Família volta a comandar Rossi depois de 15 anos – Valor

A incorporadora tem registrado 70% de rescisões nos projetos. De janeiro a setembro, a Rossi teve vendas líquidas de R$ 68 milhões e distratos de R$ 500 milhões. Também contribuíram para a frustração das projeções, menor velocidade de vendas em 2016, queda nos preços e demora na conclusão dos repasses de unidades prontas.

O mercado avalia que a Rossi é uma das incorporadoras que pode ter de recorrer a uma recuperação judicial para equacionar sua situação financeira.

Matéria completa em http://www.valor.com.br/empresas/4830984/familia-volta-comandar-rossi-depois-de-15-anos

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Comments
  • CA 11 de janeiro de 2017 at 10:32

    Será que realmente é uma novidade o que está acontecendo com a Rossi?

    Replico e ajusto para este tópico, texto que ficou ao final do tópico anterior a este respeito:

    A sequência das construtoras que mais estimularam o subprime brasileiro baseado em vendas falsas na planta e seus correspondentes distratos e assim eram as grandes candidatas a quebrarem em função disto, da esquerda para direita, é a que consta no link abaixo, referente a trabalho publicado por aqui no início de 2014, com dados de anos anteriores:

    http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Post-23-imagem-2-corrigida.png

    Na época apostei que a Brookfield poderia quebrar antes da Rossi. O motivo foi a análise da situação da Brookfield quanto a dívida líquida versus patrimônio liquido ser ainda pior que a da Rossi e pelo fato da Rossi estar adotando um conjunto de ações mais “parrudas” à época, como o abandono dos imóveis populares que eram o grande foco dos distratos, abandono de praças menos viáveis, downsizing mais radical entre as construtoras, foi a que primeiro começou a vender terrenos em larga escala, etc.

    Na prática, após este período, a Brookfield ainda conseguiu manter lançamentos, mesmo tendo super-estoques (inclusive no ano de 2016), ou seja, ela pedalou e com isto seus resultados estão mais maquiados que os da Rossi, mas a Brookfield ainda continua em péssima situação financeira. Tentou sair da BOVESPA (OPA) em 2016, mas não conseguiu, provavelmente vai continuar tentando, pois esta é uma estratégia fundamental deles para que possam fazer todo e qualquer tipo de gambiarra, inclusive intensificar vendas falsas na planta ou adiar reconhecimento de distratos, com muito mais liberdade, com menos fiscalizações.

    Já a Rossi, em virtude de ter a segunda maior desproporção entre estoque e vendas dentre todas as construtoras já em 2012/2013 (ver gráfico no primeiro link acima, a “Roci” só perdia neste quesito para a Viver), tendo assumido a liderança inconteste neste quesito a partir de 2014, apesar de todas as ações que mencionei acima, está sentindo o peso destes super-estoques que só geram custos crescentes versus receitas cada vez menores e principalmente, como não teve lançamentos em 2016, não pode maquiar os números com vendas falsas na planta. Por isto que o “sonho” da Rossi, apesar de super-estoques absolutamente absurdos e distratos em percentual recorde incrementando ainda mais estes estoques, é o de voltar a fazer lançamentos em 2017, para que as vendas falsas ajudem a iludir o público e para tentarem ganhar fôlego via falsas esperanças para os credores.

    A disputa está em andamento ainda, vamos ver como vai ficar esta sequência. As duas últimas do gráfico acima (MRV e Gafisa) são as que estão mais pedalando via lançamentos em volumes relevantes e vendas falsas na planta, por isto parece que vivem em um “Universo Paralelo”, mas é apenas um grande truque de ILUSIONISMO sendo estendido ao máximo, o mesmo truque praticado por Viver, PDG e Rossi ao longo de anos, sabemos como isto acaba…

    O link com o trabalho completo para entender porque desde os resultados oficiais das construtoras referentes aos anos de 2012/2013 já era possível prever quais iam quebrar, consta abaixo:

    http://defendaseudinheiro.com.br/a-bolha-imobiliaria-e-o-subprime-brasileiro

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    • O Cramulhao de FHCigienopolis45 11 de janeiro de 2017 at 10:42

      E mais fatos sobre a RoCi :

      – continuam pedalando…não sei como não mudam de atitude. Talvez porque quem vai se ferrar nessa sejam apenas os 666 que pagam imóvel na planta ?

      – muita gente incompetente lá dentro. Muita mesmo. Dá-se a impressão que foi proposital a contratação de tanta gente ruim na “Roci”. Ruim de gestão, ruim de cálculo, ruim de estratégica, ruim de contabilidade, ruim de matemática e principalmente “ruim de bom senso”!

      – é o unico lugar onde vc conversa com engenheiros que não sabem usar uma integral tripla, administradores não sabem o fluxo de caixa e a equipe de estratégia não sabe calcular e nem o que fazer com o estoque.

      – E os vendedores? Esses ainda comemoram as pedaladas, as vendas entrando, o dinheiro vindo, até quando vai essa bicicleta ? Aí fica a pergunta…

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      • CA 11 de janeiro de 2017 at 11:04

        Cramulhao,

        Como falamos antes, depois de criada a “fórmula mágica” que impulsiona as vendas falsas na planta como nunca, gerando uma euforia irracional e com isto um grande crescimento nos preços das Ações e altíssimo lucro para os fundadores, nada melhor do que ter administradores incompetentes, engenheiros inexperientes, etc.

        O fato é que a “fórmula mágica” embutia em seu coração o mecanismo de auto-destruição, neste caso, os distratos em volume anormal. Se é uma situação de terra arrasada pela intensidade do golpe aplicado, nem trazendo um grão-mestre em cada assunto poderia reverter, então, para que tentar trazer profissionais altamente competentes em cada um destes assuntos? Aliás, se trouxessem profissionais altamente competentes, estes perceberiam rapidamente o golpe e lutariam para fazer o certo ou simplesmente pulariam fora assim que pudessem, por isto que este tipo de alternativa não é viável para estas empresas que foram as líderes do subprime brasileiro, dentre elas, a Rossi.

        Como a Rossi sobreviveu por tanto tempo?

        Depois do resultado catastrófico de 2012, eles fizeram um downsizing radical, deixaram de lançar imóveis populares, abandonaram várias praças, começaram a vender terrenos em alto volume, dentre outras ações para buscar a recuperação.

        O fôlego gerado foi pequeno, já em 2013 e 2014 a Rossi precisou de apoios de BB e CEF com empréstimos com condições de pai para filho, para ganharem alguma “sobrevida”. Em 2015 e 2016, daí já podiam colocar a culpa na crise, assim como fizeram PDG e Viver antes e passaram a contar com as renegociações intensas com credores, que acabaram se transformando em uma “reestruturação de dívidas”, já transferindo grandes prejuízos para estes credores (prazos alongados, juros reduzidos, etc). Neste jogo, os credores sabem muito bem que as garantias dadas são podres, com valores reais muito inferiores aos que eles reconhecem em seus balanços, mas o ilusionismo é fundamental para eles, que não querem registrar estes prejuízos para não expor o tamanho do rombo associado a nossa bolha imobiliária, por isto que ajudam o quanto podem a Rossi. Eles (credores, governo e construtoras) querem fazer parecer que o que está acontecendo com estas construtoras é algo decorrente da crise que começou a aparecer em 2014, querem a todo custo fazer de conta que não são consequências típicas de toda bolha, por isto, estão adiando ao máximo o inevitável e “preparando” as pessoas informando com antecedência sobre a quebra destas construtoras, para reduzir a surpresa e os impactos negativos consequentes (exemplo de impacto negativo: efeito manada praticamente zerando as vendas falsas na planta e com isto inviabilizando até as pedaladas das construtoras que ainda tem fôlego, seria como alguém empurrar a bicicleta em movimento).

        O mais provável é que primeiro a PDG oficialize a sua recuperação judicial e ainda neste primeiro semestre de 2017, a Rossi faça o mesmo. A Rossi bem que gostaria de fazer lançamentos e com isto pedalar com aumento nas vendas falsas na planta, maquiando os resultados, mas isto está cada vez mais difícil, assim como aconteceu com a PDG, elas não tem fôlego para estas pedaladas.

        Voltando ao assunto dos funcionários da Rossi, é claro que eles também tem muito wishful thinking que os leva a quererem acreditar que a situação não é tão grave assim, quererem acreditar que a economia e a empresa vão se recuperar rapidamente, quererem acreditar em algum auxílio externo mirabolante, etc., etc., etc…

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        • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 11:16

          CA perfeito, concordo 99,9999% com vc
          só que acho impossível o governo Temer aceitar a quebra delas
          elas são “too big to fail”
          aqui vige o capitalismo de estado
          vão fazer tudo o que puderem fazer pra evitar isso, ou pelo menos empurrar para o proximo eleito em fim de 2018.
          lembrando que aqui o BC é estatal e lá o Fed é uma entidade privada.
          no meu ver o ciclo de distratos vai continuar, zezé cisticerco vai continuar falando que é soft, fingezap vai dar eternos 0 qualquer coisa negativos.

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          • Nelson Schadenfreude 11 de janeiro de 2017 at 12:02

            Pequena correção: tanto aqui quanto lá, o Banco Central é estatal, com direção indicada pelo Executivo e aprovada pelo Legislativo. A diferença é que lá o Fed é independente, e o nosso BC não é (o presidente da República pode facilmente trocar a presidência do BC, nos EUA o mandato é fixo e a escolha e a sabatina do Legislativo são sérias).

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            • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 12:14

              eu sei todos esses detalhes chatos, na prática o Fed age como um ente absolutamente privado, controlado pelos bancos, supervisionado pelo congresso, é mais fácil dizer que o Fed comanda o presidente do iu-és-ei do que o contrário. Agora em 2017 vamos ver pela primeira vez na história Fed batendo de frente com o presidente, estou curioso pra ver o resultado. Aqui o BC é na melhor das hipóteses um orgão dominado pelos carreiristas do funcionalismo+intervenções do executivo e um senado que finge sabatinar, ou seja o BC é estatal, assim como o capitalismo bananense é um capiutalismo estatal.

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              • Cesar_DF 11 de janeiro de 2017 at 12:25

                Quem irá querer comprar imóveis na planta de uma empresa em recuperação?

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                • Fernando 11 de janeiro de 2017 at 18:43

                  nem na planta, nem pronto…

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          • CA 11 de janeiro de 2017 at 12:40

            Lucas,

            Sem dúvida o governo não quer e nosso BC não é independente. Aliás, foi graças a isto e mais alguns fatores que tivemos um crescimento dos preços dos imóveis e distorção entre preços e renda que bateu o recorde mundial.

            Ocorre que foi graças a isto também, mais uma irresponsabilidade fiscal em larga escala, em grande parte para cobrir o rombo do estouro da bolha imobiliária a partir de 2012, mais a maior bolha de corrupção institucionalizada do Mundo e uma crise política persistente como combinação destes fatores, que o nosso governo, proporcionalmente, tem um desafio muito maior e um fôlego muito menor para continuar adiando a inevitável visibilidade de nossa bolha imobiliária para o grande público do que tiveram outros governos que passaram por explosões de bolhas, senão vejamos:

            1) Tivemos redução de credito ofertado (credit crunch) na ordem de R$ 1 trilhão, guardadas as devidas proporções, análogo ao que ocorreu nos EUA em 2008. Temos o mesmo “cacife” que os EUA para despejar trilhões de Reais na economia para compensar este efeito?

            2) Se é tão fácil para o governo salvar as construtoras, por que a única coisa que vemos são ações insuficientes e completamente pífias quanto aos resultados? Por que a Dilma, desesperada para tentar recuperar a credibilidade, mesmo assim foi obrigada a reduzir o MCMV fase 3 em 1 milhão de unidades no primeiro semestre de 2016??? Pra que aguardar até os “48 minutos do segundo tempo” se o BB e a CEF já poderiam ter salvo NOVAMENTE à PDG e Rossi como já tinham feito de 2013 para 2014??? Tem muito mais que isto, é apenas uma amostra de que o governo não é todo-poderoso, ao contrário do que muitos pensam. Querer não é poder, não é porque o governo Temer e o BC “não querem” que as coisas não vão acontecer, temos uma infinidade de exemplos que demonstram que o governo em grande parte simplesmente não consegue fazer o que quer…

            Não vale apelar para solução simplista e dizer que é só imprimir dinheiro, ou que teremos um Tsumoney, ou que a simples redução da SELIC e mais a pseudo reforma fiscal (*) irão resolver tudo, sabemos que estes assuntos não combatem em nada as causas raízes da bolha imobiliária e ainda, situações como recorde de inadimplência de famílias e empresas, 50% das empresas de grande porte que sequer conseguem pagar os juros de suas dívidas, desempregados, desalentados e sub-empregados em patamar que é recorde histórico, dentre tantos outros indicadores em patamares anormais “como nunca antes aconteceu na história deste país”, não irão se resolver apenas com estas ações. Isto sem falar nas ameaças externas de Trump+FED+bolhas chinesas…

            (*) o ajuste fiscal do Brasil é o único caso do Mundo em que as pessoas “se empolgam” e acreditam em seu sucesso quando ele já começou promovendo um aumento no déficit fiscal previsto de 2016 saindo de R$ 95 BILHÕES para R$ 170 BILHÕES e depois usando este aumento absurdo no rombo para conceder benefícios adicionais para algumas categorias de funcionários públicos e outros aumentos de gastos. É o único ajuste fiscal do Mundo em que as pessoas ainda acreditam que vai dar certo e trazer benefícios imediatos para retomada de consumo das famílias e incestimentos das empresas em virtude do aumento da confiança, mas tendo como base um déficit público projetado para 2017 em R$ 139 BILHÕES, o segundo maior da história do país e ainda subestimado porque considera no orçamento um crescimento do PIB que é o triplo do que irá ocorrer, ou seja, teremos uma grande frustração de receitas. Isto sem falar no risco do congresso remendar as reformas previdenciária e trabalhista fazendo com que as mesmas percam efetividade, sem falar no REFIS versão 2017 que vai tirar mais dinheiro do orçamento do governo, de novas demandas a serem atendidas de categorias específicas, do caos fiscal em grande número de Estados e Municípios, etc, etc, etc… É neste contexto que o governo terá fôlego para socorrer as construtoras???

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            • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 13:09

              LOSING MY RELIGION

              uma coisa eu sei, o sistema financeiro nacional foi montado para nunca perder
              Temos aí 2 questões CA:
              1- como???
              2- quando???

              são as questões de 2017.

              os que tiverem sangui frio tipo o Nelson podem bamburrar na renda variável.

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              • Nelson Schadenfreude 11 de janeiro de 2017 at 13:23

                Minha carteira é 90% TD, 5% dólar (já foi 25%) e 5% ações. Sou um conservador bunda mole. Mas com esses 5% em ações eu brinco. Mas, na média, monha gestão ativa aí não foge muito do índice (eu diversifico).

                8+
    • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 11:12

      CA uma notícia pra vc destrinhcar com cutelo
      a CVM está para alterar denovo as regras para os tais condo-hotéis
      (disso é um pulo pra entrar no na-planta)
      esta em fase de audiencia publica marcada para fevereiro
      essa farra vai acabar
      ainda que falho a CVM já é alguma coisa
      http://www.valor.com.br/empresas/4830966/investidor-cria-entidade-para-atuar-sob-novas-regras-de-condo-hotel

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  • Juros Lover BSB-BH 11 de janeiro de 2017 at 10:40

    Voltaram pro funeral e enterro…

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  • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 10:54

    a Roçi e todas as outras passam por uma crise de credibilidade, o tal moral hazard como eles dizem lá.
    Esse é o pior dos males, durará décadas.

    com a onda especulativa, as vendas-fantasia, ou falsas como diz o CA, BOMBARAM como nunca antes desde a ENCOL em fins dos 80 e inicío dos anos 90, rendendo bonus milionários aos seus diretores e umas esmolas a mais pras sardinhas, corvos e sócios. A família Roçi que não é besta vendeu suas participações no auge, jogou a adm. para “magos” financeiros, ficando apenas com percentagens. Neste meio, crédito falso, fraudes, abusos de todo o tipo.

    Agora é o retorno da Maré, alguém vai pagar essa conta,
    candidatos:

    – sardinhas;
    – corvos
    – sistema financeiro, repassando os custos em forma de juros, o que explica o CC. mais caro do planeta, e acredito até de outros planetas com vida 666.
    – quem depende de crédito pra girar, ou seja todo sistema produtivo nacional
    – o povo através da correia de transmissão de socialização dos prejuízos e inflação típico do capitalismo-de-estado vigente nestes tróPicos.
    – os serviços publicos bem como seus funcionários pela quebra do EStado, acarretando denovo no povo que depende destes.
    – … é só ir pensando no efeito dominó vcs vão encontrando, nogeral, todo bananense vai pagar essa conta, mesmo quem nunca investiu em imóveis, portanto as teses zezé cisticerco que a bolha só afeta 1% da população é uma idiotice completa.

