Governo desautoriza Caixa a usar recursos do FGTS para financiar ‘Minha Casa’ – UOL

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Comments
  • Annoying Brick in The Wall 26 de setembro de 2016 at 21:11

    Oba!!!!!!!!!!!!!!!!! Agora a Caixa não vai ter autorização para gastar o dinheiro que não existe hahaha

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  • zedabolha 26 de setembro de 2016 at 21:33

    Agora é que o desemprego vai disparar. Quem viu o Programa de Domingo da Record ontem tambem viu o mercado de celulares roubados e a quantidade de homens com 4 a 5 celulares na mão oferecendo aparelhos a venda em São Paulo. Preparem as bolsas de sangue. Que vai jorrar forte!

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  • claudio 26 de setembro de 2016 at 22:21

    Se nao existe mais grana na caixa. o governo vai tirar a grana de onde? coloquem a barba de molho…., ja que meu fgts ta indo para o vinagre, acho que outras partes, vão acompanhar, kkkkkk, ou comprem, comprem, comprem, mas com que $$$ ????

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  • CA 26 de setembro de 2016 at 22:30

    Vamos lá, o Fernando, aquele que já se despediu do pessoal daqui por 3 vezes voltou a comentar e só para variar, mais uma coleção de sofismas para enganar a galera. Vejamos ponto a ponto:

    Trecho do comentário de Fernando: “Na teoria são argumentos muito convincentes.”

    Fernando falou sobre “teoria” em resposta a um comentário que fiz no tópico anterior com um grande número de evidências, números, fatos e dados que COMPROVAM, NA PRÁTICA que simplesmente não há dinheiro para empresas, pessoas físicas ou jurídicas que possa reverter a explosão da bolha imobiliária e a queda de preços dos imóveis. Não havia nada de “teórico” na minha argumentação.

    Comentário de Fernando: “Na pratica, tudo isso se aplica/aplicou a argentina, mas nada aconteceu com os imóveis de lá, ao contrário da moeda…
    E como vc explicaria a dolarização dos imóveis no país vizinho, que está em crise a mais de 20 anos…”

    Aqui ele faz de conta, descaradamente, que as situações entre Brasil e Argentina quanto ao mercado imobiliário e economia são as mesmas, vejamos:

    1) O Brasil teve o maior aumento no preço dos imóveis de 2005 a 2015 em todo o mundo, o recorde mundial de todos os tempos. A Argentina NUNCA teve sequer uma fração deste aumento de preços ;

    2) Os lançamentos de imóveis no Brasil se multiplicaram, junto com os especuladores e as vendas falsas na planta, isto também nunca aconteceu na Argentina nestes moldes e nesta intensidade ;

    3) O estoque de imóveis em proporção as vendas está absolutamente anormal, principalmente o estoque que está em poder das construtoras que estão mais endividadas, o que está fazendo com que elas façam grandes reduções nos preços, é uma mistura de lei de oferta e procura com super-endividamento que leva a esta necessidade de reduções relevantes nos preços, é só ver a promoção da PDG em set/16 que foi colocada várias vezes por aqui ou os preços praticados pela Viver, Tecnisa e outras, repito, as evidências já foram colocadas por aqui várias vezes, é esó consultar em tópicos anteriores. Mais uma vez, nunca houve qualquer situação similar a esta na Argentina ;

    4) Na Argentina o processo de degradação da economia foi mais longo, mas não teve base nem relação com uma bolha imobiliária. Eles não tiveram preços de imóveis comerciais onde a lucratividade TRIPLICOU em 4 anos, não tiveram geração de empregos que DOBROU sua participação em relação ao total do país em 2 anos, não teve um complemento via diminuição radical dos lançamentos em função dos super-estoques gerados pela bolha imobiliária mais Lava-Jato e copa do mundo, que levou a uma derrocada sem precedentes nos empregos deste segmento, não gerou uma desproporção entre preços dos imóveis e renda onde os preços dos imóveis subiram mais de 300% acima da renda, onde ficaram completamente desproporcionais em relação ao aluguel ou a qualquer outra variável, nem tiveram uma infinidade de fatos decorrentes de uma bolha imobiliária que tivemos no Brasil ;

    5) Na Argentina, quando sua economia despencou estrondosamente, a conversão em dólar não foi um salvador dos preços ou das indústrias, fossem elas quais fossem, ao contrário, estas indústrias se viram destruídas e vão demorar muito para se recuperar, incluindo a indústria de construção Civil e também de auto-motores. Não existiu nenhum milagre de manutenção de preços inviáveis e completamente fora da realidade, porque estes já não existiam na Argentina antes desta grande quebra, AO CONTRÁRIO da realidade brasileira.

    Trecho do Comentário de Fernando: “E no Brasil nos anos 80/90?”

    Leia itens de 1 a 4 da resposta anterior e desconsidera as referências a Argentina, compare estes itens com o que aconteceu nas décadas de 80 / 90 no Brasil.

    “É sério que vc num, hecatombe como esse, preferiria investir em títulos?”

    Não disse isto, daí entra a sua prática em distorcer o que os outros falam.

    É simplesmente estúpido acreditar que em uma situação em que as pessoas da classe média poderão estar buscando restos de comida no lixo, que foi o que aconteceu na Argentina, que VOCÊ usou como exemplo, estas mesmas pessoas teriam condições de comprar ou alugar imóveis que estão com preços fora da realidade. As pessoas vão lutar para sobreviver, tem que ser muito estúpido para achar que vai haver um volume absurdo de pessoas com MUITO dinheiro disponível para compensar o volume absurdo de imóveis a preços fora da realidade e ainda em um momento em que os juros para qualquer coisa estarão proibitivos.

    “Como explicar a falta de imóveis para alugar nos anos 80/90, mesmo com o país sem renda e em crise? Não tinha quem fizesse contrato de aluguel por mais de um ano… vai morar onde? Debaixo da ponte?”

    Os fatos e dados atuais explicam e muito bem isto: nos últimos anos, ao mesmo tempo que o volume de OFERTAS cresce sem parar, a contratação líquida de aluguéis está negativa e caindo cada vez mais. Devido a crise, a queda na renda das famílias, os preços ainda abusivos dos aluguéis, etc, as pessoas estão fazendo aquilo que elas tem condições de fazer: adiando o sonho de morarem sozinhos, voltando a morar com parentes, etc. Em uma crise, o dinheiro não cai do céu, as pessoas tem que se virar como dá. Nos EUA, durante a explosão da bolha, muitos foram morar nas ruas ou nos seus carros, isso não é nenhuma novidade em explosões de bolhas imobiliárias…

    Aqui no Brasil temos reportagens toda semana falando sobre a QUEDA nos preços dos alugueis de imóveis que está ocorrendo em função do que consta acima. Nada mais natural, é assim que funciona no mundo REAL.

