Crédito para financiar casa própria cai 52,9% no acumulado até maio – G1

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Comments
  • Labar 28 de junho de 2016 at 22:28

    Pois tinham me dito (e ainda me dizem muito) que com o Temer a coisa ia ser diferente, o mercado reagiria… Cadê? Acho que nem em 2018

    18+
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    • eduardo82br 28 de junho de 2016 at 22:36

      Tá todo mundo endividado, vão financiar como? Se tivessem dinheiro, o governo tá sem grana p/ alimentar a bolha. Tem bastante espaço p/ os bolhudos sangrarem…

      23+
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    • Rampion 29 de junho de 2016 at 09:46

      Temer? Alguém aqui acha que as manifestações foram contra corrupção? Apenas trocou-se a raposa.

      34+
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      • wade 30 de junho de 2016 at 13:52

        MAV! COMUNISTA! CORVO!

        Nah, tô brincando.

        8+
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        • Rampion 30 de junho de 2016 at 15:21

          666!TROUXINHA!CORNO!

          Não estou brincando, babaca!

          6+
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          • wade 30 de junho de 2016 at 20:14

            Olha, eu realmente prefiro acreditar que você estava brincando. Eu estava ironizando uma certa paranóia que existe com qualquer opinião contrária neste blog. Enfim.

            10+
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            • Vai pela Sombra 30 de junho de 2016 at 22:31

              É MAV. Mortadela revoltado.

              5+
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    • Mr.Brightside 29 de junho de 2016 at 12:57

      E reagiu queda de 52,9% é com Temer com Dilma a queda seria de 70% para mais.

      -Imoveis a preços surreais.
      – Valorização dos preços fora da realidade nos últimos anos acima da inflação.
      – 59 milhões de envididados.
      – As Taxas de bancos cada vez mais altas.
      – Pratica de distratos cada vez mais comum.

      – 20% das pessoas que conheço estão sem empregos e da 10% vive de bicos.
      – A cada semana aparece um individuo conhecido/amigo ou parente perguntando se tenho grana . E digo que não
      – Fora o mercado cada vez mais raro alguém comprando algo de carrinho de compras.
      – Feijão, leite, cafe, chocolate entre outros itens a níveis estratosférico acima da inflação de 10% ao ano.

      Quem vai comprar imóvel hoje?

      24+
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    • Libertario 29 de junho de 2016 at 14:49

      Acredito que reagirá sim. O dólar é uma prova disso.
      Mas não se conserta 13 anos de CAGADAS em 1 mês. O processo de impedimento ainda nem foi finalizado.

      13+
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  • Zizu 28 de junho de 2016 at 22:30

    Brasil, país do Futuro!!! KKKKKKK

    14+
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    • Sergio Soares 29 de junho de 2016 at 08:22

      Não! Do Futebol!
      “Ehhh tetraaaaaaa…. ehhhh tééééééétraaaaa!” (Galvão Bueno – final da copa de 94).

      8+
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    • Zé do Brejo 29 de junho de 2016 at 08:52

      Eternamente… 🙁

      9+
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  • Gute 28 de junho de 2016 at 23:30

    Sobre a maior retirada mensal da poupança. Podemos concluir que as famílias estão queimando as reservas ou se trata de uma mudança de opção de investimento?

    9+
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    • Jovem Estudante 29 de junho de 2016 at 03:17

      As 2 coisas.
      Qualquer pessoa mais antenada já tá sabendo, ou por leituras ou por informações de amigos, que a poupança tá apanhando bonito de outras aplicações, mesmo as que cobram IRPF.
      E com certeza tá cheio de gente limpando os cofres pra pagar contas.

      16+
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    • Sergio Soares 29 de junho de 2016 at 08:27

      Eu acho que a primeira opção é a mais adequada. Bananense que se presa não sabe fazer contas para aplicar reservas em aplicações mais vantajosas. Então acredito que a primeira opção é a regra e a segunda a exceção dela.

      9+
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    • wade 29 de junho de 2016 at 09:51

      Sonhar é permitido. Boa parte das pessoas que conheço mal sabem o que é CDB. Eu por exemplo, levei um bom tempo pra entender. A gente somos inútel.

      11+
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  • pedrovinix 29 de junho de 2016 at 00:01

    Essa queda do dólar nos últimos dias, é uma boa entrada ? Pela comodidade iria de Bradesco, a taxa cobrada é 3% ao ano do liquido, comecei nos juros ano passado, estou todo em selic, queria começar a diversificar, ia começar com 3 kk neste fundo, uma boa ?

    6+
    • wade 29 de junho de 2016 at 09:52

      Quem souber responder isso vai ficar rico.

      7+
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    • bolha real 29 de junho de 2016 at 13:03

      Faz preço médio, vai aplicando aos poucos.

      2+
    • odorico 29 de junho de 2016 at 14:12

      3kk? caracas…. acho que poucos aqui podem responder….rs rs rs

      10+
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      • pedrovinix 30 de junho de 2016 at 00:32

        3 K errei 🙁

        2+
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  • Jovem Estudante 29 de junho de 2016 at 03:21

    Lembrando que a queda de 30% (olha o número cabalístico aí gente) em comparação com o ano passado aparentemente é uma queda nominal.
    Nem devem estar considerando que a inflação também está fazendo o trabalho sujo…

    11+
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  • Cajuzinha 29 de junho de 2016 at 06:09

    http://m.extra.globo.com/noticias/economia/mais-de-50-bairros-do-rio-tem-precos-de-imoveis-em-queda-confira-lista-19604536.html

    ” Quando o comprador faz as contas para ver se a prestação do financiamento cabe no bolso, ele percebe que a parcela pode chegar a 50% a mais do que valor que ele conseguiria pagar em 2013. Com a demanda sendo reprimida (por conta da crise), quem precisa vender um imóvel tem que baixar o preço — disse Renato Orfaly, diretor do Properati no Brasil.”

    14+
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  • gmlinux 29 de junho de 2016 at 06:23

    SELIC cair não vai reduzir sangria, acredito que a maior parte da sangria decorre de necessidade de cobrir despesas.
    Seria necessário uma reação do mercado de trabalho, em um primeiro momento, evitando as dispensas, depois, ganhos reais de salário, para surgir os 666 com salário suficiente para financiar a estes preços.
    Logo, eu espero o comportamento natural, preços buscando a média histórica, e como é média, provavelmente, caindo abaixo no primeiro momento.
    Claro, a inflação “esconde” parte dos efeitos, mas para os que a conhecem, é viver para ver.

    11+
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  • Minions 29 de junho de 2016 at 08:13

    Maio/2016 = 3,9Bi
    Maio/2015 = 5,6Bi
    Maio/2014 = 9,7Bi
    Maio/2013 = 9,75Bi
    Maio/2012 = 6,3Bi
    Maio/2011 = 7,6Bi
    Comparando Maio/16 a Maio/13 (pico), a queda nominal foi de 60% e a real 68% (IPCA).
    fonte: https://www.abecip.org.br/imprensa/informativos-mensais

    10+
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    • Minions 29 de junho de 2016 at 08:17

      Quantidade de imóveis financiados:
      Maio/16 = 18,6mil
      Maio/13 = 47,6mil

      10+
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    • Minions 29 de junho de 2016 at 08:20

      E a parcelinha subindo…

      7+
    • Zé do Brejo 29 de junho de 2016 at 08:56

      Bom dia Senhor, prazer em conhecê-lo
      Meu nome é Tumbo… Mo-Tumbo…

      40+
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      • Danibolhista 29 de junho de 2016 at 13:53

        E o prazer é todo dele (do Motumbo).

        11+
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    • Cesar_DF 29 de junho de 2016 at 09:04

      Síntese do causo em epígrafe

      Casal de servidores públicos com renda familiar de 23K
      Deram um apto em Águas Claras + financiamento de 680K por um apto na Asa Norte
      Pagam 6.5K de prestação + 1.9K de condomínio
      Após 4 anos o saldo devedor baixou apenas para 627K, está amortizando apenas 1K por mês do principal
      Sugestão da CBN Dinheiro: cortar escola dos filhos, viagens e entretenimento e manter o apto.

      Hoje o aluguel está em cerca de R$ 30/m2 nesta região. Considerando 150X e um apto de 120m2 daria um valor justo de 540K. Como eles não falam o tamanho do apartamento, etnão 627K dividido por (150 x R$ 30) = 139m2
      http://www.wimoveis.com.br/df/brasilia/asa-norte/apartamento/aluguel/?quarto=3&busca=galeria&r=0&s=0&o=F&vi=2001&vf=4000#busca

      Minha opinião: se o apto for > 139m2, este é um caso de morrer abraçado com o capeta, pois mesmo que o imóvel desvalorize 50%, o saldo devedor ainda assim vai ser inferior ao valor do imóvel.
      Que ardam !

      37+
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      • odorico 29 de junho de 2016 at 14:16

        Sei não, pesquisando bem acho que consegue aluguel na asa norte a 25,00/m2.

        5+
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        • Herr Deutsch 30 de junho de 2016 at 15:27

          Eu pago R$ 27…

          1+
      • Virgulino Lampiao 30 de junho de 2016 at 10:23

        Cesar_DF

        Síntese do causo em epígrafe

        Casal de servidores públicos com renda familiar de 23K
        Deram um apto em Águas Claras + financiamento de 680K por um apto na Asa Norte
        Pagam 6.5K de prestação + 1.9K de condomínio
        Após 4 anos o saldo devedor baixou apenas para 627K, está amortizando apenas 1K por mês do principal
        Sugestão da CBN Dinheiro: cortar escola dos filhos, viagens e entretenimento e manter o apto.

        Hoje o aluguel está em cerca de R$ 30/m2 nesta região. Considerando 150X e um apto de 120m2 daria um valor justo de 540K. Como eles não falam o tamanho do apartamento, etnão 627K dividido por (150 x R$ 30) = 139m2
        http://www.wimoveis.com.br/df/brasilia/asa-norte/apartamento/aluguel/?quarto=3&busca=galeria&r=0&s=0&o=F&vi=2001&vf=4000#busca

        Minha opinião: se o apto for > 139m2, este é um caso de morrer abraçado com o capeta, pois mesmo que o imóvel desvalorize 50%, o saldo devedor ainda assim vai ser inferior ao valor do imóvel.
        Que ardam !

        27+

        Chorei de rir ,com R$ 23 K de renda a pessoa tem vida de Rei! claro sabendo administrar o dinheiro ! Mas as vezes penso que esses comentários são pura balela fictícios somente pessoas prosperas ganhando salários estratosféricos , querem pintar um Brasil que não existe ao menos para 95% da população Brasileira, eu não acredito em coelho da páscoa muito menos neste comentarista da CBN quem esta com o microfone fala o que quer sem contestações !!! e Acredita quem quer!

        7+
    • CarlosL 29 de junho de 2016 at 11:23

      Peralá ?!
      O kra pagou TREZENTOS E DOZE MIL (+ condo), amortizou a “bolada” de CINQUENTA E TRES MIL e esse Mauro recomenda: Segue o jogo ?????

      Acho que nem ele entendeu direito a pergunta do ouvinte …

      21+
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      • odorico 29 de junho de 2016 at 14:27

        E o cara falou que precisava de reformas, enfim, ele entregou o ap em “clear water” e ainda deve ter gasto uns 50 a 100 mil em uma reforma. Impressionante a capacidade do Brasileiro de trocar o ativo por um passivo (para nós um passivo por um passivo maior ainda…..)

        15+
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        • JJJ_brasilia 29 de junho de 2016 at 23:01

          Falou tudo Odorico!!!

          3+
    • Gute 29 de junho de 2016 at 12:29

      Além disso que foi comentado, uma renda familiar pode ter descontos: IRPF, previdência privada, empréstimo, etc…
      20% de IRPF uns 10% de previdência e outros.
      Não deve sobrar nem 16k líquidos. Considerando 6k5 de parcela + 1k9 de condomínio.
      Dessa forma, 52% da renda familiar estaria comprometendo a renda familiar. Eu também estaria preocupado com a dívida.
      Não tá fácil pra ninguém. Estamos falando de uma familiar com renda de 23k, muito longe da realidade da maioria dos outros compradores de imóveis Mesmo assim segue alguma proporcionalidade.