    Quem se salva:
    – oportunistas que sabem navegar nestes mares agitados
    – PMJ, vendendo liquidez, cash is king
    – ativos dolarizados, manual do anonymous, south beach, e quetais

    Quem lucra:
    – quase ninguém

    A históra da roçi é a história do BR.
    2017 será longo, principalmente pra quem espera que 2018 chegue logo

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  • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 10:56

    P

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  • BolhistaFloripa 11 de janeiro de 2017 at 11:02

    Com vendas líquidas de 68 milhões e distratos de 500 milhões, a Rossi já era.

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  • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 11:04

    BALANÇO 2016.

    bom dia pessoal, estive atento em parte destes ultimos 20 dias ao blog, mais lendo, o fim do ano passado vcs fizeram comentários excelentes que guardei pra ir comentando ao longo dos meses na medida que as pessoas vão voltando, achei agora esse início de mês a qualidade do blog entrou uma parte de férias, vamos lá, vamos raise the bar denovo.

    do meu balanço pessoal vi que:
    – muitas máscaras caíram e vão cair
    – muitas verdades vieram a tona
    – muitas mentiras desvendadas
    – muita gente má se afogando na própria lama
    – pessoas de fé sorrindo e acenando

    Foi um excelente ano para mim, um tanto agitado por questões pessoais, dos meus vários e vários empreendimentos, quase todos sofrendo, exceto o PMJ, esse sim foi meu consolo. Nessas férias de agora eu trabalhei um pouco em outras áreas e tbm descansei e viajei por SP, e vi muita coisa que vou contando, e apaecendo novas oportunidades interessantes.

    2017 pra mim será de muito muito trabalho, será um ano de reconstrução.
    vou aos poucos soltando minhas visões para gente discutir
    Agradeço a companhia de 2016
    Desejo a todos um bom ano de 2017.

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  • Cajuzinha 11 de janeiro de 2017 at 11:28

    ” Em dezembro o Brasil chegou à marca de 58,3 milhões de pessoas inadimplentes, o que corresponde a 39% da população brasileira em idade adulta. Só no ano passado, 700 mil brasileiros passaram a integrar a relação de pessoas com dívidas em atraso. Em janeiro do ano passado eram 57,6 milhões de inadimplentes no país”

    http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/01/11/internas_economia,838558/crise-economica-empurra-700-mil-para-lista-dos-devedores.shtml

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    • Jose Ferreira 11 de janeiro de 2017 at 15:16

      Eu estou na lista pois a Oi me cobrou 200 reais a mais de uma conta e eu não paguei! Tenho alguns trocados de patrimonio (não é em tijolos, claro!), mas meu nome está no serasa! Um dia que tiver tempo vou processar.

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  • Alemon Fritz 11 de janeiro de 2017 at 11:53

    Obstáculo demográfico estilo anos 1930 atrasa economia dos EUA:

    A população americana cresceu 0,7% no ano passado, para 324 kk de pessoas, segundo uma estimativa.. em dezembro….menor aumento desde 1937, e o pib só a 2%

    O mercado imobiliário do país já está sentindo o impacto, afirma Costerg. O número de novas residências foi, em média, 32% menor nos últimos cinco anos do que na década até 2008…

    promessas de expulsar residentes ilegais e reforçar os controles na fronteira podem gerar efeitos contrários.

    http://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2017/01/11/obstaculo-demografico-estilo-anos-1930-atrasa-economia-dos-eua.htm

    aqui já estamos com mortalidade alta e freada na natalidade e sobrando imóveis abandonados, inacabados, muquifos…

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  • Diego F. 11 de janeiro de 2017 at 11:54

    Enquanto isso, o prefeito de Florianópolis vai baixar o ITBI.

    Justificativa: o prefeito anterior subiu de 2% para 3% e a arrecadação caiu, o que foi interpretado como causa e efeito (muitos teriam preferido contrato de gaveta para não pagar o imposto mais alto), mas nós sabemos que a queda na arrecadação ocorreu porque o mercado esfriou.

    O que me assustou foi saber que 18% da arrecadação da Prefeitura é com o ITBI.

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  • Alemon Fritz 11 de janeiro de 2017 at 11:59

    e o IPTU no RJ (se lasxquem cariocax, a conta chegou…)

    Mudanças na cobrança do IPTU assustam moradores da Zona Oeste
    Prefeitura vai mudar regras do imposto

    http://extra.globo.com/noticias/rio/mudancas-na-cobranca-do-iptu-assustam-moradores-da-zona-oeste-20756670.html#ixzz4VSttW35j

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    • Everybody hates bolha 11 de janeiro de 2017 at 14:03

      E os comentários dessa notícia são os melhores. Tem gente falando que é um absurdo, e que a culpa já é do atual prefeito. Outros já falam que está certo, até porque o cara citado na matéria era isento até 2015, a casa tem mais de 400 metros quadrados, e por esse motivo o rio está falido.

      Segue um comentário legal (Na integra sem correção ortografica…rsrsrs):

      “Não sei onde acham onesto pagar IPTU! Então fica o seguinte! Vc tem a casa mais não é sua, pois paga aluguel a prefeitura para mora lá! Tem o carro mais não é seu, pois se não pagar o emplacamento vem o estado como sempre é toma! Saúde, segurança e educação nada! Resumindo, vc paga por tudo e não tem direito a nada e ainda tem quem diga que tem orgulho de ser brasileiro! Aqui nesse país o único direito que temos e de pagar calado e pedir a Deus para não virar estatísticas!”

      E tem gente que acha lindo comprar imóvel. Imaginem o financiamento 35 anos, mas IPTU e condomínio alto… (E todo o resto que tem reservado para os Brasileiros).

      Trazudindo: Quem aluga sempre terá mais vantagem!

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      • Fernando 11 de janeiro de 2017 at 18:20

        Eu diria que SEMPRE é uma palavra muito forte.
        Quem comprou a partir de 2006 se deu bem, ou estou errado?
        É preciso ter HUMILDADE para reconhecer isso.
        E viva a queda nos juros. Parece que a TR não vai mais avoar tanto, como alguns pregam…

        7+
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  • Baby Boy 11 de janeiro de 2017 at 12:20

    Resultado quando 666 trabalhadores da MRV são enganados e a ave de rapina (corvo)
    sobrevoa o ambiente para jogar a pá de cal nos 666 kkkk.

    https://www.youtube.com/watch?v=mB2TsiS2kZs

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  • Nelson Schadenfreude 11 de janeiro de 2017 at 12:35

    Acho que uma coisa boa que pode sair dessa novela dos distratos é uma regulação bem-feita para vendas na planta. A venda na planta pode ser uma boa maneira de facilitar e baratear a construção de imóveis, ao casar a demanda e oferta e, supostamente, reduzir os custos de transação e financeiros. MAS, do jeito que está, ao invés de ser um contrato vinculante entre as duas partes, ela dá o direito ao comprador de se livrar do compromisso após o início da construção se lhe der na telha (ou seja, o contrato concede ao comprador uma opção de venda do imóvel em troca da dívida e adiantamentos feitos). Aí, durante qualquer revés econômico que derrube preços de imóveis (não precisa ser uma mega recessão), os distratos aumentam e a própria viabilidade do negócio fica em jogo.
    Por outro lado, do jeito que está, as construtoras tem incentivo a pedalar. Como o imóvel não existe, não dá para tomar o financiamento imobiliário no início da construção; é necessário que a obra acabe para o colateral do empréstimo existir. As construtoras são forçadas a vender sem garantia que o tomador terá acesso ao crédito no final da construção (as “vendas falsas” do CA). Aí entra a seleção adversa e o moral hazard: se uma construtora for mais exigente quanto ao risco de crédito dos compradores, perderá clientes para as outras que proporcionam condições “facilitadas”. E, além disso, continua correndo o risco de que o cara distrate a compra mais para frente, se o preço dos imóveis cair. No final das contas, ganha que fizer vista grossa ao risco de crédito (principalmente se os administradores da construtoras puderem receber seus bônus e largar as consequências para os acionistas ou o Fisco).
    Para funcionar direito, a venda na planta precisa de três participantes desde o começo: comprador, construtora e banco. De cara, o Banco avalia as condições de crédito do comprador e construtora e dá o aval para o crédito para financiar a construção, tendo o comprador como devedor. O construtor recebe os desembolsos para pagar os custos da obra e a realiza. O comprador só começa a pagar pelo financiamento após o final da obra, mas tem que dar uma entrada razoável no financiamento (20% a 30%), deixando o seu na reta também. A construtora neste caso fica à mercê da supervisão do banco, que é muito mais preparado para isso do que os compradores sardinhas.
    O financiamento da venda na planta passa a ser uma combinação de financiamento de projetos com financiamento imobiliário. Do jeito que está, a análise e supervisão financeira e de crédito do empreendimento antes da conclusão fica na mão da construtora, que não é especializada nisso como o banco é.
    Não sou especialista em teoria dos contratos, mas dá para amarrar uma regulação bem melhor para vendas na planta.

    6+
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    • Nelson Schadenfreude 11 de janeiro de 2017 at 12:39

      Adendo. Não gosto de ver as coisas como uma disputa entre malandros para ver quem se dá bem. Prefiro ver do ponto de vista de instituições e regras. Se essas forem bem desenhadas, o espaço para a malandragem e oportunismo diminui, e as coisas funcionam direito.
      Os países desenvolvidos não o são porque seu povo é honesto e trabalhador. É porque têm boas instituições. Aí, a melhor alternativa para as pessoas se darem bem é serem honestas e trabalhadoras.
      Mas ainda temos um longo caminha à frente. Com a iniciativa privada à frente (e as instituições estatais ainda muit atrás).

      7+
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      • Minions 11 de janeiro de 2017 at 13:34

        Vou dar minha contribuição aos corvos, afinal, não quero ver essa roda parar:
        vendam a mesma unidade, na planta, para 3 bananenses; já que a média de distrato deve estar em 66,6%, apenas um comprador vai honrar seu compromisso, a construtora não vai quebrar e os corvos, de quebra, ganham 3 comissões!

        16+
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  • Alemon Fritz 11 de janeiro de 2017 at 12:46

    abandonados:
    – 99 casarões em São Luís ameaçam desabar, diz Defesa Civil
    – Casarão tombado como patrimônio histórico está abandonado no TO
    – População reclama de imóveis abandonados (6 imóveis, Bahia)
    – Imóvel desaba parcialmente no Tororó; 3 famílias vão receber auxílio-moradia
    – Santa Casa pede reintegração de posse de imóvel invadido no Santa Efigênia (60 famílias)..

    7+
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  • Nelson Schadenfreude 11 de janeiro de 2017 at 12:48

    Estou apostando na recuperação das ações das construtoras. Isto é, daquelas que ainda não quebraram. As que sobreviverem à tempestade perfeita vão se recuperar bem nos próximos anos.
    Me lembro de Forest Gump e seu barquinho de pesca na tempestade.

    10+
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    • Nelson Schadenfreude 11 de janeiro de 2017 at 12:52

      E, se o “guverno” entrar com um plano de salvação do setor imobiliário (via Caixa), até as falidas ressuscitarão. Nesse caso, vale apostar até nas penny stocks PDGR3 e RSID3 (para quem tiver estômago).

      3+
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      • CA 11 de janeiro de 2017 at 13:31

        Nelson,

        Plano de salvação via Caixa? Você quis dizer Caixa Econômica Federal? É mais fácil o governo tentar lançar um plano mirabolante para salvar a CEF e seus funcionários!

        Acabou de ser divulgado um PDV da CEF com meta de gerar uma redução de 10.000 funcionários. Em paralelo, rombo do FUNCEF (Fundo de Pensão dos Funcionários da CEF) está acumulado em mais de R$ 18 bilhões. Correndo por fora, aquela estratégia do governo de usar dinheiro antecipado do FGTS para cobrir as faltas de orçamento do governo para o MCMV, que utilizaram de 2010 a 2014, foi “bloqueado” pelo TCU e tiveram que criar até uma instrução normativa interna para impedir que voltasse a ocorrer, pois caracterizava PEDALADA. A contabilização antecipada de dinheiro vindo do FGTS, que acumula mais de R$ 15 bilhões, já foi questionada publicamente, o que desestimula novas maquiagens contábeis por parte da CEF para parecer mais saudável. A CEF vendeu em títulos podres, o triplo da somatória do que venderam Banco do Brasil mais Itaú mais Bradesco, o que também foi questionado pelo TCU, inibindo também estas pedaladas e maquiagens de inadimplência. O rombo total da CEF, sem contar a FUNCEF, contando o que consta aqui e muito mais, a esta altura já deve passar dos R$ 40 bilhões.

        É desta CEF que viria o dinheiro para socorrer as construtoras? Como ficaria o pseudo ajuste fiscal do governo se tiver que aumentar ainda mais seus rombos para repassar mais dinheiro à CEF que depois socorreria às construtoras? Seria uma ação típica de moral hazard direcionado para construtoras, que mesmo sendo de outro segmento, possui alguns nomes relacionados ao setor de infraestrutura e envolvidos fortemente com a Lava-Jato. Até que ponto teriam “liberdade política” para promoverem benefícios exclusivos à um segmento que inclui em sua lista a Odebrecht Residencial, OAS, Queiroz Galvão, etc.? E os efeitos colaterais de aumento de rombo do governo e o temor de que o moral hazard possa se estender para outros segmentos, se traduzindo em total perda de credibilidade quanto à pseudo reforma fiscal, que por sinal já terá sua credibilidade abalada quando revisarem PIB de 2017 (após a divulgação dos resultados do PIB no 1T17)? Um dos efeitos colaterais esperados é que os juros tenham que subir, outro é que tenhamos fuga de capitais do país com maior intensidade e a partir daí, os efeitos em cascata são funestos e o governo sabe disto.

        Não adianta, o cobertor é curto, existe uma infinidade de situações inter-relacionadas e portanto, soluções “simples”, do tipo “o governo vai socorrer”, “a CEF (=governo) vai socorrer”, “vão imprimir dinheiro”, etc., não são viáveis, trazem muito mais prejuízos do que benefícios. Não que seja impossível que o governo faça uma estupidez desta, mas se fizer, as consequências serão muito piores, inclusive para o próprio segmento imobiliário. Quem dúvida, estude a história de uma país chamado Brasil e o resultado das pedaladas que foram intensificadas a partir de 2012 para encobrir os efeitos da explosão de sua bolha imobiliária. É um “case” muito interessante…

        17+
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        • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 14:32

          CA
          eu aprendi a não subestimar o poder do inimigo, principalmente se tratando de governo bananense e seu saco infinito de maldades fantasiadas de bondades
          não que eu dê razão por Nelson, metido aí a gênio especulador, ele pode até dar sorte e acertar uma bamburrada, ou perder, acho até que vale o risco nem que seja por esporte, ainda mais se calculando que em 2018 qualquer um pode ganhar a eleição.

          no BR num ponho a mão no fogo por ninguém, nem pela razão e pela lógica, aqui até o passado é incerto.
          A banania é a terra do desapego, moral e material, o paraíso tropical do deixa pra lá pra ver como é que vai ficar
          Será divertido assistir.

          vou assistir de camarote tomando minha whey zero lactoese e comendo minha pipoca de microondas

          18+
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        • Nelson Schadenfreude 11 de janeiro de 2017 at 14:55

          Eu também não acho que vá. Daí a conjunção subordinativa condicional “se”. Mas pode ajudar indiretamente postergando as retomadas de imóveis dos inadimplentes, para tentar ganhar um tempo e um soft landing. Mas minha hipótese principal é que as penny stock terão o mesmo destino que o império X.

          3+
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          • Nelson Schadenfreude 11 de janeiro de 2017 at 14:57

            O termo para as ações recentes dessas empresas é gambling for resurrection.

            3+
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          • CA 11 de janeiro de 2017 at 16:10

            Nelson,

            A CEF já está evitando ao máximo a retomada de imóveis, faz tempo. Ela retoma aproximadamente 0,3% do total de financiamentos concedidos, no entanto, sua inadimplência para esta mesma carteira é de mais de 5 vezes este percentual!

            Retomando menos de 20% do que deveria, ela está tentando, como todos os outros bancos, o governo, a imprensa e outros agentes envolvidos com a bolha imobiliária, ganhar tempo e adiar o inevitável. Ocorre que até mesmo esta ação de adiar ao máximo a retomada do imóvel, forçar ao máximo as “renegociações”, etc., também possui efeitos colaterais que acabam sendo mais danosos, como por exemplo:

            1) Quanto mais tempo a CEF fica sem fazer leilão e convivendo com a inadimplência, maior fica o montante de valores acumulados sem serem recebidos, ou seja, o resultado do caixa da CEF vai se deteriorando rapidamente, sem nenhuma compensação. É uma bola de neve, um resultado negativo que só cresce a cada mês;

            2) As renegociações da CEF, embora pareçam positivas, por estarem tentando evitar aumento no estoque de imóveis deles sem vender, na realidade geram outra bola de neve, como no item 1. Isto ocorre porque quando a pessoa deixou de pagar o imóvel, é porque antes disto ela já se tornou inadimplente com “N” outras contas. Não é a renegociação da dívida com a CEF que vai fazer com que a pessoa mantenha o pagamento ao longo do tempo, talvez nos primeiros meses sim, mas depois a inadimplência daquele cliente volta, pois a situação de desequilíbrio financeira quando chegou no caso de deixar de pagar o imóvel, já era extrema, não era do tipo que se resolvia com uma simples “renegociação”;

            3) Outro ponto é que novamente estas renegociações em volume crescentes, mesmo nos casos de exceção em que dão certo, significam reduções nos recebíveis previstos, novo impacto negativo, cumulativo e crescente para o caixa da CEF.

