Mais de 2.400 imóveis foram devolvidos por falta de pagamento de prestações – Capixabão

Você pode gostar...

Comments
  • TG Brasil 2 de julho de 2012 at 13:23
  • Pablo 2 de julho de 2012 at 13:24

    A semana começou bem;

    Custo da construção em SP sobe 6,1% no semestre;

    “http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,custo-da-construcao-em-sp-sobe-61-no-semestre,117999,0.htm

    Custos em Alta e vendas em Baixa!

    0
  • Jack Daniels 2 de julho de 2012 at 13:33

    Eu sempre digo isso para meus amigos e parentes:

    Gasto muito do meu tempo com planilhas de planejamento. É bem cansativo ter que ficar sendo insultado por corretores insolentes. Ficar acalmando o espírito esperando o melhor momento.
    Sendo assim, não terei a menor piedade de quem tem comportamento animal, se jogando sem 2 minutos de consideração em dívidas de 30 anos.

    Quem ri por último ri melhor, já dizia o ditado.

    0
    • halt 2 de julho de 2012 at 15:41

      Cara, você tocou num ponto interessante. Será que, quando tudo quebrar, quem está se endividando não vai acabar se dando bem?

      Sei lá, algum tipo de ajuda governamental ou decisão judicial favorável, moratória oficial, revisão de juros ou do saldo residual…

      Será que o Estado vai mesmo deixar que cada um responda pelos próprios atos? São muitas famílias, muita gente sendo afetada.

      Ou existem boas chances de que o prejuízo acabe sendo “socializado”?

      Nesse caso, trouxa serei eu que tô guardando um dinheiro que não vai ter o mesmo poder de compra quando o bicho começar a pegar de verdade… e nem “patrimônio”.

      Viajei?

      0
      • Murdoch 2 de julho de 2012 at 15:46

        Sim. Corremos muito esse risco.
        Pode ser que o inadimplente seja privilegiado. Venho pensando muito nisso!

        0
        • Luiz 2 de julho de 2012 at 17:03

          o risco existe, a questão é “como vão fazer isso?”

          Não esqueçam que o BR sobrevive dos dolares estrangeiros e não podem tomar medidas que afugentem o capital. O universo de possbilidades é bastante restrito e a cada dia mais limitado

          0
          • halt 2 de julho de 2012 at 17:12

            Dependendo da ação, poderia até tranquilizar os investidores.

            Algo como o Estado bancando a conta caso o cidadão não consiga pagar.

            No caso dos veículos isso já ocorreu, né? A BV, por exemplo, financiava carro para qualquer um, mas as operações acabaram incorporadas por um banco “público” (Estado) antes de rolar o estouro.

            0
      • Sergio Figueiredo 2 de julho de 2012 at 16:37

        Em se tratando de Brasil, acho isso possível sim…

        0
      • Piuas 2 de julho de 2012 at 18:04

        Infelizmente o problema é que a maior probabilidade é de sociabilização de prejuízos… Só de o governo imprimir dinheiro dar na mão dos bancos pra cobrir o rombo já é uma forma de sociabilizar o prejuízo por que há diluição no poder de compra. E isso afeta principalmente os poupadores. Você economiza um apê em dinheiro, o governo inunda o mercado com dinheiro de QE, o apê dobra de preço e suas economias, portanto, caem de valor pela metade.
        Além disso, a cada nova maré de bancarrotas, o governo vai criar mecanismos de manter a roda girando e a solução sempre será baseada em aumento de impostos para pagamento de benefícios, mais uma vez onerando a população responsável para diminuir as consequências na populaçlão irreponsável.
        Mas a solução é a seguinte. Transforme seu dinheiro em metais (preferencialmente comprados no mercado paralelo) e quando vier a conta, não pague. Você não vai ter mais dinheiro para ser confiscado.

        0
      • Zé Bolha 2 de julho de 2012 at 22:55

        Eu acho que é garantido que isso ocorra. Se muita gente começar a devolver os estoques aumentam e o preço cai. Os bancos, verdadeiros donos dos imóveis financiados, não querem isso. Pra eles, melhor segurar os preços e ir tomando dos otários, digo, dos embolhados, digo, dos compradores, aos poucos.

        Pro governo também é uma vantagem momentânea, mostrando ser bonzinho, bancando o pai (ou mãe, no caso da Dilma) dos pobres e individados. Retorno eleitoral, em pesquisa de satisfação (deu essa semana).

        Mas… Como a maioria dessas pessoas estarão definitivamente insolventes, o paliativo vai amenizar os sintomas, mas vai agravar a doença.

        Na verdade, esse processo já começou, redução de imposto pra carro, aumento de tempo para financiamentos. Seguimos dando água para o afogado!

        0
        • Zé Bolha 2 de julho de 2012 at 22:56

          *endividados… nossinhora, nem li mais, deixa como está… <-((

          0
        • Maurizio 5 de julho de 2012 at 18:47

          Na espanha tentaron faser isto e……

          0
  • Laranja 2 de julho de 2012 at 13:34

    10%?!!! Já?
    Esta crasse C não paga o carro e nem a casa… mas que papelão!

    0
    • Rafael K 2 de julho de 2012 at 14:02

      1 em cada 10 nao paga imóvel (contando apenas os q devolvem)
      1 em cada 15 nao paga carro (aqueles 6% de inadimplencia)
      3 em cada 10 nao pagam cartão de crédito!

      É uma bela fatia de mercado q está deixando de consumir…. aonde arrumarão mais clientes?
      Esses numeros………

      governo lança pacote? fico na máxima de quem pega empréstimo e nao olha juro “Pra quem tá se afogando, jacaré é tronco”

      0
      • Matuto 2 de julho de 2012 at 15:16

        Só complementando (e pra piorar um pouquinho):

        A inadimplência para veículos está em 13,9% (o 6% é no geral).

        Então, 1 em cada 7 não paga o carro.

        0
  • Noivinha 2 de julho de 2012 at 13:34

    eu não acreditava quando muitos de vocês falavam, mas a “compra na planta” está mesmo sendo o equivalente da banâna ao subprime. tem que ter muito talento pra criar uma bolha de imóveis sem nem ainda ter os imóveis!

    0
    • Laranja 2 de julho de 2012 at 13:41

      Sim! Estes 10% não conseguiram pagar nem 1 ano de prestações, imagina 15, 20, 35 anos! O povo não sabe fazer contas!

      0
      • GB 2 de julho de 2012 at 14:08

        Mas as prestações cabem HOJE no bolso (apertadinhas, kkkkkkk).

        0
      • Marcos Eliziario Santos 3 de julho de 2012 at 19:06

        O brasileiro não tem essa cultura. E quando o governo se intromete, vejam que sempre dá merda. No final, teria sido melhor terem feito o velho BNHzão pro povão, em que todo mundo ia saber a conta de saída, e onde iríamos subsidiar só as unidades pros menos favorecidos do que essa ciranda maluca, onde no final, vai sair um pacotão de perdão, que vai subsidiar não só os coitados da classe C, mas bancos e construtoras irresponsáveis.
        Como o pessoal falou lá em cima, podem ter certeza que em 2013 a inadimplência dessa fatia do mercado vai ser catastrófica, e como será ano de eleição, vamos com certeza ter o nosso bailout, e quem economizou, como eu ou você, vai se fuder, vendo o dinheiro perder pra inflação que vai vir da expansão monstro da base monetária.
        Brasil é foda.

        0
    • Paty 2 de julho de 2012 at 13:43

      O povo brasileiro é bastante criativo..kkkk

      0
    • CapEnt 2 de julho de 2012 at 13:48

      Essa estrovenga de “pagar direto para a construtora até ficar pronto” foi junto com o MCMV um dos maiores colaboradores para a criação da bolha.

      Com apartamentos na planta saindo como pãozinho quente (e corretor-padeiro oferecendo AP até em sopão de mendigo) para gente com nome sujo na praça por anos, jogou os preços na estratosfera e além. Todo desavisado tinha a impressão que todo imóvel a venda era o último biscoito do pacote.

      0
      • BELARMINO 2 de julho de 2012 at 18:40

        Mas.. com “socialização” do prejú ou não a salvação terá de vir acompanhada da logica queda de preços que não se sustentam [como os carros, aliás] que sempre precede o caos

        0
  • ademir 2 de julho de 2012 at 13:41

    EU já vi esso acontecer antes lá nos “ESTATES”.

    0
    • Marcia B. 2 de julho de 2012 at 13:58

      Muito bem, foi exatamente isso que fez quebrar a BOLHA aqui nos EUA. Os hipotecados deixaram, nao tiveram, como pagar suas prestacoes.

      0
      • Marcia B. 2 de julho de 2012 at 14:00

        Esqueci de dizer que 80% dos hipotecados que nao pagaram as prestacoes, COMPRARAM SEUS IMOVEIS A PRECOS MUITO ALTOS.

        0
      • JPM 2 de julho de 2012 at 18:25

        Aqui a coisa pode ficar pior para o povo. Nos EUA, o sujeito perdia a casa, mas também ficava livre da dívida referente a ela, mesmo que o banco não conseguisse recuperar todo valor com a venda.
        Aqui, o valor pelo qual o banco leiloar a casa será abatido da dívida, e o resto será cobrado.
        A não ser, é claro, que o governo imprima muito dinheiro para dar para os bancos privados, ou mande os bancos estatais comprarem as carteiras ruins, socializando assim a merda feita pelos especulotários. Se bem que nesse caso, os otários seremos nós que poupamos.

        0
  • Joao 2 de julho de 2012 at 13:44

    Não há futuro sem educação. Alguém achava que o Brasil iria crescer sem seu povo calcular juros ?

    0
    • Álvaro Guilherme 2 de julho de 2012 at 13:49

      O pior é que tem gente com curso superior que não sabe.

      Educação financeira deveria ser matéria do quinto ano do fundamental.

      0
      • hannamanana 2 de julho de 2012 at 14:18

        Não sabem messssssssssssssssssssssssmo!
        As pessoas creditam a ignorância aos peixinhos pequenos, mas os piores ignorantes são os letrados, bacharéis e até uns MBAzados que surgem por ai

        0
      • Eduardo Pena 2 de julho de 2012 at 15:28

        Aqui o que vale é título e não o conhecimento.

        0
        • augusto 2 de julho de 2012 at 15:45

          Hoje titulos são faceis de serem conseguidos com escolinhas de segunda.
          Podem ter até MBA, mestrados,etc, mas no fundo muitos não passam de energúmenos, otários presunçosos.

          0
        • Arbítrio 2 de julho de 2012 at 15:57

          “Educação para todos”, everybody. E lá vem o tcc, monografias, teses de mestrados e doutorados. Aí surge, numa vía movimentada, um outdoor enorme: “melhoro sua monografia”. E, mais a frente, na mesma rodovia: “diminua a prestação de seu carro em 50%”. Enquanto isso, no escritório de advocacia, ouve-se uma frase: “nóis resolve seu probrema”. Agora, não sei se é a “presidenta” ou uma advogada que fala com um cliente que quer institucionalizar sua inabarcável situação financeira.

          0
    • Jack Daniels 2 de julho de 2012 at 15:08

      Imagina então se falar de demanda, receita, insolvência, liquidez, etc

      0
      • Raposão 2 de julho de 2012 at 15:45

        Não recite esses “palavrões” sem “desenhar pra esse povo não… senão eles batem em você acreditando se tratar de insultos!

        Att.
        Raposão, que não é o pai-dos-burros, muito menos o burro-dos-pais.

        0
  • homeless 2 de julho de 2012 at 13:44

    Sem dúvida quem esperar vai fazer um ótimo negócio na compra de um imóvel.

    0
  • TG Brasil 2 de julho de 2012 at 13:46

    Vixe.. mais uma….

    Tudo caminhando conforme as previsoes do blog…

    Como resultado da queda no volume de novos pedidos, o Markit também verificou perdas de emprego pelo terceiro mês consecutivo em junho, com cerca de 9% das empresas reduzindo sua força de trabalho em relação a maio. A queda das contratações foi a mais significativa desde outubro de 2011.

    “http://economia.ig.com.br/2012-07-02/indice-pmi-do-setor-industrial-do-brasil-tem-menor-nivel-em-oito-meses.html”

    0
  • Rafael K 2 de julho de 2012 at 13:48

    Primeiro capixaba a comentar eee!!
    Olha q é um número significativo diante do nº de habitantes daqui!!

    Acho q aqui a bolha pode ser agravada assim como outras cidades, pois a economia aqui não é tão estável, nem tão rica… o dinheiro aparece por aqui mas vai pra mão dos grandes lá fora!!

    Não sei se chegou a conhecimento de todos, mas em 2013 o FUNDAP deixará de exisitir… as importadoras diminuirão muito seus faturamentos…e alguns reflexos já são sentidos no aluguel/construção de galpões…

    Esta construtora citada tem mais tempo de mercado que muitas aqui… não conheço os imóveis dela…mas tem algumas obras em iniciação que mostra q eles estão bem dispostos a construir umas centenas de apartamentos a mais…

    0
  • Rodrigo 2 de julho de 2012 at 13:48

    Recebi hoje um e-mail de uma corretora sobre um lançamento na rua Marquês de valença. (Tijuca-Rio de Janeiro). O valor médio: R$ 10.000,00 o m2, podendo variar um pouco para mais ou para menos, dependendo do andar………AONDE VAMOS PARAR????????
    Queria saber o perfil de pessoa que compra um imóvel a esse preço na tijuca……..

    0
    • Leo 2 de julho de 2012 at 14:05

      Perfil classico de carioca malandrao, da gema do ovo e que curte muito ostentar status.

      0
      • Marcia B. 2 de julho de 2012 at 14:12

        LOL > rsrsrsrs

        0
    • self 2 de julho de 2012 at 14:34

      Eu adoraria receber uns emails assim, apenas para eu ter a oportunidade de trollar corretor. Mas não recebo nada. 🙁

      0
      • GB 2 de julho de 2012 at 15:06

        Tem que se cadastrar antes nos sites, aí se segura que vai receber de montão.

        Mas antes tem que se perguntar se vale a pena, pois depois que começa . . .

        0
        • self 2 de julho de 2012 at 15:19

          Farei isso. Na verdade, não me importo de receber SPAM. Dou risada com muitos. =)

          0
    • Álvaro Guilherme 2 de julho de 2012 at 15:02

      Ou seja, um apê de 100m2 é um milhão.

      Quem tiver renda de R$ 20.000 por mês:

      Faz uma poupança da metade do bruto R$ 10.000,00 por quatro anos;

      Depois pega um empréstimo de R$ 500.000 em 20 anos, cuja prestação inicial será de quase R$ 6.000,00.

      0
      • self 2 de julho de 2012 at 15:21

        Pois é.

        Um casal que ganhe 20K, grosso modo cada um ganhando 10K, deve estar entre os salários 2% mais altos do país. NÃO É TROCO DE PINGA. Se eu ganhasse mesmo 10K, tampouco iria querer morar apertado em 100m², mas sim numa cobertura ou numa espaçosa casa.

        0
        • Álvaro Guilherme 2 de julho de 2012 at 15:32

          Detalhe: Morando na Tchutchuca das UPP’s, digo, Tijuca das UPP’s, com prazo de validade até o fim das olimpíadas.

          0
        • Luiz 2 de julho de 2012 at 16:35

          10k esta entre os 2% mais ricos porém o casal ganhando isso a probabildiade diminui para 2% X 2% = 0,04%

          0
        • Álvaro Guilherme 2 de julho de 2012 at 18:51

          Dando uma “googleada” por aí, os que refutam a bolha argumentam com o aumento da renda.

          Só se os mais abastados (renda familiar em torno de 20k) se conformarem em morar num quarto e sala de 40m2, aí pode até ser.

          Me lembrei agora dos que compravam carro zero nos anos 80 para revender (e “fugir da inflação”): Automóveis como o Gol, que vinha de série com bancos de tábua de pinho (daquelas usadas em obra), e achavam o máximo. Nesse contexto, até é plausível.

          0
        • Sangue Bom 3 de julho de 2012 at 16:52

          kkk Ganho isso e moro em um ape de 50 M².

          0
          • Sangue Bom 3 de julho de 2012 at 16:53

            Alugado é claro, a preço bem abaixo do mercado, esperando tudo isso se resolver, sem pressa.

            0
      • Marcos Eliziario Santos 3 de julho de 2012 at 00:00

        E sem gastar a tal poupança por 4 anos, e ainda economizando mais um pouco o sujeito alugaria um apartamento na Lagoa ou no Leblon de até uns 140m2 pagando uns 5000 por mês. Na tijuca, é claro, mora-se muito bem pagando 2000 de aluguel. Acha-se até coisas de 170m2 por uns 2600 pra alugar.

        0
        • Álvaro Guilherme 3 de julho de 2012 at 11:20

          Pois, é, minha intenção foi demonstrar o quanto está absurdamente caro este imóvel na Tijuca, mesmo que a pessoa queira comprar.

          Dei um exemplo de qual público seria elegível. Se na Tijuca o cara tem que ter essa renda, na zona sul tem que ser milionário, a não ser que tenha pego uma herança de outro apartamento.

          0
    • marcos 2 de julho de 2012 at 22:45

      mas já tem maluco pedindo uns 700 mil em apto de 120m² na saens pena…
      quero só ver depois de 2016 se as UPPs continuam ou vão virar bagunça como o restante da polícia do Rio

      0
    • Lady M. 3 de julho de 2012 at 00:23

      É incrível que as pessoas não sabem o que falam, só repetem as mesmas ladainhas sem pesquisar, sem pensar!

      Outro dia passando na Barra com um colega de trabalho, obras pra todo lado, comentei sobre a situação dos imóveis e ouvi: “ah mas o povo está com dinheiro!”

      Falei que 35 anos era loucura, muito tempo, e descobri que ele também financiou seu apto a perder de vista… “se não for assim não compro, vou pagar aluguel e jogar dinheiro fora?” Tenho que aprender a ficar quieta!!

      0
      • self 3 de julho de 2012 at 08:35

        Discordo. Não temos que aprender a ficar quietos, mas sim a rebater com bons argumentos. Por exemplo, no caso do seu colega, poderia rebater perguntando se pagar 2x o valor do imóvel em JUROS não era, também, jogar dinheiro fora; e perguntar se ele botou os gastos totais do financiamento numa planilha comparando com o aluguel. Ele ficaria sem ter resposta para dar.

        0
  • GB 2 de julho de 2012 at 13:57

    MRV mandando e-Mail dizendo que tem “preço promocional até 04/07”, mandei resposta perguntando sobre umas casas deles aqui na cidade, mas é esperado que continuam bolhudos.

    Essa reportagem é o máximo, se no ES está assim, imaginem em SP.

    De repente todo mundo quis comprar um imóvel na planta achando que ou ia vender com lucro ou ia alugar depois e parar de trabalhar,aí as destrutoras caíram nessa falta demanda, é brincadeira.

    Agora estão aí ferrados, não vão conseguir pagar até o fim e estão devolvendo, boa.

    Esse mercado é uma piada, é por isso que não tenho dó de quem faz isso o que fizeram.

    0
  • GB 2 de julho de 2012 at 14:07

    Gafe caindo: GFSA3 2,55 -3,04%, na sexta-feira ela subiu, haja coração, as sardinhas devem estar tomando Lexotan para aguentarem as oscilações.

    O Bolsa de Valores faz a astrologia parecer uma ciência exata.

    0
  • hannamanana 2 de julho de 2012 at 14:16

    “A classe C ascendeu, mas tem um orçamento doméstico sensível a qualquer eventualidade. É um consumidor que não está habituado a fazer planejamento de longo prazo e até mesmo o conserto de um carro pode desequilibrar as finanças”
    É o que sempre estamos comentando… Medidas de estímulo ao crédito, sem que as pessoas não tenham nem condições de pagar o crédito devido são absurdas.
    O problema do endividamento por habitação não é de perto tão grave quanto o de outros bens de consumo, principalmente os supérfluos.
    Dois posts antes, comentava que um cara num site de reclamações estava bravo por não ter recebido uma moto prometida pela construtora para aqueles que comprassem dela um apartamento. Dizia ele que aguardava a moto para poder vendê-la e pagar parte das parcelas do imóvel.
    Ou seja, isto é planejamento financeiro?
    “Mensais de 199” sempre me deixara arrepiada.

    0
    • antonio henrique 2 de julho de 2012 at 14:47

      Reclamando da moto que não recebeu e que depois de recebida, venderia para ajudar a pagar as prestações do imóvel? Isso não é planejamento financeiro, e sim o fundo do poço.

      0
    • CapEnt 2 de julho de 2012 at 15:30

      Resumindo, a classe C subiu sem aprender usar uma calculadora e desenhar uma planilha num pedaço de papel.

      Esse é o Brasil “potência”, que nem se educou.

      0
    • Álvaro Guilherme 2 de julho de 2012 at 16:53

      Me lembrei daquela frase: “Não sei se caso ou se compro uma moto”.

      0
      • Desconfiada 4 de julho de 2012 at 09:25

        Eu ouvia essa como “não sei se caso ou se compro uma bicicleta”. Seria coisa de quem cresceu no interior?

        0
  • Tomaz 2 de julho de 2012 at 14:27

    Situação em SJCampos segundo dados retirados de uma rede que congrega diversas imobiliárias da cidade:

    Em outubro de 2011: 1795 apartamentos à venda na cidade
    Em julho de 2012: 2591 apartamento à venda na cidade

    Acredito que, como amostragem, confirma algumas das teses aqui manifestadas.

    0
    • hannamanana 2 de julho de 2012 at 14:41

      Eu fui bater o seu número com um site chamado agenteimóvel e adivinha? Deu que na sua cidade só tem 366 imóveis a venda.
      O que esperar de um site que tem entre suas matérias de tela “Valorização imobiliária no Brasil é a segunda maior do mundo” e “Mercado imobiliário de São Paulo cresce ao lado da “nova classe média”
      Fora que dáum gráfico com preços em crescente valorização.
      Ai os Zés acreditam…
      A rede Secovi aponta que em Campinas temos cerca de uns 600 apartamentos pra vender. Imagina somando o de imobiliárias externas à rede e das vendas diretas e com construtoras.
      E some as casas e etc. etc… Quanto não dá, né?

      0
      • Mr.Crowley 2 de julho de 2012 at 16:18

        recebi uma revista da imobiliaria provectum de campinas, parece uma lista telefonica. Nao contei, mas so ela deve ter bem mais que isso…

        0
        • hannamanana 2 de julho de 2012 at 17:01

          Ai, tá vendo só!… Com certeza tem muito mais

          0
    • CapEnt 2 de julho de 2012 at 15:37

      Espera a queda de preços começar para valer:

      – Neguinho vai perceber que se ele pagou apenas 1 ou 2 anos de financiamento, o que ele irá perder deixando o banco tomar o apartamento é BEM inferior a um apartamento pós-bolha.
      – Neguinho vai deixar o banco tomar e ir atrás de outra coisa (ou ficar sem mesmo), morando na casinha do cachorro da mãe dele enquanto isso.
      – Estoque de imóveis irá disparar, com bancos em desespero com um monte de trolhas com preço em queda livre nos leilões.

      0
      • Fernandão Bolhudo 2 de julho de 2012 at 18:47

        Esse “neguinho” aí que perceber isso e quiser deixar o imóvel para o banco estará ferrado para sempre. Isso se é que ele quer ter o nome limpo…

        O valor levantado no leilão não cobrirá o empréstimo tomado do banco. Isso significa que o coitado ainda será executado pelo restante da dívida e esse processo vai persegui-lo até que ele consiga pagar tudo ou morra. Tudo isso vai depender da vontade do banco de acabar com a vida dos caloteiros ou não.

        Aqui não é como nos EUA. É muito pior do que muitos pensam. Aqui a dívida imobiliária pouco tem a ver com o imóvel, no momento em que ela deve ser paga. O imóvel é mera garantia e nada mais.

        A dívida é resultado de uma relação obrigacional com o devedor, em que a única alternativa é pagar o valor do contrato. Não tem possibilidade de devolver o imóvel e ficar tudo bem. Não fica. Se o imóvel for vendido e o valor não for suficiente, o banco tem o direito de correr atrás do caloteiro pelo valor que ainda faltar para pagar o empréstimo bolhudo.

        Se ele não tiver dinheiro, ficará com o nome sujo na praça e com fama de caloteiro na família. Se tiver e não quiser pagar vai passar o sufoco de ter que esconder e não ter mais nada no nome próprio, assumindo a postura de um verdadeiro fora da lei. Se for um cidadão de bem, assistir a tudo isso vai fazê-lo ter problemas de coração ou ficar louco certamente.

        Um monte de zumbis sem-teto, divórcios, doenças e mortes de pessoas que um dia foram cidadãos de bem estarão entre os resultados que os rastros da bolha imobiliária deixará no Brasil afora.

        Catastrophic mode: ON

        0
        • SPSPJULIANO 2 de julho de 2012 at 19:58

          Já fica o alerta para os cidadões de bem

          Existe a figura da INSOLVÊNCIA CIVIL no direito brasileiro que é quase uma “falência” de pessoa física….

          Para valores trocados não vale a pena…. mas para uma dívida de 35 anos, vale.

          0
          • Fernandão Bolhudo 2 de julho de 2012 at 20:53

            Olha, na boa, pensar assim é opção para qual tipo de gente?

            A pessoa de bem não vai querer se aproveitar de certas chicanas judiciais vergonhosas. Mesmo elas trazem prejuízos, pois levam muito tempo para serem resolvidas.

            Prefiro não fazer merda e ter tranquilidade do que passar por essa vergonha.

            E tem mais: esses processos marcam seu nome por muito tempo. E aqui não estou falando de SCPC e Serasa não. O fato é que emprego que realmente valha a pena o caloteiro não terá mais. A vida pode ficar mais difícil para quem quer ter um cargo de respeito, etc…

            Assim sendo, para quem quer subir na vida e ser alguém, fazer esse tipo de merda só atrapalha.

            Não vale a pena nem pensar… Nem para se livrar de uma dívida de 35 anos.

            No final das contas, se o idiota fez merda, tem mais é que tomar uma naba dantesca mesmo. Que sirva de exemplo para os que estão olhando, bem assim para as gerações futuras.

            0
            • CapEnt 2 de julho de 2012 at 22:32

              Eu lhe entendo, sério.

              O que você tem de entender é que sempre é uma minoria irresponsável que ferra a vida do resto do povo nesse caso. E foi a maioria que permitiu isso elegendo políticos que não prestam.

              Tiremos aqui o subprime Americano: a maioria do povo pagava suas contas honestamente e compraram suas casas com crédito de boa qualidade. Mas uma minoria grande o suficiente se excedeu, e isso foi o suficiente para desestabilizar a economia. Essa minoria detinha algo de 19% dos empréstimos nos bancos Americanos (em particular o banco público Fannie Mac, o equivalente Americano da CEF no Brasil).

              No Brasil não é muito diferente: nossa taxa de inadimplência está girando em torno de 10%, isso com nossa economia supostamente “saudável”. Esses 10% de financiamentos, boa parte podres em vez de pequenas eventualidades de uma família com imprevistos, podem fazer um estrago na economia que você nem pode imaginar.

              Boa parte desse povo não liga para “nome limpo”, muito deles já passaram por mais de 15 anos com o nome sujo nos anos 80 e início dos 90. Nenhum deles nem mesmo tem qualificação profissional em nível que “nome limpo” possa influenciar em alguma coisa, e o coração deles só vai sofrer é de excesso de gordura vinda de churrasco com carne de segunda na laje dos amigos dele.

              O que vai acontecer é o seguinte:
              – Ele vai ver que é vantagem dar calote no banco e perder o imóvel.
              – O banco vai leiloar o imóvel, e pegar 1/2 do valor da dívida.
              – O banco irá atrás judicialmente do caloteiro.
              – O caloteiro irá falar “nu tenhu nadis”.

              E como escravidão é proibida, não vai dar para vender o homem para uma fazenda de cana para recuperar o prejuízo, então vai ficar por isso mesmo, com o governo absorvendo tudo quando a coisa começar ficar preta, e você pagando a dívida para ele em forma de impostos e austeridade com seu sangue e suor, diligentemente.

              Pior, esse mesmo caloteiro ainda vai se apoiar no sistema de segurança social, e você além de pagar a dívida dele, ainda vai ter de alimentar ele.

              Cruel né?

              0
              • RosinhA 2 de julho de 2012 at 22:35

                Muito bom, isso mesmo Capent

                0
              • Fernandão Bolhudo 2 de julho de 2012 at 23:44

                Enquanto ele diz “num tenhu nadis”, nós nos lamentamos, dizendo “e nós é que si fudemus”…

                Compreendo os posicionamentos. Mas vou morrer discordando dos “espertinhos” desse sistema. Sempre vou acreditar que vale a pena fazer a coisa certa.

                Esses fatores que você cita acontecem mesmo. Mas os repilo para sempre. Mais vale um princípio para a vida toda do que uns trocados furados, a vantagem indevida. Agindo assim, tenho tido bons resultados na vida. Tenho respeito da família e amigos e, o mais importante, o meu próprio. Tenho uma boa profissão que não me deixará escravo de empréstimos trintenais e não tenho medo de perder meu nicho profissional porque quem trabalha de verdade e estuda permanentemente sempre vai ter alguma coisa pra fazer para poder viver muito bem sem dever nada para ninguém.

                Vai na minha: fodam-se os otários e os corruptos. Com eles não me sento à mesa. E se um imbecil me disser que ser caloteiro compensa, mando-ir às favas. Não sigo essa “ondinha” desse zé povinho.

                Esse blog, por exemplo, é um exemplo de como tem um monte de gente que pensa o correto e que tem muito conteúdo. Se assim não o fosse, sequer perderiam o tempo lendo e se informando aqui. Me junto a vocês por isso.

                E tenho certeza de que vocês mesmos acreditam nisso que estou dizendo. Oras, bacharelado em espertisses sai de graça e se forma em minutos. Os “espertinhos” que apareceram aqui no blog não duraram nada. Agora, engenheiros, advogados, economistas, médicos, empresários, tais como os que vejo aqui, levam muitos anos para se entalhar e certamente têm muito sucesso e orgulho no que fazem no dia-a-dia.

                Creio firmemente que nenhum de vocês desistiu do correto. Cansar um pouco acontece. Mas desistir nunca.

                0
                • Fred 3 de julho de 2012 at 08:11

                  Bom dia.
                  Concordo com tudo o que foi dito acima (e também lamento que seja assim). Só não acho prudente pôr de um lado engenheiros, advogados, economistas, médicos, empresários… e, do outro lado, os espertinhos. A vida nos mostra outra realidade.

                  0
                • CapEnt 3 de julho de 2012 at 08:13

                  Yeap!

                  0
                • hannamanana 3 de julho de 2012 at 09:02

                  “Vai na minha: fodam-se os otários e os corruptos. Com eles não me sento à mesa”
                  Partilho do mesmo pensamento.
                  Sempre falo pro meu marido uma frase que ouvi de um excelente (e raro) colega policial (que deve ter tirado de algum lugar) que, aliás, já morreu:
                  OFENDE OS BONS QUEM POUPA OS MAUS
                  Não quero nem saber!
                  Aliás, no meu escritório, na minha casa e no meu carro tem um bonequinho da Dona Florinda para lembrar a todos: TESOURO, NÃO SE MISTURE COM ESTA GENTALHA!

                  0
                  • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 09:22

                    Existe uma frase que gosto muito ruim não apenas fazer o mal, mas é permitir que outros façam…

                    Para muitos o fato de ser correto é suficiente, para mim é, e pelo visto, para a maioria do blog é só metade do caminho…

                    Por isso acho que caminhamos juntos retalhando os espertinhos.. Temos que preservar nosso espaço com nossos conceitos e valores, mesmo!!!!!

                    0
                    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 09:30

                      Exatamente…
                      Não da pra viver numa bolha (opa!), então você às vezes conversa e inevitalmente pode estar num mesmo ambiente que outra pessoa que tem uma índole diversa da sua…
                      Mas, não é porque você serve a lavagem dos porcos que você tem que comer com eles.

                      0
                • Kabess Rhaxard 3 de julho de 2012 at 17:12

                  Concordo com vc porém existem muitos da “classe estudada” que são tão picaretas quanto os espertinhos não estudados.

                  Aqui na empresa onde trabalho tá cheio de gente que ganha mais de 10k por mês e tem “Gato net” entre outras malandragens brasileiras.

                  Brasileiro é malandro no varejo e trouxa no atacado…

                  0
                • Desconfiada 4 de julho de 2012 at 09:30

                  Concordo totalmente contigo!

                  0
              • hannamanana 3 de julho de 2012 at 09:06

                Concordo com seu ponto de vista e também com os pontos levantados pelo Fernando.
                O que eu acho é que muitos sairão impunes, mas se é fato que os bancos já tem uma listinha de quem em algum momento processou o sistema bancário.
                Já contei que um colega foi financiar um bem por um banco que tinha incorporado um outro que ele havia processado (e ganho), e seu crédito, apesar dele ter uma ficha limpa e de qualidade, foi negado. Ele teve que mudar de banco.
                Ou seja. Tem um pessoal que até pode ” ” ” ” se dar bem ” ” “, mas num médio prazo não conseguirão nada mais de bancos…

                0
                • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 09:27

                  hanna, acredito muto na Lei do Retorno… não no sentido esóterico, mas sim no sentido de que vivemos num universo onde as energias agem entre si, sejam quais forem as energias de diversos tipos … sentimentos, ações, pensamentos para mim são tão reais quanto a matéria que tocamos, vale a relação entre energia e massa dada por Einstein . E = mc2….

                  Então, tudo que produzimos é misturado e retorna de outra forma… por isso acredito na Lei do Retorno que um dia nos trará o que plantamos das formas mais esdruxulas …

                  0
                  • hannamanana 3 de julho de 2012 at 09:43

                    Eu também! Concordo com suas palavras!
                    E apesar de ter uma religião, não costumo usar nenhum argumento com base etérea para sustentar este pensamento que tenho, pois depende de uma crença pessoal, digamos, mais subjetiva.
                    Sigo Antoine Lavoisier (precursor da química moderna): “Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”
                    Não adianta plantar laranjeira e querer colher abacates.

                    0
        • Vailton 3 de julho de 2012 at 18:00

          Grande comentário FErnandão,
          E só complementando, uma outra coisa é que em grandes empresas (onde eu trabalho mesmo é assim) eles vasculham toda sua vida antes de te contratar… e se você tiver o com o “nome na jabiraca” você é descartado emsmo tendo um bom curriculo.
          Essa turma que acha que 30 anos é 30 meses, não sabe o risco que está correndo. Acho até que vai chegar um momento onde vai ser difícl encontrar alguém com o nome limpo pra trabalhar.

          0
  • Leonardo 57 2 de julho de 2012 at 14:29

    Todos sabem que o mercado está saturado, a bolha está em vias de estourar e tal. Eu tentei enumerar algumas ideias, ainda que não completamente trabalhadas, para esse “estouro” não ser tão traumático:

    http:// leorossatto.wordpress.com/2012/07/02/ideias-contra-a-especulacao-imobiliaria/

    0
    • Leonardo 57 2 de julho de 2012 at 15:50

      Nem precisam ler,mas VEJAM O GRÁFICO nisso daí.

      0
  • self 2 de julho de 2012 at 14:38

    “A classe C ascendeu, mas tem um orçamento doméstico sensível a qualquer eventualidade. É um consumidor que não está habituado a fazer planejamento de longo prazo e até mesmo o conserto de um carro pode desequilibrar as finanças”, avalia.

    Para mim, não é questão de “falta de hábito” de se planejar. Para mim, quem não se planeja não tem é VERGONHA NA CARA de usar uma calculadorazinha ou um bloquinho de notas de vez em quando. Qualquer pessoa com meio cérebro SABE que carro, imóvel e outras coisas dão manutenção, que problemas inesperados aparecem etc. Se não faz um planejamento mínimo, é porque é irresponsável e ponto.

    0
    • GB 2 de julho de 2012 at 15:03

      Foi ganância, disseram que ele poderia pagar 199 Dilmas durante as obras e depois poderia alugar e o aluguel pagaria a prestação e sobraria um troco.

      Quem não quer ser dono de imóvel com os outros pagando ? O problema é que quem pensa assim se esquece que quem aluga também quer ter o seu e quer ter um 2º para fazer a mesma coisa.

      0
    • Bananildo 2 de julho de 2012 at 15:08

      Self. Muitos não sabem usar uma calculadora. É sério.

      0
      • Crase 2 de julho de 2012 at 18:47

        Eu conheço duas ali (mãe e filha, cidade no interior), que não conhecem dinheiro… não sabem identificar as notas do real! interessante, não? pra discutir educação, etc.

        0
  • João 2 de julho de 2012 at 14:42

    Acredito que a bolsa é uma excelente oportunidade de aprender a negociar ativos. Você aprenderá o princípio básico: não compre na alta !

    0
    • Vampirito79 2 de julho de 2012 at 15:00

      Verdade. E que serve para os que estão comprando imóveis.

      0
    • Ploc Monsters 2 de julho de 2012 at 16:26

      “Tudo o que sobe… Desce”

      0
  • Vampirito79 2 de julho de 2012 at 14:59

    Putz, 10%!!!!

    Até que estes números poderiam ser em SP ou RJ.

    0
  • João 2 de julho de 2012 at 15:12

    Temos que aprender que o pouco às vezes é muito. Experiência própria: melhor investimento é na carreira: 28 anos, AP pago a aguardando o estouro da bolha para comprar um APEZAO (que mereço) à vista. Fui em busca do conhecimento, ganhei um bom emprego, disse não ao consumismo desenfreado, ao super preço de carros, e ganhei uma poupança gorda !

    0
    • Laranja 2 de julho de 2012 at 17:23

      Idem! Só troca os 28 por 31.
      … com a explosão, ainda ficarei com o imóvel atual!

      0
  • Mcfly 2 de julho de 2012 at 15:13

    Agora a ZAPT terá concorrente, descontos de até 30% no site de Outlet de Imóveis:

    ‘http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2483018-outlet+imoveis+online+oferece+descontos+ate+veja+como+funciona

    Site: ‘realton.com.br

    0
  • Silas Coul 2 de julho de 2012 at 15:13

    Estou aguardando a divulgação da próxima data profética…

    0
    • Leonardo 57 2 de julho de 2012 at 15:19

      Eu curto o Miguel Jacó, mas acho que ele meio que se perdeu no personagem com essa história de datas depois de acertar em março. Ficar prevendo data e errando acaba tirando parte do crédito dele e tornando ele mais folclórico que respeitado.

      Às vezes nem tem uma data específica pra estourar. Nas bolhas americana/espanhola, não teve algo específico e relacionado. Só a falência do Lehmann Brothers. Mas o fato é que o processo está em andamento e devemos observá-lo na maneira mais fria possível.

      0
      • Mcfly 2 de julho de 2012 at 15:40

        Concordo que é um período de quebra e não uma data, e este período já começou.

        0
      • FQ 2 de julho de 2012 at 15:40

        Concordo. Já gastou.

        Mas, parece que o povo gosto, igual ao Polvo da Copa!

        0
        • MrLBS 3 de julho de 2012 at 17:56

          Acho q vcs não pegaram o espírito da coisa: é uma brincadeira!

