Setor imobiliário se estabiliza em São Luís – O Imparcial Online

Você pode gostar...

Comments
  • Andre Luiz 21 de fevereiro de 2011 at 17:36

    Aqui no Rio de Janeiro, em especial na zona norte, onde procuro imóvel e acho que os preços deram uma estabilizada, desde o final do ano. Acho que o povo está caindo na realidade. rsrsrs

    Abs.

    0
    • Bolha Imobiliária 21 de fevereiro de 2011 at 21:03

      É uma boa noticia.

      0
  • Evandro 22 de fevereiro de 2011 at 11:12

    Aqui em São Paulo também parece que estabilizou este ano. Estou acompanhando vários sites de imóveis para me informar.
    Embora ainda continue muito caro.
    Acho que uma baixa de 20% faria o valor voltar a ser justo.

    0
    • Duda 22 de fevereiro de 2011 at 22:24

      Mais um alerta. Teremos sorpresas, e não das boas.

      0
  • Duda 22 de fevereiro de 2011 at 22:32
    • jose 25 de fevereiro de 2011 at 23:40

      diz ai q estamos vivendo uma bolha?
      eu nao achei nao.. muito pelo contrario…

      0
  • Aluisio 24 de fevereiro de 2011 at 10:34

    Saiu no Financial Times sobre a Bolha imobiliaria brasileria
    Fonte http://www.ft.com/cms/s/0/eca47380-3dc4-11e0-ae2a-00144feabdc0.html#axzz1EcWCsCE2

    Brazil may be heading for a subprime crisis

    By Paul Marshall

    Published: February 21 2011 15:02 | Last updated: February 21 2011 15:02

    Brazil has been on a credit binge – over the past 5 years credit growth has run at 2.4 times nominal gross domestic product. This compares with 2, 1.6 and 1.2 times for Russia, India and China respectively.

    Normally this isn’t a problem, as leverage is rising from a low level and the ratio of loans to GDP is “only” 46 per cent; this compares with private sector debt in the US at 165 per cent of GDP.
    EDITOR’S CHOICE
    Brazil calls for currency system overhaul – Feb-19
    beyondbrics: Brazil – Feb-10
    Brazil’s middle classes strain infrastructure – Feb-16
    Brazil opposes commodity price controls – Feb-15
    Brazil and China trade tensions set to rise – Jan-30
    Rousseff to tackle sharp rise in the real – Jan-05

    However, the problem lies with the burden this debt is imposing on borrowers. In spite of a fall in inflation to a manageable rate of 6 per cent, the banks in Brazil charge an average lending rate of approximately 25 per cent and, in case of consumer lending, the rates are well in excess of 30 per cent. This means the Brazilian borrower base is paying “real” interest of circa 20-25 per cent against a norm of 1-3 per cent in most countries – borrowing in Brazil is punitively expensive.

    For consumers specifically, the ramifications are serious as the debt service burden has risen to 24 per cent of disposable income and is set to rise further as rates push higher. We expect the burden to rise to an exorbitant 30 per cent by 2012. To put this into context, the US consumer “blew up” when the debt service burden hit 14 per cent (with a current read of approximately 12 per cent). In other words, the Brazilian consumer has twice the debt load from a cash flow perspective relative to a US consumer who is still widely regarded as being over leveraged.

    The situation in Brazil is worryingly similar to the sub-prime crisis in the US. A lot of credit is being pushed by the banks at high rates to consumers who ultimately won’t be able to service the debt.

    There are also ominous signs of what economist John Kenneth Galbraith called the “bezzle” beginning to appear above the surface. In November 2010, a small bank, Panamericano, was found to be fudging its credit losses in consumer lending – the bank was recapitalised overnight. But over the year the stock fell by 62 per cent and it was recently sold to BTG Pactual in a “distress” takeover as the central bank found further anomalies in its accounting practices.