            Juntando os 3 itens acima com todos os outros problemas quanto as contas da CEF que mencionei no comentário anterior, a bola de neve vai crescendo e crescendo e crescendo até que vai bater em cheio na bolha e a explosão, pode ter certeza, será muito maior…

            OBS: pode ter certeza também, que se existem soluções tão simples assim, de simplesmente deixar de retomar os imóveis e/ou renegociar os financiamentos para evitar super-estoques com bancos, não teria tido explosão mais visível de bolha imobiliária em nenhum lugar do Mundo. Não somos tão “jeniais” (sic) assim…

            9+
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  • Zé Carioca 11 de janeiro de 2017 at 13:03

    http://extra.globo.com/noticias/rio/mudancas-na-cobranca-do-iptu-assustam-moradores-da-zona-oeste-20756670.html

    Ao mesmo tempo que me divirto com os “espertalhões” que vão ser motumbados, como o cara que construiu uma área para aluguel comercial na sua casa e acha absurdo ter que pagar IPTU, também acho errado esse aumento de impostos branco. Para quem não sabe ano passado a Prefeitura realizou um recadastramento de todos os imóveis e fez isso com base num levantamento aerofotogramétrico. Sou totalmente favorável ao recadastramento dos imóveis, para que cada um pague o que realmente é devido, pois vários moradores fazem puxadinhos e não pagam IPTU sobre a nova área.

    A questão é que o levantamento foi feito totalmente a moda Bangu, de forma a aumentar o máximo possível a arrecadação. Por exemplo, a empresa que trabalho tem dois galpões e ambos chegou o aviso de recadastramento contando com o dobro da área construída. A explicação dos técnicos foi que o pé-direito é alto (6,50 metros de altura), então eles consideram que o imóvel tem dois pavimentos, e se estiver errado cabe a você reclamar e pedir reconsideração. Quantos vão fazer isso? Qual o tempo que levará para a prefeitura acertar o imposto? Além disso os imóveis pagavam IPTU na categoria galpão que tinha um redutor de 0,3% (só paga 30% do valor calculado) e foi enquadrado na categoria especial com fator 0,7 (paga 70% do calculado). OU seja, só nessas alterações o imposto praticamente quadruplicou, sendo que antes já era pago o valor correto.

    12+
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    • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 13:16

      NUMA cidade onde o salario de 2016 de 30% dos empregados só vai ser pago em 2018…
      NUma cidade onde funcionarios publicos criaram ONGs e fazem campanha pra receber doaçoes de comida e papel higienico.

      Alguém tem que pagar a conta

      Ah é soft sim!!!!
      coisas totalmente normais duma economia em leve ajuste.
      só 1% da população exposta

      Cara vc merece o Oscar e o premio nobel juntos
      vc vê mas não enxerga, ou diz que não enxerga
      http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/12/grupo-da-cesta-basica-servidores-do-rj-que-estao-sem-receber-salario.html

      12+
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      • Zé Carioca 11 de janeiro de 2017 at 15:37

        Acho que o papel higiênico é super estimado, vide a Venezuela que sobrevive há um ano sem o produto. Lembre que o passarinho reencarnado do Chavez garantiu ao Maduro que é muito mais ecológico limpar com jornal. Nós semos cariocas e não dissistimos nunca.

        9+
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        • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 16:22

          kkkk
          cisticerco dá uma coceira desgraçada na bunda
          o pobrema é quando sobe pro cérebro
          aí vai e compra 1 naplanta

          7+
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    • geofisico 11 de janeiro de 2017 at 18:38

      Zé Carioca, o estranho nisso tudo aí sao esses valores altissimos na pqp de Guaratiba, por volta de 25 o m2 (10000/400) e na Zona Sul, onde eu moro, pago 18 o m2. Isso pq o predio onde estou é “novo”. Pra predios antigos é tipo metade disso ai. O mesmo vale pra Leblon, Ipanema, etc. Na propria noticia parece que o Crivella vai rever isso, tanto da cobrança alta e com medidas mal feitas, quanto da ZS.
      Ainda tem a questao do valor venal, base do calculo, ridiculamente menor do que o preço que os imoveis sao vendidos. Gostaria muito de ver o impacto de todas essas revisoes no mercado de venda!

      2+
      • Zé Carioca 11 de janeiro de 2017 at 22:45

        O que explica esse valor mais alto é o uso comercial. São tabelas e índices diferentes os usados para calcular o IPTU de imóveis residenciais e comerciais, aqui no Rio os imóveis comerciais pagam mais caro (depende do uso galpões o IPTU por m2 é menor).

        Também gostaria de ver o pessoal ser motumbado pelo iPTU mas continuo sendo contra o aumento de impostos, seja ele qual for. Mas acho certo o Crivella querer fazer uma cobrança mais justa, um ap na Barra não pode pagar mais que um na Vieira Souto.

        4+
  • fanfarraum 11 de janeiro de 2017 at 13:08

    Sobre a previdência, do fim do topico anterior:

    Inicio hoje um conjunto de quatro textos em favor da reforma previdenciária. Por já ter escrito muito sobre o
    assunto e dada a dinâmica que marcará o tratamento da questão no Congresso ­ onde os opositores à reforma
    levantarão objeções a aspectos específicos ­ não vou expor nos artigos as razões, conhecidas por todos, que
    sustentam a necessidade da reforma e sim irei me deter nas críticas principais que costumam ser feitas a
    propósito do tema. Os pontos abordados serão: 1­ a tese de que “a previdência é superavitária”; 2­ a
    possibilidade de substituir a reforma pela cobrança da dívida ativa; 3­ a idade mínima em comparação com a
    expectativa de vida e 4­ as diferenças regionais. Hoje tratarei aqui do primeiro ponto.

    Abordo o tema pela importância que assumiu. Esclareço para o leitor, porém, que considero espantoso que uma
    ideia tão esdrúxula quanto essa da qual estamos falando tenha alcançado a repercussão que assumiu. Há quem
    sustente a tese, assim como há grupos nos EUA que argumentam que “Elvis Presley não morreu” ou que a
    notícia de que o homem chegou à Lua não teria passado de uma fraude cinematográfica. Há de tudo no
    mundo e qualquer um é livre de acreditar no que quiser, desde “Elvis não morreu” até a existência do ET de
    Varginha. A verdade, porém, é que Elvis morreu e o homem chegou à Lua. Pensar o contrário é digno da
    literatura fantástica.

    Entenda o leitor do que estamos falando. Em 1995, a receita de contribuições do INSS foi de 4,6 % do PIB e a
    sua despesa com o pagamento de benefícios, de igual montante, caracterizando uma situação de equilíbrio de
    caixa. Em 2016, estima­se que esses percentuais terão sido da ordem de 5,7 % e 8,1 % do PIB, respectivamente.
    Em outras palavras, o INSS em 21 anos terá passado do equilíbrio de caixa a um déficit de 2,4 % do PIB. Os
    críticos alegam que isso é falso, porque se a receita do INSS incorporar algumas outras rubricas tributárias hoje
    arrecadadas pelo Tesouro Nacional (TN) e parte da sua despesa for assumida pelo Tesouro (sempre ele!) o
    déficit se tornaria um superávit. O leitor deve estar se perguntando que mágica é essa e se, afinal de contas, o
    TN fica em Marte, a ponto de desviar para lá os problemas que, afinal de contas, afligem a quem vive nas
    fronteiras demarcadas entre o Oiapoque e o Chuí. Vejamos essa alquimia contábil mais de perto.

    Vamos considerar que o Governo Federal inclui duas entidades: o TN e o INSS. Para efeitos de simplificação,
    vamos assumir que o primeiro tem duas fontes de receita (A e B) e o segundo uma (C). Concretamente, nos
    termos do debate, A pode ser representada por impostos, B por contribuições exceto a previdenciária e C pela
    contribuição previdenciária. Por sua vez, assume­se aqui que o TN tem um gasto (D) na forma de despesas
    gerais e o INSS dois tipos de gasto, com benefícios urbanos (E) e rurais (F). Assim, temos as equações

    Resultado TN = A + B ­ D
    Resultado INSS = C ­ E ­ F
    Resultado Governo Federal = A + B ­ D + C ­ E ­ F, que é equivalente a
    Resultado Governo Federal = A + B + C ­ D ­ E ­ F

    Em que consiste a contabilidade criativa do batalhão antirreformista? Numa manipulação algébrica que levaria
    a deslocar a receita B de contribuições exceto a previdenciária do TN para o INSS e repassar a despesa F rural
    deste para o TN. Como ficariam então as equações? Assim:
    Resultado TN = A ­ D ­ F
    Resultado INSS = B + C ­ E

    O que acontece com o resultado do Governo Central? Ele é igual à soma dos dois resultados anteriores, ou seja,
    Resultado do Governo federal = A ­ D ­ F + B + C ­ E, que é equivalente a
    Resultado Governo Federal = A + B + C ­ D ­ E ­ F

    Como o leitor já percebeu, no final não mudou nada! Sim, caro leitor, o que os antirreformistas propõem é,
    pura e simplesmente, dar uma volta de 360 graus, mudando toda a classificação da contabilidade fiscal para
    deixar tudo rigorosamente como está.
    O centro da discussão é que há questões que é preciso deixar bem claras:
    A despesa primária ­ exceto juros ­ do Governo Central passou de 14% do PIB em 1991 para 23% do PIB em
    2016.

    No Brasil, a idade em que as pessoas se aposentam em média por tempo de contribuição é de 53 anos no caso
    das mulheres e de 55 anos no caso dos homens.

    Pelas projeções do IBGE, em 2017 o número de pessoas entre 15 e 59 anos de idade é de 136 milhões e o de 60
    anos e mais, de 26 milhões; em 2050, o primeiro grupo será menor (128 milhões) e o segundo terá se
    multiplicado por um fator 2,5 (66 milhões).

    Não estamos discutindo uma questão contábil: estamos lidando com uma questão física de matemática
    elementar: a relação entre as pessoas que estarão com 60 anos e mais e o grupo que genericamente se
    considerou no passado como de “idade para trabalhar”, nos próximos 33 anos, passará de 19% para 52%.
    Quem enche a boca para afirmar que a reforma previdenciária pode ser evitada mediante uma reclassificação
    contábil não entendeu a essência da questão ­ ou entendeu e substituiu a matemática pela ideologia.

    Fabio Giambiagi, economista, é superintendente da área de Planejamento e Pesquisa do
    BNDES e coorganizador do livro “Economia Brasileira Contemporânea: 1945/2010” (Editora
    Campus). E­mail: [email protected].

    7+
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    • MINEIRO SPY 11 de janeiro de 2017 at 15:10

      Se me permite uma observação, antes de qualquer coisa é fundamental saber do que é composta a seguridade nacional. A previdência é somente um braço e se analisada individualmente, é superavitária. Mas entre as receitas não se distingue o que é previdência ou assistência ou saúde.
      As contribuições não estariam sendo utilizadas para arcar com benefícios daqueles que nunca fizeram qualquer aporte? Estamos falando em déficit da seguridade ou déficit previdenciário stricto?

      6+
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      • Alemão 11 de janeiro de 2017 at 16:09

        Digamos que proceda esta tua afirmação “A previdência é somente um braço e se analisada individualmente, é superavitária”.
        Indiferente disso, a previdência é uma espécie de pirâmide, pois os valores das contribuições não são aplicadas para serem usadas nas FUTURAS aposentadorias, mas para pagar as ATUAIS.
        Em outras palavras, o dinheiro recolhido dos que trabalham hoje é usado para pagar as aposentadorias de quem trabalhou antes. Assim, o número de trabalhadores sempre deverá ser bem maior do que o número de aposentados, caso contrário faltará dinheiro.
        Desta forma, sempre será necessário aumentar a idade mínima de aposentadoria, pois só assim que o sistema “se sustenta”.

        Indo adiante, entro no assunto desta tua afirmação “As contribuições não estariam sendo utilizadas para arcar com benefícios daqueles que nunca fizeram qualquer aporte”.
        Sim, além do sistema de pirâmide, a previdência é usada também para conceder benefícios sociais além dos “benefícios” por velhice. Fora isso, temos também as fraudes, as ações judiciais, etc.

        A solução “definitiva”? Sistema previdenciário de capitalização com contas individuais (já dito outras vezes por aqui).
        Solução paliativa? A atual reforma em tramitação no congresso.

        8+
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        • Diego F. 11 de janeiro de 2017 at 16:11

          O problema da solução definitiva é o custo a curto/médio prazo, i.e.: como pagar a previdência de quem já está aposentado ou já está no fim da carreira sem ter as contribuições dos novos pagadores. Custo altíssimo, que teria que sair de algum lugar.

          7+
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        • Alemão 11 de janeiro de 2017 at 16:12

          Adendo: não fazer nenhuma das duas soluções: a quebra do sistema, bem parecido com o que acontece nas pirâmides financeiras (Boi Gordo, Telexfree), quando o número de entrantes no sistema não é suficiente para bancar o topo da pirâmide.

          5+
        • Ilusionista 11 de janeiro de 2017 at 18:00

          Na realidade, o grande ralo se chama aposentadoria rural e LOAS, benefícios pagos sem contribuição anterior e que, nunca deveriam ser vinculado ao sistema previdenciário.
          Custeio deveria ser através de outros meios, como impostos grandes fortunas que nunca foram regulamentado, impostos sobre os cassinos, etc.

          Mas a grande dúvida para o futuro:

          como estarão as relações de trabalho e emprego daqui a 35 anos?
          haverá empregos formais suficientes nos moldes atuais com contribuição?
          Novos processos de automação e tecnologia, como e-commerce, irão extinguir quantos postos de trabalho até lá?
          a cada novo aplicativo, quantos postos de trabalho deixarão de existir?
          teremos grandes montadoras de veículos 100% automatizada operadas por pouquíssimos empregados, por outro lado, haverá consumidores com salários e renda para aquisição de bens?

          4+
  • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 14:34

    Minions

    Vou dar minha contribuição aos corvos, afinal, não quero ver essa roda parar:
    vendam a mesma unidade, na planta, para 3 bananenses; já que a média de distrato deve estar em 66,6%, apenas um comprador vai honrar seu compromisso, a construtora não vai quebrar e os corvos, de quebra, ganham 3 comissões!

    3+

    gênio
    e ainda garantido nosso PMJ de cada dia
    “overbooking” naplanta é a solução, chupa VARIG

    11+
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  • Nelson Schadenfreude 11 de janeiro de 2017 at 15:00

    Para registro. Estou com mais medo ainda de Donald Trump. Mas, no final, se fizer muita merda, as instituições americanas vão expeli-lo.

    6+
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    • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 15:24

      o mais divertido é que:
      – quem torceu por ele é quem tem mais a perder com ele.

      não sei se calcularam direito, se foi na emoção, ou aquilo de ódio aos esquerdistas que os traíram, seilá, o fato é que trump é um marxista de direita, eu gostei muito dele ter ganho, muito mesmo, ainda que dê um certo frio na barriga e a outra fosse mais previsível, sem dúvida ele é um grande avanço dentro de um enorme erro, não vai consertar nada, mas vai trazer mais justiça ao jogo e um belo pé na bunda daquele mimimi infinito de minorias e coitadismos.

      se vc for pegar a limpo, ele é um lula versão norteamerica
      o white trash são os nossos nordestinos
      o brics, e aquilo de sul-sul é a velha aliança com UK(brexit) + Russia que havia antes da ww1 que ele quer refazer
      a china que é uma incognita,
      outra é a aliança dos petrodolares + Opep, soube de fonte interna o filho do rei do bahrein está entrando em especulação no forex.
      por outro lado eles agora são potenciais exportadores.

      hard times is coming, mas não para nós bolhistas
      trump sendo um lula invertido, trump é Nosso.

      7+
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        • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 15:36

          http://www.tribunapr.com.br/noticias/brasil/lula-promete-amanha-criar-10-milhoes-de-empregos/
          ou essa

          Lula promete milagre econômico se for eleito

          O presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou a uma platéia de industriais, em São Paulo, que terá de fazer “um milagre” para tirar o País da crise, caso seja eleito.

          Sua meta é criar 10 milhões de empregos em menos de quatro anos e reduzir a carga horária de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Tudo isso, propiciado pelo crescimento econômico de 7% ao ano.

          DEUSES E MILAGRES
          TRUMP ASSIM COMO LULA SE DECLARAM UNGIDOS

          8+
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          • Zé Carioca 11 de janeiro de 2017 at 15:39

            Se ele for eleito em 2018 o único milagre vai ser ter escapado da Lava Jato por tanto tempo.

