Preços de imóveis vão ter mais um ano de queda real – Valor

Os preços de imóveis devem apresentar, em 2017, queda real em comparação à inflação. Será o terceiro ano consecutivo em que a alta dos valores ficará inferior à da inflação, segundo o presidente do Zap, Eduardo Schaeffer. Há expectativa de que isso ocorra até o terceiro trimestre. Para os três últimos meses do ano, todavia, espera-se que os lançamentos voltem a crescer e os preços sigam a inflação, mas isso não será suficiente para reverter a tendência.

Matéria completa em http://www.valor.com.br/empresas/4824938/precos-de-imoveis-vao-ter-mais-um-ano-de-queda-real

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Comments
  • Leonardo M. 4 de janeiro de 2017 at 09:29

    Quanto ótimismo!
    Eu tava pensando lá depois de 2040 quando algum governo populista(PT, Rede, PSOL) tomar o poder e abrir as fronteiras pra Árabes, africanos e venezuelanos…ai teríamos um boom na venda de “cortiço gourmet”.

    21+
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    • Leonardo M. 4 de janeiro de 2017 at 09:32

      Distratos

      Uma eventual redução dos juros pode ajudar a aliviar um dos principais problemas do setor, que são os cancelamentos de vendas por parte de consumidores que não conseguem crédito nos bancos. A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) contabiliza a ocorrência de 46,2 mil distratos em 12 meses até agosto, o que corresponde a 44,5% das unidades vendidas no mesmo período. “Não esperamos que os distratos vão diminuir significativamente antes de 2018”, disse o diretor da associação, Luiz Fernando Moura, citando expectativas de um ano difícil e incerto.

      Tanto a Abrainc quanto outras entidades que representam empresários do setor têm cobrado do governo federal a regulamentação dos distratos, com regras claras para incidência de multas na rescisão do negócio e devolução dos valores já pagos pelas unidades comercializadas na planta. A regulamentação poderia vir por meio de projeto de lei ou medida provisória incluída em alguns dos próximos pacotes de estímulo à economia. Até lá, as incorporadoras devem seguir pressionadas.

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      • CA 4 de janeiro de 2017 at 09:40

        Leonardo M.

        Ah sim, a queda dos juros vai aliviar os distratos, claro, como não pensamos nisto!!!

        Vamos apenas lembrar do ano de 2012: a menor SELIC de todos os tempos e o que aconteceu com os distratos naquele ano? Analisando relatórios trimestrais de 12 construtoras com ações na BOVESPA, vimos que os distratos mais do que dobraram de 2011 para 2012. Nunca os distratos tiveram um crescimento percentual tão elevado como de 2011 para 2012.

        Ué, mas os juros menores não colaboram para a redução dos distratos? O segmento imobiliário mantem a desfaçatez de sempre e continua fingindo que aquilo que aconteceu acima não existiu, a velha e boa estratégia da desinformação…

        44+
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  • Sergio Soares 4 de janeiro de 2017 at 10:08

    Srs, postei esse comentário no tópico anterior e acredito que muitos acharam ser apenas ironia, mas replico pois realmente tenho essa duvida:
    – Depois de ir a segunda praça (50%) sem lances? Existe uma “terceira” praça com valor “25%”?
    Alguém se habilita a esclarecer?
    Obrigado.

    13+
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    • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:14

      Olá Sérgio.
      Sim…. nos bancos privados após a primeira praça, segunda praça… eles costumam fazer leilão eletrônico em data única . Como se fosse uma terceira tentativa de venda. Aqui em Curitiba eu já vi isso acontecer. Basta anotar os detalhes dos primeiros leilões e jogar no Google. Você consegue facilmente identificar que o imóvel já foi a leilão outrora.

      16+
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    • Cesar_DF 4 de janeiro de 2017 at 11:00

      Tipicamente
      Na primeira praça, eles tentam entubar o valor FULL do imóvel
      Na segunda praça, eles leiloam pelo valor da dívida bancária.
      Na terceira praça, o banco assume o prejuízo

      22+
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    • Cesar_DF 4 de janeiro de 2017 at 11:18

      Acessei nas 3 primeiras páginas deste site, somente os leilões de SEGUNDA PRAÇA
      http://www.gpleiloes.com.br/
      Total de imóveis que foram leiloados: 26
      Total de imóveis vendidos: 1

      28+
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      • Mijanomuro Murokai 4 de janeiro de 2017 at 11:22

        Na CEF, os preços dos imóveis ofertados ainda estão todos bolhudos… A CEF não quer dar o braço a torcer…

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      • Cesar_DF 4 de janeiro de 2017 at 11:23

        Em todos os sites de leilão, eles fazem uma treta com a terceira praça.
        Quando não vendem na segunda praça, eles refazem o leilão, com um valor menor que o da segunda praça e dizem que é PRIMEIRA PRAÇA.

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        • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 12:21

          Bingo !

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        • Deralian 5 de janeiro de 2017 at 20:35

          Goddammit banania!

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  • Leonardo M. 4 de janeiro de 2017 at 10:09

    Antes do mcmv e credito farto se comprava casas e APs até R$60,000,00 e no máximo R$100.000,00 tudo no cash é claro.
    Hoje é 3X mais ou até 5X os preços dos tijolos e o salário de 2006 continua o mesmo(apenas corrigido pela inflacao). Então só meia dúzia de espertos que souberam aproveitar a alta ganharam, 99,5% dos 666 vão arder…

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    • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:17

      Antes do MCMV e o grande crescimento da política de crédito/endividamento …. os terrenos eram bem acessíveis e construir uma casa era algo bem simples. Com 03 ou 04 anos de economia uma família tinha uma boa residência quitada. Agora são 03 anos para juntar FGTS e mais 35 anos de parcelinhas que cabem no bolso. O bananense ficou mal acostumado com o crédito farto e desprezou o poder da poupança pessoas e juros compostos á favor.

      33+
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      • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:19

        Outro fator: muitas pessoas se beneficiaram do aumento rápido dos preços… venderam imoveis antigos para dar lugar a obras novas, etc. Muitos viram grandes quantias de dinheiro mas sem o devido preparo financeiro a maioria acabou retornando esse capital em outros tijolos. Poucos mesmo sossegaram o facho e investiram em produtos financeiros. Por isso eu cunhei o termo BRICK LOVER…. é aquela pessoa que só pensa em imóveis pois desconhece a potencialidade de outros produtos no mercado financeiro . … assim como identificar na escala temporal o que é ou não uma bolha imobiliária.

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      • Leonardo M. 4 de janeiro de 2017 at 10:27

        FTT

        Meu pai levou 3 anos pra juntar dinheiro e quitar a residência que hoje ele mora faz 10 anos.
        Hoje seriam necessários 12-15 anos juntando dinheiro pra comprar a mesma coisa pelos preços estratosfericos atuais.

        25+
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        • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:31

          Eu sei disso pois em 25 anos de padaria… você acaba sabendo como os funcionários administravam isso. Anos 80 e 90 era assim. Comprava o terreno com 08 ou 10 Salários Mínimos, 20 SM no máximo. Fazia um crediário na própria casa de material de construção e ia levantando obra.
          Já os donos de padaria… conheço dezenas…. iam poupando e comprando. Coisa mais normal do mundo.
          Depois de 2007 muita coisa mudou. Vocês sabem o motivo.

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  • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:12

    Como nesse país as pessoas, grupos ou setores possuem grande dificuldade de falar a verdade. A realidade é que aconteceram grandes distorções na economia. O crédito direcionado e subsídios diretos alteraram bizarramente a forma de fazer negócios no setor imobiliário. Mas quando a fórmula exauriu-se os mesmos atores não admitem que o principal empecilho é simplesmente o preço e a grande oferta. Podem espernear, chorar, o escambau…. só a queda abrupta dos preços traria dinamismo o setor. Ah esqueci existem as garantias bancárias (hipotecárias) em jogo tb. Sinuca de bico MODE ON

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  • CA 4 de janeiro de 2017 at 10:15

    Sobre o seguinte trecho do “artigo” que serviu de base para o tópico:

    “Há um movimento de fundos internacionais vindo para o Brasil para comprar estoque de imóveis novos e usados para locação”, diz o presidente do Zap.

