Cresce o número de imóveis retomados – Estadão

Até o início de dezembro, a Caixa colocou à venda – por meio de leilões, concorrências públicas ou venda direta – 8.626 imóveis retomados por falta de pagamento do financiamento, 16% a mais que no ano passado.

Desde 2012, o total de imóveis retomados por inadimplência pela Caixa cresce. Os dados mais recentes mostram que, entre 2014 e o ano passado, a recuperação de propriedades aumentou 53,8%.

Matéria completa em http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,cresce-o-numero-de-imoveis-retomados,10000097450

6+

Você pode gostar...

Comments
  • Manoel Joaquim 2 de janeiro de 2017 at 11:39

    Cresce número de imóveis retomados –> Cresce número de imóveis leiloados –> O preço despenca –> Fernando chora.

    37+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
  • O Cramulhao de FHCigienopolis45 2 de janeiro de 2017 at 11:43

    2016 , Parte 2 : A Iminente Piora da Situação.

    21+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
  • Carcará 2 de janeiro de 2017 at 12:06

    Que 2017 traga menos familiares e amigos me perguntando quando vou comprar meu imóvel!

    49+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • From_The_Tower 2 de janeiro de 2017 at 14:08

      kkkkkk.
      É comportamento de manada, não tem jeito !
      Bananense nunca será !

      11+
      • avatar
      • avatar
  • Sergio Soares 2 de janeiro de 2017 at 12:27

    Ué???? Mas no financiamento estou pagando o que é meu! Como assim a caixa está retomando?
    kkkkkk
    Quero mais é ver o circo pegar fogo!

    43+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • Bolha BOSS 2 de janeiro de 2017 at 12:31

      Como assim pagando pelo o que é meu ?
      Vou ficar 35 anos pagando, só vai ter meu nome na escritura depois de todo este tempo…Vou estar velho demais para ostentar meu AP.

      33+
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • Louro José 3 de janeiro de 2017 at 08:53

        Aí você compra um carro tipo xoxoster que poderá voltar a ostentar, apesar do pinto não subir mais

        11+
        • avatar
        • avatar
  • Bolhudo BH 2 de janeiro de 2017 at 12:30

    OFF investimentos

    Primeiramente um feliz ano novo a todos os bolhistas. Pessoal, já foi mencionado por alto aqui (acho que pelo Cramulhao) mas não me recordo os detalhes.

    Algum de vocês utiliza Bitcoins para investimento em médio/longo prazo? Andei lendo a respeito, analisei os riscos, possibilidades de retorno, etc. o problema é que a maioria do material é deveras enviesado.

    O que vocês têm a dizer a respeito?

    6+
    • O Cramulhao de FHCigienopolis45 2 de janeiro de 2017 at 13:44

      http://www.mercado de bitcoins.com.br . São colegas da época em que eu Era aluno da da USP.

      Tem bastante informação aí. Se vc se interessou por criptocoins só agora que passou dos 900 dólares, sugiro cuidado redobrado.

      Eu sim, compro para o longo prazo…basta acompanhar a correlação economia chinesa X bitcoins.

      11+
      • avatar
      • avatar
      • Bolhudo BH 2 de janeiro de 2017 at 13:46

        Obrigado.

        5+
        • avatar
  • Oliveira 2 de janeiro de 2017 at 13:00

    Feliz 2017, Bolhistas.
    CVR 1 – Colega recebe telefonema de segundo inquilino que já vai sair do imóvel por desemprego, e pediu para para perdoar a multa por rescisão de contrato.
    Colega disse que vai perdoar apenas 50% da multa.

    26+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
  • calango_df 2 de janeiro de 2017 at 13:30

    hereticos,

    preciso de ajuda. um primo desiludido com facul de engenharia civil me perguntou o q acho do curso de medicina (percebi q ele se referia ao lado $). nao soube responder, apesar de existir uma certa aurea q a profissao paga bem e nao existe desemprego. alguém poderia me trazer inf atualizadas do mercado? abs

    12+
    • avatar
    • calango_df 2 de janeiro de 2017 at 13:33

      complementando, percebo q existe uma tendencia a inflacao de profissionais no mercado, com uma possivel “odontologizacao” do mercado (isto é, ha 20 anos dentista nadava de bracada no $. com a proliferacao de faculdades, hj ja vejo a profissao precarizada)

      25+
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • Minino do TI 2 de janeiro de 2017 at 16:46

        Era uma bolhização odontológica? rs

        10+
        • avatar
        • calango_df 3 de janeiro de 2017 at 10:05

          sem duvidas. rs

          2+
  • Alemon Fritz 2 de janeiro de 2017 at 13:50

    somando aqui:

    No acumulado deste ano até outubro, foram Distratadas 37.702 unidades ( 33% das unidades.)
    e mais 36.000 retomadas pra leilão…
    mais 111.000 no estoque de “novos” = 185.000 imóveis no “estoque”.
    os corvos já tiraram 5k imóveis desses dados, e sem contar os usados e os puxadinhos..
    e a reportagem só fala até 2015 disfarçadamente pelos corvos narigudos…

    corvos já vão anunciar agora em janeiro, anotem ai: “queda de estoque” e “aumento do Indice de expectativa do mercado imobiliario” melhora kkk que bosta… ( imagina o indice de expectativa do Motumbo)

    11+
    • avatar
    • avatar
    • Cesar_DF 2 de janeiro de 2017 at 14:01

      Se eles falarem que o mercado está BOMBANDO, não vão ter argumentos para propor a lei dos distratos, nem solicitar recursos para financiamentos
      Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come

      20+
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
    • From_The_Tower 2 de janeiro de 2017 at 14:09

      É o mercado da desinformação !
      ARDAM corvos !!!

      13+
      • avatar
  • From_The_Tower 2 de janeiro de 2017 at 14:22

    Curitiba HOJE com 75 tijolos listados em leilão
    dia 11/01 serão 14 tijolos mágicos
    http://www.premiumleiloes.com.br/leiloes/Busca_list.php?IDStato=PR&Muni=Curitiba&Cat=Im%F3veis,%20Materiais%20de%20constru%E7%E3o%20&goto=1

    Não preciso nem dizer que a CEF é majoritária né?
    Até porque os bancos privados…. quando veem a trolha … já saem vendendo rapidamente em leilões extra judiciais, eletrônicos, etc. Não perdem muito tempo não !

    13+
    • avatar
    • Cadeludo 2 de janeiro de 2017 at 15:44

      kkk tudo ocupado… por enquanto

      8+
      • avatar
      • Cadeludo 2 de janeiro de 2017 at 15:54

        os preços de leilão também são piada não vende nem em quinta chamada

        10+
        • avatar
  • From_The_Tower 2 de janeiro de 2017 at 15:07

    http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2017/01/prefeitura-vai-atualizar-planta-de-valores-do-iptu-em-porto-alegre-9058604.html

    Os tijolos mágicos valem muito na BNN. MAs quando chega o carnÊzão do IPTU é cada susto !
    😉
    kkkk
    ARDAM !

    18+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • Alemon Fritz 2 de janeiro de 2017 at 23:00

      pois é, IPTU… um parente comprou um bolhudo de 100m2… no centro de floripa perto do shoping beira mar….. iptu de 7,2 K reais (com desconto)…e nem está morando ainda!!!….. P%$%@!#$%p!!
      detalhe ..ele vive agora num empreStado na beira mar norte, de mesma metragem em que o IPTU é de 1.450 reais!!! só tem garagem e salão de festas… olha que investimento.

      8+
  • zica_do_pantano 2 de janeiro de 2017 at 15:34

    Bom tarde galera, estou com $$ em LCi(94%) e LCA(93%)…. sobrou mais uma merreca e estou na duvida onde colocar, vcs estão apostando em Tesouro Selic? alguma outra opção atrativa?

    7+
    • From_The_Tower 2 de janeiro de 2017 at 17:21

      Eu estou colocando em Tesouro Selic e esperando janelas pontuais nas NTNB 2035 e 2050 !

      12+
      • avatar
      • tfox 3 de janeiro de 2017 at 09:22

        From_the_tower, qual é o % minimo em NTNB 35 e 50 para ser considerado uma oportunidade ? Estava comprando todos os meses e fazendo valor médio, tenho de 7,5 a 4,5% no meu portfolio, mas a partir de agora colocarei uma parte em NTNB 19 ( dinheiro para compra do apto em valores “normais”) e o resto em Selic aguardando novas anomalias.

        0
        • From_The_Tower 3 de janeiro de 2017 at 12:18

          De 6,45% a 7,5%

          0
          • BolhistaBR 3 de janeiro de 2017 at 16:47

            Será que volta a 6,5%?
            Só o Trump salva….kkkkk

            1+
    • Nelson Schadenfreude 2 de janeiro de 2017 at 18:40

      Tesouro Selic não é aposta. É a alternativa mais conservadora. É onde deixo meus recursos protegidos enquanto aguardo oportunidades.

      Quer risco? Compre ações de construtoras. (sério! Eu já comecei a comprar algumas, tipo EZTC3). Se o Temer passa a reforma da previdência e as cosntrutoras conseguem uma regulação mais clara (e favorável a elas) para distratos, o preço deve subir. (de qualquer forma, a bolsa sobe com um todo se a reforma da previdência passar). MAS, se nada disso acontecer, vai ser Perda Total (vulgo PT). Estou confiante no instinto de sobrevivência da classe política. Se a economia não melhorar, o povão vai querer cabeças e a Lava-Jato vai oferecê-las. Se melhorar, os caras esperam o povão se distrair e avacalham a legislação para garantir impunidade. Com as instituições no Brasil são fracas, ponho meu dinheiro nesta última possibilidade.