          0
      • Shakespeare 2 de julho de 2012 at 17:38

        O Walter Mercado também, ligue djá! 😀

        0
    • ch0qw3 2 de julho de 2012 at 15:37

      Não precisa aguardar data alguma. O processo de deterioração já iniciou faz tempo. Os preços já começam a dar sinais de redução. Aqui em Porto Alegre, as placas de vende-se multiplicam-se pelas ruas, até o site de classificados faz promoção para manter os anúncios.

      Os preços não irão despencar do dia para a noite. Na minha opinião, teremos 15% até o final do ano e, caso a economia siga por este caminho de queda (que é quase uma certeza), 2013 teremos mais 15% de desvalorização.

      Mas para os corretores, ainda este mês, tudo sobre 18%. 🙂

      0
  • flavio 2 de julho de 2012 at 15:32

    Tinha corretor essa semana usando essa entrevista do ‘consultor ” Ricador Amorim como alibi na venda de apertamentos ( salvo engano, ele esteve em Manaus numa palestra promovida pelo setor imobiliário)

    http://ricamconsultoria.com.br/news/entrevistas/ricardo_amorim_consultoria_financeira

    édito imobiliário é 5% do PIB, diz Ricardo Amorim.

    Especialista explica por que o momento para investir em imóveis é agora, mesmo com os preços salgados. Para Ricardo Amorim, os preços tem fôlego para subir, inclusive no segmento de alto padrão
    Como qualquer investimento, a aquisição de imóveis pensando em futura venda ou aluguel também tem sua carga de risco. Embora a valorização seja quase certa, nada garante de quanto será. Outra questão é a liquidez. Uma coisa é ter o apartamento bem avaliado, outra é encontrar um comprador disposto a pagar o valor da avaliação. Para reduzir esse risco, o especialista Ricardo Amorim recomenda o bom e sempre indispensável planejamento.
    Para Ricardo Amorim, os preços tem fôlego para subir, inclusive no segmento de alto padrão. Saiba por quê na entrevista abaixo.

    Com os preços em elevação, o momento não é complicado para a compra de imóveis?
    Baseado na forte elevação dos preços dos imóveis no Brasil nos últimos anos, muitos concluem que os preços estão altos. No entanto, ao contrário do que a maioria acredita, os preços no Brasil não são mais altos do que na maior parte do mundo, pelo contrário. Nenhuma cidade brasileira está entre as 50 com preços de imóveis mais elevados.

    Quem quer comprar para investir não fará melhor se deixar para comprar mais tarde, quando os juros caírem mais?
    Pelo contrário. À medida que o custo de financiamento baixa, mais gente resolve comprar imóveis e mais os preços sobem com o aumento da demanda. Aliás, é isto que vem acontecendo desde 2004, impulsionando o preço dos imóveis. É provável que quem preferir esperar até consiga, efetivamente, pagar juros mais baixos, mas a alta do preço dos próprios imóveis deve acabar deixando a conta mais salgada, mesmo com juros menores.

    Que outros motivos fizeram os preços subirem tanto no Brasil nos últimos anos?
    Os preços eram absurdamente baixos em comparação com o resto do mundo devido à quase total falta de crédito no País, que limitava muito a procura por imóveis. À medida que o crédito começou a se expandir e as taxas de juros a cair, a procura aumentou e os preços subiram.

    A alta chegou ao seu limite ou deve continuar nos próximos meses?
    O ponto é que o total de crédito imobiliário no Brasil é de apenas 5% do PIB brasileiro, comparado com mais de 90% do PIB nos EUA e números similares na Europa e no Japão. Isto indica que o potencial para expansão do crédito imobiliário e, por consequência, de preços ainda é significativo no Brasil.

    O mercado continua aquecido no segmento AA?
    Neste segmento, é possível que se repita um fenômeno que foi importante no final de 2008 e ao longo de 2009, quando muitos investidores, preocupados com potenciais impactos da crise financeira global em seus ativos financeiros, aumentaram investimentos em imóveis, elevando, em particular, o preço de imóveis de alto padrão que, por terem valores mais elevados, funcionam melhor para receberem investimentos significativos rapidamente. Se a crise europeia e seus efeitos negativos em todo o mundo, inclusive no Brasil, piorarem, como acredito que acontecerá, é possível que este fenômeno se repita, favorecendo este segmento do mercado imobiliário.

    0
    • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 18:16

      Gostaria de saber onde o cara se formou…. não permitirei que meu filho e netos estudem na mesma escola…. Deve rodar muita Lucy in the skye whith diamond lá… Só isso explica essa palestra …

      Deus meu, tiraram a parte do meu cérebro que não pensava…. Dá vontade de vomitar de ver isso ….

      Quanto que esse cara ganha ? Acho que tiro ele do emprego e sou muito mais simpática….

      0
      • Leno 2 de julho de 2012 at 21:05

        Sol,

        O problema não é onde ele se formou. A questão é que ele está completamente vendido, e está defendendo o lado de quem está lhe pagando.

        Entendo que em nenhum momento ele se compromete com aquilo que defende, ou seja, só faltou dizer no final: “compre por sua conta e risco”.

        0
        • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 09:33

          Leno, como isso é triste… a ética como a qualidade foram reinventadas… mas o que vale é cada um por si….

          Como pode o ser humano, egoísta acreditar que a humanidade tem futuro se não defende o bom para todos…

          Mais do que nunca, admiro o oriental que pensa primeiro na Patria, depois na Familia e por ultimo em si…

          Realmente acho que vim de outro planeta…

          0
      • Desconfiada 4 de julho de 2012 at 09:41

        O pior é que ele é formado na USP. Tenho muitos amigos lá, inclusive da área dele (que é a minha também). Sei que o comportamento deste senhor não reflete o posicionamento da escola.

        0
    • realidade 4 de julho de 2012 at 11:21

      O Ricardo Amorim (no bolso do segmento construção civil) na Bolsa estaria “@udido”. Deve aconselhar os incautos a comprar ações do sr. X. Haha!

      0
  • Luiz 2 de julho de 2012 at 15:33

    Esses 10% que devolveram o imovel por falta de pagamento das parcelas da entrada são provavelmente 50% dos que compraram pra morar.

    0
  • Eskeleto 2 de julho de 2012 at 15:36

    Fazer previsões e acertar algumas vezes até é possível acontecer, mas para alguém acertar pelo menos a semana exata ou o mês exato é necessário ter um grande poder $$$$ para fazer algo acontecer, afinal se o mercado está balançando e você pode fazer desmoronar, isso é oque acontece quando grandes investidores e especuladores saem do mercado balançam o mercado e no final os últimos é que fazem desmoronar. Por hora o mercado está balançando e quando os últimos deixarem teremos o estouro.

    0
  • Pablo 2 de julho de 2012 at 15:39

    Abaixo trecho retirado da sugestão de uma corretora de valores para sua carteira de Julho onde adicionou a PDG:

    “PDG Realty (PDGR3) – A PDG Realty acumula queda forte neste ano, decorrente de uma série de fatores negativos que vão desde a saída de diretores, emissão de ações em condições diferenciadas para atender ao plano de opções da diretoria e também pelos resultados fracos do 1T12. Contudo, encerrado o segundo trimestre, acreditamos que haverá uma recuperação nos números da empresas em relação ao primeiro trimestre considerando que a empresa vem limpando de seu portfólio, empreendimentos que puniram suas margens anteriormente. Desta forma optamos pela sua inclusão na carteira acreditando que a expectativa de melhoria nos seus resultados ajudará o comportamento do papel em bolsa em julho.”

    Isto dito por “ESPECIALISTAS” achei muito fraco e naturalmente não concordo.
    Vamos aguardar o final de julho e (a)testar o dito.

    0
    • Vampirito79 2 de julho de 2012 at 16:26

      OTIMISMO meu caro.

      Se você pegar notícias passadas, eles falam que os próximos meses as coisas melhorarão, já faz um bom tempo e pelo visto, queda atrás de queda.

      0
  • antonio henrique 2 de julho de 2012 at 15:39

    Olhem o problema do endividamento respingando por todo os lados.

    Endividamento levou consumidor a cortar gastos nos supermercados em 2011, diz Serasa

    http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=354655,NOT

    0
    • self 3 de julho de 2012 at 08:40

      “Quem compra o supérfluo pode ter que vender o necessário.”

      0
  • ch0qw3 2 de julho de 2012 at 15:45

    Mais uma…

    “http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/07/balanca-tem-menor-saldo-comercial-para-o-1-semestre-em-dez-anos.html”

    0
  • Pablo 2 de julho de 2012 at 15:50

    Abaixo o resumo de como foi o 1º semestre na bolsa, valores entre parenteses são negativos.
    Observa-se que o Imob(indice onde estão as construtoras, incorporadoras, adm de shoppings) foi o pior de todos.

    Indicador Variação 1º Semestre de 2012 (%)

    Ibovespa (4,2)
    Ibr50 (1,6)
    Ibx 0,5
    Iee 8,6
    IGC 4,7
    Ibovespa/setor de energia 7,4
    Ibovespa/setor financeiro (6,0)
    Ibovespa/ setor mineração 4,4
    Ibovespa/ papel e celulose 10,8
    Ibovespa/ petróleo e gás (20,5)
    Ibovespa/ siderurgia 1,0
    Ibovespa/ telecomunicações 11,3
    Ibovespa/ transporte 4,1
    Ibovespa/ construção (24,1)
    Ibovespa/ veículos e peças 14,4
    Ibovespa/ outros 2,0
    Ibovespa/ varejo 11,1

    0
    • Luiz 2 de julho de 2012 at 16:32

      ou seja a Gafisa tá pior que o Eike

      0
  • hannamanana 2 de julho de 2012 at 17:00

    Folha de SP: “Resultado da balança comercial é 46% menor do que no 1º semestre de 2011”
    Eeeeeitcha

    0
    • hannamanana 2 de julho de 2012 at 17:00

      O ch0qw3 já tinha postado. Sorry

      0
  • halt 2 de julho de 2012 at 17:11

    Dependendo da ação, poderia até tranquilizar os investidores.

    Algo como o Estado bancando a conta caso o cidadão não consiga pagar.

    No caso dos veículos isso já ocorreu, né? A BV, por exemplo, financiava carro para qualquer um, mas as operações acabaram incorporadas por um banco “público” (Estado) antes de rolar o estouro.

    0
    • halt 2 de julho de 2012 at 17:15

      Essa resposta é para uma discussão que está rolando lá em cima e acabou sendo copiada aqui no final também.

      Se existe moderação nos comentários, podem excluir.

      0
  • Paulo D. 2 de julho de 2012 at 17:18

    Preços das terras agrícolas disparam
    02/07/2012

    Pesquisa mostra que as cotações das terras para o agronegócio subiram 16,5% em 12 meses e 50% nos últimos três anos.
    Puxados pela disparada das cotações dos grãos, especialmente da soja, e pela queda nos juros, os preços médios das terras para o agronegócio no País subiram 50% em três anos, com aceleração maior nos últimos 12 meses. A tendência é as cotações continuarem em níveis elevados, apesar da desaceleração da agricultura, que afetou o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre.

    Entre março de 2011 e abril deste ano, a valorização média da terra no País foi de 16,5%, segundo pesquisa da Informa Economics FNP, consultoria especializada em agronegócio. A alta de preços é mais que o triplo da inflação acumulada no período, de 5,1%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

    Em abril deste ano, o preço médio de um hectare estava em R$ 6,7 mil. “É a maior cotação média registrada pela pesquisa, que começou a ser feita em 2002”, afirma Nadia Alcantara, gerente técnica da Informa Economics FNP. Os preços são coletados a cada bimestre com corretores, técnicos agrícolas especializados em avaliação patrimonial e agências do Banco do Brasil, em todos os municípios do País.

    A pesquisa mostra que a região mais valorizada em 12 meses foi a de terras para soja em Sinop (MT), onde o preço subiu 73,3% até abril, de R$ 9 mil para R$ 15,6 mil o hectare. Em seguida vem a terra para cana no Espírito Santo, com alta de 54% no período, de R$ 6,5 mil para R$ 10 mil o hectare. As terras mais valiosas do País estão em Santa Catarina, na região de Itajaí. Ali, um hectare para produção de uva, geralmente em pequenas propriedades, sai por R$ 43 mil. Neste caso, a valorização em 12 meses até abril foi de apenas 2,5%.
    Passado esse boom das cotações, a perspectiva é que os preços das terras fiquem estáveis, concordam pesquisadores e corretores. Um forte indício de que a tendência é a sustentação das cotações em níveis elevados é o número de negócios fechados. Hoje, poucas transações de compra e venda ocorrem e o motivo é a escassez de ofertas.
    Os potenciais vendedores adiam os negócios, pois acreditam que conseguirão preços ainda maiores, especialmente no caso de terras para soja, diz Nadia. Isso porque, apesar do ritmo mais lento da economia, aqui e no exterior, a perspectiva é que a demanda por comida não recue. “A oferta de terras é limitada e a necessidade de produção de alimentos continua.”
    Também o fato de parte da crise atual ser de confiança no sistema financeiro contribui para o fortalecimento do mercado de terras. A terra acaba sendo um porto seguro para o investidor. “A desaceleração da economia não afetou o mercado de terras”, afirma o corretor Atílio Benedini, dono da imobiliária Atílio Benedini Agronegócio, de Ribeirão Preto (SP), polo produtor de cana. Ele observa que, quando a taxa de juros cai, o preço da terra sobe.
    “Cair não cai”, diz o corretor Claudinei Pereira, da Império Imóveis, de Guarapuava, importante município produtor de soja e milho do Paraná, referindo-se aos preços de terras do município com 80% de aproveitamento para a agricultura.
    A pesquisa mostra que, em Guarapuava, o avanço da soja sobre as áreas de pecuária puxou as cotações das terras tradicionalmente destinadas à engorda do gado, agora voltadas para a agricultura. Em 12 meses até abril, o preço do hectare subiu 70%.
    Vizinhos
    “Na última semana começou a sair negócio”, diz Pereira. Ele intermediou duas transações, uma que envolveu 400 hectares e a outra, de 360 hectares. O preço médio foi de quase R$ 50 mil o hectare.
    O corretor conta que, após um longo período sem negócios, eles começaram a acontecer. O que assustou inicialmente os compradores foi o preço elevado da terra que, na região, é indexado à cotação da soja. A saca de soja de 60 quilos hoje vale entre R$ 60 e R$ 70, nível considerado elevado. “No mês passado, o produtor entregou a safra e teve de colocar o dinheiro em algum lugar”, diz o corretor.
    Ele acrescenta que os negócios fechados foram entre produtores vizinhos. Nesse caso, o desejo de comprar uma determinada área já vem sendo alimentado há algum tempo. “Por isso, o comprador aceita pagar um pouco mais pela terra.”
    Em Ribeirão Preto, Benedini diz que o mercado continua paralisado por falta de oferta. “Quem procura uma área de 100 alqueires (242 hectares) para comprar não acha.” As áreas mais cobiçadas são as localizadas nas redondezas de usinas sólidas

    Fonte: O Estado de S. Paulo

    0
    • AAC 2 de julho de 2012 at 19:14

      Estou desconfiado que o agronegocio será, ou melhor, já esta sendo a nova bolha, os FDP’s não tem escrupulos…Semana passada conversando sobre investimentos com meu gerente do banco, o cara ficou tentando me empurrar as LCA, dizendo que hoje é o melhor rendimento blablabla, especular com comida é muita filha da putiçe, ele sô parou quando eu perguntei se ele tinha meta de venda dessa porcaria, aí ele mudou de assunto…Miguel Jaco não errou a data, já é consenso de alguns que a bolha esta estourando, este é assincrono e terá intensidades diferentes por regiões…

      0
      • AAC 2 de julho de 2012 at 19:56

        Sardinhada que acompanha o blog diariamente, realizem seus prejuizos com GFSA, X’s, salinhas filé e apezinhos “stile” e corram para as colinas literalmente, mas vê se dessa vez não perdem o timing e vendam na alta!

        0
    • Rui 2 de julho de 2012 at 20:15

      Pois e’! foi o que eu falei aqui. Os alimentos, estao no comeco de um bull market, gigantesco, que vai durar, no minimo, 2 decadas.O preco de boa terra agricola, nos proximos anos, cai para o espaco. Ao contrario do preco dos terrenos urbanos, que vao desabar. Digo, repito e volto a dizer: daqui a 5-8 anos, imoveis nao vao valer coisissima nenhuma. o preco hiperinflacionado da comida, vai ser a grande preocupacao mundial. Acabou a era da comida barata. A riqueza, vai comecar a sair das cidades, para os campos. la mais na frente, os empregos mais bem pagos, vao estar nos campos, nao nas cidades. Quem nao e’ burro ou desinformado e tem capital, esta’ comprando, toda a terra agricola que pode. So’ este ano o feijao com arroz, subiu uns 35%. O governo brasileiro, foi forcado, a limitar, a compra de terras agricolas, por estranjeiros, que sabem das coisas. So’ espero que Rosinha, nao me venha com KKK. Que sera, isso? Ku Klux Klan? ahahahahah

      0
      • Rui 2 de julho de 2012 at 20:21

        Cai para os espaco. ahahahaha Falha nossa! correcao: vai para o espaco.

        0
  • Alex 2 de julho de 2012 at 17:37

    Vejam o que achei ontem na revista EXAME, comentário do economista Ricardo Torres, a pergunta de um bolhudo:

    http://imageshack.us/f/442/bolhaexame.jpg/

    0
    • Curioso 2 de julho de 2012 at 18:02

      Qualquer pessoa em sã consciência e intelectualmente atualizada já sabe disso. O que está acontecendo é que o poderio econômico das construtoras juntamente com o lobby do mercado e aval do governo não permitem que notícias como esta venham a tona em grandes manchetes. O que temos visto, mais comumente, é que os “lapsos” desses economistas, jornalistas e profissionais do ramo estão cada vez mais constantes… é o que aconteceu nessa simples resposta ao questionamento de um leitor!
      Muito bom!

      0
  • Socorro!! 2 de julho de 2012 at 17:58

    acabei de receber de um corretor….

    como pode um apartamento de 56 M2..ter uma sala com 3 ambientes…

    ÓTIMA OPORTUNIDADE EM BOTAFOGO
    LINDO APARTAMENTO NA RUA SÃO CLEMENTE 8ª ANDAR DE FUNDOS BEM AREJADO.
    56m² DECORADOS EM QUARTO E SALA (3 AMBIENTES) COM DEPENDÊNCIAS COMPLETAS REVERTIDA PARA SALA.
    (PODE FAZER 2º QUARTO)
    ARMÁRIOS QUARTO E COZINHA.
    PRÉDIO CONSTRUÍDO EM 1985 COM PLAY E SALÃO DE FESTAS.
    GARAGEM NA ESCRITURA E GARAGEM PARA VISITANTES.
    OPORTUNIDADE R$ 580.000,00
    VISITAS

    0
    • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 18:20

      Um ambiente pra entrar outro pra sair e um pra ficar de pé…. ora são 3 ambientes né?

      0
    • Ghaspar 2 de julho de 2012 at 18:28

      Achei legal o OPORTUNIDADE :R$ 580.000,00.
      O mundo enlouqueceu….kkkkkkkk

      Essa poha não se sustenta..São US$ 290 mil por um 56m2 , de fundos , no oitavo andar, na Sao Clemete……..Tão de sacanagem….kkkkk

      0
    • Ane 2 de julho de 2012 at 20:20

      Eu acho que tá barato. Tô quase comprando…

      0
    • RosinhA 2 de julho de 2012 at 20:52

      Não digo que está barato ainda mais tem negociação e eliminação do coretor:

      Conheço o prédio e o bairro é o melhor da cidade, O Rio infelizmente tá perdendo a noção. Na faixa de 250/350k tem um monte com 140m2, semi mobiliado, não com bacia verde 😉 coisa nova e moderna.

      “http://santoandre.olx.com.br/oportunidade-de-apartamento-em-santo-andre-sp-jardim-iid-403859973

      0
      • Ghaspar 3 de julho de 2012 at 14:07

        Desculpe amigo/a ….pra não perder a piada
        Mas como já dizia Fallabela….Botafogo não é bairro…é passagem…kkk

        0
    • self 3 de julho de 2012 at 08:44

      Eu não pagaria nem 200K num pombal desses, ainda mais localizado numa rua barulhenta com intenso movimento de ônibus dia e noite.

      0
  • Luiz 2 de julho de 2012 at 18:06

    O consumo nos supermercados brasileiros ficou praticamente estável em 2011, na comparação com 2010, segundo levantamento feito pela empresa de consultoria Serasa Experian. A principal razão desse resultado foi o endividamento dos consumidores. “A explosão de consumo que houve nesses últimos anos, lastreada em crédito, fez com que as famílias ficassem mais endividadas”, explica o gerente de Análise de Crédito da Serasa, Márcio Torres.

    Segundo o BC o setor da cosntrução civil irá sustentar a alta do PIB de apenas 2,5% em 2012

    0
  • Ghaspar 2 de julho de 2012 at 18:20

    O sardinha adora um efeito manada. Como seu dinheirinho é suado, fica cagão. Pensa: Se eu me ferrar um montão de gente se ferra comigo..
    O tubarão caça sozinho e papa todos eles….
    Final de 2007 , inicio de 2008, os imóveis estavam na Bacia das Almas e as ações batiam records e mais records de alta.
    Veio a crise de 2008. A Bolsa despencou. Hoje Vale, Petrobras , etc tem valor 1/4 daquela época. Os imóveis começaram a subir
    Hoje Bolsa na Bacia das Almas e Imóveis batem records e mais records de alta..
    Para onde estarão nadando os tubarões???…….

    0
  • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 18:23

    Bom pessoal, do meu ponto de vista o tópico de hoje representa o estouro da bolha… a devolução de 2.400 unidades, seja ela onde for, abre espaço para que o Brasil inteiro devolva….

    Miguel Jacó, tô contigo….

    0
  • Benjamin 2 de julho de 2012 at 18:32

    O que eu acho pior é a leniência da grande mídia em relação ao assunto. Depois, uma Gafisa da vida fale e os menos informados exclamam surpresos… Desde que eu comecei a frequentar o site há um ano, tenho aprendido muito mais sobre economia do que por todos os anos em que era leitor de Folha, Veja e qualquer outro grande canal da mídia. É lamentável, criminoso e deprimente ver um Luciano Huck da vida falando que o Brasil é a bola da vez com pelo menos dois ou quatro anos de atraso

    0
    • Taliu 2 de julho de 2012 at 20:29

      Caro Benjamin, a Folha, Estadão, Estado de Minas, Veja, Globo, band …..e por aí vai, são feitas para isso mesmo, manobrar a população, de acordo com seus interesses e de deus anunciantes. Já o blog aqui é a mosca da sopa, como dizia o Raul, dessa festa toda que já perdura por muitas décadas.

      Viva ao Bolha

      Viva a internet!

      Viva ao profeta Miguel Jacó

      0
    • flavio 2 de julho de 2012 at 20:59

      vc via Veja e Folha e se sentia informado. kkkkkk desulpa amigo, mas é motivo de risada mesmo

      0
      • Matente 3 de julho de 2012 at 09:10

        hoje fui na banquinha e vi uma moça comprar uma Veja e pagar com cartão de crédito… morro e não vejo tudo…

        0
        • jacob 3 de julho de 2012 at 10:02

          Ha, mas aih e so pra ganhar milha. Tambem compro tudo no credito, mas tenho saldo na conta pra fatura em debito automatico. So nao compro Veja, claro….

          0
  • JohnnyRJ 2 de julho de 2012 at 19:02

    Que saudade que tenho da esperança que eu tinha de comprar um apartamento de 2 quartos em Copa ou Botafogo por 250mil ao ler os classificados no jornal.

    0
  • Pessimista 2 de julho de 2012 at 19:02

    Vejam que atéo CRECI está preocupado com a bolha, pois que recebi notícia neste sentido por e-mail (alguém me confundiu com corretor), cujo conteúdo transcrevo:

    Rio de Janeiro, 29 de junho de 2012 Ano IV – Edição nº 153
    Mudança radical
    Houve época em que a disparada de preços de imóveis no Rio de Janeiro parecia que não teria fim. Mas, de uns tempos para cá, o mercado já vem dando sinais de que a situação está mudando. Esta semana, o Creci Informa traz uma reportagem que arrisca dizer que a cidade tem imóveis ‘encalhados’ após a valorização desenfreada. E, para não ficarem com os apartamentos fechados, os proprietários já estão até aceitando propostas, o que seria impensável – e absolutamente desnecessário – pouquíssimos meses atrás.
    A notícia exagera nas tintas ao pintar este cenário? Gostaríamos de ouvir você, que entende como ninguém deste mercado. O que você tem visto e sentido na sua rotina de trabalho? Para onde caminhamos? Não deixe de conferir também nesta edição um alerta do Banco de Compensações Internacionais, o BIS: valorização excessiva dos imóveis no Brasil é preocupante e vivemos o risco de repetir o colapso registrado em outros países. Tomara que estejam errados.

    Uma boa semana para todos!

    Casimiro Vale – Presidente

    0
    • Rafael KM 2 de julho de 2012 at 20:25

      Coloca processo neles por calúnia e difamação! Inaceitável ser chamado de corretor!

      0
  • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 19:27

    Pessoal, hoje como revoltada, coloco abaixo o email d dita corretora que me destratou semana passada…
    mas por favor leiam até o final, pois acho que respondi a altura, tô precisando de apoio….

    Cara XXXXXXX,
    Recebi mais um email seu sobre o apto da Coriolano, ou seja, o Neo Milano, o mesmo que tratamos ao telefone semana passada, esse apto foi vendido no valor de 750 mil e o outro ficaria por 740 mil no mesmo prédio, mas não levaria para visitar pois vc disse que dispões de 350 mil para comprar o seu imóvel, e seria constrangedor
    Eu não disponho nada nesse valor com as características que vc busca.
    Ressalto esse valor só encontrará imóveis sem vaga aqui na região, e com metragem de aproximadamente 70m2, pois como lhe disse o metro quadrado gira em torno de 7000,00 a 90000,00.
    Por esse valor só disponho de algumas opções na Lapa de Baixo ou em Pirituba e ainda assim com uma metragem muito aquém da que vc deseja.

    assinado XXXXXX

    Minha resposta:

    Cara XXXXXXX,

    Considerando que atualmente o mercado não me atende, manterei meu $$$ aplicado… e de certa forma não terei que esperar muito pois existem aptos novos, outros com entrega para março de 2013 e alguns usados, cujo vl do metro quadrado está por volta de 5.300, inclusive uma cobertura, aceitando até carro no negócio.

    Mas , não vou querer ensinar o padre nosso ao vigário, afinal espera-se que esta seja sua praia… e se eu que sou apenas um compradora consegui localizar imóveis com preços menores, acredito que vc tb consiga…
    muito embora os de preços menores tb não estejam conforme a realidade do mercado … e mercado, é a minha praia.

    Digo a vc que senão depois das eleições ou inicio de 2013, com certeza, entre 2014 e 2015 os imoveis terão um ajuste nas vendas e as pessoas que acham que ficaram ricas do dia pra noite com essa massa especulativa do setor imobiliario vai ter um revés, como aconteceu em locais muito melhores que o Brasil.

    Sugiro, ainda, que vc acompanhe que o mercado de compras acima de 500.000 cada vez se tornará mais minguante, não pela falta de oferta, mas sim pela falta de compradores que diante de uma crise, que com certeza já está ocorrendo no País, não irão querer entrar num financiamento de 35 anos (meu Deus… não sabemos nem como será 2013, imagine daqui a 35 anos)…

    E, da mesma forma que vc defende seu cliente vendedor, sugiro que vc tb defenda seu cliente comprador, principalmente aquele que tem condições de financiar 500 k mas não o faz por pura sanidade.

    Peço desculpas pelo trabalho inútil que dei, mas afinal, não tenho como controlar anuncio e corretor …e, pode ter certeza de que não vou constranger o seu cliente da venda com uma oferta menor que ele espera, mesmo sabendo que seria meu direito e seu dever levar a proposta…Contudo nem o apto que ele tem a venda me interessa, pois fica num local horrivel de entrar e sair com carro e péssimo para receber visitas.

    assinado XXXXXXXX

    0
    • Ploc verde de limão 2 de julho de 2012 at 19:35

      Esse Sol cegou a corretora.

      0
      • Ploc verde de limão 2 de julho de 2012 at 19:35

        Ou melhor tostou kkkkkkkkkkkkk

        0
    • Rafael KM 2 de julho de 2012 at 20:31

      Faltou dizer que quem paga a comissão é o comprador e não o vendedor.

      0
    • RosinhA 2 de julho de 2012 at 20:43

      Sol foi muito educada e legal com a flanelinha, nem deveria se dar ao trabalho de digitar…..nem precisa explicar, nem ficar revoltada, como uma boa decendente de sangue quente manda as favas logo.

      0
      • self 3 de julho de 2012 at 08:52

        Nada, mandou muito bem. Corretores precisam receber respotas assim, bem elaboradas, de pessoas informadas que sabem o que quere me que sabem argumentar. Até mesmo para a sobrevivência do negócio deles, pois precisam conhecer melhor o cliente real (aquele que paga sua comissão, o comprador). Corretor que não usar as críticas a seu favor vai mudar de ramo e vender salgadinho na praça.

        0
    • Eduardo Pena 2 de julho de 2012 at 21:50

      Finíssima resposta!

      0
      • AlexTorcedorDoPLOC 2 de julho de 2012 at 22:15

        Já que os corretores são inteligentíssimos e, pra bom entendedor, meia palavra basta, eu responderia o corretor apenas com o símbolo abaixo:

        .I.

        0
    • jacob 2 de julho de 2012 at 21:59

      Realmente, uma excelente resposta. Arrematou com bons argumentos e a finesse de uma lady, mesmo sabendo que corretores sao uma das formas de vida mais repugnantes que rastejam sobre a terra…

      0
    • Bananildo 3 de julho de 2012 at 11:16

      Sol, se ela não estiver de filtro solar, você fritou a danada. E na finesse!

      0
  • Elias 2 de julho de 2012 at 19:33

    Bolhas especulativas e preços de imóveis na cidade de São Paulo
    Emerson Rildo Araújo de Carvalho
    Revista do Parlamento Paulistano, Junho 2012 – pg. 66
    h ttp://www2.camara.sp.gov.br/cci3/revista/2/revista_do_parlamento_paulistano_n2.pdf

    0
  • Revoltado 2 de julho de 2012 at 19:36

    BOLHA, SUGESTÃO DE NOVO TÓPICO:

    Contratações diminuem, mesmo com incentivo do governo

    Setores reduzem ritmo de contratação de funcionários em até 74%

    “http://oglobo.globo.com/economia/contratacoes-diminuem-mesmo-com-incentivo-do-governo-5367522″

    um trecho interessante:
    _________________________________________________________
    Capacidade de consumo se esgota

    Os demais setores beneficiados pela redução do IPI neste ano tiveram uma leve melhora nas contratações. Os fabricantes de fogões, máquinas de lavar e secar, que ganharam mais dois meses de imposto reduzido na sexta-feira, contrataram 851 funcionários a mais do que demitiram no período, revertendo o fechamento de 384 postos de trabalho nos cinco primeiros meses de 2011. A indústria de móveis contratou 6 mil funcionários entre janeiro e maio, mais que os 5,8 mil admitidos no mesmo período do ano passado.

    — Esperávamos um crescimento de 8% nas vendas no trimestre, mas tivemos uma alta de apenas 2,5% — afirmou José Luiz Diaz Fernandez, presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel).

    Segundo Márcio Salvato, coordenador de Economia do Ibmec, o desempenho abaixo do esperado das reduções do IPI indica que há um esgotamento do modelo de incentivo ao consumo.

    — Estamos chegando a um limite da capacidade deste consumo responder aos incentivos. O crédito já se expandiu bastante e a inadimplência também está em alta, o que indica que a capacidade de consumo das famílias está se esgotando — afirma.

    Salvato diz que os incentivos concedidos a setores específicos têm o inconveniente de serem dados por um prazo determinado e adiantarem o consumo. Isso faz com que seus benefícios em termos de geração de empregos sejam limitados.

    — O empresário prefere produzir mais usando horas extras do que contratando novos funcionários. Ele sabe que essa demanda é momentânea. Seria mais interessante dar reduções fiscais que fossem amplas e permanentes — diz.

    Para José Silvestre Prado de Oliveira, coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), os incentivos estão na direção correta. O fato de haver uma desaceleração nas contratações dos setores beneficiados pelas medidas é apenas mais um sinal de que essas indústrias precisavam de apoio.

    — As medidas visam a manutenção dos empregos. Sem elas, os setores estariam pior.
    ____________________________________________________

    Estranhamente a construção civil seguiu no ritmo contrário, com aumento de mais de 30% nas contratações.

    O que vcs acham disso?

    0
    • GB 2 de julho de 2012 at 19:46

      A construção está demitindo e contratando com salários menores, no final das contas é ruim do mesmo jeito pois embora empregue ela reduz a renda do pessoal.

      0
      • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 19:55

        GB, de certa forma acho melhor uma redução de salario que a inexistencia de salario, embora, acho que vão fazer isso até entregarem os empreendimentos contratados (acho que até 2010)… depois disso haverá redução de quadro paulatinamente … o que não é bom…
        Vamos ter redução de preços sim, mas se a economia do Brasil estagnar de vez nem em uma década sairemos dessa… Então, gostaria realmente que as demissões fossem seguidas de contratações com salarios menores, assim todos terão um pouco de esperança no futuro…
        Vc é novo, mas quem tem filhos entende o que quero dizer na pele…

        0
        • Marcos 2 de julho de 2012 at 20:18

          Concordo com Sol de Sampa. O “sapo barbudo” e sua gangue que criaram essa situação, não estão nem aí… já encheram o bolso de dinheiro, problemas dos pobres que votaram e confiaram neles.

          0
          • RosinhA 2 de julho de 2012 at 20:36

            Hahaha pensei que fosse só meu pai que chamasse ele de Sapão Barbudo 😉

            Só quem conheçeu o “cara”, sabe quem ele é, como vivo no ABC, seu habitat por alguns anos, sei de muitas histórias verdadeiras de quem realmente conviveu com o girino, é de se assustar suas histórias e dos cumpanheiros, só sabe quem fo governado ou participou de dentro em algum cargo no governo, como meu tio, ex vice prefeito de Hortolândia, vizinho Campinas, recebeu 4 anos o salário sem poder sequer entrar na prefeitura pois era considerado um cara honesto.

            0
    • RosinhA 2 de julho de 2012 at 21:00

      Jovem, crianças, velhos, novos, idosos, doentes, crentes, ateus, todos essa sim deveria ser a matéria correta

      0
    • self 3 de julho de 2012 at 08:58

      Ela toca e insiste no ponto da educação financeira em casa, na escola etc. Mas nunca ninguém toca no ponto da vergonha na cara. Por que será? Tenho um velho parente que, mesmo com pouco estudo, fazia questão de viver com 80% do que ganhava. Resultado: construiu uma bela família. Ele tinha vergonha na cara.

      0
  • MrK 2 de julho de 2012 at 20:15

    incrivel, liguei a televisão aberta e só ouvi as palavras: juros , financiamento, divida e imóveis, parece que só se fala nisso e mais nada.

    era anuncio da caixa oferecendo juros menores com regina cazé
    depois anuncio de uma corretora de imoveis oferecendo “oportunidades”
    daí uma reportagem sobre inadimplência subindo por descontrole nos gastos
    depois cartão de crédito…

    acho que de cada 5 palavras faladas na TV uma era juros ou financiamento ou dívidas… alguém acha coincidência? Lá vem bomba…

    Alias, um dado curioso de uma das reportagens (jornal da band), em TODOS os tempos o maior motivo dos Brasileiros irem parar no SPC era o desemprego (perdeu emprego parou de pagar a dívida), hoje pela primeira vez na historia o motivo “descontrole nos gastos” está quase assumindo a 1a posição, agora IMAGINE só o que vai acontecer se o desemprego também aumentar… combinação explosiva!

    0
    • RosinhA 2 de julho de 2012 at 20:29

      MrK isso é só o começo, trabalho com itens de necessidade, o pessoal não tem grana nem pra isso, tá tendo que trabalhar dobrado ao invés de consertar um produto que lhe seria muito útil, vejo o negócio pegando a partir dessas férias, onde o pessoal da aquela famosa torradinha na $$$$, o mês mais tenebroso sempre foi Outubro em nosso ramo veremos ….. até agora pelo menos tudo azul, pois nos antecedemos as crises, tomara que funcione daqui para frente…

      0
  • RosinhA 2 de julho de 2012 at 20:22

    BALDE DE ÁGUA FRIA PARA OS BRASILEIROS OS ESTRANGEIROS AGRADECEM, AGORA PODEM COMPRAR A VONTADE, E QUE SUBA OS PREÇOS

    Empresas estrangeiras que tenham qualquer percentual de capital nacional podem ser liberadas para adquirir grandes extensões de terras no Brasil, prevê relatório aprovado nesta quarta-feira pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.

    Em mais uma derrota do governo, o relatório substitutivo do deputado Marcos Montes (PSD-MG), que avalia a compra de terras brasileiras por estrangeiros, foi aprovado três semanas após sair vitorioso da subcomissão que discutia o assunto desde o fim de 2011.

    O texto foi muito criticado por alguns governistas e parlamentares do PT. O partido apresentou um voto em separado, lido pelo seu vice-líder na Câmara, Valmir Assunção (BA). O PT criticou, principalmente, a “facilidade” de empresas estrangeiras adquirirem uma porcentagem mínima de empresas nacionais e assim serem consideradas nacionais. “Como iremos impedir que uma empresa estrangeira adquira 0,1% do capital de uma empresa nacional e possa sair comprando terras?”, questionou Assunção. Além disso, ele criticou a indefinição sobre o tempo máximo que o arrendamento de terras pode ser feito. “No texto diz que o prazo é indeterminado, ou seja, pode ser de 300 anos”.

    O relatório aprovado garante a regularização de todas as aquisições já realizadas ou em negociação. Em contraposição, o governo e os petistas defendiam que essa indulgência só fosse concedida aos negócios fechados entre 1999 e 2010, período em que as aquisições por estrangeiros estavam regulados por dois pareceres da Advocacia-Geral da União (AGU).

    Atualmente, outro parecer da AGU regula as negociações de terras por estrangeiros e empresas brasileiras controladas por estrangeiros no país. O texto da AGU restringe as aquisições de imóveis rurais por empresas que têm 50% ou mais de seu capital votante nas mãos de não brasileiros. O parecer prevê que as empresas com maioria de capital estrangeiro não podem adquirir imóvel rural com mais de 50 módulos de exploração indefinida (entre 250 hectares e 5 mil hectares, dependendo da região do país).

    A bancada ruralista da comissão se uniu e não abriu mão de dois pontos: a definição dos critérios que serão usados para classificar em quais casos uma empresa é considerada brasileira e como ficaria a legislação para aquisições de terras em anos anteriores.

    O relatório de Marcos Montes estabeleceu que as empresas nacionais, mesmo com maioria de capital estrangeiro, serão consideradas brasileiras. Com isso, até empresas com 99,9% de capital estrangeiro poderão adquirir qualquer extensão de terra, respeitando as regras da legislação usada por empresas 100% nacionais.

    A questão dos limites de terras que poderão ser adquiridas não foi incluída no texto final. Assim, não haverá limites para as aquisições.

    No relatório derrotado na subcomissão do deputado Beto Faro (PT-PA), havia um limite de 50 módulos fiscais (2,5 mil hectares) para as aquisições de estrangeiros, até mesmo em empresas com maioria de capital estrangeiro.