      11+
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      • Cesar_DF 29 de junho de 2016 at 12:39

        Pelo critério do IBGE, se eles comprometem 52% da renda familiar com a prestação da casa própria, seria NORMAL, mas se comprometesse 30% ou mais com aluguel, seria enquadrado em DEFICIT HABITACIONAL.
        Se estivesse alugado, eles poderiam se mudar para outro local que não comprometesse a educação dos filhos e a qualidade de vida, mas como compraram, dai terão que aguentar as consequências.

        15+
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        • Loucodf 29 de junho de 2016 at 12:51

          Invejosos!
          Pelo menos ele mora no que é dele. Centro da capital. Servidor público.
          Eu vou embora desse blog.

          53+
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          • Loucodf 29 de junho de 2016 at 13:14

            Esse caso me fazer mandar um CVR particular:
            Me casei este ano (faz 4 meses), sempre fui de guardar grana. Junto com a mulher tinhamos 200k para entrada do AP. Fui em busca disso, e quando fui procurar, só vi pombal de 56m que com reforma sairia 400mil reais. Ficaria com uma divida de 200k = parcela de 2.000 conto na caixa.

            Depois que conheci o blog fiz as contas, vi que dava para investir melhor o dinheiro (apenar usava o cdb padrão do santander 80% CDI) e hoje estou super feliz no aluguel. AInda perco para inflação com o que rende de juros para pagar meu aluguel. Mas pelo menos não pago 1.600 de juros para a caixa e 400 na amortização, sem contar outros calculos como corvetor, etc, etc, etc.

            Obrigado para todos.

            57+
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          • Lucas 29 de junho de 2016 at 14:41

            Sem contar que esses 23k brutos vão ser comidos pela inflação
            gastos de mercado, escola, saúde, etc…

            a família vai viver um empobrecimento violento no estilo de vida pelos próximos 35 anos
            fugir é pior
            estão presos

            13+
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            • Libertario 29 de junho de 2016 at 14:51

              Amarrados em uma corda, juntos com motumbo nu atrás deles.

              10+
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        • Gute 29 de junho de 2016 at 13:12

          Ainda se deve considerar o fator subjetivo da comodidade do endereço.
          A prestação não deve cair apenas $1000. Pior caso tem-se amortização de 470k/420, ou 470k/360. SAC.

          5+
    • Rampion 29 de junho de 2016 at 13:02

      Referente ao áudio da CBN. Putz, o cara paga quase 7k por mês de prestação e tem amortizado apenas 1k por mês e ainda deve 600k para o banco e o comentarista aconselha a continuar? Péssimo negócio e conselho. Mas, pensando bem o comentarista ou deve ser do ramo imobiliário ou vive de juros desse pessoal. Só pode!

      16+
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    • Awulll 29 de junho de 2016 at 13:16

      E o final então?
      “Enfim, eu penso que vocês fizeram um bom negócio e eu lutaria um pouco mais pra continuar nesse apartamento”
      Really? Really? Really? Really? Really? Really? Really? Really? Fucking really???????????????

      19+
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      • Cadeludo 30 de junho de 2016 at 14:55

        imagina se o cara diz pra vender urgente, aí acaba com a mulher, quando ela descobrir que urgente não pega nem quinhentão aí ela vai esguelar o corvo haha

        5+
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    • mingau 29 de junho de 2016 at 15:06

      Pelo negócio que fizeram e pela pergunta, essa casal tem um rendimento bem acima do que merecem. Então, que cedam essa diferença pagando altos juros para o banco e, indiretamente, para os superavitários polpadores! Acho justo q seja assim. =P

      14+
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      • Rampion 29 de junho de 2016 at 17:15

        Então, o casal tem uma renda de 23k, considerada alta, mas vive igual a uma família que vive com 5k, igualzinho, no aperto todo mês. Dinheiro na mão de 666 tem o mesmo destino.

        9+
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  • Boruto 29 de junho de 2016 at 08:38

    Ainda tá tranquilo e favorável. Espero que caia uns 90%.

    11+
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  • edson 29 de junho de 2016 at 09:23

    Não é que imóvel é ruim , ele esta ruim, ate 2005 valia a pena comprar , agora não mais, é como o dolar, teve gente que comprou na baixa e quando chegou a 4.20 em setembro , deveria de ter vendido e aplicado em selic, mas achando que ia chegar a 5,00 , levou uma motubanda, são ciclos que precisamos estar atentos se quisermos nos dar bem.

    39+
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    • wade 29 de junho de 2016 at 10:04

      Em qualquer época da minha vida, mesmo antes de 2005, se eu tivesse comprado um imóvel, eu só teria carregado aborrecimento comigo, porque me mudei muito pra onde me chamavam para trabalhos melhores, e seria uma perda de tempo e paciência cuidar dele estando longe.

      A alta dos imóveis foi meramente consequência de uma deliberação de um governo. Não havia nenhum traço de ciclos econômicos. E para aqueles que acreditam que conseguem prever altas e baixas exatas do dólar repetidamente, eu tenho uma estátua do cristo com uma puta vista pra vender.

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      • wade 29 de junho de 2016 at 10:05

        Ok, relendo o que escrevi parece que estou sendo grosso a beça. Não gosto disso, prefiro dirigir-me as pessoas online da mesma forma que pessoalmente. Me desculpe se foi o caso, Edson.

        8+
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        • edson 29 de junho de 2016 at 19:29

          Tá sussa, e que me baseei por mim, tinha comercio próprio , casado sem filhos, então o imóvel próprio na época valia a pena, qto ao dolar, realmente precisa ter bola de cristal !!!

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      • Minions 29 de junho de 2016 at 10:14

        Além disso, conforme a fase da vida você tem uma necessidade. Enquanto solteiro, precisa de algo pequeno; casou, precisa de algo pouco maior; teve filhos; precisa de algo “grande”; filhos foram para a facul, precisa de algo menor; e assim por diante…

        5+
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        • OdeioTijolos 30 de junho de 2016 at 18:16

          E nada melhor que alugar, para acompanhar essas mudanças repentinas. Algo que um financiamento ou esperar vende seu imovível usado não acompanham.

          1+
    • job 29 de junho de 2016 at 10:14

      Acho que sua sentença é parciamente verídica Edson. É tudo uma questão de cenários.
      Vale a pena comprar um imóvel independente da época, desde que o preço esteja de acordo com a realidade, e a pessoa não pague juros altos (analisando somente sob o aspecto financeiro da coisa). À longo prazo, se a pessoa vai ficar muito tempo no imóvel, pode valer a pena sim.
      Hoje na maioria dos casos o cenário é totalmente desfavorável, preços abusivos e juros altos. Aí realmente não vale a pena nem um pouco (apesar de ter gente desesperada por vender e jogando o preço la embaixo, aí pode valer a pena comprar agora).
      Mas veja o meu caso, tinha uma grana muito boa em FGTS parada na caixa, em 2012. Consegui comprar um ap com um preço aceitável dando de entrada somente esse FGTS, e juros aceitáveis de financiamento. Esperei um tempo até organizar as finanças e vendi o ap por um valor razoável, agora estou com a faca e o queijo na mão, tirando uns juros e morando de aluguel.
      Agora, deixando o ponto de vista financeiro de lado, falando em questão de mobilidade, é quase unânime que morar de aluguel é melhor. Se encher o saco do lugar, se tiver vizinhos chatos, espera vencer o contrato e vai morar em outro lugar.
      Mas acho que a questão não é generalizar “comprar imóvel é ruim” e esse tipo de coisa, tem q analisar caso a caso.

      34+
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      • Cesar_DF 29 de junho de 2016 at 16:28

        Ser proprietário de um imóvel é como ter uma ação, se comprar na baixa e vender na alta vai ter lucro.
        Se comprou na baixa tende a ter uma boa lucratividade dos dividendos que seria igual a comprar uma residência por um baixo valor (galinha morta) e aluga-la por 1.5-2.0% por exemplo.
        O problema é que os imóveis que foram adquiridos depois de 2007, é como ter comprado uma ação na alta (Petrobras por exemplo) hoje a ação caiu pela metade, tende a cair mais e quase não paga dividendos.
        O mito da valorização eterna já foi quebrado em vários paises, e em todos que já entraram em déficit demográfico a tendência será de queda pelos próximos 100 anos.
        Única exceção são os alvos de especulação, onde os tubarões fabricam bolhas especulativas, realizam o lucro e se mandam. Dubai está neste momento e Londres ainda está inchando, mas não sei se haverá uma fuga de capital árabe por conta da saida da zona do Euro. Talvez os sheikes aogra queiram ir para Glasgow, e dai Londres irá implodir.

        14+
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    • Zé do Brejo 29 de junho de 2016 at 10:42

      Poderia dizer então que o Brasil não é ruim, ele está ruim mas em virtude do estrago feito vai demorar muuuuuuuito para voltar a não ser tão ruim.
      Como tudo está péssimo, acho que os imóveis entram na mesma cesta, afinal tudo está dentro do Titanic…

      6+
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      • job 29 de junho de 2016 at 13:21

        Como eu disse (na minha opinião) tem q analisar caso a caso, não da pra generalizar, Zé. Provavelmente os cenários favoráveis pra compra de imóvel hoje são bem raros, mas é certo que existem… Se o sujeito tem grana em caixa pra dar uma carcada pode aproveitar e fazer um belo negócio comprando à vista. Tem muita gente quebrando e desesperada pra fazer caixa de novo, nem todo mundo é aposentado com uma renda boa e q é indiferente vender o seu patrimônio ou não.
        PS: mesmo assim eu não compraria imóvel, pois é bom demais receber juros.
        PMJ!

        9+
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      • OdeioTijolos 30 de junho de 2016 at 18:27

        O Titanic afundou em 14 de abril 1912 matando mais de 1500 pessoas , o Brasil afundou de 1º de janeiro de 2003 ,incontáveis mortes em mais de 13 anos de naufrágio, nesse dia o molusco tomou posse e seu primeiro discurso foi : “Hoje é o dia, do reencontro do Brasil, consigo mesmo ”
        https://www.youtube.com/watch?v=fJjjTb6PO9U

        1+
    • odorico 29 de junho de 2016 at 14:33

      Verdade, estou levando uma motumbada de 3mil no dólar (5% dos meus ativos) e de 1 mil em outro (3% dos meus ativos).

      3+
      • bolha real 29 de junho de 2016 at 21:18

        Faz parte, mas pelas contas pra aprox. 500k você tem uma boa diversificação. Se o resto estiver em juros mais do que compensa a aposta do dólar.

        3+
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  • Seguidor do Bolha BH 29 de junho de 2016 at 11:01
    • gmlinux 29 de junho de 2016 at 18:15

      Só que o índice é referência nos contratos de aluguel, não implica que os aluguéis estejam sofrendo este reajuste.

      4+
  • Alemon Fritz 29 de junho de 2016 at 12:26

    idem
    de 1,69, acima do esperado pela Reuters..de 1,5 mediana das projeçoes

    http://veja.abril.com.br/noticia/economia/inflacao-do-aluguel-tem-alta-de-1221-em-12-meses

    1+
  • Alemon Fritz 29 de junho de 2016 at 12:28

    se lasquem corvos
    Crise financeira afeta segmento imobiliário do Alto Tietê
    Creci diz que taxa de registro impactou no orçamento dos corretores. (KKKK)
    Para empresário, crise filtrou bons profissionais.
    http://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2016/06/crise-financeira-afeta-segmento-imobiliario-do-alto-tiete.html

    4+
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    • Rampion 29 de junho de 2016 at 12:43

      “Crise filtrou os bons profissionais”. Nesse caso entendo como só continuou os mais 666s, pois, a febre do ouro nesse setor já passou.

      14+
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      • Alemon Fritz 29 de junho de 2016 at 12:48

        e ipso facto, 50% das imobiliarias “era’ de corretores ruins , filtrados da gome

        4+
      • Zé do Brejo 29 de junho de 2016 at 12:50

        Ficaram apenas aqueles que não tem qualificação pra trabalhar em alguma coisa.

        20+
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        • gmlinux 29 de junho de 2016 at 18:17

          Boa, pensei a mesma coisa ?