      20+
      • avatar
      • PFernando 3 de janeiro de 2017 at 09:51

        Se isso tudo der certo, os juros vão cair. Se não der vão baixar na cara e na coragem. Na minha opinião o melhor seriam títulos pré fixados de longo prazo, mas praticamente não existem mais.

        2+
  • LufT 2 de janeiro de 2017 at 16:01

    Só achei esse site agora. hehehe
    Sou um bolhudo de coração. No início da minha vida profissional (2009+-). comprei uma kitnet (com ZERO conhecimento, empurrado pela minha mãe, apenas o histórico que tudo valorizada e que essa era a verdade absoluta). Por incrível sorte, ainda peguei o final da bolha, deixei ela alugada por 3 anos, depois morei nela um ano, tive ainda 50% de lucro nela + alugueis. Vendi em 2013…inicio 2014 quando vi que ela parou de valorizar e que 25m² não poderiam valer mais do que estava “valendo”.
    Pois bem, a MESMA kit hoje em dia é vendida pelo o MESMO VALOR (ofertada!), isso 3 anos após. Dessa vez não ponho na conta da sorte, ponho na conta da minha leitura do cenário. Rendi esse dinheiro por baixo uns 45% nesse período.
    Agora situação é, estou vivendo de aluguel (ap grande etc, bem localizado), já tenho quase o valor do imóvel investido, que me gera uns 3,5x o valor do aluguel que eu pago por mês! hehehe… Estou em processo de juntar grana com a esposa. Esse próximo ano está difícil fazer a leitura, se voltará a valorizar ao menos inflação ou não. O que eu acredito mesmo é que não haverá outra bolha dessa tão cedo, e que ela está murchando (ao menos em Brasília, onde moro, os aps não valorizam faz uns 4 anos – isso valor de oferta – vide indice zap).
    Então, conclusão é, continuar sussa nos investimentos e morando de aluguel, quando tiver 3x o valor do imóvel, aproveitar uma boa oportunidade e comprar o ap da vida (e não considerar investimento, considerar mais como despesa). Pq querendo ou não, é muito legal tu ter o ap para fazer ele do teu jeito! isso eu sinto falta no aluguel.

    38+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • tfox 2 de janeiro de 2017 at 16:23

      concordo plenamente, hoje estou morando de aluguel pago com apenas 30% dos juro e espero ficar assim por mais 2 anos. Depois deste período vou anunciar no prédio que estou disposto a comprar um imovel à vista mas por um valor justo , no minimo 30% off e sem corvolária. Se der certo ótimo, caso contrário renovo o contrato… Realmente sinto falta de poder reformar e deixar do jeito que a Sra. TFox quer. Mas sempre deixando uma reserva de 2x o valor do imovel

      7+
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • LufT 2 de janeiro de 2017 at 16:37

        Não estou sozinho então! Não me vejo rasgando dinheiro e ficando sem um puto hahaha. Mas aguentar a Senhora satisfeita alugando ap, tu tem que ser muito generoso em todo resto. Mesmo explicando por a + b, fica aquele sentimento por parte dela de querer mexer no ap etc.. Mas por enquanto estou contornando, não sei se conseguirei aguentar até ter 3 x o valor do imóvel, mas seria meu desejo hahaha…vou ter valor de 3 imóveis só lá para 2023 pelos meus cálculos =//

        4+
        • Money_Addicted 2 de janeiro de 2017 at 17:10

          vcs tao fracos hein? kkk
          minhas Sra chorava e esperneava depois q mandei ela comprar com dinheiro proprio e/ou ver se econtra outro otario q queira assumir a bronca e ainda dar um bolhudo ela ficou quieta 🙂

          39+
          • avatar
          • avatar
          • avatar
          • avatar
          • avatar
          • avatar
          • avatar
          • avatar
          • avatar
          • avatar
        • Juros Lover BSB-BH 2 de janeiro de 2017 at 18:11

          Minha senhora é sussa e não reclama pq tbm prefere receber juros que pagar…De qualquer forma vou sempre em cima de alugar apto mais semi novo o que evita muito muito stress normalmente…A manutençao não é de ape veio e as merdas construtivas da cosntrutora provavelmente já são conhecidas e consertadas…

          8+
          • avatar
          • avatar
    • From_The_Tower 2 de janeiro de 2017 at 17:24

      Parabéns !
      Eu tb me livrei dos tijolos entre 2013 e 2015.
      Rendendo muito acima da inflação ! Muito mesmo. Agora o meu foco é aumentar capital na renda variável. Tudo progressivamente.
      A BNN tem um jeito dos imóveis bombarem novamente.
      * Ajeitar a casa na parte fiscal
      * Dar um alento para investimentos diretos e indiretos (questões tributárias e trabalhistas)
      * As commodities bombarem de preço novamente (soja, minério de ferro e petróleo)

      Se tudo isso for atendido…. eu creio que em 2020/2021 dá para começar a pensar em alguns casos pontuais. Alguma pérolas que poucos sabem identificar.
      Até lá é PNJ !

      9+
      • avatar
    • Cesar_DF 2 de janeiro de 2017 at 17:42

      Mostre para ela a própria calculador de COMPRAR X ALUGAR do ZAP
      http://widget.zapimoveis.com.br/

      Fiz o seguinte:
      Valor do imóvel 500K
      Valor de entrada 500K
      Taxa de juros de investimentos alternativos 14%
      Taxa de juros do financiamento 11%
      Tempo de financiamento 1 anos
      Quanto tempo pretende morar neste imóvel? 15 anos
      Resultado
      Alugar é mais vantajoso se o valor de locação for inferior a R$3.741,56
      O que equivale ao Fator 133X

      12+
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • Cesar_DF 2 de janeiro de 2017 at 17:42

        saiu no lugar errado

        3+
    • Cesar_DF 2 de janeiro de 2017 at 17:43

      Mostre para ela a própria calculador de COMPRAR X ALUGAR do ZAP
      http://widget.zapimoveis.com.br/

      Fiz o seguinte:
      Valor do imóvel 500K
      Valor de entrada 500K
      Taxa de juros de investimentos alternativos 14%
      Taxa de juros do financiamento 11%
      Tempo de financiamento 1 anos
      Quanto tempo pretende morar neste imóvel? 15 anos
      Resultado
      Alugar é mais vantajoso se o valor de locação for inferior a R$3.741,56
      O que equivale ao Fator 133X

      9+
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • Cesar_DF 2 de janeiro de 2017 at 17:44

        Era para o LufT 2 mas está saindo a resposta no lugar errado

        3+
        • avatar
  • pobreemergente 2 de janeiro de 2017 at 17:55

    Estou em busca de um imóvel para morar, depois de guardar dinheiro morando com a família. Sempre tive vontade de ter um apartamento do meu jeito (desejos de um arquiteto) e só comprando para ter (já sei que não vale a pena financeiramente, por isso estou ciente de que se trata de uma escolha APENAS emocional). No entanto, é lógico que não vou comprar nos preços do FingeZAP. Estou em busca de um 666 desesperado. Sempre que quero fechar negócio, venho ao blog para aprender com vocês e deixar a vontade passar. Na prática, tenho percebido que as construtoras estão segurando o preço, mesmo com a crise.

    CVR I
    Senhora comprou apartamento mobiliou/reformou de acordo com todas as vontades do filho de 30 anos. 2 anos após a compra resolveu vender. Quando fui visitar , ela deixou escapar que estava desempregada e com dívidas e que estava vendendo apenas por isso. Apesar de tudo, tinha dois carros na garagem e estava procurando novo apartamento para comprar.

    CVR 2

    Grande construtora não para de me ligar querendo negociar o preço de tabela. Além disso, abaixaram o padrão de acabamento do prédio para diminuir os custos e tentar vender. Recebi um “desconto” de 100 mil reais. Achei pouco.

    CVR 3

    Achei um apartamento em construção que se encaixa em todas as minhas exigências (localização, tamanho, acabamento, preço de condomínio), exceto preço de venda. Fui visitar e o corretor não estava presente. Acabei sendo escoltado por um engenheiro que me disse que tem prédio da pequena construtora com dez apartamentos vagos e que o dono da construtora estava disposto a negociar. Ele disse também que a folha de pagamento dele era de 150 mil por mês. Como estou pagando a vista, conversei com o dono. Ele me ofereceu “desconto” de 30 mil reais, pois disse que “na zona sul vende rápido”.

    CVR 4

    Tentei negociar direto com o dono de outra construtora outro apartamento que também gostei. A pequena construtora tem 4 prédios praticamente vazios, com poucos aptos vendidos. Pedi 150 mil de desconto e ele negou. Disseram que “estão fazendo investimentos no prédio”. Ou seja, estão melhorando o prédio para tentar vender. Semana passada, publicaram no site um novo lançamento. Continuam a apostar no mercado imobiliário, sem nem terem vendidos os aptos atuais.

    34+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
  • Prion 2 de janeiro de 2017 at 18:54

    Muito obrigado por me adicionar no grupo. Apesar de ter tido sucesso em alguns investimentos, sou leigo no assunto. Estou aqui para aprender com vocês.
    Valeu!