    Nesta quarta-feira, durante a votação na Comissão de Agricultura, os deputados ruralistas não quiseram ampliar a discussão, que, segundo o relator, foi “extensa” na subcomissão de terras. O relatório aprovado agora será transformado em um projeto de lei e será distribuído para análise em outras comissões.

    Fonte: Valor

    0
    • RosinhA 2 de julho de 2012 at 20:22

      SUBAM OS PREÇOS

      0
    • RosinhA 2 de julho de 2012 at 20:24

      Vejo todo o planeta vindo comprar e explorar novamente nossas terras, nem tenho vontade de comentar, talvez uma réplica depois da opinião de alguém.

      0
      • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 20:57

        Rosinha, neste momento eu não me preocupariapelo seguinte… os investimentos novos por estrangeiros serão feitos primeiramente em países com infra estrutura… depois nos emergentes, principalmente por que nenhum investidor a longo prazo escolheria terras no Brasil, se podem investir nas zouropa …. Talvez tenhamos uma ligeira procura, mas com os vlrs absurdos que brasileiro logo logo começa a pedir, perdem o interesse pois vão aliar esse dado com muitas noticias ruins de agencias especializadas….
        Se fosse na amazonia, floresta pra ser explorada a coisa seria diferente, mas no restante não… é estória pra boi dormir…

        0
        • RosinhA 2 de julho de 2012 at 21:14

          Sol sei não temos clima que produz da maça ao cacau, temos milhões de frutas exóticas, o ouro transparente a água, nossos bois comem somente capim, temos diversidade biológica e natural gigantescas.

          Os chineses tem reservas de trilhões de dólares, e milhões de bocas para alimentar, eles precisam de petróleo, comida, aço e estão escolhendo o Brasil como expansão para suas empresas estatais.

          Temos democracia, respeito as leis, justiça independente, nada disso existe por lá.

          Eles compram e financiam a própria compra, é uma oferta irresistível, aqui eles podem comprar, tem dinheiro para pagar à vista e financiam o crédito, não só eles tem essa condição mais vários países, sei não ainda fico com as patinhas para trás tomara que tenha razão.

          0
          • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 21:32

            Rosinha, a réplica saiu lá embaixo, em lugar errado… sorry

            0
          • Didier 2 de julho de 2012 at 22:10

            O Brasil não é barato para os estrangeiros vide rio+20 em que delegações ameaçaram não vir para o Brasil por conta dos preços de hotéis e comida. Não sei se eles virão com toda essa sede no pote ainda mais que sabem que o Governo aqui não é tão estável e basta uma única crise mais forte para ameaçarem “nacionalizar” suas terras.

            0
    • Leonardo 57 3 de julho de 2012 at 01:36

      Essa bancada ruralista é uma das coisas mais nojentas que existem.

      0
    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 12:14

      Ahhh que palhaçada, meu

      0
    • Desconfiada 4 de julho de 2012 at 10:02

      Pra quem perguntou onde estariam os tubarões agora, aí pode ser uma resposta.

      Daqui a uns 5 anos, vou ter uma pacada de tios se sentindo milionários!

      0
  • seeder 2 de julho de 2012 at 20:48

    Ainda sem sinais de bolha
    2 de julho de 2012 | 20h00
    Celso Ming

    Há dez dias, o Banco Internacional de Compensações (BIS, na sigla em inglês), que funciona como banco central dos bancos centrais, divulgou análise em que adverte para a formação de uma bolha de crédito no Brasil.

    Esse diagnóstico foi prontamente desmentido pelo governo Dilma e pelo Banco Central. O argumento central de defesa foi de que o estoque de crédito no Brasil é de apenas 50% do PIB e, mesmo com o forte crescimento dos financiamentos habitacionais (15,3% em 12 meses), a situação do crédito imobiliário no Brasil está longe de configurar perigo de formação de bolha…

    MAIS > http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/2012/07/02/ainda-sem-sinais-de-bolha/

    0
  • Cicero Silva 2 de julho de 2012 at 20:51

    Pessoal, não sei se por alguma nova lei ou decreto ou sei-lá-o-quê, mas hoje, acessando meu extrato na internet, vi uma mudança interessante: no saldo não aparece mais o valor do saldo real + limite do ch especial. Só aparece o saldo.

    Vcs sabem que desavisados operam por impulso. Então o sujeito olha lá aquele valor e pensa que é dele.

    Agora está claro.

    Seria isso um “desestímulo” ao gasto irresponsável????

    ps: isso na caixa.

    0
    • RosinhA 2 de julho de 2012 at 20:58

      Interessante

      0
    • Mr.Crowley 2 de julho de 2012 at 21:21

      No BB continua a mesma palhacada do credito incorporado ao saldo…

      0
    • CapEnt 2 de julho de 2012 at 22:41

      A condução economia Brasileira já virou marcha de lemmings.

      0
    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 12:15

      No Brédescow aparece assim há tempos…
      É pra iludir mesmo

      0
    • Cicero Silva 3 de julho de 2012 at 14:27

      Galera, foi algum “erro” no sistema.

      Hoje tá tudo igual, de novo.

      Voltei a ser rico !!!!!!!!!!!

      0
  • Gerson 2 de julho de 2012 at 21:00

    Realmente, estou ficando preocupado. Parece que estamos vivendo uma artificialidade sem precedentes em torno do “pleno emprego”, com a população sem nenhuma reserva para emergências, tendo comprometido uma renda que não têm através do crédito farto e por longos prazos.
    Recentemente um tio meu saiu da empresa de construção civil (ele é mestre de obras) por que segundo ele, a mesma não o estava pagando há meses e resumiu dizendo que o “gato”, como chamam os pequenos empreiteiros, estava quebrado.
    Hoje, meu pai chegou dizendo que farão um corte de pessoal em sua empresa (setor de máquinas para construção pesada). Em conversas com colegas de trabalho, os comentários de que as vendas de imóveis, está parada.
    Ainda assim, os dados de emprego divulgados continuam positivos, parecem descolados do restante dos indicadores econômicos, com previsões cada vez menores de crescimento do PIB. A quantidade de placas de vende-se chega a ser assustadora, mas os preços no geral ainda sobem.
    Sinceramente, é difícil saber para onde estamos caminhando, se for para uma correção, significativa, dos preços dos imóveis, será bom pra quem poupou, mas se for para uma quebradeira total da economia, será ruim até para esses, pois estaremos quase todos a mercê do desemprego, e a última coisa a se fazer, com a expectativa de que a qualquer momento você pode ser o próximo na degola, é gastar um montante elevado, que um imóvel, bolhudo ou não, exige.

    0
    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 12:20

      Também me preocupo com isto.
      Torço para que os imóveis fiquem em patamares reais de preço, mas temo que haja uma bolhona capaz de contaminar toda a economia.
      Não é bom pra ninguém quando a água sobe.
      Mesmo que sua casa seja bem alta, o fato de ficar ilhado não lhe será favorável totalmente.
      Eu não sei se estas estatísticas estão certas.
      A realidade é que vejo poucas pessoas paradas e realmente desempregadas.
      Por aqui, os que vejo reclamando são os de setores industriais. No mais… tenta achar um pedreiro pra fechar um buraco que seja no seu muro? Não tem. Nem caro, nem barato, nem nada.
      Agora… na minha cidade a florada das plaquinhas segue cada vez mais cheia.

      0
  • amadeos de sampa 2 de julho de 2012 at 21:08

    JN acaba de dar uma “forcinha” pra bolha imobiliaria do Rio.

    A materia se pautou em falar da valorizacao dos imovei de acordo com a vista do mais novo patrimonio da humanidade.
    Poderia muito bem se pautar nas belezas naturais e do prazer de morar numa cidade realmente maravilhosa sem mencionar imoveis.
    Mas nao. TV Goebbels novamente deu seu recado.

    0
    • Ral 2 de julho de 2012 at 21:20

      Esta emissora que não quero pronunciar o nome é tão discarada que sempre tem matéria em laje de favela dizendo que tem uma linda vista ou melhor um vista privelegiado , tudo isto para valorizar barraco que tem Gato na energia e esgoto a Ceu aberto , nada contro o povo que gentilemente abra a portas para estes cachorros.
      Não gostaria que de uma crise no Brasil , da mesma forma que não gosto de dar umas cintadas no meus filho , mais Tanto meu Filho como o Brasil precisam de uma bela cintada

      0
      • Rafael KM 2 de julho de 2012 at 21:36

        Legal na reportagem a moradora de um AP de 48 m2 (que pagou 50% a mais para ter uma vista para um morro sem favela, aparentemente), dizer que ter esta vista “É impagável”!

        Tá aí mais uma inadimplente!!!

        0
        • RosinhA 2 de julho de 2012 at 21:40

          Orgulhosa de ser brasileira !!!!!!!

          0
          • KQT 3 de julho de 2012 at 10:53

            A mulher tem 2 filhas, imagine 4 pessoas em 48 m2. Tem favela com a visão bem melhor.. Puts 48 m2 4 pessoas.. Essa mora bem hein..?! Que inveja..

            0
  • Corvo 2 de julho de 2012 at 21:09

    Saiu matéria (paga, com certeza) no Jornal Nacional falando que, como agora o Rio é patrimônio da humanidade, tá tudo bem pagar 10 milha numa apartamento…e o reporter gravou a passagem num apê com as pastilhas de cerâmica descolando………faltaram na aula aula de contra-inteligência……..

    0
    • ch0qw3 3 de julho de 2012 at 10:43

      Essa matéria foi uma vergonha! O objetivo é muito nítido: fomentar ainda mais a alta nos preços.

      Tudo interesse. Quanto mais caro o imóvel, mais lucrativo é o anúncio para a mídia. Deste jeito caminhamos rapidinho para o buraco!

      0
    • ray 3 de julho de 2012 at 16:48

      faltou tirar foto das viaturas da PM com a ponta do fuzil pra fora, pra mandar à unesco…

      0
  • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 21:10

    Do meu ponto de vista a coisa t´mais que preta…
    Quando foi que desviaram a atenção do povo pra Eurocopa????

    Como somos um país de futebol, e com grande maioria decentes de italianos e espanhóis, (fora os portuga, of course)… então vamos desviar a atenção para Eurocopa, afinal temos que entreter….isso pa mim é o beijo do vampiro….

    0
  • dTX 2 de julho de 2012 at 21:11

    Pessoal, boa noite.

    Acompanho o blog há algum tempo, mas é a primeira vez que comento. Trabalho na prefeitura de Santos/SP, cidade que encontra-se, indubitavelmente, no Top 10 da sobrevalorização imobiliária do país. Assim como no RJ, os proprietários, corretores, construtoras e investidores vem nadando de braçada na onda do pré-sal e desenvolvimento econômico da região, devido à proximidade com a capital e os altos salários proporcionados por esta – já que na “província” em si as oportunidades são nulas para cargos de nível razoavelmente elevado.
    O caso é que hoje me ocorreu um fato, de certa forma, engraçado: em conversa informal com o Secretário de uma das mais importantes pastas da administração municipal, este observou a proliferação de “proprietários achando que, se der uma enxadada no seu terreno, jorrará petróleo”. Tive que rir.

    Abraços!

    0
    • Fred 2 de julho de 2012 at 22:52

      Boa noite, dTX.

      Acho que a situação em Santos já não anda lá essas coisas… Pro bem de [quase] todos.

      Um abraço!

      0
    • AAC 2 de julho de 2012 at 23:15

      O filé do pré-sal de Santos fica em frente a Ilha Bela, uns 300 km mar adentro e 7 km em direção a China, ali está um dos principais campos descobertos, o de Tupi (pra quem não sabe agora esse campo se chama Lula, nada como ter nome de molusco), toda a parte de exploração do pré-sal (geologia, geofisica, projetos de poços) está centrada no Rio…a parte operacional também está centrada no Rio, técnicos, geólogos e engenheiros embarcam para as plataformas de perfuração e produção a partir do aeroporto de Jacarepaguá, em Santos sobrou somente as migalhas (campos do pós sal)…como vimos não há nada que justifique a bolha em Santos…ainda mais devido ao grande risco de projetarem o bulbo de pressão das fundações acima da camada de argila orgânica e seu predio entortar.

      0
      • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 00:37

        AAC, desculpe a ignorância, mas não consegui me localizar com a coordenada (ou ordenada) de 7km em direção a China… dá pra melhrar?

        0
        • AAC 3 de julho de 2012 at 08:41

          kkkkkk, 7 km de profundidade!!!!

          0
          • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 09:07

            hahaha valeu… pensei somente em superficie…

            0
        • Gabriel 3 de julho de 2012 at 08:46

          profundidade

          0
  • André Luis ZS/RJ 2 de julho de 2012 at 21:24

    No Jornal Nacional um reportagem descarada, insensata, nefasta, nojenta e repugnante vem querer manter a continuidade da bolha no Rio de Janeiro, isso é ridículo, inadmissível, é DESESPERO!!!

    E dane-se a UNESCO!!!

    Pois bem, agora é guerra!!!!!

    Atendo em média no meu consultório de 25 a 40 pacientes por dia, entre eles pessoas como um diretor de vendas licitadas de uma das maiores montadoras desse país, entre outras pessoas influentes que me ouvem sim e seguem meus conselhos sobre bolha e economia, pois bem agora não mais falarei, agora é guerra distribuirei cópias de textos sobre a crise e bolha.

    O CIDADÃO TEM PODER SIM!!!!!

    Temos que disseminar a verdade, espalhem as notícias, não esmoreçam, eles estão desesperados e temos que fazer a nossa parte!!!!

    0
    • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 21:50

      André … nem sei sua especialidade, mas se fosse daí mudaria de médico… pois tb como cliente quero ter confiança em quem me cuida… e se ele não se cuida, nem cuida do país, não pode me cuidar tb…

      Faço o que vc nos convidou a fazer a algum tempo e não tenho vergonha não e não escolho fulano ou ciclano… vou tentando… alguma coisa uma hora encesta..

      e tb acho que cidadão tem poder sim, principalmente se quiser se organizar…
      eu sou pela MARCHA NACIONAL ANTI BOLHA … poderíamos em cada local do país, convidarmos nossos amigos bolhudos locais, e mais familiares, amigos (que não estejam envolvidos com venda) cachorro, papagaio, e fazer uma parada numa praça ou parque principal com faixas bem grandes…. de abaixo a especulação … queremos moradia …. não sustentar fanfarrão….

      0
      • André Luis ZS/RJ 2 de julho de 2012 at 22:19

        Apoiado Sol, vamos nos mobilizar, essa situação chegou ao auge do ridículo e não podemos permitir que essa covardia e lesa pátria continue, eles estão desesperados, está é a hora de irmos pra cima com tudo, temos que nos mobilizar, divulgar APARECER, a hora é está!!!!!

        AVANTE AMIGOS, JUNTOS TEMOS PODER!!!!!

        0
    • Fred 2 de julho de 2012 at 22:44

      Apartamentos de 5 a 15 milhões pelos quais os compradores não se incomodam de pagar a mais pra ter uma vista maravilhosa.

      Realmente, nada menos que repugnante essa matéria…

      0
    • Fernandão Bolhudo 3 de julho de 2012 at 01:31

      Isso sim é cidadania!

      Faço a minha parte todos os dias. Vamos acabar com essa sacanagem o quanto pudermos.

      0
    • O Irritado 3 de julho de 2012 at 02:24

      André, É ISSO AÍ !!!! o/
      Apoio totalmente !!!!

      Não fomos nós que começamos isso, mas se eles ainda querem extrapolar o limite do cúmulo do infinito…

      Essa do Patrimônio da Humanidade foi A GOTA D’ÁGUA !!! Tamanha desinformação já tomou formas de CRIME ORGANIZADO, essa do JN era a prova que faltava.

      Situações extremas merecem (na verdade atraem) medidas extremas.

      Não dá mais para esperar o contínuo adiamento do fim do “espetáculo”, em que querem nos convencer de que nós somos os palhaços ao invés da plateia !!!

      É HORA DE AGIR, eles parecem desdenhar a força EXPONENCIAL das micro-mobilizações (só quando lhes interessam, por exemplo, FaceBook/Twitter…).
      Venho fazendo isso há algum tempo, apesar do escárnio, arrogância, e demais reações. Mas, a cada dia repito:

      “Primeiro te ignoram, depois te ridicularizam, depois te combatem e por fim
      você ganha”
      Gandhi

      .. e recupero um pouco mais de forças porque. todos vocês sabem, está difícil nadar contra essa corrente do mal, principalmente no RJ.

      Se cada um seguir esse simples exemplo, o resto se fará quase por sí só, pois o “ponto de massa crítica” está cada vez mais perto.

      O vento já virou (ou está virando) a nosso favor, mesmo estando ainda na forma de leve brisa.

      Perdão pelo desabafo…

      0
      • André Luis ZS/RJ 3 de julho de 2012 at 22:45

        Caros amigos, a coisa está tão ridícula e o cheiro de bosta no ar é tão grande, que as ´pessoas já param pra ouvir atentamento onde falo do assunto, hoje ataquei com força total, para todos os lado, as pessoas estão sentindo que algo está erado, como os animais percebem que uma tragédia climática s aproxima e estão avidas por alguma explicação para essa LOUCURA, ELAS QUEREM A VERDADE.

        Agora é a horta de atacarmos com força total, firmes amigos, o remédio será muito amargo, mas é mais do que necessário!!!

        0
    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 12:24

      Conversando com as pessoas, já que você tem acesso a muita gente durante a semana, o que você acha?
      O pessoal está muito incrédulo ainda, achando que ainda haverá valorizações fantásicas ou há melhoras de pensamento?

      0
      • André Luis ZS/RJ 3 de julho de 2012 at 22:54

        Como coloquei acima Hanna, muito pelo contrário, estão atentos de orelha em pé como um cão que pressente algo de errado, pelo menos em meu consultório todos param pra ouvir.

        Como disse ontem tenho um paciente que é diretor de vendas licitadas de uma das três grandes, trata-se de um homem experimentado, culto e que viu diversas fazes de nossa economia, e ele está sim muito preocupado e tem em todas as nossas consultas procurado trocar informações e conversar sobre o assunto.

        INFORMAÇÃO QUENTE

        O mesmo me disse semana passado, que a ordem da fabrica é não vender carros populares, a fabricação está parada, inclusive nas fabricas argentinas. Ele me explicou que a ideia e preservar o concessionário e impedir a queda dos preços. Ele ainda me disse que a procura dos frotistas (locadoras e grandes empresas) é cada vez menos.

        Acreditem amigos, mesmo com todas as estratégias de supressão e desinformação estamos ganhando está guerra não desistam, nos estamos assistindo ao maior assalto da história brasileira. Acreditem no poder da multiplicação da informação.

        PASSEM ADIANTE!!!!!!!!!!!!

        0
        • André Luis ZS/RJ 3 de julho de 2012 at 22:57

          *passada
          *menor

          Desculpem-me amigos.

          0
        • hannamanana 4 de julho de 2012 at 09:07

          Ah… entendi. É bom saber disto.
          Por aqui, com quem eu converso, algumas cabeças mudaram um pouco.
          Mas, o número ainda é pequeno.
          Geralmente, eu não tenho um conhecimento técnico amplo pra afirmar, ou melhor, para sustentar para as pessoas que estamos numa Bolha, mas sempre faço a seguinte pergunta para eles: faz sentido o mercado estar deste jeito? você vê justificativas para isto? você acha que a renda da população é compatível com o estado do mercado?
          Só isto já faz as pessoas refletirem.
          Bom saber que as pessoas estão mudando…

          0
  • Sol de Sampa 2 de julho de 2012 at 21:28

    Rosinha, atualmente a China precisa resolver tb seus problemas e nao tem como investir a longo prazo fora de lá… eles não dominam o nosso clima e o manejo da terra aqui.
    Em segundo, se China não reverter a situação não temos com o que no preocupar pois o capitalismo já era… eles derrubam os EUA economicamente e aí teremos a 3a. ggggg

    Por outro lado estve pesuisando respeito da água e essa, por incrivel que pareça não será problema no futuro, principalmente porque Israel tem desenvolvido sistematicamente equipamentos de dessanilização que custam cada vez menos… logico que ainda temos um custo proibitivo mas é uma questão de tempo… portanto não seremos roubados nesse sentido.

    quanto as frutas exóticas, lembre-se que outros paises tropicais também as tem, e acho que em melhor qualidade que as nossas e a preços melhores… da mesma forma que quem as compra vende manufaturados e tenho certeza que esse mercado como está é suficiente para os que tem tecnologia e $$$.. sobra somente a fome do mundo concentrados na áfrica do sul, india e países sulamericanos…. portanto, amiga nos proximos 3 anos isso não vai elevar porcaria nenhuma de preço… talvez haja até uma tentativa pra isso, mas acho que estrangeiro que tinha que comprar já comprou a especulação mesmo é interna… dos investitrouxas tentando investir e ganhar rapido sem tanto risco como na bolsa…
    Esta, por enquanto, é a visão que tenho…

    0
    • RosinhA 2 de julho de 2012 at 21:38

      Sol Cooper 😉 hehehe, não acredito em 5 anos futuros, mas que no futuro a coisa vai mudar a vai, pois nosso custo de produção de qualquer comoditie agrícola é insuperável, não adianta somente poder produzir, tem que ter preço, e aqui já sabe jogou semente no chão dá e muito.

      RosinhA – Do interiorrrrrrrrrrrr

      0
  • Juliano Fontes 2 de julho de 2012 at 21:29

    Sou novo aqui, alguém pode me explicar o que o Miguel Jacó acertou pra virar profeta?

    0
    • Mcfly 2 de julho de 2012 at 22:02

      Miguel Jacó mandou bem quando as notícias sobre bolha começaram a sair nos jornais. Verifique nos Posts de 05/Mar/2012

      0
  • Mcfly 2 de julho de 2012 at 22:06

    Descontos de até 30% no novo site Outlet de Imóveis. O Zapt arrumou um concorrente que dá desconto.

    ‘http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2483018-outlet+imoveis+online+oferece+descontos+ate+veja+como+funciona

    Site: ‘realton.com.br

    0
  • Leo 2 de julho de 2012 at 22:10

    Alguem conhece alguma loja no RJ, que seja de confianca, que venda ouro ?

    0
    • André Luis ZS/RJ 2 de julho de 2012 at 22:21

      Banco Itaú, barras com certificado de 99% de pureza, o melhor para ser negociado em mercado, no mais trocentas casas de cambio no centro da cidade. Com muito ágio é claro.

      0
      • Leo 2 de julho de 2012 at 22:37

        Nao sabia que o Itau vendia isso. Vou conversar com minha gerente a respeito.

        Me indicaram essa “http://www.omdtvm.com/ , sabe se é boa ?

        Estou amadurecendo a ideia de diversificar p/ proteger. Só nao sei ate que ponto o ouro vale a pena pelo risco de armazenar em casa.

        0
        • André Luis ZS/RJ 2 de julho de 2012 at 23:04

          Desconheço amigo, uma coisa é certa, durante a quebradeira, dinheiro não valerá nada!

          0
          • Joao 3 de julho de 2012 at 08:00

            Penso o contrário. Na falta do crédito, o dinheiro valerá e muito.

            0
            • André Luis ZS/RJ 3 de julho de 2012 at 22:58

              João tudo que está para acontecer, será seguido de forte inflação e desvalorização da moeda.

              0
        • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 00:43

          Léo,

          entre no site OM D.T.V.M que deve ter loja no RJ só digo uma coisa, não compre via site, que eles não negociam … vá na loja pelo menos uma vez e negocie… depois disso fica mais fácil ..
          veja também o site da Parmetal, que tb acredito ter loja aí.

          0
  • Vinícius 2 de julho de 2012 at 22:22

    Tem que ter política para elevar a renda dos trabalhadores, criar empregos com mais qualidade. Pra isso tem que investir em educação pública em qualificação profissional. E para o empresariado tem que fazer reforma tributária, tem que diminuir a dependência das empresas destes financiamentos mamatex com o BNDES, tem que cuidar da infraestrutura dos portos, aeroportos, estradas, energia, etc.
    Mas os resultados de medidas mais estruturais demoram demais. É politicamente mais vantajoso dar crédito excessivo, fazer propaganda para inventar que favelado virou classe média, criar benefícios assistencialistas eternos sem contrapartida nenhuma do cidadão, etc.
    É triste mas a realidade ainda vai dar porrada na cara de muita gente.
    Me arrisco a dizer que a bolha imobiliária brasileira não vai quebrar bancos.
    Vai quebrar sonhos.
    Muita gente pobre empregada na construção civil vai ter um revés muito grande.
    O desemprego vai aumentar e quando isso acontecer não vai dar pra pagar carro, imóvel, celular, tv, etc.

    As pessoas estão vivendo de crédito e não de salário. Isso é bizarro.

    0
  • GB 2 de julho de 2012 at 22:28

    Eu acho que pararam de pagar pra Rede Glóbulo e aí ela colocou aquela matéria sobre a bolha para dar uma assusada no Secovi e nas destrutoras, mas devem ter voltado a jogar uma grana pois voltou a ser a velha Rede de TV comprada de sempre.

    O pessoal reclama dos preços do RIo, mas ela parece ser a vitrine, não mandaram a Copa pra cá e a olim-Piada ? Se essas 2 coisas não são suficientes para manter os preços altos, transformar a cidade em alguma coisa mundial me parece um passo bastante lógico para “justificar” isso.

    0
    • GB 2 de julho de 2012 at 22:34

      Enquanto isso, da criação da nova poupança para cá eu já juntei déz mil Dilmas, parece pouco mas são R$ 30k a menos para dar para o banco num desses financiamentos deles ou 1/20 de um imóvel de R$ 200k, bem legal.

      0
      • Rodrigo 3 de julho de 2012 at 11:34

        GB,

        Como anda a bolha na região de Jundiaí??? AInda inflando??

        0
    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 12:28

      É um morde-assopra
      Uma hora apóia-se na liberdade jornalística e na busca da verdade, outra hora afaga os interessados no poder…
      Até o dia em que chegará o inevitável, porque pelo menos a internet está ai… POR ENQUANTO…

      0
  • RosinhA 2 de julho de 2012 at 22:28

    Ainda sem Sinais de Bolha por Celso Ming, acho que de tanto eu encher o saco mandando e-mails para o pessoal ele resolveu escrever algo hehehe

    Há dez dias, o Banco Internacional de Compensações (BIS, na sigla em inglês), que funciona como banco central dos bancos centrais, divulgou análise em que adverte para a formação de uma bolha de crédito no Brasil.

    Esse diagnóstico foi prontamente desmentido pelo governo Dilma e pelo Banco Central. O argumento central de defesa foi de que o estoque de crédito no Brasil é de apenas 50% do PIB e, mesmo com o forte crescimento dos financiamentos habitacionais (15,3% em 12 meses), a situação do crédito imobiliário no Brasil está longe de configurar perigo de formação de bolha.

    Nisso as autoridades do Brasil estão carregadas de razão. Ainda não há sinais de crise no financiamento geral nem com o segmento do crédito imobiliário parecida com a que acontece nos Estados Unidos e em alguns países europeus, especialmente Irlanda e Espanha. O estouro da bolha do subprime, em 2007, nos Estados Unidos ocorreu quando as operações de financiamento hipotecário tinham descarrilhado para práticas condenáveis. Eram comuns os refinanciamentos hipotecários por quatro ou cinco vezes, só para prover dinheiro novo que o devedor poderia queimar no consumo.

    Aparentemente, traumatizados pelos maus antecedentes dos Estados Unidos e da Europa, e impressionados com a rápida expansão do crédito no Brasil (crescimento médio de 13% ao ano), os analistas do BIS exageraram nos cuidados.

    No entanto, não dá para esconder a disparada da inadimplência (calote) nos créditos para pessoas físicas, que saltaram de 6,4% em maio de 2011 para 8,0% em maio deste ano. E isso indica redução da capacidade das famílias de honrar compromissos financeiros aos padrões de hoje.

    O Banco Central não apresenta estatísticas para a inadimplência específica do setor imobiliário, mas algumas avaliações dão conta de que também estão crescendo. E a relativa saturação do mercado pode contribuir, se não por um achatamento dos preços das unidades habitacionais para níveis inferiores ao avanço da inflação, pelo menos para uma redução da velocidade de valorização dos imóveis, situação que pode comprometer a qualidade da garantia (hipoteca).

    Um dos fatores que concorrem para isso é o avanço dos preços de mercado por metro quadrado cuja curva está no gráfico acima. Outro, a disparada do custo de construção. Em apenas 12 meses (terminados em maio), o custo da mão de obra saltou 11,5%. É, também, fato reconhecido que o Programa Minha Casa, Minha Vida está concorrendo para forte elevação dos preços dos terrenos urbanos. As dificuldades que as construtoras estão enfrentando para entregar os imóveis novos aos preços previamente indicados ilustram o que está ocorrendo.

    Um terceiro limitador para a expansão do mercado imobiliário ao ritmo de hoje é o crescimento bem mais baixo da renda familiar, de cerca de 5% ao ano, como apontam os números do IBGE.

    Para um financiamento de um apartamento de R$ 300 mil, por exemplo, com entrada de 20% e prazo de amortização de 20 anos, a prestação inicial é superior a R$ 3,1 mil e a renda familiar exigida é de R$ 10,3 mil. Quantas famílias brasileiras poderão enfrentar essas condições, num quadro de desaceleração do PIB?

    CONFIRA

    A balança comercial vem apontando fragilidade, como mostra o gráfico. No primeiro semestre deste ano, as exportações caíram 1,7% em relação ao mesmo período de 2011. Enquanto isso, as importações cresceram 3,7%, o que reflete a incapacidade do setor produtivo de dar conta da forte demanda interna, que é de alguma coisa entre 5% e 6%.

    Fraqueza geral. Os números do Ministério do Desenvolvimento mostram queda das exportações em todos os segmentos importantes: básicos (-1,4%), semimanufaturados (-6,5%) e manufaturados (-1,0%). Apenas as operações especiais, que representam só 2,4% do total,aumentaram 9,8%

    Tem dois gráficos na página o link é:

    “http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/

    0
    • Davi 3 de julho de 2012 at 08:58

      Lembro ano passado uma discussão de quando ia se o começo do estouro e o que poderia dar o START no processo. Se não me engano era um tropeço/tombo na economia regada a desemprego e inadimplencia que seria o catalizador do PLOC.

      O desemprego só não explodiu este ano pq o governo lutou MUITO, NEGOCIOU MUITO para não deixar desandar (quem se lembra da comitiva de empresários em brasília no começo do ano antes do clico acentuado de queda nos juros encabeçados pelos bancos publicos ANTES DOS FEIRÕES DA CAIXA?!)

      link: economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2012/03/22/dilma-se-reune-com-28-empresarios-em-brasilia.jhtm

      Depois aumentam o prazo do financiamento … 35 anos. Na sequencia uma enxurrada de notícias sobre a possibilidade de bolha.

      O que eu gostei do texto do MING é que deixa claro que esta bolha da qual falamos há tempos aqui, mas que insistem em nos desmentir pois entedem ou querem entender que estamos falando de bolha de crédito nos moldes do EUA ou ESPANHA, ou seja, FALAMOS de bolha de preços causada pelo descompaço entre estes e a renda do grupo que SERIA DEMANDA se pudesse ser, mas nunca deixou de ser REPRIMIDA.

      0
  • Sir Income 2 de julho de 2012 at 23:43

    Mercado Imobiliário: Os Investidores, Os Ratos e a Bolha

    www .elivros-gratis.net/artigos-mercado-imobiliario-e-a-bolha.asp

    0
  • BolotaBiker 3 de julho de 2012 at 00:09

    Se cadastrem nessa lista e vejam os absurdos praticados por corretores de imóveis do RJ:  [email protected]

    Uma pena que essa lista de corretores é moderada….

    0
    • BolotaBiker 3 de julho de 2012 at 00:27

      Achei que tinha visto de tudo na lista de corretores, mas vejam essa….

      Excelente oportunidade de negócios em Portugal. Com a retraída do mercado imobiliário em Portugal, os preços baixaram muito. Temos 34 aptos 1ª locação em Oeiras em Lisboa, região nobre da capital com vista total do mar. São aptos de 03 quartos, sendo 01 suíte, todos com armários, salão com 32m², wc social, lavabo, cozinha toda montada com eletrodomésticos e armários italianos, varanda e 02 vagas de garagem. A metragem é 145m². Acabamento de primeiríssima qualidade.
      VALOR original era Euro$ 350.000,00.
      VALOR atual: EURO$ 298.000,00 já incluso a comissão 5% do valor em Euro sendo convertido em Reais. O valor do m² está em torno de R$ 5.300,00. 

      0
    • Joao 3 de julho de 2012 at 07:52

      Poste alguns casos aqui !!!

      0
  • André Luis ZS/RJ 3 de julho de 2012 at 00:38

    Será que o Miguél Jacó errou?

    Notícia de 2011

    SÃO PAULO – A Gafisa (GFSA3), a Brookfield (BISA3), a Even (EVEN3) e a Tecnisa (TCSA3) seguem como as ações mais preferidas do Barclays Capital dentro do setor imobiliário, revelou o banco britânico nesta terça-feira (26), em relatório.

    Notícia de 2012

    Barclays anuncia demissão de Marcus Agius e auditoria
    Banco concordou em pagar cerca de US$ 452 milhões para encerrar uma investigação sobre suposta manipulação de taxas de juros

    E aí, será que isso será o estopim para uma M colossal?

    Lembrando GAFEsa hoje: Ibovespa – GFSA3 R$ 2,52

    Acho que o profeta não errou.

    0
    • Menino_do_Rio 3 de julho de 2012 at 08:55

      Estás certo disso?

      http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2483777-aluguel+imoveis+comerciais+alto+padrao+aumenta+trimestre

      “SÃO PAULO – Ocupar um escritório de alto padrão no Rio de Janeiro está 10,4% mais caro, com preço médio de R$ 174,5 metros quadrados/mês, é o que revela a pesquisa da Colliers International Brasil referente ao primeiro trimestre de 2012.

      Com exceções das regiões Centro e Copacabana, todas as outras regiões da cidade apresentaram elevação do preço médio pedido, sendo que áreas como Botafogo e Flamengo estão com os preços próximos de R$ 200 metros quadrados/mês, o que era característica exclusiva da região Leblon/Ipanema. Os aumentos acima da média na zona Sul do Rio de Janeiro são explicados pela falta de oferta nessas regiões.”

      Brasil do pt, endivide-se ou deixe-o.®

      0
      • André Luis ZS/RJ 3 de julho de 2012 at 23:03

        A fase da negação está a todo vapor e eles farão de tudo para valorizar ainda mais no final, pois assim, no grande estou, poderão ofertar um imóvel que estava por 1.250.000,00 a 800.000,00 e o otário vai pagar achando que está fazendo um bom negócio.

        Muitos que estão aguardando, mas que não gozam do mesmo nível de informação que dispomos aqui, cairão nessa armadilha final.

        Por isso temos que divulgar o blog ao máximo.

        0
        • André Luis ZS/RJ 3 de julho de 2012 at 23:04

          *estouro

          0
    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 09:08

      Marcus Agius? Piada pronta, né?

      0
      • Paulo - RJ 3 de julho de 2012 at 10:02

        Como diria José Simão, um predestinado

        0
  • Lady M. 3 de julho de 2012 at 00:38

    Situação real de um conhecido:

    Na empresa onde trabalho tinha um rapaz que ganha pouco mais de um salário mínimo, e fazia bicos para complementar a renda. Com mais um filho a caminho, entrou no financiamento do MCMV.

    Sofreu um acidente que por muito pouco não lhe tirou a vida. Ficará afastado do trabalho por quase 2 anos, sem poder nem fazer seus bicos. Não tem plano de saúde, e a última notícia que tive era que ele tava contando os centavos pra pagar fisioterapia.

    Novamente: com MAIS um filho A CAMINHO. Vocês acham que ele conseguirá pagar pelo apê?

    Eu sinto muita pena, pois é uma pessoa muito bacana, mas sem nenhuma educação ou informação. Fiquei muito triste com essa história, é injusto.

    0
    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 09:22

      Este tipo de pessoa deveria ser direcionada pelo governo para outro tipo de programa, mais estilo COHAB.
      Porque descobri que uns colegas entraram neste MCMV, só que eles são de famílias estáveis financeiramente. Como eles são solteiros, trabalham e são, digamos, independentes – já que seus pais não precisam deles pois ganham bem. Puderam com suas rendas que são ainda “baixas”, usufruir dos benefícios do programa.
      Todos os imóveis daqui que inicialmente poderiam entrar no programa tiveram aumentos de preços de 30% a 70% e quem comprava por 85, 90 mil no começo do programa, passou a encontrar imóveis por 130, 150 mil.
      Quem realmente precisa de moradia aguenta comprar um imóvel neste preço????
      Escutei outro dia numa festinha da família um cara contando que comprou um imóvel que inicialmente se enquadrava com folga no programa e começou a pagar as tais “mensais”. Com o tempo o imóvel começou a “se valorizar” tanto que agora não entra mais na faixa de subsídio.
      Ele está apavorado porque agora a prestação, sem a benesse, vai subir de quinhetos e pouco pra quase novecentos, segundo ele. Sua surpresa também se dá porque ele não sabia que isto poderia acontecer pois as explicações que os corretores deram pra ele foram totalmente diferentes.
      Ou seja, eu não entendo este programa…
      Pra mim é que eu sempre digo – quem realmente não tem condições de comprar uma casa continua sem ou com menos condições ainda de tê-la.

      0
  • Leonardo 57 3 de julho de 2012 at 01:55

    Sacanagem essa Kássia me chamando de PETRALHA de novo, hahaha:

    http:// leorossatto.wordpress.com/2012/07/02/ideias-contra-a-especulacao-imobiliaria/#comment-883

    0
    • Paulo - RJ 3 de julho de 2012 at 10:15

      A Kassia, para refutar um artigo do Tradingcafe chamou o BIS de OEA da economia formada por um monte de aspones. Aí você vai no blog dela e verifica que ela defende a alta dos preços utilizando relatórios… do BIS!

      0
    • RosinhA 3 de julho de 2012 at 20:20

      Leonardo 57 adorei seu site politica de Santo André, muito legal, tem meu e-mail pode enviar as novidades, postei para nossa amiga KKKKKássia agora a pouco, se liberar vai ser legal ELA me ODEIA KKKKKK.

      Caramba quantos tem de Santo André, já perdi a conta, o cidadezinha de gente ligada, legal gostei !!!!!!! 😉

      0
      • Leonardo 57 3 de julho de 2012 at 23:26

        Hahahaha, sempre que tiver novidade eu te mando sim, com certeza. Valeu!

        0
  • RGD 3 de julho de 2012 at 02:08

    Que merd*!!! Acabei de descobrir que vão montar uma mina de extração de minério de ferro em uma grande montanha ao lado da minha fazenda. Pelo jeito vão acabar com o meu paraíso, um lugar maravilhoso no meio das montanhas de Minas Gerais. Bem que o meu pai falava há anos que tinham encontrado uma grande quantidade de minério de ferro de alta qualidade naquela montanha. Sempre achei que era estória de ‘pescador’.

    E agora ? Se perguntasse um corretor, possivelmente falaria “Ganhou na loteria. A sua fazenda vai valorizar muito.”. Por enquanto, vou esperar para ver se esse projeto da Minabi (nome da mineradora) se torna realidade. Na minha visão, isso é uma grande merd*. Mas o que os bolhistas acham dessa situação ?

