#Relembrando – Indice Gerson – Estão tirando vantagem de quem quer comprar imóvel – Matemático

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Comments
  • TukhMD 4 de março de 2017 at 17:34

    Old but gold.

    25+
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    • Antigo 4 de março de 2017 at 18:11

      Esse índice é sensacional!!
      Mostra bem a evolução do descolamento entre renda e preço de imóveis

      9+
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  • Seguidor do Bolha BH 4 de março de 2017 at 17:45

    O mercado imobiliário e seus representantes sabem bem disso, mas não tocam no assunto porque sabem que sempre terá quem compre.

    6+
  • CA 4 de março de 2017 at 17:59

    O tópico fala sobre Matemática, mas ao final do anterior, o Fernando insistiu DE NOVO na sua MATEMÁGICA pega-trouxa: a inflação que só existe para aplicações financeiras e não existe para imóveis.

    Ao analisar aplicação financeira versus imóveis, a inflação existe para os dois, portanto você nem precisa utiliza-lá no cálculo.

    Vamos a um exemplo prático de custo de oportunidade, já explicado antes para o Fernando:

    1 ano atrás o personagem “A” pegou R$ 1 milhão e comprou um imóvel. Considerando-se o IVG-R (índice de preços do BACEN) e as quedas de 1% ao mês no preço dos imóveis, hoje ele teria um imovel pelo preco de aproximadamente R$ 887.000.

    1 ano atrás o personagem “B” aplicou R$ 1 milhão. Com rendimento médio líquido de impostos ao redor de 0,9% ao mês, ele tinha um rendimento mensal de R$ 9.000,00. Supondo que ele morasse de aluguel em um imóvel idêntico ao do personagem “A” e pagando 0,40% ao mês, ele pagaria R$ 4.000 de aluguel ao mês. Sendo assim, o personagem “B” teria um rendimento abatido o aluguel de R$ 5.000 por mês (R$ 9.000 da aplicação financeira, menos R$ 4.000 do aluguel). Ao final de 1 ano o personagem “B” teria mais de R$ 1,060.000,00 (nem considerei os juros compostos).

    Pelos cálculos acima, agora o personagem “B” poderia comprar o imóvel em que morava e ainda sobraria R$ 173.000,00 (ele teria R$ 1.060.000,00 de saldo na aplicação financeira, pagaria R$ 887.000,00 pelo imóvel e sobrariam R$ 173.000,00 para pagar impostos da aquisição do imóvel, mais mobílias, viagens, etc, ou simplesmemte manter poupado como reserva).

    Como funciona a MATEMÁGICA do Fernando?

    Ele nos diz que sobre o rendimento financeiro, todo mês vem o bicho-papão da inflação e “come” R$ 5.000, mas este mesmo bicho-papão não come o dinheiro de quem comprou imóvel, porque os tijolos são mágicos!!!

    Oras, se tanto o personagem “A” quanto o personagem “B” precisarem de algum dinheiro extra porque não conseguem pagar as contas com seus salarios mensais em virtude da inflação, isto não tem NADA a ver com a análise de custo de oportunidade acima, aliás, se for alguma grande EMERGÊNCIA inadiável, no caso do personagem “A”, se ele não tiver reserva, vai fazer o que, pagar com uma janela, uma porta, ou um telhado e ver alguém morrendo esperando por conseguir vender isto?

    Este é o non-sense dos brick-lovers como o Fernando, eles distorcem por completo as coisas. Vejam a comparação dele no final do tópico anterior, ele diz que a pessoa que tem os rendimentos financeiros mensais “perde” o correspondente a inflação todo mês e o que sobra rende menos que um imóvel alugado, ou seja, o dinheiro recebido de aplicação financeira é comido pelo bicho-papão da inflação, mas o dinheiro mágico recebido do aluguel não.

    O que consta acima já foi explicado várias vezes para o Fernando, mas ele insiste em FINGIR que não entendeu e tenta toda hora enganar as pessoas com seus DEVANEIOS sem sentido. As vezes ele deixa no final de um tópico para ver se tapeia algum usuário novato do blog que possa ser pego distraído…

    48+
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    • Curioso 4 de março de 2017 at 18:10

      Eles partem da premissa (FALSA) de um mercado imobiliário sadio, em que o valor do imóvel permanece corrigido monetariamente.

      12+
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    • Fernando 4 de março de 2017 at 18:12

      É o delírio da imaginação fértil.
      Pergunto-lhe, ONDE EU ESCREVI ISSO?

      5+
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      • CA 4 de março de 2017 at 18:25

        Trecho que consta abaixo:

        “Complementando: rendimento real líquido 0,033 ou 3,3% ao ano.
        Complementando 2: próximo ao rendimento de alugueis…”

        Resumindo, você abateu a inflação do rendimento da aplicação financeira e não abateu do rendimento do aluguel, a mesma distorção que você SEMPRE faz para ENGANAR as pessoas.

        Se você abater a inflação mensal sobre o montante daquilo que recebeu de aluguel, verá que não terá NENHUM rendimento de aluguel, porque a inflação em si no.m mes a mês já é maior que o percentual recebido de aluguel. Isto sem contar a desvalorização sobre o preço do imovel.

        Vai continuar FINGINDO que não entendeu e tentando ENGANAR as pessoas???

        21+
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        • Fernando 4 de março de 2017 at 18:46

          Novamente as mesmas ilações…
          No caso do imóvel, é o próprio principal.
          A inflação faz com que o dinheiro valha menos, ou seja, os bens passam a valer mais. Por isso é necessário manter o valor do principal no caso do dinheiro, no caso do imóvel, o que importa é o rendimento, são duas coisas diferentes.
          Não estou defendendo aqui que é um bom negócio comprar imóvel AGORA, o que estou dizendo é que o PMJ pode não ser tão bom quanto pintam aqui…

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          • CA 4 de março de 2017 at 20:14

            De novo, já consta desde o meu primeiro comentário deste tópico: pelo IVG-R, s de dezoito meses atrás até 12 meses atrás, queda NOMINAL nos preços dos imóveis de 0,5% ao mês. Nos últimos 12 meses, queda NOMINAL noa preços dos i.oveis de 1% ao mês. As QUEDAS de preços NOMINAIS dos imóveis estão se INTENSIFICANDO, NÃO EXISTE este reajuste “automatico” dos preços dos imóveis pela inflação, isto foi uma UTOPIA inventada pelo segmento imobiliário como PEGA-TROUXA…

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            • MauricioSP 5 de março de 2017 at 21:00

              O imóvel pode não acompanhar a inflação a custo prazo, mas com uma inflação média de 5% ao ano, no longo prazo se não acompanhar a inflação, o imóvel vira nada. É só pegar a matrícula de um imóvel que foi comprado em 1997 e ver o valor dele hoje, 20 anos depois. O Fernando tem razão em partes, pois teria que colocar no cálculo os custos da manutenção do imóvel no período.

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              • rpoa 6 de março de 2017 at 12:18

                Ok. Sensato! claro que o imóvel no longo prazo acompanha a inflação…. em contrapartida aos seus custos de manutenção… senão seus preços virariam pó e não teríamos nem bolha.

                Compartilho da ideia de que os preços dos imóveis nos últimos anos descolaram da realidade. E descolaram muito, verdadeiros absurdos. por outro lado…. não há bolha eterna…. (se ela fosse eterna não há bolha)…. houve muita acomodação no mercado imobiliário…e alguns preços ficaram acessíveis (outros ainda absurdos)…. mas com o horizonte firme da queda de juros, apostaria que a partir de 2018 os imóveis retomam a escalada de valor.. não sei, juros na faixa de 1 dígito, retomada econômica… e por aí vai…

                Recentemente me separei. Nunca havia morado de aluguel na vida (só alugava para outros). E fui viver a experiência de inquilino.. aluguel + seguro fiança + trocentos coisas e no condomínio você é tratado como sujeito de 2ª categoria (tá exagero)….

                mas não aguentei e acabei comprando uns tijolos para mim. Acho até hoje (e foi julho passado) que fiz um ótimo negócio. Vendedor apertado para concluir outra casa, apto relativamente novo (2009), comprado em 2006 pelo antigo morador na planta…. somei tudo que ele pagou e paguei MENOS que a poupança nessas parcelas (isso que a compra foi em 2006, antes do rallye). Noves fora imóvel praticvamente novo, com pisos, armários embutidos, lustres. etc……

                assim…nem tanto ao Deus nem tanto ao Diabo… uma hora dessas a bolha vai desinflar e os preços começarão nova acelerada….. se isso ocorre esse ano ou daqui a 3, 4, 5, 6…anos… bem.. uma hora dessas acontece

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                • to bolhado 6 de março de 2017 at 12:30

                  a questão é que a decisão de comprar x alugar nunca precisa levar em conta um horizonte maior do que 2 anos, 2 anos e meio, (que é o prazo de um contrato de aluguel). Não faz sentido (pensando exclusivamente no financeiro) você tomar uma decisão hoje porque daqui em algum momento nos próximos 8 anos tal coisa tende a acontecer. Se você acha que é mais provável que nos próximos 3 anos algo totalmente diferente do que é o esperado de longo prazo aconteça, você deve agir de acordo…

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                  • Lucas 6 de março de 2017 at 13:56

                    e no longo prazo a depender do que acontecer
                    imóvel vira pó sim
                    (ou vira ouro, como em locais tipo monaco ou manhatan)
                    BR está mais pra o quê?
                    um dos menos densos do mundo, pouco horizontalizado, pobre, dependende de plantação e mineração.

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          • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 08:39

            Fernando
            Todo bem tende a desvalorizar com o tempo, devido ao envelhecimento dele.
            Acontece que o imóvel tem um componente adicional de valorização e desvalorização, pois se, por exemplo, o bairro valorizou devido a melhoria de infraestrutura, irá atrair pessoas com mais dinheiro para este local, aumentando a procura e consequentemente o valor, em compensação, poderá haver uma piora nas condições deste bairro, onde as pessoas com mais dinheiro saem deste local, num processo conhecido como favelização.
            Acontece, que até o momento que existia uma pressão pela procura devido ao aumento da população, era verdade que “quem comprava terra não errava”, só que, a partir do momento que a taxa de fecundidade caiu abaixo de 2.1, em mais uma geração a população atingirá o seu máximo e começará a cair.
            É só olhar para o Japão para ver este processo desde a década de 1990, ou em Detroit mais recentemente.

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    • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 08:01

      CA
      O MITO DA VALORIZAÇÃO ETERNA é uma constante em todas as bolhas, imobiliárias ou não.
      Quem não estuda história tende a cometer os mesmos erros.

      4+
  • Fernando 4 de março de 2017 at 18:11

    RECAPITULANDO:

    Fernando 4 de março de 2017 at 16:40
    Antigo 3 de março de 2017 at 16:04
    Para esse ano de 2017, em renda fixa, acredito que uns 9 mil mensais
    Para os próximos anos vai depender dos juros

    RESPOSTA:
    Vamos analisar o caso.
    1 milho grande.
    Supondo IPCA + 5% (TD)
    Total daria uns 10,3% brutos.
    Supondo uma capitalizacao composta mensal no período de 1 ano, daria uns 11% efetivos (chutando).
    Anual: 110 mil reais.
    Ocorre que metade disso, aproximadamente corresponde ao ipca, então separamos os r$ 55000,00.
    Temos que subtrair o IR, logo sao menos 22 mil reais.
    Ou seja:
    Principal atualizado 1.055.000,00
    Juros: 55 mil.
    Líquido: 55 mil menos 22 mil = 33 mil / 12 = aprox r$ 2750,00 mensais.

    ENTÃO EU PERGUNTO: CADÊ OS 9K LIVRES?

    Isso SE a sua cesta custar 5,3% mais cara. A minha inflação é maior que essa, pelos tipos de produto que eu consumo, provavelmente anulando esse rendimento.

    Complementando: rendimento real líquido 0,033 ou 3,3% ao ano.
    Complementando 2: próximo ao rendimento de alugueis…

    8+
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    • CA 4 de março de 2017 at 18:20

      Rendimento REAL líquido significa ABATENDO a inflação no caso da aplicação financeira, enquanto no aluguel no seu iltimo paragrafo, você NÃO abateu. Por que você teria R$ 9 mil que o bicho-papão da inflação comeria R$ 5 mil todo mês e o que você recebesse de aluguel ao longo do ano o bicho-papão não comeria???

      De novo, a inflação não existe só para aplicação financeira, ela existe para tudo, não existe este absurdo que você colocou acima para ENGANAR as pessoas, se quer comparar imóveis com aplicações financeiras, faça o custo de oportunidade, como DEMONSTREI acima.

      22+
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      • MARK 4 de março de 2017 at 18:26

        CA, o Fernando têm o pensamento dos nossos pais, numa época muito distante em que o aluguel de fato dava um bom retorno, ainda mais se fossem cortiços como vi muitos aqui em Santos, mas, como você e tantos outros já colocaram aqui, os preços estão depreciando e ainda vão cair muito. Como um bem em franca depreciação irá competir com aplicações de renda fixa na casa de 12 a 14%?

        13+
        • Fernando 4 de março de 2017 at 18:48

          Vou repetir o que respondi lá em cima:

          A inflação faz com que o dinheiro valha menos, ou seja, os bens passam a valer mais. Por isso é necessário manter o valor do principal no caso do dinheiro, no caso do imóvel, o que importa é o rendimento, são duas coisas diferentes.
          Não estou defendendo aqui que é um bom negócio comprar imóvel AGORA, o que estou dizendo é que o PMJ pode não ser tão bom quanto pintam aqui…

          6+
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          • CA 4 de março de 2017 at 20:15

            Mais uma vez, já consta desde o meu primeiro comentário deste tópico: pelo IVG-R, s de dezoito meses atrás até 12 meses atrás, queda NOMINAL nos preços dos imóveis de 0,5% ao mês. Nos últimos 12 meses, queda NOMINAL noa preços dos imóveis de 1% ao mês. As QUEDAS de preços NOMINAIS dos imóveis estão se INTENSIFICANDO, NÃO EXISTE este reajuste “automatico” dos preços dos imóveis pela inflação, isto foi uma UTOPIA inventada pelo segmento imobiliário como PEGA-TROUXA…

            17+
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          • to bolhado 4 de março de 2017 at 20:26

            Fernando, eu respondi a você sobre isso no tópico passado, porque não faz sentido desconsiderar a inflação no retorno nominal. Faça a gentileza de responder pra avançarmos na discussão

            2+
      • Fernando 4 de março de 2017 at 18:38

        Aluguel é rendimento, o principal está lá, físico, é o imóvel…

        3+
        • CA 4 de março de 2017 at 20:17

          Imóvel não tem valorização automática pela inflação, ao contrário, tem tido quedas nominais há 18 meses. Já explicado e DEMONSTRADO com NÚMEROS no primeiro comentário acima…

          19+
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        • BolhistaBR 5 de março de 2017 at 08:08

          Fernando, vejo muitos colegas trabalhando com essa mesma premissa de que imóvel valoriza automaticamente pela inflação. Mas ela não é verdadeira. Quer dizer, os anunciantes podem até reajustar o preço pedido em seus anúncios, como fazem anualmente as escolas, cursos, faculdades, empresas de ônibus, etc.. sempre em janeiro. Mas isso não significa valorização. Significa apenas que alguém está tentando vender seu imóvel por um preço maior. O que vai dizer se esse valor DE FATO corresponde ou não a uma VALORIZAÇÃO será a compra do imóvel pelo valor pedido.

          Se anualmente a renda sobe, é possível embutir a inflação no preço do imóvel e pedir mais por ele. Ainda assim haverá quem compre. Mas se a renda cai bruscamente, vender no preço atual já seria difícil. Embutindo a inflação então, ficaria impossível!

          Perceba, portanto, que o fator RENDA faz o preço dos imóveis oscilar como na renda variável.

          Embutir a inflação anual no preço do imóvel automaticamente seria considerá-lo renda fixa.

          E não é!!!

          Quem manda é o mercado (oferta / procura).

          E atualmente, ta todo mundo quebrado. Daí a queda real dos preços.

          10+
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          • to bolhado 5 de março de 2017 at 09:24

            a premissa que é razoável fazer é: CNTP, um diverso bem (considerado como categoria, não como bem individual) tende a acompanhar a inflação no longo prazo. Isso é um abismo de distância de dizer “se eu comprar um imóvel hoje, daqui a 5 anos ele valerá pelo menos o valor nominal hoje + corrigido pela inflação”. Primeiro que não vivemos CNTP, nem em termos de momento nem em termos do bem ser imóvel. Depois que não é o seu bem que valoriza, é o conjunto! Afirmar o contrário é a mesma coisa que dizer que se você comprar um carro hoje daqui a 5 anos ele valorizou inflação!!

            1+
            • MauricioSP 5 de março de 2017 at 21:06

              Quem é mais antigo lembra da época que a pessoa vendia o carro por um valor monetário maior do que comprou. Com uma inflação de 40% ao ano ou mais, a correção monetária do bem superava a depreciação. Tempos interessantes, acho que daí veio a idéia que o carro “valorizou”. Acho que o Fernando deve ter os seus mais de 40 anos e lembrar do período hiperinflacionário, onde ter bens era uma forma de conservar o capital.

              3+
              • to bolhado 5 de março de 2017 at 21:32

                Mauricio, se você acompanhou a discussão, você entendeu que ninguém fez objeções ao fato de que ativos guardam alguma preservação da inflação. Toda a questão é que no momento atual esperar isso de imóveis é no mínimo ingenuidade. É confiar cegamente num modelo teórico quando a realidade está mostrando o oposto

                4+
                • MauricioSP 5 de março de 2017 at 22:14

                  A conta do Fernando está certa. O CA está batendo na tecla da inflação não impactar o imóvel, mas impacta sim. É que no momento atual os imóveis subiram de valor acima da inflação (bolha) e agora a bolha está esvaziando. O próprio Fernando admitiu que no momento atual a conta dele não se aplica pois os imóveis estão sobrevalorizados e se desvalorizando. Enfim na teoria o Fernando tem razão. Na prática o CA tem razão.

                  1+
                  • rafa_fv 6 de março de 2017 at 13:45

                    MauricioSP como eu posso receber juros sobre um produto que está perdendo o valor de mercado ? A linha de raciocinio não fecha.

                    2+
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                    • Lucas 6 de março de 2017 at 13:53

                      checkmate

                      0
        • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 08:44

          Fernando
          Quando o imóvel valorizava acima da inflação eles DEMONSTRAVAM o excelente rendimento, somando um aluguel (bruto) de 1% com a valorização de 20% AA.
          Agora que mesmo no FIPEZAP ele está em valorização, eles mudaram a FÓRMULA, e não entra mais a desvalorização do imóvel nesta conta kkkkkkkk

          2+
        • Bsbguy 6 de março de 2017 at 15:46

          Fernando, vc ASSUME que imóvel acompanha a inflação. Simples assim, você ASSUME que o valor nominal acompanha a inflação. No caso da minha cidade ao menos (bsb), se eu considerar APENAS o valor NOMINAL dos imóveis, estão sendo vendidos NA MÉDIA, no mesmo valor de ABRIL DE 2012! Incrível, não? Como você explica isso?
          já se vai uns 40% do valor do imóvel. Um imóvel alugado que “valia” 1 milho em abril de 2012, vale o mesmo milho agora que vale só 60% daquele milho de 2012. O que você tem a dizer sobre?

          0
  • De-boa-na-bolha 4 de março de 2017 at 18:14

    Interessante, faz décadas o FED aumenta ou desce juros e não havia uma relação direta com os preços dos imóveis no Brasil, mas agora há uma relação direta…certamente devido à liquidez dos imóveis, já que tijolo agora passou a ser moeda corrente.KKKK

    7+
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    • Fernando 4 de março de 2017 at 18:18

      Mais uma vez ONDE EU DISSE ISSO?
      Replicando o comentário:
      Fernando 4 de março de 2017 at 18:06
      Sabe o que é preocupante?
      O FED subir os juros, enquanto o Brasil baixa artificialmente a SELIC, para que o rombo nas contas públicas dê uma diminuída.
      De duas uma: ou a inflação deixa todo mundo mais pobre, ou os juros sobem, prejudicando ainda mais as contas públicas.
      A longo prazo, qual a sua aposta?

      VIDE TÓPICO PASSADO. ENTÃO, DISTORCERAM NOVAMENTE AS INFORMAÇÕES.

      Não há uma relação direta com imóveis.
      Há uma relação direta com títulos do governo e com a capacidade de pagamento desses títulos.
      O que tem a ver com imóveis?
      É fato que em épocas de instabilidade e de inflação alta, as pessoas se protegem com imóveis.