    Sobre a comparação com decadas de 80/90:

    Leia itens de 1 a 4 da resposta anterior e desconsidere as referências a Argentina, compare estes itens com o que aconteceu na décadas de 80 / 90 no Brasil.

    Aproveite para verificar que as pessoas não estavam sem renda, apenas havia hiper-inflação e gatilhos salariais que retroalimentavam a inflação, isto na década de 80 e até antes do plano REAL que foi em 94, sequer você poderia usar as duas décadas inteiras como referência.

    Trecho do Comentário de Fernando: “Vai explicar o preço dos imóveis com a lei da oferta e da procura simplesmente? Será que os precos em SP vão chegar a 3-4 mil o m2, como alguns pregam? Na cidade onde tem mais oportunidades de trabalho do Brasil?”

    Pra começar, se você olhar as ofertas da PDG, já encontrará vários empreendimentos em São Paulo abaixo de R$ 5 K o M2. Até quando vai FINGIR que não viu isso ainda?

    Não é só a lei de oferta e procura, são todos os FATORES OBJETIVOS que indicam isto, como por exemplo a escassez e o encarecimento do crédito imobiliário, as dívidas crescentes das construtoras, a redução de disponibilidade do FGTS, o aumento constante do desemprego, a inflação persistentemente alta, a queda na renda real, a queda no PIB, a queda no preço do aluguel, etc, etc, etc. Veja estes últimos slides de link com trabalho que VÁRIAS vezes indiquei para você ler e que explicam isso:

    http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-16-tend%C3%AAncia-2015-2016-parte-1.png

    http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-17-tend%C3%AAncia-2015-2016-parte-2.png

    http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-18-tend%C3%AAncia-2015-2016-parte-3.png

    Vai continuar FINGINDO que não viu também?

    “Será que vai ter tantos imoveis retomados assim, já que hj o percentual é de apenas 0,3%, para a faixa SFH?

    Será que realmente não é o momento de começar a procurar, quem quer comprar para morar, como prega o resimob?”

    Eu to na dúvida. Mesmo.”

    Onde você considerou no seu cálculo os mais de R$ 30 BILHÕES em distratos que entraram nos estoques nos últimos anos?

    Onde estão, na sua conta, os milhares de imóveis PARADOS com investidores que eles não conseguem nem vender, nem alugar?

    Onde estão os BILHÕES de REAIS que a CEF vendeu de créditos podres para diminuir a inadimplência de seus relatórios de forma ARTIFICIAL, só para enganar os TROUXAS?

    Cadê o percentual de crescimento de leilões, que se multiplicou nos últimos anos?

    Os relatórios das construtoras apontam super-estoques, como o da PDG que mostra estoque equivalente a nove anos de vendas, o da Viver que aponta estoque equivalente a 6 anos de vendas, o do SECOVI SP que mostra estoque equivalente a anos de vendas, dentre outras referências e você jura que a esta altura do campeonato ainda tenta enganar as pessoas FAZENDO DE CONTA que os super estoques já não existem HÁ ANOS???

    O resimob é corretor, provavelmente a mesma profissão que a sua, ele está DESESPERADO para vender, assim como você. É por isto que como você, ele não apresenta NENHUM racional para explicar porque os preços não cairiam mais, quando na realidade, temos MUITOS indicadores que eles continuarão caindo, conforme apresentei acima, de novo, ele só quer enganar o maior número possível de incautos, assim como você…

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    • CA 26 de setembro de 2016 at 22:38

      E tanta mentira e desinformação que até esqueci: contratos do SFH com mais do que 3 mensalidades atrasadas, somam mais de 4%, segue o link:

      http://www.bcb.gov.br/FIS/SFH/PORT/est2013/03/SFHINADIM.asp

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      • Boruto 27 de setembro de 2016 at 08:23

        CA,
        O que o fernandinho não entende é que se não há há dinheiro para o bananense comprar imóveis (que seria contraproducente destruir para reduzir oferta ao contrário dos carros que basta parar de fabricar e mesmo assim as montadoras já estão pedindo dinheiro para o governo, que não sei de onde ele vai tirar para dar para elas) só existem duas opções ou baixa o preço para vender ou continua com o imóvel (pagando todos os encargos tais como IPTU e etc, o que também é contraproducente afinal aqui o imóvel se tornou uma despesa e não uma receita) esperando um 666 (que está cada vez mais raro dado que os bancos aumentaram as exigências para financiar os bolhudinhos) aparecer para comprar.

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    • CA 26 de setembro de 2016 at 22:52

      Ah sim, sobre o preço dos imóveis na Argentina durante a crise:

      http://blogdoutorinvestidor.blogspot.com.br/2015/05/o-preco-dos-imoveis-e-inflacao.html?m=1

      Trecho do link acima:

      “No auge da crise argentina em 2001, ele comprou um apartamento luxuoso em um dos bairros mais elegantes de Buenos Aires. E preço de antes da crise? US$650.000 dólares. O preço pago no auge da crise? Menos de US$90.000. Ele era o único comprador. Claro, ele teve que pagar em dinheiro e não empréstimos hipotecários. Na verdade, ele teve que pagar em dinheiro vivo, pois era exigido pelo vendedor para fechar a transação.”

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      • CA 27 de setembro de 2016 at 06:22

        O resumo da ópera é que quando temos uma crise muito aguda na economia, mais do que nunca vale a expressão “cash is king”. É daí que surgem as grandes oportunidades para quem tem dinheiro. Se for uma forte crise cambial, as oportunidades são para quem tem muitos dólares à mão.

        Por que?

        Na crise aguda, há uma combinação de falta de crédito com aumento de inflação, onde a grande parte dos recursos das pessoas é direcionado para sobrevivência. Os bens mais caros e mais supérfluos, principalmente aqueles que dependem MUITO de financiamentos, como imóveis, por exemplo, veem o preço despencar, simplesmente porque de um lado a NECESSIDADE de vender e fazer dinheiro para SOBREVIVER aumenta muito e do outro não existe nem dinheiro nem financiamento para comprar.

        Neste caso, vamos entender o seguinte: “morar é preciso, comprar um imóvel, não é preciso”. As quedas constantes nos preços dos aluguéis e o fato deles ficarem cada vez mais inferiores ao normal em sua proporção aos preços de vendas, até em função da queda nas contratações líquidas de aluguel nos últimos anos, já demonstram isto de forma bastante clara.