    0
    • Andre da Bolha de Plastico (Para evitar Homonimos) 3 de julho de 2012 at 07:52

      faça o obvio – terrorismo local – piquetes nas estradas – depredações – incendios – ações judiciais – depois exiga alguns bilhoes do governo e compre outra fazenda

      0
      • hannamanana 3 de julho de 2012 at 09:22

        I agree
        Sossego não tem preço

        0
      • RGD 3 de julho de 2012 at 16:33

        Acho que não vai adiantar. Parece que a maior parte da população da cidade apoia o projeto. O pessoal só quer saber do $$$$. Até que a minha fazenda será afetada menos do que outras já que não é caminho de passagem para a montanha.

        0
    • RosinhA 3 de julho de 2012 at 12:26

      Entendo seu lado não deve ser só o valor do dinheiro em si, é algo sentimental pois parte da história de seu pai deve estar escrita em alguns pedaços da fazenda, e lembranças inesquecíveis.

      A situação é extremamente difícil, pois não vejo o problema na mineradora em si, e sim os agregados que virão com ela, como drogas, pessoal esquisito, acabou-se a tranquilidade, meu pai tem um sítio médio também, e o valor sentimental muitas vezes é julgado de forma estranha pela maioria das pessoas. Mas se eu fosse você tentaria pensar da forma que seu pai agiria diante da situação, com certeza ele ficaria orgulhoso de saber que deixou um legado muito bom para o futuro. Não dê bola para os invejosos, tenho certeza que tudo que conseguiram foi com suor e amor, e nisso não se pode colocar valor, é a única coisa na vida que podemos levar, boas lembranças.

      Desejo sorte a você, e cabeça no lugar hein rapaz, não faça coisas precipitadas, o dia de amanhã as vezes vem mais rápido do que esperamos.

      0
      • RGD 3 de julho de 2012 at 16:56

        Morro Escuro é a serra ao fundo dessa foto.

        “http://a3.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/194903_10150997918729356_1064891089_o.jpg

        Quando o meu avô dividiu as terras dele há quase 30 anos, o meu pai fez questão de escolher esse pedaço de terra apesar de ser o menor de todos. Dizia que era o mais bonito por causa da visão e das cachoeiras. Vendo essa foto, é impossível negar que ele estava certo.

        De qualquer forma, Rosinha, obrigado pela força.

        0
        • RosinhA 3 de julho de 2012 at 17:09

          RGD é Sul de Minas? Parece A Mantiqueira, o nosso é ali, a serra é simplesmente maravilhosa e o clima também

          0
          • RosinhA 3 de julho de 2012 at 17:12

            è não é nada animador mesmo…

            “http://www.abcem.org.br/noticias-ver.php?cod=2901

            0
          • RGD 3 de julho de 2012 at 17:41

            Não é sul de Minas, é região central.

            Essa é a notícia que eu vi ontem. Com certeza, nada animador. Parece que a extração vai ser grande. Fiquei sabendo hoje que um primo já está negociando uma parte de montanha que ele tem.

            0
    • Rafael KM 3 de julho de 2012 at 15:39

      Se fosse uma mineradora do Eike não teria que se preocupar. Mas pelo jeito há mesmo minério na montanha!

      0
      • RGD 3 de julho de 2012 at 16:21

        Na verdade, a mineradora foi fundada por ex-funcionários do Eike. Mas realmente parece que a montanha tem muito minério de ferro de alta qualidade. Oh… deve ser por isso que o Eike não quis explorá-la.

        0
      • Álvaro Guilherme 3 de julho de 2012 at 16:31

        kkkkkkkkkkkk

        0
  • O Irritado 3 de julho de 2012 at 02:30

    OFF-TOPIC (?) … ou mais uma constatação ?
    Com a palavra nossa equipe de economistas.

    OBS: notícia do Rio de Janeiro

    Clínica Professor José Kós, com quase 60 anos, fecha as portas
    Pacientes são pegos de surpresa com encerramento dos atendimentos
    O Globo
    “http://oglobo.globo.com/rio/clinica-professor-jose-kos-com-quase-60-anos-fecha-as-portas-5375602”

    RIO – Em 16 de dezembro de 1952 era inaugurada, na Rua Moncorvo Filho 104, no Centro, a Clínica Professor José Kós. Quase 60 anos depois, o hospital — que virou referência em otorrinolaringologia no Rio — fechou as portas na sexta-feira passada. Na segunda-feira, pacientes ainda foram em busca de atendimento e ficaram surpresos com o fim da José Kós.

    — Como assim? Não está funcionando? Peguei ônibus, trem e andei da Central até a clínica, me sentindo mal. Estou tento tonturas e me disseram que aqui eu encontraria um especialista para meu problema — disse José Ferreira da Silva, de 74 anos, morador de Cascadura, que estava com crise de labirintite.

    Sem se identificar, empregados da José Kós contaram que estão sem receber os salários desde abril. Segundo eles, na sexta-feira houve uma reunião, na qual o administrador informou que se quisessem receber os atrasados deveriam procurar a justiça.

    — A clínica, no entanto, não nos demitiu. Não fizeram uma declaração sequer. Com isso, não podemos dar entrada no seguro-desemprego nem no Fundo de Garantia — afirmou uma funcionária, que trabalha no local há 12 anos. — Eles não dão nenhum prazo ou explicação.

    Cremerj constatou falta de médicos

    O fechamento ainda é desconhecido pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Município do Rio (SINDHrio). Tampouco foi informado ao Sindicato dos Médicos do Rio. Mas o fato foi lamentado por Jorge Darze, presidente da entidade:

    — Era uma clínica muito conceituada. Quando eu era criança, operei lá a garganta. O meu pai, que era médico, conhecia um otorrino de lá e a fama da Professor Kós — disse Darze. — Não sei o motivo do fechamento. O que posso dizer é que existe uma crise dos hospitais privados. A tabela de remuneração dos planos de saúde é muito baixa. Está muito aquém das necessidades.

    A clínica leva o dono de seu fundador, o otorrinolaringologista José Arthur de Carvalho Kós, que nasceu em Belém em 1905 e morreu no dia em que completava 94 anos. No consultório do otorrinolaringologista Arthur Octávio de Ávila Kós, um dos três filhos de José Kós, a única informação foi a de que a clínica não pertence mais à família Kós.

    O Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) informou que, no dia 7 de maio, fiscalizou a José Kós, após receber denúncia do marido de uma paciente que morreu. Os fiscais constataram a falta de médicos. Quanto ao fechamento da clínica, a única notícia que chegou ao conselho foi a de que a José Kós tinha problemas administrativos.

    O GLOBO tentou conversar com o administrador do hospital, que não atendeu a equipe de reportagem.

    Notícia publicada em 2/07/12 – 23h00 Atualizada em 3/07/12 – 0h25

    0
    • Leonardo 57 3 de julho de 2012 at 11:00

      Um dos principais gargalos no Brasil está no sistema de saúde suplementar. Pessoal reclama da saúde pública, mas o Brasil é terrível em administração hospitalar, seja no setor público ou no privado. Nos próprios convênios, falta infraestrutura, muitas praças de atendimento são defasadas, a burocracia é imensa, e a maioria dos hospitais é comandadas por médicos que decidiram ser chefes, e não por administradores. Por conta dessa incompetência, aliada à desunião da categoria, os convênios exploram de forma vexatória os médicos e clínicas (e a maioria desses convênios é comandada por gente MUITO picareta, que em alguns casos só querem lavar dinheiro)

      A falência dessa clínica não é nada além do esperado, em um sistema de saúde tão deturpado como o nosso.

      0
  • Tito 3 de julho de 2012 at 05:51

    Brazil , pais de primeiro mundo
    INDICE BIG MAC

    Preco do sanduba pelo mundo

    Suica US$ 6,81
    Noruega 6,79
    Suecia 5,91
    Brazil 5,68
    Dinamarca 5,37
    Australia 4,94
    Argentina 4,64
    Canada 4,65

    Isso considerando preco na rua , nada a ver com o aeroporto…

    0
    • Loren 3 de julho de 2012 at 15:06

      Fui pra Suécia no ano passado e achei tudo incrível. Mas fiquei impressionada com os preços dos restaurantes. Tudo muito caro. To passada que nosso Big Mac custa quase a mesma coisa.

      0
    • Rafael KM 3 de julho de 2012 at 15:46

      Na Alemanha (Frankfurt) o custo do Mac no aeroporto foi o mesmo do custo da lancheria na rua. Tinha até minimercado com preços razoáveis.

      E eu levando água na bagagem de mão para tomar até a hora do check in pensando que ia ser explorado que nem no Brasil.

      E água engarrafada é bem mais barato que água aqui.

      Na Suíça tudo é muito caro.

      0
      • MrLBS 4 de julho de 2012 at 23:40

        Nos EUA, pelo menos no O’Hare Airport – Chicago – achei os preços bem razoáveis tb… sandubas naturais, wraps e junk food (BigMac etc) era praticamente o mesmo preço que no centro da cidade…..

        Muito diferente do Brasil, onde um suco de laranja com 300 ml (feito com 3 laranjas) custa R$ 7,00.

        0
        • Cleyton 5 de julho de 2012 at 00:22

          Hahahaha, junk food foi fantástico, tô rindo alto aqui.

          0
  • Fausto Luiz 3 de julho de 2012 at 07:10

    Favor comentar! Da coluna do Celso Ming, do Estadão hoje 03 jul – Ainda sem sinais de bolha! Grato. Até!

    0
    • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 08:07

      A coluna estava com comentarios desativados… abriu para comentar???

      0
  • Andre da Bolha de Plastico (Para evitar Homonimos) 3 de julho de 2012 at 07:40

    CHINESES EXPORTAM SUAS CIDADES FANTASMAS PARA ANGOLA

    De olho nas materias primas chineses turbinam – com construção civil – economia local

    “http://www.bbc.co.uk/news/world-africa-18646243
    O apartamento mais barato vale 120.000 U$$

    0
  • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 07:54

    Comecei a acompanhar em abril a quantidade de imoveis a venda na Zona Oste de sampa região entre Lapa Vila Romana -Perdizes – Sumarézinho – Pinheiros – Vila Madalena – Alto de Pinheiros e Alto da Lapa:

    Webcasas 2/04/12 02/07/12
    De R$ 300 a R$400 Mil 3
    De R$400 a R$500 Mil 5 3
    De R$500 a R$600 Mil 28 40
    De R$600 a R$700 Mil 119 162
    De R$700 a R$800 Mil 297 364
    De R$800 a R$900 Mil 314 …… 388
    De R$ 900 a R$ 1000 Mil 174 203
    Acima de R$ 1000 Mil 299 375
    Total 1231 1532

    Aumento de 19,64%

    zap 27/04/12 02/07/12
    200 a 300K 2
    300 a 350K
    350 a 400K
    400 a 600K 7 11
    600 a 800K 260 505
    800 a 1KK 528 753
    1KK a 3KK 483 726
    Total 1278 1997

    Aumento de 36%

    Estes aumentos são expecificios para aptos entre 100 e 200 m2 com 2 garagens e pelo menos 1 suite – com 3 a 4 dorms.

    0
    • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 08:51

      pessoal abaixo o outro post está arrumadinho…

      0
  • Joao 3 de julho de 2012 at 07:56

    PLOC na certa !

    Para um financiamento de um apartamento de R$ 300 mil, por exemplo, com entrada de 20% e prazo de amortização de 20 anos, a prestação inicial é superior a R$ 3,1 mil e a renda familiar exigida é de R$ 10,3 mil. Quantas famílias brasileiras poderão enfrentar essas condições, num quadro de desaceleração do PIB?

    0
  • Pablo 3 de julho de 2012 at 08:00

    Bolha,

    Mercado imobiliário da China reage e ajuda economia.

    Acho que vale um tópico, não pelo titulo da reportagem, mas pelo conteudo que fala da bolha na China e da retração do mercado de imóveis.

    “… o preço médio do metro quadrado em cem grandes cidades chinesas subiu em junho na comparação com o mês anterior — depois de nove meses consecutivos de queda.”

    “http://online.wsj.com/article/SB10001424052702304211804577503293611953970.html?mod=WSJP_economia_LeadStory

    0
  • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 08:03

    saiu muito bagunçado …. repostando

    Comecei a acompanhar em abril a quantidade de imoveis a venda na Zona Oste de sampa região entre Lapa Vila Romana -Perdizes – Sumarézinho – Pinheiros – Vila Madalena – Alto de Pinheiros e Alto da Lapa:

    Webcasas………………………….2/04/12………………..02/07/12
    De R$ 300 a R$400 Mil …………………………………………. 3
    De R$400 a R$500 Mil …………….. 5 ……………………….. 3
    De R$500 a R$600 Mil …………….. 28 ……………………… 40
    De R$600 a R$700 Mil ……………..119………………………162
    De R$700 a R$800 Mil ……………..297………………………364
    De R$800 a R$900 Mil………………314……………………. 388
    De R$ 900 a R$ 1000 Mil…………..174…………………….. 203
    Acima de R$ 1000 Mil……………….299………………………375
    Total……………………………………..1231…………………….1532

    Aumento de 19,64%

    zap…………………………………02/04/12……………………02/07/12
    200 a 300K……………………………………………………………………….2
    300 a 350K
    350 a 400K
    400 a 600K……………………………………7……………………………….11
    600 a 800K ……………………………….260………………………………505
    800 a 1KK………………………………….528…………………………….. 753
    1KK a 3KK…………………………………483 ………………………….. 726
    Total…………………………………………1278…………………………….1997

    Aumento de 36%

    Estes aumentos são expecificios para aptos entre 100 e 200 m2 com 2 garagens e pelo menos 1 suite – com 3 a 4 dorms.

    0
    • Santista 3 de julho de 2012 at 11:15

      Fico em dúvida se este aumento de oferta pode ser simplesmente um aumento de acesso a internet e a sites de anúncio.
      No Rio de Janeiro, existem regiões onde o aumento de oferta de apartamentos aumentou 360% de 2008 para cá. E 80% em um ano.

      0
      • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 13:57

        Santista,

        neste caso é a quantidade de anuncios mesmo… o que nos leva a crer que a oferta tem aumentado…

        0
  • Davi 3 de julho de 2012 at 08:13

    Fonte: AE BroadCast

    16:33 CUSTO E PRODUTIVIDADE AFETAM EXPANSÃO DO MERCADO DE IMÓVEIS ECONÔMICOS

    São Paulo, 02/07/2012 – A procura por imóveis para famílias de renda média e baixa vem crescendo nos últimos anos e tende a continuar em alta. Apesar disso, as construtoras têm enfrentado limitações para atender a expansão dessa demanda devido a fatores como a escalada no preço dos terrenos para novos empreendimentos e a dificuldade em aprimorar a gestão e a
    produtividade das obras.

    “Basicamente, o problema está em viabilizar os custos”, observa Roberto Souza, presidente do Centro de Tecnologia e Edificações (CTE), entidade que lançou o estudo Tendências do Mercado de Habitação Econômica e de Interesse Social. A publicação, antecipada pela Agência Estado, ouviu 36 empresas líderes do segmento, com representatividade de 35% no
    mercado nacional.

    O estudo aponta que cada vez mais pessoas tem entrado no mercado imobiliário, beneficiadas pelo ciclo de melhora da renda, do emprego e da oferta de crédito habitacional. No segmento econômico, o volume de lançamentos deve ter alta de 23,5% em 2012 ante 2011. Nos próximos dois anos, 16,2 milhões de famílias com renda de até R$ 5 mil mensais pretendem comprar uma moradia. Deste total, 11 milhões de famílias são da classe C e 5,2 milhões, das classes D e E. Além disso, o mercado de
    imóveis econômicos passou a contar desde 2009 com o apoio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que prevê financiamentos públicos de até R$ 100 bilhões para viabilizar a aquisição de moradias.

    Mesmo com um cenário de demanda em ascensão, as construtoras vêm enfrentado gargalos que comprometem o crescimento pleno do setor. Para 91% das empresas consultadas, a aquisição de terrenos dentro das cidades é um ponto crítico, pois inviabiliza a comercialização dos empreendimentos para as famílias de baixa renda. Para 64% das construtoras, o terreno representa até 20% dos gastos da empreitada. Com isso, os novos projetos têm sido empurrados para zonas periféricas, onde os terrenos custam menos, mas são desprovidos de infraestrutura de transportes e serviços.

    A dificuldade de viabilizar os custos limita também o andamento do Minha Casa, Minha Vida. Segundo a pesquisa, apenas 17% das construtoras conseguem atender a faixa 1 do programa, que é o foco da iniciativa do governo federal. Neste segmento estão as famílias de menor renda – que ganham até R$ 1,6 mil mensais – e os imóveis participantes são limitados ao valor de R$ 61 mil. “Nessa faixa, o subsídio fornecido pelo programa não fecha a conta, já que os custos de construção e do terreno estão em alta”, explicou Souza, ressaltando a necessidade de revisão dos fomentos e de parcerias com prefeituras para concessão de terrenos.

    Além dos custos, as construtoras também apontam entraves burocráticos no momento das vendas. Segundo eles, 70% dos potenciais compradores que visitam os estantes têm renda para participar do programa, mas não conseguem comprová-la pois estão no mercado de trabalho informal. “Um estudo para flexibilizar os critérios do programa seria bem-vindo”, afirma o
    documento.

    Gestão e produtividade

    Com o avanço do mercado, as construtoras e incorporadoras estão enfrentando o desafio de lidar com a gestão de um número maior de obras e de negócios simultâneos. Na prática, deslizes como atraso das obras ou estouro no orçamento vêm comprometendo a lucratividade, já que os custos de construção do setor econômico representam de 60% a 70% do valor geral
    esperado com as vendas. Já nos projetos voltados para famílias de alta renda, essa proporção é menor.

    Na avaliação de Roberto Souza, o setor carece de investimentos em inovação tecnológica e em produtividade, fatores que poderiam contribuir para melhorar as margens das empresas de construção. “No passado, o empresário não investia por falta de uma política habitacional consistente e contínua. Hoje, o mercado está aquecido e nós temos uma política pública. As condições mudaram e estão favoráveis”, defende Souza. “A industrialização dos canteiros e a capacitação dos trabalhadores é a saída para os problemas de gestão que estamos vendo”, acrescentou.

    Qualidade

    Conforme o estudo, também houve piora na qualidade da construção. Essa piora foi diagnosticada a partir da elevação dos custos de manutenção após a entrega dos imóveis, além do aumento das reclamações e ações judiciais por parte de clientes insatisfeitos com o atraso na entrega das obras ou com o produto final.

    Outra observação diz respeito à necessidade de melhorar o conforto das habitações econômicas. De acordo com a publicação, 39% das empresas de construção consultadas admitiram não realizar estudos prévios sobre as condições de temperatura e iluminação dos imóveis construídos, e que apenas seguem as normas exigidas pelos agentes contratantes, sem
    atentar para condições específicas da região e do terreno. No caso das simulações relacionadas a barulho, qualidade do ar e mobilidade dentro dos imóveis, os temas são ignorados por 47%, 19% e 11% das construtoras, respectivamente.

    “As políticas públicas deveriam servir como indutoras da inovação tecnológica, da sustentabilidade e da industrialização da construção. Vemos esses itens em empreendimentos de luxo, mas estão em falta na habitação social”, disse Souza.

    0
  • Sol de Sampa 3 de julho de 2012 at 08:26

    Bom dia pessoal e só pra quebrar a rotina e descontrair;

    Palestra na madrugada

    Quatro horas da manhã. Um homem com andar meio cambaleante caminha pela rua escura. Um carro da polícia se aproxima e os policiais resolvem averiguar a situação:

    – Onde vai o cidadão a uma hora destas?

    – Estou indo assistir uma palestra…

    – Palestra?! A esta hora? Sobre o quê?

    · Sobre os efeitos do álcool e das drogas no corpo humano;
    · Os danos causados pela esbórnia e a farra na degradação da vida amorosa conjugal;
    · Nos impactos negativos sobre o sistema nervoso central e periférico advindos dessa vida desregrada;
    · Dos malefícios aos órgãos internos e também externos devastados pela ingestão desenfreada de fumo, álcool e drogas ilícitas;
    · A vida sem Deus no coração.

    – Ô meu, fala sério! E quem vai dar uma palestra desta abrangência e relevância científica a esta hora da madrugada?

    – Minha esposa quando eu chegar em casa.

    0
    • Bananildo 3 de julho de 2012 at 11:38

      HAHAHAHAHAH adorei. Já ouvi essas palestras em casa! kkkkk

      0
  • seeder 3 de julho de 2012 at 08:27

    Movimento recorde nas concessionárias não reanima indústria automotiva
    03/07/2012 – 05h30
    VENCESLAU BORLINA FILHO
    DO RIO

    O incentivo do governo para o setor automotivo aqueceu as vendas de carros e camionetes, mas não atingiu seu principal alvo: reanimar a indústria de veículos, cuja cadeia produtiva, na estimativa do Ministério da Fazenda, movimenta 20% do PIB (Produto Interno Bruto)…

    MAIS > http://folha.uol.com.br/mercado/1114209-movimento-recorde-nas-concessionarias-nao-reanima-industria-automotiva.html

    0
    • Luiz 3 de julho de 2012 at 12:57

      claro que não iria mesmo

      anteciparam as vendas de depois das eleições para agora

      0
  • Eduardo 3 de julho de 2012 at 09:23

    Com certeza nossa bolhas não vão longe, leiam os comentários, o povo, + eu, estamos revoltados:

    ht tp://w ww1.folha.uol.com.br/mercado/1114209-movimento-recorde-nas-concessionarias-nao-reanima-industria-automotiva.shtml

    0
    • Riodetudo 3 de julho de 2012 at 10:03

      Acho que a prova de fogo está sendo no valor dos aluguéis. Dois quartos sem vaga sendo anunciados por 3, 4 ou 5 mil. São os valores para justificarem o preço bolhudo de venda. Mas quase ninguém está conseguido pagar, então, estão diminuindo (no momento, de 5 para 4 ou 3 mil) ou ficando meses encalhados, acumulando poeira, baratas e se deteriorando. Só paga isso gente muito rica (aqueles ricos de verdade dos anos 90), que é muito exigente na qualidade do prédio e do apartamento, ou seja, não vão aceitar “sucata” a preço de ouro.

      0
    • Rico 3 de julho de 2012 at 10:44

      Vc já viu indústria automobilística animada? Todo mês tem uma choradeira que vai ter demissão, que vai isso, que vai aquilo…

      Estão tendo recordes de venda em junho e ainda sim reclamam…

      Matéria paga. Votem na VW para presidência em 2014 porque ela que manda nessa m*rda.

      0
      • Felipe 3 de julho de 2012 at 11:11

        Pra indústria está tudo ótimo sempre. Pra quem trabalha nelas, nem sempre.

        0
      • favero 3 de julho de 2012 at 11:15

        Montadoras receberam incentivos de R$1 milhão por emprego gerado

        h ttp://www.noticiasautomotivas.com.br/montadoras-receberam-incentivos-de-r1-milhao-por-emprego-gerado/

        0
        • Rico 3 de julho de 2012 at 13:55

          Se fizerem isso para a construção civil, vai ter prédio construído no subsolo.

          0
    • MrCitan 3 de julho de 2012 at 11:23

      Eu acredito que, a quantidade de carro que vai ter que ser recuperada por falta de pagamento, não vai ser pouca.

      Ou seja, vai é faltar vaga pra por estes carros.

      Quem ganha com isto? As montadoras e suas matrizes.

      Quem perde? Os iludidos que foram atrás do sonho do carro novo, e se não tiverem bala na agulha, vão cair no pesadelo do confisco pelo banco!

      0
      • RosinhA 3 de julho de 2012 at 11:46

        Vai faltar CItan já não tem nenhuma vaga !!!!!

        0
  • Laranja 3 de julho de 2012 at 11:23

    02/07/12 – Imóveis: Mercado de Porto Alegre mostra sinais de aquecimento em 2012

    O mercado imobiliário de Porto Alegre mostra sinais de aquecimento na primeira metade de 2012. Números da Lopes Sul (empresa da LPS Brasil – líder de mercado no país – que atende RS, SC e PR) dão conta de que a capital gaúcha superou a até então líder Curitiba nos cinco primeiros meses de 2012.

    Segundo João Paulo Galvão, o Jota, sócio-diretor da Lopes Sul, os resultados da empresa em Porto Alegre até maio deste ano são cerca de 10% superiores aos registrados na capital paranaense.

    O mercado de Curitiba vinha registrando um volume de vendas maior do que o da capital gaúcha desde 2009, segundo Jota. Em 2011, o resultado daquela praça chegou a ser 20% superior ao de Porto Alegre.

    “O principal fator para esta reviravolta é que Porto Alegre está com uma demanda muito alta, tanto em unidades comerciais quanto residenciais, e a oferta ainda não acompanha o ritmo”, explica Jota, que, antevê dias ainda melhores. “Acredito que devemos continuar aperceber valorização, principalmente pela boa oferta de crédito e recente baixa dos juros”, diz.

    0
    • Tomaz 3 de julho de 2012 at 13:09

      A coisa está escrita de forma meio…envisada…, não é mesmo?
      Acho que estão fazendo curso com o pessoal do Secovi SP para coisas como inverter um gráfico para ele parecer positivo, comparar o ruim com o pior para parecer bom, etc.

      0
    • AF 3 de julho de 2012 at 16:11

      1. Demanda em Porto Alegre alta?

      A taxa de velocidade de vendas (relação das vendas sobre as ofertas) de imóveis novos no mercado imobiliário de Porto Alegre foi de 7,59% em maio de 2012, inferior à registrada no mês imediatamente anterior (abril/2012), quando a taxa atingiu a 11,71%

      2. Esta reviravolta significa nais problemas em Curitiba do que outra coisa.

      3. a única coisa que vendeu – para especulação – foi o bairro Liberdade.

      0
      • AF 3 de julho de 2012 at 16:15

        Alguém avisa a Lopes da pesquisa do sinduscon.

        0
    • Henrique 9 de julho de 2012 at 20:30

      Como é que a gente vai acreditar em pesquisa feita pela Lopes?

      E algum dia eles falariam mal de imóveis? Olha, não compra imóvel porque está muito caro.

      Enquanto isso, as reclamações contra imobiliárias aumentam:

      http://www.reclameaqui.com.br/3190639/lopes-royal/recusa-em-emitir-copia-dos-recibos-de-corretagem/

      http://www.reclameaqui.com.br/2588005/lopes-imoveis/taxa-sati/

      http://www.reclameaqui.com.br/1675902/lopes-imoveis/sonegacao-de-impostos/

      0
  • Laranja 3 de julho de 2012 at 11:30

    Pesquisa do Mercado Imobiliário Porto Alegre
    Taxa de velocidade de vendas de maio de 2012

    A taxa de velocidade de vendas (relação das vendas sobre as ofertas) de imóveis novos no mercado imobiliário de Porto Alegre foi de 7,59% em maio de 2012, inferior à registrada no mês imediatamente anterior (abril/2012), quando a taxa atingiu a 11,71%, conforme resultados da Pesquisa do Mercado Imobiliário de Porto Alegre realizada mensalmente pelo Departamento de Economia e Estatística – DEE do SINDUSCON-RS. Em relação ao mesmo mês do ano anterior (maio/2011), houve um decréscimo, uma vez que nesse período a taxa foi de
    9,98%.

    A taxa média 12 meses de velocidade de vendas em maio de 2012 atingiu a 8,57%, resultado inferior ao observado nos 12 meses fechados em maio de 2011, quando a taxa foi de 10,89%. Cumpre ressaltar, que a taxa, por considerar um período mais abrangente livra o resultado de influências sazonais, possibilitando assim, maior consistência para fins da construção de análises de tendência.

    0
    • Laranja 3 de julho de 2012 at 11:37

      E o cara da Golpes Sul enxergou aquecimento? Abril foi bom por causa do Evil Day e seus descontos… Nos outros meses tudo pior que 2011.

      0
      • indião 3 de julho de 2012 at 14:20

        opa, tem gato nessa tuba….
        esse desempenho todo INCLUI só uns trocentos apartamentos do novo bairro Liberdade, da OAS, junto a free way e Arena em construção pela mesma empresa… o lançamento foi vendido em meia dúzia de dias…
        é um caso isolado (literalmente) pois deve ter muito torcedor comprando na emoção do novo estádio, e investidor querendo faturar algum…
        recebi email de corretor oferecendo a fase 2 pois as trezentas unidades da fase 1 acabaram-se…

        agora, a pergunta que não quer calar =
        qual o efeito no cálculo do indicador “velocidade de vendas” de umas 300 unidades vendidas meia dúzia de dias após o lançamento???

        0
        • Laranja 3 de julho de 2012 at 16:39

          Indião: em janeiro de 2012, foram negociadas 249 unidades em Porto Alegre;
          Fevereiro, 187 unidades;
          Março, 405 unidades;
          Abril, 599 unidades;
          Maio. ?

          0
          • AF 3 de julho de 2012 at 16:57

            só 599?

            Deve ter muito coRetor sem fazer nada ultimamente

            Isso é em torno de 10% do estoque de PoA.

            0
  • Luiz 3 de julho de 2012 at 12:22

    O Celso Ming é fera, um dos meus favoritos, no titulo ele coloca sem sinais de Bolha AINDA, mas ao ler o texto vc vê entende o que siginifica “AINDA”.

    Ming escreve nas entrelinhas para fugir da patrulha [email protected], leiam este pedaço:

    “No entanto, não dá para esconder a disparada da inadimplência (calote) nos créditos para pessoas físicas, que saltaram de 6,4% em maio de 2011 para 8,0% em maio deste ano. E isso indica redução da capacidade das famílias de honrar compromissos financeiros aos padrões de hoje.

    “O Banco Central não apresenta estatísticas para a inadimplência específica do setor imobiliário, mas algumas avaliações dão conta de que também estão crescendo. E a relativa saturação do mercado pode contribuir, se não por um achatamento dos preços das unidades habitacionais para níveis INFERIORES ao avanço da inflação, pelo menos para uma redução da velocidade de valorização dos imóveis, situação que pode COMPROMETER a qualidade da garantia (hipoteca).”

    MING DESCREVEU O ESTOURO DA BOLHA na sua fase mais espetacular

    0
    • RosinhA 3 de julho de 2012 at 12:30

      Luiz percebi a mesma coisa, ele deixou um ar de AINDA não estourou.

      Parabéns sempre atento nas entrelinhas.

      0
      • Luiz 3 de julho de 2012 at 12:55

        será que é o gardenal q deixa a gente +esperto?

        ainda assim eu acho q a bolha estourou qdo houve inflexão da curva de preços no1s12, o que os corretores tentam disfarçar a todo custo. Isso que o Ming descreve é qdo a merda já pegou embalo ladeira abaixo, eu acho q agora é corrida contra o tempo pra vender.

        0
      • Curioso 3 de julho de 2012 at 12:56

        Rosinha, Luiz,
        Sinceramente, não confio em pessoas que ficam em cima do muro.
        O jornalista não é novato em seus textos sobre o mercado Brasileiro. Sabe muito bem o que está acontecendo. A bolha imobiliária no Brasil tem seus contornos bem distintos daquelas que estoraram no mundo afora. Não há como tecer comentários tendo por parâmetro, por exemplo, a bolha americana. Jamais teremos um subprime como o deles, isso é fato. O jornalista diz: “a situação do crédito imobiliário no Brasil está longe de configurar perigo de formação de bolha”. É uma meia verdade! Vejamos que se tratam de bolhas distintas: Bolha Imobiliária e Bolha do crédito imobiliário! A bolha Americana estava diretamente atrelada ao crédito, ao encarteiramento podre, as alavancagens, enfim ao que se denominou de subprime. A BOLHA DA BANANIA é uma BOLHA de PREÇOS. Jamais teremos um bolha no crédito imobiliário porque não temos renda para isso. Dizer que o crédito no BRASIL já atinge 50% do nosso PIB é dado MAIS DO QUE ALARMANTE… ressalvada a condição social no nosso pais… Daí vem aquela velha conversa: mais a classe C foi o grande impulsionador da economia?! Putz… essa eu prefiro nem comentar.

        0
        • Luiz 3 de julho de 2012 at 13:13

          Curioso, interessante seus comentários, porém o Ming está mais para prudencia do que em cima do muro.

          Sim 50% de divida é um descalabro, principalmente pq é divida de consumo.
          Ontem no intervalo da novela anunciavam almofadas em 10 vezes 0,99 centavos.

          Todo modo é um grande acontecimento o MIng ter colocado a palavra Bolha no titulo do seu artigo. Esse é um dos caras mais lidos e respeitados do Esatadao

          0
          • Curioso 3 de julho de 2012 at 16:18

            Mesmo considerando minha estima pelo Ming, não vejo prudência em dizer que “AINDA não há bolha”… Pelo contrário, isso é uma imprudência, uma irresponsabilidade, um desserviço ao direito à informação e aos deveres de um jornalista.

            O fato de ele querer dizer o contrário pelas entrelinhas, apenas lhe impõe mais culpa, porque confirma que ele não acredita no que escreveu… serviu de fantoche! MAIS UM BONECO DE VENTRÍLOCO!

            0
            • RosinhA 3 de julho de 2012 at 17:15

              Curioso ele é jornalista nem a gente com 3000 mil pessoas não temos certezas e procuramos datas, seria leviano da parte dele afirmar uma coisa que ninguém ainda tem certeza, somente nós já sabemos que vai dar m…., mas podemos falar abertamente, o cara tem uma carreira a zelar, ao contrário do moço Cyrela da bolsa de 200 mil pontos, acertar chutando nem sempre é legal.

              0
        • xangai 3 de julho de 2012 at 13:41

          Gosto muito do Ming tambem … o mais importante deste texto ( como sempre ) esta no final … o ultimo paragrafo ele faz uma pergunta que a resposta todos sabemos e discutimos aqui ::: nao tem demanda ( para esses precos ) ! :::::

          ” …Um terceiro limitador para a expansão do mercado imobiliário ao ritmo de hoje é o crescimento bem mais baixo da renda familiar, de cerca de 5% ao ano, como apontam os números do IBGE.

          Para um financiamento de um apartamento de R$ 300 mil, por exemplo, com entrada de 20% e prazo de amortização de 20 anos, a prestação inicial é superior a R$ 3,1 mil e a renda familiar exigida é de R$ 10,3 mil. Quantas famílias brasileiras poderão enfrentar essas condições, num quadro de desaceleração do PIB? …….”

          0
  • Leonardo 57 3 de julho de 2012 at 12:33

    Enquanto isso, os brasileiros seguem se endividando mais e comprando carros como se não houvesse amanhã, mesmo com nosso trânsito caótico:

    Vendas de carros em junho fecham com 340,7 mil unidades
    Resultado é o melhor mês de junho da história, segundo a Fenabrave.
    Na comparação com maio, alta foi de 24,18%.
    Luciana de Oliveira
    Do G1, em São Paulo

    As vendas de carros subiram 24,18% em junho na comparação com maio, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta terça-feira (3). Segundo a entidade, este é o melhor mês de junho da história do setor automobilístico. Os resultados refletem o desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), determinado pelo governo federal no último dia 21. A redução do imposto valerá até 31 de agosto.

    Em junho foram emplacados 340.706 automóveis e comerciais leves, alvos da medida, contra 274.368 em maio. Sobre o mesmo período do ano anterior, que teve 286.912 unidades vendidas, a alta em junho foi de 18,75%. No acumulado do ano, as vendas de carros chegaram a 1.632.483 unidades, número 0,33% inferior a 2011, quando foram alcançados 1.637.899 carros no mesmo período. O primeiro semestre do ano passado foi o melhor da história. Já, em 2012, as vendas de carros atingiram a segunda melhor marca semestral da história.

    Veículos

    Considerando também ônibus e caminhões, as vendas totais de veículos subiram 22,8% sobre maio. Foram emplacados 356.201 veículos contra 287.471 no mês anterior. De janeiro a maio, houve queda de 1,17% no acumulado, passando de 1.737.099, em 2011, para 1.716.714, em 2012.

    Segmentos em queda

    Dentre os veículos, apenas os carros e comerciais leves apresentaram crescimento. Em junho, foram vendidos 10.689 caminhões, frente a 10.792, em maio, registrando queda de 0,95%.

    No acumulado dos seis primeiros meses, a queda nas vendas foi de 16%, com as 69.543 unidades de 2012 frente às 82.821 de 2011. No setor de ônibus, as comercializações também recuaram. Enquanto em 2011, nos seis primeiros meses do ano 16.379 unidades foram vendidas, em 2012, o número chegou a 14.714 ônibus, representando baixa de 10,1%. No mês de junho, comparado a maio, a queda foi maior, com 1.806 unidades (junho) e 2.311 (maio).

    Motos

    O setor de motos, que é computado a parte dos veículos, também continua registrando queda. Em junho, a Fenabrave registrou 123.966 unidades emplacadas, queda 17,2% em relação a maio, quando foram 149.885 motos. No acumulado, a baixa é de 7,5%, com 848.623 unidades em 2012, contra 918.208 em 2011.

    Ranking de marcas

    A Fiat segue como marca líder de vendas em 2012. Somando automóveis e comerciais leves, a marca vendeu 361.760 nos seis primeiros meses do ano, o que representa 22,1% na participação de mercado. Com 20,6% das vendas, aparece a Volkswagen em 2º lugar, registrando 336.433 unidades vendidas no ano. Na sequência, a GM possui 17,8%, com o acumulado de 290.477 unidades. Respectivamente, em 4º e 5º lugares, estão Ford (154.697) e Renault (110.541).

    0
    • RosinhA 3 de julho de 2012 at 12:37

      Pelo que andei vendo grande parte se deu a renovação das frotas de locadoras e transportadoras, precisamos ver até onde o crescimento é saudável em termos de números. Engraçado é o seguinte: Como já sabiam que haveria redução do IPI ? O Miguel Jacó deve trabalhar para eles com certeza…..

      0
      • Luiz 3 de julho de 2012 at 13:07

        Rosinha, houve antecipação de compra para antes das eleições.
        Aproveitou-se essa janela de oportunidade.
        No resultado final 2012 vai mostrar queda nas vendas

        0
        • peterson 3 de julho de 2012 at 14:56

          tenho fé que seja isso, pois a bolha deste setor estava tao bonita rumo ao estouro esplosivo…. dai vem este balde de agua fria… apesar de já esperar pouca colaboração do brasileiro…

          0
    • Leonardo 57 3 de julho de 2012 at 12:50

      Aliás, sobre esse lobby nojento do setor automotivo, que manda no país há 50 anos, eu tinha comentado já, em abril, quando começou a chiadeira:

      http:// leorossatto.wordpress.com/2012/04/07/o-custo-brasil/

      0
  • Luiz 3 de julho de 2012 at 13:04

    Indústria tem maior queda anual desde setembro de 2009 no ESTADAO
    Produção do setor caiu 4,3% em maio desse ano na comparação com mesmo período de 2011, aponta IBGE

    Oras, se a industria está aprando se a agricultura está caindo, as vendas de imoveis travaram, pra onde estão indo os novos empregos???

    A atividade economica não é conssitente com os resultados de melhora de desemprego.

    A explicação está nos serviços, a classe D nunca consumiu tanto no manicure, bar, mercadinho, mas também há uma boa dose de malabarismo metodologico.