      4+
      • CA 4 de março de 2017 at 18:31

        Fernando,

        Você pode repetir a mentira mil vezes e mil vezes será DESMASCARADO, repito o trecho em que você usou de DESONESTIDADE INTELECTUAL, que você mesmo replicou pouco acima onde você fez a comparação do rendimento financeiro ABATENDO a inflação com o rendimento do aluguel SEM ABATER A INFLAÇÃO:

        “Complementando: rendimento real líquido 0,033 ou 3,3% ao ano.
        Complementando 2: próximo ao rendimento de alugueis…”

        8+
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        • Fernando 4 de março de 2017 at 18:40

          Aluguel é rendimento, o principal está lá, físico, é o imóvel…
          E é meio óbvio que se o imóvel estiver no preço justo ele acompanha a inflação… qual a dúvida?
          Quanto custa o imóvel hoje, e quanto custava a 30 anos atrás?

          4+
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          • CA 4 de março de 2017 at 18:52

            Fernando,

            Nem o FINGE ZAP está dizendo que o preço do imóvel tem acompanhado a inflação no último ano. Você não estava falando sobre um.imovel comprado ha 30 anos, você falava sobre um rendimento REAL de aplicação financeira (abstendo inflacao), versus um rendimento NOMINAL de aluguel SEM ABATER INFLAÇÃO. Nos últimos 12 meses o imóvel tem tido uma perda NOMINAL nos preços na ordem de 1% ao mês de acordo com o IVG-R e todas as variáveis, tais como oferta e procura distorcidas, renda, emprego, etc, apontam que a tendência é desta queda se intensificar.

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            • Fernando 4 de março de 2017 at 18:54

              No último ano.
              Se a sua análise baseia-se no ÚLTIMO ano, e extrapola a amostra para o TODO, e chega à brilhante conclusão que “IMÓVEL NÃO ACOMPANHA A INFLAÇÃO”….

              2+
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            • CA 4 de março de 2017 at 18:57

              Quando você faz uma comparação típica de custo de oportunidade entre imóvel alugado e aplicação financeira, você TEM que usar os dados mais recentes e não o resultado de 30 anos. Os dados mais recentes apontam QUEDA nos preços dos imóveis. Resposta mais detalhada logo acima.

              11+
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              • Fernando 4 de março de 2017 at 19:00

                Vou repetir uma parte que você não levou em consideração:

                Com relação à imóveis, se eles são bens, então ficam mais caros por conta da inflação, se o bem estiver no preço JUSTO, o que nós dois sabemos muito bem que NÃO (EU DISSE NÃO) está.

                3+
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                • to bolhado 4 de março de 2017 at 20:27

                  Carro acompanha a inflação? Carro não é bem?

                  5+
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                • CA 4 de março de 2017 at 20:28

                  Fernando,

                  Então se você não pode considerar que o imóvel terá o preço reajustado pela inflação porque ele não está no preço justo, você sabia desde o começo que tinha qie comparar o rendimento da aplicação financeira abatendo a inflação com o rendimento do aluguel abatendo a inflação, ou melhor e mais prático, comparar os dois em termos nominais e não foi isto que você fez… Só demonstrou que você utilizou critérios INVÁLIDOS de forma consciente.

                  9+
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  • Fernando 4 de março de 2017 at 18:37

    Não cara, pela MILÉSIMA VEZ,
    O que estou querendo dizer que “para vc viver de renda” ou “para vc pagar o aluguel com os seus juros” vc deve ABATER SIM a inflação.
    Não há desonestidade intelectual alguma nisso.
    Há sim desonestidade em suas ficções.
    Com relação à imóveis, se eles são bens, então ficam mais caros por conta da inflação, se o bem estiver no preço JUSTO, o que nós dois sabemos muito bem que NÃO está.

    HÁ ALGUM ERRO NAS CONTAS ACIMA?

    7+
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    • Fernando 4 de março de 2017 at 18:38

      em resposta ao CA

      1+
    • CA 4 de março de 2017 at 18:47

      Fernando,

      O.trecho da DESONESTIDADE INTELECTUAL foi repetido duas vezes acima por mim e mais uma por você mesmo, agora não adianta FAZER DE CONTA que não disse, consta não só no seu primeiro comentário, como na primeira vez que você replicou acima, vou tentar “desenhar” para voce, repetindo o trecho do seu comentário pela QUARTA VEZ:

      “Complementando: rendimento real líquido 0,033 ou 3,3% ao ano.
      Complementando 2: próximo ao rendimento de alugueis…”

      Rendimento REAL liquido: são os R$ 9 mil mensais menos R$5 mil da inflação. R$ 4 mil ao mês (cálculo do Fernando no tópico anterior).

      O rendimento do aluguel que você comparou acima (“próximo ao rendimento do aluguel”) NÃO abateu a INFLAÇÃO. Se você abater a inflação no mês a mês, assumindo os mesmos R$ 5 mil de inflação todo mês, NÃO EXISTE RENDIMENTO REAL de aluguel!!!

      De novo, por que na sua comparação você abateu a inflação SÓ no caso da aplicação financeira e não no caso do aluguel??? Não existe inflação para quem recebe dinheiro de aluguel, só existe para quem recebe dinheiro de aplicação financeira???

      O trecho correspondente onde você diz isto já foi repetido 4 vezes até aqui, 3 vezes por mim e uma por você, vai continuar FINGINDO que não disse isto e continuar FINGINDO que não entendeu o que consta acima??? Vai continuar tentando MUDAR de assunto e fazendo de conta que não escreveu o que consta acima???

      12+
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      • Fernando 4 de março de 2017 at 18:49

        Vou repetir o que escrevi lá em cima:

        Novamente as mesmas ilações…
        No caso do imóvel, é o próprio principal.
        A inflação faz com que o dinheiro valha menos, ou seja, os bens passam a valer mais. Por isso é necessário manter o valor do principal no caso do dinheiro, no caso do imóvel, o que importa é o rendimento, são duas coisas diferentes.
        Não estou defendendo aqui que é um bom negócio comprar imóvel AGORA, o que estou dizendo é que o PMJ pode não ser tão bom quanto pintam aqui…

        5+
        • CA 4 de março de 2017 at 18:59

          Quando você faz uma comparação típica de custo de oportunidade entre imóvel alugado e aplicação financeira, você TEM que usar os dados mais recentes e não o resultado de 30 anos. Os dados mais recentes apontam QUEDA nos preços dos imóveis.

          8+
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          • Fernando 4 de março de 2017 at 19:01

            Vou replicar o que disse mais acima, e que vc não levou em consideração:

            Com relação à imóveis, se eles são bens, então ficam mais caros por conta da inflação, se o bem estiver no preço JUSTO, o que nós dois sabemos muito bem que NÃO (EU DISSE NÃO) está.

            1+
          • CA 4 de março de 2017 at 19:03

            Por que tem que ser dados mais recentes na análise de custo.de oportunidade?

            Porque ninguém volta 30 anos no tempo para comprar um imóvel ou decidir por uma aplicação financeira, portanto, se ele comprar com preço ainda próximo do topo, onde a queda percentual já vem aumentando e com tendência de piorar, é péssimo negócio quando comparado a ele aplicar o dinheiro, pois o imóvel terá queda de preços NOMINAL que fica pior ainda quando aplicamos a INFLAÇÃO enquanto o rendimento da aplicação financeira será superior ao da inflação.

            O exercício completo de custo de oportunidade está logo acima e demonstra isto com NÚMEROS…

            2+
            • CA 4 de março de 2017 at 19:07

              De novo: pelo IVG-R, s de dezoito meses atrás até 12 meses atrás, queda NOMINAL nos preços dos imóveis de 0,5% ao mês. Nos últimos 12 meses, queda NOMINAL noa preços dos i.oveis de 1% ao mês. As QUEDAS de preços NOMINAIS dos imóveis estão se INTENSIFICANDO, NÃO EXISTE este reajuste “automatico” dos preços dos imóveis pela inflação, isto foi uma UTOPIA inventada pelo segmento imobiliário como PEGA-TROUXA…

              4+
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          • De-boa-na-bolha 4 de março de 2017 at 19:04

            CA,
            Quando ele diz que os preços acompanharam a inflação do últimos 30 anos, poder ser brincadeira….já que nos últimos oito anos a valorização foi imensamente maior do que a inflação.

            2+
            • CA 4 de março de 2017 at 19:16

              De-boa-na-bolha,

              Na realidade esta é MAIS UMA estratégia dele para mudar de assunto…

              Não se comparam alternativas para saber qual a melhor ou pior olhando um período de 30 anos, ainda mais quando em função da bolha há uma distorção ABSURDA na última década.

              Você deve analisar o que ocorreu mais recentemente e a tendência de subir ou cair o preço, é isto que mais importa.

              Ninguém vai voltar no tempo e comprar imóvel 30 anos atrás, só que se comprar agora, próximo do limite de preços e com tendência continuidade de queda, é um péssimo negócio.

              O fato é que ele foi distorcendo tudo, primeiro ao colocar que o rendimento financeiro REAL (abatida a inflacao) ficava próximo do rendimento do aluguel SEM ABATER INFLAÇÃO, sendo que os imóveis estão em queda NOMINAL de preços de vendas. Ele sabe que a comparação dele foi INVÁLIDA, de má-fé, para tentar induzir as pessoas ao erro e por isto tentou desviar várias vezes do assunto, é só observar os comentários dele desde o começo deste tópico onde primeiro ele FINGE não ver o ponto em questão e depois replica outros comentários dele omitindo este ponto, isto DEPOIS de eu já ter mostrado o ponto exato para ele mais de uma vez…

              9+
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      • BolhistaBR 5 de março de 2017 at 08:20

        Fernando considera que a inflação no rendimento do aluguel está compensada na valorização do bem pela inflação. Ou seja, o rendimento do aluguel pode até ser corroído, mas como o valor do bem está sendo reajustado, isso compensaria a corrosão.

        A falha aí está na premissa de que o valor do imovel sobe automaticamente pelo IPCA, independente da RENDA da população.

        3+
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        • Thiaguinho 6 de março de 2017 at 10:42

          Exatamente. Se o mundo fosse perfeito, o imóvel valorizaria certinho com a inflação. Mas o mundo não é perfeito, infelizmente.

          1+
  • De-boa-na-bolha 4 de março de 2017 at 18:54

    Parece haver uma contradição no que você diz… a previsão de inflação para este ano é de 4,36% segundo o boletim focus, portanto em clara queda, o comportamento deveria ser o contrário… se desfazer do imóvel, todos os componentes que você citou influenciam a valorização do imóvel, mas os principais : oferta e renão não o fazem.
    Desinformação pura.

    3+
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    • Fernando 4 de março de 2017 at 18:57

      Vou repetir mais uma vez o que disse acima:

      NÃO (EU DISSE NÃO) estou defendendo aqui que é um bom negócio comprar imóvel AGORA, o que estou dizendo é que o PMJ pode não ser tão bom quanto pintam aqui…

      8+
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      • Leonardo M. 4 de março de 2017 at 18:59

        Hummm conta me mais sobre o Brasil ter o maior juros real do mundo e não ser bom…rssaa

        6+
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        • Fernando 4 de março de 2017 at 19:01

          Está demonstrado aqui:

          RECAPITULANDO:

          Fernando 4 de março de 2017 at 16:40
          Antigo 3 de março de 2017 at 16:04
          Para esse ano de 2017, em renda fixa, acredito que uns 9 mil mensais
          Para os próximos anos vai depender dos juros

          RESPOSTA:
          Vamos analisar o caso.
          1 milho grande.
          Supondo IPCA + 5% (TD)
          Total daria uns 10,3% brutos.
          Supondo uma capitalizacao composta mensal no período de 1 ano, daria uns 11% efetivos (chutando).
          Anual: 110 mil reais.
          Ocorre que metade disso, aproximadamente corresponde ao ipca, então separamos os r$ 55000,00.
          Temos que subtrair o IR, logo sao menos 22 mil reais.
          Ou seja:
          Principal atualizado 1.055.000,00
          Juros: 55 mil.
          Líquido: 55 mil menos 22 mil = 33 mil / 12 = aprox r$ 2750,00 mensais.

          ENTÃO EU PERGUNTO: CADÊ OS 9K LIVRES?

          Isso SE a sua cesta custar 5,3% mais cara. A minha inflação é maior que essa, pelos tipos de produto que eu consumo, provavelmente anulando esse rendimento.

          6+
          • CA 4 de março de 2017 at 19:24

            O trecho em questão, em que o Fernando comparou de forma INVÁLIDA (conforme explicado em N comentários neste tópico, inclusive com exercício de custo de oportunidade mais acima):

            “Complementando: rendimento real líquido 0,033 ou 3,3% ao ano.
            Complementando 2: próximo ao rendimento de alugueis…”

            Observar que várias vezes, inclusive acima, ele omitiu este trecho, para fazer de conta que não tinha dito isto, mesmo sabendo desde o meu primeiro comentário que era deste assunto que eu estava falando, a comparação que ELE fez entre ter um imóvel alugado ou aplicar o dinheiro. Pior: veja sequência acima, mesmo depois que eu reforcei o trecho em questão ele tentou fugir do assunto e só quando vou que não tinha mais jeito, trouxe a brilhante teoria do segmento imobiliário de que o imóvel é um bem, logo tem variação pela inflação que é garantida.

            8+
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            • Libertario 4 de março de 2017 at 19:36

              Onde está escrito que o imóvel acompanha a inflação?
              É na escritura?

              No site do TD consta lá:
              Iremos te pagar IPCA + x%.

              Mas e no caso dos imóveis? No site do fipezap eles te fornecem esse documento garantindo a inflação?

              25+
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              • Fernando 5 de março de 2017 at 00:15

                Se vc quiser ignorar alguma variável importante na análise vc tem o livre arbítrio.
                Quem sou eu para contrariar?

                1+
                • Libertario 5 de março de 2017 at 01:04

                  Mas onde tá ESCRITO que imoveis acompanham a inflação????????

                  8+
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    • Fernando 4 de março de 2017 at 18:58

      Replicando novamente:

      Com relação à imóveis, se eles são bens, então ficam mais caros por conta da inflação, se o bem estiver no preço JUSTO, o que nós dois sabemos muito bem que NÃO (EU DISSE NÃO) está.

      0
      • Libertario 4 de março de 2017 at 19:14

        Então porque você está levantando esse assunto???

        Se você afirma que o imóvel não esta no preço justo, como que ao mesmo tempo alega que o PMJ não é “tudo isso que pintam”?

        Afinal o que é bom então de fazer com 1 milhão de reais?

        25+
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        • John Horse 6 de março de 2017 at 09:16

          De acordo com o piada-pronta, financie 20 imóveis de 1 milhão dando apenas 5% de entrada… Alugue todos… KKK

          2+
      • CA 4 de março de 2017 at 19:18

        De novo: pelo IVG-R, s de dezoito meses atrás até 12 meses atrás, queda NOMINAL nos preços dos imóveis de 0,5% ao mês. Nos últimos 12 meses, queda NOMINAL noa preços dos imóveis de 1% ao mês.

        As QUEDAS de preços NOMINAIS dos imóveis estão se INTENSIFICANDO, NÃO EXISTE este reajuste “automatico” dos preços dos imóveis pela inflação, isto foi uma UTOPIA inventada pelo segmento imobiliário como PEGA-TROUXA

        11+
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        • Libertario 4 de março de 2017 at 19:22

          PEGA-FERNANDOS

          8+
        • CA 4 de março de 2017 at 19:32

          Em tempo: o absurdo são as voltas e voltas no assunto. Compara rendimento financeiro abatendo inflação com aluguel recebido sem abater inflação, usando um “criterio” de que o preço do imóvel tem reajuste automático pela inflação, então esta comparação seria “correta” para ele. Depois vem dizendo que o preço do imóvel teria o reajuste pela inflação se estivesse no preco justo e ele sabe que não está, ou seja, ele sabia que a primeira comparação dele era inválida e induzia as pessoas ao erro, mas deu uma enormidade de “nós” no assunto para confundir a todos, inclusive várias vezes fugindo do ponto apresentado, mesmo depois que o mesmo era repetido algumas vezes. Postura típica de Troll, primeiro tenta pegar o pessoal “distraído”, depois vai dando voltas e mais voltas para fazer de conta que não fez isto…

          11+
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          • Fernando 5 de março de 2017 at 00:21

            Não sou Troll,
            Acompanho o blog faz tempo, minha decisão de compra foi muito influenciada pelo blog, e eu só tenho a agradecer pelas dicas.
            Mas se vc acha que eu sou um Troll, quem sou eu para discordar?
            Afinal de contas, aqui a ultima palavra é sempre sua, e não minha, e jamais teria a pretensão de substituí-lo.

            5+
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  • De-boa-na-bolha 4 de março de 2017 at 18:57

    Correção : oferta e renda.

    0
  • Alemon Fritz 4 de março de 2017 at 18:57

    Postura notifica proprietários de imóveis abandonados
    58 imoveis,..
    http://www.nfnoticias.com.br/noticia-4562/postura-notifica-proprietarios-de-imoveis-abandonados

    Vereadores pedem solução para imóveis abandonados
    Meira e Segalla exibiram fotos de diversos imóveis abandonados, vários deles em bairros nobres da cidade. Bauru.

    Cidade de São Paulo tem 2 milhões de m² de imóveis sem uso
    Pelo menos 907 edifícios e terrenos estão notificados.

    6+
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  • Leonardo M. 4 de março de 2017 at 18:58

    Outro lugar que a bolha tá bem avançada é Dubai, Abu Dhabi e outras cidades do EAU.
    Ali custa milhões o m²
    Ou lavam muito dinheiro lá ou o pessoa não bate bem dá cabeça

    3+
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    • Antigo 4 de março de 2017 at 18:59

      São os petrodólares.
      Mas é insustentável, com a queda recente do preço do barril.

      2+
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  • Leonardo M. 4 de março de 2017 at 19:28

    Uma pergunta pro Fernando:

    Quando a inflação no Brasil na década de 1980 chegou na média de 223% ao ano = 2223% de inflação no período. Porque casas no Brasil não valiam mais que o palácio imperial do Japão?

    6+
    • Leonardo M. 4 de março de 2017 at 19:32

      Pela lógica quem investiu em uma casa em 1980 por U$100mil teria U$2.3 milhões em 1990 seria isso?
      Na banania?

      8+
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      • Fernando 5 de março de 2017 at 00:26

        Claro que não, a inflação foi em moeda nacional, e não em dólares.
        Desculpe, mas foi uma das coisas mais ….. (não achei a palavra) que eu já li na minha vida…
        Essas são as pessoas que me chamam de bananense…

        8+
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        • John Horse 5 de março de 2017 at 13:30

          Qual moeda nacional nessa época? Pelo visto ou você sequer existia ou era muito criança nesse período mencionado.

          1+
    • TukhMD 4 de março de 2017 at 21:01

      Essa sua comparação ajusta o preço dos imóveis em uma moeda conforme a inflação em outra. Não faz o menor sentido. No longo prazo o que os estudos mostram e se espera é que o câmbio entre duas moedas se ajuste à diferença entre as inflações nas duas moedas.

      Abraços e saudações.

      5+
    • MauricioSP 5 de março de 2017 at 21:35

      Sua pergunta foi mal redigida, por misturar inflação e moedas diferentes. Mas vou tentar ajudar, eu era criança naquela época mas alguma pesquisa na internet deve ajudar:

      http://www.webartigos.com/artigos/a-historia-da-inflacao-e-dos-juros-no-brasil/64195/

      Em 1986 com o plano cruzado, o conceito dos economistas era que a inflação era inercial/estrutural e precisava de um choque para parar, ou seja o “congelamento”. Mas cada vez que o governo congelava, a economia continuava girando e a inflação aumentando. Então havia indexação de salários (gatilho salarial) e cada dia contava bastanta na hora de lidar com dinheiro.

      Vamos supor que em março de 1986 após o lançamento do plano cruzado João adquirisse carro zero por 30 mil cruzados novos. Com o congelamento os preços ficaram estáveis por algum tempo, mas em dezembro a inflação chegou a 10%. Não é 10% ao ano, 10% AO MÊS. Em 87 foi aumentando, sempre mais que 10% ao mês. Ou seja o valor do carro para venda ia sendo corrigido pela inflação, e descontando a depreciação: 24 mil em dezembro, 26 mil em janeiro, 28 mil em março, em abril de 1987 o carro usado já custava 30 mil cruzados, e o carro zero custava agora 50 mil cruzados. mesmo assim João poderia vender e dizer que não perdeu dinheiro (nominalmente). Se João esperasse e vendesse o carro em 1988, venderia por uns 100 mil cruzados um carro que comprou por 30 mil cruzados, diria até que foi um ótimo investimento! O carro zero custava 140 mil cruzados, o salário também tinha aumentado bastante, enfim era uma bagunça!

