Crise e excesso de oferta deixam prédios comerciais vazios em SP e no Rio – G1

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Comments
  • Cesar_DF 2 de abril de 2017 at 11:51

    Um aumento de 800% na vacância de imóveis comerciais no Hell de Janeiro é SOFT
    Mas para o Fernando, estes imóveis vão continuar valorizando
    Para o Thiago FM não importa a vacância, pois isto não impacta nos laudos de avaliação
    kkkkkkkk

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  • Cesar_DF 2 de abril de 2017 at 12:04

    Gente, olha que coisa doida
    Leilão da CEF com valor da 1a praça usando laudo de avaliação e o de 2a praça com o valor da dívida bancária.

    Casa com área construída de 233,77 m2, em terreno de 300 m2 localizado no lote 24 da Quadra Sul 16 do Setor C (QSC-16), Taguatinga/DF. Matrícula 103952 do 3º Ofício do Registro Imobiliário do Distrito Federal. Grupo 446 Cota 236. Valor mínimo no 1º Leilão R$ 520.000,00 (quinhentos e vinte mil reais); Valor mínimo no 2º Leilão R$ 613.593,96 (seiscentos e treze mil, quinhentos e noventa e três reais e noventa e seis centavos). Imóvel ocupado. Fica o devedor desde logo intimado através deste edital, caso não seja localizado.

    https://multleiloes.vlance.com.br/leilao/index/leilao_id/372/lote_id/33623/lote_nu/53

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  • job 2 de abril de 2017 at 12:11

    Respondendo à mensagem do Fernando que ficou no tópico passado:

    Fernando

    Talvez essa generalização é o que causa toda essa discussão sem sentido.
    Eu concordo com você: cada caso é um caso.
    Senão, as coisas se resolveriam com algoritmos.

    0

    Discordo 100% de vc Fernando, não acho que seja uma discussão inútil sem sentido. Por causa desse blog eu não entrei em um segundo financiamento que provavelmente iria me arruinar financeiramente. Por causa das idéias expostas aqui pelo pessoal hoje eu tenho saúde financeira e liberdade. Essa é a idéia do blog, ajudar a educar as pessoas nesse sentido, mostrar que existem opções além de comprar imóveis. Não existe uma fórmula mágica, ou comprar ou alugar, como os xiitas de um lado defendem e vc e outros contestam, deve-se analisar caso a caso, e essa é a mensagem que eu captei desde que comecei a frequentar o BIB.
    Na maioria dos casos que eu acompanho no dia-dia, as pessoas ou praticam suicídio financeiro comprando imóveis, independente se pagaram um valor justo ou anormal, ou gastam todo seu patrimônio adquirindo imóveis pra alugar/investir, achando que estão arrasando, e depois nos churrascos ostentam que tem um patrimônio milhonário. Nada poderia estar mais longe da verdade.
    Esse blog é definitivamente uma fonte de conhecimento muito boa, que pode mudar de fato a vida de muitas pessoas, como mudou a minha.

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    • Cesar_DF 2 de abril de 2017 at 12:16

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    • Lord of All 2 de abril de 2017 at 12:45

      É exatamente isso. Concordo plenamente.

      O que conta para a evolução é a flexibilização. Muita gente, ainda hoje, tem aquele pensamento retrógrado dos anos 80 e 90, quando existia a inflação e a hiperinflação, e a principal estratégia para a proteção do patrimônio era sair comprando as coisas, principalmente imóveis e veículos. Acontece que esse período passou, é necessário acompanhar a dinâmica da economia, não ficar num pensamento estanque.
      Hoje não é mais como aquela época, mas a grande massa não consegue entender isso, i. e., não consegue evoluir. Ficam se debatendo, tentando convencer os outros e a si próprio de que o que aconteceu no passado ainda é bom para hoje. Mas não, não é ! Confesso que com a volta da inflação mais contundente no período Dilma, fiquei com a sensação de que as coisas regrediriam aos anos 80 e 90, mas não aconteceu.
      É preciso se adaptar, flexibilizar-se na forma de conduzir seu patrimônio pessoal, e levar em considerações todas as características da economia de hoje em dia, e com a visão para o futuro, e não ficar ancorado nas premissas do passado, que hj não têm mais sentido.

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    • Brazil mode OFF 3 de abril de 2017 at 09:03

      Não sei de vcs, mas eu sou outra pessoa (financeiramente falando) depois que passei a frequentar esse blog.

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  • Master Yi 2 de abril de 2017 at 12:15

    Questionamento ao pessoal que defende a compra do imóvel para morar ou investir: vocês estão levando em consideração a depreciação do imóvel ao longo dos anos?
    Não faço o questionamento no sentido de zombar ninguém ou mesmo de polemizar a discussão, mas porque realmente quero entender porque se considera que o preço do imóvel acompanha a inflação. Eu pretendo comprar um imóvel em algum momento da minha vida, mas, sinceramente, sempre considerei um imóvel um bem de consumo como qualquer outro (carro, moto, celular etc), ou seja, uma passivo.
    Não consigo entender como um imóvel, em um cenário saudável, conseguiria acompanhar a inflação, uma vez que o bem sofre com a depreciação.

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    • Cesar_DF 2 de abril de 2017 at 12:20

      Master Yi
      Se um proprietário aluga um imóvel com uma rentabilidade bruta de 0,30% am, na hora de abater a taxa de administração, IR e vacância, já cairia para uma rentabilidade liquida de 0,10% am.
      Se abater uma depreciação de 2% AA, então a rentabilidade cairia para 0,07% am NEGATIVA.
      Eu fiz esta conta no apartamento onde moro, considerando a depreciação, hoje o propriotário paga para eu morar aqui kkkkk

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    • job 2 de abril de 2017 at 12:41

      Master Yi,
      te garanto que 99% dos “investidores” não levam em conta a depreciação, tanto que os proprietários de imóveis pra locação dificultam ao máximo qualquer melhoria/conserto que precisam fazer nos seus imóveis, não querem gastar um centavo. Aconteceu isso comigo agora no meu imóvel (fazia mais de 10 anos que o dono não gastava 1 real pra consertar nada), e já ouvi diversos casos no mesmo prédio onde moro (proprietários diferentes). Nunca ouvi sequer uma vez um investidor imobiliário falar em depreciação, só em lucro.

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      • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 14:43

        Coeficiente de Vestutez (idade do imóvel )

        Um dos indicadores que contribui para esse valor é a idade do imóvel, o denominado coeficiente de vetustez. “Como os imóveis envelhecem todos os anos, o coeficiente deveria baixar, diminuindo assim o valor do imposto a pagar”. deve desvalorizar.
        O proprietário deve pedir a avaliação para o IMI a cada 3 anos (senão acaba pagando mais) e muitos perderam a isenção do IMI.
        Agora inventaram uma taxa de “exposição solar” p cobrar mais imi.
        imovel de 80 anos=0,35
        6o anos = 0,55
        imovel de 40 anos = 0,75
        imovel de 20 anos =0,85
        de 10 anos =0,95

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        • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 14:45

          isso é para portugal. mas podemos desvalorizar aqui pelos coeficientes.

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    • Zé Carioca 2 de abril de 2017 at 16:55

      Diz-se que um imóvel num cenário saudável acompanha a inflação porque esse é o comportamento do preço em uma analise histórica de valores. Você pode argumentar que no Brasil não temos um índice de preços para fazer tal afirmação, mas mesmo nos EUA onde existem tais dados, os imóveis no longo prazo renderam o equivalente a inflação.

      Você está confundindo duas questões, obviamente um imóvel desvaloriza com o passar do tempo, se não for feita nenhuma manutenção numa casa, chega uma hora que o valor da construção é literalmente zero, ou seja, a casa vale só o preço do terreno. Mas quando se fala que um imóvel sobe a inflação, não se afirma um imóvel em particular e sim um imóvel na condição equivalente, por exemplo um imóvel de dez anos de idade há vinte anos atrás deveria valer o mesmo que um imóvel de dez anos de idade hoje (o mesmo com o reajuste da inflação).

      É a mesma coisa que você dizer que o SP500 ao longo dos anos te garante um rendimento de 7% ao ano. Não quer dizer que se você comprar ações hoje daqui a cinco anos você terá ganha 7% ao ano, e sim que historicamente ocorreu isso. Você pode comprar hoje no vale e ganhar muito mais que 7% ao ano, ou comprar no pico e perder dinheiro. O mesmo vale para imóveis, pra mim quem compra hoje vai perder dinheiro no longo prazo, pois acho que os preços estão muito descolados da renda, mas não tenho bola de cristal.

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      • Master Yi 2 de abril de 2017 at 18:26

        Zé Carioca,

        O seu raciocínio é igual ao meu. Observe, não discordo que historicamente os imóveis acompanharam a inflação, mas os imóveis novos, exatamente como você coloca no trecho: “Mas quando se fala que um imóvel sobe a inflação, não se afirma um imóvel em particular e sim um imóvel na condição equivalente, por exemplo um imóvel de dez anos de idade há vinte anos atrás deveria valer o mesmo que um imóvel de dez anos de idade hoje (o mesmo com o reajuste da inflação).”

        Talvez um exemplo ilustre melhor a situação. Vamos supor que hoje eu compre um apartamento novo por R$ 600k. Após 30 anos de uso, obviamente não conseguirei vendê-lo pelos mesmos R$ 600k, isso porque este será o preço de um apartamento novo, com a mesma estrutura, mesma planta e localização equivalente. No exemplo, estou desconsiderando totalmente a inflação. Seguindo com o caso hipotético, o preço de mercado do apartamento seria, após 30 anos, de R$ 400k. Estes R$ 200k seria a suposta depreciação. O ponto eu questiono é exatamente este: esta depreciação não é computada no preço dos imóveis? Novamente friso, estou considerando um único imóvel, e não um conjunto de imóveis novos.

        Quando eu fiz o questionamento, estava considerando um apartamento, mas você fez uma observação importante, colocou uma casa como exemplo. Casas, com a devida manutenção, como você mesmo colocou, tendem a depreciar menos, porém, isso também tem um custo, que seria o próprio custo da manutenção. Acredito que isso ocorra porque, historicamente, o terreno não sofre depreciação, somente a construção, como em um edifício um conjunto de apartamentos dividem o mesmo terreno, a depreciação seja mais evidente.

        A propósito, quais as duas questões que eu estou confundindo?

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        • Cesar_DF 2 de abril de 2017 at 19:15

          Na minha opinião, historicamente a desvalorização dos imóveis foi pequena no Brasil, devido ao bônus populacional, uma crescente quantidade de pessoas morando no mesmo local, pressionam a valorização do terreno, porém, com o fim do bônus demográfico, a tendência é do imóvel passar a se depreciar de forma semelhante a qualquer outro bem durável.
          É só olhar para o Japão.

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          • Master Yi 2 de abril de 2017 at 21:01

            Cesar_DF,

            Concordo. Os terrenos não eram depreciados justamente porque se tinha um crescimento demográfico. E a regra era a concentração nos grandes centros. A tendência agora é a diminuição da base da pirâmide. Aliado a isso estamos avançando nos modelos de transporte (energia alternativa, carros autônomos, uber etc) e trabalho (trabalho remoto), o que, acredito eu, irá diminuir a necessidade de concentração nas grandes cidades. Mas enfim, isso só o tempo dirá!

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            • CA 3 de abril de 2017 at 05:17

              Master Yi,

              Uma das anomalias de nossa bolha imobiliária foi ter feito com que um imóvel, qualquer que fosse sua idade, tivesse subido 300% de preço ou mais ao longo de 10 anos.

              Aquele imóvel que você pega com 10 anos de uso, depois dos 10 últimos anos, ou seja, quando ele estava já com 20 anos de uso, subiu de preço 300%, mesmo tendo ficado mais velho, mesmo que no seu condomínio não conte com algums recursos existentes em condomínios mais novos, mesmo que se fosse uma casa a mesma não tenha tido a manutenção adequada e por aí vai. Ele acabou subindo quase o mesmo do que imóvel novo.