            8+
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            • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 16:16

              estou comparando com o lula de 2002
              não com esse de agora

              4+
      • Cesar_DF 11 de janeiro de 2017 at 16:01

        Trump é uma sopa do criolo doido
        – Protecionismo tarifário = keynes
        – Estado estimulando a produção = keynes
        – Expulsão de estrangeiros = higienismo (fascismo, nazismo, varguismo)
        – Corte de impostos = liberalismo
        – Combate as drogas e aborto = conservadorismo

        8+
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        • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 16:19

          exagero da mídia
          a mídia gosta de vender escandalo, trump é um prato cheio, visto que é boquirroto e está cagando pra mídia
          e ainda tem aquela teoria da conspiração da mídia ter sido formada sob orientação do tal culturalismo.
          seja um seja outro, trump não é tão louco assim
          pega a equipe dele, só gente carimbada
          aliás foi o que lula fez ao trazer o Meireles e tals, uma equipe mais conservadora que a proposta pelos tucanos.

          5+
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      • Baby Boy 11 de janeiro de 2017 at 16:07

        Os americanos falando da influencia dos Brasil nos EUA na escola.
        BR é um grande exportador de viado e puta….

        6+
  • gabi 11 de janeiro de 2017 at 15:32

    CVR filhos
    Coleguinha me incentivando a ter filhos, sem eu ter falado que queria ter.
    Deixei a criatura falar, sem interrupções e acabei ficando com menos vontade de ter filhos.

    Antes apresento a criatura: Servidora pública, apaixonou-se e juntou-se com um cara que deu o golpe da barriga nela (sim, isso existe). O malandro tem um pimpolho “quase gêmeo “ com outra mulher. Vive cantando as mulheres do trabalho na frente dela e vive ameaçando dizendo que vai parar de trabalhar(sou testemunha). Mora na casa dos pais dela com o jagunço e filho. Vive pedindo dinheiro emprestado ao irmão mais novo, solteiro e que trabalha embarcado.

    Após ter justificado o mínimo de planejamento: falei o mínimo possível óbvio, mas citei aluguel e emprego instável do marido (pra ser educada e não ter que falar que não tenho vontade agora e não é o momento e ponto final) a criatura me solta os clichês:

    “O segredo é: faz bastante amigo, e faz um mega chá de fraldas e peito. Se amamentar não tem que gastar com leite”.

    “ Filho sempre trás coisa boa” ( no caso dela, além do marido traste que veio no pacote, tentou financiar o apartamento que a mãe comprou no primeiro ano e não aguentou, aí os pais e tia ficaram com pena e foram morar todos juntos na casa da tia idosa solteirona cheia de gatos e o irmão assumiu o financiamento)

    “Se for esperar pra ter quando tiver dinheiro, nunca vai ter, sempre vai ter alguma coisa pra pagar”

    “Eu sei, o Brasil está uma loucura, mas todo mundo é endividado. Meio mundo é endividado”

    Ao final ela ainda insistiu, mas hein…….

    Como se ao final eu fosse dizer :

    Ahhhhh agora sim, estou mega incentivada. Isso mesmo que eu precisava escutar.
    Este espírito de solidariedade com toda uma nação endividada me inspirou.
    Vou já correr atrás de um bolhudo pra financiar, comprar um carro zero, e fazer um boneco porque filho sempre trás coisa boa!!!

    41+
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    • Zé Carioca 11 de janeiro de 2017 at 15:44

      Sua amiga deve ser muito feia, porque mulher bancando homem só no grau máximo de desespero. Minha opinião sobre filhos, é a seguinte: sua vida acaba, você vai ter que viver em função do rebento, então esteja muito bem preparada psicologicamente. Mas tem uma coisa que ela falou certo, meio mundo é endividado, e no Brasil uns 90%.

      20+
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      • Alemon Fritz 11 de janeiro de 2017 at 16:23

        Um casal amigo disse que eu tinha que comprar um imóvel qdo eu disse que tinha uma boa grana no FGTS…. kkkk, a guria chegou a ficar irritada.. hahaha…(moro de aluguel num maior do que eu poderia comprar, daria pra pagar 2 deles, só com os juros que tenho…hahaha)

        10+
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      • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 16:26

        irmão trabalha embarcado
        leia-se petrobrás
        que sustenta tudo isso aí: a feia, a tia solteirona (outra feia sem duvida) e o chupinha (gatão)

        14+
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      • gabi 11 de janeiro de 2017 at 17:01

        Realmente, não tem muitos atributos de beleza, mas acho que se desesperou, era nova ainda.

        6+
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    • Lucas 11 de janeiro de 2017 at 16:27

      666 procria 666
      nosso futuro PMJ garantido

      14+
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      • gabi 11 de janeiro de 2017 at 18:25

        Zebolheu

        “Ter filhos é um objetivo de vida que transcende a questão financeira. Dá trabalho, faz perder noites de sono, etc. etc., mas são nosso legado no mundo (a não ser que você seja um Einstein ou um Mozart da vida). Dinheiro é meio, não é o fim de tudo.”

        A criatura não planejou o mínimo.
        Um primo meu fez agora o 5º filho com a mesma mulher, sem nem ter onde cair morto nem vivo. As crianças são bonitas mas super tristonhas; Considero um ato de egoísmo, isso sim. Não tem como dar boa educação. Não significa que não possam vencer na vida, mas diminui as chances de cada uma delas.
        Apesar de ser um ato “humano natural” exige planejamento sim. Não estamos em 1900.
        Um “bem maior” que é a procriação ?! Pelo amor….
        Concordo com o Lucas , mais 666 no mundo para PNJ!

        18+
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    • Zebolheu 11 de janeiro de 2017 at 16:47

      Ter filhos é um objetivo de vida que transcende a questão financeira. Dá trabalho, faz perder noites de sono, etc. etc., mas são nosso legado no mundo (a não ser que você seja um Einstein ou um Mozart da vida). Dinheiro é meio, não é o fim de tudo.

      30+
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      • Fernando 11 de janeiro de 2017 at 18:33

        Muito mais que um like. Aplausos para vc.

        Agora, quanto ao comentário do sujeito abaixo, no qual se refere à crianças como “catarrentinhos”, acho LAMENTÁVEL.

        15+
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    • Carlos 11 de janeiro de 2017 at 17:48

      Um catarrentinho pode te dar muito mais prejuízo do que um bolhudo.

      By some measures, new parents are more miserable than people grieving their spouses.
      https://www.vice.com/en_ca/article/science-says-having-a-kid-is-one-of-the-crappiest-things-that-can-happen-to-you-384

      Lembrando que se não pagar a prestação do bolhudo você não vai para a cadeia agora esperimente não pagar a prestação do catarrentinho para o ex amor da sua vida….

      13+
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  • Rene Fraçoá 11 de janeiro de 2017 at 15:40

    Concordo com vc em quase tudo…agora pra saber o que é ser Pai ou Mãe só sendo…Por exemplo ser bolhista, viver de juros e ter tempo pra criar os filhos de forma honrada e honesta não tem preço….o problema de seu exemplo não são os filhos, é a essência.

    23+
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    • tmarabo 12 de janeiro de 2017 at 08:28

      verdade, do texto parece que o problema é ter filhos, e não o marido golpista que só atrasa a vida dela.
      ter filho é uma benção, e só nos momentos de egoísmo é que de vez em quando pensamos no tempo e dinheiro gasto.

      4+
  • Alemão 11 de janeiro de 2017 at 15:59

    OFF – Economia

    O que esperar de 2017? (por Gustavo Franco)
    http://www.gustavofranco.com.br/uploads/files/OESP%20-%20O%20que%20esperar%20de%202017.pdf

    2+
  • MVCM 11 de janeiro de 2017 at 17:04

    Hoje entrei no ZAP para ver os imóveis para locação na minha área (Tijuca/RJ), depois de mais de 6 meses sem olhar, desde que renegociei pela 3a vez meu aluguel e reduzi mais R$ 400,00…
    Surpresa…vários imóveis que havia visto continuam lá, alguns com uma redução de R$100,00 no aluguel.
    Devem continuar lá por um bom tempo ainda…

    11+
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  • Diego F. 11 de janeiro de 2017 at 17:23
    • Fernando 11 de janeiro de 2017 at 18:36

      E viva a queda nos juros. Parece que a TR não vai mais “avoar” tanto, como alguns desejam…

      9+
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      • odorico 11 de janeiro de 2017 at 20:00

        Vamos às compras… Já estou pregando aqui no trabalho. Hora de comprar imóveis. Com a queda na SELIC os preços vão subir. Aí mostro aquelas matérias sobre a hora ser agora. As galinhas vão botar mais ovos para nós. Eu juros que não entendo esse pessoal torcendo pelo estouro dá bolha. Se.o Motumbo for forte o cara trava, mas se for devagarinho o cara nem sente.

        14+
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      • Fernando 11 de janeiro de 2017 at 22:26
    • CA 11 de janeiro de 2017 at 18:53

      Diego F.,

      Interessante, não é?

      Tivemos um credit crunch de R$ 1 trilhão. Causa principal: aumento muito relevante na inadimplência geral, bancos e demais instituições financeiras segurando a concessão de crédito.

      O credit crunch acima ocorreu exatamente em período em que a SELIC estava “congelada” e com reduções mínimas, ou seja, não tinha nenhuma relação com aumentos da SELIC.

      De forma análoga, o endividamento das famílias com o crédito imobiliário em proporção a sua renda dos últimos 12 meses, simplesmente sextuplicou em período de 10 anos, novamente, nenhuma relação com SELIC, uma vez que estamos falando de crédito subsidiado / direcionado e movimento de expansão de crédito baseado em se multiplicar o número de anos de financiamento reduzindo o valor da parcelinha, mais uma série de TRUQUES do segmento imobiliário relacionados à vendas FALSAS na planta e MEGA especulação que levaram a um crescimento dos preços dos imóveis completamente descolado da renda. Sem contar que esta desproporção exagerada entre o endividamento das famílias com o crédito imobiliário em relação à sua renda dos últimos 12 meses também teve crescimento anormal exatamente no período em que tivemos a menor SELIC de todos os tempos, de novo, a SELIC mais elevada não era a causa para isto.

      Temos 58 milhões de pessoas inadimplentes, graças a crédito concedido de forma irresponsável, incentivos inadequados e focados no consumo, super-endividamento de muitas famílias com o crédito imobiliário, etc., sendo que temos ainda quase 50% das empresas de grande porte que não conseguem nem pagar os juros das dívidas porque embarcaram nesta euforia de crescimento que não era sustentável.

      A SELIC em si só subiu demais em função de medidas heterodoxas e incentivos desproporcionais ao crédito subsidiado / direcionado, incluindo aí as concessões de empréstimos via BNDES, onde este crédito subsidiado / direcionado saiu de 30% antes de 2007 para cerca de 50% nos dias de hoje, ou seja, como a SELIC passou a ter muito menos efeito sobre os juros reais e consumo, ela tinha que se manter mais alta para compensar isto, além disto, é claro, como consequência de uma grande gama de medidas heterodoxas e insustentáveis que geraram muito mais inflação depois (Energia Elétrica que caiu na marra, Gasolina que não subiu quando deveria, etc), combinada com aumento explosivo de gastos do governo, dentre outros fatores que levaram a crescimento anormal da inflação, ou seja, a SELIC alta era uma CONSEQUÊNCIA deste contexto e não a causa do mesmo e muito menos, a causa da crise.

      Qual a solução do governo? Corte significativo na SELIC, ou seja, atuam sobre a CONSEQUÊNCIA sem nenhuma visão ou ação mais efetiva quanto a causa, com exceção dos R$ 100 bi que obrigaram o BNDES para devolver antecipadamente para o Tesouro, que deixará de estar disponível para novos créditos subsidiados / direcionados, mas em contra-partida, com VÁRIAS ações contra-producentes como novos incentivos setoriais exagerados para setor de construção civil leve, liberação de dinheiro de FGTS para o consumo, agir interferindo fortemente na relação entre lojistas e empresas administradoras de cartões, dentre diversas outras ações que podem até estar cheias de “boas intenções”, como a redução da SELIC, mas que passam muito longe de resolver a causa raiz do problema, ao contrário, muitas vezes, como mencionei, agindo em sentido contrário ao que deveria ser feito.

      Uma reprodução, em menor escala e com outras variáveis, daquele erro cometido entre 2011 e 2012 com a redução exageradamente acelerada da SELIC naquele período que teve que ser revertida a partir de abril/2013 e ainda, que foi revertida em ritmo inferior ao que deveria a partir daí e que só foi agravando as consequências. Aqui, existem muitos fatores que poderão forçar esta reversão da SELIC novamente, sendo um dos principais internamente a questão de nosso “ajuste fiscal” que está sendo “meia boca” (detalhes em comentários anteriores), complementado pelas ações contra-producentes mencionadas acima. Externamente as ameaças de praxe, relacionadas a Trump+FED+bolhas chinesas.

      Vamos assistir de camarote e ver no que vai dar. Claramente foi uma medida de cunho político para fazer uma média com empresários e sindicatos, uma espécie de fôlego político para o governo, fazendo de conta que tudo que consta acima não existe…

      16+
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      • Zebolheu 11 de janeiro de 2017 at 23:00

        Desculpe se eu parecer ignorante, mas com a previsão do pibinho do ano que vem, cortar a taxa de juros é uma forma de aliviar as contas. Confere? Ou o efeito é pífio?

        2+
        • CA 12 de janeiro de 2017 at 05:33

          Zebolheu,

          O déficit público primário que é a referência do governo quanto às suas metas, que sempre mencionamos aqui, não considera os juros da dívida, portanto não é beneficiado por esta redução da SELIC.

          Já o déficit nominal, que considera os pagamentos de juros da dívida pública, este é beneficiado em um primeiro momento, só que, lembrando que se esta redução de juros de forma mais relevante no futuro próximo se demonstrar inconsistente como aconteceu de 2011 a 2012 com retomada do aumento dos juros a partir de 2013, no médio e longo prazo o resultado seria pior tanto para o déficit primário quanto nominal. Como expliquei acima isto poderia acontecer por uma combinação de fatores internos e externos, em especial quando descobrirem que nosso ajuste fiscal é “meia boca”, mais os efeitos externos esperados.

          O ponto chave que coloquei acima é que juros é consequência e não causa, sendo que não adianta atacar as consequências sem adotar as medidas necessárias quanto a causas e pior, às vezes apagando incêndio jogando gasolina, como quando o governo mantém estímulos diferenciados para o setor de construção civil leve e com isto, faz com que os preços de imóveis comerciais não caiam o quanto devem, inviabilizando os negocios para muitas lojas, gera falsas esperanças para proprietários levando-os a persistirem em preços inviáveis, o que só aumenta o número de imóveis nem-nem, com isto ajudando a enxugar liquidez da economia, incentiva construtoras a não reduzirem lançamentos como deveriam, aumentando a distorção entre oferta e procura e com isto gerando a necessidade de cortes mais radicais em lançamentos no futuro próximo, levando a novos aumentos relevantes no desemprego da construção civil, dentre uma série de fatores que ajudam a anular os possíveis efeitos benéficos de uma queda mais acentuada na SELIC.

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    • From_The_Tower 11 de janeiro de 2017 at 20:05

      Quero ver o TD nos próximos meses.
      Será que realizo as pré-fixadas a 16% a.a.
      E a NTNB´s a 7,82% + IPCA?
      kkkkk
      Que maravilha. O serviço da dívida pode pressionar.
      P.S. Prefiro receber juros assim….com IPCA em queda. Maiores juros reais do mundo no BOLSO MODE ON

      16+
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      • From_The_Tower 11 de janeiro de 2017 at 20:07

        Quem diria hein?
        Pode ser que as tão temidas pré-fixadas pela galera no Governo Dilma…. me proporcionem mais uma bolada de dinheiro.
        Eu piro !

        9+
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      • From_The_Tower 11 de janeiro de 2017 at 20:11

        Juros Reais governo Vilma: 7,82% nas NTNB. Nas Pré-fixadas: 5,5%
        Juros Reais com Temer: Nas Pré-fixadas para a realização ou remuneração podem chegar a 11,5% a.a.
        😉

        8+
      • bolha real 11 de janeiro de 2017 at 20:31

        Conta a próxima mentira aí…

        Direto vem com essa história pra boi dormir de que pegou a taxa do TD na maxima do período.

        Acredito em você tanto quanto acredito em corvo.

        12+
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        • JJJ_brasilia 11 de janeiro de 2017 at 21:11

          O que é isto bolha real, o padeiro é de casa, ele pode ter pego sim, naquela época já postava muito, respeito com os antigo, por favor

          13+
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        • Leonardo M. 11 de janeiro de 2017 at 21:22

          Hum mm senti um cheirinho de inveja kkkkk

          16+
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        • Money_Addicted 11 de janeiro de 2017 at 21:34

          engracado q vc tambem nao eh novo por aqui (se nao me engano) e qdo TD estava nessa faixa a galera aqui lavou a egua (inclusive eu), obviamente q vc tambem nao precisa acreditar em mim… 🙂

          [ ]s

          13+
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          • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 07:14

            Eu aprendi bem nessa Money.
            Eu era super resistente.
            Entrei em Abril de 2015… depois coloquei mais em Setembro de 2015 e finalmente Fevereiro de 2016.
            Nossa a janela de oportunidade foi enorme. O que menos se esperava na época era que de fato a Dilma seria afastada.