      Quando chegou em janeiro de 1989, o carro já estava custando 30 milhões de cruzados. Isso mesmo, milhões. Aí o governo lançou outro plano econômico, cortou três zeros da moeda e o carro passou a valer 30 mil cruzados novos. Agora imagine quem já era adulto e trabalhava com seguros, folha de pagamento, etc naquela época! Cálculos atuariais imensos, eram heróis!

      4+
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  • Dr. Estranho 4 de março de 2017 at 20:42

    Vai melhorar. Com base na minha experiência em 2025 a economia crescerá junto com a renda. Enquanto isso não comprem imóveis. Apliquem com resgate para um pouco antes desse período e comprem a vista.

    7+
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    • Bsbguy 6 de março de 2017 at 16:17

      Meu plano plano é comprar ap (se valer a pena) em 2023-2024 😉 heheheh (ps – já tenho hoje 80% do valor do ap dos sonhos de hoje, espero que ele fique estagnado nesse tempo, em 2023/24 vou ter uns 250% do valor desse ap hoje – claro que não só de rendimento, salários juntados etc…) Ai sim, compraria.

      0
  • Leonardo M. 4 de março de 2017 at 20:47

    CVR povo revoltado em Floripa por causa de abuso dos proprietários…

    No FBs em alguns grupos de aluguel em Florianópolis está maior briga pois muitos donos de imóveis apenas aluga até dezembro. Tirado do FB:

    Geeeente, fico passada como tem gente mercenária neste grupo.
    Publicações do tipo: alugo até novembro, alugo ate tal dia de dezembro…
    Meu Deus! Isso td eh pra poder ganhar mais na alta temporada, maaaas e quem vai a trabalho??? Como faz??? A pessoa muda pra um local por causa de trabalho e no final do ano tem que sair pro dono do imóvel alugar para temporada até março. Enquanto isso o (ex) inquilino dorme na rua ou tem q pagar aluguel no valor de temporada, para nao perder o emprego…

    Passada como tem gente sem noção.

    Aff ????

    13+
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    • dilbertsc 7 de março de 2017 at 11:46

      Esse é o sonho de morar em Floripa rapidamente se tornando um pesadelo real.

      1+
  • TukhMD 4 de março de 2017 at 20:57

    Amigos, irei me intrometer na discussão (chatíssima, por sinal). O que o Fernando está afirmando é apenas uma constatação histórica, que como tal pode ou não se repetir. O S&P tem dado retornos consistentes no último século em qualquer período de 35 anos que se análise – uns 6% acima da inflação americana. Nada garante que se repetirá esse padrão no futuro, mas assim SE ESPERA. Idem para os imóveis, que TENDEM a se valorizar conforme à inflação – note-se: isto vale para o LONGO PRAZO.
    A teoria por trás desse dado histórico é de que como bens escassos nos agrupamentos humanos a oferta seria inelástica. Ora, o bem sendo precificado em papel moeda de produção ilimitada (basta um burocrata apertar um botão e bilhões surgem) o preço naturalmente se ajustaria à expansão monetária.

    Por fim é de suma importância delimitar uma diferença fundamental na comparação do valor dos imóveis com o comportamento do mercado acionário americano. Sendo o investimento nos primeiros um caráter eminentemente discreto (não é possível, a menos que você seja multimilionário fazer pequenas compras mensais da mesma maneira que na bolsa, o que diluiria o risco de comprar topo) é essencial se assegurar que não está pagando caro demais.

    Saudações.

    Post scriptum: essa discussão é sem sentido, e só serve para massagear o ego dos debatedores e movimentar o blog. A bolha estourou a olhos vistos, as destrutoras foram para o espaço. Só um completo asno não vê.

    25+
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    • CA 4 de março de 2017 at 21:13

      TukhMD,

      Esta discussão é para evitar a DESINFORMAÇÃO, este é o ponto.

      Colocar ao final de um tópico uma comparação invalida, onde já foi demonstrado VARIAS VEZES que não faz sentido e é um truque sujo usado pelo segmento imobiliário há muito tempo, não é algo para se deixar passar batido.

      Cada vez que uma enganação destas passa batido, mais vai se formando a rede de mentiras. Para isto, já existem os outros 99% dos meios de comunicação, aqui não é o lugar para que estas enganações se propaguem e cresçam indiscriminadamente, senão daqui a pouco já poderão mudar o nome do blog para Falha de São Paulo…

      Sobre a babaquice do “ego” que falam toda hora, tem que ser muito sem noção para não entender que aqui são usuários anônimos, ninguém está ganhando nada com isto. Se fosse esta babaquice, ao fazer artigo com Samy Dana eu teria colocado meu nome, ou teria aceito convites de um ou outro para escrever artigo em jornal local, só que este não foi nem será o ponto. Aliás, até parei de fazer estudos e publicar qualquer tópico há um bom tempo. De novo: o ponto continua sendo ser intolerante com a DESINFORMAÇÃO no blog, apenas isto, se desagrada a intolerância com a mentira e ENGANAÇÃO que foram desmascarada com.fatos e dados, a sugestão é passar a ler outros canais, que defendem a democracia de poder mentir sem que haja nenhum espírito crítico para questionar…

      22+
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      • Fernando 5 de março de 2017 at 01:25

        CA, nós dois concordamos que um preço justo mum bairro médio como a Vila Mariana seria 587 mil para 90 m2 imóvel novo.
        6522 o m2.
        Nós dois concordamos que há bolha.
        Vc não concorda com os meus cálculos, pelos motivos que já expôs.
        Eu já coloquei meu ponto de vista.
        A discussão é saudável.
        Se é chata? Discutir bolha imobiliária não pode ser prazeroso, até pelo tema…

        5+
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        • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 09:55

          Fernando
          Quanto é o valor de locação de um apartamento deste tipo ? Uns R$ 30/m2 ? ou menos?

          1+
    • Antigo 4 de março de 2017 at 21:14

      Ótimas notícias para o Fernando!
      Isso significa que nos 35 anos do financiamento dele, o imóvel que ele comprou vai acompanhar a inflação.

      Para nós que pensamos em prazos menores, tipo uns 5, 10 anos, #PMJ

      9+
    • Fernando 5 de março de 2017 at 00:35

      Exato, eu sou a prova viva disso (alguns acham que eu não sou desse mundo , sou um Troll) venho dizendo desde que comecei a postar que paguei 550 em um imovel que estava sendo vendido por 790. Ora, se isso não é bolha é o que?
      Mas tenho dito também que essas mamatas uma hora acabam, só vai sobrar a raspa do tacho, e quando tudo passar o bonde da história já estará bem longe…
      Tem um colega que postou que no DF em samambaia (bairro simples) não se constrói por menos de 4k. E o que dirá em são paulo, que não tem mais terrenos?

      6+
      • Libertario 5 de março de 2017 at 00:56

        Posta o link do que você acha uma barbada.

        Fala, fala, fala e não mostra nada.

        Se não é troll nem corvo, é burro mesmo.

        9+
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      • to bolhado 5 de março de 2017 at 09:08

        o custo de construção é 95% terreno + mão de obra + material, três fatores (mais marcadamente os primeiros 2) fortemente autoreferenciados pelo mercado. Quanto custa um terreno? Pq um terreno numa região boa de SP vale 30x mais do que numa floresta na PQP? Quanto é o salário justo de um pedreiro? Isso tudo é oferta e demanda. Você usar o custo de construção para o preço justo do imóvel é você projetar uma realidade circunstancial para o futuro indefinidamente. É claro que há um certo piso para quanto o custo consegue cair, mas a margem é muito grande. Mercado aquecido = pressão nos custos, e o inverso também é verdadeiro.

        3+
        • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 10:01

          Aqui no DF, considerando o valor dos terrenos, para apartamentos eu considero que o custo final de construção (área privativa + área comum + terreno + custos administrativos da obra) seria tipicamente
          Ceilândia = CUB X 2
          Águas Claras = CUB X 3
          Plano Piloto = CUB X 4
          “Coincidentemente” aplicando estes fatores para estabelecer um “preço justo” eles resultam em cerca de 150X os alugueis praticados atualmente.

          2+
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    • to bolhado 5 de março de 2017 at 09:21

      vou te explicar porque a discussão é importante. Esse blog também se trata de discussões / esclarecimentos da vida financeira para as pessoas. Saber se na comparação entre 2 coisas você deve incluir um fator ou não é essencial. Nesse caso específico, se o Fernando estiver correto, ou seja, se para a decisão de comprar ou não um imóvel HOJE você deva considerar a inflação, então a conclusão é que de comprar um imóvel pode não ser tão mal negócio. O retorno real das aplicações sem muito risco nos próximos 3 anos não deve ganhar muito do aluguel. E sobre outros argumentos que você usou:
      – uma ação, que representa uma fatia dum capital da empresa, pode variar por muitos fatores, mas em geral você espera que uma empresa que esteja indo bem tenha crescimento de lucros acima da inflação, e é um investimento que, por tanto, tem que ter retornos reais. Mas você não vai comprar uma ação hoje achando que ao menos a inflação está garantida. A ação pode inclusive cair (bastante) nominalmente. Então o histórico não te garante nenhum retorno futuro. No caso da bolsa apenas para te indicar que aplicar uma parte em bolsa pode ser uma boa opção.
      – Outro ponto que mesmo gente supostamente esclarecida faz em relação a valorização de imóveis. O que valoriza (ou acompanha renda per capita) não é O SEU IMÓVEL ESPECÍFICO, é o conjunto de imóveis de um dado local ao longo do tempo. O conjunto de imóveis disponíveis para negociação em SP em 1980 e 2010 acompanhou o crescimento da renda per capita (chuto que nesse período específico até um pouco mais), mas não é imóvel que seu pai já tinha em 1980 que cresceu esse tanto. Nesse tempo alguns imóveis se deterioraram tanto que saíram do mercado, e outros, supostamente mais modernos, mais adequados à realidade da vida moderna, foram construídos. Esse conjunto se valorizou. O imóvel de 50 anos de construção que seu pai tinha, se ainda não foi demolido, não se valorizou esse tanto. Esse é outro problema do mercado imobiliário brasileiro, ele tem pouca referência. A única referência principal é “quanto custa o m no bairro X?”, desconsiderando que as diferenças entre imóveis no bairro X podem ser gigantescas.

      5+
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  • thiago fm 4 de março de 2017 at 21:15

    Sobre o tópico e em relação ao que tenho defendido nos últimos meses acho que cabem algumas observações:

    1 – No Brasil cerca de 75% das famílias já tem casa própria, sendo que 70% dos domicílios já estão quitados segundo o IBGE. Esse percentual praticamente não se alterou na última década, o que indica que de acordo com a média histórica, de um jeito ou de outro as pessoas tem conseguido seus imóveis. Além disso é preciso lembrar que a grande maioria dos proprietários no país detém um único imóvel, o qual geralmente é usado como parte de pagamento na eventual troca por outro imóvel com ou sem financiamento da diferença. Durante o auge esse movimento ajudou a garantir a liquidez necessária ao mercado de novos lançamentos, já que os usados, ao acompanharem de perto a valorização dos novos, dissiparam parte da perda do poder de compra para esse universo que representa a grande maioria das famílias. Sob esse aspecto, o tal índice de Gerson pode até ter sua razão de ser na teoria, mas não muito na prática, visto que só serviria de parâmetro para quem começa do zero e pretende comprar seu primeiro imóvel;

    2 – Na matemática não temos como escapar muito das “médias”, mas vale ressaltar que no capitalismo o mercado não se importa nem um pouco em fazer justiça social, que no caso específico dos imóveis, seria alinhar a oferta à capacidade média de pagamento do país, a qual é bastante desigual aliás. Basta que haja interessados em quantidade suficiente para escoar os produtos ofertados no patamar de preço que satisfaça as condições mínimas de quem vende e quem compra e sobrará uma banana pra quem não pode comprar. Um exemplo prático de como o mercado se alinha aos compradores efetivos e não à média pode ser encontrado nos números das aquisições do SBPE que em 2013, antes do declínio portanto, apresentou média de aproximadamente R$ 211 mil (somente parte financiada) por contrato. Façam uma simulação nas condições da época e perceberão pela renda necessária para tomar um financiamento nesse montante que quem comprou e continua comprando imóvel no Brasil faz parte de um segmento restrito de renda no país.

    3 – Naquele complemento que postei sobre o tema eu não afirmei que a redução de padrão dos imóveis em conjunto com o aumento da capacidade de financiamento completaram toda a lacuna aberta entre a alta dos preços e o poder de compra. O que afirmei foi que esses fatores, somados à outros como o próprio aumento da renda, ajudaram a diminuir grande parte dessa defasagem, até porque não vejo outra forma que justificaria uma queda tão restrita dos preços médios até o momento;

    4- Para tirar conclusões seguras por meio do índice de Gerson seria necessário um parâmetro análogo de comparação, pois não basta conhecer o desvio atual se não soubermos se o mesmo existia e em que proporção antes da alta dos preços. Nesse sentido, para afirmar categoricamente que a bolha desvirtuou a capacidade do proprietário de recomprar seu imóvel com ou sem financiamento, o mesmo cálculo deveria ser feito da mesma forma numa situação retroativa, de acordo com a renda e condições de financiamento existentes na época.

    4 – Para mostrar como a flexibilização das condições de financiamento influenciaram em parte o poder de compra das famílias na última década, como extensão da renda no longo prazo, segue um slide retirado de um material de divulgação do HSBC, que demonstra que somente entre 2002 e 2010 o ganho potencial da parte financiável foi de 40% no crédito imobiliário oferecido naquele banco, o qual sabemos que nem de longe foi foi o banco que ofertou as melhores condições de aquisição no período.

    OBS: Apaguei parte do nome do banco para disfarçar uma eventual publicidade

    6+
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    • Libertario 5 de março de 2017 at 00:58

      Conclusão????????

      7+
      • thiago fm 5 de março de 2017 at 10:39

        Libertário,

        Como disse há alguns dias, já notei que adoram pinçar incongruências nos meus apontamentos, então quando possível tenho preferido passar os dados para que cada um tire suas próprias conclusões.

        Se você insiste, na minha visão fica nítido que o índice de Gerson não prova nada em relação à bolha e mesmo que pudesse constatar a distorção, a ideia de vantagem e desvantagem na compra e venda será sempre relativa dependendo do que cada um enxerga como benefício. Concordamos que da ótica do custo de oportunidade e diante das condições ATUAIS de financiamento a vantagem pende para o aluguel, mas isso não impede que a maioria das pessoas continue pensando o contrário, não é? Nesse sentido quem eventualmente trocar a locação por um financiamento mais custoso agora dificilmente acharia que foi enganado.

        Sobre a compra via financiamento, vale lembrar que o vendedor sempre recebe à vista, ainda que demore algumas semanas nesse processo. O que muitos aqui não entendem é que a decisão de acumular poupança diretamente através da renda e pagar de uma vez ou parcelar a aquisição através do banco é uma mera escolha do comprador e se ele optar pela segunda opção e conseguir sustentar os pagamentos, não haverá nada de errado nisso, já que ele terá trocado o usufruto tempestivo do bem pelo pagamento de juros mensais do crédito ao banco. Em outras palavras não adianta olhar para o abismo entre a renda individual e o preço dos imóveis para caracterizar a falta de fundamento dos preços, sem olhar para a capacidade global de pagamento que ao meu ver foi deslocada estruturalmente com o ressurgimento e reformulação do sistema de crédito imobiliário nos últimos 15 anos.

        É óbvio que os financiamentos estão sujeitos à restrições pontuais e conjunturais, mas dá pra perceber através do exemplo que postei que houve uma mudança de patamar na acessibilidade do crédito imobiliário, que consequentemente se reflete nos preços, pois se o comprador passa a ter condições de pagar mais e se dispõe a tal para ter seu imóvel, não será o vendedor que perderá a oportunidade de aumentar o preço.

        A diferença do caso brasileiro para o de outros países nesse aspecto é que entre o final da década de 80 e início da década de 2000 o ambiente para o crédito de longo prazo esteve praticamente inóspito devido ao binômio inflação-taxa de juros, o que desregulava o balanço de pagamentos dos bancos, que ainda mal conseguiam retomar os imóveis sem o auxílio da alienação fiduciária. Por esses motivos a inadimplência era alta, a oferta de crédito ínfima e as transações dependiam do acúmulo de renda e permuta de bens. Após a mudança de patamar dos juros e uma maior regulação do SFH e SFI na primeira metade da década de 2000, os bancos finalmente encontraram espaço para flexibilizar as condições de aquisição sem perder o controle da inadimplência. Nos demais países que tiveram problemas, o crédito imobiliário já estava consolidado e fluindo num patamar razoável em relação ao tamanho da economia antes da alta dos preços, o que não quer dizer que não tenham exagerado na dose das flexibilizações.

        3+
        • CA 5 de março de 2017 at 11:59

          Então é isto, somos uma “potência” mundial e se EUA, Japão, Espanha e todos os outros países que tiveram prazos de financiamento imobiliário superior a 30 anos e juros subsidiados em volume elevado que tiveram que ser revertidos, em virtude dos sérios problemas de LIQUIDEZ gerados, no nosso caso em que batemos o recorde MUNDIAL, tanto de aumento de preços e de distorção entre preco e renda, quanto de subsídios e de multiplicação do prazo de financiamento, isto não será um problema, porque afinal, temos muito mais poder que os demais para termos uma escalada ainda mais absurda que eles e não precisarmos reverter, porque a nossa crise fiscal mais intensa, o nosso PIB per capita bem mais baixo, a nossa desigualdade de renda bem mais elevada, a nossa bolha de corrupção institucional que bateu todos os recordes mundiais, dentre outros fatores, garantem que somos uma POTÊNCIA que tem problemas “bem menores” a serem revertidos frente ao nosso poderio de país sub-desenvolvido…

          As provas de que nossos “probleminhas” de liquidez na economia e “pequenas distorções” no mercado imobiliário são “insignificantes” frente ao todo e “pontuais” e portanto não FORÇARÃO os prazos de financiamento a se reduzirem e os juros a deixarem de serem subsidiados em volumes absurdos, são: o credit crunch de R$ 1 TRILHÃO, que guardadas as proporções quanto ao PIB, foi equivalente ao que ocorreu em 2008 nos EUA durante a explosão da bolha imobiliária por lá, os 50% das empresas de grande porte que com o caixa gerado mensalmente pela operação sequer conseguem pagar os JUROS de suas dívidas, o patamar recorde de endividamento e inadimplência das famílias que se mantém muito elevado há ANOS, o patamar recorde de distorcão entre oferta e procura de imóveis, sendo que o recorde foi quebrado pela primeira vez em 2012 e vem piorando desde então, a verba da poupança usada no SBPE que iniciou o terceiro ano seguido de quedas na ordem de dezenas de bilhões de Reais, a verba do FGTS que está sendo consumida de forma recorde e insana de um ano para cá em meio a um aumento incessante no índice de desemprego que tende a continuar no mínimo ao longo deste ano, o percentual de inadimplência do crédito imobiliário que deveria ter se reduzido radicalmente frente ao aumento exponencial do credito imobiliário concedido nos últimos anos e isto não aconteceu, ao contrário, além dele permanecer, para mascarar os números a CEF vendeu parte da inadimplência para empresas abutres para tirar de seus balanços, para esconder a anomalia ela recuperou menos de 1/5 dos imóveis inadimplentes e ainda assim possui um estoque de mais de 24.000 imóveis em seu poder sem conseguir vender, sem contar que suas negociações mirabolantes para esconder a inadimplência fizeram até com que o governo pensasse em ampliar o prazo de uso do FGTS para 12 prestações atrasadas, sendo que esta situação jamais deveria existir, pois muito antes disto o imóvel já deveria ter ido para leilão. Como se não bastasse tudo isto, a CEF possui outros ROMBOS na ordem de dezenas de BILHÕES de Reais mascarados através de sua “contabilidade criativa”, relacionados a diversos outros assuntos. A partir de 2017 batemos todos os recordes de medidas DESESPERADAS e SEMANAIS do governo para TENTAR salvar o mercado imobiliário. Em 2016 batemos o recorde de déficit fiscal, temos todas as condições para novamente bater este recorde em 2017 e dentro de expectativas otimistas, só voltaremos a ter superávit fiscal a partir de 2020, isto se finalmente após ANOS de promessas viermos a ter um ajuste fiscal implementado e efetivo. É este conjunto que garante que temos uma liquidez mais robusta e somos muito mais poderosos do que os outros países que passaram por bolhas imobiliárias e tiveram que reverter os prazos exagerados de financiamentos imobiliários e os juros subsidiados, os “probleminhas” acima são pontuais embora algums deles se arrastem HÁ ANOS, no que diz respeito ao segmento imobiliário sem parar de piorar e são também insignificantes, embora todos eles tenham batido os recordes históricos do país, sem contar que, além disso, nosso governo é todo-poderoso e é infinitamente mais sábio do que de todos os outros países do Mundo, basta se avaliar a “agilidade” e “seriedade” com que conduz o ajuste fiscal e o quanto ele tende a ser “efetivo”, a “sabedoria” em manter a política de auxílio setorial para o segmento imobiliário, que nos ajudou tanto a chegar na crise em que estamos graças ao recorde de lojas que fecharam em grande parte por aluguéis abusivos, a destruição da renda disponível de famílias por vários mecanismos, a colaboração para destruição da liquidez e assim por diante.

