Resumo Imobiliário abre a caixa preta do FGTS Pró-Cotista – Resimob

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Comments
  • Lucas 3 de maio de 2016 at 16:25

    eu vou explicar pra vcs

    Eles os especuladores, construtoras e corvos não podem de jeito nenhum mostrar essas quedas de 40% que realmente estão ocorrendo nas vendas verdadeiras, eles precisam maquiar a coisa em índices, numeros, taxas, em financiamentos a perder de vista

    Eles precisam evitar o moral hazard, o tal risco moral.

    Imagina uma pessoa de bem querendo comprar sua casa ele vê que o preço caiu de 660 mil para, digamos 420 mil.

    A pessoa que antes ouvia falar que imóvel nunca cai de preço, agora acorda pra realidade e percebe que pode cair sim, se pode cair 200 mil, por quê não, cair outros 200 mil lá na frente, isso somado com inflaçao e outras oportunidades de receber juros???

    É o medo desse moral hazard que faz o dito “mercado” continuar insistindo em defender o indefensável.
    Azar de quem acredita e paga caro por isso, vai levar os próximos 35 anos aprendendo na prática a diferença entre preço e valor, vendo na prática o significado da palavra rentabilidade do aluguel.

    Que RECEBAM

    70+
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    • Cesar_DF 4 de maio de 2016 at 08:34

      Lucas, acho que vão mudar o discurso, dizendo que agora não tem mais como cair.
      Disseram isso quando as ações da petrobras caíram de 40 para 20 kkkk

      13+
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    • From_The_Tower 5 de maio de 2016 at 12:55

      Véio Lucas de banho tomado e cheiroso MODE ON>
      clap, clap, clap.

      3+
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  • Lucas 3 de maio de 2016 at 16:33

    Estadão: O patamar mais baixo do mercado imobiliário

    “É praticamente nada, esse resultado mostra que o mercado está parado aguardando uma modificação do cenário econômico” […] Os custos de produzir continuam em alta, mas os preços pedidos de venda são estáveis ou cadentes, segundo o Índice Fipe-Zap

    Em fevereiro, os lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo chegaram ao ponto mais baixo desde 2004, quando foi iniciada pesquisa do sindicato da habitação (Secovi-SP). Apenas 171 imóveis residenciais novos foram oferecidos em fevereiro, redução de 80,4% em relação a igual mês do ano passado. Se o número de lançamentos se repetisse por 12 meses, apenas 2 mil imóveis seriam oferecidos, menos de 10% das 20,1 mil unidades de fato lançadas em 2015.

    Os números excepcionalmente fracos foram registrados no auge da crise política que antecedeu a votação na Câmara dos Deputados da admissibilidade do impeachment da presidente da República. “É praticamente nada, esse resultado mostra que o mercado está parado aguardando uma modificação do cenário econômico”, disse o presidente do Secovi, Flávio Amary. “Não acredito que a gente tenha daqui para a frente um mês tão ruim como esse.”

    O segmento da construção responde por parcela importante da taxa de investimento, que está em franco declínio. Trata-se de um segmento relevante para a economia, afetando o emprego, a demanda de insumos básicos como cimento, tijolo, madeira e cal e itens acabados como louças, azulejos, metais, tintas e vernizes e ainda serviços de arquitetura, jurídicos e de engenharia ou de intermediação.

    Nos últimos 12 meses, até fevereiro, apenas 20.415 unidades foram vendidas na capital, das quais 836 no mês retrasado. O setor de habitação espera uma retomada da confiança, mesmo que isso não baste para uma reativação expressiva do mercado no curto prazo.

    Os custos de produzir continuam em alta, mas os preços pedidos de venda são estáveis ou cadentes, segundo o Índice Fipe-Zap. Há, em especial, escassez de crédito e de compradores potenciais que adiam a aquisição do imóvel. Por isso, mesmo com a redução do número de lançamentos, os estoques ainda são elevados: da ordem de 26 mil unidades, na capital, e mais 14 mil unidades, nas demais cidades da Região Metropolitana de São Paulo.

    A situação não é diversa no País, segundo pesquisa com empresas que atuam em âmbito nacional ouvidas pela Fipe e a Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), indicando um alto estoque de 111,6 mil unidades.

    (Estadão – Notícias – Geral – 26/04/2016)

    15+
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    • Lucas 3 de maio de 2016 at 16:40

      Fazendo as contas:

      numeros da Capital SP
      – unidades produzidas por ano na atual velocidade: 2 mil
      – estoques admitidos (pode ser mais): 26 mil unidades
      – venda no último mês: 836

      Calculando
      em 3 anos teremos: 30 mil unidades vendidas
      teremos consumido o estoque de 26 mil + 6 mil produzidas

      ou seja:
      se não piorar (eu acho que vai)
      se os numeros forem esses mesmos (eu acho que está maquiado)
      SOMENTEM EM 2019 o mercado se reequilibra no estoque X demanda.

      Em 2019 já estaremos atingindo 99% do auge demográfico projetado para a captial
      _ (sem contar auto construção, puxadinho, favela, estoque oculto, migração pra periferia metropolitana etc)

      É 2019 pra frente que o mercdo imob se recupera em SP

      18+
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      • Zé do Brejo 3 de maio de 2016 at 16:52

        Sinceramente acho que o número de vendas continuará caindo daqui até lá, então não acredito em recuperação antes de 2020.

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        • Zé do Brejo 3 de maio de 2016 at 16:53

          Fora os distratos que estão por vir que ainda inflarão ainda mais o estoque.

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      • Cesar_DF 4 de maio de 2016 at 08:37

        Lucas, durante depressões econômicas
        – Filhos voltam para casa dos pais
        – Amigos se juntam para dividir aluguel
        – Famílias constroem puxadinhos na terreno dos pais
        – Casamentos e divórcios são adiados
        – Cai a taxa de natalidade

        18+
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        • Danibolhista 4 de maio de 2016 at 08:57

          Adiar o divórcio? afff. Coisa do tipo, o marido descobre que é traído ou a esposa descobre que é traída, o casal decide separar, mas aí fazem as contas e vê que é inviável, então o marido/esposa engole o orgulho e fica separado na mesma casa? Fim dos tempos.

          14+
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          • Herr Deutsch 4 de maio de 2016 at 09:52

            Exatamente isso… Acompanhei um caso desses recentemente. hahaha

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            • Cesar_DF 4 de maio de 2016 at 20:53

              Sim, também já vi

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          • Bruno.12 5 de maio de 2016 at 11:53

            Também já, com cliente meu, inclusive kkkkkkk, é uma situação tensa e atípica

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            • Danibolhista 5 de maio de 2016 at 14:02

              Tensa? imagine se você está separado de sua esposa morando na mesma casa e aí você conhece uma mulher interessante. Começa a se relacionar e daí chega a hora em que sua namorada quer ir na sua casa, então você tem que explicar que você é casado mas sua relação com sua esposa terminou, você só está com ela por causa disso ou daquilo, daí sua namorada é cheia de princípios e não quer ficar com você enquanto não se separar de verdade, como você não vai fazer isso, ela vai achar que você é um safado mentiroso, que a enganou esse tempo todo, blá, blá, blá. Ou então o contrário, sua mulher começa a levar os namorados em casa para passar a noite com ela e você no quarto ao lado, bizarro!

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              • Bruno.12 6 de maio de 2016 at 11:40

                Sinistro demais…além de extremanente desconfortante.

                0
        • Bolhicio 5 de maio de 2016 at 12:47

          Eu alimentei o Puxadinho Index! Obra simples, o valor total se paga em 1,5 ano de aluguel em apê do mesmo padrão em mesma localização que vai ficar meu puxadinho. e PMJ!

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  • Cajuzinha 3 de maio de 2016 at 16:46

    “O diretor de Economia e Estatística do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado de Pernambuco disse que o momento é de cautela em relação à oferta de imóveis. “Vemos com bastante reserva para os próximos seis sete meses. A gente não tem uma sobra muito grande, mas a gente percebe que haverá uma diminuição na quantidade de imóveis vendidos nos próximos anos”, comentou Avelar Loureiro.”

    http://www.jamessongestorimobiliario.com.br/LER_NOTICIA.ASP?ID_NOTICIA=6?NOTICIA=Crise%20provoca%20baixa%20em%20vendas%20de%20im%F3veis%20no%20Grande%

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  • Cajuzinha 3 de maio de 2016 at 16:46

    03/05/2016 15h42 – Atualizado em 03/05/2016 15h44
    Falências decretadas aumentam 7% em 2016, aponta Boa Vista SCPC
    Em abril, falências subiram 8,1% na comparação com mesmo mês de 2015.
    Já os pedidos de recuperação judicial disparam 140% no ano.

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  • MINEIRO SPY 3 de maio de 2016 at 16:47

    Ontem no Roda Vida um jornalista insistia em falar sobre financiamento imobiliário ao Armínio.
    Ele foi objetivo…o crédito é pago em longo prazo com origem no curto prazo…que se abra o mercado para quem quiser financiar sem tanta interferência governamental.

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    • DRN 3 de maio de 2016 at 17:18

      Esperava mais dessa entrevista. O AF foi muito ensaboado. Ficou naquele discurso do “tem de fazer isso e aquilo” sem dizer “COMO” fazer.

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      • odorico 3 de maio de 2016 at 17:28

        Mas se ele falar o “COMO” ele não será o Armínio Fraga. Não vejo problema. O cara tem o expertise dele e não tem que dar de graça para ninguém. Até porque no mundo econômico a confiança conta muito. Se ele falasse o “COMO” não quer dizer que o “COMO” ia funcionar caso fosse aplicada por outro senão a equipe dele. Credibilidade é tudo. Tem matador no sertão que não precisa matar muito, mas quando ele fala que vai matar, o cara já encomenda o caixão.

