente

          vejo sim um indicativo preocupante de politica monetária, vejo um copom serviente, sem autonomia

          acho que teria influencia numa bolha (de crédito como um todo) se baixassem selic pra 9%…8%… algo mais sensível, mas isso aí não, até porque o spread bancário vai comer quase toda essa redução

          0
    • joselito 31 de agosto de 2011 at 21:51

      E o governo vai segurando a bolha da forma que der…

      “Essa decisão terá impacto e objetivo de fomentar o mercado imobiliário e a bolsa de valores”

      http://tradingcafe.wordpress.com/2011/09/01/copom-corta-os-selic-para-12-quem-manda-aqui-afinal-o-mercado/

      0
    • augusto 1 de setembro de 2011 at 08:52

      Ou o BC sabe de alguns fatos extremamente graves para nossa economia que tenta esconde-los de nós para evitar um agravamento de situações, ou seus diretores são incompetentes, sem credibilidade e puxa sacos da chefa que tambem é incompetente

      0
  • joselito 31 de agosto de 2011 at 21:31
  • Mahmoud 31 de agosto de 2011 at 22:02

    Por exemplo, quem aplicou R$100.000 na bolsa em 2000, hoje tem no mínimo R$2.500.000,00.Agora me digam qual imóvel que passou de R$100.000 para mais de R$1.000.000,00?
    ——

    De onde vc tirou que quem aplicou na Bolsa R$ 100.000 tem no minimo R$ 2.500.000 hoje? Peguei as cotações da Bolsa em 2000 e deu uma média de 16.000 pontos e hoje está em 56.000 pontos. Ou seja, quem investiu em R$ 100.000 em 2000 está com R$ 350.000 hoje.

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    • MrK 31 de agosto de 2011 at 22:12

      isso aí
      talvez tenha pego uns dividendos e ido um pouco além, quem sabe R$400.000 ou R$450.000…

      ainda assim, a bolsa tem muito mais motivos para merecer rendimento maior, fator cambio, investment grade e principalmente o lucro das empresas…

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  • Elias 31 de agosto de 2011 at 22:11

    Olá Carlos Paddock.

    Respeito sua opinião, mas discordo.

    Os pontos que você colocou como argumento contra-bolha já foram amplamente discutidos aqui.

    Eu concordaria com você se todo mundo que comprou na planta há 2/3 anos, os investidores, pudessem segurar esses imóveis, digo, pagar à vista (creio que são muito poucos) ou conseguir financiamento no banco (se o banco der) e arcar com as despesas do financiamento e condomínio, enquanto não vendem os imóveis.

    Não sabemos a quantidade desses “investidores”, nem o quanto se alavancaram, mas sabemos de histórias de que alguns compraram vários na planta.

    Veja que esse é apenas o lado do vendedor.

    Do lado comprador, primeiro este precisa aceitar o valor pedido no imóvel – muitos se recusam a comprar nestes preços, como eu.

    Se o comprador aceitar pagar estes preços, ou paga à vista (muito poucos), ou pega financiamento no banco (se o banco der). No caso de pegar financiamento no banco, sinceramente eu acredito que até os que compraram pra morar terão dificuldades, imagine os investidores que compraram vários.

    Mas, são minhas opiniões, baseadas em estudo e discussões realizadas aqui neste blog.

    Fique a vontade pra discordar delas. Seria interessante se você as descontruísse, acrescentaria mais ao debate.

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  • Ricardo 31 de agosto de 2011 at 22:40

    Vocês tem que entender o seguinte, os preços dos imóveis não tem acompanhar os preços dos salários, muito pelo contrário, eles são totalmente sem indexação.Infelizmente quem não tinha um imóvel, agora será obrigado a pagar um ágio ao investidor que comprou na planta a 2/3 anos.
    ——————
    Se você concorda que o preço dos imóveis se descolou dos salários e assumindo que a grande maioria dos compradores de imóveis é assalariada a única conclusão possível é que esse descolamento não vai poder durar para sempre. Outro detalhe, embora na teoria exista a lei da oferta e da procura, a mão invisível do mercado e tudo mais, a prática é que o mercado é pendular com excessos em uma e outra direção. Nesse momento, na minha opinião, o pendulo está atingindo o limite da valorização dos imóveis e deve recuar.

    ——-
    E outra, o crédito imobiliário no Brasil é ridiculamente baixo quando comparado com outros países, ou seja, menos de 10% do PIB.
    ———
    Essa porcentagem apenas significa que aqui a crise imobiliária não afetará de forma tão intensa o resto da economia, mas não significa que ela não vai acontecer.

    ————-
    Fora que isso varia muito de mercado para mercado, o mercado de alta renda por exemplo, sempre vai existir pessoas interessadas em mudar para um apartamento melhor, para um bairro melhor.E se vocês forem olhar, os bairros nobres das capitais, como Leblon/Ipanema no RJ, Lourdes/Funcionários em MG e Itaim/Jardins/VM e varios outros de SP, estão com pouquíssimos terrenos disponíveis, e cada vez mais gente deseja/pode morar nesses bairros, o que aquece o mercado.
    ———————–
    Essa falta de terrenos pode existir no RJ, que é uma faixa de terra entre a montanha e o mar. Em SP, onde estas barreiras naturais praticamente não existem, a alegação de falta de terrenos é uma falácia. Há, no máximo, limitações devido a um plano diretor mais rigoroso e que encarece os terrenos, mas nada que justifique os preços praticados.

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    • Anonymous 31 de agosto de 2011 at 23:39

      Uma pequena correção. O Rio de janeiro é uma faixa de terra entre as favelas e o mar.

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      • Leonardo RJ 1 de setembro de 2011 at 14:16

        Anonymous,

        Na verdade o Rio de Janeiro é uma belíssima faixa de terra expremida entre as montanhas e o mar e ocupada irregularmente em alguns morros por favelas.

        Tem casa na favela do Vidigal, valendo mais do que casa no Morumbi… eheheheh

        abraço

        0
    • KDu 1 de setembro de 2011 at 00:21

      O que mais me impressiona é o fato de algo que tenha tanto valor! e que se valoriza tanto…
      possa estar em tamanha abundancia como temos visto!

      se imoveis é um investimento tão maravilhoso! por que será que tentam te vender de qualquer forma???

      propaganda em quase todos os sites de noticias, canais de tv, rádios …

      não vejo tantas propagandas assim para vender ouro! platina! diamantes !!

      impressionante como tem gente querendo oferecer o sonho da vida das pessoas, é muita benevolência.. rs

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    • Fred Henrique 5 de setembro de 2011 at 10:02

      “Outro detalhe, embora na teoria exista a lei da oferta e da procura, a mão invisível do mercado e tudo mais, a prática é que o mercado é pendular com excessos em uma e outra direção. Nesse momento, na minha opinião, o pendulo está atingindo o limite da valorização dos imóveis e deve recuar. ”

      O senhor acaba de aceitar a Bolha, meu caro.

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  • Marcos 1 de setembro de 2011 at 00:58

    Imóveis: boa hora para comprar, boa hora para investir
    Comentários: (14)
    30 de agosto de 2011 • 15h12
    Por: Tabata Pitol Peres

    SÃO PAULO – Os repiques da crise econômica de 2008, junto com a elevação da inflação e as restrições na concessão de crédito, estão afetando o mercado imobiliário brasileiro. O Secovi-SP afirma que as vendas caíram no primeiro semestre desse ano, em comparação com o mesmo período de 2010, e que os lançamentos estão acontecendo mais rápido que as vendas.

    Em entrevista à InfoMoney TV, o presidente da entidade, João Crestana, afirma que, com essa realidade, os preços ficam mais equilibrados, o que favorece tanto quem quer comprar um imóvel para morar quanto quem está pensando em investir. Confira!

    www .infomoney.com.br/imoveis/noticia/2198810

    Tem um vídeo no link. Tomem dramin antes de vê-lo.

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    • Felipe 1 de setembro de 2011 at 08:11

      Boa… e vou te falar viu, o que tem de diretor de empresa pública que tem parentes/amigos donos de imóveis e resolveram “investir” em imóveis justo nessas épocas não é brincadeira!
      Oh terrinha que todo mundo quer ser esperto viu.

      0
  • Anonymous 1 de setembro de 2011 at 01:29

    Veja relatório do DIEESE Julho/2011. Não vá ficar decepcionado, mas tem gente no governo que falta com a Verdade.

    www . dieese . org . br/ped/metropolitana/ped_metropolitana0711 . pdf

    A taxa de desemprego total permaneceu inalterada em 11,0%.

    Taxas de Desemprego Total, Regiões Metropolitanas e Distrito Federal
    13,7% Distrito Federal
    08,3% Belo Horizonte
    10,2% Fortaleza
    08,9% Porto Alegre
    17,2% Recife
    16,9% Salvador
    12,6% São Paulo

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    • Carlos Eduardo 1 de setembro de 2011 at 10:03

      muitas empresas estão dando férias coletivas! aqui em SP

      além disso tenho fontes ! “esposa”
      engenheira elétrica que trabalha no setor ligado a construção “ar condiciondado” …

      a empresa que ela trabalha está quase abrindo falência, já dispensou até um sócio…
      e já dispensou alguns funcionarios! além de estar com o salário dos empreiteros atrazados mesmo tendo feito alguns emprestimos no banco!

      achei que fosse caso unico da empresa lá por conta da competência deles, mas ela tem contatos no ramo e me disse que tem outras empresas do setor de ar com problemas…

      acho que esses números jajá mudarão…

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  • Richard 1 de setembro de 2011 at 08:18

    No jornal da manhã do SBT teve uma notícia hoje que o Rio de Janeiro é uma das 100 melhores cidades de se viver. Só que está na posição 92. Perdendo para o Uruguai, Argentina e até mesmo Peru.

    http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=9321&t=Rio

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    • Leonardo RJ 1 de setembro de 2011 at 14:20

      Tenho pena da centésima “melhor” cidade.

      O Rio de Janeiro cresce desordenado e infelizmente tem muitos problemas estruturais. Amo a cidade, mas pensar que só receberemos algumas melhorias como vias expressas e metrê até a barra por exemplo, por causa das olimpiadas e copa. É humilhante pro cidadão só ser benefeciado quando querem mostrar melhorias pra inglês ver.

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  • xyz 1 de setembro de 2011 at 08:32

    Placas de “vende-se” estão desaparecendo rapidamente.
    Nos dois últimos meses as placas de “vende-se” se proliferaram como praga, mas agora estão sumindo numa velocidade muito maior.

    Ao me deslocar para o trabalho percebi que as quatro placas de “vende-se” e as duas placas de “aluga-se” afixadas na entrada de um condomínio perto de casa sumiram de um dia para o outro. E não foi o primeiro caso.

    Obviamente alguém(condomínio) obrigou os proprietários a remover as placas. Percebi também uma enorme faixa na sacada de um dos apartamentos “ALUGA-SE”, acho que de algum proprietário revoltado com a decisão.

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    • augusto 1 de setembro de 2011 at 08:57

      devem terem sido vendidos para investidores como falam os corretores.
      Esta foi boa hem, ainda mais para um dia não chuvoso, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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    • me 1 de setembro de 2011 at 10:13

      Ou então a resposta é mais simples… foram vendidos/alugados.

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      • MrK 1 de setembro de 2011 at 10:18

        me, voce é um cara inteligente

        concordo que essa hipotese existe (ter vendido e alugado tudo de uma vez), precisamos ter mente aberta para todas as hipoteses, mas convenhamos que em termos de probabilidade, é mais provável terem simplesmente removido a faixa do que terem feito em um dia tudo que não conseguiram fazer há algum tempo

        acho que o negócio tá mesmo azedando no mercado de vendas, o de alugueis é que continua muito forte, o que era esperado.

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  • Elias 1 de setembro de 2011 at 09:08

    Aqui na zona oeste de SP acontece o contrário.

    Num lançamento do meu bairro, que ficou pronto há seis meses e por onde passo todo dia, sempre nos fins de semana paravam um carro, esticavam um folder “Últimas unidades” e ficavam a tarde toda lá.

    Hoje, seis meses depois, além dos fins de semana, agora penduraram o folder no poste e ele fica lá todo dia, virando a noite.

    Será os primeiros sinais de desespero?

    Quanto à Selic, minha opinião é que se ela cair muito, abaixo de 10%, recursos migrarão para a poupança, como aconteceu num passado não muito distante, dando uma sobrevida ao crédito imobiliário.

    Todavia, a avaliação de crédito dos bancos tende a ser mais restrita, devido ao aumento da inadimplência, sem contar que o rendimento médio têm caído, o que dificulta a obtenção de crédito pelo tomador.

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  • MrK 1 de setembro de 2011 at 09:47

    É AMIGOS A COISA TÁ MESMO MUDANDO…

    Há coisa de 3 semanas fui bombardedo por propaganda de um lancamento em botafogo chamado VOGUE, era panfleto, Internet e email de um corretor garantindo que já era sucesso, alias, tinha apenas 2 unidades disponíveis… isso antes do lançamento, o email convidava ao pré-lançamento (seja lá o que isso for)

    Enfim, hoje passando pelo local, eu vi placas e mais placas (começava há quase 1km de distancia) anunciando o lançamento, era coisa cara, chamativa, coisa que eu não via há anos, desde a época de vendas normais em que não “derretia”… mesmo assim o lançamento não estava um sucesso na hora em que passei, mas sabe o que é mais interessante? Achei que hoje era o lançamento, quando descobri que não!!! Descobri que foi quarta passada, ou seja, tem 8 dias já!!!

    se voce digitar vogue botafogo no google vai ver anuncios avisando “nao perca as ultimas unidades” hahahaha!!!!

    acho que as pessoas estão acordando que não dá pra pagar R$10mil o m2 em botafogo, no meio do engarrafamento, perto do cemitério e do morro. A coisa TÁ MUDANDO

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    • Carlos Eduardo 1 de setembro de 2011 at 10:05

      esses depoimentos são importantes!
      pois cada um que frequenta o blog mora em região distinta e estados diferentes no pais…

      e podemos ver que não é só na nossa região que a coisa tá mudando!

      podemos ter uma noção real das coisas … já que toda forma de mídia atual é comprada!

      viva a internet !!

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      • Carlos__ 1 de setembro de 2011 at 10:31

        Sim, esses depoimentos são a parte mais valiosa do Blog.

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  • DM 1 de setembro de 2011 at 09:47

    Mais expeculação:

    economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idnoticia=201109011039_ABR_80129311

    O aquecimento do mercado imobiliário, estimulado pelos financiamentos dos programas habitacionais do governo federal e pelos eventos esportivos, como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, está levando os imóveis no estado do Rio a registrar valorização expressiva. De acordo com o Creci/RJ, a valorização dos imóveis ocorreu em diferentes segmentos do setor. No mercado de aluguéis, a alta dos preços registrada pela entidade no primeiro semestre deste ano chegou a 50% em algumas regiões, apresentando média de 30% a 40%. O baixo estoque de imóveis disponíveis para locação e a elevada procura também explicam a elevação.

    “A gente vem de um período longo de falta de investimento no setor. O financiamento era restrito, as condições de financiamento não eram as ideais”, observou o diretor de Locação do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) do Estado, Carlos Samuel. “Há cerca de cinco anos, com a mudança de postura do governo federal em relação a financiamentos e ao direcionamento de verbas para a construção civil, a gente passou a ter um aquecimento verdadeiro no mercado, uma facilidade maior de as pessoas poderem comprar, com prazos mais dilatados e melhores condições de pagamento”.

    Segundo Samuel, isso aqueceu o mercado, que estava “engessado” há muito tempo. Com a proximidade dos eventos esportivos internacionais, os preços dispararam, analisou. O diretor do Creci/RJ acredita que o cenário tende a ser de estabilidade no segundo semestre. “Para o primeiro semestre de 2012, acredito que haverá efetiva estabilização de preços, principalmente na área de locação porque, até o fim do ano, haverá a entrega de 20 mil unidades habitacionais no Rio”.

    Para o vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) do Rio, Rubem Vasconcelos, no entanto, a valorização dos imóveis vai continuar. Ele avaliou que o crescimento está transformando o Rio em grande atração para investidores de outros lugares. “O Rio de Janeiro está resgatando aquilo que sempre foi: a capital turística do Brasil”. Vasconcelos destacou que a locação está ligada ao preço do imóvel. “Se o imóvel aumenta de preço, a locação tem tendência a aumentar de preço”.

    Segundo Paulo Henrique Fabbriani, também vice-presidente da Ademi, o aquecimento do mercado imobiliário “é um processo inexorável”. Isso ocorre, explicou, “porque a gente não está conseguindo manter o nível de oferta de imóveis novos em vários segmentos”. Ele citou, como exemplo, os segmentos comercial e de luxo. “A demanda tem sido consistentemente maior que a oferta nos últimos anos. E vai continuar assim”.

    Fabbriani disse que o estado apresenta muita concorrência para a mesma mão de obra. Projetos como o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e o Porto Maravilha acabam tirando operários da construção civil. A escassez de terrenos é outro fator que leva os imóveis a custar mais caro. De acordo com o vice-presidente da Ademi, é alto o volume de empresas novas que estão se instalando na capital. “A pressão de demanda vai continuar muito grande”.

    O diretor do Creci Carlos Samuel confirmou que o mercado imobiliário do estado vem atraindo a atenção não só de investidores internacionais, como de estrangeiros, que querem adquirir ou alugar imóveis para morar. Somente a Imobiliária Judice & Araújo registrou alta de 150% do investimento de estrangeiros em imóveis no Brasil, com destaque para as cidades de São Paulo e Rio.

    Nos primeiros cinco meses deste ano, a empresa fechou negócios no valor de R$ 25 milhões no Estado para clientes internacionais, que já representam 30% das vendas da imobiliária. Franceses, ingleses, americanos e chineses são destaques entre os clientes interessados em adquirir imóveis na capital fluminense, informou a assessoria de imprensa da imobiliária. Carlos Samuel lembrou que os brasileiros também estão investindo lá fora, especialmente nos Estados Unidos, procurando aproveitar a queda de preços dos imóveis em decorrência da crise americana.

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    • DM 1 de setembro de 2011 at 09:51

      Nós que já sofremos com os problemas de segurança pública e políticos corruptos ainda tem que aguentar mentiras deslavadas para alguns obterem lucro!

      É florida!

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    • Carlos__ 1 de setembro de 2011 at 10:23

      Será que não existe um jornalista, apenas um, para cumprir sua obrigação profissional e questionar o que esse sujeito está fando?

      Poderiam começar perguntado porque nunca tivemos tanto apartamentos a venda como hoje, em todos os bairros, e porque o estoque de disponíveis a venda só aumenta mês a mês.

      Pegar o press release da associação e publicar, qualquer um pode fazer.

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      • FQ 1 de setembro de 2011 at 11:04

        No Brasil não existe impressa independente e neutra, são todas patrocinadas, mantidas e “manipuladas” por anunciantes e grupos financeiros ligados ao faturamento direto, ao círculo social dos diretores ou a ideologia política-financeira-social dos seus controladores. Tudo, menos imparcialidade ou senso crítico.

        A grande mídia é elaborada e moldada para o nível intelectual, de discernimento e de argumentação dessas tão faladas classe C e D. Seja pra eleger o Novo Uno o carro do ano (Sic), vender um Cross Fox por 50 mil em 60 meses ou uma tv das casas bahia em 24, ou pra vender a alma para os bancos em financiamentos impagáveis pelo resto da vida, ou ainda pra transformar todos os brasileiros em prostitutas, bêbados ou homossexuais assistindo a engenharia social levada a cabo pela novelas da oito. Tudo menos família, educação, fé e liberdade.

        Façam suas escolhas a quem darão ouvidos!

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      • augusto 1 de setembro de 2011 at 15:07

        Meu amigo sem dúvida existe grande número de incompetentes em qaulquer profissão, e creio que muitos nem sabem dizer quanto são 2+2

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    • MrK 1 de setembro de 2011 at 10:24

      Sempre só entrevistando pessoas do setor, esse Rubens da patrimovel da vontade de chorar…“A demanda tem sido consistentemente maior que a oferta nos últimos anos. E vai continuar assim” –> Vou mandar ele dar um pulo no VOGUE botafogo que comentei logo acima hahahaha

      Se você for esperto consegue perceber claramente nesse texto tudo aquilo que falamos aqui: 1- Aumento da locação pela falta de estoque. 2- Falta de estoque porque tá tudo a venda. 3- 20mil unidades a serem entregues. 4- Alto movimento de compra especulativa como investimento…

      Essa aqui também foi ótima:

      “Somente a Imobiliária Judice & Araújo registrou alta de 150% do investimento de estrangeiros em imóveis no Brasil, com destaque para as cidades de São Paulo e Rio.Nos primeiros cinco meses deste ano, a empresa fechou negócios no valor de R$ 25 milhões no Estado para clientes internacionais, que já representam 30% das vendas da imobiliária.” –> E Depois falam que o pessoal ta comprando pra morar e não tem especulação…

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    • Carlos Wagner 1 de setembro de 2011 at 14:19

      Midia comprada e reportagens tendenciosas.

      Ja ouviram falar do filosofo brasileiro Olavo de carvalho? Digitem no google e deliciem-se com ele metendo a boca em tudo que está errado no brasil nas mais diversas ares e sem poupar ninguem.

      Vale a pena assistir aos seus diversos videos.

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  • Paulo Rocha 1 de setembro de 2011 at 10:56

    Fora que um aumento de 150% para 25 milhões não reinforça nada a idéia de que ta cheio de investidores internacionais. Sera que esses investidores (impresas) estão comprando apartamentos, ou não é mais provavel que estejam comprando escritorios e outros tipos de imóveis comerciais? 25 milhoes não chega a ser 15 apartamentos na zona sul, ou seja, uma gotinha de água num mar de mais de 13000 imóveis, so na zona sul.

    0
  • FQ 1 de setembro de 2011 at 11:06

    No Brasil não existe impressa independente e neutra, são todas patrocinadas, mantidas e “manipuladas” por anunciantes e grupos financeiros ligados ao faturamento direto, ao círculo social dos diretores ou a ideologia política-financeira-social dos seus controladores. Tudo, menos imparcialidade ou senso crítico.

    A grande mídia é elaborada e moldada para o nível intelectual, de discernimento e de argumentação dessas tão faladas classe C e D. Seja pra eleger o Novo Uno o carro do ano (Sic), vender um Cross Fox por 50 mil em 60 meses ou uma tv das casas bahia em 24, ou pra vender a alma para os bancos em financiamentos impagáveis pelo resto da vida, ou ainda pra transformar todos os brasileiros em prostitutas, bêbados ou homossexuais assistindo a engenharia social levada a cabo pela novelas da oito. Tudo menos família, educação e liberdade.

    Façam suas escolhas a quem darão ouvidos!

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  • Mahmoud 1 de setembro de 2011 at 12:15

    Que investidores internacionais são esses? Estão mais para aventureiros do que para investidor. Que investidor estrangeiro profissional iria investir em imóveis num lugar que já está a 6 anos com intensa valorização?

    Naquela reportagem sobre Miami na Exame, 2 dias atrás, eles estão prevendo que só em 2017 os imóveis de lá recuperarão os valores de 2004, o que representaria uma valorização de 40% comparado com hoje. Mas isso deve ser uma versão otimista, pois quem está dizendo é quem trabalha no ramo.

    Essa história dos imóveis tá muito parecida com a da bolsa em 2008. Quando bateu nos 72 mil pontos, vários “especialistas” estavam prevendo chegar a 80, 100 mil pontos a pequeno e médio prazo. Poucos meses depois todo mundo levou um ferro de -60%. Agora os “especialistas” em imóveis acham que valorização vai continuar subindo por anos.

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  • VALDECIR 1 de setembro de 2011 at 12:53

    Ações dos setores imobiliário e de consumo disparam após Copom

    SÃO PAULO (Reuters) – As ações de construtoras e incorporadoras e de empresas ligadas ao consumo registravam forte valorização na manhã desta quinta-feira, liderando as altas entre os papéis que compõem o principal índice acionário brasileiro, após decisão inesperada do Banco Central de reduzir os juros em 0,5 ponto percentual na véspera.

    Às 10h54, os papéis da PDG Realty e da empresa de comércio eletrônico B2W respondiam pelas maiores valorizações entre as ações do Ibovespa, com altas de 7,79 por cento.

    Entre as companhias do setor imobiliário, Gafisa, Cyrela, Brookfield, MRV Engenharia e Rossi Residencial ganhavam entre 6,31 e 7,66 por cento no mesmo horário.

    Já no cenário de consumo e varejo, Lojas Renner, Lojas Americanas, Hypermarcas e Grupo Pão de Açúcar avançavam de 2,85 a 5,61 por cento. Fora do Ibovespa, as ações do Magazine Luiza saltavam 7,94 por cento.

    Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a taxa Selic pela primeira vez desde o início do governo de Dilma Rousseff, contrariando a expectativa de manutenção da taxa a 12,50 por cento.

    Em relatório, o JPMorgan afirmou que o corte surpreendente deve favorecer as ações como um todo, com destaque para aquelas mais sensíveis a movimentos da economia doméstica e aumento da taxa de juro, como PDG, MRV, Renner e Duratex, entre outros papéis ligados ao setor financeiro.

    Já o Bank of America Merrill Lynch informou ter acrescentado os papéis da Renner à sua lista de recomendações, “com base em uma perspectiva positiva para o consumo que deve ser reforçada por maior crescimento do crédito, mercado de trabalho forte e menores pressões inflacionárias”.

    http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/09/01/acoes-dos-setores-imobiliario-e-de-consumo-disparam-apos-copom.jhtm

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    • augusto 1 de setembro de 2011 at 15:12

      esta foi ótima, conte outra e se possivel não em dia de chuva ou em ano onde o carnaval cai em março. de agora em diante as vendas vão aumentar em todos os setores e acabaram-se os problemas, mas o BC ainda diz que a situação mundial está medonha (sic)
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • Carlos__ 1 de setembro de 2011 at 13:09

    Sobre essas análises de experts, o que eles dizem vale apenas para sabermos qual é o discurso oficial do mercado, e só.

    Em abril de 2007, quando o Titanic já estava fazendo água, mas a orquestra tocava a todo vapor, o Sardenberg publicou uma análise sobre a econômia mundial, entitulada Globalização Bombando, onde, entre outras coisas, comentava que:

    “Não existe farra nos mercados, apesar da euforia”

    “A economia mundial segue em marcha de sólido crescimento. Sólido porque não é nenhuma bolha financeira. Ao contrário, está baseado em aumento da produção e do consumo em todas as regiões do mundo.”

    O resultado todos viram e estão vendo até hoje.

    Os caras que erraram tudo nos últimos 10 anos continuam aí, com todo o prestígio.

    Aqueles que acertaram tudo nos últimos 10 anos são motivo de piada, como o peter shiff.

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    • MrK 1 de setembro de 2011 at 13:16

      o rubens da patrimovel é demais

      em toda reportagem tá lá ele dizendo que o preço vai subir pelo menos mais 5 anos porque a demanda está bombando…

      por exemplo, reportagem sobre valorizacao, ele diz que o preço vai subir
      reportagem sobre estagnação de vendas, ele diz que o preço vai subir
      reportagem sobre aumento de alugueis, ele diz que o preço vai subir
      reportagem sobre o jogo do flamengo, ele diz que o preço vai subir

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  • Elias 1 de setembro de 2011 at 13:57

    Falando em “especialistas”, olha a S&P recomendando fundos lastreados em subprimes de novo.

    É pra acabar.

    Subprime Mortgage Bonds Getting AAA Rating S&P Denies to U.S. Treasuries

    Standard & Poor’s is giving a higher rating to securities backed by subprime home loans, the same type of investments that led to the worst financial crisis since the Great Depression, than it assigns the U.S. government.

    http://www.bloomberg.com/news/2011-08-31/subprime-mortgage-bonds-getting-aaa-rating-s-p-denies-to-u-s-treasuries.html

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  • Elias 1 de setembro de 2011 at 14:10

    BRICs No Cure for Global Growth This Time

    (…)

    Brazil unexpectedly cut interest rates yesterday following five increases in 2011 as the risk of recession in Europe and the U.S. shifted policy makers’ focus away from the fastest inflation in six years. The government is also trying to curb credit growth after loans expanded by at least 19 percent for 12 straight months, leading to an increase in bad debt at lenders including Sao Paulo-based Itau Unibanco Holding SA. (ITUB4)
    (…)

    http://www.bloomberg.com/news/2011-08-31/brics-no-cure-for-global-economy-this-time-as-avon-to-siemens-shares-sink.html

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    • augusto 1 de setembro de 2011 at 17:14

      Calma pessoal, agora com a aSelic mais baixa está tudo resolvido. Os imóveis vão voltar a vender como pão quente, a situação mundial está toda resolvida, a inadimplencia vai cair como pipa de criança com linha cortada, e o povo vai continuar inebriado e acreditando em Papai Noel.
      Talvez um dia a casa caia, mas dai ……………………………………….

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  • DM 1 de setembro de 2011 at 14:11

    Para termos certeza por que o brasileiro é muito rico!

    economia.ig.com.br/banana+esta+mais+cara+no+brasil+do+que+nos+eua/n1597189036296.html

    Banana está mais cara no Brasil do que nos EUA
    Em Nova York, quilo da fruta é vendido por R$ 2,78, enquanto em São Paulo preço chega a R$ 5

    iG São Paulo | 01/09/2011 13:02

    Só rindo para não chorar!

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    • Carlos__ 1 de setembro de 2011 at 16:06

      Ano passado fui para a Europa e a banana lá estava mais barata que aqui. Aliais, quase tudo estava mais barato que aqui.

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  • Orozimbo 1 de setembro de 2011 at 14:27

    Fabiana Murer leva R$ 220 mil com ouro e vai comprar apartamento
    FERNANDO ITOKAZU
    ENVIADO ESPECIAL A DAEGU

    Como premiação pela medalha de ouro no Mundial de Daegu, a saltadora brasileira Fabiana Murer vai receber US$ 60 mil (R$ 96 mil) da organização do torneio, R$ 30 mil da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) e um quilo de ouro da BM&F (aproximadamente R$ 94 mil), sua patrocinadora.

    Agora me sinto como campeã, diz Murer após receber a medalha
    Musa do atletismo brasileiro para na semi nos 200 m no Mundial
    Revezamentos são esperança de medalha para Brasil
    “Estou comprando um apartamento em São Paulo e estou pensando em usar esse dinheiro para pagá-lo, mas ainda não sei o que vou fazer”, afirmou a campeã mundial do salto com vara, que além da medalha também recebeu uma moeda comemorativa do Mundial.

    Ela também deixou o molde de sua mão para ser exposto. “Não me disseram onde vai ficar”, afirmou Fabiana, 30, que recebeu somente nesta quinta a medalha conquistada na terça.

    Acho que ela não vai conseguir comprar nada muito interessante por esse valor…

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    • Carlos Wagner 1 de setembro de 2011 at 14:33

      Com 220 mil, o ap vai ser tão pequeno que não vai caber nem a vara dela lá dentro. HA, esqueceram de falar pra ela que nesse padrão de imovel tbm nao tem deposito na garagem.

      E agora, onde vai guardar a vara?

      0
      • Mahmoud 1 de setembro de 2011 at 15:56

        hehehehe, é verdade, com 220 mil ela só consegue comprar um ap de 30 m2 kkkk. Só se ela comprar na favela de Heliópolis que imóvel está entre 80 a 200 mil.

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  • Leonardo RJ 1 de setembro de 2011 at 14:34

    Moro em Jacarepaguá RJ, e estive pesquisando apartamentos e casas em diversas partes da região. Acabei fazendo contato com um corretor. O mesmo me ofereceu um BOM apto usado de 65 m² que, em virtude das ofertas da região, se mostrou vantajoso em termos de espaço (os lançamentos bombam na região oferecendo cubículos de 55m² por no minimo R$140.000).

    Esse mesmo apartamento há 2 anos atrás não passava de 120.000 e hoje adivinhem o preço? 180.000!!!

    Neguei, óbviamente. Gosto da região, mas sei das suas deficiências e sei que o valor está absurdo pra localização. Ele jurou que aquele preço estava ótimo, e que com essa metragem eu não conseguiria preço melhor etc e tal.

    Moral da história…

    O cara me liga quase toda semana oferecendo o mesmo apto, sendo que agora por 170.000

    QUEM DÁ MENOS??? QUEM DÁ MENOS??

    0
    • MrK 1 de setembro de 2011 at 14:46

      amigo leonardo, apresente esse corretor ao rubens da patrimovel, pois obviamente há algo estranho no discusso de um deles,o rubens jura que os imóveis vão subir por mais 5 anos, esse corretor deve estar fazendo caridade

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      • Leonardo RJ 1 de setembro de 2011 at 18:52

        ehheheheh

        com certeza é uma alma caridosa!

        A verdade é que a especulação dos usados também está ficando insustentável. Um vizinho vende um apto por 150 mil, fala pro outro vizinho que dava pra pedir 160 mil pq vendeu fácil, e este vizinho ve nisso uma oportunidade pra tentar vender por 170 mil. Tá tenso! os desinformados calculam se a parcela do financiamento cabe no bolso e compra, com medo da “extrema valorização” causada pelas obras estruturais (grandes mierdas de obras) pelos eventos (copa e olimpiadas). As construtoras vendem áreas cada vez menores por preços cada vez maiores.

        Prezados colegas. PROPONHO UMA CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO COM ADESIVOS, TWITTER, sei lá!

        Não compre imóveis agora! Evite ao máximo pelo menos! Não enriqueça proprietários/corretores/construtoras oportunistas.

        Não tem a ver com mau caratismo. Tem a ver com a selvageria natural do capitalismo e cabe a nós nos conscientizarmos e nos unirmos pra não levarmos a pior nessa gangorra maluca do mercado imobiliário!

        0
    • augusto 1 de setembro de 2011 at 15:16

      E olhe que ele ainda não sabia que os juros iriam cair.
      Compre logo antes que o preço vá para seus 300-400 mil, ou que a crise que o BC ve no mundo acabe com tudo na face da terra, inclusive com medrosos e puxa sacos como o Tombini

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    • Paulo - RJ 1 de setembro de 2011 at 17:32

      Leonardo,
      170.000,00 em Jacarepaguá, dependendo da localização, nem está tão ruim assim. Quero ver comparar apartamento BOM aqui na Tijuca por menos de 400.000,00

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      • Leonardo RJ 1 de setembro de 2011 at 19:02

        Paulo,

        Jacarepaguá não tem metrô! Jacarepaguá tem um transito horroroso! É relativamente longe do Centro!

        Tem gente aumentando 10 mil toda hora de acordo com a procura

        Não pago de 160 mil num ape de 65 m² não tão no centro do bairro, eu considero absurdo. Prefiro esperar um pouco mais pra colocarem os pés no chão. 20, 30 mil a mais por pura especulação motivada pelas mierdas de jogos olimpicos podem representar muitos anos a mais com prestação de financiamento. Não quero grandes e nem por muito tempo.

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      • RT 1 de setembro de 2011 at 20:12

        “Quero ver comparar apartamento BOM aqui na Tijuca por menos de 400.000,00”

        Quero ver comprar apartamento RUIM aqui em Botafogo por menos de 400.000,00.

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  • Paulo 1 de setembro de 2011 at 14:52

    Estive analisando os dados semestrais da SECOVI/SP e observei que a queda na venda dos imóveis de 4 quartos foi de 48%, de 3 quartos 42%, de 2 quartos 21% e de 1 quarto estável.
    Tirei duas conclusões desse resultado. Uma é que parece que os apartamentos maiores (3 e 4 quartos) estão caros até mesmo p/ quem tem dinheiro. Outra é que, aparentemente, o % de investidores em relação ao total de compradores está aumentando. Via de regra, “investidores” preferem investir em imóveis de 1 e 2 quartos, pois tem maior liquidez e por “caber” na faixa de renda de mais “investidores”. Estou considerando que a proporção de lançamento para cada seguimento tenha sido mantida.

    Mudando de assunto, as ações das construtoras estão bombando nos últimos dias mesmo com o péssimo resultado da empresas. Vai entender!!!!

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    • FQ 1 de setembro de 2011 at 15:28

      Paulo,

      As ações das construtoras estão subindo por 2 motivos:

      1 – Essas ações já haviam caído bastante anteriormente e estão apenas diminuindo o tamanho da queda. O mercado de ações é volátil e oscila sempre, seja numa subida ou numa descida. Nunca anda reto.

      2 – A diminuição na Taxa de Juros (Selic) favoreceu as construtoras ao diminuir os juros de suas dívidas, dívidas que elas contraíram ao se capitalizarem. Além, claro, de favorecem novas tomadas de crédito por elas e por clientes finais.

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    • Miguel Jacó 1 de setembro de 2011 at 15:45

      É…pessoal, apertem os cintos, que agora a bolha explodirá mais forte do que nunca, pois acabou de ser inflada (quem sabe a soprada final) com a queda na SELIC.
      O Brasil baterá o recorde de inadimplência, não tenho dúvidas disso. As construtoras ganharão mais alguns milhões, e com o bolso forrado, darão calote.
      A bolha explode violentamente, e o dinheiro de quem entrou na barca, além do dinheiro público, serão usados para pagar o pato.

