Comprador tem de perder tudo em distrato, diz Cyrela – Valor

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Comments
  • Money_Addicted 3 de fevereiro de 2017 at 12:38

    sem duvida!! assinou sem ler…..contrato nao eh brincadeira!

    47+
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    • by pass 3 de fevereiro de 2017 at 12:43

      Concordo que os termos estejam no próprio contrato e governo nenhum tem nada com isso!
      Leia o vários contratos de cada construtora, escolha a que melhor lhe atende e manda a caneta. Mas depois não tem a quem chorar, tem que cumprir o que foi escrito, até porque os riscos envolvidos estão calculados nos valores finais do bem! Mas… se tratando de Banania e bananenses, sacomé! Povo que odeia política a adora o governo! Tem mais é que se f***** de tudo quanto é lado!

      33+
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      • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:45

        by pass,

        O detalhe é que todo o esquema de vender de forma consciente para quem não podia pagar (mais informações em comentário mais abaixo) foi um fator relevante para SIMULAR um crescimento de demanda de forma ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL, levando a aumentos ANORMAIS de preços de imóveis, o que trouxe uma infinidade de prejuízos para toda a economia e sociedade, como detalhei em diversos comentários de tópicos anteriores.

        Pois é, daí qual a sugestão das construtoras, que muitos aqui apoiam? Vamos dar 100% do prejuízo para o comprador incauto! Se ele não leu, problema dele!

        Se tivesse que ser assim, por que não fazer o mesmo com Telexfree e tantas outras pirâmides financeiras? Ué, o problema é 100% de quem caiu no golpe, não leu e não se informou porque “não quis”, não é mesmo? Por que então destruir estas “pobres pirâmides”? O motivo é o que consta acima: porque elas destroem a economia e a sociedade, principalmente quando tem um crescimento exponencial, como o da nossa bolha imobiliária. Não são apenas aqueles que caíram no golpe, são todos que vivem naquele país que saem no prejuízo, direta ou indiretamente, através de uma infinidade de canais de transmissão, como sempre tem sido explicado por aqui.

        De qualquer forma, cabe um aspecto a ser ressaltado: o governo está fazendo o que pode para salvar aqueles que criaram e mantiveram o esquema de vendas falsas na planta ao longo de anos, só que não há mais salvação. Se tornarem os contratos ainda mais leoninos, obrigando que fiquem claras as cláusulas de distratos, o número de vendas na planta irá despencar. Se não fizerem isto, de qualquer forma os distratos continuarão dando um prejuízo ainda maior para construtoras e a farsa da valorização das Ações das construtoras se desfaz de imediato. Se tentarem uma solução intermediária, para buscarem uma retenção pela construtora de um volume muito maior daquilo que foi pago pelo comprador na planta, mas deixarem isto escondido no contrato como hoje, não será o valor da entrada que será perdido pelo comprador que irá salvar as construtoras e no final, mesmo que a imprensa e outros agentes mintam e omitam ao máximo, a informação irá espalhar. É uma anomalia muito grande e como todas que se enquadram nesta categoria, é auto-destrutível, sendo que esta auto-destruição é inevitável.

        10+
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      • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:47

        by pass,

        O detalhe é que todo o esquema de vender de forma consciente para quem não podia pagar (mais informações em comentário mais abaixo) foi um fator relevante para SIMULAR um crescimento de demanda de forma ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL, levando a aumentos ANORMAIS de preços de imóveis, o que trouxe uma infinidade de prejuízos para toda a economia e sociedade, como detalhei em diversos comentários de tópicos anteriores.

        Pois é, daí qual a sugestão das construtoras, que muitos aqui apoiam? Vamos dar 100% do prejuízo para o comprador incauto! Se ele não leu, problema dele!

        Se tivesse que ser assim, por que não fazer o mesmo com Telexfree e tantas outras pirâmides financeiras? Ué, o problema é 100% de quem caiu no golpe, não leu e não se informou porque “não quis”, não é mesmo? Por que então destruir estas “pobres pirâmides”? O motivo é o que consta acima: porque elas destroem a economia e a sociedade, principalmente quando tem um crescimento exponencial, como o da nossa bolha imobiliária. Não são apenas aqueles que caíram no golpe, são todos que vivem naquele país que saem no prejuízo, direta ou indiretamente, através de uma infinidade de canais de transmissão, como sempre tem sido explicado por aqui.

        98+
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        • by pass 3 de fevereiro de 2017 at 14:02

          CA, não vejo discordância comparando nossos argumentos.
          1. Sim, a construtora faz o contrato. CHECK
          2. O mané lê. CHECK
          3. Mané pode consultar advogado pra interpretar, afinal é com certeza a maior aquisição da vida desse sujeito. CHECK
          4. O mané não leu e se fudeu, então cumprimos o contrato. O CONTRATO! Não necessariamente perderia tudo, vai de contrato de cada construtora. CHECK
          5. O mané leu, entendeu e se deu bem! Parabéns mané, você é o cara! Construtora viu que fez merda e pediu intervenção. FODA-SE construtora, siga o contrato! CHECK.
          Não se cria pessoas inteligentes financeiramente sem dar essa responsabilidade pra elas. Caiu no esquema da pirâmide? FODA-SE mané, você deveria saber identificar um esquema desses e ficar longe! Simples assim!
          Se pra pessoa aprender for necessário a mesma quebrar 5 ou 6 vezes, isso deve acontecer! Aliás, isso já educaria pessoas próximas, seria o indicador pra muita gente não seguir os mesmo passos.
          Criando-se essa responsabilidade própria as pessoas ficam mais espertas em procurar o certo, estudar e correr de como fazer render sem pegar atalhos! Aí sim, quando chegarmos nesse nível nenhum esquema de pirâmide vai colar.
          Ou você mesmo, com todo material que MUITO BEM produz pra nós precisa de proteção sobre esquemas assim? Claro que não, estudou e ainda corre atras de notícias todos os dias que lhe mantenha informado para não ser o próximo mané, e talvez até por isso está aqui, conosco nessa página bacana pra BARALHO!

          28+
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          • by pass 3 de fevereiro de 2017 at 14:03

            Desculpem, esqueci de maquiar os F***-se

            3+
          • CA 3 de fevereiro de 2017 at 14:15

            by pass,

            O problema é que TODOS acabam arcando com as consequências:

            Preço dos imóveis residenciais cresceu de forma artificial e anormal, todos passam a gastar muito mais para comprarem um imóvel, ficam sem dinheiro para o consumo, caem vendas de todos os segmentos e destrói empregos em todo o país – check;

            Preços de aluguel de imóveis comerciais sobem de forma anormal, muitas lojas fecham, tantas outras deixam de abrir, mais prejuízos para economia, mais empregos perdidos – check;

            Ilusões de solução pelo governo estimulam construtoras a continuarem pedalando, a distorção entre oferta e procura só aumenta, o desemprego potencial do segmento de construção civil só cresce – check;

            Uma infinidade de imóveis nem-nem (nem vende, nem aluga), tanto residencias quanto comerciais, com isto, cada vez menos liquidez na economia, de novo, efeito de queda de consumo / investimentos, menos empregos – check;

            Os bancos vendo o cenário acima, passam a ser cada vez mais precavidos e vão reduzindo cada vez mais a concessão de crédito, de forma geral. Credit Crunch, cada vez mais empresas sem capital de giro para pagar as contas nem condições de novos financiamentos, mais desemprego – check.

            Tem muito mais checks que estes, enquanto governo e segmento imobiliário continuarem pedalando e fazendo gambiarras, como estas para dar um prêmio para quem aplica golpe em incautos, pior fica. Lembrando: tem um volume enorme de desinformação por parte do segmento imobiliário, detalho em comentário mais abaixo.

            64+
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            • by pass 3 de fevereiro de 2017 at 14:32

              Então, no seu primeiro item, onde os preços inflam artificialmente, o que concordo aliás, só aconteceria se e somente se as pessoas entrassem no esquema. Tudo bem um ou outro entrar no esquema, mas ele não ficaria gigante, não afetaria dessa forma, entende o que quero dizer? Eu não entrei, e houveram muitas oportunidades, aliás poderia ter entrado e saído com lucro pois daria tempo pra isso. Mas sei que daria tempo hoje, porque naquele tempo não sabia quando o castelo de cartas ruiria… então optei por não entrar. Ainda não vejo distância nos nossos argumentos. Mas nada sobe de preço sem que não tenha alguém pra comprar, seja com dinheiro próprio ou com crédito podre!

              8+
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              • Oliveira 3 de fevereiro de 2017 at 15:15

                by pass,
                quem quer dar golpe procura um brecha se não fosse isso estariam fazendo outra coisa. Quem dá golpe, desenvolve o golpe com o objetivo de induzir ao erro, é uam tentativa infinita quem dá golpe também tem que ser combatido….. penso que esta é a natureza da questão do CA.

                23+
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                • CA 3 de fevereiro de 2017 at 17:22

                  Oliveira,

                  É isto, com um adendo: o prejuízo da continuidade do golpe é para todos. Não é só penalizar TODOS os responsáveis, é evitar que a recuperação da economia atrase cada vez mais e seja cada vez mais dolorosa.

                  Não adianta dizer que preço só aumenta se existir aumento de demanda, o princípio de toda bolha é criar uma demanda ARTIFICIAL, INSUSTENTÁVEL, a nossa segue isto, em especial via vendas FALSAS na planta.

                  Não adianta dizer que os estragos já foram realizados e que agora não muda nada, também já foi demonstrado várias vezes que pedaladas só pioram os problemas, o que coloquei acima inclui este ponto.

                  15+
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                • Cesar_DF 4 de fevereiro de 2017 at 08:08

                  Existe um princípio jurídico na celebração de um contrato: um equilíbrio entre as partes.
                  Então a construtora também deveria ser altamente penalizada, se não entregasse no prazo ou se vendesse num valor abaixo do original, tipo devolver em DOBRO do valor investido pelo cliente.

                  10+
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          • guaru_bolhado 3 de fevereiro de 2017 at 15:21

            Assimetria de informação, já ouviu falar?!?

            7+
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            • Zebolheu 3 de fevereiro de 2017 at 18:48

              Lógico, não dá pra comparar o entendimento que a imobiliária tem da situação e o entendimento que o comprador tem, principalmente quem tem baixo grau de instrução. Confesso que das pocas vezes que entrei num estande de vendas, saí sem entender bulhufas de como funciona a venda na planta, todas aquelas informações desencontradas sobre taxas, parcelas, correções, etc., por isso nunca mais voltei. Agora, imaginem alguém pressionado por familiares 666, com todo esse envolvimento emocional, quando ele irá imaginar que está sendo enrolado pelo corvo?? Essas construtoras são bandidas, 171 mesmo.

              28+
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            • na_cloaca_do_fernando 3 de fevereiro de 2017 at 20:52

              O problema não é só que o brasileiro não entende de contratos, é bem pior: ele não entende QUE não entende. Quanto mais ignorante ele é, mais pensa ser ixpertu.
              Saber que não sabe é o primeiro – e mais importante – passo pra se aprender algo. Mas admitir ignorância exige humildade, coisa que o esperto, que queria se dar bem ganhando 30℅ ao ano ad eternum e sem risco, não tem.

              12+
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        • ER 3 de fevereiro de 2017 at 14:23

          Exatamente! As construtoras têm que arcar com sua política abusiva e irresponsável de preços.

          17+
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        • Davy Jones 3 de fevereiro de 2017 at 16:31

          Isso aí. Eu particularmente acho que todo comércio e serviço é uma modalidade branda de estelionato. Esse velho escroto da Cyrela deveria ter mais cuidado na hora de vender. Se eu paguei 50% de algo e não consegui pagar o resto quero 50% desse algo ou o dinheiro de volta (descontado encargos).

          13+
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          • Bsbguy 3 de fevereiro de 2017 at 17:42

            Eu não concordo não, não conseguiu falar, o bem é seu, vc que “venda” ele. ou faça o que quiser e pague sua dívida. Ainda digo mais, ela não deveria ser obrigada NEM MESMO a aceitar o bem devolta, mesmo vc perdendo tudo, ela quer o $$, vc que dê um jeito de pagar, via banco ou via venda a terceiros… A menos que esteja escrito no contrato forma diversa.

            6+
            • Zebolheu 3 de fevereiro de 2017 at 18:52

              O bem não é seu, na compra na pRanta não existe bem, existe uma intenção de compra. E ninguém pode prever o futuro pra saber se vai poder pagar ou não lá adiante. Por isso tem que tem uma porta de saída, com alguma penalidade, OK, caso contrário o contrato é totalmente abusivo. E quando há distrato, basta vender o imóvel para outra pessoa. Basta ter um preço “de mercado” de fato.

              14+
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      • Coelho da pascoa 3 de fevereiro de 2017 at 16:49

        Argumento pra quem não quer ler o post inteiro

        “Coma vaca! Disse o frango” – o nome deste frango é Elie Horn.

        Se algo for a favor de uma construtora eu sou contra, ainda que eu fosse a favor do comprador ficar sem nada, a partir do momento que eu visse o dono de uma construtora ser a favor eu me tornaria contra.

        Na minha cabeça eu entendo assim: A construtora induz o distrato baixando o preço do imóvel, fica com toda a grana do distrato, vende o imóvel com menos dificuldade, bancos escapam ilesos e construtoras escapam ilesas e só os compradores incautos pagam o pato? Não aceito isso, pra mim.
        – Bancos tem que tomar prejuízo. (são culpados por concederem crédito irresponsável)
        – Construtoras devem amargar prejuízos até a falência (são culpadas por maquiarem o mercado)
        – Compradores incautos continuam pagando o pato. (culpados por não saberem oque tinha obrigação de saber)

        Minha opinião: a porcentagem de devolução tem que funcionar de um jeito que a construtora ganhe uns trocos pra não falir, o incauto pague suas dívidas e termine sem um real e bancos recebam um troco de ambos para não quebrarem.

        23+
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        • faefa 3 de fevereiro de 2017 at 23:08

          nunca pensei que poderia falar isso, mas passeia a creditar em coelho da pascoa, kkkkkkk, olha, sua ponderação foi incrível, equilíbrio perfeito se fizessem como vc falou!!!!!!! a educação financeira seria pro trio (666, construtora, banco), sem impor a “socialização” do prejuízo—ponto de equilíbrio exato entre os argumentos do CA e do by pass

          3+
    • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 13:25

      Se por um lado eu acho que 666 tem que se lascar mesmo, por outro eu não acho que essas destrutoras devam sair incólumes desse grande golpe que aplicaram.

      Se fosse um negócio de boa fé de ambas as partes, eu acharia injusto o 666 querer interromper o contrato e ficar de boa na lagoa.
      No entanto, como as destrutoras possuem muita culpa no cartório, quero mais é que elas se lasquem mesmo.

      Qualquer que seja a decisão do governo, os dois lados vão sair perdendo. Regras muito restritas de distrato vão praticamente matar a venda na planta (aleluia). Regras muito brandas vão matar as construtoras (aleluia).

      Os envolvidos perdem e o país ganha.

      46+
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      • by pass 3 de fevereiro de 2017 at 14:38

        Sei lá, posso até estar falando besteira, vendo que to indo contra alguns pontos. Mas Antigo, se seu carro vale 40 mil, e você sabe disso, e fechamos negócio por 50 você não aceitaria por ética o moral, ou sei lá o que te impediria. Capitalismo é isso, ou alguém aqui é contra o capitalismo em sua forma mais pura?

        5+
        • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 15:07

          As partes são livres para negociar pelo valor que nem entenderem.

          Agora quando um grupo de empresas se junta para inflar artificialmente os preços, de forma insustentável e semelhante a pirâmides, como telexfree e panela royal prestige de aço cirúrgico, aí eu acho que essas empresas tem sim que sofrerem penalidades.