    Façam suas apostas, quem seriam as empresas / pessoas / seres por trás destes fundos? Alternativas:

    1) Parte daquela grande massa de pessoas que ao terem conhecido melhor o Brasil durante a Copa do Mundo e Olimpíadas, como os profissionais do segmento imobiliário diziam, se “encantariam” com nosso povo e nossa cultura e tendo US$ no bolso, iriam querer comprar nossos imóveis em grandes quantidades. Será que estas pessoas finalmente se decidiram a fazer isto que o segmento imobiliário prometia até antes de 2014, criaram fundos específicos e agora voltarão ao país com força total? Neste período talvez eles estivessem só organizando um crowd funding (aka “vaquinha”) para juntar o maior número possível de interessados com grandes somas de US$ e constituírem estes fundos para poderem voltar para cá com o peso necessário para negociações. Seria o momento ideal para voltar agora, sem dúvidas, com toda a exposição internacional que temos tido quanto aos problemas fiscais gravíssimos no país que se refletem em prejuízos a serviços básicos como saúde e educação, mais as chacinas recentes, dentre uma infinidade de outros problemas graves na economia que só estão se agravando e aparecendo cada vez mais, alguém consegue pensar em outro país mais atrativo que o Brasil neste momento? Por que não?

    2) Tsumoney: a mirabolante promessa da EmpiriCUs que com Temer assumindo a confiança no país voltaria logo em seguida e teríamos uma invasão de capital estrangeiro sedento por comprar Ativos brasileiros que estão “baratos”, especialmente em moeda forte. Bem, não aconteceu logo após Temer assumir como previsto pela EmpiriCUs, sem dúvida alguma os preços dos imóveis no Brasil são proibitivos e sua rentabilidade ridícula se comparada a outras opções de investimentos no país com muito menos risco, mas quem sabe agora estes mesmos investidores, que não sabem fazer contas, nem avaliar risco versus retorno, fiquem encantados com esta oportunidade mágica em imóveis e venham com toda força para o país, para usufruir das maiores taxas de vacância, da menor liquidez, do maior volume de despesas sem receitas, da pior rentabilidade e dos maiores riscos que eles poderiam encontrar em todo o mundo?

    3) Chineses? Em diversos momentos os profissionais do segmento imobiliário falavam sobre o quanto os chineses estavam comprando imóveis no mundo todo e o Brasil era a bola da vez. O quanto eles estavam comprando de terrenos para produção agrícola e o quanto isto tinha de tendência de se transformar em compras de imóveis de todos os tipos, desde comerciais a residenciais. Até hoje ainda não aconteceu nos volumes “previstos” pelo segmento imobiliário, mas quem sabe, talvez agora vá em frente, eles podem vir a se empolgar com toda a redução prevista no comércio internacional com a entrada de Trump, que se refletirá também em novas reduções das exportações do Brasil, viriam para cá para “diversificar” os investimentos e buscar as piores opções de investimentos em todo o Mundo, aquela que vai enxugar a liquidez deles violentamente sem nenhuma expectativa de retorno, não é o que qualquer investidor procura?

    4) Extra-terrestres: Esta é a hipótese mais provável de todas! Não seriam apenas estrangeiros, mas pessoas que vivem em um mundo completamente diferente do nosso (literalmente) e que por isto não dão a menor importância à dinheiro, rentabilidade, risco versus retorno, liquidez, etc.,etc., etc… Estes conceitos terráqueos e ultrapassados quando comparados a seres verdes e muito mais evoluídos não impedem que tenhamos esta invasão. Quem nunca leu ou ouviu falar em “Eram os Deuses astronautas”? Quem nunca assistiu o Discovery Channel e o programa sobre os Alienígenas do Passado? Se eles construíram tantas pirâmides, já foram investidores ancestrais no mercado imobiliário global!!! E se eles, ao verem a péssima qualidade das construções no Brasil, não se revoltaram ao compararem com as pirâmides que construíram séculos atrás e decidirem comprar só para refazer tudo? É possível, por que não? Reitero, dentre todas as opções, esta é a mais provável, prepararem-se para uma invasão alienígena!!!

    61+
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    • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:21

      CA, isso me lembra aquela notícia de que “sheikes árabes” estavam interessados em uma atração turística no Centro-Oeste.
      É sempre assim. Desinformação.
      Assim como os corvos utilizam da premissa que um artista famoso ou jogador de futebol compraram na planta em determinado empreendimento.
      As sardinhas bananense acabam caindo nesse tipo de coisa. kkk
      Pra variar.

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      • CA 4 de janeiro de 2017 at 10:37

        From_The_Tower,

        Sim, temos um volume imenso de imóveis comerciais e residenciais que são “nem-nem” (Nem Vende Nem Aluga), com uma piora sensível nos últimos tempos, assim temos muitas empresas e proprietários particulares em situação de desespero, que precisam acreditar em qualquer coisa que seja dita, por mais ridícula e por menos fundamento que tenha.

        Se destrinchar o artigo que serviu de base para o tópico, tem muito mais truques de ilusionismo. Falam por exemplo que nos últimos três meses de 2017, com a “esperada” retomada dos lançamentos, os preços dos imóveis tendem a subir novamente.

        Ué, mas se o preço deveria subir com a redução de oferta, por que exatamente no momento em que se aumenta a oferta novamente via aumentos em lançamentos os preços cairiam? Viraram mais uma vez a lei de oferta e procura de cabeça para baixo?

        Na realidade, como sabemos, a “lógica” dos lançamentos é que eles tem até 36 meses para entregar o imóvel e podem vender pelo preço que quiserem no momento do lançamento, pois os incautos só tem dinheiro para pagar as parcelinhas durante a construção e não vão obter o crédito imobiliário mesmo, então qual a diferença em colocar um preço surreal de venda na planta, já que é um papel sem nenhum valor para um negócio que será desfeito depois?

        Se tivesse o mínimo de lógica quanto a lei de oferta e procura, os preços deveriam subir mais conforme os estoques em proporção às vendas tivessem quedas significativas, o que deveria acontecer ANTES dos lançamentos serem retomados em volumes maiores, mas como sempre, para que o segmento imobiliário vai se preocupar com lógica e muito menos com teorias tolas como lei de oferta e procura, lei da gravidade ou qualquer outra que eles possa refutar cabalmente a existência?

        Tem muito mais “falhas” do que aquelas que constam acima, a começar pela “metodologia” do FINGE Zap que como demonstrado por aqui inúmeras vezes, não faz o menor sentido (exemplo: se vender o imóvel mais barato, que é o normal e esperado, ele tem o anúncio retirado e a média dos preços anunciados sobe!!!), mas nem vale a pena detalhar todas as mentiras e desinformações, esta fica sendo só mais uma claríssima evidência do quanto de má-fé este pessoal carrega nestas ações e do quanto eles vão cavar buracos cada vez mais fundos para se enterrarem com seus asseclas, conforme vão plantando este otimismo ufanista…

        24+
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    • Cesar_DF 4 de janeiro de 2017 at 11:05

      “Pechinchas” imobiliárias atraem investidores estrangeiros
      “Já a gestora de recursos Exxpon, especializada em investimentos de alto risco, está atrás de descontos na casa de 60%.”

      https://blog.eduardo.imb.br/2016/04/05/pechinchas-imobiliarias-atraem-investidores-estrangeiros/

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      • CA 4 de janeiro de 2017 at 11:45

        Cesar_DF,

        Neste caso estamos falando de empresas abutres, certo?

        É o mesmo caso das empresas abutres que compraram os titulos podres da CEF, aqueles titulos podres que foram o triplo da somatória dos títulos podres de BB, Itaú e Bradesco, sendo que estas empresas pagaram menos de 10% do valor daqueles títulos comprados da CEF.