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  • Joy Division 1 de setembro de 2011 at 15:37

    Tudo bem que a matéria é de junho, mas só para ver como eles mantêm o mesmo discurso de não haver bolha até hoje.

    Será que os preços dos imóveis vão continuar subindo de maneira consistente no Brasil?
    Isto É Dinheiro – Nº edição: 713 | Imóveis | 03.JUN – 21:00 | Atualizado em 10.06 – 13:48
    origem da matéria
    Os alicerces da valorização
    Os preços dos imóveis vão continuar subindo de maneira consistente no Brasil. Entenda por quê
    Por Lilian Sobral
    O edifício Marquise Ibirapuera, localizado perto do parque mais conhecido da capital paulista, oferece apartamentos de luxo. A unidade padrão, com 407 metros quadrados de área útil, custa cerca de R$ 5 milhões, mais de R$ 12 mil o metro quadrado. Essa cifra não é excepcional. O preço dos apartamentos de luxo, tanto novos quanto usados, tem superado os R$ 14 mil em São Paulo. No Rio de Janeiro, o candidato a morar em bairros como o Leblon tem de desembolsar até o dobro disso.
    Essa trajetória se espraia por todas as faixas de preço. Nessas horas, o comprador em potencial suspira e pensa: “Quando os preços dos imóveis vão parar de subir?” A questão para os investidores é se vivemos ou não uma bolha imobiliária que poderia estourar a qualquer momento. Os especialistas ouvidos pela DINHEIRO afirmam que não, e preveem novas altas de preços. Segundo Renato Teixeira, presidente da rede de franquias imobiliárias RE/MAX, ainda há muito espaço para subir.
    “O déficit habitacional brasileiro vai sustentar a alta por muito tempo”, diz. Já Luiz Paulo Pompeia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), acredita que o mercado atinja um ponto de equilíbrio em 2011. Isso não significa números estáveis – ao contrário, os valores devem acompanhar a inflação. Um dos alicerces dessa alta é econômico. O aumento da renda, aliado à maior oferta de crédito, permite que mais famílias possam adquirir imóveis.
    O aquecimento na base da pirâmide afeta todo o setor. Outro alicerce é geográfico. Itens como terrenos fazem os preços disparar muito antes de o primeiro tijolo ser assentado, algo que só tende a piorar devido à crescente escassez de áreas para construir. “Na ilha de Manhattan é raro ver um posto de gasolina e na Europa não há hipermercados em regiões centrais das cidades”, diz Eduardo Zylberstajn, coordenador de um índice de preços de imóveis lançado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), da Universidade de São Paulo.
    “Nas maiores capitais brasileiras, porém, há muitos espaços que não são dedicados à moradia.” Além do terreno, outros insumos também aumentam o valor dos prédios novos. Em maio, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas, subiu 2,03%. A alta, desde o início do ano, é de 4,04%, ao passo que a inflação média, medida pelo IGP-M, é de 3,3% (veja gráfico abaixo).
    Não por acaso, o índice imobiliário da Fipe mostra que os preços observados em nível nacional subiram 2,7% em abril, a maior alta mensal desde o início da série histórica. Nas principais cidades a alta é ainda mais expressiva, fenômeno que se repete ao redor do mundo (veja quadro à direita). Entre janeiro de 2008 e abril de 2011, os preços dos apartamentos de 1 e 2 dormitórios mais que dobraram em São Paulo.
    As unidades com três dormitórios ficaram 85% mais caras e os preços dos maiores subiram 62%. No Rio de Janeiro, com o apelo da proximidade da praia, a valorização oscila entre 91% para unidades com quatro dormitórios e 126% para apartamentos de um dormitório. No caso de o País continuar a crescer 5% ao ano em média, como prevêem os bancos, esse movimento pode se mante por mais tempo.“A tendência ainda é de alta nos preços”, diz Zylberstajn. “Só é possível esperar uma desaceleração se houver a convergência de diversos fatores, como retração do crédito e baixa nos custos da mão de obra.”
    A alta dos imóveis novos acaba puxando o valor dos usados. Na hora de vender, os proprietários calibram o preço pelo momento de mercado. O investidor que estiver convencido da solidez dos alicerces da alta e quiser seguir o ditado que diz que “quem compra terra, nunca erra” deve tomar alguns cuidados.
    Negociar imóveis é trabalhoso, burocrático e caro devido à necessidade de obter certidões e pagar as inevitáveis comissões dos corretores. Outro risco é a falta de liquidez. Mesmo com o mercado aquecido, talvez seja preciso esperar alguns meses para que se consiga vender uma propriedade por um bom preço – e evitar ver suas finanças desabarem.

    ht tp://confrariadenegocios.blogspot.com/2011/06/sera-que-os-precos-dos-imoveis-vao.html

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    • augusto 1 de setembro de 2011 at 17:18

      É por estas e outras que muitas revistas nunca decolaram em vendas aqui no Pais. CREDIBILIDADE É UMA COISA MUITO IMPORTANTE EM QUALQUER SETOR DA VIDA

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    • Carlos__ 1 de setembro de 2011 at 21:45

      E aí eu pergunto: de onde vem esse dinheiro todo para comprar casa e carro zero? Como o consumo aumenta mais que a renda? A renda cresce 15% e as vendas em todos os setores crescem 20%? Só consigo imaginar que é através de dividas.

      Tem gente pagando 100 mil, somando as prestações, em carros que nos resto do mundo não custam 30 mil.

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  • Carlos Wagner 1 de setembro de 2011 at 15:50

    Novo recorde: 307,8 mil carros e comerciais leves em agosto

    Agosto registrou novo recorde de vendas no ano, conforme números provisórios do Renavam: foram comercializados no mês 307.857 unidades de carros e comerciais leves, superando a marca de 300.566 registrada em maio.

    O crescimento é de 6,9% em relação a julho e de 3,8% em relação a agosto do ano passado. No acumulado do ano – janeiro a agosto – as vendas cresceram 7,5%.

    O recorde foi conquistado graças ao grande número de dias úteis em agosto: foram 23 dias de vendas, o mês mais comprido do ano. Mas as vendas diárias foram inferiores às do mês anterior. Em agosto foram vendidas 13.385 unidades por dia, contra 13.713 em julho.

    Até terça-feira as vendas diárias em agosto estavam abaixo de 12 mil unidades. Com as boas vendas ontem – 21.036 mil unidades em apenas um dia – a média diária subiu, mas ainda é uma das piores do ano.

    Isso quer dizer que o recorde não reflete exatamente o que está acontecendo no mercado.

    Eu diria que as vendas estão em ritmo forte, consistentes, mas estáveis.

    O que pensar disso tudo? Carros amontoados nas concessionarias e as vendas batendo recordes. BC baixa juros e no mesmo dia os jornais veiculam noticias de recordes nas exportações.

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    • Rogério-Goiás 1 de setembro de 2011 at 17:13

      Essa prática de desenvolver a indústria automobilística no Brasil é perniciosa para o transporte público de qualidade. O governo pouco investe em metrôs e trens, além é claro de entupir as ruas das grandes cidades com carros e mais carros, como se isso fosse sinônimo de algum desenvolvimento. Em Tóquio por exemplo, o metrô é tão confiável que executivos de grandes empresas utilizam o serviço.
      Aqui o brasileiro também qualquer dinheiro que sobra troca de carro. Em goiânia por exemplo já está quase 1 hab/1 carro.

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      • Carlos__ 1 de setembro de 2011 at 21:39

        Em Londres é comum vermos pessoas com dinheiro para comprar uma Ferrari tranquilamente pegando o metro ou trem para irem ao trabalho.

        Aqui o governo populista sucateia o transporte público, humilha os usuários com péssimos serviços e tarifas caras (mais caras, para o passageiro frequente, do que na europa) e obriga as pessoas a comprarem carros, o que no fim as torna ainda mais pobres e com uma fonte extra de despesas regulares.

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    • augusto 1 de setembro de 2011 at 17:23

      EXISTE UMA TÉCNICA QUE TEM ATÉ UM NOME ESPECIFICO utilizado pelas montadoras que fazem suas concessionarias NO FINZINHO DO MES LICENCIAREM OS CARROS EM NOME DESEUS FUNCIONARIOS, E ESTES POSTERIORMENTE SERÃO VENDIDOS COMO SEMI-NOVOS.
      A INFORMAÇÃO NÃO FOI DE CARROS VENDIDOS MAS SIM DE CARROS EMPLACADOS (LICENCIADOS)

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  • Miguel Jacó 1 de setembro de 2011 at 15:50

    O que ainda é possível de se imaginar:
    Os investimentos migrarem do setor imobiliário e renda fixa para o mercado de ações.

    Mas…. o mercado acionário está muito colado às bolsas americanas e européias, que seguem instáveis. Estando instáveis, a migração não será forte.
    Sinceramente, se eu fosse investidor, não sei mais para onde eu levaria a minha grana. Talvez em infraestrutura, que é o que mais falta ao Brasil. Seria uma boa, pois pelo menos ajudaria a desenvolver o país.

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  • MrK 1 de setembro de 2011 at 16:05

    A maior prova de que os preços atuais são insustentáveis, é o fato dos imóveis usados terem parado de vender.

    Aí alguém pergunta: Porque o preço dos usados subiu tanto assim, então? Não foi a demanda? Simples: Não! Foi porque eles calibraram o valor do m2 pelo valor dos lancamentos! Só que os lancamentos vendem pela expectativa de lucro alto num investimento baixo!

    Quem compra na planta, pretende pagar só 20% do imóvel durante a construção, mas auferir lucros sobre a valorização de 100% do valor do imóvel! Por isso atraiu tantos investidores! (Repito: Investidores e não moradores)

    A demanda de quem quer morar simplesmente exauriu aos preços atuais. Não tem mais folego, não adianta baixar a SELIC, dar crédito, simplesmente parou.

    E porque eu acredito que há uma bolha: Porque muito imóvel (muito mesmo) está em construção nas mãos de investidores que não acharão demanda com folego para pagar os preços e comecará o processo de baixa.

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    • Carlos__ 1 de setembro de 2011 at 16:48

      Para mim um forte indicador que as pessoas não estão comprando na planta para morar, pelo menos grande parte delas, é o preço na planta estar superior a usados em bom estado na mesma região. Isso não faz nenhum sentido. Quem quer morar quer morar logo, sair do aluguel, não esperar 3 anos, pagando prestação de apartamento na planta mais aluguel, ou mais 3 anos morando com os país ou dividindo um apartamento.

      Já para revender, na planta pode ser mais interessante para quem acredita na valorização (o caso do investidor) porque ele paga uma pequena parcela e congela o preço (menos a correção do custo da obra) por dois anos ou mais, até a obra ficar pronta. Pode até se alavancar de modo como nunca poderia com um usado, reservando várias unidades.

      Alguem discorda desse raciocínio?

      Alguem tem alguma outra explicação para os imóveis na planta estarem mais caros que os usados? Lembrando que quem espera 3 anos por um imóvel vai morrer fácil em mais de 30 mil só com o aluguel.

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  • Piaui 1 de setembro de 2011 at 16:17

    Nossa especialidade mais cara aqui do que lá!
    economia. ig .com.br/banana+esta+mais+cara+no+brasil+do+que+nos+eua/n1597189036296.html

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    • John 2 de setembro de 2011 at 08:40

      Hahaha!

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  • valdecir 1 de setembro de 2011 at 16:59

    BC terá problemas com expectativas da inflação, diz Schwartsman
    do Leopoldo, da Agência Estado

    SÃO PAULO – O ex-diretor do Banco Central Alexandre Schwartsman afirmou nesta quinta-feira, 1º, que a decisão tomada ontem pelo Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir os juros em 0,5 ponto foi “errada” e deve fazer com que a curva de juros futuros fique “empinada” nos próximos dias. “A credibilidade foi arranhada”, comentou. “O BC terá problemas para coordenar expectativas de inflação de agora em diante”, disse, destacando o curto prazo. “Só rezando, entrega para Deus”, afirmou.

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    Nesta quinta, o ex-presidente do Banco Central, Carlos Langoni, classificou de “ousada” decisão do Copom do Banco Central.Outro ex-presidente da instituição, Gustavo Loyola disse que decisão foi “equivocada” e mostrou certa imprudência do colegiado do BC. Os dois economistas compartilham a opinião de Schwartsman, de que, agora, a credibilidade do BC está em jogo.

    “Há risco de o IPCA superar o teto de 6,5% neste ano”, afirmou. Segundo Schwartsman, certamente as projeções de agentes econômicos para o índice de inflação devem subir nos próximos dias. Antes da reunião do BC encerrada ontem, ele calculava que o IPCA subiria 5,3% em 2012, com a taxa de juros entre 12,50% e 12,75% até o fim do próximo ano. Mas agora, com este “impulso monetário” que poderá ficar abaixo de dois pontos porcentuais, ele estima que o índice deve ficar entre 5,5% e 6% no ano que vem.

    Segundo Schwartsman, a queda dos juros adotada pelo BC baseia-se num cenário de “colapso” externo, com uma recessão mundial tão forte ou maior do que a registrada em 2008. Na avaliação dele, não há evidências objetivas de dados econômicos que indiquem que a economia global vai entrar num período de retração tão vigoroso no curto prazo. Ele fez uma alusão de que o Banco Central está atuando como um apostador de cassino que aposta no número preto, quando há duas opções, aquela e o número vermelho. “Se der preto, tudo bem. Mas, se der vermelho, a coisa vai ficar feia”, disse.

    Para o ex-diretor do Banco Central, está cada vez mais claro que o BC “quer mais manter crescimento do que a inflação na meta.” Segundo ele, não significa que o sistema de metas foi abandonado, mas há uma percepção clara de que a autoridade monetária está muito atenta ao desempenho do nível de atividade. Autoridades do Ministério da Fazenda, como o ministro Guido Mantega e o secretário de Política Econômica, Márcio Holland, defendem o controle da inflação na meta, mas sempre destacam que o crescimento deste ano até 2014 tem plenas condições de atingir um patamar médio de pelo menos 4%.

    Schwartsman mostrou-se curioso para ver os detalhes do cenário de referência para o IPCA em 2012 no próximo relatório de inflação, que deve ser publicado até o dia 30 de setembro. No documento anterior, publicado em junho, o BC projetava taxa de 4,8% para o quarto trimestre do próximo ano, com juros a 12,25% ao ano.

    Na avaliação de Schwartsman, um outro fator de destaque foi que o BC “comprou”, antes de ver, o aperto fiscal mais forte anunciado pelo Poder Executivo. “Foi anunciada uma economia de R$ 10 bilhões adicionais para este ano, mas somente de receitas extraordinárias o governo arrecadou R$ 14 bilhões. Que ajuste é este?”, questionou. Segundo ele, não há sinais claros de como as autoridades federais vão encontrar saídas para enfrentar desafios fiscais para 2012, como a alta do salário mínimo para R$ 619,21, que deve provocar um impacto nas contas do Tesouro de R$ 21,5 bilhões.

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,bc-tera-problemas-com-expectativas-da-inflacao-diz-schwartsman,82505,0.htm

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  • marcio 1 de setembro de 2011 at 17:54

    Tenho uma renda de 8mil limpo por mês morando no RJ, moro na zona norte e a muito tempo cerca de 2 anos venho procurando algo em um valor justo para comprar, só que a cada dia q vejo me sinto mais pobre, não só nos imóveis mais em td e aí pergunto a vcs, será q ganho mal assim? Acho q para realidade BR ganho bem até, consigo todo mês economizar 3 mil do q ganho mais a cada dia q passa o imóvel q desejo está mais longe da realidade, imagino q isso td não tenha alicerce para se sustentar muito a frente, mais enquanto isso estamos nos f…. de verde e amarelo. Uma pessoa q ganha 8mil como eu ter q dar 80mil de entrada e financiar 150mil em 30 anos com uma prest. de 1750,00 por mês mais condominio de cerca de 350. sendo assim estarei comprometendo 2100 por mês só com um ap e ainda assim por 30 anos, claro q diminui a prest.! Mais é muito tempo cara!!!! Me ajudem aí será q estou ficando pobre msm? Ou será q todo mundo enriqueceu? Só q eu não conheço ninguém q tenha enriquecido ou melhorado de vida assim! abcs

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    • Anonymous 1 de setembro de 2011 at 18:22

      Bem vindo ao clube.

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    • MrK 1 de setembro de 2011 at 18:45

      marcio, essa sua questão já foi colocada pra nos muitas vezes, já explicamos que não, voce nao ficou pobre e nem ganha mal, sua renda é muito acima da média

      e a imensa maioria das pessoas que moram em aps que hoje valem 1 milhao ou mais, não poderiam comprar o proprio apartamento… vem tudo de tempos antigos

      isso é especulação, bolha, fruto de investimento desenfreado de especuladores nacionals e internacionals com muito dinheiro inflando o mercado, mas isso vai acabar, pode demorar alguns trimestres ainda, mas vai acabar, voce voltara a ter um poder de compra que seja em linha com sua renda, um abraco

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    • Ader 1 de setembro de 2011 at 18:56

      Acredito que todos nós damos valor a cada centavo ganho, o que não acontece com a maioria do brasileiros… Não é um corretor com conversinha mansa que vai nos tirar facilmente as economias de anos…

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    • Leonardo RJ 1 de setembro de 2011 at 19:07

      Marcio,

      bem vindo ao clube

      a cada 2, 3 mil que eu junto na poupança, sobe 5, 10 mil o preço do imóvel que quero…

      também me sinto mais pobre que todo mundo por isso… ehheheh

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      • aiwww 1 de setembro de 2011 at 21:24

        Olha .. também junto 4 mil por mês e vi um imóvel que eu estava pretendendo comprar subir de 260 mil em março desse ano para 330 mil … o empreendimento se chama casablanca, na rua edmundo march em boa viagem – niteroi .. um apartamento de 2 quartos no jardim icarai (atrás de icarai) está saindo pela bagatela de 600 mil … é fácil encontrar imóveis valendo mais de um milhão nessa região de niteroi ..

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  • Mahmoud 1 de setembro de 2011 at 18:37

    Marcio, aqui no fórum é todo mundo classe baixa também, ninguém consegue comprar imóveis com nossos míseros 5, 6, 8 ou 9 mil mensais.

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    • RT 1 de setembro de 2011 at 20:06

      Aparentemente, estamos sendo substituídos pela “nova classe média”.

      Pelo menos, é o que dizem a imprensa, os corretores, os “especialistas” e os “Secovis” da vida. Segundo eles, a “nova classe média”, mesmo ganhando menos que todos nós, é que está comprando os apartamentos que antes compraríamos, mas agora não conseguimos mais.

      Viramos classe baixa. Nossa alternativa, com as merrecas que ganhamos, é migrar para o subúrbio, repetindo o movimento ocorrido em Paris há décadas.

      Pelo menos, é do que querem nos convencer! Kkkkkkkkkkkkkkkkk!!

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      • Fábio 1 de setembro de 2011 at 20:16

        Ainda acho q a pessoa q vai casar como eu por exemplo, pega e entra em uma divida louca, raros são os casos que o cara topa pagar aluguel, quando paga, como é meu caso, é ridicularizado pela familia e pela grande maioria. Mas minha estratégia é esperar até 2016, pq duvido muito q os proprietarios topem baixar o preço, maldita olimpiadas.

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        • MrK 1 de setembro de 2011 at 20:38

          esquece esse papo de olimpiadas cara, nao foram as olimpiadas que subiram o preco e não vai ser ela que fará eles baixarem!!!

          londres que terá olimpiadas ano que vem está mergulhado em crise!

          a africa do sul em 2009, um ano antes da copa, mergulhou em crise também!

          esse papo de prosperidade pré-evento é um mito

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          • Miguel Jacó 1 de setembro de 2011 at 21:21

            Com certeza, não foram as Olimpíadas, nem a Copa. Mas temos que admitir que estes eventos atuam psicologicamente na cabeça dos vendedores, isto é devido em grande parte pela mídia. Ou seja, a Copa e Olimpíadas estão na verdade é “segurando a barra” dos preços lá em cima, impedindo-os que caiam, e dando a falsa fantasia de retorno fantástico aos proprietários.

            Só que esses mesmos eventos, quando estiverem próximos de ocorrer, provocarão a explosão da bolha, caso ela não tenha ocorrido até lá, ou seu “golpe de misericórdia”, o que poderíamos chamar de “o duplo estouro” da bolha, um duplo mergulho nos preços.

            Estamos em 1º de setembro de 2011. A Copa começa dia 12 de junho de 2014. Acabando o Carnaval de 2014,em MARÇO, começará o despero, o pagamento das dívidas das férias, a necessidade de vender o imóvel antes que comece a Copa etc.

            Faltam 30 meses para MARÇO DE 2014, exatamente o tempo normal de um contrato de aluguel. Quem quiser pechincha, que alugue um apartamento barato e junte uma grana até lá.

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          • Fábio 1 de setembro de 2011 at 21:23

            Não estou falando disso, esse maldito evento mudou as coisas com relação ao preços, cara eu procuro para comprar desde maio de 2008 em copacabana, nesse periodo vc comprava um 3 quartos com vaga por 460.000, depois de 2 de outubro de 2009 um apartamento similar passou para 600.000. Pergunta oq aconteceu dia 2? Pesquise tbm em jornais da epoca os preços antes e depois dessa maldita data.

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          • Carlos__ 1 de setembro de 2011 at 21:27

            As olimpíadas pressionam sim o custo da moradia, principalmente aluguel, durante a preparação. Teremos fácil mil ou duas mil pessoas morando temporariamente na cidade por causa do evento.

            Quando faltarem alguns meses vai ser impossível encontrar lugar para alugar, vai todo mundo segurar para alugar por 10 mil durante os jogos.

            Depois, vem a ressaca de fim de festa. A percepção que a cidade continua com todos os problemas de antes mais alguns novos. E 5.000 apartamentos entrando no mercado na vila olímpica e na vila dos árbitros, no porto.

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        • Miguel Jacó 1 de setembro de 2011 at 21:30

          È por essas e outras que, quando tive a oportunidade de sair do Rio, resolvi sair.

          É realmente uma cidade maravilhosa, talvez a mais linda e agradável do mundo. Mas só na Zona Sul, ou seja, só pra quem é rico.

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      • augusto 1 de setembro de 2011 at 22:32

        ótimo posicionamento RT.
        E precisamos fazer uma festa para nós que fomos rebaixados com nossos rendimentos e dar as boas vindas ao mercado da nova classe C com sua renda média mensal de 1,5 mil (mas juntando o da mulher e de dois filhos mais a dos cachorros e gatos e passarinhos deve dar 6 paus)

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  • trololó 1 de setembro de 2011 at 19:25

    A Citi Corretora recomendou para o investidor em setembro uma carteira com dez ações, com destaque para PDG Realty (PDGR3), que deve ter retorno esperado de 73,7% no ano e atingir preço-alvo de R$ 13,60. A ação com maior peso, de 15%, é a do Bradesco (BBDC4), com possível preço-alvo de R$ 40.

    Constam na carteira, com peso de 10% cada, Vale (VALE5), Cosan (CSAN3), Hypermarcas (HYPE3), , Localiza (RENT3), BR Malls (BRML3), AmBev (AMBV4) e Transmissão Paulista (TRPL4). MRV Engenharia (MRVE3) tem peso de 5% e potencial de valorização de 60,4%, com preço-alvo de R$ 21,50.

    A Citi afirmou que substituiu a ação da Petrobras pela da Cosan, em relação à carteira recomendada para agosto, acreditando que a empresa deve se beneficiar com os altos preços do açúcar e do álcool, e TIM por MRV Engenharia, pegando carona na redução da taxa básica de juros (Selic) decidia pelo Banco Central (BC) na noite de quarta-feira

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  • Susy 1 de setembro de 2011 at 21:02

    Vocês viram o tema do Globo Repórter de amanhã, sexta-feira, 02/09?
    Os ENDIVIDADOS !

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  • Carlos__ 1 de setembro de 2011 at 21:06

    Para quem se pergunta quem está comprando com esses preços, segue parte importante da resposta:

    oglobo . globo . com /economia/mat/2011/09/01/corrupcao-no-galeao-requer-ampla-investigacao-diz-procurador-925266606.asp

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    • xyz 1 de setembro de 2011 at 22:45

      A bolha imobiliária é alimentada por 3 outras bolhas:
      1-a bolha do crédito;
      2-a bolha do mercado de trabalho, e
      3-a bolha da corrupção.

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  • MrK 1 de setembro de 2011 at 21:58

    EXCELENTE PROGRAMA HOJE NA GLOBONEWS – ESPACO ABERTO SOBRE CRÉDITO

    Miriam entrevistou 2 economistas especialistas em crédito e abordaram dados sobre o endividamento da população, hoje 6 em casa 10 familias estão endividadas, sendo que 8% admitiram que não podem honrar seus compromissos. Na classe C isso é ainda pior!

    Os 2 economistas (o do ibmec e o do governo) admitiram que o problema é muito grave, sendo que o professor do ibmec citou a questão do crédito imobiliário, explicou como quem compra um ap em 30 anos acaba pagando 3 (2 aps só de juros), ele não quis dizer “bolha”, mas falou que a situação é insustentável, que algo vai acabar ocorrendo e que se o preço dos imoveis cair um pouco já pode desencadear muita devolução.

    Eu não sou fã da Miriam Leitao, mas o programa foi muito bom, espero que tenham visto ou achem no youtube, um forte abraço

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    • carlos wagner 1 de setembro de 2011 at 23:15

      Eu vi o programa. Interessante que o economista do Imbec se policiava a todo momento pra nao manifestar expressões que pudessem compromete-lo, como a palavra bolha e má fé por parte das nstituições bancarias, no tocante a cobrança abusiva de juros nos financiamentos imobiliarios.

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    • Carlos Eduardo 2 de setembro de 2011 at 11:27
  • MrK 1 de setembro de 2011 at 22:09

    O tema do momento, após a queda forte das vendas de imóveis é: Preços vão segurar muito tempo no patamar atual?

    Eu gostaria de deixar minha opinião sobre isso, com base no histórico de bolhas.

    Em bolhas, os preços só sobem ou caem, não existe “estabilização” por muito tempo e o motivo é fácil de entender: Os especuladores só entram comprando no mercado quando os preços estão em alta, a partir do momento que os preços param de subir, perde totalmente o sentido investir em imóveis, então os especuladores não compram mais.

    Sem a demanda inflada dos especuladores (que ajudam a “derreter” os imoveis na planta) as vendas despencam e com isso as construtoras comecam a dar “descontos” até chegar ao reajuste de preços, pois sem eles, as vendas evaporam. Os donos de Aps farão sim muita resistência pra aceitar, mas não tem como lutar contra o mercado.

    Creio que estamos nesse momento de transição agora, mas como imóveis são ativos de baixissima liquidez e lentos, esse tempo é mais demorado, acho que ja entramos 2012 com precos mais baixos que os atuais.

    abraços

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    • augusto 1 de setembro de 2011 at 22:42

      Os proprietários serão forçados a admitir que Papai NOEL NUNCA EXISTIU né.
      O próprio presidente do SECOVI afirmou que os preços atingiram o máximo e dai qualquer bom entendedor sabe o que isto significa. Investidores fogem dos imóveis e pessoas que querem algo para morar dizem para que comprar agora se os preços estão no máximo. Esperem que ganharão dinheiro, lógico que vai demorar alguns meses para os proprietarios e construtoras serem forçados a aceitar a realidade

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  • MrK 1 de setembro de 2011 at 23:10

    ATENÇÃO: INVESTIR EM IMOVEIS NA ZONA SUL DO RIO = LUCRO CERTO???

    Vejam as mudancas de ares… o seguinte predio do humaitá, zona sul do rio, está sendo repassado por R$900.000 na entrega das chaves este mês: zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-3-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-HUMAITA-R-Macedo-Sobrinho/ID-2340810

    Achei o folder desse mesmo imovel de +- 3 anos atrás por R$763.000 (a previsao eram 2 anos e meio de obra, mas claro, atrasou 6 meses)
    imobiliariariodejaneirorj.com/imoveis/recanto-humaita-lancamento.html

    Ou seja, se o cara tivesse investido o valor pago por 3 anos digamos a 11% (selic) esse valor daria hoje aproximadamente R$1.040.000 !!!!

    Ou seja, toda dor de cabeca, burocracia e taxas pra perder R$140.000 !!!!!

    hmmmmmmm…

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    • MrK 1 de setembro de 2011 at 23:19

      pra não ser injusto, considerei a compra total a vista… deixa eu corrigir, ok?

      Se o investidor pagou um % minimo, operando alavancado, por exemplo só pegou 25% durante as obras então ele investiu R$190.000 para lucar R$137.000 em 3 anos, ou seja 71% de lucro (aí sim é bem maior que os 32% de lucro certo da selic) nesse caso valeu a pena sim

      mas se voce pudesse comprar a vista no lancamento (se fosse pra morar) seria melhor NÃO ter comprado, botando no banco, e compraria hoje sobrando aqueles R$140.000

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      • Rogério-Goiás 1 de setembro de 2011 at 23:36

        não entendi o cálculo. Teríamos que saber o saldo devedor corrigo pelo incc não?

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      • EU 2 de setembro de 2011 at 01:31

        Tb não entendi a conta…

        Se foi dado R$190K como ENTRADA, o saldo devedor de R$572K, corrigido pelo INCC (considerando a variação INCC de ago/08 a ago/11 = 22% ) seria hoje de R$700K.

        Qto aos R$190K, corrigidos pelo IGP-M neste mesmo período, seriam hoje R$ 216K. Então pelo menos, para empatar, o AP deveria valer hj R$ 916K.

        Se corrigir os R$190K pela Selic (ex: 32%), seriam R$ 251K. Então, AP valendo hj R$ 951K.

        Se, por hipótese, o cara tivesse dado R$ 0,00 como entrada ainda teria preju, pois o saldo devedor corrigido pelo INCC seria R$933K.

        Sinceramente, não vejo como ter lucro sob estas condições para o momento. Mesmo se o cara tivesse aplicado tudo à taxa Selic e comprasse agora por R$900K , teria preju dado a forte tendência de queda (estouro da bolha) dos imóveis para os próximos meses… em qq situação o mico é grande!

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        • MrK 2 de setembro de 2011 at 10:18

          EU, quis fazer duas contas

          1- do ponto de vista de quem queria comprar lá atrás e podia pagar pra morar, vimos que era melhor ter esperado e comprado hoje, aplicando em selic no meio tempo.

          2- do ponto de vista do especulador que pagou o minimo possível na planta, pra ele houve um lucro (eu não corrigi pelo INCC, eu fiz conta de quanto ele pagou lá atras e quanto ele vai receber hoje, simplificado) e mostrei que se ele pagou muito pouco, pode ter sido um bom negócio, mas ja não é aquela coisa maravilhosa mais

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        • Murdoch 2 de setembro de 2011 at 10:18

          Conheço esse prédios.
          Visitei 2 aptos lá. Existem pelo menos 6 aptos neste prédio, ao meu ver, que não possíveis de venda, pq como são voltados para a lateral, o apto fica quase dentro da casa do vizinho. Só para ilustrar. Da varanda de um se encosta sem esforço na varanda do outro. Se vc for amigo do vizinho pode até fazer uma festioonha compartilhada sem problemas. Metade dos convidados num apto e metade no outro.

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    • EU 2 de setembro de 2011 at 01:58

      Mas agora fiquei muito curioso… vou acompanhar esse anúncio no ZAP para ver até qto vai chegar o preço deste AP. Até agora, mesmo com o boom do setor entre 2008-2010, o máximo que este valorizou, ainda na Zona Sul, foi 18% desde o lançamento contra inflação de 14% no período….

      hmmmm… a vida de corretor tá mais difícil do que eu pensava….

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  • carlos wagner 2 de setembro de 2011 at 00:51

    Vejam esse video. O que acham das suspeitas do nosso colega?

    http://www.youtube.com/watch?v=ZeYPhLAPSCM

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  • DM 2 de setembro de 2011 at 08:08

    Pelo menos em alguns lugares os dirigentes são mais concientes com a responsabilidade!

    not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201109020738_EFE_80133819

    Economia » Notícias
    EUA processarão bancos por enganar clientes sobre hipotecas
    02 de setembro de 2011 • 04h38 • atualizado 07h42

    O governo dos Estados Unidos interporá uma ação por “bilhões de dólares” contra vários dos bancos mais importantes do país por enganar os investidores sobre a qualidade dos valores baseados em hipotecas vendidas durante a “bolha” imobiliária, informou o diário New York Times.

    A Agência Federal de Financiamento de Casas (FHA, na sigla em inglês), encarregada de observar as enormes instituições hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, apresentará o processo contra uma lista de “mais de uma dúzia” de bancos, entre os quais Bank of America, JPMorgan Chase, Goldman Sachs e Deutsche Bank.

    Segundo os “três indivíduos informados a respeito” que foram citados pelo New York Times, a ação será interposta nesta própria sexta-feira ou na próxima terça, pouco antes do fim do prazo limite para a apresentação de processos por parte da FHA. No processo, a FHA argumentará que os bancos, ao agrupar hipotecas para poder emitir valores baseados nesses ativos, não averiguaram devidamente a confiabilidade dos contratos hipotecários, como exigem as leis das bolsas de valores.

    Quando a “bolha” imobiliária explodiu no final de 2008, diante da falta de pagamento das hipotecas por parte de muitos prestatários, a cotação destes títulos hipotecários caiu muito. Como consequência, Fannie Mae e Freddie Mac perderam mais de US$ 30 bilhões, perdas que foram cobertas sobretudo pelos cofres federais.

    Segundo as fontes do New York Times, a ação que será interposta pela FHA será muito parecida com a formulada em julho contra o banco UBS por US$ 900 milhões.

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  • Felipe 2 de setembro de 2011 at 08:19

    Tava vendo uma discussão interessante ali em cima, sobre quem ganha um salário razoável e ficou no limbo entre a nova classe média* e os mais ricos. Tô vendo que não sou só eu nessa situação e além disso, eu tenho a questão casamento e a pressão familiar para compra de um AP.
    Sugiro a vcs ter paciência, muita paciência, pq o tempo é o senhor da razão e eu tenho certeza absoluta (não que a minha certeza valha tanto assim hehehehe) que logo logo essa bomba vai estourar na mão da Dilma e essa falta de respeito com o dinheiro de trabalho dos outros vai acabar.

    esse termo é uma piada de muito mau gosto, pois imagino que em países sérios, o termo classe média diz respeito a pessoas que têm, no mínimo, acesso à educação de boa qualidade, saúde, transporte público e segurança e não só à pacotes turísticos, linha branca de eletrodomésticos e carros populares.

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  • Gil 2 de setembro de 2011 at 08:57

    KKKKKKKKKKKKK
    INACREDITÁVEL!!!!!!!!
    Imóvel sendo vendido em site de compra coletiva.
    Segue abaixo o link:
    http://www.clickabrasil.com.br/brasilia/Home/Index/127

    Divirtam-se com os comentários sobre “Investimentos”.

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  • Elias 2 de setembro de 2011 at 08:57

    Quem falou que nossa bolha é parecida com a da Espanha?

    Brasil e periferia europeia
    Autor(es): Armando Castelar Pinheiro
    Valor Econômico – 02/09/2011

    (…)

    A diferença com a Espanha é que lá a crise já se instalou, enquanto aqui temos tempo para fortalecer fundamentos

    Para exemplificar, tomemos o caso da Espanha. Em 1999-2006, seu PIB cresceu em média 3,8% ao ano, contra 2,3% em 1991-98. A taxa de desemprego despencou, de 18,6% em 1998 para 8,5% em 2006. O resultado fiscal primário passou de um déficit de 1,8% do PIB em 1991-98 para um superávit de 2,1% em 1999-2006, enquanto a dívida pública líquida caía de 57,4% para 30,5% do PIB entre o final de 1998 e 2006, queda para a qual também contribuiu a redução dos juros reais, de 5,0% para 1,2% ao ano entre 1991-98 e 1999-2006. Trata-se, portanto, de avanços semelhantes, senão até mais pronunciados, aos observados no Brasil na comparação de 1995-2002 com 2003-10. Ainda assim, foram insuficientes para evitar a crise por que hoje passa a Espanha.

    No caso brasileiro, há três elementos de preocupação com relação à sustentação do desempenho recente: o baixo investimento, a perda de competitividade da indústria de transformação e o risco de ruptura da auto alimentada expansão do crédito às pessoas físicas, do consumo e da massa salarial real.

    A taxa de investimento no Brasil é baixa e insuficiente para sustentar um crescimento elevado, especialmente se o emprego vier a crescer menos nos próximos anos, como se espera. Em 2003-10, essa taxa foi de 17,0% do PIB, a mesma de 1995-2002 (16,9% do PIB), em que pesem a alta no crescimento do PIB, nos desembolsos do BNDES (de 1,8% para 2,8% do PIB), no crédito e no investimento estrangeiro, assim como a queda do risco país. Depois de bater em 18,4% do PIB em 2010, essa taxa deve voltar a cair este ano. Na Espanha, a taxa de investimento subiu de 22% em 1991-98 para 28% do PIB em 1999-2006.

    A apreciação do real e a alta nos salários levou a um forte aumento no custo da mão de obra na indústria. Considerando os salários da indústria em São Paulo, a taxa de câmbio efetiva real com nossos principais parceiros comerciais e o aumento da produtividade do trabalho, tem-se que em 2010 o custo unitário do trabalho em moeda estrangeira estava 27% acima da média de 1995-2002 e era 94% superior ao de 2002. Na Espanha, esse custo subiu 26% mais que na Alemanha de 1998 para 2006.