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        • ravoc 27 de setembro de 2016 at 08:43

          CA mentiroso, na crise, sem dinheiro, o que as pessoas mais querem é comprar imóveis! Por preços lá nas alturas, não importa, o cara não tem dinheiro pra pagar contas ou comprar pão, mas ele vai comprar um AP de 60m² por 900k sim amiguinho! kkkkkkkkkkkkk

          28+
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          • CA 27 de setembro de 2016 at 09:14

            kkkkkk (by ravoc)

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            • Lucas 27 de setembro de 2016 at 14:28

              atesto o que o CA disse sobre a argentina, além do que eu já disse ontem

              foi algo muito triste lá, aqueles velinhso classe média aposentadoria congelada, com terno inglês corte fino revirando lixo pra não morrer de fome
              vi com meus próprios olhos

              e se na argentina não teve bolha pra inflação de preços de imóveis,
              estourou mesmo sem bolha, um imóvel lá foi jogado a preços ridículos e ainda assim ninguém comprava por causa da insegurança jurídica
              Foi o CAOS completo

              ou é muita ingnorança ou muita má fé falar da argentina como bom exemplo

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            • Cesar_DF 27 de setembro de 2016 at 15:14

              Custo/benefício
              Lucratividade
              Rentabilidade
              ROI
              Custo de oportunidade
              Custo total de propriedade
              Para 666 tudo acima são hieróglifos indecifráveis

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  • Dr. Estranho 26 de setembro de 2016 at 22:53

    Resumindo: de Fernando a Fernando o país vai afundando.

    25+
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  • Dr. Estranho 26 de setembro de 2016 at 22:57

    CA, será que eu consigo um apto no condomínio do Fernando por 380k com entrada parcelada sem juros? Eles aceitariam ticket refeição ?

    11+
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    • ravoc 27 de setembro de 2016 at 07:35

      Eu diria que vale hoje 900k
      Mas corre, compre logo, pois ano que vem custará 1.5kk
      E se enrolar muito, em 2018, custará módicos 3.2kk

      9+
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  • cesarkebrado 27 de setembro de 2016 at 00:58

    Se não tiver comprador até ouro passa a valer merda nenhuma. Eu lembro quando uma linha telefonica aqui em SP valia $2.000,00 (dois mil obama) epoca da telesp. Eu comprava e vendia telefone. meses antes da privatização daquela bosta de telesp (cabide de vagabundo que não queria trabalhar) eu lembro MUITO BEM que eu comentei com varias pessoas que eu tinha lido que em outros Países linha telefonica era de graça, era só pedir e pronto, e que o governo pretendia que com a privatização isso acontecesse. Simplesmente pensar que telefone poderia ser de graça ERA IMPENSAVEL PARA AS PESSOAS naqueles dias, bom, não preciso nem dizer o que aconteceu né, e as milhares de pessoas que investiam ou tinham linhas passaram de $2.000,00 para $0.000,00, MAS, as minhas eu vendi na vespera e as do meu pai também. Então a lição é a seguinte, as pessoas não enchergam que economia vive em ondas e TUDO depende de oferta e procura. Fé, vontade, necessidade, desejo, crença, ou ser impensavel para as pessoas, NÃO transforma a realidade. Pra que acha que preço do imovel não vai cair, sinto muito, mas você perdeu campeão, eu aposto, por baixo, em preço de 2010, e isso só porque tem 30% de inflação de lá pra ca, se descontar a inflação o valor vai a 2008.

    31+
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    • ravoc 27 de setembro de 2016 at 07:47

      Ninguém quer ver um bem que “valorizou” tanto “perder valor”…
      Pessoas pagaram 50k numa casa em 2007 querendo vender a mesma por 500k em 2015/6 dizendo que “valorizou” sim e se vender por 400k, por ex, vai “perder dinheiro”
      PMJ! kkkkkkkkkkkkkkkk

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      • Boruto 27 de setembro de 2016 at 08:32

        Uai , um morador de um bairro periférico sem saneamento pode DIZER QUE a casa sem reboco dele VALE 1 milho grande e colocar à venda e falar que não aceita menos que isso (não há nada que proíba isso). Se ele vai encontrar quem compre por esse preço aí é outra história.

        13+
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  • wing 27 de setembro de 2016 at 08:42

    Pra ficar bom, precisa acabar de vez com o financiamento pró cotista. Ai o q era 400 k e já tá por 300 k, e vai pra 200k. E 200k muito bem pago pq só vale 150 k.

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  • Bolherengo 27 de setembro de 2016 at 08:55

    ‘https://br.financas.yahoo.com/noticias/startups-podem-render-green-card-empreendedores-nos-eua-155900543–finance.html

    Startups podem render green-card para empreendedores nos EUA.

    Notícia interessante, para quem pensa em viver nos EUA.

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  • Alemon Fritz 27 de setembro de 2016 at 09:12

    kkk, na verdade estoque pra mais de 3,2 anos

    Estoque de imóveis residenciais usados à venda começa a recuar em Curitiba, aponta Secovi-PR
    “Com as ‘mudanças nos rumos’ do país, todos os setores da economia parecem estar vivendo um cenário de otimismo, que agora já pode ser observado e, no caso do mercado imobiliário, demonstrado por meio de números”, (vislumbrado)
    dados
    foram vendidos em média 300 imóveis ao mes, as contas de agosto da materia estão erradas, corvo diz que foram 647 unidades mas foram 515 em agosto!!

    estoque de 19000 unidades: 500 ao mes= 3,17anos de usados!! na melhor estimativa, kkkk sem contar os novos
    http://paranashop.com.br/2016/09/estoque-de-imoveis-residenciais-usados-a-venda-comeca-a-recuar-em-curitiba-aponta-secovi-pr.html

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    • gmlinux 27 de setembro de 2016 at 17:35

      Números são dados, em um contexto, informação, interpretados, conhecimento.
      O problema é que o pessoal pega os números, coloca em um contexto que convêm a eles, ai a interpretação faz sentido e leva ao conhecimento razo.
      A informação de que existe otimismo em alguns setores veio de onde? É como o CA diz, esta turma do setor imobiliário gosta de desinfirmar…

      3+
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  • Joao RJ 27 de setembro de 2016 at 09:23

    Pessoal, questionei a Easynvest sobre meus investimentos, se eles poderiam enviar extrato CETIP. Eles responderam que LCI, LCA, CDB ficam de fora do extrato CETIP. Gente, se der algum problema com a Easynvest, como posso reclamar? Existe algum outro lugar onde ficam registradas as infos referentes a LCI, LCA, CDB?
    Sds,
    Segue resposta da easy:
    Olá,
    Todas as aplicações em Renda Fixa Privada realizadas na Easynvest são registradas na Cetip no CPF do investidor.
    O extrato Cetip de suas aplicações será sempre disponibilizado no Portal Easynvest a partir do 3º dia útil do mês seguinte à aplicação.
    Através do site da “Cetip – Meus investimentos”, poderá consultar seus investimentos registrados na Cetip.
    Esclarecemos que não é possível consultar extrato de LCI, LCA, CDB através da CETIP.

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    • JJJ_brasilia 27 de setembro de 2016 at 09:34

      João,

      Entra em contato com a CETIP.

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  • rogerio 27 de setembro de 2016 at 09:47

    “PLOC”

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  • lampiao carioca 27 de setembro de 2016 at 09:53

    A pergunta que faço é: terão como preços de imóveis no Hell de Janeiro se manterem nesses patamares?? Já vejo uma redução tímida de alguns proprietários, outros desesperados ja começam a aceitar propostas mais razoáveis…

    Enquanto isso, Banânia segue em queda livre!