          Sem contar que, conforme o que consta acima for ficando cada vez mais visível e isto é inevitável, maior será a fuga de capitais do Brasil, especialmente quando os efeitos da bolha chinesa ficarem mais visíveis, o aumento mais efetivo de juros pelo FED se concretizar, dentre outros fatores externos. Mas tudo isto certamente apenas irá reforçar o nosso PODERIO e nossa POTÊNCIA na comparação com os outros países, dando a certeza que seremos capazes de fazer o que eles não conseguiram…

          Sem dúvidas que a flor da UTOPIA é ALUCINÓGENA…

          8+
          • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 10:49

            CA
            Na Espanha chegaram a criar financiamento de 40 ANOS, para tentar impedir a explosão da bolha

            3+
  • Carlos 4 de março de 2017 at 21:21

    Blog agitado hoje, turma da auto-fragelação voltou com tudo depois do carnaval.

    #PMJ
    #BOLHISTAESQUILO

    24+
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  • CA 4 de março de 2017 at 21:38

    Sobre o tópico:

    A maior evidência da veracidade do que consta no tópico de hoje é a lei de oferta e procura:

    Nunca antes neste país tivemos uma distorção entre oferta e procura tão absurda e nem tantos imóveis nem-nem, situação que já vem desde 2012, se agravando ano após ano.

    Onde está a maior distorção? Nos imóveis mais caros. Por que? Incompatibilidade total entre os preços dos imóveis e a capacidade das famílias em adquiri-los. Isto porque quase triplicaram o prazo medio de financiamento de 10 anos atrás, multiplicaram o preço máximo a ser financiado com juros SUBSIDIADO, dentre uma infinidade de outras ações APELATIVAS e nem assim vemos a distorção entre oferta e procura ceder um milímetro, ao contrário, ela só piora.

    Sem contar que o aumento EXAGERADAMENTE rápido e relevante no prazo de financiamento de imóveis e mais o aumento absurdo e sem propósito em limites para uso de juros SUBSIDIADOS aconteceu em todas as bolhas imobiliárias do Mundo e tiveram que ser revertidos em TODAS elas, porque destruiu por completo a liquidez, junto com o efeito de bolhas de consumo, sendo que no Brasil temos AGRAVANTES, como crise fiscal mais intensa, bolha de corrupção institucional e o fato de sermos país “em desenvolvimento”, além é claro de termos batido o recorde mundial no aumento de preços dos imóveis.

    Em outras palavras, quando ocorrer o inevitável retorno a condições de financiamento imobiliário com prazos mais razoáveis e SEM juros SUBSIDIADOS, como já ocorreu em outros países que tiveram explosões de bolhas, daí toda a distorção que já existe irá ficar MUITO pior e vai ser inviável mascararem tantas anomalias e esconder a realidade como estão fazendo e daí cada vez mais o índice de Gérson ficará claro para todos.

    20+
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    • Carlos 4 de março de 2017 at 22:07

      CA, você disse no tópico passado mais ou menos isto: “quem em 2012 imaginaria que o Brasil entraria em tamanha crise”.
      Eu de certa maneira imaginava, não analizando números mas usando minha intuição e observação, como algo onde praticamente tudo pareçe estar sendo feito da maneira errada pode dar certo?
      Sentia este gosto ruim na boca todos os dias, até acreditei estar ficando paranóico ou meio maluco mesmo, mas aprendí a confiar na minha intuição e na minha racionalidade e decidi largar tudo e mudar de vida.
      Não conseguia entender o porquê de eu me sentir tão desconfortável mesmo tendo um bom emprego, salário e facilidade de encontrar outro se necessitasse.
      As coisas simplesmente não faziam sentido, como o caso de mesmo estando entre a pequena minoria que tem os salários mais elevados no país teria tanta dificuldade em comprar uma porcaria de 2 dormitórios em um pombal qualquer nalgum bairro mais ou menos em SP?
      Como mesmo tendo boa condição financeira minha qualidade de vida continuava uma bosta?
      Pior ainda, como a grande maioria que ganhava muito menos e tinha condições muito mais limitadas estava aparentemente vivendo no paraíso?
      Alguma coisa, ou muitas delas, estava evidentemente errado.

      34+
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  • Leonardo M. 4 de março de 2017 at 21:55

    Esse tópico me lembra uma entrevista em que dória deu a um jornalista dá globo no jornal dá manhã

    O cara repetia várias vezes que a prefeitura de onde ele tem uma mansão já entrou na justiça e ele já foi condenado a devolver 400m² do terreno que ele possui de 16milm².
    Após o Dória responder ele, explicar mil vezes que o processo não existia e que ele doou uma máquina pra um hospital em troca desse pedaço de terra o repetir diz; “Bom nós sabemos que o precessão ainda existe e você foi condenado a devolver o terreno, vamos aos comerciais”. Ou algo assim…

    Velha tática de gente sem caráter, repetir mil vezes uma mentira até virar verdade. Assim como o setor imobiliário faz atualmente.

    17+
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    • Carlos 4 de março de 2017 at 22:12

      O jornalismo bananence tem uma ou várias agendas a defender, notadamente a idéia atrasada parte fomentada pela esquerda, parte pelo catolicismo de que pessoas de sucesso sempre são malvadas, fizeram e continuam fazendo coisas ruins.
      A realidade não importa muito mas sim passar a “mensagem” sagrada e agradar seus acólitos.

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  • cyberpsi 4 de março de 2017 at 22:04

    CVR:
    Colega de trabalho 1 pediu dinheiro emprestado para pagar fatura de cartão da Losango. Esse vai ser demitido em breve porque sua função foi automatizada e a crise tá feia. Emprestei porque sei que o pagamento sai na segunda e ele vai pagar.
    Ex-colega pediu para pagar boleto de plano de saúde do filho. Beleza. Hoje vi no facebook que ele está em Caldas Novas – GO curtindo num hotel. Ainda bem que não paguei para não passar raiva.

    29+
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    • Leonardo M. 4 de março de 2017 at 22:10

      Conheço vários casos de colegas/amigos/parentes que a empresa onde trabalham ou estão automatizando ou demitindo mesmo não tendo abaixo as vendas com o pretexto dá crise.

      99,9% das empresas onde tem 1 no setor deveria ter 3, mas o salário continua sendo paga apenas pra um. A lei de Gerson se aplica em toda economia bananense e por isso leis arcaicas como a CLT (que sou contra isso) ainda são necessárias pra banania.

      15+
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      • Carlos 4 de março de 2017 at 22:25

        Existe um fato que muitas pessoas não conhecem e muitas ignoram:
        A melhoria do rendimento das pessoas sempre traz consigo o almento dos custos de trabalha até um ponto onde é mais economicamente viável substituir estas pessoas por máquinas ou sistemas.
        Tem gente como a turma de 35 anos de vida ou mais, com filhos nos EUA que acredita que bastava o governo obrigar o McDonald’s a pagar $ 15 a hora e suas vidas iam melhorar, ou que poderiam viver de fritar hamburger.
        Vejo muitos preocupados com extinção de funções ou profissões, isto é e sempre foi regra, agora o processo é muito mais rápido, seu trade pode surgir e desaparecer em alguns anos, e mesmo em menos de um ano.
        Em qualquer país de primeiro mundo você só vai encontrar gente ganhando bem para fazer trabalhos não especilizados em coisas que a maioria simplesmente não quer fazer ou em repartições públicas já que os governos sempre são uma mãe.
        Não existe melhoria de condições econômicas em larga escala sem algum custo a ser pago.

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        • Carlos 4 de março de 2017 at 22:32

          Coletor de lixo neste lados ganha 118.333,91 BRL por ano em média ou quase 10K por mêz , segundo a cotação de hoje.

          Garbage Collectors

          Garbage Collectors are also known as recycling and rubbish collectors. These professionals collect, recycle, and dispose of household, commercial, and industrial waste.
          Quick summary
          Starting salary: $42,000 P/A Senior salary: $58,000 P/A Average salary: $50,500 P/A
          “https://www.open.edu.au/careers/government-defence/garbage-collectors

          Mas tem que ser eficiente:
          https://www.youtube.com/watch?v=WQdTgMTe9Do

          3+
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          • Carlos 4 de março de 2017 at 22:38

            Tem alguns que são muito rápidos mesmo, onde eu morava antes o lixeiro era ninja, se esquecesse de colocar o bin para fora quando ouvia o caminhão já era 😀

            https://www.youtube.com/watch?v=n-Mf5Kry3qg

            3+
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            • Carlos 4 de março de 2017 at 22:39

              Reparem bem no final que ele derruba lixo, tem que descer e catar, não tem ajudante.

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  • cesarkebrado 4 de março de 2017 at 22:11

    Pelo quadro que se desenha, os imóveis não vão voltar ao valor normal (sempre foi 80% do valor gasto para construir) vão é bem pra baixo disso. Do mesmo jeito que o crédito escancarado fez o preço ir a 150% do valor no caso da construção e 500% do valor no caso do terreno, onde agregando os dois chegou-se a uns 250% acima do custo normal de uma casa ou AP, agora com os próximos 8 a 10 anos de caça aos devedores, leilões, falências e quebradeira, além do desemprego, o crédito pouco que vai existir exigirá um juros maior e uma carta de apresentação do Papa para conseguir emprestado, perigoso o banco nem querer imóvel de garantia kkkkk, vai exigir que se deixe a mãe de garantia kkkkk. O imóvel vai valer é 50% do valor gasto pra construir e olha lá.

    6+
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  • Leonardo M. 4 de março de 2017 at 22:18

    http://www.freitasleiloesonline.com.br/homesite/lotesdetalhes.asp?codleilao=2216&lote=001&f=

    Mansão em Angra dos reis por R$8.499.000,00 mas se pagar avista tem 10% de desconto.
    Valor venal do imóvel de R$1 milhão
    IPTU R$12.675,37

    Quem tem R$8.499.000,00 pra dar? E se tiver como vai sustentar um imóvel desses que deve ter um custo mínimo de manter de uns R$40mil mensais(empregados,segurança,água,luz,etc).

    Falta 18 dias pra terminar o leilão e nenhum lance. Novas!

    7+
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    • cesarkebrado 4 de março de 2017 at 22:25

      Vai vender rapidim, igual pão quente..

      5+
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      • Leonardo M. 4 de março de 2017 at 22:35

        Sempre acompanhei esse site de leilões e o que percebi em leilões de carros:
        Antes existiam muitos lances, agora deu uma caída boa.
        Carros de R$30mil ou mais quase não tem lance oi quando tem são o mínimo.
        Até carros baratos abaixo de R$10mil tem tido pouco lances comparado com ano passado.

        10+
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  • Alemon Fritz 4 de março de 2017 at 22:29

    Divórcio no Brasil: parte que permanece no imóvel (ou com o carro) agora terá que pagar aluguel à outra
    uma recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) obriga que, após o divórcio, a pessoa que foi privada do uso do imóvel seja indenizada até que seja feita a partilha do bem
    Hoje, é possível pedir o divórcio e cobrar o valor do aluguel ao mesmo tempo.
    http://gazetanews.com/divorcio-no-brasil-parte-que-permanece-no-imovel-ou-com-o-carro-agora-tera-que-pagar-aluguel-outra/

    2+
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    • Carlos 4 de março de 2017 at 22:42

      E o aluguel vai voltar como pagamento de pensão?
      Justiça bananence sempre inventando jabuticaba e fazendo merda.

      Se você se separar do amôr de sua vida, ela ficar com seus filhos e sua casa terá que pagar aluguel para você e você pensão para ela?
      Mais um ótimo motivo para permanecer solteiro 😀

      7+
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  • antifragile 4 de março de 2017 at 23:50

    OFF

    Segue o print que fiz de uma conversa com um anunciante do OLX.

    29+
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    • antifragile 4 de março de 2017 at 23:52

      Detalhe: o apartamento anunciado é muito bonito, em localização excelente, já quitado, e com preço abaixo do resto do mercado.

      Mesmo assim não consegue vender. E o anunciante já baixou o preço o em 130 mil (20%).

      11+
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  • Master Yi 5 de março de 2017 at 00:25

    CVR

    Meu contrato de aluguel acaba agora em abril, então essa semana comecei a visitar alguns imóveis. Estou aproveitamento o momento para conversar bastantes com os corretores/proprietários. Cada visita poderia ser um CVR diferente, mas vou postar um de hoje que achei interessante.

    O “proprietário” do imóvel era um jovem de 24 anos que ainda está na graduação de direito. Resumindo a história dele: vem de família rica, seus avôs já investiam em imóveis, na sequência seus pais e tios continuaram no ramo, e agora ele também entrou no mercado. Como falei, eu procuro extrair o máximo de informações dos proprietários, seja sobre sua percepção de mercado, sobre seu imóvel em particular, sobre os problemas com inquilinos etc. No meio da conversa ele falou que tinha ganhado aquele imóvel do avô, mas que não tinha transferido para o nome dele porque não queria gastar com transferência e o avô não queria pagar IR. Na sequência ele emendou dizendo que o ideal para ele era vender o apartamento à vista, para dar um bypass no IR e se livrar do trabalho de alugar. Continuou dizendo que teve problemas com o último morador do apartamento. Segundo ele, o inquilino estragou um monte de coisa e ainda saiu sem pagar o último mês do aluguel.

    Conversa vai conversa vem, ele falou que a família dele (pais e tio) teve um prejuízo absurdo em um empreendimento que eles mesmo construíram. Segundo o jovem, o prédio tem 16 unidades residenciais, cada uma teve um custo de construção de R$ 360.000,00 e atualmente estão sendo ofertadas por R$ 320.000,00, o detalhe é que o empreendimento foi finalizado a 03 anos e só venderam 06 unidades. Não me controlei, tive que trollar, perguntei: “e porque vocês não seguram os imóveis e esperam a crise passar? com certeza vai vender mais caro lá na frente”, ele prontamente rebateu: “não tem como, estamos esperando essa crise passar já a 06 anos e nada, não vale a pena ficar com esse dinheiro todo imobilizando, pagando IPTU e condomínio, sem falar que já perdemos muito para a inflação”.

    O que eu achei interessante foi a sensatez do rapaz, ele sabia exatamente o que estava acontecendo, o negócio da família estava ruindo e ele queria, no mínimo, garantir a herança dele. Associei sua postura ao que é sempre falado aqui, as pessoas mais jovens costumam a ser muito menos desapegada aos imóveis. Durante a conversa eu percebi que ele não sentia remorso ou constrangimento em dizer que o ramo estava indo mal, muito pelo contrário, diversas vezes ele falava coisas do tipo: “não vale a pena comprar para a lugar, é muita dor de cabeça e o retorno é baixo”, “seria melhor eu vender e investir em outra coisa”, “imóvel já deu dinheiro, hoje não dá mais”.

    Enfim, compartilhei esse CVR por conta da postura inusitada, e bastante realista, de um jovem de um família do ramo imobiliário. Ele provavelmente ouviu muito “quem compra terra não erra”, mas mesmo assim parece ser o mais realista da família.

    89+
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    • antifragile 5 de março de 2017 at 00:36

      Muito interessante.

      Por favor, continue postando outros CVRs durante a sua busca por uma nova moradia.

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    • Antigo 5 de março de 2017 at 00:47

      Jovem de familia bricklover, que não é bricklover.
      Excelente!! As pessoas estão mudando…

      16+
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      • Carlos 5 de março de 2017 at 00:48

        Se não mudam por “bem” acabam sendo obrigadas a isto.

        7+
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      • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 02:00

        É mas ele é 0,1% dá população
        Os outros 99,9% são do PMJ,PNJ e PMA
        Ehehehe bananense não tem jeito, esse país sempre vai ser a nação do juros. Hoje ou daqui 50 anos o que vamos ocular é sempre entre 8% de juros ao ano e 17%.

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  • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 02:05

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  • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 02:16

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  • JamesGalt 5 de março de 2017 at 07:05
    • Carlos 5 de março de 2017 at 07:16

      Pré fabricados existem a séculos em outros países, nunca fizeram muito sucesso no bananistão porque o bananence médio é ignorante e adora tijolos.

      Veja estes exemplos, tem até casa gourmet fresca por 187k Trumps completa incluindo eletrodomésticos, iluminação com leds e mais.
      http://www.curbed.com/2015/6/19/9948178/affordable-prefab-homes-buy

      5+
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    • Intendente 5 de março de 2017 at 09:45

      Muito maneiro. Agora vamos ver se isso chega aqui no BR.

      Só essa máquina desempregou 30 pedreiros, kkkkkkkkkkkkkk

      6+
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  • to bolhado 5 de março de 2017 at 09:01

    Respondendo ao Thiago FM, do post passado.
    Em uma discussão sobre fator x, aluguel x compra, Thiago postou algumas informações e gráficos.
    Thiago, o seu gráfico CDI x garantias de imóveis, que supostamente levaria a conclusão “do ponto de vista financeiro nunca foi muito vantajoso comprar”, não leva a essa conclusão. Indica, no máximo, que no período de 2000 a 2016 (considerado inteiro), financeiramente não fazia muito sentido investir em imóveis. Explico o problema da conclusão que você extraiu dos gráficos.
    – É comum argumentos anti-bolhistas apelarem a realidades históricas mais longas do que os últimos anos, e ok, faz sentido. Mas não dá para usar um argumento num dia e o contrário no outro. Seu gráfico vem desde 2000. Ora, a realidade brasileira mudou mudou dos anos 90 para cá, antes do plano real. Dos anos 80 para trás vivíamos a hiperinflação, e se o nível de bancarização e conhecimento de produtos financeiros já é escasso hoje, 30 anos atrás então…não existia TD, quantos brasileiros aplicavam em ações, conheciam fundos de investimentos? Comprar imóvel até os anos 80 quase sempre foi bom negócio! E todo mundo que viveu ou tomou contato com essa realidade sabe disso. Um gráfico comparando índices de 2000 para cá não vai refletir isso, com certeza.
    – Ainda desconsiderando a questão temporal, quando você comparar qualquer coisa com o CDI, você está considerando como investimento. Ora, comprar um imóvel não é (e não deveria ser mesmo) precipuamente investimento, mas um bem de consumo – mais durável do que qualquer outro, mas ainda consumo. Você comprar para cobrir um custo importante da sua vida que é moradia, assim como você compra carro para resolver um problema que é deslocamento. Mesmo que todos os outros fatores estivessem ok na sua conclusão, ainda assim você só poderia concluir que “comprar imóveis para INVESTIR” nunca foi um grande negócio, o que seria mais difícil de discordar.
    – Ainda assim haveria problemas na sua conclusão, porque alguém que comprou entre 2002-2005 e vendeu entre 2009-2012 possivelmente obteve rendimentos mais altos que a renda fixa. Veja que não estou falando de alguém que “acertou o c* da mosca”, mas sim de janelas de entrada e saída suficientemente grandes para qualquer um aproveitar.
    – Voltando ao ponto que imóveis são bens de consumo e não deveriam ser precipuamente opções de investimento, a comparação que faz sentido nessa questão é o aluguel x custo de oportunidade do dinheiro (próprio/investido ou de terceiros/juros). Quando usamos o fator X, isso se reflete. Historicamente no Brasil sempre tivemos a referência de que aluguel = 1% do valor do imóvel, e nisso estava embutido custo de oportunidade do dinheiro, disponibilidade dos imóveis etc. É muito provável que essa realidade nunca mais vá voltar, mas todos os números dão conta de que uma realidade financeira mais razoável esteja muito mais na casa de 0,5-0,6% am do que 0,2 / 0,3% que temos hoje.

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    • thiago fm 5 de março de 2017 at 11:37

      To bolhado,

      O período escolhido no gráfico refere-se ao início da série do IVG-R em 03/2001, que infelizmente é a série mais antiga que se tem disponível, o que me impede de fazer comparações retroativas que dariam uma noção mais ampla da mudança que você aborda a partir da década de 1990.