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    • CA 3 de maio de 2016 at 18:57

      Mineiro SPY,

      Já vazou outro dia um comentário que teria sido feito por Armínio Fraga durante a reunião dele com Temer, para que se tivesse cuidado com a CEF, que acumulava problemas e riscos muito elevados. Após isto e a reunião de Temer com Henrique Meirelles, vazou outra informação, sobre uma auditoria que seria feita em CEF, BB e BNDES logo depois de Temer assumir o governo.

      Juntando o que consta no parágrafo acima, com o que você comentou quanto ao que Armínio disse no Roda Viva, podemos concluir que a resposta dele foi no sentido de dizer que qualquer que venha a ser o “caminho”, ele não deve mais ser baseado em aumento incessante de RISCOS e PROBLEMAS para a CEF ou mesmo para o BB, como já foi ao longo da última década. Estes bancos e o governo em si não suportam mais isto, seria absolutamente suicida insistir neste erro.

      A CEF só se manteve com 70% do crédito imobiliário, enquanto o financiamento imobiliário em 2011 foi de 22 vezes o que era em 2005 e continuou subindo, porque ela SEMPRE praticou os menores juros (em 2005 segundo o CRECI SP, a CEF tinha juros de menos de 6% ao ano, contra mais de 10% ao ano dos concorrentes mais competitivos e até 15% dos menos competitivos), foi a pioneira nas subidas de prazo de financiamento ( a primeira a subir o prazo para 15 anos e algum tempo depois, a primeira a subir o prazo para 35 anos), além é claro de ter oferecido todo tipo de “facilidades” para obtenção do financiamento imobiliário, como aceitar transferência entre contas como “comprovante de renda informal”, aceitar mais pessoas para comprovar renda do que aquelas que efetivamente pagariam pelo financiamento, sem contar os casos em investigação pela polícia federal. Temos ainda o MCMV com a faixa 1 com mais de 20% de inadimplência (“fim social”), faixas 2 e 3, bem como outros financiamentos imobiliários vinculados ao SBPE, com percentuais de inadimplência que cresceram de forma muito anormal de 2014 para 2015 e de 2015 para 2016 e que também estão muito acima de outros bancos, dentre outras anomalias, como por exemplo o volume de financiamentos concedidos em proporção ao capital da CEF que é muito superior ao praticado pelos demais bancos ou ainda a venda de títulos podres para empresas abutres que foi o TRIPLO da SOMA do que foi vendido de títulos podres por BB, Itaú e Bradesco, dentre outras evidências de problemas MUITO graves.

      O Armínio não explicou COMO os outros bancos poderiam suprir o crédito imobiliário barato, fácil e farto oferecido pela CEF no passado (até antes de 2015), simplesmente porque NÃO EXISTE esta “fórmula mágica”. Não há fontes de dinheiro barato que sejam infinitas e suportem a manutenção da bolha imobiliária, a poupança só na parte do SBPE que é usada para o crédito imobiliário teve sangria de R$ 30 bilhões de janeiro a abril de 2016, o FGTS já vem sendo EXCESSIVAMENTE utilizado nos últimos anos e estão gerando novos problemas relevantes no futuro, algo que eles sabem que não pode ser aumentado agora, correriam o risco de aparecer o tamanho do rombo antes de 2018 e ainda levarem a culpa no lugar da turma do PT que foi quem efetivamente gerou a desgraça, ou seja, NÃO HÁ opção rápida, fácil e indolor para amortizar a bolha imobiliária.

      O que Henrique Meirelles e Armínio Fraga estão contando, é que se apresentarem “rapidamente” as soluções para o imbróglio fiscal e conjuntamente tivermos uma rápida recuperação da confiança que mantenha o US$ em patamar baixo, poderemos ter a inflação cedendo de forma mais rápida e isto poderá beneficiar uma redução natural e mais rápida dos juros SELIC, permitindo que os bancos pudessem praticar juros do crédito imobiliário mais baixos e mais viáveis, NO ENTANTO, tanto Meirelles quanto Fraga sabem que a inadimplência das famílias e das empresas está subindo de forma exageradamente elevada, incluindo aí a inadimplência do crédito imobiliário e com isto, os efeitos benéficos da queda da SELIC serão superados pelos efeitos maléficos do aumento do spread dos bancos nos empréstimos, de forma a não só cobrir o aumento de risco PERCEBIDO por este aumento de inadimplência, como ainda, remunerar mais adequadamente uma liquidez dos bancos que tenderá a ser muito menor, ou seja, mesmo que consigam fazer com que a SELIC caia “rapidamente” (voltar a um patamar de pouco mais de 11% até o final de 2017), ainda assim não será suficiente para amortizar em nada a explosão da bolha, pois isto sozinho não permitirá menores juros ou maior apetite dos bancos privados para o crédito imobiliário.

      Sem contar que desemprego, nível de endividamento e inadimplência das famílias e empresas e outros fatores que não se resolvem “da noite para o dia”, até porque foram muito estimulados por bolhas que ainda tem muito que explodir, irão destruir cada vez mais o número de compradores HABILITADOS de imóveis, ou seja, não adiantaria sequer oferecer reduções relevantes nos juros, não conseguiriam chegar nem perto dos efeitos de ações apelativas em 2012.

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      • MINEIRO SPY 4 de maio de 2016 at 09:33

        CA
        Obrigado pela contribuição. Preciso, como sempre!
        É isso aí! O recado foi exatamente esse que vc brilhantemente sintetizou. Transpareceu que seria o fim de uma era que permitiu a explosão de prazos, encurtamento de juros. Resumidamente ele disse que deveria haver maior proporcionalidade e convergência de perfil do crédito ofertado com a forma de captação de recursos. Essa dissonância só gera mais ônus aos cofres da instituição e do Tesouro. Não pareceu que bombar a construção esteja entre as prioridades do futuro governo, pois iria na contramão do divulgado até agora, ou seja, “privatizar” tudo que seja possível.
        Quando trabalhei com PAC no governo federal ficou bem claro que a intenção do governo de limitar os lucros dos agentes privados foi um dos grandes fracassos conceituais. Quando do suposto desequilíbrio econômico-financeiro, vinham de pires na mão com dezenas de planilhas, e aí mais ônus para o Tesouro.
        Em setembro começam a julgar a Petro nos EUA. O resultado disso é uma grande incógnita que pode levar a ação aos centavos (guess).

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  • CA 3 de maio de 2016 at 17:21

    Já havia comentado em tópicos anteriores e reitero: outro ótimo artigo feito pelo Resimob.

    Sugestão: acessem o link que consta no tópico e vejam todos os gráficos e informações que constam no mesmo, percebe-se que foi um trabalho muito bem FUNDAMENTADO, com riqueza de análises.

    Como já havia comentado por diversas vezes também, o Governo e o segmento imobiliário estão enfrentando uma forte ENTROPIA: após MUITOS ANOS em que eles pedalaram e maquiaram de forma INTENSIVA, suas ações apelativas tem uma efetividade cada vez mais limitada.

    Vamos usar o exemplo do tópico: R$ 9,5 bilhões do FGTS para o fundo pró-cotista é o dobro do ano passado, no entanto, quando olhamos para a captação liquida da poupança para o SBPE (usado no crédito imobiliário), vemos que só no mês de janeiro/2016 os saques foram superiores em R$ 9 bilhões em relação aos depósitos. Se considerarmos uma sangria de R$ 9 bilhões da poupança só em janeiro, versus outros R$ 9,5 bilhões que SERIAM para todo o ano de 2016 via pró-cotista, só aí já percebemos que esta verba não vai adiantar de nada! Esta verba do pró-cotista seca ainda mais rápido porque seus juros são menores do que os dos financiamentos com verba da poupança, então eles possuem uma maior procura também.

    Aliás, sabem em quanto está a captação liquida negativa da poupança só no acumulado de janeiro a abril de 2016? Até o dia 27/abr/2016, estava negativa em R$ 30 BILHÕES!!! Só para vocês terem um ideia, se ela mantiver esta “performance”, poderemos ter um recorde histórico de captação liquida negativa, chegando a R$ 120 bilhões de sangria de recursos do SBPE em apenas 1 ano, mais do que o dobro do que foi a captação liquida negativa de 2015!

    Enquanto no ano de 2015 os empréstimos concedidos com verba do SBPE caíram 33% no total (50% no caso de imóveis usados), com forte aceleração no último quadrimestre do ano (quedas próximas de 50%), já nos primeiros meses de 2016 observamos que esta queda no crédito imobiliário concedido se intensificou ainda mais: em janeiro/16 a queda no crédito imobiliário concedido foi de 69% na comparação com mesmo mês de 2015! A queda em fevereiro/16 foi “só” de 50%, mas a base de comparação que foi fevereiro/15 já apresentava queda em relação ao ano anterior, não é nenhum “sinal de recuperação”. A ABECIP está super-atrasada em fornecer os dados de março/16, certamente porque foi uma outra CATÁSTROFE e eles querem esconder o quanto podem.

    O Governo não sabia dos números da sangria da poupança em janeiro/2016 quando lançou este “programa de salvação” para o segmento imobiliário em fevereiro/2016? Claro que sabia, afinal estes números são gerados pelo próprio governo!

    Por que então o governo lançou um programa de socorro que seria claramente insuficiente em relação ao tamanho do buraco da verba do SBPE? Por que o governo também sabe muito bem do efeito da entropia e que quanto mais dinheiro jogar para tentar tapar o buraco, mais desperdício terá sem resultados, então o que o governo fez, foi só para “Inglês ver”, para tentarem dizer ao segmento imobiliário que eles estavam ajudando o máximo que podiam e que estavam atendendo às demandas deste segmento para socorrê-lo.