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/09/bc-segue-vendo-estouro-da-meta-de-inflacao-em-2016-e-tombo-do-pib.html

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  • Cajuzinha 27 de setembro de 2016 at 10:05

    CA, veja isso:

    AMORINHA PIRA

    ÍNDICE CIMENTO: ““Observamos que os produtos que mais sofreram redução foram aqueles que são essenciais, como o cimento. E isso é um sinal de que há mais oferta do que demanda”,”

    “OPORTUNIDADE Na Obradec Materiais, o saco de 50kg de cimento Cauê está custando R$ 17,50. “São preços que foram cobrados de clientes que pagaram por obras feitas há cinco anos. Ou seja, voltamos aos valores de venda”, ”

    http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/09/27/internas_economia,808106/queda-de-precos-em-depositos-de-materiais-de-construcao-de-bh.shtml

    Crise força queda de preços em depósitos de materiais de construção de BH
    Aperto financeiro adia reforma da casa, provocando redução de até 36% nas tabelas praticadas pelo comércio. Indústria amargou tombo de 5,9% da receita em agosto

    A telha de amianto que custava R$ 22,88 pode ser encontrada a R$ 14,61, ou seja, está 36,15% mais barata. O preço médio do saco de 50 quilos de cimento Holcim passou de R$ 22,90 para R$ 16,90, recuo de 26,20% (veja arte). Para comerciantes ouvidos pelo Estado de Minas, a diminuição dos preços é reflexo da pouca demanda pelos produtos e de um mercado ainda estagnado.

    “A construção civil viveu um momento espetacular nos anos de 2011, 2012 e 2013 e, com a crise na economia brasileira, enfrenta agora um cenário de retração”, comenta o diretor-executivo do site Mercado Mineiro, Feliciano Abreu. Ele destaca que, com as grandes obras paralisadas e a população economizando o que pode, houve uma queda nos preços de itens fundamentais da construção civil por causa da baixa demanda.

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    • CA 27 de setembro de 2016 at 11:39

      Cajuzinha,

      Excelente artigo e destaque. Comento mais para baixo

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  • Cajuzinha 27 de setembro de 2016 at 10:10

    “a queda das vendas de imóveis estão afetando os serviços dos cartórios de notas em Belo Horizonte. Segundo a presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seção Minas Gerais e tabeliã do 9º Ofício de Notas de Belo Horizonte, Walquíria Mara Graciano Machado Rabelo, os cartórios sofreram uma queda de até 25% nos serviços prestados, ou seja, um quarto do volume total, nos últimos 12 meses.”

    http://www.otempo.com.br/capa/economia/cart%C3%B3rios-perdem-pelo-menos-um-quarto-dos-servi%C3%A7os-1.1377532

    “O cartório é um termômetro da economia. Quando ela se retrai, o movimento dos cartórios cai”, diz o advogado especializado em direito notarial e registral Bernardo Freitas Graciano.

    O serviço mais comprometido, segundo Walquíria, é a elaboração de escrituras, que representa 60% do faturamento dos cartórios. “As pessoas estão deixando as escrituras nos cartórios, tenho vários processos parados. Elas priorizam outras despesas, deixam para fazer a escritura quando a situação do país melhorar”, diz.

    O custo da escritura varia de acordo com o valor do imóvel, e é tabelado. O documento de um imóvel de R$ 210 mil, por exemplo, custa cerca de R$ 1.935.

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  • Jacob 27 de setembro de 2016 at 10:16

    ja viram essa?

    “http://www.infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/5585353/milionaria-aos-blogueira-lista-motivos-pelos-quais-nem-cogita-comprar”

    11+
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  • Everybody hates bolha 27 de setembro de 2016 at 10:55

    CVR

    Conversando com um parente brick lover recentemente, ele me contou sobre um conhecido nosso que comprou na planta, e agora está revoltado com a construtora que está anunciando os mesmos imóveis com 30% a 40% de desconto, dependendo da forma de pagamento.

    O pior de tudo como todos falam no BIB há tempos é a desinformação das pessoas, então pegam essa:

    (Ele) – O fulano vai processar a construtora e provavelmente vai ganhar uma boa grana porque na época que ele comprou prometeram que o AP ia valorizar 30% ao ano.
    (EU) – Mas ele vai processar com base no quê? O contrato previa essa valorização, e alguma indenização a ele caso não ocorresse?
    (ELE) – Não, mas o juiz com certeza vai dar causa ganha, não tem como, ele foi enganado, se fosse eu faria o mesmo. O juiz vai dar causa ganha.
    (EU) – Então quer dizer que contrato não tem mais validade no Brasil, vamos rasgar todos e ir a justiça decidir quem ganha? Ele leu o contrato dele? Ele sabia que tava caro demais e mesmo assim comprou. Porque ele quer reclamar algo que não está em contrato, e que ele não tem garantia nenhuma?
    (ELE) – Cara você é chato, da pra ganhar sim na justiça e ponto final. Parece até que está com inveja.
    (EU) – Sorri, acenei, e falei: – Me avisa se der certo pra ele, estarei torcendo. rsrsrs

    Preferi nem usar argumentos bolhistas dessas vez, porque já me esgotei com todos os familiares e amigos, agora só assisto. Na minha família é assim, sou chato, pessimista, sem perspectiva. Tentar ser realista é difícil no Brasil.

    O Brasil não é fácil não.

    Um abraço.

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  • CarlosL 27 de setembro de 2016 at 11:23

    O BC esta ao vivo passando os últimos números de pib/inflação/etc…..
    Aposto que a SELIC não vai começar a baixar em outubro; Pq? A inflação está com a % “travada” e qualquer mexida em juros poderá por em risco isso…. E pq isso ? Porque devido ao descalabro na Petrobras, a gasosa subiu absurdamente na conta do povo contrariando a tendência mundial para tentar uma recuperação gradual do caixa e pela falta de infra em transportes alternativos tipo o ferroviário, isso acarreta em uma subida em todos produtos transportados por caminhões ou seja, praticamente tudo….
    Ou seja, enquanto a gasosa não for para uns 3,00 e poko ou menos , esquece……

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    • Cajuzinha 27 de setembro de 2016 at 11:29

      “Entretanto, com a estimativa de IPCA em 7,3%, o BC está prevendo que não vai conseguir cumprí-la. Se isso acontecer, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, terá que escrever uma carta aberta ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicando as razões para o estouro da meta.”

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    • bolha real 27 de setembro de 2016 at 12:54

      O mercado já precificou a queda da SELIC com o relatório de inflação, a gasolina não interferem em nada pois não irá subir e nem precisa cair pra segurar a inflação, segundo as projeções deles.