      A intenção do gráfico e do comentário em si não é sustentar que um ativo compensa mais que o outro, mas de justamente demonstrar que o retorno dos investimentos, sejam lá quais forem tem tendência cíclica. Há períodos que a compra do imóvel pode ser vantajosa e outros em que não, conforme destaquei no comentário sobre timing de entrada e circunstância. O que falta em meu gráfico para comparar imóvel como ativo seria atrelar a valorização do imóvel à rentabilidade do aluguel do mesmo, o que certamente apontaria para uma rentabilidade total muito maior que a atingida somente pelo valorização do imóvel, que nesse caso equivaleria ao capital principal da aplicação, porém não existem dados sobre aluguel para o cálculo no longo prazo com metodologia adequada e compatível com a amostra.

      Não se trata de defender tese anti-bolhista, mas de separar o trigo do joio e também de evitar teses anti-mercado imobiliário. O problema é que muita gente acha que a defasagem entre o custo de oportunidade do imóvel e a renda fixa provam por si só a distorção dos preços no mercado imobiliário e o que fiz foi mostrar porcamente que no período destacado ambos tiveram desempenho geral satisfatório quando se considera a inflação, por exemplo. Fica os parabéns para quem saiu da renda fixa em 2006, entrou no mercado imobiliário e saiu em 2013. O mesmo valeria para quem entrou na Bolsa em 2003 e saiu em 2010 e voltou em 2016. Nessa perspectiva também não concordaria se dissessem que há distorção dos ativos da Bolsa só porque ela perde para a renda fixa no longo prazo.

      Quanto a relação do rental yeld com o preço de venda eu acho válida, pois existe uma relação direta e intrínseca ao imóvel e também acho que a relação aparenta estar baixa atualmente. Sabemos que num ajuste convencional de bolha o preço de venda precisaria cair muito mais que o de locação para corrigir a distorção criada, porém quando se constata que os preços de locação têm baixado tanto ou mais que os de venda no mesmo período, isso passa a indicar que pode ter havido um deslocamento estrutural dessa relação para baixo sem que se demande um prejuízo expressivo do preço alvo de venda. Nesse caso eu creio que a queda da taxa de retorno do aluguel pode ter sido deslocada ao menos em parte pela mudança de patamar dos juros reais no longo prazo, o qual seria uma das formas de se enxergar o imóvel na perspectiva de ativo para quem investe.

      2+
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      • to bolhado 5 de março de 2017 at 12:15

        em relação ao último parágrafo, acho que existem os 2 efeitos. De fato nível estrutural de rendimento de aluguel caiu e não retornará mais ao que já foi um dia, e isso é esperado / saudável. Acho que 1%am de aluguel nunca mais. Mas também considero que 0,2-0,3% é fora de uma faixa sustentável de longo prazo, não pq eu simplesmente queira ou ache, mas porque no longo prazo as coisas tendem a se equilibrar. Ninguém nega a enxurrada de investidores que entraram no mercado em 2008-2012; as construtoras anunciavam em jornal e revista com quadrinho de “valorização”, comparando por ex bolsa / cdi / “imóvel na barra funda”. Se a rentabilidade cai muito em relação a outras opções, os investidores tendem a sair, fazendo pressão na oferta e diminuindo o preço. Imagino que daqui a 5 anos estaremos vendo esse % se aproximar mais de 0,5%-0,6%, mas enfim, também é bastante chutômetro.

        2+
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        • CA 5 de março de 2017 at 13:38

          Os aluguéis caem antes do preço de vendas pelos seguintes motivos:

          1) Não ha aluguel na planta com vendas FALSAS e não tem como adiar por meses ou anos um cancelamento de aluguel como se adia o reconhecimento de um distrato, portanto não tem como SIMULAR que o mercado não está ainda pior, como fazem no caso de venda de imóveis novos;

          2) Não existem condições artificiais e insustentáveis no longo prazo como financiamento com juros subsidiados e prazos de pagamento de 35 anos como no crédito imobiliario;

          3) Não existe no aluguel uma CEF para dar crédito PODRE para as pessoas alugarem imóveis, acumulando para si ROMBOS de dezenas de bilhões de Reais em meio a uma INFINIDADE de maquiagens contábeis.

          Como o mercado imobiliário vive às custas das distorções absurdas e insustentáveis como as que constam acima, veja o que o presidente do CRECI SP pediu alguns anos atrás, quanto ao aluguel, ao ponderar a absurda distorção entre os preços dos aluguéis e a renda das familias:

          https://revista.zapimoveis.com.br/salario-minimo-nao-paga-aluguel-nem-de-quitinete-em-regioes-de-sao-paulo/

          Trechos do link acima:

          “O presidente do Creci paulista vê como “absolutamente necessária e urgente” a implantação de um programa nacional de aluguel social.

          “É preciso subsidiar, com valores realistas, o aluguel de casas e apartamentos para as famílias que estão nessa situação dramática”, enfatiza o presidente. Além disso, Viana enfatizou a necessidade de se estabelecer uma tributação especial para estimular os investimentos em locações para a baixa renda.”

          Sim, é isto mesmo, ele pediu subsídios do governo para as pessoas poderem pagar pelos preços absurdos e desproporcionais do aluguel!!! Seria um complemento do bolsa especulação imobiliária que o governo já faz no caso de vendas de imóveis.

          Como você pode ver acima, o segmento imobiliário age exatamente como o Thiago FM: quanto mais ABSURDA, NON-SENSE e INSUSTENTÁVEL a situação, mais eles dizem que os normais são eles e que o governo tem que dobrar as apostas para “salva-los” desta “normalidade”. Como o governo não tinha grana para dobrar a aposta, o ajuste do preço do aluguel ocorreu naturalmente, logo isto não tem NENHUMA relação com uma “mudança estrutural” ou qualquer outro DEVANEIO do Thiago FM e do segmento imobiliário que ele representa…

          19+
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      • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 12:06

        Thiago fm
        Acredito que a queda que está ocorrendo no valor do aluguel está refletindo a queda da renda per capita.
        Talvez, a longo prazo, ocorra uma acomodação na rentabilidade do aluguel, dos históricos 1% AM para algo entre 0,7 a 0,8%.
        Mesmo caindo para 0,7%, se existem locais como Hell de Janeiro e São Paulo que estão com uma rentabilidade inferior a 0,35% significa que precisará ocorrer uma queda real acima de 50% do valor de venda do imóvel.
        Lembrando que, de acordo com o relatório de estresse do mercado financeiro do BCB, uma queda de 25% significaria o default da CEF e em 35% a quebra do mercado financeiro.

        1+
  • Cadeludo 5 de março de 2017 at 09:50

    A inflação faz com que o dinheiro valha menos, ou seja, os bens passam a valer mais.
    Então o negócio é mesmo comprar imóveis para se proteger da inflação
    Ferraduras é um bem? então tem que comprar ferraduras também

    32+
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    • Antigo 5 de março de 2017 at 12:12

      Vale mais a pena alugar as ferraduras ou comprar?
      Trata-se de um mercado natural. Quem casa quer casa, quem cavalga, quer ferradura.
      Horseshoe lovers! “Pelo menos você pisa no que é seu!”

      19+
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  • Moreira 5 de março de 2017 at 09:57

    CVR 1

    Amigo comprou um Ap em Taguatinga-DF, na beira da rodovia. 58m, um amontoado de aps e torres dentro de um mesmo condomínio, repleto de xoxotecas. Financiado. O cara tem uma bmw ( 115 mil) e ontem me chega em um corolla ( 80 mil). Disse q está com dois carros, mas que está vendendo o corolla. Veio até mim para a compra de um relógio que meu sogro trouxe dos EUA. Pagou 900 temersssss no relógio. Antes havia passado em uma ótica, deu um óculos para a esposa. Pois ela disse que se ele iria comprar um relógio, que comprasse um óculos pra ela. Não é quebrado, toca a empresa da família. Mas olha as decisões de consumo… Parcelinha do Ap na faixa 1.6k. Resumo, acerta de um lado, erra feio de outro. Às vezes acho que se a empresa bambear um pouquinho, a coisa pode dar merda!

    CVR 2

    Conversa vai, conversa vem, com esse mesmo amigo, fala que o pai acabou de receber a chave do Ap no península, aguas claras, 180m. Forma da compra: 100 k de entrada e o resto financiou. Disse que assim que vender a casa, amortiza o finame. Comprou o Ap por 780k. Resultado, finame de 680 mil. já tem uma casa e quer vendê-la, tipo coisa de 1kk ou mais na Vicente pires. Ele disse que vale! Já sabe né, o que se pede nem
    Sempre é o que o mercado paga. Vamos ver no que vai dar! Ah, O pai Tinha outra casinha simples em alguma periferia e conseguiu trocar numa chácara. Disse que o pai está gostando demais
    Da “Chacrinha”.

    E aí, será que vai?

    24+
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    • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 12:09

      Nas duas últimas torres entregues no Península, 90% das luzes estão apagadas as 21 horas

      1+
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  • Cadeludo 5 de março de 2017 at 11:01

    já que somos todos nicks anônimos e eu sou cadeludo mesmo vou dizer quem á a dupla dinâmica.
    Fernando: Incauto teimoso, não mamou nem vai mamar, mas quer mamar no capitalismo
    ThiagoFM: lulista nato, petralha esquerdista. mamou, não deve mamar mais, quer voltar a mamar no socilaismo

    8+
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    • thiago fm 5 de março de 2017 at 11:41

      Parabéns mais uma vez pela colaboração sempre muito proveitosa Mr. Anônimo.

      5+
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      • Cadeludo 5 de março de 2017 at 12:04

        Não me lembro de ter sido parabenizado antes por você
        não vou agradecer, seria muito 666 agradecer a quem quer me enganar

        7+
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        • thiago fm 6 de março de 2017 at 08:53

          Ninguém tem o poder de enganar num site que reúne pessoas minimamente esclarecidas, mas vejo muita gente que se deixa ser enganada

          0
  • Alemon Fritz 5 de março de 2017 at 11:39

    Outro índice

    Número de homicídios cresce 169% em Florianópolis nos dois primeiros meses de 2017

    http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2017/03/numero-de-homicidios-cresce-169-em-florianopolis-nos-dois-primeiros-meses-de-2017-9738926.html

    Na Austrália, com a Bolha a violência aumentou 14%, principalmente sobre mulheres (agressão, estupro)…
    Houve aumento no numero de solicitações de ajuda social lá.
    aumento dos sem teto. Muitos (mulheres e crianças) não conseguem sair de casa pelo preço dos imóveis…

    -Número de homicídios no carnaval em Alagoas é o maior dos últimos 4 anos
    -Homicídios triplicam na região Oeste (sp)

    12+
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    • Antigo 5 de março de 2017 at 12:19

      Se continuar assim, teremos uma bolha de jazigos perpétuos…
      Cemitérios lotados. Abrir uma empresa de cremação e embolsar os lucros

      4+
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      • Observador 5 de março de 2017 at 12:52

        Ou que tal vender jazigos “na prannta”??

        2+
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      • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 12:55

        Será que teremos cemitérios gourmet?

        3+
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        • Observador 5 de março de 2017 at 13:01

          O problema é se atrasar as 3 parcelas e for para leilão o imóvel “ocupado”

          9+
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        • Alemon Fritz 5 de março de 2017 at 14:08

          vem com Porcelanato e marmore travertino, pro seu conforto. com espaço flor, espaço lápide, e wifi e acesso eterno a aplicativos ” nas nuvens”. velas perfumadas
          Segurança anti-zumbi 24h, vizinhança calma. Anti dengue e iluminação solar.
          Venha pro condomínio Peace Gardens tower Coves. Você não vai querer sair daqui.

          16+
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          • Antigo 5 de março de 2017 at 14:25

            HAHAHAHAHA
            Bem assim!!

            2+
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      • Thiaguinho 6 de março de 2017 at 11:07

        Tente abrir uma funerária. Um dos piores cartéis que existem.

        0
  • Dr. Estranho 5 de março de 2017 at 13:10

    CVR 1
    Procurando imóvel de leilão CEF e me deparo com imóvel posto à venda por corvo e no leilão ao mesmo tempo. Tem uma galera que não sabe o que é certidão de ônus reais? Ou o corvo é “ixperto”.
    CVR 2
    Encontrei o mesmo imóvel anunciado 3 vezes no finge zupt. 10% de desconto apenas rolando a página.
    CVR 3
    Amigo do peito pediu para eu não comentar mais sobre minhas viagens ao exterior. Os caloteiros ficam irados com minhas histórias e ficam me chamando de FDP. Aceitei de bom coração o conselho,mas avisei que este ano volto para zoropa de novo.

    41+
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    • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 13:55

      Deveriam te chamar de FDPMJ
      Filho do pague meu juros kkkkkk

      15+
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    • to bolhado 5 de março de 2017 at 18:22

      O cvr 2 ja vivenciei algmas vezes. Teve imóvel no mesmo prédio, condições muito parecidas, diferenca de 30%..

      1+
  • Alemon Fritz 5 de março de 2017 at 13:19

    Aluguel, a salvação da lavoura dos na planta:

    como a população brasileira aumenta em nascimentos cerca de 1milhão ao ano, e casa casa abrigaria 3,1 energúmenos temos que a demanda anual demográfica é de apenas 323k imóveis. nos eua a construção está a apenas 64% do crescimento médio dos últimos 50 anos. Motivo:
    Olhem isso
    Analysts point to a range of reasons to explain the drop off in housing inventory:
    – that zoning, regulations and a tight labor market can create barriers for construction, while homeowners may be reluctant to sell, believing a peak in prices is yet to come.
    – Builders may also feel that rental is where the money is..
    -The hot rental market is fueled in part by the fact many people are unwilling or unable to borrow to buy a home in the wake of the crisis.

    http://www.dailymail.co.uk/wires/afp/article-4282864/Tight-market-governs-housing-recovery-analysts-say.html

    3+
  • Alemon Fritz 5 de março de 2017 at 13:20

    morar com os pais:
    The share of people aged 18 to 34 living with parents or relatives has been steadily rising since the late 1980s and is now approaching 40 percent, according to Trulia.

    As those millennials get jobs and move out in a growing economy, they are likely to form a new cohort of renters before buying their first homes…

    3+
    • Antigo 5 de março de 2017 at 14:29

      O futuro do brasileiro é a coabitação mesmo. Voltar aos tempos das cavernas que várias famílias moravam juntas, debaixo do mesmo ‘teto’.
      Não estamos muito longe disso não.

      5+
      • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 15:15

        Igual os índios
        Perigoso eles nos processarem por apropriação cultural kkkkkk

        12+
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      • Rene Fraçoá 5 de março de 2017 at 17:08

        Semana passada minha Mãe conseguiu alugar uma casa grande, dois pisos, detalhe: Duas famílias vão dividir o aluguel.

        5+
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  • Rene Fraçoá 5 de março de 2017 at 14:05

    Curitiba tem o menor estoque de imóveis em 6 anos e preços ultrapassam inflação

    ”O ano de 2016 fechou com um estoque de imóveis residenciais novos de 7.709 unidades, o menor patamar em seis anos na cidade. Também no ano passado, o preço médio desses imóveis subiu 7,1%, variação levemente acima da inflação oficial no período, de 6,28%. Mas com a previsão de que a entrega de novos empreendimentos seja ainda menor daqui para frente, justamente pela pisada no freio que o setor deu a partir de 2014, os preços devem voltar a subir em ritmo um pouco maior em 2017”

    ”Vai faltar imóvel, dependendo do bairro e da tipologia desejada

    O que os empresários do setor também frisam, no entanto, é que no segundo semestre, quando as construtoras já devem ter batido o martelo em relação à retomada dos lançamentos, alguns imóveis já estarão em falta em alguns bairros de Curitiba”

    Os comentarios (todos) sao CVRs, todos tirando onda da publicacao.

    http://www.gazetadopovo.com.br/economia/financas-pessoais/curitiba-tem-o-menor-estoque-de-imoveis-em-6-anos-e-precos-ultrapassam-inflacao-13yi85yd26vpbnc8klf3jfy3f

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  • Alemon Fritz 5 de março de 2017 at 14:33

    kkk
    todos os comentários sacaneando a matéria , o jornal, e o mercado.. Agora já foi.

    11+
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  • Marcos CG 5 de março de 2017 at 15:28

    Notas de cantinho de página da Exame de 15/02/2017:

    CONSTRUÇÃO 1
    O Madoff brasileiro
    A Justiça decretou a falência da construtora Atlân¬tica, de São Paulo. A empresa é acusada, entre outros tipos de fraude, de vender o mesmo imóvel para mais de uma pessoa. As vítimas se concentram na comunidade judaica paulistana, na qual o escândalo ganhou o apelido de “caso Bernie Madoff brasileiro”.

    CONSTRUÇÃO 2
    Os imóveis e o caos
    De acordo com um levantamento do Instituto Nacional de Recuperação Empresarial, 73 800 consumidores brasileiros compraram apartamentos na planta e não receberam — seja por atraso nas obras, seja por fraudes. Mais de 400 construtoras e incorporadoras entraram em recuperação judicial ou em falência no ano passado.

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    • Marcos CG 5 de março de 2017 at 15:37

      Essa última nota (CONSTRUÇÃO 2) ocupa mais ou menos 1/8 apenas de uma página da revista, se me lembro bem. Mas, afinal, 73 800 compradores na planta que não receberam o imóvel e mais de 400 construtoras e incorporadoras em recuperação judicial ou em falência só no ano passado não têm relevância jornalística significativa mesmo, não é? É incrível como a mídia tenta mascarar a enorme bolha imobiliária brasileira! Esses dias postaram aqui o grande percentual de participação das construtoras no dinheiro que entra para as emissoras de TV para propaganda. Está aí parte da explicação para isso, junto com o fato de o Zap ser da Globo. Talvez os donos das grandes mídias tenham tb. capital investido em construtoras, porque, repito, é incrível a descarada DESINFORMAÇÃO que eles promovem, como o CA e outros sempre frisam aqui.

      17+
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  • Jean Cherem 5 de março de 2017 at 15:48

    Vi um anúncio deste site no facebook: http://www.sold.com.br/lote/lista/categoria/29
    Prometeram desconto de até 80% nos imóveis.

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  • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 16:53

    http://stmaria.com.br/venda-detalhes/?id=3347

    Achei esse AP em Chapecó por R$200.000,00 na corvolária.
    No FB achei uma pessoa vendendo no mesmo prédio por R$110.000,00
    E outra no classificados de aluguel por R$500 mensais.

    Kkkkk dá vontade de mandar proposta pra corvolaria por R$166.666,66

    13+
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    • Jean Cherem 5 de março de 2017 at 17:04

      Eu conheço uma corretora e ela me disse que praticamente 90% dos colegas da construtora não venderam nada em um mês. Quem vendeu, conseguiu apenas sair do zero.

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      • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 17:07

        Veja o lado bom desse único que vendeu, pelo menos conseguiu pagar a condução do serviço até em casa e talvez a quentinha que gasta todo dia .

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    • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 17:05

      Mandei várias “propostas” em vários APS na minha cidade onde tão pedindo R$200 estou oferecendo R$120. Onde estão pedindo R$165 acabo oferecendo R$100k
      Só pra ver a reação dos corvos. Cvrs assim que responderem…Ou não né? Deixa arder!!!!

      23+
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      • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 17:15

        Primeiro a responder

        AP R$165mil e ofereci 100mil temers
        Só mandou um emotion do ZAP com uma cara é um zíper na boca e um “obrigado”.

        Kkkkkk se conseguir vender o AP de 56m² por esse preço daqui um ano ele me liga

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        • Jean Cherem 5 de março de 2017 at 17:22

          Colara dos R$ 165 K em um financiamento. O cidadão paga caro, o saldo devedor não abaixa muito e ele tem que pagar a diferença ao final do contrato (que pode ser bem acima do que o comprador consegue juntar). Tem bobo que paga por algo que é dele, mas é uma questão de tempo para perder tudo.

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          • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 17:30

            R$165 mil daria uma R$1450,00 em uma RF conservadora sem IR.
            O aluguel nessa região do AP que ofertei é de R$800/900 no máximo. É isso porque é apenas 1 quarto.
            Então compensa mais deixar o dinheiro na RF e pagar o aluguel, condomínio,água,luz,internet e ainda sobra uns trocados pra comprar uma pizza opressora.

            Esse AP teria que cai pra R$100mil pra pensar se vale a pena. Ou R$75mil pra valer muito a pena tirar o dinheiro de CDBs,LCs e FIIs pra pagar um AP bolhudo.

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    • JJJ_brasilia 6 de março de 2017 at 00:35

      Leonardo,

      Posta o link do PLC com o anúncio de 110k.

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      • Leonardo M. 6 de março de 2017 at 10:53

        Tá no FB em um grupo

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  • Libertario 5 de março de 2017 at 17:09

    CA
    Você comentou mais acima sobre o sugestão de alguém do seguimento imobiliário, sobre o governo subsidiar o aluguel.