    While there are parallels with the US there are also unique features in Brazil. Risk management infrastructure has largely been missing in Brazil’s credit build up, with a “positive” credit bureau still not yet approved owing to consumer protection issues (a positive credit bureau shares credit history of all customers whereas negative bureau shares information for customers only in default, typically this information comes too late). This has enabled borrowers to build multiple lines of credit without the lenders’ knowledge, especially as most loans are “unsecured” and there is no collateral involved.

    Brazil is in this spot from a financial standpoint due to inefficiencies in the financial system. The operating expense to assets ratio of the Brazilian banking system is a staggering 4.2 per cent compared with 1.1 per cent and 1.6 per cent for Chinese and Indian banks respectively, and this large expense base keeps the cost of credit abnormally high.

    From a macro standpoint, a low savings rate and an overvalued currency are putting pressure on growth rates and on the competitive position of the economy – hence the drive to push leverage into the system in order to prop up growth rates in line with Bric peers. But the reality is that countries like China and India have been more successful in driving rapid growth rates while retaining high savings rates and more competitive currencies. The issue for Brazil is that the country needs to rebalance towards higher ratios of savings and investment.

    Brazil’s history is littered with accidents relating to weakness in the external accounts, high inflation and devaluations of the currency – as recently as the 1990s Brazil faced a similar set of issues, sparking a 65 per cent decline in Brazilian equity markets between end 1997 and end 2002 in US dollar terms.

    Brazil’s policy making has been much strengthened over the past decade and the country has been rewarded by the bond markets. But Brazil will need some skilful policy making if it is to manage down its current credit bubble without losing control. Any slowdown in the economy and related rise in unemployment rates could create a self re-enforcing liquidity spiral as credit is extracted from the system.

    This will also be an important economy to watch for global investors: Brazilian financial markets have been a great beneficiary of the global disinflation trade but unfortunately for Brazil, global interest rate rises on account of more generalised inflationary pressures have come at the wrong time for an economy that may have been drinking with too much abandon in the disinflationary saloon.

    Paul Marshall is CIO at Marshall Wace and co-manager of the Eureka Fund. The piece was co-authored by Amit Rajpal, portfolio manager of MW Global Financials Funds

    0
    • Duda 24 de fevereiro de 2011 at 11:20

      Notar que uma dívida de 46% do PIB com juros de 25% anual (Brasil) equivale a uma dívida de 184% de PIB com um juro de 6,25%. Ou seja: de acordo com esses dados estarímos pior que os USA antes da crise Subprime (164%)

      0
      • jose 25 de fevereiro de 2011 at 23:46

        Uma pergunta, que na minha humilde opniao seria importante…

        qual historico do comprometimento da renda do brasileiro?

        pq dizer q eh alto, ate ai nao falou nada…. onde esta a novidade?

        aqui sempre foi alto, e nem por isso, os aps da minha rua deixaram de dobrar de preco… quero ver o historico disso, vou tentar arrumar e depois coloco aki.

        0
  • harrison 24 de fevereiro de 2011 at 18:14

    A impressão que tenho é semelhante a uma pessoa que recebe de “presente” um cartão de crédito com limite de 100 vezes o valor de sua renda. Daí, ela começa a pensar que pode comprar tudo o que sempre desejou. Junto a isso, a inflação da uma boa mordida no bolso na ora de fazer as compras no mercado, por gasolina no carro, e muitas outras coisas mais (ou ninguém vê que praticamente tudo fica mais caro a cada dia que passa?). Imaginem o que vai acontecer quando chegar a ora de novamente ir às compras e, também, pagar a fatura do cartão de crédito…

    0
  • Duda 25 de fevereiro de 2011 at 11:39

    Acesar este Link:

    http://letraspedacos.blogspot.com/2011/02/bolha-imobiliaria-no-brasil.html

    Muito interessante. Ver as curvas do primeiro gráfico.