          5+
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  • Alemon Fritz 29 de junho de 2016 at 12:29

    Para se ter uma ideia, em dois anos, o número de pessoas que desistiram de atuar nessa área aumentou 90%.
    “Começou a ficar ruim mesmo no final de 2014, e a gente começou a sentir no mercado que não estava tão fácil. O pessoal que tinha dinheiro não queria investir naquele momento”.
    kkkkk

    8+
  • Moreira 29 de junho de 2016 at 12:46

    Rapaz, esse CVR da CBN é um clássico! Será que realmente esse casal tem qualidade de vida? Fogem do trânsito mas encaram uma parcela todo mês, a qual – conforme o depoimento – deve tá tirando o sono do casal. Há 4 anos pagando uma parcela de valores não módicos pra realidade brasileira, mas o saldo devedor continua lá no alto. Só de saber que ainda devem mais de 600k deve tá tirando o sono. Mas acho que a instabilidade vai rolar quando ver apartamentos análogos sendo vendidos pela metade do preço.
    6,5k + 1,9 = 8.400
    8.400= 36% de 23k (renda)

    14+
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    • Mr.Brightside 29 de junho de 2016 at 13:05

      23 k de renda bruta não liquida tem imposto desconto em folha, que isso dá mais de 50 % da renda do casal e se fodam mesmo com menos do que eles ganham dava para viver em um lugar simples porem comer carnes nobres, atividades de lazer e viagens frequentemente.

      9+
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    • Rampion 29 de junho de 2016 at 13:07

      Moreira, o pior é comentarista aconselhando a economizarem em comida e escola para os filhos.kkkk. Terão de começar a comprar cesta básica para passar o mês e colocar os filhos em colégio público. kkkkkk. Casal recebe 23k por mês tinham casa quitada e ao invés de investir o dinheiro até ter o suficiente para pagar a vista faz um melda dessas. Merecem o que colhem. Falta de educação não é. Compraram pra ostentar agora aguentem. Imagina quantos estão nessa situação hoje em dia?

      28+
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    • Lucas 29 de junho de 2016 at 14:44

      poderiam ter vida de milionario com esse valor

      mas a péssima escolha os arruinou
      Estarão pelos próximos 35 anos vivendo de forma miserável: filhos em escola publica, carro velho, colocando agua no feijão pra render mais.

      19+
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    • Lucas 29 de junho de 2016 at 14:45

      e a coisa vai piorar pra eles com a alta da inflação e saláriso congelados

      basta 3 meses de vacilo em 35 anos que perdem TUDO.

      20+
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      • Margarida 29 de junho de 2016 at 15:11

        Véio, e acontece. Parece difícil, mas eu olho os leilões e leio os registros das matrículas. Tem cada coisa!

        13+
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  • Moreira 29 de junho de 2016 at 12:46

    BIB = nota 10 na análise do CVR
    CBN = análise de corvo

    24+
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    • odorico 29 de junho de 2016 at 14:58

      Considero o Mauro um bom comentarista, ele mesmo alertava muito sobre imóveis, mas como todo mundo comete deslizes. Talvez ele não quis ser desagradável com o casal e falar que se deram mal. Enfim, deu uma ingestão de moral, mas podia ter falado para vender o carro e abater o saldo ou pensar em troca de menor valor. Imóvel no Brasil ainda tem aquele apelo sentimental. Depois que vendi o meu vejo que a família me pergunta o que aconteceu? Me olham com aqueles olhares de: “o cara quebrou”, não vêem meus ativos. A própria imobiliária só me trata bem depois do comprovante de IR.

      15+
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  • Rampion 29 de junho de 2016 at 12:52

    O setor imobiliário está tão bão que nos arredores da Avenida Paulista (Alameda Santos, Pamplona e outras) estão cheias de imóveis comerciais fechados. Sim fechados! Dá pra notar que a maioria é por queda nas vendas, mas, há também vários casos de imóveis sendo entregues porque o propriOtário não acordou para a realidade e não renegocia valores de alugués. Ou seja, é melhor o imóvel fechado e mais pessoas absorvidas pelo contingente de desempregados do que readequação de preços. Como vivemos em uma cultura retrógrada e atrasada só veremos queda nos preços de aluguéis e vendas quando já não tiver ninguém interessado. Aquele dito popular “É melhor pingar do que secar.” não se aplica por aqui. Então, vamos apertando os cintos enquanto os políticos vão reajustando salários e postergando aposentadorias para 70 anos de idade. Privatização do bom senso já!

    17+
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    • wing 29 de junho de 2016 at 16:50

      acho q vai demorar bastante ainda pro preço voltar ao normal…se voltar…
      digo isso pq acompanho os valores pq to pesquisando um imovel pra comprar e vejo gente aumentano…( como assim meu?)
      E ai o q acontece? tudo fica parado, pq ficam jogando noticias que o mercado vai voltar ano q vem e o pessoal está segurando os preços.

      4+
      • Zé do Brejo 1 de julho de 2016 at 08:55

        Deixa sangrar… Para de ficar acompanhando imóveis e vai viajar pelos USA ou Europa e deixa os propriotários se lascarem.
        #TijoloNãoViajaPraMiami… 😛

        6+
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  • CA 29 de junho de 2016 at 13:17

    Sobre o tópico:

    A sangria da poupança tem como causa principal a crise econômica. É fácil de se constatar isso, porque desde o final de 2013 a poupança tinha rendimento muito inferior ao de outras aplicações e foi só em 2025 com a crise aparecendo que as retiradas passaram a superar os depósitos.

    Sobre a queda dos financiamentos imobiliários com verba da poupança, em parte foi pela sangria da poupança, em parte pela crise que eliminou muitos potenciais compradores via aumento no desemprego, queda na renda real, etc e por fim, é claro, o fato dos preços dos imóveis estarem completamente fora da realidade de renda das famílias.

    A tendência é que tudo que consta acima piore para o segmento imobiliário. Por que?

    1) A muleta do FGTS para cobrir empréstimos baratos não é mais viável, o FGTS já está sangrando e continuará assim por um tempo em função do aumento no desemprego. A poupança tende a continuar tendo sangrias e logo bancos privados também ficarão sem verba para empréstimos imobiliários baratos. Até a LCI teve redução drástica de oferta, ou seja, no geral faltam verbas para os empréstimos imobiliários, o governo está quebrado e não há luz no fim do túnel sobre como poderiam mitigar este problema;

    2) O recorde de distorção entre oferta e procura contínua sendo batido todos os meses, graças a aumentos em distratos, quedas nas vendas, aumento em imóveis retomados por bancos em função de inadimplência e construtoras ainda lançando, com isto, cada vez mais pressão sobre os custos das construtoras sem cobertura por receitas e como elas precisam pagar as parcelas das dívidas delas, cada vez mais pressão para reduzirem os preços para poderem gerar caixa ;

    3) Com a disparada na inadimplência, inclusive a do crédito imobiliário, os bancos terão que ser mais restritivos na concessão de financiamentos imobiliários e também terão que praticar juros maiores, inclusive a CEF que está quebrada por ter sido a maior financiadora de nossa bolha.

    Outros fatores também irão agravar o cenário, mas paro por aqui, a amostra acima já foi o suficiente.

    33+
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    • Seguidor do Bolha BH 29 de junho de 2016 at 14:44

      Parabéns mais uma vez CA E não foi só a LCI que sofreu redução drástica de oferta não, o LCA também. Daqui a pouco teremos pouca verba para empréstimos à comida servida na mesa.

      4+
      • odorico 29 de junho de 2016 at 15:00

        O intermedium está com lastro, até estranhei pois ao fazer o TED eles ligam falando o que tem disponível e onde aplicar. Falam da LCI DI, LCI IPCA, LCI IGPM e até do CDB (que o atendente mesmo fala que não compensa). Claro que é um banco pequeno e tem que estar dentro do FGC para investir.

        3+
        • RecebendoJuros 29 de junho de 2016 at 17:39

          LCI IPCA deles tava oferecendo IPCA + 6,38%.

          1+
        • bolha real 29 de junho de 2016 at 17:43

          Tem vários bancos médios com lastro diariamente (ABC, Pine, Pan, Indusval, etc). Mas os bancos grandes oscilam em ter ou não LCI disponível pela falta de demanda da outra ponta.

          3+
  • Resimob 29 de junho de 2016 at 15:45
    • CA 29 de junho de 2016 at 17:04

      Resimob,

      Outro excelente texto, parabéns!

      No caso dos aluguéis, cabe complementar ao seu texto, que não é apenas a crise na economia que gerou a super-oferta e a queda nos preços.

      Os alugueis também subiram bem acima da inflação, acima da renda, do custo de construção e até das aplicações financeiras conservadoras ao longo de anos, eles só perderam para a escalada dos preços de vendas dos imóveis.

      Ocorre que com o fenômeno acima, foi atraído um volume sem precedentes de investidores que compraram imóveis para colocar para alugar. Adicionalmente, MUITOS investidores que compraram imóveis na planta para revender antes da entrega viram que iam ficar no prejuízo e decidiram colocar seus imóveis para alugar também. Foi a combinação destes fatores com um crescimento desproporcional no preço dos aluguéis e uma crise na economia que em grande parte foi provocada pela bolha imobiliária, que levou a uma distorção acentuada entre oferta e procura por aluguel, o que por sua vez força a redução dos preços dos aluguéis.

      Em outras palavras, os preços dos aluguéis estão voltando ao seu patamar normal, embora ainda tenhamos um longo caminho a ser percorrido, pois a anormalidade no crescimento dos preços foi relevante.

      Um ponto interessante a se observar, é que os preços de vendas já haviam crescido bem acima do aluguel e hoje o rendimento BRUTO (*) do aluguel já tem sido de 0,30% sobre o preço dos imóveis, com as novas reduções nos preços dos aluguéis, esta rentabilidade que já era péssima, em termos líquidos menos de 1/3 do rendimento líquido de aplicações financeiras conservadoras, é MAIS UM fator que força a redução dos preços de vendas dos imóveis. Tudo isso como parte do movimento natural de reversão das anomalias criadas pela nossa bolha imobiliária…

      (*) BRUTO significa sem descontar a comissão da imobiliária, o imposto de renda, o custo pela vacância que tem sido cada vez maior, etc, líquido É MUITO INFERIOR a estes 0,30% ao mês.

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      • CA 29 de junho de 2016 at 17:26

        Para ilustrar o que eu coloquei acima, segue o exemplo clássico de São José dos Campos.

        Observem dois “detalhes” importantes sobre este exemplo:

        1) Levantamentos feitos pelo próprio segmento imobiliário ;

        2) Dados e fatos de 2013 e 2014, ou seja, ANTES da “crise na economia iniciada em 2015”, ou seja, a distorção entre oferta e procura por aluguel, com consequente queda no preço do aluguel, é ANTERIOR à crise na economia e não consequência dela como o segmento imobiliário quer fazer com que as pessoas acreditem…

        Vejamos algumas informações sobre o mercado imobiliário de SJC:

        http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/05/preco-dos-imoveis-cai-25-em-sao-jose-em-dois-anos-revela-creci.html

        Trechos do link acima, que é de maio/2013:

        Trecho 1: “Preço dos imóveis cai 25% em São José em dois anos, revela Creci”

        Trecho 2: “Valor máximo de apartamento de luxo caiu de R$ 530 mil para R$ 400 mil.

        Pesquisa leva em consideração os negócios fechados no mercado.”

        Trecho 3: “Segundo o coordenador de pesquisa do Creci no Vale, André Turci, a tendência é o que o valor continue a cair.”

        http://www.digitalflip.com.br/ovale/flip/Classificados/01024%3D07-07-2013/44.PDF

        Trecho do link acima, de julho/2013:“São José tem aumento de 300% na locação”

        http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2014/09/valor-do-aluguel-de-imoveis-cai-em-sao-jose-dos-campos-sp.html

        Trecho do link acima, de setembro/2014:

        “Levantamento aponta queda entre 8 e 10% no valor do aluguel.”

        TRADUÇÃO DO QUE CONSTA ACIMA:

        Bolha imobiliária super inflou os preços de forma artificial, com isto atraiu volume ANORMAL de investidores em imóveis, após algum tempo as vendas caíram muito porque os preços se tornaram inviáveis para compradores finais, ficaram com SUPER ESTOQUE tanto com construtoras quanto com investidores, os preços tiveram queda brusca de 25% na entrega dos imóveis em função desta distorção entre oferta e procura, os corretores aconselharam os investidores a colocarem os imóveis para alugar proque não conseguiriam vender com lucro (ao contrário, teriam forte prejuízo), a OFERTA de imóveis para alugar subiu 300% (TREZENTOS POR CENTO!!!) sobre uma base de aluguéis que já tinha décadas e estava consolidada, com isto, também em função da lei de oferta e procura, os preços dos aluguéis tiveram uma queda entre 8% e 10%.