    Sim, sabemos que o governo não possui recursos para isto.

    Mas e se houvesse, você acredita que isso prorrogaria o problema dá bolha por mais tempo (por inflar artificialmente os alugueis e consequentemente os preços de venda)?

    Você vê chance zero de um deputado esquerdista e sua bancada, conseguirem passar um projeto desses?

    Já tinha ouvido falar disto aqui pelo sul tambem

    http://www.zarattinipt.com.br/_blog/Deu_na_Imprensa/post/projeto-cria-programa-de-aluguel-subsidiado-para-familias-pobres/

    1+
    • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 17:20

      Meu aluguel minha vida?
      Tipo o governo dá um subsídio de R$800,00 e o cara paga em 10X de R$95 com TR?
      Eu apoio!!!? Quanto mais modalidade de PMJ existir, melhor!!!

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      • Jean Cherem 5 de março de 2017 at 17:24

        Ouvi falar de caminhoneiro comprando pneu no crédito até que a crise acabe e a economia permita ter algum lucro. Acho melhor lançar até o minha fanta minha vida.

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    • CA 5 de março de 2017 at 18:48

      Libertário,

      O presidente do CRECI SP implorou ao governo federal por isto em fevereiro/2014, segue o link que coloquei mais acima:

      https://revista.zapimoveis.com.br/salario-minimo-nao-paga-aluguel-nem-de-quitinete-em-regioes-de-sao-paulo/

      RIDÍCULO, não é? Eles dizem que o salário médio de São Paulo não é o suficiente para alugar sequer uma quitinete, tamanho o absurdo e irracionalidade dos preços. Qual a conclusão deles? O governo deveria ajudar a pagar!!!

      Como disse acima, seria o bolsa especulação imobiliária em mais uma fase…

      No entanto, já se passaram 3 anos e nada. Por que? Falta dinheiro para o governo subsidiar mais esta ANOMALIA. Por isto que os preços dos aluguéis caem mais rápido, não há um subsídio ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL, logo eles cedem mais naturalmente as leis de mercado (lei de oferta e procura).

      Aliás, o PMDB já está fazendo propaganda dizendo que se não aprovarem a reforma da previdência, não terão mais dinheiro para Bolsa Família, FIES e outros programas “sociais” e como sabemos, a situação fiscal do Brasil continua extremamente crítica, logo não vejo espaço para fazerem mais esta sandice…

      Se pensarmos bem, o governo já tem feito uma LOUCURA atrás da outra neste início de 2017. Para mim é sinal de DESESPERO estas medidas SEMANAIS e NON-SENSE do governo para TENTAR salvar o mercado imobiliário, para o Thiago FM é uma prova de que o mercado imobiliário está saudável, que o que eles estão passando na crise é o mesmo que todos os outros segmentos e por aí vai…

      Na verdade, tem MUITAS LOUCURAS e muitos EXAGEROS que aconteceram nos últimos anos, só mesmo a completa ALIENAÇÃO que vendem na mídia para conduzir a manada para este grande show de ILUSIONISMO INSUSTENTÁVEL.

      Vejamos alguns EXEMPLOS:

      – Aumento do limite de imóvel para financiar com uso do FGTS: esta verba do FGTS foi criada para atender a um financiamento barato para os trabalhadores, que subsidiam estes juros mais baixos para que outros trabalhadores com menos renda possam comprar seus imóveis, como no caso do Minha Casa Minha Vida. No final do ano passado tinham subido o limite do imóvel financiado para R$ 950 mil, agora subiram para R$ 1, 5 milhão. Estes compradores de imoveis nestes precos, que são o topo da pirâmide social no Brasil e representam menos de 1% do total são os trabalhadores de menor renda que precisam dos juros subsidiados graças aos prejuizos para TODOS os trabalhadores???

      – O prazo de financiamento que em 2005 para os bancos particulares ficava em no máximo 10 anos, subiu para 35 anos. É razoável alguém pagar por um imóvel por toda a sua vida profissional e para aqueles que não pegaram o financiamento do início de sua carreira, ter que pagar até depois, durante a sua aposentadoria??? Isto não foi sustentável em nenhum país do Mundo, porque gera sérios problemas de LIQUIDEZ na economia como um todo, através de uma série de mecanismos explicados e demonstrados por aqui várias vezes;

      – Outros: consumiram os “recursos baratos” de forma INSANA, como a poupança para o financiamento via SBPE, até que a “fonte secasse” e estamos entrando no terceiro ano seguido que promete reduções bilionárias na verba da poupança. Agora no DESESPERO, estão secando o FGTS de todas as formas que conseguem, isto porque o desemprego cresce sem parar. Estão intervindo para ajudar as construtoras quanto a distratos, sendo que este é o resultado de um golpe que já prejudicou milhares de famílias e que tem evidências de ser um golpe desde 2011 (bolsa golpe-imobiliário). Só a CEF ja tem mais de 24.000 imóveis retomados por inadimplência, isto porque ela não retoma nem 1/5 do que deveria e fazem negociações mirabolantes para não reconhecerem a inadimplência REAL. Fora isto, deixaram a CEF com ROMBOS equivalentes a dezenas de bilhões de Reais para manter a pantomima de que vivemos “um novo patamar de precos”, que obviamente é completamente INSUSTENTÁVEL, até pelo fato de estarem secando todas as fontes possíveis e imagináveis de “crédito barato” e mais do que isto, também por que com estas ações esdrúxulas estão destruindo cada vez mais a economia brasileira, via gasolina para apagar incêndio.

      O que consta acima é o resultado de um grande volume de ações POPULISTAS e IRRESPONSÁVEIS adotadas ao longo de anos, em outras palavras, o mesmo caminho que levou a Venezuela a seu estrondoso “sucesso” econômico e social, só que aqui os socialistas e populistas apostam que “vai ser diferente” e que a UTOPIA vai funcionar (o que é impossível por definição, mas como vemos por aqui, daqueles que defendem estas ações, eles não tem a mínima lógica, por isto nunca entenderão este ponto).

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      • Jean Cherem 5 de março de 2017 at 19:54

        Hoje em dia eu não leio muito seus comentários, mas é por pura falta de tempo, pois aprendo com eles bem mais que no noticiário ou em outros sites. Eu tenho pensado no tamanho da crise e como seria um nível aceitável da economia. Se a reserva fracionária tira da economia seu equivalente em juros, a saturação do mercado de crédito levaria a uma queda de consumo até um pouco maior que o percentual médio de juros das dívidas devidamente pagas, incluindo o desconto por atrasos, já que as pessoas devem ter tomado um certo susto com a velocidade da crise. Neste cenário tudo deveria cair de preço, pois até os salários estão caindo (pelo menos pelo que escuto de quem estava desempregado a algum tempo e hoje aceitou trabalhar ganhando menos, mesmo continuando no ramo de atividade),. Aqui na minha região em BH tem três postos de gasolina fechados e dois deles estavam em avenidas bem movimentadas. Claro que o governo não vai deixar um espiral deflacionário acontecer, mas eu tenho me perguntado é se vamos ter problemas de abastecimento, pois o preço do diesel e o que muita gente encontra de frete não deixa sobrar o valor da depreciação ou o da futura e inevitável manutenção do bem. Se o modelo de economia tornou o setor inviável, como fica nosso abastecimento quando os caminhoneiros não derem mais conta de bancar suas operações?

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      • socrates 5 de março de 2017 at 23:31

        kkkkk essa do creci pedir $$ para ajudar as pessoas a pagarem aluguel é o cumulo do cumulo do cumulo dos absurdos kkkkkkkkkkkkkkkkkk
        é muita cara de pau

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    • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 12:12

      Com a lei de limite dos gastos, eles precisarão indicar qual o outro programa social que precisará ser cortado para abastecer esse. Duvido.

      0
  • Alemon Fritz 5 de março de 2017 at 17:48

    A falácia do Potencial construtivo Balneário:
    “Auditoria revela falta de pagamento à prefeitura de R$ 29 milhões em construções de Balneário Camboriú”
    Uma auditoria interna realizada pelas secretarias de Planejamento e da Fazenda em Balneário Camboriú revela que irregularidades na aprovação de projetos com aumento de potencial construtivo causaram prejuízo ainda incalculável aos cofres públicos. O levantamento identificou pelo menos 127 obras com dívidas de solo criado. O montante equivale a R$ 29 milhões, dinheiro que as construtoras deixaram de pagar ao município em troca do aumento no volume da obra, principalmente no número de andares.
    Entre as obras que receberam alvará mesmo sem pagar, muitas já estão prontas.

    Mataram um engenheiro da prefeitura outro dia

    http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2017/03/auditoria-revela-falta-de-pagamento-a-prefeitura-de-r-29-milhoes-em-construcoes-de-balneario-camboriu-9739813.html

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    • Fernando 6 de março de 2017 at 01:19

      Vale uma reflexão: para onde vai todo o esgoto daqueles edifícios?
      R: É, los hermanos gostam de vir aqui nadar no esgoto dos catarinenses…

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  • Alemon Fritz 5 de março de 2017 at 17:59

    pouquinho
    No zap tem 10.744 apartamentos anunciados em Balneário
    na OLX sã 5.500.
    ano passado eram 6000 no começo do ano.

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  • Lord of All 5 de março de 2017 at 20:03

    Dentre outras coisas sou um investidor, claro, pra proteger meu patrimônio.

    Pensando como investidor, a regra é clara:

    1) imóveis estão se desvalorizando.
    2) com liquidez recebo em renda fixa mais do que q a inflação.

    Não sei o q mais tem pra discutir nisso.

    23+
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    • Leonardo M. 5 de março de 2017 at 20:11

      Mas segundo o Fernando tem IR e IPCA no qual seu juros dá 0,001111%

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  • perdido no rio 5 de março de 2017 at 20:37

    Seria muito bom se alguém conseguisse fazer uma simulação de rentabilidade de investimentos vs. Imóveis em períodos diferentes (últimos 30 anos, últimos 20 anos, últimos 10 anos, 5 anos). Porque o pouco que li da discussão acima sobre rentabilidade liquida me parece enviesado. Concordo que devemos subtrair ao menos o ipca dos juros se investimos para alcançar independência financeira. Por outro lado, se eu compro algo com 40% de desconto há 3 anos e esse algo não valoriza nem um centavo, ou até desvaloriza mesmo segundo o finge zap, meu desconot é corroído pela própria concorrência na venda de imóveis semelhantes, cujos vendedores dão descontos iguais ou maiores sobre um valor nominal que não se mexeu ao menos desde o fim de 2015. Se o ipca impacta a rentabilidade líquida dos juros, a estagnação nominal dos preços de imóveis nao. Então alguém que está investindo com o simples propósito de comprar um imóvel talvez nem precise descontar o ipca do rendimento, visto que o bem que é finalidade do investimento também não teve o valor atualizado (às vezes, até deflacionado, o que adicionaria alguns % à rentabilidade líquida do investimento ). Enfim, estou divagando, mas esta é a conta que eu gostaria de saber fazer.

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    • Anonymous 5 de março de 2017 at 22:43

      Tenho uma retrospectiva do Manual do Anonymous: Quem comprou USD 5 anos atrás, teve uma valoriazação média de 1% ao mes em BRL.

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    • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 12:14

      Perdido, até 2003 a rentabilidade bruta típica era de 1% AM

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  • Curioso 5 de março de 2017 at 20:47

    Aprendam uma coisa!
    Na Banânia, GANHA quem perde menos.

    19+
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    • Fernando 6 de março de 2017 at 01:11

      Eu discordo. Ganhar e perder na mesma frase não combina nem um pouco.

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  • Dr. Estranho 5 de março de 2017 at 23:15

    Neverland está com 33% de desconto. Ainda assim ninguém quer. Os “neverland’s” brasileiros estão em idêntica situação. Os corvos piram.

    2+
  • Ronilson 6 de março de 2017 at 00:31

    O que o Fernando quer falar que investir em renda fixa não é essa maravilha toda, pois o IMPOSTO incide sobre o TODO.
    Exemplo se sua conta rende 6% acima da inflação tem que considerar o IMPOSTO DE RENDA sobre o que rende totalmente, caso a inflação tenha sido 10% vai incidir 22.5 e assim por diante em cima de 16%. Portanto se tinha 100mil aplicados e a inflação foi 10% e rendeu 6% acima da inflação você recebeu 16mil, porém tirando o imposto rendeu 12,4 e se a inflação foi 10 ficou com apenas 2,4mil que dividindo por 12 meses dá R$ R$ 200,00 por mês líquidos, ou seja 0,2% de rendimento líquido.
    No caso, ele pensa assim: se alugo meu imóvel por 0,3% do valor venal então ganho acima dos rendimentos em renda fixa!!!
    Certo?
    Errado, pois esquece o IRPF, que pode ser até 27,5% mais 10% que fica pela imobiliária geralmente, se incidir desta foram receberá apenas 0,1975% sobre o valor venal do imóvel.
    Esquece de considerar Fernando que em época de bolha o imóvel perde valor e o aluguel também não acompanha o IGP-M, na renda fixa tanto o valor principal como os juros rendem igualmente à inflação.
    Quem tá conseguindo emprestar o dinheiro por pelo menos 0,5% acima da inflação está tendo lucro, no caso de imóveis o valor tem que ser maior, por causa dos infinitos custos de ser ter um imóvel já elencados aqui de forma clara!!!!

    6+
    • Fernando 6 de março de 2017 at 01:09

      Olá colega, boa noite!
      Claro que não é nada disso que você está falando, com todo o respeito. Apenas o começo procede.
      Eu não estou comparando com adquirir um imóvel e colocar para alugar. Em nenhum momento em todos os anos que postei nesse blog disse isso, e é necessário dizer que o caso se parece com um “telefone sem fio”.
      Eu estou comparando com SUBSTITUIR O MEU ALUGUEL por imóvel próprio (acho que falei isso umas zilhões de vezes). Em outras palavras, em vez de pagar aluguel, adquirir o imóvel.
      Tipo, se eu pago 3k de aluguel, então seria mais vantagem comprar caso o imóvel esteja no seu valor JUSTO (o que muitas vezes dito acima ele não está).
      O que eu afirmei acima é parte do seu raciocínio: pega o REAL para pagar o aluguel, e mantém o principal.
      Ou seja, para pagar um aluguel de 3 mil, hoje é necessário por volta de R$ 1.100.000,00, para que o principal seja mantido, e a tendência, com a queda dos juros, é que a situação piore e muito.
      Com o FED subindo os juros, imagine uma situação de inflação subindo no Brasil, por causa da queda dos juros aqui (artificial, é claro), aliada à fuga de capitais para os Estados Unidos, e o descontrole das contas públicas aqui…
      É exatamente isso que tenho dito.
      Um abraço e boa noite.

      5+
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      • Ronilson 6 de março de 2017 at 01:58

        Grato por responder, de forma inversa é o que falei sim!!! neste caso Fernando seria apenas uma escolha de risco, acho que você acredita que comprar e parar de pagar aluguel seja menos arriscado que investir com queda de juros, pode ser… Não acredito nisso por causa do deslocamento renda x imovel, acho mais arriscado investir em mercado de imóveis por causa da bolha do que investir em ibovespa ! Mas que é escolha e é pessoal sim, boa sorte.

        1+
      • CA 6 de março de 2017 at 05:35

        Resumindo o cálculo de custo de oportunidade que coloquei em meu primeiro comentário deste tópico , que trata exatamente desta opção de comprar para morar versus alugar:

        Com R$ 1 milhão 1 ano atrás, em uma aplicação financeira conservadora, você tirava R$ 9 mil por mês líquido de impostos. Tirando deste rendimento o aluguel de R$ 4 mil por um imóvel equivalente, ao final de 1 ano você teria R$ 1.060.000,00 (sem contar juros compostos, na realidade você teria ainda mais dinheiro do que isto);

        Já quem comprou o imovel de R$ 1 milhão 1 ano atrás, em função da queda de preços de 1% ao mês apurada pelo IVG-R do BACEN nos últimos 12 meses, hoje o imóvel vale R$ 887 mil.

        Conclusão: quem alugou por 1 ano tem em mãos, R$ 1.060.000,00, compra o imóvel que antes custava R$ 1 milhão, pagando agora R$ 887 mil. Para esta pessoa, sobram R$ 173 mil (R$ 1.060.000,00 – R$ 887.000,00). Já aquele que comprou por R$ 1 milhão 1 ano atrás, deixou de ganhar R$ 173 mil por não ter alugado por 1 ano para depois comprar.

        No mundo REAL e com preços dos imóveis completamente fora dos fundamentos e em QUEDA, é assim que funciona. No Mundo de FAZ DE CONTA do segmento imobiliário e do Fernando, os preços dos imóveis sempre acompanham a inflação, o que os fatos e dados confirmam que não é verdade…

        COMPLEMENTO frente a nova tentativa do Fernando de ENGANAR as pessoas. Sobre este trecho do comentário dele:

        Se a inflação subir no Brasil, como ele cogitou acima em função do FED, temos duas possibilidades:

        1) Se o governo não subir os juros: ainda assim o dinheiro aplicado terá rendimento NOMINAL positivo e a opção de alugar será menos vantajosa, mas ainda melhor do que comprar. Motivo: aumento de inflação é mais um motivo para acelerar a queda de preços de imóveis que estão com preços completamente fora dos fundamentos, porque se nos últimos anos as vendas já DESPENCARAM porque as famílias não tinham renda disponível para comprar imóveis financiados, com o aumento da inflação a renda disponível cai mais ainda e com isto as vendas caem junto, forçando maiores quedas nos preços dos imoveis. Lembrando que pelo IVG-R do BACEN de 18 meses atrás até 12 meses atrás a queda mensal dos preços dos imóveis era de 0,5% ao mês e acelerou para queda de 1% ao mes nos ultimos 12 meses, este seria MAIS UM motivo para quedas de precos acelerarem ainda mais;

        2) Se o governo aumentar os juros: a vantagem do alugar sobre o comprar será ainda maior que na alternativa 1 acima.

        Em todas as bolhas imobiliárias do Mundo, foi exatamente o aumento da inflação que ajudou na sua explosão e na redução dos preços, exatamente o CONTRÁRIO do que o Fernando colocou no comentário dele. Isto ocorreu nos outros países, pelos mesmos motivos que mencionei acima.

        6+
        • to bolhado 6 de março de 2017 at 06:51

          O impressionante é que o Fernando e outros que falam que ele está certo nesse assunto parecem não negar a bolha; ou seja, admitem que os preços estão fora da realidade e devem cair. Mas ainda assim jogam uma expectativa irreal de imóvel acompanhar inflação nos próximos anos como se vivêssemos numa normalidade de mercado! É muita dissonância cognitiva pro meu gosto. ..

          6+
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          • Ronilson 6 de março de 2017 at 08:41

            Exemplo meu mesmo, em 2012 comprei um imóvel por 260 mil que hoje é oferecido por 320mil, provavelmente é negociado com desconto por 280mil. Caso tivesse apenas corrigido pela inflação este valor seria de 337mil e se fosse aplicado em cdi ficaria com 403mil livre de impostos!!!! Meu aluguel era de 900 e continua este valor hj por causa da crise, portanto em 60 meses “economizei” 54mil em aluguel, com o imóvel tenho um ‘bem’ de 280mil +54mil dos aluguéis q não paguei = 334mil, enquanto poderia ter 403mil em LCA, lci, cdbs ou lfts. Prejuízo de 69mil em 5 anos. Confere produção?

            12+
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            • CA 6 de março de 2017 at 09:39

              to bolhado,

              Perfeito seu comentário, é isto mesmo.

              Na realidade Fernando e Thiago FM sabem muito bem o que acontece, mas vivem nesta angustiante dissonância cognitiva, um tentando desesperadamente convencer a si mesmo de que fez o melhor negócio do Mundo e que depois que ele comprou os preços dos imóveis nunca mais vão cair só porque foi ele que comprou (?!) o outro tentando convencer a si mesmo que a CEF é uma empresa confiável (?!), que os preços estão em um patamar sustentável (?!) e portanto não vão destruir as garantias da CEF e que assim, ela não vai para o buraco talvez até deixando de existir e com isto, mediante este enorme wishful thinking, o emprego e os vencimentos dele em dia estarão garantidos (o que está acontecendo com RJ e outros Estados e pode acontecer com Governo Federal de uma forma DIFERENTE, mas com impactos SIMILARES, é um temor que aumentou muito para os funcionários públicos nos últimos tempos, por isto as centenas de gráficos e as teorias sem pé nem cabeça).