    0
    • Pablo 3 de julho de 2012 at 13:24

      A explicação é só uma, amigo:

      Ano de eleições municipais!

      0
  • Money Addicted 3 de julho de 2012 at 13:04

    off – topic – corram pras montanhas (teoria da conspiracao)

    esses dias foi a bolsa que ficou sem sinal. dessa vez esta com problemas a parte referente a transacoes (nao sei o nome..rs) mas o fato eh que ontem eu resgatei um fundo renda fixa que tinha no itau e transferi para a corretora de valores e comprei alguns CDBs, nem a compra do cdb nem o resgate do fundo foi efetivado devido a “falhas” no sistema

    pode nao ser nada….mas pode ser o indicio d algo serio q pode estar por vir

    []s

    0
    • Leonardo 57 3 de julho de 2012 at 13:13

      É teoria da conspiração sim. Falha de sistema é o que mais tem em banco.

      0
    • Vinicius 3 de julho de 2012 at 14:25

      Tirou do itaú pq ? Tenho todas as minhas aplicações lá em fundo de inflação e pré fixada… Alguma recomendação ? Valeu

      0
      • peterson 3 de julho de 2012 at 14:52

        dos grandes, que eu andei levantando o Itaú é o que tem mais titulos duvidosos.Porém,proporcinalmente é baixa a probabilidade de quebra. assim, segue a vida…

        0
      • xyz 3 de julho de 2012 at 15:01

        Como este fundo que você se refere aplica quase tudo em títulos públicos, o risco de calote é baixo. Até porque fundos de aplilcação financeira são entidades autônomas, portanto, mesmo que o banco quebre o fundo não tem porque quebrar, já que aplica tudo em títulos do governo. Agora, se o governo também quebrar, sua poupança vai pro saco.

        MAS num cenário de caos e quebradeira generalizada, nada é garantido.

        0
      • Money Addicted 3 de julho de 2012 at 15:11

        eu tirei do itau pois o fundo rf rendeu em junho 0,59% (bruto) e tenho uma opcao (na minha corretora) de 100% do cdb = 0,67% titulo da CEF, por isso migrei

        []s

        0
  • Pablo 3 de julho de 2012 at 13:22

    Mais do mesmo!!!!

    Projeto imobiliário vira cidade fantasma em Angola.

    “http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/07/projeto-imobiliario-vira-cidade-fantasma-em-angola.html

    0
  • Pena 3 de julho de 2012 at 13:27

    Vejam uma notícia de Angola. Construiram 2,8 mil apartamentos, mas as pessoas não conseguem comprar. A construtora diz que o preço é justo e que o problema é a falta de financiamento. Se o preço fosse justo não teriam vendido somente 220 unidades.

    Projeto imobiliário vira cidade fantasma em Angola
    Dos 2,2 mil apartamentos colocados à venda há um ano, apenas 220 foram comprados.

    Um projeto residencial nos arredores de Luanda, capital de Angola, se transformou em uma espécie de cidade-fantasma. Assista ao vídeo.

    O bairro de Nova Cidade de Kilamba ainda não foi acabado, mas prevê a construção de 750 prédios de oito andares, dezenas de escolas e lojas. A previsão é de que, quando pronto, vai receber 500 mil pessoas.

    Mas, por enquanto, o que se vê são ruas desertas e apartamentos fechados. Os funcionários da construtora chinesa responsável pelo projeto são os pedestres mais frequentes nas calçadas.

    Há um ano, foram colocados à venda 2,8 mil apartamentos. Apenas 220 foram comprados.

    O preço pode ser a explicação – em um país onde muitos vivem com menos de R$ 4 por dia, estes apartamentos chegam a custar o equivalente a R$ 400 mil.

    A imobiliária que está tentando vender os imóveis alega que o preço é justo, o problema é a dificuldade para se conseguir um financiamento.

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2012/07/120703_angola_cidade_fantasma_fn.shtml

    0
    • GB 3 de julho de 2012 at 13:59

      Que estranho, por um momento eu pensei ter lido que era aqui em São Paulo, kkkkkkkkkkkkkkkkkk.

      0
      • peterson 3 de julho de 2012 at 14:49

        o problema de bolha imobiliária é global …

        0
      • Shakespeare 3 de julho de 2012 at 15:02

        GB,

        Para ler SP ali é preciso multiplicar os números por 2!

        0
    • Álvaro Guilherme 3 de julho de 2012 at 14:43

      R$ 400 mil em Angola?

      Sem comentários.

      0
    • Leonardo 57 3 de julho de 2012 at 14:46

      Esse domínio chinês é até mais prejudicial que o americano. Coisa absurda.

      0
    • antonio henrique 3 de julho de 2012 at 15:23

      O preço é justo? E quem é que conseguirá um financiamento ganhando menos de R$ 4,00 por dia?

      0
    • rsmrsm 3 de julho de 2012 at 15:24

      Até que ponto Luanda chegou !!!

      Tomara que isto não ocorra aqui.

      0
    • MrCitan 3 de julho de 2012 at 16:18

      O problema em Luanda não é a bolha financeira, mas sim, a bolha ocasionada por conta do petróleo.

      Luanda virou uma das cidades mais caras do mundo, e mesmo pra profissionais que vão pra lá para ganhar bem, comparado ao salário da Banânia, quando chegam em Angola, veem que o custo de vida é altíssimo, mesmo sendo um país de 3º Mundo.

      Mesmo se financiassem, ainda aposto que não vai vender nem 1/4 dos totais ofertados.

      0
      • Álvaro Guilherme 3 de julho de 2012 at 16:23

        Ou seja, mera especulação.

        Me lembrei do auge do garimpo em Serra Pelada, onde uma coca-cola custava equivalente a uns vinte reais hoje.

        0
        • Luiz 3 de julho de 2012 at 17:51

          completando o raciocinio, coca-cola a 20 reais não significa que todos os garimpeiros estavam milionarios.

          0
      • Rico 3 de julho de 2012 at 16:46

        Paga-se muito bem por lá. Pipocam vagas para TI lá. Para ganhar muito bem. O que não me agrada é ter que ir trabalhar de carro blindado e segurança acompanhando.

        Me dá calafrios só de lembra o sufoco acontecido na limpeza genética em Moçambique, onde os brancos tiveram que fugir nos anos 70 para não serem dizimados.

        0
  • ch0qw3 3 de julho de 2012 at 14:05

    Mais do mesmo…

    “http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2012/07/cresce-numero-de-familias-gauchas-sem-condicoes-de-pagar-dividas-atrasadas-em-30-dias-3809560.html”

    Comprar a crédito é fácil. O problema é pagar!

    0
    • GB 3 de julho de 2012 at 15:06

      Com certeza, nenhuma dúvida a respeito, pegar $$$ no presente é fácil, o problema é devolver 3x o valor pro banco no futuro.

      0
  • Pablo 3 de julho de 2012 at 14:16

    Já que construir já não esta dando tanto lucro o negocio é vender terrenos bolhudos os quais são de sua propria criação:

    Rossi inicia processo de reestruturação

    A Rossi Residencial demitiu cerca de 100 pessoas, como resultado de sua decisão de reduzir as operações regionais em que atua, segundo fonte do mercado. A companhia demitiu funcionários com o objetivo de cortar custos fixos, de acordo com a mesma fonte, neste processo em que o número de praças de atuação passa de mais de 90 para 30.

    Procurada pelo Valor, a Rossi informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “não comenta especulações ou boatos de mercado”. “Toda e qualquer divulgação relevante da empresa é divulgada por meio de resultados trimestrais ou fatos relevantes/comunicados formais ao mercado”, disse a Rossi, em nota.

    Conforme o demonstrativo de resultados da companhia do primeiro trimestre, a incorporadora está presente em 14 estados e no Distrito Federal.

    Com a diminuição das praças em que atua, é provável que, na divulgação dos resultados do segundo trimestre, a Rossi comunique, ao mercado, novamente, que realizou venda de terrenos.

    No primeiro trimestre, a Rossi comercializou áreas no valor de R$ 149 milhões, com lucro de R$ 32 milhões. Essa venda foi responsável pela maior parcela do lucro da companhia no período.

    Durante a teleconferência para comentar os resultados do período com analistas e investidores, o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Cassio Audi, afirmou que a venda de terrenos, no trimestre, fez parte do “rebalanceamento” do portfólio, em que a empresa sai de projetos que têm margens menores e busca mercados com rentabilidades superiores.

    Na semana passada, o HSBC reduziu o preço-alvo das ações da Rossi de R$ 17 para R$ 6. Em relatório, o banco cita que os resultados recentes da companhia foram beneficiados pelos impactos positivos de vendas de terrenos. Sem isso, a margem líquida da Rossi seria “consideravelmente inferior”, conforme o banco.

    Ontem, as ações ordinárias da Rossi fecharam cotadas a R$ 4,75, com queda de 3,65%. No ano, os papéis da companhia acumulam queda de 38,32%.

    0
    • GB 3 de julho de 2012 at 15:27

      É a mesma coisa que padaria vendendo farinha porque o pão está encalhado.

      Logo ficará sem farinha e sem ter condições de fabricar pães.

      0
      • Luiz 3 de julho de 2012 at 17:50

        GB excelente imagem

        é a prova de incompetencia e falta de planejamento
        As construtoras “venderam” demais, não estão recebendo e agora precisam liquidar o estoque pra sobreviver, começando pelos terrenos pra tentar disfarçar a crise.

        0
        • GB 3 de julho de 2012 at 17:55

          E o pior: “o resultado positivo no mês deveu-se à venda de terrenos”, o resto, o produto principal deles, está encalhado.

          Quantos terrenos eles devem ter para vender para tererm resultados positivos por quantos meses ? Ou quantos meses eles se aguentam dessa forma ?

          0
          • Luiz 3 de julho de 2012 at 18:06

            A cyrela foi a primeira a começar com isso 6 meses atrás, e deu certo (mas só da certo se poucos fizerem)

            na verdade eles estão pouco se f*dendo pro mercado, o objetivo é salvar o bonus e os dividendos. Quando não der mais operam a descoberto e quem se frita nessa história é a sardinha que não sabia de nada.

            0
  • ch0qw3 3 de julho de 2012 at 14:18

    Conforme postado pelo Laranja, os dados apurados pelo sin_dus_con+rs apontam desaceleração nas vendas aqui em Porto Alegre. A diferença no desempenho de abril para maio é gritande (de 11,71% para 7,59%).

    Agora está explicado o fenômeno da multiplicação das plaquinhas. Que siga assim. Os valores atuais são um deboche ao Trabalhador sensato que sabe dar valor ao suor de seu Trabalho.

    Segue o link…

    “http://www.sinduscon-rs.com.br/site/principal/conteudo_nivel_3.php?codConteudo=509”

    0
    • Pablo 3 de julho de 2012 at 15:59

      Ué! E o Mega-Ultra-Hiper Feirão da Caixa que teve em Maio ??????

      A tá, deve aparecer nos numeros de junho!
      8)

      0
      • Laranja 3 de julho de 2012 at 16:49

        O feirão deve mesmo aparecer um junho…

        Repito o post:
        janeiro de 2012, foram negociadas 249 unidades em Porto Alegre;
        Fevereiro, 187 unidades;
        Março, 405 unidades;
        Abril, 599 unidades; (mesmo excluindo o Evil Day, 130 contratos, foi um bom mês)
        Maio. ?

        ch0qw3, o mensal tá oscilando muito, mas olha o comparativo anual: tá pior que 2011. E o de 12 meses: tá pior que os 12 anteriores…

        0
        • indião 4 de julho de 2012 at 09:32

          Laranja,
          acho que não fui claro no post mais acima…
          vou além, penso que a velocidade de vendas está MUITO pior que 2011..
          maio deverá vir carregado com efeito OAS
          junho com o feirão…

          e daí, e os demais imóveis??? parados como agua de poço…

          quanto ao estoque, o site tatri imóveis tem 33 mil apartamentos a venda em porto alegre…
          excluíndo anúncios duplicados, triplicados, quadriplicados, etc. acredito que sobram uns 8 mil…
          impressiona a quantidade de 3 dormitórios, não é a toa que as construtoras partiram para lofts, 1 dormitório, etc…. é o segmento que não está saturado.
          pela média de vendas de 400 por mês o estoque ATUAL levará 20 meses para desencalhar, se não aparecerem mais bolhudos….

          os imóveis do “limbo” (acima do MCMV, acima do limite dos 500 mil do financiamento, mas abaixo do milhão) aqueles que interessam a grande classe média, esses são os mais lentos na “velocidade” das vendas…
          sei não, indião acha que 2013 promete…

          0
          • indião 4 de julho de 2012 at 10:34

            segue link do site,
            são 33541 apartamentos anunciados, tem imóvel com 4 anuncios… 14400 são de 3 dormitórios

            http://imoveis.tatri.com.br/venda/PortoAlegre?imovel_tipo=apartamento

            alguém sabe o estoque atual real mesmo?

            0
            • Laranja 4 de julho de 2012 at 17:31

              Agora entendi o teu raciocínio…
              também temos que considerar que estes números são de imóveis novos, os números dos usados não interessam para o sinduscon. Venho acompanhando as ofertas de imóveis nas principais imobiliárias desde nov/11, a oferta está subindo, porém ainda em índices nada alarmante… em breve vou divulgar para discutirmos. falou….

              0
  • peterson 3 de julho de 2012 at 14:48

    sentido da analise:
    verificar indices de lançamentos, versus vendas. A composição da carteira estoque X lançamentos X vendas (3D) revela a sustentação da bolha. Estes indicadores adiantarão qual construtora iniciará o processo de descarte. Não acredito em efeito manada neste momento.

    verificar e apostar contra as carteiras de IMOB dos bancos pequenos nesta etapa . É certa a compra desses papéis pelo FGC.

    alterar estratégia de investimento para 30 X 30 X 30 X10 = P X TTD X GOLD X BV vendendo ações de bancos seguradoras e incorporadoras e vinculados.

    0
    • Anonymous 3 de julho de 2012 at 15:57

      estoque X lançamentos X vendas ???

      Vender na planta nunca significou, não significa e nunca significará VENDER. Está cometendo um erro que poderá ser FATAL.

      0
      • Luiz 3 de julho de 2012 at 17:48

        TTD deu média 5% negativo esse mês e voltou a ser o que sempre foi um investimento medíocre

        A fase de estagflação já passou, estamos entrando em deflação

        0
  • hannamanana 3 de julho de 2012 at 15:09

    “BC destaca crédito e nega medo de bolha imobiliária”
    (link: h ttp://exame .abril.com.br/economia/noticias/mendes-destaca-credito-e-nega-medo-de-bolha-imobiliaria)
    Se estão tendo tanto trabalho para negar, é porque tem muita, mas muita gente barulhenta levantando esta hipótese.
    Bolha, calo, bolinha de gude…. I don’t know. O que eu sei de concreto é que algo não vai bem…

    0
    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 15:20

      Em notícia de 20/Out/2008 na Folha Dinheiro o economista Eduardo Gianetti dizia, entre outras coisas, que aqui não existia bolha e nem inadimplência de mutuários e que as empresas estão de modo geral capitalizadas.

      0
    • Bananildo 3 de julho de 2012 at 15:24

      Hanna, minha linda, a diferença de calo pra bolha é só o remédio!

      0
      • hannamanana 3 de julho de 2012 at 16:34

        Mas, os dois são ardidos, suponho kkk

        0
    • Álvaro Guilherme 3 de julho de 2012 at 15:34

      O que eu acho uma pena é que a maior parte dos links que vejo falando abertamente em “bolha imobiliaria” são da editora Abril.

      Não se trata de defender o governo, mas apenas a constatação de que esta editora é anti-PT.

      Se eles têm algum interesse em gerar instabilidade, e a bolha certamente é um fator de instabilidade, aproveirarão para tirar um lucro político nesta questão.

      O que é uma pena, pois é nessa hora que vemos a “qualidade” do nosso jornalismo: De um lado os defensores do Secovi. Do outro, os anti-petistas.

      Para quem quer acompanhar os fatos, tem que separar muito o joio do trigo, já que com tamanho parcialismo pode haver exagero em ambos os lados.

      0
      • Luiz 3 de julho de 2012 at 15:48

        não é verdade que a abril é anti-petista exclusivamente

        Ela sempre procurou denunciar corrupção, foi anti-Collor, anti-Maluf, anti-Sarney.

        A abril no meu ver é pró-verdade e porisso eles tem prestigio, por isso eles vendem muito.

        0
        • Álvaro Guilherme 3 de julho de 2012 at 15:56

          Já foi mais pró-verdade (isso há uns 20 anos).

          Não vejo independência, apenas alinhamento com a oposição.

          0
          • flavio 3 de julho de 2012 at 17:03

            concordo com Alvaro.

            tem q separar as coisas. Tem muita gente torcendo contra o governo e muita gente do lado das construtoras.

            0
            • Na espreita 3 de julho de 2012 at 18:19

              Concordo com vocês Alvaro e Flavio.

              Dizer que a editora Abril é pró-verdade, anti-corrupção é, na minha opinião, muita ingenuidade.

              Se ela fosse assim, teria sido anti-FHC também, ou alguém acha que não houve corrupção nas privatizações?

              A imprensa funciona assim: divulgam o que querem do jeito que querem, de acordo com as alianças políticas, financeiras, econômicas e outros interesses escusos. Cada grupo/editora tem o seu lado, sem exceção.

              Na minha opinião, não há nenhum veículo mais repugnante e fora da realidade do que a revista Veja. Vender muito não é nem de longe um argumento que aponta para a qualidade.

              Enfim, por isto eu não acredito em mais nada que a imprensa (toda ela) diz. Leio sempre os dois (ou três) lados, apenas para saber o que estão dizendo e fazer as minhas próprias avaliações e conclusões.

              0
              • Luiz 3 de julho de 2012 at 18:54

                como que pode haver corrupção nas privatizações ?

                foi leilão publico, não há nada mais honesto e transparente que isso.

                os [email protected] sempre foram contra as privatizações, pq acabava com o cabide de emrpego e privilegio dos sindicatos publicos, mas daí a dizer que houve corrupção é psicose, acreditar nisso é mais que ingenuidade.

                0
                • Álvaro Guilherme 3 de julho de 2012 at 19:14

                  Menos, menos.

                  Há indícios de favorecimento a determinados grupos, além de que foi fianciado com empréstimos do BNDES.

                  Só não foi pior porque foi antes da crise da Ásia em outubro de 1997. Imagine se tivessem vendido na baixa!

                  0
                  • flavio 3 de julho de 2012 at 20:37

                    Luiz,

                    então considerando o seu argumento, não há nenhuma irregularidade nos contratos da Delta, já q a maioria deles foram feitos por pregão.

                    Sendo assim, vivemos no melhor momento, pois a maioria dos contratos do gov. federal são realizados através do pegrão eletrônico.

                    Como eu sei q nada disso é verdade – e o seu comentário incluso – chego a uma conclusão: o partidarismo, seja ele qual for, cegam as pessoas.

                    0
                    • flavio 3 de julho de 2012 at 20:42

                      cegam= cega

                      0
                    • Na espreita 3 de julho de 2012 at 22:23

                      Concordo plenamente.

                      Não há nenhum partido imaculado, muito menos nenhum veículo de imprensa independente (pelo menos não que eu conheça).

                      Enquanto houver seres humanos em qualquer organização, haverá desmandos.

                      Por isto que, na minha opinião, não vale a pena discutir política, religião, etc.

                      Paro por aqui.

                      Ainda sobra economia! hehehe…

                      Abraço a todos.

                      0
  • Justiceiro 3 de julho de 2012 at 15:13

    Peterson, qual TTD vc indicaria, lembrando que haveria uma gestão ativa desta carteira.
    E qual o tempo mínimo de aplicação nesse tipo de TTD para não termos perdas?
    Já tenho uma ideia, mas gostaria de sua opinião.
    Abçs!!

    0
  • Brazilian Bubble 3 de julho de 2012 at 15:31
    • Frank 3 de julho de 2012 at 17:34

      “Se você vem adiando o sonho da casa própria por este medo, relaxe”

      ah bom, agora a coisa vai…..

      estava todo mundo adiando o sonho de comprar as quitinetes de R$ 500 K de 50m2 só por causa do “medo da bolha” …. 🙂

      0
    • RosinhA 3 de julho de 2012 at 19:43

      Esse é meu guru, o garoto Cyrelinha, apliquei tudo na bolsa tá quase nos 200 mil pontos, valeu cara só faltam 150 mil pontos.

      Quanto a bolha vai muito bem obrigada.

      0
    • Ócio Livre 3 de julho de 2012 at 22:07

      Mas ele já mudou um pouco o discurso, antes ele negava categoricamente e recomendava o investimento em imóveis… Olhem o que ele colocou no final:

      “O mais provável são altas mais modestas, às vezes bem mais modestas. Em alguns casos, até pequenos ajustes de preços para baixo são possíveis e salutares.”

      0
  • Pablo 3 de julho de 2012 at 15:36

    Bolha Imobiliaria;

    Dica de Tópico Novo:

    “Vendas de material de construção recuam 9% em junho”

    “http://www.brasileconomico.ig.com.br/noticias/vendas-de-material-de-construcao-recuam-9-em-junho_118859.html

    PLOC!

    0
  • marcelo 3 de julho de 2012 at 15:52

    lembram quando eu escrevi o obituário da bolha imobiliária….
    pois bem , agora ele está sendo enterrada….
    há 6 meses , um ap da ‘inverio” em bonsucesso , zona norte do rj cercado por favelas e com vista para o teleferico do morro do alemão estava com pouquissimas unidades , segundo o corretor em minha ultima visita sendo vendido por 265 mil reais! 76 m² com direito a alagamento na rua de entrada do estacionamento em dias de média chuva!
    hoje , o mesmo apartamento ostenta faixas de ultimas unidades e por e-mail foi-me pedido sabe quanto? 215 mil reais! sinceramente aquela m. deve valer no máximo uns 120 mil e olhe lá! mas se em 6 meses diminuiu 50 mil reais……em 8 meses mais ou menos eu compro!!!!!

    0
    • hannamanana 3 de julho de 2012 at 16:37

      ahêeeeeeeee
      Tá baixando…
      Abaixa, abaixa, abaixa ô ô ô ô

      0
    • Rodrigo 3 de julho de 2012 at 16:57

      O prédio tem no máximo 5 unidades ocupadas!!!!!! Nem de graça vale a pena, o teleférico foi o fim de quem tinha dinheiro e morava lá. Imagina só um teleférico saindo do Complexo do Alemão (onde a polícia não “entrava”) e parando na “esquina” do prédio.

      Quanto as lojas estão pedindo Milhão!!!! ahahaha. Realmente de frente para o Morro do Adeus e qualquer chuvinha aquela esquina fica com água no joelho.

      Em cima da Planalto, 1 andar de esquina, foi vendido um apto por R$ 150.000 com 150m2, 3/4 mas sem vaga. Mesmo assim ainda estava caro para aquela região.

      0
      • Daniel Ribeiro 4 de julho de 2012 at 02:08

        Considerando o bairro, 100 mil já está caro!

        0
  • CTO81 3 de julho de 2012 at 16:06

    Gente, essas matérias me dão uma raiva!!!
    Fico me perguntando quanto o Secovi paga para sair uma notícia dessas:

    http ://oglobo. globo.com/imoveis/o-meier-pop-5377972

    0
  • Curioso 3 de julho de 2012 at 16:19

    Mesmo considerando minha estima pelo Ming, não vejo prudência em dizer que “AINDA não há bolha”… Pelo contrário, isso é uma imprudência, uma irresponsabilidade, um desserviço ao direito à informação e aos deveres de um jornalista.

    O fato de ele querer dizer o contrário pelas entrelinhas, apenas lhe impõe mais culpa, porque confirma que ele não acredita no que escreveu… serviu de fantoche! MAIS UM BONECO DE VENTRÍLOCO!

    0
  • hannamanana 3 de julho de 2012 at 16:31

    E a melhor frase tirada da reportagem da Folha em 25/Out/2005:
    “Outro desafio que Bernanke terá pela frente é o risco do estouro da “bolha” imobiliária. “Os altos preços dos imóveis podem levar a uma crise de inadimplência que atingirá os investidores dos fundos que carregam papéis de securitização de dívida do mercado imobiliário”, observa Lopes. Mas, segundo ele, Bernanke tem afirmado não acreditar na existência de bolha. Tudo seria fruto de um crescimento saudável.
    Autoridades monetárias negando a existência de Bolha?
    Xiii já vi este filme

    0
    • Pablo 3 de julho de 2012 at 17:04

      Segundo o Mante(i)ga, discípulo do Bernanke;

      “…brasileiro só conhece crise econômica pelos jornais.”

      “http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201206271520_TRR_81350133

      0
      • GB 3 de julho de 2012 at 17:11

        Ah tá, fala isso pro cara que a gente Apreendeu o carro dele hoje. kkkkkkkkkkkkkkkkk

        0
        • GB 3 de julho de 2012 at 18:06

          Eu acho que ele até chorou depois.

          “- Papai, por que estão levando o nosso carro ?”

          0
    • Álvaro Guilherme 3 de julho de 2012 at 17:22

      Em 2005 já era o Bernanke? Pensei que fosse o Greenspan, o tal da “exuberância irracional”.

      0
    • Rodrigo 3 de julho de 2012 at 17:27

      Hipótese de bolha imobiliária no País é descartada pelo setor
      DCI, 28/jun

      A hipótese de uma bolha imobiliária no Brasil foi descartada ontem por executivos de incorporadoras, fundos de investimento e bancos, na capital paulista, em evento para debater as oportunidades e os riscos do setor. As opiniões dos representantes do mercado vão na contramão do alerta feito nesta semana pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), que apontou distorções no mercado brasileiro causadas pelo forte ciclo de alta no preço dos imóveis.

      Na avaliação do diretor-executivo da gestora de recursos GP Investments, Antônio Ferreira, o Brasil não tem características que sinalizem a formação de uma bolha. Ferreira observa que a maioria dos negócios com imóveis no País é realizada por pessoas que buscam moradia, não ganhos com aluguel ou revenda, que favorecem a especulação, como ocorreu na bolha dos Estados Unidos. Além disso, os financiamentos nos bancos privados brasileiros representam cerca de 55% do valor dos imóveis, o que indica um nível de endividamento moderado das famílias ante os EUA, onde esse valor chegava a 110%, comparou, durante encontro realizado pelo Centro de Tecnologia de Edificações (CTE) nesta manhã, em São Paulo.

      O diretor da GP também acredita que a escalada do preço dos imóveis está fundamentada na ampliação do total de consumidores capazes de adquirir uma casa própria nos últimos anos, beneficiados pela melhora da renda e da oferta de crédito. “O preço subiu, mas tem fundamento na demanda”, afirmou Ferreira. Na avaliação do diretor de Relações com Investidores da incorporadora Eztec, Emílio Fugazza, a escalada dos preços também está relacionada ao aumento dos custos para construção das habitações. “O preço subiu, mas as margens de lucro das empresas de construção caíram”, disse, atribuindo o cenário à alta dos custos com mão de obra e terrenos.

      Tendência

      A tendência é que o mercado imobiliário continuará em expansão e que o apetite dos bancos pelo crédito habitacional seguirá crescente, na opinião do gerente-geral de crédito imobiliário do Banco do Brasil em São Paulo, Francisco Martinez. Segundo ele, o crédito imobiliário deve atingir o montante de R$ 1,3 trilhão até 2020 no País, o que significa sair de uma fatia equivalente a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) atualmente para 16% nos próximos oito anos, patamar semelhante ao já verificado em países como Chile e México. O executivo lembra que o Brasil tem um déficit de 7 milhões de moradias, verificado principalmente entre as classes de renda média e baixa, o que caracteriza a demanda reprimida. “O sonho da casa própria continua em primeiro lugar na mente dos brasileiros”, disse.

      0
      • O Irritado 3 de julho de 2012 at 17:43

        A Dilma tá fazendo escola:
        Revogaram a bolha por decreto (deliberação).
        Haja paciência !!!

        0
  • Humor na Informática 3 de julho de 2012 at 17:14

    Carta de Caloteiro

    “Prezados Senhores, esta é a oitava carta jurídica de cobrança que recebo de Vossas Senhorias…
    Sei que não estou em dia com meus pagamentos. Acontece que eu estou devendo também em outras lojas e todas esperam que eu lhes pague.
    Contudo, meus rendimentos mensais só permitem que eu pague duas prestações no fim de cada mês. As outras, ficam para o mês seguinte.
    Estou ciente de que não sou injusto, daquele tipo que prefere pagar esta ou aquela empresa em detrimento das demais. Ocorre o seguinte…
    Todo mês, quando recebo meu salário, escrevo o nome dos meus credores em pequenos pedaços de papel, que
    enrolo e coloco dentro de uma caixinha. Depois, olhando para o outro lado, retiro dois papéis, que são os dois “sortudos” que irão receber o meu rico dinheirinho. Os outros, paciência.. Ficam para o mês seguinte. Firmo aos senhores, com toda certeza, que sua empresa tem constando todos os meses
    na minha caixinha. Se não os paguei ainda, é porque os senhores estão com pouca sorte.
    Finalmente, faço-lhes uma advertência. Se os senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de cobrança ameaçadoras, insolentes, como a última que recebi, serei obrigado a excluir o nome de Vossa Senhoria dos meus sorteios mensais.
    Sem mais, Obrigado.”

    0
    • Álvaro Guilherme 3 de julho de 2012 at 17:24

      Epitáfio do Caloteiro (aquelas mensagens gravadas nos túmulos):

      DEUS LHE PAGUE.

      0
  • Capital H 3 de julho de 2012 at 17:20

    Oh, Bolha…cadê o Duda? Lembra dele há uns 2 anos quando teve aquela rixa entre ele, o Luiz e o cara do RJ(acho que o nome dele era João, dizendo que havia ganhado alguns milhões com o crash nos EUA). O Duda tá fazendo falta por aqui, não acha? Ele foi o primeiro a arriscar nas previsões. Hoje ele teria orgulho de ser lembrado!

    0
    • Bolha Imobiliária 3 de julho de 2012 at 17:45

      Cara, eu já tentei entrar em contato com o Duda, mas não tive nenhum retorno. Não sei o que aconteceu…

      0
  • Shakespeare 3 de julho de 2012 at 17:50

    Crescimento da economia brasileira em 2012 é ‘medíocre’, diz Ipea
    Técnico do instituto fez duras críticas à atual política econômica que, segundo ele, estaria centrada em medidas de ‘curto prazismo’

    Valor Online | 03/07/2012 14:06:07

    O crescimento da economia brasileira em 2012 tem sido “medíocre” nas palavras do coordenador do Grupo de Análise e Previsões (GAP) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Messenberg. “Não adianta tapar o sol com a peneira”, completou, durante a divulgação do boletim Conjuntura em Foco, da instituição.

    Leia mais: Produção industrial tem nona queda seguida

    O documento compara indicadores macroeconômicos de 2012, com resultados desfavoráveis, aos de 2011 e os de 2010. Ao divulgar o boletim, o técnico fez duras críticas à atual política econômica que, segundo ele, estaria centrada em lançar pacotes de medidas inseridas no “curto prazismo”, sem compromisso com o longo prazo. É o caso do programa Brasil Maior, na avaliação do técnico.

    “Estamos perdendo o foco da política econômica, que está se tornando um emaranhado de políticas desconexas e pontuais, que não estão atuando em uma estratégia de longo prazo de crescimento”, afirmou.

    Para ele, o governo deveria estar centrando esforços em buscar outro modelo que possa levar o país a uma trajetória de crescimento econômico sustentável. “Há claramente um esgotamento do modelo de crescimento baseado em consumo”, afirmou, lembrando que as estratégias norteadas pela demanda doméstica sustentaram as taxas do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro nos últimos anos.

    O novo modelo deveria ser sustentado por ações que apoiem o fortalecimento da fatia dos investimentos no PIB, na análise do especialista. No primeiro trimestre, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) foi de 18,7% do PIB, abaixo da meta desejada pelo governo, de superar a faixa dos 20% no ano.

    Ele observou que, historicamente, em momentos onde a conjuntura macroeconômica indica sinais negativos em várias frentes, o investimento público torna-se uma espécie de “tábua de salvação da economia”. Mas, em sua análise, além de não elevar investimentos no momento atual, o governo não está buscando esse novo modelo. Tão pouco está idealizando estratégias para impulsionar investimentos da iniciativa privada. “Começamos a entrar em uma política, que eu realmente não entendo, que é de privilegiar superávits primários feitos em cima de cortes de investimentos”, afirmou.

    Dados preliminares apurados pelo instituto até o primeiro semestre deste ano sinalizam que o investimento público está “desacelerando fortemente” nas esferas federal e estadual, nas palavras de Messenberg. Somente os investimentos federais nos cinco primeiros meses do ano somaram R$ 8,5 bilhões, inferior aos R$ 8,8 bilhões em igual período de 2011, de acordo com o boletim.

    Menos produtiva

    Outro fator que contribui para a fraca expansão econômica atual, citado pelo Ipea em seu boletim, é a perda de produtividade da indústria da transformação. O instituto alertou sobre um perigoso descolamento entre os níveis de produtividade e a evolução dos salários reais, dentro da indústria. Isso, na prática, eleva o custo unitário do trabalho e onera mais ainda o setor industrial.

    Caso este descolamento prossiga, pode funcionar como mais um obstáculo à possibilidade de retomada da atividade industrial nos próximos meses – e, por consequência, ajudar a desacelerar ainda mais o ritmo de crescimento do PIB brasileiro, na análise do instituto. “A indústria da transformação também não tem muito estímulo para investir”, completou a técnica do Ipea, Renata Silva.

    Por sua vez, o técnico de planejamento e pesquisa do instituto, Leonardo Mello, afirmou que, para a atividade industrial não encerrar 2012 com taxa de variação negativa, seria preciso um crescimento mensal da ordem de 1,6% de junho a dezembro desse ano. O instituto não divulga projeções para atividade industrial. Hoje, o IBGE anunciou queda de 0,9% na produção industrial de maio contra abril.

    0
    • Anderson 3 de julho de 2012 at 19:17

      Venda de veículos sobe 16% em junho em bases anuais

      Agência Estado

      Publicação: 03/07/2012 10:51Atualização:

      O total de veículos emplacados em junho foi de 353.201 unidades, alta de 16,06% em relação ao mesmo período do ano passado, informou nesta terça-feira a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Sobre o mês de maio, o número de emplacamentos subiu 22,86%. Os dados referem-se à venda de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.

      Apenas sobre venda de automóveis e comerciais leves, foram emplacadas 340.706 unidades em junho, alta de 18,75% ante junho de 2011 e aumento de 24,18% sobre maio. Incluindo-se motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros, as vendas cresceram 2,21% ante junho de 2011, para 493.512 unidades. Na comparação com maio deste ano, houve alta de 8,46%.

      Saiba mais…
      Não há sinais para adiar IPI de veículos, diz ministérioBrasil é 7º em venda de veículos em abril, diz empresaVenda de veículos sobe 18,54% na 1ª quinzena junhoFenabrave revisa previsão de venda para queda em 2012
      Considerando-se apenas automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas emplacados no Brasil em junho de 2012, o total de emplacamentos atinge 477.167 unidades, a melhor marca para o mês desde o início da série histórica da Fenabrave, em 1997. O total representa alta de 9,10% sobre as 437.356 unidades de maio de 2012 e de 2,37% ante junho de 2011, que era até então o melhor mês de junho da série, com 466.098 veículos emplacados.

      No acumulado do ano, foram emplacadas 2.565.363 unidades dessas categorias de veículos urbanos e rodoviários, o segundo melhor resultado para a série semestral, atrás apenas de igual período de 2011. Do total emplacado entre janeiro e junho de 2012, 1.632.483 são automóveis e comerciais leves; 84.257 são caminhões e ônibus; e 848.623, motocicletas.

      Se forem somados implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos, o total comercializado até junho, em 2012, chegou a 2.663.114 unidades, queda de 3,11% ante igual período do ano passado.
      Acompanhe também o EM.com pelo Twitter

      0
  • GB 3 de julho de 2012 at 18:02

    Para ver de verdade como vão as coisas (e não o que o governo fala) você tem que pesquisar como vão as áreas tidas como supérfluas (a.k.a. aquelas desnecessárias em que o pessoal joga $$$ fora por prazer ou só para aparecer).

    Pesquisem sobre Háras, é incrível a grande quantidade deles que está à venda.

    Eu acho que o pessoal não tem tido $$$ sobrando para investir em cavalos, kkkkkk, pobre Cirilo, vai ficar sem seu pônei: “o precioso”.

    0
  • Marcos 3 de julho de 2012 at 18:11

    Crescimento da economia brasileira em 2012 é ‘medíocre’, diz Ipea

    O título do artigo já é suficiente… nem precisa comentar.

    http://economia.ig.com.br/2012-07-03/crescimento-da-economia-brasileira-em-2012-e-mediocre-diz-ipea.html

    0
  • Felipe Nobre 3 de julho de 2012 at 18:25

    Número de demissões sobe 42% no 1º semestre na região de Piracicaba

    De janeiro a junho deste ano, sindicato do setor fez 2.288 homologações.
    Expectativa é de que até agosto ainda haja mais dispensas na indústria.

    “http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2012/07/numero-de-demissoes-sobe-42-no-1-semestre-na-regiao-de-piracicaba.html”

    0
  • Silas Coul 3 de julho de 2012 at 19:13

    Funcionou. Após uma preocupante retração entre janeiro e abril, as vendas de carros e comerciais leves no Brasil viveu um dos melhores meses da história da industria automobilística. O governo baixou novamente o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), da mesma forma como fez no auge da crise econômica mundial, no fim de 2008. E os brasileiros foram às compras. Segundo o balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave), houve um avanço expressivo de 24,2% no volume de emplacamentos em junho, com um total de 340.706 unidades contra as 274.368 entregas realizadas em maio. O salto também foi grande (18,7%) em relação ao mês de junho de 2011, quando o mercado somou 286.912 modelos emplacados.

    Para se ter idéia do impacto do crescimento do comércio de carros em junho, na comparação com o acumulado de 2011, o mercado brasileiro praticamente igualou os resultados, que haviam recuado significativamente até maio. Entre janeiro e junho desse ano já foram emplacadas 1.632.483 unidades, total apenas 0,33% menor que as 1.637.899 vendas realizadas no mesmo período do ano passado. “Como podemos ver, a ‘marola’ também chegou aqui. Mas as medidas anunciadas pelo governo, com a redução do IPI e dos spreads bancários, resultaram numa retração de 14% nos custos de um carro zero quilômetro. E isso aumentou a capacidade de compra dos brasileiros, que foram às ruas fazer negócio”, sintetizou Flavio Meneghetti.

    0
    • Ed_Bolha 3 de julho de 2012 at 19:30

      peraí, entao esse otimismo todo aí vem desse tal de Flavio certo??? pois eu nao tenho duvida de que pode ter funcionado no sentido de fazer o pessoal entrar em mais uma furada pra se endividar com 14% de desconto, mas que a medio e longo prazo a grande maioria dessas pessoas vao se arrepender. O engracado é que imediatamente acima dessa noticia aparentemente empolgante tem mais uma de tantas e tantas preocupantes “Número de demissões sobe 42% no 1º semestre na região de Piracicaba” … Sinceramente, vejo mais motivo pra me esquivar nesse momento…

      0
      • Ed_Bolha 3 de julho de 2012 at 21:16

        oops… grande maioria ” vai “

        0
    • RosinhA 3 de julho de 2012 at 19:32

      Funcionou o quê? Até quando? Foi bom pra quem?