    Tanto o governo quanto o segmento imobiliário já sabiam que esta verba era absolutamente insuficiente, foi só um jogo de “você finge que me engana, eu finjo que acredito”, onde no máximo o segmento imobiliário usou isto para DESINFORMAR e iludir os vendedores e compradores de que agora haveria verba barata de financiamento imobiliário suficiente para todos o que “estancaria” a queda de preço, apenas mais um dentre MUITOS truques de ILUSIONISMO praticados pelos parceiros governo e segmento de construção civil, amigos inseparáveis, como bem sabemos (esperamos que muitos possam um dia se reunir na carceragem da PF em Curitiba e depois na Papuda, quem sabe…).

    Só para entendermos outros EXEMPLOS desta entropia:

    Segundo levantamentos que faço junto a 12 construtoras com Ações na BOVESPA, os lançamentos reduziram 72% se compararmos o ano de 2015 com o ano de 2011, que foi o auge dos lançamentos. Isto aconteceu em todos os anos, em 2012, por exemplo, a queda de lançamentos foi de 42%, depois tivemos outras quedas relevantes em 2014 e 2015. Sabem o que aconteceu? A DESPROPORÇÃO entre estoque e vendas não parou de crescer! Em 2010 o estoque destas construtoras era o suficiente para 9 meses de vendas, subiu para 11 meses em 2011, 16 meses em 2012, 17 meses em 2013, 21 meses em 2014 e 25 meses em 2015! Lembrando que o máximo razoável para o segmento imobiliário seria um estoque correspondente a 12 meses. Por que apesar de reduções tão relevantes em lançamentos, a desproporção entre estoque e vendas não parou de crescer? Tivemos pouco mais de R$ 2 bilhões de distratos em 2011, passando de R$ 5 bilhões em 2012 e ficando entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões em 2013, passando ligeiramente de R$ 6 bilhões em 2014 e passando dos R$ 8,5 bilhões em 2015. Em outras palavras, os distratos anormais, vindos das vendas FALSAS do passado que se manifestaram a partir de 2011 (antes disto eram irrelevantes), garantem um crescimento contínuo e relevante nos estoques, o que combinado com queda nas vendas brutas, causada pela total incompatibilidade entre os preços dos imóveis e renda das famílias, mesmo com financiamentos de 30 anos e o EXCESSO de investidores na planta (40% em tempos de bolha contra 10% antes disto), fizeram com que esta completa DESPROPORÇÃO só aumente.

    Outro exemplo são os resultados quanto a imóveis novos em São Paulo: aumentaram em 78% os lançamentos em janeiro/2016 na comparação com janeiro/2015, apesar de terem terminado o ano de 2015 com uma desproporção RECORDE entre estoque e vendas. Por que adotaram uma ação tão absurda, seria como as montadoras ao verem os pátios lotados aumentassem de forma substancial a produção ao invés de fazerem lay-offs, demissões em larga escala, PDV´s, PPE´s, etc.? Fizeram isto porque daí conseguem aumentar as vendas FALSAS na planta, pois clientes ficam com 36 para pagar a entrada, com parcelinhas baratinhas fica fácil de atrair INCAUTOS que assinam os contratos de compra e venda na planta, mas depois não terão rendimentos suficientes para adquirir o crédito imobiliário no ato da entrega do imóvel. Apesar disto, terminaram o mês de fevereiro/2016 com um estoque desproporcional e mais uma vez recorde em termos de meses de vendas. O que fizeram em fevereiro/2016 e consta em comentário de Lucas logo acima? Reduziram os lançamentos em 80%! Em outras palavras, as ações APELATIVAS via PEDALADAS com vendas FALSAS na planta não resolvem absolutamente nada e se fazem isto em 1 mês tentando gerar DESINFORMAÇÃO para enganar o mercado, logo em seguida percebem que “só enganar” não é o suficiente, pois faltam vendas de verdade e sem isto, não há dinheiro real e nem salvação para este mercado imobiliário.

    Existem VÁRIOS outros exemplos quanto ao nível atual de ENTROPIA e é por isto, mais a análise de uma série de dados e tendências, que me levam a crer que o recorde de quedas de preços dos imóveis deve ocorrer entre o 2S16 e o 1S17, vamos continuar acompanhando. Lembrando 2 pontos: 1) mesmo após a queda percentual recorde nos preços, ainda teremos quedas de preços nos anos seguintes, só que com percentuais menores, ou seja, o VALE de preços não será alcançado ao final do 1S17 ; 2) Estimei que a possibilidade de maior redução de preços no 1S16 era de 10%, 60% de chance de ser entre o 2S16 e o 1S17 e 30% de chance de ocorrer após isto.

    Para finalizar, quem acredita que com o “otimismo” quanto ao provável governo Temer teremos um “fôlego” maior para o setor imobiliário intensificar suas PEDALADAS e MAQUIAGENS, considere o seguinte:

    1) Se Temer adotar PEDALADAS e MAQUIAGENS, tentando fazer com que a explosão da bolha imobiliária possa ser “atrasada”, primeiro ele enfrentará uma fortíssima resistência via ENTROPIA intensa que já constatamos e segundo, ele não chegará sequer a terminar o seu mandato, pois a população e a imprensa cairão matando quanto ao “mais do mesmo” e isto abrirá uma brecha para Dilma não sair em definitivo do cargo, com o Senado absolvendo-a dentro do prazo de 6 meses de análise do impeachment. O “detalhe” que não podemos esquecer é que Armínio Fraga, Henrique Meirelles e o próprio Temer estão plenamente conscientes do que consta neste parágrafo e inclusive sabem quanto a bolha imobiliária brasileira, em especial no caso de Henrique Meirelles. Leiam comentário mais acima sobre depoimento de Armínio Fraga também;

    2) Temer e equipe SABEM que a única possibilidade de irem até o fim do mandato será abrindo os armários e tirando os esqueletos lá de dentro, inclusive já cogitam uma auditoria em CEF, BB e BNDES assim que assumirem o governo. Imaginem só o que não vão achar quanto a CEF e o crédito imobiliário concedido durante a euforia da bolha imobiliária… Certamente ao conseguirem demonstrar isto para o grande público, irão coibir ao máximo a continuidade da política da CEF que visa fornecer crédito imobiliário irresponsável para não deixar a bolha explodir mais rapidamente, logo, como a CEF é quem sustenta todo o esquema, o crédito imobiliário vai explodir de vez, levando consigo a pirâmide das vendas FALSAS na planta, a mega especulação, etc;

    3) Existem muitos fatores que já estão “contratados” e não tem como pedalar e maquiar para adiar, dentre eles, a queda dos empregos que deve continuar por mais tempo, assim como o aumento do endividamento e inadimplência, tanto das famílias, quanto das empresas, de nada adiantaria tentar aumentar o crédito subsidiado disponível, de novo, só iria aumentar o tamanho dos buracos existentes e mais uma vez, Temer e seu time também sabem disto.

    Existem ainda outros motivos para que aqueles que aplicaram os golpes de pirâmide financeira das vendas FALSAS na planta e outros beneficiários de nossa bolha imobiliária não fiquem otimistas com a entrada de um novo governo, mas vou interromper por aqui. Ah, só mais um ponto: não se iludam com o fato do segmento imobiliário ter sido o grande financiador de PMDB e PSDB também, neste caso claramente não existem MILAGRES, no máximo o governo vai tentar salvar empresas / amigos mais próximos, mas a explosão da bolha em si não tem salvação. Se ainda SONHAM com o Governo todo poderoso, está na hora de acordar, pois a nossa explosão de bolha imobiliária tem VÁRIOS agravantes que nunca ocorreram em outras explosões de bolha (crise política e fiscal muito mais intensas, crise da Petrobrás que afeta 11% dos investimentos do país, etc…).

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    • MARK 3 de maio de 2016 at 18:49

      Concordo com você, CA!
      Os preços dos imóveis são insustentáveis como você brilhantemente explanou. Vejo aqui em Santos muitos alienados ainda tentando valores exorbitantes, outros até aumentaram, mas NADA vende. Ou melhor, vende o que baixa o preço durante a negociação,cerca de 30 ou 40%, mas são poucas vendas. A bolha precisa estourar mesmo para as pessoas acordarem pra vida, tem gente alucinada pedindo por uma sobreposta meia boca de 120 metros quadrados o valor suficiente para comprar uma casa de 290 metros no Jardim Europa na Capital.

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    • Lucas 4 de maio de 2016 at 12:46

      Perfeito CA

      conforme falei, fiz estimativas conservadoras usando os dados oficiais do próprio setor, que se esmera em maquiar a situação REAL

      Quando levamos em conta toda a maquiagem que vc aqui destrinchou, a gente percebe que a situação de CAOS na verdade é um grande COLAPSO.

      serão décadas pra gente se recuperar, serão décadas praaqueles que compraram muquifos tipo os que o zézé carioca diz valer 4 milhões pagar a conta, tanto quem assinou o nome quanto o banco estatal que financiou a farra. Quem tem cash (is king) cobrará caro essa conta: PMJ!

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  • Resimob 3 de maio de 2016 at 17:25

    Bomba!

    Fui informado há poucos minutos!

    http://www.resimob.com.br/caixa-suspende-pro-cotista/

    32+
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    • carioca_real 3 de maio de 2016 at 18:23

      É. A coisa continua se deteriorando a uma velocidade impressionante.
      O bom é que esse contexto força o ajuste dos preços a realidade. O ruim é que a realidade vai massacrar a gente.