          Sejam as penalidades da lei, que acho que não são muito eficientes, sejam as penalidades de mercado (quebra, falência e obliteração).

          17+
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          • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 15:33

            Aliás, Boss, você deu mole, olha os benefícios que você poderia estar aproveitando se tivesse comprado a panela:

            Minha mãe comprou duas panelas no carnê, são bem caras mesmo mas em compensação economizamos no gás e na própria comida que rende mais, é um bom investimento, a panela por si se paga tendo em vista a saúde

            A comida até rende mais! 1kg de arroz nessa panela deve virar dois.

            7+
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            • Cesar_DF 4 de fevereiro de 2017 at 08:13

              Depois de TIJOLOS MÁGICOS agora temos PANELAS MÁGICAS

              4+
        • bolha real 3 de fevereiro de 2017 at 21:15

          Concordo com você!!

          4+
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  • Louro José 3 de fevereiro de 2017 at 12:39

    É um grande desgraçado esse homem.

    25+
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  • Louro José 3 de fevereiro de 2017 at 12:39

    A implosão da ‘classe C’

    Economia 03.02.17 11:33
    A Exame.com noticia que a crise econômica no Brasil fez com que 4,4 milhões de famílias ‘descessem’ para as classes D e E em 2015 e 2016.

    “É suficiente para mais do que anular todo o processo de mobilidade social verificado entre 2006 e 2012, quando 3,3 milhões de famílias fizeram o caminho inverso.”

    34+
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  • Inside 3 de fevereiro de 2017 at 12:41

    É uma boa… assim ninguem mais compra tijolo na pranta…

    15+
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  • JamesGalt 3 de fevereiro de 2017 at 12:47

    Prezados, voltando à discussão sobre abertura de conta nos EUA. Estou em dúvida entre o BoA, Wells Fargo e TD.

    BoA e Wells Fargo possuem o mínimo de 1500 usd para manter a conta sem custo. TD 100 usd. Contas só de depósito, sem rendimento, pois vi que a declaração de rendimento no exterior é meio chatinha.

    Qual desses é a maior chance de abrir sem indicar endereço dos EUA? Quero colocar o meu da banânia mesmo e irei para NY.

    Além disso, seria interessante usar o cartão de débito para comprar passagens e produtos em dólar e sacar em outros países (Ásia, por exemplo). TD cobra 3usd por saque enquanto o BoA e Wells Fargo cobram 5usd.

    O anonymous falou que o BoA, em alguns casos, não cobra se você sacar em rede conveniada no exterior, mas não são muitos.

    Chega de pagar para o Santander converter… das últimas duas vezes, foi 5% de conversão da moeda para o dólar, mais 6% no próprio dólar para temers e ainda tem o IOF de 6,38%. Queria saber quanto ficaria sacando com a conta americana na Tailândia, por exemplo.

    Transferwise para envio de dinheiro da banânia, 2,5% de custo total e ponto final.

    Alguém tem sugestões e informações? Até de agência/gerente em NY? Muito obrigado. No segundo semestre, abrirei conta na Europa também. Me indicaram o Millenium Bank, de Portugal.

    3+
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    • John Horse 3 de fevereiro de 2017 at 13:15

      Bofa. Tem agencia de todo lado. Deixa os 1500 la e pronto.
      Se tiver dupla cidadania, abra com o passaporte não-bananês.

      5+
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    • to bolhado 3 de fevereiro de 2017 at 17:13

      aproveitando a pergunta, emendo outra. Para abrir c/c nos EUA tem que ir lá presencialmente. Ok. Agora, para abrir conta em corretora, como interactive brokers, não? É isso? Se sim, qual a diferença dos tipos de investimentos que estarão disponíveis nos dois casos (c/c em banco x corretora)?

      3+
    • progigo 7 de fevereiro de 2017 at 16:21

      se não me engano, caiu a inexigibilidade de endereço residencial fixo nos EUA… mas qq coisa, põe um endereço X, dependendo de quanto vc tiver pra por no banco, eles nem vão criar muito caso com isso (BoA), lá o negócio é business

      0
  • viniciusmlimarj 3 de fevereiro de 2017 at 12:54

    É algo delicado.
    De um lado, se o cara investir o dinheiro em um CDB por exemplo, ele não pode sacar, mesmo se o investimento estiver dando menos que a inflação. A compra de um apartamento é um investimento, independente da gente achar que vale a pena ou não.
    Por outro lado, na compra na planta o cara literalmente está emprestando dinheiro à construtora pra fazer o apartamento dele.
    É óbvio que um imbecil desses que está há 60 anos ganhando dinheiro entregando apartamentos caros, com pouco respeito ao consumidor só vai pensar no lado dele né?

    13+
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    • Money_Addicted 3 de fevereiro de 2017 at 13:26

      eu soh penso no meu lado 🙂

      1+
  • Lucas 3 de fevereiro de 2017 at 12:55

    sobre o tópico:
    kkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkk

    e aí?
    alguém tá com dó?

    25+
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    • odorico 3 de fevereiro de 2017 at 13:33

      Dó não, mas olhando sobre a ótica da construtora, está certo. O cara comprou e não quer mais que perca o valor pago. Afinal, prefiro ele tomando uma motumbada do que socializar a motumbada com toda a sociedade na quebra da construtora e empregos.

      6+
    • Urso 3 de fevereiro de 2017 at 17:25

      Nunca!
      kkkkkkkk.
      Eu quero é mais!

      2+
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  • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 13:01

    CVR – Mudança de cenário / nova estratégia no Hell… Estou louco ou faz sentido?
    Desculpe o textão, mas gostaria muito de ouvir a opinião de vocês sobre a maneira que estou vendo o mercado de imóveis do Hell de Janeiro.

    Essa semana, contra todos os ensinamentos do blog e a estratégia que venho aplicando nos últimos anos, voltei à busca de boas oportunidades de imóvel para compra (para morar com a família).

    Analisando o mercado, acredito que estamos chegando a um ponto onde podem ser encontradas boas oportunidades, desde que o comprador conheça muito bem os números do mercado e trabalhe com a razão e não com a paixão.

    Como já contei aqui, comprei um imóvel à vista em abril de 2010 (eu e a Sra Burbuja tínhamos grande parte do dinheiro, e conseguimos um “financiamento” – já quitado – de pai e sogro pra filhos). Era um apartamento no 1º andar de fundos em um prédio antigo sem nenhuma estrutura de lazer, de 3 qtos (transformado para 2), na Barra da Tijuca, RJ. O apartamento estava em boas condições, precisando de reforma em só 1 dos 2 banheiros, pois o antigo dono havia feito diversas reformas há pouco tempo.

    Porém, ao observar o aumento das assimetrias que tanto falamos aqui (Preço X Aluguel, Preço X Renda, e outras), resolvi colocar o bolhudo no mercado e, após exatos 5 anos (maio de 2015), VENDI o bolhudo com lucro líquido de 110% do valor pago e me mudei para a Zona Sul, pagando aluguel com os juros do valor da venda aplicado.

    Mas confesso que nunca deixei de acompanhar o mercado. E, como imagino que muito aqui façam, passei a acompanhar constantemente os anúncios de imóveis que poderiam vir a me interessar caso os preços voltassem à realidade.

    Pois bem, não sei se foi a virada do ano, mas nessas últimas semanas comecei a ver alguns anúncios de apartamentos que acompanhava com valores significativamente abaixo do pedido anteriormente (um deles chegando a 40% do valor do auge da bolha que muitos teimam em dizer que nunca existiu).

    27+
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    • Money_Addicted 3 de fevereiro de 2017 at 13:27

      sim, acredito q esteja em um bom momento para comprar

      6+
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      • Zé do Brejo 3 de fevereiro de 2017 at 13:43

        A HORA É AGORA!… KKKKKKKK 😛

        13+
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      • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 15:59

        Obrigado pela sua opinião honesta! São respostas construtivas como essa que fazem a grandeza desse blog!

        6+
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    • Rene Fraçoá 3 de fevereiro de 2017 at 15:30

      Estou em situação parecida, mas meu dead line tá longe ainda….

      1+
    • Nelson Schadenfreude 3 de fevereiro de 2017 at 15:38

      Cara, o Brasil está em crise, o Rio está em crise, o mercado imobiliário está em crise, o desemprego vai ficar alto 2017 inteiro. Ainda falta muito proprietário cair na real para os preços voltarem a patamares aceitáveis. Pesquisa sem pressa. O tempo é seu amigo. E é amigo dos seus juros.

      34+
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      • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 15:57

        Claro, Nelson! Sem pressa nenhuma!
        Como falei, agir sempre com a razão e sem flexibilizar os meus parâmetros agora… Se der certo, tudo bem! Senão, PMJ!!!

        13+
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    • Anonymous 4 de fevereiro de 2017 at 01:59

      1 BRL = 0.55947 USD 01/abr/2010
      2.1 BRL = 0.651147 USD 01/abr/2015 (110% de lucro no valor pago)

      Em USD voce ganhou 16% em cinco anos. Entretanto, voce fez uma reforma e certamente gastou dinheiro para isso. Voce também pagou IPTU. Voce também pagou condomínio. Portanto, voce ganhou menos do que 16% em USD, talvez até mesmo ZERO.

      Quanto agora ser o momento de comprar, acho muito improvável. Pelo menos espere uma ou duas grandes construtoras quebrar.

      8+
      • Poucas Trancas 4 de fevereiro de 2017 at 11:40

        Sem mais, meretíssimo.

        1+
    • perdido no rio 4 de fevereiro de 2017 at 12:41

      encontrou esses valores em quais bairros? não estou acompanhando de perto, mas já ouvi de parentes que apto em prédio onde moram na zona sul caiu mais de 20% em relação ao preço pedido no ano passado.

      1+
  • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 13:02

    Porém, meu racional tem sido o seguinte (pra aproveitar uma boa oportunidade, acredito que a pessoa deve manter um leque de opções variadas):

    – Oferecer, no máximo, 30% a menos que o valor anunciado em imóveis que:
    1- Estejam em regiões historicamente mais valorizadas (Leblon / Ipanema / Gávea/ Jd Botanico ou Lagoa) que o que eu vendi em 2015 ou;
    2- Que seja na Barra, mas com uma metragem muito maior e melhor estrutura (seja no apto ou no condomínio), para meu filho de 2 anos;
    Minha preferência seria pela Barra, mas a Sra Burbuja sempre morou na Zona Sul e, como nós dois trabalhamos para estes lados, realmente facilita a logística da criança;
    3- Com a relação Aluguel X Venda máximo de 250x.
    3- Pagando, no máximo, o valor que recebemos pelo apartamento em 2015, atualizado pelo rendimento da aplicação.

    Ou seja, se os imóveis já baixaram 30% do valor original nos anúncios, e eu conseguir ainda 30% a mais de desconto, eu teria um desconto total de, no mínimo, 51% do valor do auge da bolha, e conseguirei melhorar a condição de moradia da minha família consideravelmente, sem me endividar ou precisar mexer no restante do meu capital.

    9+
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    • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 13:09

      Estou tentando postar 3 apartamentos que se enquadram na conta acima, mas o post não vai de jeito nenhum… Diz que está “aguardando a moderação”, mas depois some…

      6+
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      • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 13:22

        Mandei 5 e-mails e, para minha surpresa, 3 deram um retorno razoavelmente positivo às minhas exigências de valor, sendo:

        Barra Da Tijuca
        – Casa antiga, mas reformada, em condomínio fechado, região próxima ao apto onde vendemos, 3x a metragem, 5 quartos (3 suítes), piscina, churrasqueira, área de 30m2 em cima da churrasqueira para fazer uma academia ou salão de jogos;

        – Cobertura novíssima (4 anos), mesma região da casa, duplex, 2x a metragem do apto original, em condomínio com todas as áreas de lazer/gourmet – piscina, churrasqueira e sauna no apto;

        Zona Sul
        – Apto em bairro que gostamos bastante, em prédio antigo mas nem tanto (sem bidê rosa), com 2 vagas (raro na região), com boa estrutura (piscina, quadras esportivas e parquinho para crianças), apto em boas condições, mas precisaria trocar armários da cozinha e 1 dos banheiros. Metragem 10% maior que o vendido em 2015;

        Como falei, não sei quero ou se vou conseguir fechar nenhum dos 3 no valor que eu quero, mas só o fato dos proprietários estarem dispostos a ouvir minha proposta, já indicam que posso conseguir num futuro próximo.

        Será que vale a pena?

        7+
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        • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 13:32

          Não faça isso, não compre.

          Ainda mais na Barra… você não tem dó de perder 1 hora todo dia com trânsito?

          10+
          • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 15:32

            Claro que trânsito é um fator importante… Mas a região onde estou vendo é o Jardim Oceânico, onde foi inaugurada ano passado a estação do Metrô. De Metrô, a Sra Burbuja saltaria exatamente na frente do escritório e eu ficaria há 10 minutos de caminhada do meu (se eu usar um skate elétrico, não chego nem suado e, em dia de chuva, um Uber sai baratinho)…
            Além disso, como disse o geofisico no post abaixo, a qualidade dos imóveis e a estrutura na Barra é incomparável ao que se consegue na Zona Sul com o mesmo valor.
            Além da Barra hoje ter diversas opções de escolas e outras atividades para meu filho com tanta qualidade mais com um custo MUITO menor…

            5+
        • geofisico 3 de fevereiro de 2017 at 15:03

          No meu caso, venho acompanhando fortemente Recreio. Sempre morei la, gosto muito do bairro. Hoje em dia moro na ZS por ser perto do trabalho mas como não quero viver nessa vida de escritorio muito tempo, se for pra comprar, que seja no lugar onde quero morar. Além é claro da questão do preço. Enquanto na ZS se paga (ainda) 1 milho grande num apartamento velho, sem vaga, sem varanda, no Recreio ja vejo algo em torno de 500, novinho, com toda infraestrutura, etc.
          Enfim, pra resumir, curto os apartamentos Garden que inventaram no Recreio. Sao apts terreo com uma boa area de quintal gramado, com churrasqueira e uma pequena piscina ou jacuzzi. É a uniao do conforto/espaço de uma casa com a praticidade de apartamento. Acho ideal pra mim. O que eu tava de olho os corvos me deram uma tabela pré-bolha de 8k o m2. Acredito que o Recreio tenha chegado perto desse preço. Agora eles fazem uma tabela de 6k o m2. Ainda acho que ta caro, e pela quantidade de oferta, vai baixar mais. Acompanho um anuncio de um particular que ja baixou de 5.8 o m2 pra 4.8 o m2 em alguns meses…
          A diretora da Patrimovel chegou a me ligar quando ofertei 30% de desconto a vista no de 6k o m2. Ela disse que o dono mora em portugal e que esse preço que ele pede vende, entao nao vai baixar. Quase mandei ” se vende, pq ta anunciado há anos e nada?” . Bizarro. Ela ainda diz “se for pra vender por esse preço é melhor distratar”. Mas se ta pronto e entregue, financiado, vai destratar como?! haaha…
          Fiquei ate empolgado…mas passado esse momento acho que há gordura pra queimar, ainda mais se tratando de Barra/Recreio. Zona Sul como nao tem mais pra onde crescer, os preços vao estabilizar, acredito. A demanda é muito maior ali. To torcendo pro Recreio despencar mais. Se chegar nos 4k o m2, eu penso seriamente em comprar pq seria valor pré-bolha, de 2008.