        As empresas abutres sempre veem seus negócios crescerem em momentos de explosões mais visíveis de bolhas e os motivos são óbvios: são nestes momentos em que os preços vão bem para baixo e eles conseguem com isto compensar o altíssimo risco da operação.

        Sobre o artigo do tópico, vale lembrar que o autor da frase sobre a vinda de fundos de investimentos para comprarem imóveis em nenhum momento deu a entender que seriam empresas abutres, aliás, se questionado ele certamente negaria veementemente esta informação, pois o pessoal do FINGE ZAP não quer em hipótese alguma dar a dica de que já estamos em um estágio avançado da explosão de nossa bolha imobiliária. Lembrando que eles plantam, com todas as forças da falta de lógica e de espírito crítico de seus leitores, que sequer tivemos uma bolha imobiliária…

        17+
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  • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:27

    Os americanos preocupados com inflação dos preços na casa dos 2% a.a.
    pufff….. aprendam com a JENTI ! (sic)
    https://www.investing.com/analysis/will-us-inflation-reach-the-fed%E2%80%99s-target-this-year-200171444

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  • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:32

    Sergio, veja esse exemplo:

    Araucária/PR – Casa – Rua Raimundo Suckow, nº 142 – Área: 720,00m² – Á. constr.: 234,26m²

    1º Leilão: (JÁ REALIZADO) 2º Leilão:
    Abertura: 16/Mai/16 a partir das 11h11
    Fechamento: 23/Mai/16 a partir das 11h10
    Local: Av. Angélica, 1996 – 3º andar – Cj. 308 (Auditório) – Higienópolis – São Paulo/SP
    http://www.zukerman.com.br/ns/p/pr/araucaria/leilao-de-casa-iguacu/8483/101924?ql=1

    Agora o novo leilão… extrajudicial:
    https://www.megaleiloes.com.br/imoveis/pr/casa-234-m2-iguacu-araucaria-pr-x11748
    10/01/2017

    10+
  • Intendente 4 de janeiro de 2017 at 10:39

    Mais um ano de paz no aluguel.

    #paz

    22+
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    • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:47

      #paz no aluguel !
      Gostei.

      16+
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  • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 10:49

    Além de todos esses problemas listados pelo CA… ainda temos os mutuários no enrosco:
    “A caixa econômica aumentou o valor da prestação da minha casa, sem informar o motivo. Quando fui à agência solicitar uma explicação, nenhum funcionário soube o motivo. Já solicitei diversas vezes uma informação da agência Tirol – Natal/RN e não obtive retorno. Já liguei diversas vezes para ouvidoria, um telefone que nunca funciona, cai ligação ou todos atendentes estão ocupados. Gostaria de saber o motivo do aumento, já que a prestação é decrescente.”
    +http://www.reclameaqui.com.br/BASaCW1-HSMQCWk4/caixa-economica-federal/aumento-do-valor-da-prestacao-da-casa/”

    14+
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    • Money_Addicted 4 de janeiro de 2017 at 11:16

      da uma dica, comeca com T e termina com R

      19+
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  • Seguidor do Bolha BH 4 de janeiro de 2017 at 10:49

    An? Queda real no valor dos imóveis de novo? Mas imóvel não valoriza?

    16+
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  • Cesar_DF 4 de janeiro de 2017 at 10:55

    Fiz um estudo sobre aluguéis em São Paulo, utilizando o próprio ZAP
    http://fipezap.zapimoveis.com.br/

    Lembrando que, historicamente, o aluguel sempre tende a acompanhar a renda per capita.
    O período estudado vai de janeiro de 2008 a novembro de 2016
    IGP-M: 73,60% / INCC: 87,65% / CDI: 148,32%
    VARIAÇÃO DO ÍNDICE FIPEZAP – LOCACAO
    101,11% para o de 1 dormitório
    82,48% para o de 2 dormitórios
    83,25% para o de 3 dormitórios
    77,70% para o de 4 dormitórios
    87,31% de média

    Considerando a média o percentual, o ponto de inflexão foi atingido em abril/2015, de 100,85%, e desde esta data vem caindo.

    A renda per capita brasileira em US$ / Fonte ONU
    2008 8.622
    2009 8.373 -1,1%
    2010 10.978 +6,5%
    2011 12.576 +2,9%
    2012 11.320 +1,0%
    2013 11.208 +2,1%
    2014 11.118 -0,8%
    2015 10.606 -4,6%
    2016 10.225 -3,6%
    2017 10.173 -0,5% (0,3% previsto menos 0,8% crescimento populacional)
    Crescimento da renda per capita no período é de 18%

    Como o aumento médio do aluguel foi de 87,31% e o IGP-M foi de 73,60%, com esta diferença de 13,71% o esperado seria um aumento real de 4% no valor dos alugueis para 2017.

    Porém, existem outros componentes que influenciam o valor de locação:
    1) Vacância – quanto maior a oferta, menor o valor
    2) Massa salarial – quanto maior a queda na renda, menor o valor do aluguel
    3) Endividamento – quanto mais proprietários estão endividados, menor o valor do aluguel

    VACÂNCIA
    Em 2010 existiam 3.930.530 domicílios particulares na RMSP
    Destes 353.666 domicílios não estavam ocupados e 3.576.864 ocupados
    Destes não ocupados 60.045 eram de uso ocasional e 293.621 vagos.
    Existia uma vacância de 7,5%, sendo que a média mundial é de 8,0%
    http://www.cidades.ibge.gov.br/v3/cidades/municipio/3550308/pesquisa/23/2010

    POPULAÇÃO
    População residente no Município de São Paulo em
    2008: 11.093.746
    2009: 11.168.194
    2010: 11.245.983
    2011: 11.312.351
    2012: 11.379.114
    2013: 11.446.275
    2014: 11.513.836
    2015: 11.581.798
    2016: 11.638.802
    http://produtos.seade.gov.br/produtos/projpop/index.php
    http://www.imp.seade.gov.br/frontend/#/perfil

    MASSA SALARIAL
    Salário médio mensal (em salários mínimos)
    2008 4.9
    2009 4.6
    2010 4.5
    2011 4.6
    2012 4.4
    2013 4.3
    2014 4.4
    2015 4.2 *projetado
    2016 3,9 *projetado
    2017 3,8 *projetado

    CONSIDERAÇÕES
    Houve um pequeno aumento da população, de 545.056 em 8 anos, de acordo com o SEADE foi de 0,57% de 2010 a 2016.
    Considerando 3,3 moradores por domicílio, seriam necessário construir apenas 165.168 domicílios de 2008 até hoje.
    Não tenho a quantidade de imóveis construídos no período, talvez o CA posa ter, mas vou chutar, se construíram 500.000 de domicílios neste período, onde seriam necessários apenas 165.168, significa que a quantidade de imóveis vagos passou de 293.621 para 628.453, ou seja, dobrou a VACÂNCIA.
    Ocorreu uma enorme queda na massa salarial e um grande aumento no endividamento das famílias.

    CONCLUSÃO
    Considerando os 2 lados da equação OFERTA X DEMANDA, onde a oferta aumentou muito, pois a vacância poderá ter dobrado neste período, aliado a queda na demanda, por conta da queda na massa salarial, ao invés de ocorrer uma elevação no aluguel de 4%, que seria o previsto pelo aumento da renda per capita no período, é provável que ocorra uma queda real, onde os valores nominais fiquem estacionados e uma inflação prevista de 4,87% desvalorize o valor real.
    Quem fez uma aplicação de 93% CDI, ganhou nestes 8 anos 137,94% e quem “investiu” com locação de imóveis ganhou 38,4% (0,4% X 8 X 12), o que nem cobriu a desvalorização do imóvel (IGP-M)

    25+
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  • Cajuzinha 4 de janeiro de 2017 at 11:24

    A cidade de Osasco, em São Paulo, é o município brasileiro que mais desvalorizou o preço do m² para aluguel em 2016. A queda é de -16,2%.

    http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/osasco-lidera-ranking-de-queda-dos-alugueis/

    11+
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  • Urso 4 de janeiro de 2017 at 11:50

    Ora, ora, ora. 2017 promete!