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    • carioca_real 3 de maio de 2016 at 18:42

      Resimob,

      Consultei um comhecido que trabalha na Caixa e ele disse que fecharam na sexta, antes do Feirão de imoveis aqui do Rio.
      Devem ter conseguido muitas vendas. #SQN

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    • Totonho 4 de maio de 2016 at 09:44

      #CorvoDesinformado

      – Júlio Cezar De Souza Mello · Consultor de vendas em Autônomo
      Vocês estão anunciando uma notícia oficiosa. Enquanto não tiver um pronunciamento oficial da Caixa, tudo é especulação. Por favor, né???
      Curtir · Responder · 1 · 15 h · Editado

      – Resumo Imobiliário
      Prezado, nunca divulgamos notícia sem a confirmação de fontes. Em virtude de seu conhecimento no mercado, o Resumo Imobiliário é o único site que consegue antecipar tendências e informações úteis para o mercado de imóveis. Não publicamos especulações, apenas fatos reais e concretos. Sabemos que é difícil aceitar tal situação, mas infelizmente já está valendo.
      Descurtir · Responder · 6 · 15 h

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  • Zek Ariok 3 de maio de 2016 at 18:42

    CVR Feirão da Caixa
    Estive no feirão de imóveis da CEFU4 no último domingo, no Hell. Eu não tinha a menor intenção de comprar nada, fui só ver o povo levando motumbada! Achei o movimento bem fraco, pouquíssima gente mesmo. Os corvos caíam em cima, distribuindo panfletos aos montes e praticamente puxando pelo braço os potenciais clientes para seus estandes, sempre falando muito das enormes vantagens de seus bolhudos encalhados. Quem diabos vai comprar imóvel como se fosse banana numa feira livre, em meio a tanta gritaria e confusão?
    Conhecido empregado da CEFU4 que estava trabalhando no evento confirmou que o movimento estava fraquíssimo.
    É, não vai.

    21+
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  • Mijanomuro Murokai 3 de maio de 2016 at 19:33

    Vocês acham que a economia já chegou ao fundo do poço???????????
    Ou acham que o fundo pode ser mais embaixo???????
    Estou perguntando por que tem economistas dizendo que a economia dá sinais de que enfim chegamos ao fundo do poço e, por isso, uma leve recuperação poderia começar no segundo semestre…

    3+
    • DRN 3 de maio de 2016 at 20:13

      Tudo depende do que o TEMER fará nos primeiros dias.

      6+
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    • Luladranus 3 de maio de 2016 at 21:10

      Com Temer, sem Temer, Com Dilma, sem Dilma, a realidade é que a situação está cada vez mais catastrófica. Não importa quem entre no poder, os cofres públicos continuarão sendo saqueados escandalosamente sem dó nem piedade. Essas terras bananenses estão condenadas a séculos e séculos de escravidão política. Tudo não passa de um mero faz de conta. No final todos se abraçam e dão tapinhas nas contas e o povo trouxa e ignorante em sua imensa maioria, aplaude fervorosamente aqueles que lhes pilham o suadíssimo dinheiro de seus impostos. Tirando a morte (por enquanto), nessas terras pra tudo se da um jeito, pra tudo se faz um acordo, na boa, essa bosta aqui não tem jeito, talvez daqui a outros quinhentos anos mude alguma coisa, mas por hora, esqueçam, isso aqui é como um paciente que precisa de litros e litros de sangue e recebe em conta gotas, isso quando não tiram seu sangue pra dar pra outro paciente.

      22+
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      • Luladranus 3 de maio de 2016 at 21:12

        tapinhas nas costas

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      • Palmeirense Bolhudo 4 de maio de 2016 at 08:02

        Eu discordo um pouco, os políticos continuam os mesmos safados, porem, acredito que estamos vivendo um momento ímpar em nosso pais, peixes grandes presos, sendo condenados, investigados, um ex-presidente da Republica sendo muito investigado e tendo que recorrer a indicação ministerial para tentar ganhar tempo e sabendo que dificilmente escapara da prisão, a atual presidente da Republica sendo acusadas por órgãos públicos e por grande parte da população, índice de rejeição enorme do seu governo, impeachment passou pela câmara, etc.
        Sim, a banania sempre foi saqueada, mas, hoje temos muito mais acesso a informações, mesmo grande parte da população sendo analfabeta em vários sentidos, acredito que a esperança se renovou com o trabalho da PF, MP e demais órgãos, não estou só falando da Lava Jato, tem outras investigações em curso e fazendo bons trabalhos, e claro um mérito especial pela coragem e por fazer o seu trabalho muito bem feito para o juiz Sergio Moro, com tanta roubalheira e pessoas desonestas, ele nos mostra justamente ao contrario!
        Uma coisa que precisamos entender e que a mudança ela e demorada, não existe passe de mágicas para as coisas da política se arrumarem, acredito podemos achar o caminho para um pais melhor, o tempo vai mostrar isso!

        9+
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  • camberiu 3 de maio de 2016 at 21:25

    CAIXA EM PERIGO – Técnicos do Ministério da Fazenda que acompanham os números da instituição dizem que a situação é de “terra arrasada”

    http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/caixa-em-perigo/

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    • Mijanomuro Murokai 3 de maio de 2016 at 22:09

      “Do jeito que está hoje, a Caixa não aguenta mais um ano sem a necessidade de um aporte do Tesouro Nacional.”

      Meu Deus!

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  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 05:31

    ” “A crise tem sido até positiva para nós”, afirma Gabriel Braga, presidente e cofundador do QuintoAndar. “Muito proprietário que comprou o imóvel na planta, para vender, agora resolveu alugar.””

    http://www.inova.jor.br/2016/05/04/startups-mercado-imobiliario/

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  • CA 4 de maio de 2016 at 07:50

    Sobre a questão colocada mais acima, se teríamos ou não chegado ao fundo do poço e a recuperação começaria no segundo semestre de 2016, alguns pontos:

    Seria interessante vermos os artigos e argumentos de quem defende esta tese.

    Em todos os países do mundo que tiveram bolha imobiliária, o fundo do poço na economia só chegou depois do auge na explosão da bolha imobiliária. Isto ainda não aconteceu no Brasil. Por que é desta forma?

    1) Empregos: em toda bolha imobiliária, a explosão sempre conta com quedas relevantes e contínuas dos empregos, pois o setor de construção civil é um dos maiores empregadores em qualquer país e a bolha infla de forma absurda, artificial e insustentável estes empregos, para depois destrui-los rapidamente e em larga escala. Enquanto os preços dos imóveis estiverem completamente fora da realidade de renda das famílias, levando a quedas contínuas em vendas, junto com distratos permanecendo em patamares surreais, crescentes e que geram super estoques, os lançamentos de imóveis continuarão caindo e aumentando o desemprego. Agravante para o Brasil: o setor petrolífero, que representa 11% de todos os investimentos do país, está em péssima situação, com empresas dependentes deste setor virtualmente quebradas, com dívidas impagáveis e muitas das grandes envolvidas na lava jato o que afasta não só os contratos com o governo, mas também com empresas privadas, sendo que até este momento não se vê uma “luz no fim do túnel”. Talvez o novo governo encontre uma solução “rapida”, mas certamente não será tão rápida a ponto de gerar uma estabilidade e muito menos uma recuperação para este setor ainda no 2S16;

    2) Indústrias: queda de 11% na produção industrial no 1T16, março foi o vigésimo quinto mês seguido em que tivemos queda e a produção industrial está em patamar 30% inferior ao que era em junho/13. No caso do segmento automotivo, teve queda de 28% nas vendas e a produção está em patamar de mais de 10 anos atrás. Não ouvi nada que indicasse que este já seria o fundo do poço, até porque o endividamento e inadimplencia das famílias continua crescendo em virtude de efeitos da própria bolha imobiliária, que suga parcela relevante da renda de cada nova família que entrar em financiamentos imobiliários com custo muito elevado e tambem das que já estão dentro deles e com capacidade de consumo cada vez menor, sem contar aquelas que a cada ano estão engordando os números bilionários de distratos e que sofrem fortes prejuízos financeiros que também as prejudicam a ponto de afetar seu poder de consumo;

    3) Bancos também “sangram” muito no auge da explosão da bolha imobiliária, em especial aqueles mais usados para infla-la, no nosso caso a CEF e esta situação só fica totalmente clara para todos no auge da explosão da bolha, levando o crédito de forma geral a atingir a sua maior escassez, junto com o maior spread dos bancos nos empréstimos, o que faz com que tenhamos novas pioras na economia a partir deste ponto. Ver o meu primeiro comentário neste tópico sobre a CEF e depois o artigo em comentário logo acima em que técnicos falam sobre a CEF estar em situação de “terra arrasada”;

    4) Dívidas e inadimplencia das empresas também não param de crescer, ver notícia em comentário mais acima deste tópico. Isto também sempre acontece durante a explosão da bolha imobiliária e é só depois do auge desta explosão que pode começar a se reverter, porque sem este auge e depois uma estabilidade não temos recuperação de empregos, renda, redução de endividamento e inadimplencia das famílias, ou seja, sem o auge da explosão da bolha não há como recuperar estes negocios porque simplesmente não há como ocorrer a recuperação da capacidade de compras das famílias;

    5) Enquanto os preços de venda e aluguel comerciais continuarem fora da realidade, muitos pequenos negócios fecharão e outra grande quantidade não poderá ser iniciada. Sem o auge da explosão, veremos ainda dezenas ou centenas de milhares de lojas fechando, pela combinação do aluguel inviável com a crise na economia que continuará se intensificando pelos fatores mencionados acima.