          11+
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          • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 15:36

            É mais ou menos o que eu estou pensando… Esses preços que estou buscando, são muito próximos aos de 2010 (não acompanhava o mercado em 2008). A cobertura que eu citei, um amigo meu vendeu em 2010 uma parecida, na mesma região, por 100K abaixo do meu preço alvo.
            Mas, assim como aconteceu com você, não acho que vai rolar assim de cara… Mas quem sabe eu não encontro alguém que precisa vender e consiga chegar num valor que eu considere justo…

            3+
            • geofisico 3 de fevereiro de 2017 at 16:10

              Sim…eu acho que ainda vai baixar. Não há qualquer indicio de melhora e a tendencia, como vc falou, sao os proprietarios se convencerem que não vai vender, entao se precisar vender, vai baixar…e isso está começando agora. Ano passado a crise ainda era muito “recente”. Quem realmente precisar vender, vai ter que reduzir e reduzir bastante.
              Pra exemplicar um pouco isso, tenho um CVR
              Só este mês a menina que vem aqui em casa fazer faxina sentiu a crise. A maioria dos clientes dela, que sao servidores, cortaram e se antes ela tinha 1 dia livre pra cada 2 semanas, hoje ela só trabalha 2 vezes por semana. Então neguinho queimou reservas. Ela mesmo disse que percebeu a transferencia da diaria vindo de conta poupança e não conta corrente como antigamente.
              Ou seja, a gordura vai acabando, a noçao de que a merda não vai se resolver tao rapido, que a tendencia é baixar mais e nao voltar a subir, vai mudar a consciencia dos proprietarios…vao comecar a pensar “vou baixar pra vender logo antes que caia ainda mais” e assim os outros vao juntos..

              18+
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              • reznor 3 de fevereiro de 2017 at 16:29

                esse CVR é interessante… destaco essa parte da transferência de conta poupança, é um fato curioso.
                se eu voltasse ao RJ (algo que acho muito pouco provável), eu provavelmente iria morar no Recreio. gostava muito de lá.
                mas memória afetiva é complicado… eu não levo mais fé que o RJ tem algum jeito.

                8+
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              • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 16:42

                É bem por aí mesmo!
                Tenho um amigo que está numa situação parecida…
                Ele mora no apartamento que herdou da mãe em Jacarepaguá, mas ficou desempregado no meio do ano passado e até agora não conseguiu se recolocar… Está trabalhando em outra área e sua renda diminuiu mais de 50%. Colocou o apartamento pra vender agora no início do ano e já disse que, se conseguir um valor que dê pra pagar o aluguel com os juros líquidos (descontando a inflação) ele vende na hora. E, como ele é solteiro, não precisa de um apartamento grande, então é bem provável que ele consiga.
                Mas ele é um cara inteligente, que prefere viver melhor e com mais tranquilidade do ficar ferrado no apartamento velho só pra dizer que tem imóvel próprio.

                10+
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              • Urso 3 de fevereiro de 2017 at 17:29

                É exatamente isso que todos nós estamos esperando.

                O Dispair!

                5+
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    • Cesar_DF 3 de fevereiro de 2017 at 13:22

      Borbuja
      Estimo uma queda de 50% no Hell de Janeiro até 2020

      17+
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      • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 15:40

        50% dos valores de hoje, ou do auge da bolha?
        Como falei, a lógica do meu cálculo (baseada na cobertura que é o meu alvo preferido), é que uma no mesmo condomínio e com a mesma planta, era anunciada por 30% 35% a mais que o anunciado hoje. Então, caso consiga mais esses 30% de desconto (sei que é muito difícil), eu chegaria a, no mínimo, 51% de desconto do valor do auge da bolha.

        5+
        • Cesar_DF 3 de fevereiro de 2017 at 16:05

          Burbuja
          A longo prazo, o median line do valor dos imóveis tende a acompanhar a renda per capita.
          Então, no Hell de Janeiro temos uma combinação sui generis:
          – O maior aumento dos imóveis em relação ao IGP-M
          – Queda da renda per capita no Hell de Janeiro (funcionários públicos, royalts, turismo, etc)
          Ou seja, tivemos o inflar da bolha que foi turbinado pelo aumento da renda per capita no RJ por conta dos investimentos na copa, olimpíada, construção de hoteis e transportes e agora teremos um vetor da queda da renda per capita puxando para baixo da median.
          Se fosse dar um chute, diria que terá uma queda até 2020 de no mínimo 50% do valor atual.
          Agora, sendo pessimista, explodindo a criminalidade, isso pode ser acima de 50% e no lado oposto, se o barril de petróleo for acima de US$120, então a queda será menor que 50%

          13+
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    • Zé Carioca 3 de fevereiro de 2017 at 13:25

      Apartamento que a relação esteja em 250x non ecziste. Não acho que seja um bom momento para comprar, mas se você apertar o proprietário pode conseguir bons descontos, especialmente na região da Barra que tem muito imóvel vazio.

      15+
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      • burbuja_del_ladrillo 3 de fevereiro de 2017 at 15:45

        Sei que não existe… Por isso a conta de só considerar a compra com um desconto adicional de 30%… Se você aplicar esse desconto a alguns apartamentos em áreas não tão valorizadas de Ipanema (Arpoador), Gávea (Marquês de São Vicente) e Lagoa (Fonte da Saudade), você consegue se aproximar desse múltiplo.

        3+
  • Lucas 3 de fevereiro de 2017 at 13:07

    off Investimentos
    põnho meu dinheiro onde ponho a lingua
    avaliando tudo o que vcs vem analisando e seguindo o que o from que é bom nessas coisas indicou
    eu momentaneamento parei de aportar em TD, a ultima faz alguns meses e foi 6,3%+IPCA, até pq este ano não tá lá muito fácil pra mim, sobrando pouco dinheiro novo, inclusive raspei o taxo do cambial com lucro de apenas 100% desde que entrei 4 ou 5 anos atrás, sem contar as realizações pelo caminho, podia ter feito 200% se tivesse acertado todos os timings.

    o que eu fiz agora foi remanejar e aplicar uns trocados numa LCI que vai me dar o equivalente a 100%brutos do CDI 360 dias, daqui 1 ano imagino que a maré tenha revirado de volta com os riscos trump, china, temer e eleição. Caso não vire eu tbm ganho pq congelo uma boa taxa

    A conta que faço é a seguinte
    uns 13% do cdi – 4,5% de inflaçao = juros real de quase 2 dígitos,
    se inflação cair mais que 4,5% o cdi tbm vai cair, mais ou menos que 1 compensando o outro
    o cdi não tem muito aonde ir, Trump está bombando e o FED lá vai ter que se mexer.
    internamente o déficti tá imenso, o governo vai precisar de dinheiro ainda mais pra se preparar pro ano eleitoral.
    Arrisco dizer juro real liquido de no minimo 4% a 6%
    Faz anos que isso não ocorre, desde o tempo do Meireles1

    inflação agora de jan/2017 bateu recorde negativo
    vejam o item habitação senhores, na maior deflação de todos os itens, portanto o PMJ+aluguel continua uma boa alternativa
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/01/1851173-energia-mais-barata-faz-previa-da-inflacao-ficar-abaixo-do-esperado.shtml
    (repare que o artigo simplesmente omite as reais causas da inflaçao baixa)

    No TD continuo sentado em cima das véinhas, acho que o valor de face vai voar muito mais ainda antes de revirar.
    Trump e temer estão bombando, empregos lá batendo recorde, aqui a casa denovo sob controle, não dou 1 centavo pra esse mimimi de delação da odebrechi que tão prometendo faz mais de ano, até o lulla preso tô aqui envelhecendo de tanto esperar.

    12+
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  • Lucas 3 de fevereiro de 2017 at 13:17

    off Donald Trump
    já começo afirmando que to gostando dele, mas por motivos BEM diferentes que as trumpnetes trompeteiam, só que estou com elas em achar que a mimimidia anda histérica demais. Trump é exatemente isto que vcs estão vendo a equipe de marketing dele está fazendo realmente o que é pra fazer, e vem mais por aí.

    Trump vai dar muito certo antes de dar errado, lá eles caminha pro pleno emprego, renda real deles vai subir e os juros vão ter que acompanhar pra segurar a inflação, que vai gerar mais atração de dinheiro e mais inflação, somado com o protecionismo e fechamento das torneiras do dito “facismo cultural” Trump vai matar o dinheiro ruim e bombar o dinheiro bom, aquele que gera produto e consumo. O BR segue nessa esteira, dolar caindo, ações voando e imóveis cada dia mais decepcionando, o cara vai ver o colega ganhando 100% na bolsa, vai morrer de inveja, vão liquidar os bolhudinhos pra montar na onda. eu mesmo tenho uns caraminguás na renda variável, me deram quase 18% ano passado sem nenhum trabalho, raramente opero diretamente, não tenho saco, nem estomago, mas aos +jovens fica a dica ainda tem chão pela frente

    A questão de dar errado, só vejo lá na frente, o diabo mora nos detalhes, como eles e os UK vão fazer o brexit? como vão remontar toda a ordem economica e mercantil mundial? será melhor? será pior? isto ninguém pode dizer e quem responder não sabe a complexidade do assunto, podemos estimar pela equipe deles que vão fazer algo melhor e arrasar com os chineses igual contra os jpas nos 80’s e a europa continental que nunca contribuiu com muita coisa na humanidade a continuar sendo o que sempre foi.

    Só muito lá na frente esse modelo vai exaurir, como exauriu aqui com lula/meireles1, não é sustentável manter 1 país tão fechado e tão briguento e tão afavor dos oprimidos, os uaitetechi lá são a nossa crasseC. Mas ainda tá longe de acotnecer, dá tempo de clicar no mouse e reverter posições.

    É isso!
    Fui viajar!

    12+
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    • JamesGalt 3 de fevereiro de 2017 at 15:24

      Concordo plenamente. É raro alguém falar mal dele acompanhando o que ELE fala e não o que a mídia interpreta. Ele tem alguns excessos e exageros óbvios, mas comparado ao Obama e a Hillary, não tem conversa, é infinitamente superior. Um passou 8 anos em guerra, como poucos presidentes dos EUA. A outra é uma criminosa, financiada com o mesmo dinheiro que financia o terrorismo.
      Fez mais em 1 semana do que o Obama em 8 anos. E gerou emprego com uma simples conta no twitter.

      1+
    • Cesar_DF 4 de fevereiro de 2017 at 08:22

      É impressionante a quantidade de decretos presidenciais do Trump que estão recebendo posteriormente correções. É muito amadorismo.

      3+
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      • Carlos 4 de fevereiro de 2017 at 12:07

        E um juiz federal acaba de anular uma das medidas de imigração de Trump, aquela proibindo pessoas de alguns países de entraram nos EUA.
        Antes que as trumpetes venham trumpetear que a justiça está aparelhada e outras besteiras e bom notarem que o juiz que tomou a decisão foi apontado pelos republicanos e ratificado por George W. Bush.
        Recomendo para as pessoas que tem dificuldade em entender o que está acontecendo que imprimam um cartaz com os seguintes dizeres e colem em local visível nas suas casas e locais de trabalho:

        EUA não é Brasil
        EUA não é Brasil
        EUA não é Brasil

        https://www.nytimes.com/2017/02/03/us/visa-ban-legal-challenge.html?hp&action=click&pgtype=Homepage&clickSource=story-heading&module=first-column-region&region=top-news&WT.nav=top-news

        Lá existe uma constituição e um podêr judiciário encarregado em a aplicar e guardar.
        Trump vai sofrer muitas derrotas ainda se continuar tomando medidas ao arrepio da lei e pode inclusive sofrer um processo de impeachment.

        3+
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        • to bolhado 4 de fevereiro de 2017 at 14:11

          numa democracia é assim, os poderes se vigiam, vai haver opiniões contrárias sobre o que é legal / constitucional e o que não é, se o governo quiser recorre da decisão ou não. Melhor assim do que no tempo do Obama onde tudo que ele fazia era a oitava maravilha do mundo. Usar isso como argumento de que “Trump só tá fazendo” cag* é que é simplificação da realidade. Acho engraçado quando chamam quem argumenta outros pontos das decisões do Trump de trumpetes, em tom claramente pejorativo. Então ficamos assim: Trump passou um ano e meio, desde o começo das primárias, sendo espinafrado de todos os lados. Mesmo assim cresceu, ganhou primárias, ganhou eleição, e talvez seja o político da história recente que cumpriu as promessas de campanha de forma mais rápida e mais intensa. A campanha midiática contra qualquer coisa que ele fale ou faça continua a todo o vapor; mas “fanático” ou “alienado” é quem quer tentar entender além disso, e que talvez as decisões dele tenham algum embasamento além do “é uma besta fascista e xenófoba”.

          1+
          • Carlos 4 de fevereiro de 2017 at 15:46

            Não tem como não chamar certas pessoas de trumpetes, são ignorantes, pouco inteligentes e incapazes de qualquer raciocínio mais profundo. Vivem a matraquear coisas eu ouviram ou leram em outros lugares sem qualquer análise crítica.

            0
          • Carlos 4 de fevereiro de 2017 at 15:48

            Ainda esperando Trump cumprir as promessas que fez…
            Até agora só fez anuncios e tomou medidas na maior parte sem fundamentos e criou problemas com aliados históricos.

            Cumprir promessa é produzir resultados, não ví nenhum até agora.

            0
            • to bolhado 4 de fevereiro de 2017 at 16:28

              E os trumpetes que matraqueam o que leram em algum lugar sem alguma analise crítica? Ta serto x 2 eheh

              0
              • Carlos 4 de fevereiro de 2017 at 19:55

                Cadê os argumentos? Este negócio de “Ta serto” para mim é coisa de moleque.

                2+
  • Azufre 3 de fevereiro de 2017 at 13:19

    Destrutora tem de perder tudo caso não entregue imóvel no prazo ou com problemas, diz Mª Joaquina

    27+
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    • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:33

      Azufre,

      O pior é que elas continuam cobrando o reajuste do INCC durante o período em atrasaram, muitas entregam com péssima qualidade e o comprador só descobre muito depois, às vezes geram uma dor de cabeça muito grande para o comprador formalizar a escritura, porque o apartamento foi dado em garantia pela construtora para o banco, dentre diversos outros problemas que os compradores na planta enfrentam durante todo o processo. Adicionalmente, temos uma infinidade de riscos, como por exemplo a construtora quebrar e saldo ser insuficiente para concluir a obra ou nem ter SPE, risco (hoje = certeza) da construtora vender no ato da entrega mais barato do que o comprador pagou na planta, dentre outros. Em troca de tudo isto, por que não fazer com que o comprador perca tudo em caso de distrato? Não é justo?

      15+
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      • Azufre 3 de fevereiro de 2017 at 14:09

        Cara, eu ganho. Coroa, você perde.

        É esse o jogo que elas tentam impor ao amante de tijolos!

        16+
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        • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 14:23

          Tá certo que o cara foi besta de querer apostar contra alguém que tenha essa moeda viciada, mas não dá para a gente corroborar também o comportamento do trapaceiro.

          Eu fico triste. De verdade. Em ver que no nosso país os dois lados estão errados, cada um à sua maneira…

          6+
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        • Loucodf 3 de fevereiro de 2017 at 14:26

          Sobre esses apartamentos que eles andam entregando tenho um CVR.
          Mudei para um apartamento mais próximo do trabalho, conforme anunciei anteriomente. Aluguel, claro.

          O predio foi entregue há 2 anos atrás…(EBM)
          Eu não vou ter mais TV a Cabo, não tenho tempo de assitir e vou deixar só a net virtua mesmo.
          No entanto, mInha esposa perguntou pro cara como faria para colocar net na suite (2 quartos) agora se ligue na resposta do cara da net.

          “Viche moça, esse prédio é uma confusão, na obra eles esmagaram alguns dos lugares onde se passava o cabo para o quarto de vocês. O que fizemos nos que estão assim é passar o cabo por fora”

          Cabo por fora significa por fora do apartamento, na FACHADA.

          Coitado de quem comprou a jaca.

          Resumo da opera: “Construções de muito baixo nível”.

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          • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 14:32

            Belíssima decoração gourmet.