      7+
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  • Deep Blue 27 de setembro de 2016 at 11:52

    Bom dia amigos, falando em SELIC, estou 100% posicionado em Tesouro Selic (LFT) no Tesouro Direto. Seria essa a hora de converter minha posição para algo como NTNF’s, estas prefixadas, travando com a taxa atual, tendo em vista a tendência futura de queda na taxa SELIC?

    4+
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    • Cadeludo 27 de setembro de 2016 at 12:21

      não vejo essa tendência de queda com querem que vejamos
      se o governo disser que o dolar vai cair, compre dolar
      se disserem que juros irão cair, compre dinheiro

      8+
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    • Yoda 27 de setembro de 2016 at 16:55

      Deep Blue,

      Girar patrimônio só serve para quem gosta de pagar imposto e corretagem.

      3+
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    • Yoda 27 de setembro de 2016 at 16:56

      100% posicionado em qualquer investimento é péssimo, mesmo LFT.

      Diversifique. Mas para isso não é preciso sair vendendo. Basta parar de comprar LFT e comprar outros títulos e valores mobiliários: IPCA+, LCA, LCI, Ações etc

      4+
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  • CA 27 de setembro de 2016 at 12:06

    Segue um artigo muito interessante colocado pela Cajuzinha mais acima:

    http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/09/27/internas_economia,808106/queda-de-precos-em-depositos-de-materiais-de-construcao-de-bh.shtml

    O que é um dos muitos SOFISMAS utilizados pelo segmento imobiliário ao longo dos anos? “O preço de venda dos imóveis subiram como consequência do custo. Os preços dos imóveis não podem cair mais, porque ficariam abaixo do custo.”

    Na realidade, o que aconteceu no caso da subida dos preços de custo, foi uma explosão de lançamentos e vendas de imóveis (vendas FALSAS na planta mais participação exagerada de investidores e incentivos desproporcionais de Governo Federal via CEF), combinado com uma explosão de vendas de obras SUPER FATURADAS pela Petrobrás (vide Lava Jato) e mais a copa do Mundo vendida para a FIFA em 2007 para acontecer em 2014 no Brasil, que levou a uma super-concorrência por recursos humanos e materiais, fazendo com que o custo subisse , depois, foram formados os super-estoques, típicos de toda bolha imobiliária e com extras de bolha de corrupção (distratos + lava jato + término da copa do mundo), com isto os lançamentos e as obras despencaram e a demanda por recursos humanos e insumos caíram muito, forçando a redução dos preços de custo, ou seja, como sempre, exatamente o CONTRÁRIO do que é colocado pelo segmento imobiliário.

    Outros 3 pontos importantes:

    1) Se subir custo fizesse com que preço de venda subisse automaticamente, seria só contratar uma pessoa para abrir um buraco no quintal de casa e outra para tapar, incorporando o custo no preço. Sabemos que no Mundo REAL não é assim ;

    2) Se houver a necessidade de uma empresa vender imóveis com preço mais baixo para pagar as parcelas de suas dívidas ou de uma família vender mais barato para SOBREVIVER, ou de um banco vender mais barato para recuperar liquidez, que é o seu CORAÇÃO, todos vão se recusar a reduzir mais o preço porque ele teria alcançado um limite “teórico” que é o custo, ou eles vão reduzir o quanto for NECESSÁRIO? ;

    3) Em todas as explosões de bolhas imobiliárias do Mundo o vale dos preços foi alcançado com o preço de venda chegando a ficar muito próximo do custo ou até abaixo do mesmo em algumas situações. No Brasil, no período de 2005 a 2015 o índice de preço de venda (IVG-R do BACEN) subiu mais de 240% acima do índice do custo de construção (INCC), enquanto que no auge da bolha imobiliária americana o índice de preços subiu “apenas” 69% acima do índice de custo. Em outras palavras, não só é possível que o preço de venda fique abaixo do índice de custo e já ocorreu em outras explosões ao redor do Mundo, como já existia MUITO espaço para que o preço no Brasil se reduzisse sem que ficasse abaixo do índice de custo.

    Para corroborar tudo que consta acima, temos a notícia colocada pela Cajuzinha, onde replico alguns trechos que ela destacou mais acima:

    “OPORTUNIDADE Na Obradec Materiais, o saco de 50kg de cimento Cauê está custando R$ 17,50. “São preços que foram cobrados de clientes que pagaram por obras feitas há cinco anos. Ou seja, voltamos aos valores de venda”, ”

    “Crise força queda de preços em depósitos de materiais de construção de BH
    Aperto financeiro adia reforma da casa, provocando redução de até 36% nas tabelas praticadas pelo comércio. Indústria amargou tombo de 5,9% da receita em agosto”

    “A telha de amianto que custava R$ 22,88 pode ser encontrada a R$ 14,61, ou seja, está 36,15% mais barata. O preço médio do saco de 50 quilos de cimento Holcim passou de R$ 22,90 para R$ 16,90, recuo de 26,20% (veja arte). Para comerciantes ouvidos pelo Estado de Minas, a diminuição dos preços é reflexo da pouca demanda pelos produtos e de um mercado ainda estagnado.”

    Lembrando que no caso de recursos humanos, temos tido quedas constantes na renda real, em especial para o segmento da construção civil que tem batido recordes de desemprego (ver link anterior a este respeito). Temos ainda como agravantes o encerramento da copa do mundo e das obras SUPER FATURADAS da Petrobrás, que colaboram tanto para o desemprego como para a queda na renda real neste segmento. Um exemplo típico já mencionado aqui, é este que já tem mais de 1 ano (de lá pra cá piorou muito):

    http://odia.ig.com.br/noticia/economia/2015-03-12/50-mil-trabalhadores-perderam-emprego-no-rio-com-o-escandalo-da-petrobras.html

    Trecho do link acima:

    “É justamente a redução no poder aquisitivo a herança mais temida pelos soldadores Renato Silva Pereira, 48 anos, e Nicolas Gonçalves Pereira, 21. Pai e filho perderam o emprego com a suspensão das obras da Lusa e sabem que no mercado fora da Petrobras será impossível ver salários na casa dos R$ 10 mil e R$ 12 mil. No máximo, chegará a R$ 4 mil.”

    Aqui tivemos apenas MAIS UMA demonstração dos SOFISMAS utilizados pelo segmento imobiliário e que os brick lovers engolem sem nenhum espirito crítico. O volume de evidências que desmascara estes sofismas não para de crescer, mas eles não desistirão de tentar enganar as pessoas com seus raciocínios simplistas, é a única “arma” que restou, mas como sempre digo, a efetividade desta “arma” é quase nula, porque via de regra os idiotas que acreditam não tem dinheiro nem renda para caírem nestes golpes primários, os poucos que sobram, que tem dinheiro e renda para comprar e ainda caem nestes golpes, às vezes por sua paixão IRRACIONAL por imóveis, são tão poucos que não fazem nenhuma diferença, por isto que a distorção entre oferta e procura e a necessidade de novas reduções de preços não param de crescer…

    10+
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    • gmlinux 27 de setembro de 2016 at 17:56

      Devemos lembrar que o preço de custo inclui o do crédito, de manutenção das unidades paradas, etc.
      Ao se desfazer de unidades abaixo do preço de “custo”, pode-se reduzir alavancagem ou partir para outros investimentos vizando recuperação.
      Ainda, as empresas vão precisar desovar unidades para manter o caixa operacional (que em função do encolhimento das operações, esta menor), pois os bancos não estão dispostos a bancar isto…
      Tenham paciência.