        Repito: tudo que consta acima comprovado por pesquisas feitas pelo próprio segmento imobiliário e com dados referentes a 2013 e 2014, ANTES da “crise na economia de 2015”.

        É óbvio que a tendência, tanto dos preços de vendas quanto de aluguéis, é de cair muito mais, pois a distorção entre oferta e procura gerada pela bolha imobiliária foi ABSURDA e o quanto os preços caíram ainda não reflete uma volta a normalidade. É isto que esta acontecendo, com algumas nuances, no restante do Brasil…

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      • Resimob 29 de junho de 2016 at 17:40

        Estou tomando muita porrada do que escrevi. Alguns corretores não conseguem enxergar. Eles acham que devemos ser sempre otimistas, otimistas e otimistas. Nosso mercado é pura matemática…

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      • Resimob 29 de junho de 2016 at 17:43

        Teve um leitor que escreveu o seguinte: “Resumo imobiliário, vc é um completo ignorante, porque não dizer, um asno. Comprador consegue pagar juros de 5% a.a + TR%, no financiamento provido pelo FGTS, com parcela inicial de 650,00, decrescentes, dando só 10% de entrada, ganhando subsidio, e com entrada facilitada pelo construtor, alem disso, os valores de venda de imóvel, se não caíram, estagnaram. Os recursos do FGTS não são escassos, o do SBPE, diminuiu, mas não falta. Enquanto o aluguel de um kitnet não sai por menos de 700,00, em uma periferia, com reajuste anual de em media 10%pelo IGPM. Antes de cagar pelos dedos na internet, pesquisa, vai pra campo, depois seja responsável e provido de conhecimento na sua postagem..atualmente está muito bom para comprar e ruim para vender…”

        kkkkkkkkkkkkk
        kkkkkkkkkkkkk

        Respondi: O Resumo Imobiliário tem nome e é LPJ. E costumo tratar meus leitores com muita educação e respeito, diferente de seu comentário com termos de baixo calão e altamente ofensivos. Se for para seguir desta forma, peço por favor que não se dirija mais a esta página cujo teor é altamente técnico. Quanto ao seu comentário, o sr. levou em consideração somente o Minha Casa Minha Vida, porém em nosso País temos outras linhas de financiamento, tais como o SFH, SFI e FGTS Pró-Cotista. Em nenhuma dessas linhas existe uma taxa de juros de 5% ao ano + TR. Rasgo meu diploma se existe esse percentual de financiamento para as linhas de SFH, SFI e FGTS Pró-Cotista.
        Em agosto de 2015, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que aumentou a correção do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), equiparando-a ao rendimento da poupança. Há época, a regra de capitalização do FGTS era de 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). Mesmo que gradualmente, a nova lei elevará o percentual para 6,17% ao ano mais a TR. Sinceramente, atualize-se pois se o sr. irá viver em torno de MCMV, o prazo não deve durar muito tempo.
        Estima-se que nos próximos 4 anos, o Governo Federal, tenha aumentar anualmente os juros do Minha Casa Minha Vida. Como a nova correção do FGTS será gradual, a expectativa é que a taxa de juros seja reajustada de 20% a 40% até 2020.
        Em outubro de 2015, o Governo já admitia discutir publicamente os cortes no programa habitacional. O objetivo é reduzir o déficit de R$ 30 bilhões do orçamento de 2016, além do fechamento das contas de 2015, cujo déficit atual gira em torno de R$ 50 bilhões.
        Na verdade, o Minha Casa Minha Vida 3 não passará de um programa sem brilhos, muito longe do fervor estabelecido nos últimos anos. Até que se coloque as contas em dia, e se trace novas metas de trabalho, o MCMV permanecerá apagado e sem destaque. Aliás, como disse Pitágoras “em estado de dúvida, suspende o juízo”.
        Quer uma dica, compartilhe conhecimento, e adquira sempre que puder. Ditar ou xingar não fará do sr. uma boa pessoa, muito menos um bom profissional. Mas estudar as informações antes de ratificá-la fará do sr. um grande homem… muito diferente do comentário inicial.”

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        • Resimob 29 de junho de 2016 at 17:46

          Na boa, aceito sempre escutar o outro lado, e já aprendi muito com isso… mas tem cada um nesse mundo que até Deus duvida.

          17+
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          • Lucas 29 de junho de 2016 at 20:58

            o erro no pensamento dele é o seguinte
            o mercado corrgiu o subsídio aumentando no preço

            subsídio, juros negativo, é ilusão, o cara pode até ter juros engativo mas tá pagando 300% a mais do que vale.

            nunca deram juros negativo para aluguel, por isso ali o valor é o real

            quem ficou no aluguel, esperou com paciencia, quando a farra do juros acabar e os preços se ajsutarem terá de volta
            quem comprou se arrependerá amargamente por 35 anos.

            23+
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      • carioca_real 30 de junho de 2016 at 16:16

        Aqui no Hell o aluguel já esta caindo tanto que a curva do FIGE ZAP já encontra a inflação acumulada no período. Se esta assim no FIGE ZAP, imagina só no mundo real?

        4+
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  • Lord of All 29 de junho de 2016 at 16:09

    Eu tô fazendo minha parte. Ainda tenho saldo na poupança por causa da liquidez imediata, mas no mês q vem zero minha posição no porquinho, estimulado pela possível manutenção dos juros TD em 14,25%.

    8+
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    • bolha real 29 de junho de 2016 at 17:50

      Tem CDB ou LC com liquidez diária em diversas corretoras, seu ganho será menor, mas melhor que a poupança.

      7+
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      • EngenheiroSP 30 de junho de 2016 at 11:32

        Tenho uns 2k na poupança, pela facilidade de chegar num ATM e sacar (trato como dinheiro da carteira). E ainda assim rendeu 0,71%. Avoa TR

        1+
        • fanfarraum 30 de junho de 2016 at 14:31

          Tem aplicações com rendimento diário e “baixa automática”.
          Se ficar menos de 30 dias vai render pouco (IR e IOF), mas rende (ao contrário da poupança)

          0
  • Labar 29 de junho de 2016 at 17:02

    OFF

    Tem um easter egg/cameo (ou seria msg subliminar mesmo?) no site da CBN na reportagem do casal que se lascou no finame.

    Acesse pelo PC ou clique em “versão clássica” ao final da página do celular. Desça a página até onde tem anúncios. Ao lado da palavra SHOPPING tem a palavra ZOOM. Ao lado dessa tem a msg subliminar… Rsrsrs

    8+
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  • From_The_Tower 29 de junho de 2016 at 17:49

    Comentários de altíssimo nível . Parabéns a todos .

    6+
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  • From_The_Tower 29 de junho de 2016 at 17:50

    Anonymous pira com a queda do dólar . O que não faz um discurso de presidente respeitado do BACEN. Kkk

    13+
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    • JJJ_brasilia 29 de junho de 2016 at 19:06

      Padeiro,

      Entendo que a atual direção do Banco Central vai fazer populismo cambial para segurar a inflação, não gosto deste modus operandi, mas acho que vai ser assim.

      6+
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      • From_The_Tower 30 de junho de 2016 at 09:56

        Essa equipe econômica não tem rabo preso com o setor exportador.
        Câmbio flutuante na veia.
        Imaginou teremos manutenção do patamar da SELIC e moeda forte ao mesmo tempo?
        É um prato cheio para nós bolhistas e rentistas.

        8+
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      • wade 30 de junho de 2016 at 13:34

        Eles já se manifestaram dizendo que vão manter o cambio flutuante.

        1+
  • Alemon Fritz 29 de junho de 2016 at 23:26
  • Alemon Fritz 29 de junho de 2016 at 23:33

    Quase 4 mil empresas fecharam em AL em 2016, expõe Junta Comercial
    Crise econômica e aumento dos aluguéis impulsionaram falências.

    http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2016/06/quase-4-mil-empresas-fecharam-em-al-em-2016-expoe-junta-comercial.html

    7+
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    • Cajuzinha 30 de junho de 2016 at 06:09

      ” A crise econômica pegou em cheio as empresas alagoanas e quase 4 mil fecharam as portas este ano, segundo dados da Junta Comercial do Estado. De acordo com o órgão, nos primeiros cinco meses do ano 3.711 empresas entraram com processo de encerramento das atividades, 967 a mais do que o mesmo período de 2015.

      “A tendência é a situação do comércio piorar por conta do alto indíce de endividamento da população. Hoje 63% dos consumidores estão com dívidas, e 43% negativados, sem crédito no mercado”, explica o presidente da Câmara dos Dirigentes e Lojistas (CDL) Maceió, Fernando Soares Azevedo.

      Outro vilão que está contribuindo para o fechamento das empresas é o aluguel. A maioria das empresas não é dona do ponto comercial e não aguenta pagar os valores cobrados pelo mercado imobiliário.
      saiba mais
      AL tem 13 magistrados em situação de risco, expõe levantamento do CNJ
      Comerciantes realizam promoções de produtos juninos para não perder vendas
      Se você já ouviu falar no tal “efeito dominó” na economia ele funciona assim: se caem as vendas, as pequenas e médias empresas não suportam pagar os salários dos empregados e os demitem. Mas ficam os impostos, os juros e o aluguel.”

      8+
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  • Cesar_DF 30 de junho de 2016 at 07:53

    Olimpíadas podem afetar preços dos aluguéis e dos imóveis? Entenda
    Estudo sugere valorização nos anos anteriores ao evento seguida de queda expressiva depois

    Um estudo publicado pela Capital University of Economics de Beijing na China, de autoria de Tiansheng Xu pode nos ajudar a responder esta pergunta.

    Ao analisar o que ocorreu nas últimas cidades-sede desde 1988, o pesquisador identificou um padrão. Nos anteriores ao evento ocorre uma significativa valorização dos imóveis e aluguéis, seguida de uma queda logo após o evento e que em alguns casos foi de grande intensidade, principalmente nas áreas próximas as instalações olímpicas.

    Com um ciclo de queda nos imóveis em curso em todo país desde 2014 — conforme já apresentado no R7 — e o efeito olímpico, a expectativa é de quedas mais expressivas no preço dos imóveis e aluguéis no Rio de Janeiro, principalmente nos bairros próximos ao centro olímpico e suas instalações.

    http://noticias.r7.com/economia/olimpiadas-podem-afetar-precos-dos-alugueis-e-dos-imoveis-entenda-30062016

    12+
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    • Alemon Fritz 30 de junho de 2016 at 10:25

      em 35 anos 16 foram de baixa, ou seja 46%, se são 4 etapas a baixa correria apenas em 25% do tempo total… (1981 a 2016 e 4 ciclos de 4 anos)

      4+
      • Alemon Fritz 30 de junho de 2016 at 10:27

        ou seja, em 35 anos 16 anos foram de baixa, ou seja 46%, se são 4 etapas a baixa correria apenas em 25% do tempo total…
        (1981 a 2016=35anos e 4 ciclos de 4 anos=16 anos)

        7+
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  • Cesar_DF 30 de junho de 2016 at 07:58

    Queda no preço dos imóveis deve ir até 2017; veja qual melhor momento para comprar e vender
    Ciclo dos imóveis e suas 4 etapas: Recuperação, Expansão, Excesso de oferta e Recessão

    Um grande mito envolvendo os imóveis diz respeito a acreditar que os preços são estáveis ao longo do tempo, quando na verdade são cíclicos, isto é, alternam ciclos de alta e de baixa. Não importa o país, cidade ou bairro, uma análise mais apurada sempre revelará o ciclo dos imóveis.

    Pontos relevantes:

    1. Os principais ciclos de baixa ocorreram de 1981 a 1984; 1986 a 1990; 2000 a 2004.

    2. A média de duração de um ciclo de baixa é de cerca de 8 semestres, ou 4 anos.

    3. O pior ciclo de baixa ocorreu de 1986 a 1990 quando acumulou uma queda real (descontada a inflação) de cerca de 80%, enquanto que o mais ameno no período foi o de 2000 a 2004, com uma queda real acumulada de cerca de 32%.