            “Le Coaxial”, estilo francês de decoração inspirada no movimento pós moderno e no Art Nouveau, no qual os cabos, as tubulações e fiações passam por fora do apartamento, dando um ar tecnológico e mostrando que estamos todos conectados nas amarras da comunicação permanente, 24 horas por dia.

            Em dias de muita chuva, podemos ter a oportunidade de experimentar o estilo “Court-Circuit”, com luzes e explosões que enchem os olhos de quem vê por fora, e causam altas emoções em quem vê por dentro.

            68+
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            • RC 3 de fevereiro de 2017 at 14:45

              Parece que a moda veio para ficar então. Aqui na Asa Sul com os modernos prédios da década de 60 esse movimento “Le Coaxial” já se faz presente provavelmente desde a década de 90 com o advento da televisão/internet a cabo .

              15+
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              • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 14:54

                E eu não sei? Eu moro aí. Fico ironizando mas não duvido muito que alguém invente um nome para esse ‘estilo arquitetônico urbano tão natural e orgânico’. BR compra qualquer coisa como gourmet mesmo.

                O que eu acho mais feio são os aparelhos de ar-condicionado em prédios que não foram projetados para isso. As fachadas ficam todas descaracterizadas, cada apartamento com um modelo próprio.
                Sugestão de nome para o estilo: “Le climatisation”.

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          • CarlosL 3 de fevereiro de 2017 at 15:21

            Calma, daqui 1 ano provavelmente mais mistérios serão desvendados no referido edifício

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      • mestre dos magos 3 de fevereiro de 2017 at 15:17

        CA esse reajuste do INCC durante a obra é o golpe de misericórdia nos investiotários. O maior prédio de Blumenau está sendo erguido. Cheguei na cidade a 3 anos, o prédio já estava em construção e com uns 9 pavimentos erguidos. São mais de 35 e estão agora na fase final de acabamento. Imagina o brick lover que pegou no lançamento, deve ter levado uns 4 anos de reajuste de INCC, em um ap que foi vendido a mais de 1kk. Não tenho a mínima noção da motumbada que levaram.

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  • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:20

    Sobre o tópico:

    O que o segmento imobiliário como um todo omite:

    Dentro do processo de vendas na planta, temos corretores que não fazem simulação de aprovação de crédito imobiliário e dizem que vai ser fácil de aprovar, porque eles “conhecem um esquema no banco”

    Outra prática comum: fazem o cálculo para ver se no ato da entrega a parcelinha vai caber na renda, mas “esquecem” de considerar o reajuste do INCC sobre todo o saldo. Aliás, esquecem de mencionar o INCC em si.

    Quando “lembram” de mencionar o INCC, dizem que é só “zero virgula alguma coisa”.

    Por incrível que pareça, tem até construtora que garante que faz uma “pré-aprovação” de crédito imobiliário durante a construção, mas que tem sido a recordista nacional de distratos nos últimos anos, que vende primeiro, depois vai adiando por meses a tal etapa de análise de crédito, até que a pessoa desiste e vira distrato, ou a pessoa continua pagando sem fazer a “pré-análise” só para descobrir no ato da entrega que não terá condições de adquirir o crédito imobiliário.

    Sem contar as construtoras que colocam anúncios, até hoje: compre seu imóvel sem comprovação de renda.

    Para os “investidores”, a miríade de promessas é ainda mais extensa, além do que consta acima, temos promessas como a de que o preço do imóvel irá subir no mínimo 30% ao ano, superando qualquer aplicação financeira, que imóvel é mais seguro do que qualquer aplicação financeira, chantageiam as pessoas com ameaças quanto a confisco, dizem que a construtora jamais vai vender por um preço menor na entrega do imóvel do que eles estão pagando na planta e que se “por um milagre” isto acontecer, devolvem o valor pago pelo investidor na íntegra, prometem infraestruturas que vão ser construídas no local posteriormente e vão valorizar muito os imóveis, etc., etc., etc…

    Ah, mas as pessoas tem livre arbítrio, todas tem que ler os contratos. Ah, no Brasil não temos quase o problema de analfabetismo funcional, não temos problemas quanto a educação formal e interpretação de textos, não temos uma população que seria o alvo mais fácil para todos os golpes acima, não temos um grande número de pessoas que nunca levariam um contrato para ser visto por um advogado e que nunca leriam o contrato na íntegra, imagina, como diria o Caco Antibes, somos um país nórdico!!!

    Na verdade, os golpes de desinformação mencionados acima sempre foram utilizados intensamente contra a população de mais baixa renda e de mais baixa instrução. Basta ver o que aconteceu com as construtoras, no início desta pirâmide e quem é a recordista de distratos até hoje:

    PDG: bilhões de distratos na somatória de 2011 e 2012. A grande maioria para os imóveis populares. Idem quando tiveram que cancelar 48 empreendimentos, cada um com “N” prédios em 2013 como “medida preventiva aos distratos que aconteceriam”, a grande maioria de imóveis populares.

    Gafisa: foi o segmento Tenda, que atua com imóveis populares, quem teve bilhões de distratos até antes de 2013 e levou a super-endividamento do grupo, obrigando-a a vender 70% de sua “galinha dos ovos de ouro”, o segmento Alphaville, só para pagar as dívidas geradas e poder voltar a pedalar, sendo que a situação era tão crítica que teve que suspender os lançamentos da Tenda em 2013.

    Rossi: distratos de R$ 1,3 bilhão em 2012, de novo, concentrados no segmento popular. Tão grave que prometeu que a partir de 2013 abandonaria este segmento.

    MRV: ela tem foco no segmento popular e tem sido a recordista em distratos nos últimos anos.

    E aí, não dá para desconfiar quem tem sido o público alvo de todos os golpes que constam no início deste comentário?

    O detalhe é que este foi um fator relevante para SIMULAR um crescimento de demanda de forma ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL, levando a aumentos ANORMAIS de preços de imóveis, o que trouxe uma infinidade de prejuízos para toda a economia e sociedade, como detalhei em diversos comentários de tópicos anteriores.

    Pois é, daí qual a sugestão das construtoras, que muitos aqui apoiam? Vamos dar 100% do prejuízo para o comprador incauto! Se ele não leu, problema dele!

    Se tivesse que ser assim e isto é de fato o mais razoável, por que não fazer o mesmo com Telexfree e tantas outras pirâmides financeiras? Ué, o problema é 100% de quem caiu no golpe, não leu e não se informou porque “não quis”, não é mesmo? Por que então destruir estas pobres pirâmides? O motivo é o que consta acima: porque elas destroem a economia e a sociedade, principalmente quando tem um crescimento exponencial, como o da nossa bolha imobiliária. Não são apenas aqueles que caíram no golpe, são todos que vivem naquele país que saem no prejuízo, direta ou indiretamente, através de uma infinidade de canais de transmissão, como sempre tem sido explicado por aqui.

    De qualquer forma, cabe um aspecto a ser ressaltado: o governo está fazendo o que pode para salvar aqueles que criaram e mantiveram o esquema de vendas falsas na planta ao longo de anos, só que não há mais salvação. Se tornarem os contratos ainda mais leoninos, obrigando que fiquem claras as cláusulas de distratos, o número de vendas na planta irá despencar. Se não fizerem isto, de qualquer forma os distratos continuarão dando um prejuízo ainda maior para construtoras e a farsa da valorização das Ações das construtoras se desfaz de imediato. Se tentarem uma solução intermediária, para buscarem uma retenção pela construtora de um volume muito maior daquilo que foi pago pelo comprador na planta, mas deixarem isto escondido no contrato como hoje, não será o valor da entrada que será perdido pelo comprador que irá salvar as construtoras e no final, mesmo que a imprensa e outros agentes mintam e omitam ao máximo, a informação irá espalhar. É uma anomalia muito grande e como todas que se enquadram nesta categoria, é auto-destrutível, sendo que esta auto-destruição é inevitável.

    4+
  • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:25

    Sobre o tópico:

    O que o segmento imobiliário como um todo omite:

    Dentro do processo de vendas na planta, temos corretores que não fazem simulação de aprovação de crédito imobiliário e dizem que vai ser fácil de aprovar, porque eles “conhecem um esquema no banco”

    Outra prática comum: fazem o cálculo para ver se no ato da entrega a parcelinha vai caber na renda, mas “esquecem” de considerar o reajuste do INCC sobre todo o saldo. Aliás, esquecem de mencionar o INCC em si.

    Quando “lembram” de mencionar o INCC, dizem que é só “zero virgula alguma coisa”.

    Por incrível que pareça, tem até construtora que garante que faz uma “pré-aprovação” de crédito imobiliário durante a construção, mas que tem sido a recordista nacional de distratos nos últimos anos, que vende primeiro, depois vai adiando por meses a tal etapa de análise de crédito, até que a pessoa desiste e vira distrato, ou a pessoa continua pagando sem fazer a “pré-análise” só para descobrir no ato da entrega que não terá condições de adquirir o crédito imobiliário.

    Sem contar as construtoras que colocam anúncios, até hoje: compre seu imóvel sem comprovação de renda.

    Para os “investidores”, a miríade de promessas é ainda mais extensa, além do que consta acima, temos promessas como a de que o preço do imóvel irá subir no mínimo 30% ao ano, superando qualquer aplicação financeira, que imóvel é mais seguro do que qualquer aplicação financeira, chantageiam as pessoas com ameaças quanto a confisco, dizem que a construtora jamais vai vender por um preço menor na entrega do imóvel do que eles estão pagando na planta e que se “por um milagre” isto acontecer, devolvem o valor pago pelo investidor na íntegra, prometem infraestruturas que vão ser construídas no local posteriormente e vão valorizar muito os imóveis, etc., etc., etc…

    Ah, mas as pessoas tem livre arbítrio, todas tem que ler os contratos. Ah, no Brasil não temos quase o problema de analfabetismo funcional, não temos problemas quanto a educação formal e interpretação de textos, não temos uma população que seria o alvo mais fácil para todos os golpes acima, não temos um grande número de pessoas que nunca levariam um contrato para ser visto por um advogado e que nunca leriam o contrato na íntegra, imagina, como diria o Caco Antibes, somos um país nórdico!!!

    Na verdade, os golpes de desinformação mencionados acima sempre foram utilizados intensamente contra a população de mais baixa renda e de mais baixa instrução. Basta ver o que aconteceu com as construtoras, no início desta pirâmide e quem é a recordista de distratos até hoje:

    PDG: bilhões de distratos na somatória de 2011 e 2012. A grande maioria para os imóveis populares. Idem quando tiveram que cancelar 48 empreendimentos, cada um com “N” prédios em 2013 como “medida preventiva aos distratos que aconteceriam”, a grande maioria de imóveis populares.

    Gafisa: foi o segmento Tenda, que atua com imóveis populares, quem teve bilhões de distratos até antes de 2013 e levou a super-endividamento do grupo, obrigando-a a vender 70% de sua “galinha dos ovos de ouro”, o segmento Alphaville, só para pagar as dívidas geradas e poder voltar a pedalar, sendo que a situação era tão crítica que teve que suspender os lançamentos da Tenda em 2013.

    Rossi: distratos de R$ 1,3 bilhão em 2012, de novo, concentrados no segmento popular. Tão grave que prometeu que a partir de 2013 abandonaria este segmento.

    MRV: ela tem foco no segmento popular e tem sido a recordista em distratos nos últimos anos.

    E aí, não dá para desconfiar quem tem sido o público alvo de todos os golpes que constam no início deste comentário?

    O detalhe é que este foi um fator relevante para SIMULAR um crescimento de demanda de forma ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL, levando a aumentos ANORMAIS de preços de imóveis, o que trouxe uma infinidade de prejuízos para toda a economia e sociedade, como detalhei em diversos comentários de tópicos anteriores.

    Pois é, daí qual a sugestão das construtoras, que muitos aqui apoiam? Vamos dar 100% do prejuízo para o comprador incauto! Se ele não leu, problema dele!

    Se tivesse que ser assim e isto é de fato o mais razoável, por que não fazer o mesmo com Telexfree e tantas outras pirâmides financeiras? Ué, o problema é 100% de quem caiu no golpe, não leu e não se informou porque “não quis”, não é mesmo? Por que então destruir estas pobres pirâmides? O motivo é o que consta acima: porque elas destroem a economia e a sociedade, principalmente quando tem um crescimento exponencial, como o da nossa bolha imobiliária. Não são apenas aqueles que caíram no golpe, são todos que vivem naquele país que saem no prejuízo, direta ou indiretamente, através de uma infinidade de canais de transmissão, como sempre tem sido explicado por aqui.

    De qualquer forma, cabe um aspecto a ser ressaltado: o governo está fazendo o que pode para salvar aqueles que criaram e mantiveram o esquema de vendas falsas na planta ao longo de anos, só que não há mais salvação. Se tornarem os contratos ainda mais leoninos, obrigando que fiquem claras as cláusulas de distratos, o número de vendas na planta irá despencar. Se não fizerem isto, de qualquer forma os distratos continuarão dando um prejuízo ainda maior para construtoras e a farsa da valorização das Ações das construtoras se desfaz de imediato. Se tentarem uma solução intermediária, para buscarem uma retenção pela construtora de um volume muito maior daquilo que foi pago pelo comprador na planta, mas deixarem isto escondido no contrato como hoje, não será o valor da entrada que será perdido pelo comprador que irá salvar as construtoras e no final, mesmo que a imprensa e outros agentes mintam e omitam ao máximo, a informação irá espalhar. É uma anomalia muito grande e como todas que se enquadram nesta categoria, é auto-destrutível, sendo que esta auto-destruição é inevitável.

    1+
  • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:34

    Sobre o tópico:

    O que o segmento imobiliário como um todo omite:

    Dentro do processo de vendas na planta, temos corretores que não fazem simulação de aprovação de crédito imobiliário e dizem que vai ser fácil de aprovar, porque eles “conhecem um esquema no banco”

    Outra prática comum: fazem o cálculo para ver se no ato da entrega a parcelinha vai caber na renda, mas “esquecem” de considerar o reajuste do INCC sobre todo o saldo. Aliás, esquecem de mencionar o INCC em si.

    Quando “lembram” de mencionar o INCC, dizem que é só “zero virgula alguma coisa”.

    Por incrível que pareça, tem até construtora que garante que faz uma “pré-aprovação” de crédito imobiliário durante a construção, mas que tem sido a recordista nacional de distratos nos últimos anos, que vende primeiro, depois vai adiando por meses a tal etapa de análise de crédito, até que a pessoa desiste e vira distrato, ou a pessoa continua pagando sem fazer a “pré-análise” só para descobrir no ato da entrega que não terá condições de adquirir o crédito imobiliário.

    Sem contar as construtoras que colocam anúncios, até hoje: compre seu imóvel sem comprovação de renda.

    Para os “investidores”, a miríade de promessas é ainda mais extensa, além do que consta acima, temos promessas como a de que o preço do imóvel irá subir no mínimo 30% ao ano, superando qualquer aplicação financeira, que imóvel é mais seguro do que qualquer aplicação financeira, chantageiam as pessoas com ameaças quanto a confisco, dizem que a construtora jamais vai vender por um preço menor na entrega do imóvel do que eles estão pagando na planta e que se “por um milagre” isto acontecer, devolvem o valor pago pelo investidor na íntegra, prometem infraestruturas que vão ser construídas no local posteriormente e vão valorizar muito os imóveis, etc., etc., etc…

    Ah, mas as pessoas tem livre arbítrio, todas tem que ler os contratos. Ah, no Brasil não temos quase o problema de analfabetismo funcional, não temos problemas quanto a educação formal e interpretação de textos, não temos uma população que seria o alvo mais fácil para todos os golpes acima, não temos um grande número de pessoas que nunca levariam um contrato para ser visto por um advogado e que nunca leriam o contrato na íntegra, imagina, como diria o Caco Antibes, somos um país nórdico!!!