    8+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
  • Burbuja 3 de janeiro de 2017 at 02:46

    Olá, pessoal! Misto de CVR com pedido de dicas de vocês ao final: estou buscando nova moradia pra alugar após uma temporada vivendo fora. Apesar de tentar via particulares, os anúncios que encontro minimamente atraentes são de corvos. É engraçado como essa raça age com os mesmos procedimentos, por exemplo:

    – Encontrei um apto de 3 quartos por R$ 1.500,00. Esse já é quase o valor máximo que pretendo/posso pagar, ainda assim tentei negociar. A corva falou que é impossível baixar mais que isso, que já tem gente de olho no apto e por isso o proprietário não vai baixar. Agradeci pela atenção e desejei boa sorte com a locação, visto que já tem procura.

    – Outro apto estava sendo anunciado por R$ 1.550,00. Perguntei por whatsapp se o valor era negociável. O corvo responde que o ap é um achado, que está a duas quadras da praia, com todas as facilidades, etc. Volto a perguntar da possibilidade de negociação e ele desconversa falando de tudo que tem no apto. Afirmo que tudo isso era interessante, mas pergunto sobre o valor novamente. Ele diz que tem muita gente correndo atrás dele, que acredita que até depois de amanhã no máximo vai alugar (corvo agora é sensitivo kkkk). Daí eu digo: – Ah, cara, sinceramente, não estou afim de disputar nada com ninguém, então se depois de amanhã estiver livre agendamos uma visita. Na lata ele solta que o proprietário aceita a proposta e insistiu pra eu visitar nesta terça.

    – O terceiro apto que me interessou já me chamou a atenção porque tinha um anúncio muito bem redigido, com toda a informação necessária, além das fotos serem bem precisas. Achei bem amigável o anúncio não ter sensacionalismos e destacar que todas as propostas seriam levadas ao proprietário. Quando entrei em contato com o corretor (esse eu não vou chamar de corvo em consideração ao tratamento que me deu rs), foi bem sucinto nas respostas e disse que a melhor forma de saber se eu gostava do apto era visitando, que estava disponível quando eu precisasse. Falei que o valor estava acima do que eu podia pagar (R$ 1.750), mas me senti confortável para escrever devido à possibilidade de negociação. Na lata ele fala que o valor pode chegar em R$ 1.600,00 (meu limite de pagamento). Perguntei se era possível um desconto maior. Primeiro ele falou que era difícil baixar, depois perguntou se eu tinha comprovante de renda, pois eu parecia muito jovem. Falei que quanto a isso não se preocupasse porque tenho emprego público, alugo há 5 anos e tenho referências de todos os proprietários anteriores. Na hora ele disse que achava ótimo e podia baixar ainda mais o valor.

    Em síntese, já descartei a primeira corva por não dar a mínima atenção pra oferta. O segundo começou pisando na bola, mas pode ser que visitando o apto eu fique inclinado a alugar. No entanto, se gostar mais do terceiro pretendo ficar com ele, especialmente pelo tratamento dispensado pelo corretor. Acredito que esses são os que efetivamente vão se manter no mercado depois da crise varrer alguns. Ainda falei com mais um ou dois que inicialmente colocaram complicações pra negociar, mas vez ou outra voltaram a puxar papo pelo whatsapp e melhoraram as condições. Esses vou deixar fritando mais.

    Agora vem a parte das dúvidas: pretendo morar com meu companheiro e queremos alugar um 3/4, sendo um pra gente, outro pra montar um escritório meu e o terceiro para quarto de hóspedes e alugar por diárias pelo AirBnb. Nesse aspecto, como vocês acham que os proprietários veem esse tipo de coisa? Obviamente isso não deveria ser da conta deles, mas se houver alguma cláusula que proíba a sublocação isso se enquadraria? Se sim, como contornar esse problema? Pensei em esclarecer o objetivo do terceiro quarto ou simplesmente dizer que pretendemos dividir com mais uma pessoa no futuro, por isso o contrato não poderia restringir o caso. Enfim, estou perdido quanto a isso, nem sei se tô me preocupando excessivamente, mas gostaria de sugestões aqui do pessoal.

    Outra coisa que eu estou vendo (ainda vou caminhar na área desejada e visitar outros aptos) é um checklist de coisas básicas a serem verificadas com o proprietário/condomínio (algumas bem pessoais), por exemplo: quais contas estão inclusas no condomínio e quanto se paga a parte pelas que não estão, em qual andar está o apto, armários e box, possibilidade de colocar ar condicionado split (no último apto que morei era proibido e nunca me acostumei com o tipo antigo), se é nascente, se pode ter animal de estimação. Enfim, esses são alguns itens, vocês recomendam ver alguma coisa mais?

    Por enquanto é isso, já aluguei apartamento outras 3 vezes, mas não fui tão preparado quanto me sinto hoje, apesar de ter feito bom negócio em duas ocasiões. Quem puder compartilhar sua experiência, agradeço, tanto no checklist quanto na dúvida específica sobre sublocação, além das estratégias de negociação (oferecer X alugueis adiantados, colocar algo que falta, enfim…). Depois colaboro com CVR’s!

    14+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • Camika 3 de janeiro de 2017 at 07:48

      Não só o proprietário pode ter restrições quanto ao Airbnb quanto o condomínio também, isso deveria entrar no seu checklist. As pessoas sublocam quarots, as contas do condomínio no mês aumentam e os síndicos chiam. Acho que em ambos os casos você deveria abrir o jogo, para não ter dor de cabeça no futuro, principalmente se estiver contando com a renda extra do Airbnb.
      Outro dia alguém comentou aqui sobre a inclusão ou não de seguro contra incêndio no contrato. Entendo que este item é negociável, se você não questionar e constar no contrato, a responsabilidade passa a ser sua.

      5+
      • avatar
    • Minino do TI 3 de janeiro de 2017 at 09:09

      Somando ao seu CVR, um cvr meu de um ano atrás:

      Encontrei um apartamento que achei interessante para alugar sem corvo. Fui visitar o local (chave na portaria) e gostei do que vi. Liguei para o propiotário e combinamos de fechar o contrato. Como era meu primeiro apartamento e estava chegando na cidade (Hell), me pediu aquelas pornografias de cópias de documento para fazer a “avaliação”: renda, comprovantes de residencia anteriores, CTPS e blabla. Achei um absurdo, mas tinha um deadline de 2 semanas para encontrar um lugar. Minino novo, caí no conto do vigário e entreguei todas as porcarias das cópias sem ter assinado o contrato, apenas para ser “avaliado”. Pois bem. O valor do aluguel era ~ 20% do que eu recebia na época. Após dois dias, eis que o proprietário lazarento me liga dizendo: “Senhor menino do TI, infelizmente temos outros dois clientes que enviaram os documentos com propostas igual a sua. A sua proposta vai ser a que o valor que você enviou mesmo??”. (como propiotário xxxxperto, me jogou um verde para que eu tentasse aumentar o preço do aluguel e “ganhar” dos clientes imáginários dele, que até esse ponto da negociação não existiam). Respondi que era aquilo mesmo. Entendi a malandragem do propriotário, e decidi seguir em uma outra negociação de um AP na mesma região. Eis que 3 dias depois (que rápido hein), o propriotário me liga de novo: “E então senhor menino do TI, seus documentos foram aprovados, os outros dois clientes desistiram (!). Vamos seguir com o contrato?” Sorri e acenei, e disse que não me interessava mais, já estava concluindo outra negociação. Foi uma boa sensação 🙂

      37+
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • Cesar_DF 3 de janeiro de 2017 at 10:31

        CARIOCAS IXPERTOS
        Aquelas piadas de português burro, judeu mão de vaca, japonês de pinto pequeno, etc
        O duro é que, por causa desta ixperteza, as piadas pelo mundo sobre brasileiros é a respeito da desonestidade.

        21+
        • avatar
        • avatar
        • avatar
        • avatar
  • Seguidor do Bolha BH 3 de janeiro de 2017 at 07:17

    Olá galera, estou de volta. Feliz “2018” pra vocês. Vamos confiar que o próximo ano será bom.

    Sobre o tópico:
    “Como a maioria das unidades ofertadas está ocupada, a Caixa lembra que o imóvel é vendido no estado em que se encontra, muitas não podem ser visitadas por dentro, e a responsabilidade de desocupação é do comprador”.
    Eu hein, que doidera.

    “[…] Por experiência, a retirada do antigo morador leva cerca de seis meses e, mesmo que ele não queira sair, ele acaba saindo.”
    Em muitos casos, quando o morador sai deixa para trás um rastro de depredações. Tô fora.

    12+
    • avatar
    • avatar
  • Fernando 3 de janeiro de 2017 at 08:18

    Vamos aos fatos.

    Até o presente momento, os chorões são vcs, vem aqui chorar diariamente que os preços não caem.
    Querem um lenço?

    14+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • Zé do Brejo 3 de janeiro de 2017 at 08:24

      Tem razão Fernando, o problema é que o povo daqui é tudo pobre.
      Muito melhor ter um imóvel de um milho grande do que ter uma aplicação rendendo juros.
      Os preços não caem? Quem se importa? Mesmo que cair não vou comprar mesmo 😛

      19+
      • avatar
      • avatar
      • avatar
    • MINEIRO SPY 3 de janeiro de 2017 at 08:25

      Gentileza ler o brógui. Talvez seja fraldinha por aqui, mas não costumo ler lamúrias de não redução de preço. No geral, todos estão muito felizes pagando aluguel e atingindo sua independência financeira prematura. Se o preço cair, estaremos aí para comprar; se não cair, estaremos aí para alugar. Só não estaremos aí para comprar lixos. Graças a fernandos que moramos tão barato.