            6+
        • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 07:13

          Quer ver o extrato ?

          3+
        • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 07:25

          Olha rapaz…. eu não tenho motivo nenhum para mentir.
          Eu aprendi a mexer com o TD aqui nesse blog. Só fiz o que me recomendaram.
          Veja o extrato:
          https://drive.google.com/drive/folders/0B_HYrjDCKvw-MDlxYUlYa0dVeDA

          P.S. Vai pentear macaco.

          16+
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          • CA 12 de janeiro de 2017 at 08:16

            From_The_Tower,

            kkkkk

            Show de bola!

            Gostei do nome no anexo: “TD para desconfiado ver”.

            O interessante é que temos um modus operandi muito comum por aqui, praticado pelos usuários que defendem o segmento imobiliário e a manutenção do status quo (apesar de seus nicknames e de às vezes tentarem convencer os usuários daqui do contrário). São pessoas que estão muito magoadas com a REALIDADE dos fatos, que estão sofrendo com isto e como não as aceitam, tentam descarregar a frustração deles por aqui. Vejamos este caso:

            O Bolha Real, que é “parça” (sic) do Fernando, já comprou várias brigas para defendê-lo e como fica “magoadinho” cada vez que pegam no pé do Fernando, vem tentando fazer “vingancinhas infantis” contra outros usuários do blog e foi exatamente isto que ele fez com você, até porque você também tirou um sarro do Fernando no passado.

            Sabe o que é mais engraçado?

            Você falou, ao longo dos anos, INÚMERAS vezes sobre suas aplicações no TD, inclusive antes de vir a informação sobre o pico do rendimento avisando que se arriscaria porque achava este momento positivo, o Bolha Real fingiu que não viu isto, no entanto, pergunta para ele quantas vezes ele questionou para o Fernando qual o empreendimento em que ele comprou, ou em que rua comprou, ou de qual construtora, etc…

            Até hoje ninguém sabe estas respostas, o Fernando não falou sequer a rua em que comprou, é um “segredo” guardado a “sete chaves”. O “empreendimento do Fernando” é o único do país que em plena crise na metade de 2015, com uma disparada sem precedentes nos distratos, quando já tínhamos quedas relevantes nas vendas durante lançamentos e construções, não só vendeu 95% nos primeiros meses do lançamento como ainda não teve nenhum distrato e foi tudo venda para futuros moradores! Apesar desta performance completamente fora do que temos vistos por todas as fontes possíveis e imagináveis, o Fernando ainda conseguiu um super desconto, em um empreendimento que já estaria vendendo super-bem e onde não haveria a necessidade da construtora conceder este desconto. Conseguiu taxas excepcionais para financiamento e ainda, o imóvel dele no preço anunciado 1 ano depois estava 50% superior ao que ele pagou, isto apesar de até o FIPE Zap ter apresentado uma queda real no período. Entre outros pontos, Fernando defende que os imóveis melhores ou em bairros mais nobres teriam uma oferta mais reduzida, que a super-oferta seria só para imóveis ruins, em bairros ruins, isto apesar de eu ter mostrado para ele mais de 16.000 anúncios em apenas um site e só para o bairro da Vila Mariana, que seria o bairro onde ele teria comprado o imóvel dele e é um bairro pequeno em São Paulo.

            Em outras palavras, as informações do Fernando são completamente INCONSISTENTES, não batem com absolutamente nada do que observamos através de inúmeras fontes, são informações completamente UTÓPICAS, apesar disto, qual o questionamento que o Bolha Real faz quanto a isto? Nenhum, ele defende o Fernando e daí, como fica magoadinho cada vez que são DEMONSTRADAS as INÚMERAS inconsistências das “informações” dadas por Fernando, parte para questionar as pessoas que não acreditam no Fernando, dentro de uma vingancinha infantil e como sempre, ele e outros que praticam estas atitudes são desmascarados perante todos com FATOS e DADOS, como você fez. Eles se inibem com isto? De forma alguma, na continuidade persistem nesta insensatez ou então daqui a algum tempo voltam, inclusive com o mesmo nick e repetem as mesmas ações…

            16+
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            • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 08:27

              Pois é. Estou de olho nessa turma. (fingindo ser uma turma)
              Pode ser apenas um troll ressentido com a escolha pelos tijolos mágicos.

              7+
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            • Fernando 12 de janeiro de 2017 at 09:15

              CA,

              Com todo o respeito, não vou dar detalhes do apartamento.

              A maior parte do que você falou não é verdade, e não vou ficar discutindo aqui.

              Com a queda nos juros, fica cada vez menos vantajoso fazer o que propus. Melhor quitar o SD e pronto.

              Antes quase empatava, mas agora não dá, a menos que a TR caia.

              Abs.

              3+
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              • CA 12 de janeiro de 2017 at 09:43

                Fernando,

                Sobre o trecho de sua resposta:

                “A maior parte do que você falou não é verdade…”

                Vejamos as seguintes EVIDÊNCIAS abaixo:

                Sobre falta de imóveis em locais bons:

                “Fernando 6 de janeiro de 2017 at 13:07
                Em bons locais há falta de ofertas sim.
                O que tem é um imenso estoque de micos.”

                A evidência que apresentei em resposta:

                “http://www.imovelweb.com.br/apartamentos-venda-vila-mariana-sao-paulo.html

                15.806 anúncios no momento que pesquisei! Apenas um pequeno bairro de São Paulo, temos bairros MUITO MAIS populosos do que a Vila Mariana!”

                Mais uma…

                “Fernando 15 de setembro de 2016 at 13:31
                Colega, uma última colocação… Vendeu TUDO a esse preço em menos de 4 meses. O imóvel está com 98% de ocupação. A esmagadora maioria comprou para morar.”

                Mais uma, sobre o grande desconto que você obteve:

                “Fernando 15 de setembro de 2016 at 13:19
                A construtora vendia por 750 mil. Paguei 550. Quem comprou na planta…………

                Boa sorte, colega!!!”

                Outra, anterior, falando que o preço anunciado estava em R$ 750 mil quando você tinha pago R$ 550 mil um ano antes:

                Fernando 8 de setembro de 2016 at 19:51

                “Graças a DEUS segui a orientação do meu pai, e aproveitei a oportunidade a um ano atrás, pq no meu predio vendeu tudo em 4 meses, ao contrário do que eu imaginava e pregava (era adepto do Ilac21). Paguei 550 mil, hj pedem 750, se vende não sei, mas quem se importa? Ninguém! Fui descobrir isso depois de adquirir o imóvel na reunião de condomínio: 95% de ocupacao, sendo que poucos são os que alugam, a maioria são proprietários. Querendo ou não, tem gente que tem dinheiro pra pagar.”

                Faltou alguma coisa? Onde está a “maior parte do que falei e não era verdade”???

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                • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 10:09

                  CA descobri como o Fernando conseguiu CET de 1 dígito em pleno 2015 de banco privado

                  conversei com 2 gerentes master plus que me confirmaram
                  é quase impossível cet de 1 dígito desde 2013 em banco privado, a não ser que:

                  1- Ele seja putinha de gerente, sabe aquele tipo de gente que faz tudo que o gerente manda, titulo de capitalizaçao, seguros de casa e carro, aqueles renda gratanida variável que sempre dá lucro zero, aqueles planos previdenciários com carregamentos imensos, essas bostas de produtos de banco pra pegar 666

                  2- seja mentira, mas por princípio nunca acho que é mentira

                  3- algum relacionamento interbancário, ele trabalha no meio e fez alguma troca de favor interna, o que acabaria no mesmo resultado de 1.

                  pelo que ele fala me parece ser a opção 1, ele até tem juros baixo, mas toma forte na tarraqueta da grana amarrada lá

                  9+
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  • Longa Manus 11 de janeiro de 2017 at 21:20

    Xiiii, ninguém acredita mais nas pessoas! Que treta, viu? rs

    3+
    • Rico 11 de janeiro de 2017 at 21:33

      Não acredito em você. Não sei o que disse mas não acredito, só para arranjar treta… rs

      8+
  • Carlos 11 de janeiro de 2017 at 23:30

    Offão gigante

    Caros bolhistas

    Percebo muita gente preocupada com a situação do Brasil e do mundo em geral, e acredito que devemos nos preocupar mesmo, vivemos uma época de incertezas, corrupção generalizada, polarização política, terrorismo, crise financeira e muitos outros motivos para se preocupar.
    Gostaria de compartilhar alguns pensamentos e opiniões convosco que venho desenvolvendo e aprimorando com o passar do tempo e creio que possam gerar algumas boas e proveitosas discussões. Fora isso peço desculpas antecipadamente se aquilo que vou falar seja do conhecimento de muitos aqui pois prefiro manter um certo contexto para relacionar os pensamentos.
    Noto que o assunto de se casar, constituir família e ter filhos são assuntos recorrentes no blog e obviamente comprar imóveis, fato não totalmente estranho porque estas coisas estão de certa maneira conectadas, não almejo controlar a vida de ninguém e muito menos ser o dono da verdade e acredito que cada um deve viver da maneira que mais lhe convier e que possa lhe trazer realização pessoal e felicidade.
    Algumas coisas que considero importantes de serem consideradas antes de se tomar decisões e que podem contribuir para nossa sanidade em tempos tão conturbados.

    Esquerda, direita, imigração, cristãos, budistas, destruição da família, Putin, Trump, etc, etc, etc

    Quem comanda o mundo hoje em dia são as grandes corporações e esta gente não tem lado político e muito menos religião. Pouco importa se você é de direita, esquerda, cristão ou muçulmano, ou vocês pensam que a Coca-cola se importa com a posição política ou religiosa de quem consome no McDonald’s?
    Essas mesmas corporações são “donas” de milhares de “marcas” que conhecemos e todas elas têm visões, missões e objetivos muito bonitos e adoráveis como melhorar a vida das pessoas, proteger o planeta, etc, etc, etc Tudo “bullshit”, coisa de marqueteiro para passar a idéia que eles são éticos, responsáveis e querem o seu bem estar, na verdade querem apenas lucrar o máximo possível e este é o objetivo final de toda corporação. Não julgo o mérito disso, é um reflexo da época em que vivemos e acredito que temos que estar atentos para tomarmos decisões informadas e talvez até mudar algumas coisas que acreditamos não serem corretas.
    As mesmas corporações que são acusadas de promover o atraso e dificultar o progresso como as grandes petroleiras atuam com outros nomes no ramo bilionário de renováveis, carros elétricos e outras coisas supostamente “boas”.

    Essas mesmas corporações tem o poder de mudar leis, eleger ou remover políticos, controlam a mídia e os meios de produção não seria estranho não estarem cientes do que está acontecendo com a Europa por exemplo? Creio que a perguntas são:

    Eles realmente se importam com isto?
    Isto faz parte do planejamento deles?

    Não sou adepto de teorias de conspiração até porque isto acontece às claras, um pouco de conhecimento, observação e pesquisa é suficiente para qualquer pessoa perceber quem controla o que e como estão atuando. Políticos hoje muito mais que no passado são em grande parte lobistas das mesmas corporações não importando o local, Rússia, Brasil, EUA, China e logo logo Cuba.
    Seria muito estranho se esta gente fosse tão mal informada e incapaz como muita gente acredita, alguns obviamente são manipulados mas outros são bem conscientes do que está acontecendo e tem um certo controle e participação voluntária nisto tudo.

    Casamento, filhos e imóveis.

    Casamentos e criação de filhos são duas grandes indústrias, talvez as maiores delas, por vários motivos evidentes e outros nem tanto:

    Casamentos são uma indústria per si: De vestidos de noiva, diamantes, chocolates a filmes românticos de Hollywood a gama de produtos para este mercado é enorme.
    Mulheres hoje em dia são responsáveis por aproximadamente 80% dos gastos e isto inclui o dinheiro dos maridos se são casadas portanto casais dão mais lucros pois terão mais recursos para gastar. Isto é evidente se prestarmos atenção na programação de TV e na mídia em geral que é voltada muito mais as mulheres do que aos homens. Vejam a posição dos tópicos nas home pages, por exemplo no UOL fofocas e novela vem antes de economia e notícias, shopping centers são voltados quase que exclusivamente para mulheres, boa parte da indústria dos “pets” e assim por diante. Estão focando em quem decide sobre os gastos atualmente: as mulheres.
    A indústria do medo: Germes, trash-food, açúcar, são os inimigos e causam preocupação dos pais, notem que as mesmas corporações vendem fast-food e alimentos orgânicos puros imaculados e supostamente melhores para seus filhos. Fora o grande scam que é a indústria dos germes: Lavar as mão com água e sabão tem praticamente o mesmo efeito do que usar Detol ou outros produtos.
    Praticamente tudo tem crianças na propaganda hoje me dia, de fabricantes de carros a bancos todos usam crianças porque sabem que a preocupação dos casais muda para os filhos e isto afeta diretamente como gastam seu dinheiro. Já notaram que quase toda propaganda de banco tem criança?
    Pessoas casadas e com filhos são mais “dóceis” e “domesticadas”. Os departamentos de RH das empresas adoram isso e promovem a idéia que estas pessoas seriam mais “responsáveis”. O responsável aquí significa que você não vai mandar o seu chefe e a empresa para a PQP quando ficar de saco cheio, ou seja, é o melhor para eles e não para você.
    A “indústria do divórcio”. Talvez tão grande quanto a dos casamentos pelo menos nos países de primeiro mundo esta indústria movimenta bilhões em negócios que vão de escritórios de advogados a serviços de aconselhamento matrimonial, cuidados de crianças e assim por diante. Um casal separado e com filhos normalmente vai ter mais gastos ainda, ou seja: mais lucro. Isto fica evidente se compararmos as taxas de divórcio entre os períodos ditos de prosperidade com os de crise. Nos períodos de crise muita gente não tem os recursos para se separar e preferem engolir sapos ou o orgulho e permanecer convivendo.
    Toda família necessita um “porto seguro”. Este é o mantra que provavelmente todos aqui conhecem e estão provavelmente vacinados contra. Da mesma maneira que as propagandas de banco as das destrutoras sempre tem famílias felizes com kids.
    Outras grandes indústrias relacionadas: Serviços médicos e de seguros, educação, entretenimento, alimentação (Nestlé foods estou falando de vocês), turismo e muitos mais.

    Imigrantes, religião, destruição da cultura judaico-cristã, direita, esquerda, aliens e corvos.

    Corporações são entidades “faceless”, não tem um rosto ou preferências políticas nem religiosas, financiam políticos e religiosos de todas as matizes possíveis e imagináveis. Algumas igrejas são verdadeiras corporações e agem basicamente da mesma maneira.
    Esta gente lucra da mesma maneira se a europa for de matriz judaico-cristã ou muçulmana, os muçulmanos até apresentam boas oportunidades pois geralmente tem muito mais filhos dos que os anglo-saxões ou ibéricos.
    As mesmas corporações apenas movem seus processos e recursos para lugares diferentes, estamos vivendo em uma época de globalização e homogeneização cultural nunca antes vista ou imaginada. Devido ao atual estágio da automação e da “padronização” das pessoas e suas culturas nunca foi tão fácil e prático de se mover fábricas e cadeias de produção de um lugar para o outro.

    Governos

    Creio que a grande maioria aqui não espera nada de governos e nem devemos mesmo pois vemos os resultados dia após dia da ingerência e incapacidade dos governos de realizarem as atividades as quais são responsáveis.
    Mesmo sendo parte do governo como por exemplo exercendo a função de funcionário público cada vez menos você vai se beneficiar disto.
    Estamos vivendo uma época estranha onde tudo é baseado em marketing e recompensas fáceis e se possível instantâneas. Os governos como as corporações sabem muito bem disto e trabalham basicamente para:
    Criar e manter expectativas na população. Criam necessidades, inimigos e falsas esperanças que obviamente só poderão ser cuidadas com mais governo
    Preparam as pessoas para viver no matrix. Interesses dos governos, corporações e até religiosos estão interligados e se completam em muitos casos. Um exemplo: Não é mais ensinado nas escolas como poupar e controlar gastos pois pessoas endividadas são os clientes perfeitos por mais estranho que isto possa parecer.
    Criam caos deliberadamente. As bandeiras historicamente de “direita” são defendidas hoje me dia pela suposta “direita” e vice-versa. Promovem polarização para dar mais poder aos governos e dirigir os focos das preocupações das pessoas a alvos falsos.
    Trabalham para as corporações e não para o povo. Fato que não é exatamente novo mas que nunca atingiu níveis tão altos e de maneira tão dissimulada.

    Minhas conclusões

    Nunca foi tão importante ficar líquido e ser livre.