      Apenas deram uma pinga pro bêbado que estava saindo do último porre, veremos até quando vai funcionar.

      Pergunte a quem fabrica peças e trabalhadores do setor, pois aqui sabemos que a Ford, Scania, Mercedes, entre outras estão botando pressão nos funcionários e a maioria já começou a se preparar para o pior, quando começarem a demitir veremos o que funcionou realmente, pois é só baixar 14% e um monte de idiotas correm comprar, por isso as vezes acho que a nossa Imobiliária não pode ser prevista, HOoooo povinho esquisito, vai entender.

      0
      • hannamanana 4 de julho de 2012 at 09:11

        Neste julho é que veremos o que será que será

        0
    • GB 3 de julho de 2012 at 20:15

      Ei, comprar é uma coisa, conseguir pagar as “parcelinhas que cabem no bolso” é outra coisa, logo teremos mais uma leva de devoluções.

      0
      • RosinhA 3 de julho de 2012 at 20:28

        Pega tudo de volta GB !!!!!!!!!!!!!!

        Leiloa baratinho depois.

        0
        • GB 3 de julho de 2012 at 21:03

          É isso aí, nóis Apreende e o banco leiloa depois pelo preço de uma bicicleta.

          0
    • AF 3 de julho de 2012 at 20:52

      Maio foi um mês de poucas vendas.

      Será que junho 2011 foi um bom mês?

      0
      • mauricio 3 de julho de 2012 at 22:29

        na nossa loja, não

        pelo que percebi das outras, TAMBÉM não

        e o charme:

        captcha: KY4U

        é, muita gente vai precisar….

        0
        • AF 4 de julho de 2012 at 14:06

          Então é muito alarde e poucas vendas.

          0
    • RosinhA 3 de julho de 2012 at 21:24

      Nossas empresas e povo são arcaicos, vejam em outros países as marcas, todos os países tops tem fábricas e marcas próprias, quais as nossas? JPX, Gurgel, Troller é legal temos um, mas se trata de um jipe com pouca tecnologia, com pouca competitividade e muitíssimo caro, se não for usado para que foi planejado.

      Enquanto os empresários jurássicos e os consumidores sapiens, desse país não perceberem que só o lucro não levará a crescimento sustentável, vamos colecionando nossas bolhas, um dia poderemos ser competitivos e dizer ao mundo temos comodities, tecnologia, empresas famosas, não dependemos mais de vocês e sim vocês dependem da gente !!!!!!!!

      RosinhA – Sonhadora a propósito cadê o Jack?

      0
    • charles 4 de julho de 2012 at 11:19

      FUNCIONOU – Tenho que admitir!!!

      A partir de agora teremos mais alguns milhões de pessoas, que se endividaram, amargando preocupação sobre o desemprego iminente.

      Se a intenção era ferrar de vez o povo; O governo está sendo competentissimo!

      Não não enxerga que é cego ou muito mal intencionado…

      0
      • Silas Coul 4 de julho de 2012 at 13:08

        Estou apenas querendo reforçar o q falei há meses: que a bolha nao tinha chance nenhuma de estourar este ano, ao contrário do q a maioria aqui falava. Que o governo iria fazer de tudo para adiar o estouro em ano eleitoral. E vejo a muitos aqui já mudaram de opinião mudando a data para o próximo ano.

        0
  • Menina Flor 3 de julho de 2012 at 21:01

    Estou dando uma olhada no preço de alugueis e me deparo com esse anúncio. (só pra descontrair um pouco) . Eu achei engraçado

    FREGUESIA Anil Proximo ao Rio Das Pedras. Apartamento quarto, sala, +/ou- 43m2, 2ºandar, fundos, sol manhã, condução na porta 24h, comércio. R$680,00 taxas inclusas

    Eles botam Freguesia, mas na verdade é Anil ou seria no Rio das Pedras?
    É cada uma.

    ttp://www.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-1-quartos-aluguel-RIO-DE-JANEIRO-JACAREPAGUA—FREGUESIA-/ID-3264575

    0
    • Riodetudo 3 de julho de 2012 at 21:17

      É na Barra!

      0
  • casa 3 de julho de 2012 at 21:07

    Boa noite pessoal,
    Queria saber de vcs quanto custaria uma casa dessas em SP ou RJ?
    http://www.helmerimoveis.com.br/themes/v1/detalhes_imovel.php?pid=608

    Abracos aos bolhudos.

    0
    • Alex 3 de julho de 2012 at 22:45

      Essa casa em Jundiaí estaria pelo dobro do preço.
      (sem qualquer comprador, logicamente. Mas é isso que pedem hoje)

      0
    • Vinicius 4 de julho de 2012 at 13:37

      Cara muito dificil avaliar… depende do bairro… Só o terreno desse tamanho em alguns bairros já valem milhões…

      0
  • Vinícius 3 de julho de 2012 at 21:50

    Estou anunciando um imóvel a um mês no ZAP.
    Recebi uma proposta de permuta que recusei.
    Recebi duas propostas pedindo desconto de 10% no valor anunciado. Estou aberto a negociar mas não tenho muita margem.
    Recebi mais duas consultas de pessoas interessadas que ficaram de apresentar propostas em até duas semanas. Vou aguardar.
    Desde que fiz o anuncio recebi pelo menos 15 e-mails de corretores pedindo para trabalhar o imóvel.
    Autorizei alguns a fazê-lo entubando a corretagem no preço, é claro.
    Agora reparem só como as coisas estão mudando, como as pessoas estão mais cautelosas.
    Apenas uma pessoa me fez proposta por meio de corretor. As outras propostas e consultas foram feitas diretamente a mim por pessoas que viram o anúncio no ZAP.
    Todas elas deixaram claro que sequer ligam para anúncios de corretores ou imobiliárias.
    Como eu já venho dizendo a algum tempo: eliminar o atravessador é uma etapa necessária. O preço pode ser melhor negociado diretamente com o proprietário, que sabe qual a pressa dele pra vender ou se pode esperar propostas melhores.
    É melhor para o comprador e para o vendedor.
    Até mesmo para ter ideia de preço, se está barato ou caro. Se tem corretor no meio, o preço certamente está mais alto do que poderia estar só pelo fato de embutir 5% de corretagem.
    Quem elimina o atravessador economiza no mínimo esses 5% e fecha negócio mais rápido.

    0
    • Alex 3 de julho de 2012 at 22:04

      Não concordo. Apesar de ser mais barato, uma imobiliaria intermediando me daria mais segurança. O brasileiro é desonesto.

      0
      • BolotaBiker 3 de julho de 2012 at 22:08

        Que segurança?

        Corretores despreparados, analfabetos funcionais, que tiram o creci fazendo cursos a jato!

        Querem receber a comissao do vendedor ao receber o sinal e somem!

        0
        • BolotaBiker 3 de julho de 2012 at 22:13

          Que me perdoem os bons profissionais, pois generalizei. Mas a nova safra de corretores que entraram no mercado nos últimos anos é exatamente da forma que eu disse.

          0
        • Alex 3 de julho de 2012 at 22:39

          Eu disse MAIS segurança, porque não tenho NENHUMA segurança em comprar diretamente com o proprietário.
          E basta escolher bem a imobiliária. Se o corretor não te passou comfiança, é só procurar outro.

          0
          • Alex 3 de julho de 2012 at 22:42

            Confiança com NNNN. Maldito teclado do ipad.

            0
      • Vinícius 3 de julho de 2012 at 22:09

        Então você contrataria um corretor suíço???

        0
        • BolotaBiker 3 de julho de 2012 at 22:14

          Passei mal de tanto rir!

          0
        • Fernandão Bolhudo 3 de julho de 2012 at 22:23

          kkkkkkkk… A famosa treta do corretor suíço… kkkkkk

          Quem não viu essa história, veja: “http://pt.euronews.com/2011/09/15/fraude-de-corretor-coloca-em-risco-o-banco-suico-ubs/

          0
        • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 09:40

          ahahaha! Essa foi boa.

          0
    • mauricio 3 de julho de 2012 at 22:34

      “Estou aberto a negociar mas não tenho muita margem.”

      bom, isso é um problema SEU, e não dos interessados em comprar

      se você acha que eliminando um carinha que cobra aí 5% vai aliviar a trolha, bom, devia pensar seriamente naqueles que pediram só 10% de desconto

      0
      • Vinícius 3 de julho de 2012 at 23:02

        Calma amigo.
        Prometo que não vendo pra você nem pra ninguém que frequenta o blog.

        Postei essa situação só pra demonstrar que muita gente já percebeu que não dá pra comprar com corretor, que negociar direto com o proprietário é melhor.

        E as pessoas estão vendo que a negociação que eu proponho já larga com 5% de vantagem pra cima dos imóveis anunciados por corretores no ZAP.

        Quanto à aceitar as propostas, prefiro ir com calma.
        Se o preço estivesse tão ruim não tinha tanta gente procurando.

        Além disso, fiz questão de colocar um preço bastante competitivo comparando com os demais anúncios de imóveis no mesmo empreendimento que estão no próprio ZAP.

        Ou seja, já anunciei um pouco abaixo da média dos anúncios.
        Por isso mesmo estou sendo procurado, sondado.

        Mas esperar que vá aparecer alguém correndo pra comprar sem tentar negociar e pedir um desconto é ilusão. Eu vou abrir mais a negociação conforme a minha necessidade. Não há pressa em vender e o preço está razoável para o momento bolhudo que vivemos.

        Então alguém me pedir 10% de desconto já mostra que o valor que eu estou pedindo não está tão alto. Se estivesse eu nem seria sondado ou me pediriam descontos bem maiores.

        Quando digo que não tenho muita margem para negociar é justamente porque não vou vender muito abaixo do que a média da região porque a procura pelo imóvel já demonstra que isso não é necessário neste momento.

        O que o pessoal não percebe é que o Brasil não está em recessão (ainda). Crescer pouco é bem diferente de recessão. O emprego ainda está sendo mantido. O consumo caiu um pouco sim porque tem muita gente com a renda comprometida. Mas o pepino maior está com a famigerada classe C. Para imóveis acima de 500k os critérios de compra e venda não são apenas se “a prestação cabe no bolso ou não”.
        Nessa faixa de valores as entradas são altas porque são compradores com renda mais elevada, com maior capacidade de poupança. São pessoas que estão pegando o dinheiro poupado para comprar um segundo imóvel ou estão ajudando um filho recém casado a comprar um apartamento ou ainda gente que vendeu o seu apartamento na alta e está começando a procurar outro imóvel porque já viu os primeiros sinais de estabilização.

        Tem gente com grana na mão disposta a gastar em imóveis.

        E vai ser assim até mesmo após o estouro da bolha sair no Jornal Nacional. Sempre vai ter um desavisado… Infelizmente.

        0
        • André Luis ZS/RJ 4 de julho de 2012 at 00:08

          E vão acordar um dia e descobrir que o seu valioso imóvel retornou ao valor de 2008, gostaria de ver se algum do seus possíveis compradores permaneceria em negociação após ler esse seu ultimo post, pois com certeza iriam esperar a maior queda.
          Estamos em fase de negação e já iniciamos o processo de resseção.

          E quanto a você, é tão especulador quanto os outros. Venda e venda, pois se depender de cada um aqui, vc terá o seu imóvel desvalorizado o mair rápido possível pelo poder da informação.

          E não espere pena de qualquer um daqui durante a grande queda!

          0
          • André Luis ZS/RJ 4 de julho de 2012 at 00:14

            E coloquei resseção, por ser variante de ressecção, pois é isso que começou, um processo onde faremos a ressecção deste câncer chamado especulação.

            0
        • Seu Madruga 4 de julho de 2012 at 02:13

          Taí Vinícius, é o que se passa na maioria dos proprietários hoje. Tá vendendo imóvel na laje, comprou para especular, certo? Então comprou por volta de 2009, ainda conseguindo pegar carona na valorização brava. Percebeu que mesmo anunciando mais em conta e com um desconto de pelo menos 5% em relação a outros apartamentos, somente recebeu propostas com mais desconto? Realiza esse lucro logo! Dá mais uns 5% de desconto ou pelo menos faça uma contraproposta com uns 20.000,00 reais a menos só pqra deixar a porta aberta da negociação.
          Nada me deixa o comprador mais irritado do que proprietário que quer vender pelo preço cheio, sem desconto. Nunca vi venderem imóvel pelo preço cheio, a não ser para corruPTos, otários e o Edir Macedo.
          Mas ultimamente tenho me deparado com essas figuras, que só aceitam vender pelo preço cheio. Pelo que deu a entender, seu imóvel está sendo vendido ma faixa acima de 500.000,00. A maioria das pessoas que tem esse valor para comprar um apartamento não estão aceitando pagar os preços pedidos. Racionalmente é mais vantajoso ficar no aluguel, sem perder a liquidez, pagando mais barato para morar na mesma região. Se o comprador tiver que financiar então, o negócio vira pesadelo, vitória por nocaute do aluguel.
          Claro que sempre tem o fator esposa/sentimento de segurança para incentivar a compra. Mesmo assim, TODOS os imóveis que já estavam abaixo do preço de mercado que fiz ofertas com de 20% a 30% de desconto aqui na Vila Mariana/SP ainda estão a venda.
          Sempre tem o proprietário que não tem margem para negociar, pois já tem planos de consumo para o valor bolhudo, ou pior, já tem dívidas para quitar com o valor da venda. Esses daí podem ficar esperando o comprador encantado montado no cavalo branco, vai que aparece!!!
          Pessoalmente, se você REALMENTE entende o que lê neste blog, meu conselho é: CORRE PARA VENDER QUE A BOLHA VAI TE PEGAR!!!!!

          0
          • Seu Madruga 4 de julho de 2012 at 02:17

            O português tá ruim, mas não dá para fazer revisão no IPHODE, fica do jeito que sai, mas acho que deu para entender!

            0
        • Cicero Silva 4 de julho de 2012 at 06:01

          O partidarismo é complicado. O olhar da isenção é díficil, mas necessário. Pelo menos que se tente.

          Entendo perfeitamente o Vinícius. E vou colocar meu relato:

          Devido a problemas externos, contrai uma dívida. O que tinha? Carro, casa e terreno. Pensei: a venda do carro, além de gerar desconforto, não irá resolver as coisas. Então venderei o terreno e/ou a casa.

          Vendi o terreno e apareceu uma grana não-esperada. Bza. Vou ficar com a casa.

          Mas, antes disso, tentei vender a casa e acabei encontrando esse “blog”.

          A casa foi comprada, financiada, por 90K, em 2009 (meados). O preço avaliado pelos corretores foi de 180-200K (em março/2011). Fiz reforma (piso, hidráulica completo, luz completa). Fiz as contas e anunciei por 150K (isso, repito, ANTES de conhecer esse “blog”).

          Por que 150K?

          Porque queria uma venda rápida. A grana pagaria minhas contas e ganharia uns 10K reais, afora o período da moradia. Acabar com o consignado é um sonho que tenho faz 5 anos. Além de poder alugar uma casa num local onde tenha internet e esgoto (a internet acabou de chegar. Já o esgoto…)

          E tinha esse pensamento sem nem saber o que era bolha!

          Aí vinha o sujeito e dizia: “Pago 140K”.

          Ora, meu preço já estava muito abaixo da média. A segurança era representada pela CEF, que seria necessária intermediadora. O que o sujeito queria?

          Preferia comprar por 130K em uma casa “nova” – com qualidade de material MUITO pior do que a minha, num terreno metade do meu (minha casa tem 90m num terreno de 10 x 30). Mas é nova – alegava o comprador!

          Pois bem, se hoje estourar a bolha e tiver descontos monumentais, minha casa não ficará com valor menor que 120K. Sem contar que, somente de papéis (itbi e cartório) e trabalheira da mudança, já vão lá outros 20K.

          O único inconveniente é que tive que adiar o fim do consignado para o final de 2014.

          Então é isso. Contei minha estória para que fique claro que nem sempre sabemos (aliás, quase nunca) o que ocorre com os outros. Como a maioria pensa: “o sujeito pede X, já esperando uma chorada, então vou ofertar X MENOS Y”.

          Só que isso não se aplica a minha pessoa. No final, acredito que ganhei (ou não perdi). Agora, com certeza, o sujeito que comprou um “personal egg” como disse a RosinhA, perdeu.

          0
          • Vinícius 4 de julho de 2012 at 09:48

            Exato.
            Se a procura está boa é porque o preço não está muito alto. Se estão pedindo descontos de apenas 10% é porque sabem que o preço já está bom para a realidade do mercado.
            Só quem nunca anunciou um imóvel na vida não sabe que quando o preço está alto pedem grandes descontos sem constrangimento algum.
            Só quem desconhece a realidade do mercado pode achar que está tudo travado.
            Não está travado.
            A velocidade de vendas caiu porque os preços subiram demais.
            Logo, quem anuncia num preço menor vende mais rápido.
            Mas essa “queda” tem um limite estreito porque um desconto de 5 a 10% já causa esse efeito de aumentar a procura.
            É o que tenho observado com meu anúncio.
            A procura está boa então vou manter o preço mais um tempo. Estou anunciando a apenas um mês. Lembrem disso. Não está encalhado antes de seis meses de anúncio sendo que a velocidade de vendas atual é de dez meses. Então encalhado mesmo só depois de um ano.

            Ninguém deixa de pedir desconto seja qual for o preço do imóvel.
            Mas os verdadeiros compradores sabem a realidade do mercado e identificam quando não tem muito o que fazer com o preço e que é oportunidade pra comprar.

            Você pode anunciar na mesma faixa de preço que os demais e vender a longo prazo.
            Mas você pode também eliminar o corretor, como eu fiz, e já partir com um preço 5% menor levando vantagem porque mais gente vai te procurar pra negociar diretamente enquanto que com corretores você nem fica sabendo de interessados e eventuais propostas porque eles filtram muito e não levam todas as propostas aos proprietários.

            Não estamos (ainda) em recessão. Estamos crescendo mais devagar. O emprego ainda está em bom nível. Muita gente está com dinheiro na mão e quem não sabe aplicar em bolsa, etc, corre para um segundo ou terceiro imóvel. Das pessoas que me ligaram apenas uma estava comprando imóvel pela primeira vez. Os outros estavam comprando um segundo imóvel ou ajudando filhos a comprar o primeiro apto.

            Não vamos confundir a nossa vontade de ver a bolha estourando com a realidade. Eu acho que essa fase de estabilização vai durar pelo menos um ou dois anos, que é o prazo de entrega da maioria dos imoveis bolhudos lançados em 2010 e 2011.

            Essa bolha vai pipocar pra quem comprou nessa época porque não vai dar tempo de revender com lucro e os saldos devedores serão astronômicos.

            Sem contar que até lá vai aumentar o estoque das construtoras que vão dar maiores descontos pra eliminá-los. Então vai aumentar a concorrência e as construtoras vão se dar melhor que os investidores porque vão poder descer mais o preço. Mas, por outro lado, vão receber mais devoluções ainda.

            O cenário de bolha estourando vai se concretizar conforme esses lançamentos em preços altíssimos de 2010 e 2011 forem sendo entregues.

            Anotem isso aí.

            Esse mercado de imóveis tem um prazo de um ano para realização de lucros. Não mais que isso.

            Depois disso vai ter choro e ranger de dentes.

            0
            • Luiz 4 de julho de 2012 at 15:07

              vinicius, obrigado pela objetividade e sinceridade no relato
              Para ter em perspectiva o seu exemplo seriam necessários maiores detalhes do imovel e das médias a q vc se refere.

              Veja que há poucos meses atrás corretores juravam que o imovel iria valorizar 15% ao ano. O fato de vc acusar estabilidade ou alguma queda já é uma mudança de cabeça

              0
        • Sr. LB 4 de julho de 2012 at 11:52

          Colega,
          Todos aqui, se estivessem vendendo algum imóvel, o fariam tentando alcançar o máximo de preço possível.
          Não há motivo para ter raiva das pessoas que estão tentando vender seus imóveis a preços bolhudos. Bom pra elas que perceberam que ainda é possível vender algo a preço bolhudo para algum desavisado.
          O pessoal aqui do blog precisa ter mais calma, senão vira apenas torcida.
          Alguém que tenha um imóvel hoje não é o causador da bolha e não pode sozinho mudar todo o mercado se resolver dar 20% de desconto em seu imóvel.
          O estouro da bolha acontecerá naturalmente, atingindo o mercado como um todo.

          0
      • hannamanana 4 de julho de 2012 at 09:46

        “Quando digo que não tenho muita margem para negociar é justamente porque não vou vender muito abaixo do que a média da região porque a procura pelo imóvel já demonstra que isso não é necessário neste momento”
        Gente… o cara está simplesmente fazendo um relato. Não sei porque o stress de algumas pessoas.
        Ele não xingou a gente e tão pouco discorda do que é abordado aqui – o que estaria em seu direito.
        Eu não vou comprar imóvel agora. Acho que os preços ainda estão absurdos e me recuso a fazer negócio neste momento.
        No entanto, eu não sou Madre Thereza de Calcutá e se eu tivesse vendendo um imóvel não ia fazê-lo pelo preço de 2008 neste momento.
        E eu duvido que qualquer um de vocês faria isto. Qualquer um que tenha imóvel na mão hoje vai querer vender pelo melhor preço que conseguir pros desavisados que ainda são muitos. Muitos!!!
        Se é justo o valor que ele pede ou não, eu não sei.
        Se o fato dele não aceitar 10% de desconto no valor que ele pede é imprudência. Eu não sei também. Até acho que ele tem que vender o quanto antes, mas… eu não conheço nada da história do cara, onde ele vive e como está o mercado lá…
        Pra mim, isto é simplesmente um relato de utilidade de alguém que está vendendo imóvel. E é ótimo que ele venha nos falar isto, porque assim sabemos como os vendedores pensam.

        0
        • Sr. LB 4 de julho de 2012 at 11:55

          Concordo totalmente!

          0
        • RosinhA 4 de julho de 2012 at 12:45

          Hanna após esse relato, pelo menos 50 “amigos”, não gostam mais de você, mas não desanime não, em qualquer lugar quem fala o que sente é julgado.

          Eu te apoio !!!!!!

          0
          • hannamanana 5 de julho de 2012 at 09:35

            Obrigada!!!
            Não dá pra balançar a cabeça pra tudo.

            0
        • Bananildo 4 de julho de 2012 at 13:44

          Exatamente, Hanna. Pelo lado do vendedor, se existem pessoas dispostas a pagar determinado preço, por que cargas d´água você iria vender mais barato? Para fazer filantropia, só se fosse…

          0
          • hannamanana 5 de julho de 2012 at 09:35

            Tem muito imóvel encalhando… mas, eu não entendo…
            Porque muita gente continua comprando nestes preços?
            Ma va bene

            0
        • Seu Madruga 4 de julho de 2012 at 16:29

          O que me irritou foi a incongruência dos argumentos utilizados. O vendedor está tranquilo para vender mas não tem margem de manobra (tem dívidas? virou refém do mercado?). O momento para vender é agora, realiza o lucro!
          Ninguém aqui disse para o coitado vender a preços de 2008, com desconto de 10% que (segundo ele) foi oferecido já dá para tirar um bom lucro. Esses vendedores que ficam esperando o comprador encantado é que irritam… Ô papinho de corretor enrustido!!!

          0
          • hannamanana 5 de julho de 2012 at 09:32

            Você expôs argumentos válidos para pra sustentar sua ideia.
            Até por isto, não foi sobre a sua mensagem que eu repliquei.
            O que me irrita é que às vezes aqui as pessoas tratam os vendedores como se fossem emissários do mal.
            Se ele depender de mim pra comprar imóvel com estes preços absurdos e irreais… vai morrer com a banana! Eu não compro mesmo! E minhas ideias iniciais foram reforçadas com base nas análises que faço dos posts deste blog, inclusive os seus.
            Mas… não sei na sua cidade, mas aqui o pessoal continua comprando imóveis bolhudos.
            Ontem, depois de semanas sem entrar no Facebook, me deparo com uns três colegas postando fotos das compras de imóveis do semestre (acho isto tão ridículo e extramente perigoso!). Tem um que até postou foto do pedreiro da reforma rssss. Eu sei que são imóveis bolhudos pois conheço os empreendimentos.
            Então… desanimadoramente, ainda tem espaço pra isto.
            A não ser que tenhamos um belo cataploft nas próximas semanas.
            Continuarei na minha ideia, porém.

            0
        • jacob 4 de julho de 2012 at 18:32

          Muito bem colocado, concordo plenamente.

          0
    • Santista 4 de julho de 2012 at 08:37

      Prezado Vinícius,
      Agradeço por relatar tão detalhadamente o seu processo de negociação, mas pude perceber que você ainda pode esperar para vender seu imóvel. Na sua análise de rentabilidade do negócio, o tempo não está atrapalhando o lucro.
      Então peço-lhe que também nos relate os fatos, caso o investimento der errado e a rentabilidade obtida não fique conforme planejado. Não se esqueça de debitar todos os custos envolvidos como impostos e taxas.
      Obrigado

      0
  • cesar bolhudo 3 de julho de 2012 at 22:25

    Discrepância de salários entre carreiras do funcionalismo federal pode chegar a 580%
     

    Paulo Celso Pereira

    A divulgação dos salários de todos os servidores públicos do Executivo federal, que começou nesta semana por força da Lei de Acesso à Informação, revelou o tamanho da discrepância entre as remunerações de diferentes áreas. Embora em toda campanha eleitoral candidatos apregoem nos palanques que ensino e saúde são prioridades do país, isso não se reflete na estrutura salarial do funcionalismo federal. Entre as carreiras de nível superior, ninguém recebe tão pouco quanto professores e médicos. As diferenças chegam a 580% quando se compara o salário inicial de um professor auxiliar universitário ou de escolas técnicas em início de carreira, com 40 horas semanais, com o de um advogado da União com mesma carga horária: o primeiro começa com R$ 2,2 mil; o segundo, com R$ 14.970. Essa discrepância na folha de pagamento federal é um reflexo do que já se verifica na iniciativa privada.

    Esse mesmo advogado chega ao setor público ganhando 368% a mais que um médico federal de início de carreira, que tem salário de R$ 3,2 mil. O GLOBO fez levantamento dos salários de todas as carreiras de nível superior do serviço público federal – do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Na elite do Executivo estão carreiras como delegado da Polícia Federal, perito criminal, advogado da União, procurador federal, auditor fiscal da Receita e diplomata. Todos têm salários iniciais a partir de R$ 13 mil e no fim da carreira os vencimentos passam dos R$ 18 mil, isso sem contar gratificações.

    O levantamento dessas discrepâncias salariais dentro da área pública dá continuidade à reportagem de ontem do GLOBO que mostrou que funcionários do setor público ganham, em média e por hora trabalhada, mais que os do setor privado formal em 87,8% das ocupações. Levantamento feito pelo jornal, a partir do Censo 2010, sinaliza que , em 338 empregos em que foi possível comparar as duas áreas, em 297 o serviço público pagava melhor.

    Um professor de universidades ou de escolas federais, como Cefet e Pedro II (Rio), que trabalhe 40 horas por semana, recebe salário inicial de R$ 2.215,54 e no fim da carreira, com cursos de doutorado, pode chegar a R$ 5.918,95. Caso tenha dedicação exclusiva à universidade ou à escola federal, seus vencimentos começam em R$ 2.872,85 e podem chegar ao fim da carreira, após doutorado, a R$ 12.225,25.

    Situação semelhante é vivida pelo médico federal. De acordo com o Boletim Estatístico de Pessoal do Ministério do Planejamento, o médico que trabalhe 40 horas semanais ingressa na carreira recebendo R$ 3.225,42 e chega no fim da carreira com R$ 5.650, fora as gratificações.

    Em termos salariais, “o Senado é o céu”
    Bem próximo deles na rabeira dos salários do funcionalismo está outra carreira vista como decisiva para o futuro do país, a de pesquisador. Os tecnologistas e analistas em gestão de pesquisa em Ciência e Tecnologia recebem salários iniciais de R$ 4.549,63 e no fim da carreira, com doutorado completo, podem chegar a R$ 14.175,82.

    Se a diferença dentro do Executivo já impressiona, quando se comparam esses salários com os dos outros poderes, ela se torna aterradora. Salários de nível superior na Câmara começam em R$ 11.914,88 e chegam a R$ 17,352,53 para especialistas em técnica legislativa, analistas de informática, consultores, jornalistas e taquígrafos.

    Mas, como já dizia Darcy Ribeiro, o Senado é o céu. Lá, os concursados de nível médio, como policiais legislativos, ingressam no serviço público recebendo R$ 13.833,64. Já os salários de nível superior, voltados a analistas legislativos, gestores, médicos e jornalistas, começam em R$ 18.440,64 e chegam a R$ 20.900,13 no fim da carreira.

    O topo da burocracia nacional, no entanto, são os advogados e consultores do Senado. O salário inicial dessas carreiras é de R$ 23.826,57 e chega a R$ 25.003,21. Esses vencimentos batem os da elite do Poder Judiciário, onde os juízes concursados ingressam com vencimentos de R$ 21.766,15 e, quando chegam a juiz de tribunal regional, alcançam R$ 24.117,62. Sempre sem considerar as gratificações, horas extras e outras comissões por títulos e/ou funções.

    Para a economista Margarida Gutierrez, da Coppead/UFRJ, há um exagero nos valores pagos a boa parte do funcionalismo do país.

    – Os salários do setor público federal não são condizentes com a situação do país. São maiores que os pagos nos Estados Unidos e na Europa. Somos um país pobre – explicou a professora.

    Ela vê na disparidade salarial uma demonstração das prioridades governamentais, ressaltando que, nos últimos quatro anos, o governo reajustou quase todas as carreiras, mas os professores ficaram fora:

    – O professor está totalmente defasado, apesar de o serviço federal no país ser exorbitantemente bem pago. Isso mostra que o governo não tem o menor interesse em promover educação.

    O Ministério da Educação reconhece que o salário dos professores universitários é mesmo baixo, como também o dos da educação básica. Assessores envolvidos na discussão ressaltam que o governo cumpriu acordo com os sindicatos dos professores, feito ano passado, de dar aumento de 4% em março último, mais a incorporação das gratificações. E que há um compromisso de até o mês que vem encaminhar o plano de carreira dos professores.

    FONTE: Agência O Globo

    0
    • Crase 4 de julho de 2012 at 00:40

      Um colega meu uma vez disse: a diferença entre os corruptos de agora e os de alguns anos atrás é que os de agora apontam uns aos outros, diferente dos antecessores. A esquerda é burra e desunida? se bem que esses conceitos se diluíram. Transparência é um negócio interessante, mas a troco de quê?

      0
  • Fabiano 3 de julho de 2012 at 22:43

    Bom um dos argumentos mais usados na atualidade para justificar o aumento absurdo dos imoveis é o legado que a copa do mundo e as olimpiadas vão deixar.
    Principalmente obras de mobilidade urbana , segurança publica e infra estrutura pois bem a cada dia o argumento do legado vai caindo.

    Copa 2014 cai na real e governo terá que cortar obras em três cidades-sedes
    Ministros do TCU disseram ao deputado Romário que a Fifa contribuiu para aumentar significativamente o valor de alguns projetos originais para 2014
    Nos próximos meses três cidades-sedes da Copa do Mundo 2014 vão “derrubar obras de mobilidade urbana” previstas na matriz de responsabilidade. Motivo: faltará tempo para concluí-las.
    Essa foi uma das notícias que deixou o deputado Romário (PSB-RJ) indignado ao sair de encontro com o presidente do Tribunal de Contas da União, Benjamin Zynler e com o relator do assunto Copa, ministro Valmir Campelo, hoje à tarde. Os ministros não revelaram quais as cidades serão atingidas pelos “cortes”.
    “Eu já sabia que não teria boas notícias nesse encontro com os ministros do TCU, mas essa é a pior de todas, porque é justamente no setor de mobilidade urbana, é o que ficaria de legado para a população”, protestou o deputado.
    Desgaste
    Segundo Romário, os ministros estão convencidos de que o governo terá que enfrentar esse desgaste político de cancelar obras, pois será pior iniciar um projeto, gastar recursos e não concluí-los.

    Valmir Campelo disse que o quadro é pior do que se pensa. Por exemplo, “agora há certeza de que sem dinheiro público não realizaríamos a Copa”.

    Isso e exatamente o contrário do que discursou o presidente Lula, antes de deixar o governo, “de que essa seria a Copa da Iniciativa privada” .

    Os ministros também informaram que muitos termos aditivos incluídos nos projetos da Copa ocorreram por influência da Fifa, contribuindo para aumentar significativamente o valor dos projetos originais.

    “Ela (Fifa) tem parcela de culpa no aumento dos gastos públicos”, disse Romário, repetindo as informações que ouviu do presidente do TCU.

    Qual vai ser a desculpa dos corretores desta vez ?? Veja bem senhor não tem asfalto e nem iluminação publica na frente do “EMPREENDIMENTO” mas se o senhor esticar o pescoço na janela da cozinha vai poder vizualizar as luzes do estadio a cerca de 10 km kkkkkkkkkkkk

    0
    • Fabiano 3 de julho de 2012 at 22:47

      ops VISUALIZAR RS RS

      0
    • LAM 4 de julho de 2012 at 00:17

      Está aí a profecia do nosso Michel Jacob!!! Com apenas um dia de atraso… Onde saiu essa notícia? Precisamos espalhar!!!

      0
    • hannamanana 4 de julho de 2012 at 08:53

      Tinha um desenho que se chamava “Carangos e Motocas”, cujo personagem “Confuso” tinha uma espécie de jargão: “mas, eu te disse. Eu te disse!”
      Lembrei disto agora…
      Isto já era óbvio

      0
      • RosinhA 4 de julho de 2012 at 12:42

        Hanna adorava esse desenho !!!!!! Era aquele pequenininho…..

        A Hanna é demais !!!!!! Que bom ver as pessoas de bem com a vida ao contrário de muitos por aqui. 😉

        0
        • hannamanana 4 de julho de 2012 at 21:09

          Hahaha eu me lembro pouco, mas me lembro dele hahaha… ótimo jargão!
          Obrigada, Housinha…
          Ah, tenho que ser, né – como dizia no programa do SS “do mundo não se leva nada… ” hahaha
          Mas, de vez em quando o tempo fecha e dou minhas trovoadas. Uiiii kkk

          0
  • LAM 4 de julho de 2012 at 00:18

    h t t p ://josecruz.blogosfera.uol.com.br/2012/07/copa-2014-cai-na-real-e-governo-tera-que-cortar-obras-em-tres-cidades-sedes/

    0
    • GB 4 de julho de 2012 at 07:26

      Caras, aqui é Brazil, essas “obras” só serviram pro pessoal aumentar o valor dos imóveis por conta, só isso.

      As coisas aqui só dão certo quando não tem prazo para conclusão, é o jeitinho brazileiro.

      A Capital exige muito da pessoa, física (estresse, poluição, trânsito, violência) e financeiramente falando (tudo é muito caro), o negócio é ir para o interior, consultando bancos de dados de permutas pude ver que 100% das propostas de permuta do pessoal da Capital tem como objetivo permutar para o interior e 100% das propostas do pessoal do interior não incluem a Capital como opção.

      0
      • GB 4 de julho de 2012 at 07:28

        Ops, consultando o Banco de Permutas do Tribunal de Justiça (Oficiais de Justiça e Escreventes) e da Associação dos Oficiais.

        0
  • Seu Madruga 4 de julho de 2012 at 03:53

    Preço do imóvel pronto desacelera
    Perda de fôlego ocorre em junho no índice em 12 meses pelo 10º mês, diz FipeZap
    Quarta, 04 de Julho de 2012, 00h01
    Márcia De Chiara, de O Estado de S.Paulo, e Hugo Passarelli, do estadão.com.br
    SÃO PAULO – O mercado de imóveis prontos, novos e usados, está aterrissando nas principais capitais do País, depois do boom registrado em 2010 e 2011. Pelo décimo mês consecutivo, em junho a variação do preço do m² acumulada em 12 meses perdeu força. No mês passado, as cotações médias tiveram alta de 18,4%, entre maio de 2011 e junho deste ano. É uma queda de 1,5 ponto porcentual em relação ao resultado de maio, aponta o Índice FipeZap.
    A desaceleração também está retratada nos resultados deste ano. Entre janeiro e junho, o preço médio do m² subiu 7,4%, praticamente a metade da valorização observada em igual período de 2011 (14,6%). O indicador reúne informações dos preços do m² dos imóveis prontos, principalmente usados e também novos, exceto lançamentos, em seis regiões metropolitanas e no Distrito Federal. As informações são coletadas em anúncios na internet.
    “Dificilmente teremos a euforia de preços de anos anteriores. A tendência de aumentos menores de preços deve continuar e o mercado deve ficar mais equilibrado”, afirma o coordenador do indicador, o economista Eduardo Zylberstajn.
    Entre os principais fatores apontados pelo economista para a perda de fôlego dos preços é a ausência de mudanças radicais nas regras de financiamento daqui para frente, como alongamento de prazos e a redução de taxas de juros, ocorridas nos últimos anos. Em 2006, exemplifica, a taxa de juros para a compra de imóveis era de 26% ao ano e o prazo médio de quatro anos. Hoje, os juros são 10% ao ano e o prazo médio está em 15 anos.
    Além disso, o economista lembra que outro fator que tem ajudado a moderar a alta de preços é o aumento da oferta de imóveis. “Hoje está sendo colocado no mercado para venda um grande volume de produtos, lançados dois anos atrás, quando a conjuntura econômica era completamente diferente.”
    Roseli Hernandes, diretora da imobiliária Lello, com forte atuação na cidade de São Paulo, conta que a sua empresa realizou pela primeira vez uma espécie de liquidação de imóveis usados no mês passado. Os descontos variaram entre 10% e 30%. “Foram cerca de 600 imóveis com abatimentos colocados à venda.” Ela observa que o esforço foi retirar as “gordurinhas” de preços na hora de negociar.
    Depois que as construtoras revisaram para baixou as projeções e reduziram os lançamentos, Roseli diz que os preços dos imóveis usados ficaram menos agressivos. “O mercado colocou o pé no chão.” É que normalmente, explica ela, a tendência é de o dono do imóvel usado balizar o preço pedido levando em conta a cotação do m² de algum lançamento na vizinhança.
    Junho. No mês, houve pequena aceleração no ritmo de alta no preço do m², diz a pesquisa. Em junho, a cotação média nas regiões pesquisadas estava em R$ 6.661, com alta de 1% na comparação com maio, quando o preço médio tinha subido 0,9% na comparação com o mês anterior.
    A menor taxa mensal de crescimento em junho ocorreu no Distrito Federal (0,3%), sendo superada só pela queda de 0,2% registrada em Belo Horizonte. O maior crescimento foi em Fortaleza (2,6%), seguido por Salvador (2,1%) e São Paulo (1,2%). 

    0
    • Zoom 4 de julho de 2012 at 09:34

      Sempre as mesmas ladainha. Vira o disco.

      0
  • Seu Madruga 4 de julho de 2012 at 04:01

    É só notícia ruim!!! Aí proprietrouxas, corre que a Bolha vai te pegar!!! Queime o estoque para não ter que queimar a rosca para pagar as parcelas!!!