    A perda de competitividade deveria ter elevado o déficit externo, mas isso não ocorreu por conta da alta nas commodities: se os preços de exportações e importações fossem os mesmos de 2002, quando os termos de troca estavam 3% acima da média histórica, o déficit em conta corrente acumulados nos doze meses até junho de 2011 seria de US$ 93 bilhões, doze vezes o valor de 2002.

    Em 2003-10, o consumo das famílias cresceu 4,5% ao ano (5,6% em 2005-10). Esse aumento foi em parte alimentado pela alta no crédito às pessoas físicas, de 19% ao ano acima da inflação, e a da massa real de salários (4,7% ao ano). Na Espanha, o crédito às famílias aumentou 14% ao ano, em termos reais, em 1999-2006. Lá, como cá, o alongamento de prazos, a queda dos juros e o aumento da massa de rendimentos impediram que se comprometesse muito da renda com o serviço da dívida. A questão que se coloca, porém, é se não se deveria ajustar a medida de comprometimento de renda para o fato de o desemprego estar no seu menor patamar histórico, limitando a inadimplência e, portanto, os spreads bancários.

    A grande diferença entre o Brasil e a Espanha é que lá a crise já se instalou, enquanto aqui ainda temos tempo para fortalecer os fundamentos. Cabe aproveitar esse tempo.

    Armando Castelar Pinheiro é pesquisador do Ibre/FGV e professor do IE/UFRJ. Escreve mensalmente às sextas-feiras.

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    • augusto 2 de setembro de 2011 at 10:21

      Já cheguei a leu uma baboseira sobre a crise imobiliaria na Espanha, dizendo que lá as construtoras construiram mais imóveis que numero de familias do Pais. Dai veio uma violenta crise no setor que persiste até hoje.
      De tres uma : ou as construtoras são no minimo imbecis, ou imbecil é quem acredita em tal explicação, ou quem publica e escreve tal artigo é o imbecil da vez

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  • marcio 2 de setembro de 2011 at 09:25

    a conta q chego é q jamais juntando meus 2 a 3 mil por mes será capaz para realizar o desejo de comprar uma casa. Porem tb penso q qd o mundo todo fala q juntar é melhor do q financiar não é possivel q isso td q vivemos não de m……. O q vejo é q ainda temos imóveis aumentando de preço e ainda nao vi nada cair ou ameaçar cair. Ontem tb vi a globo news e a economista do bc foi bem clara em falar q este credito todo vai dar m…….. Veremos as cenas dos prox capitulos pq eu to muito pobre ganhando meus 8mil mes e sei q a inflação não é o q o governo coloca nem fufu! Td subiu facil facil mais de 10% no mín. E o salario oh!!

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  • veigalex 2 de setembro de 2011 at 09:27

    Vejam as noticias pipocando..

    w w w.cidadebiz.com/conteudo_detalhes.asp?id=57489

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  • Elias 2 de setembro de 2011 at 09:30

    Este corte brusco na taxa Selic é uma evidência de que um ciclo se encerrou.

    Mudança de expectativas em andamento. Fim da euforia, começo da negação e da angústia.

    Selic menor é boa para bolsa até a página 2
    Autor(es): Daniele Camba
    Valor Econômico – 02/09/2011

    https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/9/2/selic-menor-e-boa-para-bolsa-ate-a-pagina-2

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  • Paulo 2 de setembro de 2011 at 09:30

    http : // w w w . politicaeconomia.com/2011/09/mercado-imobiliario-no-brasil-atinge.html

    sexta-feira, 2 de setembro de 2011

    Mercado imobiliário no Brasil atinge 229% de valorização desde 1996

    O mercado imobiliário brasileiro foi o campeão em valorização entre um conjunto de 39 países, conforme mostra pesquisa da consultoria britânica Global Property Guide, e que aponta a cidade de São Paulo no topo do ranking. A valorização em São Paulo sobre o segundo semestre de 2010 foi 27,38% . A segunda colocada, Hong Kong, valorizou 25,93%.

    A evolução do preço do metro quadrado em São Paulo atingiu 7,21%, contra 5,33% em Hong Kong. Os imóveis nos EUA e China não sofreram valorizações no período, o que dá ainda maior destaque aos resultados brasileiros, que aparecem como exceção entre as grandes economias.

    Com valorização acima de dois dígitos na comparação anual, só há quatro países, todos pequenos – Hong Kong, Tailândia, Estônia e Singapura -, com mercados imobiliários com performance similar à do Brasil.

    Mais impressionante é que somente em 13 dos 39 países analisados houve aumento de preço dos imóveis nos últimos 12 meses terminados em junho, sendo que destes, 26 mostram deflação de preços e em 18 o ritmo da queda continua a se acelerar. Nos EUA, por exemplo, se a retração em doze meses até o 2º trimestre de 2010 fora de 1,88%, um ano depois a recessão dos imóveis aumentou para 5,93%.

    A polêmica sobre bolha imobiliária

    Parte dos dados considerada pela Global Property Guide se baseia na pesquisa trimestral sobre o preço de imóveis da FIPE, entidade de estudos da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP). Outras fontes, inclusive para mapear a situação no Rio de Janeiro, citado como o mais caro do país, são o Ibope Intelligence e pesquisas diretas de empresas, como a Cyrela, fundos e bancos.

    É inconclusiva a discussão sobre se o preço dos imóveis já exibe sinais de bolha, definida como especulação desenfreada, ou estaria perto de algo assim. Fato é que até 2004 o mercado estava quase parado. As reformas do crédito imobiliário introduzidas no começo do primeiro governo Lula mudaram esse panorama. O resto veio com o aumento da renda, a queda dos juros e a retomada das construções.

    São Paulo: valorização de 100% em dois anos

    Mas há indicadores que sugerem um avanço rápido demais do preço. Em apenas dois anos, o preço de apartamentos novos com um quarto em São Paulo dobrou. Entre 2008 e 2010, segundo a Embraesp, firma de avaliação de imóveis, unidades novas com dois a quatro quartos tiveram aumentos de preços de 40% e 60%, respectivamente.

    Em prazo maior a corrida dos preços em relação a outros ativos é mais impressionante. De 1996 a 2010, o preço de novos lançamentos em São Paulo engordou 229%. Ou 131,6% em termos reais, conforme os dados da Embraesp citados pela Global Property Guide.

    Indicadores não indicam formação de bolha

    Entretanto, a relação do crédito imobiliário como proporção do PIB no Brasil ainda é baixa: 4,1% do PIB em 2010, enquanto no México esse indicador atinge 12% e chega a 40% do PIB nos países da Europa.

    Apesar das limitações de crédito, já ocorreram bolhas de imóveis no mercado brasileiro, com na área de flats na década de 90, momento em que houve uma superoferta desse tipo de imóvel provocando retração acentuada de preços. Muitos flats acabaram relançados anos depois como edifícios de um dormitório.

    Conclusão

    A expressiva valorização do mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos levanta preocupações com a formação de bolhas de preços. Entretanto, os indicadores de disponibilidade de crédito imobiliário como proporção do PIB associado com o crescimento econômico, a contínua evolução da renda e o déficit habitacional evidenciam que os preços dos imóveis brasileiros são reais, e não resultado de formações especulativas.

    _____________________________________________________________________________

    Eu particulamente gostei muito desse trecho:

    “Com valorização acima de dois dígitos na comparação anual, só há quatro países, todos pequenos – Hong Kong, Tailândia, Estônia e Singapura -, com mercados imobiliários com performance similar à do Brasil.”

    0
  • Paulo 2 de setembro de 2011 at 09:35

    http : // w w w . politicaeconomia.com/2011/09/mercado-imobiliario-brasileiro-no-radar.html

    Mercado imobiliário brasileiro no radar do investidor estrangeiro
    O mercado imobiliário brasileiro entrou definitivamente no radar dos investidores estrangeiros,conforme aponta a pesquisa realizada com membros da Afire Association of Foreing Investors in Real Estate.

    Essa entidade congrega investidores não norte-americanos que atuam no mercado de imóveis, e o Brasil apareceu como líder entre os países mais cotados para receber investimentos em 2011. O país se destacou não somente entre as nações emergentes, tanto que alcançou a quarta posição geral entre aqueles com mais chance de valorização.

    Segundo o relatório da AFIRE, “de fato o Brasil tomou a liderança quando se questiona quais países são considerados para investimentos imobiliários no futuro próximo. Brasil, China e India compartilharam as posições de topo entre os mercados emergentes”.

    Além dessa pesquisa, outro estudo também aponta o Brasil como um dos mercados imobiliários mais atrativos para investidores. Segundo a pesquisa global trimestral realizada pela Colliers International, isso se explica, entre outros fatores, pela ascensão da classe média do país, que hoje tem um poder de compra muito maior e, por isso, tem acesso mais fácil ao imóvel próprio.

    Todos esses resultados tornam evidentes as perspectivas positivas para o segmento de imóveis brasileiro no cenário internacional. O Brasil já é, sem dúvida, o maior polo de atração de investimentos da América Latina.

    _______________________________________________________________________________

    Conclusão: Será que o nome do país que moro é mesmo Brasil.

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    • augusto 2 de setembro de 2011 at 10:16

      Então por que as vendas despencam?
      Investidor não é otário de entrar no mercado quando o próprio presidente do SECOVI afirma que os preços atingiram patamares do topo.
      Mas virão por ai muitos outros artigos de “especilistas no assunto” (por que não dizer picaretas) afirmando mil e uma baboseiras tentando convencer babacas , que são em número cada vez menor

      0
    • DM 2 de setembro de 2011 at 10:33

      Pelo jeito vamos começar a importar estrangeiros para o Brasil!

      Será que a balança populacional também vai mudar? Vamos importar mais gente do que exportar?

      Ou gringo é muito burro e acha que o Brasil é um porto seguro para investimento? Não sei mais o que pensar sobre a cara de pau de alguns que tentam justificar o injustificável!

      Sinceramente para mim a bolha já começou a muchar e logo logo estoura de vez!

      0
  • Carlos Paddock 2 de setembro de 2011 at 09:42

    Então pessoal, li todas as replies que recebi e vou comentar sobre algumas coisas ditas, respeitando claro, o ponto de vista de todos.

    Quanto a taxa de rendimento de 2.500% em 12 anos na bolsa, isso, por incrível que pareça, é ainda uma constatação conservadora, alguns papeis, incluindo Blue Chips, chegaram a subir bem mais que isso.Não adianta muito fazer contas baseadas no índice, ao não ser que você invista em ETF’s, mas aí é outro caso, já que o cálculo do índice é bastante complexo.

    No geral resumo a questão da bolha imobiliária da seguinte maneira, a economia brasileira crescendo a taxas sustentáveis de 4%~5% ao ano, oferece uma boa sustentação ao mercado imobiliário.Enquanto a economia estiver aquecida e acreditem, as projeções mais conservadoras indicam ótimos ventos até 2025, o que coincide com o fechamento da janela demográfica.Ou seja, enquanto a economia real estiver correspondendo, nada de bolha imobiliária, ou semelhantes.

    Como disse, acredito que algumas regiões bairros específicos realmente vão sofrer depreciações, mas casos localizados.

    Os preços, no geral, vão cair? Não.

    Os preços vão parar de subir? Não.

    Os preços vão subir mais devagar? Sim, bem mais devagar.

    0
    • TH 2 de setembro de 2011 at 12:09

      Crescimento a taxas sustentáveis de 4 à 5%? Sério? Porque o crescimento do 2º trimestre deste ano foi de 0,8%.

      0
    • Paulo SCSul 2 de setembro de 2011 at 12:21

      Ninguem sabe o que vai acontecer daqui a 1 ou 2 anos, como podem afirmar que a aconomia vai estar boa em 2025.

      a 10 anos atras ninguem imaginava o estouro da bolha nos EUA.

      É so China balançar um pouco que o Brasil pede arrego.

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    • MrK 2 de setembro de 2011 at 12:32

      Carlos, o problema é que o mercado imobiliario nao subiu a 4% ou 5% ao ano, ele subiu a 40% ao ano, foi uma coisa de maluco, predio subindo sem parar e preço disparando

      Não se pode avaliar o futuro do mercado de imoveis olhando o PIB como um todo, pois são coisas completamente diferentes e que viveram dinamicas completamente diferentes

      Carlos, pense na quantidade de imóveis que foram construidas (atendendo grande parte da demanda de moradores) somada a quantidade de imoveis em construção, é MUITO imóvel que não terá demanda para moradia, ou vai dizer que o povo todo tava morando em baixo da ponte?
      Vai sobrar apartamento sem comprador e o preço por isso vai cair, ou voce acha que pode ficar construindo imovel infinitamente vendendo pra “investidor”? esses “investidores” precisarão achar moradores para manter o preço e simplesmente não haverá

      a unica situacao que eliminaria a hipotese de bolha imobiliaria é se a gente tivesse FILA de gente com dinheiro querendo morar no Brasil, um contigente de milhões de pessoas endinheiradas sem ter casa, sinceramente não vejo isso

      abraços

      0
    • Leandro 2 de setembro de 2011 at 12:34

      “as projeções mais conservadoras indicam ótimos ventos até 2025”

      Carlos, me desculpe mas não é bem por aí que as coisas seguem. Primeiro que projeções a tal prazo estão fadadas ao fracasso, pois ninguém pode prever poucos anos, quanto mais décadas, num sistema internacional tão instável como o atual.
      Pouco antes do colapso financeiro as projeções também eram as melhores, a economia mundial estava indo a passos largos e quem citasse “crise” era taxado como mal instruído, e deu o que deu.
      Economicamente, estamos na mão dos chineses, e qualquer retração na demanda de commodities, estoura a bomba por aqui. Temos problemas estruturais GIGANTES que não estão tendo a mínima atenção, como educação deficitária e imensos gargalos em infraestrutura. Temos a taxa de juros real mais alta do MUNDO e com problema crônico de inflação. Economia saudável e sustentável? Logo vem uma correção de mercado, é só olhar os bastidores do nosso “milagre econômico” que, por sinal, já está no fim. O festim de imprudência irá dar lugar pra uma desgostosa ressaca, e não irá tardar muito.

      0
    • Carlos__ 2 de setembro de 2011 at 13:04

      Não existe economia sustentável onde a taxa de crescimento seja menor do que o índice de inflação. Aqui, para crescermos 4%, a inflação tem que ser 6,5%, 7%. Em nenhum país sustentável isso acontece. A maior parte do nosso crescimento não vem de aumento de produção ou de aumento de produtividade, mas de expansão monetária, principalmente crédito. Por isso temos essa inflação.

      Mesmo países que importam 100% de suas commodities não tem essa inflação que temos. Não tem nem metade disso. E eles estão com juros zero e nós com o maior do mundo, e nem assim nos seguramos.

      A economia real já está respondendo. A resposta é que estamos perto do limite.

      0
    • Felipe 2 de setembro de 2011 at 13:25

      Ah Carlos, na mesma tendência da resposta anterior, se hoje em dia está virtualmente com ganho de 2500%, de quanto era o ganho no auge da crise dos EUA?
      E se amanhã estourar uma bomba na Europa ou na China, pra quanto vai esse ganho?
      Muito complicado vc dizer que vamos crescer até 2025 acho que é um período longo demais de bonança sendo que no Brasil as coisas costumam mudar tão de repente…

      0
    • Luiz 2 de setembro de 2011 at 14:27

      Esse rendimento que você fala não existe, a bolsa não rendeu 2.500% em 12 anos, nem perto disso, pare de se fazer de desentendido. E falar que valorização de imóveis não tem vinculação com os salários é absurdo, afinal, a esmagadora maioria dos compradores potenciais são assalariados, se os preços se descolarem de seus rendimentos não haverá compradores e o preço terá que voltar cair para equilibrar a oferta e a demanda. O crédito pode aumentar a capacidade de compra dos assalariados acima de seu rendimento atual, mas quem toma emprestado tem de pagar um dia, e se seus rendimentos futuros se contraírem (aumento no desemprego) ou a dívida aumentar(aumento nos juros) haverá inadimplência e imóveis retomados sendo lançados no mercado, aumentando a oferta ao mesmo tempo em que diminui a demanda, jogando os preços para baixo.

      Só para constar: antes da bolha imobiliária americana a valorização real média dos imóveis nos EUA em 100 anos tinha sido de 0%, isso mesmo, os imóveis apenas acompanharam a inflação, o que é bastante lógico num país extenso em que não falta terra (parecido com outro que conhecemos).

      0
  • Gil 2 de setembro de 2011 at 11:02

    KKKKKKKKKKKKK
    INACREDITÁVEL!!!!!!!!
    Imóvel sendo vendido em site de compra coletiva.
    Segue abaixo o link:
    w w w . clickabrasil.com.br/brasilia/Home/Index/127

    Divirtam-se com os comentários sobre “Investimentos”.

    0
    • Mahmoud 2 de setembro de 2011 at 12:21

      kkkkk, tá engraçado mesmo

      “É a grande oportunidade de investir no seu futuro! Todos sabem que imóvel é o melhor investimento! Trata-se de uma promoção de lançamento, em poucos meses o valor já será outro”

      “Pesquisa realizada em janeiro/2011 pela gestora de recursos Franklin Templeton, com 13.076 pessoas, mostrou que os brasileiros acreditam que os imóveis serão os ativos com melhor desempenho em 2011. Perguntados sobre os mercados que teriam melhor performance neste ano, 34% dos entrevistados respondeu que seria o de imóveis, e 26% acreditam que o mercado imobiliário continuará liderando em performance nos próximos dez anos. Além disso, 39% das pessoas consultadas declararam que pretendem investir em imóveis em 2011”

      0
      • augusto 2 de setembro de 2011 at 18:08

        MEU AMIGO A UNICA RESPOSTA PARA VOCE É : KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

        0
  • Carlos Wagner 2 de setembro de 2011 at 11:28

    Ontem, postei uma reportagem onde as montadoras divulgavam recorde de vendas em agosto.

    Hoje, abrindo o jornal de Taubaté e Região, pra quem nao sabe em Taubaté estão localizadas a Volks e a Ford e em SJ dos Campos a GM, me deparei com a seguinte noticia:

    CRISE E RISCO DE DEMISSÃO.

    O risco de um colapso economico mundial coloca em risco empregos no Vale: LG já ameaça demitir 300 hoje.

    A noticia diz que a LG, aléem de ja ter dado ferias coletivas, demitiu 60 func. esta semana e pretende demitir mais 300 hoje.

    A Volks, Ford e GM também pretendem reduzir sua produção e estudam a redução do quadro de funcionarios. A GM ja deu ferias coletivas de 2 semanas aos seus que voltam ao trabalho hoje em clima de tensão e incertezas da manutenção dos seus empregos.

    0
    • Felipe 2 de setembro de 2011 at 13:19

      Essas daí são o termômetro da economia…

      0
      • Carlos Wagner 2 de setembro de 2011 at 13:51

        Peço desculpas por postar noticias que fogem um pouco do mercado imobiliario, mas acredito que pra economia do Brasil entrar em colapso, basta o estopim.

        Vislumbro um cenario de redução na mão de obra, consequentemente causando desemprego, inadimplecia e tudo se desenrolaria como reação em cadeia.

        Por isso trago tais noticias à discussão.

        Caso recomendem, suspendo esse tipo de manifestação.

        0
        • Carlos__ 2 de setembro de 2011 at 14:04

          Esses depoimentos estão totalmente dentro do escopo do blog. Nesses caso em particular, notícias sobre uma determinada região que não encontrariámos em veiculos de comunicação de circulação nacional, é mais impostante ainda.

          0
          • FIAT 2 de setembro de 2011 at 18:42

            A FIAT SO VAI VOLTAR TRABALHAR NO DIA 08/09/2011, PARADO TOTALMENTE, ZERO DE PRODUÇÃO

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    • Carlos Eduardo 3 de setembro de 2011 at 13:46
  • Elias 2 de setembro de 2011 at 13:28

    “as projeções mais conservadoras indicam ótimos ventos até 2025”

    Projeção de quem? De onde vem essa informação?

    Em todos os lugares, aqui e no exterior, as projeções mais otimistas para nossos parceiros comerciais são de crescimento pífio por vários anos, quando não falam em recessão (EUA e Europa), China desacelerando bruscamente em 2013, etc.

    Por aqui, massa salarial desacelerando, estoques aumento (inclusive do setor imobiliário), empresários menos otimistas, população extremamente endividada, inadimplência alta e inflação persistente.

    Vamos fazer o seguinte: vamos ler última ata do Copom e ver quais são as perspectivas.

    Tem um setor da construção que poderá ir bem, é o da construção pesada, que faz pontes, ferrovias, hidrelétricas, metrô e estádios para a Copa e Olimpíadas.

    Mas ele é diferente do setor da construção residencial, que vai até ser prejudicada por esta boa maré da construção pesada, pois eles competem pelos mesmos insumos: cimento, areia, mão-de-obra, etc., contribuindo para pressionar os preços das matérias primas e diminuir ainda mais as margens de lucro.

    Com isso, o INCC vai continuar alto, reajustando as parcelas e a dívida contratada de quem comprou na planta, sufocando ainda mais os já endividados.

    Vejam a bolsa hoje, já está devolvendo boa parte dos ganhos de ontem.

    Resumindo: ventos bons, só se for o vento da praia.

    0
    • Carlos Wagner 2 de setembro de 2011 at 13:40

      Quem fez essa declaração ha pouco dias foi o Eike Batista. Ele é suspeito para se manifestar a respeito de economia, pois tem grande interesse em boas projeções.

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  • Zoom 2 de setembro de 2011 at 13:37

    C. Wagner, por isso que a Sra. Dilma soltou uma nota esses dias dizendo que a única solução de enfrentarmos a crise mundial é o consumo interno. Baixaram a SELIC para o povão continuar gastando e com isso o pessoal não perde seus empregos. Mas esqueceram da inadimplência.

    0
    • Carlos Wagner 2 de setembro de 2011 at 13:46

      Zoom

      Eu acredito que o governo não esqueceu da inadimplencia. Eu tenho convicção de que baixaram os juros, para o povo continuar consumindo e a industria segurar os empregos, justamente por ser uma das unicas saidas no momento, se nao for a unica.

      Em contrapartida, é de grande irresponsabilidade fomentar o consumo e jogar o país precipicio a baixo.

      Eu acredito que ja passamos do ponto de ruptura, de onde haveria volta para tomar as redeas da situação e o governo sabe disso.

      Agora o jeito é navagar na maré que nos está sendo imposta pelo governo e esperar pra ver o que vai dar. As pessoas que nao estão endividadas poderão surfar nessa onde e quem sabe adquirir os bens tão sonhados a preços bem acessiveis. O que me entristece é que isso acontecerá as custas da desgraça de muitos.

      0
      • Paulo Rocha 2 de setembro de 2011 at 16:01

        não adianta baixar os juros se a inflação subir. A inflação tem o mesmo efeito que que juros altos, no fim do mes vai continuar faltando dinheiro.

        0
        • Leonardo RJ 3 de setembro de 2011 at 12:26

          Falou tudo cara!

          o pior é que a inflação bate na porta de um maior número de brasileiros do que os juros… todo mundo paga o pato

          0
  • MrK 2 de setembro de 2011 at 13:43

    A dilma falou que vamos sair da crise estimulando consumo

    ah! excelente ideia!

    hoje 6 em cada 10 familias estão endividadas, vamos aumentar isso pra 9 em cada 10!

    consumam!! consumam!! e nas vagas invistam em imoveis!!

    0
    • Felipe 2 de setembro de 2011 at 14:20

      Mrk, não seria um tiro no pé do consumo a compra de imóveis em longos prazos?
      Por exemplo, uma família deixa de consumir durante um longo período de tempo pra pagar um imóvel em prestações.
      Não seria isso também a causa de um provável e próximo crescimento da inadimplência?

      0
      • Carlos__ 2 de setembro de 2011 at 14:32

        Também penso nisso bastante. As pessoas comprando carros em 60 meses, imóveis em 360 meses. Esse pessoal está comprometendo a renda futura. Quando o futuro chegar, quem vai estar com renda para sustentar a demanda.

        Não estou nem falando de inadimplência, mas se todo mundo ficar endividado a longo prazo, quem vai estar com dinheiro na mão para gastar em um ou dois anos?

        0
      • MrK 2 de setembro de 2011 at 15:37

        Felipe, a experiencia nos diz que a partir do momento que a economia dá uma desaquecida, as pessoas endividadas comecam a cortar os gatos discricionários, que são despesas menos dolorosas como jantar fora, viagens, choppinho, entretenimento, carro etc.. as pessoas tentam preservar as prestações do imóvel

        o problema é que um % muito alto da nossa economia está ligado a essas despesas, quantas pessoas não vivem de alimentos, bar, cinema, turismo etc?? e aí o negocio azeda…

        0
  • Evandro CPS 2 de setembro de 2011 at 17:07

    Dilma estuda mexer na poupança:

    w w w.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=15,107877

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    • Carlos Wagner 2 de setembro de 2011 at 17:24

      É a divida publica, herança maldita, batendo a porta e cobrando seu preço…

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  • MrK 2 de setembro de 2011 at 18:21

    ATENÇÃO PESSOAL

    Uma pessoa publicou aqui em cima um dado muito interessante, que eu já tinha visto em outra pesquisa feita pelo oglobo ano passado:

    “Pesquisa…mostrou que os brasileiros acreditam que os imóveis serão os ativos com melhor desempenho em 2011… 39% das pessoas consultadas declararam que pretendem investir em imóveis em 2011″

    Na pesquisa do globo eram 34% em vez de 39%, mostrando que a tendência é essa mesma, isso é MUITO importante pelo seguinte: Mostra como é alto o percentual de especuladores, comprando sem o objetivo de morar, e além disso ainda existem os gringos!! Imaginem se 39% dos brasileiros com renda investirem em imóveis, isso gerará uma FALSA DEMANDA enorme!! Que alias já gerou!!!

    As pessoas apenas esquecem de pensar que pro imovel ter algum valor, alguém precisa morar ali! Se não tiver morador com grana, o imóvel não vale nada, só despesas!!

    É por isso que eu digo que existe uma bolha, a falsa demanda fez construirem muitos imóveis que serão entregues e NÃO TERÃO moradores com grana pra compra-los!!!

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    • Paulo Rocha 2 de setembro de 2011 at 18:36

      Com uma proporção tão alta de pessoas (2 de cada 5 pessoas) pensando em comprar em 2011 eu me pergunto um pouco sobre a validade desda pesquisa. Como sera que tem tanta gente pensando em comprar imóvel? Fora que o que quer dizer pensar em comprar? É ter vontade sem necessariamente ter condições?

      Eu acho que fica quase como perguntar a uma mulher qual é o seu desejo para o ano novo, muitas vão falar “emagrecer”, sem que isso de fato acontessa.

      0
    • Guilherme Eduardo 5 de setembro de 2011 at 01:02

      “falsa demanda”. Essa palavra é um dos infladores da bolha. Muitos “investidores” compraram imóveis na planta no plural. 2,3,4, tudo de uma vez só. Isso acaba inflando os dados de forma artificial. Creio que seja difícil, mas qual seria o resultado de comparação entre “total de imóveis vendidos” e “total de CPF’s que compraram imóveis”. Não sou economista, mas acho que a diferença ia girar em torno de uns 20%. Se alguem conseguir fazer um cálculo hipotético ficaria muito agradecido.

      0
      • Galvão 5 de setembro de 2011 at 09:25

        Sei de uma pessoa que comprou 26 aptos de um mesmo empreendimento aqui em Brasília no Park Sul. Na hora que o cara chegou e pediu 26 aptos, o corretor chorou. Isso foi no começo de 2010. Esse investidor hoje deve estar tomando remédios controlados.

        0
  • trololó 2 de setembro de 2011 at 18:30

    KKKKKKKKKKKKK
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    KKKKKKKKKKKK

    ONTEM:
    A Citi Corretora recomendou para o investidor em setembro uma carteira com dez ações, com destaque para PDG Realty (PDGR3), que deve ter retorno esperado de 73,7% no ano e atingir preço-alvo de R$ 13,60. A ação com maior peso, de 15%, é a do Bradesco (BBDC4), com possível preço-alvo de R$ 40.

    Constam na carteira, com peso de 10% cada, Vale (VALE5), Cosan (CSAN3), Hypermarcas (HYPE3), , Localiza (RENT3), BR Malls (BRML3), AmBev (AMBV4) e Transmissão Paulista (TRPL4). MRV Engenharia (MRVE3) tem peso de 5% e potencial de valorização de 60,4%, com preço-alvo de R$ 21,50.

    A Citi afirmou que substituiu a ação da Petrobras pela da Cosan, em relação à carteira recomendada para agosto, acreditando que a empresa deve se beneficiar com os altos preços do açúcar e do álcool, e TIM por MRV Engenharia, pegando carona na redução da taxa básica de juros (Selic) decidia pelo Banco Central (BC) na noite de quarta-feira

    HOJE:

    Maiores baixas do índice Bovespa

    MRVE3 -5,07 %

    KKKKKKKKKKKKKKKKK
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    0
    • trololó 2 de setembro de 2011 at 18:59

      RSID3 -6,33 %
      PDGR3 -4.4%
      GFSA3 -3.63%

      kkkkkkkkk

      mas é uma beleza essa corretorra, não é mesmo?

      0
  • lopes51 2 de setembro de 2011 at 19:26

    Boa noite pessoal!!!
    Como conheço muito pouco de mercado financeiro e economia gostaria que os colegas me tirassem algumas duvidas ou que façam uma correção em meu raciocinio.
    Vejo o Brasil seguindo varios passos da Espanha tipo a nova lei de solo Espanhola poderiamos comprar com o mcmd que foi o começo.
    Eu acredito que a farra que esta sendo feita no Brasil vai ter seu preço no futuro.
    A Espanha tinha uma moeda de um bloco economico, portanto mais solida que a nossa o Euro pois hoje em dia acho que moeda forte mesmo só o franco suiço.
    Verificando o cenário internacional em que os paises imprimem papel sem lastro nenhum sem nenhuma garantia, ligando a maquina e imprimindo dinheiro a torto e a direita, chego a uma conclusão, que o ouro é o unico investimento seguro, pois o Real em caso de crise pode ter uma desvalorização grande ainda mais com essa história de baixar a Selic.
    Se estiver errado em meu pensamento espero correções e analise dos colegas, pois em minha visão o correto pra vc conseguir comprar seu imovel em um futuro tenebroso seria bom investir em ouro para não perder o seu poder de comprar ou minimizar as suas perdas.

    0
    • Paulo Rocha 2 de setembro de 2011 at 19:40

      Lopes51,

      Eu não acredito que ouro seja um bom investimento. Ouro é mais um porto seguro para manter o patrimônio em tempos de tempestade. Nos últimos anos ouro tem subido, mas mais por falta de confiança de investidores no mercado. Comprar agora pode ser bem arriscado. É difícil saber aonde que é o teto, pode subir mais como tambem pode descer mais.

      De uma olha nesta imagem com o preço do ouro nos últimos 50 anos, preste atenção na queda violenta em 1980. 50% em questão de alguns meses.

      upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e3/Gold_price_in_USD.png

      0
  • aiwww 2 de setembro de 2011 at 19:53

    Corretor – Olá Cliente, quais as características do imóvel que procura?
    Cliente – norte village
    Corretor – Boa noite Cliente, como posso ajudá-lo?
    Cliente – quanto está um apartamento de 2 quartos?
    Corretor – Certo. O Norte Village se encontra pronto para morar.
    Cliente – sim
    Corretor – Hoje temos somente duas unidades disponíveis de 2 quartos, com preço de R$ 198.000,00
    Cliente – quanto está um apartamento de 2 quartos?
    Cliente – andar alto e vista indevassada
    Corretor – Acredito que sejam vendidos ainda este fim-de-semana, em virtude da grande procura que o empreendimento está tento.
    Cliente – entendo
    Corretor – O valor está dentro do que você procura?
    Cliente – não
    Corretor – Até quanto você está procurando?
    Cliente – estava pensando em pagar no máximo 160
    Corretor – Tenho excelente opção, mas não nesta região por este valor.
    Cliente – estou interessado nessa região
    Corretor – Tenho o Maraville, com entrega prevista para dezembro agora e fevereiro de 2012.
    Corretor – com preços em torno de 150 mil reais. O Maraville fica na Taquara.
    Corretor – Gostaria de saber mais detalhes?
    Cliente – muito longe do centro
    Cliente – o melhor preço que você pode fazer é 198?
    Corretor – Quanto mais perto do centro mais valorizado estará. A região do Norte Village está valorizando muito por este motivo.
    Corretor – sim, não tenho unidade com preço menor.
    Cliente – entendo
    Corretor – Qual a sua renda bruta?
    Cliente – ****
    Corretor – A renda encaixa para o financiamento. Estamos trabalhando com a necessidade de um valor mínimo de entrada de 20% do valor total.
    Cliente – tenho 50 mil para dar de entrada
    Corretor – Quer dizer, cerca de 40 mil reais. O saldo restante será financiado com a Caixa.
    Corretor – Então acredito que poderemos negocial até um bom termo.
    Cliente – pago no máximo 170
    Cliente – nada mais
    Cliente – tenho 20 mil de fgts
    Cliente – 100 mil seria financiado
    Corretor – Infelizmente não sou eu quem faz o preço e as condições, mas a diferença para o que você paga não é tão grande. O empreendimento está muito bem vendido, quase sem unidades e ainda com grande procura, quer dizer que a construtora não baixará o valor.
    Corretor – Cliente, posso lhe ligar?
    Corretor – O seu financiamento ficaria bom.
    Cliente – se não pode baixar o valor eu também não posso aumentar
    Cliente – ligue quando puder negociar
    Cliente – telefone ****
    Corretor – Cliente, você estará perdendo uma excelente oportunidade, esta região está tendo uma valorização forte e constante.
    Cliente – já perdi muitas oportunidades
    Corretor – provavelmente perderá mais uma…
    Cliente – todos os corretores dizem isso
    Cliente – ok obrigado
    Cliente – boa noite
    Corretor – Tenha certeza que não sou um corretor que costuma ver no mercado.
    Corretor – Boa noite.

    0
    • trololó 2 de setembro de 2011 at 20:29

      o proximo que der uma de gerson, por favor faça o seguinte:

      gerson-procuro apartamento pra comprar, de 2 quartos
      corretor-tenho somente duas unidades a valor absurdo
      gerson-uma pena, eu estava procurando comprar ao menos 6 unidades para investimento

      e veja o que o corretor vai falar

      0
      • Marcos 2 de setembro de 2011 at 21:24

        Seria legal fazer isso rs

        0
    • Lucas 2 de setembro de 2011 at 21:11

      aiwww. em que cidade vc fez esta pesquisa?

      0
      • aiwww 2 de setembro de 2011 at 22:55

        Rio de Janeiro … construtora Living

        0
        • Lucas 3 de setembro de 2011 at 10:24

          Não achei caro (o de 200K), o AP fica relativamente próximo à praia, pelo que vi no maps dá uns 4Km, próximo do aeroporto uns 5Km, próximo da UFRJ, mas não conheço nada do entorno, não sou do Rio… Aqui em Sampa por 200K acho que faria fila.

          0
          • buginga 3 de setembro de 2011 at 16:07

            Lucas,
            Vc não conhece o RJ mesmo… A localização, apesar de ser próxima a vias expressas, como Linha Vermelha e Linha amarela e próximo a dois shoppings e muito ruim, A região é cercada de favelas, próximo ao complexo do alemão. No maps, aquilo perto não é uma praia. É sim um mangue dos mais poluidos. Uma piscina de lodo, absolutamente impraticável pra banho, passeio ou qualuqer outra atividade que valha a pena estar próximo.

            0
          • Lucas 3 de setembro de 2011 at 16:16

            Buginga, pode crer, não conheço nada do Rio mesmo, agora imagina eu sendo um gringo e querendo investir no Rio.

            0
    • Leonardo RJ 3 de setembro de 2011 at 12:36

      ahhahahah

      mandou bem, cara… e te digo mais… o maraville nao vale isso! cubiculo

      0
  • carlos wagner 2 de setembro de 2011 at 22:07

    Vai começar o Globo Reporter .

    Tema: Os Endividados…

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  • Kiu 2 de setembro de 2011 at 22:33

    É impressionante, o pessoal comentando que o salário de aposentadoria não dá, mas agora pergunto, e o dinheiro que emprestou? Que fim levou? É meus amigos…. isso mostra mais ainda que se continuar assim as chances de um bolha aqui no Brasil inflar de vez são grandes!

    0
  • jsantos 2 de setembro de 2011 at 23:18

    quem fim levou o dinheiro emprestado??? compra de celular ultimo tipo, com um monte de bobagem que ele nem sabe o que é, tv de 42, que não pega porque o salario nao dá para
    pagar NET, e o governo incentivando o consumo, alimentando as ilusoês de um povo que nem conta sabe fazer; é a nova classe c e d submergindo.

    0
  • Ana 3 de setembro de 2011 at 06:03

    Nem a queda dos juros vai segurar o estouro da bolha, isto porque os preços estão tão altos que mesmo com a redução dos juros, o consumidor não consegue financiar com sua renda.
    Já falei que a solução é começar a fazer promoções e mais promoções até chegar valor que o consumidor possa pagar.
    É muita burrice deixar esperar a bolha estourar, com diversos alertas de que estamos em uma bolha imobiliária e futura de crédito.