      20+
      • avatar
      • avatar
      • avatar
      • avatar
    • Fernando 3 de janeiro de 2017 at 08:27

      ***** em réplica ao primeiro post.

      6+
    • Louro José 3 de janeiro de 2017 at 08:44

      Toma um like pra ficar feliz

      6+
      • avatar
      • avatar
    • Nelson Schadenfreude 3 de janeiro de 2017 at 08:47

      Concordo! Aqui em Brasília, o preço NOMINAL não cai há 5 anos. Ou seja, perdeu de lavada da inflação.

      Veja, não sou cabeça-dura como outra galera por aqui. Aceito ouvir outros pontos de vista mesmo que não concorde. Agora, acho que ainda vai levar um tempo para os preços se recuperarem.
      Motivos a favor da recuperação dos preços:
      – a recessão atingiu seu pico neste final de ano. Daqui para frente, a tendência é a recuperação do emprego a partir de meados de 2017, e com isso, da capacidade de endividamento das famílias.
      – os juros (SELIC) devem cair consistentemente ao longo de 2017 e talvez 2018. O financiamento fica mais barato e o aluguel começa a ficar menos vantajoso em comparação à compra (então, os preços dos imóveis começam a subir para contrabalançar).
      – redução nos lançamentos desacelera o crescimento dos estoques, e daí a oferta de imóveis.

      Motivos para esperar
      – ainda tem muita incerteza política e econômica (lava-jato, previdência, TSE), e os agentes adiam decisões importantes. Os preços se mantém contidos.
      – EUA sobem os juros. Bate no dólar, inflação e nos juros. incerteza derruba crescimento e emprego (e daí a demanda por imóveis)
      – possibilidade de hard ou soft landing da China (vai acontecer até o final da década, na minha opinião. A economia deles está toda desequilibrada, com bolhas financeiras. A repressão financeira é alta, e os chineses já estão tentando de qualquer forma tirar o dinheiro de lá)
      – estoque elevado de imóveis.
      – mais importante: o crédito direcionado barato para imóveis tem limite, e está chegando. Quando acabarem os recursos de poupança, FGTS et caterva, o financiamento terá que ser à taxa de mercado, e os preços caem.

      Pesando prós e contras, eu tendo a esperar. Se alguém pensa em comprar um imóvel, mas só acha que as coisas melhoram daqui uns 2 anos, a melhor estratégia é meter grana numas NTN-Bs com prazos de 5 a 10 anos e esperar. À medida que a situação ir melhorando, as NTN-Bs bombam e seus preços sobem antes dos preços dos imóveis. Aí neguinho compra os imóveis perto da mínima (daqui 1 a 2 anos).

      8+
      • avatar
      • MINEIRO SPY 3 de janeiro de 2017 at 09:12

        Só a Globo vê melhora da economia a partir do 2 semestre. Estamos em contagem regressiva para o anúncio que 2017 será mais um ano de recessão.
        Os juros caem, o financiamento fica mais barato, o imóvel sobe…onde está o indivíduo com poder e desejo de compra sendo que desemprego deve continuar subindo até o final do ano, para estagnar em 2018 e só então começar a cair lentamente?
        Lembro que em bsb o ap de 3 quartos em prédios de 3 andares, sem elevador, custavam 490k em jan/2012 e hoje seguem custando 490..máximo 510. Queda de 38%. Infelizmente é a cidade com apartamentos mais porcos que já vi no país…maior concentração de lixos.

        14+
        • avatar
        • avatar
        • avatar
        • avatar
        • avatar
        • odorico 3 de janeiro de 2017 at 09:24

          Verdade. E tem mais. Esse ano acho que o executivo federal entre na onda da eliminação dos cargos comissionados. Brasília vai sentir. Apesar de ser uma cidade que ainda atrai muita gente. Quem não está no fp já está falando em deixar a cidade ir para o interior ou outras capitais. Parece bobagem, mas se pensar que o DF e entorno chegou aos. 3 milhões e agora deve estagnar. Veremos menos escolas, menos crianças menos festinhas menos venda de brinquedos menor necessidade de pedagogos, creches. Maior necessidade de cuidadores de idosos de fisioterapia de educação física. O perfil dá população está mudando muito rápido.

          8+
          • avatar
          • Nelson Schadenfreude 3 de janeiro de 2017 at 09:49

            Tem razão. E dá uma olhada aqui:
            http://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/

            Coloca no DF e olha a taxa de crescimento da população. Ela acelera até 2010 em resposta à farra de contratações do governo Lula. Depois, acaba o dinheiro, os concursos se reduzem e a imigração cai. Antevejo uma derrocada mais rápida do que a previsão do IBGE, já que deve haver alguma emigração.
            NO ENTANTO, o Centro-Oeste do país deve continuar tendo crescimento populacional acima da média do país. É a nossa fronteira agrícola, com terra barata e infraestrutura razoável. E melhores perspectivas que o Nordeste, que deve continuar seu declínio populacional.

            5+
          • Cesar_DF 3 de janeiro de 2017 at 10:36

            O que vejo é uma estagnação dentro do DF, já o entorno ainda continua crescendo.
            Só a área de Cristalina (que fica a 130 km de Brasília) é maior que o próprio DF
            https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Integrada_de_Desenvolvimento_do_Distrito_Federal_e_Entorno

            2+
            • avatar
            • Juros Lover BSB-BH 3 de janeiro de 2017 at 10:52

              O entorno está tendo uma dinâmica de crescimento diferente do DF… Mesmo que ainda seja boa parte dependente de Brasilia outra parte da economia do entorno está se desenvolvendo de forma independente…

              6+
              • avatar
              • avatar
            • Cesar_DF 3 de janeiro de 2017 at 13:00

              Placas indicando imóveis vagos para aluguel se multiplicam pela cidade. Com a recessão, cada vez mais inquilinos entregam as chaves e as unidades ficam vazias. Não há procura e o Distrito Federal acumula quase 16 mil unidades que só juntam poeira com a ausência de moradores. Quem já garantiu sua residência, tenta negociar o valor e evitar o reajuste. O cenário é ruim para os donos das propriedades.

              De acordo com o Boletim Imobiliário do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi-DF), a quantidade de imóveis vagos destinados à locação em agosto era de 15.994, 4.688 unidades a mais que o mês anterior. O aumento da oferta, de mais de 22%, segue uma tendência identificada pelo setor desde fevereiro deste ano. A maior parte dos imóveis disponíveis para aluguel (72,9%) são residenciais. A capital fechou 2015 com 12,1 mil imóveis para alugar, um aumento de 52,6% em comparação ao ano anterior, quando havia 7,9 mil pontos disponíveis.

              http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/demanda-cai-inquilino-sai-e-imovel-vazio-e-marca-do-df/

              2+
      • socrates 3 de janeiro de 2017 at 09:29

        há um tempo atras o Lucas postou acerca do sistema de reserva fracionada, que os bancos utilizam para multiplicar $$$.

        A alavancagem é muito forte e muito dela está baseada no valor dos imóveis..

        Será que até por isto tb os preços não podem nem parecer cair? Para evitar um apocalipse financeiro eles fazem de tudo para evitar uma queda abrupta, deiando a inflação corroer o valor dos imoveis… Faz sentido?

        7+
        • avatar
        • Nelson Schadenfreude 3 de janeiro de 2017 at 09:43

          Não. Os preços não caem porque os proprietários se agarram aos preços passados e à possibilidade de que haja recuperação mais à frente. Há uma “rigidez nominal” para baixo. A inflação acaba dando um jeito nisso. Os bancos (privados) não tem muito a ver com isso. A maioria deles só concedeu o crédito que eram obrigados pelas regras do direcionamento da poupança (60% deve ir para financiamento habitacional). Alguns se arriscaram (Santander), mas não muito. Apenas a Caixa entrou de cabeça na coisa, mas Caixa=Governo, e governo incompetento da incompetenta.

          9+
        • Cesar_DF 3 de janeiro de 2017 at 10:41

          Os empréstimos contraídos pelas incorporadoras receberam como garantia o LANDBANK e as residências não vendidas.
          Se eles anunciarem uma redução geral de 40%, por exemplo, a contrato do empréstimo precisará ser reavaliado.
          No banco isto impactará no índice da basiléia, sendo que a carteira imobiliária é a que permite a maior alavancagem.

          http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,entenda-basileia-1-2-e-3-imp-,1065224

          6+
          • avatar
      • to bolhado 3 de janeiro de 2017 at 13:39

        em termos de probabilidade, acredito mais na continuidade do processo lento e gradual de corrosão do valor pela inflação. Já se vão 4 – 5 anos, vai durar mais 4 – 5. Vejo até por exemplos próximos a mim de que brasileiro é muito ligado ao valor nominal, deixando a inflação fora da conta (custo de oportunidade x cdi então, vixe, nem se fale). Acho bastante provável que no período 2011 – 2020 o “investimento” imóvel tenha andando nominalmente 10-20%, enquanto o CDI vai passar de 100%. A perda financeira é gigantesca mas para muitos vai parecer que nada aconteceu. Não me preocupo se vai abaixar ou não (até acho que não). Hoje pago 0,15% de aluguel e devo me mudar esse ano para um que tá girando na casa de 0,30%. Quando os juros reais da economia baixarem um pouco (2019) e o aluguel estiver mais próximo da 0,5%, acho que faz sentido reavaliar.

        6+
    • pobreemergente 3 de janeiro de 2017 at 10:39

      Reclamei que os preços não caem (ou aparentemente caíram pouco), mas também não compro. Enquanto isso, meus investimentos estão rendendo e o preço da construtora perdendo para a inflação. Não tenho pressa. Aguardo o despair!