    O que consta acima é só uma amostra, tem muito mais que isto, se trouxerem os argumentos, fatos e dados de quem diz que já chegamos no fundo do poço, poderemos debater melhor.

    14+
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    • Cesar_DF 4 de maio de 2016 at 08:48

      CA, concordo
      Até o momento o investimento está em queda, quando ele voltar a aumentar, em 6-12 meses depois começaria a colher os frutos.

      http://www.valor.com.br/brasil/4016658/investimento-direto-no-pais-fica-em-us-4263-bilhoes-em-marco

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      • CA 4 de maio de 2016 at 09:57

        Cesar_DF,

        Este é outro fator importante.

        Poderíamos colocar um contra-ponto a isto, mas o mesmo é PARCIAL: muitas indústrias hoje estão com capacidade ociosa elevada, bem abaixo da média dos últimos anos, isto significaria um espaço para voltarem a crescer sem precisarem fazer investimentos, no entanto, como disse, é parcial, em virtude dos seguintes fatores:

        1) A indústria, em grande parte, atende o varejo nacional (nossas exportações são a sexta menor em proporção ao PIB, na comparação com o resto do Mundo), varejo este que teve quase 100.000 lojas fechadas no ano passado. Para ela retomar a produção maior e vender para o varejo, o mesmo terá que reabrir lojas e mesmo sendo um investimento mais rápido, é algo que leva alguns meses para ocorrer e pelos efeitos em cascata e prazos envolvidos, incluindo recontratar mão-de-obra, é algo que em um cenário extremamente otimista só teria algum reflexo no 4T16 e ainda assim, insuficiente para significar um início de retomada na economia, em especial em função dos demais itens abaixo;

        2) Tivemos muitas indústrias que simplesmente fecharam, outras que desativaram plantas com custos muito elevados, neste caso o processo de retomada é de 1 ano para frente, desde o prazo para novos investidores que queiram criar novos negócios ou retomá-los estarem convencidos de que a economia vai melhorar (por números que já tenham DEMONSTRADO isto), até conceberem um plano de negócio e depois implementá-lo;

        3) Existe um volume recorde de empresas em PÉSSIMA situação financeira, à beira de uma recuperação judicial ou falência. Estas empresas irão deixar indisponível um volume muito elevado de dinheiro de seus credores, seja porque irão falir e não poderão mais pagar suas dívidas, ou porque farão reestruturação de dívidas com grandes alongamentos de prazos. Esta redução sensível na liquidez dos bancos, mesmo com o otimismo de um novo governo, será mais um fator para que o dinheiro para financiar novos empreendimentos continue muito caro (juros elevados), mesmo com a esperada redução da SELIC que comentei mais acima em outro comentário, ou seja, muito da retomada do investimento poderá continuar sendo inviável. Lembrando que os bancos públicos E o Tesouro não estão em condições de implementar uma política keynesiana expansionista neste momento, até porque isto seria um grande suicídio. Quanto a possibilidade de bancos estrangeiros, vindos da China ou de qualquer outro país cobrirem este buraco, não é algo que poderia se operacionalizar e gerar resultados relevantes em tão pouco tempo e caso isto venha a acontecer, seria na melhor das hipóteses em 2017, mais provável a partir do segundo semestre;

        4) O que acontece em períodos de crise que se estende demais até se tornar uma depressão, é que ocorre uma espécie de “sucateamento” de grande parte da indústria, o que requer investimentos muito elevados para recuperação, o que por sua vez requer uma “fé” muito grande dos investidores em uma recuperação robusta e contínua. Teremos é claro uma empolgação muito grande com o novo Governo, o que fará com que a BOVESPA suba, o US$ caia e tenhamos sim uma recuperação da confiança na economia, junto com a melhoria de alguns indicadores básicos, como inflação e juros, no entanto, estes efeitos, mesmo que o governo Temer seja muito eficiente quanto ao plano de recuperação fiscal, tendem a ter uma duração curta, talvez entre 3 e 6 meses, sendo que logo após isto os demais problemas que mencionei neste comentário e no anterior começarão a aparecer de forma mais intensa e isto será uma “ducha de água fria” para apostas maiores.

        O resumo é que aqueles que preveem uma recuperação mirabolante da economia a partir do 2S16 estão fazendo análises simplistas, possivelmente por estarem vinculados a setores que querem plantar “otimismo irracional”, para tentarem reduzir seus prejuízos.

        Sim, teremos melhorias com a mudança, a primeira e mais importante será deixar de tentar apagar incêndio com gasolina, a segunda será quanto a aumento na confiança das empresas e famílias vinculadas a ações para recuperação do equilíbrio fiscal e na sequência com impactos positivos para inflação e juros, no entanto, teremos ainda assim uma redução relevante de despesas do governo para buscar este equilíbrio fiscal que no curto prazo representaram novas quedas para economia, junto com a continuidade do crescimento em desemprego, renda, endividamento e inadimplência das famílias e empresas, além da queda de liquidez dos agentes financeiros, dentre outros fatores que mencionei acima e este contra-ponto negativo e inevitável se sobreporá aos pontos positivos, até porque certamente existem muitos esqueletos que estão no armário e nem conhecemos…

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    • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 09:39

      “O segundo trimestre do ano está quase na metade e a única certeza que se tem neste momento é que a atividade continua afundando. Não há, entre o empresariado, nenhuma disposição em falar em ampliação dos negócios sem que se tenha um horizonte claro. A economia real depende de um ativo que desapareceu há tempos do Brasil: previsibilidade. O país tem hoje dois governos, um que pode ser apeado do poder em pouco mais de uma semana; outro, que opera à margem, é visto como salvação, mas ainda não manda em nada. Nesse ambiente tão confuso e inédito, qualquer passo em falso é prejuízo na certa.

      Há uma disposição entre os empresários de dar um voto de confiança a Michel Temer, que pode ser alçado ao Palácio do Planalto caso o Senado aprove o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Mas, diante do estrago na economia e do fato de uma penca de empresas estarem à beira da falência, muitos têm dúvidas se o vice-presidente da República será capaz de dar a virada que o país precisa e no tempo que o capital necessita. Dois ou três meses a mais de paralisia na atividade levarão muitas companhias a fecharem as portas. O prazo de validade do peemedebista, portanto, é curto.

      A perspectiva é de que, mesmo com Temer no comando do país, o Produto Interno Bruto (PIB) caia até o último trimestre do ano. Na melhor das hipóteses, o resultado pode ser positivo entre outubro e dezembro, representando o ponto de virada que todos esperam. Para isso, porém, será importante que a equipe econômica de um eventual governo do vice esteja preparada para anunciar medidas que, a médio prazo, possam tirar o Brasil do atoleiro. Não haverá espaço para paliativos.”

      http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/um-pais-em-coma/

      3+
  • BOLHA JOKER 4 de maio de 2016 at 08:22

    Bolhistas, o PRO-COTISTA não está suspenso, porém a aprovação de clientes dessa linha de crédito está muito mais criteriosa e vai mudar os valores para enquadramento, aguardem.

    5+
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  • carioca_real 4 de maio de 2016 at 09:30
    • carioca_real 4 de maio de 2016 at 09:31

      “Todas as cidades brasileiras que compõem o Índice FipeZap registraram variação inferior à inflação esperada nos últimos 12 meses, sendo que em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Niterói e Distrito Federal houve queda nominal.’

      2+
  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 09:44

    Não há confiança!

    “04/05/2016 09h18 – Atualizado em 04/05/2016 09h21
    Confiança do brasileiro chega ao pior nível dos últimos 11 anos
    51% dos brasileiros definem sua atual situação financeira como ruim.
    Apenas 13% estão seguros em seus empregos.”

    8+
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    • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 09:45

      Adoooooroooooooooooooooooo

      “Segundo a ACSP, em abril, 51% dos brasileiros definem sua atual situação financeira como ruim e 37% acreditam que sua situação financeira futura piorará nos próximos seis meses. Em março, essas parcelas eram de 51% e 34%, respectivamente. E, há um ano, eram de 38% e 22%.

      Como consequência, grande parte dos brasileiros continua preocupada com a questão do trabalho: apenas 13% estão seguros em seus empregos – há um ano, eram 28%.

      O INC de abril revelou que 68% dos brasileiros não estão à vontade para comprar eletroeletrônicos, contra 62% no mês anterior e 42% há um ano. Além disso, 73% não pensam em adquirir bens duráveis de maior valor como imóveis e automóveis, ante 68% em março e 53% há um ano.”

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      • rogerio 4 de maio de 2016 at 17:45

        Vc está adorando isso?

        3+
        • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 18:53

          ” Além disso, 73% não pensam em adquirir bens duráveis de maior valor como imóveis e automóveis, ante 68% em março e 53% há um ano.””

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          • rogerio 4 de maio de 2016 at 21:30

            Há bom…essa parte todos gostamos…mas só essa 🙂

            1+
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  • Danibolhista 4 de maio de 2016 at 09:50

    Prezados, o problema de esperar sair o financiamento é muito maior do que o mero aborrecimento de esperar. Nos contratos das construtoras há cláusula que se não pagar em 60 dias, o imóvel começará a ser corrigido pela tabela price e IGPM, e no contrato diz que depois do habite-se paga-se o condomínio, então se o financiamento demorar 6 meses (que foi o meu caso, sim eu mutombei) você vai pagar tudo isso.

    6+
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    • JJJ_brasilia 4 de maio de 2016 at 13:02

      É ainda existe a possibilidade do financiamento não sair, e o nome neste caso é distrato. É como contar com o ovo no cu da galinha.

      Compra de imóvel na pRanta é um negócio de risco, não é porque deu certo para uma pessoa que dará certo para as demais.