    0
  • Sérgio 3 de setembro de 2011 at 07:34

    Muito interessante. Uma notícia já um tanto antiga, mas a qual não me lembro de ter visto aqui no blog. O interessante é que andei dando uma sondada e descobri o nome do empreendimento: SPLENDOR TATUAPE (condomínio), na rua Santa Elvira, no Tatuapé, zona leste de SPO; encontrei também mais de 30 apartamentos sendo vendidos por pessoas diversas – e preços diversos. Também entrei em contato com a empresa EZTEC e travei uma bela conversa de “negócios” com o corretor. Aí segue a notícia e as pérolas:

    Nº edição: 678 | Negócios | 04.OUT.10 – 01:51 | Atualizado em 17.06 – 11:16
    Deu a louca nos imóveis
    Construtoras dão Mercedes, contratam corretores em mandarim e concedem até milhas aéreas. Isso é sinal de vitalidade ou de fraqueza do mercado brasileiro?
    Por Érica Polo e Rosenildo Gomes Ferreira
    Ouça um resumo da reportagem sobre o mercado imobiliário
    Compre um apartamento e ganhe uma Mercedes C 180 ou uma BMW 320, cada uma avaliada em R$ 100 mil. Adquira um imóvel e receba um milhão de milhas aéreas, o suficiente para ir e voltar dez vezes aos Estados Unidos. E se você não entender a minha língua, eu tenho corretores que falam até mandarim.
    Nada disso é ficção. São fatos concretos que estão ocorrendo no mercado imobiliário brasileiro. No caso da Mercedes, trata-se de um imóvel vendido na zona leste de São Paulo, no bairro do Tatuapé, por R$ 5,1 mil o metro quadrado, em média, e preços superiores a R$ 1 milhão.
    “É uma estratégia para desovar as 26 unidades que restaram em três empreendimentos lançados em 2006”, explica Emílio Fugazza, diretor da construtora Eztec, responsável pelo empreendimento. “Como o mercado está aquecido, preferimos abrir mão de parte do valor para ganhar liquidez e aplicar os recursos em outros projetos.
    Promoções, evidentemente, fazem parte do capitalismo. Mas, em geral, ocorrem quando o mercado está em baixa – e não extremamente aquecido, como dizem de forma uníssona construtores, corretores e agentes financeiros que lidam com o setor imobiliário.
    DINHEIRO visitou estandes de venda de diversos empreendimentos. Em todos eles, o discurso dos corretores foi o mesmo: “Compre agora, antes que o preço aumente.” O comprador é abordado como alguém que se vê diante de uma oportunidade rara – a chamada última Coca-Cola do deserto – e que pode ser perdida a qualquer instante.
    O que se diz, em todos esses estandes, é que 80% ou mais das unidades foram vendidas ainda no lançamento. Houve casos até em que o corretor declarou existir uma única unidade à disposição. Durante os dias que se seguiram à visita, DINHEIRO foi procurada diversas vezes pelos mesmos corretores, informando sobre desistências e novas oportunidades de compra.
    BOLHA? Santos, da Tecnisa, não acredita em BOLHA. Mas a concorrente EZTEC oferece Mercedes para “desovar” imóveis de luxo (à direita), lançados em 2006.
    Há, portanto, uma distância abissal entre o que se diz e o que se percebe no mercado imobiliário. O grupo Agre, que controla algumas das maiores construtoras do País, tem oferecido descontos entre 5% e 10% no valor dos imóveis, que variam entre R$ 135 mil e R$ 3,5 milhões.
    Em muitos casos, os descontos são concedidos na forma de promoções, como as milhas aéreas. “Cerca de 60% dos nossos clientes escolhem o objeto da promoção, em vez do desconto”, destaca João Nery, vice-presidente de operações da Agre. Ainda assim, para o comprador, não faz tanto sentido econômico aderir às promoções.
    Afinal, o que é melhor: levar 10% de desconto à vista ou ganhar milhas cujo uso, muitas vezes, depende da boa vontade das companhias aéreas? E se as empresas concedem descontos para os novos compradores, também podem ser instadas a fazer o mesmo para aqueles que adquiriram antes os mesmos imóveis.
    Tudo isso talvez sinalize que o mercado brasileiro possa estar entrando num território perigoso. Embora a estabilidade econômica, o crédito e programas como o Minha Casa Minha Vida tenham feito o setor atingir recordes de venda – os financiamentos imobiliários neste ano devem somar R$ 86 bilhões –, os preços subiram excessivamente.
    Em bairros cobiçados de São Paulo, como Jardins e Vila Olímpia, do Rio de Janeiro, como o Leblon, e até nas cercanias de Brasília (DF), fala-se em um metro quadrado com preço superior a R$ 15 mil. Em São Paulo, o valor médio dos lançamentos subiu 127,3% em dez anos. O resultado inevitável dessa disparada nos valores pode ser a redução na velocidade de vendas – daí a necessidade de tantas promoções.
    Apesar dos sinais de que algo vai mal no mercado, os agentes do setor evitam falar em bolha. Uma palavra proibida no segmento. “O aumento da renda média e o crescimento da economia fizeram com que brasileiros de todas as classes sociais se animassem a investir em bens de maior valor”, diz João Crestano, presidente do Secovi, a entidade que representa as imobiliárias de São Paulo.
    “Não acredito em bolha porque os lançamentos mal atendem à demanda”, destaca Rogério Santos, diretor de marketing da Tecnisa. A companhia diz que sua meta é fechar o ano com um Valor Geral de Vendas de R$ 2 bilhões – esse indicador, o VGV, aponta o potencial de negócios, e não as operações efetivamente realizadas. Em 2009, foram R$ 352,2 milhões.
    De todo modo, convém ter cautela. Luiz Paulo Pompéia, presidente da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), no entanto, prega atenção maior na hora da compra. “Os valores estão chegando ao topo e muita gente que está enxergando o setor como uma opção de investimento pode ter problema de liquidez mais à frente”, pondera ele.
    Lições do passado recente indicam, de fato, que em ambientes de euforia é necessário tomar muitos cuidados. E isso vale tanto para quem compra quanto para quem vende. Em 2008, a poderosa Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) cancelou um empreendimento no Brooklin, bairro da zona sul de São Paulo, porque faltou comprador.
    Amargou prejuízo de R$ 1 milhão. “Demoramos para conseguir aprovar o projeto na prefeitura e, nesse período, os concorrentes lançaram produtos similares na região”, justifica Maurício Barbosa, diretor da construtora.
    Aprendeu a lição e, agora, saiu na frente ao apostar em um marketing inusitado. De olho na colônia chinesa de São Paulo, ela pediu que sua parceira, a Fernandez Mera, contratasse corretores fluentes em mandarim. Em menos de 15 dias diz ter vendido 75% das 246 unidades.
    “Quem deseja morar em bairros sofisticados, onde os terrenos são escassos e caros aceita pagar mais caro”, destaca Alexandre Frankel, dono da construtora Vitacon. É o que os corretores chamam de efeito Manhattan, bairro de Nova York, onde nas últimas duas décadas os preços explodiram.
    “O custo de vida no Brasil é parecido com o de Londres e Tóquio. Por isso, é de se esperar que o valor dos imóveis se aproxime do cobrado no Exterior”, diz Celso Pinto, diretor da subsidiária da Sotherby’s Realty.
    Esse fenômeno se repete tambén fora dos grandes centros. Santos, no litoral de São Paulo, está vivendo um processo de forte especulação imobiliária – antecipando a expansão da economia por conta da exploração de petróleo na chamada camada do pré-sal.
    Leopoldo Alves Arias, diretor do Grupo Mendes, conta que negociou, por R$ 14 milhões, a cobertura do edifício Prime Plaza. Ele aposta que isso é só o começo “A perspectiva é de que o mercado se mantenha aquecido por muito tempo. Afinal, ainda nem começou a entrar o dinheiro do pré-sal”, diz..

    .
    EZTEC – (011) 5056 8308
    .
    Sou de Volta Redonda/RJ, mas morando em Cascavel/PR, sou servidor federal e me passei discretamente como agropecuarista. A conversa desenrolou-se da forma mais educada possível, com sondagens discretíssimas do corretor para saber o ramo de meu negócio. Vou dizer que nunca me senti tão bem tratado assim. Depois de alguns minutos, após eu ter informado qual era o meu interesse, o corretor informou-me o preço, da forma mais normal do mundo: R$1.213.000,00. Falou dos benefícios do empreendimento, da qualidade do imóvel e da liquidez de imóveis daquele porte “naquela zona de SPO”. Depois de muita bajulação polida ao “empreendimento” e a mim, disse que poderia ocorrer um belo desconto no valor caso optasse por conceder uma entrada “módica” de 350K. Em perguntando, informou que o valor poderia cair para modestos R$1.023.000,00 e que o saldo seria financiado da maneira que me conviesse! Encerrei a conversa deixando meu celular, pois, o telefone já sabia que eles possuíam (bina). Passado pouco mais de uma hora (isso hoje), o camarada me liga, desculpando-se do incômodo, e me informa que o valor poderia chegar a 950K caso optasse em pagar à vista. Pensei na falta que me faz ser fazendeiro. Agradeci e falei que tornaria entrar em contato, pois estava no meio de uma “colheita de soja” e não poderia dar-lhe mais atenção: o cara só faltou me beijar os pés a distância.
    .
    Depois disso, passei a pesquisar na internet e achei os seguintes aps à venda (postei só alguns para não ficar muito grande:
    SLANDO, por 1.150k http://imobiliario.slando.com.br/saopaulo/splendor_tatuape_andar_alto_P_20774007.html;
    Zap, por 1.183.900 http://www.zap.com.br/imoveis/lancamento/Apartamento-Padrao-venda-SAO-PAULO-TATUAPE-Rua-Cantagalo-Splendor-Tatuape-EZTEC/ID-6099?chamada=Destaque_Capa_Aprovacao&origemvitrine=residencial;
    OLX, por 1.103K http://cidadesaopaulo.olx.com.br/splendor-tatuape-qualidade-de-vida-a-primeira-vista-cab-vendas-iid-32576004; para este, enviei um email e o vendedor informou, pois,não consta preço na página; informou também que, para pagamento à vista, faria por 931.700,00 (???).
    Arroba Casa, por 1.287.900 http://www.arrobacasa.com.br/splendor-tatuape/#tel; o preço foi passado por telefone, quando me informaram que, negociando, o preço poderia cair para próximo de 1.000K;
    Lopes, por 1.271K http://www.lopes.com.br/ficha-imovel-lancamento/ebc/eztec/sp/sao-paulo/leste/vila-gomes-cardim/apartamento/splendor-tatuape/2523; preço passado por telefone. Informaram possuir 08 apartamentos nesse prédio nunca habitados. Falou que poderiam dar um desconto máximo de 76K, a depender me minha entrada;
    NPI, por 1.089K http://www.npiapartamentosaopaulo.com.br/detalhes.asp?item1=745; por telefone, preço já com desconto; possuem 03 apartamentos;
    Esse parece piada, mas é sério: CorretoresdePlantão, por 1.250K http://www.corretoresdeplantao.com/apartamento/sao-paulo-sp/tatuape/splendor-tatuape-192m2-3-dorms-3-suites-3-vagas/1; eles ligam para gente. Me disseram que dependendo da entrada, o desconto poderia chegar 20% (!!!).
    .
    Tem muito mais, mas ta ficando cansativo e minha esposa já está até brigando comigo, por ficar pendurado na internet.
    O interessante é que a construtora até hoje não conseguiu vender todos os apartamentos; e todo mundo que comprou ta vendendo sem nunca ter morado (?!).
    Mas a matéria da IstoÉ Dinheiro foi ÓTIMA, apesar de antiguinha.
    Abraços e rumo ao estouro!

    0
    • RT 3 de setembro de 2011 at 12:32

      Da reportagem, eu destacaria o seguinte trecho:

      “O aumento da renda média e o crescimento da economia fizeram com que brasileiros de todas as classes sociais se animassem a investir em bens de maior valor”, diz João Crestano, presidente do Secovi, a entidade que representa as imobiliárias de São Paulo.

      Mais uma das pérolas desse aí… falando que brasileiros de TODAS as classes sociais (ele disse TODAS) se animassem a INVESTIR em bens de maior valor.

      O cara pensa que está falando para um bando de idiotas, que não conhecem o país em que vivem, e que por isso vão acreditar que TODO MUNDO tem bala na agulha pra comprar imóveis como INVESTIMENTO.

      Porque a casa própria são favas contadas, né?

      E pensar que há cinco anos atrás, comprar a casa própria (um só apartamento) era o negócio das vidas dos mortais comuns… mas agora, já se compra o segundo e terceiro imóveis, pra investir!!

      0
    • Carlos__ 3 de setembro de 2011 at 14:14

      “O custo de vida no Brasil é parecido com o de Londres e Tóquio. Por isso, é de se esperar que o valor dos imóveis se aproxime do cobrado no Exterior”, diz Celso Pinto, diretor da subsidiária da Sotherby’s Realty.”

      Genial! Se a pessoa compromete uma parte cada vez maior da renda por causa do aumento do custo de vida, então é de se esperar que sobre mais dinheiro no fim do mês para elas poderem pagar imóveis mais caros. Adorei o raciocínio desse diretor. Um substituto a altura para o Mantega em caso de necessidade.

      0
      • Paulo Rocha 3 de setembro de 2011 at 15:26

        É o custo de vida no Brasil é o mesmo que Londres e várias outras cidades eupeias. Infelizmente a renda é muito mais baixa. Então na verdade os imoveis deverias ser mais baratos já que sobra menos no final do mes.

        0
      • Adriano 3 de setembro de 2011 at 18:27

        KKKKK. A cara de pau dos argumentos estão me impressionando cada vez mais..
        Pq só compara custo de vida e não renda?

        0
      • Leonardo RJ 4 de setembro de 2011 at 11:49

        Carlos,

        ahhahahah… quando li tive a mesma impressão! como assim? nao entendi a relação do aumento do custo de vida com o aumento dos salários?

        ele quer convencer a gente que os grandes centros brasileiros serão exclusivos de gente rica? o que eu faço com meus 4, 5 k mensais? vou pra algum municipio subdesenvolvido?

        é impossivel que essas projeções tenham lógicas na cabeça da maioria

        0
    • Lucas 3 de setembro de 2011 at 16:32

      hehehe, minha esposa já está me chamando de bolhinha, é só me ver na frente do computador que já fala: de novo aí com o bolha, o seu pai….

      0
      • LB 3 de setembro de 2011 at 19:51

        A minha está me chamando de ‘psicopata’ 😛

        0
      • Annibal 3 de setembro de 2011 at 20:30

        rsrs… minha namorada não aguenta mais me ver com o site bolha aberto….

        O mais engraçado é q historicamente as mulheres sempre foram mais ligadas nesse lance de imóveis q os homens, olha só uma mudança causada pela bolha imobiliária 🙂

        0
        • Bolha Imobiliária 3 de setembro de 2011 at 20:57

          Agora imagine a mulher do moderador…hehe

          0
        • Leonardo RJ 4 de setembro de 2011 at 11:52

          minha namorada não consegue entender o porque de eu me interessar tanto pelo assunto! ela vai entender num curto ou médio prazo.. ehhehe mais ofertas de imóveis melhores por menores preços!! ela vai queimar a lingua

          0
      • Andre Luiz 5 de setembro de 2011 at 13:33

        Nesse ponto eu tenho sorte. Minha companheira me apóia bastante nessa onda de bolha. Pois, apesar de termos um apartamento financiado, queremos nos mudar para um melhor.

        Ela, apesar de não ser economista, nem acompanhar o site tem um feeling para o mercado sensacional. Ela advinha a maioria das coisas que o pessoal posta aqui.

        Será que ela lê o site escondido de mim? rsrsrs

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    • Bruno 4 de setembro de 2011 at 12:00

      O melhor de tudo foi a justificativa pro desconto:

      “Como o mercado está aquecido, preferimos abrir mão de parte do valor para ganhar liquidez e aplicar os recursos em outros projetos”

      hahahaha

      Essa é nova, dar desconto em mercado aquecido… e eu que sempre pensei que no mercado aquecido os preços subissem em vez de cair.

      0
  • Zoom 3 de setembro de 2011 at 09:45

    Agora a infracao da inflacao vai comecar a subir. Querem baixar juros e fomentar o consumo, blz. Nao adiantara nada. Abriram a cerca de um lado e fecharam de outro, no final das contas, vai da na msm. F.U.D.I.D.U. Deixaram chegar a esse patamar, agora quero ver como vai sair….

    0
    • carlos wagner 3 de setembro de 2011 at 14:36

      é o que sempre digo: Tirou do cu pra por na bunda…

      Nao mudou nada, essas medidas só vão endividar ainda mais a população. Quem ainda nao esta no fundo do poço, vai ficar. No fim das contas, o governo dá algum aporte às grandes empresas e bancos para que o país não quebre de vez, porém, a população vai amargar prejuizos e vai ficr sem socorro até a proxima geração.

      Essas medidas de redução de juros e discursos vazios do BC, Mantega e Dilma apoiando e justificando tais medidas, que surpreenderam até os analistas internacionais, é uma irresponsabilidade do governo em nome da sua permanencia no poder em detrimento ao crescimento sustentavel e sadio do país.

      0
  • jsantos 3 de setembro de 2011 at 12:54

    Joõa crestano, Petrucci, chap chap, mantegas, este então, nem se fala, tamanha a certeza e arrogancia que ele fala. somos todos idiotas.

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  • carlos wagner 3 de setembro de 2011 at 13:51

    Taubaté: Ford anuncia férias coletivas
    E mais: LG anuncia programa de demissão voluntária
    A Ford confirmou nesta sexta-feira (2) que concederá férias coletivas a 1300 funcionários da unidade de Taubaté. A medida atinge quase todos os trabalhadores da planta, que possui 1600 funcionários. A parada é de aproximadamente dez dias, deve começar no dia 19 e, segundo a empresa, foi necessária para ajustar os estoques da fábrica à demanda do mercado.

    LG

    A empresa LG, que produz celulares e monitores em Taubaté, anunciou um programa de demissão voluntária. O objetivo, segundo a empresa, é reajustar a linha de produção. No fim de agosto, a LG já havia anunciado férias coletivas para 700 funcionárioss da unidade.

    Até agora somente a GM havia dado ferias coletivas.

    Incrivel como ao menor risco de queda nos lucros as grandes empresas adotam iniciativas radicais para pressionar o governo a intervir em favor delas por meio de dispensa de mão de obra.
    Se essa iniciativa empresarial contaminar as demais multi, talvez este seja o estopim que a economia precisava para implodir.

    Vamos ver no que vai dar.

    0
  • Carlos__ 3 de setembro de 2011 at 14:48

    Hoje foi mais um dia normal em Ipanema, ou a Mônaco brasileira. Um arquiteto ia para a praia, mas ela, não excepcionalmente, está imprópria para banho. Então resolveu sair de carro e, na volta para casa, foi assaltado e morreu baleado no meio da rua. Vi quando levaram o corpo dele. O sangue ainda está na rua, sujando as já imundas pedras portuguesas. Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça…

    Deve ser para viverem essas fortes emoções que os estrangeiros estão invandindo o Brasil, como dizem os corretores.

    Os assaltantes, claro, não foram presos.

    0
    • Carlos__ 3 de setembro de 2011 at 14:52

      Complementando, com um depoimento que vi agora em um site. Destaco a ultima linha:

      “O militar reformado Humberto Padral caminhava pela rua Prudente de Moraes, quando ouviu os disparos. Ele conta que se escondeu atrás de uma árvore para se proteger dos tiros.

      – Eu ouvi os tiros e foi me esconder atrás de uma árvore. Depois disso, uma moto preta passou correndo. Esse tipo de assalto é COMUM DE ACONTECER em Ipanema, principalmente no verão.

      O primo de Rômulo, Francisco Loffrede, lamenta que o arquiteto tenha sido mais uma vítma da violência no Rio.

      – É triste o que aconteceu. Ele estava entrando em casa, mas esse tipo de assalto já é comum em Ipanema. Depois das UPPs, as gangues de moto voltaram a atacar no asfalto. Fiquei sabendo que TRÊS ESTRANGEIROS foram assaltados só na semana passada.”

      0
  • Sérgio 3 de setembro de 2011 at 15:14

    Muitíssimo interessante: é a especulação demonstrada cabalmente.
    Muito interessante. Uma notícia já um tanto antiga, mas a qual não me lembro de ter visto aqui no blog. O interessante é que andei dando uma sondada e descobri o nome do empreendimento: SPLENDOR TATUAPE (condomínio), na rua Santa Elvira, no Tatuapé, zona leste de SPO; encontrei também mais de 30 apartamentos sendo vendidos por pessoas diversas – e preços diversos. Também entrei em contato com a empresa EZTEC e travei uma bela conversa de “negócios” com o corretor. Aí segue a notícia e as pérolas:
    “http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/36134_DEU+A+LOUCA+NOS+IMOVEIS
    Nº edição: 678 | Negócios | 04.OUT.10 – 01:51 | Atualizado em 17.06 – 11:16
    Deu a louca nos imóveis
    Construtoras dão Mercedes, contratam corretores em mandarim e concedem até milhas aéreas. Isso é sinal de vitalidade ou de fraqueza do mercado brasileiro?
    Por Érica Polo e Rosenildo Gomes Ferreira
    Ouça um resumo da reportagem sobre o mercado imobiliário
    Compre um apartamento e ganhe uma Mercedes C 180 ou uma BMW 320, cada uma avaliada em R$ 100 mil. Adquira um imóvel e receba um milhão de milhas aéreas, o suficiente para ir e voltar dez vezes aos Estados Unidos. E se você não entender a minha língua, eu tenho corretores que falam até mandarim.
    Nada disso é ficção. São fatos concretos que estão ocorrendo no mercado imobiliário brasileiro. No caso da Mercedes, trata-se de um imóvel vendido na zona leste de São Paulo, no bairro do Tatuapé, por R$ 5,1 mil o metro quadrado, em média, e preços superiores a R$ 1 milhão.
    “É uma estratégia para desovar as 26 unidades que restaram em três empreendimentos lançados em 2006”, explica Emílio Fugazza, diretor da construtora Eztec, responsável pelo empreendimento. “Como o mercado está aquecido, preferimos abrir mão de parte do valor para ganhar liquidez e aplicar os recursos em outros projetos.
    Promoções, evidentemente, fazem parte do capitalismo. Mas, em geral, ocorrem quando o mercado está em baixa – e não extremamente aquecido, como dizem de forma uníssona construtores, corretores e agentes financeiros que lidam com o setor imobiliário.
    DINHEIRO visitou estandes de venda de diversos empreendimentos. Em todos eles, o discurso dos corretores foi o mesmo: “Compre agora, antes que o preço aumente.” O comprador é abordado como alguém que se vê diante de uma oportunidade rara – a chamada última Coca-Cola do deserto – e que pode ser perdida a qualquer instante.
    O que se diz, em todos esses estandes, é que 80% ou mais das unidades foram vendidas ainda no lançamento. Houve casos até em que o corretor declarou existir uma única unidade à disposição. Durante os dias que se seguiram à visita, DINHEIRO foi procurada diversas vezes pelos mesmos corretores, informando sobre desistências e novas oportunidades de compra.
    BOLHA? Santos, da Tecnisa, não acredita em BOLHA. Mas a concorrente EZTEC oferece Mercedes para “desovar” imóveis de luxo (à direita), lançados em 2006.
    Há, portanto, uma distância abissal entre o que se diz e o que se percebe no mercado imobiliário. O grupo Agre, que controla algumas das maiores construtoras do País, tem oferecido descontos entre 5% e 10% no valor dos imóveis, que variam entre R$ 135 mil e R$ 3,5 milhões.
    Em muitos casos, os descontos são concedidos na forma de promoções, como as milhas aéreas. “Cerca de 60% dos nossos clientes escolhem o objeto da promoção, em vez do desconto”, destaca João Nery, vice-presidente de operações da Agre. Ainda assim, para o comprador, não faz tanto sentido econômico aderir às promoções.
    Afinal, o que é melhor: levar 10% de desconto à vista ou ganhar milhas cujo uso, muitas vezes, depende da boa vontade das companhias aéreas? E se as empresas concedem descontos para os novos compradores, também podem ser instadas a fazer o mesmo para aqueles que adquiriram antes os mesmos imóveis.
    Tudo isso talvez sinalize que o mercado brasileiro possa estar entrando num território perigoso. Embora a estabilidade econômica, o crédito e programas como o Minha Casa Minha Vida tenham feito o setor atingir recordes de venda – os financiamentos imobiliários neste ano devem somar R$ 86 bilhões –, os preços subiram excessivamente.
    Em bairros cobiçados de São Paulo, como Jardins e Vila Olímpia, do Rio de Janeiro, como o Leblon, e até nas cercanias de Brasília (DF), fala-se em um metro quadrado com preço superior a R$ 15 mil. Em São Paulo, o valor médio dos lançamentos subiu 127,3% em dez anos. O resultado inevitável dessa disparada nos valores pode ser a redução na velocidade de vendas – daí a necessidade de tantas promoções.
    Apesar dos sinais de que algo vai mal no mercado, os agentes do setor evitam falar em bolha. Uma palavra proibida no segmento. “O aumento da renda média e o crescimento da economia fizeram com que brasileiros de todas as classes sociais se animassem a investir em bens de maior valor”, diz João Crestano, presidente do Secovi, a entidade que representa as imobiliárias de São Paulo.
    “Não acredito em bolha porque os lançamentos mal atendem à demanda”, destaca Rogério Santos, diretor de marketing da Tecnisa. A companhia diz que sua meta é fechar o ano com um Valor Geral de Vendas de R$ 2 bilhões – esse indicador, o VGV, aponta o potencial de negócios, e não as operações efetivamente realizadas. Em 2009, foram R$ 352,2 milhões.
    De todo modo, convém ter cautela. Luiz Paulo Pompéia, presidente da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), no entanto, prega atenção maior na hora da compra. “Os valores estão chegando ao topo e muita gente que está enxergando o setor como uma opção de investimento pode ter problema de liquidez mais à frente”, pondera ele.
    Lições do passado recente indicam, de fato, que em ambientes de euforia é necessário tomar muitos cuidados. E isso vale tanto para quem compra quanto para quem vende. Em 2008, a poderosa Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) cancelou um empreendimento no Brooklin, bairro da zona sul de São Paulo, porque faltou comprador.
    Amargou prejuízo de R$ 1 milhão. “Demoramos para conseguir aprovar o projeto na prefeitura e, nesse período, os concorrentes lançaram produtos similares na região”, justifica Maurício Barbosa, diretor da construtora.
    Aprendeu a lição e, agora, saiu na frente ao apostar em um marketing inusitado. De olho na colônia chinesa de São Paulo, ela pediu que sua parceira, a Fernandez Mera, contratasse corretores fluentes em mandarim. Em menos de 15 dias diz ter vendido 75% das 246 unidades.
    “Quem deseja morar em bairros sofisticados, onde os terrenos são escassos e caros aceita pagar mais caro”, destaca Alexandre Frankel, dono da construtora Vitacon. É o que os corretores chamam de efeito Manhattan, bairro de Nova York, onde nas últimas duas décadas os preços explodiram.
    “O custo de vida no Brasil é parecido com o de Londres e Tóquio. Por isso, é de se esperar que o valor dos imóveis se aproxime do cobrado no Exterior”, diz Celso Pinto, diretor da subsidiária da Sotherby’s Realty.
    Esse fenômeno se repete tambén fora dos grandes centros. Santos, no litoral de São Paulo, está vivendo um processo de forte especulação imobiliária – antecipando a expansão da economia por conta da exploração de petróleo na chamada camada do pré-sal.
    Leopoldo Alves Arias, diretor do Grupo Mendes, conta que negociou, por R$ 14 milhões, a cobertura do edifício Prime Plaza. Ele aposta que isso é só o começo “A perspectiva é de que o mercado se mantenha aquecido por muito tempo. Afinal, ainda nem começou a entrar o dinheiro do pré-sal”, diz..

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    EZTEC – (011) 5056 8308
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    Sou de Volta Redonda/RJ, mas morando em Cascavel/PR, sou servidor federal e me passei discretamente como agropecuarista. A conversa desenrolou-se da forma mais educada possível, com sondagens discretíssimas do corretor para saber o ramo de meu negócio. Vou dizer que nunca me senti tão bem tratado assim. Depois de alguns minutos, após eu ter informado qual era o meu interesse, o corretor informou-me o preço, da forma mais normal do mundo: R$1.213.000,00. Falou dos benefícios do empreendimento, da qualidade do imóvel e da liquidez de imóveis daquele porte “naquela zona de SPO”. Depois de muita bajulação polida ao “empreendimento” e a mim, disse que poderia ocorrer um belo desconto no valor caso optasse por conceder uma entrada “módica” de 350K. Em perguntando, informou que o valor poderia cair para modestos R$1.023.000,00 e que o saldo seria financiado da maneira que me conviesse! Encerrei a conversa deixando meu celular, pois, o telefone já sabia que eles possuíam (bina). Passado pouco mais de uma hora (isso hoje), o camarada me liga, desculpando-se do incômodo, e me informa que o valor poderia chegar a 950K caso optasse em pagar à vista. Pensei na falta que me faz ser fazendeiro. Agradeci e falei que tornaria entrar em contato, pois estava no meio de uma “colheita de soja” e não poderia dar-lhe mais atenção: o cara só faltou me beijar os pés a distância.
    .
    Depois disso, passei a pesquisar na internet e achei os seguintes aps à venda (postei só alguns para não ficar muito grande:
    SLANDO, por 1.150k http://imobiliario.slando.com.br/saopau … 4007.html;
    Zap, por 1.183.900 http://www.zap.com.br/imoveis/lancament … sidencial;
    OLX, por 1.103K http://cidadesaopaulo.olx.com.br/splend … -32576004; para este, enviei um email e o vendedor informou, pois,não consta preço na página; informou também que, para pagamento à vista, faria por 931.700,00 (???).
    Arroba Casa, por 1.287.900 http://www.arrobacasa.com.br/splendor-tatuape/#tel; o preço foi passado por telefone, quando me informaram que, negociando, o preço poderia cair para próximo de 1.000K;
    Lopes, por 1.271K http://www.lopes.com.br/ficha-imovel-la … uape/2523; preço passado por telefone. Informaram possuir 08 apartamentos nesse prédio nunca habitados. Falou que poderiam dar um desconto máximo de 76K, a depender me minha entrada;
    NPI, por 1.089K http://www.npiapartamentosaopaulo.com.b … item1=745; por telefone, preço já com desconto; possuem 03 apartamentos;
    Esse parece piada, mas é sério: CorretoresdePlantão, por 1.250K http://www.corretoresdeplantao.com/apar … 3-vagas/1; eles ligam para gente. Me disseram que dependendo da entrada, o desconto poderia chegar 20% (!!!).
    .
    Tem muito mais, mas ta ficando cansativo e minha esposa já está até brigando comigo, por ficar pendurado na internet.
    O interessante é que a construtora até hoje não conseguiu vender todos os apartamentos; e todo mundo que comprou ta vendendo sem nunca ter morado (?!).
    Mas a matéria da IstoÉ Dinheiro foi ÓTIMA, apesar de antiguinha.
    Abraços e rumo ao estouro!

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  • Marcos 3 de setembro de 2011 at 20:38

    Ricardo Torres acredita que o governo vai baixar os juros para a poupança ficar mais interessante e manter a bolha, ops o mercado aquecido.

    tradingcafe.wordpress.com/2011/09/03/investimentos-pessoais-tesouro-direto-titulos-publicos/

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    • Jonathas 3 de setembro de 2011 at 21:15

      Ouvi falar de um projeto do governo de retirar os 0,5% de juros fixos da poupança, passando a render somente um valor composto de juros e correção monetária (tipo selic) pós-fixado de acordo com a inflação..

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      • Jonathas 3 de setembro de 2011 at 21:19

        economia . uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/09/02/desindexar-poupanca-e-preciso-para-pais-ter-juros-mais-baixos-dizem-especialistas.jhtm

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        • Marcos 4 de setembro de 2011 at 00:17

          Já tem matéria sobre extinção das LFT’s, títulos indexados a Selic.

          Esse governo vai parar de seguir a inflação. E a bolha vai aumentar.

          Somos a próxima Grécia.

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  • carlos wagner 3 de setembro de 2011 at 23:45

    Lições da bolha imobiliária espanhola para o Brasil
    Escrito em 27 de dezembro de 2010 por Fábio Portela em Imóveis

    Alguns países europeus estão repetindo o caminho trilhado pelos Estados Unidos na construção de sua bolha imobiliária. Para estimular o consumo e o emprego, os governos destas nações facilitaram a concessão de crédito, estimulando as pessoas a adquirirem mais bens de consumo, incluindo carros, eletrodomésticos e… imóveis. [tweetbutton] A Espanha é um dos países que, em razão dessa política, tem sofrido bastante com essa situação, que elevou, nos melhores momentos da economia, os preços das unidades imobiliárias a níveis inéditos. Muita gente lucrou, até que a demanda pelos imóveis começou a cair, já que pouca gente tinha condições financeiras de continuar a adquirir sua “casa própria”. Este é o lado mais triste de uma bolha imobiliária, e acredito que podemos aprender bastante com a experiência espanhola.

    Em fevereiro de 2009, o jornal El País publicou um excelente artigo dos economistas Manuel Arellano e Samuel Bentolila, professores do Centro de Estudos Monetários e Financeiros, sobre a situação. Embora tenha sido publicado há quase dois anos, acredito que o texto apresenta informações preciosas para nós, que estamos vivenciando uma situação bastante parecida com a vivida nos melhores anos do crescimento do crédito. Por essa razão, traduzo o artigo para o site. Destaquei, com comentários e negritando alguns trechos, as passagens que julguei mais importantes.

    Fonte: Jornal El País

    Título: ¿Quién es responsable de la burbuja inmobiliaria?

    Url: http://www.elpais.com/articulo/primer/plano/Quien/responsable/burbuja/inmobiliaria/elpepueconeg/20090222elpneglse_2/Tes

    Uma geração de espanhóis perderá suas economias porque investiu em imóveis cujos preços estão despencando. Assim, não poderemos contar com o que esperávamos para a velhice e para nossos filhos. Muitos se endividaram tanto que agora não podem cumprir com suas obrigações. Além disso, nos especializamos em ser pedreiros, encanadores, eletricistas, caminhoneiros, vidraceiros, fabricantes de portas, vigas, gruas, lajotas, vendedores de hipotecas, corretores e várias outras ocupações relacionadas à construção; e agora, nossa experiência de trabalho já não vale nada e teremos que nos dedicar a outra coisa.

    Além disso, o milagre econômico espanhol era uma miragem [nota minha: e o nosso? Será que vai pelo mesmo caminho?], porque nos dedicamos a construir casas que não construiríamos se soubéssemos o pouco que valeriam no futuro. Uma casa só vale para viver nela, e se ninguém quer fazer isso, então não vale nada. Compramos apartamentos que estão fechados ou aos quais vamos uns poucos dias por ano – não porque tivemos grandes desejos de comprar imóveis, mas porque pensávamos que eram uma reserva de valor para o futuro.

    É importante destacar, ainda, que nossos bancos se dedicaram a financiar imobiliárias e construtoras que, agora, não podem pagar o dinheiro emprestado, o que poderia levar à falência das instituições financeiras. Nossas prefeituras desfrutaram de recursos insustentáveis graças à qualificação de terrenos e os gastos a que nos acostumamos acabaram. Além disso, também não poderíamos adquirir os carros que compramos, porque éramos menos ricos do que acreditávamos [nota minha: no Brasil, a concessão de crédito para a compra de automóveis também disparou nos últimos anos – em alguns casos, com financiamentos de 5, 6 anos]. Dessa situação resultou uma completa distorção do tecido produtivo.

    Finalmente, quando este tipo de atividade insustentável parou, a economia entrou em recessão. Para começar a entender esse desvario, de consequências tão negativas, é necessário relembrar o cenário que seguiram os preços imobiliátios na Espanha, suas causas, sua previsibilidade e o que poderia ter sido feito para evitá-lo.

    O crescimento do setor de construção.

    O crescimento da construção civil tem sido altíssimo, na ordem de 5% ao ano entre 1996 e 2007. Entre 1998 e 2007, a quantidade de imóveis cresceu em torno de 30% do total, com um acréscimo de 5.7 milhões de unidades. No terceiro trimestre de 2007, a construção civil empregava 13,3% de toda a massa trabalhadora, muito acima, por exemplo, dos 6,7% da Alemanha e dos 8,5% do Reino Unido.