              Observe que o próprio Fernando reconhece que estamos MUITO LONGE do preço justo. Ele SABE muito bem que os preços tanto dos imóveis quanto dos aluguéis estão caindo. Ele sabe que em virtude desta combinação, alugar é melhor do que comprar. Da mesma forma, Thiago FM sabe melhor do que ninguém que VÁRIAS das teorias dele não encontram resguardo nos fatos e dados que foram apresentados por aqui INÚMERAS vezes.

              Aliás, a situação é tão óbvia que até as reportagens de jornais com especialistas já tem apontado que é melhor alugar do que comprar e olha que rola muito dinheiro de anúncios de construtoras nestes meios de comunicação e eles sempre tem muita CENSURA ao dizer qualquer coisa que possa “prejudicar’ o segmento imobiliário.

              Naturalmente, tanto o Fernando quanto o Thiago FM sempre esperam encontrar algum INCAUTO que caia nas teorias SIMPLISTAS e INVÁLIDAS que o segmento imobiliário INVENTOU e que eles replicam por aqui sem o menor pudor, isto é parte da estratégia deles para tentarem convencer a si mesmos e aos outros, no entanto, como disse antes, mesmo que consigam enganar alguns poucos, não muda nada daquilo que é INEVITÁVEL.

              Ronilson,

              É isto mesmo, você fez um cálculo de custo de oportunidade que demonstrou, mais uma vez e com dados reais, que não ter comprado e ficado no aluguel seria melhor do que ter comprado. Será cada vez mais a realidade.

              É claro que o compradores de imóveis sofrem de “DISCALCULIA” (by Lucas) e não sabem fazer a conta acima, mas como disse antes, isto não muda o resultado final e a inevitável “falência” de nossa bolha imobiliária, uma vez que a explosão é alimentada pela NECESSIDADE dos vendedores de um lado e pela falta de capacidade de compra do outro lado.

              3+
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      • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 12:30

        Fernando
        Esta conta é de alguns meses atras
        Um caso concreto de custo de oportunidade no bairro Noroeste – DF
        O “investidor” que comprou um apartamento de 142 m2 em 2010, pagando 2KK (14k/m2)
        Hoje, de acordo com o FIPEZAP o valor nominal seria R$ 2.046.200
        Se o valor fosse corrigido pelo IGP-M valeria hoje R$ 3.049,000 (para quem acha que o valor do imóvel sempre acompanhará a inflação kkk)
        Se tivesse aplicado estes 2KK a 93% do CDI teria ganhado R$ 1.697.436, mas ao invés disso ele perdeu R$ 1.002.800 devido a desvalorização deste imóvel.
        Considerando o custo de oportunidade e a desvalorização, este “investimento” teve um prejuízo de R$ 2.700.236

        2+
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  • Cajuzinha 6 de março de 2017 at 09:09

    Que tal, CA?

    “06/03/2017 Calotes levam bancos a acumular R$ 10 bilhões em bens retomados | Valor Econômico
    http://www.valor.com.br/financas/4888230/calotes­levam­bancos­acumular­r­10­bilhoes­em­bens­retomados 1/1

    06/03/2017 às 05h00 1
    Calotes levam bancos a acumular R$ 10 bilhões em
    bens retomados
    Se os cinco maiores bancos brasileiros decidissem juntar todos os imóveis recebidos em garantia de empréstimos
    não pagos, brigariam pelo posto de maior incorporadora do país. Com o agravamento da crise, o estoque desse
    tipo de ativo mais que dobrou nos últimos dois anos e chegou a quase R$ 10 bilhões. Para efeito de
    comparação, a Cyrela, a maior empresa do setor, contava com R$ 6,4 bilhões em imóveis no estoque em
    setembro do ano passado.”

    10+
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    • Cajuzinha 6 de março de 2017 at 09:11

      Tópico

      “Em um período de retração da economia, que levou a um excesso de oferta de imóveis, a venda em muitos
      casos tem sido feita a preços bem abaixo daqueles estimados inicialmente pelos bancos quando aceitaram as
      garantias. Isso quando eles conseguem se desfazer dos ativos.”

      7+
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      • reznor 6 de março de 2017 at 09:17

        “Pelas normas do Banco Central, as instituições financeiras têm um prazo de até um ano para vender os bens que não fazem parte do uso. Esse período é prorrogável por até mais dois anos, mas esses bens trazem custos enquanto se mantêm no balanço. Eles consomem, por exemplo, o capital que poderia ser usado em empréstimos. Além disso, esses ativos precisam ter laudos de avaliação feitos por empresas independentes quando superam R$ 51,1 mil, um serviço pago pelo banco. Fora despesas que a própria venda traz, como corretagem e comissões.”

        Tópico é pouco, Cajuzinha! rsrsrsrs
        Banco sendo motumbado é o bicho.

        11+
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        • CA 6 de março de 2017 at 10:13

          Cajuzinha e Reznor,

          O problema é MUITO MAIOR do que consta na matéria.

          Temos que considerar que a CEF, que detém 70% de todo o crédito imobiliário concedido no Brasil, tem mais de 24.500 imóveis em poder dela, mas ela retomou menos de 1/5 do total inadimplente!

          Por que a CEF fez isto? Para BURLAR a determinação do banco central que a obrigaria a leiloar estes imóveis em prazo de até 1 ano, conforme consta na notícia acima.

          Na realidade, ela está burlando outras recomendações do Banco Central, pois também existem limites para que um cliente fique inadimplente sem que o imóvel seja retomado.

          A situação é ainda pior do que consta acima: o governo ensaiou aprovar uma mudança nas regras de uso do FGTS para permitir que fosse utilizado para quitar até 12 parcelas atrasadas do financiamento imobiliário. Oras, após 3 meses sem pagamento já deveria estar sendo reconhecido como inadimplente e logo em seguida retomado e encaminhado para leilão, quer dizer que chega a ficar por 12 meses sem sequer ter sido retomado??? Pior, talvez a CEF nem esteja tratando estes casos como inadimplentes, mas sim como uma “renegociação” com condições de pai para filho e que NOVAMENTE ferem as melhores práticas e as recomendações do Banco Central.

          E o Banco Central, não faz nada? Em todas as bolhas imobiliárias do Mundo o Banco Central sempre tentou MASCARAR ao máximo a existência destas bolhas, eles sempre estão entre os últimos a reconhecê-las, porque eles sabem que a partir do reconhecimento deles, não tem mais como esconder a REALIDADE. O que o nosso BC está fazendo é o mesmo que todos os outros fizeram ao redor do Mundo, por isto que estão fazendo “vista grossa” para o grande número de ANOMALIAS que ocorrem na CEF e que já fizeram com que ela tenha ROMBO de dezenas de bilhões de Reais acumulados…

          Outro ponto:

          O total de estoques REAL, tanto das construtoras, quanto dos Bancos e do Mercado como um todo, é MUITO maior do que consta na notícia e equivalente a VÁRIOS ANOS de vendas, uma ABERRAÇÃO típica de toda bolha imobiliária. Explico:

          Construtoras como Viver e PDG, que estão em recuperação judicial (RJ), antes do RJ já vinham atrasando o “reconhecimento” de distratos, às vezes por anos, depois do RJ daí é que não vão mais reconhecer mesmo, ou seja, grande parte dos imóveis que na prática deveriam voltar para os estoques deles estão ficando no limbo, viram estoque que elas vão barrigando para não aparecer agora. De forma similar outras construtoras também estão empurrando os distratos com a barriga, para que não apareçam nos estoques deles “tão cedo”. Junta-se a isto o volume de vendas FALSAS na planta que estão ocorrendo agora e que SIMULAM uma redução de estoques e até as novas regras de distratos que farão com que muitos compradores repensem a aquisição dos imóveis e desistam, aumentando ainda mais o volume anormal de estoques.

          No caso dos Bancos, só a CEF tem o QUADRUPLO de imóveis que estão com inadimplência há mais de 3 meses e que ela ainda não retomou, portanto, ainda não contabilizado nos estoques deles. Ainda quanto aos bancos, como sabemos os leilões tem sido inviáveis, porque mesmo em segunda praça e com grande redução nos preços pedidos, eles ainda competem com os “descontos” relevantes das construtoras, ou seja, os estoques dos bancos são equivalentes a muito mais anos de vendas do que os estoques das construtoras e para piorar, o estoque das construtoras já é o suficiente para 2 anos de vendas…

          Fora isto, correndo por fora, uma infinidade de imóveis nem-nem (nem vende nem aluga) na mãos de investidores de imóveis e ainda um volume cada vez maior de imóveis acumulados nas mãos de proprietários particulares que vêem cada vez mais a necessidade de venda se acumular.

          Resumindo, o que consta na notícia acima, apesar de ser gravíssimo, ainda assim é apenas a ponta do iceberg. A bola de neve não para de crescer, está cada vez mais difícil OMITIREM, MENTIREM e ENGANAREM. Isto não intimidará a Fernando e Thiago FM, aliás no DESESPERO talvez eles intensifiquem as campanhas de DESINFORMAÇÃO deles, como o governo que passou a adotar as medidas DESESPERADAS dele de forma semanal. Repito: só estão se enterrando em um buraco cada vez mais fundo…

          12+
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          • Cesar_DF 6 de março de 2017 at 12:39

            Thiago fm
            Se você tiver acesso aos dados, poderia postar um gráfico referente leilões, com o percentual do valor anunciado X valor vendido, ao longo dos últimos anos.
            Que tal ?

            4+
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            • Lucas 6 de março de 2017 at 13:44

              tenho colega que tem insider na Caixa
              ou Thiago mentiu, ou esconde, ou os 2.

              0
      • Margarida 6 de março de 2017 at 10:10

        TÓPICO!

        5+
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  • Minions 6 de março de 2017 at 09:12

    CVR Padre Bolhista

    Domingo fui na missa em outra cidade. Na homilia, o Padre já deu sinais de ser bolhista: “fazer dívidas, é se deixar levar pelo diabo e tentar a Deus. Não adianta se enfiar em dívidas, não ter controle financeiro, não ter reservas para ajudar o próximo (nesta parte eu discordo…rs) e rezar para Deus ajudar.”
    Mas ainda viria a melhor parte. Ao final, na parte dos recados, em função da crise econômica a paróquia estava pensando em não fazer a festa da padroeira, este ano mas que decidiram faze-la, mesmo assim. Ele disse que, antes de se formar padre, formou-se em economia; que, na visão dele, esta crise é uma crise de confiança agravada pelos devaneios do consumismo e pelo “COLAPSO NA CONSTRUÇÃO CIVIL”.
    PQP, se até o Padre já está avisando o “COLAPSO NA CONSTRUÇÃO CIVIL” na missa, o que ainda falta para alguns perceberem a G.O.M.E.?

    35+
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    • Alemon Fritz 6 de março de 2017 at 09:53

      Colapso da construção é o Apocalipse, oremos e juremos…

      9+
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  • Lord of All 6 de março de 2017 at 09:24

    Acho q entendi a lógica do Fernando e sua agonia em tentar explicá-la e não ser compreendido.

    Vamos lá (com dados bem fictícios apenas para facilitar):

    Para o Fernando, se os imóveis estão desvalorizando 1% ao ano (com base em fingezaps da vida), mas a inflação é de 4% ao ano, logo, os imóveis valorizariam 3% ao ano, pq a inflação “puxa” o valor de todos os bens junto, de forma GLOBAL. 4 – 1 = 3.
    Por isso, hipoteticamente, seria melhor ter bens do que dinheiro.

    desculpe Fernando, mas quando um “ativo” está em desvalorização nominal, a inflaçã “global” não eleva o valor desse implicitamente. Em outras palavras, queda é queda.

    5+
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    • to bolhado 6 de março de 2017 at 10:42

      Colocando de outra forma:
      quanto 1 imóvel específico, que você comprou no ano X, valerá no ano x+5? É razoável supor que essa conta siga uma equação, na qual valor em x+5 = valor em x + INFLAÇÃO +/- VALORIZAÇÃO / DESVALORIZAÇÃO (por razões específicas do bairro / prédio ou do mercado como um todo) – DEPRECIAÇÃO. O que o Fernando e quem concorda está falando, e portanto errando, na minha opinião, é pegar um item específico da conta e dizer que ele é preponderante / o mais importante, quando não é. É o exemplo que o César dá: quando imóvel valoriza 30% aa, eles nunca falavam que “só valoriza inflação”, era muito mais, porque o fator “valorização/desvalorização” por óbvio foi preponderante. Agora que esse fator tá empurrando para baixo, “ah não, pelo menos inflação valoriza”. Não!! Inflação faz parte da conta para qualquer ativo real, ok, ninguém nega isso. Mas é apenas um fator, e a realidade tá mostrando que nos últimos 12 anos, ao menos (a primeira parte da curva para cima, a segunda para baixo) os outros fatores foram mais importantes! É por isso que não faz sentido, nesse momento, quando você compara aluguel x aplicação para uma perspectiva de médio prazo (3 a 5 anos), querer jogar a inflação na conta do rendimento da aplicação.

      4+
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  • SBC 6 de março de 2017 at 09:29

    Alô Produção !! Alguém pode confirmar. BANCO SOFISA acabou com a liquidez diária ? Tentei agora no site e não aparece mais tal opção….

    1+
    • SBC 6 de março de 2017 at 09:32

      Ops….Perdón amigons….Agora consegui. E isso aí, vamo que vamo.

      2+
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    • Loucodf 6 de março de 2017 at 10:00

      Rapaz!
      Que susto.
      Não brinque com isso.
      hehehe!

      4+
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    • Nilson 6 de março de 2017 at 10:13

      daycoval tem 102% liquidez diária

      2+
  • Alemon Fritz 6 de março de 2017 at 09:30

    quentinha
    Imóveis, bancos juram que lucram ou não.

    “Calotes levam bancos a acumular R$ 10 bilhões em bens retomados”

    http://www.valor.com.br/financas/4888230/calotes-levam-bancos-acumular-r-10-bilhoes-em-bens-retomados

    pelas minhas estimativas na verdade são mais de 20 bilhoes de creditos podres ao ano (4% de inadimplencia de 640 bilhoes financiados). 13bi na caixa.

    10+
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  • Alemon Fritz 6 de março de 2017 at 09:36

    O Santander se tornou proprietário de um posto de combustível na Vila Olímpia, em São Paulo, avaliado em R$ 9,4 milhões, e também de um haras em Boituva (SP), cujo lance mínimo é de R$ 8,25 milhões.

    Os bancos tem 1 ano pra se livrar dos “ativos”…

    9+
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  • Oliveira 6 de março de 2017 at 09:36

    CRV – KKKKKKKKKKKKKK!

    Imóvel anunciado por 480mil dia 27/02/2017
    – Oliveira:
    “Prezada [Anuciante] é proprietaria do Imóvel? havendo disposição de significativa correção do atual valor prendendido de forma a viabilizar negociação breve e efetiva em dinheiro a vista, tenho interesse no imóvel. Ha propostas atualmente em dinheiro a vista do no imóvel?”
    – [Anuciante]:
    ” já recebemos 470.000 o valor avaliado de 560.000″
    – Oliveira: “Olha [Anuciante], vejo que já tem um valor que considero excelente e muito alem do que viabilizaria uma negociação. Mas por uma diferença de apenas 10mil não fechou?”
    – [Anuciante]:
    precisava dos 480 mas anunciei hj e não atualizei os valores nas imobiliárias de Osasco VOU VENDO O QUE ACONTECE ?
    Hoje:
    Preço: R$350.000 (pedido) de R$480.000 (valor anterior):
    Casa no Jardim S.Antonio com 228 área total e 80,00 de construção sendo cozinha com armários planejados sala,3 dormitórios sendo 1 suíte com armários planejados quintal amplo com área gourmet e garagem para 3 carros. Motivo de venda me mudei pra outra cidade. 350,000,00 + DÍVIDA NA CAIXA ECONÔMICA
    http://sp.olx.com.br/sao-paulo-e-regiao/imoveis/otima-oportunidade-em-osasco-309972603

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    • Loucodf 6 de março de 2017 at 10:06

      Esse literalmente “Se fudeu”.
      Mas se brincar, essa proposta de470 era fake.

      8+
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      • SomavamoS 6 de março de 2017 at 10:10

        Ou tática para não baixar o preço.

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    • Oliveira 6 de março de 2017 at 10:13

      Detalhe: “… VOU VENDO O QUE ACONTECE …” (ESPECULAÇÃO)

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      • Cadeludo 6 de março de 2017 at 11:31

        VOU VENDO O QUE ACONTECE = flertando com o motumbo
        nós não sabemos ainda o saldo devedor mas o motumbo, sempre soube

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  • Alemon Fritz 6 de março de 2017 at 10:16

    somas
    se tem 7,1 bi da PDG e 6,2 bi da Cirella, como que tem 10 bi nos bancos (normais)
    o certo é: tem 10bi de calotes nos Bancos … e + 14bi na Caxao..(não é banco) cemitério nela.

    3+
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  • fanfarraum 6 de março de 2017 at 10:21

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    • Alemon Fritz 6 de março de 2017 at 10:33

      isso ta errado, caxa não é banco e o valor é 14bi, por isso eles tentam se livrar de 5 a 8bi podres ao ano, até 20bi.

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    • Lucas 6 de março de 2017 at 13:42

      os da Caixa 4 mil é o declarado
      põe x10
      põe x100
      ninguém sabe
      entra no site da emgea

      0
  • otb_bolhista 6 de março de 2017 at 10:26

    Calotes levam bancos a acumular R$ 10 bilhões em bens retomados

    Carolina Mandl e Vinícius Pinheiro | De São Paulo
    Se os cinco maiores bancos brasileiros decidissem juntar todos os imóveis recebidos em garantia de empréstimos não pagos, brigariam pelo posto de maior incorporadora do país. Com o agravamento da crise, o estoque desse tipo de ativo mais que dobrou nos últimos dois anos e chegou a quase R$ 10 bilhões. Para efeito de comparação, a Cyrela, a maior empresa do setor, contava com R$ 6,4 bilhões em imóveis no estoque em setembro do ano passado.
    O estoque de bens retomados pelos bancos é composto em sua maioria por imóveis, mas também inclui itens como veículos, máquinas e equipamentos. O crescimento desses ativos está principalmente relacionado ao avanço da inadimplência. Banco do Brasil (BB), Itaú Unibanco, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Santander se tornaram donos de todo esse patrimônio quando executaram garantias de empréstimos não pagos. Agências bancárias que deixaram de ser usadas nos últimos anos também entram nessa conta, mas somam uma pequena fatia desse montante.
    Apesar de representar uma oportunidade para as instituições financeiras recuperarem ao menos parte das perdas geradas pelos calotes, esses bens tomados também trazem alguma dor de cabeça, principalmente pelas proporções que tomaram. Para instituições que têm como objetivo abrir contas correntes e emprestar dinheiro, administrar um portfólio com características tão diversas tem sido uma tarefa bastante complexa.
    Na pacata cidade de Conceição das Alagoas (MG), de 26,5 mil habitantes, o Bradesco tenta vender um imóvel ocupado pela Igreja do Deus de Maravilhas, por R$ 127 mil, em um leilão marcado para esta terça-feira. O Santander se tornou proprietário de um posto de combustível na Vila Olímpia, em São Paulo, avaliado em R$ 9,4 milhões, e também de um haras em Boituva (SP), cujo lance mínimo é de R$ 8,25 milhões.
    Fazendas, mansões à beira-mar em Angra dos Reis (RJ), prédios comerciais e até casebres fazem parte dos bens que passaram a integrar o balanço dos bancos, conforme mostram os chamados dos leilões. Em um período de retração da economia, que levou a um excesso de oferta de imóveis, a venda em muitos casos tem sido feita a preços bem abaixo daqueles estimados inicialmente pelos bancos quando aceitaram as garantias. Isso quando eles conseguem se desfazer dos ativos.
    Pelas normas do Banco Central, as instituições financeiras têm um prazo de até um ano para vender os bens que não fazem parte do uso. Esse período é prorrogável por até mais dois anos, mas esses bens trazem custos enquanto se mantêm no balanço. Eles consomem, por exemplo, o capital que poderia ser usado em empréstimos. Além disso, esses ativos precisam ter laudos de avaliação feitos por empresas independentes quando superam R$ 51,1 mil, um serviço pago pelo banco. Fora despesas que a própria venda traz, como corretagem e comissões.
    O tamanho do estoque de ativos tomados dos devedores que atrasaram as prestações varia bastante de banco para banco. Entre as explicações estão o saldo e a maturidade da carteira de crédito de cada instituição financeira, além das operações em outras áreas, como seguros.
    Dona da maior carteira de financiamentos para a compra da casa própria, a Caixa também detém o maior estoque de ativos tomados dos devedores que atrasaram as prestações. O banco público tem 24 mil imóveis disponíveis para venda. Segundo a Caixa informou por meio de sua assessoria de imprensa, o banco tem dado prioridade a empréstimos com garantia real como forma de mitigar riscos. Já o BB possui o menor estoque em balanço. Procurados, BB, Itaú, Bradesco e Santander não concederam entrevista.
    Para evitar perdas no gerenciamento desses ativos, os bancos mudaram a forma como trabalham na cobrança, retomada e revenda de imóveis e outras garantias. Os leilões presenciais foram praticamente abolidos e agora se concentram na internet, por exemplo.
    Em um grande banco, a área operacional que cuida dos financiamentos em atraso, como a cobrança, foi separada da equipe jurídica. As medidas ajudaram a reduzir o prazo entre a retomada e o leilão do bem dado em garantia para algo entre 45 a 60 dias, em média, segundo um executivo que pediu que seu nome e o da instituição para a qual trabalha não fossem revelados.
    Outro banco estuda colocar esses bens dentro de uma empresa que vai cuidar especificamente da venda deles. Para isso, parcerias com empresas especializadas na comercialização de apartamentos e outros bens também estão no radar.
    Na maioria dos casos, a execução das garantias serve apenas para diminuir o prejuízo dos bancos com o crédito inadimplente. Por isso, o tempo é crucial para evitar perdas ainda maiores. Não são raras as situações em que o devedor consegue travar a venda do ativo na Justiça. Há casos de veículos há 20 anos parados em razão de alguma pendência judicial. “Tudo isso se traduz em mais spread na hora do financiamento”, afirma uma fonte.
    O número crescente de bens retomados colocados à venda pelos bancos tem despertado a atenção de empresas especializadas em ativos “estressados” – por exemplo, a Enforce, do BTG Pactual, e a Jive. Gestores de fundos imobiliários também começam a avaliar esses bens, mas ainda estão restritos a praças com bastante liquidez, como São Paulo.
    Apesar do crescimento do volume de imóveis, veículos e máquinas no balanço dos bancos, o Banco Central diz que esses bens ainda são pouco relevantes para o sistema bancário. Eles representam 2,2% do patrimônio líquido e 0,2% do ativo total das instituições financeiras.