      Só deveria entrar na compra de um imóvel na planta, a pessoa que têm o dinheiro todo para comprar, lógico que lucrando, ou seja, por um preço SUBSTANCIALMENTE menor que o de mercado, para compensar os riscos inerentes de tal negócio.

      5+
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      • Danibolhista 4 de maio de 2016 at 16:18

        A correção é sobre o valor do contrato, o meu ficou 20 mil mais caro em 2 meses, imagine atrasar 8 meses corrigindo isso! e isso deve ser pago de uma vez antes de assinar com o banco. Depois de 3 anos pagando mensalidade, intermediária, chaves, e o escambáu, quem teria 20,30 mil a mais?

        3+
  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 09:52

    “Lula está deprimido e “de saco cheio de Dilma”, diz Folha

    Notícia Publicada em 04/05/2016 09:49

    Lula está deprimido, chateado e muito preocupado, de acordo com um amigo”

    6+
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  • Rampion 4 de maio de 2016 at 10:13

    Olhem para isso:

    http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2016/05/03/governo-perdoa-r-579-milhoes-em-dividas-de-clubes-grandes-veja-lista/

    Vocês acham que esses políticos estão preocupados com o deficit nas contas do governo?
    Qualquer dono de botequim saberia administrar melhor esse país dos que essa quadrilha que está instalada aí.
    Só acreditarei em melhoras quando ver na cadeia Eduardo Cunha, Lula, Temer, Dilma, Aécio, Alckmin, Serra, Maluf, Collor, Renan e todos os outros ladrões. Mas, é bem provável que isso não aconteça nunca. Os que derem o azar de serem presos sairão rápido e logo estarão nos braços do povo novamente. Ficha limpa? kkkkk. Enquanto caras como o Cunha tiverem “anistia” porque o povo otário acha que ele fez o trabalho dele o buraco que estaremos sempre será o negro, sem fim.

    12+
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  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 10:22

    “Pressionado, vice já planeja adiar corte de ministérios em 180 dias
    Meta era reduzir pastas de 32 para 26”

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    • carioca_real 4 de maio de 2016 at 10:54
      • JJJ_brasilia 4 de maio de 2016 at 12:01

        Número de ministério é diretamente proporcional ao número de partidos políticos.

        Cada partido político criado e com uns 25 deputados tem 5% da câmara dos deputados e quer um naco do poder, se tivéssemos 8 partidos no confesso, teríamos poucos ministérios, agora com 30 partidos, tem que agradar muita gente, aí aja cargo para esta gente toda.
        Por exemplo, o Paulinho da força seria um deputado qualquer no PMDB, mas como ele é dono de um partido, a coisa muda e ele passa a exigir (chantagear) qualquer governo que apareça por cargos, verbas, no fim das contas, é $$$ mesmo.

        8+
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  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 10:24

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1767483-condominios-inaugurados-por-dilma-ha-um-mes-no-rio-tem-problemas.shtml

    “Inaugurados a menos de um mês pela presidente Dilma Rousseff, os condomínios residenciais Santorini e Mikonos, vizinhos em Santa Cruz, zona oeste do Rio, já apresentam diversos problemas em sua estrutura, o que vem deixando os novos moradores apreensivos.

    Funcionários contratados pela construtora Novolar S/A, responsável pela obra, correm de prédio em prédio atendendo aos chamados dos moradores, que reclamam de infiltrações, pisos quebrados, corredores sem iluminação e outros problemas que não eram esperados em um empreendimento recém-entregue.”

    “As paredes do apartamento onde vive com os três filhos têm diversas marcas de infiltração, a tinta está descascando e o chão da sala tem azulejos quebrados.

    “Quando fui sorteada, achei que iriam entregar algo direito, mas parece que fomos enganados”, disse ela.”

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    • Danibolhista 4 de maio de 2016 at 11:03

      Eu vi esse, terrível. Outro efeito colateral de se fazer moradias iguais em larga escala é o abandono de animais, quem morava na favela e tinha dois ou três cães, ao se mudarem para um apertamento, abandonam os cães nas ruas. Outra coisa, é este modelo padronizado não atende mais as necessidades das famílias brasileiras, tenho um conhecido que tinha filhos homens do primeiro casamento e se casou com uma mulher que tinha filhas mulheres (desculpem a redundância) do primeiro casamento, daí a necessidade da família era de um apartamento de 3 quartos. Ou ainda, a filha que ainda é bem jovem para se virar sozinha, engravida e não sai da casa dos pais e ainda o namorado se muda para casa dos sogros, se só tem dois quartos, 1 fica com o pai e a mãe que são os donos da casa e o outro que era para duas filhas, como vai abrigar mais uma criança e um namorado? Outro problema é que tem gente que gosta de morar na favela porque faz gato de tudo, no condomínio tem que pagar, pagar, pagar e pagar, água, luz, net, condomínio, gás encanado e a prestação do apê. Estes imóveis não têm elevador, se você fizer uma cirurgia e mora no 4 andar, se virar um deficiente por motivo de acidente, amputação, se fizer uma reforma no seu apê no 4 andar, vai ter que carregar tudo no lombo. Não dá. Cada um deveria ter condições financeiras para comprar seus imóveis da maneira mais conveniente.

      17+
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      • MINEIRO SPY 4 de maio de 2016 at 11:29

        Só o elemento do acidente que discordo..na favela seria pior ainda.
        Galera não quer pagar nada, nem prestação, nem agua, nem luz, nem condo, nem net. Em 5 a 8 anos começam a dissolver as paredes.

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  • Rampion 4 de maio de 2016 at 11:43

    Essas são as mudanças anunciadas?

    http://oglobo.globo.com/brasil/michel-temer-cortarei-no-maximo-uns-tres-ministerios-19226122

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    11+
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  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 11:46

    RECEBAM!

    “Com perspectivas que esse quadro mudasse, os industriais da construção vinham, desde janeiro, atenuando suas expectativas ruins para os próximos seis meses, mas neste mês de março o pessimismo se intensificou.

    O índice que avalia as projeções quanto ao nível de atividade para os próximos seis meses retraiu fortemente, de 49,0 para 42,1 pontos, enquanto que a perspectiva de compra de insumos e matérias primas sofreu redução de 48,5 para 39,5 pontos. Naturalmente, essas menores expectativas guardam estreita relação com o clima de desconfiança criado pela crise econômica pela qual passa o País, com rebatimentos nas unidades federativas, e acentuado pela forte instabilidade política.”

    http://www.investimentosenoticias.com.br/noticias/negocios/industria-da-construcao-civil-segue-em-ritmo-de-queda-no-ceara

    4+
  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 11:53

    “Confiança do empresário do comércio cai pela primeira vez no ano, aponta CNC

    Notícia Publicada em 04/05/2016 10:59

    Resultado foi influenciado pela queda nas intenções de investimentos”

    “Na comparação com abril de 2015, o recuo foi de 8%, refletindo a contínua retração na atividade do comércio decorrente, especialmente, pela deterioração do mercado de trabalho.

    “Não detectamos fatores que indiquem reversão no ritmo de atividade do comércio, ainda sem perspectivas de recuperação no médio prazo, especialmente em função da deterioração do mercado de trabalho, desemprego e queda na renda real dos consumidores”, explica a economista da CNC, Izis Ferreira.”

    http://www.financista.com.br/noticias/confianca-do-empresario-do-comercio-cai-pela-primeira-vez-no-ano

    2+
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  • Jovem Estudante 4 de maio de 2016 at 13:29

    Boletim FIPE-ZAP!

    Preço médio do m2 permanece estável pelo segundo mês consecutivo
    No acumulado em 12 meses o Índice FipeZap registrou elevação de 0,21%, a menor já observada na série histórica
    O Índice FipeZap – que acompanha o preço de venda dos imóveis em 20 cidades brasileiras – apresentou variação de 0,07% entre março e abril.
    Com isso, pode-se afirmar que, em média, o preço dos imóveis permaneceu praticamente estável no último mês. Individualmente, entretanto, sete
    das vinte cidades pesquisadas apresentaram variação negativa, enquanto outras treze apresentaram elevação. Ainda assim, vale ressaltar que em
    apenas duas cidades (Curitiba e Vitória) o aumento dos preços em abril superou a inflação esperada (IPCA/IBGE) para o mesmo mês, segundo
    Boletim Focus do Banco Central do Brasil.
    Considerando-se os últimos doze meses, o Índice FipeZap apresentou elevação acumulada de 0,21%, atingindo em abril a menor variação
    registrado na série. Tendo em vista que a inflação esperada para o período é de 9,19%, o preço médio anunciado do m2 apresentou queda real
    de -8,23%. Neste âmbito, cabe enfatizar que todas as cidades brasileiras que compõem o Índice FipeZap registraram variação inferior à inflação
    esperada nos últimos 12 meses, sendo que em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Niterói e Distrito Federal, houve queda nominal.
    No mês de abril, o valor médio do m2 anunciado das 20 cidades foi de R$ 7.619. Rio de Janeiro se manteve como a cidade com o m2 mais caro do
    país (R$ 10.340), seguida por São Paulo (R$ 8.623). Já as cidades brasileiras com menor valor médio por m2 entre as 20 cidades pesquisadas pelo
    Índice FipeZap foram: Contagem (R$ 3.544) e Goiânia (R$ 4.261).

    1+
    • Lucas 4 de maio de 2016 at 14:15

      o BR implodindo
      linhas interias de financiamento secando
      depressão economica,
      impeachment
      recorde de falencias, recuperações judiciais e cheques sem fundo

      mas o Fingez-ap, continua incólume

      vtn…

      24+
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      • Jovem Estudante 4 de maio de 2016 at 15:34

        É, amigo… não tá fácil.