    0
    • Duda 25 de fevereiro de 2011 at 12:03

      Prezados, possuo um curva tipica de bolha, que gostaria publicar, para mostrar como é parecida com as curvas do artigo. No grafico do artigo só falta a queda brusca, daqui a uns 20 ou 21 meses, que é claro não pode ser poblicado, pois sería “futurología”. Mas não consigo copiar e colar essa curva aqui, e por desgraça não estou achando o link… Me dem um tempo até achar esse link…

      0
      • jose 25 de fevereiro de 2011 at 23:48

        tenta colocar aki, ou dar upload sei la…

        pq gostaria muito de ver esse tal grafico…

        o problema é, daqui a 20 meses a bolha estoura e volta pros precos do comeco de 2010?

        aki no rio, depois das olimpiadas, os precos vao cair…….
        pra onde estao hoje, e olhe lá…

        0
  • Rafael 1 de março de 2011 at 00:11

    Bom, vamos lá..

    Conheci o blog a uns 2 dias, e li a maioria das reportagens e comentários para ter alguma base para escrever abaixo minha opinião.

    Muitos comentários tem bastante coerência mas não há fundamentos, especularam sobre crise em bancos brasileiros, comparam economias sem o menor pudor em distinguir do que as mesmas sobrevivem, pegam reportagens aleatórias de mega-investidores que estão abandonando o Brasil, falam sobre assuntos extremamente delicados e complexos batendo no peito que estão com a maior razão.

    Vamos lá, primeiramente para falarmos de bolha, precisamos pegar os números diretos da economia, hoje temos uma taxa de desemprego oscilando entre 5% e 6% ao mês, uma taxa relativamente baixa para um país de terceiro mundo, que está ABAIXO de: França, Itália , Portugal ,EUA , Espanha, Alemanha. E ainda abaixo do nível mundial de 6% . Nossa indústria cresceu em 2010, 10% segundo o IBGE , a inflação beirou os 5,91% também um bom índice, e nos últimos 10 anos, o número de universitários no país pulou de 7% para 14%, um crescimento de 100%, a meta para o final de 2012 é de 30%, creio que não iremos alcança-la , mas 100% em 10 anos também foi um número muito otimista comparando com os demais países.

    No Brasil temos um mercado enorme recém descoberto de petroleo, e mesmo assim temos a maior frota de carros com combustível limpo do mundo. Temos recursos minerais incalculáveis ainda hoje, temos uma industria automobilística fortíssima, onde montadoras que nunca se interessaram pelo Brasil estão cada vez mais nos focando, temos um sistema bancário sólido, sem alavancagem e bem controlado pelo BC. Temos uma bolsa de valores que ganhou recentemente boas recomendações de grandes agências internacionais, e de quebra temos o risco-brasil num dos menores patamares da história.

    A economia está girando e metade dos brasileiros não tem dívidas, segundo o Ipea, diferente dos EUA onde são extremamentes consumistas e a facilidade de crédito é imensa se comparado ao Brasil, vide o subprime.

    Temos Copa do Mundo e Olímpiadas pela frente, visão internacional pela localização e tamanho geográfico e estamos caminhando..

    Sei que em contra-partida temos uma política suja corrupta e ultrapassada, um judiário falido, e diversos problemas em infra-estrutura. Mas que aos poucos vejo alguma soluções, moro no RJ e mesmo não aprovando certas coisas do Cabral, é indiscutível a importancia das UPPs a limpeza da polícia civil e militar que está sendo feita, a desarticulação de quadrilhas e facções e o investimento feito na infra-estrutura da cidade. Se sair do papel, realmente irá ficar bom.. e deve sair pois o COI está pressionando demais.

    Voltando a questão da bolha, aqui no RJ também ocorreu valorizações de 100% a 150%, mas não devemos apenas atentar ao preço do imóvel e sim do bairro e região que ele está, se houve crescimento ou não.

    Como qualquer investimento, índice passado não garante índice futuro, e isto tb serve para os números que pus acima, qualquer um deles no próximo ano pode estar -50%, mas pelo contexto geral da economia a probabilidade de isto ocrrer é baixíssima.