    4+
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    • Lucas 6 de março de 2017 at 14:10

      sistêmico
      TODOS
      merda

      0
  • Alemon Fritz 6 de março de 2017 at 10:30

    Rec Judicial e falencias:, bancos mimimi…

    O texto, por exemplo, inclui as garantias de natureza fiduciária – em que o credor, geralmente banco, detém bens do devedor até o pagamento total da dívida. Essas garantias, hoje excluídas dos processos, devem se sujeitar tanto à recuperação judicial como às falências.
    Pela proposta, no entanto, os bancos seriam impactados pelas mudanças na outra ponta, como credores. Isso em decorrência da inclusão das garantias de natureza fiduciária nos processos de recuperação e falência. Essa é uma das previsões mais importantes – e polêmicas -, segundo o mercado.

    http://www.valor.com.br/legislacao/4888242/proposta-amplia-lista-de-setores-aptos-recuperacao ou as ferramentas oferecidas na página.

    3+
  • Cadeludo 6 de março de 2017 at 11:36

    em relação ao post do Krusty da casa e RR perguntei pro cara que negócio é esse de não precisa transferir

    olá Damião, por que não precisa transferir, não entendi, alguém vai pagar no teu nome?
    Damião – 06/03/2017 10:06
    Meu amigo está casa é uma casa financiada pela caixa, existe 3 opções nela: 1. O comprador para o valor pedido e assume as parcelas sem precisar transferir a conta para o seu nome, ele fica responsável pela conta na caixa e é passado uma procuração dando totais direitos sobre o imóvel… 2. Passa pela burocracia da caixa e a pessoa refinanciar o imóvel… 3. A forma a vista, equivalente a R$ 180mil…

    Como que o cara fica batendo papo com alguém do RS pra vender casa em RR sem transferir?
    despair

    2+
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    • Krusty 6 de março de 2017 at 12:20

      Meu pai repassou um ap em sp em 1991.
      Em 2015, o comprador achou meu pai no Ceará, depois de muito tempo procurando em listas telefonicas.

      0
      • Krusty 6 de março de 2017 at 12:22

        A caixa não aceitava passar o imóvel pro nome do comprador mesmo depois de quitado, pois estava tudo no nome do meu pai.

        Por sorte dele, meu pai foi honrado e enviou procuração e papelada para o comprador resolver o problema.

        3+
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        • antifragile 6 de março de 2017 at 14:22

          Palmas pro seu pai. Em terra de gente ixxxperta, ele foi um homem de palavra.

          2+
    • Krusty 6 de março de 2017 at 12:37

      A caixa nao refinancia só o saldo devedor? ?

      0
  • Krusty 6 de março de 2017 at 12:10

    Curso de Engenharia economica

    Sem custo

    http://veduca.org/p/engenharia-economica

    0
  • Leonardo M. 6 de março de 2017 at 12:21

    Dizem que colocar dinheiro na SELIC não compensa. Sei…

    Coloquei R$453,57 no dia 29/02/16
    Hoje vale R$515,82 com uma rentabilidade bruta de 13,70% e tem um IR de R$10,87 = R$504,95

    Agora adicionem alguns zeros aí é vejam quanto teria um Brick lover que investiu R$453.570,00 em tijolos
    Hoje teria R$504.950,00 em apenas um ano!

    Claro que colocar dinheiro TD SELIC pode não ser a melhor aplicação em RF. Porem temos que ver que o mais conservador dos TD dá um baita lucro!

    4+
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    • Money_Addicted 6 de março de 2017 at 12:35

      Errado…..vc esta esquecendo de considerar a inflacao 😉

      0
      • Leonardo M. 6 de março de 2017 at 13:05

        Inflação IPCA últimos 12 meses está em 5,35%
        Então meu juros real foi de aproximadamente 5,5%
        Nada mal!
        Melhor inflação de 5% ao ano com SELIC de 12% do que SELIC de 14% e inflação de 10,5%

        4+
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  • Money_Addicted 6 de março de 2017 at 12:34

    CVR – rapido aqui em floripa ainda….

    vi um carro argentino q as placas comecavam com “PMJ” 🙂

    Ao colega Leonardo q perguntou num outro post sobre os precos de restaurantes, se ainda estao bolhudo, a resposta eh “Sim” tive q morrer 65 reais para um buffet livre de peixe cru….e tinha mais caro q isso

    0
    • Leonardo M. 6 de março de 2017 at 12:52

      WTF!!!!!????
      R$65 temers em um buffet de arroz e feijão?
      Aqui em Chapecó com R$39 temers eu como picanha,maminha,costela,fraldinha,contra filé a vontade!!!

      Não é atoa que a temporada em Floripa foi fraca, afinal tá mais barato comer na ilha de Manhattan que na ilha dá magia kkkkk

      2+
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  • Minions 6 de março de 2017 at 13:12

    Dúvida:
    Sei que não é o caso do prédio do Fernando mas, supondo que eu tivesse comprado um AP da construtora PDG, que o empreendimento ainda tem um estoque de 50% dos imóveis na mão da incorporadora, que a taxa de condomínio fosse 700/mês; agora que a PDG está quase falida, os proprietários deverão ratear o custo do condomínio entre si, dobrando o valor?!

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    • Leonardo M. 6 de março de 2017 at 13:14

      Imagina a motumbada além de não conseguirem o “que é meu por direito” ainda vão ter que pagar outras despesas?

      Eu aceitava o prejuízo e esquecia essa PDG

      3+
    • Lucas 6 de março de 2017 at 13:40

      minions ]
      isso já está contecendo
      estou linkado em pages de condomínio de edifícios recém entregue só pra acompanhar isso
      leva 5 a 6 anos pro condo leiloar o imóvel de um inadimplente

      mas olha o machiavélico da coisa, a própria construtora tem maioria de votos, elege o sindico e internamente perdoa as dívidas dos inadimplentes

      obviamente isto é fraude
      obviamente custa caro derrubar isso
      obviamente a estratégia é tão somente ganhar tempo
      por isso nossa bolha estoura em efeito retardado, digo nos números oficiais, claro.
      e obviamente no prédio do Fernando isso não acontece.

      4+
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  • Lucas 6 de março de 2017 at 13:18

    César_DF
    tópico passado falei do índice de gerson, ele foi anos atrás uma produção coletiva do blog, um entrou com a idéia, outro com a definição matemática, outro com o apelido
    não é questão de egos e nomes (apelidos) apenas comprovar mais uma vez a força da inteligência coletiva
    o índice de gerson é a regra de 3 dos imóveis
    é o comprovante de realidade, carimbado e autenticado em 2 vias
    Fernando, aceita que dói menos

    2+
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  • Lucas 6 de março de 2017 at 13:32

    CA
    Nos idos da inflação da bolha imobiliária, não havia um maldito Fernando pra dizer que imóvel não poderia subir acima da inflação

    Inflação e preço de imóveis são 2 números distintos que se movem independentes um do outro
    inflação não era teto pra subida de preço, nem hoje é piso pra queda

    Fernando parece disco arranhado, cansativo, a discussão não evolui, ele já tá na fase desespero querendo ganhar pelo cansaço no grito mesmo, sabe aquele coleguinha chato do futebol?
    ele põe a inflação onde lhe convem, onde não convem ele esquece

    1+
  • Lucas 6 de março de 2017 at 13:37

    CVR Monaco
    ou Fernando e a síndrome de imunidade

    inflação e preço de imóveis são variáves independentes uma da outra, aliás preço de qualquer coisa, o índice de inflação de preços é uma coleção de produtos básicos duma determinada cesta de consumo duma faixa de renda, o IPCA no caso mede de 1-8 SM (salvo alguma imprecisão).

    Poderíamos analisar que lá na frente no longo prazo preço de imóvel e inflação podem convergir, mas de forma indireta e sob determinadas condições específicas.

    vou dar um exemplo bem idiota: em Monaco o preço dos imóveis sobe muito acima da inflação, trata-se de um morro, uma colina, com estoque zero de terras novas, mas se vc quiser fazer as compras do supermercado, basta mandarem entregar via internet da cidade ao lado, menos de 15 km de distancia, sob inflação de preços médios de toda a França.
    Este caso específico mostra uma situação específica.
    Já no interior do sertão onde tudo é difícil chegar, preço de tudo sobe com a desvalorização da moeda, alguns bens até acima dela, menos o preço das terras, elas são infinitas e disponíveis localmente, se a vida fica difícil, a terra baixa de preço ali a ponto de valer nada.
    Outa situação bizarra apenas para questões de exercitar a lógica, coisa que o Fernando nem de perto vai saber usar, capaz de dar dor de barriga nele

    A questão então é:
    vila mariana está mais pra Monaco ou pra sertão???

    Já estudamos este conceito no site Patrcik.net
    no Estouro da Bolha existe um viés psicológico dos brick-lovers Rex de amor pelos tijolos, eles vão se achar em Paris na primavera.
    Já as pessoas sensatas olham e falam: que bosta de bairrinho chinfrim é esse, numa cidade caótica dum paisinho de merda, ainda se fosse o RJ tudo bem
    o fenômeno me inglês era algo como: “EStouro aqui não vai chegar”
    “real state imunty syndrom” perdi os links quem quiser pesquisar, vai achar beeem interessante

    2+
  • Bellerian 6 de março de 2017 at 13:47

    Bom, eu ia deixar passar batido, mas já que a discussão não morre, vou colocar meus centavos nela também.

    A inflação é um fenômeno monetário mas ela não tem moto próprio. A inflação significa que cada unidade monetária passa a valer menos, mas isso não implica automaticamente que os bens passam a valer mais na mesma proporção. O valor monetário dos bens é resultado não da inflação, mas da oferta e da demanda. Assim, apenas se a população consumidora daquele bem conseguir recompor a inflação, o preço do bem tenderá a acompanhar também este fator ao longo do tempo. Obviamente, quando o país está em crescimento acelerado e/ou quando a inflação está baixa isso é tranquilo, mas em momentos de recessão e/ou inflação baixa muito dificilmente ocorre. Mesmo na situação extrema de total intervenção do Estado (salário igual ao salário mínimo) isto não ocorre no agregado (que é o que importa em termos de análise econômica) porque nesse caso a resposta do mercado se dá pelo canal do desemprego, diminui a massa salarial real do mesmo jeito.

    Então, considerar que a inflação afeta automaticamente o preço dos bens de maneira uniforme é algo extremamente arriscado, e no caso de imóveis, errado. Embora seja quase certeza para bens de consumo essencial (como arroz, feijão e farinha, por exemplo), que tem uma demanda inelástica e poucos bens substitutos, isso muda completamente em caso de bens com substitutos, de bens não essenciais e das possibilidades de comércio exterior. E esse efeito é tanto maior quanto maior seja o valor do bem. Em resumo, a inflação afeta o preço do arroz, da carne, no automóvel e do imóvel em proporções e velocidades distintas, e a depender do cenário macroeconômico.

    Uma parte da premissa do Fernando é verdadeira (devemos descontar a inflação do rendimento líquido de impostos, se estivermos contando com a preservação e/ou aumento do capital). E a situação que tínhamos no passado de fato era ruim nesses termos para a renda fixa, se colocarmos como objeto da análise opções bem conservadoras (o rendimento real líquido acumulado em 12 meses de uma LFT em 08/2015 foi menos de 1%). Mas a inflação em queda, ao contrário do que você falou, ajuda a deixar tudo mais claro, porque torna real uma parte cada vez maior do rendimento. E a queda dos juros está em velocidade inferior à da inflação (o mesmo rendimento conservador nos 12 meses terminados em fevereiro está acima de 6%). Você pode argumentar que o período de análise esta curto, mas no Brasil quanto mais eu retroceder a análise, mais eu vou privilegiar o CDI…

    Agora, quanto à discussão em si – comprar o imóvel como alternativa a manter o principal aplicado, e comparar apenas o aluguel com o rendimento da aplicação financeira – está errado por todos os motivos acima expostos. A comparação correta tem de ser (preço de compra do imóvel + aluguéis economizados – preço de venda líquido do imóvel) X (montante aplicado + rendimentos líquidos de impostos recebidos – aluguéis pagos). Comparar valor do aluguel sem considerar o principal é a mesma coisa que ignorar a inflação no montante aplicado. E isso sem considerar algo extremamente repisado aqui: a flexibilidade que manter-se líquido proporciona, seja para buscar aplicações mais interessantes, seja para proteger-se em caso de intempéres (desemprego, necessidade de mudança, custos não previstos, etc.).

    Finalmente, quanto à questão da inflação pessoal, nesse caso também creio que pelo menos circunstancialmente manter-se líquido é melhor. A título de exemplo, meu custo com moradia (aluguel + condomínio) está praticamente inalterado à 4 anos – subiu 75 reais nesse período, por causa do condomínio. E isso porque eu optei em não forçar a barra com o proprietário e pedir uma redução de preço. Para q

    10+
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    • Lucas 6 de março de 2017 at 14:07

      isso que vc escreveu é jogar pérolas aos porcos
      Fernando e Thiago sabem de tudo isso
      eles estão aqui só pra trolar
      óbvio que imovel especulado 300% acima da inflação vai cair 90% de valor, com ou sem inflação para se ajustar ao mercado, senão não ajusta e quem sente isso são os aluguéis, indo pruma rentabilidade ridícula, até o FGTS rende mais, melhor deixar parado lá a inflação comendo devagar do que queimar ele num imóvel de uma vez só.
      aliás já caiu lá pelos 60%, veja os leilões, dias atrás postei uma delação premiada
      leilão desocupado, reformado pronto pra morar documentação perfeita = 4k/m²
      imóvel na planta, não se sabe se a obra termina, a 10 metros de dist. = 15k/m² reajustados pelo INCC

      0
  • Lucas 6 de março de 2017 at 13:48

    Cesar_DF

    Fernando
    Esta conta é de alguns meses atras
    Um caso concreto de custo de oportunidade no bairro Noroeste – DF
    O “investidor” que comprou um apartamento de 142 m2 em 2010, pagando 2KK (14k/m2)
    Hoje, de acordo com o FIPEZAP o valor nominal seria R$ 2.046.200
    Se o valor fosse corrigido pelo IGP-M valeria hoje R$ 3.049,000 (para quem acha que o valor do imóvel sempre acompanhará a inflação kkk)
    Se tivesse aplicado estes 2KK a 93% do CDI teria ganhado R$ 1.697.436, mas ao invés disso ele perdeu R$ 1.002.800 devido a desvalorização deste imóvel.
    Considerando o custo de oportunidade e a desvalorização, este “investimento” teve um prejuízo de R$ 2.700.236

    isso se chama alterar o passado, algo muito interessante na mitologia judia
    eles esconderam os valores pra maquiar a enganação
    agora é um índice abstrato
    Dudu meu caro Dudu zibesrstjJain
    vc é um dos responsáveis pelo Holocausto imobiliário que dizimou milhões de brasileiro
    tira o seu da reta não rapaiz
    eu nunca vou deixar o que vcs fizeram esquecido, NUNCA

    1+
  • Lucas 6 de março de 2017 at 13:52

    Margarida
    até rato de leilão tendo prejuízo
    conforme previ, confoirme avisei dum japa colega de banco que ia piorar, 2 anos atrás ele já estava empatando nos negócios.

    1+
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  • Lucas 6 de março de 2017 at 13:57

    bolha boss sempre alerta parabéns pela escolha do tópico

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  • Lucas 6 de março de 2017 at 14:01

    ELEIÇÃO 2018

    ontem alguém falou que seja quem for o EXTREMO que ganhar, teremos intervencionismo
    SIM é verdade
    assim como o Temer é um intervencionista light, o que já é muito melhor que a tituar da sua chapa

    Ou seja, 2018 tende a piorar!
    acrescento até um risco de calote nisso!
    quem tem por genética desrespeitar leis, pode simplesmente dar calote
    quem tem rabo preso numa base que exige reparação de danos pode pedir a cabeça do REAL para pagar os favores
    lula é o novo barrabás, Bolsonaro a nova salomé

    1+
  • Lucas 6 de março de 2017 at 14:27

    Fernando

    Exato, eu sou a prova viva disso (alguns acham que eu não sou desse mundo , sou um Troll) venho dizendo desde que comecei a postar que paguei 550 em um imovel que estava sendo vendido por 790. Ora, se isso não é bolha é o que?
    Mas tenho dito também que essas mamatas uma hora acabam, só vai sobrar a raspa do tacho, e quando tudo passar o bonde da história já estará bem longe…

    Ferrnando, o problema de contar estorinhas é que uma hora vc esquece o que contou e pelos detalhes vamos juntando as pecinhas
    vc disse que era 100 m² pelo fingezap isso dá mais de 1 milhão hoje, e olha que no auge em 2012 era em termos reais 1,5kk pelo menos
    agora é 80 m²

    vc disse que pagou 550, isto não mudou.

    vc disse que era um recém entregue, agora ele apareceu todo reformado e cheio de armários

    – eu não gosto de duvidar de ninguém de mentiroso, não acho que vc seja como o Thiago, esse aí é outro padrão moral, vamos fazer assim, duma vez por todas esclareça o que vc comprou, em quais condições, e vamos juntos analisar friamente, fará bem pra vc mesmo.

    modéstia a parte paguei com um desconto ainda maior, não to pagando juros nenhum, num condomínio que com a queda de 40% no valor da taxa devido a esforços inclusos o meu, com bairro que devido minha conexão com Militares demos uma bela saneada na região, aumentei minha área construída em 10m. gastando 5 mil reais e vou aumentar outros 30 gastando 15, numa periferia interessante com boas potencialidades, enfim uma enormidade de questões que farão eu pulverizar meu prejuízo (lembra que vendi outro imóvel, fiz downsizing) ainda assim nunca falei em ganho, e olha que o fingezap na região aqui aumentou 20% desde que compre. Fiz muito melhor que vc e dou outro fim pra história. Pega o que te sobrou de credibilidade e altera sua participação no blog, ao invés de ficar entre a minoria fanática (que fora daqui é maioria) e vem pro lado do bem. Se vc errou, não é vergonha errar, vergonha é ter o ego maior que o engano.

    Cá pra mim, tbm tô de olho nesse fundo do poço, meu target é uma casa no jardim paulistano do lado do clube, beira de colina com vista pro vale
    mas acho que só em 2027 se seguir a maxima de fundo: Encol+10anos.
    Se tudo der certo em 2027 estarei indo assistir os jogos de Polo do Paulistano a pé, são desejos simples de vida que eu tenho, sou claro e transparente nisso.

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  • Minino do TI 9 de março de 2017 at 16:04

    isso eh um teste

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    • Minino do TI 9 de março de 2017 at 16:06

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