      1+
  • job 27 de setembro de 2016 at 12:16

    É sempre assim Everybody, o bananense médio se acha muito esperto, quer tirar vantagem em tudo.
    Não sabe nada da situação econômica/política do país, não entende nada de mercado imobiliário, não sabe matemática básica, mas mesmo assim pensa que ainda vai tirar lucro com seus imóveis e terras na situação em que nos encontramos.
    O pior de tudo é que ainda se ofende qdo alguém argumenta e fala o contrário. Lembrei de um causo (CVR) que ocorreu um tempo atrás, uma conhecida que nunca sequer comprou um carro na vida, aliás sequer conseguiria juntar grana algum dia para tal, mas estava dando pitaco sobre como é vantajoso investir em imóveis. Isso no final do ano passado. Contou de uma amiga que comprou dois aps, um pra morar e outro pra investir, e que foi um ótimo negócio. Estava tentando convencer o marido a comprar um ap pra investir aqui na cidadezinha onde eu moro. É uma nova categoria de 666, BrickLover com o dinheiro alheio. Pior que essa pessoa ficou puta comigo qdo comentei que não era uma boa hora pra comprar. Ficou ofendida comigo.
    É assim mesmo, a grande maioria do pessoal que fala de forma genérica em investir em imóveis, é ignorante mesmo, não entende nada de nada e só quer dar pitaco e cantar vantagem nas rodas de amigos. Seu principal argumento é “ah, mas meu marido comprou sua casa por 100k e vendeu por 300k”, “mas o fulano de tal comprou por tanto e vendeu por tanto” etc… eles ignoram todo o contexto onde essa valorização ocorreu. Simplesmente se agarram aos valores. Também ignoram o fator tempo nessa equação.
    Mas também existem os BrickLovers mais inteligentes, com argumentos mais embasados na matemática, mas a argumentação é sempre a mesma. “mas valoriza sim ao menos a inflação, todos os produtos valorizam pelo menos a inflação no passar de um ano”. “ah mas comprar pra alugar é sempre vantajoso, vc tira uma pequena porcentagem no aluguel mas tem a valorização do imóvel com o passar dos anos”.
    Ou seja, BrickLover não sabe analisar um mercado, seja ele de qquer espécie que for. Se subiu muito o valor um dia, vai achar q vai subir pra sempre. Pelo menos a inflação.

    16+
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    • Money_Addicted 27 de setembro de 2016 at 14:32

      agt tem q parar de falar dos brick lovers com desprezo, sao eles que nos proporcianam essa vida mansa de viver de juros 🙂

      13+
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    • Everybody hates bolha 27 de setembro de 2016 at 14:49

      Verdade Job.

      É uma classe nova de Brick Lovers mesmo, e quando corretor então nem se fala.

      Parece que aqui todos ficam perdendo tempo explicando/alertando sobre as armadilhas desse mercado. As análises (Por exemplo as do CA) já mandei até pra advogados Brick Lovers que estavam querendo comprar no passado, para alertá-los sobre a queda dos preços futuramente, mas foram desprezadas.

      O negócio é fazer nossa parte, e esperar o que o Brasil nos reserva.

      9+
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  • fanfarraum 27 de setembro de 2016 at 12:21

    http://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/2016/09/veja-como-queda-na-media-de-publico-afeta-contas-da-arena-corinthians.html

    Corinthians e a Bolha dos Estádios?

    O valor estimado da casa alvinegra é de R$ 1,2 bilhão – e só cerca de R$ 80 milhões foram pagos até o momento. A previsão de pagar tudo em 12 anos dificilmente será atingida.

    12+
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    • Leonardo M. 27 de setembro de 2016 at 13:36

      Cara não esquece que corinthiano é fanático.
      Falar mal da casa deles é como profanar a tumba de Maomé pros muçulmanos.

      11+
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    • macca 27 de setembro de 2016 at 15:59

      Mais engraçado são os comentários da matéria:

      Eu acho engraçado esses comedias falarem que o Corinthians não tem estadio, vamos explicar pros comedias, quer dizer que seu carro financiado em 80 meses(isso mesmo duvido alguém aqui ter pago a vista o carrinho que tem..) não é seu por estar financiado??ou então a casa de vocês que também é financiada(isso mesmo,financiada..), não é sua também??
      435

      Gabriel Pulzatto
      HÁ 4 HORAS
      E não tem mesmo, comédia kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      90

      Cleiton Daré
      HÁ 3 HORAS
      Ô Luiz Pereira… financie um carro em algum banco e experimente deixar de pagar as prestações pra ver o que acontece…. Inocente!!! kkkkkk
      120

      Fernando Andrade
      HÁ 3 HORAS
      kkkkkkkk
      50

      Gleisson Teodoro
      HÁ 3 HORAS
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      80

      Leonarth
      HÁ 3 HORAS
      Não cara, não é seu. É do banco. tenta não pagar 3 parcelas e veja de quem é o carro ou a casa.

      9+
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  • Alemon Fritz 27 de setembro de 2016 at 13:24

    Jornal hoje falando da crise Imobiliária
    insegurança, querem juros baixos kkk
    redução pra 30% dos lancamentos
    é o setor que mais dispensou em agosto… sindicatos cheios
    são sintomas da crise (corvos mentirosos).

    além da suposta “crise” a galera se tocou que está insustentável (comprar imóvel virou coisa de maluco”)

    8+
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  • Alemon Fritz 27 de setembro de 2016 at 14:12

    2012 Espanha: sintomas no mercado
    1-
    Todas las agencias consultadas cuentan que hay dos tipos de vendedores: los que mantienen los precios de hace años y los que se han adaptado a la situación actual.