    Vários fatores estimularam a demanda por imóveis. Destacam-se a expansão econômica (em parte devida ao próprio boom imobiliário) e à consequente queda no desemprego [nota minha: no Brasil, paralelamente ao crescimento no setor de construção civil, temos visto uma queda brusca no desemprego, justamente por conta das contratações no setor, como pode ser observado neste artigo publicado no Correio Braziliense], e à redução dos juros no financiamento imobiliário em razão da integração na zona do euro, de 11% em 1995 para 3,5% entre 2003 e 2005, que muitas vezes eram negativos depois que descontávamos a inflação. Além disso, a concorrência bancária facilitou o acesso e melhorou as condições do crédito imobiliário. Também aumentou o número de lares, em especial devido à entrada massiva de imigrantes, ao redor de 4.2 milhões entre 1996 e 2007. Por último, cresceu a compra de imóveis por famílias que não tinham interesse em residir neles, em uma magnitude difícil de calcular [nota minha: este também é o perfil de muitos compradores de imóveis no Brasil, que os adquire para lucrar com a valorização do bem no futuro].

    A oferta respondeu à maior demanda, como mostram os dados anteriores, mas não a satisfez completamente, o que deu lugar a uma grande subida nos preços de imóveis: de uma taxa de crescimento anual de 1% entre 1995 e 1997, ela cresceu para 18% em 2003 e 2004. Em média, entre 1995 e 2007, a taxa de crescimento dos preços imobiliárias foi de quase 10% anual.

    Na realidade, na medida em que os agentes têm expectativa de crescimento futuro dos preços de imóveis e a demanda se vê influenciada positivamente por ela, durante um tempo foi possível observar uma espiral de crescimento da demanda, da oferta e dos preços.

    Houve uma bolha especulativa?

    Uma bolha se caracteriza pela presença de altos volumes de transação a preços muito distintos do valor econômico fundamental. Não é fácil identificar essa situação, pela dificuldade de calcular este valor. Muitas vezes, uma bolha é identificada apenas depois, após um colapso brusco nos preços. Apesar disso, no mercado imobiliário, em razão de sua liquidez baixa, o colapso é mais lento que nos mercados financeiros e inicialmente se manifesta mais nas quantidades do que nos preços. Na Espanha, a venda de imóveis despencou em 2008, calculando-se que no final do ano havia entre 650.000 e 1.300.000 imóveis novos disponíveis no mercado.

    Em todo caso, a valorização dos imóveis espanhóis entre 1997 e 2007 foi de 191%, segundo o The Economist, a segunda maior da União Europeia e superior à de países onde não se duvida da existência de uma bolha, como o Reino Unido (168%) ou os Estados Unidos (85%). No terceiro trimestre de 2007, o preço dos imóveis novos subiram 3,7% em termos inter-anuais, e o dos imóveis usados caiu 11,4%, em comparação com as respectivas taxas de aumento de 9,2% e de 7,5% do ano anterior. A rapidez e a magnitude da mudança dessa situação apontam para a existência de uma bolha.

    Mais rigorosamente, os fatores fundamentais antes citados (a expansão econômica, a queda nas taxas de juros…) não explicam por si sós os preços a que chegamos. As estimativas disponíveis – por exemplo, as do Servicio de Estudios del Banco de España – indicam que os preços observados estavam muito acima dos níveis justificados pelos fundamentos econômicos. Esta supervalorização estava entre 8% e 20% já em 2003 e entre 24% e 35% em 2004. Assim, parece claro que uma parte significativa da inflação nos preços se deveu a motivos especulativos: as pessoas compravam casas como investimento porque esperavam que se valorizassem. Além disso, eram considerados um investimento seguro [nota minha: muitas construtoras alardeiam justamente isso em suas propagandas], quando comparado ao risco dos ativos financeiros revelado pela queda nas bolsas de valores em 2002.

    Vale a pena assinalar que uma bolha não tem nada a ver com os estados de otimismo ou pessimismo coletivos que podemos associar a níveis de atividade econômica altos ou baixos, pela via de um mecanismo de expectativas autorrealizáveis. No caso de uma bolha, os preços não cumprem sua função de mecanismo de atribuição correta de recursos e produzem equívocos reais. Se a bolha é grande e duradoura, a mal atribuição de recursos de investidores, empresas e trabalhadores pode causar uma enorme destruição de riqueza real.

    Era sabido que havia uma bolha?

    Desde 2002, o Banco de España alertava sobre a supervalorização dos imóveis, ainda que tenha sido demasiadamente otimista sobre a probabilidade de que ela fosse “compatível com uma reabsorção paulatina e ordenada”, talvez por temer estourar a bolha. Em 2003, The Economist estimava a supervalorização na ordem de 52%. Em 2004, o FMI a situava entre 20% e 30%. Entre os economistas espanhóis, José García-Montalvo a estimava, em 2003, em aproximadamente 28,5%, indicando: “em resumo, é muito provável que o mercado imobiliário espanhol seja uma bomba-relógio esperando para ser detonada”. Não obstante, tanto políticos quanto empresários negaram repetidamente até pouco tempo que havia uma bolha [nota minha: o que também está acontecendo no Brasil].

    Os responsáveis políticos estavam conscientes da bolha?

    O programa eleitoral do PSOE de 2004 falava em “um novo modelo de crescimento mais sólido que o atual”. Seu candidato a presidente do Governo, José Luis Rodríguez Zapatero, dizia: “Como temos um modelo econômico econômico baseado na construção e na hipoteca, as famílias espanholas estão hoje mais endividadas do que nunca em sua história”. E o então coordenador do programa econômico do PSOE afirmava: “Essa política de aluguel que propomos (…) evita que as pessoas, ante a uma mudança de expectativas, passe a vender seus imóveis e a levar a uma queda de preços, o que seria catastrófico”. Certamente, o então ministro de economia do PP declarava: “A verdade é que estamos assentados sobre um ciclo de longa duração e com poucas incertezas. Isto é indiscutível. O importante é que é um modelo duradouro”[nota minha: aqui no Brasil, em diversas ocasiões nossos políticos dizem que o crescimento econômico atual é sustentável – mas será que estamos fazendo algo de tão diferente do governo espanhol?].

    Poderia ter sido feito algo para evitar a bolha?

    Estourar uma bolha é mais fácil (tecnicamente) se pudermos contar com a ferramenta adequada: a taxa de juros. É mais difícil quando não o temos, como na Espanha, que os deixou nas mãos do Banco Central Europeu (que durante muito tempo os manteve demasiado baixos para as necessidades da economia espanhola). Não obstante, pensamos que as seguintes medidas, orientadas a conhecer realmente o nível de preços dos imóveis e a reduzir as distorções fiscais que tornavam artificialmente rentável este tipo de investimento, teriam mitigado a bolha:

    1. Melhorar a informação sobre os preços de imóveis. Diferentemente de outros países, na Espanha não existe informação sobre os preços reais de transação [nota minha: este também é um problema no Brasil, onde não há dados estatísticos confiáveis sobre os preços imobiliários]. Somente a partir de 2008 tivemos dados registrados provenientes de cartórios e apenas na forma de índice, e não de valor monetário (talvez por levar à suspeita de uma declaração dos valores escriturados por preços menores que os realmente praticados). Até então só havia séries oficiais do Ministério de Habitação, elaboradas a partir de dados declarados pelas empresas que avaliavam imóveis para a concessão de hipotecas. Por motivos óbvios, esta não é uma fonte confiável. E a política de informação oficial tem sido lamentável. Por exemplo, o Ministério anunciou, em outubro de 2004, que iria suspender a publicação dos dados relativos aos preços de imóveis – o que foi logo retificado. Em seguida, introduziu uma mudança metodológica que enviesava a medição dos preços em baixa. Atualmente, este Ministério não oferece nenhum dado de preços anterior a 2005! E em nenhum momento se atentou que o público estivesse consciente da possível supervalorização dos imóveis.

    Sem embargo, seria possível contar com informação sobre o valor real das transações imobiliárias, por exemplo, assentada sobre as enquetes de lares realizadas pelo INE, ou levando a cabo uma pesquisa específica para este objetivo, e utilizá-la para corrigir a medição de preços.

    2. Reduzir a dedução fiscal dos imóveis próprios no imposto de renda, que enviesa fortemente as decisões de investimento em imóvel, frente a outros ativos, o que, junto com a lei de arrendamento, favorece a aquisição da casa própria (81,3% dos lares em 2005 eram próprios) frente ao aluguel. Em 2002, 79,7% da riqueza bruta dos lares correspondia a bens imóveis, frente a 75,5% da Itália ou a 38,4% dos Estados Unidos. Em 2005, o percentual já era de 80%. Em 1998, o Governo do PP reduziu a altíssima dedução existente, mas depois não avançou por este caminho.

    3. Aumentar a pressão dos fiscais da Receita Federal sobre as empresas sobre as empresas e as transações imobiliárias. Estimativas recentes situam a Espanha, entre 2004 e 2005, como o terceiro país desenvolvido com maior economia informal (20,5% do PIB), atrás da Grécia e da Itália. Este percentual se reduziu apenas em 2,2% desde 2000. Provavelmente, uma parte importante da atividade informal ocorre por meio do mercado imobiliário. O Sindicato de Técnicos do Ministério da Fazenda estima a evasão fiscal no setor imobiliário em 8.600.000.000 de euros anualmente (cerca de 0,8% do PIB).

    Por que não se tentou desinflar a bolha?

    Em primeiro lugar, porque a construção é um setor de mão de obra intensiva, o que é importante em um país com uma taxa de desemprego estruturalmente alta. Em segundo lugar, porque o aumento do valor dos imóveis favorece o eleitor mediano, que é proprietário de seu imóvel. E em terceiro lugar, porque o setor imobiliário paga muitos impostos para o setor público, nos níveis nacional, estadual e municipal. Por exemplo, em 2004 o setor sustentava 60% do orçamento (excluindo passivos e transferências correntes) da cidade de Valência e 50% de Madrid.

    O governo do PP se equivocou em sua lei de liberação do solo de 1998. Acreditava que, com mais terra, aumentaria a quantidade de imóveis e os preços cairiam. Erro crasso. Imóveis não eram comprados e construídos porque eram baratos, mas porque eram caros e as pessoas tinham a expectativa de que ficariam ainda mais caros no futuro. Assim, a lei do solo pôs mais lenha na fogueira da bolha, desencadeando uma frenética atividade imobiliária graças à qual os governos locais encheram o tesouro municipal (quando não os seus próprios bolsos [nota minha: qualquer semelhança com o “Minha Casa, Minha Vida” e com os programas de incentivo ao crédito imobiliário não é mera coincidência].

    De sua parte, a tentativa do governo do PSOE de fomentar o imóvel protegido e o aluguel, bem como a nova lei do solo de 2007, foram totalmente ineficazes. Na verdade, ela tem se limitado a aumentar a agonia da bolha.

    Em suma, ambos os governos falharam em um ponto crucial: proteger os cidadãos de desmandos econômicos que destruam suas economias, seu emprego e sua prosperidade. É um fracasso com o qual se deve aprender para o futuro e pelo qual devemos pedir a responsabilização dos culpados

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  • Mr. Alex 4 de setembro de 2011 at 04:46

    Pessoal,

    objetivo principal das pessoas que vem ao mesmo lugar [virtual]… saber que não são malukas, e que o legado do Grande Irmão Molujsko não é só o de construir o Itaquerão.

    Exame, uma revista respeitada, afirma:

    Chegou-se a uma situação absurda: como ninguém dá desconto, desembolsar o equivalente a 100% da compra equivale a pagar de uma só vez todos os juros embutidos no preço final dos produtos.

    O financiamento “sem juros” é apenas um dos mitos que ajudam a embalar a atual expansão do crédito no país. Quem nunca ouviu diversas vezes que pagar aluguel é jogar dinheiro na lata do lixo? Ou que o valor dos imóveis não tem alternativa a não ser subir indefinidamente?

    http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0997/noticias/um-pais-que-rasga-dinheiro?page=3&slug_name=um-pais-que-rasga-dinheiro

    em

    “Um país que rasga dinheiro””

    Honestamente, não é futurologia, é lógica… colhe-se o que se semeia.

    0
    • Mr. Alex 4 de setembro de 2011 at 04:48

      Reposta?

      São pseudoverdades repetidas com tanta frequência que muitos brasileiros acabam mergulhando em financiamentos imobiliários sem pestanejar e correm o risco de dar um passo maior que a própria perna. [Exame]

      0
      • Jonathas 4 de setembro de 2011 at 16:13

        A citação do Alex é de uma matéria da Exame que está realmente fantástica e conclui que taxa de juros, no Brasil, não influencia muita coisa, já que a decisão dos consumidores é pelo tamanho da parcela mensal do bem.

        exame. abril.com.br/revista-exame/edicoes/0997/noticias/um-pais-que-rasga-dinheiro?page=1&slug_name=um-pais-que-rasga-dinheiro

        0
  • Valdecir 4 de setembro de 2011 at 08:38

    BC está apostando firmemente em um cenário de colapso, diz Schwartsman

    Leandro Modé, de O Estado de S. Paulo
    SÃO PAULO – O ex-diretor do Banco Central (BC) Alexandre Schwartsman, que há até poucos meses era economista-chefe do banco Santander, é um dos mais ferrenhos críticos da política econômica implementada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Obviamente, ele não ficou satisfeito com a inesperada decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de reduzir a taxa básica de juros (Selic) de 12,50% para 12% ao ano.

    Ainda assim, o economista evita afirmar que houve interferência política na decisão. Para Schwartsman, o BC está “apostando firmemente em um cenário de colapso”. “Dito isso, o fato é que o Banco Central colocou em risco sua credibilidade e a manutenção do sistema de metas.” A seguir, os principais trechos da entrevista:

    A decisão do Copom surpreendeu? O Banco Central errou?

    Surpreendeu a mim e a todo mundo. Mesmo os que esperavam algum corte no juro não acreditavam que viria tão cedo e nessa magnitude. Os poucos que estavam nessa linha previam 0,25 ponto. A decisão foi errada? O que posso dizer é que só se mostrará certa se o futuro for exatamente aquele que o BC está imaginando. O único cenário que me parece consistente com essa decisão – que deve incluir outros cortes além deste de 0,50 ponto – é o de um colapso da economia global nos próximos meses.

    Semelhante ao de 2008?

    Sim, uma reprise de 2008. Isso faria com que um corte preventivo de juros se justificasse. Em 2008, a inflação também vinha alta – embora não como hoje. Mas aquela forte queda da produção no mundo tirou as pressões inflacionárias da economia brasileira. Por isso, houve espaço para cortar o juro e entregar a inflação na meta. Esse é o cenário de colapso. Mas todos os outros não são assim. O crescimento está muito baixo nos EUA, no Japão e na Europa e vai ficar assim por um bom tempo. Mas consideremos também a hipótese de que nenhum banco quebre. O que ocorre nesse cenário? O nosso crescimento desacelera, mas não em um ritmo que se mostre capaz de fazer a inflação convergir para a meta em 2012. Ou seja, o que fará o BC em um cenário no qual a catástrofe não se materializa? Vai continuar cortando o juro? O BC corre o risco de chegar ao final deste ano ou ao início do próximo e se ver obrigado a mudar o rumo.

    De que horizonte estamos falando?

    É algo de meses, até o fim do ano. A imagem que me vem à mente é a de uma pessoa que espera que um incêndio atingirá sua casa. Essa pessoa cerca a casa de água. E se o incêndio não vem? A pessoa vai ter de secar tudo. A alternativa que, na minha avaliação, poderia ter sido adotada é não fazer nada de imediato e alertar o pessoal que, se a coisa ficar feia, eu vou cortar juros. Aí espero. Se a casa realmente pegar fogo, encharco a casa. Se não pegar, não faço nada.

    No mercado financeiro, investidores traçam seus cenários e agem de acordo com ele. Alguém pode imaginar uma conjuntura de crise aguda e se posicionar no mercado de acordo com essa avaliação. Mas um banco central pode fazer isso?

    Essa é uma boa pergunta. Tenho a impressão de que não. A estratégia que um BC deve seguir é a de não-arrependimento. É o que expliquei antes. Há duas alternativas. Agir e correr o risco de ter de mudar o rumo ou esperar mais para ver o que acontece. Me parece que a segunda alternativa traz menos arrependimento. Eu teria ido por esse segundo caminho. Avisaria que, se a coisa ficasse feia, eu cortaria o juro.

    Se o cenário negativo do BC não se concretizar, há risco de a inflação estourar o teto da meta em 2012?

    Há. Mas é preciso frisar que o cenário mais provável, hoje, é de não rompimento do teto da meta. Vai ficar ali perto, mas sem romper. Se realmente não houver uma crise como a que espera, o BC terá perdido a chance de cumprir a meta em 2012 e, talvez, em 2013. O dano é a credibilidade do BC.

    Assumindo que a aposta do BC se mostre errada, ainda assim, o cenário mais provável, como o sr. disse, é de a inflação não superar o teto da meta em 2012. Não há, então, uma crítica exagerada ao BC?

    A questão não é estourar o teto da meta. A propósito, estourar a meta, a gente já estourou. A meta de inflação não é até 6,5%. É 4,5%. Estamos perdendo essa meta por quase dois pontos porcentuais neste ano. A inflação desviou em 2010, desviará em 2011 e, quem sabe, também em 2012 e não tem problema? E, quando falo em desviar, me refiro a estar persistentemente acima do centro da meta. Que diabo de regime de metas é esse? Isso é grave. O intervalo existe para acomodar choques inesperados. Não houve choque que justificasse o estouro da meta este ano. Não estou dizendo que haverá hiperinflação, mas cadê a institucionalidade do sistema?

    A decisão do BC foi fruto de erro técnico ou influência política do Executivo?

    Me inclino a pensar que o BC tomou uma decisão que, no caso, coincidia com o que seria a pressão política. Se houver mesmo uma piora da crise, eles serão heróis. Só que não é assim que a gente avalia. Para mim, o correto é a estratégia de mínimo arrependimento. Eles não a escolheram e acho um equívoco. Se errarem agora, será difícil voltar.

    E influência política?

    Vai saber. É até curioso, porque o ministro Guido Mantega (Fazenda) sempre diz a mesma coisa: o Copom faz o que quiser, mas eu acho que…. Sempre acontece. É esse o ministro da Fazenda que temos, não é outro. Posso até falar da minha experiência e de amigos no BC. O objetivo era tomar uma decisão que não fosse afetada nem de um lado nem de outro por esse tipo de coisa. A ideia era esquecer o que viesse de fora para tomar a decisão mais objetiva possível. Tem de manter o sangue frio nessa hora. Nunca tomamos decisão para mostrar que ninguém mandava na gente. E acho que isso continua valendo. O pessoal que está no Banco Central tem de estar suficientemente treinado para deixar entrar por um ouvido e sair pelo outro as pressões que chegam pelos jornais.

    Fonte: Estadão

    0
    • AUGUSTO 4 de setembro de 2011 at 10:46

      O QUE SERÁ QUE O BC SABE QUE NÃO QUER DIZER PARA NÓS.
      POR EXEMPLO MONTADORAS NACIONAIS PREPARAM FÉRIAS COLETIVAS PARA REDUZIR PRODUÇÃO POIS OS PÁTEOS ESTÃO LOTADOS, MAS MIDIA ANUNCIA RECORDES DE VENDA SUCESSIVOS!!!!!!!!!
      POR EXEMPLO COMO ESTARIA A REAL INADIMPLÊNCIA NO PAIS, E POR AI AFORA

      0
      • Carlos Eduardo 4 de setembro de 2011 at 11:15

        O recorde nas vendas é uma farça!
        Eles usam uma tecnica chamada de Rapel!!!

        onde a empresa compra os proprios carros que fabrica para poder bater as metas!!!

        acho que o cenário está pior do que imaginavamos

        0
  • MrK 4 de setembro de 2011 at 11:48

    E POR FALAR EM RECORDES…

    Hoje é o dia oficial da minha medição no ZAP

    Copacabana 4.788 imoveis
    Barra/Recreio 13.500 imoveis

    Reeecorde de novo, é do Bras-sil-sil-sil

    e os imoveis que acompanho continuam todos la a venda, inclusive o que discutimos aqui outro dia, mas lembrem-se: O mercado está aquecido!!!

    0
    • Carlos__ 4 de setembro de 2011 at 13:50

      Quanto tinham na semana passada?

      0
    • Adriano 4 de setembro de 2011 at 14:23

      Mkt, se puder monte um gráfico, com suas pesquisas ZAP. Obviamente, que não tem peso de dado oficial, mas sem dúvida é um excelente indicativo.

      0
      • MrK 4 de setembro de 2011 at 15:02

        Adriano, quando comecei a medir copacabana tinha 3.500 e barra/recreio 10.000, isso tem mais ou menos uns 4 meses, mas vem acelerando

        copacabana atingiu 4.000 há algo como 5 semanas, já está em quase 4.800

        é os imoveis a alugar continuam baixos, até caindo, por isso que há pressão sobre o aluguel, não é por falta de imoveis, imoveis há o suficiente, é por falta de gente querendo por pra alugar, porque querem todos por pra vender

        0
    • Ana 4 de setembro de 2011 at 14:25

      MRK,

      Vc já reparou que alguns meses atrás soltaram uma nota que uma pessoa tinha oferecido ao Ronaldo Fenômeno R$ 40 milhões por sua cobertura, mas ele não aceitou. (vide http://www.teiadenoticias.com.br/noticia/brasil/ronaldo-recusa-oferta-de-r-40-milh-es-por-apartamento) – “Ronaldo Fenômeno recebeu recentemente uma proposta para vender sua cobertura duplex na praia do Leblon. O ofertante estava disposto a pagar R$ 40 milhões pelos mil metros quadrados comprados há três anos pelo ex-atleta. Na época, o Fenômeno pagou R$15 milhões. Ronaldo, hoje morando em São Paulo, não se interessou pelo negócio.”
      Agora, saiu ontem no Ancelmo Góis que Ronaldo estaria colocando a sua cobertura para vendar no valor de R$ 32 milhões. “Ronado está tentando vender a cobertura triplex que tem no Leblon, na Zona Sul do Rio, segundo a coluna de Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”. O imóvel, que fica em uma das ruas mais nobres do bairro vale nada menos do que R$ 32 milhões”
      QUE JOGADA DE VENDA!

      0
      • Rodrigo 5 de setembro de 2011 at 15:39

        O prédio esta em reforma! Será que quem esta bancando mora na cobertura ahahaha!

        0
    • Paulo Rocha 4 de setembro de 2011 at 16:13

      Eu comecei a anotar por bairro a umas 5 semanas atras. Antes estava só anotando por preço. Aqui vai uma pequena seleção de Botafogo, Copacabana, Ipanema, Leblon e o total da Zona Sul.

      Uma coisa que eu percebi é que parece que houve uma “faxina” nos anuncios especialmente de Copabana e ipanema na terca. Em copacaba tinha baixado para uns 4400 anuncios e ipanema para 1700 + ou -. Como podemos ver os números já subiram de novo.

      Data+Botafogo+Copacabana+Ipanema+Leblon+Total
      14.08.2011+1205+4196+1643+1526+12309
      21.08.2011+1268+4516+1675+1537+12929
      24.08.2011+1288+4593+1660+1548+13075
      28.08.2011+1305+4827+2011+1710+13929
      04.09.2011+1320+4791+1909+1792+13869

      0
      • MrK 4 de setembro de 2011 at 16:19

        incrivel isso, 13% de imoveis a mais a venda em apenas 20 dias, isso que estamos falando de zona sul heim, que é onde dizem que “todo mundo quer, mas não há mais espaço, não há mais espaço!!”

        0
      • Paulo Rocha 4 de setembro de 2011 at 16:28

        Preste só atenção no despero de gente querendo vender imóveis caros.

        Outra pequena amostra do número de imóveis a venda nas seguintes faixas de preço:
        600-800
        800-1 milhão
        1 milhão-3 milhões
        Acima de 3 milhões

        Data+600-800+800-1000+1000-3000+>3000
        21.08.2011+2132+1859+5141+1663
        24.08.2011+2162+1897+5271+1708
        28.08.2011+2179+1948+5609+1962
        04.09.2011+2182+1956+5664+2002

        0
        • MrK 4 de setembro de 2011 at 16:42

          parabens paulo, isso quebra um 2o argumento

          o 1o foi o que “zona sul todo mundo quer e nao tem espaço”, já vimos que não é bem assim

          o 2o “imovel de ricasso não desvaloriza, pois eles pagam qualquer preço pela exclusividade”, não é o que parece também…

          os números não deixam a gente mentir

          0
        • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 06:52

          Então hoje o Leblon passou dos 2000 imóveis (apartamento padrão) a venda, e a Zona Sul passou de 14000!

          Arpoador (13)
          Botafogo (1320)
          Catete (226)
          Copacabana (4750)
          Cosme Velho (68)
          Flamengo (961)
          Gavea (169)
          Gloria (129)
          Humaita (182)
          Ipanema (1964)
          Jd. Botanico (332)
          Lagoa (690)
          Laranjeiras (597)
          Largo Do Machado (7)
          Leblon (2063)
          Leme (224)
          Santa Teresa (86)
          Sao Conrado (253)
          Urca (49)

          Quanto tempo sera que ira demorar para passar dos 15000? 1 ou 2 semanas?!?! Sera que o pessoal está tão pobre que precisam se mudar para bairros mais baratos, ou sera que é o desespero para tentar “garantir o lucro” antes da bolha fazer um ploft!

          rsrsrs

          0
          • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 06:56

            E agora o número de apartamentos a venda na Zona Sul nos últimos 3 meses (aumento de 40%):

            09.06.2011 + 10124
            21.06.2011 + 10595
            24.06.2011 + 10717
            26.06.2011 + 10782
            29.06.2011 + 10525
            04.07.2011 + 10464
            07.07.2011 + 10511
            11.07.2011 + 10401
            13.07.2011 + 10591
            17.07.2011 + 10606
            25.07.2011 + 10753
            30.07.2011 + 10782
            07.08.2011 + 11475
            14.08.2011 + 12309
            21.08.2011 + 12927
            28.08.2011 + 13748
            04.09.2011 + 13869

            0
  • Ader 4 de setembro de 2011 at 15:58

    Uma dúvida! Se comprar um usado, o valor que paguei (valor especulado) será o valor que constará na escritura? E se for na planta, que valor virá na escritura? Espero que alguém possa me esclarecer. Abraços

    0
  • Ricardo 4 de setembro de 2011 at 16:00

    Prezados,

    as fases da bolha , como previsto pelos usuários deste blog seriam:

    1 – Quedas nas vendas (já ocorrendo em larga escala, vide pesquisas do SECOVI);
    2 – Descontos oferecidos (em curso);
    3 – Brindes e feirões (nesta semana, a VEJINHA-SP tem anúncios que dizem: grátis TV LCD para os 10 primeiros compradores); Acreditava que esta fase demoraria para chegar, mas pelo jeito, está ocorrendo, vide feirão no Shopping Taboão;
    4 – última fase: aumento da oferta e queda generalizada de preços.

    Ocorrerão repiques, pois alguns compradores desavisados, acharão que estão fazendo ótimo negócio, principalmente na fase 2 (ex: imóvel de 500.000,00 com desconto de 50.000,00). Entretanto, dada a formação da bolha, falta de crédito e situação internacional cada vez mais crítica, os preços cairão.

    O que acham?

    0
    • MrK 4 de setembro de 2011 at 16:16

      Ricardo, é mais ou menos por aí mesmo

      as construtoras tem amplo interesse em oferecer brindes em vez de baixar o preço, o motivo é simples: O preço alto sinalizar uma falsa segurança pro “investidor”, ele pensa: “O preço não cai, então é bom negócio investir em imóveis”

      A partir do momento que o preço de imoveis na planta cairem, o investidor pula fora e as construtoras não podem se dar ao luxo de perder essa demanda que hoje é enorme, por isso acho que os descontos, promoções, viagens, armários e TVs vai se intensificar

      Chega uma hora que não dá mais pra tapar o sol com a peneira (ou com TVs de LCD) e o preço terá que cair (ou os descontos serão incorporados ao preço) e isso vai acontecer num momento em que milhaes e milhares de apartamentos estarão ficando prontos, e aí já viu…

      0
      • Ricardo 4 de setembro de 2011 at 16:23

        Mrk, acompanho este site há uns 2 meses.

        Antes da pesquisa do SECOVI havia conversado com amigos a respeito do mercado imobiliário, dizendo que as vendas iriam cair. Ninguém acreditou.

        Quando a pesquisa de junho saiu, todos lembraram do meu comentário. Agora, ninguém quer investir neste setor, esperando a queda de preços. Cada dia, mais pessoas estão receosas na compra do imóvel, quer pela falta de $$, quer pela falta de confiança ou, mesmo, devido ao fato de acharem que neste preço, não vale a pena comprar.

        Um paradigma está sendo quebrado: investimento em imóvel não traz prejuízo (tempo dos avós portugueses).

        0
    • Jonathas 4 de setembro de 2011 at 16:35

      Ah, por “entender de imóveis” (vulgo, ler o bolhaimobiliaria.com kkkk), ontem visitei, acompanhando um amigo que está querendo comprar um imóvel, um stand de uma construtora em brasília.

      O corretor informou ao meu amigo que o imóvel teria 35% de valorização garantida até a entrega das chaves, que ocorrerá no começo de 2013 ( +- 19 meses = 1,84% ao mês de lucro). O detalhe é que o imóvel está sendo negociado pelo mesmo preço de outros equivalentes, já construídos.

      Perguntei se ele colocaria cláusula no contrato afirmando que, se não chegasse a esse percentual de valorização, os valores pagos seriam devolvidos acrescidos de ipca + 1%. a.m. (não chega nem ao garantido por ele, uma verdadeira pechincha kkkk). Não sei porque, mas ele recusou afirmando que os contratos são padrão e que não daria para incluir uma cláusula assim!

      Retruquei que, sem isso, não era rendimento garantido. kkkkkk

      0
      • MrK 4 de setembro de 2011 at 16:43

        hahahaha bom ponto

        garantido tem que tá escrito….

        agora, como ele vai valorizar 35% tendo outro igual já pronto pelo mesmo preço é um mistério que só mesmo os corretores conseguem decifrar…

        0
      • Carlos__ 4 de setembro de 2011 at 17:53

        Jonathas, esse seu depoimento é importante, principalmente pelo ‘detalhe’ que você menciona: imóvel na planta pelo mesmo preço do novo construido. Como já disse aqui, esse é o indício mais forte para mim de bolha. No meu ententer, esse tipo de situação revela o seguinte.

        1 – As pessoas NÃO estão comprando para morar, ou isso nunca existiria. Quem vai querer esperar 19 meses para se mudar, correr o risco da construção atrasar ou não ficar pronta, gastar 30 mil de aluguel enquanto espera, ter as parcelas corrigidas por um índice que está superior a inflação, em vez de se mudar semana que vem para um imóvel pronto, equivalente em padrão e localização, pelo mesmo valor?

        2 – O investidor está comprando na planta na esperança da valorização e da venda com lucro na entrega das chaves. Como o crédito na planta é mais fácil que o financiamento do imóvel pronto, os apartamentos na planta estão saindo com o mesmo preço ou até mais caros que os construidos por causa dessa facilidade de crédito. É agio direto da construtora, por ela oferecer um crédito menos rigoroso.

        3 – O investidor está comprando alavancado, ou não se se sujeitaria a pagar tão caro na planta. Se tivesse dinheiro mesmo, compraria um imóvel pronto e alugaria enquanto espera a valorização que imagina para os próximos meses/ano. Lembrando que vai deixar de ganhar, no barato, 30 mil de aluguel, enquanto espera a construção.

        0
        • Leonardo RJ 5 de setembro de 2011 at 14:49

          Concordo Carlos

          0
  • MrK 4 de setembro de 2011 at 16:51

    CURIOSIDADES…

    em todo contrato de fundo de investimento que compre ações ou renda variável em geral há uma chamada escrita para o investidor: “Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura”

    Porque nos contratos de imóveis não escrevem o mesmo??

    0
  • Elias 4 de setembro de 2011 at 18:53

    A bolha nos EUA estourou quando os mutuários “subprime” não conseguiram mais arcar com os pagamentos, e com a queda dos preços, a dívida contraída ficou maior que o valor do imóvel.

    Nosso “subprime” começará a aparecer ano que vem, 2012, a medida que os empreendimentos forem entregues, quando muitos descobrirão que o banco não vai financiar sua dívida, porque não possuem renda, ou a renda já está tão comprometida que não dá pra financiar mais nada.

    Essa medida do Copom, de diminuir os juros, ajuda a diminuir as parcelas do financiamento e aumenta as chances de conseguir financiamento. Juros menores, parcelas menores, maior a chance de caber no orçamento mensal.

    Bem assim, quando a velocidade de vendas diminui, muitos agentes – especuladores e empresas, descobrem que estão muito endividados e podem dar calote. Juros menores ajudam estes a rolar suas dívidas.

    Vamos ver, mas acho que não vai adiantar.

    Comprar imóvel hoje, só filho de ministro ou ex-ministro consultor.

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    • profeta do apocalipse 4 de setembro de 2011 at 19:39

      eu concordo. ja disse que o povo pra conseguir 200 k de financiamento tem que ter uma renda grande, mais de 8 k se nao me engano… e por ai vai.. tem nego sem dar entrada! e outra coisa que vai acontecer é imovel velho vendido p dar entrada no novo no bairro da moda. usados cairao absurdamente…

      0
  • Lucas 4 de setembro de 2011 at 19:09

    Hoje eu fiz uma pequena pesquisa no zap e gostaria da opinião de vocês, eu peguei apartamentos que estão a venda no mesmo condomínio, com a mesma metragem e quantidade de quartos, contudo, existe uma variação de preço que chega até a 75%:
    1° Tem anúncio de ap a 223.043,00 e 319.900,00;
    2° tem anúncio de ap a 350.000,00 e de 200.000,00
    É por isso que todo mês o índice de preços aumenta, será que vai ter alguma pessoa que vai comprar um ap a 350 sendo que no mesmo condomínio tem a mesma unidade a 200?
    1° exemplo:
    w w w.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-BARRA-DA-TIJUCA-Avenida-Ayrton-Senna/ID-2182347

    w w w.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-BARRA-DA-TIJUCA-PROJETADA-3-PAA-11932/ID-2271401

    2° Exemplo:

    w w w.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-BARRA-DA-TIJUCA-Rua-Olof-Palme/ID-2401023

    w w w.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-BARRA-DA-TIJUCA-Rua-olof-palm/ID-1516718

    0
  • mrk 4 de setembro de 2011 at 19:26

    Eu queria responder ao carlos_ que postou 3 pontos sobre porque ele acredita que quem ta comprando eh investidor e nao morador! Ele tem razao, quem iria preferir algo na planta pra esperar 19 meses, com riscos de atraso, risco de nao sair como planejado etc etc? Ele citou 3 pontos e eu queria por um quarto: so na planta o investidor pode pagar 20% do imovel mas obter rendimentos sobre o valor cheio do imovel no repasse!! No imovel usado, se ele comprar pra investir vai ter que pagar cheio e isso ferra tudo… Isso eh mais uma prova do nivel de especulacao q vivemos!!!

    0
    • Carlos__ 4 de setembro de 2011 at 21:03

      Considerando os seguintes valores: 20% de entrada; ‘35% de valorização anual garantida’ sobre o valor cheio; Imóvel na planta por 100 mil, 24 meses para o entrega.

      20 mil reais de entrada, venda por 170 mil dois anos depois, na entrega das chaves (tirei os juros compostos), saldo devedor para a construtora de 80 mil. Sobram 90 mil.

      O cara colocaria 20 mil e pegaria de volta 90 mil. Lucro de 450% em dois anos.

      Na prática, para o especulador amador ou profissional, funciona como um mercado futuro imobiliário. Ele paga um percentual para garantir um determinado preço numa determinada data no futuro. E como pode especular alavancado, o lucro é muito grande quando o mercado está favorável.

      0
  • Paulo 4 de setembro de 2011 at 19:39

    Tava dando uma olhada no jornal de domingo (Correio Braziliense) e vi uma promoção de um empreendimento em Águas Claras (cidade satélite de Brasília).
    Nunca na história desse país um empreendimento foi tão divulgado.
    Trata-se de um empreendimento de pequeno porte (hehehehe). Condomínio com 17 prédios com 27 andares cada. São 4 apartamentos por andar. Só 1836 unidades.
    A construtora é de um certo ex vice governador supostamente envolvido em maracutaias.
    A promoção é a seguinte:
    -Desconto de 10k (nada se comparado ao valor do imóvel).
    -Parcelas fixas até a entrega do imóvel.
    -Aceita imóvel como parte do pagamento. (O imóvel é avaliado no fechamento do contrato e corrigido pelo INCC até a entrega do Imóvel).

    Interessante né?
    Tem só um detalhe. O preço é bem mais caro do que o preço médio de outros imóveis equivalentes de outras construtoras. O que parece ser um bom negócio, no final das contas fica muito mais caro.

    Esse empreendimento está sendo vendido por etapas (acho que tá na segunda agora). O mais engraçado e quantidade de ágios desse empreendimento, uma coisa de louco, tá brotando igual mato. Nesses ágios eles estão aceitando de tudo: carro, moto, bicicleta, vale transporte, telessena ….. Acho que o gato subiu no telhado. Vamos esperar as cenas dos próximos capítulos.