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    • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:37

      Complemento:

      Todos os golpes de desinformação mencionados acima, sempre foram utilizados intensamente contra a população de mais baixa renda e de mais baixa instrução. Basta ver o que aconteceu com as construtoras, no início desta pirâmide e quem é a recordista de distratos até hoje:

      PDG: bilhões de distratos na somatória de 2011 e 2012. A grande maioria para os imóveis populares. Idem quando tiveram que cancelar 48 empreendimentos, cada um com “N” prédios em 2013 como “medida preventiva aos distratos que aconteceriam”, a grande maioria de imóveis populares.

      Gafisa: foi o segmento Tenda, que atua com imóveis populares, quem teve bilhões de distratos até antes de 2013 e levou a super-endividamento do grupo, obrigando-a a vender 70% de sua “galinha dos ovos de ouro”, o segmento Alphaville, só para pagar as dívidas geradas e poder voltar a pedalar, sendo que a situação era tão crítica que teve que suspender os lançamentos da Tenda em 2013.

      Rossi: distratos de R$ 1,3 bilhão em 2012, de novo, concentrados no segmento popular. Tão grave que prometeu que a partir de 2013 abandonaria este segmento.

      MRV: ela tem foco no segmento popular e tem sido a recordista em distratos nos últimos anos.

      E aí, não dá para desconfiar quem tem sido o público alvo de todos os golpes que constam no início deste comentário?

      O detalhe é que este foi um fator relevante para SIMULAR um crescimento de demanda de forma ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL, levando a aumentos ANORMAIS de preços de imóveis, o que trouxe uma infinidade de prejuízos para toda a economia e sociedade, como detalhei em diversos comentários de tópicos anteriores.

      Pois é, daí qual a sugestão das construtoras, que muitos aqui apoiam? Vamos dar 100% do prejuízo para o comprador incauto! Se ele não leu, problema dele!

      Se tivesse que ser assim, por que não fazer o mesmo com Telexfree e tantas outras pirâmides financeiras? Ué, o problema é 100% de quem caiu no golpe, não leu e não se informou porque “não quis”, não é mesmo? Por que então destruir estas pobres pirâmides? O motivo é o que consta acima: porque elas destroem a economia e a sociedade, principalmente quando tem um crescimento exponencial, como o da nossa bolha imobiliária. Não são apenas aqueles que caíram no golpe, são todos que vivem naquele país que saem no prejuízo, direta ou indiretamente, através de uma infinidade de canais de transmissão, como sempre tem sido explicado por aqui.

      De qualquer forma, cabe um aspecto a ser ressaltado: o governo está fazendo o que pode para salvar aqueles que criaram e mantiveram o esquema de vendas falsas na planta ao longo de anos, só que não há mais salvação. Se tornarem os contratos ainda mais leoninos, obrigando que fiquem claras as cláusulas de distratos, o número de vendas na planta irá despencar. Se não fizerem isto, de qualquer forma os distratos continuarão dando um prejuízo ainda maior para construtoras e a farsa da valorização das Ações das construtoras se desfaz de imediato. Se tentarem uma solução intermediária, para buscarem uma retenção pela construtora de um volume muito maior daquilo que foi pago pelo comprador na planta, mas deixarem isto escondido no contrato como hoje, não será o valor da entrada que será perdido pelo comprador que irá salvar as construtoras e no final, mesmo que a imprensa e outros agentes mintam e omitam ao máximo, a informação irá espalhar. É uma anomalia muito grande e como todas que se enquadram nesta categoria, é auto-destrutível, sendo que esta auto-destruição é inevitável.

      1+
    • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:40

      Complemento:

      Todos os golpes de desinformação mencionados acima, sempre foram utilizados intensamente contra a população de mais baixa renda e de mais baixa instrução. Basta ver o que aconteceu com as construtoras, no início desta pirâmide e quem é a recordista de distratos até hoje:

      PDG: bilhões de distratos na somatória de 2011 e 2012. A grande maioria para os imóveis populares. Idem quando tiveram que cancelar 48 empreendimentos, cada um com “N” prédios em 2013 como “medida preventiva aos distratos que aconteceriam”, a grande maioria de imóveis populares.

      Gafisa: foi o segmento Tenda, que atua com imóveis populares, quem teve bilhões de distratos até antes de 2013 e levou a super-endividamento do grupo, obrigando-a a vender 70% de sua “galinha dos ovos de ouro”, o segmento Alphaville, só para pagar as dívidas geradas e poder voltar a pedalar, sendo que a situação era tão crítica que teve que suspender os lançamentos da Tenda em 2013.

      Rossi: distratos de R$ 1,3 bilhão em 2012, de novo, concentrados no segmento popular. Tão grave que prometeu que a partir de 2013 abandonaria este segmento.

      MRV: ela tem foco no segmento popular e tem sido a recordista em distratos nos últimos anos.

      E aí, não dá para desconfiar quem tem sido o público alvo de todos os golpes que constam no comentário anterior?

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    • Anonymous 4 de fevereiro de 2017 at 02:09

      O contrato em questão não é um contrato de compra e venda. O produto não existe e o comprador não tem o dinheiro para pagar. O contrato pode ser interpretado como um empréstimo do comprador para a construtora com juros negativos. Neste caso, o devedor é a contrutora. Talvez uma solução seja a construtora pagar o empréstimo no mesmo período de tempo que o comprador levou para desistir, com os mesmos juros negativos.

      3+
  • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:46

    by pass,

    O detalhe é que todo o esquema de vender de forma consciente para quem não podia pagar (mais informações em comentário mais abaixo) foi um fator relevante para SIMULAR um crescimento de demanda de forma ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL, levando a aumentos ANORMAIS de preços de imóveis, o que trouxe uma infinidade de prejuízos para toda a economia e sociedade, como detalhei em diversos comentários de tópicos anteriores.

    Pois é, daí qual a sugestão das construtoras, que muitos aqui apoiam? Vamos dar 100% do prejuízo para o comprador incauto! Se ele não leu, problema dele!

    Se tivesse que ser assim, por que não fazer o mesmo com Telexfree e tantas outras pirâmides financeiras? Ué, o problema é 100% de quem caiu no golpe, não leu e não se informou porque “não quis”, não é mesmo? Por que então destruir estas “pobres pirâmides”? O motivo é o que consta acima: porque elas destroem a economia e a sociedade, principalmente quando tem um crescimento exponencial, como o da nossa bolha imobiliária. Não são apenas aqueles que caíram no golpe, são todos que vivem naquele país que saem no prejuízo, direta ou indiretamente, através de uma infinidade de canais de transmissão, como sempre tem sido explicado por aqui.

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    • CA 3 de fevereiro de 2017 at 13:46

      Ops, saiu no lugar errado…

      1+
  • CarlosL 3 de fevereiro de 2017 at 14:52

    Sobre o trópico em pauta:

    Só queria lhes lembrar, que em uma entrevista, o entrevistado lê o que será publicado para ai sim autorizar a divulgação do que disse….

    5+
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    • Knolan 3 de fevereiro de 2017 at 17:18

      Nem sempre

      2+
  • mestre dos magos 3 de fevereiro de 2017 at 14:56

    CVR

    Ontem na minha timeline do face, um conhecido postou que estava vendendo um bolhudinho em uma praia do sul do país. Cara é engenheiro, proprietário de uma empresa, e foi investir no ramo imobiliário, bem no final da bolha. Sorte que a empresa dele bomba, e ele manja muito do que faz, pois se dependesse dos investimentos que faz fora da empresa estaria ferrado rsrsrs.

    O negócio é tão fora da curva, que ano passado vi dono de industria têxtil comprando terreno para erguer prédio. O que um cara que deveria estar se empenhando na empresa dele, que o setor não está tão bem das pernas, vai fazer em outro ramo tão distinto. Se isso não é sinal de bolha, nem sei mais o que é…… Óbvio que ambos chegaram no fim da festa rsrsrs.

    33+
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    • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 14:57

      Essa bolha tem efeitos tão nefastos que faz gente que poderia mandar bem em suas empresas, se embrenhar pelo mundo imobiliário achando que vai bombar.
      Pegou fim da festa mesmo…

      10+
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    • From_The_Tower 3 de fevereiro de 2017 at 15:02

      Esse é o ranço deixado por gerações do confisco da Zéllia e Collor de Mello.
      As pessoas não raciocinam. Só agem por impulso e amor incondicional aos tijolos.
      BRICK LOVERS continuem assim. Quero ser inquilino de vocês. Pagando 0,20% a.m.

      23+
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  • Oliveira 3 de fevereiro de 2017 at 15:20

    by pass,
    Quem quer dar golpe procura até encontrar uma brecha! se não fosse esse golpe estariam fazendo outro golpe. Quem dá golpe, desenvolve o golpe com o objetivo de induzir ao erro, é uma tentativa infinita,… quem dá golpe também tem que ser combatido!!….. penso que esta é a natureza da questão do CA.

    8+
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  • Espectador 3 de fevereiro de 2017 at 15:25

    Boa tarde a tds!
    Sem entrar no mérito de quem tem razão, a construtora ou o comprador, aqui vai uma pergunta: quem é melhor ser motumbado, a construtora ou o comprador para isso gerar um efeito manada e desencadear uma queda de preços dos imóveis?
    Obg a tds!

    12+
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    • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 15:29

      Tanto faz, é inevitável
      Na prática, acho que quebrar as construtoras seria mais rápido, já que inundaria o mercado de uma só vez.

      10+
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    • CarlosL 3 de fevereiro de 2017 at 15:31

      Para uma pergunta interessante, uma resposta interessante:

      – Acho que vai faltar pic* pra tanto c*….

      24+
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      • Urso 3 de fevereiro de 2017 at 17:35

        Já estou preparando o meu DICK!

        5+
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    • Joao 3 de fevereiro de 2017 at 17:17

      A pergunta deveria ser. Quem se beneficiará nisso tudo? Resposta: Nós! PMJ

      9+
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      • Urso 3 de fevereiro de 2017 at 17:32

        kkkkkkk

        4+
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  • Urso 3 de fevereiro de 2017 at 17:33

    Morram!

    P.M.J.

    4+
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  • Urso 3 de fevereiro de 2017 at 17:34

    Fico arrepiado só de pensar que isso é só o começo.

    5+
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  • Dr. Estranho 3 de fevereiro de 2017 at 17:43

    Também concordo com a Cyrela. Tem que perder tudo. Entretanto, somente para os novos contratos em que o comprador tenha ciência disso. Aí…… faliu Cyrela.

    14+
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  • Louro José 3 de fevereiro de 2017 at 17:45

    NOVO DELATOR ENTREGA DEZENAS DE IMÓVEIS DE CABRAL

    Brasil 03.02.17 15:05
    Um novo delator da Lava Jato no Rio entregou ao MPF uma lista de imóveis-propina a Cabral, mas que estão em nome de laranjas – pessoas físicas e jurídicas.

    Como O Antagonista revelou, os grupos Dirija e Américas pagaram propina a Cabral em imóveis que permanecem em nome de empresas ligadas aos grupos e de laranjas como Ary Filho, preso ontem.

    O ex-governador tem apartamentos-propina nos condomínios Saint-Tropez, Barra Summer e Atlântico Sul, todos na Barra da Tijuca. Ele também tem terrenos-propina no condomínio Portobello, em Mangaratiba (RJ), onde possui uma mansão.

    10+
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    • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 18:37

      Eu sempre me perguntei como era possível um país com renda média de 1200 reais ter imóveis com preços tão caros.
      Acredito que as descobertas da lava jato sejam parte da explicação: somente políticos e membros próximos do governo tinham cacife para comprar esses imóveis, e as propinas e lavagens de dinheiro ajudavam a elevar ainda mais o preço dos bolhudos.

      Mas para rirmos um pouco. O brasileiro é tão bricklover que aceita receber propina em imóveis!!!
      Propina sem valor. Propina bolhuda!

      Ploc!

      25+
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  • Leonardo M. 3 de fevereiro de 2017 at 19:39

    CVR

    Eu e a senhora M. estamos desfrutando da nova cidade e AP que custa R$300.000,00 segundo a corvolaria mas nos cobra 1 salário mínimo menos R$80 = R$857 de aluguel mensal.
    Alguém bom de conta aí? Da quantos % do AP o aluguel?
    Menos de de 0.30% a.m de rendimento pro dono né?

    14+
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    • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 21:16

      0.2%
      Parabéns, está pagando 1 TR por mês. O imóvel dele está sendo corrigido pela TR.
      #SQN

      5+
      • Cesar_DF 3 de fevereiro de 2017 at 21:53

        rendimento bruto de 0,2857%
        menos 10% taxa adm = 0,2571%
        menos 27,5% de IR = 0,1607%
        menos 10% vacância = 0,1446%
        Lucro em 22 meses = 0,1446% X 300K X 22 = R$ 954,36
        menos IPTU e condomínio durante 2 meses de vacância = (2 X 300) = R$ 600
        Lucro em 24 meses = R$ 954 – R$ 600 = R$ 354
        Uma aplicação que rendeu R$ 354 em 24 meses a partir de uma aplicação de 300K
        R$ 354 / 24 = R$ 14,75 por mês
        R$ 14,75 / R$ 300.000 = 0,0049% ao mês de rendimento liquido

        19+
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        • Cesar_DF 3 de fevereiro de 2017 at 21:55

          Se for considerado o custo de oportunidade e a depreciação do imóvel, ele está pagando para você morar

          9+
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        • Leonardo M. 4 de fevereiro de 2017 at 13:31

          Ano que vem quando tiver reajuste vou mostrar isso pra ele e tentar ma ter o mesmo preço. Quem sabe cola?

          1+
    • JJJ_brasilia 3 de fevereiro de 2017 at 21:48

      Leonardo M.,

      Tem uma coisa ruim no seu contrato, o reajuste pelo salário mínimo, veja que o reajuste é pelo salário mínimo, ou seja, o salário mínimo aumenta e você não negocia, é automático.

      Outro ponto, o desconto é fixo, R$ 80,00 se quiser ficar alguns anos o reajuste do salário mínimo pode ser maior do que o de mercado.

      Outra coisa, reajuste pelo salário mínimo é ilegal, os preços tem que ser contratados em reais.

      Hoje está bom, mas se o aluguel cair mais, pode ficar caro.

      3+
      • Leonardo M. 4 de fevereiro de 2017 at 13:29

        Eu e você sabemos que os próximos 4 anos nenhum presidente vai poder aumentar o salário acima da inflação.
        Se a inflação for 5% este ano prepare aumento do mínimo de 4% ano que vem, ao menos que o temer de uma de Dilma… Ai ferrou

        1+
        • JJJ_brasilia 4 de fevereiro de 2017 at 14:09

          Sim o salário mínimo pode não aumentar muito, mas você fica fora de não ter aumento, o que é bem comum hone.

          1+
  • thiago fm 3 de fevereiro de 2017 at 19:54

    Pra que não restem dúvidas constam no sítio do IPEAD/UFMG dois relatórios. Um deles é a pesquisa de imóveis novos, com dados de preços de venda à vista, oferta e quantidade de unidades vendidas. Esta pesquisa foi descontinuada infelizmente, após registrar uma série de dados de mais de 20 anos.

    Há ainda o relatório “Série Histórica do ITBI”, que é de fato o retrato mais fiel que se pode obter do mercado imobiliário de uma cidade. O que a UFMG fez foi consolidar e compilar todas as transações de compra e venda efetivamente registradas para arrecadação do ITBI da Prefeitura de Belo Horizonte. Isso quer dizer que não há projeções ou amostragens, já que lá se encontram todo o universo de transações registradas na cidade entre 2011 e 2015, com o valor total transacionado e a metragem total comercializada por período.

    Como a atualização é anual, ainda não se pode descartar uma eventual continuação desse relatório, mas ainda que não aconteça, o material lá disponível serve para que se tenha uma noção real das vendas e dos preços praticados na cidade e em momentos oportunos servir como parâmetro seguro para comparação com outras pesquisas, tais como a do CRECI, por exemplo.