      11+
    • BolhistaBR 3 de janeiro de 2017 at 17:03

      O preço não cai mas também não é corrigido pela inflação. Ou seja….. desvalorização!

      Como sei que vc comprou pra morar e sei que isso inclui questões pessoais/psicológicas/financeiras que só dizem respeito a cada um, acredito que vc PODE SIM ter feito um bom negócio.

      Sob o prisma financeiro unicamente talvez não. (Por isso a galera enche teu saco aqui)….
      Mas levando em consideração outras questões, pode ter valido a pena SIM!

      E dificilmente vc verá alguém aqui dizer isso.. Te pegaram pra bode.

      3+
    • BolhistaBR 3 de janeiro de 2017 at 17:06

      Fernando,

      O preço não cai mas também não é corrigido pela inflação. Ou seja….. desvalorização!

      Como sei que vc comprou pra morar e sei que isso inclui questões pessoais/psicológicas/financeiras que só dizem respeito a cada um, acredito que vc PODE SIM ter feito um bom negócio.

      Sob o prisma financeiro unicamente talvez não. (Por isso a galera enche teu saco aqui)….
      Mas levando em consideração outras questões, pode ter valido a pena SIM!

      E dificilmente vc verá alguém aqui dizer isso.. Te pegaram pra bode.

      0
  • geofisico 3 de janeiro de 2017 at 08:19

    Alguem saberia dizer se preciso avisar ao propriotario sobre animais no imovel?
    Digo, se nao tem nada no contrato, ainda assim preciso dizer alguma coisa?

    4+
    • Louro José 3 de janeiro de 2017 at 08:43

      Por respeito e boa convivência, sim.

      5+
      • avatar
  • Bauru Bolhudo 3 de janeiro de 2017 at 08:27
  • Louro José 3 de janeiro de 2017 at 08:42

    Um 2017 de muitos juros a todos os amigos rentistas!
    Vamos aumentar a desigualdade social.

    8+
    • avatar
    • avatar
  • odorico 3 de janeiro de 2017 at 09:15

    Eu confesso que apesar de ter me.dado bem com a crise. Quero que ela acabe logo. A crise destrói lares, famílias e a sociedade. Ela só tem sentido para educar o povo quanto a questão do gasto excessivo, endividamento, poupança para o futuro. Como sou cético em relação a capacidade de.aprender do brasileiro médio, prefiro que ela acabe logo e que alguns aprendam a ser previdentes e se qualifiquem melhor para um futuro incerto. Precisamos de mais educação, mais qualificação, menos Estado, mais poupança interna, mais iniciativa privada.

    22+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • Louro José 3 de janeiro de 2017 at 09:24

      Nem pra educar ela está servindo. Se o governo dá o incentivo errado, as pessoas responderão em direção ao que o governo deseja que elas façam.

      12+
      • avatar
      • avatar
    • Zé Carioca 3 de janeiro de 2017 at 09:46

      A crise não é boa para ninguém, pessoas perdem o emprego, famílias se desfazem pela questão financeira, aumenta a quantidade de suicídios e a insegurança também aumenta bastante. Nós podemos surfar nos altos juros da economia, mas a questão é que todos perdem um pouco, uns mais outros menos. Ninguém quer viver numa sociedade como a que temos atualmente, todos esperamos mais qualidade de vida do que temos no Bananil.

      O brasileiro é inume ao aprendizado, conseguimos sair do fundo do poço após anos de hiperinflação ao custo de muito sacrifício e endividamento (se hoje achamos os juros altos, na época do FHC eram pornográficos). Assim sendo jamais deveríamos aceitar um governo populista que tenha uma política econômica parecida com que a nos levou ao caos, mas cometemos os mesmos erros mais uma vez. Os alemães tiveram um problema parecido ao nosso e jamais aceitaram que o governo repetisse tais erros.

      13+
      • avatar
      • avatar
    • Manoel Joaquim 3 de janeiro de 2017 at 11:30

      Crise são inerentes ao sistema. É cíclico, esperado, previsível. Cabe a cada um se preparar antecipadamente. Porém, a mentalidade por aqui não comtempla essas coisas.

      Eu particularmente adoro as crises. Taxa de juros sobem, bolsa cai e por aí vai.

      8+
      • avatar
    • Zebolheu 3 de janeiro de 2017 at 12:32

      Odorico,

      A crise está instalada, e não depende da sua torcida nem da de ninguém. É resultado de várias bolhas, causadas principalmente porque os desgovernos petistas não pouparam na época das vacas gordas e tentaram agir contra as leis de mercado mais fundamentais, subsidiando setores muito inflacionados.

      Eu também lamento a crise, mas não torço nem a favor nem contra. Tento tirar o maior proveito das coisas que aprendo aqui, combinando com o que eu observo por aí. E quem sabe o brasileiro aprenda a ser um pouco menos perdulário, a depender menos do Estado e a se estudar um pouco antes de agir.

      4+
  • socrates 3 de janeiro de 2017 at 09:20

    ontem, pela PRIMEIRA VEZ desde a “crise”, o governo tocou no assunto que realmente interessa para refundar o país: uma verdadeira reforma tributária.

    Mas ao falar dela, o presidente da Camara deixou bem claro que não passará pois o governo não irá apresntar nenhum projeto macro, considerando que haveria possiveis divergencias entre os estados…

    COnsiderando que a longo prazo TODOS ganhariam, imagino que os defensores do atraso nacional estao muito além de nossas fronteiras… Os bandidos de Brasilia são só aspones de quem realmente quer o Brasil na M****

    7+
    • avatar
    • avatar
  • Louro José 3 de janeiro de 2017 at 09:23

    https://blogdoportinho.wordpress.com/2016/12/30/o-respeito-da-economia-em-2016-por-que-o-desastre-e-2017/

    A respeito da economia em 2016. Por que o desastre? E 2017?

    Posted on 30/12/2016. Filed under: Finanças, Política |

    Acompanho com atenção o noticiário econômico. É meu trabalho. Há excelentes análises sobre o buraco econômico em que se encontra o Brasil, mas são apenas parciais e não formam um “modelo de compreensão” que nos permita mapear o futuro e diagnosticar corretamente o presente.

    Apresentar um modelo para compreendermos razoavelmente o que está acontecendo é o objetivo deste artigo.

    Essa é uma crise como todas as outras?

    Há gente boa dizendo isso. Que sairemos dessa rápido e tudo voltará a ser como antes, pois já vivemos muitas crises.

    Discordo frontalmente. Não é igual e nunca seremos os mesmos novamente. E isso pode ser até bom.

    Até o Plano Real nossas crises eram, essencialmente, de balança de pagamentos, de falta de dólares. Havia outras questões, mas sempre caímos em dois destinos: Pedir dinheiro ao FMI, ou assemelhados, e dar calote. Demos vários calotes. O de Sarney destruiu nossa economia por 10 anos, no mínimo. O de JK foi patético, não era necessário, mas o “auxílio” dos cepalinos e de Celso Furtado foi decisivo para a “aventura soberana de não respeitar contratos”. Como se isso fosse bonito.

    A hiperinflação era um problema?

    Para a economia e para o cidadão desbancarizado sem dúvida, mas não para o mercado financeiro e PRINCIPALMENTE para os entes da federação. Para o setor público a inflação era uma benção. Facilitava o fechamento de contas.

    Quando veio o Plano Real os desequilíbrios, que sempre existiram, mas eram escondidos pela inflação, vieram à tona. Foi necessário o PROER, mesmo assim vários bancos quebraram e/ou foram absorvidos por bancos menos enrolados.

    Com relação aos desequilíbrios nos entes da federação, foram propostos e aprovados vários mecanismos de governança para a União, Estados e Municípios, como a centralização da dívida no governo central, lei de responsabilidade fiscal, proibição de o governo se financiar com bancos públicos ligados diretamente à administração central etc.

    E passamos por outras tantas crises durante a implantação do Plano Real, ao menos até 2002. Ainda prioritariamente por questões de desequilíbrio cambial, mas agora com inflação controlada e boas regras e leis de governança.

    Qual a grande diferença dessa crise para as outras?

    Primeiro, não há o componente cambial. Ótimo!

    Segundo, é a primeira vez que não temos a “solução fiscal”. Em resumo, não existe a possibilidade de “abrir o cofre, subir a dívida e deixar para o próximo governante o pepino”.

    Ao brasileiro que me lê, lamento afirmar que não vivemos num capitalismo normal ou saudável. Num capitalismo normal há apelo à poupança popular (das pessoas) para o investimento. São investidores, fundos de pensão privados, pequenos poupadores entregando dinheiro no interesse de obter renda, dividendos, aluguéis etc.

    Aqui no Brasil praticamente tudo, todas as decisões, passam pela opção de aportes, planos ou subsídios do governo. Mercado de caminhões cresceu por crédito subsidiado do governo. Concessões cresceram porque o BNDES financiou barato, às vezes 100% do investimento. Mercado de petróleo cresceu porque a política permitiu que a Petrobras se endividasse em R$ 500 bilhões para bancar a política de conteúdo nacional (que pode até ser justificável, mas nunca em patamares de 65%).

    Em resumo, toda a pujança dos últimos anos foi sustentada, quase que exclusivamente, com dinheiro público. O setor privado praticamente não correu riscos. Estão quebradas as empresas? Sim, mas não porque correram riscos privados e sim porque correram o risco da dependência de políticas públicas para crescer, se endividaram, ou por conta própria ou por exigência do próprio governo (mesmo quando não queriam ou não precisavam). Acabou o dinheiro público, acabou a receita pujante e sobrou a dívida.