    0
  • Kiu 4 de setembro de 2011 at 20:57

    “Preços não fazem bolha. Preços crescendo continuamente indicam que o mercado aceita, como valor, os preços propostos pelos empreendedores. A redução da velocidade de vendas indica que o poder de compra não cresce na proporção desses aumentos. Para suprir a demanda orgânica, os novos empreendimentos têm sido lançados com dimensões mais modestas para os mesmos segmentos de mercado, pretensamente munidos de atributos de qualidade que justificam os preços crescentes. A presença de demanda artificial, não mais reprimida como se explicava em 2010, mas agora especulativa (investidor mal informado) está evidenciada e ajuda a sustentar a curva de preços;”

    Trecho retirado de http://www.tudolink.com/podemos-ter-uma-bolha-imobiliaria-no-brasil/

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  • Valdecir 4 de setembro de 2011 at 20:58

    Os imoveis em contagem -MG, está acima de R$ 3.100,00 m², o gráfico cada mês está só subindo, na onde vamos para? teve valorização nos últimos 30 meses de 50 %.

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    • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 10:34

      Pois é Valdecir, é no Brasil inteiro. No caso de Contagem, a explicação provavelmente deve ser a Copa, as Olimpíadas e o pré-sal. Fora os investidores estrangeiros.

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  • GPTFN 4 de setembro de 2011 at 21:38

    meu Deus!!

    Olhem esse anuncio aqui : www . zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-LARGO-DO-MACHADO-TRAV-ALMIRANTE-PROTOGENES-GUIMARAES/ID-2208967

    o cara coloca vários fotos nada a ver ( praia, fogos, futebol de areia, etc.)

    Ou o cara esta esperando pegar algum trouxa estrangeiro( com esse ape q nem elevador tem, mas custa 450k!!), ou ele está muito desesperado pra ganhar a grana antes q a bolha estoure!

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    • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 02:55

      O preço já “aumentou” para 465. Gostei da foto de mendingo em frente ao Bob’s! rsrs

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      • MrK 5 de setembro de 2011 at 10:42

        ahahahahahahaha esse anuncio foi demaisssssssss

        praia (fica longe abeça desse ap)
        futebol de areia?! heim??
        fotos do aterro do flamengo, que tem a ver?
        tem uma foto de umas frutas, wtf???
        um bobs fedido
        e ai fotos do reveillon de copacabana hahaha

        o metrô perto desse ap é de uma estação encardida e muito mal frequentada, a rua ali perto tb ta sempre engarrafada, a região é bem ruinzinha e perigosa, que qualidade de vida eh essa citada?

        esse cara é um drogado!!! daqui a pouco vai subir pra R$480mil pra ajudar o fipezap

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        • GPTFN 5 de setembro de 2011 at 11:04

          E o pior é que eu não duvido que daqui mais um tempo o cara coloque uma faixa de vendido no anúncio!!
          Esses anuncios devem ser fake só pode…
          Como alguem daria meio milhão de reais num ape desses??

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      • Leonardo RJ 5 de setembro de 2011 at 14:57

        rs rs… detalhe do mendigo msm… agora q nego compra

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    • Carlos Wagner 5 de setembro de 2011 at 11:26

      Apartamento horrivel. Predio antigo e sem elevador. O imovel é feio, a cozinha e banheiro são pessimos e com esquadrias antigas.

      Eu, particularmente, não pago 100 mil num imovel assim. É rasgar dinheiro e fica descontente vivendo numa pocilga.

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  • MrK 4 de setembro de 2011 at 23:21

    OLHO ABERTO…

    eu estava relendo o livro de bolhas (que já indiquei aqui) hoje no avião… olha, parece escrito hoje no Brasil, é incrivel a semelhança entre bolhas mundo afora

    um ponto que já citei então não vou explorar, é a migração entre bolhas! a bolha japonesa estourou e o dinheiro partiu pra inflar a bolha dos tigres asiaticos, depois de estourar foram todas pra .com fazer a bolha de nasdaq, depois do estouro foram pra bolha imobiliaria americana, depois do estouro…a bolha brasileira? Curioso isso né

    mas enfim, o recado que quero dar, hoje ele citou 2 coisas muito importantes:

    1- Em toda bolha, sempre rola muita ganancia e com isso muito esquema fraudulento (exemplo: fraude em balancos – Enron, fraudes contabeis – Arthur Andersen, entre outros) portanto cuidado, normalmente as fraudes só são expostas depois que a bolha estoura!

    2- Em quase toda bolha sempre rola uma imprensa vendida, ele cita casos classiscos de jornalistas que foram pegos indicando ações ruins por suborno de pessoas interessadas, infelizmente a imprensa não é 100% confiável e aqui estamos sendo METRALHADOS por reportagens que dizem como o Rio virou a 8a maravilha do mundo, no caderno morar bem, nunca vemos falando de crimes, bueiros explodindo, transito caótico etc.. mas só coisas boas dos bairros e motivos pelos quais vao valorizar

    fica a dica!

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    • Carcará 5 de setembro de 2011 at 09:20

      Mrk,
      o Sam Zell é um exemplo clássico dessa cupidez nômade a qual você se referiu. Deixou os EUA depois do housing bubble, aportou por aqui e participou decisivamente na formação da bolha no Brasil (“greed is good”) daqui saindo em meados de 2010. Segundo o site brazilian bubble, ele afirma agora que o melhor lugar do mundo para investir em imóveis é a Colômbia. Poor Colômbia…

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      • MrK 5 de setembro de 2011 at 09:41

        carcará… bem dito

        e olha que curioso, tudo aquilo que falavam de bom do rio (copa, olimpiadas, etc) sumiu? perdemos os eventos? ou sera que é porque bogota vai sediar o pan??? hahaha

        cara, eu nao acredito que exista uma mente por trás disso tudo, acho que na verdade existe um fluxo de dinheiro que segue alguns lideres, algumas vozes, quando esses lideres comecam a se mexer de forma mais pesada e quando conseguem atrair a atenção forte do publico e da midia e combina isso com um momento de euforia, ele pode formar as bolhas (nem sempre formam, mas algumas vezes sim, é o nosso caso hoje)

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    • Duda 5 de setembro de 2011 at 17:22

      MrK, na minha opinião, a maquiagem de indicadores já pode estar acontecendo. E claro, não é possível provar isso por enquanto, mas uma coisa que me surprende (pelo menos em POA), é que continua se falando em contratações no setor da construção, algo muito dificil de acreditar,pois a olho nú já se pode ver a desaceleração.

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  • Sérgio 5 de setembro de 2011 at 00:54

    BOILER ROOM – Filme de 2000 que retrata como nenhum outro o tipo de corretores que estão atuando para a bolha sem saber. Como dito acima, a bolha, apos o estouro, migra para outro lugar para fazer novas vítimas. A cartilha que os governos seguem, com todas as etapas e procedimentos macroeconômicos, foi formulada por grupos que fomentam (não apenas) os Ases da Bolha: eles sabem onde e como agirem. Quando inciam e quando abandonam. Levam consigo todo o tesouro que parte de uma população local levou toda uma vida para juntar (ou pagar). Parece filme sobre teorias da conspiração mas não é. Basta ter uma visão holística da coisa. Grande parcela dos mais qualificados economistas, advogados, contadores, administradores, sociólogos, antropólogos e até psicólogos, dentre outros, acabam indo trabalhar para eles, entre as ruas 48th e 51st, em Midtown Manhatan. Eles sabem até sobre nós. Não sobre nós, especificamente. Mas como consequência que representamos, como um efeito colateral… mas se preocupam, pois, já sabiam antes que existíssimos.
    Tem uma turma ai dizendo… pô… esse cara fumô.
    Mas sei que tem um ou outro (no singular mesmo) entendendo o que digo.
    Só para encerrar: no final dos anos 70 surgiu um filme americano, ao qual não me lembro o nome, que tratava de uma tentativa norteamericana em fazer uma ”desestabilização original” da economia japonesa. A ideia, no filme, era a dúvida entre entregar ou não um modelo original da nota de ien para um gangster da yacusa. Dessa forma ele poderia falsificar o dinheiro japones de tal forma que o dinheiro não teria como ser reconhecido como falso. Com excesso de dinheiro em circulação, o japão entraria numa crise sem precedentes e os EUA não mais precisariam preocupar-se com o vertiginoso crescimento japonês experimentado àquela época. Não me lembro do resultado do filme. Lembro-me, no entanto, da BOLHA japonesa, anos depois, da qual, até hoje, o Japão não conseguiu se reerguer.
    Até.

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    • Felipe 5 de setembro de 2011 at 09:05

      Sérgio, acho que há pessoas com tanto dinheiro e tanto poder que até mandam em governos.
      Não duvido dessa sua hipótese, mais acho esse tema mais apropriado pra outro tipo de blog hehehehehe

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      • MrK 5 de setembro de 2011 at 09:18

        ta brincando? a o goldman sachs e o citibank mandam na america… vide o que fizeram com o governo la… brincaram com a casa branca

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        • Marcelo 5 de setembro de 2011 at 16:57

          Tem um documentario do Michael Moore que fala da bolha imobiliaria americana e de todos as politicagens de bastidores praticadas por estes agentes financeiros que voce mencionou. Seria ate recomendavel para todos assistirem, principalmente aqueles que acham que politico “se preocupa” com os cidadaos comuns. Se ocorre nos EUA, o que dira no Brasil. O nome do documentario: Capitalismo, uma historia de amor (2009). De vez em quando passa na TV a cabo.

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    • Carcará 5 de setembro de 2011 at 09:13

      Sérgio,
      você está certo. Lembram do tal do Sam Zell. Ele chegou ao Brasil, depois do bubble housing americano, e saiu em meados de 2010, já sabendo que havia uma bolha, pois foi um dos fomentadores. Agora, segundo o site brazilian bubble, ele afirma que a Colômbia é a bola da vez
      Bola da bolha, com o perdão do trocadilho…

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  • observador 5 de setembro de 2011 at 08:19

    Onde se consegue esse filme?

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  • observador 5 de setembro de 2011 at 08:25

    Lembrei, já assisti, o título em português é: “Meu primeiro milhão”. Pode ser alugado, ou quem preferir está a venda no Amazon.com

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  • DM 5 de setembro de 2011 at 08:41

    Os preços “oficiais” ainda não estão caindo, porém estão “desacelerando”!

    Fipe: alta do preço do m² desacelera em agosto
    05 de setembro de 2011 • 08h31 • atualizado 08h40

    O preço do metro quadrado (m²) no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recite, Fortaleza e Salvador teve aumento de 1,7% em agosto, valor 0,5 ponto percentual menor que o registrado em julho, segundo indicador calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com a ZAP imóveis.

    O Rio de Janeiro é a cidade que teve maior variação dos preços no ano, com o indicador subindo 25,6% nos oito meses. O valor do m² no município é de R$ 6.912, sendo o Leblon o bairro mais valorizado (também de todo o País) com valor de R$ 15.919 e o Anchieta o menos valorizado, com valor de R$ 927 por m².

    A taxa de aluguel do Rio, calculada pelo razão entre o valor do imóvel e a quantia cobrada para o aluguel, ficou em 0,43% para locais com mais de quatro dormitórios e de 0,41% para um.

    São Paulo teve aumento de 18,6% nos preços dos imóveis em 2011, batendo R$ 5.667 em agosto. A zona mais valorizada da cidade é a de Ibirapuera – Vila Nova Conceição, em Moema, com valor de R$ 8,519. Paraisópolis, que fica em Vila Andrade, é o mais barato, R$ 2.466.

    A razão de aluguel para o imóvel paulistano com 1 dormitório foi o mais alto das regiões pesquisadas, com 0,6%. Para mais de quatro dormitórios ficou em 0,49%.

    A variação do preço para Belo Horizonte ficou em 0,6% no mês, para o Distrito Federal em 0,5%, para Recife em 2,9%, Fortaleza teve 2,1% e Salvador registrou 0,3%.

    Fonte: economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201108301307_TRR_80120631

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    • MrK 5 de setembro de 2011 at 09:09

      olha, parece piada, esse indice de preços subindo não me diz NADA, vide o encalhamento de imoveis no zap subindo a velocidade da luz, esse índice é igual o imovel mostrado pelo rapaz por R$450mil, encalhado, pedir agora R$465mil, que aumento de preços é esse?? a demanda subiu tanto que ele pôde aumentar 3% da noite pro dia?? hahaha

      esse indice não é indice de preços, é indice de insanidade de uns proprietários doidões

      a tendencia real é de início de queda, mas que vem sendo negada a todo custo pelos interessados

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      • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 09:42

        Para falar a verdade eu acho que os preços no Rio cairam mais ainda não só desaceleraram. Vejam o meu comentário de ontem em que falei que fizeram uma faxina forte na terça e quarta da semana passada. Coincidentimente, esses foram os 2 últimos dias do mes. Não foram poucos anûncios que sumiram nessas duas datas. Foram centenas de anûncios. Infelizmente não anotei na hora quanto que estava sendo anunciodo. Mas de acordo com a minha “estatistica” foram principalmente os imóveis nas faixas mais baratas que sumiram.

        Concluidindo, estão manipulando os dados do indice ZAP.

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      • Carlos Eduardo 5 de setembro de 2011 at 09:58

        existem algumas pessoas que conheço que estão tentando vender a casa a mais de 3 anos!!
        mesmo assim continuam aumentando por indicação das imobiliarias!

        o fato é que se o cara não vendeu em 2010, o melhor ano da história, para o mercado!
        então ele que desista de vende, só tem um problema nisso! as imobiliarias dependem das vendas!

        essa flutuação para mim é a esperança do brasileiro, é a ultima que morre!
        o dono do imovel já vê sua segunda casa como um CDB, para quebrar esse paradigma só estourando a bolha!

        rs

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        • augusto 5 de setembro de 2011 at 15:16

          AMIGO 3 ANOS É POUCO, POIS NO LITORAL PAULISTA HÁ IMÓVEIS SEM CONSEGUIR COMPRADOR HÁ PELO MENOS 4 ANOS. E OLHE QUE ESTÁ ANUNCIADO EM VARIAS IMOBILIARIAS (QUASE TODAS AS GRANDES E MÉDIAS)

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    • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 09:44

      Interessante ver como só mencionam aluguel de 4 quartos no Rio. Qual é a taxa de aluguel de 1,2 ou 3 quartos?

      “A taxa de aluguel do Rio, calculada pelo razão entre o valor do imóvel e a quantia cobrada para o aluguel, ficou em 0,43% para locais com mais de quatro dormitórios e de 0,41% para um.”

      0
    • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 09:58

      Gente, se eu ainda tivesse fé neste indice zap, agora eu perderia o que restava. Vejam o meu comentário de ontem em que escrevi que na terça e quarta passada houve uma “faxina” e o número de imóveis a venda “caiu drasticamente”. Coincidentemente, esses dias foram os últimos dias do mes, por que sera que a faxina foi feita exatamente nesses dias? Outro detalhe, pelo o que eu pude detectar “sumiu” mais apartamentos baratos do que caros. Já na quinta e sexta comecou a pipocar apartamentos de novo!

      Coincidencia? Talvez seja, se você acredita em papai Noel!

      Para mim isso é um indício claro de manipulação!

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      • MrK 5 de setembro de 2011 at 10:06

        muito bem dito, paulo

        eu não consigo afirmar se houve uma manipulação na maldade (nem que sim nem que não), mas posso afirmar que esse índice não tem conexão alguma com a realidade!!!

        esse índice mede o desejo de um bando de proprietário doidão, nada mais

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        • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 11:57

          O problema do FIPE é que eles usam uma metodologia que funciona para bens de consumo, como carros, mas não funciona para imóveis.

          Com carros não existe margem para o proprietário ser irracional. Para imóveis, principalmente em um momento que o mercado perdeu a referência, o delírio dos propietários joga o índice para cima e distorce mais ainda o mercado.

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  • Selvagem 5 de setembro de 2011 at 09:04

    No dia que o zap imoveis apontar queda no índice de precos prometo uma caixa de cerveja. Esse vai ser o ultimo indicador da bolha. Quando tudo em volta ja tiver ruido ele continuará indicando céu de brigadeiro.

    Bolsa hj com o feriado nos estados unidos despencando.

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  • Glaucio 5 de setembro de 2011 at 09:31

    imoveiscuritiba.com.br
    aptos à venda = 9834 unidades (cerca de 100 a mais em uma semana)

    Esse déficit habitacional…

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    • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 10:39

      Basicamente o estoque está subindo em 100 apartamentos por semana há vários meses. Esse mês chega a 10.000

      E haja copa, olimpíadas, pré-sal, investidor estrangeiro, nova classe média, aumento de renda, déficit habitacional e valorização garantida para dar conta desse estoque todo.

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  • Marcos 5 de setembro de 2011 at 09:52

    É possível comprar imóvel em Miami por 65 mil dólares
    Valor se aproxima do preço cobrado por casa na favela de Heliópolis, zona sul de São Paulo

    exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/e-possivel-comprar-imovel-em-miami-por-65-mil-dolares

    Rico tupiniquim mora até na favela… E da-lhe juros baixo para aumentar a bolha!

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    • Marcos 5 de setembro de 2011 at 10:00

      Alguém saberia dizer quais seriam os passos a seguir para garantir uma compra segura desses imóveis?

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      • Luiz 5 de setembro de 2011 at 12:22

        Palazzio na região central de Modena
        750 metros quadrados, vaga pra 23 ferraris (em modnea todo undo tme uma)
        todo em marmore branco e verde

        500 mil euros

        0
        • Luiz 5 de setembro de 2011 at 12:22

          23 não, só 3

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      • Anonymous 5 de setembro de 2011 at 21:09

        Procure por Anonymous no tópico “Não há bolha imobiliária, de jeito nenhum….” Detalhei como comprar imóvel nos EUA.

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  • Lucas 5 de setembro de 2011 at 09:57

    Ontem eu fiz uma pequena pesquisa no zap e coloquei um dos vários motivos que o índice deles sempre dá positivo, apartamentos vendidos no mesmo condominio e do mesmo tamanho com variação de preço de até 75%.
    Dêem uma olhada no meu post de ontem as 19:09.

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    • Adriano 5 de setembro de 2011 at 12:16

      Excelente post. Acho que cabe repeti-lo.

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      • Lucas 5 de setembro de 2011 at 12:23

        Valeu Adriano, vou fazer uma pesquisa com mais calma destes condomínos com mais de 500 aps pra verificar a variação de preço entre as unidades anunciadas.
        Abç.

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  • Felipe 5 de setembro de 2011 at 10:12

    é pessoal, nuvens negras no horizonte

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/970396-mercado-eleva-previsao-de-inflacao-e-reduz-para-pib-e-selic.shtml
    Mercado eleva previsão de inflação e reduz para PIB e Selic

    E bota mais lenha na fogueira… vamos queimar tudo até o final do mandato da Dilma!
    Menos juros com mais inflação e produção menor!
    Isso é recessão??? De forma nenhuma, só uma acomodação…

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    • Felipe 5 de setembro de 2011 at 11:34

      E a Dilma quer desindexar a poupança ainda… que beleza!
      Que política é essa?? Parece que querem financiar os grandes especuladores de fora com o nosso dinheiro!
      Pra onde vai essa grana toda da poupança?

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  • MrK 5 de setembro de 2011 at 10:50

    minha visão sobre os estoques no zap:

    Existem 3 movimentos superestocando o mercado:

    1- Pessoas se mudando pra aps novos sendo entregues e devolvendo os antigos

    2- Proprietarios tirando os inquilinos pra por o ap a venda (tentar vender no topo)

    3- Gente que nem quer vender, mora no apartamento, mas bota a venda assim mesmo pra ver se algum maluco (teoria do tolo maior) paga um preco absurdo, é o “se colar, colou”, esse deve ser o menor dos 3 movimentos, pois normalmente esse povo nao bota anuncio em jornal pra não gastar dinheiro, eles falam com o porteiro e tal

    Fato é que ainda vem muito ap a ser entregue por aí, e a oferta está claramente acima da demanda, bem acima, não tem como isso ser re-equilibrado sem uma queda de preços, afinal estoque de apartamentos não é estoque de peças que só tem custo de oportunidade… além desse, tem também o custo de iptu, condominio e em alguns casos fnanciamento… é um estoque que não da pra ficar carregando muito tempo…

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    • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 11:24

      Esse terceiro movimento eu sou testemunha. O pior é que não é nem “se colar colou”. É “se colar, jogo mais para cima”. Quando alguem topa pagar o preço pedido, o proprietário diz que está barato e reajusta mais ainda. Na verdade, não querem vender. Só se venderem por um preço que permita comprar outro igual, de preferência no mesmo prédio, e ficar com o troco. Alguns amigos meus passaram por isso.

      Isso mostra como o mercado está irracional.

      Mas eles anunciam sim. Devem deixar na mão de corretores que bancam o anúncio do bolso. Afinal alguma coisa o corretor tem que fazer para justificar a grana que recebe. Vale a pena gastar mil, dois mil em anúncios nos classificados por um bom período e no caso de venda faturar 50 mil.

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      • Lucas2 5 de setembro de 2011 at 13:25

        Também sou testemunha, há uns dois anos vi 3 imóveis interessantes no mesmo condomínio, liguei e marquei com os três diferentes corretores na mesma data mas em horários próximos para otimizar o tempo, fui com o primeiro preço X, quando fui ver com o segundo corretor preço uns 15K a mais, era o mesmo AP, outro corretor mais 10K, era o mesmo AP…
        Era uma casal na faixa próxima da aposentadoria, saímos de lá com a impressão de que só estavam querendo ver o quanto valia o patrimônio deles, não queriam efetivamente vender.

        0
    • Felipe 5 de setembro de 2011 at 11:29

      caraca meu, parece um trem sem freio andando a 200km/h com mais 100 metros de trilho

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  • Wow 5 de setembro de 2011 at 11:22

    O Brasileiro está rico, ta todo mundo rico, aqui em SP, BMW viro GOL!

    0
    • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 13:00

      É engraçado ver isso, porque quando se vai na Alemanha, onde uma BMW realmente custa o preço de um gol 1.6 completo no Brasil, não se vê esse festival de carros de luxo na rua.

      0
      • Paulo - RJ 5 de setembro de 2011 at 13:18

        Reparei isto também,

        Preço do Polo Completo, 10000 Euros. Na rua, poucos carros de luxo e muita gente andando de metrô e trem (não confundir com os trens daqui) e em alguns casos, bicicleta (totalmente integradas ao trânsito).

        Agora, tem uma coisa: densidade demográfica bem menor.

        0
        • Rodrigo 5 de setembro de 2011 at 15:50

          Só vejo esses carros na Barra e Recreio e não são poucos!

          0
      • Luiz 5 de setembro de 2011 at 14:19

        BMW 1180 D completa (completa mesmo, não o completo brasileiro)
        nova = 18 mil euros
        usada = 11 mil euros

        Brasil = quase 100 mil reais

        0
        • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 14:43

          Novo Gol 1.6 completo: 41.000 reais, ou 18.000 euros.

          0
          • Luiz 5 de setembro de 2011 at 15:59

            Carlos, vc me desculpa, mas completo siginifica, 6 marchas, sistema antiderrapante de aceleração e curvas, air bags para todos os passageiros, abs com ebd, piloto automatico, bancos e volante com ajsutes completos, freio a disco ventilado nas 4, rodas de liga leve, perfil baixo, ar dualzone, sensor de estacionamento, radio com entrada usb, auto falantes de qualidade em todo o carro, retrovisores em lente bipartidos, e ainda alguma outra coisinha…

            gol completo não vem completo, é o trio eletrico e só.

            0
  • Luiz 5 de setembro de 2011 at 11:53

    Pessooooaaaalll. voltei
    20 dia fora
    alguem me faz um resumo destes 20 dias?? por favor
    a bolha estourou?

    tenho muitas coisas pra contar, achei oportunidades otimas de imóveis, a 10 mil km d edistancia

    0
    • Paty 5 de setembro de 2011 at 21:43

      Oi amigo Luiz, que bom que voltou
      abraços

      0
    • MrK 5 de setembro de 2011 at 22:21

      Luiz, bem-vindo de volta!!!

      Olha, a situacao nao mudou muito em termos de preço, o que se agravou muito e ficou evidente é a sobreoferta do mercado de gente tentando vender no auge… o fipezap ainda apontou uma ligeira alta de precos, mas não tenho visto nada de real nisso, tenho visto preços travados e vendas estagnadas, saiu até uma reportagem no oglobo (quem diria) comentando que as vendas no rio travaram por medo de bolha.

      O SECOVI de SP também registrou queda de 32% de vendas!!! Essa foi importante!

      O que mais permeou o debate nesses dias foi a evolucao assustadora de imoveis a venda no zap (Paulo Rocha fez um belo resumo logo acima nesse mesmo topico) além de uma certa agressividade de corretores e gente de construtora indo a midia toda hora afirmar que não há bolha (eles tão cada vez mais frequentes), outra coisa bem comentada foi o rumo incerto da economia, a coisa tá ficando esquisita, o PIB não foi lá essas coisas, o COPOM baixou a selic sem ninguém esperar, a inflação alta, a inadimplencia subindo, coisas preocupantes que diziamos aqui há algum tempo

      bom retorno!

      0
  • Elias 5 de setembro de 2011 at 11:53
    • MrK 5 de setembro de 2011 at 12:23

      Elias, a inadimplencia só nao disparar pq as pessoas tem credito farto pra rolar as dividas, vão usando mais crédito pra tapar o buraco, o dia que se suspender o crédito no mercado (ou encarecer muito por algum motivo) vem tudo abaixo… essa inadimplencia vai as nuvens

      0
    • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 12:49

      E o vice-presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, diz, nessa notícia, que como o percentual de inadimplência cresceu menos que o percentual de aumento de crédito, “Na prática, podemos dizer que a inadimplência está se reduzindo”.

      É brincadeira. Tem mais gente devendo e não pagando esse mês que no mês passado. É isso que os números dizem. O cara, para afastar uma possibilidade de restrição do crédito por causa da inadimplência, distorce os números dessa maneira.

      0
      • Paulo - RJ 5 de setembro de 2011 at 13:53

        Se a indimplência está alta e o crédito aumenta, significa que o risco vai ser ainda maior.
        É o mesmo que dizer que o número de homicídios diminuiu porque se vendeu mais armas de fogo.

        0
    • augusto 5 de setembro de 2011 at 15:08

      Alguns dias atrás saiu na midia:
      A inadimplencia entre 15 e 90 dias está em torno de 5,5%, e com mais de 90 dias em torno de 6%.
      O total perfaz cerca de 11,5% que dototal de 1,8 trilhões de reais emprestados perfaz a bagatela de quase 210 bilhões de reais emprestados e não pagos. Sem contar as famosas renegociações que pelo menos por algum tempo transformam caloteiros em adimplentes.
      Agora só mais uma pergunta : QUAL A PORCENTAGEM DE FAMILIAS COM DIVIDAS?
      oUTRA INFORMAÇÃO: NO LITORAL PAULISTA JÁ HÁ IMÓVEIS SEM CONSEGUIR COMPRADOR HÁ PELO MENOS 4 ANOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      0
  • GPTFN 5 de setembro de 2011 at 12:07

    Enquanto nós perdemos tempo aqui argumentando sobre a bolha, vejam o que os nossos amigos “especialistas” dizem nessa matéria da revista exame:

    exame . abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/11-razoes-para-o-preco-dos-imoveis-seguir-em-alta?p=9#link

    Realmente, existem 11 razões IRREFUTÁVEIS!!!!
    ( pra não dizer esdruxulas)

    Nós somos imbecis, vamos fechar o site e jogar carta na praça…
    hahahah

    0
    • GPTFN 5 de setembro de 2011 at 12:09

      Ahh e eu esqueci de dizer!!

      o motivo 11 eh o melhor!!

      0
    • Carlos Wagner 5 de setembro de 2011 at 13:37

      No motivo 11 eles dizem: “Somente a mão de obra ainda parece competitiva no Brasil – o que, para os assalariados, não é algo a se comemorar. ”

      Claro que não é algo a ser comemorado, pois ganha-se pouco para consumir produtos mais caros do que em qualquer outro lugar do mundo.

      Esse motivo 11 faz com que os demais 10 caiam por terra. Afinal, como os altos preços dos imoveis podem ser justificados como normais sendo que os proprios analistas admitem que a mão de obra é pouco remunerada por aqui? Isso só prova, mais uma vez, que todo o consumo nacional é baseado no crédito, portanto não tem base sólida para sustenta-lo por muito tempo.

      0
    • augusto 5 de setembro de 2011 at 14:56

      CREIO QUE ESQUECERAM DO DÉCIMO SEGUNDO, OU SEJA ARRUMAR DINHEIRO PARA PAGAR SETORES/PROFISSIONAIS DA MIDIA QUE SE DISPONHAM A ESQUECEREM DA ÉTICA E AJUDAR A CONVENCER OTÁRIOS QUE IMÓVEL HOJE É UM ÓTIMO NEGÓCIO

      0
  • xyz 5 de setembro de 2011 at 13:25

    Quem apostar na alta da inflação vai amargar um tremendo arrependimento.
    A inflação já está sob controle:

    h t t p://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/09/02/ibge-autonomia-tem-de-ser-mantida-em-qualquer-gestao-402881.asp

    0
  • Anom 5 de setembro de 2011 at 13:27

    Conversando com um corretor de imóveis de Porto Alegre, ouvi uma coisa interessante:
    Que esse útimo mês tem sido muito ruim em vendas e que, por causa disso,
    a maioria dos imóveis podem ser negociados com desconto, algo em torno de 10%.

    0
  • Juca 5 de setembro de 2011 at 13:29

    Olha oque acabei de receber no meu email! Alguém se habilita ????
    cara não teve nem coragem de falar o valor real … e dimensões do imovel!

    rs
    ————————————————————————————————————————————

    Galera quem quiser comprar um apartamento estou vendendo o meu.
    Estou pedindo hoje R$ 80.000,00 e transfiro a dívida prestação em torno de R$ 800,00.
    Quem tiver interesse manda um email que passo mais informações.
    O apartamento possue 3 dormitórios é uma rua na atravessa da 19 de janeiro no bairro do Carrão.

    Abraços….

    0
  • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 13:56

    É interessante ver como há uma grande distorção no número de imóveis a venda em relação ao número de imóveis para alugar.

    Por exemplo para cada apartamento a venda n Glória tem 18 sendo vendido!

    bairro + proporção
    Gloria + 18,286
    Copacabana + 15,847
    Laranjeiras + 14,561
    Botafogo + 9,706
    Humaita + 9,632
    Santa Teresa + 9,556
    Cosme Velho + 9,429
    Flamengo + 9,133
    Leblon + 8,8
    Ipanema + 7,964
    Lagoa + 7,875
    Catete + 7,828
    J. Botanico + 7,149
    Gavea + 6,5
    Leme + 5,868
    Sao Conrado + 4,164
    Largo Do Machado + 3,5
    Urca + 2,333
    Arpoador + 2,167

    0
    • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 14:01

      Em relação a area dos imóveis a proporção é mais estavel.

      301m² + 12,576
      não informado + 0,764

      0
      • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 14:52

        Não sei por que não estou conseguindo postar os números. Vou tentar mais uma última vez.

        Em relação a area dos imóveis a proporção é mais estavel.

        301m²_+_12,576
        não informado_+_0,764

        0
      • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 15:25

        Ok, vou tentar a mais uma “última vez”. Tenho uma suspeita de que o blog não aceita o sinal de “maior que” e “menor que” (< e > )

        Não sei por que não estou conseguindo postar os números. Vou tentar mais uma última vez.

        Em relação a area dos imóveis a proporção é mais estavel.

        até 30m²_+_14,421
        31-60_+_11,883
        61-90_+_11,095
        91-120_+_13,974
        121-150_+_12,336
        151-180_+_11,917
        181-209_+_8,602
        210-240_+_8,795
        241-270_+_7,159
        271-300_+_7,955
        acima de 301m²_+_12,576
        não informado_+_0,764

        0
    • MrK 5 de setembro de 2011 at 14:24

      Paulo, isso é uma loucura, já havia comentado antes, não existe em cidades normais voce ter 15 apartamentos a venda pra cada 1 alugando, isso é pura irracionalidade!!!

      VEJA O SITE GUMTREE (site referencia internacional de aluguel e venda de imoveis)

      Em londres – 4 apartamentos a alugar pra cada 1 a venda
      em manchester – 1.5 pra alugar pra cada 1 a venda
      em liverpool – 1 pra alugar pra cada 2 a venda

      Rodei tambem na italia e tem 1 pra alugar pra cada 3.5 a venda (foi mais por curiosidade pq esse site é forte mesmo na inglaterra e lá que tem mais dados pra ter uma amostra)

      não existe essa loucura em lugar nenhum do mundo!!!

      0
  • Elias 5 de setembro de 2011 at 13:58

    Concordo MrK e colegas.

    Naquele livro que você recomendou, e também naquele vídeo sobre a bolha espanhola, isso é relatado.

    A hora em que “su amigo banco” se recusar a rolar as dívidas – ploc – a inadimplência vai disparar ainda mais, as coisas começarão a desandar e a bicicleta vai cair.

    0
  • MrK 5 de setembro de 2011 at 14:01

    xyz, pessoal fala muita besteira quando diz que os juros aqui são muito altos

    Com inflacao em 7% (vamos fingir que a gente acredite nesse dado) e selic baixando, digamos que bata 11%, teriamos juros reais de 4%, como voce paga imposto sobre o rendimento nominal, voce teria rendimento reais de algo como 2% apenas, se voce admitir que os fundos todos cobram em media 1% de taxa de administracao, no fim da praticamente rendimento ZERO, investir em fundos DI só recompoe a inflação e nada mais (e olha que é uma inflação que eu nao acredito, acho que é maior, se for por aí da juros negativos)

    Isso é péssimo pra um país com inflação em descontrole e poupanca interna despencando, deveriamos estar fazendo o oposto, contendo inflação e estimulando poupanca…

    0
    • xyz 5 de setembro de 2011 at 14:18

      Perfeito!!

      Esse governo é esquizofrênico. Acha que vai conseguir baixar o juros para 1% ao ano e continuar a farra da dívida. Se o juros continuar essa trajetória de baixa, rapidinho os investidores fogem dos títulos e aí quero ver o governo financiar os desmandos.

      O pior é que os burocrátas do governo são tão míopes, que pensam que o Brasil já entrou no mundo desenvolvido.

      Toda nossa pujança tem um único nome: “crédito fácil”, temperado com uma população extremamente desavisada, que em nome do consumo, se permite pagar preços exorbitante por qualquer coisa, desde sandiuche até imóveis.

      0
      • Luciana 5 de setembro de 2011 at 15:23

        Alguém aqui já viu o preço absurdo de capinha mequetrefe de silicone para celular? R$ 35,00. Bolha também nos preços das capinhas? Ou o povo é muito burro que paga um absurdo deste?

        0
        • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 15:31

          Melhor do que gastar 35 “REAU” numa capinha ai no Brasil é encomendar direito de Hong Kong.

          Por un 2-3 dolares você compra uma. Detalhe o frete está incluido no preço! 🙂

          h t t p : / / s.dealextreme.com/search/mobile+silicone+cover.html?category=500

          0
          • Luciana 5 de setembro de 2011 at 15:36

            Fiz o mesmo comentário abaixo mas de forma mais completa e comparando com assunto imóveis.

            0
        • Rodrigo 5 de setembro de 2011 at 16:19

          Está pagando caro demais, comprei por 5 porque só foi uma, mas se comprar 5 iguais ou 15 diferentes o preço cai para 2,5!

          Pelo visto assim como estão pagando caro demais por imóveis tem gente pagando capinha inflacionada????? Será que há bolha de capinha?

          Vamos fazer uma coisa, lhe vendo uma capinha por 10 reais.

          Imagina se chego aqui oferecendo imovél a preço de banana (para vocês) mas na realidade estou ganhando 500% em cima! Ainda vão falar que a bolha estourou!!!

          “O segredo esta na compra”

          Conclusão:
          Comprou caro vai vender caro!!

          Então se comprou barato vai___________.

          A – ( ) vender barato.
          B – ( ) vender caro.
          C – ( ) dar de graça.
          D – ( ) ficar, porque não vendo nada.
          E – ( ) vender pelo mesmo preço e me livrar da capinha porque a bolha da capinha vai estourar.

          Vai ter gente indo de E.

          0
    • Lucas2 5 de setembro de 2011 at 16:21

      Seu raciocínio é perfeito quando se pensa no investidor (na verdade um protetor de dinheiro) brasileiro, para um investidor estrangeiro é o jurão brasileiro mesmo. A m#rda é que no país com os maiores juros do mundo esse juro só trabalha para o estrangeiro, nós aqui dentro ficamos de fora desta farra, pois como vc já explicou inflação + IR + taxas corroem o rendimento.

      0
  • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 14:02

    Deu um probleminha no meu último post e alguns dados sumiram então eu vou tentar de novo.

    Em relação a area dos imóveis a proporção é mais estavel.