    Já disse que minha intenção não é ficar batendo boca no blog e sim disponibilizar o material e as informações que coletei e processei nos últimos meses – que não é pouca – e quem sabe nesse processo ajudar alguns poucos de mente aberta a chegarem a uma compreensão melhor não só do passado, mas das perspectivas do mercado imobiliário.

    Os esquema tradicional de tópicos do blog é bom, mas notícias no geral funcionam apenas como um “frames” da realidade. Quem quiser entender o filme precisa capturar o movimento em série e, neste caso, tenho certeza que as dezenas de gráficos que tenho postando nos últimos meses podem contribuir. Quem acha que estou manipulando e torturando os dados, pode optar por buscar as fontes que nunca deixo de citar, gastar algumas horas do seu tempo e fazer por si só.

    Penso que ninguém melhor que a própria pessoa para avaliar se deve ou não comprar e quando fazê-lo. Logo ninguém me pegará dizendo que é hora de comprar. Prefiro divulgar os dados para que cada que de posse dos dados decida sozinhp e desta forma possa assumir a responsabilidade por suas escolhas, que sempre virão acompanhadas de fatores subjetivos.

    Para quem não tem a mesma disposição que eu para o estudo e quiser ter uma ideia melhor do que aconteceu com o mercado imobiliário de Belo Horizonte nos últimos tempos seguem mais alguns gráficos extraídos com dados de ambas as pesquisas da UFMG. Esses dados fariam parte da continuação do meu trabalho, mas como já não tenho certeza se ele será publicado vou começar a soltar aos poucos:

    https://s24.postimg.org/41z3ao03p/PESQUISAS_MERCADO_IMOBILI_RIO_BH.png

    3+
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    • thiago fm 3 de fevereiro de 2017 at 21:35

      Traduzindo o trecho a seguir que ficou péssimo…

      “Prefiro divulgar os dados para que cada que de posse dos dados decida sozinhp”

      Significa:

      “Prefiro divulgar os dados para que cada um decida sozinho”

      2+
      • Minions 3 de fevereiro de 2017 at 22:58

        Thiago,
        Se não me engano, você trabalha na CEF…Então gostaria de saber:
        1. Por que a CEF aceitava 3 depósitos mensais como “comprovante de renda”?
        2. Por que o contrato da CEF traz uma tabela com previsão de parcelas decrescentes mas desconsidera a TR neste cálculo? Claro que a TR é futura então por que faz uma previsão de planilha que jamais se concretizará?
        3. Por que as agências cobram de 3% a 5% de “taxa de reciprocidade” em produtos que o motumbado tem que comprar (seguros, capitalização, …) senão não libera o financiamento!?
        4. Qual o percentual que os funcionários da CEF ganham na venda desses produtos? Se a “roda parar”, além de não cumprir a meta, vão perder $$$?
        5. Se os imóveis continuarem a queda de preços, as garantias da CEF “evaporarem” (vide os leilões com 80%OFF) o que aconteceria com a CEF e com seu emprego?

        20+
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    • Cesar_DF 3 de fevereiro de 2017 at 21:40

      Interessante é que de 2010 para 2012 os lançamentos cairam pela metade e o estoque continuou subindo.

      7+
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  • Cajuzinha 3 de fevereiro de 2017 at 20:49

    Cidades
    Avenida São Gualter tem 25% de imóveis para venda e locação

    Os altos preços do valor do aluguel e a violência motivam a desocupação de uma das principais vias do Alto de Pinheiros

    Por Gabrielli Menezes
    access_time 3 fev 2017, 20h31 – Atualizado em 3 fev 2017, 20h33

    7+
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    • Cajuzinha 3 de fevereiro de 2017 at 20:52

      Segundo os inquilinos, o preço dos alugueis aumentou cerca de 50% e o IPTU, 60% nos últimos dois anos. “Há vários imóveis desocupados e uma procura muito baixa. Mesmo assim, os preços estão acima de realidade do mercado”, acredita Hamilton César Silva, diretor de marketing da Local Imóveis, uma das imobiliárias que somam mais placas na avenida.

      9+
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      • Joao 4 de fevereiro de 2017 at 10:12

        O feitiço virou contra o feiticeiro.

        3+
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  • Cajuzinha 3 de fevereiro de 2017 at 21:02

    Segundo os inquilinos, o preço dos alugueis aumentou cerca de 50% e o IPTU, 60% nos últimos dois anos. “Há vários imóveis desocupados e uma procura muito baixa. Mesmo assim, os preços estão acima de realidade do mercado”, acredita Hamilton César Silva, diretor de marketing da Local Imóveis, uma das imobiliárias que somam mais placas na avenida.

    4+
  • Cajuzinha 3 de fevereiro de 2017 at 21:04

    Segundo a Moody’s, os ratings da PDG refletem seu desempenho operacional fraco, estrutura de capital insustentável, perfil de liquidez em evolução com vencimentos de dívida de curto prazo significativos e a visão de alta probabilidade de que a empresa entre com um pedido de recuperação judicial em breve.

    9+
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    • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 21:22

      http://fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=PDGR3&x=0&y=0

      É uma das ações mais feinhas da bolsa atualmente. Tem um monte de gente comprando para especular em cima de afagos do governo, mas os fundamentos estão horríveis.

      Eu sei lá se essa empresa sobrevive. Provavelmente não.

      6+
      • Cadeludo 3 de fevereiro de 2017 at 21:49

        tô de butuca esperando pra entrar vendido com 30k
        o problema é a chinelagem que é a bovespa

        2+
        • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 22:31

          Tem muita gente apostando nisso! Em alguma novidade desastrosa que vai jogar o preço no chão.

          E concordo contigo. Bovespa é uma chinelagem só.

          3+
  • Cesar_DF 3 de fevereiro de 2017 at 21:34

    Site de leilão de imóveis anunciando 80% abaixo do valor de avaliação

    Apartamento de 128m2 no Jardins por 387K
    http://www.sold.com.br/lote/ver/872077

    Apartamento de 120m2 na Vila Andrade, por 304K
    http://www.sold.com.br/lote/ver/872078

    11+
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    • Cesar_DF 3 de fevereiro de 2017 at 21:41

      27+
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      • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 21:44

        Eu achei que fosse propaganda do blog KKKK

        Só depois vi seu nome em cima.
        Os corvos piram com uma promoção dessas
        Como assim não valorizou 30%??

        Ardência nos bricklover

        20+
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  • Cadeludo 3 de fevereiro de 2017 at 21:47

    vi na tv bolhudinho da tenda com entrada em 60 x
    me segura que vou me atirar com tudo
    só pode ser herança da dilmãe aquela fofa

    11+
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  • Alemon Fritz 3 de fevereiro de 2017 at 22:19

    Aumentou o número de distratos na Even?
    O distrato está muito ligado ao número de entregas. Quando você entrega mais, tem mais distrato.
    A reação da Even (e do motumbo)

    4+
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  • Alemon Fritz 3 de fevereiro de 2017 at 22:21

    http://www.istoedinheiro.com.br/reacao-da-even/
    (não sei o que está errado aqui: eu posto e não aprece, dá erro, uma moderação.. some, agora deu certo,será)

    4+
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  • Alemon Fritz 3 de fevereiro de 2017 at 22:25

    segundo a advogada Paula Farias, especialista em direito imobiliário, somente no escritório dela, na Grande Florianópolis, as ações para rescisão de compra de imóveis cresceram 80% em 2016… kkk

    8+
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    • Antigo 3 de fevereiro de 2017 at 22:29

      Qual é a sua avaliação do governo para o setor?
      O que é importante é a discussão sobre a regulamentação em relação aos distratos. Hoje, a lei, da forma como ela está, prejudica o investimento em novos negócios. Ela é uma lei muito dura. Atualmente, se um cliente compra um apartamento e teve uma redução de valor, ele vem buscar o distrato. Por sua vez, se o cliente compra um apartamento e tem um aumento de valor, a incorporadora não pode distratar. É desigual e esse aumento do volume de distratos dos últimos três anos é um risco para o setor.

      COITADINHOS!!!
      Não possuem o direito de tomar de volta o imóvel que sofreu valorização!!! POR QUE VENDEU ENTÃO?

      10+
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      • Oliveira 4 de fevereiro de 2017 at 10:00

        Realmente esse negocio de venda na pranta é um problema ….vamos parar então? Nem a pau, nê?
        Se o imovel aumenta nâo podemos distratar, sera porque o risco do negocia e da empresa e o cliente paga antecipadamente ? Quer o direito de distratar ? não receba a entrada antecipada, e cada um segue seu rumo.

        8+
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  • Pedlero 3 de fevereiro de 2017 at 22:33

    Olá Pessoal,
    From e demais bolhistas, grande abraço
    Estamos por aqui em BSB
    Estou para ir para a reserva Já sou 1 tenente e estou esperando sair capitao daqui a dois anos e levar para o resto da vida meus 10 mil contos .

    O Corvo mor está enrolado com uma venda fake. Não quis entrar em detalhes.

    Mas tenho um monte de colegas de uber que são corvos. Acho que a qualquer hora vai ter uber voando com um monte de corvos sustentando. kkkk

    Grande abraço. Bora dormir que vou trabalhar às 2 da manhã. Melhor horário.

    0
  • reznor 3 de fevereiro de 2017 at 22:54

    Quentinha prós TD lovers:

    http://economia.estadao.com.br/blogs/economia-a-vista/tesouro-direito-vai-ser-lancado-o-ipca-2045/

    Os especuladores piram!!!!!
    NTNB35 , vc foi muito importante para mim, mais vou te trocar pra uma mais nova. Desculpe, ainda gosto de você.
    Kkkk

    8+
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  • Alemon Fritz 3 de fevereiro de 2017 at 23:03

    corvos narigudos
    Colega de Trabalho foi ver um Apto, pretende vender a casa dela qdo aposentar e ir para um de 65m2, me conta que ontem foi ver um na semente…
    Corvo diz: – temos por 250k e só restam somente apenas 11 unidades!!, quase tudo vendido!!…
    Coleg:- é que eu ainda tenho que vender a minha casa, e esse aqui ainda está na planta.
    corvo: – caso este não fique pronto qdo a senhora vender a casa eu deixo a senhora morar num outro que temos até esse ficar pronto… (corvo bonzinho…)
    colega: qto é o condomnio..
    corvo: – apenas só 170reais (terá piscina, salao de festa e jogos) em 2 “torres” (nem ela acreditou kkkk)..
    colega… ok vou pensando e falo com vc…
    ela não é 666, converti numa 555, mas nem ela gostou das propostas narigudas…

    13+
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  • Mike Victor 4 de fevereiro de 2017 at 07:57

    http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/a-demanda-por-imovel-de-baixa-renda-nao-caiu-diz-presidente-da-mrv.ghtml

    Comprem! 2017 será melhor.

    Obs: abaixo do link da notícia na página principal tinha um banner da mrv

    8+
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    • Knolan 4 de fevereiro de 2017 at 11:13

      A demanda realmente não caiu. Por uma questão demográfica, a demanda só subiu. O problema é o preço… e demanda efetiva depende de preço.
      Vi anuncio em um desses grupos de “feira do rolo” no facebook. Ap de 60m2 por 160k. O pedido de informações foi enorme.
      A demanda real em sp não paga mais do que 3k o m2. Quem anunciar nessa faixa fecha venda. Quem insiste que seu bolhudo de 70m vale 350 mil, vai cair do cavalo, e vai acabar vendendo por 180.
      Eu me enquadro nesse grupo. Até 3,3k o metro peço informações (pra fechar no máximo em 3). Acima disso, não quero nem saber

      5+
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  • Cajuzinha 4 de fevereiro de 2017 at 08:21


    O custo da construção civil foi apontado como um problema do setor há alguns anos. Isso já foi superado?
    Hoje ocorre o inverso. Realmente, em 2009, 2010, tivemos um crescimento do custo muito grande, seja de mão de obra ou de materiais. Mas desde 2015 você enxerga essa curva no sentido contrário. Os custos de material vêm caindo mês e a mês e a mão de obra hoje é mais qualificada, mais produtiva e consequentemente, custa menos. A linha de custos foi muito favoravelmente impactada em 2015 e 2016, talvez isso seja o único ponto de positivo da crise. Isso reequilibrou a nossa matriz de custos e hoje estamos em uma situação muito boa. E, pela situação econômica do Brasil e do setor, ainda há margem para que os custos caiam ainda mais, especialmente o de materiais de construção.”
    http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/a-demanda-por-imovel-de-baixa-renda-nao-caiu-diz-presidente-da-mrv.ghtml

    5+
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  • De-boa-na-bolha 4 de fevereiro de 2017 at 08:37

    80% das pessoas que compram imóveis entram em dívidas.
    https://www.jornalspnorte.com.br/marcelo-segredo-80-das-pessoas-que-compram-imoveis-entram-em-dividas/

    ” Antes de fazer a loucura de financiar um imóvel é preciso fazer conta, um planejamento financeiro preciso e detalhado com previsão para desembolso na linha do tempo”

    8+
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    • Flyn 4 de fevereiro de 2017 at 10:22

      “Partindo do mesmo exemplo, se você aplicar o valor da entrada (R$ 100mil) no tesouro direto, por exemplo, terá um rendimento mensal de modestos de 1% ao mês, mas que, já irão lhe render R$ 1 mil todo mês.”
      Modesto 1%? Ele acha pouco? Ainda se diz consultor…

      2+
    • CA 4 de fevereiro de 2017 at 11:44

      De-boa-na-bolha,

      Segue um trecho da reportagem acima:

      “O sonho da casa própria tornou-se pesadelo para oito de cada dez mutuários, e o motivo do endividamento é a falta de planejamento financeiro. Pesquisa feita pelo Banco Mundial, em janeiro/2017, revela que apenas 4% dos brasileiros pensam no futuro, ou seja, fazem planejamento financeiro para realizar sonhos, e o imóvel é um deles.”

      Esta reportagem só pode ser mentira! Veja o que o Thiago FM disse logo abaixo:

      ““…mas penso que seria um tiro no pé alguém se candidatar a um financiamento, dispondo de algum valor de entrada, mesmo que baixo, sabendo que não tem condições de arcar com ele de forma sustentável, arriscando-se assim a perder o valor investido.”

      O trecho acima do comentário do Thiago FM foi para ele “ensinar” para nós, que não há nenhum problema nas pessoas usarem como comprovante de renda ao adquirir crédito imobiliário na CEF, depósitos e transferências entre conta corrente. Viu, ele estava explicando para nós que as pessoas jamais entrariam em um financiamento imobiliário sem poder arcar com o mesmo e isto significa que elas teriam um mínimo de noção sobre suas finanças, portanto, como dizer que 80% delas entram em dívidas e ficam em situação muito complicada só porque compraram imóveis e não tem o menor planejamento financeiro???