              A aberração acima pôde ocorrer porque, como sabemos, a mega-especulação foi estimulada pelas vendas FALSAS na planta, mais FINGE ZAP mais créditos podres concedidos pela CEF, mais MCMV, mais estprinjas de copa do mundo, olimpiadas e melhorias viárias e este conjunto afetou a todos os imoveis, desde novos até usados, porque as pessoas iam comparando seus imóveis uns com os outros, sempre achando que os seus eramelhptes e que se um MCMV valia aquilo o dele valia mais se o outro que era menor tinha dibifo, o dele ia subir tem, se aquele que ficava próximo de um novo estádio tinha disparado de preço, mas o bairro não era tudo isto, no bairro dele ia valer mais e por aí vai, já do lado do comprador acompanhou por um tempo graças ao crédito podre e ao prazo.estendido quando dos usados e está combinação mais as vendas FALSAS na planta quando dos novos. Tudo isto ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL, como vemos agora, o que fará com que os preços de um usado em específico caiam ao longo do tempo, vonforme ele envelhece e caiam mais que a média porque no caso deles a distorção foi maior ainda…

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    • to bolhado 2 de abril de 2017 at 20:40

      Master, não me considero um dos que defendem, mas expliquei num outro tópico o racional de considerar pq imóvel acompanha inflação em condições normais (não no cenário atual). Não sei se você viu

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      • Master Yi 2 de abril de 2017 at 20:55

        to bolhado,

        vi sim sua resposta, mas pelo que você escreveu, seu entendimento é igual ao meu e ao do Zé. Você considera que os imóveis novos acompanham a inflação. Novamente, a depreciação só ocorre se você pegar um único imóvel isolado.
        Acredito que estamos falando a mesma coisa, apenas de maneira diferente.
        Minha dúvida foi direcionada justamente para quem pensa diferente. Ou seja, acredita que o preço do imóvel irá acompanhar a inflação, independente da depreciação.

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        • to bolhado 3 de abril de 2017 at 07:08

          Nesse sentido, eu concordo com vocês, mas com uma pequena diferença: o conjunto de imóveis de um lugar ao longo do tempo não acompanha inflação, mas pib per capita, que é maior. Ou seja, considerar que a tendência de longo prazo é acompanhar inflação é uma forma simplificada de embutir a depreciação na conta.

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  • Cesar_DF 2 de abril de 2017 at 12:31

    Referente o tópico
    No caso do Hell de Janeiro, a não ser que exploda uma guerra no oriente médio, não vejo perspectivas do barril de petróleo subir acima de US$ 100, ainda mais que, quando ele chegou a US$ 150, ocorreu uma onda de investimentos em energia solar e eólica na Europa.
    Com isso, estes imóveis comerciais NUNCA serão ocupados.
    Para construir eles, a maioria das grandes construtoras recorreu a empréstimos do BNDES.
    Estes empréstimos tinham uma carência para começar a serem pagos.
    Se contraíram estes empréstimos em 2013-2014, devem ter que começar a paga-los agora.
    Se não conseguirem começar a pagar as parcelas, o caixa destas construtoras será todo dilapidado.
    E dai, no momento de fazer obras que realmente interessariam o Brasil, como as de melhoria de infra-estrutura, não terão dinheiro.
    Resta então, os investidores estrangeiros, que estão esperando saber quem será eleito para presidente no final de 2018.
    Se for a Marina Silva, restarão poucas saídas para o Brasil: Cumbica, Viracopos e Galeão

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    • Cesar_DF 2 de abril de 2017 at 12:43

      A penetração da eólica no consumo é uma realidade que é distinta de país para país e pode variar, por exemplo, em função da legislação (que dá prioridade a esta fonte, como acontece em Portugal), da dimensão do parque existente e da existência de recurso (vento). Assim, os dados da Wind Energy colocam Portugal à frente neste ranking de 2016, tendo a energia eólica assegurado 64% do consumo (81 GWh). Seguem-se a Espanha, com 50% do consumo, e a Dinamarca, com 33%. Na Alemanha, que ocupa a sétima posição em dez, só 11% do consumo eléctrico foi assegurado pelo vento.

      As novas tecnologias, aliadas aos incentivos e à competitividade têm reduzido drasticamente os custos da produção energética renovável. As negociações para novos projetos em energia na Europa demonstram que as opções sustentáveis estão cada vez mais competitivas e atraentes aos governos e investidores. A energia eólica offshore, por exemplo, já é negociada por até 40% menos do que a nuclear.

      A Dinamarca negocia a energia eólica offshore pelo melhor preço da Europa. Recentemente a DONG Energy, maior empresa de energia eólica offshore do mundo, ganhou uma licitação para construir dois parques eólicos a 22 quilômetros da costa holandesa. A estimativa é de que, quando estiver em pleno funcionamento, a eletricidade gerada na estrutura será comercializada a 72,70 euro/MWh e a 87 euros/MWh já com os custos de transmissão inclusos.
      Enquanto isso, o Reino Unido tenta negociar com a França a construção de uma usina nuclear que deve comercializar a energia a 122 euros/MWh, aproximadamente 40% a mais do que o valor oferecido pela Dinamarca na energia limpa.

      Enquanto isso, no Brasil, o MWh está sendo comercializado por R$ 422, e considenrando o EURO a R$ 3,34 a Dinamarca está fonecendo por R$ 290, já com o custo de transmissão embutido.
      https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2017/03/24/disparada-no-preco-spot-da-energia-ja-inviabiliza-migracao-para-mercado-livre.htm

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      • Carlos 2 de abril de 2017 at 16:49

        Não se esqueça que os EUA tem muito petróleo em reservas, fora o Canadá com o petróleo das suas areias, muita coisa evoluiu desde a última crise do petróleo e pode acontecer do Canadá ou outro país simplesmente ter custo menor do que o dos árabes.
        Eu acredito que este recrudecimento do terrorismo em grande parte financiado pelos sauditas tenha a ver com esta possibilidade deles perderem seu poder devido ao ocidente se tornar independente em energia.
        Fora obviamente que os EUA devem estar de olho na Venezuela, Maduro está praticamente caindo de podre e eu não acredito que possam se tornar uma Coréia do Norte da América do Sul. Uma hora aquilo vai explodir de vez e todo aquele petróleo vai estar lá esperando para ser retirado, e não pelos nativos idiotas que votaram no socialismo evidentemente.

        Alberta’s oil sands has the third largest oil reserves in the world, after Venezuela and Saudi Arabia.
        As of 2014, Alberta’s oil sands proven reserves were 166 billion Barrels (bbl).
        Total oil sands production (mined and in situ) reached about 2.3 million barrels per day (bbl/d) in 2014. Source: Alberta Energy Regulator (AER) ST 98external link icon , ST39Excel icon external link icon and ST53external link icon reports.

        http://www.energy.alberta.ca/OilSands/791.asp

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  • From_The_Tower 2 de abril de 2017 at 13:29

    Olha o prejuízo aí gente !!!
    Comportamento de manada feelings

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  • CA 2 de abril de 2017 at 13:59

    Sobre o tópico, mantendo a cara-de-pau de sempre eles falam que pela falta de lançamentos poderá gerar uma bolha imobiliária a partir de 2020, pois faltará oferta para tanta procura.

    Como sempre, não dizem de onde virá a procura. O próprio tópico já deixou claro que estão com alugueis NEGATIVOS, ou seja, mais cancelamentos do que novos negócios. Sem contar que muitas empresas estão trocando de imóvel alugado por outro menor, sobram cada vez mais metros quadrados VAZIOS.

    Outro ponto é que ainda temos uma tendência muito forte para aumento na distorção entre oferta e procura:

    1) Mencionam a Petrobras ter devolvido 2 prédios, mas não citam o enorme volume de devoluções de prédios públicos que ainda não se concretizou: CEF e BB tem centenas de imóveis de agências bancárias para devolverem, links abaixo:

    https://www.google.com.br/amp/g1.globo.com/google/amp/g1.globo.com/economia/negocios/noticia/caixa-economica-podera-fechar-ate-120-agencias-em-2017-diz-presidente.ghtml

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/11/veja-quais-agencias-do-banco-do-brasil-serao-fechadas.html

    2) Ainda falando sobre o governo, ele tem mais de 18.000 imóveis sem uso, gasta bilhões de Reais em aluguéis e tem que economizar a qualquer custo, basta ver o rombo “recentemente descoberto” de mais R$ 58 BILHÕES, o que obrigou o governo a contingência R$ 42 BILHÕES este ano. Qual será uma das saídas? O governo vai tentar vender parte destes imóveis sem uso, aumentando ainda mais a super-oferta, adicionalmente, para demais ele vai transferir pessoas de prédios alugados para prédios próprios que estão sem uso e que ele não venderá. De um lado, aumento de OFERTA pelo governo, do outro, redução de demanda de prédios particulares alugados pelo governo. Lembrando que redução de R$ 42 BILHÕES nos gastos também terá efeitos em cascata na redução de negócios de empresas particulares com o governo, fazendo com que elas reduzam equipes e algumas até fechem, o que significa nova redução de demanda por imóveis comerciais. Segue link com mais algumas informações a respeito:

    http://www.msatual.com.br/2017/03/22/uniao-tem-18-mil-imoveis-desocupados-e-gasta-bilhoes-em-alugueis/

    3) Novos aumentos de oferta: as entregas de lajes comerciais não vão se concluir agora nem em 2018 ou 2019, por incrível que pareça, ainda tivemos imóveis comerciais tendo lançamentos em 2016 e em 2017, apesar da absurda, crescente e visível SUPER-OFERTA. Ao mesmo tempo, tudo indica que a demanda por imóveis comerciais tende a continuar caindo, não só pelo que consta no item 2 acima, como também em função do desemprego que continua crescendo e com isto garantindo novas quedas de consumo e desincentivando novos negócios, como o fato dos preços de imóveis comerciais terem subido de forma ABSURDA e ainda estarem muito longe do normal, inviabilizando a continuidade ou criação de negócios. No caso do segmento automotivo, por exemplo, que não é um caso isolado, eles tiveram aumentos de PRODUÇÃO nos últimos meses, mas com quedas nas VENDAS, o que significa que devem estar forçando a barra com concessionárias para que elas acumulem estoques, que já foi fator que levou a fechamento de centenas delas nos ultimos anos, ou seja, grande probabilidade de mais centenas delas fecharem. Já tivemos dezenas de marcas que deixaram o país, mas temos diversas outras que prometeram o mesmo. Chegamos a ter fábricas construídas que sequer entraram em operação e nem estão nas contas de vacância que constam acima.

    Como sempre o que consta acima é só uma amostra, temos muito mais evidências de que sem uma queda relevante de preços nos imóveis comerciais E uma recuperação efetiva da economia este setor não vai ter nenhuma recuperação do equilíbrio e muitas construtoras e proprietários de imóveis comerciais vão quebrar por acreditarem nas mentiras e ENGANAÇÕES dos “especialistas” que tem 100% das receitas dependentes deste segmento e não hesitam um segundo em mentir, enganar e omitir o quanto podem a respeito da situação atual e expectativas mais realistas…

    25+
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    • Cesar_DF 2 de abril de 2017 at 19:19

      CA
      Estou achando que a bolha brasileira está com cara cada vez mais parecida com a japonesa.

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      • CA 2 de abril de 2017 at 21:16

        Cesar_DF,

        Acho que nenhuma bolha tem gráfico idêntico ao de outra bolha.

        Isto ocorre porque as condições gerais e o modus operandi sempre são diferentes.

        Além disto, a cada nova bolha existe um “aprendizado” e as pessoas envolvidas nas versões mais recentes da bolha sempre acham que com eles vai ser diferente, porque aprenderam com a anterior e poderão evitar as consequências, então vão inventando outros truques.

        Nos EUA eles utilizaram o sub-prime e o consumismo, na Espanha, como foi mais ou menos em paralelo, fizeram algo similar, mas ao invés do consumismo ela utilizou como combustíveis a adesão à comunidade europeia, as promessas de disparada no turismo, mudanças de legislação quanto a terras, etc.

        Olhando para a China, como ocorreu após a bolha imobiliária dos EUA e Espanha terem explodido, inventaram um mercado financeiro paralelo para estimular o crédito podre sem passar pelo setor bancário oficial, usaram a história do déficit habitacional como aqui,

        No Brasil inventaram as vendas FALSAS na planta, usaram a CEF, criaram o MCMV, especulações sobre copa do mundo e olimpíadas, etc.

        As diferenças nas estratégias primárias e reações dos governos, questões culturais, país desenvolvido ou sub-desenvolvido, nível de maquiagem na imprensa, etc, sempre foram diferentes, logo as consequências, tempos de duração e intensidade de cada etapa variam caso a caso é requerem um acompanhamento dos indicadores da explosão da bolha para entendermos melhor os estágios. Aliás, os próprios estágios ficam confusos em meio a tantas diferenças.

        Estamos há anos com.agravamento da distorção entre oferta e procura, preços já tiveram quedas bruscas em algumas localidades para depois se manterem com quedas mais graduais, o impacto da destruição da economia já foi capitaneado diretamente por este setor e a resistência negando o óbvio atrás a e torna mais intensas as consequências da bolha. De uma certa forma, guarda um pouco de similaridade com a bolha imobiliária chinesa, ambas são “versões 2.0”, junto com a bolha de Londres, da Austrália e outras, elas trazem algums aprendizados e mudanças para se adaptarem, sem contar que todas elas contaram com o impulso da mãe das bolhas americanas, o super-QE americano que injetou trilhões de dólares no mundo, o mega anabolizante das bolhas. São situações inéditas e por isto não podemos usar um gráfico de bolhas passadas para analisarmos a duração e co.portamento de cada etapa.