    Poder juntar as malas e mudar de bairro, cidade, estado e país serão requisitos para qualquer pessoa que almeja uma vida melhor ou realizar seus sonhos pois não temos controle de muitas coisas que estão acontecendo e virão a acontecer no futuro mas devemos ter a capacidade de mudar nossas vidas para não ficarmos presos no “matrix” e escravos impotentes da máquina.

    Talvez até mais importante do que mudar de local estar apto a mudar de atividade seja uma capacidade desejada e necessária. Temos infinitos meios de aprendizagem efetivos, práticos e baratos, só não aprende quem não quer, obviamente certas atividades exigem talentos que nem todos temos mas a gama de opções é enorme e acredito que todos possam encontrar algum nicho.

    O mais importante

    Quaisquer que se sejam suas ações sempre pensem profundamente se estão fazendo isto por vontade própria e não sob pressão de outras pessoas que podem inclusive estar querendo o nosso “bem” como familiares e amigos, eles podem e frequentemente estão errados e tem seus próprios interesses e “agendas”. Pense sempre primeiro em você, isto não tem nada a ver com ser egoísta, vem simplesmente do fato que para ajudar e cuidar você primeiro tem que se ajudar e se cuidar senão poderá não estar apto a isso, e acreditem a impotência é um sentimento terrível.
    Vejo muita gente reclamando de familiares e em alguns casos das próprias esposas e maridos, tome a frente e decidam por vocês mesmos, uma pessoa “infeliz” é muito melhor do que um casal e até uma família frustrados, infelizes e miseráveis em vários sentidos e pelo resto da vida.

    O caminho da independência como o do Samurai é solitário.

    Não se preocupem em eliminar pesos mortos das suas vidas: “amigos” do facebook, amigos com “boas intenções” mas “dentro do matrix”, familiares, cônjuges, colegas de trabalho e outros que atrapalham seus planos deve ser ignorados ou isolados pois quem vai sofrer as consequências de suas decisões é você e não eles.
    Se abstenha de tentar “ajudar” outros pessoas não importando quem elas sejam, as pessoas não mudam e a “ingratidão” é a norma entre os seres humanos. Em relações familiares isto ainda é pior com pessoas toleram atos cometidos por “familiares” que em outros casos poderiam terminar em morte. Ter família é bom a pelo menos 300 Km de distância em em doses homeopáticas.

    Pessimismo, otimismo, futuro, sucesso, isto tudo é bom ou ruim?

    Eu da minha parte sou um otimista, nunca vivemos um período de paz e prosperidade tão longo na história da humanidade nem nunca tivemos tantas opções de vida e trabalho.
    A habilidade que considero fundamental e ter pensamento próprio para decidir seu destino e evitar as armadilhas da “matrix”. Muita gente vive repetindo que devemos pensar fora da caixa mas para isto se necessita capacidade, informação, trabalho e principalmente coragem.
    Nunca nosso futuro e sucesso dependeu somente de nós mesmos, nossas escolhas e do fato de podermos ser independentes se trabalharmos para isto.

    Muito sucesso a todos no ano de 2017, continuem líquidos em dinheiro e pensamento.

    26+
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    • Carlos 11 de janeiro de 2017 at 23:41

      Para quem nunca viu estes gráficos.

      10 Corporations Control Almost Everything You Buy — This Chart Shows How

      http://www.informationclearinghouse.info/article36743.htm

      3+
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    • Carlos 11 de janeiro de 2017 at 23:52

      Profético.

      Rede de Intrigas, (Network) 1976
      https://www.youtube.com/watch?v=hhGZ-PV6YUM

      3+
      • BolhistaFloripa 12 de janeiro de 2017 at 09:25

        Esse filme é muito bom. Um dos melhores que eu já vi.

        2+
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    • Felipe 12 de janeiro de 2017 at 07:07

      Carlos, bom dia. Lendo sua redação, me pareceu que vc não tem/teve boas experiências familiares e conjugais.
      Quanto ao mais, corporações, religiões e etc, não se preocupe – as coisas tendem a se concentrar até a próxima ruptura do sistema. Mas entendendo bem pouquinho de história, como eu, vc vai ver que quase sempre foi assim. Império, estado, comuna, corporações – sempre foram criações de quem domina para controlar dominados, ou seja, ilusões.

      6+
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      • Carlos 12 de janeiro de 2017 at 10:10

        Não tem nada a ver com ter boas relações familiares ou não, você é que deve viver em um mundo de fantasias ou ser muito mais novo do que eu.
        Deveria reparar mais naquilo o que acontece ao seu redor, 44% dos casamentos no Brasil terminam em divórcio por exemplo.
        Eu sou realista e já falei que sou otimista com o mundo e até com as pessoas, só não sou é Alice e muito menos trouxa.

        8+
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    • Felipe 12 de janeiro de 2017 at 07:12

      e se vc tiver conhecimento bíblico, nas palavras de Jesus dizendo “quem tiver ouvidos ouça”, se fala de um tempo de extrema concentração de poder, talvez por uma só “pessoa” ou coisa, que virá justamente pouco antes do fim de todas as coisas. Estamos caminhando para isso, invariavelmente. é interessante analisar estas coisas, mas talvez em um grupo separado para não tirarmos o foco principal do blog

      5+
      • Carlos 12 de janeiro de 2017 at 09:12

        A bíblia é um conto de fadas, estou falando da realidade.
        E o mundo não vai acabar mesmo com uma guerra nuclear cataclismica, apenas um planetinha minúsculo em relação ao universo infinito é que vai ficar um pouco chamuscado ;-D

        10+
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      • O Cramulhao de FHCigienopolis45 12 de janeiro de 2017 at 10:13

        É sério que nesse Blog, conhecido por pessoas muita inteligentes, temos gente citando a bíblia ?
        Qual vai ser o próximo? Torah, Necronomicon, 50 tons de cinza?

        Do mesmo modo que há pessoas que vivem na matrix do casamento e da “casa própria”, temos a matrix dos religiosos . É preciso querer sair da zona de conforto (tanto física quanto mental) e esse blog como outros relacionados é justamente lugar desse tipo de gente.

        5+
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    • Ilusionista 12 de janeiro de 2017 at 10:10

      não é por acaso que o tema de redação da Fuvest foi o “Iluminismo e a filosofia de kant”.

      efeito “manada” de condutas e pensamentos tão atuais…

      http://institutointersecao.com.br/artigos/Monica/Kant_e_o_Iluminismo-2.pdf

      3+
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      • Carlos 12 de janeiro de 2017 at 10:57

        Aproveitando para complementar minha “redação” e como resposta ao tmarabo.

        Ter filhos é não ser “egoísta” ou o contrário: quem decide não ter filhos é egoísta.

        Não vejo nenhuma lógica e muito menos percebo isto quando observo as pessoas e suas vidas.

        1 – Tem coisa mais egoísta do que querer se perpetuar fazendo uma cópia sua? Deixar um “descendente”?
        2 – Uma olhada rápido no seu facebook e creio que todos vão encontrar pessoas que usam os filhos como troféu. Não seria isto uma forma de egoísmo?
        3 – Conheço muita gente mesmo que projeta seus “sonhos” e “pesadelos” nos filhos que acabam virando vítimas das ambições e princiapalmente das frustrações dos pais. Conhecí gente completamente desajustado por causa disto, gente que pirou e outros até que cometeram suicídio. Não seria isto o supremo egoísmo?

        Outra falsa afirmação que não se sustenta perante um raciocínio lógico básico e alguma observação da realidade.
        Para não deixar margem a dúvidos já aviso que obviamente nem todos os que decidem ter filhos são egoístas e vice-versa, tenho a felicidade de conhecer pessoas excelentes com famílias admiráveis nos dois casos.

        8+
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  • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 07:27

    Olha rapaz…. eu não tenho motivo nenhum para mentir.
    Eu aprendi a mexer com o TD aqui nesse blog. Só fiz o que me recomendaram.
    Veja o extrato:
    https://drive.google.com/drive/folders/0B_HYrjDCKvw-MDlxYUlYa0dVeDA

    P.S. Vai pentear macaco.

    16+
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    • Felipe 12 de janeiro de 2017 at 07:39

      kkkkkkkk matou a cobra e mostrou o pau

      7+
  • Alemão 12 de janeiro de 2017 at 07:53

    OFF

    Ilusionista

    Na realidade, o grande ralo se chama aposentadoria rural e LOAS, benefícios pagos sem contribuição anterior e que, nunca deveriam ser vinculado ao sistema previdenciário.
    Custeio deveria ser através de outros meios, como impostos grandes fortunas que nunca foram regulamentado, impostos sobre os cassinos, etc.

    Pode tirar o rural e o LOAS da conta, vai continuar sendo uma espécie de pirâmide, a matemática mostra isso. O sistema precisa de X trabalhando para manter os Y aposentados, e como os aposentados vão sempre aumentando, ou se aumenta o número de gente trabalhando e contribuindo (improvável pois a população esta envelhecendo), ou se aumenta o valor da contribuição, ou se aumenta a idade mínima. Ou uma ou mais das opções junto.
    Além disso, o sistema hoje não é só mantido pelas contribuições previdenciárias diretas, existem também as indiretas. Não fosse isso, a conta estaria muito pior. E, mais além ainda, mesmo a conta não fechando, o governo banca os déficits, só que esta ficando cada dia mais difícil o governo pagar os “prejuízos” do sistema. É neste momento que lançam as reformas (e esta atual não é a primeira e nem será a última)

    Ilusionista

    Mas a grande dúvida para o futuro:

    como estarão as relações de trabalho e emprego daqui a 35 anos?
    haverá empregos formais suficientes nos moldes atuais com contribuição?
    Novos processos de automação e tecnologia, como e-commerce, irão extinguir quantos postos de trabalho até lá?
    a cada novo aplicativo, quantos postos de trabalho deixarão de existir?
    teremos grandes montadoras de veículos 100% automatizada operadas por pouquíssimos empregados, por outro lado, haverá consumidores com salários e renda para aquisição de bens?

    A automação e tecnologia sempre extinguirão empregos, mas também criarão novos. Sempre foi assim no curso da história. E isso é ótimo, pois diminui os empregos braçais e aumenta o conforto do ser humano.
    E se isso vai diminuir o trabalho “formal”, só o tempo pra dizer se é bom ou ruim. Se ser formal depende de diversas regulações e legislações, então vai ser bom ser informal.

    6+
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  • SampaBoy 12 de janeiro de 2017 at 07:58

    Juro Baixo uma Pinoia

    http://oglobo.globo.com/economia/brasil-continua-com-maior-taxa-de-juros-reais-do-mundo-18512294

    Os caras abaixam o juro porem como a inflação abaixou mais ainda, o juro real, que é o que importa, continua nas alturas ! O Juro real Brasil continua sendo o maior do mundo disparado e o maior dentro da nossa economia desde 2007

    PNJ !

    8+
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    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 08:28

      YEAH !!!!
      Chorem endividados !!!

      10+
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      • Baby Boy 12 de janeiro de 2017 at 10:58

        Em breve, muito em breve, muitos mudarão o sobrenome para NEGATIVADO.

        1+
    • Alemão 12 de janeiro de 2017 at 10:05

      “http://www.clubedospoupadores.com/investimentos/juros-reais-no-brasil.html”
      “http://www.clubedospoupadores.com/calcular-taxa-de-juro-real”

      1+
  • Alemon Fritz 12 de janeiro de 2017 at 08:13

    Samy Dana
    Investir em renda fixa é mais interessante do que em imóveis

    Sem contar que imóveis ainda geram custos, entre eles, a corretagem, que pode representar 6% do valor total da propriedade.
    Ainda, é necessário levar em conta que os corretores e especialistas tendem a avaliar imóveis com valores acima da realidade de mercado para incentivar potenciais proprietários a vender.

    Assim como qualquer outro setor, (só) os especialistas ganham e ganharão dinheiro.

    http://g1.globo.com/economia/blog/samy-dana/post/investir-em-renda-fixa-e-mais-interessante-do-que-em-imoveis.html

    9+
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  • Alemon Fritz 12 de janeiro de 2017 at 08:28

    imposto de Herança (SC)

    Arrecadação de ITCMD cresce 22% em 2016

    Doação LegalIV – A partir de informações recebidas da Receita Federal, foi lançada em setembro de 2016, que apurou R$ 18 milhões em impostos não recolhidos de 664 contribuintes que receberam doações em dinheiro no “ano-base2011/exercício 2012”. Até novembro de 2016, os contribuintes regularizaram 33% do imposto lançado.

    Operação Cartórios – Ao longo do ano, a Fazenda intimou 111 titulares de ofício de registro civil, títulos e documentos e pessoas jurídicas do Estado a apresentar cópia de contratos sociais e alterações registradas e arquivadas no ano de 2011 de todas as administradoras de bens, com vistas à identificação de fatos geradores sem o recolhimento do imposto.

    Operação Holding Familiar – Entre os objetivos estão fiscalizar as sociedades administradoras de bens. Os auditores tem identificado o modus operandi de contribuintes que integralizam suas cotas sociais pela entrega de bens imóveis por valores muito inferiores aos de mercado. Na transferência das cotas aos herdeiros, é recolhido ITCMD com base no patrimônio subavaliado, o que configura a sonegação fiscal.
    Doação Legal V e VI –
    http://economiasc.com.br/arrecadacao-de-itcmd-cresce-22-em-2016/

    5+
    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 08:31

      Gobierno sendo gobierno.
      Acho que começarei a ler mais sobre holdings no exterior.

      5+
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      • Alemon Fritz 12 de janeiro de 2017 at 08:35

        eu estava lendo sobre holdings tbm, parece interessante.

        4+
        • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 08:37

          Você precisa pagar bastante taxas (ITBI, RI, etc) no começo para transferir todo o patrimonio para a holding… mas depois é mais tranquilo. (teoricamente)

          5+
  • tmarabo 12 de janeiro de 2017 at 08:31

    Dentre várias obamices (em português, dilmices,lulices, petices) posto esta, por motivos óbvios:
    4%: Queda no número de americanos que possuem casa própria desde que Obama assumiu. (“State Of Working America Data Library,” Economic Policy Institute, 12/27/16)

    Outras questões e link com o texto completo:
    US$ 19.9 Trilhões: É o tamanho da montanha de dívida pública que Obama vai deixar. (“Daily History Of The Debt,” U.S. Department Of Treasury, 12/23/16).

    US$ 9.2 Trilhões: É o aumento na dívida desde que o Obama tomou posse. (idem).

    87%: O aumento na dívida pública desde que Obama assumiu. (“Daily History Of The Debt,” U.S. Department Of Treasury, Accessed 12/23/16)

    US$750 Bilhões: O déficit comercial americano apenas no último ano (U.S. Census Bureau, 12/27/16)

    US$ 99 bilhões: O crescimento ANUAL do déficit comercial com a China desde que Obama assumiu. (“Trade In Goods With China,” U.S. Census Bureau, 12/27/16)

    US$ 0.19: A QUEDA na média dos salários POR HORA desde que Obama tomou posse. (“State Of Working America Data Library,” Economic Policy Institute, Accessed 12/27/16)

    301.000: Número de empregos em fábricas perdidos desde que Obama assumiu.(Bureau Of Labor Statistics, Accessed 12/2/16)

    5%: A redução no número de americanos que se identificam como “classe-média” desde que Obama tomou posse. (Frank Newport, “Americans’ Identification As Middle Class Edges Back Up,” Gallup, 12/15/16)

    4%: Queda no número de americanos que possuem casa própria desde que Obama assumiu. (“State Of Working America Data Library,” Economic Policy Institute, 12/27/16)

    2%: A magra média de crescimento do PIB americano na Era Obama. (Larry Light, “Obama’s 8-Year Economic Legacy: A Mixed Bag,” CBS, 12/23/16)
    http://rodrigoconstantino.com/artigos/o-legado-de-obama-em-numeros/?utm_medium=feed&utm_source=feedpress.me&utm_campaign=Feed%3A+rconstantino

    5+
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    • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 10:56

      cá entre nós ele tirou o eua da crise do século deixada pelos bushes
      terminou bem avaliado lá

      8+
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    • Cesar_DF 12 de janeiro de 2017 at 11:10

      Seria interessante um comparativo com o governo anterior
      O do George W Bush iria ganhar de lavada a respeito de percentual de proprietários de imóveis kkkkkkkk

      5+
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  • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 08:33

    OFF
    Acho que o mercado irá se animar hoje
    Ibovespa Futuro em forte alta
    Dolar futuro em queda

    4+
    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 08:34

      Juros Futuros 10,80% a.a. (2021)

      5+
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  • tmarabo 12 de janeiro de 2017 at 08:37

    Off: vcs já investiram na Crefisa?
    Ou qual banco menor vocês recomendariam para aplicações com duração de mais de um a dois anos ????

    1+
    • Antigo 12 de janeiro de 2017 at 08:41

      Abra uma conta em uma corretora, pode ser a Easyinvest.

      Dessa maneira, você verá várias opções de corretoras e bancos menores para fazer os investimentos.