      Claro que o fato que sempre destaquei, com dados do próprio BACEN, de que a partir de 2010, ao mesmo tempo que a dívida das famílias com o crédito imobiliário simplesmente TRIPLICAVA em proporção à sua renda dos últimos 12 meses, a dívida para outros fins em proporção a renda caia, juntamente com a queda no consumo e o aumento na INADIMPLÊNCIA de forma relevante, mas nada disto significa que as famílias perderam capacidade de consumo e que elas entravam em um super-endividamento que destruía sua capacidade de se endividar mais e de consumir, colaborando para a derrocada da economia, tudo isto deve ser ilusão também…

      Não temos o recorde histórico de todos os tempos quanto a inadimplência de condomínios. Não temos o recorde histórico de leilões, mesmo com a CEF recuperando menos de 1/5 de todos os imóveis que entram em inadimplência e sendo responsável por 70% de todo o crédito imobiliário concedido, fora os truques contábeis, a venda de crédito podre para empresas abutres, as negociações com condições de pai para filho muito mais “agressivas” que nos bancos privados, dentre tantas outras gambiarras que ela pratica. Não temos o FIES com mais de 50% de inadimplência, assim como antes tivemos o “Minha Casa Melhor” nas mesmas condições. Não temos as construtoras e o segmento imobiliário como um todo desesperado em função dos distratos, que como constavam desde o início nos relatórios trimestrais das construtoras, tinha como principal causa a incapacidade financeira das pessoas conseguirem adquirir o crédito imobiliário no ato da entrega do imóvel e até hoje, uma consulta simples no ReclameAqui comprova que a grande maioria das reclamações quanto a distratos incluem a informação que a pessoa não tinha mais condições de continuar pagando ou de adquirir o crédito imobiliário. Não temos um patamar recorde de inadimplência de forma geral na economia, que inclusive foi um motivador para que alcançassemos um credit crunch superior a R$ 1 trilhão. Não, aqui no Brasil, as pessoas são extremamente responsáveis e conscientes quanto a tomada de crédito, ao contrário de todos os outros países do Mundo que tiveram explosão de bolha imobiliária e onde constatamos que DEPOIS que as famílias exauriram as alternativas de inadimplência de outros produtos e serviços, a inadimplência do crédito imobiliário disparou e não pôde mais ser MASCARADA. Claro, tudo que consta aqui, deve ser uma alienação nossa…

      4+
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  • Moreira 4 de fevereiro de 2017 at 10:03

    De boa na bolha,

    nessa reportagem me chamou a atenção – entre outras coisas – a expressão:

    “Clínica financeira”

    kkkkkkkkk.

    3+
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    • Antigo 4 de fevereiro de 2017 at 13:28

      Normal. O que não falta no país é doença financeira, daí a necessidade de clínicas. Super endividamento, otimismo com a renda futura, falta de investimento, dificuldade com matemática… tudo isso tem tratamento. Ou deveria.

      3+
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  • Cadeludo 4 de fevereiro de 2017 at 10:27

    revoada de corvos e proprietários tentando vender espeluncas no litoral do RS
    preço médio de qualquer muquifo meia água 200 mil reais
    não vende nem pagando promessa
    tem uma multidão querendo desovar kkkkkk
    não é fácil transformar imóvel em dinheiro em plena crise a pior de todas
    e o bananense ainda pensa em ter lucro é bicho muito burro mesmo

    9+
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  • thiago fm 4 de fevereiro de 2017 at 10:27

    Minions

    Thiago,
    Se não me engano, você trabalha na CEF…Então gostaria de saber:
    1. Por que a CEF aceitava 3 depósitos mensais como “comprovante de renda”?
    2. Por que o contrato da CEF traz uma tabela com previsão de parcelas decrescentes mas desconsidera a TR neste cálculo? Claro que a TR é futura então por que faz uma previsão de planilha que jamais se concretizará?
    3. Por que as agências cobram de 3% a 5% de “taxa de reciprocidade” em produtos que o motumbado tem que comprar (seguros, capitalização, …) senão não libera o financiamento!?
    4. Qual o percentual que os funcionários da CEF ganham na venda desses produtos? Se a “roda parar”, além de não cumprir a meta, vão perder $$$?
    5. Se os imóveis continuarem a queda de preços, as garantias da CEF “evaporarem” (vide os leilões com 80%OFF) o que aconteceria com a CEF e com seu emprego?

    4+

    Minions,

    1. Por que a CEF aceitava 3 depósitos mensais como “comprovante de renda”?

    Não se pode perder nunca de foco o contexto das coisas e dos eventos. A CEF é um banco estatal. Quando lemos a missão da empresa o que se sobressalta são os dizeres “ser o principal agente das políticas públicas do governo federal” e é exatamente isso que ela fez e continua fazendo durante todo esse tempo.

    Observe essa febre das contas inativas. Não precisa ser um gênio para perceber que essa medida partiu de cima pra baixo e foi dado pouco tempo para que a empresa operacionalize e atenda a demanda gigantesca que comparecerá às agências da CEF. O nosso ilustre presidente e o Meirelles não querem saber se a CEF terá condição de dar vazão a essa demanda extra num curto espaço de tempo. Como o governo está sobre pressão do mercado e da classe política, vai tomar medidas populistas aos montes, porque o que aconteceu com a Dilma é um prenúncio do que pode acontecer com um governo que perde a confiança do mercado.

    Cabe ressaltar que por mais que a CEF tenha sido um dos principais braços executores da política econômica dos últimos dez anos, ela não foi a única, visto que todas as estatais em maior ou menor medida sofreram algum tipo de intervenção e aparelhamento político, que inclusive favoreceram os desvios e a corrupção. Agora essas empresas estão colhendo os frutos de uma política que optou pelo consumo até sua exaustão e por políticas anticíclicas e manobras que colocaram em risco seus resultados e em última instância a sustentabilidade dessas empresas.

    Sob essa perspectiva, a maior flexibilização do crédito e a adoção de procedimentos menos rigorosos na concessão de crédito como a que você citou devem ser entendidas sob o espectro da fase expansiva do crédito no país e em função da política anticíclica do governo federal, a qual demandou a aceleração e “facilitação” da liberação de crédito direcionado e subsidiado para o segmento de consumo, com o intuito de evitar ou reverter a desaceleração cíclica da economia a partir de 2011. A insistência dessas medidas, somadas a uma política fiscal irresponsável adiaram um pouco os ajustes na economia, mas por outro lado potencializaram a maior recessão de todos os tempos, com os efeitos que todos conhecem.

    No caso da CEF essa política esteve centrada no crédito imobiliário, até pelo “know how” da empresa e pela hegemonia que o banco sempre teve nesse mercado. Essa escolha não é por acaso, da mesma forma que não me surpreendo nenhum pouco com a insistência atual do governo em incentivar esse setor, dada a ramificação que o setor imobiliário e de construção apresentam junto à economia real e a geração direta e indireta de empregos no país.

    Durante o processo a CEF ajudou a puxar os juros médios pra baixo e impetrar uma mudança estrutural das condições de financiamento, sobretudo no patamar de loan-to-value médio e no esticamento do prazo que ao meu ver ajudam a sustentar uma boa parte da defasagem gerada entre a renda média e os preços dos imóveis nos últimos anos, já que a parcelinha coube mais facilmente no bolso. Isso em contar a operacionalização do MCMV que, ao canalizar dinheiro e subsídios público e privado (FGTS) para dentro do mercado imobiliário, o que também contribuiu para o deslocamento e compensação dos preços de mercado à despeito da renda da população.

    Sobre o uso específico da comprovação de renda com depósitos confesso que sempre achei algo temerário, mas é preciso ponderar que nem todo mundo usa de má-fé na comprovação da renda informal. Não que eu duvide da capacidade dos brasileiros de fazer bananice, mas penso que seria um tiro no pé alguém se candidatar a um financiamento, dispondo de algum valor de entrada, mesmo que baixo, sabendo que não tem condições de arcar com ele de forma sustentável, arriscando-se assim a perder o valor investido. De qualquer forma se esse movimento tivesse sido preponderante, a inadimplência da CEF já teria explodido e a menos que o banco esteja maquiando os índices, isso não tem acontecido e ao meu ver nem parece que vai acontecer

    2. Por que o contrato da CEF traz uma tabela com previsão de parcelas decrescentes mas desconsidera a TR neste cálculo? Claro que a TR é futura então por que faz uma previsão de planilha que jamais se concretizará?

    Eu particularmente acho que não deveria constar mesmo aquela planilha, mas imagino que tenha sido alguma recomendação de órgão regulador ou de instituição de defesa do consumidor. De qualquer forma se não tivesse a dita cuja e a parcela começasse a subir ou não cair, o 666 não entenderia e reclamaria do mesmo jeito. Perceba que a mesma situação acontece com o INCC na compra na planta, já que a informação está lá e os caras ainda assim não lêem ou não entendem. O importante é que a informação sobre a TR está lá. Podem reclamar o quanto quiser no reclame aqui e na justiça que nisso não vão ganhar.

    3. Por que as agências cobram de 3% a 5% de “taxa de reciprocidade” em produtos que o motumbado tem que comprar (seguros, capitalização, …) senão não libera o financiamento!?

    Cara, essa eu vou falar, mas se você me acusar depois eu nego até a morte. Nesse é uma estimativa das taxas à vista, consulta de cadastro e sim … um produtinho bancário, de preferência seguro de vida. É venda casada sim, tal qual acontece em todos os bancos, mas se o cara for um consumidor chato como eu se recusa no ato da assinatura do contrato, quando haverá constrangimento. Se forçarem a barra, diga que é venda casada ou no máximo aceite uma capitalização, para resgatar o valor.

    4. Qual o percentual que os funcionários da CEF ganham na venda desses produtos? Se a “roda parar”, além de não cumprir a meta, vão perder $$$?

    Venda de produtos dá uma comissão em programa de pontos que não é muito em termos percentuais. Ninguém perde dinheiro sem vender, mas deixa de ganhar o lance que citei e sofre pressão por isso. Em casos extremos poder perder a função comissionada, mas nunca o cargo.

    5. Se os imóveis continuarem a queda de preços, as garantias da CEF “evaporarem” (vide os leilões com 80%OFF) o que aconteceria com a CEF e com seu emprego?

    Inadimplência oficial da CEF no segmento imobiliário gira em torno de 2% e continua mais ou menos estável, auxiliada é verdade pelo aumento das chamadas reestruturações (renegociações). A vantagem operacional do financiamento imobiliário é que existem mecanismos alternativos de pausa e incorporação da dívida em atraso (previstos em contrato) que ajudam na contenção da inadimplência, muito usados nos casos em que percebe-se que a falta de pagamento decorre de perda temporária de renda como na situação de desemprego, por exemplo.

    Na prática é justamente o crédito imobiliário que puxa a inadimplência total do banco para baixo, já que a carteira de crédito é praticamente 60% habitação. O incômodo maior vem do segmento de consumo PF e PJ que chega a ser o triplo disso em média. Vale lembrar que muito disso é efeito da canetada da Dilma e do Mantega no “Caixa Melhor Crédito” de 2012, o qual derrubou as taxas e atraiu muito lixo que virou “crédito podre dentro da carteira.

    Eu não acho que a inadimplência do imobiliário atingirá limiares críticos, nem mesmo na CEF, porque a degradação desse tipo de crédito acaba sendo mitigado por diversos fatores:

    5.1 – As taxas imobiliárias são fortemente reguladas e relativamente baixas quando comparadas às demais modalidades de consumo no Brasil. Quem paga quase 500% ao ano no cartão e sobrevive, tira de letra 8%a.a +TR da casa própria, até porque o medo de perder a casa é muito grande e as pessoas priorizam esse pagamento;

    5.2 – A CEF é um banco público e detém 2/3 da carteira imobiliária do país. Se considerarmos a predisposição do governo em ajudar as construtoras, acredito que haveria intervenção do governo para resgatar as milhões de famílias com seus sonhos e votos. Isso já foi feito inclusive no começo da década de 2000 através da EMGEA, muito bem apontado pelo Sachsida no Hangout histórico;

    5.3 – O mercado de Leilão é um mercado paralelo e com regras específicas e risco embutido. Por acaso você já percebeu que as pessoas gostam de mostrar os descontos vultuosos de leilão, mas ninguém aqui nunca se arriscou e contou um CVR de compra nesta modalidade? Ainda que o risco possa ser pequeno, bolhista tem aversão ao risco. Por isso que existe esse blog, inclusive.

    Além disso a oferta de leilão é baixíssima em relação a oferta total de mercado, o que evita a contaminação dos preços e a propagação de um possível efeito manada. Se a inadimplência ainda é baixa, muito menor é o percentual de imóveis retomados que na CEF representa entre 0,3 – e 0,4%. Nesse sentido, o forte aumento absoluto de imóveis é em grande parte reflexo do aumento da carteira do banco nos últimos anos, já que mais imóveis financiados resultam em mais imóveis para serem retomados.

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    • Cadeludo 4 de fevereiro de 2017 at 10:31

      A CEF é um banco estatal. Quando lemos a missão da empresa o que se sobressalta são os dizeres “ser o principal agente das políticas públicas do governo federal” e é exatamente isso que ela fez e continua fazendo durante todo esse tempo. = LIXO
      parei aqui

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      • thiago fm 4 de fevereiro de 2017 at 10:57

        Cadeludo,

        Trabalhar na empresa não significa que eu concorde ou defenda a forma através da qual a empresa atua. Tanto que nunca financiei imóvel mesmo com as facilidades de trabalhar no banco da habitação durante o auge do mercado. Eu simplesmente faço meu serviço, cumpro as normas e ela me paga por isso. No fim do dia ainda escrevo sobre os efeitos que o crédito imobiliário protagonizado por essa empresa causou aos preços e o féretro segue.

        Talvez seja um lixo mesmo, mas o fato é que esse lixo tem sido empurrado desde os tempos da escravatura e do Império. Enquanto subsistir a mentalidade do Estado provedor da sociedade e mediador da economia, sempre haverá uma CEF, mesmo que com outro nome. Sendo assim, ignorar ou não gostar de algo não faz com que essa coisa deixe de existir, mas talvez nos torne alienados.

        17+
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      • CA 4 de fevereiro de 2017 at 10:59

        Cadeludo,

        Falando em completa ALIENAÇÃO da realidade, essa é outra para morrer de rir, vamos considerar o aspecto cômico do comentário:

        “…mas penso que seria um tiro no pé alguém se candidatar a um financiamento, dispondo de algum valor de entrada, mesmo que baixo, sabendo que não tem condições de arcar com ele de forma sustentável, arriscando-se assim a perder o valor investido.

        Ele frequenta aqui há anos, nunca ouviu falar em distrato e nem porque ele acontece… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Ele disse que leu sobre bolha imobiliária em outras países, fala sobre isto, mas nunca viu na vida

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        • CA 4 de fevereiro de 2017 at 11:00

          Ops, toquei no “Post your comment” antes da hora, segue a última frase completa:

          Ele disse que leu sobre bolha imobiliária em outras países, fala sobre isto, mas nunca viu na vida que foi exatamente esta situação que aconteceu em todos os países que tiveram explosão de bolha imobiliária… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          8+
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          • CA 4 de fevereiro de 2017 at 11:51

            Reportagem um pouquinho acima deste comentário, bem esclarecedora sobre o quanto os brasileiros são responsáveis ao adquirirem o crédito imobiliário e não precisamos nos preocupar só porque a CEF aceita depósitos como comprovante de renda – kkkkkkkkkkkkkkk

            https://www.jornalspnorte.com.br/marcelo-segredo-80-das-pessoas-que-compram-imoveis-entram-em-dividas/

            Trecho do link acima:

            “O sonho da casa própria tornou-se pesadelo para oito de cada dez mutuários, e o motivo do endividamento é a falta de planejamento financeiro. Pesquisa feita pelo Banco Mundial, em janeiro/2017, revela que apenas 4% dos brasileiros pensam no futuro, ou seja, fazem planejamento financeiro para realizar sonhos, e o imóvel é um deles.”

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            • thiago fm 4 de fevereiro de 2017 at 12:24

              Boss.. a resposta caiu na moderação, então vou colocar de novo. Se puder exclua a outra…

              Eu disse que não duvido da capacidade de um 666 de fazer bananice, mas é preciso considerar que renda informal também é renda, a não ser nos casos de fraude em que seria um tiro no pé do próprio mutuário.