        Se juntarmos o que consta acima com o impacto de nossa crise fiscal, muito mais pesada para nós que nos outros países, o impacto da crise de corrupção institucional casada com a crise política e ambos agravando os problemas fiscais, mais o fato de sermos um país em desenvolvimento e cheio de limitações, sem suporte de Euro ou as vantagens do dólar como moeda de troca mundial, mais o fato de termos batido o recorde mundial nas distorções de preços, não tenho a menor dúvida de que nossa explosão será muito mais feia de se ver e mais rápida que a do Japão se contarmos a partir do momento em que ela tiver mais visibilidade, principalmente se ocorrer junto com explosões de outras bolhas ao redor do mundo ou anabolizada por efeitos de auto-destruição da bolha das bolhas mundial.

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        • Cesar_DF 3 de abril de 2017 at 09:50

          CA
          Sim, uma diferença enorme entre Brasil e Japão é o perfil da dívida pública
          Enquanto no Japão a dívida pública é o dobro da brasileira, lá pagam 0,5% de juros ao ano, enquanto a brasileira pagam 8% aa

          0
  • CA 2 de abril de 2017 at 14:12

    Ainda sobre o tópico, trazendo do final do anterior:

    Um exemplo da absurda distorção entre oferta e procura, utilizando como referência o bairro do Fernando, ou melhor, onde ele disse ter comprado imóvel financiado em condições excepcionais, sem distratos e quase sem investidores em 2015, sendo que ele considera um bairro bom e segundo ele, falta oferta de imóveis bons:

    http://m.imovelweb.com.br/apartamentos-venda-vila-mariana-sao-paulo.html

    Observa-se pelo que consta acima, que em apenas UM site temos mais de 19.000 apartamentos ANUNCIADOS para venda hoje e isto apenas no bairro da Vila Mariana, que é um bairro pequeno de São Paulo.

    Segundo o SECOVI SP, as vendas de imóveis na cidade de São Paulo como um TODO e não apenas no pequeno bairro da Vila Mariana no ano de 2016 foi de menos de 15.000 unidades. O CRECI SP informa número similar para usados no TOTAL da cidade de São Paulo para o ano de 2016, ou seja, só no pequeno bairro da Vila Mariana temos anunciados para venda em apenas 1 site, mais de 2/3 de tudo que se vende na cidade de São Paulo como um todo em 1 ANO!!!

    Pior, neste site de vendas você encontrará apenas um anúncio de um prédio inteiro em construção ou entregue para empreendimentos que tem VÁRIOS imóveis vazios, sem contar que nos dados de vendas de novos do SECOVI SP, como os distratos tem comprovado ao longo de ANOS, temos MUITAS vendas FALSAS na planta embutidas, sem contar os imoveis de leilões de bancos e condomínios que não constam neste site, as ofertas de outros sites, etc, etc, etc, ou seja, o absurdo da super-oferta no caso de imoveis residenciais é ainda MUITO mais gritante do que estes números demonstram!

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  • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 14:13

    agora é a hora:

    ‘Esta é a melhor hora para investir’,
    bostado em 10/05/2015

    “A virada da economia começará no segundo semestre”
    bostado em 13.05.2016

    “Vem surpresa boa por aí ”
    bostado em 2 de dezembro de 2015

    “..crescimento de 1% no PIB em 2017”
    bostado em 29/09/16

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  • Dr. Estranho 2 de abril de 2017 at 14:31

    Diante dos fatos não há argumentos. São fatos: ausência de crédito, inadimplência generalizada, gestões temerarias públicas e privadas, instabilidade política e economica, dividas impagáveis incluindo ai saldos devedores imobiliários. O único otimismo possível eh a curva de correçao traumática e que os iludidos fantasiam que não acontecerá. Com a palavra a digníssima recessão. Algo que poucos conhecem, mas como sobrevivi a duas digo: o pior ainda não começou.

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  • Intendente 2 de abril de 2017 at 14:54

    Muita oferta, pouca demanda, baixa renda, desemprego, baixa arrecadação de impostos…

    A conta uma hora vai fechar.

    Eu aposto em 2019, mas tem as eleições em 2018, o povo é preguiçoso, vai acreditar na esquerda, daí já não sei mais.

    15+
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  • Leonardo M. 2 de abril de 2017 at 15:45

    CVR bananense

    Fu fazer uma prova de concurso público na cidade de Chapecó. O que constatei foi:

    95% se quer pegaram em uma apostila pra estudar.
    Nas rodinhas todo mundo mais preocupado em comer um lanche do que rever uma última matéria ou item.
    Falei com um rapaz concorrendo pra vaga de deficiente e ele conheceu 3 pessoas concorrendo pra cidade que ele se inscreveu que também são deficientes. Tem 1 vaga pra deficiente físico, 10 candidados e e desses 10 ele conheceu 3 que se quer estudaram algo.
    Muito jovem de 18/20 anos achando que estudaram e vão passar.

    Casos inusitados:
    Menina dá minha classe não leu o cartão resposta e marcou “ausente na prova” que é apenas pra quem não compareceu e o fiscal vai lá e marca isso. Sim senhores! Ela marcou ausente pra ela mesma, dá pra explicar tamanha burrice?

    Pessoas deixando smartphone ligado.

    Uma menina queria contratar uma questão com o fiscal e disse que levaria a prova. Após o fiscal explicar 10 vezes que não podia ela sossegou. Segundo ela disse que achou vários erros na prova. Tá! E eu sou Bozo…

    Show de horrores!!!!
    Eu que fiquei estudando por 3 meses uma média de 5h pra dia já achei complicada a prova e cheio de pegadinha, magina quem não estudou?
    Bananense e suas bananisses…Bananistão sendo Bananistão

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    • Carlos 2 de abril de 2017 at 16:57

      Quem tem esperânça na geração millennial é o véio Lucas (sumido, deve estar assistindo o show do Justin Biba pela segunda vez), não é o que eu vejo,
      no geral são ótimos para jogar videogame e operar gadgets mas não tem paciência e nem vontade de fazer nada produtivo.
      Estava escutando um programa de rádio aquí e o tópico do dia foi justamente este, muita gente mesmo ligando para reclamar que a gurizada ©Boss dá mais trabalho do que produção e que é melhor ficar se eles.
      Minhas obersações pessoais: Tem uma garotada que obviamente vai ter sucesso, muito provavelmente devido a seus pais ficarem no cangote, mas a maioria quer mesmo é se tornar rico sem fazer nada inventando um vídeo game ou o novo facebook, tweeter ou qualquer outra coisa. Se esquecem ou não se atentaram que as chances de se ganhar na loteria são maiores.

      28+
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      • Carlos 2 de abril de 2017 at 17:00

        Opa, devia ter escrito “ficar sem eles”.
        Várias pessoas que tem pequenos negócios ligaram para falar que preferem fazer o trabalho sózinhas do que contratar millennials pois eles requerem sua supervisão constante e alem disto vc acaba tendo que arrumar as c… que eles fazem normalmente por falta de atenção.

        8+
      • AGP 2 de abril de 2017 at 21:58

        Pior que inventar um vídeo game ou programa não é tão fácil assim (pelo menos um que preste). Sou formado em administração, mas sempre quis fazer programação. Larguei a preguiça e iniciei os estudos pelo khanacademy e sempre prezo pela qualidade dos projetos que faço. Posso te dizer: muitas das coisas interessantes que alguém pode criar requer um conhecimento razoável em física (para physics engines), trigonometria e aritmética, além de passar uma boa parte da noite fazendo depuração (verificação de erros).

        9+
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    • From_The_Tower 2 de abril de 2017 at 17:46

      “Assim é a cidade….
      cidade Chapecó…..
      do jeito que estava de mal a pior….
      É CHAPECÓ !!!”
      Banda Repolho.
      https://www.youtube.com/watch?v=05r8TspPQ5k

      2+
    • From_The_Tower 2 de abril de 2017 at 17:48

      Já passou !!!
      😉

      2+
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  • antifragile 2 de abril de 2017 at 16:17

    Ops, falei Eztec, mas me confundi com a Tecnisa.

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  • Burbuja 2 de abril de 2017 at 16:59

    Fala, pessoal! Com esse blog aprendi bastante coisa, isso é redundante dizer, mas uma das que mais me fazem refletir é não ficar estagnado e ter mobilidade, que passei a entender como a combinação de 3 coisas: não ter dívidas, manter-se líquido e estudar sempre. Sou professor de idiomas e falo 3 línguas, aprendendo no momento mais uma. Sei que é um conhecimento que não vai servir em qualquer lugar, mas é minha paixão e me sinto bem cidadão do mundo ao poder ir pra qualquer lugar e me comunicar.

    O fato é que me dá pena, diante de tanta vontade de progredir e estudar, ver certas situações, tipo esta (CVR): fui comprar acarajé para almoçar, de uma senhora que vende aqui perto de casa. No minuto que eu cheguei ela estava saindo e pediu pra sobrinha me atender (na faixa dos seus 25 anos). Comprei 3 acarajés de R$ 6,00 e pedi uma coca-cola em lata (R$ 4,00). Paguei com 30 reais e a menina se desesperou, pediu pra eu esperar a avó que ela não sabia fazer a conta. Falei que eram 22 reais e ela me olhava com cara de paisagem, dizendo que não sabia quanto dar de troco. Nem consegui responder tão rápido porque fiquei chocado com a situação e me deu muita pena. Quando respondi ela olhou pra um casal ao lado pra confirmar se eu estava correto. Quando eles confirmaram aí sim ela contou os oito reais e me deu de troco.

    Sei que isso é mais comum do que se pensa, mas me dá muita pena ver que pessoas praticamente da minha idade tem um conhecimento nulo sobre coisas mais que básicas e que isso consequentemente limita infinitamente o progresso dessas pessoas. Mais deprimente ainda é que eu acho muito difícil essa pessoa se dar conta da realidade e tomar a iniciativa de mudar. É isso, estudar, estudar e estudar.

    CVR 2: corvos sendo sempre corvos, bricklovers idem.

    Como o job falou acima, existem proprietários que visam somente o lucro, e não calculam os investimentos necessários para manter um imóvel. Aluguei um apto cheio de ressalvas, que destaquei que precisavam ser corrigidas o mais breve possível. O corvo falou que tudo bem, que a proprietária só estava esperando alguém entrar no imóvel pra executar os reparos. Como era a primeira vez que eu alugava com corvo, dei um crédito, mesmo achando que os reparos eram muito básicos e sequer deveriam estar esperando alguém fechar negócio pra serem feitos, como por exemplo:

    – No meio da cozinha faltava um azulejo, e deixava a área horrível.
    – Faltava uma gaveta do armário de cozinha.
    – Interfone não funcionava.
    – Campainha não funcionava.
    – Portas dos quartos sem chaves.

    Passados os primeiros dias de assinado o contrato o corvo simplesmente sumiu. Não atendia chamadas nem respondia whatsapp (mas no processo entre visitar o apto e fechar o contrato era super solícito). Quando insinuei que ele estava se eximindo das obrigações, ainda fez piada dizendo que os reparos não comprometiam o imóvel e eu poderia esperar tranquilamente. Me irritei e disse que ninguém alugava um apartamento cujo interfone nem funciona, e obviamente tinha fechado o negócio com a promessa de fazer os reparos rapidamente. O corvo fez as coisas mais superficiais (o azulejo da cozinha e a gaveta do armário) e depois sumiu novamente. Como era impossível ter contato com ele, troquei o interfone e COMUNIQUEI que iria descontar o valor no aluguel seguinte. Também avisei que em caso de não haver resposta faria os demais consertos sem aviso prévio. Rapidamente ele trouxe alguém pra consertar a campainha e explicou que a proprietária não estava em condições de fazer as chaves. E perguntou se eu poderia fazer e descontar do aluguel em duas vezes. Gente, eram CINQUENTA REAIS que ela queria que eu parcelasse em duas vezes kkkkk. Acabei aceitando porque no final das contas estou pagando 0,21% de aluguel e alugo um dos quartos no Airbnb, recebendo mais ou menos o valor total de aluguel, condomínio e iptu mensalmente. Basicamente estou usando o imóvel emprestado sem pagar absolutamente nada, enquanto os meus juros vão engordando e a proprietária morta de fome está preocupada em parcelar 50 reais. Confesso que estou cogitando aceitar um reajuste pelo IGPM na renovação do contrato, pois acho que o valor não vai chegar nem a 100 reais e não compensa o tempo e trabalho dispendidos na mudança. Por enquanto é isso, na minha atual situação estou mais que certo em seguir no aluguel!