        2+
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        • Lucas 4 de maio de 2016 at 15:39

          sugestão
          o melhor que a gente faz é ignorar o fiongezap
          serve pra nada dar audinecia pra eles

          9+
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          • CA 4 de maio de 2016 at 17:38

            Lucas,

            Concordo, com um pequeno adendo: vale a pena de vez em quando DESMASCARAR o FIPE Zap apontando sua completa desconexão da realidade, como você fez acima. Vale de alerta para usuários novatos do blog.

            4+
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  • Minions 4 de maio de 2016 at 14:00

    CVR – Caiu de novo!
    AP que alugava por R$ 2.400 direto com o especulador (saí em fev) e que teria aumento do IGPM em fev para R$2.650 está anunciado no site de imobiliária por R$ 2.400,00 (e será devidamente motumbado no primeiro aluguel e em 10% a.m.). Agora baixou o anúncio para R$2.200 e por óbvio que aceita R$2.000 fácil e R$ 1800 no desespero. Mensalmente ainda perde o custo de oportunidade, cond. de R$700 e IPTU de R$100. Dizem que vale 500k. Ainda acho que vai demorar uns 6 meses pra alugar por R$1.500.

    21+
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    • Lucas 4 de maio de 2016 at 14:57

      tenho visto imóveis de 500k até 600k sendo efetivamente alugados por 1 mil e poucos, outros que pedem de 2k a 3,5k de aluguel estão a anos fechados

      olha o tamanho dessa encrenca pros especuladô?

      10+
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      • Minions 4 de maio de 2016 at 15:02

        Imagina quando os especuladores perceberem que não vão alugar por metade do valor pretendido…aí irão decidir vender a qualquer preço, afinal o motumbo já estará dando fortes cutucadas!
        Mais imóveis para venda…será o caos e o estouro da bolha.

        6+
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        • Lucas 4 de maio de 2016 at 15:06

          entende porque os zezé da vida insistem em nos chamar de mentirosos,
          que são CVRs inventados

          as quedas nominais de 40% (sem contar inflação) vão virar 80%.

          vai cair abaixo do custo de reprodução que é 1k por m²

          11+
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          • CA 4 de maio de 2016 at 17:35

            Lucas,

            Concordo, com um pequeno adendo: vale a pena de vez em quando DESMASCARAR o FIPE Zap apontando sua completa desconexão da realidade, como você fez acima. Vale de alerta para usuários novatos do blog.

            5+
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            • CA 4 de maio de 2016 at 17:38

              Ops, respondi no lugar errado, era para ter colocado abaixo do comentário sobre o FIPE Zap, que está mais acima. Corrigindo…

              3+
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      • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 15:03

        “Mansão Portal do farol (ANÚNCIO DE EMPRESA)
        Inserido em: 2 Maio 10:52.
        Aluguel: R$3.200 – http://se.olx.com.br/sergipe/imoveis/mansao-portal-do-farol-191452815

        “Cond. Mansão Portal do Farol na Farolândia (ANÚNCIO DE EMPRESA)
        Inserido em: 3 Maio 11:31.
        Preço: R$850.000 – http://se.olx.com.br/sergipe/imoveis/cond-mansao-portal-do-farol-na-farolandia-191908170?xtmc=PORTAL+DO+FAROL&xtnp=1&xtcr=12

        3+
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  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 15:23

    “Crise econômica pode elevar número de divórcios no Brasil
    04/05/2016 | 14h00min IBGE prevê impacto dessa instabilidade nos relacionamentos”

    8+
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    • DRN 4 de maio de 2016 at 15:46

      Falta de dinheiro deixa todos estressados…

      7+
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    • Ilusionista 4 de maio de 2016 at 16:05

      esposa e filhos já não podem mais usar as áreas de lazer do condomínio, maridão com condomínio atrasado, também já não aguentam mais receber ligações de cobrança o dia inteiro.
      nos fds, churrasco de picanha argentina no terraço gourmet deu lugar ao panelão com salsicha ao molho…
      vai ficando difícil manter as aparências…

      10+
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  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 15:32

    ALINE BRONZATI – O ESTADO DE S.PAULO
    04 Maio 2016 | 08h 33 – Atualizado: 04 Maio 2016 | 08h 33
    Reservas para calotes de Bradesco, Itaú e Santander saltaram 35% em um ano, chegando a R$ 15,7 bilhões

    “esses bancos não esperam uma reversão da inadimplência antes de 2018”

    http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,bancos-privados-reduzem-emprestimos-e-ampliam-provisoes,10000048989

    6+
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    • Danibolhista 4 de maio de 2016 at 16:26

      Se os bancos não tem previsão de melhora antes de 2018, eu é que não vou arriscar me arriscar tão cedo.

      6+
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    • CA 4 de maio de 2016 at 17:24

      Cajuzinha,

      Esta notícia tem relação com outros comentários que fiz acima:

      Quanto maior a provisão feita por bancos, menos dinheiro sobra aos bancos para emprestar (menos liquidez), quanto menos dinheiro disponível para emprestar nos bancos, mais caro tem que ser o juros do empréstimo (a velha e boa lei de oferta e procura), quanto mais caro for o juros do empréstimo, mais pessoas tem dificuldade em renegociar suas dívidas ou fazer novas dívidas para cobrir as anteriores, quanto mais pessoas tem dificuldade para refinanciar suas dívidas, mais aumenta o calote, quanto mais aumenta o calote, mais os bancos aumentam a provisão e assim prossegue o circulo vicioso.

      Alimentando este circulo vicioso, temos também questões como aumento no desemprego, queda na renda real das famílias, queda no consumo das famílias, que tende a continuar, conforme comentei mais acima, com tudo isto levando a aumento na inadimplência das famílias e empresas e novos aumentos de provisões dos bancos.

      Importante: o circulo vicioso descrito acima não se quebra simplesmente com a entrada de um novo governo e no curto prazo, bastando que o mesmo adote as ações corretas quanto a crise fiscal e política que levem a redução de inflação e dos juros SELIC como consequência, temos diversos outros assuntos que puxam a continuidade deste circulo vicioso de maneira muito mais forte no sentido contrário e conforme comentários que fiz anteriormente neste tópico e em outros: enquanto não tivermos a explosão mais visível e abrangente da bolha imobiliária e não forem equacionadas soluções para o segmento energético e bancos públicos, não há condições efetivas para se quebrar este circulo vicioso, sendo que tudo isto é um PROCESSO, ou seja, algo que não se resolve “da noite para o dia”. É até por isto que os bancos previram que esta questão do aumento da inadimplência deverá prevalecer pelo menos até 2018, mesmo com a mudança de governo que eles sabem que acontecerá agora…

      5+
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  • Cajuzinha 4 de maio de 2016 at 16:39

    “Mesmo com a crise econômica, a Caixa resolveu continuar realizando o Feirão em todo o país e incentivando a compra da casa própria. Luiz Antônio Langer, vice-presidente estadual do Secovi, disse que a orientação para os proprietários que tem imóveis à espera de comprador, de diminuir o preço e garantir a venda.”

    http://www.radioculturafoz.com.br/caixa-lanca-feirao-de-imoveis-2016-em-foz-do-iguacu/#.VypPloQrKM8

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    • JJJ_brasilia 4 de maio de 2016 at 18:18

      CoRvo descobriu que o preço está alto, fora da realidade do mercado, jenio!!!

      5+
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  • Zé Carioca 4 de maio de 2016 at 19:16

    Lulu, Lulu, não acho que um apartamento velho no RJ valha 4kk. 4kk é muito dinheiro, poucos irão juntar essa quantia no Brasil, menos de 0,1% da população brasileira deve ter 4kk. A questão não é quanto acho que vale é sim quanto estão pedindo. Os proprietários ainda estão pedindo valores absurdos pelos seus imóveis, você ainda vê vários loucos pedindo 4kk em apartamentos velhos com 150m2 no Leblon ou em Ipanema.

    Sinceramente não tenho visto ninguém comprar com 40 ou 40% de desconto. Até conheço alguns malucos que compraram há pouco, mas todos conseguiram no máximo 20% de desconto, isso claro no RJ, não sei se SP está diferente. Não posso afirmar que você comprou com 50% de desconto, talvez tal desconto exista e eu deva tomar um chá de cogumelo para começar a vê-los. Agora algo que me impressiona é a galera que consegue trabalhar e digitar no blog ao mesmo tempo. Tem vários FP com essa capacidade única, e claro a maioria a favor do livre mercado.

    14+
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  • Bolhudo 4 de maio de 2016 at 20:26

    CVR- Meu primo que é construtor foi chamado para passar orçamento para rebocar uma obra, passou o Valor de R$ 10,00 o m2, hoje descobriu que outro pedreiro pegou o serviço a R$ 6,00 o m2, ele ficou indignado, me disse que este preço ele cobrava em 2011, tentei argumentar, que naquela época não tinha mão de obra sobrando e passando fome como hoje. Quem disse que o m2 não cai de preço por causa dos altos custos? A mão de obra já caiu 50%, e vai cair mais .