    PMJ right now!

    10+
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  • Urso 4 de janeiro de 2017 at 11:53

    CA,

    Pelos seus cálculos e projeções, quando teríamos a fase de DISPAIR?

    6+
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    • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 12:22

      Mas digamos que tenha o DESPAIR….. quem irá comprar?
      😉

      7+
    • Cesar_DF 4 de janeiro de 2017 at 12:38

      Cada cidade começará num momento diferente
      Considerando que DESPAIR é a fase onde o valor do imóvel é vendido por um valor inferior a média histórica (median line), no caso de Brasília, falta cair ainda cerca de 23% para isso.
      De acordo com o ZAP, nos últimos 12 meses o apartamento de 1 quarto caiu nominalmente 3,19% e o IGP-M foi de 6,60%, o que significa uma queda real de 9,79%.
      Considerando que esta queda está em aceleração, é provável que isto demore ainda entre 1 e 2 anos e, se repetir o ocorrido no EUA e Espanha, o DESPAIR durará cerca de 3 anos.

      http://fipezap.zapimoveis.com.br/

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      • BolhistaBR 5 de janeiro de 2017 at 06:38

        Cara, acho que não dá pra fazer nem conta de padaria com os dados do ZAP.
        São valores irreais, de anúncios, como vcs estão carecas de saber.
        O mais sensato talvez fosse tirar uma média e baixar 10% ou algo do tipo.

        Aí chegaria mais perto da realidade.

        1+
    • CA 4 de janeiro de 2017 at 13:38

      Urso,

      No começo do ano passado, eu acreditava que teríamos uma probabilidade de 10% que a maior queda nos preços ocorresse até junho/2016, 60% de chance que ocorresse entre julho/2016 e junho/2017 e 30% de ser após isto.

      O que vimos depois da previsão acima, é um governo que pedala muito mais que o anterior, o que não estava nas contas acima. Junto com isto, algumas construtoras que ainda conseguem pedalar e maquiar a realidade, outras que conseguiram arrastar por mais um tempo a oficialização da sua morte e por aí vai. O mais provável é que a previsão acima se adie um pouco, mas por mais que o governo e o segmento imobiliário sejam mestres em ilusionismo, frente ao déficit fiscal que ficará cada vez mais visível e será cada vez mais impactante nos Estados e Municípios já neste primeiro trimestre de 2017, o fracasso das metas fiscais do governo federal frustradas por quedas em receitas que provavelmente ficarão visíveis a partir do segundo trimestre de 2017, considerando ainda a continuidade do agravamento no desemprego e renda ao longo do ano de 2017 como um todo, levando em conta as próximas construtoras que tendem a pedir recuperação judicial ainda no primeiro semestre de 2017 (PDG e Rossi), mais uma ou outra conhecida no segundo semestre de 2017, levando em conta a provável redução substancial no MCMV que deverá ser comunicada somente a partir do segundo trimestre de 2017, a perda de fôlego das construtoras que estavam pedalando ainda, que provavelmente ocorrerá até o terceiro trimestre de 2017, a perda ainda maior de liquidez para empresas e pessoas que possuem imóveis e viviam de seus rendimentos se agravando já nos próximos meses e ao longo de todo este ano, dentre diversos outros fatores combinados, inclusive algumas ameaças externas como o “efeito Trump + FED”, bolhas chinesas, etc., acredito que deveremos ter um recorde de queda de preços no segundo semestre de 2017 ou no primeiro semestre de 2018. Não há de fato como prever um evento como este com precisão, é um grande número de variáveis envolvidas, tanto internas quanto externas, estou tentando ponderar em função das variáveis que coloquei neste parágrafo, apenas isto.

      A torcida do segmento imobiliário e asseclas é que consigam sobreviver sem a explosão mais visível da bolha até o final de 2017 e que em 2018, por ser um ano de eleições presidenciais, o governo opte por aumentar ainda mais as pedaladas, dando novas sobrevidas para este esquema.

      Lembrando alguns pontos importantes:

      Quanto mais o governo e construtoras pedalam, pior fica. Dilma pedalou ao extremo e caiu. A CEF pedalou ao extremo e veja notícia mais abaixo sobre uma das consequências (PDV visando reduzir 10.000 profissionais do quadro da empresa), o BB acabou de passar por isto pelos mesmos motivos, a distorção entre oferta e procura, o número de construtoras ameaçadas de quebra, os distratos, etc., só foram crescendo junto com as pedaladas, assim como o prazo total para que possamos ter uma recuperação da crise. Em outras palavras, sobre as pedaladas sonhadas pelo segmento imobiliário, se conseguirem realizar com extremo esforço e muita sorte, adiando a explosão mais visível da bolha imobiliária, só farão com que a queda de preços intensa via despair e efeito manada seja mais brutal e traumática do que seria sem estas pedaladas, assim como o prejuízo total para economia e sociedade serão muito maiores.

      22+
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  • Cajuzinha 4 de janeiro de 2017 at 11:53

    postado em 04/01/2017 12:19
    Agência Estado
    São Paulo, 04 – Com o aprofundamento da recessão e a piora das condições de emprego e crédito, a venda de veículos novos no Brasil caiu 20,19% em 2016 na comparação com 2015, para 2.050.327 unidades, informou nesta quarta-feira, 4, a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Trata-se do menor volume desde 2006 e da quarta retração anual seguida do setor.

    A Fenabrave informou que espera crescimento de 2,4% nas vendas de automóveis e comerciais leves em 2017, para 2,034 milhões de unidades, e avanço de 3,15% na soma dos segmentos de caminhões e ônibus – expansão de 2,8% para os caminhões e de 4,4% para ônibus.

    As projeções representam um maior pessimismo da associação de concessionárias para este ano. No fim do ano passado, o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr, havia dito que esperava crescimento em torno de 5% nas vendas de automóveis e comerciais leves e de “7% a 8%” para os caminhões.

    6+
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    • Juros Lover BSB-BH 4 de janeiro de 2017 at 12:03

      quem sabe se abrirem mão de parte da margem de lucro gigantesca que só existe aqui na banania eles vendam mais automóveis…Mas não , o provável é que apliquem o capitalismo à brasileira chorando regalias ao governo do temeroso…

      20+
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      • Bauru Bolhudo 4 de janeiro de 2017 at 14:31

        http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,em-2016-brasil-ganha-3-milhoes-de-acoes-trabalhistas,10000096536

        “A Volkswagen, que emprega 18 mil pessoas, é uma das empresas mais acionadas na Justiça, com cerca de 30 mil processos. Entre eles, há funcionários pedindo indenização por lavarem os uniforme.”
        “Na Volkswagen, de 1% a 2% da receita vai para ações trabalhistas. Na unidade da África do Sul, esse porcentual não passa de 0,2% e, na Europa, é quase zero.”

        Mais risco, mais lucro. Ter empresa na bânania é quase como traficar drogas a qualquer momento você pode ser enquadrado pela justiça e falir.

        23+
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      • bolha real 4 de janeiro de 2017 at 19:40

        SE fosse verdade essa margem gigantesca, de que adiantaria ter mais vendas com margem menor?

        SE elas tem toda essa margem porque recorreriam ao governo? Pois se tem muita margem não precisa de ajuda.

        5+
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  • Cajuzinha 4 de janeiro de 2017 at 11:56

    04/01/2017 11h56 – Atualizado em 04/01/2017 12h37
    Empresariado prevê 2017 difícil para Construção Civil no Piauí
    Dificuldades afetam nível de emprego e vão se arrastar por este ano.
    Estado foi o terceiro que mais demitiu de janeiro a outubro do ano passado.