              Aproveito o ensejo para alertar que compra na planta, também conhecida como “jabuticaba brasileira” não é análoga ao crédito imobiliário, ainda que muitos de forma forçada tentem fazê-lo para justificar um subprime típico.Há diferenças fundamentais entre a compra na planta e a aprovação do financiamento bancário:

              1 – Entrada no estande é comissão de corretor. No banco não tem conversa: se não tem não leva. Na CEF percentual exigido e efeito de entrada foi média menor, mas no consolidado dos bancos dentro do SBPE nunca foi inferior a 35% do valor final do imóvel. Nesse caso a entrada é um filtro de 666, pois indiretamente aponta a existência de fonte de renda, já que dinheiro não brota em árvore.

              Se pararem para pensar o que as construtoras pedem hoje em relação a retenção dos pagamentos feitos na planta em caso de distrato voluntário é tudo que o banco sempre fez no Brasil com a entrada como garantia inicial. Nos EUA e nos casos emblemáticos de explosão de bolha imobiliária ao redor do mundo, em geral não havia regulação quanto ao percentuais máximos de empréstimo e comprometimento da renda, turbinados com a possibilidade de financiamentos em cascata, ou seja, tudo que nunca ocorreu no Brasil, mesmo com algum nível de flexibilização. Esses fatores, quando combinados com a euforia de uma mercado em alta costumam ser os principais responsáveis para que a razão valor do imóvel/dívida entre rapidamente em desequilíbrio, induzindo os mutuários a desistirem da hipoteca, o que por sua vez pode desatar um efeito manada.

              2 -Comprador ou melhor dizendo “promitente comprador” no caso da compra na planta paga parcelas reduzidas e precisa arcar com um valor que corresponde a 20-25% do valor do imóvel, sem análise de crédito à priori e ainda com plus do INCC. Ninguém sabe ao certo qual será a variação do índice e o montante de dívida final. No banco a capacidade de pagamento é auferida sobre a dívida total atualizada, ou seja, com parcela cheia que tende a queda (ao menos na teoria) e não alta certa como ocorre no fluxo de pagamentos na planta;

              3 – Quando a compra é feita na planta a pessoa não sabe quais serão as condições de aquisição na entrega, se terá emprego ou qual será a taxa de juros três anos depois. Nos últimos anos essas variáveis mudaram completamente no Brasil, tornado a aquisição no mínimo desvantajosa, quando não inviável;

              Já dissertei sobre isso há alguns dias atrás e reafirmo que a maior parte do problema sempre esteve na fragilidade intrínseca do modelo de compra na planta, o que não necessariamente tem a ver com existência de demanda artificial por causa dos distratos. Se tivesse acontecido a segunda hipótese os preços já teriam despencado (como aliás acontece na maior parte das bolhas especulativas pelo mundo) visto que a demanda e lançamentos já voltaram aos patamares históricos e nada há mais para esconder que o mercado já não saiba.

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        • thiago fm 4 de fevereiro de 2017 at 11:44

          Eu disse que não duvido da capacidade de um 666 de fazer isso, mas é preciso considerar que renda informal também é renda, a não ser nos casos de fraude em que seria um tiro do mutuário no próprio.

          Há diferenças fundamentais entre a compra na planta e a aprovação do financiamento bancário:

          1 – Entrada no estande é comissão de corretor. No banco não tem conversa: se não tem não leva. Na CEF percentual exigido e efeito de entrada foi média menor, mas no consolidado dos bancos dentro do SBPE nunca foi inferior a 35% do valor final do imóvel. Nesse caso a entrada é um filtro de 666, pois indiretamente aponta a existência de fonte de renda, já que dinheiro não brota em árvore.

          Se pararem para pensar o que as construtoras pedem hoje em relação a retenção dos pagamentos após distrato é tudo que o banco sempre fez com a entrada como garantia no Brasil. Nos EUA e nos casos emblemáticos de explosão de bolha imobiliária pelo mundo, em geral o percentual de LTV era desregulado, com possibilidade de financiamentos em cascata. Esse fator é um dos principais responsáveis para que o valor a relação valor do imóvel/dívida entre rapidamente em desequilíbrio, provocando efeito manada por desistência;

          2 – A retenção da entrada pelo banco é tudo que as construtoras têm implorado para obterem no caso dos distratos. Não é por acaso que a inadimplência das construtoras são filtradas pela porta giratória dos bancos, evitando o risco sistêmico.

          3 -Comprador ou melhor dizendo “promitente comprador” paga parcelas reduzidas e precisa arcar com um valor que corresponde a 20-25% do valor do imóvel, sem análise de crédito à priori e ainda com plus do INCC. Ninguém sabe ao certo qual será a variação do índice e o montante de dívida final. No banco a capacidade de pagamento é auferida sobre a dívida total atualizada, ou seja, com parcela cheia que tende a queda na teoria e não com crescimento certo como no fluxo de pagamentos da planta;

          4 – Quando a compra é feita na planta a pessoa não sabe se terá emprego ou qual será a taxa de juros três anos antes. No banco é analisado a situação de fato

          Em suma, como disse há alguns dias atrás, o problema sempre esteve na fragilidade intrínseca no modelo de compra na planta, o que não necessariamente tem a ver com demanda artificial. Se tivesse acontecido a segunda hipótese os preços já teriam despencado, como aliás acontece na maior parte das bolhas especulativas pelo mundo, visto que a demanda e lançamentos já voltaram aos patamares históricos e nada há mais para esconder que o mercado já não saiba.

          0
    • Antigo 4 de fevereiro de 2017 at 13:24

      Embora não concorde com muito do que você disse, aprecio o tempo que você gastou para mostrar um pouco como são as coisas dentro da CEF. Valeu! Também não acho que essas políticas da CEF sejam corretas e façam bem ao país, muito pelo contrário.

      Em especial a parte da venda casada… sempre achei isso o fim da picada, ficou bem claro como e porque acontece…

      7+
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      • Alemon Fritz 4 de fevereiro de 2017 at 14:18

        Uma vergonha tbm eram os “correspondentes imobiliarios” da caixa dentro da imob no feirão…
        em Floripa o cara que que lidava com o financiamento na caixão tinha uma construtora junto com o filho. Ficava fácil.

        4+
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      • thiago fm 4 de fevereiro de 2017 at 18:02

        Antigo,

        Sempre responderei com respeito às pessoas que me tratarem com respeito. Já disse outras vezes que não sinto a necessidade de que as pessoas concordem comigo. Quero apenas a possibilidade de expor minha opinião e continuar nesse espaço que fiz parte e ajudei a cultivar há muito tempo atrás. Eu consigo admitir e reparar erros e conviver com o contraditório, mas percebo que algumas pessoas simplesmente não conseguem. Isso é uma pena, pois é assim que se constrói o conhecimento, ainda mais em matérias econômicas. Se ninguém acerta tudo, chegar o mais perto possível é uma vitória.

        Já esperei muito as mesmas coisas que a maioria aqui espera e respeito quem quer continuar esperando, mas sou um cara racional demais para fingir que tudo está saindo da forma que imaginava no início. Não se trata de torcer contra a bolha. Adoraria ver os preços despencando, mas não é isso que os fatos e dados tem mostrado. Infelizmente ou felizmente, informação pra mim é uma praga e ao mesmo tempo um vício. Depois que se tem, não dá pra não usar e saber compartilhar na minha opinião é uma virtude.

        Sei justamente o que uma pessoa que chega nesse blog quer ouvir, mas não sou hipócrita para alimentar esperanças que podem terminar numa desilusão muito maior. Quando um posicionamento pode valer dinheiro em última instância, prefiro não contar com abstrações, sorte ou torcida. Quando decidi não comprar em 2008, gostaria de ter esbarrado com um cara como eu que pudesse ter me convencido que estava errado naquele momento. Então não se esqueçam que é a prática que valida as teorias

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    • Master Yi 4 de fevereiro de 2017 at 14:42

      Vou logar só para a agradecer a colaboração do Thiago. Acho a discussão totalmente válida.
      Sobre sua argumentação em relação ao mercado imobiliário, também acho válido.
      Obviamente que ele não vai convencer ninguém, assim como ninguém vai conseguir convencer ele do contrário. De qualquer forma, o debate civilizado com quem pensa de maneira oposta é bastante enriquecedor, do contrário o blog se tornaria bastante monótono.

      2+
  • Cadeludo 4 de fevereiro de 2017 at 10:36

    “CONDIÇÕES ESPECIAIS para SAIR do ALUGUEL”
    As melhores opções do MCMV
    SUBSÌDIO de até R$27.500
    Entrada a partir de R$ 49,00
    42m a partir de 120.000
    pague 400 mil em 35 anos pelo SEU LIXO
    Isso é missão ou maldição CEF?

    12+
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    • Knolan 4 de fevereiro de 2017 at 11:37

      O menino falou certo….. é o governo fazendo seu papel… de manter a população pobre, alienada e dependente

      17+
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  • Chapolin 4 de fevereiro de 2017 at 12:14

    http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/fortaleza-tem-o-m-mais-caro-da-regiao-nordeste-1.1698418

    Presidente do Sinduscon avisando que vai haver uma estabilidade este ano, momento bom para comprar imóvel, mas o preço não vai baixar….

    Acho que já ouvi isso antes…..

    6+
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    • Antigo 4 de fevereiro de 2017 at 13:30

      Preços estáveis e com leve queda. Esse é o papo padrão dos corvos.

      3+
      • Alemon Fritz 4 de fevereiro de 2017 at 14:07

        já vai 3 anos anos com preços estáveis (abaixo da inflação)..o preço médio anunciado do metro quadrado teve queda real de 5,48% em 2016. estavelmente.

        4+
    • Antigo 4 de fevereiro de 2017 at 13:39

      A gente comentou no tópico passado. Sortearam entre os compradores do empreendimento, mas como a construtora estava com muitos imóveis encalhados, ela mesma foi sorteada.

      Quer situação mais bolhosa que essa? Para vender precisa de promoção, e mesmo assim vende pouco, levando a promoção ser fracassada.

      7+
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    • socrates 4 de fevereiro de 2017 at 17:09

      que bizarro! O carro foi usado como chamariz para vender os apes. Se só tivesse um comprador, este deveria levar o carro.

      O carro estava com o valor embutido no preço dos apes. Se não estava, é muito amadorismo (yang mode on).

      1+
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  • De-boa-na-bolha 4 de fevereiro de 2017 at 12:39

    Ca,
    O contraditório é uma boa oportunidade de repensarmos alguma ideia, o pessoal do blog é civilizado e tenho aprendido bastante ao ler os comentários, mas causa uma estranheza enorme o tempo e energia gastos pelo thiago fm para nos convencer que estamos equivocados sobre o mercado imobiliário, quando qualquer criança a partir dos sete anos saberia diferenciar que os preços dos imóveis passam por uma distorção absurda que está sendo corrigida e que ainda falta muito para o fundo do poço ser atingido.

    15+
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    • CA 4 de fevereiro de 2017 at 15:23

      De-boa-na-bolha,

      Ele está só trollando (sic) o blog.

      Antes da crise aparecer ele dizia que não seria tão grave quanto alertávamos, que o aumento do desemprego não seria tão relevante, etc. Dizia ainda que os distratos eram irrelevantes em relação ao mercado como um todo. Depois ainda disse que o problema era só para as construtoras “quebradas” que não afetava as demais e nem o mercado como um todo.

      Depois da crise, no início de 2015, ele dizia que não via nenhuma queda brusca na verba da poupança / crédito concedido com verba da poupança (SBPE) que caiu 30% em 2015 e mais 38% em 2016.

      Ele também fez vários ataques fraudulentos para tentar “quebrar os pilares” (palabras dele) que explicitavam subida ANORMAL de preços no inflar, queda anormal no explodir etc, em todos eles a fraude era demonstrada, na maioria das vezes usando as mesmas fontes e critérios que ele mesmo havia utilizado para tentar enganar a galera. A cada nova tentativa que era desmascarada ele fazia um novo golpe e fingia que o anterior nem havia existido, saia assobiando e disfarçando…

      Agora ele diz que o FGTS é a salvação da pátria, que não acredita em disparada da inadimplência, que os preços vão se sustentar porque aumentamos muito o prazo de pagamento e os juros caíram ou seja ele acha que só porque repetimos tudo que os outros países que passaram pela bolha fizeram, não teremos nenhuma das consequências que eles enfrentaram. Ele acha que tudo isto é “sustentável”, apesar das medidas DESESPERADAS e ridículas do governo que ocorrem SEMANALMENTE. Por que? Não precisa ter porque, como em todas as outras vezes, é só para trollar (sic) mesmo… Ah, sobre o trabalho enorme para replicar em centenas de gráficos as brilhantes teses do Amorinha, o motivo é ele saber o que vai acontecer com a CEF onde ele trabalha e tentar postergar ao máximo, só isso…

      2+
      • thiago fm 4 de fevereiro de 2017 at 17:17

        Nem vou perder meu tempo em responder essa, mas te lanço um desafio. Seja leal e faça como eu fiz contigo: mostre onde constam todas essas afirmações que eu supostamente teria feito.

        1+
        • CA 4 de fevereiro de 2017 at 18:04

          Leal e fazer como você fez comigo?

          Kkkkk

          Você quer dizer FRAUDAR as informações???

          O pessoal já viu as evidências em tópicos anteriore, são do final do ano passado já esqueceu???

          Sobre o que você dizia antes do Master Reset, é com isto que você conta não é com os tópicos apagados, dai é só você fazer de conta que não dizia…

          3+
          • thiago fm 4 de fevereiro de 2017 at 18:13

            Busque e cole por favor, como fiz todas as vezes que te imputei uma afirmação polêmica.

            1+
            • thiago fm 4 de fevereiro de 2017 at 18:33

              O que eu admito ter escrito é que na minha opinião a iminente quebra das construtoras já moribundas poderia até causar algum impacto pontual nos preços, mas não um realinhamento estrutural como muitos esperam que aconteça.

              1+
  • Alemon Fritz 4 de fevereiro de 2017 at 15:30

    Janeiro
    Preço dos imóveis residenciais fica estável em janeiro, na média de 20 cidades

    mas….
    No acumulado dos últimos 12 meses – janeiro, os preços médios das moradias nas 20 cidades pesquisadas avançaram apenas 0,65%, o que corresponde a uma alta inferior à inflação do período, estimada em 5,49%..

    http://www.dci.com.br/servicos/preco-dos-imoveis-residenciais-fica-estavel-em-janeiro,-na-media-de-20-cidades-id604161.html
    la vivenda baja.

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  • Alemon Fritz 4 de fevereiro de 2017 at 15:34
  • Oliveira 4 de fevereiro de 2017 at 22:33

    Pessoal tenho feito algumas pesquisas no OLX, e tenho me deparado com tantos anuncios de imoveis usados tao absurdos que eu tenho uma desconfiança de que corretores estão influencindo propositalmente na absurda distorção para distorcer a percepção de eventuais compradores para que outros imoveis novos oferecidos por construtora parecam mais tragaveis que as opçõede usados tipo bode na sala. Vejo imoveis , barracos, em sintuações inabitaveis, ou mesmo terrenos por 150, 300 mil precos de apartamentos bons e novos? Co, o pode tantos sem nenhuma noção?

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    • Cajuzinha 5 de fevereiro de 2017 at 11:53

      Percebo ainda muita falta de noção em anúncio de imóvel usado. Acho que são pessoas que viram há um tempo imóveis semelhantes serem vendidos por valores altos. Assim, na lógica dessas pessoas, claro que depois de um tempo o preço aumenta. Muitos não teriam condições de comprar o próprio imóvel pelo preço que pretendem vender.

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    • anti_corvo 5 de fevereiro de 2017 at 21:24

      Geralmente isso ocorre por opção do proprietário. No ano passado eu fui em uma imob para ver sobre o aluguel de um kitnete, conversando com a corretora ela me disse que naquele dia estava cansada pois um vivente foi buscar ela para avaliar o imóvel, na visão dela no máximo 130 mil e o mesmo exigindo 250k pelo imóvel. Deve estar a venda até hoje.

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