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    • Carlos 2 de abril de 2017 at 17:07

      Já falei isto aquí várias vezes, o bananistão tem uma ou mais gerações de pessoas praticamente inúteis e que demandariam um trabalho/custo enormes para se tornaram aptas ao trabalho.
      Enquanto isto a chinesada e outros asiáticos evoluindo rapidamente na produtividade e educação, até no caso dos EUA onde tivemos eventos econômicos cataclismicos como Detroit eu acredito que a recuperação seja possível devido ao fato de muita pessoas terem uma educação básica razoável, suas profissões podem ter se extinguido ou mudade mas tem a capacidade de aprender outras.
      O Brasil além de desperdiçar a vantagem demográfica criou uma orda de analfabetos funcionais.
      Vai, claro que não.

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      • Burbuja 2 de abril de 2017 at 17:37

        Cara, o pior é que estou dando um exemplo de uma pessoa que faz parte de uma camada mais pobre da sociedade, mas isso acontece em todas as camadas e em diversos níveis: na minha família, de classe “média-média”, por exemplo, todos os meus primos (cerca de 20) já estão na fase adulta, dos 18 aos 40 anos. Quase todos é/foi averso aos estudos, fizeram no máximo uniesquina; de todos, apenas dois chegaram mais longe, fazendo investimentos nos estudos em ambos casos. Os demais vivem às custas dos pais, mesmo tendo filhos, e querem consumir como se não houvesse amanhã. Não chegam a ser ostentadores e são pessoas muito agradáveis e trabalhadoras (os almoços com família não rendem grandes CVRs nem nada rs), mas acreditam cegamente que basta ter fé que elas irão progredir na vida, ou que trabalham muito e merecem “ter o que é delas”, mas estão estagnadas e não há nada que vai mudar isso num horizonte curto.

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        • antifragile 2 de abril de 2017 at 19:28

          A pessoa de quem você está alugando sabe que você está “sub-locando” o imóvel pelo AirBnb?

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          • Burbuja 3 de abril de 2017 at 02:22

            antifragile, pra ser sincero acho que a resposta é “sim e não”. Explico: quando visitava o apartamento com o corretor, deixei bem claro qual seria a finalidade de um dos quartos, pois pessoalmente queria receber gente por ter tido ótimas experiências com o Airbnb. Ele disse que não daria problema porque a proprietária não precisa saber do que acontece no imóvel, mas falei que não alugaria se houvesse alguma cláusula que impedisse isso. Ele falou que ele mesmo redigia o contrato e daria um jeito. Como deu pra ver que ele é um fanfarrão, acredito que não repassou a informação para a proprietária. No contrato, no que consta da finalidade do imóvel, há apenas um trecho que diz exatamente: “o locatário se compromete a utilizar o imóvel para fins residenciais”. Corrijam-me se eu estiver errado, mas se estou morando no imóvel continuamente eu não violo as regras do contrato. Inclusive na época do aluguel comentei aqui com o pessoal e o que me sugeriram foi exatamente evitar assinar qualquer cláusula que me comprometesse. Enfim, é isso.

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            • BolhistaBR 3 de abril de 2017 at 10:19

              Tem que ver como seu contrato foi redigido.
              Fora ele, não sei se a lei do inquilinato diz algo sobre sublocação.
              E caso diga, não sei se o contrato entre as partes pode sobrepor isso. Talvez sim. Mas nesse caso deveria haver a autorização expressa.

              2+
    • Master Yi 2 de abril de 2017 at 19:31

      Quando fui abrir e reconhecer firma para o contrato de aluguel, o funcionário do cartório não sabia utilizar a máquina de cartão de crédito. Precisou solicitar ajuda a outro funcionário. Também senti pena do rapaz, tinha mais ou menos a mesma idade da atendente do seu caso, uns 25 anos.

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  • Carlos 2 de abril de 2017 at 17:19

    Salas comerciais gourmet sendo convertidas em apertamentos 😀
    Outra “vingança” dos bolhistas, tempos atráz qualquer cú de burro transformava casa velha caindo aos pedaços em salas comerciais e queria cobrar os olhos da cara.

    O prop.de uma sala com. a transformou em apto e ainda alugou para um casal….o q fazer??
    https://www.sindiconet.com.br/tiraduvidas/6/juridico/7428/o-propde-uma-sala-com-a-transformou-em-apto-e-ainda-alugou-para-um-casalo-q-fazer

    Como faço para transformar sala de comercial para residêncial? Prédio Misto
    https://www.sindiconet.com.br/tiraduvidas/6/juridico/43853/como-faco-para-transformar-sala-de-comercial-para-residencial-predio-misto

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  • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 17:31

    Acabei de dar uma volta de bike aqui em itajai

    3 predios (“torres”) parados no 3o andar. Um deles é um complexo multiuso dos Hoteis mercury kkk tá sem os andaimes, redes a mesma coisa de 5 meses atras. Como fica perto do rio vai alagar 2 a 3 vezes por ano por causa da maré alta kkk.
    Corvas no plantao em pleno domingo na frente de “torres” pela metade, cada apto deve ser mais de 350k.. Numa eu passei olhando pro prédio e ela já veio abrir a porta da arapuca…kkk ficou no vácuo..
    vários terrenos que ficaram baldios e não dali não sai nada. Plaquinhas de vende-se, média duas por prédio, a maioria em prédios com menos de 8 anos. .

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    • From_The_Tower 2 de abril de 2017 at 17:41

      Itajaí teve um boom quando deu a consolidação da BR Foods . Digo ali na Fazenda / Fazendinha. Mas os bairros são sofríveis. Pessoal não tem o mínimo de capricho… não rebocam paredes… deixam o mato crescer… uma vergonha. O pessoal quer é saber de comprar as CG´s 125.

      7+
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      • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 18:04

        Agora a BrFoods.. Fudis.. estão até pensando em exportar soja pelo porto pois tá feia a coisa lá no porto

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        • From_The_Tower 2 de abril de 2017 at 18:06

          Pois é. Deve ter caído muito as exportações. Aí divide com Navegantes … piora mais ainda.

          5+
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  • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 17:42

    o hotel foi noticiado em 2014, lançado em 2015 e terá (ia) 27 andares, ainda está no terceiro… hahaha 3 anos depois..

    3+
  • From_The_Tower 2 de abril de 2017 at 17:44

    CVR (lembrei dele lendo os relatos dos colegas acima)
    Comprei duas fichas de 12,00 no fliperama (escorregador e piscina de bolinhas pros kids) + 01 ficha de 4,00 reais. Total 28,00.
    Dei 02 notas de R$ 20,00… o atendente bugou…. começou a tremer…. eu disse pra ele… basta SUBTRAIR 28,00 dos 40,00… sobra 12,00…
    Ai ele disse: “Eu sou lento mesmo… sou de HUMANAS”.
    kkkkkk
    Ri por dentro. Mas ao menos ele admitiu a dificuldade.
    Aí eu deu 03 reais para ele… e afirmei convicto para ele me devolver 15,00. Pronto. Ele assim o fez.
    Esse é o retrato da Banânia … onde os CDF´s são zoados em sala de aula… e o aprendizado é visto como algo banal.

    50+
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    • From_The_Tower 2 de abril de 2017 at 17:45

      *eu dei 03 reais para ele

      3+
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    • Burbuja 2 de abril de 2017 at 17:55

      É porque ele é idiota, não porque é de humanas. Sou de humanas e faço cálculos básicos, porcentagens, etc de cabeça. Não porque fui obrigado em algum momento, mas pela necessidade de fazer contas do dia-a-dia e ver o que era mais vantajoso pra mim em certas situações. Numa mesa de bar, se eu divido qualquer valor por 5 ou 6 as pessoas ficam se entreolhando e pegam a calculadora pra conferir, como se fosse uma habilidade inalcançável.

      Aliás, considero meus cálculos bem primitivos mesmo, não sei se com vocês acontece o mesmo: se eu preciso dividir um número grande por 6 eu rapidamente divido o número pela metade e depois por 3. Se preciso calcular 15% de algo, eu calculo os 10% e somo a metade do resultado, coisas assim. Quando explico pra alguém isso a pessoa me olha como se eu fosse doido e falam que é mais fácil usar a calculadora.

      37+
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      • From_The_Tower 2 de abril de 2017 at 17:59

        Sim… eu tb sou de humanas (comunicação social)
        mas sempre me encantei por números. Na padoca então era super rápido e ágil. Faço esses “caminhos mentais” para fazer as contas. São pequenos atalhos para dinamizar o processo. A rede sináptica fica treinada. 😉

        Ah… falando em números…. alguém já leu a respeito da mágica do número 30. o porquê muitos negociadores / vendedores / mídia / círculo social usam o 30%!?
        kkkk
        Eu, Boss e Awulll conversamos sobre isso esses dias.
        aqui perto de casa a Rossi tá vendendo apês 30% OFF.
        😉

        16+
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        • Burbuja 2 de abril de 2017 at 18:07

          Poisé, no seu caso havia uma finalidade prática, mas acho tão natural fazer operações básicas, frações, porcentagens, é uma questão de ver os números com mais clareza, mas as pessoas tem essa mania de colocar tudo como uma dificuldade e consequentemente um bloqueio para o aprendizado. Sempre há uma justificativa pra serem limitadas.

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        • Margarida 3 de abril de 2017 at 17:25

          From, eu sou de humanas , de psicologia e sei fazer contas muito bem, mas não sei explicar o encanto dos,30%.

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      • Rene Fraçoá 2 de abril de 2017 at 20:53

        Eu nasci na roça mesmo, lá a turma era dividida em 4 filas, cada fila uma série, na 2a eu fazia de cabeça as contas da 4a (aquelas com √) pois o quadro também era dividido, resultado: ficava de castigo por não saber segurar a lingua. Na 3a série meus dois coleguinhas foram embora (pais eram boias-frias), resultado: fiz 1-2-4, tentei ir pra 5a direto, me fizeram voltar na mesma escola e fazer a 3a, ficou assim 1-2-4-3-5, na 5a tirei minhas primeiras 2 notas vermelhas, chorei, era português e matemática. O trato em casa era simples, se reprovar vai trabalhar o dia todo na roça! Nunca reprovei. Fiz curso técnico, meu oficío e ganha pão até hoje, fui pra humanas porque sempre gostei de psicologia, geografia e história, fiz graduação, mestrado e estou no doc. Sobre fazer conta faço isso direto Burbuja, quebro a conta em pedaços, e vou montando ela ao contrário, aprendi isso nas contas que eu por curiosidade via a professora ensinar para a 4a, quando estava na 2a kkk

        18+
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        • Carlos 2 de abril de 2017 at 21:47

          E os 2,3 ou mais anos de notas boas para ganhar uma bicicleta raiz, nada de bike nutella 😀

          4+
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        • Burbuja 3 de abril de 2017 at 02:26

          Legal saber isso! É uma questão mais de racionício lógico que matemática pura!

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      • cicero_silva 2 de abril de 2017 at 21:01

        Sou formado em matemática e faço igual. Por exemplo, se for multiplicar por 5, divido por 2 (logo após ter multiplicado por 10, claro). Acho mais fácil dividir por 2 do que multiplicar por 5.

        8+
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    • Cesar_DF 2 de abril de 2017 at 19:26

      Vi uma entrevista de um economista, sobre a questão de que pessoas formadas em HUMANAS quase não agregam valor à sociedade.

      16+
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      • antifragile 2 de abril de 2017 at 19:33

        Concordo.
        Fonte: sou formado em humanas.

        Mas depois fui pra saúde.

        7+
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      • Antigo 2 de abril de 2017 at 20:47

        Geralmente a profissão possível é ser professor de cursos de humanas . Acaba que forma um círculo vicioso.
        Mas valorizo o conhecimento e não acho que seja inútil. Só não serve para ganhar dinheiro na prática mesmo, pois não atende nenhuma demanda imediata de nenhum público, e por isso é difícil vender e lucrar com isso.

        13+
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    • cicero_silva 2 de abril de 2017 at 20:47

      Tenho dois casos muito parecidos. Só que o outro lado não era atendente de loja. Era uma juíza. No segundo caso, uma médica. A primeira se orgulhou de não saber somar, pois era magistrada formada em direito. A segunda foi mais humilde. Só disse que tinha estudado medicina, não matemática.

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  • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 18:02

    a galera não sabe fazer regra de 3. Um professor me disse que está dando física numa UNiversidade estadual de SP. Fisica básica mesmo (aceleração, gravidade, mru) detalhe: que os alunos nunca aprenderam. o primeiro bimestre é pra nivelar em matemática básica senão ninguém passaria. “Se vc colocar metros ou converter a cm2 na conta eles bugam.” isso pra engenharia de pesca e Oceanografia.