    “A retomada do setor começa no último trimestre desse ano. É o que a gente está esperando. A gente acha que vai ter ainda três trimestres bem duros e um início de retomada no último trimestre de 2017 e em 2018 começa a recuperar”, disse André Baía pleiteando também por reformas a serem aprovadas em nível nacional, como a trabalhista e a previdenciária.

    5+
  • Cesar_DF 4 de janeiro de 2017 at 12:17
  • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 12:23

    Desses 10 mil quantos estão endividados?
    Quantos conseguirão fazer outra coisa ?

    12+
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    • Ilusionista 4 de janeiro de 2017 at 12:37

      basta colocar o currículo na internet….vai chover proposta para serem “corretores de imóveis”

      15+
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    • bolha real 4 de janeiro de 2017 at 19:42

      Não é desligamento, é PDV, adesão voluntária.

      6+
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  • From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 12:24

    TR NEWS : 2017 Edition
    03 primeiros dias do ano
    0,17%
    0,20%
    0,21%

    20+
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  • tfox 4 de janeiro de 2017 at 13:01

    mas esta crise aí é só no Piauí, no resto do pais vai valorizar 30% a.a. #SQN

    10+
  • Cajuzinha 4 de janeiro de 2017 at 15:22

    São Paulo tem um dos mercados imobiliários mais frios do mundo
    “O mercado imobiliário brasileiro segue deprimido em meio a uma crise econômica em andamento e um cenário político incerto”, diz o relatório.

    Por João Pedro Caleiro

    São Paulo – O mercado imobiliário paulistano está entre os mais fracos do mundo, de acordo com números divulgados hoje pelo Global Property Guide.

    http://exame.abril.com.br/economia/sao-paulo-tem-um-dos-mercados-imobiliarios-mais-frios-do-mundo/

    9+
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  • chigo 4 de janeiro de 2017 at 15:46

    Tava inspirado hem?

    2+
  • chigo 4 de janeiro de 2017 at 15:47

    Tava inspirado, hem CA?

    3+
  • chigo 4 de janeiro de 2017 at 15:48

    Ta com problema este site? da “error” ao fazer um reply. E so funciona quando coloca o comentario na linha principal.

    6+
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  • Nelson Schadenfreude 4 de janeiro de 2017 at 16:08

    A queda dos juros deve reduzir os distratos sim… Via economia real. Ou seja, juros menores->maior demanda agregada->menor desemprego-> menor inadimplência e menos distratos. Infelizmente, dada a lentidão da transmissão de política monetária, isso deve começar a acontecer lá por 2018…

    6+
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    • Money_Addicted 4 de janeiro de 2017 at 17:47

      concordo, inclusive vai haver uma retomada dos precos, inclusive a liberacao do fgts vai ser um dos capitalizadores dessa retomada!

      13+
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      • CA 4 de janeiro de 2017 at 18:49

        Money_Addicted,

        Não zoa que ele acredita!

        Esta da liberação do fgts estimular o aumento de preços, tem a ver com o que também consta no “artigo” do tópico de hoje: tem profissional do segmento imobiliário que “acredita” que esta medida é boa para a recuperação do segmento. Provavelmente usando o capítulo 1 do livro de economia, como o Nelson. Bom, no mundo real, se a pessoa quisesse desbloquear o FGTS antes, ela o usaria exatamente para a compra de um imóvel ou para ajudar a amortizar suas parcelas de pagamento. Ao liberar o FGTS para qualquer utilização, é exatamente o contrário do que o profissional do segmento imobiliário colocou, a pessoa pode pegar este dinheiro e aplicar, pagar dividas ou qualquer outra coisa não relacionada a comprar imóveis, sem contar que acaba sendo uma verba redirecionada da atual “galinha dos ovos de ouro” do segmento imobiliário para outros setores, o que só aumenta a insegurança quanto a disponibilidade de verbas de FGTS e governo que sejam “exclusivas” do segmento imobiliário. Óbvio que o discurso simplista e sem nenhum fundamento do representante do segmento imobiliário foi só mais uma das MUITAS estratégias de desinformação que constam no artigo do tópico…

        14+
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    • CA 4 de janeiro de 2017 at 18:38

      Nelson,

      Legal, então explica o que coloquei acima e que até hoje, ninguém que defende esta mesma tese que você explicou:

      Por que exatamente no ano de 2012 que foi aquele em que tivemos a menor SELIC de todos os tempos e não foi “da noite para o dia”, foram reduções que ocorriam a cada reunião do COPOM por um longo período, foi exatamente o ano em que os distratos mais do que dobraram, passando dos R$ 5 bilhões? Nunca tivemos um crescimento tão grande nos distratos depois disto, nem mesmo com a SELIC dobrando, nem mesmo com redução nos empregos, na renda e no consumo, portanto, se existe a relação que você aprendeu no curso de economia e utiliza cegamente sem nenhuma análise de contexto e de outras variáveis envolvidas, por que ela falhou FRAGOROSAMENTE na prática, como os fatos e dados desde 2012 tem demonstrado?

      Ah, o efeito da redução da SELIC demorou para ser repassado para a aprovação do crédito imobiliário… Ué, mas mesmo depois de 2012 os distratos continuaram aumentando!!! Demora quanto tempo para o efeito aparecer, a redução da SELIC lá de 2012 é a que vai se refletir em 2018 e que você mencionou acima???

      Que tal sair do mundo acadêmico e mergulhar no que os fatos e dados dos últimos anos demonstram para nós, será que não é mais interessante? Conceitos que na prática se demonstram nulos, não tem a menor utilidade, concorda? E não é que os conceitos em sua essência estejam errados, eles estão corretos, são ortodoxos e perfeitamente aplicáveis em condições normais de temperatura e pressão. Ocorre que uma bolha imobiliária, combinada com uma grande crise fiscal, em um país que até hoje só soube se recuperar às custas de um Estado que sempre tinha que aumentar seus gastos para viabilizar esta recuperação e que hoje não conta com este recurso (ler artigo em comentários de tópico anterior a este respeito), combinado com crise política e de corrupção institucional, em uma combinação sem precedentes na história mundial quanto a intensidade dos fatores envolvidos e fragilidades do país para combatê-los, é tudo, menos algo que possa ser considerado “condições normais de temperatura e pressão”. Será que isto é tão difícil assim para que você entenda, ou você simplesmente NÃO QUER entender porque não é conveniente e prefere fazer de conta que nada disto existe, como tantos outros que vem aqui nos ensinar economia básica?

      Para muitos aqui do blog o que consta acima é mais do que óbvio. Muitos conhecem os conceitos básicos da economia e sua argumentação, mas conscientes do contexto que vivemos, sabem perfeitamente porque esta análise simplista e que propositalmente ignora todas as complicações acima, não funciona. Como você insiste em fazer de conta que também não entendeu isto, vamos pegar a sua lógica simplista e destrinchar, para que você então possa nos explicar como ela irá “funcionar” dentro do contexto acima. Vamos lá:

      Teses do Nelson “entre aspas” (capítulo 1 dos livros de economia):

      “juros menores->maior demanda agregada->menor desemprego-> menor inadimplência e menos distratos.”