    4. O atual ciclo (linha roxa no gráfico acima), iniciado em junho de 2014 acumula uma queda real até março de 2016 de pouco mais de 9%. De acordo com projeções da Fipe, até o final do ano, a queda real acumulada poderá chega a 20% (linha preta no gráfico), bem similar com o que ocorreu no ciclo de 2000 a 2004.

    5. Em dezembro de 2017, o atual ciclo completará 8 semestres, tempo médio de um ciclo de baixa.

    http://noticias.r7.com/economia/queda-no-preco-dos-imoveis-deve-ir-ate-2017-veja-qual-melhor-momento-para-comprar-e-vender-08052016

    Obs: Na minha opinião, o DESPAIR ocorrerá em 2017 e 2019

    14+
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    • joselito 30 de junho de 2016 at 15:06

      Na sua opinião, também é desconsiderado o fato de que no passado teria ocorrido ciclos econômicos, mas hoje, ocorre uma BOLHA IMOBILIÁRIA que, por sua vez, não tem fundamento nenhum e, portanto, não haveria como compará-la com “ciclos normais”?

      3+
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      • Cesar_DF 30 de junho de 2016 at 15:31

        A essência de qualquer ciclo econômico é o descolamento em relação à realidade, onde ocorre num primeiro momento uma subida, em função das expectativas de lucro e posteriormente uma queda quando se da conta da realidade.
        Não dá para desacoplar uma bolha imobiliária de um ciclo econômico pois uma bolha só ocorre se existir uma disponibilidade econômica, seja com o dinheiro presente ou com o dinheiro futuro (financiamento).
        Em Londres está ocorrendo uma bolha imobiliária com dinheiro presente dos investidores árabes, no Brasil foi um mix, pois as incorporadoras utilizaram o dinheiro presente do lançamento de ações para promover a expansão do LANDBANK, inflacionando o mercado de terrenos, e um dinheiro futuro, via financiamento dos imóveis construídos e que foram vendidos com uma margem de lucro altíssima.
        Uma boa política anticíclica deveria conseguir conter os ciclos de subida, contendo a euforia do mercado via baixa na liquidez e também agir sobre os ciclos de descida, injetando recursos financeiros no mercado para estimular a atividade econômica.
        O que o PT fez foi exatamente o contrário, pois estávamos com liquidez originada da exportação das comodities e o governo jogou mais gasolina na fogueira através de financiamentos imobiliários com baixos juros e até subsídios à fundo perdido (MCMV Faixa 1)

        9+
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  • Cesar_DF 30 de junho de 2016 at 10:23

    Quem faz lavagem de dinheiro utilizando imóveis vai procurar outra forma de fazer isto.
    Sistema deverá entrar em operação em novembro de 2016.

    Novo Sistema Unificado de Informações Registrais dá à Receita Federal ferramenta de monitoramento em tempo real

    O Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter), foi criado pela Receita Federal e instituído por meio de Decreto 8.764, publicado no dia 10 de maio de 2016. A ferramenta dará à Receita maiores informações sobre as transações imobiliárias diretamente, o que antes ocorria em apenas algumas situações, como o momento da transmissão do imóvel. O sistema permitirá a localização e o monitoramento mais eficaz dos bens de contribuintes devedores do Fisco.
    O Sinter centraliza em um único banco de dados o recebimento de informações enviadas ao Sistema de Registros Eletrônicos dos cartórios nacionais, sobre a titularidade de todos os imóveis, bem como os passos sobre todas as operações de alienação, transferências, doações, e utilização de tais imóveis como garantia. Significa dizer que toda e qualquer informação que for objeto de registro público passará pelo Sinter.
    A partir de agora, os cartórios de registro público serão obrigados a transmitir à RFB todas as informações obtidas em todas as etapas do registro imobiliários, ou seja, a cada ato registral praticado, os cartórios encaminharão ao órgão administrativo todos os dados e documentos atualizados. Esta medida permitirá que o Fisco tenha conhecimento antecipado, por exemplo, sobre o contribuinte que, para evitar o pagamento de seus débitos, passa a se desfazer de seus bens dados em garantia para dívidas tributárias, ou transferi-los a pessoas próximas ou conhecidos.
    Além disso, o Fisco poderá detectar, através das informações prestadas pelo Sistema, a propriedade de imóveis que não estão sendo declarados no Imposto de Renda pelos contribuintes, acirrando a fiscalização.
    O Decreto 8.764 assegura o acesso ao Sinter para o Judiciário e o Ministério Público, sem a necessidade de envio de ofícios aos cartórios para obtenção de informações. Tal mecanismo facilitará as medidas de bloqueio e penhora de bens, reduzindo a burocracia e acelerando os processos de penhora.

    http://www.consult.com.br/pt-br/noticias/item/82-novo-sistema-unificado-de-informa%C3%A7%C3%B5es-registrais-d%C3%A1-%C3%A0-receita-federal-ferramenta-de-monitoramento-em-tempo-real.html

    http://iregistradores.org.br/noticias/primeiras-impressoes-o-sistema-nacional-de-gestao-de-informacoes-territoriais-sinter-decreto-8-764-de-10-de-maio-de-2016-e-o-registrador-de-imoveis/

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  • Cajuzinha 30 de junho de 2016 at 11:38

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    “O Sindicato dos Engenheiros em Bauru vai encabeçar mobilização para reivindicar a revisão dos valores venais dos imóveis da cidade. A entidade alega que a avaliação utilizada pela prefeitura está superestimada diante da atual realidade do mercado, que, em meio à crise, reduziu os preços em busca do reaquecimento.

    O impacto da distorção estaria na cobrança do tributo que incide sobre as transações comerciais do setor, calculado com base no cadastro do município, afastando ainda mais potenciais compradores de casas, apartamentos, terrenos e propriedades comerciais ou industriais. O governo pondera que as reclamações são pontuais e passíveis de revisão.”

    http://www.jcnet.com.br/Politica/2016/06/queda-em-precos-de-imoveis-gera-criticas-a-base-de-calculo-de-imposto.html

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  • Cajuzinha 30 de junho de 2016 at 11:39

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    “O Sindicato dos Engenheiros em Bauru vai encabeçar mobilização para reivindicar a revisão dos valores venais dos imóveis da cidade. A entidade alega que a avaliação utilizada pela prefeitura está superestimada diante da atual realidade do mercado, que, em meio à crise, reduziu os preços em busca do reaquecimento.

    O impacto da distorção estaria na cobrança do tributo que incide sobre as transações comerciais do setor, calculado com base no cadastro do município, afastando ainda mais potenciais compradores de casas, apartamentos, terrenos e propriedades comerciais ou industriais. O governo pondera que as reclamações são pontuais e passíveis de revisão.”

    http://www.jcnet.com.br/Politica/2016/06/queda-em-precos-de-imoveis-gera-criticas-a-base-de-calculo-de-imposto.html

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    • Cajuzinha 30 de junho de 2016 at 11:41

      “O Sindicato dos Engenheiros lembra que as distorções começaram a ser observadas com mais frequência no ano passado, mas só se agravaram com o acirramento da crise e a consequente derrubada nos preços negociados.

      “A prefeitura tem interesse em manter esse valor venal nas alturas porque ele também é base para a cobrança do IPTU”, pontua Veríssimo Barbeiro. Vanderley Ferreira conta que já há casos de contribuintes acionando o Poder Judiciário com o intuito de pagar o ITBI com base no valor da compra e não da tabela da prefeitura.

      “A medida que essa distorção afasta possíveis compradores, imóveis deixam de ser comercialidades e o mercado do engenheiro encolhe. Não podemos aceitar algo que só faça os cartórios e a prefeitura lucrarem. A construção civil é o setor da economia que mais gera empregos. É preciso buscar meios de estimulá-lo”, avalia o engenheiro.”

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  • Cajuzinha 30 de junho de 2016 at 11:42

    “O Sindicato dos Engenheiros lembra que as distorções começaram a ser observadas com mais frequência no ano passado, mas só se agravaram com o acirramento da crise e a consequente derrubada nos preços negociados.

    “A prefeitura tem interesse em manter esse valor venal nas alturas porque ele também é base para a cobrança do IPTU”, pontua Veríssimo Barbeiro. Vanderley Ferreira conta que já há casos de contribuintes acionando o Poder Judiciário com o intuito de pagar o ITBI com base no valor da compra e não da tabela da prefeitura.

    “A medida que essa distorção afasta possíveis compradores, imóveis deixam de ser comercialidades e o mercado do engenheiro encolhe. Não podemos aceitar algo que só faça os cartórios e a prefeitura lucrarem. A construção civil é o setor da economia que mais gera empregos. É preciso buscar meios de estimulá-lo”, avalia o engenheiro.”

    6+
  • Observador 30 de junho de 2016 at 12:00

    Bom dia amigos. Tendo estado ausente do blog.
    Até onde acham que vai esse dólar??

    5+
    • From_The_Tower 30 de junho de 2016 at 12:26

      Chegou nos 3,20 como eu alertei ano passado.
      Agora eu penso que o mercado até o final do mês de agosto vai testar os 2,95 a 3,00.
      Os exportadores já estão reclamando.
      O mercado vai testar se o BACEN intervem ou não.

      9+
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  • Luladranus 30 de junho de 2016 at 12:40

    E aí, vai?

    https://br.financas.yahoo.com/noticias/tenho-disciplina-quero-aplica%C3%A7%C3%A3o-melhor-poupan%C3%A7a-onde-aplicar-163000944–finance.html

    “Quanto à aplicação financeira, para objetivos de prazos maiores (superior a 6 anos), uma boa previdência privada poderá ser interessante. Pois poderá programar débito mensal de sua conta corrente um determinado valor estabelecido, observa Corrêa.

    4+
    • EngenheiroSP 30 de junho de 2016 at 13:27

      Premissa triste, porém verdadeira: maioria das pessoas tem raiva de dinheiro e a única forma de poupar alguma coisa é colocando como despesa obrigatória

      9+
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      • From_The_Tower 30 de junho de 2016 at 14:41

        É verdade a maioria tem raiva do dinheiro.
        Eu não. Eu trato bem. E o inverso tb acontece.
        Paguem todo o meu conforto !!! PMJ !!!

        6+
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  • Seguidor do Bolha BH 30 de junho de 2016 at 13:40

    “Alianças estratégicas”
    Compartilhamento de informações e de imóveis é adotado por imobiliárias
    http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/noticias/2016/06/30/interna_noticias,49485/compartilhamento-de-informacoes-e-de-imoveis-e-adotado-
    por-imobiliaria.shtml

    Desespero mod on

    3+
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    • Cadeludo 30 de junho de 2016 at 15:18

      quando vende todos soltam foguetes e bebem juntos, depois todos processam todos por causa da comissão

      5+
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  • Dr. Estranho 30 de junho de 2016 at 14:08

    Olá.
    Olá
    “http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/06/1787265-rio-16-como-a-cidade-foi-do-sonho-olimpico-ao-pesadelo.shtml”

    2+
  • Observador 30 de junho de 2016 at 14:22

    Saudades do IPCA + 7,8% que vendi só com 25% de lucro!!!

    Será o fim do sonho da bola 8?

    8+
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    • From_The_Tower 30 de junho de 2016 at 14:40

      Pode acontecer.
      Chances são pequenas.
      Eu peguei 7,77% e 7,82% nas 2020.

      2+
    • odorico 30 de junho de 2016 at 14:50

      Original está oferecendo cdb ipca + 8,20 10 mil por 4 anos. na easy…

      5+
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  • Money_Addicted 30 de junho de 2016 at 15:32

    CVR – Acabo de saber q um AP vizinho ao q alugo no litoral foi vendido por 250k,

    1 – duas conclusoes ainda tem otario com grana
    2 – estou pagando 0.32% sobre o preco fantasia
    * meu dinheiro no FGTS rende mais q isso

    PMJ

    [ ]s

    8+
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    • Loucodf 30 de junho de 2016 at 16:33

      Bixo, eu também levo em consideração os juros do FGTS. Sei que não cobre nem a inflação, mas se tivesse financiado, não teria nada. Então é alguma coisa
      😀

      Pague o juros do meu FGTS, varia de 80 a 100 reais mensal
      Pague os juros do FGTS da minha mulher, entre 120, 150 reais mensal.