    15+
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    • Carlos 2 de abril de 2017 at 18:15

      Um grande amigo, infelizmente falecido, que era professor de UF me dizia lá pelo final do século passado:
      “Isto aquí está se transformando em um prézinho…”
      Era a época em que os novos alunos tinham que ser ensinados a como comer, lavar a bunda e tomar banho, queriam alojamento gratuíto e as dondocas queriam creches nas universidades para seus filhotes ng sabe de quem.
      Tive colegas que vinha realmente de famílias muito pobres, muitos trabalhavam a noite como garçons e outros trabalhos, o pessoal tinha até um grupo de estudantes que trabalha em festas de casamento, cheguei a ajudar algumas vezes para tomar algumas cervejas na faixa já que a gente era quebrado mesmo. O nosso drink da noite era coca-cola com pinga, inclusive uma senhora dona de um boteco tinha um funil pendurado na parede para completar as cocas que a gente comprava no mercado com pinga 😀
      Pessoal chega nas universidades completamente infantilizados ainda e continua depois de sair delas, muitos não tiveram uma presença masculina forte na vida e o resultado é este que vemos hoje em dia, um bando de imprestáveis mimizentos, se ocorrer uma acidente qualquer e esta turma ficar sem luz e internet por uma semana metade não vai saber como escovar os dentes.

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      • Carlos 2 de abril de 2017 at 18:21

        A educação familiar necessária foi substituída pela escola porque as famílias foram divididas por força das mundanças econômicas e muitos pais e mães passaram a trabalhar ou estar em trânsito na maior parte do dia e noite em alguns casos, tome endoutrinação esquerdista nas escolas, e muitos jovens são produtos de famílias disfuncionais, foram criados sem o pai por perto e isto é terrível tanto para meninos quanto para meninas. Quem quiser pode dar uma pesquisada e vai encontrar que nos EUA mais de 80% dos presidiários do sexo masculino foram criados sem a presença dos pais.

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        • Burbuja 3 de abril de 2017 at 02:30

          Cara, infelizmente discordo de você. Acho esse argumento de que a ausência de uma figura masculina causa uma disfunção na família bastante sexista. Não quero criar polêmica, mas conheço várias famílias (próximas ou não) muito bem estruturadas sem um pai ou outras arruinadas graças à figura do pai. Acho essa questão relativa, há muita mulher de fibra criando seus filhos e muito macho vagabundo arruinando os seus.

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      • Carlos 2 de abril de 2017 at 18:37

        Certa esta a Rosinha©, os barbudinhos vão precisar se serviços como trocar o pneu do carro que papai deu pra eles, ou trocar a resistência do chuveiro e até para limparem suas bundas. Hora de criar estes serviços, pagando bem qual é o problema 😀

        5+
        • AGP 2 de abril de 2017 at 21:41

          Ajuda a criar empregos!

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  • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 18:28

    uma vez fui numa banca de graduação qe o português do cara era uma vergonha.. depois o orientador falou isso pra mãe do guri… e ela:
    – a culpa é desses corretores automáticos do word, não fica direito!!.
    (na verdade ele nem corrigiu o que o corretor sugeria) e a mãe nem ficou com vergonha do filho ser chamado de besta quadrada.

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    • Carlos 2 de abril de 2017 at 18:35

      Eu presenciei orientador tendo que “pedir” para estudante de mestrado usar referências de verdade e que a wikipedia (em português ainda) não poderia ser considerada como referência a menos que o seu artigo fosse sobre a própria.

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      • AGP 2 de abril de 2017 at 21:39

        Vou nem mentir que usava a wikipedia nos trabalhos, mas de uma maneira diferente.

        Usava apenas para conseguir a informação e verificava se a informação tinha fonte referenciada, depois, ia direto na fonte e verificava se era aquilo mesmo. Se estivesse tudo ok, eu lia novamente a informação na fonte original e escrevia com minhas palavras e referenciando a fonte original. Acho wiki uma ferramenta útil para cortar tempo de pesquisa, mas o autor tem que ter honestidade de verificar a validade das fontes (ou até mesmo se há fontes) e não copiar diretamente se não for citação..

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        • Carlos 3 de abril de 2017 at 07:31

          Perfeito, uso a wikipedia praticamente todo dia para coisas mais mundanas e para pegar as referências quando preciso ir mais fundo.

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  • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 18:41

    distratos em potencial etc..
    Com 13, milhões de desempregados no país, há o não-cumprimento dos contratos longos, como os de compra e venda de imóveis.
    é só generalizar para condomínios, iptu, não tem como a inadimplencia da caixa ser menos que 3,0% na habitação, considerando que são 4,5milhoes de contratos…

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    • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 19:04

      3% de 4.5mihoes já são 135k contratos podres ou 26bilhoes de reais a 190k cada

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  • Alemon Fritz 2 de abril de 2017 at 18:59

    corvo vendendo ap2quartos em Itajaí, no face
    R$ 285.000,00 – Última Unidade (kkkkkkkkkkk, quem acredita)
    Sugestão de pagamento: R$ 10.000,00 entrada (Use seu FGTS) + 19 x R$ 1.197,00 + R$ 5.000,00 em Dez/17 + R$ 5.000,00 nas chaves,
    após o apartamento pronto, parcelas que iniciam em R$ 2.421,00 e terminam em R$ 702,00.

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  • Leonardo M. 2 de abril de 2017 at 19:15

    CVR

    O que mais tô vendo nos grupos de venda no FB são Civic , 4X4 e outros carros grandes e caros a venda.
    Se o cara tá vendendo e pq não tá aguentando pagar mais IPVA,seguro,gasolina,manutenção que são bem maiores que um popular.

    Estourou o Ploc dos carros gourmetizado?

    29+
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    • antifragile 2 de abril de 2017 at 19:39

      Eu fico impressionado como, num país em que quase metade da população está subempregada ou desempregada, tem tanta gente por aí circulando de bolhudinho.

      Muita gente precisa cair na real.

      31+
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      • From_The_Tower 2 de abril de 2017 at 20:39

        Coisa mais normal do mundo aqui na Banânia.
        Aí não fazem manutenção… não pagam os impostos em dia… colocam 20,00 reais de gasolina e assim vai.
        Já os bolhistas estão com as contas recheadas e andando de semi- novo. São escolhas.

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      • Carlos 2 de abril de 2017 at 20:57

        É muito pior ainda, muitos destes bolhudinhos são verdadeiras bombas por falta de manutenção adequada e comportamento 666 dos “donos”, t;a cheio de ixpertos que compram carros caros e/ou importados e economizam na hora de trocar o óleo e outros serviços. Tem muito carro mesmo com gabiarras que até o diabo duvida, os diesel common-rail por exemplo são de manutenção complexa e cara e tb são sensíveis a qualidade do diesel. Junte tudo num calderão com o diesellixo bananence, os mexãnicos analfabetos e “proprietários” 666 e você vai ter uma merda gigante.
        E mesmo que você não seja 666 e faça o possível para cuidar do seu veículo anda terá que lutar contra o karma 666 bananence.

        CVR 1 – Uma vez levei meu bolhudo móvel para trocar o óleo numa destas lojas de rede e o “técnico” me ofereceu outro óleo, segundo ele mais barato e que meu carro não precisava do óleo que eu tinha pedido, que constava no manual do proprietário, eu disse que não fazia questão da diferença e que era para usar o “correto”.
        Depois de trocar o óleo o mesmo individuo me sugere a troca do líquido de arrefecimento, resolví ver se dava pé já que estava bem sujo mesmo, perguntei pra ele se tinha o aditivo para motores de alumínio ao que ele me respondeu que o “broco” do motor do meu carro ela de ferra. Resolví desafiar ele: Se tu encontrar ferro aí te pago uma dúzia de Skoll latão, ele até tentou…

        CVR 2 – Outra vez troca de óleo, desta vez no posto de gasolina, 666ziçe minha 🙁 , o individuo trocou na correria e não retirou o o-ring velho, resultado: cheguei no trabalho, prédio gourmet com manobrista na época, entreguei o carro e 15 minutos depois recebí a chamada do porteiro dizendo que meu carro tinha vazado óleo na garagem toda. Toca chamar seguro e levar de volta no posto + 1 dia de trabalho perdido.

        Vejam bem, os FDPs não conseguem fazer direito uma merda de troca de óleo, o demente do primeiro CVR tem todas as malditas tabelas de aplicação coladas na parede, era só o imbecil consultar.
        Você tenta não ser 666 mas a maldição continua te f…

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    • Antigo 2 de abril de 2017 at 20:58

      Eu gosto.
      Cada vez que vejo alguém circulando com carro bolhudo lembro da grana que tenho investida em financeiras. Maioria dessas pessoas está atolada em dívidas, e eu recebendo juros delas e andando de ônibus.

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  • thiago fm 3 de abril de 2017 at 08:01

    Cesar_DF

    Um aumento de 800% na vacância de imóveis comerciais no Hell de Janeiro é SOFT
    Mas para o Fernando, estes imóveis vão continuar valorizando
    Para o Thiago FM não importa a vacância, pois isto não impacta nos laudos de avaliação
    kkkkkkkk

    33+
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    César,

    Noto que você tem uma tendência de mudar a essência e o contexto do que eu escrevo, mas se você se diverte com isso tudo bem.

    Aproveitando o ensejo me permita replicar um gráfico de uma das fontes da matéria, com o qual podemos ter uma noção que o mercado e a vacância dos escritórios têm seus ciclos de alta e baixa, ainda que uns sejam mais intensos que outros:

    1+
    • thiago fm 3 de abril de 2017 at 08:03

      3+
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      • job 3 de abril de 2017 at 08:08

        Algo me diz que o topo da montanha de vacância vai subir até o everest dessa vez…

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      • Carlos 3 de abril de 2017 at 08:16

        Tem algo mais recente? As tendências continuaram?
        Deve estar o dobro agora em 2017

        4+
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        • Carlos 3 de abril de 2017 at 08:22

          A recessão na maior e mais rica cidade do Brasil pode ser traduzida de várias maneiras.
          Uma delas é pelo número de imóveis comerciais de alto padrão que foram concluídos em São Paulo no ano passado e que estão vazios.
          De acordo com uma pesquisa inédita da SiiLA, consultoria americana do mercado imobiliário, nada menos do que 73% estão no osso, fechados.
          A taxa de vacância total, quando considerados todos os imóveis comerciais de alto padrão de São Paulo, é de 26% — um percentual com a cara da crise.

          http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/escritorios-novos-e-vazios-em-sao-paulo.html

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    • Cesar_DF 3 de abril de 2017 at 10:35

      Thiago fm
      Que bom que você reapareceu !
      Esta é só mais uma brincadeirinha mesmo rsrs
      Tipo uma formação de arquetipos junguianos
      Onde temos o Fernando, que precisa acreditar que fez um bom negócio
      E você que mostra uma série de gráficos e estatísticas, mas que não condizem com o que estamos vendo no mundo real.
      No caso concreto, os leilões que estão acontecendo, agora que vários bancos resolveram conceder “descontos” de 60 a 80% , não impactarão suas diversas estatísticas, que continuam atreladas ao LAUDO DE AVALIAÇÃO.
      Como o CA coloca em diversos pontos, existe muita desinformação na área da construção civil, totalmente desconectados da realidade.
      Alguns por desonestidade, outros por esquizofrenia, outros pelo viés de confirmação, e outros ainda por causa do efeito redoma.

      9+
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      • job 3 de abril de 2017 at 10:58

        E tem mais um agravante, como o Carlos falou, as estatísticas dele não estão pegando a janela mais recente, que é onde tá estourando todos os gráficos…

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  • Alemon Fritz 3 de abril de 2017 at 09:07

    Crise econômica faz Porto Alegre acumular 7 mil imóveis residenciais para alugar

    (somem 5,5 novos de estoque)

    http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/economia/noticia/2017/04/crise-economica-faz-porto-alegre-acumular-7-mil-imoveis-residenciais-para-alugar-9762648.html

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    • Alemon Fritz 3 de abril de 2017 at 09:18

      “saiba porque a demanda cai mas os preços não despencam”
      (não consigo abrir pra ver mentira de corvo)

      4+
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      • From_The_Tower 3 de abril de 2017 at 09:22

        Símbolo da pujança econômica que o Brasil viveu anos trás, com prédios sendo construídos em toda parte e aluguéis tão altos quanto os próprios imóveis, o mercado imobiliário ainda luta para vencer a paralisia gerada pela crise. Empresários e especialistas que acompanham o setor apontam 2017 como possível ano da retomada.
        Mas o crescimento, mesmo que tímido, não depende apenas da vontade de vendedores e compradores: a taxa de juro para financiamento e, principalmente, o desemprego precisam cair para o setor reagir.