      Destrinchando:

      “juros menores->maior demanda agregada”

      Que legal! Onde fica o endividamento recorde das famílias com relação a isto? Estamos falando de um endividamento que foi alavancado por dívidas com o crédito imobiliário, com prazo médio de 28 anos. É só esperar estes 28 anos para sobrar dinheiro e elas usufruírem dos menores juros para aumentarem sua demanda? Ah, mas com menores juros e mais as medidas micro-econômicas, elas vão aumentar seu consumo, mesmo que seja em 2018, para termos o tempo de transmissão ocorrendo. Ué, mas se o que vai sobrar de dinheiro para o consumo continuando a ser estrangulado pelo crédito imobiliário, como isto vai acontecer? OK, vamos fazer de conta que isto não existe e colocarmos outras questões: isto funcionou legal em 2012 com a menor SELIC de todos os tempos? Não? Por que? Ah, porque a Dilma estava pedalando e maquiando a inflação que depois estourou, porque ela gastava demais e a redução de juros acabou sendo forçada e artificial, portanto insustentável. Ah, então explica o seguinte: temos uma ação de revisão fiscal efetiva que tem efeito imediato, que é confiável e que não é só outra versão do que a Dilma fez? Vou melhorar a pergunta para que você possa entender: tivemos um aumento de déficit fiscal previsto de R$ 95 bi para algo próximo a R$ 170 bi em 2016 orquestrado por Temer e só DEPOIS disto é que congelamos os gastos públicos pela inflação. Estourar ao máximo as despesas, para depois congelar ainda com reajuste pela inflação é o que você chamaria de medidas fiscais ortodoxas e efetivas para voltarmos a ter um equilíbrio nas contas públicas? Teremos o crescimento de 1,6% no PIB em 2017 que é a base para que tenhamos “apenas” R$ 139 bi de déficit público em 2017, que é a meta do governo? O que vai acontecer, a partir do 2T17, quando as pessoas e empresas se derem conta destes pequenos “equívocos” e que as ações do governo só terão alguma efetividade sob o ponto de vista fiscal daqui a alguns anos? Isto sem falar nas ações contra-producentes, como os aumentos salariais para categorias específicas no apagar das luzes de 2016, dentre diversas outras que minam toda a confiabilidade quanto aos caminhos para a recuperação fiscal. Este conjunto é o que subsidia a queda dos juros, é de fato algo parrudo, confiável, ou apenas uma versão diferente do que foi feito antes por Dilma e se demonstrou insustentável?

      maior demanda agregada->menor desemprego

      Que legal!!! Quer dizer que as empresas rapidamente poderão retomar seus investimentos! Aquele R$ 1 trilhão de crédit crunch será revertido pelos bancos dada a empolgação deles com a queda da SELIC, aqueles 50% das empresas de grande porte que não conseguem sequer pagar os juros de suas dívidas vão rapidamente retomar os investimentos com os bancos que estarão ansiosos para emprestarem para elas e com isto, evoluiremos para um menor desemprego, ainda em 2017 e contra todos os prognósticos mais realistas, esta é a sua teoria, certo? Na sua visão, a única coisa que travava os bancos de concederem mais empréstimos ou reduzir o custo dos mesmos era a SELIC, certo? Então porque batemos todos os recordes quanto aos juros totais cobrados de algumas modalidades de financiamento, mesmo com a SELIC congelada ou em queda ao longo dos últimos 12 meses? Xiii, a teoria do capítulo 1 de economia não funcionou de novo, certo? O motivo é que os bancos e instituições financeiras só vão “destravar” este crédito e torná-lo mais acessível tanto para o consumo quanto para os investimentos das empresas quando efetivamente tivermos indicadores que a recuperação fiscal é algo real, concreto, sustentável e com efeitos no curto prazo, o que é exatamente o contrário de tudo que tende a ocorrer e consta explicado mais acima. Outro ponto: o governo está estimulando o quanto pode através de outros canais que as pessoas voltem a consumir ou que assumam dívidas relevantes e de longo prazo, como os incentivos relacionados ao FGTS e segmento imobiliário, isto não combina em nada com o objetivo de reduzir a inadimplência para estimular juros menores, uma vez que a inadimplência é que foi a causa raiz dos juros mais extorsivos do que nunca dos últimos meses, então como resolver esta equação com medidas tão contra-producentes vindas do próprio governo? De novo o capítulo 1 do livro de economia não responde estas questões, certo?

      menor desemprego->menor inadimplência->menos distratos

      Esta fase aqui já foi explicada um milhão de vezes, não é mesmo? Volte ao topo deste comentário e explique isto para o ano de 2012, quando tanto o desemprego quanto a inadimplência estavam mais baixos do que hoje. Por que o recorde de crescimento de distratos???

      Bom, dá pra debater muito mais, mas antes disto, você teria que sair do capítulo 1 do livro de economia…

      19+
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      • Antigo 4 de janeiro de 2017 at 19:50

        ô CA, acho que você bateu muito duro no cara hehe

        Não acho que o comentário dele tenha sido em tom de picaretagem ou desafio, só postou uma tese, que eu discordo, mas perfeitamente aceitável do ponto de vista econômico. Não acho que ele seja um desses malandros que pintam por aqui para falar besteira de vez em quando, só fez uma análise superficial demais, que de fato não se aplica no momento atual brasileiro.

        De toda forma, sua explicação foi bastante completa. Valeu!

        13+
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  • Antigo 4 de janeiro de 2017 at 16:35

    Observei que até mesmo as notícias estão demonstrando um certo pessimismo agora. Até especialistas do fingezap falando em queda. Projeções falando em estagnação. Não achei que esse momento fosse chegar.

    O bicho pegou mesmo. E com essas notícias de inflação nos EUA e Trump com tendência do FED aumentar juros, fica cada vez mais difícil os juros BR abaixarem.

    Sigamos investindo, que a chuva pode ser torrencial, mas temos capa e guarda-chuva.

    17+
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    • Ilusionista 4 de janeiro de 2017 at 17:12

      até aquelas matérias tendenciosas na mídia sumiram neste final de ano….
      “invista em tijolos, o momento é agora, compre antes do aumento, aumentaram as vendas zero vírgula alguma coisa em comparação com mês anterior, corra antes que acabe, coelhinho da páscoa vem ai…..

      9+
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  • Cajuzinha 4 de janeiro de 2017 at 16:49

    Correios têm novo prejuízo de R$ 2 bi e recebem aval para PDV

    14+
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  • Rico 4 de janeiro de 2017 at 16:51

    Lenda, só fazer tudo direito. Conversando com uma Advogada Trabalhista, ela disse que não entra com processo com a GMB de SCS. Eles fazem tudo direito e entrar com processo contra eles é quase certo perder.

    7+
  • flashfs 4 de janeiro de 2017 at 16:59

    Curiosidade sobre a galera aqui. Com quanto guardado vocês largariam o emprego e viveriam de renda? É uma pergunta pessoal, não quanto acham que seria o melhor valor de modo geral.

    8+
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    • Money_Addicted 4 de janeiro de 2017 at 17:48

      10KK

      9+
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    • bolha real 4 de janeiro de 2017 at 19:49

      Sem filho 2,5mm

      8+
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    • Zejose 4 de janeiro de 2017 at 19:51

      5kk

      7+
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  • pobreemergente 4 de janeiro de 2017 at 18:22

    Esses cálculos do fingeZAP não são reais, pois o preço de venda é menor do que o anunciado. Só nas minhas rápidas buscas, sem negociar e pressionar muito, tenho conseguido “descontos” de até 80 mil.

    7+
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  • Fernando 4 de janeiro de 2017 at 21:09

    Na linha do tópico:

    Se o meu saldo devedor foi reajustado apenas pela TR, digamos 2% a.a., então podemos afirmar também que houve uma queda real do mesmo?

    Ou seja, mesmo pagando 9,7% efetivos ao ano compensa levar a dívida no “banho maria” ao invés de quita-la?

    6+
    • Cadeludo 4 de janeiro de 2017 at 21:19

      o interessante é sempre pagar juros, estes baixos então é uma pechincha
      o mais interessante é calcular o custo de oportunidade do dinheiro da entrada, o custo final do empréstimo e o valor de liquidez caso precise M1
      o mais interessante ainda é pagar juros no santander daí eu pego carona com o sérgio rial

      10+
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      • Fernando 4 de janeiro de 2017 at 21:24

        ?

        4+
      • Fernando 4 de janeiro de 2017 at 21:35

        Tira uma duvida minha:

        Se eu pagar o dobro do valor do imóvel em 30 anos, sabendo que nesse período ele vai no minimo dobrar de valor, estarei fazendo um mau negócio?