      2+
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    • tmarabo 1 de julho de 2016 at 15:35

      “meu dinheiro no FGTS rende mais q isso” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      não tem bolha rs

      0
  • CarlosL 30 de junho de 2016 at 15:34

    CVR

    Subiu um predio legalzinho no bairro de Perdizes faz quase 1 ano; O tal do Oca…. Passando a noite e olhando tem 2 ou 3 luzes acessas no máximo…

    Pois bem, olhando só por curiosidade em site de aluguel, apareceu um por 1300,00 …. O valor de compra no mesmo site ? 550k, 580k…. Isso equivale a uns 0,02%; ÓTIMO NEGÓCIO

    Ah, algo me diz que nem nesse preço vai alugar…. Sabe pq?!
    – Ap quase no forro onde o prop. jênio colocou carpete de madeira em tudo inclusive na cozinha (?!?!)
    – É um 40m2 com condo que está quase 1MIL reais

    5+
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    • Cadeludo 30 de junho de 2016 at 15:59

      580 mil por 40m2 só 666 exponencial paga
      propineiro também paga e nem olha

      8+
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  • Resimob 30 de junho de 2016 at 16:12

    A inflação está arrebentando!!
    Temos o maior acumulado nos últimos 12 meses, desde outubro de 2008.
    Vejam a série histórica desde 2005.

    http://www.resimob.com.br/igp-m-tabela-atualizada-ate-junho-2016/

    Sabem como se chama isso? ESTAGFLAÇÃO… Aí é a morte!

    12+
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    • Resimob 30 de junho de 2016 at 16:17

      Estamos caminhando para a estagflação: diminuição das atividades econômicas, aumento do índice de desemprego, inflação e da falta de instrumentos institucionais que regulem a economia, uma vez que a alta da taxa SELIC não surtiu o efeito desejado.

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    • RicardoNT 30 de junho de 2016 at 17:07

      O que está estranho é que com o dolar baixando, deveria ajudar a baixar a inflação já que muitas coisas são negociadas em dolar. Inclusive comida ( arroz, trigo, etc).
      Porem vemos exatamente o contrário.
      Estou vendo um certo paralelo entre 2008. Com vários investidores migrando para commodities em vez de bolsa…. e foi exatamente após as eleições americanas que foi anunciado o crash de 2008 mas os indicadores já estavam lá.
      Alguém está vendo a mesma coisa?

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    • CA 30 de junho de 2016 at 17:36

      Resimob,

      Acredito que a estagflação é um estágio pelo qual já passamos na prática e estamos sim entrando na depreflação, algo ainda mais raro.

      Explico:

      Se tirarmos todas as maquiagens relacionadas a pedaladas, contabilidade criativa, etc., o fato é que já teríamos tido recessão e inflação elevada desde o segundo trimestre de 2014, pelo menos… Veja estudo abaixo feito pela FGV quanto à recessão:

      http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/08/brasil-entrou-em-recessao-partir-do-2-trimestre-de-2014-diz-fgv.html

      Embora o estudo da FGV acima não comente sobre a inflação, todos sabemos que o Governo MANIPULOU a inflação real através de uma série de recursos artificiais em especial no período de 2012 a 2014: as pedaladas omitiam a gravidade da situação fiscal, com isto, os investidores não fugiam em massa e o US$ e inflação não disparavam. Quando o US$ aumentava, o governo aumentava também as operações de Swaps Cambiais, para não deixar que a inflação disparasse, em especial a partir de 2014 em função das eleições. Antes disto, desde 2012, tivemos contenção de aumento dos combustíveis em momento em que a cotação do petróleo subia em todo o Mundo, juntamente com redução FORÇADA no preço da energia elétrica. A consequência de tudo isto foi a disparada da inflação em 2015, que passou dos 10% no ano. Se de 2014 para 2015 não podíamos configurar uma “estagflação” com todas as letras, em virturde de todas as pedaladas e maquiagens, pelos resultados do PIB e inflação de 2015 e 2016 isto já ficou mais do que claro, qualquer discussão “filosófica” em sentido contrário é pura balela.

      E a “receflação”, por que estaríamos “evoluindo” para ela?

      Primeiro, vamos rever o conceito de depressão econômica:

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Depress%C3%A3o_(economia)

      Trecho do link acima:

      “Depressão econômica consiste num longo período caracterizado por numerosas falências de empresas, crescimento anormal do desemprego elevado, escassez de crédito, baixos níveis de produção e investimento, redução das transações comerciais, alta volatilidade do câmbio, com deflação ou hiperinflação e crise de confiança generalizada. A depressão é mais severa que a recessão, a qual é considerada como uma fase declinante normal do ciclo econômico.

      Uma regra usual para se definir a depressão é a redução drástica (cerca de 10%) do PIB) ou uma prolongada recessão (três ou quatro anos).”

      Agora vejamos alguns fatos relacionados ao que consta acima:

      http://noticias.serasaexperian.com.br/inadimplencia-atinge-mais-da-metade-das-empresas-e-bate-recorde-revela-serasa-experian/

      http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,desemprego-cresce-a-velocidade-recorde,10000052596

      http://oglobo.globo.com/economia/falta-de-credito-afeta-pequenos-negocios-aponta-pesquisa-do-sebrae-17960115

      http://www.cnf.org.br/noticia/-/blogs/concentracao-bancaria-agrava-escassez-de-credito-a-empresa

      http://infograficos.estadao.com.br/economia/por-que-o-brasil-parou/industria.php

      http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/03/1745820-investimentos-acumulam-dez-trimestres-de-queda.shtml

      http://financeone.com.br/moedas/cotacoes-do-dolar/

      http://infograficos.estadao.com.br/economia/por-que-o-brasil-parou/confianca.php

      http://oglobo.globo.com/opiniao/a-crise-de-confianca-maior-que-desequilibrio-fiscal-18347421

      Por que então, a imprensa não fala de forma aberta sequer sobre a estagflação, quanto mais em relação à depreflação, se já temos um volume de evidências tão relevante quanto a isto? A imprensa tenta criar um cenário de otimismo artificial, em parte porque isto interessa aos tubarões, em parte porque acreditam que uma visão otimista, mesmo que UTÓPICA, pode colaborar para a recuperação da confiança, enquanto falar a verdade iria agravar a depressão. Esta visão não deixa de ser correta no CURTÍSSIMO PRAZO, no entanto, a DECEPÇÃO de se encarar a realidade será muito mais dolorosa ainda no curto e médio prazo e há outro ponto fundamental: enquanto não encararem a realidade de frente, as ações NECESSÁRIAS e DURAS não serão adotadas.

      “Diz a lenda” que Temer e Meirelles estão apenas aguardando a saída definitiva de Dilma para anunciar ações mais duras que combatam de frente os problemas da economia. Por medidas mais duras, podemos entender também as mais IMPOPULARES. De qualquer forma, dúvido que façam isto pra valer antes das eleições deste ano…

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      • CA 30 de junho de 2016 at 17:37

        Correção: e a “depreflação”, por que estaríamos evoluindo para ela?

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    • wade 30 de junho de 2016 at 18:10

      Nos resta orar pela SELIC novamente no talo e, pra conseguirem pagar suas dívidas, governo privatizar até suas mães. Eles sinalizaram ambos, mas não na proporção que menciono. Fueda.

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  • Ilusionista 30 de junho de 2016 at 17:12

    Venderam o veneno, agora vendem o antídoto…

    A cada dia cresce o número de gente oferecendo “serviços” prometendo devolução de 100%, e ainda corrigido, do valor já pago para quem comprou na planta…..
    detalhe, tem que pagar “adiantado” tais serviços para receber.

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  • Resimob 30 de junho de 2016 at 17:17

    Tanto os keynesianos como os schumpeterianos esperam que os sindicatos dos trabalhadores e os empresários consigam acordos voluntários para negociar uma política salarial e uma política de preços como medidas de acerto econômico.
    Não é isso que vemos por aí… Neste ano, o dissídio salarial médio foi de 10%. Em épocas de desemprego, há de se pensar em perda da capacidade de compra dos trabalhadores em prol da economia. É uma medida drástica, porém com resultados em curto prazo. Não é assim que os sindicatos pensam. A ameaça de greve força o aceite por parte dos empresários, que literalmente repassam os aumentos ao mercado consumidor. O Estado será obrigado a adotar medidas impopulares para que o trajeto atual não resulte numa convulsão macroeconômica.

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  • Longa Manus 30 de junho de 2016 at 17:34

    Finalmente o Senado aprovou nosso REAJUSTE DA INFLAÇÃO (servidores do Judiciário Federal e MPU). Agora é esperar o Temer sancionar. Aí sim abrirei minha Baden Gold para comemorar!

    OBS.: Enquanto a mídia rosnava a notícia, omitem inexplicavelmente o reajuste dos servidores do SENADO, cuja sanção aconteceu dia 28! E os caras ganham quase 60% a mais. Vá entender….

    Essa notícia vai especialmente para os colegas que detestam os servidores públicos, os que torceram contra nossa luta e os que ficam de mimimi aqui no blog se achando….

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  • CA 30 de junho de 2016 at 18:57

    Notícia recente:

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,pacote-de-bondades-de-temer-chega-a-r-125-bi,10000060099

    Estamos falando sobre um déficit de R$ 170 bi para este ano, onde o Governo Temer sabia que a herança maldita JÁ CONTRATADA por Dilma e cia para este ano não chegava a estes R$ 170 bi, mas por fins políticos, visando o apoio do senado e da população para aprovação do impeachment, o ministro da fazenda já havia incluido nesta conta uma parte do “pacote de bondades” que já tem efeitos neste ano. A estratégia política foi: coloque um número maior de déficit do que aquele calculado, depois realize um déficit que você mesmo irá gerar e que vai caber nestes R$ 170 bi, mas este déficit adicional “passará desapercebido”, pois as pessoas vão focar nos “benefícios” trazidos pelo mesmo em termos políticos e vão mencionar: “não se preocupe, estava incluido nos R$ 170 bi previstos, este era um mal necessário”.

    Como sabemos, já haviam previsões de novo déficit superior a R$ 100 bi para o ano de 2017, com as ações mais recentes da equipe econômica, esta ordem de grandeza vai cada vez mais se confirmando.

    Vejam ainda a observação de Mansueto no artigo do link acima, onde ele coloca que historicamente só se fazem ajustes fiscais com efeito no curto prazo com corte nos investimentos e aumento nos impostos e que este não seria o caminho. Ele disse isto quando reforçava as medidas estruturais e com efeitos para o médio e longo prazo (a iniciar em 2018, no cenário mais otimista). Em outras palavras, o Governo “jogou a toalha” quanto a ações mais radicais e com efeito mais imediato. Alguns ainda acreditam que após a efetivação do impeachment algo mais impactante será feito pelo governo Temer, no entanto, a probabilidade maior é que lancem novas medidas estruturais com efeito em prazo mais dilatado e se preservem politicamente.