        Saiba por que a demanda cai, mas preços de aluguéis em Porto Alegre não
        Aumento de lançamento de imóveis novos em Porto Alegre indica otimismo
        Como construir uma negociação para comprar ou alugar um imóvel

        No início do ano, o número de imóveis residenciais para alugar em Porto Alegre atingiu recorde histórico. Em janeiro, eram 7.145 unidades à disposição de futuros inquilinos. No mês seguinte, houve um pequeno recuo desse estoque (7.093), mas nem de perto o suficiente para atenuar a incrível disparada que a oferta imobiliária para aluguel teve em cinco anos. Quando a comparação é feita com fevereiro de 2012, o salto observado é de 183%.

        A “superoferta” é resultado de dois movimentos simultâneos. De um lado, a queda expressiva na procura por locação. Conforme a recessão avançava pelos setores da economia, muitas pessoas procuraram alternativas para conseguir enxugar gastos. Jovens que perderam o trabalho, por exemplo, voltaram a morar na casa dos pais ou optaram por dividir o teto e as contas com amigos.

        De outro lado, houve o avanço natural de empreendimentos imobiliários. Quem pôde, aproveitou o aquecimento econômico nos anos passados e transformou a poupança em investimento em imóveis que estavam sendo construídos. São unidades novas que recentemente ficaram disponíveis para o mercado de locação. As construtoras e incorporadoras também enfrentam dificuldades semelhantes.

        Salas comerciais também sobram

        — Outros segmentos, como a indústria, já começaram a reagir. Quando o dinheiro volta a circular, as coisas deslancham. Não esperamos que voltemos ao cenário que tínhamos em 2010, 2011 (de grande aquecimento), mas é o início de uma recuperação — pondera Leandro Hilbk, vice-presidente de locações do Sindicato das empresas de compra, venda, locação e administração de imóveis (Secovi-RS).

        Na última semana, a divulgação de indicadores econômicos confirmaram que a reanimação do mercado imobiliário deve ser lenta. Após 10 trimestres em queda, a indústria de transformação voltou a reagir. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam que a produção tornou a crescer em 2017, com avanço de 0,3% em fevereiro com relação a janeiro, mas o desemprego atingiu a marca nada animadora de 13,5 milhões de pessoas. Ou seja, ainda vai demorar um pouco para que a capacidade de gasto dos consumidores se recupere.

        — Os setores são todos encadeados. Em geral, o que se percebe é que a construção e o mercado imobiliário reagem com uma defasagem de seis a oito meses da indústria. Quando aparecem os primeiros sinais de melhora e as expectativas no curto prazo ficam mais otimistas, as pessoas começam a procurar ofertas, cotar imóveis. As vendas não avançam rápido, mas o ânimo muda. É o sinal que construtoras e investidores precisam — explica Pedro de Seixas Corrêa, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e coordenador da pós-graduação em Viabilidade de Empreendimentos e Incorporações Imobiliárias.

        A dificuldade em alugar não é exclusividade de imóveis residenciais. Espaços comerciais também encalham à espera de locatários. Nos últimos cinco anos, o número de salas e conjuntos disponíveis teve variação de 172,79%, passando de 1.235 unidades em 2012 para 3.369 unidades em 2017. Espaços para instalação de lojas avançaram 121,73%.

        O Centro Histórico é o bairro onde o fenômeno da grande oferta de imóveis para locação é verificado de forma mais evidente. São 631 imóveis residenciais, 841 comerciais e 59 de outro tipo (como box de garagem) disponíveis. A região concentra 11% de todos os locais vagos para serem alugados em Porto Alegre.

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        • From_The_Tower 3 de abril de 2017 at 09:28

          A matéria é mais voltada para o tema locação de tijolos. Em nenhum momento eles falam da rentabilidade do negócio. Engraçado, né!?

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          • Alemon Fritz 3 de abril de 2017 at 09:31

            foi resultado de um acumulo natural (muitos compraram, investiram) e a crise de desemprego… kkkkk… tipo isso não afeta os preços e alugueis, é o mercado estável..

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            • Alemon Fritz 3 de abril de 2017 at 09:34

              isso é o “FOMO” = “fear of moving out” dos canadenses, medo de sair e valorizar, por isso não baixam o preço, e porque foram enganados pelos corvos e querem outro otário.

              5+
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              • From_The_Tower 3 de abril de 2017 at 09:36

                Taxa de Juros Canadense : 0,5% a.a. IPCA 2% a.a.
                Taxa de Juros Bananense: 12,25% a.a. IPCA 4,5% a.a.

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                • From_The_Tower 3 de abril de 2017 at 09:37

                  Eu prefiro alugar DINHEIRO no Bananistão.

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          • francisco.filho 3 de abril de 2017 at 12:40

            Tão tentando aumentar os preços dos alugueis… Acompanho diariamente varios locais da cidade…

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        • Cesar_DF 3 de abril de 2017 at 10:39

          Pontos em destaque
          – Empresários e especialistas que acompanham o setor apontam 2017 como possível ano da retomada. kkkkkkkkk
          – Sobre a quantidade de imóveis para alugar, quando a comparação é feita com fevereiro de 2012, o salto observado é de 183%

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          • Alemon Fritz 3 de abril de 2017 at 12:51

            5,5k novos, 7k para alugar e 10k usados= 23k imóveis no estoque total..

            0
  • SampaBoy 3 de abril de 2017 at 09:13

    Prejuízo de R$ 7,5 bi marca pior ano das incorporadoras

    “As incorporadoras listadas em bolsa tiveram prejuízo líquido consolidado de R$ 7,46 bilhões no ano passado, o pior resultado desde o início da abertura de capital do setor em 2007. Distratos, provisões para contingências e baixas contábeis resultantes de reduções de preços de apartamentos e de terrenos fizeram com que a perda setorial crescesse mais..”

    http://www.valor.com.br/empresas/4924212/prejuizo-de-r-75-bi-marca-pior-ano-das-incorporadoras

    no pior ano sempre pode haver um alçapão…

    6+
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    • From_The_Tower 3 de abril de 2017 at 09:40

      Mas eu não entendo isso !!!
      Como que pode as empresas que constroem e vendem ativos que só valorizam amargarem tanto prejuízo assim. Afinal de contas MORADIA é algo básico. Todo mundo precisa. Juro que eu não entendo. De qualquer forma , COMPREM !!! COMPREM !!! COMPREM !!! A Hora é AGORA !!!

      11+
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      • CA 3 de abril de 2017 at 10:02

        From_The_Tower,

        Destaque no artigo acima: “… e baixas contábeis resultantes de reduções de preços de apartamentos e de terrenos…”

        Não é “só” um reconhecimento OFICIAL das construtoras sobre quedas NOMINAIS nos preços, tem MUITO mais efeitos em cascata que levarão os preços a caírem ainda mais, comento logo abaixo.

        7+
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      • Money_Addicted 3 de abril de 2017 at 10:03

        como diz o nosso amigo animador do blog, eles vendem o objeto de sonhos da grande maioria dos brasileiros, como pode??

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    • CA 3 de abril de 2017 at 09:59

      SampaBoy,

      Bateram o recorde quanto a prejuízo líquido consolidado, recorde este que era de 2012, quando passou de R$ 1,5 bilhão e agora passou de R$ 7,5 bilhões.

      “Curiosamente”, em 2012 quem “puxou” o recorde de prejuízo da época foi a PDG, que teve mais de R$ 1 bilhão de prejuízo e em 2016, novamente foi a PDG, que teve mais de R$ 5 bilhões de prejuízo.

      Ocorre que tirando o prejuízo líquido, os demais indicadores de 2016 não foram piores do que 2012. Como referência, os distratos de 2011 para 2012 mais do que DOBRARAM, agora em 2016 tiveram um aumento relevante, mas não chegou a dobrar. Outro exemplo foi a dívida líquida sobre patrimônio líquido: para algumas construtoras ficou pior, mas em 2012 foi o ano em que 5 delas de uma vez ficaram com DL/PL (Dívida Líquida / Patrimônio Líquido) superior a 100%, algo que não teve impacto equivalente em 2016 (parte das mesmas que tiveram este problema em 2016 tiveram aumento relevante no DL/PL, mas não todas elas). Além disto, em 2012 a queda de lançamentos foi mais de 40%, o que não aconteceu em 2016 e 2012 foi o ano em que a distorção entre oferta e procura mais cresceu percentualmente até hoje.

      Fazendo uma análise ponderada e levando em conta TODOS os fatores acima e não apenas o prejuízo líquido como consta na reportagem acima, por incrível que pareça, o ano de 2012 ainda foi pior que 2016. É ÓBVIO que o segmento imobiliário, a imprensa e os demais asseclas sempre vão FINGIR que não sabem disto, é fundamental fazerem de conta que o que está ocorrendo com eles é consequência da crise, se pontuarem a VERDADE e dizerem que 2012 foi ainda pior, como poderiam manter esta “justificativa” e todo o mimimi pedindo sempre “socorros especiais” para este “pobre segmento afetado pela crise”? Se “descobrissem” que foi este segmento quem impulsionou mais do que qualquer outro a nossa crise, pegaria muito mal estes “socorros especiais”, não é mesmo?

      Destaque para o seguinte trecho da notícia acima, entre “aspas”:

      “Distratos, provisões para contingências e baixas contábeis resultantes de reduções de preços de apartamentos e de terrenos fizeram com que a perda setorial crescesse mais..”

      Como assim, os preços dos apartamentos e terrenos caíram??? Que surpresa, não é mesmo?

      Qual o “probleminha” da constatação acima FINALMENTE constar em relatórios oficiais das construtoras dando baixa em montantes relevantes de Ativos que tiveram o valor “revisto” para baixo?

      O primeiro problema, é que reconhecem de forma PÚBLICA e INQUESTIONÁVEL, que os preços dos imóveis CAEM, ou seja, não há mais como sustentarem “OFICIALMENTE” que os preços dos imóveis nunca baixam, afinal em seus relatórios trimestrais já estão reconhecendo quedas NOMINAIS. ÓBVIO que os corretores, a imprensa e demais asseclas vão se manter firmes nas MENTIRAS e ENGANAÇÕES, dizendo que os preços não estão caindo em termos nominais e “esquecendo” que esta queda já foi até reconhecida OFICIALMENTE pelas construtoras.

      O segundo “probleminha”, diz respeito às garantias que estas construtoras mantém com os bancos Quais as consequências NATURAIS desta redução formal dos preços dos imóveis reconhecida OFICIALMENTE pelas construtoras?

      1) Os bancos serão OBRIGADOS a reconhecerem que os imóveis e terrenos dados em garantia pelas construtoras tiveram uma redução de preços e com isto, as garantias cobrem menos os empréstimos concedidos para estas construtoras, aliás, em alguns casos as garantias dadas já se tornaram absolutamente INSUFICIENTES para cobrirem os empréstimos tomados. Quais as consequências disto?

      1.1) Construtoras terão mais dificuldade de obter crédito para tocarem lançamentos ou novos empréstimos para projetos em andamento;

      1.2) Além de dificultar, os juros cobrados pelos bancos para as construtoras investirem em lançamentos ou projetos em andamento, os juros para estes empréstimos terão que ser maiores, pois o risco de quedas de preços que antes eles podiam FAZER DE CONTA que era teórico, eles são obrigados a reconhecer que JÁ SE CONCRETIZOU;

      2) Novas avaliações feitas por bancos quanto a empréstimos concedidos a clientes para aquisição de imóveis, terão que considerar uma redução no preço estimado de mercado a ser financiado, uma vez que já se tornou OFICIAL a informação de que os preços dos imóveis caíram NOMINALMENTE;

      3) Como os preços dos imóveis caíram OFICIALMENTE, os bancos certamente terão parte de sua carteira de imóveis financiados para pessoas físicas revistas, onde o saldo devedor ficará SUPERIOR às novas garantias. Adicionalmente, como os próprios bancos estão realizando leilões em que os preços arrematados são muito inferiores àqueles de mercado que serviram de base para avaliações, os bancos serão obrigados mais uma vez a rever as suas garantias, de forma a reduzi-las novamente. A combinação destes fatores, reforçará a necessidade de reduzir os preços de avaliação constantes no item 2;

      4) Como CONSEQUÊNCIA de tudo que consta acima, os bancos terão que rever suas políticas de concessão de crédito imobiliário para aumentarem os juros cobrados dos clientes e diminuir o prazo de financiamento concedido, pois claramente e de forma inequívoca, o risco de redução de preços se concretizou, trazendo prejuízos aos balanços dos bancos, portanto, mais juros necessários e menos prazos, ambos para recuperarem parte do prejuízo / liquidez e cobrirem um risco maior.