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        • Poucas Trancas 4 de janeiro de 2017 at 23:04

          “Sabendo que ele vai no mínimo dobrar de valor…”

          Fernando, sugiro que você leia Axiomas de Zurique, principalmente a parte que fala sobre os investimentos “bola de cristal”, no qual o investidor “sabe o que vai acontecer no futuro”. Lá tem a resposta para essa sua dúvida. 😉

          12+
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          • Fernando 4 de janeiro de 2017 at 23:19

            Eu não preciso ler axioma de nada para saber que apenas corrigindo o valor ele vai pelo menos triplicar em 30 anos, apenas com a inflação, ainda que ele tenha apenas a correção justa.

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            • odorico 4 de janeiro de 2017 at 23:22

              Sem contar que a inflação será maior que a tr então o saldo devedor vai ao cair em termos reais enquanto o imóvel valoriza. Enfim, financie o máximo no maior prazo. O imóvel vai sair quase de graça. E se for para morar você mora de graça. Se for para alugar. O aluguel ajuda na prestação.

              16+
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            • Poucas Trancas 4 de janeiro de 2017 at 23:53

              Você me faz lembrar essa cena desse filme:

              “https://www.youtube.com/watch?v=TpCb3xjh-Kk&feature=youtu.be&t=235”

              4+
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            • BolhistaBR 5 de janeiro de 2017 at 06:58

              Cara, veja o que aconteceu em 2015 e 2016….
              Você realmente acha que “é certo” o imóvel ser corrigido pela inflação?

              Não tem nada de certo!
              O que garante correção pelo IPCA são minhas NTN-B princ.

              O resto é só expectativa…. e, lógico, muito stress pra quem colocou o patrimônio da vida em um imóvel…

              9+
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            • Oliveira 5 de janeiro de 2017 at 08:52

              “..SABENDO QUE..” é ótimo ! o que garante que a noção de valorização não é uma ilusão ? que resiste a experimentar a prática para não se frustrar com a dura realidade ? Colo que seu imóvel a venda e diga que está aberto a propostas, diga que está se mudando e procurando um outro e que o negocio será fechado somente quanto estiver definido imóvel que vai comprar, observe dentre as propostas ( EM DINHEIRO A VISTA / trocas e expectativas de conseguir financiamento no banco não contam pois nem sempre concretizam na realidade – tenho observado vários casos – ), quantas ao menos chegam À 50% do valor pretendido ? pergunte a quem esta vendendo quantas propostas têm em dinheiro a vista – se tiver alguma – de ao menos 50% do valor que estão pedindo ? Nos últimos 10 anos em a renda “dobrou” e o valor pretendido dos imóveis aumentaram em 6 vezes, não percebe que há um distanciamento entre a capacidade de pagamento e a disposição de nutrir a ilusão de valores aumentando independente do abismo que a realidade representa ? Acredita que a conta não vai chegar ? simplesmente não há quem pague esta valores, seja por que os incautos mais afoitos já se comprometeram nos últimos dez anos, o estoque de 666/incautos com capacidade de se lascaram está escasso.

              5+
        • odorico 4 de janeiro de 2017 at 23:17

          Jamais farás um.mau negócio comprando imóveis. Quem compra terra nunca erra. Imóvel e renda. Imóvel e a aposentadoria do futuro. Cultivai móveis.

          14+
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          • Antigo 5 de janeiro de 2017 at 06:42

            Se os juros do financiamento, considerando a TR são menores que a Selic, vale a pena financiar.

            Siga em frente, Fernando e aconselhe seus amigos a fazer igual

            Imóvel é a segurança das famílias, porto seguro e herança para os filhos. É o sonho do trabalhador, o orgulho para os pais e motivo de inveja para os amigos. E inimigos.

            Nunca erra aquele que investe no que é seu

            11+
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            • Money_Addicted 5 de janeiro de 2017 at 08:30

              “Todo homem que investe em um imóvel bem selecionado, em uma comunidade próspera, adota o método mais seguro de se tornar independente. Imóvel é a base da riqueza.”

              4+
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              • Minions 5 de janeiro de 2017 at 09:24

                Quem não compra imóvel é pobre e invejoso!

                7+
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  • Cesar_DF 4 de janeiro de 2017 at 21:29

    No jornal da Record reportagem sobre a estimativa que 50% da população do Hell de Janeiro será contaminada neste verão por um dos virus transmitidos pelo aedes egypt

    8+
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    • BolhistaBR 5 de janeiro de 2017 at 07:01

      Record não é fonte de informação.

      8+
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  • Cajuzinha 4 de janeiro de 2017 at 22:01

    Recordar é viver. Já em 2013:

    “CLARA ROMAN
    DE SÃO PAULO
    31/12/2013 03h00

    Destoando de outras grandes capitais, os preços dos imóveis lançados em Brasília apresentaram uma forte queda neste ano, com redução de 35,5% na comparação com os valores cobrados em 2012, segundo dados da Geoimovel.”
    http://m.folha.uol.com.br/mercado/2013/12/1391790-especulacao-leva-a-queda-de-preco-nos-lancamentos-de-imoveis-em-brasilia.shtml

    11+
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  • Oliveira 4 de janeiro de 2017 at 22:11

    Havendo oportunidade dedimheiro ou investimento remder , mais que o imovel antes do periodo. Sim estaria

    4+
  • O Cramulhao de FHCigienopolis45 4 de janeiro de 2017 at 22:25

    “Brazil Real Estate is now cheap and Distressed ”

    Propaganda para os 666 estrangeiros…

    http://www.forbes.com/sites/kenrapoza/2017/01/04/brazil-real-estate-distressed-investing/#7bc7dbf356d3

    6+
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  • Carlos 4 de janeiro de 2017 at 22:39

    Nada de novo, o cara ainda repete o mantra da tal “demanda” e com este sobrenome, Rapoza, se paraçe mais com corvo em pele de raposa.

    3+
  • Carlos 4 de janeiro de 2017 at 23:05

    OFF – Bananence é um trouxa mesmo

    Bananence vai para o outro lado do mundo e fica procurando negócios de outros bananênces por supostamente serem “de confiança”.

    2 casos recentes:
    – Emprese de terceirização de dono bananence explorando outros bananences e pagando menos do que o mínino, os tontos vem sem saber um pingo de inglês, sem saber o mínimo das leis e procuram outros bananences para se foder… merecem…
    – Empresa de intercâmbio bananence prometendo o famoso tratamento amigável supostamente só exercitada no bananistão acaba de desaparecer sem pagar alguns funcionários e deixando clientes a ver navios com processos de imigração não terminados, seguros não pagos, etc, etc, etc

    Agora uma pergunta… Bananence vive falando que o bananil é a capital da picaretagem e quando está fora do país procuram outros bananences.
    Tem que se f… mesmo estes idiotas.

    12+
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  • Poucas Trancas 4 de janeiro de 2017 at 23:52

    Você me faz lembrar essa cena desse filme:

    https://www.youtube.com/watch?v=TpCb3xjh-Kk&feature=youtu.be&t=235

    2+
    • Poucas Trancas 4 de janeiro de 2017 at 23:59

      Postei errado. Mas era em resposta a esse comentário aqui:

      Fernando 4 de janeiro de 2017 23:19
      Eu não preciso ler axioma de nada para saber que apenas corrigindo o valor ele vai pelo menos triplicar em 30 anos, apenas com a inflação, ainda que ele tenha apenas a correção justa.

      5+
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  • Cajuzinha 5 de janeiro de 2017 at 06:13


    “Apesar desse resultado, o estoque também continua crescendo e, por isso, a velocidade de locação segue lenta”, explica. De acordo com o estudo, a oferta de residenciais para locação na capital em novembro de 2016 é 37,32% maior do que o registrado em novembro de 2014.

    http://paranashop.com.br/2017/01/mercado-de-locacao-residencial-em-curitiba-cresce-mais-de-10-ao-ano/

    4+
    • Antigo 5 de janeiro de 2017 at 07:09

      Imóvel tá que nem Chester depois desse natal

      Em grande quantidade e encalhado

      Falta só o desconto

      14+
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      • Cesar_DF 5 de janeiro de 2017 at 09:59

        Comprei chester no Extra por R$4,20/kg

        5+
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  • Juros Lover BSB-BH 5 de janeiro de 2017 at 07:42

    E pq não recorreriam se o governo sempre cede as chantagens desse setor? Tem conglomerado que vive da remessas de lucro da filial brasileira… só no Brasil conseguem isso..