    Produção industrial cai 3,4% e leva mercado a rebaixar previsão para o PIB
    Com resultado de maio, analistas já projetam alta do PIB de só 1,7% em 2012; Banco Central vai intervir no câmbio para ajudar a indústria 
    Quarta, 03 de Julho de 2012, 22h35
    Mônica Ciarelli, da Agência Estado
    RIO – Os números de maio da produção industrial divulgados na terça-feira pelo IBGE acentuam o atual quadro de retração do setor em 2012. Em queda há nove meses, o indicador amargou em maio perda de 4,3% frente ao mesmo período do ano passado. Foi o pior resultado desde setembro de 2009, quando a produção caiu 7,6%. Diante desse cenário, consultorias já começam a revisar para baixo as projeções de crescimento para o PIB em 2012.
    O Banco Central deu um recado claro sobre a estratégia do governo para ajudar a indústria. Pela primeira vez, o BC admitiu que pode intervir no câmbio e evitar o fortalecimento do real, que prejudica a competitividade dos produtos brasileiros. Até então, o banco dizia que só atuava no câmbio para evitar oscilações bruscas e que sua missão era evitar a alta da inflação, e não proteger a produção.
    “O dólar abaixo desse nível de R$ 2 pode não ser bom para a indústria”, disse o diretor de política monetária, Aldo Mendes, em entrevista à Agência Estado.
    ‘Pibinho’. Cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que a produção industrial precisaria crescer 1,6% ao mês de junho a dezembro para fechar 2012 no azul. “Ainda não há indícios de que a aceleração começou a acontecer, mas esperamos que as políticas monetária e fiscal tenham algum efeito no segundo semestre”, disse Leonardo Mello, técnico do Ipea.
    “Infelizmente teremos um ‘pibinho’ este ano”, previu a sócia da MB Associados, Tereza Fernandez.
    Por causa do fraco desempenho da indústria, a MB rebaixou a expectativa de alta do PIB de 3,5% para 2,0%, com viés de baixa. Mesmo sem a revisão concluída, a Rosemberg & Associados já considera a possibilidade de uma queda dos atuais 2,3% para 1,7%. “Dificilmente veremos melhora na produção industrial neste ano”, disse a economista-chefe da Rosemberg, Thaís Zara.
    “A primeira impressão é que os dados da indústria jogam por água abaixo os esforços do Planalto e da Fazenda em dar suporte ao humor empresarial”, afirmou, em relatório, o economista da Gradual Investimentos, André Perfeito.
    Segundo o gerente de coordenação de indústria do IBGE, André Macedo, as medidas de estímulo adotadas pelo governo foram insuficientes. Tanto que a produção caiu 0,9% de abril para maio, acumulando perda de 3,4% em 2012.
    O efeito das medidas, lembrou, foi apenas pontual, com melhoria de resultado em segmentos como linha branca e móveis, que trabalham com IPI reduzido há mais tempo. A produção da linha branca subiu 8,5% na comparação com maior de 2011, enquanto a de móveis teve alta de 22,3%.
    “Os números de maio dizem que o perfil da indústria é de uma queda generalizada (…) Há uma predominância de resultados negativos em qualquer comparação que se faça.”
    O setor automotivo é o que mais sofre com a retração da indústria. Para Macedo, a redução do IPI anunciada em 21 de maio ainda não se refletiu na produção. A resposta mais lenta em relação ao que já ocorreu no passado se deve ao cenário de aumento da inadimplência, de maior comprometimento da renda das famílias e também de maior restrição do crédito.
    A produção caiu 5,3% em relação a maio de 2011. Como a redução do IPI ainda é recente, Macedo afirma que não dá para prever se o crescimento das vendas informado pela Fenabrave – recorde para o mês de junho – será suficiente para “queimar” estoques e estimular um incremento da produção.
    (Colaboraram Daniela Amorim, Gustavo Porto e Francisco Carlos de Assis)

    0
  • Guilherme 4 de julho de 2012 at 07:34

    Continua subindo o preco!!!

    Preço médio do metro quadrado no Rio passa de R$ 8 mil pela 1ª vez

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/07/preco-medio-do-metro-quadrado-no-rio-passa-de-r-8-mil-pela-1-vez.html

    0
    • Fernandão Bolhudo 4 de julho de 2012 at 11:27

      hummm… imagina isso na Copa!

      0
      • mauricio 4 de julho de 2012 at 12:54

        4.000 o metro quadrado

        e não, não esqueci um zero ali não

        0
  • hannamanana 4 de julho de 2012 at 08:49

    Interessante artigo de Ricardo Amorim:
    “”O medo da bolha imobiliária”
    http ://www .administradores.com.br/informe-se/artigos/o-medo-da-bolha-imobiliaria/64577/

    0
    • hannamanana 4 de julho de 2012 at 08:55

      “Se você vem adiando o sonho da casa própria por este medo, relaxe.”
      Relaxe?????????????
      Are you shure?

      0
      • Laranja 4 de julho de 2012 at 09:00

        Acesse este artigo no site dele e divirta-se com comentários do tipo:
        – ai, agora estou mais tranquilo;
        – estava mesmo precisando ler isto;
        – obrigado, meu guru…

        hahahahahaha!!!!!!!!!!

        0
        • hannamanana 4 de julho de 2012 at 10:32

          Adorei.
          Eu vou comentar também ahahahaha

          0
      • amadeos de sampa 4 de julho de 2012 at 09:01

        Esse cara eh um vendido! Gaste seu tempo com ele nao 😉
        Infelizmente ele tem muito alcance devido ao palco da TV GOEBBELS.

        0
    • MrK 4 de julho de 2012 at 08:58

      Ricardo esqueceu apenas o ponto mais importante de toda e qualquer bolha: Especulação exagerada e descasamento do valor do ativo com o rendimento que o mesmo gera, dois pontos que o Brasil tem de sobra hoje, ele também não analisou o lado oferta vs demanda, em como a demanda esfriou e a oferta está explodindo com as entregadas do que foi comprado na euforia de 2009/2010, esse texto serviu pra perceber que a grande bolha é a de falta de conhecimento e essa certamente vai estourar. Quem acredite que compre imóveis.

      0
      • MrK 4 de julho de 2012 at 09:00

        em tempo: querer justificar que não há bolha por causa do consumo de cimento per capta? Ah Ricardo vá a m…

        esse é schopenhauer na veia mesmo “como vencer um debate sem ter razão”, todo tipo de pequeno argumento sem sentindo pra encaixar uma teoria perdedora como certa….

        0
        • Joao 4 de julho de 2012 at 09:15

          Só quero que ele responda a seguinte questão:

          Para um financiamento de um apartamento de R$ 300 mil, por exemplo, com entrada de 20% e prazo de amortização de 20 anos, a prestação inicial é superior a R$ 3,1 mil e a renda familiar exigida é de R$ 10,3 mil. Quantas famílias brasileiras poderão enfrentar essas condições, num quadro de desaceleração do PIB?

          0
          • hannamanana 4 de julho de 2012 at 10:35

            Pergunta perfeita!

            0
        • hannamanana 4 de julho de 2012 at 10:34

          MrK…
          Eles sempre, sempre, sempre usam o mesmo argumento: que o crédito imobiliário representa “pouco” do PIB.
          Nunca analisam as outras vertentes que você e outras pessoas deste blog bem levantam.
          E o pior – quando ele diz “analisei as estatísticas, os dados históricos e tralalá” – dá a impressão aos desprovidos de mais informações do que a conclusão dele é a prova de qualquer erro. Difícil, né!?

          0
      • AF 4 de julho de 2012 at 22:16

        A maior ingenuidade (?) do comentário desse economista é não perceber que parte da nossa bolha imobiliária é composta de imóveis na planta.

        E para isso não precisa cimento 😉

        0
        • Brazilian Bubble 6 de julho de 2012 at 14:01

          AF, concordo com voce. A bolha nao esta no credito vindo do SFH/bancos (que eh esse 5% do PIB), a bolha verdadeira (que nao esta contada nesses 5%) eh o financiamento DIRETO da incorporadora… isso esses idiotas nao contam.

          0
  • xangai 4 de julho de 2012 at 09:43

    Venda de imóveis novos em São Paulo sobe em maio, lancamentos recuam —————————————————————————————————————–….
    “http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2012/07/04/venda-de-imoveis-novos-em-sao-paulo-sobe-em-maio-lancamentos-recuam.jhtm”

    As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo avançaram 14,6% em maio ante o mesmo mês do ano passado, somando 2.728 unidades, ….
    O mês de maio é marcado pela realização do “Feirão” da Caixa Econômica Federal, feito …..
    —————————————————————————————————————-

    peraiiii … venderam 2728 em SP capital … no mes do feirao que tinha 218.000 unidades a venda !?!?!?

    ————————————————————————————————————-
    15/05/2012 10h24 – Atualizado em 15/05/2012 15h53
    Feirão da Caixa em SP terá mais de 200 mil imóveis, número recorde …
    “http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2012/05/feirao-da-caixa-em-sp-tera-mais-de-200-mil-imoveis-numero-recorde.html”
    —————————————————————————————————————

    records sobre records !! isso nao vai acabar bemmm .. ah nao vai !!!

    0
    • Zoom 4 de julho de 2012 at 10:09

      Amigo, veja aí.

      Complementando: “Só em São Paulo, cidade que recebeu o evento no segundo final de semana, foram R$ 2,5 bilhões em negócios.”

      28/05/2012

      -http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2012/05/feirao-da-caixa-movimenta-r-11-bi-e-supera-resultado-do-ano-passado.html

      0
      • Zoom 4 de julho de 2012 at 10:14

        Xangai, estes valores se referem a novos, usados e na planta.

        0
        • xangai 4 de julho de 2012 at 10:35

          ok … ta certo … eh um indice de estoque ( meio assustador )

          mas nesse feirao eram novos/planta 24.000 … :::

          “Serão 24,5 mil imóveis novos, prontos e na planta, sendo que 15,2 mil deles são enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal (com valor máximo de venda de R$ 170 mil).”

          Me parece que o secovi controla imoveis como “novos” apenas ate 12 meses apos a entrega … depois vai pro limbo… ou para esse total de 200.000 .

          0
  • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 09:51

    Ahahah! Trolando Ricardo Amorim.

    “http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/paginar/218079_O+MEDO+DA+BOLHA+IMOBILIARIA/1

    0
    • Rodrigo P 4 de julho de 2012 at 09:55

      Confiança= 0

      04/07/2012 – 08h47
      Confiança da construção recua 9,5% no tri até junho–
      FGV
      REUTERS

      SÃO PAULO, 4 Jul (Reuters) – O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou
      pelo terceiro mês consecutivo ao registrar queda de 9,5 por cento no trimestre
      encerrado em junho na comparação com um ano antes, de acordo com sondagem
      conjuntural divulgada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quarta-feira.
      O resultado é o pior desde dezembro de 2011, quando o indicador caiu 9,9 por cento.
      No trimestre até maio, o índice havia recuado 7,8 por cento na mesma comparação,
      registrando o pior resultado desde fevereiro.
      O índice médio dos três meses até junho ficou em 124,5 pontos, contra 137,5 pontos
      no mesmo período do ano anterior. No trimestre encerrado em maio, o Índice de
      Confiança da Construção havia ficado em 126,1 pontos.
      Os segmentos que mais pressionaram foram Construção de Edifícios e Obras de
      Engenharia, com variação negativa de 9,8 por cento, ante -7,7 por cento em maio; e
      Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição, com operador, com variação
      de 3,9 por cento, ante 6,1 por cento em maio.
      A FGV destaca que a piora do índice foi influenciada principalmente pelas avaliações
      dos empresários em relação ao futuro.
      No trimestre findo em junho, o Índice de Expectativas (IE-CST) caiu 8,6 por cento,
      ante queda de 6,5 por cento em maio. A proporção de empresas prevendo melhora na
      demanda caiu de 54,3 por cento em junho de 2011 para 43,0 por cento no mês
      passado, enquanto a parcela das que esperam piora passou de 1,3 por cento para 3,5
      por cento do total.
      Já o Índice da Situação Atual (ISA-CST) apresentou queda de 10,5 por cento, contra
      variação negativa de 9,3 por cento em maio. Das 701 empresas consultadas, 25,2 por
      cento avaliam a situação atual como boa na média do trimestre encerrado em junho,
      contra 33,3 por cento no mesmo período de 2011. Por sua vez, 16,5 por cento a
      consideram ruim, contra 11,9 por cento.
      O resultado acentua a dificuldade que a economia brasileira vem encontrando em
      deslanchar. Depois de o Produto Interno Bruto (PIB) ter crescido apenas 0,2 por cento
      no primeiro trimestre deste ano, comparado com os últimos três meses de 2011, as
      expectativas de expansão para 2012 passaram a ser reduzidas.
      O Banco Central reduziu sua projeção para o crescimento da economia brasileira
      neste ano de 3,5 para 2,5 por cento, devido à recuperação ainda lenta da atividade e
      ao cenário internacional.
      Por sua vez, o mercado cortou nesta semana sua previsão de PIB pela oitava semana
      seguida, de 2,18 para 2,05 por cento, de acordo com relatório Focus do BC.
      (Por Camila Moreira)

      0
    • Ed_Bolha 4 de julho de 2012 at 10:03

      fui la e trolei legal…

      0
    • GB 4 de julho de 2012 at 10:22

      Trollado².

      0
      • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 10:33

        Jurava que seria o first! ahaha!

        0
      • hannamanana 4 de julho de 2012 at 10:38

        “comprar algo por 300k Dilmas”…
        Hahahaha… eu adoro quando você usa esta expressão.

        0
      • Rodrigo P 4 de julho de 2012 at 10:58

        GB,

        dessa vez vc não identificou IRONIC MODE=ON.

        Tá ficando enferrujado….$300K e depois $1Milão…..hehehe

        0
        • GB 4 de julho de 2012 at 11:04

          Cara, parecia sério, você quase me enganou nessa, já ia te receita rum gardenal ou um Lexotan versão 2 litros para corretores.

          0
          • Rodrigo P 4 de julho de 2012 at 11:16

            TARJA PRETA=1

            GB como vc vê a bolha aqui em Jundiaí??? Tem algum comentário??

            Parece que segue inflando….

            0
            • GB 4 de julho de 2012 at 11:42

              Os preços estão parados, em dezembro a MRV pedia R$ 218k em um apê e agora pede R$ 213k dizendo que “houve valorização intensa neste ano” (??????????).

              Mas já tem gente dando pequenos descontos, colcoando nos anpuncios que o preço dela está abaixo dos do mercado.

              É que aqui é muito perto da Capital, então demora um pouco pro pessoal se conscientizar, é deixar rolar e ver o que vai acontecer no ano que vem.

              0
              • Alex 4 de julho de 2012 at 12:00

                E em relação a terrenos em condominios fechados? Alguma informação?

                0
    • Zoom 4 de julho de 2012 at 10:23

      2

      0
    • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 10:36

      Até a “Kassia” apareceu lá!

      0
      • GB 4 de julho de 2012 at 10:58

        Essa é a tal Kassia ? Nossa, ela está soltando fogo pelos orifícios ali, kkkkkkk.

        0
        • hannamanana 4 de julho de 2012 at 11:58

          Ontem passou que as farmácias de alto-custo estavam com falta de remédios controlados…
          Tá explicado. Ela está sem acesso aos remédios pra esquizofrenia..

          0
    • hannamanana 4 de julho de 2012 at 10:38

      E a Kassia tripudiando???

      0
    • hannamanana 4 de julho de 2012 at 10:40

      Trollation
      Done

      0
      • GB 4 de julho de 2012 at 10:58

        MISSION ACCOMPLISHED !!!!

        0
        • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 11:08

          Trolando a Kassia!

          0
    • Fernandão Bolhudo 4 de julho de 2012 at 10:58

      O Ricardo Amorim é o cara!

      Se ele diz que vai valorizar mais é porque é verdade. Assim, as construtoras e especuladores deveriam parar de insistir em vender os encalhes. Eles deveriam esperar mais uns 5 anos com eles para vender com 500% de ágio no futuro. Ou, então, poderiam nunca vender e ver seu patrimônio valorizar eternamente até que eles se tornem os mais ricos de toda a galáxia!!! Esses vendedores amadores…

      0
      • Bolha Imobiliária 4 de julho de 2012 at 11:22

        To vendo o comentários de vocês lá…Vocês são foda…hehe

        0
      • Philis 4 de julho de 2012 at 11:24

        Postei um comentário também. O cara pauta parte da análise dele no consumo de cimento, esquecendo que as pessoas que constroem casas em favelas também consomem cimento. A não ser que ele tenha dados concretos da construção civil, esse tipo de análise per capita não traduz a realidade, pois não sabemos a proporção de pessoas físicas/jurídicas que estão efetuando tal compra.

        0
        • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 11:49

          Melhor investir na confeitaria! ahahaha! A barriga esta doendo de tanto rir!

          0
          • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 11:57

            Tem até piada agora!

            0
            • amadeos de sampa 4 de julho de 2012 at 12:35

              Haha. A piadinha, bem infantil po sinal foi so pra manter o nivel do texto hahaha

              0
              • amadeos de sampa 4 de julho de 2012 at 12:41

                O que o ciumento falou pra ciumenta? há um ciUmento entre nós! hahaha tomaa

                0
              • amadeos de sampa 4 de julho de 2012 at 12:43

                corrigindo…

                O que o tijolo falou pra tijola? Há um ciUmento entre nos… haha

                0
                • Luiz 4 de julho de 2012 at 14:28

                  o consumo de ciumento está alto por conta das obras publicas: estadio e hidreletrica.

                  alias defatorando a cosntrução civil é o unico componente que ainda sustenta a alta estimada de 1,7% do pib

                  0
        • hannamanana 4 de julho de 2012 at 11:54

          Eu fiquei preocupadíssima!
          O que eu conclui é que estão usando pouco cimento nas obras hahahaha
          “Escola Sergio Naya de Edificações”

          0
          • amadeos de sampa 4 de julho de 2012 at 12:39

            Adorei haha.
            Deve ser por isso que hoje em dia nem furadeira mais precisa pra fazer um furo, eh so “futucar” com o dedo na parede! haha

            Eh a tecnologia de Sergio Naya a seu servico. haha

            0
      • Fernandão Bolhudo 4 de julho de 2012 at 12:01

        Mas o Amorim dá o recado para os investidores:

        “…Então os preços dos imóveis continuarão subindo no ritmo dos últimos anos? Dificilmente. Os preços atuais já estão mais elevados; em casos específicos, até altos para padrões internacionais…pequenos ajustes de preços para baixo são possíveis”

        0
    • GB 4 de julho de 2012 at 11:08

      Eu acho que se ele for ler os comentáros ele vai até chorar.

      0
      • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 11:18

        Foi ele que pediu!

        “http://www.youtube.com/watch?v=_3FDeSXFRF8

        0
      • hannamanana 4 de julho de 2012 at 11:52

        Ele não contava com a nossa astúcia hahaha

        0
        • GB 4 de julho de 2012 at 11:56

          Essa Kassia ainda está lá ou se recolheu para tomar seus medicamentos receitados pelo psiquiatra ?

          0
          • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 12:05

            deve tá procurando os números, para provar seus argumentos! ahahah

            Pelo visto vai demorar.

            0
          • hannamanana 4 de julho de 2012 at 12:38

            Acho que ela saiu…
            Foi vender uns imóveis, sabe… ela tem feito excelentes negócios ultimamente.

            0
    • Riodetudo 4 de julho de 2012 at 11:10

      ‘….concluo que é bastante improvável que haja um estouro de bolha imobiliária no Brasil, pelo menos em breve. ‘

      Agora já não garante nem a médio prazo!

      ‘ Então os preços dos imóveis continuarão subindo no ritmo dos últimos anos? Dificilmente. Os preços atuais já estão mais elevados; em casos específicos, até altos para padrões internacionais. O mais provável, são altas mais modestas, às vezes bem mais modestas. Em alguns casos, até pequenos ajustes de preços para baixo são possíveis e salutares. ‘

      Atenção a parte que diz altas modestas, às vezes, bem mais modestas….até pequenos ajustes para baixo. Que ÓTIMO investimento, obrigado pela dica!!!!!

      0
      • hannamanana 4 de julho de 2012 at 11:58

        É aquela coisa meio assim:
        Talvez sim,
        Talvez não,
        Mas, o mais provável é: talvez

        0
    • self 4 de julho de 2012 at 11:14

      Onde e por quanto esse sujeito comprou o diploma dele?

      0
      • GB 4 de julho de 2012 at 11:43

        Ele pagou com prestações que cabiam no bolso dele.

        0
    • Revoltado 4 de julho de 2012 at 12:11

      Fortemente trollado.

      Mas também, para ele que mora nos EUA, um cachezinho nao é nada mau. Afinal a bolha no brasil pouco o preocupa

      Ele usou argumentos fracos e contraditorios, e o pessoal nao refrescou.

      0
    • RosinhA 4 de julho de 2012 at 12:39

      KKKKKKKKássia piada pronta, coitada não pode falar nada em nenhum canal, Princesa Fiona os Burros são muito mais legais podes crer

      0
  • Revoltado 4 de julho de 2012 at 10:44

    Preço médio do metro quadrado no Rio passa de R$ 8 mil pela 1ª vez
    Metro quadrado mais caro do país é o do Distrito Federal, R$ 8.280.
    No acumulado em 12 meses, preço médio em sete regiões subiu 18,4%.

    “http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/07/preco-medio-do-metro-quadrado-no-rio-passa-de-r-8-mil-pela-1-vez.html”

    0
    • Fernandão Bolhudo 4 de julho de 2012 at 10:46

      VISH!!! Imagina isso na Copa….

      kkkkkkk

      0
    • hannamanana 4 de julho de 2012 at 11:59

      Não.. Rio de Janeiro é um lugar maluco pra imóveis. Afff

      0
    • Álvaro Guilherme 4 de julho de 2012 at 16:09

      O Rio de Janeiro é o Rio de 21 de Dezembro de 2012 (o fim do mundo).

      0
  • Yoda 4 de julho de 2012 at 10:48

    Quanto tempo leva a fase da negação da bolha?

    0
  • POCBR 4 de julho de 2012 at 10:57

    Venda de imóveis cresce 13% nos cinco primeiros meses de 2012

    www1. folha.uol.com.br/mercado/1114865-venda-de-imoveis-cresce-13-nos-cinco-primeiros-meses-de-2012.shtml

    0
    • hannamanana 4 de julho de 2012 at 12:06

      Eu acho que os pontos cruciais da discussão referem-se à capacidade de pagamento dos usuários, principalmente aqueles que compraram imóveis na planta sem ter condições de honrar os pagamentos no momento da entrega das chaves.
      Vender imóveis não é tão difícil, ainda mais com “mensais” tão tentadoras.
      Igual aquela história que falei da pessoa que ganhou um cartão de crédito de presente. Meu, beleza!
      Mas, perai, você não ganhou dinheiro. Você ganhou a possibilidade de fazer uma dívida e parcelá-la. Como é que paga isto depois?
      E ninguém consegue me explicar porque na minha cidade, a cada mês que passa, dobra o número de banners, plaquinhas e assemelhados de “aluga-se”. O mercado não está aquecido?
      Então, pra mim tem coisa estranha e discrepante em todas as notícias veiculadas.
      E enquanto isto… a indústria segue caindo…

      0
  • Ze Bom Dirolo 4 de julho de 2012 at 11:24

    Só uma pergunta para o Ricardo Amorim…
    Como ele sabe que estão com medo da Bolha imobiliária??

    0
    • O Irritado 4 de julho de 2012 at 11:47

      Fácil: “Se eu estou, todo mundo deve estar”

      0
      • GB 4 de julho de 2012 at 11:58

        “- Se meus patrocinadores estao com medo, eu também tenho que ficar.” (sem patrocinadores, sem $$$$)

        0
  • Revoltado 4 de julho de 2012 at 11:25

    Comércio fecha 1º semestre com alta de 7,6%, diz Serasa

    Esse foi o menor desempenho dos últimos três anos.
    Lojas de material de construção tiveram o melhor resultado no período.

    Mas no Brasil nao esta tudo bem? População com dinheiro e consumindo?

    “http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/07/comercio-fecha-1-semestre-com-alta-de-76-diz-serasa.html”

    0
  • Eduardo 4 de julho de 2012 at 11:30

    ht tp://w ww.jornalnh.com.br/pais/400083/confianca-da-construcao-registra-a-terceira-queda-consecutiva.html

    País – 04/07/2012 11h04
    Atualizado em 04/07/2012 11h13

    Confiança da construção registra a terceira queda consecutiva
    Este é o pior resultado dos últimos 18 meses, segundo a pesquisa da FGV

    COMPARTILHE: 0 0 Orkut0

    Agência Brasil
    Brasília – O Índice de Confiança da Construção, medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentou o pior resultado dos últimos 18 meses, ao registrar recuo de 9,5%, em junho, ante redução de 7,8%, em maio. É a terceira queda seguida na comparação anual e a mais expressiva desde dezembro de 2011 (-9,9%).

    O levantamento mostra a expectativa dos empresários para os negócios tanto no presente quanto no médio prazo, com sondagens feitas em um período de três meses. Em junho, entre os segmentos que contribuíram para o resultado estão as empresas de construção de edifícios e obras de engenharia, com variação de -9,8% ante -7,7%, e as de aluguel de equipamentos de construção e demolição, com 3,9% ante 6,1%.

    Em sentido oposto, houve uma redução na intensidade de queda nos segmentos de preparação de terreno (de -6,2% para -5,8%) e de obras de infraestrutura para engenharia elétrica e telecomunicação (de -15% para -13,9%).

    O Índice de Expectativas passou de -6,5% para -8,6% e o Índice da Situação Atual, de -9,3% para -10,5%. Um quarto das 701 empresas ouvidas, ou 25,2%, classificou como boa a situação atual ante 33,3% que manifestaram a mesma avaliação no trimestre terminado em junho do ano passado. Para 16,5% das empresas consultadas, o quadro é ruim, percentual superior ao de igual período de 2011 (11,9%).

    Segundo a FGV, 43% dos entrevistados declararam esperar uma melhora dos negócios nos próximos seis meses ante o índice de 54,3% registrado em maio. Ao mesmo tempo, cresceu o percentual dos pessimistas (de 1,3% para 3,5%).

    0
  • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 11:31

    Pesquisa para os corretores!!!

    “http://www.slideshare.net/marketingimob/facebook-no-mercado-imobilirio-pesquisa

    pag 17 – frequencia da utilização 74% várias vezes ao dia, isto é, todo mundo estressado, vendas paradas…

    0
  • Ze Bom Dirolo 4 de julho de 2012 at 11:34

    Vamos fazer uma análise esdrúxulao, com a devida vênia, ao nosso amigo Ricardo Amorim.
    Imaginem hoje vocês com seus respectivos companheiros indo ao cinema e chegando lá se deparando com uma pessoa dizendo

    “Olha gente, relaxem….o teto não vai cair”.

    Por gentileza, alguém tem alguma camisa de força?

    0
    • ch0qw3 4 de julho de 2012 at 11:47

      🙂

      Muito boa!

      0
      • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 12:14

        Tá trolando eh!

        0
    • O Irritado 4 de julho de 2012 at 11:54

      Conhecendo os bananenses, acho que estes diriam “Liga, não! Se cair, na hora a gente compra um capacete”.

      E pensar que é típico de indivíduos como esse pseudo-consultor-analista-econo-não-sei-o-quê ser o primeiro a correr quando cair (e ainda deve trancar as saídas de emergência).

      0
      • GB 4 de julho de 2012 at 12:01

        A 3ª Classe do Titanic tem que ficar em seus aposentos enquanto a banda toca.

        0
  • KQT 4 de julho de 2012 at 11:51

    http://m.folha.uol.com.br/mercado/1114865-venda-de-imoveis-cresce-13-nos-cinco-primeiros-meses-de-2012.html

    Vendas de imoveis crescem! Num sei de mais nada.. quero uma muda da arvore.do $, tenho uma renda teoricamemte alta, mais de 15k liquido (20 o casal) e sentimos como classe media baixa, não temos condições de comprar um apto compativel com nossa condição social ( medico e engenheira). Queremos dar 70% a vista e financiar 30%para quitar em 2 ou no maximo 3 anos, o juros da parcela do financiamento será igual ou menor do valor que pagamos no aluguem+condominio. Enquanto isso vamos economizando e aguardando a queda dos preços..

    0
    • Leo 4 de julho de 2012 at 12:07

      Sei como é isso… Decidi ficar no aluguel e nem pensar mais em comprar AP. Alias, a vontade de ter AP passou faz tempo… quero mesmo é ver o circo pegar fogo. Depois que isso acontecer volto a pensar no assunto..

      0
    • Cicero Silva 4 de julho de 2012 at 14:11

      KQT,

      Não sei em que cidade mora. Moro em capital do NE e, aqui, com 300K vc, HOJE, com preço bolhudo, compra-se uma excelente casa.

      Mas se vc mora em bsb, rio ou sp, relaxe.

      Continue sem se preocupar muito com a compra. Economize sem neura e viva sua vida tranquilo. Sua renda permite isso. Uma hora vc terá sua oportunidade de forma natural.

      Ou seja, problema financeiro vc não tem. Nem de moradia. Então viva seu presente, economize um pouco e relaxe.

      A consulta foi de grátis… heheheheh

      ps: excelente casa, para mim, com renda de 10K, é ter 100m, confortável, bem dividida, num bairro tranquilo e com acesso aos serviços básicos (agua, luz, internet, esgoto, pavimentação).

      0
  • Revoltado 4 de julho de 2012 at 12:00

    Confiança da construção recua 9,5% no trimestre até junho, diz FGV

    Resultado é o pior desde dezembro de 2011.
    Piora foi influenciada pelas avaliações em relação ao futuro.

    Ué, mas não está tudo certo para a valorização de 30% ao ano?

    “http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/07/confianca-da-construcao-recua-95-no-trimestre-ate-junho-diz-fgv.html”

    0
  • Davi 4 de julho de 2012 at 12:07

    00:01 FIPEZAP: PREÇO DOS IMÓVEIS PERDE FÔLEGO NOS PRINCIPAIS MERCADOS EM JUNHO

    São Paulo, 04/07/2012 – O aumento no preço dos imóveis residenciais perdeu fôlego nos principais mercados do País em junho, confirmando a tendência de desaceleração nos preços da moradia verificada nos últimos meses, segundo apontam os dados do Índice Fipezap. O levantamento, divulgado há pouco, é realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a partir dos valores anunciados no site Zap Imóveis.

    No Rio de Janeiro, cidade que teve a maior valorização imobiliária no País nos últimos anos, o metro quadrado subiu em média 1,0% em junho, o que representa um leve recuo ante o aumento de 1,1% de maio, e atingiu o valor de R$ 8.072. Em São Paulo, maior mercado brasileiro, o aumento em junho foi de 1,2%, mesmo patamar que o registrado em maio, chegando a R$
    6.525. Apesar da estabilidade, o resultado é o menor para mês na capital paulista desde o início da pesquisa, em 2010.

    Em Recife, a desaceleração foi mais brusca. A alta foi de 0,9% em junho ante 1,8% em maio. No Distrito Federal, a alta foi de 0,3% ante 0,5% no mês anterior. Em Belo Horizonte, houve queda de 0,2% ante alta de 0,4% no mesmo período.

    Já em Fortaleza e Salvador, o preço dos imóveis voltou a ganhar força na comparação mensal. Em Fortaleza, houve alta de 2,6% em junho ante 2,4% no mês anterior. Em Salvador, houve avanço de 2,1%, após queda de 1,3%.

    Na média das sete capitais cobertas pela pesquisa, o valor do metro quadrado teve aumento de 1,0% em junho, resultado levemente superior ao 0,9% de maio. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, a alta média acumulada nas sete capitais foi de 18,4%, um recuo de 1,5 ponto porcentual ante os últimos 12 meses encerrados em maio. “O comportamento dos preços na comparação mensal é heterogêneo, mas a tendência de desaceleração é clara quando olhamos o resultado ao longo dos meses”, observou Eduardo Zylberstajn, economista responsável pela pesquisa.

    Zylberstajn afirmou que o menor ritmo de alta no preço dos imóveis está relacionado à desaceleração da economia brasileira.
    “Apesar do mercado imobiliário estar relativamente aquecido, a renda e o emprego da população avançam em um ritmo mais modesto”, explicou, lembrando que muitos imóveis já atingiram um valor restritivo para boa parte dos potenciais compradores.

    Para os próximos meses, a tendência de desaceleração deve continuar, segundo Zylberstajn. “A dúvida é se a alta continuará no patamar em torno de 1% ao mês ou se vão subir abaixo disso”, disse. Por um lado, o estoque de imóveis cresceu, reforçando a oferta de imóveis à venda no mercado. Por outro, houve melhora dos juros e dos prazos de financiamento, reforçando a demanda. “O comportamento entre esses novos padrões de oferta e demanda é que vão ditar o ritmo dos preços”.

    O economista acrescenta que é difícil prever se há uma bolha em formação no mercado brasileiro, mas afirma que esse risco é pequeno. “A inadimplência no crédito imobiliário é baixa, e os financiamentos são seguros. Pelo cenário atual, ainda há espaço para crescimento do crédito sem o mesmo risco visto nos Estados Unidos, onde chegou a patamares insustentáveis”, disse.

    0
    • Joao 4 de julho de 2012 at 12:13

      Meu deus do céu ! Quando vão falar da bolha dos imóveis na planta, predios vendidos em um único dia ?

      0
      • hannamanana 4 de julho de 2012 at 12:41

        Quando todo mundo estiver encharcado de líquido da bolha estourada…

        0
    • Riodetudo 4 de julho de 2012 at 12:22

      Uma vez encontrei esse perfil no Facebook. Muita coincidência o sobrenome do rapaz que faz sozinho a pesquisa todo mês e este aqui:
      http:// pt-br.facebook.com/zylberimobiliaria

      0
    • Álvaro Guilherme 4 de julho de 2012 at 16:03

      FIPEZAP, que pertence ao conjunto R+* (números positivos e maiores que zero).

      0
  • Marcos 4 de julho de 2012 at 12:08

    Analisando o que disse a KQT sobre o anúncio de aumento nas vendas em maio:
    * 1º esse aumento é a sobre a base de maio/2011 que foi um mês de baixa
    * 2º a partir de Junho a crise estourou de verdade, portanto a confiança pra comprar imóvel vai cair ainda mais
    * 3º As construtoras estão diminuindo os lançamentos por causa da crise e da sobre-oferta de imóveis+inadimplência+alto número de devoluções+alto número de repasses
    * 5º Confiança do setor da construção civil cai 9,5% em 2012
    http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=industria&id=11328

    0
  • Nasrú 4 de julho de 2012 at 12:50

    Será o futuro de nossos especulatrouxas?

    Alemanha: homem se nega a deixar imóvel, mata 4 e se suicida

    A tomada de reféns teve início às 9h locais (3h de Brasília) desta quarta-feira, em um apartamento do quinto e último andar de um imóvel situado em um bairro residencial, poucos quilômetros ao norte do centro da cidade

    ‘http://noticias.terra.com.br/mundo/fotos/0,,OI209129-EI8142,00-Alemanha+homem+se+nega+a+deixar+imovel+mata+e+se+suicida.html’

    0
    • Pena 4 de julho de 2012 at 13:05

      GB que se cuide!

      “Entre as vítimas, também estavam um agente de justiça e um funcionário de serralheria.”

      0
  • Sérgio 4 de julho de 2012 at 12:51

    ========== CONVITE ==============

    Convido a todos para, momentaneamente, mudarmos de blog e irmos em peso para o da Isto É, onde o Ricardo Amorim, Nobel às avessas de econmia expos suas brilhantes conclusões.
    Recomendo (apenas) não usarem do anonimato, pois, que lá teremos a oportunidade de fazer com que VEJAM o sucesso da bolha e dissonância da informação veiculada.
    Boa pedida.

    0
    • Sérgio 4 de julho de 2012 at 12:52

      esqueci a url:
      http ://w ww .administradores.com.br/informe-se/artigos/o-medo-da-bolha-imobiliaria/64577/

      0
    • Fernandão Bolhudo 4 de julho de 2012 at 13:55

      Pessoal,

      O R. Amorim não é bobo. Ele ganhou um jabá para fazer essa matéria, mas deixou um recado mais do que claro no final do texto. Vejam:

      (…)Então os preços dos imóveis continuarão subindo no ritmo dos últimos anos? Dificilmente. Os preços atuais já estão mais elevados; em casos específicos, até altos para padrões internacionais.
      O mais provável, são altas mais modestas, às vezes bem mais modestas. Em alguns casos, até pequenos ajustes de preços para baixo são possíveis e salutares.(…)

      Para bom entendedor, meias palavras bastam. Ele mesmo não acredita em mais valorizações e usou uma frase inteira só de eufemismos para a queda nos preços que já é certa.

      A pesar de ganhar dinheiro do setor, ele deixou um recado claro que invalida até o título dessa matéria paga.

      0
      • homeless 4 de julho de 2012 at 15:01

        Fernando, eu também me atentei a esse detalhe. Você matou a xarada !

        0
      • RosinhA 4 de julho de 2012 at 19:39

        Fernandão quem tem tem medo

        0
    • Ricardo 4 de julho de 2012 at 15:08

      Enviei a minha contribuição, parece que só “bolhistas” nos comentários.

      VAI CURINTIAAAA……… VAI SER VICE-CAMPEÃO. Desculpe, não aguentei.

      “Ricardo Amorin, não concordo.
      Muitos imóveis foram comprados por investidores (especuladores) desde 2008, ou seja, aumentou abruptamente a demanda. O crédito aumentou, aumentando, ainda mais, a demanda.Minha casa, minha vida, coloque mais demanda.O que aconteceu? Os preços dispararam…

      Com os preços às alturas, aumentaram as construções (comprada por investidores). Agora os imóveis estão começando a serem entregues: aumento da oferta.

      Lei da economia = demanda x oferta. Agora a oferta aumentou e a demanda diminuiu, pois os preços aumentaram a tal ponto que não atrai mais investidores.

      Outro ponto: os não investidores, com o aumento do crédito, compraram muito, desde bens duráveis (carros) a imóveis. O que aconteceu: aumento da inadimplência.

      Portanto, a tendência é de queda generalizada no preços dos imóveis, salvo exceções. Veja nas notícias, o aumento das promoções.
      Apenas um detalhe: não se baseie no FIPE – ZAP, pois é um índice desprovido de qualquer confiabilidade, pois ele mede a proposta de venda e não o valor propriamente negociado .