    Devemos nos atentar ao comprar um imóvel, se o bairro do mesmo também evoluiu 100% ou tem expectativas, projetos ou algo que justifique a alta no valor do imóvel. Demanda e procura influenciam, mas criam especulação, um investimento sólido é aquele que realmente tem explicação por que irá dar certo, isto vale para papeis na bolsa, tesouro direto, cdi cdb, letras imobiliárias, empresas e tudo que envolva capital.

    Acabo de comprar um imóvel por 320k em uma área que simplesmente irá concentrar 50% das obras olímpicas. A 300m do condominio será construido um shopping, com centenas de salas comerciais, que irá sediar uma faculdade, mercado, cinema e etc. Será construida uma nova cidade do rock que todo ano terá eventos e fica próximo ao maior espaço de convenções do RJ, terá 3 vias diretas passando próximas, que irá ligar zona norte, zona sul e zona oeste que são exigência do COI, então muito difícil não sair do papel, sendo que 2 já estão sendo contruidas.

    Terá franquia de um grande colégio próximo, ali tem em torno de 3mil apartamentos, está sendo construido algo em torno de 12mil, fora a vila olímpica que diferente da vila do pan, será construida por uma construtora sólida no mercado e não o mico da outra.

    Não há favelas nem principios dela no local, apenas uma vila a frente do condomínio em torno de 2km que abriga pescadores, talvez não saia dali mas não oferece risco a segurança.

    A Barra da Tijuca é hoje um dos principais destinos de workshops, eventos médicos, eventos culturais e diversos outros segmentos de turismo, o preço médio é 50-70% abaixo da Zona Sul do RJ e o potencial de investimentos pelo estoque de terrenos é imenso. Hoje na ZS não há terreno para nenhum grande empreendimento.

    O ponto que quero chegar, que fiz a escolha deste imóvel, pelos fatores externos, e não apenas por especulação de preços, todo investimento deve ser friamente avaliado, não adianta pagar o que lhe pediram sem ter a certeza que irá prosperar, isto em qualquer cidade do Brasil. Hoje o RJ é a vitrine do Brasil, om valorização de imóveis é parecida com Toquio, e vemos também isso não apenas em imoveis residenciais, imoveis comerciais estão sendo vendidos como água, numa clara expansão de negócios e não apenas moradia.

    Com certeza em outros estados há bairros prósperos, que terão de fato crescimento no PIB da cidade, é o caso aqui de macaé, itaguaí, maricá, que são cidades que apesar de pequenas e sem muito atrativos, sediam grandes empresas de petroleo, que precisam alocar seus funcionários.

    Procurando com cuidado e visão, em qualquer região dá pra conseguir imóveis com potencial de volorização, e um dos grandes ensinamentos de quem quer investir é paciencia, se você não tem paciencia de ter uma empresa por 20 anos, não deverá ter uma nem por um mês.

    o problema que muitos alocam todo seu capital de décadas em uma coisa esperando que ela valorize 200% em um ano, não irá acontecer. fiz a compra com total segurança que daqui a 2 anos quando estiver pronto, não irá onerar em nada minha vida. posso alugar, deixar vazio, morar, vender. tanto faz. comprei com um capital que não irá prejudicar minha vida financeira.

    cada um deve investir proporcionalmente o que tem e o quanto ganha, o prob que tem gente que tem 100mil, ganha 5 mil por mês, e compra um apartamento de 350.000, não dá. não adianta que não dá e vai se enrolar no futuro. Se não der certo vai assumir uma prestação de R$2.500,00 mais R$400,00 de condominio e depois reclama que era bolha.

    não sou corretor, muito menos petista, apenas acredito que qualquer investimento bem planejado e administrado rende bons frutos.