    301m² + 12,576
    não informado + 0,764

    0
  • MrK 5 de setembro de 2011 at 14:03

    oglobo online publicou uma reportagem sobre valorizacao dos imoveis, mas de tanto ser massacrado por comentários de bolha dessa vez ele nem abriu pra comentários hahahaha, a matéria não permite troca de idéias

    0
    • Paulo - RJ 5 de setembro de 2011 at 14:14

      MRK,

      Também tenho percebido isto. Todas as matérias sobre imóveis que sai no Globo on-line são massacradas, ridicularizadas e desmascaradas com argumentos bem fortes. Nestes casos, elas saem da primeira página do portal rapidinho. Percebi que de uns tempos para cá eles evitam colocar este tipo de notícias. Se eles estão impedindo comentários, então estão apelando mesmo

      0
    • Luiz 5 de setembro de 2011 at 14:21

      Mrk, voltei d eviagem apos 20 dias
      viagem pra zona do euro
      só agora posso atestar com abvsoluta certeza a propriedade de tudo o que vc falou
      o momento pelo qual estamos passando é algo entre estranho, riodiculo e assustador

      mas a grande novidade é a seguinte, tem mto trouxa na europa comprando aqui no BR influenciado por corretores internacionais

      0
      • MrK 5 de setembro de 2011 at 14:27

        Luiz veja o que comentei acima do guntree

        é isso mesmo, tem muito desavisado na europa achando que o Brasil é tipo barcelona e botando grana aqui, são desavisados… por isso tanto gringo MORRE aqui em coisas estupidas como andando de bonde, reagindo a assalto ou coisas do tipo, mortes estupidas que moradores normalmente não tem porque estão mais ligados, já os gringos acham que isso aqui é civilizado e se arriscam…

        0
      • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 14:33

        Luiz,

        Investindo em que cidades? Comprando na planta? Investindo direto ou via fundos?

        0
        • Luiz 5 de setembro de 2011 at 15:46

          Mrk e Carlos,
          Mrk, acho q vc advinhou, adnou por Barcelona uns corretores brasileiros vendendo imovel no brasil por 60 mil euros, porem em locais sem qualquer condição. O porteiro do hotel onde fiquei (3 estrelas ) comprou um, o pior é q

          0
          • Luiz 5 de setembro de 2011 at 15:48

            …ops… o pior é que o imbecil nem sabe o nome da praia onde comrpou, sabe que é uma baia de alguma coisa. E Jura que fez um otimo negocio se comaprado aos preços de barcelona a meca do turismo internacional, um formigueiro de gente.

            0
          • Andre Luiz 5 de setembro de 2011 at 16:35

            É bom ele saber que, aqui no Brasil, se o proprietário não visita regularmente o imóvel corre o risco de ele ser invadido e perdido por usucapião…

            0
        • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 16:02

          Se os investidores são esses perdidos, que nem sabem onde estão comprando, em vez de profissionais, a coisa vai ficar feia para eles.

          0
          • Luiz 5 de setembro de 2011 at 16:26

            ou os corretores brasileiros são os melhores do mundo.

            olha Carlos, se a casa pelo menos existir esses coitados pdoem se dar por satisfeito
            pobreza e burrice andam de mãos dadas no mundo todo, acontece que lá todos vivem de forma praticamente igual, graças ao governo

            0
    • Annibal 5 de setembro de 2011 at 14:51

      Mrk,

      tbm percebi isso, pois minha primeira reação aos absurdos falados foi a de procurar a área de comentários pra reclamar…mas acho q viramos uma ditadura… se reclamar..apanha….rs

      0
  • Roger 5 de setembro de 2011 at 14:42

    Desde faz algum tempo estou acompanhando os sites de leilões, e em todo este tempo jamais vi tantos imoveis e até carros e motos sendo leiloados quanto agora, as pessoas não estão conseguindo pagar suas dividas e já começam a perder seus bens.

    Alguns sites de leilões:
    http://www.zukerman.com.br/index.php
    http://www.leiloesjudiciais.com.br/leiloesonline/index.php
    http://www.centraldeleiloes.com.br/pages/default.aspx?void=21511111155

    0
    • Selvagem 5 de setembro de 2011 at 16:13

      Por curiosodade, voce ja chegou a comprar algum imóvel em leilão? Sem dúvida os que eu tenho visto tem preços menores que os de mercado. Mais sempre o complicador é o fato de estarem ocupados. Gostaria de saber se alguem tem experîência nesse mercado? Qaunto tempo em médoa é possível entrar na posse efetiva e os custos desprendidos com advogados.

      0
      • Selvagem 5 de setembro de 2011 at 16:16

        Pergunto isso pq no meu predio tem um condomino a anos inadimplente da taxa de condominio. A acao judical de cobranca já dura quase 10 anos. Ano passado foi feito a hasta publica. Passado 1 ano o arrematante ainda não consiguiu o imovel por causa dos recursos e embargos apresentados pelo devedor.

        0
      • Selvagem 5 de setembro de 2011 at 16:27

        Como pode esse lançamento Ca´doro na Augusta vender a esse preço? Aquela região sempre foi o lugar mais cheio de puteiro na cidade de São Paulo, recentemente foi invadida pelos “alternativos – GLS” e “Zé droguinhas”. A região todo mundo sabe que reúne o submundo do submundo da cidade. O próprio cad´oro fechou ali por falta de ambiente para um hotel . No entanto resolveram que ali é o novo lugar quente para imóveis e fazem um extremo oba-oba em torno de um lugar absolutamente degradado.

        0
        • Roger 5 de setembro de 2011 at 16:40

          Eu também achou um absurdo esse preços, é uma loucura o que está acontecendo no Brasil.

          0
      • Roger 5 de setembro de 2011 at 16:30

        Selvagem, eu ainda não comprei imóvel em leilão, mas eu já comprei automóvel em leilão faz já uns 4 anos, mas neste momento não esta tão bom quanto nessa época, acho que o melhor é esperar um pouco.

        0
      • Leandro 5 de setembro de 2011 at 17:42

        Imóvel que pode valer a pena comprar em leilão são os que foram vendidos com base na lei de alienação fiduciária em garantia. Nesses, mesmo ocupados, com um advogado que conheça a lei, a entrada no imóvel é rápida.
        Dê uma lida na Lei 9.514/97 no site http://www.planalto.gov.br.
        Destaco o seguinte artigo:
        “Art. 30. É assegurada ao fiduciário, seu cessionário ou sucessores, inclusive o adquirente do imóvel por força do público leilão de que tratam os §§ 1° e 2° do art. 27, a reintegração na posse do imóvel, que será concedida liminarmente, para desocupação em sessenta dias, desde que comprovada, na forma do disposto no art. 26, a consolidação da propriedade em seu nome.”
        Na minha opinão, pra valer a pena, o preço tem que ser uns 30% a menos que o preço de mercado.
        Acompanhe o jornal de sua cidade. Com certeza são publicados editais de leilões.
        Vá a algum desses leilões para se familiarizar (só para assistir).
        Abraço.

        0
        • Paulo Rocha 5 de setembro de 2011 at 18:47

          Leandro,

          É bom não se empolgar muito com compra de imóveis em leilão. Eu sei de um caso que demorou mais do que 6 anos para o arrematante conseguir entrar no apartamento que foi arrematado. E adivinha quem era responsavel por pagar o condomínio e IPTU durante este tempo? O “sortudo” do novo proprietário.Pensa só você comprar um apartamento que você acha “barato”, e não consegui usufruir-lo durante 6 anos, e ainda tem que pagar todas as despesas, nem alugar você consegue. Não foi questão de terem escolido um advogado ruim, afinal quem tem dinheiro para comprar apartamento (mesmo em leilão) na Lagoa (RJ) tem dinheiro para pagar um bom advogado.

          0
          • Leandro 6 de setembro de 2011 at 12:54

            Paulo,
            Antes de comprar o apartamento em leilão, é bom que a pessoa estude bem o assunto.
            Realmente não pode ser feito na base da empolgação.
            Mas há verdadeiros investidores ganhando dinheiro com isso. Fui assitir a um desses leilões recentemente.
            Esse caso que você citou provavelmente não foi leilão com base na lei de alienação fiduciária em garantia. Os leilões com base nessa lei vão “pipocar” daqui pra frente.
            Abraço.

            0
  • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 14:58

    Estoque alto faz Volkswagen suspender produção no PR

    SÃO PAULO (Reuters) – A Volkswagen suspendeu nesta semana a produção em sua fábrica em São José dos Pinhais (PR) por aumento dos estoques de veículos, informou a montadora alemã nesta segunda-feira. A suspensão ocorre após vendas recordes da indústria nos oito primeiros meses do ano.
    A montadora alemã negociou com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba paralisação da produção em meio a feriados locais e da comemoração do 7 de setembro, na quarta-feira.
    Os quatro dias de produção parada serão compensados em quatro sábados até o final de 2012, afirmou o secretário-geral do sindicato, Jamil D’Ávila.
    A flexibilidade acontece após forte ritmo de produção no primeiro semestre, em que montadoras chegaram a abrir turnos extras para dar conta da demanda por veículos do país.
    Segundo D’Ávila, a Volkswagen tem cerca de 10 mil carros no pátio da fábrica em São José dos Pinhais, quando o normal é um volume de 4 mil a 5 mil unidades. A planta produz os modelos Golf, Fox e CrossFox.
    “A empresa havia informado que houve uma queda nas vendas (…) mas temos trabalhado normalmente, num ritmo de 810 carros por dia”, disse o secretário-geral do sindicato.
    A assessoria de imprensa da Volkswagen confirmou a parada na produção da planta e informou que o motivo deve-se ao nível dos estoques. Apesar disso, a empresa não informou o volume de veículos no pátio da fábrica.
    A associação de concessionários brasileiros, Fenabrave, divulgou na sexta-feira passada uma queda de 0,44 por cento nas vendas de automóveis em agosto em relação ao mesmo período de 2010. Na comparação mensal houve alta de 6,3 por cento.
    Na ocasião, o presidente da Fenabrave, Sergio Reze, comentou que as distribuidoras fecharam agosto com estoques para mais de 40 dias, quando o ideal seriam 21 dias. “Não está havendo equilíbrio entre oferta e procura”, afirmou Reze na sexta-feira.
    Segundo expectativa da entidade que reúne as montadoras instaladas no país, o Brasil deve registrar novo recorde de vendas em 2011, com alta de 5 por cento nos licenciamentos, para 3,69 milhões de veículos.
    Em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, a montadora cancelou dois sábados de produção reservados para julho e agosto, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    • DRN 5 de setembro de 2011 at 15:54

      Isso é ameaça arquitetada. Os caras estão batendo recordes de venda mas querem vender sempre mais. São mais de 300 mil veículos por mês. Se estabelecermos uma média de R$10.000,00 de lucro líquido por veículo, teremos R$3 bi por mês de lucro líquido. Eu queria ver se nós, brasileiros, tivéssemos a capacidade de nos mobilizar e parar de comprar carros novos por um ano. Elas quebrariam? Quebrariam nada. Abaixariam o preço com certeza.

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  • DRN 5 de setembro de 2011 at 15:09

    Opinião interessante do Trading Café:

    Investimentos pessoais… Tesouro direto, títulos públicos…
    Posted on September 3, 2011 by tradingcafe

    Não é só o ouro que identifica um aumento na percepção de risco, no temor de variabilidades de retornos nos investimentos. Como já sabemos, o ouro identifica a estabilidade e a falta desta nos mercados. Quando a percepção de risco aumenta, as cotações do metal precioso dispara. Os riscos de investimentos vão desde o risco de crédito, da perda da totalidade do investimento numa falência, até a variabilidade de retornos negativos ou inferiores à media esperada ou projetada para tipos de ativos. Desta forma, diante de uma possibilidade de um aumento da ocorrência de um risco sistêmico, como vemos neste momento, os ativos vão apresentando um comportamento em concordância com a expectativa. Estamos vendo já há algum tempo o ouro disparar em altas históricas. A bolsa, representando grande incerteza de retornos, caiu de pouco mais de 70 mil pontos para os atuais 55, 56 mil pontos. Mas o ouro, no Brasil, não é um instrumento de investimento habitual do brasileiro como o é no exterior. Assim sendo, estamos vendo uma migração de bolsa de valores para títulos de renda fixa. A poupança traz um retorno de mais ou menos 7%, desinteressante quando as taxas de mercado estão acima de 12%, mesmo tendo a diferença de não pagar IR, o investimento em outros títulos é mais rentável que a poupança ainda. Porém, taxas de juros em queda nos mercados não identificam somente percepção de que a inflação está caindo, denota, sobretudo, uma busca de segurança de retorno (risco de crédito zero nos títulos públicos federais brasileiros) com um retorno que estava até recentemente próximo de 13%. A demanda alta trouxe estes mesmos títulos do tesouro nacional para perto de 11,5% ao ano. Isto identifica também uma busca por segurança, com um temor de que algo grande e ruim está para acontecer, risco sistêmico. Quem comprou tesouro direto nos últimos meses está obtendo um retorno fantástico, com segurança e duplo ganho, pelo investimento em taxas superiores a 12,5% e o ganho de capital na precificação causado pela demanda aumentada, que trouxe os retornos para perto de 11,5% ao ano. E agora, o que fazer, se as taxas já caíram? Investir ainda em títulos de renda fixa, fundos DI com taxa de adminstração máxima de 0,5% ao ano, CDB’s de bancos com retornos superiores a 98% do CDI e tesouro direto indexado à inflação. Todos estas sugestões valem até a taxa do CDI, do tesouro nacional, chegarem perto de 10,20%. Se as taxas continuarem caindo e atingirem este nível, a poupança passa a ser a melhor alternativa de novo. Portanto fiquem atentos, porque é isso que o governo vai tentar fazer, abaixar os juros para forçar as pessoas a retornarem para a poupança, para fomentar o mercado imobiliário… Como em 2008/09. Porque neste ano, a saída líquida da poupança está deixando os bancos sem caixa para o mercado de financiamento imobiliário. Renda fixa, longe da poupança, longe da bolsa.

    E em São Paulo os preços continuam nas alturas. Vejam resposta de corretora sobre o Cad’oro (na Rua Augusta):

    “Haja vista o sucesso do lançamento do Empreendimento no último sábado, 03-09, não tenho a informação de unidades ainda disponíveis, pois esta informação é muito dinâmica e é imprescindível a sua presença no Show Room.

    A tabela de preços divulgada no dia do lançamento saiu com valores a partir de:
    * unidade residencial – R$ 9.000,00 / m2
    * unidade comercial – R$ 10.200,00 / m2
    * unidade hotel – R$ 12.000,00 / m2”

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  • MrK 5 de setembro de 2011 at 15:25

    VEJA O SITE GUMTREE (site referencia internacional de aluguel e venda de imoveis)

    londres, cidade olimpica:

    Em londres – 4 apartamentos a alugar pra cada 1 a venda
    em manchester – 1.5 pra alugar pra cada 1 a venda
    em liverpool – 1 pra alugar pra cada 2 a venda

    não existe essa loucura de 1 pra alugar pra cada 15 a venda em lugar nenhum do mundo!!!

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    • Luiz 5 de setembro de 2011 at 16:03

      Mrk, trouxe um monte de jornaizinhos de imobiliarias da viagem, vou divulgando algusn , escuta essa:

      Palazzio em Modena (pra quem não sabe é uma cidade média, da região da bolonha, perto de onde fica a fabrica da ferrari, na rua vc vê “maquinas” passando o tempo todo, coisa fina e rica)
      o palazzio tem 750 m2, varanda em marmore, um jardim imenso, garagem pra uma frota, na região central da cidade, e vem com a mobilia como sempre.

      Preço 500 mil euros ou troca por uma kit no botafogo.

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      • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 16:09

        Te dou meu conjugadão no Catete, e você me volta uma ferrari de troco.

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        • Luiz 5 de setembro de 2011 at 16:21

          serve 2 lotus?

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        • MrK 5 de setembro de 2011 at 16:25

          hahahahah

          essa loucura tá demais, tá tipo quando o palacio imperial japones valia mais que toda a california

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          • luiz 6 de setembro de 2011 at 08:57

            dealhe
            na italia os preços são cheios, não houve bolha lá

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  • Luciana 5 de setembro de 2011 at 15:30

    Alguém aqui já viu o preço absurdo de capinha mequetrefe de silicone para celular? R$ 35,00. Bolha também nos preços das capinhas? Ou o povo é muito burro que paga um absurdo deste? Me recuso a pagar por uma capinha ridícula este valor, mas no box em que eu fui ver tinha 4 pessoas comprando e achando normal pagar este valor. Me olharam com cara de espanto eu recusar pagar este absurdo. Se aceitam pagar R$ 35,00 por uma capinha fulambenta vão aceitar pagar numa boa um por um apertamento de 40m2 R$ 500.000,00

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    • Marcos 5 de setembro de 2011 at 16:06

      Alguém no passado já disse: Só existe malandro porque existe otário!

      Brasileiro segue o mesmo padrão americano de comprar coisas inúteis e caras só pelo status.

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  • Luiz 5 de setembro de 2011 at 15:58

    Carlos, vc me desculpa, mas completo siginifica, 6 marchas, sistema antiderrapante de aceleração e curvas, air bags para todos os passageiros, abs com ebd, piloto automatico, bancos e volante com ajsutes completos, freio a disco ventilado nas 4, rodas de liga leve, perfil baixo, ar dualzone, sensor de estacionamento, radio com entrada usb, auto falantes de qualidade em todo o carro, retrovisores em lente bipartidos, e ainda alguma outra coisinha…

    gol completo não vem completo, é o trio eletrico e só.

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    • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 16:07

      Luiz, não estou questionando. Pelo contrário, coloquei o preço do Gol para mostrar que no fim, a minha percepção sobre o preço do Gol no Brasil ser o mesmo de um BMW na Alemanha acabou sendo exata. Os preços batem perfeitamente.

      O Gol tem sua venda proibida em todos os países civilizados porque não atende aos itens obrigatórios de segurança: freio abs e airbag.

      Aqui até até a fiação do som é vendida a parte.

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      • Luiz 5 de setembro de 2011 at 16:20

        segura aí marcos pq lembrei de mais uma, motor 1.8 a diesel que faz 19 km/l com ar ligado a 16 graus, e o diesel custa 1,25 o litro. E o seguro 700 E$ pra brasileiros, ou a metade pro resto do mundo

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        • Lucas2 5 de setembro de 2011 at 16:35

          Tenho a impressão que estamos aqui trabalhando como escravos para sustentar alegremente a vida digna nas sedes das multinacionais.
          Aja futebol, samba, cerveja e um salvador dos trabalhadores dizendo o tempo todo que o Brasil é lindo, o Rio é lindo, somos a 8ª economia do mundo e seremos a 5ª… E daí? Eu quero a minha parte.

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          • Luiz 5 de setembro de 2011 at 17:39

            impressão sua, estamos trabalhando quenem locos pra sustentar os petistas neomilionarios, tipo molusco e molusca, palluf e seu bando

            as multis apenas exigem excelentes condições pra valer a pena ter tanta dor de cabeça aqui.

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          • Lucas2 5 de setembro de 2011 at 18:15

            Luiz, você tem toda a razão.
            Para corroborar, hoje ouvi na CBN que São Paulo e Rio, estão lá pela posição 50 num ranking de centros financeiros mundiais onde há pretensões de se investir, que droga, São Paulo é uma das maiores cidades do mundo e fica próximo da posição 50…
            Os investidores têm medo de entrar aqui, para atuar em nossas terras tem que ter muito jogo de cintura, fazer muita negociata, o emaranhado tributário é uma desgraça, o sujeito, mesmo tentando fazer tudo certo, é bem provável que chegue um fiscal e aponte um problema, aí já viu, paga multa ou paga por fora…

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  • MrK 5 de setembro de 2011 at 16:34

    Todo mundo comentando os estoques altos das montadoras e como eles tão parando a produção, ALGUÉM TEM DUVIDA QUE ESSE MESMO EFEITO SERÁ VISTO NAS CONSTRUTORAS?!?

    A diferença é que montadoras se adaptam fácil: Param produção, diminuem importação e vão escoando estoques… o ciclo de produção de carros é curtíssimo perto do de um apartamento, fácil de gerenciar!

    Já as construtoras estão ferradas, pois elas não podem simplesmente “parar produção” uma vez que a produção delas tem uma inercia enorme pelo ciclo de produção do apartamento (2 a 3 anos), se elas param hoje, só vai afetar entrega de daqui há 2 ou 3 anos!!! Ou seja, as entregas delas até meados de 2014 já está comprometida INDEPENDENTEMENTE do tamanho do estoque daqui até la… elas não podem puxar o freio de mão mais… super estocagem, pedra cantada!!!

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    • FSH 5 de setembro de 2011 at 17:38

      MrK, vale lembrar que o quadro das montadoras é um pocuo diferente. Em dezembro de 2010 as medidas macroprudencias implementadas pelo BC frearam muito a concessão de crédito para automóveis que era o grande propulsor do crescimento do setor, além de ser bem mais sensível as variações da economia. Embora o crédito imobiliário esteja crescendo mês após mês acho que vc tem razão. Em um futuro não muito distante os imóveis vão ficar encalhados por conta do excesso de oferta, ou melhor por falta de demada.

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  • henrique 5 de setembro de 2011 at 16:53

    É claro que o governo sabe do problema que tem pela frente em relação à crise internacional, ao aumento da inadimplência, redução do consumo interno e encolhimento do mercado imobiliário. Sabe da bomba que tem nas mãos, mas não pode divulgar para não criar pânico.
    Antecipou o corte dos juros para tentar empurrar o problema para frente. E podem ter certeza que irá tentar reavivar o endividamento da população e o mercado imobiliário a qualquer custo, principalmente com aumento da inflação, para tentar empurrar o problema pra frente (já estão falando em selic a 10%a.a.). Uma retração econômica, com aumento do desemprego, seria uma CATÁSTROFE, o início do desmoronamento de um castelo de cartas, cuja cereja do bolo será a quebra de construtoras e grandes prejuízos arcados por investidores desinformados.

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    • Luiz 5 de setembro de 2011 at 16:59

      Henrique, belo resumo.
      A partir de agora perder pouco será ganhar.

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    • MrK 5 de setembro de 2011 at 20:11

      henrique, a tia dilma ta imitando o bush, mas igualzinho mesmo

      o objetivo de politico é sempre o mesmo “a bomba pode até estourar, mas quando outro tiver lá na cadeira” eles tentam comprar tempo, mesmo que isso seja a um custo de que o problema será ainda maior, “dani-se, na mão dos outros é problema deles, enquanto eu tiver aqui eu pedalo!!”

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  • Murdoch 5 de setembro de 2011 at 17:13

    Ao lado do prédio dos meus sogros em Niterói está saindo um condomínio com 3 blocos. O cara da Odebrecht (construtora do condominio) disse que com o boom do setor foram iniciadas o dobro das obras previstas pra SP, proporcionalmente é claro.

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    • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 19:47

      Rio, Niterói, só faltam os caras derrubarem um prédio para construir outro igual por cima. Nunca se viu tanta construção nos últimos 20 anos.

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  • Carlos Wagner 5 de setembro de 2011 at 17:16

    Bolha

    Abre um novo topico ai pra gente. Esse aqui ta ficando longo devido às discussões.

    Obrigado

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    • Andre Luiz 6 de setembro de 2011 at 10:31

      Sugiro abrir com a matéria do Estadão que o excelente blog o Observador do Mercado publicou hoje em 06/09/2011:

      h t t p : / / observadordomercado.blogspot.com/2011/09/estadao-em-queda-livre-mercado.html

      Estadão: Em queda livre, mercado imobiliário oferece descontos

      Depois do período de intensa movimentação registrado em 2010, o mercado imobiliário passa por uma fase na qual o consumidor encontra condições mais favoráveis para comprar um imóvel novo e tentar negociar um desconto.

      “No ano passado, quem precisava comprar era obrigado a fechar negócio rapidamente, porque em dois meses se vendia um empreendimento. Neste ano, com o mesmo número de lançamentos do ano passado, mas com ritmo de venda menor, as pessoas vão ter mais tempo para escolher o imóvel”, diz o presidente do Sindicato da Habitação, João Crestana.

      Esse ritmo já influencia os números do setor. Balanço divulgado no início da semana pelo sindicato mostra que as vendas acumuladas de janeiro a junho deste ano na capital somaram 11.680 unidades: queda de 31,3% em comparação a igual período de 2010.

      Neste cenário, o consumidor deve pesquisar e tentar negociar um desconto, que pode girar em torno 10%, segundo estimativa de Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). Ele afirma ainda que essa negociação negociação vale para todos os tipos de imóveis e em qualquer região.

      Segundo o economista chefe do Secovi, Celso Petrucci, “sempre é possível negociar, e essa negociação tem de ser vantajosa para as duas partes”, ressalta Petrucci.

      O presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, diz que existem duas situações nas quais é possível ao futuro proprietário negociar um abatimento no preço. Nos imóveis vendidos na planta, cujo investimento é considerado de risco, e também naqueles cujo Habite-se (auto de conclusão da obra edificada em conformidade com os projetos aprovados) ultrapassou seis meses. “Neste caso, o imóvel é novo, mas não é lançamento e o consumidor consegue pechinchar”, afirma Viana Neto.

      Nota do blog: Se o próprio mercado já admite descontos de 10%, em breve chegaremos a patamares entre 30 e 40%. Então, faça valer o seu dinheiro…

      h t t p : / / economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,esta-mais-facil-negociar-no-momento-da-compra-de-imoveis,82950,0.htm#

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  • Luiz 5 de setembro de 2011 at 17:16

    Soube q Presidente do IBGE se demitiu
    IBGE é quem mede inflação oficial e crescimento do PIB.
    Mto estranho isso.

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    • Carlos Wagner 5 de setembro de 2011 at 17:28

      Pode parecer teoria da conspiração, mas muita gente do governo, que ocupa cargos em que suas estatisticas ou publicações sustentam o equilibro governamental, sofre sérias pressões para manipular dados.

      Felizmente, não são todos que se sujeitam a isso, principalmente quando se trata de funcionario pulblico de carreira, que pedem exoneração da chefia e voltam a ocupar seus respectivos cargos no quadro.

      O grande problema são os 25 mil cargos de confiança criados na era Lula, onde seus integrantes são nomeados por criterios politicos para assumir direção, chefia e assessoramento em empresas publicas estrategicas para que a maquina governamental continue funcionando e contribuindo para a sua permanencia no poder.

      Estamos sendo enganados há um bom tempo, porém só agora as coisas estão ficando mais evidentes por já estamos num quadro insustentavel.

      Pra ruim falta pouco.

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    • MrK 5 de setembro de 2011 at 20:12

      luiz, se tem a ver com manipulação de dados eu não sei, mas tá ridicula essa inflação de 6,5%, isso tá, dá um tempo, tá tudo subindo em 2 digitos

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      • luiz 6 de setembro de 2011 at 08:59

        20 dias de féria e qdo volto o preço da refeição na padaria subiu de 15 pra 20 reais
        quem come lá são os lojistas da região, gente que essa grana vai pesar mto

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      • Carcará 6 de setembro de 2011 at 09:15

        Mrk,
        no dia em que o BC resolveu baixar a SELIC tecnicamente: DERRUBA ESSA PORRA AÍ QUE EU TÔ MANDANDO!!!, aconteceu um fato discretamente noticiado pela mídia – a saída inexplicável do presidente do IBGE no comando da instituição. Sabemos que o IBGE é o aferidor de indíces de inflação, inclusive do oficial, IPCA. Presunçosamente, achei que só eu tinha dado importância a notícia. Mas a sabe-tudo de economia da globo, que, de uns tempos para cá, vem sinalizando que não quer ficar fora dos anúncios da tri-bolha (Bolhespa, acho que o termo foi cunhado por você, crédito e imobiliária) soltou o verbo na CBN/oglobo, falando da ameaça a independência do IBGE. A questão é se O IPCA vai convergir para o centro da meta da mesma forma técnica que a selic, ou seja, no grito. Segue o link abaixo.

        http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/09/02/ibge-autonomia-tem-de-ser-mantida-em-qualquer-gestao-402881.asp

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  • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 18:02

    Eu gostaria de saber do peso do setor imobiliário no PIB.

    Um dos maiores beneficiados com a explosão de preços foi o número do PIB.
    Exemplo: um prédio de 20 apartamentos é construido. Se cada apartamento custar 100 mil, o PIB cresce 2 milhões. Se cada apartamento custar 300 mil, o PIB cresce 6 milhões.

    Basta o valor nominal dos imóveis novos subirem e o PIB cresce junto. Com quanto será que a explosão de preços contribuiu para o PIB de 2010? Seria interessante ver uma simulação do número com um cenário onde os preços tivessem subido ‘apenas’ 10%. Será que o PIB chega a cair 1 ponto?

    No fim esse aumento de preços foi bom para a propaganda do governo.

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    • Adriano 5 de setembro de 2011 at 18:32

      Interessante ponto. Acho que vale uma pesquisa.

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      • luiz 6 de setembro de 2011 at 09:00

        boa

        lembro da epoca da faculdade que construção civil responde por 5%, mas incllui ai as grandes obras dos governos

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  • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 18:11

    Desde de que a taxa de juros caiu, os ‘analistas’ recomendam com todo o fervor ações de bancos e construtoras. Podem procurar na internet e vão achar várias matérias com essas recomendações nos últimos dias.

    Hoje, bolsa em baixa forte, adivinhem quais os setores que tomaram o ferro maior:

    IMOB -3,16 (setor com a maior queda)
    IFNC -3,13

    Lembrando que quem está vendendo são os investidores estrangeiros. Eles devem ser bobos, e os ‘analistas’ devem ser espertos. Aliais, o que mais existe no Brasil é gente ‘ixperrrta’.

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  • DM 5 de setembro de 2011 at 19:08

    E a mídia inciste em fazer propaganda velada!

    Imóveis: jovens estão comprando mais, para morar e investir

    Comente

    SÃO PAULO – Os jovens estão comprando cada vez mais imóveis, tanto para morar quanto para investir. De acordo com levantamento da Habitcasa efetuado entre janeiro e março deste ano, 43% dos compradores de imóveis residiam com os pais ou familiares antes de adquirir o bem.

    Segundo a pesquisa, este público, que está na intersecção entre duas gerações – os mais antigos da Geração Y e os mais novos da X, entre 27 e 36 anos – está conseguindo adquirir o primeiro imóvel mais cedo, por conta do maior acesso ao crédito.

    “Percebemos que, nos anos anteriores, o cliente saía de casa por motivos de casamento, mas agora, com a possibilidade de financiamento, muitos já estão antecipando a saída da casa dos pais”, afirma o diretor da Habitcasa, Maurílio Scachetti.

    Além das facilidades de financiamento, o diretor administrativo da Imoplan, Rodrigo Cardozo de Carvalho, aponta outro fator para este aumento das vendas entre as pessoas mais jovens: o aquecimento do mercado imobiliário.

    Segundo ele, antigamente, as pessoas costumavam comprar um imóvel para a vida toda, pensando no crescimento da família. “Ou seja, procuravam por um imóvel maior e mais caro”, diz. “Já no cenário atual, percebemos que os jovens estão mais confortáveis em comprar um imóvel de acordo com suas condições e necessidades atuais. Se houver necessidade, a venda deste imóvel e a compra de outro não será um problema”, completa Carvalho.

    Segmento econômico
    Os jovens costumam comprar mais imóveis do segmento econômico, com valor de até R$ 250 mil. De acordo com dados da Habitcasa, a idade média dos compradores de imóveis deste segmento econômico é de 29 anos, com renda média familiar de R$ 5,2 mil.

    Ainda segundo o levantamento, efetuado no ano passado, a maioria dos compradores (76%) de imóveis deste segmento tinha objetivo de morar, enquanto 20% estavam comprando o bem com a finalidade de investir.

    “A maioria das transações continua sendo referente à compra do primeiro imóvel”, afirma Carvalho. “Porém, com a grande quantidade de lançamentos, a facilidade para pagamento até a entrega da obra e constante valorização dos imóveis, a quantidade de jovens investidores aumentou significativamente. O retorno é alto e garantido”, continua o diretor da Imoplan.

    Mercado imobiliário
    De fato, o retorno não tem sido um problema para os compradores de imóveis nos últimos anos. De acordo com o Índice Fipezap, produzido em parceria entre a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e Zap Imóveis, os imóveis ficaram 87,9% mais caros na cidade São Paulo nos últimos 3 anos. Os aluguéis, por sua vez, aumentaram 36,4% no mesmo período.

    Só este ano, o imóveis tiveram valorização de 16,6% na capital paulista, enquanto no País a valorização foi de 17%. Entretanto, para Carvalho, mesmo com uma alta tão acentuada, ainda há espaço para mais valorização, ainda que menos expressiva.

    “O País está em fase de crescimento e os preços continuarão subindo, mas acredito que o ritmo diminuirá nos próximos anos”, acredita.

    Fonte: economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/09/05/imoveis-jovens-estao-comprando-mais-para-morar-e-investir.jhtm

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    • DM 5 de setembro de 2011 at 19:33

      Ops, insiste!

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    • Carlos__ 5 de setembro de 2011 at 19:44

      É nessas, quando querem ser mais malandros que a malandragem, que eles entregam o jogo.

      Se “43% dos compradores de imóveis residiam com os pais ou familiares antes de adquirir o bem.”, então, pela lógica, os 57% restantes já mora em um imóvel próprio ou alugado por eles mesmos.

      Nesse caso, temos 3 perfis dentro dos 57%:

      1 – Mora em imóvel próprio, vai vender o antigo para morar no novo. Liberou um imóvel.
      2 – Mora de aluguel e vai devolver para ir para um imóvel próprio. Liberou um imóvel.
      3 – Comprou para alugar ou revender, não vai se mudar. Tem um imóvel livre para colocar no mercado.

      Resumo: segundo os dados da Habitcasa, o estoque de apartamentos disponíveis para aluguel e venda, já descontados os para moradia, vai aumentar na quantidade equivalente a 57% dos imóveis hoje em construção.

      Vamos usar Curitiba como exemplo. Teremos esse ano mais de 10.000 unidades concluídas. Isso significa, com esses números, que 5.700 apartamentos vão entrar no mercado, sem ninguém para morar.

      Somando aos 9.800 que já temos hoje anunciados no site imobiliário da cidade, teremos o belo número de 15.500 apartamentos. Mais de 50% de aumento na oferta em um mercado que já tem mais vendedor que comprador.

      Alguem avisa para o pessoal da Habitcasa que esperteza, quando é muito grande, acaba engolindo o dono. Sem querer, no meio de uma propaganda, acabaram entregando o ouro: estão construindo mais do que o dobro de apartamentos que o mercado consegue absorver nesses preços.

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      • Carcará 6 de setembro de 2011 at 09:05

        Carlos,
        análise simples e objetiva, de valor inestimável. Como a economia é em parte lastreada na matemática, inveitavelmente a conta sempre aparece.

        abraços

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      • Andre Luiz 6 de setembro de 2011 at 10:13

        Carlos__,

        Sensacional essa sua dedução. Realmente teremos uma super oferta de imóveis em breve. Se hoje já está havendo descontos, imagina no ano que vem, quando fará 3 anos que essa farra começou e os imóveis prontos forem sendo entregues.

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  • Roger 5 de setembro de 2011 at 19:48

    Bom bolhaimobiliária, quando tu vai fazer o twitaço??? Eu acho uma boa data no dia 9/11, dia perfeito para dar a massagem de alerta ao povo para que paguem o justo e não terminem pagando o pato!

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    • Bolha Imobiliária 5 de setembro de 2011 at 20:02

      Pois é…vontade tenho, mas acho muito poucas pessoas…mas vamos tentar…

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      • Roger 5 de setembro de 2011 at 20:12

        vamos tentar, vai que dá certo!

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    • Tales 5 de setembro de 2011 at 20:39

      Dia 11/9 vai ter mta gente twitando sobre a data….teriamos muita “concorrencia” para irmos aos TTs.
      Tem que ser uma data comum e em um dia de semana….

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      • Philis 6 de setembro de 2011 at 04:38

        Tem que ser dia 7 de setembro. O brasileiro não é patriota mesmo, boa parte vai estar em casa, na internet. Viajar ninguém vai, é quarta-feira, sem enforcamento dos dias seguintes.

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  • MrK 5 de setembro de 2011 at 19:53

    A CARA DE PAU DE ALGUMAS PESSOAS ME IMPRESSIONA

    Oglobo publicou hoje em letras garrafais materia dizendo que “Inadimplência do consumidor em agosto foi a menor em dez ano”, estranho não??

    Daí você vai ler e descobre que ele tá falando da “inadimplencia das contas fixas, como energia e celular” e não da inadimplencia em geral!!! É OBVIO que a inadimplencia dessas contas cairia, pois com o crédito farto, todo mundo tá pagando essas contas com o cartão de crédito e o rotativo (ninguem quer ficar no escuro ou sem telefone), de modo que a inadimplencia na energia e no celular ficam baixas, mas nos cartões de crédito e nos bancos ficam a trolha toda

    detalhe que na mesma matéria tem esse trecho “o percentual de famílias comprometidas com algum tipo de financiamento passou de 52,2% para 53,8%, na mesma base de comparação.” mas isso não foi pra manchete….

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    • DM 5 de setembro de 2011 at 20:08

      ” As guerras são vencidas pelos mais fortes, porém contadas pelos que tem a voz mais alta!”

      Isto é nossa mídia, tem a voz alta para o que interessa a ela.

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  • carlos wagner 5 de setembro de 2011 at 22:20

    Alguem ja tinha visto essa palestra no youtube? Vale a pena assistir.

    http://www.youtube.com/watch?v=NE0LenEJJzQ

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  • Marcos 5 de setembro de 2011 at 22:36

    Nenhum Estado brasileiro tem PIB per capita igual a um país rico
    5 de setembro de 2011 | 18h00
    Sílvio Guedes Crespo

    blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/09/05/nenhum-estado-brasileiro-tem-pib-per-capita-igual-a-um-pais-rico/

    Não tem PIB, mas tem imóvel mais caro que país rico. Que porra é essa?