    “Sólo vende el que es consciente de cómo está el mercado. Hay gente que mantiene los precios antiguos y no vende. Los que tienen necesidad urgente de vender, bajan los precios y estos pisos, junto con los que sacan los bancos, son los primeros que se venden”,

    2- Naõ fornecem preços:
    El resto de inmobiliarias de la ciudad consultadas no se atreven a dar el precio por metro cuadrado, ya que es algo “muy relativo”. “Depende de la zona. Hay una gran diferencia entre los pisos que están en primera línea de playa y los que están en una calle transversal o en la Avenida. Incluso varía el precio de un piso a otro en una misma zona”

    http://www.diariodecadiz.es/article/cadiz/1359272/mejor/momento/para/comprar.html
    kkkkk

    5+
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  • Lucas 27 de setembro de 2016 at 14:34

    cesarkebrado

    Se não tiver comprador até ouro passa a valer merda nenhuma. Eu lembro quando uma linha telefonica aqui em SP valia $2.000,00 (dois mil obama) epoca da telesp. Eu comprava e vendia telefone. meses antes da privatização daquela bosta de telesp (cabide de vagabundo que não queria trabalhar) eu lembro MUITO BEM que eu comentei com varias pessoas que eu tinha lido que em outros Países linha telefonica era de graça, era só pedir e pronto, e que o governo pretendia que com a privatização isso acontecesse. Simplesmente pensar que telefone poderia ser de graça ERA IMPENSAVEL PARA AS PESSOAS naqueles dias, bom, não preciso nem dizer o que aconteceu né, e as milhares de pessoas que investiam ou tinham linhas passaram de $2.000,00 para $0.000,00, MAS, as minhas eu vendi na vespera e as do meu pai também. Então a lição é a seguinte, as pessoas não enchergam que economia vive em ondas e TUDO depende de oferta e procura. Fé, vontade, necessidade, desejo, crença, ou ser impensavel para as pessoas, NÃO transforma a realidade. Pra que acha que preço do imovel não vai cair, sinto muito, mas você perdeu campeão, eu aposto, por baixo, em preço de 2010, e isso só porque tem 30% de inflação de lá pra ca, se descontar a inflação o valor vai a 2008.

    17+

    Tinha imobiliária e corvo só pra telefone
    as pessoas declaram no imposto, eu era pobre não tinha
    lembro do aluguel em reais naquela época era 300 reais ou 350 com linha de telefone
    a linha valia 1/6 do imóvel
    eu çangrava pra pagar esse alguel dividido com outra pessoa
    dependendo do bairro a linha custava um monza seminovo que custava um 3 quartos frente p o mar em Ubatuba
    eu vi tudo isso…
    hoje esse mesmo apê de ubatuba já vi anunciando por quase 1 milhão mesmo com 20 anos de uso, anunciado, mas vender mesmo… te digo que 400 pila hoje pode soltar rojão

    11+
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    • odorico 27 de setembro de 2016 at 14:45

      Eu também, lembro de meu pai alugar um tel. De um del rey comprar 2 casas populares…. Tinha que declarar carro e tel no imposto de renda. Naquela época se você falasse que um dia tudo ia mudar. Riam de você. É o que vivemos agora e acho que as mudanças estão mais rápidas ainda. Eu tinha um tio deu uma louca ele vendeu as linhas que tinha, embolsou uma grana, ficou um tempo alugando e depois viu a galera que não vendeu ver linha de telefone virar pó….Não à toa é um dos tios com melhor patrimônio hoje. Talvez agora um pouco enferrujado, mas ainda assim vê as coisas antes da maioria…..

      13+
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      • Lucas 27 de setembro de 2016 at 15:05

        nego deu tiro na boca quando viu que perdeu tudo

        por coincidencia meses atrás estava numa fazendinha em Mogi das cruizes comprando uns organicos quando encontrei um cara assim

        Ele simplesmente enlouqueceu
        foi pro mato plantar tomate, virou matuto, chapeu de palha e tudo
        o cara era milhonario

        com a sardinhada que investiu em imóvel, em OGX, em petrobrás o caminho é o mesmo
        ganhar é duro leva décadas
        perder é num minutinho

        23+
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      • CA 27 de setembro de 2016 at 15:05

        cesarkebrado, Lucas e odorico,

        Eu vivi esta época dos telefones. Vendi um e comprei meu primeiro carro, um Passat LS ano 1977 (complementei com mais uns trocados que eu tinha juntado)!

        Hoje as pessoas tem dificuldade em acreditar que uma aberração assim era possível.

        Naquela época, o carro usado valorizava todo mês e ainda, tinha muita gente que buscava carro usado no Norte / Nordeste com caminhão cegonha e revendia em São Paulo, porque aqui era mais caro e a diferença de preço e “valorização” do usado faziam valer a pena. Lembram disso? Outra grande aberração.

        Hoje temos quitinete que “custa” mais de R$ 1 milhão que está a venda na Avenida Faria Lima em São Paulo. Temos apartamentos, classe “média média”, em outros bairros, com 100 M2, onde pedem mais de R$ 1 milhão e o pessoal acha normal, apesar de ninguém que seja classe “média média” ter dinheiro ou renda para financiar um imóvel como este…

        Imóvel de R$ 500 mil virou um “muquifo”, pequeno, com dois dormitórios e uma vaga de garagem, usado às vezes com 20 anos de uso, de novo, só a minoria das famílias com dinheiro ou renda para comprar e de repente virou “o piso” do preço dos imóveis, é só ver nos sites de anúncios de imóveis.

        O que consta acima é surreal, mais ainda se olharmos para a realidade de outras cidades, como o Rio de Janeiro.

        De fato, em breve estaremos ridicularizando as situações acima, como ridicularizamos a “valorização” das linhas telefônicas, a “valorização” dos carros usados e assim por diante. Se lembrarmos que uma referência histórica foram as tulipas séculos atrás, vemos o quanto o ser humano continua se AUTO-ILUDINDO ao longo do tempo…

        20+
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        • Lucas 27 de setembro de 2016 at 15:20

          o grande salto será dado quando o gargalo urban/logístico for eliminado
          há que se dar tempo para os projetos irem maturando
          sem o PT na jogada acredito que podemos entrar numa fase de expansão de infraestrutura

          igual aconteceu com os telefones

          6+
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          • joselito 27 de setembro de 2016 at 16:37

            Licença de TAXI valiam na casa dos cinquenta mil.
            Uber veio ai…..

            9+
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            • CarlosL 27 de setembro de 2016 at 17:05

              Me desculpa, mas nessa eu fico lado dos taxistas…. E eu uso Uber quase direto

              O Radardd Maldadd criou a tal licença de taxi black, falou que iria sair uns 60k cada uma dando a entender claramente que iriam barram definitivamente a circulação do Uber ai muitos aderiram a ideia e……………

              2+
              • Yoda 27 de setembro de 2016 at 17:27

                Fica ao lado dos taxistas por que?

                Você é a favor do mercado fechado. é isso?

                3+
              • joselito 27 de setembro de 2016 at 17:33

                CarlosL, você deu um exemplo pontual.
                Eu falei de algo conceitual.
                O monopólio de licença de placas de taxi esteve com o Estado até pouco tempo, que junto de verdadeiras quadrilhas, decidiam quem teria e quem não teria o “direito” de ter uma plaquinha dessas para explorar.
                Ai veio o Uber, e quebrou o monopólio.

                Hoje, alguém é capaz de dizer que taxi é indispensável em uma cidade (considerando a possibilidade de serviços tipo uber)

                4+
          • bolha real 27 de setembro de 2016 at 17:09

            Nem fala do PT!!Já já vai aparecer o cara que apertou 13 ou 50 nas últimas eleições falando as asneiras de “esquerdista do PSDB-PCC”.