    3+
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  • Minions 5 de janeiro de 2017 at 07:58
    • Antigo 5 de janeiro de 2017 at 08:18

      Deve ter esfriado mesmo, faz tempo que não vejo corvo torrando no sol em stands de vendas

      Winter is coming

      6+
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  • Louro José 5 de janeiro de 2017 at 08:48

    Pessoal, to pasmo com o Fernando.
    É o novo Menino do Rio.
    Só falta dizer que ganha mais como estagiário do que muito engenheiro.

    8+
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    • Money_Addicted 5 de janeiro de 2017 at 10:20

      kkk menino do rio…..esse eh das antigas rs

      2+
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    • Fernando 5 de janeiro de 2017 at 10:47

      Responda a minha pergunta objetivamente… Vou relembrar a pergunta:

      Se o meu saldo devedor foi reajustado apenas pela TR, digamos 2% a.a., então podemos afirmar também que houve uma queda real do mesmo?

      Ou seja, mesmo pagando 9,7% efetivos ao ano compensa levar a dívida no “banho maria” ao invés de quita-la?

      1+
  • Margarida 5 de janeiro de 2017 at 08:59

    (Não dá pra postar “reply”, é pro From, sobre as pessoas saírem da Caixa no PDV endividadas.)

    “From_The_Tower 4 de janeiro de 2017 at 12:23
    Desses 10 mil quantos estão endividados?
    Quantos conseguirão fazer outra coisa ?”

    Endividados ou com seus problemas financeiros “resolvidos”? Ouvi de um funcionário que está se preparando pra ser demitido que a prática é a seguinte: pegam o máximo que podem de empréstimos consignados baseados no salário que têm naquele momento, geralmente mais alto se são cargos de gerência, por exemplo. Pegam uma bolada e depois da demissão recorrem ao judiciário para reduzir a parcela da dívida para 30% da renda (quando demitidos e recontratados por um salário muito menor). A idéia é que empréstimos nunca serão pagos, mesmo.

    Segundo ele, funciona, e “todo mundo lá faz isso”. Será que procede?

    6+
    • Cesar_DF 5 de janeiro de 2017 at 10:02

      Concordo TÓPICO

      4+
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  • Oliveira 5 de janeiro de 2017 at 10:18

    CA, considerando que em media a renda tenha aumentou 2x enquanto o valor pretendido nos imóveis tenha aumentou em media 6x ? seria razoável fala em raio da bolha : aumento médio pretendido no imoveis / aumento médio renda 6/2 = 3(raio da bolha) ? E caso lhe faça sentido, para depois comparar com outros países como ficaria com relação a Espanha e Estados Unidos ?

    2+
  • Cajuzinha 5 de janeiro de 2017 at 10:20

    Vejam que interessante:

    “Uma queixa muito comum dos mutuários é que, após o vencimento da terceira parcela do financiamento, os bancos não negociam mais e somente aceitam o pagamento integral de todas as prestações. Esta política extremista de não negociar as dívidas com o consumidor pode ser muito prejudicial aos bancos se aliada com a atual crise. Isso porque o mutuário que não dá conta de pagar uma prestação, certamente não dará conta de pagar três. Por outro lado, em leilão, o imóvel vai pelo valor da dívida ou pelo valor de avaliação, o que significa um investimento mais pesado para quem queira arrematar. Já não se arremata mais como antes, pois o mercado imobiliário não apresenta a mesma rentabilidade de antes. Prefere-se investir em fundos com rentabilidade mais segura e retorno mais rápido.

    Lembrando que não somente a venda de imóveis está em queda, mas também o aluguel. Os valores não são vantajosos para o investidor, que ficará com o capital imobilizado e ainda poderá sofrer com possível inadimplência do inquilino ou danos no imóvel ou condomínio que são de sua responsabilidade.”

    “O procedimento de execução é bem rápido e não se pode negar. O que se tem de média de tempo gasto pelo banco para mandar um imóvel a leilão hoje é seis meses.”

    http://www.onortao.com.br/noticias/especialista-analisa-fatores-que-desencadeiam-retomada-de-imoveis-por-bancos,84466.php

    5+
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    • Cesar_DF 5 de janeiro de 2017 at 10:39

      Eles só esqueceram que em relação aos ciclos anteriores, mudou muito a taxa de fertilidade, então nas fases de recuperação anteriores, existiam pessoas para adquirir o estoque de imóveis, e hoje não.

      Pontos relevantes:
      1. Os principais ciclos de baixa ocorreram de 1981 a 1984; 1986 a 1990; 2000 a 2004.

      2. A média de duração de um ciclo de baixa é de cerca de 8 semestres, ou 4 anos.

      3. O pior ciclo de baixa ocorreu de 1986 a 1990 quando acumulou uma queda real (descontada a inflação) de cerca de 80%, enquanto que o mais ameno no período foi o de 2000 a 2004, com uma queda real acumulada de cerca de 32%.

      4. O atual ciclo (linha roxa no gráfico acima), iniciado em junho de 2014 acumula uma queda real até março de 2016 de pouco mais de 9%. De acordo com projeções da Fipe, até o final do ano, a queda real acumulada poderá chega a 20% (linha preta no gráfico), bem similar com o que ocorreu no ciclo de 2000 a 2004.

      5. Em dezembro de 2017, o atual ciclo completará 8 semestres, tempo médio de um ciclo de baixa.

      5+
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  • Oliveira 5 de janeiro de 2017 at 10:46

    Qual seria o “price to income index” em que estouraram a bolha americana e a espanhola ?

    1+
    • Cesar_DF 5 de janeiro de 2017 at 11:10

      Cada cidade tem a sua
      Entre neste site e selecione a aba “price to income” e você verá que o pico foi atingido em Q3-2005, ou seja, demorou 3 anos para os “investidores” perceberem que fizeram um mal negócio, até o estouro da bolha em 2008.
      http://www.economist.com/blogs/graphicdetail/2016/08/daily-chart-20

      Já em Seattle eles “atrasaram” 2 anos aos eventos.
      http://seattlebubble.com/blog/2015/07/24/price-to-income-ratio-back-in-bubble-territory/

      O ponto de inflexão varia de cidade para cidade, utilizando o próprio ZAP, os momentos que a subida do valor dos imóveis atingiu um pico e começou a cair a partir deste ponto.
      http://fipezap.zapimoveis.com.br/
      BH ainda não atingiu o pico
      BSB em fevereiro/2015 (mas estava estagnado desde dezembro de 2013)
      CWB ainda não atingiu o pico
      RJO em maio/2015
      SAO em dezembro/2015

      Mas, se considerarmos apenas os últimos 12 meses, onde o IGP-M foi de 6,60% tivemos as seguintes valorizações nominais.
      BH 4,74%
      BSB -1,15%
      CWB 4,78%
      RJO -2,08%
      SAO 0,41%
      Podemos ver que todos tiveram uma desvalorização REAL.
      A conclusão é que o ÍNDICE FIPEZAP – VENDA não está deflacionado.
      Então seria necessário transplantar todos estes indicadores para uma planilha a fim de realizar o deflacionamento a fim de identificar o ponto de inflexão.

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  • BolhistaBR 5 de janeiro de 2017 at 12:55

    Estudo feito em cima de dados viciados não pode ser confiável. Entendo que é o que temos disponível pra fazer projeções, mas talvez haja uma forma de trazer os dados mentirosos do ZAP pra realidade, já que se/quando um imóvel daqueles é vendido o preço cai 10% a 15%.

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