      Para verificar a saúde financeira das instituições, consulte o site BancoData
      http://www.bancodata.com.br

      2+
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    • Antigo 12 de janeiro de 2017 at 08:42

      A Crefisa está bastante lucrativa:
      http://www.bancodata.com.br/relatorio/crefisa-sa-cfi

      Emprestar dinheiro no Brasil é um ótimo negócio.

      2+
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      • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 08:45

        Esses aí sabem ganhar juros.
        15% a.m é fichinha.

        7+
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    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 08:42

      Crefisa tem funding próprio.

      Aceite a recomendação do colega abaixo. Invista via corretora.
      TD ou bancos médios e pequenos. É muito tranquilo de gerenciar.

      5+
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    • Thiaguinho 12 de janeiro de 2017 at 09:34

      Corretora Rico é boa também, a meu ver tem muito mais opções que a Easynvest atualmente. Mas tenho conta na Easynvest também.

      Quanto a bancos, uso o Sofisa. Muito fácil e didático o site na hora de operar, com prazos de 1 mês até 5 anos se não me engano.

      4+
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  • Louro José 12 de janeiro de 2017 at 08:48

    E aí, galera? Essa queda de juros veio pra ficar ou é só “vôo” de galinha?

    Pra mim, se não passar uma severa reforma da previdência com severo ajuste fiscal não se sustenta por 1 ano esse patamar de juros. Basta quebrarem a confiança do mercado.

    3+
    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 08:51

      Fala Louro José. Essa diminuição na SELIC é a foto de hoje.
      E sabemos que o mercado tira várias fotos por ano.
      😉

      7+
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      • Louro José 12 de janeiro de 2017 at 09:31

        Bingo!
        Isso tá me cheirando a redução forçada de juros pra dar uma resposta pro povo.

        5+
        • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 10:04

          o que importa é o juros real
          viram a inflação????
          desabou
          nominalmente parece que estamos ganhando menos, mas na real é mais.

          e pra quem tem bolhudinho tipo o fernando copm CET de 9,7%aa+TR o juros real que ele paga pro banco disparou de 4% para 7%
          pague nosso PMJ fernando

          11+
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          • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:07

            YEAH !!!!

            2+
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    • Alemão 12 de janeiro de 2017 at 08:57

      “Pra mim, se não passar uma severa reforma da previdência com severo ajuste fiscal não se sustenta por 1 ano esse patamar de juros. Basta quebrarem a confiança do mercado.”

      Plenamente de acordo.

      4+
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    • Nelson Schadenfreude 12 de janeiro de 2017 at 09:08

      Confere. A reforma fiscal é o alicerce para a normalização econômica do país. Se não passar, caímos na dominância fiscal, isto é, o governo pagar a dívida com inflação.
      Da minha parte, acho que o Temer está conseguindo organizar os apoios políticos para encaminhá-la. Caso não consiga, haverá caos, e ele corre risco maior de ir para a cadeia enquadrado na Lava-Jato. Tem todo o incentivo para prosseguir com essa agenda.
      Uma notícia promissora: o Meirelles conseguiu enquadrar o Pezão e meter um arrocho no governo do Rio. Fecha a porteira para os demais estados que desejam a avacalhação fiscal.

      7+
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      • Louro José 12 de janeiro de 2017 at 09:31

        A maioria das coisas acertadas depende de aprovação da ALERJ. A gente sabe que não vai sair 😉

        3+
        • Nelson Schadenfreude 12 de janeiro de 2017 at 09:42

          A Alerj pode resistir e fazer biquinho, mas o ajuste vai entrar. O quanto antes aceitarem , menos vai doer.
          O Meirelles já conversou com a Carminha, que já entendeu o problema.

          5+
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          • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 10:02

            cariocas: PMJ
            funciotários da pré-tobás e familia feinha: PMJ

            lindo, lindo
            e continuem a campanha de doaçao de comida pros FPs: se morrerem de fome é menos gente pra PMJ

            Campanha adote um carioca

            6+
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  • Alemão 12 de janeiro de 2017 at 09:08

    Série “Perspectivas para 2017”: o que esperar da inflação no Brasil?
    “A troca dos integrantes do COPOM em 2016 por membros de reconhecida capacidade junto ao mercado e a melhora na comunicação dos seus objetivos facilitaram a “ancoragem” das expectativas.
    O balanço de riscos para a inflação é positivo em 2017, levando em consideração os fatores apontados. A tendência, portanto, é de que o IPCA encerre o presente ano próximo do centro da meta. ”
    Texto completo em: http://econforreal.blogspot.com.br/2017/01/serie-perspectivas-para-2017-o-que.html

    4+
  • Alemão 12 de janeiro de 2017 at 09:18

    OFF – Inovação & Tecnologia

    Google’s AI Has Reinvented the Master Language
    “Let’s say we train a multilingual system with Japanese⇄English and Korean⇄English examples. Our multilingual system, with the same size as a single GNMT system, shares its parameters to translate between these four different language pairs. This sharing enables the system to transfer the “translation knowledge” from one language pair to the others. This transfer learning and the need to translate between multiple languages forces the system to better use its modeling power.
    This inspired us to ask the following question: Can we translate between a language pair which the system has never seen before? An example of this would be translations between Korean and Japanese where Korean⇄Japanese examples were not shown to the system. Impressively, the answer is yes — it can generate reasonable Korean⇄Japanese translations, even though it has never been taught to do so.”
    Texto completo em: https://fee.org/articles/googles-ai-has-reinvented-the-master-language/

    3+
  • Louro José 12 de janeiro de 2017 at 09:33

    Banco Central fecha os olhos e pisa no acelerador

    O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) decidiu nesta quarta-feira cortar agressivamente a taxa básica de juros em 0,75 p.p., para 13% ao ano. O resultado da reunião surpreendeu parte do mercado, que esperava um corte menos agressivo de 0,50 p.p.

    Apesar da expectativa dominante em 0,50 p.p. de corte na taxa Selic, o clima estava favorável no ambiente doméstico para um corte maior de 0,75 p.p. O Banco Central aproveitou a janela de oportunidade (clima propício) para intensificar o ciclo de afrouxamento monetário rapidamente, agradando tanto o governo (que tem a ilusão de que uma Selic menor resolverá os problemas de crescimento), quanto o mercado (que quer uma Selic menor para ampliar os ganhos nas posições de pré-fixados).

    Entretanto, considerando a complexidade do balanço de riscos para a inflação (pressões internas e externas), o Banco Central está buscando risco desnecessário ao ampliar agressivamente o ritmo de flexibilização da política monetária, se deslocando de forma acelerada para uma rota mais dovish.

    Na manhã desta quarta-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), considerado a inflação oficial no Brasil, avançou 0,30% no mês de dezembro do ano passado, mostrando aceleração em relação a alta de 0,18% registrada no mês anterior.

    A inflação do setor de serviços subiu 0,65% no mês de dezembro, frente aos 0,42% registrados no mês de novembro, voltando a sinalizar ritmo incompatível com o cumprimento da meta. A pressão de preços do setor de serviços tem peso relevante (ou deveria ter) no balanço de riscos para a inflação, já que os consumidores não conseguem importar serviços e acabam aceitando os preços praticados por empresas locais. Uma inflação de serviços elevada indica cenário de baixa concorrência e dificuldades de empreendedorismo, sustentando o desequilíbrio entre oferta e demanda.

    No acumulado de 2016 o IPCA fechou com alta de 6,29%, muito distante, portanto, do centro da meta a ser perseguido (4,5%) e levemente abaixo do teto da margem de tolerância (6,5%). O número foi considerado positivo e comemorado no mercado, mas o fato é que não há nada animador numa inflação que, ainda, apenas demonstra sinais de que retornou ao padrão verificado nos últimos seis anos (com exceção de 2015): oscilar ao redor do teto da margem de tolerância.

    A inflação de 2016 também continua mostrando sinal de elevado descasamento com o desempenho da economia. O FMI (Fundo Monetário Internacional) projeta retração de 3,3% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2016. Já a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) espera uma contração de 3,4% no PIB do Brasil de 2016, o que deve marcar dois anos de forte recessão, já que em 2015 o PIB caiu 3,8%. A grande distorção entre inflação versus PIB é preocupante, pois demonstra manutenção da deterioração dos fundamentos macroeconômicos.

    Ainda assim, mesmo diante do complexo balanço de riscos, o Banco Central decidiu aumentar o corte na taxa básica de juros, de 0,25 p.p. para 0,75 p.p. Lamentavelmente, o comunicado emitido após a reunião de Comitê está repleto de avaliações supostamente tendenciosas.

    O Banco Central considera que, no âmbito externo, os efeitos do fim do chamado interregno benigno têm sido limitados. Essa afirmativa parece desconsiderar o movimento global de valorização do dólar (apesar de existir uma distorção temporária contra o real) e as esperadas revisões para cima nas projeções de inflação dos principais banqueiros centrais mundiais, que por sinal estão traçando uma rota de política monetária menos dovish do que a verificada nos últimos anos.

    O comunicado também ressalta que o processo de desinflação mais difundido atingiu componentes mais sensíveis à política monetária e ao ciclo econômico, embora a inflação de serviços tenha acelerado para 0,65% no mês de dezembro do ano passado.

    No texto, o Banco Central credita peso ao recuo das projeções de inflação no cenário de referência para 2017 e 2018, feitas sob a metodologia de manutenção da taxa Selic e taxa de câmbio durante todo o horizonte de previsões. Entretanto, no cenário de mercado, onde a metodologia é diferente (considera evolução da taxa Selic e taxa de câmbio no horizonte de projeções), ainda não há expectativa de ancoragem da inflação à meta em 2017.

    No encontro anterior, realizado em 30 de novembro de 2016, o Comitê decidiu reduzir a taxa Selic em 0,25 p.p. Naquela ocasião, a previsão do mercado (boletim Focus) apontava para uma inflação de 4,93% no fim de 2017. No encontro realizado em 19 de outubro de 2016, a previsão do mercado para a inflação no fim de 2017 era de 5,04% e o Comitê também optou por reduzir a taxa Selic em 0,25 p.p.

    Hoje, a previsão do mercado para a inflação no fim de 2017 está em 4,81%. Pode-se notar um padrão de recuo nas projeções de inflação do mercado na faixa de 0,10 p.p. entre o intervalo de reuniões do Copom, mas, desta vez, a resposta da política monetária veio com um corte agressivo de 0,75 p.p.

    Para tentar justificar a intensificação do corte com as projeções de inflação do mercado, o Banco Central começa a empurrar o cumprimento do objetivo (convergência da inflação para a meta de 4,5%) para 2018, ano em que as projeções de mercado apontam ancoragem da inflação ao centro da meta.

    Quanto mais o Banco Central se apoia sobre as projeções de longo prazo para tomar suas decisões, maior o risco assumido pela política monetária. Eventos adversos devem surgir em 2017 (como nos anos anteriores) e, desta vez, a autoridade monetária não contará, possivelmente, com a desinflação das contas de energia elétrica (que já estão em bandeira verde) e com o fator câmbio (real valorizado, descasado com as demais moedas).

    No cenário externo, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu sua primeira entrevista coletiva desde a sua eleição. Não houve divulgação de novidades relacionadas ao seu plano de governo. O evento foi marcado por críticas justificadas à imprensa norte-americana, especialmente a rede CNN, que desde a campanha eleitoral tem extrapolado limites para se posicionar contra Donald Trump.

    O presidente eleito aproveitou a coletiva de imprensa para anunciar que vai se separar da administração de seus negócios a fim de evitar conflitos de interesse. Seus ativos serão transferidos para um trust e seus dois filhos tomarão o controle de suas empresas.

    A coletiva não afetou a dinâmica do mercado local, com os principais índices de Wall Street trabalhando dentro de uma tendência de alta, colados em máximas históricas, sem apresentar novidades.

    A bolsa brasileira encerrou o pregão desta quarta-feira em leve alta, mas ainda abaixo da principal resistência localizada na região dos 62,9k. Caso essa barreira seja superada nos próximos pregões, a atual tendência de alta ganhará força, impulsionando o índice para a máxima registrada no ano passado.

    http://www.financasinteligentes.com/2017/01/banco-central-fecha-os-olhos-e-pisa-no.html

    5+
  • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 09:41

    Dólar comercial 3,16
    No Semanal vai em busca dos 3,10

    No dólar futuro rompeu suporte duplo. (no semanal)
    3178

    5+
    • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 09:59

      pandeiro pandeiro
      preciso trocar figurinhas
      minhas primeiras TDs que comprei lááaáá em fim de 2104 e 2015 estão vencendo esse mês, conta da easy e dum banco privado
      porenquanto deixei na conta esperando o ipva/iptu/matricula/material/gastos de natal avoar com a liquidez

      o que vc indicaria????
      algum cdb de 130% do Di de banco adrenalina, pré a 11,5% ipca a 5,5%
      ando meio sem inspiração…
      me ajuda aí seu mentiroso kkkkk

      (ps: lembro que tive medo de pegar as prés de 16%, peguei nenhuma, kkk já as ipca está avoando o valor de face com a queda da inflação+SELIC, isso não é investimento, isso é seguro de vida em vida, seguro contra o governo, kkkkk)
      rindo a toa modeon
      pode xamar de mentiroso a vontade.

      5+
      • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:05

        Grande Véio !!!
        TReteiro !!!
        kkkk
        Recomendo LCI/LCA tirou curto na Rico ou Easynvest ou então LC´s de financeiras aquelas bem xexelentas. kkkk
        E o que não venceu no TD… deixa rolar.

        3+
      • bolha real 12 de janeiro de 2017 at 13:15

        História pra boi dormir, nem sei como acreditam nisso.

        Muitos pegaram taxas boas, inclusive eu peguei a 2035 a 7,82%, mas coloquei quase nada nesta taxa. Impossível alguém ter colocado tudo nesta taxa e também na maior taxa do pré.

        Na época a média da minha carteira de 2035 ficou em 7,52. Muitos podem ter ficado com uma média maior, mas falar que pegou só a taxa mais alta da 2035 e o pré mais alto.

        Não tem ninguém de banco aqui? Qualquer um que trabalhe com isso sabe que não rola meu.

        0
  • Nelson Schadenfreude 12 de janeiro de 2017 at 09:46

    Retrato do momento: bolsa bombando.
    Minha EZTC3 ganhando 4% até as 10:40h. 22% desde o começo do mês.
    Acho que vou realizar e comprar uns iPhones pra mim e pra patroa.
    BRINCADEIRA! Vou deixar lá para ver até onde chega.
    In Meirelles we trust.

    Planos de investimento: terminar de liquidar minha posição em USD e meter em Bolsa. Mas devagarinho, para fazer preço médio sem precipitação.
    In Ilan we trust.

    6+
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    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:06

      Só ajusta o Stop. Até onde vc aceitaria perda. Tira o risco e deixa correr.

      1+
    • Deralian 12 de janeiro de 2017 at 21:28

      Com o ibovbosta subindo carrega um monte de tranqueira pra cima… PDGR3 e. HBOR3 ja estão super esticadas (ainda com volume crescente) por exemplo. Aconselho a fazer umas realizações parcias pra proteger a tua posição.

      0
  • Cesar_DF 12 de janeiro de 2017 at 09:58

    Tecnologia e mudanças no mercado de trabalho fazem profissões acabarem

    Otton Luiz Bendixen, 28 anos, vê com espanto a inclusão de corretores de imóveis na lista de profissões ameaçadas. Formado em comunicação social, ele deixou de lado a carreira de assessor parlamentar para montar o próprio negócio no ramo imobiliário e afirma que a tecnologia nunca o atrapalhou.

    O setor de construção civil testa novos conceitos de produção de imóveis. Um projeto de estudantes de engenharia elétrica da Universidade de Brasília (UnB), o ‘InovaHouse 3D’ foi contemplado no ano passado pelo edital para fomento a startups da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, o Startups Brasília, com a proposta de entregar casas de 50 metros quadrados feitas com impressoras 3D, de metal e plástico, por até R$ 27 mil, em questão de poucos dias. O utensílio custou cerca de R$ 3 mil.

    http://especiais.correiobraziliense.com.br/tecnologia-e-mudancas-no-mercado-de-trabalho-fazem-profissoes-acabarem

    6+
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  • CA 12 de janeiro de 2017 at 10:26

    Ficou muito para cima, replico aqui:

    Louro José 12 de janeiro de 2017 at 08:48
    E aí, galera? Essa queda de juros veio pra ficar ou é só “vôo” de galinha?

    Pra mim, se não passar uma severa reforma da previdência com severo ajuste fiscal não se sustenta por 1 ano esse patamar de juros. Basta quebrarem a confiança do mercado.

    —————————————————————————————————————————————–

    Concordo com a colocação do Louro José e complemento que não vejo nenhuma possibilidade de termos uma SEVERA reforma da previdência e um SEVERO ajuste fiscal.