    0
    • Duda 1 de março de 2011 at 11:16

      Rafael, sou um habitual deste site, mas nos ultimos dias estive sem tempo para responder. Para todas as bolhas, independente de pais, época o lugar, sempre existem argumentos que parecem sólidos (as vezes, muito solidos) para alimentá-la. Se agora no Brasil, tu pode listar tudo isso a favor, imagina nos Usa nos 2000? com todo seu poderio tecnologico, economico, militar e bla bla bla. Mesmo assim, a bolha foi formada, inflada e explodida. Lembro de ter escutado comentarios sobre a bolha imobiliaria de Usa em formação em 2002. Isso mesmo. 5 anos antes de explodir já existíam alertas. Repito, uma bolha segue motivos psicologicos para se formar. Existiram bolhas antes de existir bancos e credito. Parabens pelo seu imóvel, sua empresa e seu sucesso. Com certeza o segredo do sucesso é se planejar, e voce fez isso bem, segundo descreve. A realidade hoje no Brasil: os imoveis estão caros demais, subirão mais ainda em 2011 (e bastante), o mercado ficará paralizado e ruirá em 2012, tendo preços minimos por volta do fim de esse ano.

      Por agora isso, mas seguiré em contato, pode ter certeza. Ainda estou devendo umas curvas tipicas de bolhas que devo ver como inserir neste site.

      0
    • Paulo 1 de março de 2011 at 12:38

      Só uma perguntinha para avaliar sua visão de estratégia de negócios: Voce acredita em Papai Noel?

      0
  • Rafael 1 de março de 2011 at 00:31

    Antes de pensar em comprar um imóvel, ainda mais para investimento, tenha certeza que está na hora certa, nem que dure 10 anos. No meu caso aguardei 5 anos para compra-lo. Já tinha condições ao 20 anos, mas não tinha fluxo e muito menos capital necessário para segurar qualquer problema no futuro. E não o fiz, investi em ações, expandi minha empresa, deixei 80% de tudo em renda fixa até ter uma saúde financeira compatível com o investimento que quis fazer e fiz, com calma, tanto que paguei 20% amais que o lançamento, num intervalo de apenas 3 meses.

    Mas preço foi o que menos procurei, esperei a melhor oportunidade e fui, estou totalmente seguro do negócio que fiz, me programei inclusive para a primeira parcela do apartamento vir quando a última do meu carro acabar.

    Então acho muito tendencioso divulgar notícias aleatórias sem um profundo estudo sobre o que está acontecendo com o Brasil neste momento.

    espero que meu texto passe pela aprovação, e quem realmente quiser seguir a correira de “investidor” , recomendo a leitura de “Pai Rico, e Pai Pobre” , o título parece bobo, mas o livro é muito bom e mostra diversos tipos de visões para nós mesmos tirarmos nossas conclusões!

    um grande abraço a todos!

    0
    • Jose 2 de março de 2011 at 17:26

      concordo com voce Rafael.. ate agora o unico argumento aceitavel que vi aqui de que existe bolha é que o preco subiu muito.. acho muito pouco..

      eu sou do rio e moro em botafogo, pra mim nao da pra morar na barra-recreio por causa do transito e nao acredito muito nessas promessas de metro, via isso, via aquilo, mas acho q vc fez bom negocio..

      abs

      0
      • Leandro. 2 de março de 2011 at 22:17

        José, se tiver tempo, dê uma lida nesses dois artigos.
        De todos que li na internet, acho que são os que melhor explicam a bolha e a fase atual da economia brasileira.

        http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=611

        http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=837
        Esse segundo artigo foi publicado em novembro de 2010. Muito do que ali está descrito já está começando a acontecer (ex: taxa de juros tendo que subir).
        Obs: apesar do nome coincidir, não sou autor dos artigos.

        Abraço.

        0
        • Jose 3 de março de 2011 at 10:23

          Leandro,
          acabei de ler e achei muito bom.. inclusive cita o peter schiffer que eu acompanhei muito em 2007 a 2009 qd ele era motivo de piada e riam dele AO VIVO na CNBC (tem um videos legais dessas cenas no youtube).

          eu apostei contra a bolha imobiliaria nos USA de 2006 a 2010 (sofri 2 anos – qd todo mundo era genio da bolsa – , depois fiquei 1 feliz e depois sofri mais 1 e chega!!!!)… mais 80% do meu patrimonio veio dai..

          vou fazer comentarios a esses textos mais tarde (pq os textos exigem.. hehe)…
          mas bons textos.
          vlw…

          0