    Quando digo que não há mais a solução fiscal, significa que não há mais como aumentar nossa dívida interna para, de forma falsa, forjar uma nova era de crescimento econômico a base do orçamento público.

    De todas as crises anteriores nós saímos com “estímulo público”. Essa opção não está disponível, pois o estoque da dívida é alto e os juros ainda muito altos, de forma que o custo de manutenção dessa dívida é extremamente pesado. Não dá para brincar e se arriscar perto de uma relação de 90% a 100% de dívida/PIB.

    Em resumo, não dá para chamar o Public-Batman. Sempre chamamos o salvador que abriria as torneiras. Podem tentar chamar, não há mais água. Nem sei se ainda há torneiras.

    E a solução inflacionária?

    Alguns analistas dizem que a solução vai ser imprimir dinheiro. Novamente discordo. Não somos mais o mesmo país da década de 1980.

    Para que um governante começasse a imprimir dinheiro, teríamos que mudar todas as legislações que permitiram o equilíbrio monetário e inflacionário. Se fizessem hoje, sem mudar as leis, cometeriam uma série de crimes evidentes.

    Por que Dilma usou a contabilidade criativa? Porque não podia imprimir dinheiro, tinha que “burlar” o sistema parecendo fazer a coisa dentro da lei e das boas práticas.

    Quando Temer levantou o tapete e foi obrigado a olhar com os óculos da contabilidade normal viu que teríamos (e teremos) uns R$ 500 bilhões de déficits nos 3 anos seguintes POR CAUSA do elefante embaixo do tapete.

    Se até Dilma e Arno Augustin, que nunca tiveram qualquer escrúpulo ou respeito pela LRF, não conseguiram imprimir dinheiro DENTRO da lei e da ética contábil, não será Temer a conseguir.

    Há a possibilidade de destruirmos as leis que seguram a inflação e os governantes? Há. E já começamos, mas não será tão simples.

    Querem exemplos do que o Brasil poderá fazer para voltar à década de 1980? Cito alguns (ainda não ocorreram, mas fiquemos de olho):

    Autorização legal para os bancos e empresas públicas emprestarem para os governos (todos), ou financiarem seus déficits (comprarem debêntures do RJ, por exemplo).
    Permissão para que os Estados se endividem por conta própria, sem aval da União e sem limite, como funcionava antes.
    Abertura de cofres da União para salvar estados e municípios quebrados, sem contrapartida de longo prazo.
    Desconstrução das propostas de reforma previdenciária, em todos os níveis federativos (o RJ terá 50% do total dos servidores aposentados em 8 a 10 anos).
    Controle cambial, caso haja fuga de capitais, por não aprovarmos nenhuma reforma (está longe, mas não se esqueçam da Argentina e da Venezuela, começou devagar por lá).

    Alguns desses itens até são feitos, de forma moderada e com controle central. O BACEN e o Tesouro sabem o que está acontecendo e monitoram.

    Ainda se fizéssemos tudo o que foi dito acima, tenho dúvidas se haveria qualquer alívio para a crise, mesmo que de curto prazo. A única certeza seria a destruição dos avanços anti-inflacionários do Plano Real.

    O RJ até tentou acessar os mercados recentemente, com venda de créditos fiscais através da sua entidade de previdência (uma burla da governança e da ética contábil). Não funcionou, pois os investidores pediram mais de 60% ao ano de taxas de juros.

    Maldade dos investidores? Eu acho que foi é burrice aceitar 60%, eu não emprestaria mesmo que o governo me prometesse 200% de juros. Iria receber com precatórios com desconto de 90% a partir de 2050.

    Mas por que parecemos TÃO mal?

    Realmente essa crise parece não ter fim, mas a nossa percepção está agravada pelo mesmo motivo discutido antes, neste artigo.

    Infelizmente o “sangue nas veias” da economia brasileira tem sido, por longas décadas, quiçá séculos, o dinheiro público.

    E não só os subsídios a empresas, mas também as transferências às pessoas. Há cidades (não me surpreenderia se ultrapassassem 50% do total dos municípios) que vivem quase que exclusivamente das pensões, aposentadorias, bolsas e salários pagos pelos governos (todos).

    Aqui no RJ a renda desabou para taxistas, para comerciantes do SAARA, para restaurantes e para o comércio em geral porque as pessoas com salários médios mais elevados (servidores e aposentados do serviço público) não estão recebendo. O valor dos aluguéis está igual aos de 2012. E ainda assim os imóveis não estão sendo alugados. Os aluguéis comerciais nem existem mais. É melhor deixar o inquilino de graça, pagando os custos. São 35% de vacância.

    E a coisa se alastra por vários municípios da baixada. Os prefeitos não reeleitos abandonaram suas funções no final de 2016. Simplesmente sumiram.

    Um parêntese penal. Falta rigor em nossa lei. Se todos esses prefeitos fujões fossem presos e tivessem seus bens confiscados, não teríamos tanto lixo moral e intelectual se candidatando. A prisão é pouco para um covarde que abandona a cidade e deixa os servidores e a população sem coleta de lixo, sem salários etc.

    O RJ pode ser uma antecipação do quadro que pode acontecer no resto do país. É um laboratório, precisamos resolver rápido (não será indolor) a questão fiscal daqui e promover as mesmas reformas em outros estados.

    A percepção de que estamos MUITO MAL vem daí, da falta de “sangue” nas veias da economia, porque o coração que a bombeava (o orçamento público) está parando.

    Qual a solução para 2017 (e adiante)?

    Infelizmente a tentativa dos nossos políticos será evitar medidas impopulares. É pouco provável, no que depender dos legislativos (todos os níveis), que haja medidas severas para cortar na carne e reduzir privilégios.

    E isso, dado que não há solução fiscal disponível, deve agravar ainda mais a situação.

    Há dinheiro privado para investir, principalmente estrangeiro, mas não há qualquer confiança no país, qualquer confiança de que estancaremos a sangria nas contas públicas e o crescimento vertiginoso da dívida (prevista para atingir 77% do PIB em 2017).

    Sem dúvida as ações impopulares, que devolveriam o equilíbrio fiscal, poderiam despertar o interesse de quem quer garantias para investir no Brasil, mas os parlamentares, principalmente nos estados e municípios não me parecem interessados em tomar qualquer decisão nesse sentido. Um cortezinho de cargos aqui, uma redução de benefícios ali, mas nada de longo prazo.

    Creio que, dessa vez, vamos até o limite, até a ruptura, até o impossível. Impossível que já é realidade no Rio de Janeiro.

    E o impossível pode ser a própria solução, ou seja, confrontados com a inevitável e inexorável falência do nosso modelo de capitalismo de estado (inchadíssimo e de privilégios), precisaremos, sem qualquer outra opção viável, de redução significativa da máquina pública.

    E aqui não se está falando de reduzir investimentos saúde, educação e segurança, é tolo quem acha que nossos impostos são arrecadados para isso, são arrecadados para distribuir e manter privilégios, ao povo vai a parte magra, vai o chã de dentro, o filé mignon fica com os Odebrechts, as vacas de Picciani e o implante de Renan.

    Vale repetir: É tolo quem acha que nossos impostos são arrecadados para que o Estado nos sirva bem. Creio que o nível avassalador de comprometimento dos nossos políticos com propinas que destruíram a nação mostra a quem nosso orçamento serve realmente.

    Quando falo de reduzir o Estado, é simplesmente parar de tentar controlar a economia, parar de criar dificuldades para “vender” facilidades, enfim, sair da frente de quem quer empreender, além de reduzir privilégios, corrigir distorções, criar legislação mais pesada para punir corruptos etc.

    A solução, pelo que parece, será a própria falta dela.

    O que NÃO é solução!

    Sempre há pessoas de esquerda, progressistas, anti-capitalistas etc., me lendo, e certamente devem achar tudo que escrevo uma grande bobagem, julgando que o Brasil sairá do buraco com aumento de investimento público, calote da dívida interna, redução dos juros na marra etc..

    Recomendaria parar de pensar nessas soluções, pois além de não funcionarem, elas decretariam o fim do seu sonho socialista brasileiro (que na prática sempre foi um pesadelo).

    Primeiro porque não há espaço fiscal para aumento do investimento público, ou seja, não torça pelo impossível. É insensatez.

    Segundo porque o calote na dívida interna não pode ser dado “apenas nos ricos e nos bancos”, ele só pode ser dado a todos, e isso nos levaria a um lugar que vocês não conhecem, apesar de sempre terem torcido por isso, o caos financeiro absoluto.

    E o caos financeiro absoluto reduziria tão dramaticamente o poder econômico do governo, que seria a forma mais rápida de exterminar com qualquer sonho socialista que vocês venham a ter. Por um motivo simples, vocês só são socialistas por acreditarem que o governo proverá. Após um calote da dívida interna, o governo não conseguirá prover nem os salários de servidores de qualquer nível. Faltará arrecadação e o mercado de crédito não existirá mais. Será o inverno nuclear das finanças públicas, o ambiente onde nada floresce. Esqueçam, o calote é a hecatombe do seu ideal de esquerda, é o governo sem dinheiro e sem crédito. Se acham que a experiência de calote da Argentina e do Equador são exemplos (ou da Islândia), é provável que não saibam a diferença entre dívida interna e externa.