      5) Consequência de tudo que consta nos itens acima? Novas quedas nos preços dos imóveis, uma vez que empréstimos serão mais difíceis, considerarão avaliações menores, terão juros maiores e prazos menores, ou seja, reversão dos principais fatores que inflaram a bolha do lado dos bancos. Claro que isto também atua para colaborar na redução de preços ao aumentar os distratos e assim os estoques das construtoras, ao mesmo tempo que elas terão cada vez mais dificuldades e custos para pedalarem com vendas FALSAS na planta.

      Tudo que consta acima é o que DEVERIA acontecer, se os bancos seguissem ao MÍNIMO as melhores práticas.

      É ÓBVIO que bancos e auditorias poderão fazer VISTA GROSSA e fazerem de conta que não veem que seriam OBRIGADOS a fazerem isto, aumentando cada vez mais o seu comprometimento com as MENTIRAS e as suas responsabilidades inclusive perante à justiça, algo similar ao que as próprias construtoras fizeram até aqui, sempre apostando na tradicional IMPUNIDADE brasileira.

      Vamos ver até quando e quanto estes agentes estão dispostos a aumentarem sua exposição. O BC fazendo VISTA GROSSA para várias irregularidades da CEF e o governo apagando incêndio com gasolina, já deixaram claro que para eles “o céu é o limite”, será que todos se manterão assim?

      Mesmo que se mantenham, em algum momento vão ter que admitir a VERDADE e daí tudo que consta nos itens acima acabará acontecendo, só que de uma maneira muito mais forte, bem mais impactante e destrutiva. A escolha deles provavelmente será adiar, só cavando um buraco cada vez maior para se enfiarem, como sempre digo…

      7+
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      • Cesar_DF 3 de abril de 2017 at 10:42

        CA
        Será que o plano de recuperação judicial da PDG será um documento público?
        Estou curioso para ler esta obra de ficção ! kkkkkkk

        4+
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        • CA 3 de abril de 2017 at 11:16

          Cesar_DF,

          Segue abaixo um exemplo de como esta informação se torna público, no caso com dados da Viver:

          http://www.valor.com.br/empresas/4861440/viver-espera-aprovar-planos-de-recuperacao-judicial-ainda-neste-ano

          Observe no caso acima da Viver, a “roubada” de parte dos credores receberem ativos e eles terem que tentar vender por conta própria. Imagine como ficam os bancos quanto a novos pedidos de empréstimos das construtoras, a cada vez que passam por uma situação desta, que tende a se repetir com a PDG. Este é um dos elementos que leva a pirâmide financeira a ruir, pois os bancos dificultam empréstimos para construtoras e os tornam mais caros, como pedalar com lançamentos e vendas FALSAS na planta nestas condições?

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    • Cesar_DF 3 de abril de 2017 at 12:06

      BOSS
      Na minha opnião, este seria TÓPICO

      2+
    • Money_Addicted 3 de abril de 2017 at 10:00

      belo trocadilho hein kkk

      1+
  • Money_Addicted 3 de abril de 2017 at 10:01

    CVR – OFF

    chegou o mes de eu receber o favor do temer e ter acesso ao MEU dinheiro q esta la parado rendendo menos q a inflacao (mas mais q imoveis rs) a mais de 10 anos

    [ ]s

    10+
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  • Libertario 3 de abril de 2017 at 10:23
    • Cadeludo 3 de abril de 2017 at 10:38

      tá todo mundo esperando uma reviravolta kkkkkkk
      isso que o país ainda nem começou a ferver
      sardinhada vai demorar ainda pra cair a ficha que foram logrados
      a esperança deles é a últtima que morre

      7+
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    • Money_Addicted 3 de abril de 2017 at 10:39

      interessante notar q realmente somos uma ilha nesse mar de ignorancia, a grande maioria la pensa como o Fernando

      Isso me acalma pois temos o nosso PMJ garantido

      [ ]s

      8+
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    • Cesar_DF 3 de abril de 2017 at 12:04

      Postei isso lá, só de malvadeza rsrs

      As pessoas aqui estão esquecendo de incluir na conta a DESVALORIZAÇÃO DO IMÓVEL. Depois que ele praticamente triplicou de valor de 2005 a 2013, a tendência é de que seu valor real irá caindo por muitos anos. Enquanto isso a aplicação irá somente valorizar. http://www.jb.com.br/economia/noticias/2015/09/02/preco-de-imoveis-ja-sofre-desvalorizacao-de-quase-5-em-2015/

      2+
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  • Alemon Fritz 3 de abril de 2017 at 10:32

    Metade dos comentários diz pra não ter filho…kkk
    outra metade pra não vender e 1 terço pra aplicar mesmo, algumas com português macarrônico.

    7+
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  • Brazil mode OFF 3 de abril de 2017 at 10:34

    DUVIDA.
    O que definiria mesmo o estouro da bolha? Tipo… bolha estourou!!! Ou é algo meio subjetivo?

    4+
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    • Cadeludo 3 de abril de 2017 at 10:42

      pra quem precisa vender a bolha estourou
      quem deseja comprar deverá ser paciente o suficiente pra ver ela se desintegrar

      6+
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    • CA 3 de abril de 2017 at 11:01

      Brazil mode OFF,

      A bolha iniciou seu estouro, de forma não reconhecida pelo grande público, a partir de 2012, quando tivemos uma combinação de fatores: super-estoques, muito acima de 12 meses de vendas, cancelamentos de negócios em volumes anormais junto ao total das construtoras (distratos mais do que dobraram e passaram de R$ 5 bilhões), foi em 2012 que começaram as “campanhas” com promoções e descontos para disfarçarem quedas nos preços, os resultados das construtoras com Ações na BOVESPA foram os piores até hoje, 5 delas que mais praticaram as vendas FALSAS na planta (o nosso subprime 1) viram sua dívida líquida ficar maior que o patrimônio líquido, dentre outras evidências do início do estouro, todas elas consequências que nesta característica e dimensão só existem durante explosões de bolhas imobiliárias, mas que foram MAQUIADAS ao extremo pelo segmento imobiliário e imprensa.

      A explosão de bolha imobiliária ficará visível e inegável (claro, o segmento imobiliário continuará alienando a realidade para tentar enganar a todos com apoio da mídia, mas sem sucesso), a partir do momento que tivermos a seguinte combinação de fatores:

      1) Visibilidade que a CEF é a maior detentora de imóveis à venda no país: a evidência de que um banco se tornou o maior proprietário de imóveis à venda, superando qualquer construtora com larga vantagem, é algo que só aconteceu até hoje, em todo o Mundo, durante explosões de bolhas imobiliárias. Este é um dos motivos pelos quais a CEF só retoma menos de 1/5 de todos que estão inadimplentes a mais de 90 dias, por isto que ela quer criar uma empresa abutre para transferir o estoque de seus imóveis, por isto que ela quer recrutar corretores em todo o país para venderem estes imóveis o quanto antes (e não conseguirão), por isto que estão fazendo negociações MIRABOLANTES para mascarar a inadimplência acima de 90 dias, etc.;

      2) Visibilidade de que construtoras e bancos já reconheceram oficialmente em seus balanços quedas nominais relevantes nos preços de imóveis e terrenos: parte disto já está acontecendo, pois algumas construtoras já foram obrigadas pelas auditorias a reconhecerem a queda de preços nominais e relevantes em seus balanços. O próximo passo é dos bancos reconhecerem isto, o que é inevitável (se quem é o “dono” do imóvel, a construtora, já reconheceu a queda da sua garantia junto ao banco, o banco não tem escapatória, tem que reconhecer também). Este é outro fator que só ocorre de forma oficial, em larga escala e com quedas relevantes em preços nominais, durante uma explosão de bolha imobiliária;

      3) Visibilidade quanto aos INEVITÁVEIS efeitos em cascata quanto ao que consta nos itens 1 e 2 acima: o que consta nos itens 1 e 2 irá OBRIGAR os bancos a reduzirem e tornarem mais caro o financiamento tanto para construtoras quanto pessoas físicas, ao mesmo tempo que eles terão que reduzir o valor financiável do imóvel e o prazo de financiamento para os compradores. Tudo isto desencadeará novas reduções em vendas, aumentos em distratos, aumento na necessidade de redução de preços e maior visibilidade quanto a esta redução de preços e seus mecanismos. Dada a ordem de grandeza do que deverá acontecer, mais uma vez será algo onde ficará evidente que só acontece durante a explosão de uma bolha imobiliária e em nenhuma outra situação. Para detalhes sobre o mecanismo pelo qual tudo isto ocorre, ver meu comentário imediatamente anterior a este, sobre notícia quanto a construtoras reconhecendo em seus balanços as quedas de preços em imóveis e terrenos.

      Existem outros fatores que podem trazer mais visibilidade à explosão de nossa bolha imobiliária, mas creio que os 3 acima são os mais relevantes.

      Observe que nem mencionei um índice de preços que apontasse queda abrupta, porque como sabemos, o FINGE ZAP foi criado para maquiar isto e quanto mais venderem o imóvel mais barato e ele deixar de ser anunciado, mais o preço médio vai subir. Observar ainda que o IVG-R do BACEN que mede preços de avaliação de imóveis financiados, apresentou queda típica de bolha imobiliária ao longo dos últimos 18 meses e isto também foi ESCONDIDO pelo segmento imobiliário, imprensa e asseclas, eles simplesmente criaram outro índice similar, mas que pode ser manipulado por eles mesmos e continuaram como se o índice do BACEN nunca tivesse existido e tal malabarismo ocorreu com todo o suporte da imprensa neste jogo de FAZ DE CONTA. Também não mencioneis os leilões isoladamente, pois já estão ocorrendo reduções relevantes de preços que estão sendo escondidas ou subestimadas perante o grande público. O fato é que não dá para mascararem tudo que consta aqui e mais os 3 itens que constam acima eternamente, uma hora os pratinhos de DESINFORMAÇÃO que estão equilibrando vão acabar caindo…

      10+
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      • Cesar_DF 3 de abril de 2017 at 12:34

        CA
        É interessante ver a dinâmica de uma bolha
        No caso do EUA, são os seguintes pontos de inflexão de pico
        Quantidade de imóveis vendidos – 2005
        Valor dos imóveis – 2006
        Price to rent ratio – 2006
        Price to income ratio – 2007
        Estouro da bolha financeira – 2008
        Quantidade em Estoque – 2008

        Podemos observar a inércia do mercado

        0
    • Cesar_DF 3 de abril de 2017 at 12:03

      De acordo com alguns autores, em especial o Amorinha, bolha só existe se impactar o mercado financeiro, com a quebra de bancos.
      Por esse critério, as bolhas da dotcom de 2000 e a bolha imobiliária japonesa e a espanhola não seriam bolhas.
      Outros consideram bolha quando ocorre uma rápida queda maior que 20%.
      Se é soft ou hard, é meio polêmico, pois a bolha japonesa caiu 30% de 1990 a 1992 ou mais outros 50% de 1992 a 2000.
      Tipicamente as de hard-landing o DESPAIR começa 4-5 anos depois do pico, e o vale acontece depois de 6 anos do pico, com quedas entre 35 a 60%.
      Um ciclo completo de valorização e desvalorização dura tipicamente 10-12 anos.

      5+
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  • Cajuzinha 3 de abril de 2017 at 12:00

    Governo admite que país ainda está no fundo do poço
    Publicado em 01/04/2017 – 06:30 Vicente NunesEconomia

    Os indicadores divulgados ao longo desta semana, porém, desautorizam qualquer discurso de euforia. A economia se mantém firme no fundo do poço.

    A verdade, porém, é que os brasileiros ainda vão demorar muito para ver a melhora do mercado de trabalho. Os economistas projetam que o número de desempregados, hoje, de 13,5 milhões, passará dos 14 milhões nos próximos meses. As empresas estão muito longe de reforçar o quadro de pessoal.

    Mesmo assim, poucos acreditam que a ação do BC seria suficiente para reverter o encolhimento da atividade. Por uma razão simples: o impacto dos juros na economia demora entre seis e nove meses para ser sentido.

    Mais um ano sem crescimento será o pior dos mundos. Infelizmente, é o que pode acontecer.

    7+
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  • Alemon Fritz 3 de abril de 2017 at 12:30

    em portugal os imóveis estão agora 17% mais baratos… e foi bolha.
    eu particularmente ainda estou esperando um rapido bulltrap até fim do ano (fgts limpando a caxão, pessoal que segurou mas não se aguenta mais pra gastar, chegada das ligs, distratos “resolvidos”, queda de juros e inflação e fundos abutres rondando.. Ainda tem os velhinhos desesperados após a previdência. isso vai acontecer até julho depois de 1 a 2 anos é caxão de novo.