      0
  • Muca CG Muita Treta 4 de julho de 2012 at 12:52

    Governo Federal quer que compras no cartão fiquem mais caras

    Governo quer rever orientação aos Procons para punir comerciante que diferenciar preços

    04-07-2012 08:34 Comprar com cartão pode ficar mais caro. (Foto Reprodução)
    A redução dos juros e o maior uso de cartões de crédito e débito podem levar o governo a rever a orientação passada a todos os Procons do Brasil de punir o comerciante que diferenciar os preços de seus produtos se o pagamento for feito com dinheiro ou cartão.
    Apesar da antiga pressão do setor de varejo, que quer cobrar a mais de quem opta pelo dinheiro de plástico, a postura dos órgãos de defesa do consumidor sempre foi de resistência à proposta.
    “Há possibilidade de revisão, pois havia uma motivação para esse posicionamento, que talvez não exista mais hoje”, disse ontem o assessor econômico do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Alexandre Henriksen, em audiência pública na Câmara dos Deputados.
    Ele lembrou que, no início dos anos 2000, quando o tema começou a ser discutido com mais profundidade, o uso de cartões não era tão grande como hoje. Quando a compra não era paga em dinheiro, havia um acréscimo de 10% ou 20% sobre o valor do produto. Esse adicional foi vetado.
    Relacionadas
    Mais de 75% dos jovens brasileiros compram por impulso
    IPI reduzido para linha branca termina hoje
    Cartão de crédito lidera 70% das reclamações
    Tags: Cartão, Procon, compras
    O aumento do uso do dinheiro de plástico e a redução da taxa básica de juros, a Selic, seguida por outros juros bancários, abre espaço para discutir a mudança. O tema, segundo Henriksen, será debatido ainda esta semana pelo Cade e pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), antigo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, que atua como um “coordenador moral” do sistema.
    “É necessário um grande trabalho de reavaliação”, disse o economista. Ele salientou que o Banco Central também participará das discussões para melhorar esse mercado tão concentrado e campeão de reclamações dos consumidores. “O Cade, o BC e a Secretaria estão muito atentos a essa indústria. E a grande polêmica é a diferenciação dos meios de pagamentos.”
    Subsídio cruzado. O líder do PSD na Câmara, deputado Guilherme Campos (SP), ressaltou que o Ministério da Justiça sempre se colocou radicalmente contra a diferenciação de preços. “Se cartão de crédito fosse dinheiro para valer, poderíamos usá-lo para pagar impostos e multas de trânsito, mas isso não acontece”, considerou. Para ele, o subsídio cruzado é a consequência mais cruel que existe nesse ramo, pois o consumidor que usa dinheiro e não utiliza os benefícios do cartão, também arca com o custo dos cartões embutido nos preços do varejo.
    O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Cláudio Yamaguti, disse que o setor “não é contra ou a favor” da diferenciação dos meios de pagamento. “Nós seguimos a lei, mas qualquer mudança abrupta pode ter impacto para o consumidor”, pontuou. Representantes do comércio pediram, além da diferenciação da cobrança, que o setor tenha mais regulação do governo e que seja fomentada a concorrência.

    0
  • cesar bolhudo 4 de julho de 2012 at 13:02

    Minha analise do brasil:
    a bolha imobiliaria estoura até agosto (na imprensa)
    com queda vertiginosa de novos negocios (os compradores saberão da bolha)
    a bolha do credito facil tambem estoura, e o credito será restringido (analise de credito voltará com força) de cada 10 só um vai ter credito (tem um monte de gente fudida querendo gastar, mas quando você pesquisa no serasa não dá pra vender se não for à vista ou no cartão, e são dentistas, empresarios e pasmem… até medicos.
    de resto vamos ter uma inicial crise de confiança dos investidores, mas em 3, 4 meses se normalizará, já que, creio eu a crise será restrita aos preços e aumento de inadimplencia no mercado imobiliario, mas não terá quebra quebra de bancos, só ajuste de preços e choro de quem perdeu, com queda de até 40% nos preços dos imoveis, e no valor do aluguel (imovel será um pessimo negocio) e isso durará pelo menos uns dois anos, pois acho que se construiu mais que a demanda (de quem pode pagar) e vai sobrar.
    espero sinceramente (já que tenho uma empresa) que a economia apesar de combalida pela crise mundial não sofra tanto como a espanha e EUA, inclusive pela conjectura da economia e dependencia do mercado externo do brasil ser diferente.
    Em tempo: as açoes da petrobras voltaram a subir, a 19,70 eu vendo as minhas sem preju e corro pro DI.
    Alquem ai tambem acha que o brasil vai sobreviver a bolha?

    0
    • Pablo 4 de julho de 2012 at 15:33

      cesar bolhudo;

      Tambem espero a queda dos preços, mas é ano de eleição.
      O Governo precisa manter/ampliar sua base nas prefeituras e fez(vide 8 pacotes até o fim de junho) e fará de tudo para postergar a m… que vem por ai.

      0
  • Renatao 4 de julho de 2012 at 13:17

    E so perguntei se aceitavam contra-proposta, nem cheguei a falar de valores. Mas realmente o preço do apto esta abaixo dos que estao sendo vendidos, porem isso nao significa que seja um preço justo.

    Olha o email da imobiliaria:

    Olá Renato, esse preço já bem abaixo do valor de mercado, ele está com piso frio e nunca foi habitado. A chaves está com a construtora então não poderei apresentar o apartamento para você, tenho uma unidade no 2º andar e no 5º andar ambos o mesmo preço. Podemos fazer uma visita no condomínio. Fico no aguardo
    Atenciosamente,

    0
    • Anonymous 4 de julho de 2012 at 13:36

      Sugiro responder: Se o preço está bem abaixo do valor de mercado como voce alega, então por que ainda não vendeu?

      0
    • Guilherme 4 de julho de 2012 at 14:14

      Se a oferta está abaixo do valor de mercado e ele possuí mais duas unidades com o mesmo valor, também abaixo do mercado, então só posso concluir que:

      O valor de mercado está abaixo do valor de mercado! Faz todo sentido!

      0
      • Guilherme 4 de julho de 2012 at 14:14

        Usei da ironia acima, tá gente?

        0
    • Fred 4 de julho de 2012 at 15:30

      “Ele está com piso frio”. Grande coisa.
      Não vender no contrapiso, como entregue pela maioria das construtoras, virou diferencial agora.

      0
      • Renatao 4 de julho de 2012 at 15:34

        Pois é, daqui a pouco vao dizer que tem janelas e portas como diferencial.

        0
      • Sangue Bom 4 de julho de 2012 at 17:25

        O que vem a ser o piso frio? Obrigado.

        0
        • Shakespeare 4 de julho de 2012 at 18:40

          é com pisos cerâmicos assentados, tais como azulejos, porcelanato, etc…

          0
  • Luiz 4 de julho de 2012 at 13:18

    PORQUE O INDICE DE $ por Metro Quadrado não é um bom índice ???

    Considere que os imóveis lançados recentemente tem área bastante inferior aos imóvesi antigos

    Considere que o valor absoluto médio para uma familia comprar a sua casa seja um valor que varia com a renda.

    Então se a renda se mantem mais ou menos estável acompanhando a inflção, o valor da unidade permanece estável.

    Agora o pulo do gato, Mas se os imóveis estão cada vez menores e este valor médio da unidade se mantem, neste cenário o preço médio do metro quadrado irá aumentar, mesmo que o preço médio da unidade residencial se matenha constante.

    Isso é ainda mais salutar em imóveis na periferia e em áreas sujeita a verticalização.

    Mas como o flipeflap não mostra a média de área dos imóveis, nós não cosneguimos enxergar a desvalorização que já vem ocorrendo.

    0
    • Luiz 4 de julho de 2012 at 13:25

      Alguém entendeu?
      não consegui me explicar direito.
      Vou tentar dar um exemplo fictício.

      10 anos atrás: tamanho médio 100 m2 – preço médio 100k
      inflação em 10anos = 100%
      hoje: tamanho médio 50 m2 – preço médio 200k

      valorização em $/m2:
      De 1k/m2 para 4k/m2 ou 300%, ou 3 vezes mais que a inflação.

      Mas na realidade, o preço médio da casa apenas acompanhou a inflção desde que o tamanho médio da casa tbm tenha acompanhado a redução média observado no período.

      0
      • RosinhA 4 de julho de 2012 at 17:16

        A Luiz ainda bem que explicou pensei que tinha que aumentar a dose ou mudar meu remédio, tem razão muitas coisas são inconsideráveis se é que existe essa palavra.

        0
      • Shakespeare 4 de julho de 2012 at 18:37

        Luiz,

        Para o tamanha médio existe um limite físico que já chegou ao limite, para o preço o limite é a capacidade de pagamento/endividamento, bem como a aplicação do índice inflacionário do período, então a comparação que você citou tem uma restrição intrínseca que precisa ser levada em consideração.

        Abs

        0
  • Mineiro quer Bolha 4 de julho de 2012 at 13:21

    Até quando vamos engolir o Mantega?

    Inadimplência dá sinais de redução, diz Mantega
    Ministro participou de evento na Fiesp.
    Em maio, inadimplência bateu recorde, segundo dados do BC.
    Gabriela Gasparin
    Do G1, em São Paulo

    Tweet
    saiba mais

    BC prevê queda da inadimplência e ‘maior dinamismo’ do créditoTaxa média de inadimplência bate recorde histórico em maio, diz BCO ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira (4) que a inadimplência no país começa a dar sinais de redução.

    “Eu acredito que também a inadimplência, o Roberto [Setúbal, do Itaú] pode falar melhor do que eu, mas já começa a dar sinais de redução da inadimplência. É só você acelerar um pouco mais a economia, irrigar mais o crédito, você vai ver que a inadimplência cai”, afirmou Mantega.

    O ministro participou de encontro promovido pelo grupo de empresários Lide, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo.

    Setubal, que também participou do encontro, afirmou que, de fato, a inadimplência começa a dar sinais de redução.

    “A inadimplência cresceu bastante em segmentos do mercado, estamos em níveis muito elevados, e começa a mostrar sinais de redução, sim, começamos a ver”. Ele explicou que a inadimplência de 90 dias demora muito mais para cair, mas a de curto prazo, que dá a direção do cenário, começa a cair.

    Mantega disse que, nos últimos anos, houve aumento inadimplência e redução do consumo, mas nada fora dos padrões internacionais. “Temos 42% de endividamento, um dos menores do mundo”.

    Ele afirmou que não é possível deixar de lado a crise econômica mundial, que afeta o Brasil. “A estratégia de crescimento leva em conta um cenário mundial adverso. Estamos em grave crise mundial, embora a Europa tenha aliviado um pouco essa crise com decisões do final de semana, eles apenas afastaram a crise financeira. Mas os grandes grandes problemas não estão resolvidos. Continuamos com quadro de recessão na União Europeia e baixo crescimento nos Estados Unidos”.

    O ministro voltou a afirmar que a redução do spread bancário (a diferença entre o que os bancos ‘pagam’ pelo dinheiro e o que cobram para emprestá-lo) é também importante para a redução da inadimplência. “O setor bancário tem que ser anticíclico e não pró-cíclico (…). O spread no Brasil é muito alto, os bancos têm ganhar mais no volume e menos na taxa. Isso requer ousadia do governo e do setor privado”, apontou.

    Produção
    Com relação à produção industrial, que registrou, em maio deste ano sobre maio de 2011, recuo de 4,3%, o mais forte desde setembro de 2009, o ministro afirmou que medidas do governo olham para esse cenário.

    De acordo com o ministro, o setor automotivo, que manteve a produção em queda em maio, por exemplo, resgistrou alta nas vendas em junho após a redução do IPI sobre veículos, no final de maio. “O setor aumentou as vendas diárias de 12 mil veículos para 17 mil veículos, uma elevação de mais de 20%”, afirmou.

    Sobre ampliar benefícios para a desoneração de folha de pagamantos em demais setores da economia, outra medida para estimular a produção, o ministro afirmou que essas ações serão tomadas. “Nós vamos fazer isso, estamos conversando com os setores, qualquer setor que estiver interessado, deve entrar em contato conosco (…). Vamos ampliar a desoneração da folha aos setores que necessitarem”, disse.

    Recorde histórico
    Em maio, a taxa média de inadimplência bateu recorde, segundo dados do Banco Central, alcançando 6%. No caso da taxa de inadimplência somente das pessoas físicas, que mede o atraso de pagamento superior a 90 dias, o valor somou 8% em maio, contra 7,8% em abril deste ano.

    Em seu relatório de inflação, divulgado em 28 de junho, no entanto, o BC afirmou que as perspectivas apontam tendência de redução da inadimplência, o que deverá contribuir para
    o “maior dinamismo” do mercado de crédito nos próximos trimestre.

    0
    • xyz 4 de julho de 2012 at 14:17

      “É só você acelerar um pouco mais a economia, irrigar mais o crédito, você vai ver que a inadimplência cai”, afirmou Mantega.”

      Em outras palavras: ressaca se cura com cachaça.

      É inacreditável.

      0
    • Fernando II 4 de julho de 2012 at 16:11

      Crédito já corresponde a mais da metade do PIB
      (Última modificação: 28/06/2012 07:56)

      Saldo de empréstimos no cheque especial tem queda, enquanto crédito pessoal sobe. Concessões de crédito consignado cresceram 30% em maio.

      O volume de crédito alcançou, em maio, R$ 2,136 trilhões, valor correspondente a 50,1% do PIB. As taxas médias de juros atingiram 32,9% ao ano, o menor patamar da série histórica iniciada em 2000. Já a taxa de inadimplência geral (6%) é a maior da série, iniciada em 2000. Esses foram os destaques da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro. Os dados foram apresentados nesta terça-feira, 26/6, pelo chefe do Depec, Túlio Maciel, no Edifício-Sede, em Brasília.

      A nota apresenta informações sobre a evolução dos agregados monetários e sobre as operações de crédito com recursos livres e direcionados. Acesse a íntegra do documento.

      Túlio Maciel destacou a solidez do crescimento do crédito no país. “Não há risco do ponto de vista do crescimento do crédito. Ele tem sido acompanhado pelo aumento da renda da população.”

      As taxas de juros no crédito às famílias também situaram-se no menor nível da série histórica, iniciada em 1994: 38,8% ao ano. “Pelo 3º mês consecutivo, o custo do crédito caiu. Em maio, essa queda foi particularmente acentuada”, destacou Túlio Maciel. “A taxa básica de juros, que vem caindo desde agosto (de 12,5% para 8,5%), e as iniciativas das instituições financeiras de reduzir as próprias taxas têm contribuído pra isso.”

      Inadimplência

      A taxa de inadimplência no crédito, referente a atrasos superiores a 90 dias, se manteve relativamente estável – elevação de 0,1 ponto percentual -, mas é a maior da série histórica: 6%. A alta nesse indicador foi influenciada pela expansão do crédito a pessoas físicas em 2010 e, em particular, dos financiamentos de veículos, cuja inadimplência em maio atingiu 6,1%.

      Neste setor, a alta é provocada pelos financiamentos de 2010, quando tivemos um período de expansão bastante pronunciado. As safras de crédito mais recentes têm uma qualidade melhor desde meados de 2011 para essa modalidade.

      Para o chefe do Depec, o estímulo à aquisição de veículos, recentemente promovido, não compromete a qualidade do crédito. “Os bancos se tornaram mais seletivos, exigindo, por exemplo, parcelas de entrada maiores. Esperamos que até o fim do ano as taxas de inadimplência para a pessoa física comecem a arrefecer”, completou Túlio Maciel.

      A taxa de inadimplência das operações de crédito com as empresas se manteve em 4,1% em maio, o mesmo valor de abril.

      Mudança no perfil

      Em maio, o saldo de empréstimos no cheque especial caiu 2,9%. Em compensação, no crédito pessoal, subiu 1,9%, destacando-se o crédito consignado, cujas concessões em maio aumentaram 30,8%. “Os dados estão mostrando uma migração de modalidades mais caras, como o crédito rotativo, para modalidades de menor custo, como o crédito consignado”, explicou Túlio.

      voltar

      0
  • xangai 4 de julho de 2012 at 13:25

    A CRISE CHEGOU – FIA ..
    todo dia alguem falando algo mais proximo da realidade … dessa vez de frente com os “caras” :::

    4/07/2012 – 12h50
    A crise chegou: confrontando otimismo do governo, FIA vê dificuldades no consumo
    “http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/07/04/a-crise-chegou-confrontando-otimismo-do-governo-fia-ve-dificuldades-no-consumo.jhtm”

    0
  • Vinicius 4 de julho de 2012 at 13:45

    Íris Stefanelli está sendo ameaçada por corretor

    Aquela mulher que foi do bbb e agora é reporter.

    Nos últimos tempos, Íris Stefanelli não tem atendido mais ligações de números que não conhece. Há cerca de um ano, ela vem sofrendo ameaças de um corretor que tentou lhe vender o apartamento no qual ela mora atualmente.

    “Eu já conhecia o prédio e o porteiro, por isso tratei do negócio diretamente com o proprietário. O que aconteceu foi que eu fui olhar uma sala comercial no mesmo prédio com esse corretor. Acabei não fechando o negócio, mas por inocência comentei que estava interessada em um apartamento no mesmo local. Logo depois, ele quis entrar no negócio para ganhar comissão. O que eu não permiti porque não fechei nada por intermédio dele. Desde então, essa pessoa que se diz corretor vem me ameaçando”, contou a loira ao blog.

    Além de ligar constantemente para Íris, o tal corretor passa mensagens ameaçando a repórter do “TV Fama”. “Entrei na Justiça contra ele. Não sei quem te passou isso, mas se disseram que fui desonesta, é mentira. Nunca devi nem devo nada a ninguém. Não posso falar muito porque o processo corre em segredo de Justiça e não quero me prejudicar, mas tem muita gente esperta querendo tirar proveito de pessoas inocentes, que podem até parecer, mas não são bobas”, finalizou.

    http://br.tv.yahoo.com/blogs/em-off/%C3%ADris-stefanelli-est%C3%A1-sendo-amea%C3%A7ada-por-corretor-im%C3%B3veis-200119937.html

    0
  • Vinicius 4 de julho de 2012 at 13:45

    Íris Stefanelli está sendo ameaçada por corretor
    Aquela mulher que foi do bbb e agora é reporter.

    Nos últimos tempos, Íris Stefanelli não tem atendido mais ligações de números que não conhece. Há cerca de um ano, ela vem sofrendo ameaças de um corretor que tentou lhe vender o apartamento no qual ela mora atualmente.

    “Eu já conhecia o prédio e o porteiro, por isso tratei do negócio diretamente com o proprietário. O que aconteceu foi que eu fui olhar uma sala comercial no mesmo prédio com esse corretor. Acabei não fechando o negócio, mas por inocência comentei que estava interessada em um apartamento no mesmo local. Logo depois, ele quis entrar no negócio para ganhar comissão. O que eu não permiti porque não fechei nada por intermédio dele. Desde então, essa pessoa que se diz corretor vem me ameaçando”, contou a loira ao blog.

    Além de ligar constantemente para Íris, o tal corretor passa mensagens ameaçando a repórter do “TV Fama”. “Entrei na Justiça contra ele. Não sei quem te passou isso, mas se disseram que fui desonesta, é mentira. Nunca devi nem devo nada a ninguém. Não posso falar muito porque o processo corre em segredo de Justiça e não quero me prejudicar, mas tem muita gente esperta querendo tirar proveito de pessoas inocentes, que podem até parecer, mas não são bobas”, finalizou.

    h tt p ://b r.tv .yahoo.c om/blo gs/em-off/%C3%ADris-stefanelli-est%C3%A1-sendo-amea%C3%A7ada-por-corretor-im%C3%B3veis-200119937.html

    0
    • Vinicius 4 de julho de 2012 at 13:49

      Precisa comentar alguma coisa ? rs

      0
      • self 4 de julho de 2012 at 14:05

        Ela agiu bem em dispensar o corretor, e o corretor é um canalha por fazer ameaças. Não merece nem vender salgadinho na praça.

        0
        • GB 4 de julho de 2012 at 17:03

          Todos eles são assim, só querem é meter a mão no $$$$ dos outros.

          0
    • Eduardo 8 de julho de 2012 at 16:51

      Por falar em comissão de corretor, tem muita construtora cobrando a corretagem do comprador do imóvel.

      A regra é que o vendedor paga a corretagem.

      A exceção é o comprador pagar a corretagem quando ele contrata um corretor para procurar um apartamento.

      Mas na prática, quem vai de livre vontade até um stand de vendas para comprar um apartamento na planta, está sendo obrigado a pagar a corretagem, e isto é ilegal.

      Entenda porque no vídeo a seguir:

      http://www.youtube.com/watch?v=rYZOoFCvCew

      E tem esta outra reportagem também:

      http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/imobiliaria-nao-pode-cobrar-corretagem-do-comprador

      0
  • Anonymous 4 de julho de 2012 at 13:52

    Segue noticia provando novamente que o idiota e seu dinheiro não ficam juntos por muito tempo. Como alguém é capaz de acreditar que um banco sob intervenção, repleto de fraudes, vale alguma coisa?

    Ação do Cruzeiro do Sul dispara em meio a rumores
    “http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,acao-do-cruzeiro-do-sul–dispara-em-meio-a-rumores-,895409,0.htm”

    As ações do Cruzeiro do Sul, que está sob intervenção do Banco Central (BC) desde 4 de junho, dispararam ontem. Em meio a rumores de que o banco poderá ser vendido para outra instituição, os papéis preferenciais saltaram 57% na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

    0
    • CapEnt 4 de julho de 2012 at 14:44

      Quanto mais valorizar, menor a chance do banco vender.

      0
    • Andre Luiz 4 de julho de 2012 at 14:47

      Esse é o famoso “pega sardinha”.

      0
    • hannamanana 4 de julho de 2012 at 16:59

      Adoro rumores…

      0
  • hannamanana 4 de julho de 2012 at 13:57

    Inadimplência no cartão de crédito é a maior em 12 anos
    http ://monitormercantil .com.br/2012/index.php?pagina=Noticias&Noticia=115380&Categoria=CONJUNTURA

    0
  • Evandro 4 de julho de 2012 at 15:03

    O Blog foi feito em outubro de 2010.
    Daqui a pouco completa 2 anos, de lá pra cá os preços continuaram subindo.
    (Alguem tem os dados acumulados dos ultimos 2 anos?) Mas digamos que foi pelo menos uns 30-40%. Então se acontecer uma queda abrupta de uns 35% (o que é muitissimo dificíl acontecer) ainda assim podemos concluir que os indicios iniciais que deram origem ao blog eram falsos?

    É de se pensar…

    0
    • Luiz 4 de julho de 2012 at 15:09

      pra quem comprou na planta e esta a ver navios a queda do valor foi de 100%

      0
      • Luiz 4 de julho de 2012 at 15:15

        em Salvador entre out10 e mai12 os imoveis valorizaram 13%
        a Inflação no mesmo periodo foi de 12%

        Sensacionais 1% de valorização segundo o flipezap que faz de tudo pra inflar a bolha

        0
    • Felipe 4 de julho de 2012 at 16:11

      Se a valorização e a queda foram idênticos aos valores que vc escreveu, vai ter valido a pena sim.
      Sem contar inflação, que nesses dois anos, pra mim, deve ter sido uns 15, 16%

      2010 bolhudo- R$ 100.000
      2012 bolhudíssimo- R$ 140.000

      Após dificílima queda abrupta de 35% = 91.000
      Após difícil queda de 30% = 98.000
      Após não tão difícil queda de 20% = 112.000

      0
  • Sérgio 4 de julho de 2012 at 15:13

    Se existe alguém, ainda, que acredita que nossa bolha foi obra do acaso:
    h t t p : / / w w w.bcb.gov.br/?CONFINTCREDITOIMOB
    “”
    Conferência Internacional de Crédito Imobiliário

    Objetivo:
    O Banco Central do Brasil realizou, de 7 a 9 de novembro de 2007, na cidade de Salvador, Bahia, a Conferência Internacional de Crédito Imobiliário. O evento, promovido pela Diretoria de Normas e Organização do Sistema Financeiro (Dinor), teve o propósito de discutir o comportamento recente e as oportunidades surgidas no mercado de crédito imobiliário e da construção civil, analisando experiências bem sucedidas em âmbito nacional e internacional, bem como permitir que idéias e conhecimentos fossem compartilhados entre profissionais do Poder Executivo, Poder Judiciário, Poder Legislativo, instituições financeiras, empresas de construção civil e profissionais de áreas afins.

    O evento contou com apresentações de especialistas de organismos internacionais e profissionais ligados ao setor de crédito imobiliário e da construção civil, todos com extensa experiência nas respectivas áreas de atuação.
    Apresentações:
    As apresentações versaram sobre temas relacionados às experiências nacionais e internacionais no mercado de crédito imobiliário, enfatizando questões e problemas enfrentados, bem como políticas habitacionais bem sucedidas em outros países que poderiam ser adaptadas à realidade brasileira.
    Programação do Evento:
    Programação do evento (pdf – 62 KB).
    Período:
    De 7 a 9 de novembro de 2007.
    Local:
    Fiesta Bahia Hotel – Av. Antonio Carlos Magalhães, 711, Salvador – BA.
    Participação:
    O evento contou com a participação de mais de 300 convidados, entre profissionais ligados a instituições financeiras do setor de crédito imobiliário, entidades relacionadas à construção civil, consultores, representantes do governo, advogados, representantes do judiciário e servidores de diversas áreas do Banco Central.
    Trabalhos e palestras apresentados no evento:
    Estes trabalhos não refletem necessariamente a opinião e posição do Banco Central do Brasil, mas tão-somente a de seus autores.
    Painel 1

    A experiência internacional: Crédito Imobiliário nos Estados Unidos da América

    Sr. Andreas Lehnert, Federal Reserve Board (EUA) (PDF – 149 Kb)
    Painel 2

    A experiência internacional: Crédito Imobiliário na Espanha

    Sr. Santos Gonzalez, Banco Santander (Espanha) (PDF – 289 Kb)
    Painel 3

    A experiência internacional: O sistema de registro de imóveis na Espanha

    Sr. Fernando De La Puente Alfaro, Colegio de Registradores de La Propriedad de España (PDF – 3,98Kb)

    Sr. Gonzalo Aguilera, Colegio de Registradores de La Propriedad de España (PDF – 2,40 Mb)
    Painel 4

    A experiência internacional: “Covered Bonds”

    Sr. Hans-Joachim (Achim) Duebel, Consultor Independente e Fundador da Finpolconsult (PDF – 710Kb)
    Painel 5

    A experiência internacional: Crédito Imobiliário no México

    Sr. Jorge Galindo Flores, Sociedade Hipotecária Federal (México) (PDF – 1,85 Mb)
    Painel 6

    Outras experiências latino-americanas: Crédito Imobiliário no Chile, Colômbia, Peru, Argentina e América Central

    Sra. Daniela Carrera-Marquis, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) (PDF – 6,35 Mb)
    Painel 7

    Tendências do crédito imobiliário em países emergentes – Algumas sugestões para o caso brasileiro

    Sr. Loic Chiquier, Banco Mundial (BIRD) (PDF – 89,5Kb)
    Painel 8A

    Cenário atual e desafios vis-à-vis a experiência internacional

    Sr. Carlos C. Vianna, Accenture do Brasil Ltda (PDF – 254Kb)

    Sr. Fernando Garcia e Sra. Ana Maria Castelo, FGV Projetos SP (PDF – 658Kb)

    Sr. Osvaldo Iorio, Associação Brasileira das Entidades de Crédito Habitacional (ABECH) (PDF – 51,7Kb)
    Painel 8B

    Política governamental e propostas para combate do déficit habitacional

    Sra. Vera Lucia Martins Vianna, Caixa Econômica Federal (PDF – 1,86 Mb)

    Sra. Júnia Santa Rosa, Ministério das Cidades (PDF – 656Kb)

    Sr. Bernard Appy, Ministério da Fazenda (PDF – 129Kb)
    Painel 9A

    Desafios do crédito imobiliário no Brasil: fatores importantes para aceleração dos investimentos

    Sr. Sergio Ricardo Silva Rosa, Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – PREVI (PDF – 534Kb)

    Sr. Fábio de Araújo Nogueira, Brazilian Mortgages Companhia Hipotecária (PDF – 540Kb)
    Painel 9B

    Desafios do crédito imobiliário no Brasil: propostas para redução dos entraves burocráticos à dinamização dos investimentos

    Sr. Ricardo Yazbek, FIABCI/Brasil (PDF – 863Kb)

    Sr. Helvécio Duia Castello, Instituto de Registro Imobiliário do Brasil – IRIB (PDF – 1,246 Mb)
    Painel 10

    Desafios do crédito imobiliário no Brasil: aspectos macroeconômicos e visão das instituições financeiras e dos empreendedores imobiliários

    Sr. Paulo Safady Simão, Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC (PDF – 839Kb)

    Sr. Décio Tenerello, Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança – ABECIP (PDF – 570Kb)

    Sr. Gustavo Jorge Laboissière Loyola, Tendências Consultoria Integrada (PDF – 99Kb)
    Painel de encerramento – Novos Produtos e Perspectivas

    Apontamentos sobre o Sistema de Registro de Imóveis no Brasil

    Sr. Fábio de Araújo Nogueira, Brazilian Mortgages Companhia Hipotecária – “BM Sua Casa” (PDF – 5,473Kb)

    Sra. Mara Lúcia Sotério Di Oliveira, Caixa Econômica Federal – “Feirão da Casa Própria” (PDF – 546Kb)

    Sr. Antonio Paulo Barbosa, Banco Real ABN AMRO – “Sustentabilidade na Construção Civil” (PDF – 1,745Kb)
    Material suplementar

    Sr. Flauzilino Araujo dos Santos, ARISP – Apontamentos sobre o Sistema de Registro de Imóveis no Brasil” (PDF – 293Kb)

    0
    • Sérgio 4 de julho de 2012 at 15:15

      Ta na cara que adotamos a “teoria spanisteza”. Com a diferença de o povo daqui ser mais burro e mais pobre, só isso. Aliás, e de estarmos na America do Sul e não na Europa.

      0
    • amadeos de sampa 4 de julho de 2012 at 15:54

      INCEPTION
      Sera que o Sergio acabou de descobriu a verdadeira ORIGEM da nossa bolha?

      CONTAGION
      Sera que esse encontro foi o coco do morcego no chiqueiro? (cena final do filme explicando onde se criou o virus do filme)

      0
    • amadeos de sampa 4 de julho de 2012 at 16:10

      É sempre revelador olhar pra tras eh descbrir o quao errados estavam:

      No material de apresentacao do Santandar, PAINEL 2 , temos:

      SIEMPRE SOPORTADO EN LAS MISMAS PALANCAS (PILARES)
      ✹ Marco jurídico eficaz
      ✹ Desarrollo económico sostenido
      ✹ Fortaleza del sistema financiero
      ✹ Empresariado solvente

      O Brasil segue os mesmos passos dos amigos Espanhois.
      Mantega e Dilma, meus parabens, voces conseguiram afundar de vez a Banania.

      0
      • amadeos de sampa 4 de julho de 2012 at 16:11

        olhar pra traZ !! rZrZrZ

        0
  • Rodrigo 4 de julho de 2012 at 15:35

    Olha só o email que recebi de um corretor… Achei que mesmo com os descontos ainda estão bolhudos… O que acham?

    CENTRO
    BELA CINTRA
    51
    572.400,00
    23%
    R$ 440.748,00
    fev/13
    A 190 metros do Shopping Frei Caneca

    ZONA LESTE
    VILA CARRÃO
    VILLAGIO NOVA CARRÃO (OPEN)
    51
    245.100,00
    10%
    R$ 220.590,00
    abr/14
    A 6 minutos do Shopping Aricanduva – 1.2km

    BELÉM
    WINDOW BELÉM (OPEN)
    52
    272.000,00
    8%
    R$ 250.240,00
    fev/14
    Pela marginal Tietê, uma rua antes da churrascaria Boi Preto

    VILA EMA
    MORATTA (OPEN)
    64
    299.800,00
    8%
    R$ 275.816,00
    ago/13
    Apenas 800 metros da futura estação Oratório do metrô

    TATUAPÉ
    RED TATUAPÉ
    34
    330.300,00
    13%
    R$ 287.361,00
    out/14
    A 3 km do metrô Tatuapé

    VILA PRUDENTE
    VIVAZ (OPEN)
    64
    358.600,00
    9%
    R$ 326.326,00
    abr/14
    Apenas 350 metros da padaria Cepam, a 2 Km do metrô Vila Prudente

    ANALIA FRANCO
    CONCEPT
    50
    463.800,00
    21%
    R$ 366.402,00
    jun/14
    5 minutos do Shopping Anália Franco – 1.7Km

    ANALIA FRANCO
    MAGNIFIQUE
    392
    3.511.900,00
    33%
    R$ 2.352.973,00
    PRONTO
    3 minutos do Shopping Anália Franco – 1.2Km

    ZONA NORTE
    VILA GUILHERME
    MOSAICO VILA GUILHERME (OPEN)
    52
    280.500,00
    8%
    R$ 258.060,00
    jun/14
    A 550 metros do Carrefour Vila Guilherme

    VILA GUILHERME
    SHOP CLUB VILA GUILHERME (OPEN)
    63
    387.100,00
    23%
    R$ 298.067,00
    PRONTO
    A 1 quadra do Shopping Center Norte e Lar Center

    FREGUESIA DO Ó
    PASSIONE FREGUESIA (OPEN)
    65
    390.100,00
    23%
    R$ 300.377,00
    set/12
    1 Km do Largo Nossa Senhora do Ó

    FREGUESIA DO Ó
    PASSIONE DUE (OPEN)
    70
    408.500,00
    23%
    R$ 314.545,00
    mai/13
    Terreno atrás do Passione , onde era a academia Activa

    SANTANA
    ATUAL
    319
    2.696.500,00
    38%
    R$ 1.671.830,00
    PRONTO
    Cobertura coom piscina – 3 km do Horto Florestal, 8 minutos

    ZONA OESTE
    BUTANTÃ
    NOVITÁ FIORE (OPEN)
    64
    288.600,00
    15%
    R$ 245.310,00
    PRONTO
    Entrada pela rua Vicente de Sabóia

    BUTANTÃ
    NOVITÁ ACQUA (OPEN)
    65
    293.500,00
    15%
    R$ 249.475,00
    PRONTO
    A 4,7 km do shopping Butantã e a 5 km do Instituto Butantã

    BUTANTÃ
    FEEL CIDADE UNIVERSITÁRIA (OPEN)
    64
    316.600,00
    10%
    R$ 284.940,00
    abr/14
    A 4,5 km da USP

    POMPÉIA
    PATEO VILA POMPÉIA
    41
    383.700,00
    13%
    R$ 333.819,00
    abr/14
    Em frente ao Art, 2 minutos da Av Pompéia

    LAPA
    PRAÇAS DA LAPA
    66
    476.200,00
    13%
    R$ 414.294,00
    abr/14
    5 minutos da Ponte do Piqueri

    POMPÉIA
    ART POMPÉIA
    62
    520.000,00
    13%
    R$ 452.400,00
    jan/14
    2 minutos da Av Pompéia

    LAPA
    LEVEL
    60
    520.000,00
    19%
    R$ 421.200,00
    set/13
    8 minutos da Praça Panamericana

    VILA NOVA LEOPOLDINA
    TRIBECA
    76
    543.000,00
    16%
    R$ 456.120,00
    jan/13
    Próximo ao Ceagesp

    VILA MADALENA
    CENÁRIO DA VILA
    64
    717.600,00
    11%
    R$ 638.664,00
    ago/14
    600 metros da estação Vila Madalena do metrô (linha verde)
    BUTANTÃ
    CLUB PARK BUTANTÃ
    274
    1.336.500,00
    23%
    R$ 1.029.105,00
    PRONTO
    Cobertura – Em frente ao Makro na Raposo Tavares

    ZONA ZUL
    JARDIM PRUDÊNCIA
    VITALIS (OPEN)
    64
    372.700,00
    6%
    R$ 350.338,00
    jun/14
    Bairro vizinho a Vila Mascote, Chácara Klabin e Jardim Marajoara

    BROOKLIN
    NY SP
    35
    372.800,00
    9,5%
    R$ 337.384,00
    jan/15

    BROOKLIN
    CAMPO BELO
    CUBE
    183
    1.652.300,00
    18%
    R$ 1.354.886,00
    jan/14
    COBERTURA

    CHÁCARA KLABIN
    TRUE
    65
    669.000,00
    14%
    R$ 575.340,00
    dez/13
    Entre as estações Chácara Klabin e Vila Mariana do metrô

    BROOKLIN
    NEW AGE
    67
    648.800,00
    14%
    R$ 557.968,00
    dez/14

    BROOKLIN
    CAMPO BELO
    CODE CAMPO BELO
    105
    750.400,00
    18%
    R$ 615.328,00
    jan/13

    CAMPO BELO
    BROOKLIN
    ARIZONA 701
    92
    880.100,00
    11%
    R$ 783.289,00
    mar/14

    BROOKLIN
    GRANJA JULIETA
    THE GIFT
    209
    1.392.700
    28%
    R$ 1.002.774
    PRONTO
    Rua Luís Correia de Melo, 148

    ALTO DA BOA VISTA
    VIVRE
    135
    889.400,00
    23%
    R$ 684.838,00
    PRONTO
    A 2 quadras da Av Adolfo Pinheiro

    CHÁCARA INGLESA
    PANORAMA
    136
    973.600,00
    13%
    R$ 847.032,00
    mar/14
    Próximo à Av Ricardo Jafet

    CAMPO BELO
    DSGN CAMPO BELO
    210
    1.849.500,00
    13%
    R$ 1.609.065,00
    jan/14

    CAMPO BELO
    CAMPO BELO
    ALTTO CAMPO BELO
    485
    5.202.400,00
    11,6%
    R$ 4.596.840,64
    out/15

    CAMPO BELO
    ABC
    SANTO ANDRÉ
    PARK CLUB BAIRRO JARDIM (OPEN)
    64
    313.300,00
    23%
    R$ 241.241,00
    fev/13
    Apenas 1,3 km do Parque Celso Daniel

    SANTO ANDRÉ
    PRAÇA JARDIM
    92
    470.000,00
    20%
    R$ 376.000,00
    dez/12
    A 6 minutos do Shopping ABC

    SÃO BERNARDO DO CAMPO
    VIDA VIVA SBC
    195
    709.730,00
    23%
    R$ 546.492,10
    PRONTO
    cOBERTURA1,4 km do Shopping Metrópole

    COMERCIAIS
    VILA LEOPOLDINA
    SOHOFFICE
    40
    351.900,00
    8%
    R$ 323.748,00
    jan/13
    Av. Dr. Gastão Vidigal, 1132 – Próximo ao Ceagesp
    POMPÉIA
    VITRINE
    35
    462.100,00
    8%
    R$ 425.132,00
    mar/14
    A 1km do Shopping Bourbon – Av Pompéia x Ministro Ferreira Alves, 634
    MOEMA
    SPOT OFFICE MOEMA
    42
    589.900,00
    9%
    R$ 536.809,00
    jun/14
    Av Moaci, 505 – Esquina com Alameda dos Nhambiquaras
    MOEMA
    ARQ MOEMA
    41
    590.800,00
    11%
    R$ 525.812,00
    jun/14
    Rua Rouxinol, 60 – Esquina com Av Santo Amaro
    JARDINS
    OSCAR OFFICE
    45
    779.300,00
    23%
    R$ 600.061,00
    PRONTO
    Rua Oscar Freire, 2.250 – A 250 metros do metrô Clínicas
    CERQUEIRA CESAR
    ALAMEDA SANTOS CORPORATE
    91
    1.989.900,00
    13%
    R$ 1.731.213,00
    out/14
    A Av Paulista e a Al Santos concentram algumas das mais importantes empresas do Brasil

    0
    • Pablo 4 de julho de 2012 at 15:51

      Gostei deste, ta valorizado pq é perto de uma Padaria!, e esta “do lado” do metro!!!!!

      VILA PRUDENTE
      VIVAZ (OPEN)
      64
      358.600,00
      9%
      R$ 326.326,00
      abr/14
      Apenas 350 metros da padaria Cepam, a 2 Km do metrô Vila Prudente

      0