            17+
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    • John Horse 27 de setembro de 2016 at 16:48

      Caiçara Ubatubano de FDS detected.

      3+
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      • Lucas 27 de setembro de 2016 at 21:42

        rs
        cresci ali
        trabalhei até de pedreiro quando era quase criança

        0
  • Lucas 27 de setembro de 2016 at 15:05

    sobre o tópico
    é simples
    COBERTOR É CURTO

    8+
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  • reznor 27 de setembro de 2016 at 15:22

    Saiu agora a pouco no Valor: http://www.valor.com.br/internacional/4726949/precos-das-casas-nos-eua-em-20-cidades-sobem-5-em-julho-diz-pesquisa
    “Preço das casas nos EUA em 20 cidades sobem 5% em julho, diz pesquisa”

    Os preços dos imóveis residenciais nos Estados Unidos não deram sinais consistentes de perda de fôlego em julho, em um cenário marcado por forte demanda e redução de estoques, que tem resultado em aproximação de novas máximas históricas para os valores das unidades negociadas.
    O índice nacional de preços S&P/CaseShiller subiu 5,1% em 12 meses até julho, levemente acima do avanço de 5% na base anual observado em junho. O índice de 10 cidades subiu 4,2% até julho, comparado a 4,3% em 12 meses até junho, enquanto o de 20 cidades subiu 5%, ante 5,1% em junho. A expectativa era de aumento de 5,2% para esse último índice.
    Assim, os preços do imóveis residenciais estão se aproximando do pico de 2006, anterior à crise das hipotecas de alto risco, o que tem resultado em certa desaceleração no volume de transações.
    “Este ritmo, provavelmente, não é sustentável no longo prazo”, diz David Blitzer, diretor da S&P Dow Jones

    -x-x-x-
    Curiosamente estava lendo a pouco artigo no Zero Hedge sobre o índice de bolha imobiliária da UBS. Vancouver tomou a dianteira.
    Mais um PLOC vindo por aí… Acho que o Big Short não conscientizou os americanos suficientemente.

    8+
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    • CarlosL 27 de setembro de 2016 at 17:09

      Repare que lá sobe 5% e alguém já diz que isso não vai se sustentar
      Aqui subiu apenas 300% e todos ficaram felizes e empolgados com o número

      8+
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  • lampiao carioca 27 de setembro de 2016 at 15:55
    • MINEIRO SPY 27 de setembro de 2016 at 16:22

      Um é 4 e outro 3 quartos?

      2+
      • Cajuzinha 27 de setembro de 2016 at 16:35

        Veja as fotos dos banheiros e o papel de parede de um dos quartos. É o mesmo ap.

        9+
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  • RC 27 de setembro de 2016 at 16:35

    “Governo federal divulga lista com 89 imóveis para venda no DF. Confira”

    “Entre as ofertas estão apartamentos em quadras tradicionais das asas Sul e Norte, além de casas em Sobradinho”

    “O Planejamento informou a expectativa de arrecadar ao todo R$ 1,5 bilhão com a venda de imóveis. Porém, até agosto foram arrecadados apenas R$ 26 milhões, com a venda de 16 unidades. Segundo a pasta, o valor obtido até agora é baixo devido ao fato de o processo estar no início e as etapas para concretizar as operações serem demoradas.”

    http://www.metropoles.com/distrito-federal/governo-federal-divulga-lista-com-89-imoveis-para-venda-no-df-confira

    6+
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  • CarlosL 27 de setembro de 2016 at 17:18

    CVR

    Ultimamente tem chego ao meu email varios spams de aptos na pr-anta por valores em torno de 199k, 220k, 250k de diversas destrutoras inclusive da Cynderella …..
    Agora a relevancia do CVR:
    Nesses valores, em NENHUM deles tem alguma menção ao MCMV

    4+
  • Lucas 27 de setembro de 2016 at 19:08

    joselito

    Licença de TAXI valiam na casa dos cinquenta mil.
    Uber veio ai…..

    8+

    Licença de taxi chegava a valer 1 milhao, até 1,5 milhão de reais, dizem que até 2 milhão aqui em SP nas zonas +nobres
    o aluguel duma licença, leia-se escravidão, custava por volta de 150 reais a diária
    calcula: 30 dias 4.500 de aluguel por um bem de 1 milhão dá 0,45%am de rentabilidade,
    repara só valores próximos de um imóvel

    vc pode trocar uma licença por um imóvel

    O que seria o certo?
    quer licença de taxi, vai no guichê entrega os documentos paga a taxa e pronto, em 3 dias sai pra trabalhar.
    acabava com o mercado negro

    Como é?
    as licenças novas são distribuídas entre a turma
    o mercado negro move bilhões

    Daí veio o Uber e outros apps
    claro que vai dar treta.

    11+
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  • gmlinux 27 de setembro de 2016 at 19:11

    Caros, um texto antigo (2015) mas didático, e “gratuito” (cuidado, não existe almoço grátis, no final vão ver isto), explicando a evolução da bolha de crédito e consequentemente a imobiliária:
    https://www.clubedospoupadores.com/imoveis/crise-imobiliaria-no-brasil.html
    gosto da enumeração inicial com ítens que influenciam o mercado imobiliário.

    3+
  • Festa_no_Ap 27 de setembro de 2016 at 19:51

    Cajuzinha

    Veja as fotos dos banheiros e o papel de parede de um dos quartos. É o mesmo ap.

    4+

    metragens e numero de quartos diferentes, não é o mesmo ap

    2+
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    • Flyn 27 de setembro de 2016 at 21:01

      Verifiquei, parece ser o mesmo apto. Decoração no banheiro, rack na sala idêntico, móveis da cozinha tudo igual., muita coincidência. O dono baixou mesmo o preço.

      5+
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  • Cajuzinha 28 de setembro de 2016 at 08:10

    “O setor imobiliário do DF está em declínio. Os números legitimam a afirmação. A expectativa é de que o ano termine com somente 14 lançamentos de edifícios, resultado inferior ao de 2015, quando a crise no ramo parecia não ter como se agravar. No ano passado, foram 17 novos empreendimentos no total. O cenário reflete o desequilíbrio ao longo dos anos. Em 2010, por exemplo, o setor chegou a registrar quase 60 lançamentos, lembra o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF).

    Até dezembro, a previsão é de que três ou quatro empreendimentos ainda sejam entregues, informa o vice-presidente de indústria imobiliária do Sinduscon, João Accioly. Neste semestre, só dois saíram do papel e, até o meio do ano, não passaram de oito. “Vamos fechar dentro da margem esperada para 2016, que era baixa mesmo. Não há como negar, o ramo está em crise”, confirma Accioly.”
    http://www.jornaldebrasilia.com.br/economia/crise-economica-e-burocracia-atingem-o-setor-imobiliario-do-df/

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