    E o mercado financeiro, se contentará com o que consta acima? E quanto ao “mercado real”, o segmento produtivo, no curto prazo vai aumentar os investimentos em função disto? Por mais que a imprensa insista em maquiar a realidade e não encará-la de frente, continuamos com todos os problemas que tínhamos antes, nenhum deles com uma solução clara para o curto prazo, senão vejamos:

    1) Elefante na sala – crise política: 3 ministros afastados, 3 cacifes do PMDB na corda-bamba, várias “idas e vindas” em decisões que alguns interpretam como fraqueza e apesar do apoio da mídia de forma geral (excluindo aqueles financiados pelo PT), a verdade é que a crise política ainda não foi superada, pois o governo tem que lidar com chantagens de senadores, novas ameaças semanais da lava-jato quanto a envolvimento de novos políticos do PMDB e aliados, queda na popularidade de Temer, cada vez mais pessoas “em cima do muro” e que já pensam que talvez a Dilma não fosse tão ruim (outro sinal de perda de apoio popular), dentre outros fatores que minam a credibilidade do governo, inclusive o número crescente de economistas que avalia de forma negativa o aumento das concessões na economia para atender fins políticos, comparando com as estratégias adotadas de maneira intensiva por Dilma. Em outras palavras, a impressão é que o fato de terem aprovado o afastamento temporário de Dilma foi como terem derrubado a porta da sala de estar, mas foi só após isto que perceberam que um elefante não passaria pela porta…

    2) Bode na sala – crise fiscal: se até antes de aprovarem o afastamento temporário de Dilma para julgamento do impeachment no senado todos na imprensa diziam que logo após isto acontecer teríamos um novo “ciclo virtuoso”, com ações imediatas para recuperação da grave situação fiscal, mais recentemente passaram a apostar que tais ações só poderão ser adotadas após o impeachment ser aprovado em definitivo. Após esta mudança de posição, diziam que o impeachment seria acelerado e tentariam fazer com que se concretizasse em julho, como não conseguiram, adiaram a previsão para Agosto. Agora já começam a dizer que o impeachment não poderá ocorrer em paralelo com as olimpíadas, ou seja, a nova data será a partir de setembro ou outubro. Em seguida, vão dizer que as medidas economicas mais duras não poderão ser adotadas antes das eleições municipais, pois seriam inviáveis politicamente, com isto vai ficar para fim de novembro ou início de dezembro, mas daí já vai ser o Natal e sabe como é, péssima data para medidas impopulares… Depois de tudo isto, provavelmente farão um conjunto de medidas não tão eficaz quanto o necessário, desta vez com a justificativa que o apoio político e da população não é o suficiente para medidas mais duras. Isto sem contar os ROMBOS em CEF, BB, BNDES, fundos de pensão de empresas públicas, multas da Petrobrás em processos nos EUA, etc., etc., etc., que sequer estão sendo mencionados e que vão explodir causando “surpresas” quanto a seus impactos nas contas públicas (estamos falando sobre CENTENAS DE BILHÕES DE REAIS). Em resumo, ainda sem previsão de quando o bode vai sair da sala e aliás, não tem mesmo como ele sair enquanto o elefante estiver entalado na porta que foi destruída…

    3) Cabrito na sala – lava-jato: nem precisa dizer muito, ainda não sabemos como e quando terminará, mas temos “fortes emoções” todas as semanas, afetando fortemente o elefante que está na sala. Junto com isto, o efeito sobre as empresas mais envolvidas nos esquemas de corrupção já é altamente impactante até sobre o bode na sala e a economia como um todo, levando grandes empresas de infraestrutura a se tornarem inviáveis operacionalmente. Não há solução mirabolante e imediata via privatizações e grande volume de concessões, estes são PROCESSOS que levam tempo e além disto, requerem uma fé em resultados imediatos do lado fiscal que estão cada vez mais distantes, é só ver o que consta no parágrafo anterior sobre o bode na sala.

    4) A bolha imobiliária: com todo o zoológico acima, o pessoal do segmento imobiliário continua posando de vítima, muito à vontade em dizer que a causa de todos os problemas é a crise na economia que começou a se manifestar no início de 2015, FINGINDO não saberem que a crise no segmento imobiliário começou muito antes disto, já em 2012, informação subsidiada por grande volume de evidências e também FINGINDO não saber que a bolha é uma das grandes responsáveis pela crise. Infelizmente enquanto o zoológico permanecer a todo vapor ninguém atuará com firmeza para encarar de frente os efeitos altamente destrutivos de nossa bolha imobiliária para economia, como por exemplo:

    4.1) Perda relevante de liquidez no mercado: com um volume que é o recorde histórico de distorção entre oferta e procura, MUITAS construtoras já sofrem problemas seríssimos de liquidez, já afetando também a liquidez de seus credores, que acumulam ativos SUPER FATURADOS (recorde de retomada de imóveis por bancos e de imóveis, terrenos e outros repassados para pagamento de dívidas com valores super-avaliados) e cada vez mais observam que suas “garantias” quanto a empréstimos concedidos são UTÓPICAS, exatamente como ocorreu na explosão de bolhas imobiliárias de outros países. Não esquecendo que proprietários que não vendem nem alugam seus imóveis engrossam a fila daqueles com sérios problemas de liquidez, assim como as famílias que ainda estão entrando nesta CILADA e adquirindo financiamentos imobiliários que tomam parcelas muito elevadas de suas rendas, ao mesmo tempo que observam sua renda real declinar de forma contínua, de novo, gerando forte perda de liquidez. Não podemos esquecer das milhares de famílias que estão realizando distratos com perda relevante de dinheiro e ainda, aquelas que já perderam seus imóveis para os bancos e aquelas que estão entrando agora nesta ARAPUCA e daqui a poucos anos passarão pela mesma situação, todas elas engrossando a lista daqueles que sofrem com perda de liquidez. Isto sem falar no tanto de dinheiro PARADO em galpões, salinhas comerciais e outros similares que não geram um centavo, ao contrário, tomam dinheiro dos investidores, mais uma vez, roubando liquidez do mercado como um todo;

    4.2) Desemprego: os lançamentos de imóveis só poderão ser retomados pra valer depois que o preço tiver voltado à normalidade, depois que isto tiver colaborado para uma recuperação da liquidez, depois que a economia começar a se recuperar de todos os prejuízos causados pela bolha imobiliária, o que significa que os empregos da construção civil, só poderão ser retomados após tudo isto e quanto mais o segmento imobiliário insistir em se esconder atrás do zoológico que mencionei acima, mais tempo vai demorar para que isto aconteça e piores serão os efeitos negativos para os empregos neste setor;

    4.3) Manutenção dos negócios atuais / novos negócios: como manter seus negócios, em especial os de pequeno porte, tendo de um lado preços ainda abusivos para alugueis comerciais e por outro, queda no consumo? Como recuperar o consumo, se a dívida das famílias com o crédito imobiliário TRIPLICOU de 2010 a 2015 e continuam entrando novas famílias em financiamentos imobiliários com preços surreais e comprometendo sua capacidade de consumo por décadas? O único caminho será os preços dos aluguéis comerciais voltarem a REALIDADE, deixando os patamares inflados artificialmente, estimulando a manunteção de negócios e novos empreendedores, enquanto isto não ocorrer de forma efetiva, não há recuperação possível e relevante da economia, principalmente quando combinado com outros itens mencionados aqui.

    4.4) Preços de alugueis residenciais e de vendas de imóveis, apesar das quedas ocorridas, ainda MUITO LONGE de seus fundamentos. Como destravar o mercado imobiliário e ao mesmo tempo o orçamento das famílias, sem uma redução relevante nos preços de vendas e de aluguéis? A verba para financiamentos imobiliárias, super-consumida pela bolha, SECOU, não há milagre nem solução de curto prazo, conforme detalhei em comentário mais acima, ou seja, não existem as famosas SOLUÇÕES MIRABOLANTES de que é só se estimular o crédito que tudo se resolve, reitero, a fonte secou (sem contar que aumentar o crédito DE NOVO seria colocar ainda mais gasolina no incêndio, é só ver os índices atuais e tendências quanto a nível de endividamento e de inadimplência).

    Vamos ver até quando conseguirão MASCARAR a bolha imobiliária, sempre lembrando que quanto mais o segmento imobiliário conseguir mascarar esta situação, piores e mais longas serão as consequências para eles mesmos e para a economia como um todo…

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  • Cajuzinha 30 de junho de 2016 at 20:46

    “A desculpa de Temer e de Meirelles é de que tudo está sendo arrumado e que a gastança atual já está computada na previsão de deficit de R$ 170,5 bilhões neste ano e de mais de R$ 100 bilhões em 2017. Ora, se realmente quisessem corrigir todos os estragos cometidos por Dilma, o presidente interino e o ministro da Fazenda deveriam ter cortado gastos, feito de tudo para que os rombos deste ano e dos próximos fossem menores. Mas, não. Preferiram o caminho mais fácil. Para obterem apoio político, acomodaram uma série de demandas, empurrando a conta para os contribuintes. As bondades do governo Temer chegam a R$ 125 bilhões, como mostra hoje o Estado de S. Paulo.

    Como bem lembrou a brilhante economista Monica de Bolle, é preciso ser coerente. “Quando as bondades eram feitas por Dilma, o achincalhe era geral entre os economistas. Quando vêm de Temer, é porque é agenda dupla, demandas do presidencialismo de coalizão”, diz. O mercado está passando a mão nas cabeças de Temer e de Meirelles somente porque não gosta de Dilma, porque não quer a petista de volta ao poder. Mas é uma grande incoerência, inaceitável num país sério.

    Se continuarem nessa toada, repetindo os erros de Dilma, mas com um discurso bonito, que soa bem aos ouvidos dos investidores, Temer e Meirelles vão cometer o mesmo desatino. E quebrar o Brasil de vez. De discursos bonitos e falsas promessas, o país está cheio. O que precisamos é de coerência. E, certamente, isso está faltando, e muito, no atual governo.”
    http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/cara-de-pau-de-temer-e-meirelles/

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  • Igor Alves 1 de julho de 2016 at 08:55

    #OFF

    Leiam está notícia, não fala de bolha, mas em muitos aspectos negativos do HellCity

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marilizpereirajorge/2016/06/1787201-a-vida-e-muito-curta-para-morar-no-rio.shtml

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    • Cesar_DF 1 de julho de 2016 at 09:40

      Vale a pena destacar alguns pontos desta matéria sobre o “Hell de Janeiro Way of Life”

      A vida é muito curta para morar no Rio

      Eu era a paulista mais carioca que meus amigos conheciam. Tinha a tal alma, roupas coloridas, conta na barraca do Leandro, no Posto 12, mesa cativa no Jobi, chamava os garçons pelo nome, tomava cerveja na calçada, banho de mar à noite no verão. Estava com uma mala sempre pronta, e a poltrona 8F no avião religiosamente reservada para ver lá de cima a cidade chegando.

      A vida é muito curta para não morar no Rio, diziam. Eu ria, mas voltava feliz para o meu caos organizado em São Paulo, às segundas pela manhã. Até que uma proposta de trabalho me trouxe de mala e mudança. Depois do primeiro mês, a lua de mel com a cidade acabou e eu me perguntava: como as pessoas moram aqui?

      Demorou, mas não sou mais solitária nesse questionamento. Vejo amigos e conhecidos compartilhando em redes sociais uma pesquisa feita pela ONG Rio Como Vamos, que mostra que 56% da população tem vontade de ir embora da cidade. Em 2011 esse percentual era de 27%.

      O que faz os moradores quererem fazer as malas é o aumento da violência. Roubos na rua assustam mais as classes mais altas, enquanto as balas perdidas são o terror na vida da população menos favorecida. Mas os problemas do Rio vão muito além disso, e é um espanto que apenas tiro, porrada e bomba tenham acendido o alerta de que a Cidade Maravilhosa é uma farsa. Uma paisagem espetacular, recheada de problemas escandalosos.

      Essa visão de que o Rio é o melhor lugar do mundo para se viver é um tanto provinciana e romântica, além de cega, de uma maioria que mora e trabalha na zona sul –e parte da zona oeste– e só de vez em quando tem o doce cotidiano chacoalhado pela violência que atravessa o túnel Rebouças. Gente que vive numa bolha, que eventualmente estoura num assalto com morte.

      Vida que segue. A gente se deslumbra com a belezura da geografia e aprende a conviver com malandragem generalizada, falta de pontualidade, incompetência disfarçada de informalidade, hostilidade travestida de espontaneidade, infâncias miseráveis, pobreza, falta de tudo.

      O Rio é só uma cidade decadente que vive de um glamour passado, num presente melancólico. E parte da sua população sempre foi conivente com tudo que nos fez descambar para essa triste realidade. Como fechar os olhos para uma parte gigante da cidade que apenas sobrevive?

      Praias, lagoas e baía não ficaram poluídas da noite para o dia. Ainda assim, as areias estão sempre cheias, mesmo nos dias em que o mar não está nem para peixe nem para gente. O negócio é mergulhar no cocô para se refrescar, tomar uma cervejinha e tirar foto do pôr do sol. Com sorte, daqui uns anos ainda reste o pôr do sol.

      Chamar favela de comunidade não muda o fato de que centenas de milhares de pessoas continuam vivendo sem saneamento, sem saúde, sem educação, reféns ora do tráfico ora da milícia. Mas é bonito subir o morro, ir ao sambinha, postar foto na “comunidade” e fazer de conta que ela está integrada. Não está. Fica bonito na letra de música, na poesia, mas é apenas gente esquecida –e tolerada– em troca de status de cartão postal.

      Mas tudo bem, a gente dá uma maquiada, ergue muros nas linhas Amarela e Vermelha para que os turistas não vejam o lado mais feio, miserável e perigoso da cidade –além de evitar que balas atravessem a pista e matem os desavisados. De quebra, nós mesmo esquecemos que existe o lado mais feio, miserável e perigoso por onde só passamos a caminho do aeroporto.