    Para começar, já deixamos claríssimo que tentarão fazer uma reforma fiscal que seja a mais “suave” (=INEFETIVA possível). Reitero:

    Alguém já viu, em algum lugar do Mundo, um ajuste fiscal onde o primeiro passo é ampliar o déficit público de R$ 95 bilhões para R$ 160 bilhões e depois começar a gastar mais por conta deste aumento no rombo previsto? Foi exatamente o que fizemos em 2016…

    E quanto a 2017? Alguém já viu, em algum lugar do Mundo, um ajuste fiscal onde o governo prevê como crescimento de PIB para orçamento o triplo daquilo que o mercado aposta e com isto promete uma redução do déficit fiscal para “apenas” R$ 139 bilhões, que já será o segundo maior déficit de toda a história, perdendo apenas para 2016? Isto significa que teremos uma grande frustração de receitas de impostos, ou seja, o déficit fiscal será maior que o “previsto”. Aliás, o próprio governo já ajustou a previsão de crescimento do PIB, caindo de 1,6% para 1%, só “esqueceu” de atualizar o orçamento e a previsão de déficit fiscal, que ele já disse que só irá rever após a divulgação dos resultados do PIB no 1T17, ou seja, a frustração das expectativas do mercado quanto ao ajuste fiscal já tem até data marcada…

    E os “socorros” para governos Estaduais e Municipais, estão computados nas “estimativas” do governo, de forma REALISTA? Os rombos destes Estados e Municípios em si estão na conta?

    E a continuidade de concessões a grupos específicos do funcionalismo público, como aconteceu no apagar das luzes do ano de 2016, está na conta?

    Temos receitas não recorrentes como parte do orçamento e ajudando na estimativa de que em 2017 teremos “apenas” R$ 139 bilhões de déficit, se como o nome diz, são não recorrentes, como isto pode significar algo sustentável ao longo dos anos, se já no ano seguinte não terão estes efeitos?

    Todos sabem que no curtíssimo prazo um ajuste fiscal intensifica a recessão, isto é inevitável, ainda mais no nosso contexto:

    Quando o governo impõe limites maiores para aposentadoria, menos pessoas terão acesso a esta verba a partir de então, em meio a desemprego em patamar recorde, com o adiamento das aposentadorias, no total, teremos menos dinheiro circulando para o consumo.

    Quando o governo é obrigado a cancelar “N” investimentos / projetos, temos o efeito em cascata sobre todas as empresas que participariam de licitações e deixarão de ter estas receitas.

    Quando o governo faz PDV em suas empresas públicas, entra dinheiro para os demitidos, mas os mesmos não podem utilizar isto na íntegra para o consumo, pois sabem que o futuro será incerto. Ao mesmo tempo, pode ser que este dinheiro não esteja nas contas do governo quanto ao déficit.

    Quando o governo faz volume relevante de desligamentos de cargos comissionados, são mais milhares de famílias que tem suas receitas e consumo reduzidos.

    Quando o governo enxuga em R$ 100 bilhões o dinheiro disponível do BNDES para empréstimos subsidiados, reduz o dinheiro disponível e a viabilidade de “N” projetos / investimentos das empresas.

    O que consta acima e muito mais, é necessário, sem dúvida, mas também não podemos ter a menor dúvida de que tudo isto tem efeito recessivo no curto prazo e são parte do motivo para que tenhamos grande frustração quanto ao crescimento do PIB e as receitas do governo (impostos), o que por sua vez, é o que irá alimentar um déficit fiscal maior do que o “previsto” em 2017, juntamento com um grande número de medidas contra-producentes, como aquelas relacionadas a estímulos ao segmento imobiliário com efeitos danosos para economia, conforme comentários anteriores que fiz neste tópico. Esta é a quebra de expectativa quanto ao ajuste fiscal, ela já está “programada” e sendo alimentada…

    Repito:

    Não há milagre, nem soluções mirabolantes. Quando você espera isto, o máximo que obtém são mentiras e é isto que o governo está fazendo, atendendo a estas expectativas das pessoas e empresas de serem enganadas. Exigiram soluções “rápidas e indolores”, o governo está fazendo isto, via um ajuste fiscal que seria o primeiro a ser indolor em todo o mundo, uma redução de juros relevante que vai “operar milagres” quanto a recuperação da economia, porque mesmo sem ter relação com a causa raiz dos problemas, vai resolvê-los (?!), dentre outras ações que não terão a efetividade esperada.

    Não se resolve uma combinação de crise fiscal aguda com explosão de uma bolha imobiliária que bateu alguns recordes mundiais, misturados com a maior bolha de corrupção institucionalizada em todo o mundo e crise política resultante destes fatores, com soluções “suaves e indolores”. O jogo atual é o governo fingir que engana e o mercado fingir que acredita, este tipo de farsa nunca acaba bem e via de regra, estas ações tendem a piorar e muito a situação, ao invés de melhorá-la.

    11+
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    • tmarabo 12 de janeiro de 2017 at 11:00

      “Alguém já viu, em algum lugar do Mundo, um ajuste fiscal onde o primeiro passo é ampliar o déficit público de R$ 95 bilhões para R$ 160 bilhões e depois começar a gastar mais por conta deste aumento no rombo previsto? Foi exatamente o que fizemos em 2016…”
      A mim me pareceu que não houve “ampliação” do déficit, mas sim “reconhecimento” daquilo que invariavelmente estava a ocorrer.
      Idem a 2017: considerando o montante de despesas obrigatórias, fatalmente se teria o déficit apontado, enquanto não se fazem as reformas e enquanto estas não surtirem efeito.

      Mas concordo que o governo perde a credibilidade ao elaborar orçamento contando com crescimento (?) irreal do PIB, SABENDO que não vai acontecer.

      5+
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      • CA 12 de janeiro de 2017 at 11:21

        Tmarabo,

        Do jeito que você colocou, parece que era IMPOSSÍVEL para o governo Temer reverter os gastos programados ou pelo menos suegerir medidas compensatórias reduzindo gastos e investimentos em outras rubricas. Se eles queriam realmente iniciar de imediato um ajuste fiscal, simplesmente manter o que estava programado para 2016 sem nenhuma contra-medida era uma ação coerente com este objetivo?

        Com relação a 2017, a situação fica pior ainda, pois tiveram ainda mais tempo para pensarem em outras reduções mais efetivas de despesas, não é mesmo?

        E as promessas de submeterem a reforma da previdência assim que Temer assumisse, adiado para depois de oficializado o impeachment, depois para depois das olimpíadas, depois do Natal, etc. Será que vai ficar para depois do Carnaval? Este é o tipo de compromisso sério com o ajuste?

        Basicamente Temer fez o que Dilma vinha fazendo a partir de 2015, com alguma efetividade a mais, mas não tão grande assim, graças ao maior apoio do congresso. Está muito longe do que ele deveria fazer para termos um ajuste fiscal efetivo e rigoroso…

        3+
  • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 10:48

    leilão bradesco
    pelo valor do fernando que já é 50% abaixo da tabela fingezap, encalhou
    agora está sendo ofertado por 50% abaixo do fernando,
    agora está 75% abaixo da tabela fingezap, 90% abaixo do auge
    vamos ver se assim desencalha

    características:
    a 2km do fernando (rua rio grande)
    150 m² > 50%maior que o fernando
    mais perto do Metro que o do fernando
    valor por metro quadrado 50% abaixo que o do Fernando
    condominio super baixo, sem xoxotecas, quem quer essas tranqueiras tem uma runner ali do lado tem até arcondicionado.
    bem, mas não tem varanda gumê
    vamo ver se vende ou se encalha

    12+
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  • Cajuzinha 12 de janeiro de 2017 at 10:50

    http://ftp.investimentosenoticias.com.br/noticias/negocios/corte-nos-juros-e-positivo-mas-ainda-insuficiente-para-o-mercado-imobiliario

    ” “É muito positivo esse corte na taxa de juros, porque reafirma a preocupação do Banco Central em reativar a economia e estimular a geração de empregos. Mas, particularmente para o mercado imobiliário, a medida é insuficiente”, avalia o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.”

    Amary diz que, agora, o setor vai trabalhar para ampliar os itens da pauta de melhorias necessárias para o desenvolvimento do setor, como criar a faixa 4 do Programa Minha Casa, Minha Vida, diminuir a burocracia na análise de processos de licenciamento ambiental de empreendimentos e criar regras claras para os distratos. “Esperamos o avanço dos projetos de lei protocolados tanto na Câmara quanto no Senado que tratam desses temas e para os quais o Secovi-SP apresentou diversas sugestões”, conclui.

    5+
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  • Cesar_DF 12 de janeiro de 2017 at 10:59

    Emprego na construção civil cai 14,5% em 12 meses
    No acumulado de 12 meses, 437 mil postos de trabalho foram fechados.
    http://www.odebate.com.br/cafe-pequeno/emprego-na-construcao-civil-cai-14-5-em-12-meses-10-01-2017.html

    3+
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    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:09

      Nossa…. quem faz o reboco dos tijolos mágicos?

      1+
      • Carlos 12 de janeiro de 2017 at 11:14

        Deve ser o pandeiro da obra, tem que entender de massa.
        Piada infame, mas muito menos infame do que a propaganda das destrutoras 😀

        3+
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        • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:20

          huahuahuahuahua!
          Ataca em massa e defende em bolo !

          4+
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          • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 11:34

            so sardinhas vão fazer quenem o prato de nhoc no alto do prédio

            1+
      • Carlos 12 de janeiro de 2017 at 11:20

        Pandeiro, pode comprar as misturadoras de cimento e montar uma rede de padarias, elas são bem parecidas 😀
        Nada como uma boa limpeza e alguma tinta não possam arrumar.

        1+
        • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:22

          Mais máquinas e menos CLT`S. 😉

          3+
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          • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:22

            CTPS*

            2+
  • Cesar_DF 12 de janeiro de 2017 at 11:00

    Empresariado prevê 2017 difícil para Construção Civil no Piauí

    De janeiro a outubro de 2016, os estados de Rondônia (-40,5%), Pará (-25,9%) e Piauí (-21,4%) foram os que tiveram as quedas mais expressivas no nível de emprego. “2016 foi um ano duro, duríssimo, mas temos que, dentro dos anos duros, tirar as lições genuínas e verdadeiras.

    http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2017/01/empresariado-preve-2017-dificil-para-construcao-civil-no-piaui.html

    3+
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  • Carlos 12 de janeiro de 2017 at 11:10

    Bollhudos de Copacabana acabam de valorizar 30% em apenas um dia.

    Afinal onde mais no planeta o vivente teria tantas emoções?
    Perdeu Síria, faixa de Gaza nem chega perto, Iraque é modorrento, Turquia perde longe.

    https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/01/12/grupo-depreda-onibus-faz-arrastao-e-leva-panico-a-ruas-de-copacabana.htm

    4+
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  • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:21

    Véio treteiro… vendeu uma LCI da minha véia. 88% do DI no Satã.
    Deu 11… xx% Líquido no ano.
    Aí fui … ver um CDB progressivo com liquidez diária para ela… pqp…. 86% do do CDI iniciais… sendo que eu peguei um 2013 que começava em 95% do DI e terminava em 103% do DI…..
    Já transferi tudo para a corretora…. estou pegando LCI´s e LCA´s de banquinhos. kkkkk
    IN FGC WE TRUST !
    😉

    5+
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    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:23

      *venceu

      3+
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      • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 11:35

        valeu…
        avoa recuperação das construtoras
        nossas lcis precisam de lastro

        3+
        • Wolf 12 de janeiro de 2017 at 14:12

          Essa daí de pegar em banquinhos eu levei um susto, a ultima corretora que comprei LCI fechou um mês antes de vencer minahs LCIs,
          Tinha 1 telefone que dava sempre ocupado apra entrar em contato, consegui e fiz o saque do meu dinheiro, foi um susto.

          3+
  • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 11:30

    HELL DE JANEIRO
    soft
    na cidade onde qualquer ovo custa milhão pra cima
    veja a situação deste que está entre os 30% empregados mais bem pagos da cidade

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1343960308989410&set=a.217041151681337.65401.100001263622723&type=3&theater
    leia a legenda pra entender

    2+
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  • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:38

    Eu sei que os fundamentos são os mesmos…. gráficos… suportes e resistências.
    Mas que sensação diferente operar na bolsa de Nova Iorque.
    Já estou pensando em realizar o lucro do primeiro lote de ações.
    5% em 05 dias úteis.
    Acho que farei parcial.

    3+
    • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 11:39

      realiza tudo cara
      nem que seja pra tirar a zica
      sabe aquilo de beijar a gorda da balada logo que entrar
      realiza o “tira a zica” logo

      4+
      • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:40

        Beleza. Vou subir o stop.

        3+
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        • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 11:50

          remando contra a maré “cultiralista”
          kkkk
          enqauto a mídia escracha o trump vc vai no sentido contrário
          kkkkk
          impressionante a longevidade disto, como se o mundo inteiroestivesse numa hipnose profunda, eu malho o trump, mas em outros termos, ele é igualzinho o lula de 2002, igualzin, igualzim e portanto o espetáculo do crescimento é uma boa aposta pra se fazer por lá, esqueça aquele mimimi de crunch do dolar, o dia que isso realmente acontecer será quando os bildbergs lançarem a judeu-coin, quando acontecer eu aviso, estou com infos insiders bem legais, aquele meu amiugo do forex está entrando na roda dos árabes, já começou a falar em trilhões, bilhão pra ele está logo ali.

          3+
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    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:40

      ADR da Copel fazendo bonito.
      BSBR é a que é transacionada mais rapidamente… entre pedido e execução.
      Avoam meninas !!!

      3+
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  • Lucas 12 de janeiro de 2017 at 11:38

    JUROS REAL SUBINDO
    e inflação caindo
    consequencias:

    1- PMJ do fernando aumentou 100% (de 4% para 8%)
    2- TDs avoando no valor de face
    3- Lastro de LCIs avoando
    4- produtos bancários exóticos avoando

    e ainda tem tonto comemorando queda agressiva da selic, kkkk
    Temer é machiavélico, um saco de maldades, fantasiado de bondades.

    8+
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    • From_The_Tower 12 de janeiro de 2017 at 11:44

      Perfeito.
      Eu aceito de bom coração as oscilações de mercado. É perfeito para aporte x realização de lucro.

      3+
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  • Cesar_DF 12 de janeiro de 2017 at 11:44

    O que os ixpecialistas falavam em 2007

    CENARIOS CONSTRUÇÃO CIVIL 2030
    O cenário de referência prevê um crescimento econômico médio de 4%, num contexto de alta mobilidade social. Também está prevista a redução gradativa da taxa de juros dos financiamentos habitacionais para o patamar de 7,5% ao ano em 2030. Com a combinação de queda dos juros e ampliação gradativa do volume de subsídios, é possível vislumbrar o investimento habitacional do País alcançando níveis bem superiores ao verificado nos últimos 17 anos. Esse mesmo cenário pressupõe ainda a consolidação do mercado secundário de créditos e a maior agilidade na concessão dos financiamentos. Em 2030, o País terá um contingente de mais de 233 milhões de pessoas e cerca de 95,5 milhões de famílias. Nas condições estudadas, estima-se uma média de 2,5 pessoas por moradia, o que significará cerca de 93,1 milhões de domicílios – um crescimento de aproximadamente 66% em relação a 2007. Nesse período, 37 milhões de moradias surgirão em todo o País, uma média de 1,6 milhão de novas residências por ano. O investimento também irá reduzir o passivo habitacional. O déficit por inadequação deverá ser completamente eliminado até 2030. A coabitação será fortemente reduzida, passando a representar 2,5% do total de domicílios – nesse contingente, estarão muitas famílias que coabitam por opção. Assim, considerando o atendimento da demanda por moradias e as construções e reformas para a erradicação progressiva do passivo habitacional, o cenário de referência indica que, a cada ano, haverá um acréscimo médio de 1,745 milhão de domicílios adequados (novas casas e reformas) ao estoque habitacional do País.
    O fluxo anual de investimentos habitacionais será de aproximados R$ 316 bilhões, sendo R$ 219 bilhões, entre 2008 e 2017, e R$ 390 bilhões, no período 2018-2030. Esse montante de investimentos representará 7,3% do PIB, um crescimento de 4,3 pontos percentuais em relação a 2005 – o que coloca o Brasil, 23 anos depois, em um patamar de esforço de formação de capital habitacional equivalente ao irlandês e espanhol de hoje. Com isso, o estoque habitacional per capita atingirá R$ 28,2 mil, a preços de 2007, e será superior ao PIB per capita em 2030, de R$ 26,7 mil.

    http://indicadorconsultores.com.br/artigos-e-estudo/cenarios-construcao-civil-2030/

    6+
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  • Cesar_DF 12 de janeiro de 2017 at 12:02

    TÓPICO NOVO

    2+
  • Wolf 12 de janeiro de 2017 at 14:14

    CVR OFF me FO**

    Comprei um Citroen DS3 em setembro de 2016, tinha vendido meu cruze e pela mesma grana peguei esse DS3, carro legal, anda muito, econômico, bonito.

    Hoje descubro que a Citroen do brasil não vai mais trazer a linha DS para cá. parou com tudo…. o seja, logo não terá mais peças.

    Brasil é complicado querer ter um carro um pouco diferente né? negócio é andar de civicão e corolla manco sem nada e pagar um fortuna por isso.

    1+