    2+
  • francisco.filho 3 de abril de 2017 at 12:39

    From_The_Tower

    Eu prefiro alugar DINHEIRO no Bananistão.

    2+
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    Estao tentando aumentar os alugueis em Porto Alegre… Na força… não sei como tem coragem…

    1+
    • From_The_Tower 3 de abril de 2017 at 12:51

      não dá para financiar aluguel. Aluguel precisa de RENDA.

      2+
  • mestre dos magos 3 de abril de 2017 at 12:40

    Vi um documentário este final de semana. link abaixo:
    https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjcyNfbzojTAhUJG5AKHWTHD2IQtwIIHTAA&url=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DHQ6aA02Dp7Q&usg=AFQjCNF7pUz38dgiZTpEQIqk5XjObwqRPg&bvm=bv.151325232,d.Y2I

    Esse documentário fala da bolha imobiliária Japonesa, e do papel dos banco centrais na condução da crise. Achei interessante a parte que fala que a crise do japão foi desejada, pois eles queriam mudança no sistema, e só se muda um sistema com uma grande crise. Nas sociedades há várias pessoas que estão se dando bem na situação atual, logo esses setores irão impor resistência a mudanças na sociedade. Mas com uma grande crise, todos, sem exceção, solicitam alterações das regras para sair do atoleiro.
    Será que a crise do Brasil também não é semelhante a japonesa? Reformas da previdência, CLT, tributária, irão passar sem uma grande crise? Achei muito interessante o documentário.

    3+
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    • francisco.filho 3 de abril de 2017 at 13:00

      Mas o Japão de 1992 era(e ainda é) uma economia punjante e forte. Eles produzem muita riqueza. Mas foram 20 anos para os preços alinharem-se num patamar saudavel. Aqui, nada nunca baixa de preço, lamentavelmente. Parece nao existir concorrencia, o livre mercado aqui parece sempre puxar os preços para cima. As coisas deveriam tender a custar o quanto os outros estão dispostos a pagar. Mas as coisas custam o quanto o “dono” acha que devem custar, nem que seja com uma ajudinha do governo e de leis.

      7+
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      • Lucas 3 de abril de 2017 at 13:12

        não se compreende a bolha japonesa sem ter estado lá
        uma passgem só de ida no chinkasen csuta coisa de 100 dólares.
        que é mesmo o custo efetivo dum país com fontes escassas de energia
        sendo assim, localização tem um valor brutal por lá.
        e ainda tem muitos outros detalhes importantes, o diabo mora nos detalhes.
        casa no japão se tornou ativo, sua função de habitar ainda esta distorcida, mesmo com o estouro, talvez os gadgets dos mileniuns faça o valor do local finalmente se tornar o que relmente é, somente um edereço.

        6+
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  • Abestado abc 3 de abril de 2017 at 13:00

    Na mídia os palhaços da Anfavea propagando que “Março teve alta de 6% nas vendas”

    Aí vc lê a matéria e percebe que: a comparação é com Fevereiro (!) e que Março teve 23 dias úteis …
    Finalizam a matéria constatando que na realidade as vendas caíram “apenas” 1,1% que o mesmo período do ano passado. Tsc tsc tsc

    8+
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    • Lucas 3 de abril de 2017 at 13:19

      fora que esse ano carnaval caiu em fevereiro e no passado em março
      ou seja, ainda mais pior que o ruim

      4+
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  • Leonardo M. 3 de abril de 2017 at 13:05

    O brasileiro só se dará conta dá bolha quando a CEF começar tomar inúmeros imóveis e colocando a preço de banana na segunda praça do leilão.
    Enquanto isso PNJ

    Não duvidem dá macaquises do 666

    5+
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    • Lucas 3 de abril de 2017 at 13:17

      isso nunca vai acontecer, a CEF vai pagar para sanear o mercado
      ela jamais vai destruir o valor do patrmonio de seus acionistas proprietários
      o custo de saneamento se reverte em crise, desemprego, cambio, inflação e PMJ.
      noves fora isso não vai impedir do preço efetivo continuar com quedas médias de 60% a 80% nos leilões, indo pra 90% isso nominais em cima do laudo de avaliação, sem falar no custo de oportunidade do maior juros real do planeta

      quem paga: Todos pela inflação e impostos, outros mais pelo juros estratosférico, hoje a TR está pegando quase 50% da inflação, a só 2 anos atrás ela era nada, até o fi do ano vai pegar uns 2/3 da inflação, outros vão pagar menos pelo pato
      o PMJ é um bom alívio, só de não empobrecer estaremos realtivamente mais ricos que 99% da população brasileira, apesar de em níveis globais adeus Ibiza

      8+
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  • Lucas 3 de abril de 2017 at 13:06

    FALACIA do Expert ou truques da mente:

    1- Fernando o bobo que se diz engenheiro entendedor de matemagica financeira ainda não conseguiu abstrair um conceito básico de perdas maiores que 100%, ou diz que não entendeu só pra avacalhar a discussão, ele não pode nem sequer entrar no mérito da questão, pois estaria admitindo a possibilidade dum risco n vezes maior que a intuição comum. Assim como ele avacalha o assunto autos. Pros tontos que vão na dele, o motumbo será o único a explicar pela dor o que pelo amor a lógica jamais vamos conseguir, é aquilo do psico que from_tower sempre diz, a pessoa já fechou a questão, vc só pode entrar no rol dos amigos ou dos inimigos dela. Engraçado que com politica a atitude é a mesma.

    2- Thiago o nefasto, traz um dado com 4 anos de atraso, que pelo efeito retrovisor do sistema na-planta+financiamento na verdade é um dado de 2010, ou seja, na euforia o mercado já estava azedando, detalhe aquele nomão em inglês, nada mais é que uma corvolária brasileira.

    E só pra divertir, um assunto que gosto muito vinho. Graças a uma condição aguçada sou n vezes mais capaz que a média em cheiros e gostos, talvez pra compensar que sou meio surdo, kkkk, enfim, há muito tempo venho comprando vinhso de até 15 reais, que no supermercado gourmete chega 30 e a 60 na padaria, obviamente no restaurante bananense vamos até 120 se não for mais, um exemplo pratico o calamares, vinhos simples de menos de 8 reais, que chega na casa dos 100.
    http://g1.globo.com/jornal-da-globo/videos/t/edicoes/v/precos-de-cardapio-de-restaurante-sao-uma-ciencia-a-neurociencia/5769377/

    parabéns samy

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  • Cesar_DF 3 de abril de 2017 at 13:20

    Tentei localizar a ordem de recebimento de créditos, no caso de empresas falidas, aplicadas as Sociedade de Propósito Específico imobiliário, mas não encontrei material, só isso
    ALGUÉM PODERIA ESCLARECER A ORDEM DE RECEBIMENTO?

    A ordem de classificação dos créditos da falência, abordando os credores da falência, da massa falida, e os créditos que não se sujeitam ao processo concursal, de acordo com a novel LFRE (L11.101/05) é a seguinte:
    1) Credores trabalhistas de natureza estritamente salarial, limitados a 150 salários-mínimos por credor, e os decorrentes de acidentes de trabalho (art. 151);
    2) Restituição em dinheiro (art. 86) Créditos com garantia real até o limite do valor do bem gravado
    3) Credores extraconsursais (art. 84); Créditos tributários, independentemente da sua natureza e tempo de constituição, excetuadas as multas tributárias
    4) Credores trabalhistas (até 150 Salários-mínimos) e acidentes de trabalho (art 83, I);
    5) Credores com garantia real até o limite do valor do bem gravado (art 83, II);
    6) Credores tributários, excetuadas as multas tributárias (art. 83, III);
    7) Credores com privilégio especial (art. 83, IV);
    a) os previstos no art. 965 do Código Civil;
    b) os previstos no parágrafo único do art. 67 desta Lei;
    c) os assim definidos em outras leis civis e comerciais, salvo disposição contrária desta Lei;
    8) Credores com privilégio geral:
    a) os previstos no art. 964 do Código Civil;
    b) os assim definidos em outras leis civis e comerciais, salvo disposição contrária desta Lei;
    c) aqueles a cujos titulares a lei confira o direito de retenção sobre a coisa dada em garantia.
    9) Credores quirografários (art. 83, V); a saber:
    a) aqueles não previstos nos demais incisos deste artigo;
    b) os saldos dos créditos não cobertos pelo produto da alienação dos bens vinculados ao seu pagamento;
    c) os saldos dos créditos derivados da legislação do trabalho que excederem o limite estabelecido;
    10) Creditos decorrentes de multas contratuais, tributárias etc (art. 83, VII); Multas contratuais e as penas pecuniárias por infração das leis penais ou administrativas, inclusive as multas tributárias;
    11) Credores subordinados ou subquirografários (arrt. 83, VIII). a saber:
    a) os assim previstos em lei ou em contrato;
    b) os créditos dos sócios e dos administradores sem vínculo empregatício;
    c) Créditos de sócios não decorrentes de vínculo empregatício.

    2+
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    • Lucas 3 de abril de 2017 at 13:44

      no meu humilde entendimento se é uma sociedade de propósito especifico os compradores na planta respondem solidariamente pelo andamento do seu CNPJ, e é totalmente desvinculado do CNPJ da construtora, ou seja, apenas um passo a mais para os picaretas enrolarem seus clientes, não garante porra nenhuma, ao cotrario do que foi prometido se outra encol quebrar, salvam-se os empreendimentos, no entendimento de que a causa seria a má gestão da empresa, o que na verdade o problema é a inviabilidade econômica do sistema na-planta, ou seja, a solução dada para o problema encil serve PRA NADA na nova situação, era apenas mimimi de corvo.

      5+
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  • Alemon Fritz 3 de abril de 2017 at 13:21

    Os bancos estão negociando creditos podres quase a 100bilhoes ao ano.
    isso corresponde a pelo menos 500bilhoes. A caxão se livrou de 43bilhoes em 14,15 e 16.. e não aconteceu nada..
    Notem ela já é o nosso banco podre vendendo a 15%. ela já limpou só ai 210bilhoes e ninguém chiou… semana passada ela ainda divulgou que vai renegociar os Podres caxão.. os imóveis correspondem a 20% no banco mau e 80% são investimentos e títulos.. a caxa podre já está a 4 anos e necas..

    4+
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  • Lucas 3 de abril de 2017 at 13:24

    From_The_Tower

    não dá para financiar aluguel. Aluguel precisa de RENDA.

    até dá, desde que vc empurre todos os outros gastos pro cartão de crédito, incluso coisas supérfluas como comida e agua
    cc. juros é super tranquilo só 400% ao ano
    então o custod e finame do aluguel no fim da linha é isso, mas tem todo um delay nesse processo, antes vão tentar finame com desconto em folha, finame direto com lojas, cheque especial, etc, etc..
    é como se no fundo do poço tivesse um monte de bosta pra amenizar a queda

    2+
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  • Lucas 3 de abril de 2017 at 13:38

    Cesar_DF

    CA
    Estou achando que a bolha brasileira está com cara cada vez mais parecida com a japonesa.

    3+
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    são os extremos opostos BR x Japão
    mas se sua fonte são os laudos, sim sera uma queda bem soft
    ninguém vai nem perceber

    2+
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  • Carlos 3 de abril de 2017 at 17:27

    Mais um importante indicador, venda de Skoll latão, indicando queda, agora f… mesmo.

    Not every industry can be on the rise forever—not even beer. This is what an Anheuser-Bush subsidiary in Brazil found out in Q4 of 2016.
    The offshoot of the beer industry giant, Sao Paulo-based Ambev, recently held its quarterly earnings call where it shared its less than stellar financial results. While Ambev saw a net revenue of 9.7 percent for Q4 2015, the beer sales dropped to 7.3 percent in Q4 2016. This drop in sales also resulted in a lower share of the beer market with to a reported 66.3 percent which management hopes to bounce back to its ideal level of 67 – 69 percent in 2017.

    http://www.pymnts.com/news/retail/2017/anheuser-bushs-brazil-subsidiary-sees-decline-in-q4-beer-sales/

    0
  • Carlos 3 de abril de 2017 at 17:38

    O tsunami de dólares vai chegar mas ninguém sabe quando nem onde.
    A bolha do “Brics” explodiu em chamas, que novidade, como alguém com mais de dois neurônios funcionais poderia acreditar que Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul ia “dominar” o século 21. Nem saíram do século 19 ainda…

    “Last November, Goldman Sachs, where the idea originated, closed its Bric investment fund after assets reportedly declined in value by 88% from a 2010 peak. The bank told the US securities and exchange commission it did not expect “significant asset growth in the foreseeable future””

    https://www.theguardian.com/business/2016/mar/27/brics-bubble-burst-brazil-russia-india-china-south-africa

    3+
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