      O coro de “nunca pensei que diria isso, mas penso em ir embora do Rio”, tomou o lugar de posts babaovistas com legenda “Rio, eu amo eu cuido”, “Eu moro onde as pessoas passam as férias”. Férias é somente o que uma pessoa com juízo faria aqui. Vem, passa o dia na praia, torce para não ser vítima de um arrastão, passeia pelos pontos turísticos, toma um chopp aguado, come um bolinho no Braca, vai no ensaio da escola de samba, se o tráfico não estiver em pé de guerra, pega o avião a vai embora.

      Para quem mora aqui, o jeito é torcer. O que nem sempre é suficiente. Para muita gente a vida tem sido muito curta para morar no Rio. Juan, um ano e dois meses. Giselle, 34. José Josenildo, 31. Foram mortos nas últimas semanas. Bala perdida. Tentativa de assalto. Emboscada. Não há paisagem que valha a pena morrer tão cedo.

      Obviamente, criminalidade, pobreza, corrupção e falta de toda a sorte de serviços básicos são problemas em maior ou menor grau em todas as capitais brasileiras, mas nenhuma se vende como Cidade Maravilhosa. E antes que algum ofendido venha me mandar embora, só tenho uma coisa a dizer: é o que eu mais quero. Eu e os 56% dos moradores do Rio.

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  • marcosbolha 1 de julho de 2016 at 09:06

    Veja como foi audiência pública no STJ sobre a cobrança da comissão de corretagem na venda de imóveis

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realizou na última segunda-feira (9) uma audiência pública para debater o tema da cobrança da comissão de corretagem e da taxa de serviço de assessoria técnico-imobiliária (Sati) dos compradores de imóveis na planta.
    Foi discutido quem deveria pagar esses encargos: o consumidor ou a incorporadora ou imobiliária. A questão será julgada em breve pela Segunda Seção, como recurso repetitivo.

    O discutido será despachado para o Ministério Público Federal (MPF), que deverá elaborar um parecer e, posteriormente, voltar ao STJ para a realização de um julgamento. Não há previsão de prazo para nenhuma dessas ações.

    Na abertura da audiência, o representante do MPF e subprocurador geral da República, Antonio Carlos Alpino Bigonha, defendeu que a cláusula contratual que repassa o pagamento dos encargos ao comprador é nula de pleno direito e caracteriza venda casada. Ainda argumentou que os corretores e advogados são subordinados à empresa, e não ao comprador do imóvel.

    Na ocasião, o advogado Marcelo de Andrade Tapai afirmou ainda que o corretor contratado pela incorporadora para comercializar imóveis no estande de venda atua, na verdade, como um vendedor que trabalha em favor da empresa, e, por isso, deve ser remunerado por seu empregador. Ele defende que esse procedimento também caracteriza venda casada.

    Já o vice-presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (CreciI), José Augusto Viana Neto, defendeu que o pagamento é de responsabilidade do comprador. Seu argumento é de que o corretor é um profissional autônomo e que não está a serviço da incorporadora.

    O representante da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Gustavo Henrique Franco, ressaltou que o fim do repasse da cobrança em nada contribuiria com o barateamento da incorporação imobiliária, porque os serviços e pagamentos relativos à corretagem continuariam a existir.

    A representante do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Claúdia Almeida, também defendeu que, caso o repasse seja proibido, o consumidor continuaria a pagar pelo serviço, uma vez que o valor será incluído no preço do imóvel.

    Em relação ao Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) rechaçou a alegação, apontada pelos que defendem a ilegalidade da cobrança, de venda casada. Para o Sindicato, o corretor atua como intermediador entre fornecedor e adquirente, e não apenas em benefício da incorporadora.

    O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon-RN), representado por Gabrielle Trindade de Azevedo, endossou o posicionamento da filial paulista. Azevedo argumentou que o consumidor passa por um longo período de decisão e, se o fornecedor oferece ferramentas de esclarecimento sobre a cobrança da comissão, ele não poderia buscar o Judiciário posteriormente para discuti-las.

    Walter José Faiad de Moura, do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon) alegou o contrário. “O setor imobiliário buscou segregar o corretor por questões tributárias, mas basta visitar o Tribunal Superior Trabalho para lembrar que corretores já foram interna corporis, chamavam-se agentes de venda e a quantidade de ações trabalhistas que demandaram fez com que o mercado tentasse retirá-los de dentro relação trabalhista propriamente dita e a formalização que encontraram foi a figura estranha desse contrato que a gente não sabe se é anexo ou principal”, defendeu.

    Os membros da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Alexandre Tavares e Lúcio Delfino, argumentaram que não há como considerar legítima a corretagem quando fica comprovado que o consumidor não contratou a taxa por livre opção. “A compra em estande de vendas desconfigura o contrato que estabelece a corretagem”, alegou Delfino.

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  • LZ 1 de julho de 2016 at 09:20

    odorico

    Original está oferecendo cdb ipca + 8,20 10 mil por 4 anos. na easy…

    5+

    Pergunta pra vocês estes investimentos são IPCA + 7,90% ao ano, durante 4 anos certo ?

    0
  • Alemon Fritz 1 de julho de 2016 at 09:23

    corvos se lasquem
    “Mercado” imobiliário
    Construtoras resistem a devolver valores, apesar de jurisprudência do STJ
    É importante observar que o valor pago a título de sinal também compõe o montante que deve ser devolvido.”
    Outro descumprimento que gere indenização, de acordo com o STJ, é o atraso na obra. além de multa prevista em contrato (AREsp 521.841).
    comissão: desistência: o novo CPC indica que o julgador deve refletir sobre o que é resultado útil a partir do trabalho de mediação do corretor, pois a intenção das partes em comprar não justifica o pagamento de comissão (REsp 1.183.324).

    http://www.conjur.com.br/2016-jun-05/construtoras-resistem-devolver-valores-apesar-jurisprudencia

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    • LZ 1 de julho de 2016 at 09:25

      Sem dinheiro, vão devolver é nada kkk

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  • Cajuzinha 1 de julho de 2016 at 09:33

    “Segundo ele, a compra e venda parcelada não costuma ser uma boa opção, tendo em vista que os juros e índices de correção monetária que incidem (ou são embutidos) nas prestações superam os juros dos financiamentos bancários, em especial do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). “Geralmente, as parcelas aumentam no decorrer dos meses e anos, chegando a dobrar de valor a cada cinco anos. Além disso, o comprador não possui a cobertura dos seguros habitacionais, que cobrem morte e invalidez permanente e danos físicos ao imóvel, e são obrigatórios no SFH e no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)”, alerta Soares.”

    “”Além disso, até a data da quitação, o imóvel fica registrado em nome do vendedor e pode ser penhorado por dívidas deste, cabendo ao comprador constituir advogado e apresentar sua defesa, demonstrado que o imóvel lhe foi vendido. É muito incomum o comprador perder o imóvel num caso assim, mas pode acontecer, especialmente se se tratar de dívida trabalhista. Dessa forma, tão logo seja possível, o ideal é que o comprador faça a quitação, seja através de recursos próprios, FGTS, financiamento bancário ou consórcio habitacional”, orienta Chiaraba.

    Quem optar pela compra parcelada deve tomar alguns cuidados:”

    http://investimentosenoticias.com.br/financas-pessoais/imoveis/financiamento-proprio-tem-sido-opcao-para-compra-de-imovel

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  • Alemon Fritz 1 de julho de 2016 at 09:38

    não compre na planta.

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    • Observador 1 de julho de 2016 at 09:41

      Como assim?? Perder a valorização de 30% a.a.??

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  • Longa Manus 1 de julho de 2016 at 12:08

    CVR 1

    Quando tomei posse no TRF2 minha primeira área de atuação foi justamente onde a médica foi assassinada. Se está ruim para o cidadão, imagina para um Oficial de Justiça. Pavuna, Parque Colúmbia, Acari, Fazenda Botafogo, Chapadão, Pedereira, etc. Tensão, e muitas orações durante o trabalho.

    CVR 2

    Minha filha e genro veio tomar café da manhã hoje conosco. À tarde tomará posse em cargo (concursado) no TRF2. Ela era do TJRJ. Ele Sargento da Marinha.
    Falei com eles sobre o TD (já tinha enviado para eles o TD descomplicado do R. Seabra). Minha filha inclusive já tem conta na easy, mas até agora não iniciou os investimentos.
    Orientei que agora, com um upgrade no orçamento, eles poderiam aproveitar e fazer uma bela reserva, e não cair na mesmice da maioria do funcionários nestes casos (financiamentos, troca de carro, etc).
    Meu genro (fiquei puto!), disse que iria continuar com o dinheiro na poupança, que era complicado investir, que a poupança era mais segura. Esses absurdos que ouvi. Falei que tudo bem, que ele era ignorante tal qual 90% da população…clima ficou tenso, mas dane-se, falei mesmo…..

    Esse vai ser duro ajudar. Ainda bem que minha filha me escuta….é difícil, viu!!??

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    • alemonbnu 1 de julho de 2016 at 12:23

      Oriente sua filha. Se ela tiver um comportamento bom nesta questao de financas, ela pode vir a tomar as redeas e cuidar dos investimentos do casal. Minha mulher eh assim: so gosta de poupanca, eh mais seguro,etc. No entanto, sou eu quem administro tudo. Um pouco ela brinca na poupanca, o resto eh comigo. ” confio em vc, aplique ai nessas coisas complicadas.” passo pra ela o extrato trimestralmente. Tudo funciona.

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    • From_The_Tower 1 de julho de 2016 at 16:08

      PQP !
      Não dá para acreditar.
      Alguns papéis do TD dando 2% a.m. 30% no ano e o cara se contentando com 0,70% a.m.?
      ARDAM !!!!

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  • Cesar_DF 1 de julho de 2016 at 12:13

    Jornalista inglês diz ter medo da situação da segurança no Rio após a Olimpíada

    http://istoe.com.br/jornalista-ingles-diz-ter-medo-da-situacao-da-seguranca-no-rio-apos-a-olimpiada/

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  • Longa Manus 1 de julho de 2016 at 12:41

    alemonbnu

    Oriente sua filha. Se ela tiver um comportamento bom nesta questao de financas, ela pode vir a tomar as redeas e cuidar dos investimentos do casal. Minha mulher eh assim: so gosta de poupanca, eh mais seguro,etc. No entanto, sou eu quem administro tudo. Um pouco ela brinca na poupanca, o resto eh comigo. ” confio em vc, aplique ai nessas coisas complicadas.” passo pra ela o extrato trimestralmente. Tudo funciona.

    0

    Obrigado. Sim, ela será a “salvação” do casal…rs

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  • To ficando sabido ... 1 de julho de 2016 at 13:14

    ÊÊÊÊ assim continua o ÇANGUIIIII aos poucos em direção ao grande mar …

    ‘Fábrica de cimento demite 255 funcionários em Ituaçu e Tanhaçu’

    “A fábrica de cimento Itaguarana, pertencente ao Grupo Nassau, anunciou na última segunda-feira (27) a demissão de 195 trabalhadores”

    http://www.l12.com.br/noticias/4531-2016/06/28/fabrica-de-cimento-demite-255-funcionarios-em-ituacu-e-tanhacu

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  • Cajuzinha 1 de julho de 2016 at 14:45

    “A crise econômica atingiu em cheio o setor de móveis em Mato Grosso. Uma loja de móveis planejados renomada em Cuiabá não tem sequer matéria prima para atender a demanda.
    O que chama a atenção é que não houve alerta disso aos compradores e a empresa lida agora com diversas ações em Juízados Especiais.
    Em crise, reduziu o quadro de funcionários e responde a reclamações na Justiça do Trabalho por calote. Há suspeitas de que a empresa está perto da falência.
    Sem se preocupar com a quantidade de ações que responde na Justiça, a direção da empresa não está disposta a ressarcir seus clientes pelos valores pagos antecipadamente, o que poderia gerar um calote coletivo raramente visto em Mato Grosso.”

    http://www.folhamax.com.br/entrelinhas/crise-atinge-setor-de-moveis-em-mt/90975

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  • Cadeludo 1 de julho de 2016 at 16:25

    eu agarantcho os supermercados estão dando no rim do povão inflação desenfreada com remarcações de estoque frenéticas
    de 5 passa pra 6
    de 3 passa pra nove
    de 1,75 passa pra 3,99
    salve-se quem puder e que haja renda irmãos
    tá russo

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