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  • Sérgio 6 de setembro de 2011 at 00:27

    Como já dito aqui anteriormente, a mídia é meio de desinformação para o grande público: alteram a verdade de acordo com os próprios interesses.
    No entanto, temos uma “mídia” que não obedece aos interesses de globo, coligadas e submissas: o YOUTUBE. Se cada um de nós fizesse “pipocar” vídeos, com formato de reportagens, informando os verdadeiros rumo de nossa economia, especialmente no tocante a IMÓVEIS, mas não somente, teríamos que ser ouvidos hora ou outra pelas próprias mídias oficiais.
    Na globo news de agora à noite, o cara falar em mercado aquecido e acelerado, vendas recordes e, contrariamente, falar em férias coletivas para montadoras de carros e celulares, sendo essa última também com demissão voluntaria, é demais.
    O YOUTUBE é um instrumento fabuloso que mesmo eles acessam para saber os verdadeiros termômetros sobre determinados temas.
    Fazer videos não é coisa de outro mundo e assunto, a matéria prima, não nos falta.
    Fica aqui uma dica.
    Imaginem: hoje há 10 vídeos falando sobre o assunto; semana que vem, 100… e por aí vai.
    Só para reforçar a insensatez que se chega com essa especulação: moro em Cascavel/PR, mas sou do interior do Rio. Hoje colocaram uma placa de vende-se em um sobrado próximo ao meu; ambos são idênticos em tudo; o meu, o proprietário comprou em 2008, assim que mudei-me pra cá, por 130K. Achei um preço razoável à época; um ano depois o camarada me coloca à venda por 250K. Passados poucos meses e nenhuma procura, ele resolveu abaixar para 180K; isso no início desses ano: resultado 01 procura com resultado negativo. Eu mesmo propus comprá-lo, mas por 160K, pois, pago quase 0,8K de aluguel e considerei um preço razoável, mas o negócio não foi fechado.
    Bem, voltando, o sobrado ao lado do meu foi posto à venda por 350K. Liguei para a imobiliaria nativa perguntando como quem não sabia de nada. Após, informei o valor do imóvel em que resido e que, mesmo sendo quase a metade do outro, ainda não foi vendido. A corretora falou que estava a esse preço pelo fato de o sobrado ser “mobiliado”. Foi aí que eu entendi a diferença de preço, pois, 170K justifica as “mobílias” usadas de um imóvel de 96 m2.
    .
    Youtube neles.

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  • Selvagem 6 de setembro de 2011 at 00:50

    ANÁLISE-Falta de indicadores ofusca rumos do setor imobiliário

    SÃO PAULO (Reuters) – Contrariando a robusta demanda por imóveis, escassez ainda é a palavra que rege o setor imobiliário no Brasil. Escassez não apenas de mão de obra e terrenos adequados para construção, mas carência de estatísticas sobre um mercado que, há cerca de cinco anos, apresenta crescimento constante.

    Após quase duas décadas em que esteve subvalorizado, o setor imobiliário passa a ter agora a necessidade de consolidar dados estatísticos em nível nacional e contar com indicadores oficiais, tanto de vendas quanto de preços, capazes de permitir prever e avaliar movimentos de estabilização, queda ou alta.

    O primeiro entrave para se chegar a dados oficiais, na visão de quem acompanha o setor, esbarra no fato do setor ser formado, em grande parte, por empresas familiares, de porte menor, dificultando a obtenção de números confiáveis.

    “No Brasil é muito complexo obter dados com precisão. O processo de levantamento de dados exatos exige ronda nos cartórios –e ainda existe ilegalidade em registros–, além da composição de todos bancos que têm carteira hipotecária”, afirma o economista e professor de Finanças Ricardo Torres, da BBS Business School.

    Diferentemente de muitos países desenvolvidos, que têm dados sobre a indústria imobiliária muitas vezes fornecidos pelo governo, no Brasil a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) vem buscando consolidar pesquisas dos principais mercados do país. Essas pesquisas, entretanto, são resultado de iniciativas isoladas de sindicatos e associações.

    O Secovi-SP, por exemplo, sindicato que representa o setor na capital paulista, divulga mensalmente dados de vendas e lançamentos de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo. Os números, contudo, parecem conflitantes quando se comparam aos resultados das principais construtoras e incorporadoras do país, que têm forte atuação na cidade.

    Para o analista Marcos Paulo Fernandes Pereira, da Votorantim, esse tipo de dado acaba por não refletir a realidade das empresas grandes. “São dados muito pulverizados, de associações. Por considerar empresas familiares e menores, representa uma base ruim de comparação para empresas listadas na bolsa e distorce a capacidade financeira das grandes”.

    Segundo o Secovi, no primeiro semestre deste ano as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo recuaram 31,3 por cento na comparação com igual intervalo de 2010.

    Por outro lado, se considerados os dados divulgados pelas seis construtoras e incorporadoras que integram o Ibovespa, as vendas cresceram 13,6 por cento no mesmo período.

    “As pesquisas têm margem de erro muito grande porque dependem de entrevistas com empresas, que podem ter interesses pessoais”, acrescenta Torres.

    O levantamento do Secovi, que inclui tanto imóveis na planta quanto prontos, depende, de fato, da colaboração das empresas –de todos os portes– que não são obrigadas a fornecer os números regularmente.

    “Imóvel não é um produto padronizado e uma série de fatores, como localização, área útil ou infraestrutura, dificultam as comparações”, diz o gerente de economia e estatística do Secovi-SP, Roberto Akazawa. “Não existe nenhuma regra ou lei que determine aos Estados fazer essa medição.”

    Prova disso é que o Secovi no Rio de Janeiro, uma das capitais com mercado imobiliário mais aquecido, não contabiliza as vendas de moradias mensalmente, como ocorre em São Paulo.

    NOVOS INDICADORES

    A pedido do governo, institutos de pesquisa estão em fase de preparação de dois novos índices para acompanhar a valorização de imóveis residenciais.

    Um deles está sendo desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto o outro vem sendo elaborado por Fundação Getulio Vargas (FGV) e Abecip, que representa as entidades de crédito imobiliário e poupança. Ambos não devem ser lançados antes de 2012.

    “A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) também está em contato com o Secovi para analisar a viabilidade de um indicador nacional para imóveis novos, mas ainda em fase inicial, sem previsão (de lançamento)”, afirma Akazawa.

    Atualmente, a Fipe divulga todos os meses um índice de preços de imóveis residenciais que considera apenas unidades anunciadas, na maioria usadas, em parceria com o Zap Imóveis. Já a FGV pesquisa a valorização dos imóveis comerciais trimestralmente.

    “Essas instituições farão um bom trabalho, pela credibilidade que possuem, mas terão dificuldade em obter dados confiáveis”, afirma Torres, que não acredita no lançamento de um indicador nacional oficial para o setor no curto prazo.

    “É urgente a necessidade de um índice confiável para nortear o rumo do setor, evitando visões distorcidas e infundadas. Mas isso só vai acontecer com o movimento consolidado das instituições do governo”, acrescenta ele.
    _____________________________________

    Comentario: Essa reportagem tem um grande valor, quando afirma com todas as letras o quanto os dados disponiveis sao manipulaveis e pouco dignos de confianca. Diz com todas as letras o quanto é arriscado investir nesse mercado.

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  • ildeu 6 de setembro de 2011 at 01:12

    a tendência natural dos imoveis é baixar sempre de preço a partir de agora .No mundo inteiro ,isso deve acontecer[salvo em momentos especulativos como o o de agora no Brasil] .Sabem por que? por uma invenção que nada tem a ver com o setor: a pílula anticoncepcional.A diminuição dos filhos gera queda de demanda , e como os imoveis duram muitos anos ,2 ou 3 geraçoes podem morar na mesma casa .Assim , vai ter muitos imoveis abandonados , sobrando , assim como já acontece com carros [quem nunca viu carros usados mais velhos abandonados] mesmo com toda demanda que existe ainda por veiculos.Se cada vez constroem mais imoveis , e a populaçao fica estável , o que tende acontecer pela lei da oferta e procura?

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  • Ricardo 6 de setembro de 2011 at 06:07

    A parte que eu acho engraçada é que os argumentos de algumas pessoas para dizer que não é bolha devem ter sido exaustivamente usados no Japão para dizer que não havia bolha alguma até ela explodir. Afinal, o Japão é um país do tamanho de São Paulo com uma população do tamanho do Brasil, com renda alta. Mas nem o excesso de pessoas, nem a falta de terrenos, nem a renda alta sustentaram o aumento no preço dos imóveis, tanto assim que explodiu. O mesmo vale para os países escandinavos.

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    • Paulo Rocha 6 de setembro de 2011 at 06:35

      Sobre a escandinávia eu posso falar algo, já que moro na Noruega. Aqui a renda é muito mais alta que no Brasil, mas os imóveis estão muito mais baratos aqui, especialmente levando em a renda e tambem o custo de financiamento. Em geral os bancos não costumam a emprestar mais que 3 vezes a renda familiar. Os juros tambem são mais baixos por volta de 4,5%/ano. O governo da um desconto de 28% no imposto de renda pelos juros pagos então no final os seus juros reias são de 2,79% e com uma inflação de mais ou menos 2,5% na realidade você acaba só pagando uns 0,29% de juros por ano.

      Eu sou natural do Rio e quando morava no Brasil sempre morei na zona sul, mas eu acho os preços atuis um absurdo. Está mais alto do que aqui na Noruega, e aí só tem insegurança engarrafamento, “disco voador” (as tampas de ralos voadoras) e fora a corrupção.

      Por exemplo de uma olhada nesta página tem dois gráficos do mercado imobiliário noruegues:
      h t t p : / / http://www.finn.no/finn/realestate/pulse
      o primeiro mostra a evolução do m2 na noruega inteira. 1 real = +/- 3.3 coroas norueguesa.
      o segundo mostra quanto tempo os anúncios ficam a mostra (quanto tempo demora para vender)

      No campo “stedsnavn” escreva por exemplo “Oslo” para ver os preços da capital.

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  • Didier 6 de setembro de 2011 at 07:47
  • LG 6 de setembro de 2011 at 07:52

    Bom, pelo menos os descontos já estão sendo noticiados pela mídia… se bem que o título da matéria acaba sendo distorcido ao longo do artigo… voltamos a manipulação pela mídia!

    http:// economia.estadao.com.br /noticias/economia%20brasil,esta-mais-facil-negociar-no-momento-da-compra-de-imoveis,82950,0.htm

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    • Salles 6 de setembro de 2011 at 08:24

      LG, veja os comentários dessa notícia que você postou… 99% fala de BOLHA….

      Agora o assunto caiu na boca do povo…

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    • Zoom 6 de setembro de 2011 at 08:31

      Bolha, aproveita a “deixa” da matéria e cria outro tópico. Já foi batido o recorde de postagem. hehehehehe

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  • Zoom 6 de setembro de 2011 at 08:37

    Lançamentos de até 45 m² lideram alta

    Expansão do número de imóveis ‘compactos’ postos à venda foi de 72% ante média geral de 4,8% em 5 anos

    Disparada dos preços em SP leva consumidor a optar por unidades menores para morar em áreas bem localizadas

    MARIANA SALLOWICZ
    TATIANA RESENDE
    DE SÃO PAULO

    Os imóveis compactos vêm ganhando importância no mercado imobiliário e lideram a expansão no número de lançamentos na capital paulista em cinco anos, impulsionados pela valorização dos terrenos.
    Morar em áreas centrais significa, cada vez mais, abrir mão de espaço. As unidades novas de até 45 m² postas à venda de janeiro a julho deste ano (1.598) tiveram alta de 72,0% na comparação com igual período em 2007, antes do agravamento da crise.
    Na média geral, o acréscimo no total de lançamentos foi de apenas 4,8%, de acordo com levantamento realizado pela consultoria Geoimovel a pedido da Folha.
    Segundo Celso Amaral, diretor da Geoimovel, a região que tem concentrado esses apartamentos é o Centro, em bairros como Bela Vista, Santa Cecília, Consolação e Liberdade. “Há ainda lançamentos dessas unidades, mas com ‘arquitetura sofisticada’ em locais como Jardins, Brooklin e Moema”, afirma.
    Entre as construtoras que têm vendido imóveis menores estão Even, Cyrela e Brookfield Incorporações.
    Para João da Rocha Lima Jr., professor titular de “real estate”, núcleo da Poli/USP, o mercado “vive um momento de readequação”, em que as empresas oferecem produtos mais compactos a um público que antes podia comprar apartamentos maiores.
    Essa mudança, diz, é resultado do aumento nos preços dos imóveis -o que ocorreu em todos os tamanhos- em uma velocidade muito superior aos reajustes salariais.
    “As pessoas continuam querendo comprar, mas já não têm mais capacidade de adquirir o que podiam. É um ‘downgrade’, em que os compradores têm menos do que desejam.”
    Os investidores também estão de olho nesse nicho por causa da facilidade em alugar e vender essas unidades. “Há uma forte procura por esse tipo de unidade e a locação ocorre rapidamente e com um bom retorno”, afirma Amaral.
    Na avaliação de Marcelo Dadian, diretor da regional paulista da incorporadora e construtora Rossi, a opção por imóveis menores, bem localizados, que “estavam faltando”, “é uma tendência”, destacando a importância de diminuir o tempo de locomoção. “Já imaginou ganhar três horas do seu dia?”
    Segundo Ricardo Laham, diretor de incorporação da Brookfield Incorporações, há cerca de dois anos teve início uma onda de lançamento de produtos voltados para um público que necessita de menos espaço, como solteiros e recém-casados.
    “Existe uma demanda por esse segmento com o aumento de renda e as pessoas se tornando independentes financeiramente mais cedo”, diz Laham.

    ÁREAS COMUNS
    Para evitar o sentimento de claustrofobia, as construtoras investem na diversificação das áreas comuns, oferecendo mais do que atrativos básicos como garagem, piscina, churrasqueira, playground e sala de ginástica.
    Já é possível desfrutar de “home theater”, biblioteca, “home office”, salão gourmet e sala “lounge” nesses espaços comuns, além de um serviço de lavanderia. “Passa a ser um prolongamento da casa”, afirma Rosane Ferreira, diretora da Cyrela.
    O analista de sistemas Marcelo Antunha Guedes, 34, vai desembolsar R$ 310 mil e trocar um apartamento próprio de 84 m² por um de 32,85 m² atraído pelas áreas comuns.
    “É como ir para um cruzeiro, não é tão importante o espaço em que se dorme, mas sim a diversão que ele oferece. Além disso, passo pouco tempo em casa”, afirma o futuro morador de um empreendimento da construtora Even no Brooklin, bairro na zona sul de São Paulo.

    Fonte: Folha 06/09/11

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    • Zoom 6 de setembro de 2011 at 08:40

      E que tem pânico de ficar em local apertado e fechado?

      “Para evitar o sentimento de claustrofobia…….”

      Os caras fazem de tudo de caso pensado.

      heheheheheheheeeeee….

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      • luiz 6 de setembro de 2011 at 09:08

        zoom isso é super importante, pra eles manterem a piramide, vão diminuindo o tamnaho do apê
        e jogando em localizações cada vez mais distantes

        quer dizer o cara paga um absurdo, mora longe, apertado, viaja todo dia pra trabalhar ou estudar, mas beleza, a parcela cabe no orçamento.

        Agora te pergunto, que tipo de cidade estamos criando assim?

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      • Selvagem 6 de setembro de 2011 at 09:59

        PELAMORDEDEUS BOLHA

        esse merecia um topico “rir para nao chorar 4” com foto do marcelo.

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    • Anonymous 6 de setembro de 2011 at 09:04

      Esse tal de Marcelo deve ter passado por uma lavagem cerebral pra trocar um ap de 84m² por outro de 32m² e ainda desembolsar R$ 310.000,00.
      Marcelo, você acaba de ficar famoso.
      Asno.

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      • luiz 6 de setembro de 2011 at 09:14

        esse marcelo ou é bossal ou é idiota, ou comprado

        que ideia estupida é essa achar qu mora num cruzeiro que pode viver numa cabine e ter mil diversões no codominio.

        sempre morei em condominios com tudo, nunca usava ainda pagava academia
        nem no cruzeiro se usa a piscina, normalmente minuscula, só pa efeitar

        essa ideia de viver num cruzeiro é engana trouxa pra quem nunca teve essas coisas, pura ilusão.
        com metade do valor q vc paga o condominio, vc pode pagar um clube completo, ou um fim desemana no hotela na praia.

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    • xyz 6 de setembro de 2011 at 09:46

      O melhor trecho:

      “É como ir para um cruzeiro, não é tão importante o espaço em que se dorme, mas sim a diversão”

      Como o brasileiro é presa fácil para vendedores em geral.

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      • Paulo - RJ 6 de setembro de 2011 at 10:47

        Área comum significa mais empregados, mais manutenção, por conseguinte, mais custo. O apartamento de 82 m2 do cara tem que ser muito ruim e mal localizado para ele trocar.

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        • xyz 6 de setembro de 2011 at 11:34

          Mesmo se o apartamento não fosse tão ruim e mal localizado, O CORRETOR O CONVENCEU DISTO.

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    • Selvagem 6 de setembro de 2011 at 09:57

      Temos aqui um forte concorrente para o premio de imbecil do ano.

      Parabens ao camarada que agora ira morar num apartamento estilo japones onde mal cabe a cama e acha bonito!

      Alias me lembrei que nesse fim de semana teve uma reportagem na folha alertando os compradores a terem cuidado com apartamentos decorados em imoveis pequenos pq as construtoras estao pondo moveis menores do que os tamanhos padroes de mercado (cama de casal pequena, armario com fundo menos largo, sofa estreito) para enganar os debeis mentais iguais ao Marcelo.

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  • Elias 6 de setembro de 2011 at 08:57

    Calotes crescem 5,14%
    Autor(es): Ana Carolina Dinardo
    Correio Braziliense – 06/09/2011

    Os consumidores estão inspirados para irem às compras, mas estão deixando o controle orçamentário de lado. É o que mostra pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), cujos números apontam a sétima elevação seguida da inadimplência no país. Nos oito primeiros meses de 2011, os calotes cresceram 5,14% — uma forte reação ao ciclo do aperto monetário feito pelo Banco Central até julho. Na comparação com agosto de 2010, o indicador avançou 6,37%.

    Mais que a elevação do custo do crédito, a falta de controle de gastos foi a maior responsável para o aumento do calote, na visão do vice-presidente da CNDL, Vitor Augusto Koch. “Os consumidores estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho e, com isso, a procura por produtos tende a aumentar. Só que as pessoas não estão sabendo gastar. É preciso organização para que o consumidor não fique com o nome registrado no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito)”, alertou.

    Consultas
    Apesar da alta nos calotes, Koch não vê problemas à frente. Para ele, há pouco espaço entre o atraso da prestação e a regularização da dívida. “Temos feito propostas para a regularização das dívidas aos consumidores. Mesmo que eles atrasem uma ou outra prestação, esse intervalo da inadimplência para a quitação da dívida é pequeno”, constatou.

    De acordo com dados do SPC, o índice de consultas dos lojistas para realização de vendas subiu 8,37% em relação a agosto do ano passado — foi a quinta alta seguida desde janeiro. No ano, o indicador registra avanço de 5,72%.

    ——–

    Mas não tem problema – o calote das contas fixas diminuiu.

    Está tudo sob controle.

    kkkkkkkk

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    • Carlos__ 6 de setembro de 2011 at 11:43

      E vamos lembrar que muita gente rebeu metade do 13 salário em agosto. Mesmo assim o mês não fechou.

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  • Felipe 6 de setembro de 2011 at 09:01

    Bolha, abre um tópico novo aí… vai uma sugestão
    agatetepe://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/8/22/precos-dos-imoveis-comecam-a-cair

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  • Elias 6 de setembro de 2011 at 09:02

    Montadoras ampliam cortes de produção
    Autor(es): Por Eduardo Laguna | De São Paulo
    Valor Econômico – 06/09/2011

    —-

    São os ótimos ventos.

    0
  • Galvão 6 de setembro de 2011 at 09:10

    Pessoal,
    Matéria interessantíssima sobre o Brasil na The Economist. Compara os estados brasileiros com países, considerando o PIB per capita. Percebe-se que o Brasil ainda está longe de ser rico. (Acessem o link que tem um mapa bem legal).

    http://www.economist.com/content/brazilian-equivalents?fsrc=nlw

    Comparing Brazilian states with countries
    Brazilian equivalents
    Which countries match the GDP and population of Brazil’s states?
    THE notion that Brazil is in the vanguard of a group of emerging countries on their way to economic superpower-dom is so widely accepted as to have become trite. But how far along this road is Brazil? One way to get a quick answer is to compare Brazilian states with countries. The map below presents country equivalents for every state in terms of GDP, GDP per person and population. It throws up some curiosities: who knew that Alagoas, a state in the north-east that is currently more famous for its murder rate than for its magnificent beaches, has the same GDP per person as China? It also suggests that even the comparatively rich states in the south and south-east have some way to go before they can be compared with wealthy places in the northern hemisphere. The gauchos of Rio Grande do Sul will not necessarily be delighted to learn that GDP per person in their state is close to that of Gabon.

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  • Jonathas 6 de setembro de 2011 at 09:33

    IPCA em 0,37% em agosto. Maior alta? Alugueis residenciais (1,06%).

    g1.globo.com/economia/noticia/2011/09/inflacao-oficial-fica-em-037-em-agosto-mostra-ibge.html

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    • Carlos__ 6 de setembro de 2011 at 10:28

      Só no Brasil as ‘zautoridadi’ acham que o custo de moradia pode dobrar sem isso refletir na inflação. O efeito está só começando. No Rio, São Paulo, quem ganha menos de 10.000 está se achando miseravél.

      0
  • Duda 6 de setembro de 2011 at 09:59

    Mais uma noticia interessante sobre nos, do Jornal espanhol Cotizalia:

    w w w.cotizalia.com/america-cuenta/2011/samba-mueve-realidad-preocupa-brasil-20110906-5948.html

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    • Carlos__ 6 de setembro de 2011 at 10:37

      Resumo: o real corre risco de desvalorizar em um horizonte não muito distante. Quem for envestir aqui deve lervar isso em consideração.

      É exatamente por isso que não levo fé em investidores estrangeiros profissionais entrando no mercado imobiliário brasileiro a essa altura. Vai comprar com os preços já muito altos, em um mercado sem liquedez, correndo o risco da desvalorização do bem e da desvalorização combial.

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      • Carlos__ 6 de setembro de 2011 at 10:41

        corrigindo: quem for investir

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  • Zoom 6 de setembro de 2011 at 10:10

    Tá gravando a situação gente, tá feio e será que ninguém está vendo isso???

    Inflação nos últimos 12 meses é a maior desde 2005, diz IBGE

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, subiu 0,37% em agosto, após alta de 0,16% em julho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (6). Nos últimos 12 meses, a inflação acumula alta de 7,23%, a maior taxa desde junho de 2005, e fica acima da meta do governo (que é de 6,5% para o ano).

    O preço dos alimentos foi o principal responsável pela alta do índice em agosto. A carnes tiveram a maior elevação da categoria (subiu 1,84%).

    Outra despesa que pressionou a inflação oficial no mês foram os gastos com aluguel residencial, que subiu pouco mais de 1%.

    A alta dos eletrodomésticos (de -0,32% para 2,38%), com destaque para refrigerador (de -0,29% para 3,29%) e máquina de lavar (de -1,58% para 3,18%), influenciaram o resultado do grupo artigos de residência (de 0,03% para 0,57%).

    Inflação preocupa governo
    O combate à inflação se tornou um dos principais objetivos do governo. Para este ano, o centro da meta de inflação perseguido pelo Banco Central é de 4,5%.

    A meta pode ter variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, ou seja, a inflação poderia ir de 2,5% a 6,5%. O índice de 4,5% é chamado de centro, pois está bem no meio dos extremos.

    A última vez em que a meta foi estourada foi em 2002, quando a inflação foi de 12,53% e o teto era de 5,5%. Em 2003 e 2004 a meta teve de ser ajustada para cima para evitar novos rompimentos.

    No ano passado, a inflação foi de 5,91%, a maior registrada no país desde 2004.

    O temor de uma forte alta nos preços em 2011 tem feito com que o governo tente controlar a inflação por meio da política monetária.

    Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu baixar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, para 12% ao ano.

    Índices
    O IPCA refere-se às famílias com rendimento mensal de 1 a 40 salários mínimos e abrange nove regiões metropolitanas do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém), além do município de Goiânia e do Distrito Federal.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação de famílias com renda de até seis salários mínimos, variou acima do IPCA: 0,22% em junho. No entanto, a taxa é inferior à registrada em maio, que foi 0,57%. O INPC acumula inflação de 3,7% no ano e de 6,8% nos últimos 12 meses.

    (Com informações da Reuters)

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    • Zoom 6 de setembro de 2011 at 10:15

      Ops! Agravando, hahahaha

      E a senhora Dona Dilma quer que o BC diminua a SELIC mais um pouquinho até Dezembro.
      Segura peãooooo….

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  • Mahmoud 6 de setembro de 2011 at 10:43

    Olha o que encontrei no forum do Globo, mais um “miserável” (Analista do Judiciário) que ganha R$ 8 mil e não consegue comprar apartamento, nem somando com o salário da esposa:

    “Acima de dez mil? Estou no judiciário desde 2007, como analista, e, mesmo o meu bruto, não chega nem perto disso. Estou tentando comprar um apartamento pela Caixa, mas, mesmo somando meu salário com minha esposa, tá muito difícil”.

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    • Carlos__ 6 de setembro de 2011 at 11:05

      Os preços estão levando as pessoas a loucura. Quem ganha 8 mil está achando pouco. No Rio, São Paulo, menos que 10 mil é ser miseravél. Salários que eram ótimos há 3 anos hoje são consideramos o mínimo para a sobrevivência digna. Quem é aposentado pelo INSS foi para a indigência.

      Quem vai bancar isso? É claro que se os preços persistirem isso vai se espalhar por toda a economia. Só o Mantega e o BC não sabem.

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      • RT 6 de setembro de 2011 at 11:25

        “Salários que eram ótimos há 3 anos hoje são consideramos o mínimo para a sobrevivência digna.”

        Fato!

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      • Zão 6 de setembro de 2011 at 11:45

        Mesmo quem está com salário acima de R$ 10.000,00 está pobre, cavalheiros… Moro em Brasília, sou analista da CGU, meu bruto é próximo de 15 mil e o líquido fica acima de 10.000,00. O crédito que a Caixa me oferece (e isso dentro de um plano especial para servidor público federal) está na faixa de R$ 300.000,00, e isso me enforcando por 30 anos com uma prestação de uns R$ 3.500,00.

        Agora eu pergunto, o que eu compraria em BSB por esse preço, para morar com minha esposa e filha? No Plano Piloto nem pensar (aliás, nem me atrai morar lá). Lagos, Cruzeiro e Guará, mesma coisa. Teria que correr para um daqueles apartamento-ovo na caótica Águas Claras, ou para mais longe ainda: Samambaia, Planaltina, etc.

        Se eu estou nesse dilema, imagina quem ganha menos. E ao contrário do muitos acham, a grande maioria dos servidores de BSB ganha de R$ 3.000,00 a 6.000,00. Sinceramente, estou muito feliz de pagar quase 2 mil de aluguel, mas morar em uma boa casa no Guará. Esperemos o “Grande PLOC” pra ver como fica…

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        • Luiz 6 de setembro de 2011 at 12:34

          já falei aqui
          é estratégia de corretor fazer vc se sentir um pobretão, ele te olhar de cima p baixo.

          são uns ignorantes com segundo grau no supletivo e ganham carteirinha num curso de fds
          já entrei em contato, estamos elaborando uma lei para regulamentar a profissão e evitar os abusos, como todo o apoio das cosntrutoras que tbm são lesadas por este nivel de gente.

          pra começar: fim das porcentagens e comissões, como fizeram pros motoboys, a correria só gera tragédia, o esquema futuro vais er baseado em salario-fixo com valor minimo da categoria

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  • Carlos__ 6 de setembro de 2011 at 11:08

    Bolha, mete logo essa do estadão na página inicial, como falram acima, que esse tópico aqui já deu. Está com bolha de comentários no tópico.

    economia.estadao . com . br /noticias/economia%20brasil,esta-mais-facil-negociar-no-momento-da-compra-de-imoveis,82950,0.htm

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  • Carlos Wagner 6 de setembro de 2011 at 11:46

    Bolha

    Cuidado para não inflar a bolha de posts desse topico! ahuahuahuhauha

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    • Bolha Imobiliária 6 de setembro de 2011 at 13:01

      É cara…Não tenho muito o que fazer…hehe

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  • Selvagem 6 de setembro de 2011 at 11:47

    O ironico disso tudo é que com os 310 mil reais que o Marcelo gastou para mudar de um apartamento de 34 para 82m² com certeza daria para fazer uma bruta reforma no apartamento dele e botar a cozinha gourmet, o home theather, o lounge e fazer uma biblioteca. Meu deus se bobear daria ate para por uma piscina. Mais com certeza ele deve estar achando que a área comum do apartamento dele será como num cruzeiro da Costa com bebida a vontade e mulheres de biquíni por todos os lados. TEM CADA UMA

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  • Leonardo RJ 6 de setembro de 2011 at 12:05

    Acabo de receber uma ligaçào de uma corretora de uma imobiliária que há tempos eu havia entrado em contato. Entrei várias vezes por conta de um imóvel e sempre estavam todos os corretores ocupados, até que enchi o saco… agora eles me ligam… hummmm… mto estranho…. será que isso é mais um sintoma do encalhamento dos imóveis? 3 meses pra retornar uma ligação? será que estão caçando contatos?

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  • Leonardo RJ 6 de setembro de 2011 at 12:17

    esse tal Marcelo nunca morou num condomínio com “tudo”

    na piscina você precisa aturar crianças mijando em piscina e nego sem noção olhando tua mulher

    no salão de jogos, mesas de jogos tendem a ser depredadas por animais disfarçados de criancinhas e não reparadas com frequencia

    biblioteca é legal e tal, mas com a internet, é algo que não faz mta falta…

    espaço gourmet compartilhado nao tem graça… voce nao pode usar sempre que quiser

    home theater é bacana, mas tem o mesmo problema da disponibilidade, além que deve bater uma baita preguiça descer pra ver um filme… nem sei como funciona… é tipo um cinema pra todo mundo? ou voce escolhe o filme e assiste fechando so p vc? de qualquer forma, nada paga voce ter a maioria dessas coisas em casa, restrito e disponivel.

    eu odeio esses condominios com “tudo”

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    • Luiz 6 de setembro de 2011 at 12:35

      leonardo RJ, fico pensando pra que tudo aí no RJ, a praia não serve, se a praia não serve não há piscina que vá servir.

      Aqui em SP a maioria dos que tem tudo preferiam ter nada, essas porras todas é coisa de novo rico

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      • Leonardo RJ 6 de setembro de 2011 at 12:50

        Luiz

        Quem é esperto, foge desses condominios, pq ou o valor do condominio sobe, ou sucateia essas “vantagens”

        eu priorizaria um apto amplo num condomínio sem nada e a grana que economizaria, ainda daria p fazer no minimo uma viagem por ano pra um hotel maneiro, ou alugar uma casa com tudo…
        eu nao gosto da idéia de ter que aturar falta de higiene dos outros, falta de educação dos outros, falta de zelo pelos bens compartilhados.
        quantas vezes no ano uma pessoa que mora num condominio desses usa a piscina?

        eu diria que no máximo, sendo bondoso umas 10 vezes… tudo isso em nome do aperto de nao possuir uma sala ampla pra receber amigos e familiares? de um quarto micro que não da nem pra voce se vestir sem derrubar alguma coisa?

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        • Luiz 6 de setembro de 2011 at 13:02

          10 dias? vc esta sendo memso mto bondoso

          eu usei 10 dias em 10 anos no condominio: 2 na piscina, 1 na quadra de volei, quando reinaugurou, 2 churrascos e 5 vezes no pebolim (aí quebraram)
          Aturei 10 vezes por ano O churrasco com os adolescentes bebados do 151.

          Agora calcula 10 diárias num hotel de iguais serviços e compara com o que vc pagou de condominio.

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          • Leonardo RJ 6 de setembro de 2011 at 15:39

            pois é Luiz… eles querem empurrar essas unidades mínimas de 40 e pcos, 50 e pcos m² por preços exorbitantes… ninguem deveria comprar… quanto mais gente compra, mais estimula eles a produzir esse tipo de unidade

            tinhamos que nos unir e boicotar pra mostrar que queremos qualidade e não micro gaiolas com condominios mundos “maravilhosos”
            desde o momento que nego aceita qlquer merda, estamos estimulando mais e mais esse tipo de produto

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    • Marcelo 11 de setembro de 2011 at 12:52

      Por favor, quando criticarem alguem, falem o sobrenome senao fica parecendo que eu sou o “tal Marcelo” (Dadian).
      Obrigado.

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  • Selvagem 6 de setembro de 2011 at 13:02

    Tudo indica que essa bolha não irá explodir através de queda nos preços. Mas sim por meio de pressão inflacionária. A pressao por aumento de gastos com folha do funcionalismo já está sendo noticiada. Pessoal que ganha salário já notou a perda da capacidade de compra. Se as imobiliárias não vão baixar a tendencia inevitavel é o preço ser corroido.

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    • Pedro 6 de setembro de 2011 at 13:18

      Saiu no Hoje em dia:
      “Segundo o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG), Paulo José Vieira Tavares, a tendência é de que os preços caiam até uma acomodação em níveis mais baixos. “Muitos dos imóveis que foram comprados na planta estão começando a ser entregues e o déficit habitacional está diminuindo. Isso refletirá em queda de preços”, afirma.”

      http://www.hojeemdia.com.br/noticias/freada-no-preco-dos-imoveis-em-belo-horizonte-1.337047

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    • Carlos__ 6 de setembro de 2011 at 13:46

      Tem limites para isso. O Real não pode se valorizar eternamente em relação as outras moedas. Se os salários e os preços subirem para acompanhar os imóveis, ou o real se desvaloriza ou seremos o povo mais rico do mundo. 30% de aumento real em Euro ou Dolar? O custo de nossas exportações explodiria, derrubando os lucros e diminuindo a entrada de moeda estrangeira.

      Eventualmente o real seria desvalorizado. O real desvalorizando alimentaria ainda mais a inflação. Entraríamos em uma nova espiral inflacionária.

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    • Paulo - RJ 6 de setembro de 2011 at 14:00

      Também acredito nesta tendência

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  • LG 6 de setembro de 2011 at 13:10

    Inflando…

    Saldo da poupança supera R$ 400 bi em agosto e bate recorde

    RASÍLIA – As cadernetas de poupança terminaram o mês de agosto com captação líquida positiva de R$ 2,222 bilhões, segundo relatório mensal divulgado pelo Banco Central. No mês passado, o resultado positivo foi gerado porque os depósitos acumulados durante agosto, de R$ 116,498 bilhões, superaram os saques que alcançaram R$ 114,276 bilhões no período.

    Além de os depósitos terem sido maiores que os saques, as contas existentes também registraram rendimento de R$ 2,456 bilhões. Com esse resultado, o mês terminou com R$ 401,763 bilhões depositados nas cadernetas de poupança de todo o Brasil. Essa foi a primeira vez em toda a história que o saldo das cadernetas termina um mês acima de R$ 400 bilhões. No fim de julho, a cifra estava em R$ 397,085 bilhões.

    A captação do mês passado foi 22,1% superior à registrada em igual mês de 2010. Mas, ao mesmo tempo, o resultado foi 28,3% menor que o visto em agosto de 2009, quando o Brasil deixava a crise financeira mundial e apresentava expressiva expansão econômica.

    No acumulado de janeiro a agosto, as cadernetas acumulam captação líquida positiva de R$ 5,313 bilhões.

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,saldo-da-poupanca-supera-r-400-bi-em-agosto-e-bate-recorde,83021,0.htm

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    • Carlos__ 6 de setembro de 2011 at 13:37

      Deve ser o pessoal que saiu da bolsa e colocou na poupança pela liquidez enquanto pensam o que vão fazer. Ou então a poupança interna do brasileiro aumentou, o que nenhum índice mostra.

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      • Carcará 6 de setembro de 2011 at 16:01

        Carlos,
        acho que é basicamente o povo da RF. Com rendimento bruto menor que 12%, não compensa ficar na renda fixa.

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  • Pedro 6 de setembro de 2011 at 13:46

    Estou querendo comprar uma casa e um carro no próximo mês e não achei assim tão caro, a imobiliária e a concecionária me pediram apenas o coro do meu corpo, minha alma, e uma eternidade de tortura e trabalho escravo, sem contar que irão deixar meu estado de vida no purgatório chamado BANCO, dapi com isso meu neto, aos 60 anos vai terminar de pagar.

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  • Paulo - RJ 6 de setembro de 2011 at 14:05

    Acabei de ouvir agora, no almoço, de um colega meu que está sondando imóveis para comprar: Bora Bora Tijuca está fazendo leilão para vender os apartamentos. Achei esquisito. Alguém do Rio confirmaria isto?

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