    Terceiro porque os juros, hoje, até poderiam cair a uma faixa de 11 a 12% ao ano (no início do governo Temer esse era o juro dos prefixados), mas o efeito só seria sentido, em termos fiscais, em uns 3 ou 4 anos. E ainda precisamos resolver os salários de novembro do ano de 2016.

    O melhor que vocês podem fazer é tocar suas vidas, fazer oposição alegórica às medidas de austeridade e torcer para o capitalismo por aqui florescer para você poder usar suas boas intenções a partir de um orçamento farto e crescente, coisa que só a geração de riqueza, típica da liberdade econômica e do livre mercado, pode dar.

    Ps. Preciso comentar sobre Lula. Há um vídeo dele propondo pegar parte das nossas reservas em dólares para estimular a economia. E ele fala de usar esse dinheiro, aqui, pagando em Reais obras de infra-estrutura. É evidente que está, mais uma vez, fazendo lobby para empreiteiras bilionárias, e com o aplauso entusiasmado da plateia petista. Deus sabe onde encontram esses cérebros.

    Mas isso também não é uma solução, aliás, isso não é nada. Primeiro porque o próprio Lula, em 2009, já autorizou o uso da valorização das reservas para capitalizar o tesouro nacional. Nós estamos usando isso há anos para amortizar a dívida e pagar juros. Segundo porque você não consegue fazer os dólares “desaparecerem”, portanto, eles precisarão ser comprados por alguém. Se o governo colocar US$ 100 bi à venda, provavelmente o câmbio vai se apreciar, tornando nossos produtos menos atraentes lá fora, piorando a situação da indústria. Há compradores com excesso de R$ interessados em comprar US$ 100 bi? À vista? E terceiro porque as reservas não são dinheiro de orçamento ou dinheiro para investir, são o que o próprio nome diz: RESERVAS. É algo que você usa de acordo com a necessidade de dólares na economia. É como se fosse um estoque regulador de alguma commodity. Se as reservas não tiverem volume relevante, não vão servir como proteção.

    Pelo jeito, a aposta de Lula e do PT era mesmo uma volta acelerada à década de 1980, com vulnerabilidade cambial e tudo.

    30+
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • avatar
    • Manoel Joaquim 3 de janeiro de 2017 at 09:52

      Como sempre, Portinho escrevendo ótimos textos.

      Aquele da iliquidez dos imóveis vs fundos de imóveis foi sensacional. Talvez a melhor explicação dos preços dos imóveis residenciais não baixarem.

      5+
      • avatar
    • Zé Carioca 3 de janeiro de 2017 at 09:53

      Excelente texto Louro, se tem três “blogs” que sempre procuro ler são o Sachsida, o Kleber Sernick e o Portinho. Os três fazem análises muito bem fundamentadas e sem viés. O Portinho tem uns textos muito bons sobre a bolha imobiliária no RJ.

      6+
      • avatar
      • Louro José 3 de janeiro de 2017 at 09:59

        O kleber acabou, infelizmente

        2+
        • Zé Carioca 3 de janeiro de 2017 at 12:33

          O Kleber tem um grupo no facebook (Closest) onde ele posta algumas análises.

          0
    • Cesar_DF 3 de janeiro de 2017 at 11:13

      Louro José, acho que temos um certo QUE de Grécia.

      A Grécia, que tinha um PIB de 354 BI de dolares em 2008, está em queda faz 8 anos e em 2015 foi de 195 BI.
      A dívida pública está em 177% do PIB e a Taxa de desemprego: 24,4 %
      Somente agora em 2016 que o PIB parou de cair, isso após um empobrecimento da população em 45% (renda per capita)

      No Brasil, 12,1 milhões estão desempregados, mas usando a metodologia da OIT (igual a Grécia) teríamos 22,7 milhões
      No caso específico do Brasil, a população ativa soma aproximadamente 94 milhões de pessoas ou 46,7%, índice muito baixo, uma vez que o restante da população, cerca de 53,3%, fica à mercê do sustento dos economicamente ativos. Em diversos países, o índice é superior, aproximadamente 75% atuam no setor produtivo.
      Se temos 94 milhões de PEA e 22,7 milhões de desempregados, nosso índice de desemprego seria de 24,1% (já somos uma Grécia)

      7+
      • avatar
      • avatar
  • flashfs 3 de janeiro de 2017 at 09:43

    Pessoal, umas dúvidas em relação a perguntas padrão:

    1) Se alguém financia e diz que é melhor do que pagar alugar, pois está substituindo a despesa com algo que será seu, é fácil rebater porque normalmente o aluguel é mais barato que o valor mensal do financiamento, então não é exatamente uma substituição.
    2) Mas e no caso de o aluguel ter o mesmo valor do financiamento? Nessa situação hipotética realmente valeria a pena financiar, já que o gasto mensal seria equivalente?

    3+
    • tfox 3 de janeiro de 2017 at 09:48

      Na atual situação para se ter uma prestação tão baixa seria necessário 1) ter dado uma boa entrada e 2) financiar em longo prazo. Então ele estará perdendo o rendimento da parte que ele deu de entrada ( custo de oportunidade) e terá uma amortização muito baixa.

      8+
      • avatar
      • zica_do_pantano 3 de janeiro de 2017 at 10:15

        SEMPRE esquecem de contabilizar a ENTRADA na conta…

        Geralmente a entrada aplicada em renda fixa já pagaria o aluguel…

        9+
        • zica_do_pantano 3 de janeiro de 2017 at 10:17

          teve um CVR aqui no blog semana passada. +/- assim:
          Aluguel 700 reais..
          Prestação 800…

          casal X achou vantagem, comprou…

          mas deu 100k de entrada….

          16+
          • avatar
          • avatar
          • avatar
          • Money_Addicted 3 de janeiro de 2017 at 10:37

            e foi um otimo negocio, para nos 🙂

            PMJ

            14+
            • avatar
            • avatar
            • avatar
            • avatar
      • EngenheiroSP 3 de janeiro de 2017 at 10:18

        3) O aluguel vc pagaria de um imóvel no Itaim ou Vila Nova Conceição e a prestação equivalente no Capão Redondo ou Parelheiros

        13+
        • avatar
        • avatar
        • avatar
        • avatar
        • avatar
        • avatar
    • PFernando 3 de janeiro de 2017 at 09:55

      Sim, só que isso não existe mais. É ilusão por dois ou três anos.

      4+
    • Louro José 3 de janeiro de 2017 at 09:56

      Você rebate este argumento ao lembrar o mutuário de que a prestação do financiamento contém uma grande parcela de juros, que é o aluguel do dinheiro.

      Ele está pagando o que é dele, juntamente com o aluguel do dinheiro que ele não tinha e que o banco forneceu. Ficará pagando o que é dele e mais um aluguel durante décadas.

      12+
      • avatar
    • Zé Carioca 3 de janeiro de 2017 at 10:02

      Numa situação hipotética que o valor da parcela de um imóvel é igual ou menor que o valor do aluguel é vantagem comprar. Mais tem vários outros fatores envolvidos, como pro exemplo a valorização do imóvel. Se você acredita que os preços dos imóveis vão cair, é vantagem alugar mesmo pagando o mesmo de parcela de financiamento. Se os preços tendem a subir é vantagem comprar o imóvel. Por exemplo, quem comprou em 2007 financiado “se deu bem” em relação a quem alugou, pois o imóvel valorizou mais que a Selic, já quem comprou em 2013 foi motumbado, porque o imóvel desvalorizou muito em relação ao que você recebe de retorno de seus investimentos. Não é uma conta simples de se fazer e ainda tem o aspecto emocional que conta muito, pois é fato que é mais agradável morar em imóvel próprio, especialmente quem gosta de decorar.

      9+
      • avatar
      • Money_Addicted 3 de janeiro de 2017 at 10:38

        exato, quem gosta de decorar eh otimo, finacia e decora minha conta com muitos juros 🙂

        9+
        • avatar
        • avatar
        • Zé Carioca 3 de janeiro de 2017 at 10:47

          Eu tinha dinheiro para comprar em 2007 e não comprei porque queria algo melhor. Os juros que recebi nesse período não cobrem a valorização que o imóvel teve. Podia ter comprado, decorado e pagado os seus juros e acho que ainda ia ter saído no lucro, mas infelizmente não comprei. Por favor não seja unidimensional e não apele para bordões, é tudo questão de momento, o momento hoje não é propício para comprar, mas não significa que nunca foi vantagem comprar.

          21+
          • avatar
          • avatar
          • tfox 3 de janeiro de 2017 at 11:15

            concordo, imoveis como qualquer outro negócio tem que saber quando entrar e quando sair.

            6+
            • avatar
          • Cesar_DF 3 de janeiro de 2017 at 11:16

            Errado Zé Carioca
            Dependendo da relação valor COMPRA X ALUGUEL, nem a vista valeria a pena comprar.
            Use a calculadora do zap imoveis
            http://widget.zapimoveis.com.br/

            Faça o seguinte:
            Valor do imóvel 500K
            Valor de entrada 500K
            Taxa de juros de investimentos alternativos 14%
            Taxa de juros do financiamento 11%
            Tempo de financiamento 1 anos
            Quanto tempo pretende morar neste imóvel? 15 anos
            Resultado
            Alugar é mais vantajoso se o valor de locação for inferior a R$3.741,56
            O que equivale ao Fator 133X

            6+
            • avatar
            • Pure 3 de janeiro de 2017 at 12:32

              Errado Cesar_DF
              Refaça essas contas considerando os valores e taxas de 2007, considerando o crescimento observado no período subsequente.

              3+
          • Cesar_DF 3 de janeiro de 2017 at 11:45

            Zé Carioca
            Existem mais funcionário públicos na cidade do Hell de Janeiro do que em Brasília.
            A maior parte dos funcionários públicos estaduais moram na capital
            O estado do RJ está com um déficit mensal de 2 BI, mas com a elevação do barril de petróleo, talvez caia para 1.8 BI
            A Grécia já passou por isso, será inevitável a redução de salários e aposentadorias e a demissão de funcionários.
            O problema principal está com os aposentados e pensionistas, como não dá para demitir, só será possível reduzir o valor pago.
            Muitos aposentados, terão que tomar medidas de redução de despesas, como morar junto com amigos, ir para a casa dos filhos ou se mudar da cidade, nos 3 casos, acaba ocorrendo a vacância de um imóvel.
            Mutos aposentados adquiriam imóveis como “investimento” e na hora que cair o valor da aposentadoria, irão coloca-los à venda.
            Se na cidade já existiam mais de 10% de imóveis desocupados em 2010, com o grande volume de construções até 2014 e a queda na atividade comercial, talvez hoje esteja próximo aos 20% de desocupados.
            Acho que o governo federal intervirá para o Hell de Janeiro não virar uma Detroit, mas não tem como evitar ela se tornar uma Atenas.

            14+
            • avatar
            • avatar
            • avatar
            • Nelson Schadenfreude 3 de janeiro de 2017 at 13:31

              Estados decadentes: Rio, RS, todo o Nordeste.
              Estados pujantes: ES, SC, Centro-Oeste
              Estados mais-ou-menos: SP, PR, MG

              Rio de Janeiro é caso perdido. Muito dependente da União e do petróleo. A capital tem uma geografia terrível. Zona Sul tombada e tombando de decrépita, centro deteriorado, Tijuca é um caldeirão rodeado de favelas mortais, a avenida Brasil uma porcaria. Passou para o outro lado do túnel, é o inferno de Dante, caldeirão em Bangu. Só se salva a Barra e o Recreio. 20% da população é favelada.
              Mas o pior do Rio é a mentalidade ixperrta do carioca. Menos confiável ainda do que a média dos brasileiros. Sem pontualidade alguma, sempre querendo levar vantagem, e dando mais valor a networking do que ao trabalho duro. Além do que, faz um calor insuportável.
              Dentro do Brasil, aposto na fronteira agrícola.

              9+
              • avatar
              • avatar
  • PFernando 3 de janeiro de 2017 at 09:46

    Cara, com certeza está melhor em termos financeiros que Eng Civil. Tem muito engenheiro se formando e na minha opinião sem perspectiva de emprego nos próximos anos (pra ganhar bem pior ainda). Agora o cara entrou em Civil porque achava que ia bombar e que ir pra outra que não tem nada a ver por dinheiro é um pouco complicado. Pra ganhar bem em qualquer área é necessário muito estudo e dedicação, se não gosta do negócio vai encher o saco rapidinho. Não existe almoço grátis.

    5+
    • PFernando 3 de janeiro de 2017 at 09:52

      Deu Reply no lugar errado. Pode apagar.

      2+
      • avatar
  • CA 3 de janeiro de 2017 at 10:46

    Sobre o tópico:

    Nesta outra reportagem, fala-se que o aumento de imóveis retomados pela CEF foi de 50% de 2014 para 2015 e não de 2014 para 2016 como dá a entender a reportagem do tópico que é de 1/jan/2017. Segue link com esta informação.

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/08/1797405-renegociacao-faz-calote-no-financiamento-imobiliario-recuar.shtml

    Os imóveis colocados em leilão pela CEF aumentaram 50% isto de 2014 a 2015 ou de 2015 a 2016 (em qualquer destas situações, um crescimento anormal), mas cabe lembrar que a CEF só tem retomado cerca de 0,3% do total de imóveis financiados contra uma inadimplência que é mais de 5 vezes este percentual, em outras palavras, a CEF está retomando menos de 1/5 do que deveria. Outro aspecto é que a CEF está aumentando ao máximo as “renegociações”, subsidiando juros menores, carências, extensões de prazos ou outras práticas que visem uma redução imediata nos números de sua inadimplência do crédito imobiliário, ou seja, apesar do crescimento dos imóveis retomados estar ocorrendo em um ritmo anormal, ele reflete apenas uma ínfima parcela do problema.

    Sem contar que pouquíssimas pessoas se interessam por adquirir imóveis em leilão onde os imóveis estão ocupados, com dívidas e serão “destruídos” pelos atuais moradores e fora isto, os que sobram, mesmo assim não conseguem vender nem em segunda praça, em sua grande maioria. Esta combinação de fatores fará com que a CEF fique com um volume cada vez maior de imóveis retomados sem conseguir vender, por isto que mantém um percentual de imóveis retomados muito baixo em relação ao que deveriam e tentam “renegociar” ao máximo, subsidiando a inadimplência, enquanto “podem” (*)…

    (*) Na realidade, já faz tempo que a CEF e o Governo de forma geral não “podem” renegociar estas dívidas com condições “de pai para filho”, da forma que estão fazendo. Se mantém esta “estratégia” é apenas mais uma medida de desespero e pouca efetividade para esconder o tamanho real do rombo que criaram com o crédito imobiliário irresponsável. Algo análogo ao que faziam quando pedalavam com o MCMV de 2010 a 2014 utilizando verba do FGTS para cobrir o dinheiro que não estava disponível da parcela do governo e depois que foram desmascarados pelo TCU, foram obrigados a instituir uma Instrução Normativa interna para coibir esta típica pedalada. Algo análogo ao que ainda fazem quando antecipam o reconhecimento de receitas vindas do FGTS, fugindo das boas práticas contábeis, para maquiar os resultados. Algo análogo à infinidade de gambiarras que governos e bancos públicos fazem para maquiar o real tamanho do problema. Sempre lembrando que pedaladas, maquiagens e gambiarras não duram para sempre e ainda, quanto mais praticam estas “técnicas” de ilusionismo, mais os problemas reais vão crescendo e quando não conseguirem mais esconder…

    5+
    • avatar
    • CA 3 de janeiro de 2017 at 10:51

      Ops: “Os imóveis colocados em leilão aumentaram 50% isto de 2014 a 2015 ou de 2014 a 2016…”. Este é o texto correto, substituindo o que consta acima sobre crescimento de 2015 a 2016…

      2+
      • Cesar_DF 3 de janeiro de 2017 at 11:26

        Foram 8.541 em 2014 e 13.137 em 2015, um aumento de 53,8% em 1 ano.

        6+
        • avatar
        • avatar
        • avatar
        • avatar
    • Nelson Schadenfreude 3 de janeiro de 2017 at 13:19

      Dada a situação atual, o melhor que a Caixa pode fazer mesmo é “renegociar”. Melhor do que arcar com os custos de recuperação e revenda do imóvel. Quando a situação melhorar um pouco, parte dessa galera vai retomar os pagamentos e ficar com o imóvel. Evita-se a perda com a depreciação de imóveis vazios, condomínios e prejuízos com a venda na xepa nos leilões. Como imóvel é um bem com baixa liquidez, enquanto não é vendido, o proprietário também possui uma opção real implícita, que é poder apostar que o preço vai melhorar no futuro (essa opção tem valor, e explica parte da reticência dos proprietários de assumir o prejuízo e vender nas condições atuais).

      4+
      • avatar
  • Buck 3 de janeiro de 2017 at 12:54

    calango_df

    hereticos,

    preciso de ajuda. um primo desiludido com facul de engenharia civil me perguntou o q acho do curso de medicina (percebi q ele se referia ao lado $). nao soube responder, apesar de existir uma certa aurea q a profissao paga bem e nao existe desemprego. alguém poderia me trazer inf atualizadas do mercado? abs

    9+

    Cara, amigo que cursou mestrado em química, terminou agora.

    Começou o curso em uma instituição particular em Itaperuna RJ – mensalidade R$ 8.700 – mais do que a área, é preciso pesquisar, não sei se você já ouviu falar, mais a taxa de suicídios entre médicos é tipo 5x mais do que a população em geral, tinha até uma matéria lá no Folha falando disso mês passado.

    Já sobre o curso, é integral…LASCADO, estudo de manhã a tarde e a noite se quiser ser bom, estude mais!

    Se seu primo é tipo estudante, tem essa grana pra investir sei lá 4 à 6 anos, acho que é uma boa…qualquer plantão que médico pega pra fazer, já é tipo entre 1k e 3k dependendo da localidade…

    2+
  • Margarida 3 de janeiro de 2017 at 13:59

    Esse argumento talvez não funcione, porque se você perguntar quanto, da parcela, o sujeito paga de juros, e quanto amortiza, aposto que 95% das vezes o cara não sabe.

    3+
    • Margarida 3 de janeiro de 2017 at 14:00

      Era ‘reply’ pro Louro:

      “Louro José 3 de janeiro de 2017 at 09:56
      Você rebate este argumento ao lembrar o mutuário de que a prestação do financiamento contém uma grande parcela de juros, que é o aluguel do dinheiro.

      Ele está pagando o que é dele, juntamente com o aluguel do dinheiro que ele não tinha e que o banco forneceu. Ficará pagando o que é dele e mais um aluguel durante décadas.”

      1+
  • Cesar_DF 3 de janeiro de 2017 at 14:30

    TÓPICO NOVO

    2+
    • avatar