    26+
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  • Luladranus 4 de maio de 2016 at 20:43

    Por isso digo que essa bosta de país não tem jeito, seja qual for a pessoa ou o partido que estiver no poder.

    https://br.noticias.yahoo.com/como-resolver-os-problemas-do-pa%C3%ADs-com-maquiagem-e-162525863.html

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  • Palmeirense Bolhudo 5 de maio de 2016 at 08:06

    SP: vendas de imóveis usados recuam em março; locação tem segunda alta seguida

    Além da complexidade da operação de compra e venda, o presidente do Creci-SP aponta como fator inibidor das vendas o aumento de 6,32% nos preços médios do metro quadrado dos imóveis em março comparativamente a fevereiro.
    – Quem se aventurou a dar essa puxada nos preços se animou com expectativas que não tinham embasamento na realidade econômica do país. Imóvel fora de preço vai continuar sem comprador.
    A própria série de pesquisas do Creci paulista mostra que a tendência dos preços dos imóveis usados é de baixa, não de alta. De abril do ano passado a março deste ano, o preço médio do metro quadrado na cidade de São Paulo acumula queda de 23,41%.

    http://www.monitordigital.com.br/sp-vendas-de-imoveis-usados-recuam-em-marco-locacao-tem-segunda-alta-seguida/

    0
    • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 08:26

      ” Imóvel fora de preço vai continuar sem comprador.
      A própria série de pesquisas do Creci paulista mostra que a tendência dos preços dos imóveis usados é de baixa, não de alta.”

      2+
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  • Palmeirense Bolhudo 5 de maio de 2016 at 08:08

    Metro quadrado tem queda de preço em 5 cidades

    Considerando-se os últimos 12 meses, o Índice FipeZap apresentou elevação acumulada de 0,21%, atingindo em abril a menor variação registrado na série. Tendo em vista que a inflação esperada para o período é de 9,19%, o preço médio anunciado do metro quadrado apresentou queda real de -8,23%. Neste âmbito, cabe enfatizar que todas as cidades brasileiras que compõem o Índice FipeZap registraram variação inferior à inflação esperada nos últimos 12 meses, sendo que em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Niterói e Distrito Federal, houve queda nominal.

    http://www.emorar.com.br/metro-quadrado-tem-queda-de-preco/

    0
  • Palmeirense Bolhudo 5 de maio de 2016 at 08:13

    Caixa vê obtenção de recursos como grande desafio do crédito imobiliário

    — A poupança e o FGTS são importantes instrumentos para viabilizar o acesso à habitação no Brasil, mas precisarão de reforços. Não vamos retomar o que tínhamos antes (na poupança) — afirmou ele, durante o evento Summit Imobiliário.

    — É preciso cuidado com a velocidade que usamos os recursos do FGTS para que não matemos a nossa galinha de ovos de ouro. Isso não está acontecendo, mas é preciso cuidado — atentou Rezende.

    Ele aproveitou ainda para reafirmar que não há uma bolha imobiliária no Brasil e que os preços estão caindo em alguns lugares, mas nada que preocupe. Criticou também o atual arcabouço regulatório do crédito imobiliário, que, na sua visão, precisa ser adaptado para a realidade brasileira.

    http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/04/caixa-veobtencao-de-recursoscomo-grande-desafio-do-credito-imobiliario-5776437.html#

    3+
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    • CA 5 de maio de 2016 at 09:24

      Palmeirense Bolhudo,

      Segue o padrão dos últimos tempos quanto a desculpas esfarrapadas:

      Ah, o problema é a crise e a falta de crédito imobiliário barato e farto.

      Ué, mas a derrocada de lançamentos e vendas ocorre desde 2012, desde aquela época era efeito da crise que só começou a aparecer em 2015? Em 2012 tínhamos a menor taxa SELIC de todos os tempos, os juros de CEF e BB eram os menores de todos os tempos, sobrava verba da poupança que tinha depósitos crescentes, a crise fiscal não aparecia (disparada maior de gastos A PARTIR daquele ano, mas ainda com muitas pedaladas e maquiagens), em outras palavras, céu de brigadeiro para o segmento imobiliário, por que tivemos então os resultados que constam abaixo?

      http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2013/04/construtoras-tem-prejuizo-e-estoque-de-imoveis-sobe-43-em-2012.html

      Trechos do link acima:

      Trecho 1: “Com redução no número de lançamentos, de unidades vendidas e aumento dos estoques de imóveis ao longo de 2012, o setor de construção teve um ano difícil, segundo levantamento feito pela Austin Rating a pedido do G1, com base nos resultados divulgados por 12 construtoras listadas na Bolsa.”

      Trecho 2: “O número de unidades lançadas caiu 42,3% em 2012 em relação a 2011”

      Trecho 3: “As vendas do conjunto de empresas também caíram mais de 20% em volume e em unidades.”

      Trecho 4: “O estoque dobrou em unidades”

      Trecho 5: “No conjunto, esse grupo de construtoras reverteu o lucro obido em 2011, de R$ 1,87 bilhão, para um prejuízo de R$ 1,42 bilhão em 2012.”

      Complemento:

      No primeiro trimestre de 2013, foi feito um estudo das 9 empresas com maior risco de liquidez no Brasil, com base nos resultados do ano de 2012 e destas, 5 eram construtoras, conforme consta no link abaixo:

      http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/9-empresas-listadas-com-maior-risco-de-liquidez-no-brasil

      Em levantamento que fiz, também com dados de 12 construtoras com Ações na BOVESPA, os distratos subiram de pouco mais de R$ 2 bilhões em 2011 (que foi o INÍCIO desta anormalidade dos distratos) para mais de R$ 5 bilhões em 2012, o que explica os resultados que constam acima, embora isto sempre tenha sido DESCARADAMENTE omitido pelo segmento imobiliário.

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    • rogerio 5 de maio de 2016 at 11:17

      Quem mais investe no Grupo RBS são imobiliarias e construtoras!! Vão ter que engolir o choro!!!

      1+
  • Alemon Fritz 5 de maio de 2016 at 08:22

    Bom dia brasil começou com reportagem mostrando imóveis
    do MCMV lixos, novos, sem luz, parede caindo, agua pingando e rachados (provavelmente ja tá tudo entupido)., móveis podres…
    e depois em pernambuco 27% deles estão sendo vendidos, alugados…
    no fim …mulher dizendo que está triste com o sonho, que foi iludida…

    A mandioca olimpica flamejante chegou e tá ardendo.

    9+
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  • Alemon Fritz 5 de maio de 2016 at 08:40

    acho queTá ardendo..

    Construtoras de Balneário Camboriú se reinventam para manter o mercado aquecido na recessão

    Os valores dos imóveis …. variando entre R$ 1,5 milhão e R$ 30 milhões – (!!!) dependendo da localização e metragem.
    No ano passado, a valorização dos imóveis foi de 15%, segundo o Sindus con.
    Para 2016, a estimativa da entidade é que esse número chegue a 20%. (!!!…)

    Hoje, a F G tem 13 empreendimentos em construção e 1.056 unidades em estoque:
    …a empresa mudou a estratégia de vendas e apostou na variedade de produtos, com apartamentos que vão de R$ 1 milhão até R$ 17 milhões. (!!!)

    a construção civil teve uma variação negativa de 10% no número de empregos em 2015 na cidade….Sofremos uma redução nos últimos três anos, mas que nada tem a ver com a crise, e sim com revisão do Plano Diretor da prefeitura
    ..: continuamos vendendo bem, com liquidez e preço – afirma.

    http://www.blumenauvertical.com.br/2016_05_01_archive.html

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    • EngenheiroSP 5 de maio de 2016 at 09:08

      Alguem que paga 17kk num apartamento de praia em que a praia acaba o sol as 3h da tarde por causa desses apartamentos, já dá motivo pra ser investigado por lavagem de dinheiro

      11+
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  • Alemon Fritz 5 de maio de 2016 at 08:44

    em 2015 diziam que tinham 2832 imóveis e que só faltavam vender 678 em BC
    http://wp.clicrbs.com.br/guarda-sol/2015/05/26/nao-ha-crise-no-mercado-da-construcao-civil-de-luxo-em-balneario/?topo=98,2,18,,,77

    agora aparaceram 1056 só numa construtora……

    6+
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  • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 09:07

    “BC reduz estimativa para inflação, mas não vê espaço para corte de juros”

    http://www.financista.com.br/noticias/bc-nao-ve-espaco-para-corte-de-juros

    2+
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    • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 09:10

      “Segundo o colegiado, há avanços na política de contenção dos impactos do reajuste de preços relativos, no entanto, o nível elevado da inflação em 12 meses e as expectativas ainda distantes dos objetivos do regime de metas “não oferecem espaço para flexibilização da política monetária”.

      Na reunião ocorrida nos dias 26 e 27 de abril, o Copom levou em consideração um cenário de dólar em R$ 3,55 e Selic em 14,25% “em todo o horizonte relevante”.”

      0
  • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 09:12

    TÓPICO

    “PDG Realty assina memorando com bancos para acordo de reestruturação de dívidas

    Notícia Publicada em 05/05/2016 07:22

    Dentro de 60 dias, a empresa e os bancos pretendem celebrar os documentos definitivos para implementar o acordo”

    “A LDI entregará à PDG 26 unidades imobiliárias em São Paulo avaliadas em R$ 33,8 milhões. Com a operação a dívida líquida da empresa terá redução prevista em R$ 237 milhões.

    Em agosto passado, a PDG anunciou a contratação da assessora financeira Rothschild para ajudá-la no processo de reestruturação de dívida, com objetivo adequar o perfil do endividamento às perspectivas de curto, médio e longo prazos.

    (Por Juliana Schincariol)”

    http://www.financista.com.br/noticias/pdg-realty-assina-memorando-com-bancos-para-acordo-de-reestruturacao-de-dividas

    4+
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    • EngenheiroSP 5 de maio de 2016 at 12:34

      Lembro quando diziam: o estouro derradeiro, inegável e irrefreável da bolha será quando uma das grandes construtoras quebrar.
      O fim está próximo,

      2+
  • FabianoSJC 5 de maio de 2016 at 09:24

    Imovel é sempre um bom investimento ….!!!!!!

    http://oglobo.globo.com/rio/2016/05/05/2272-prefeitura-conserta-ruas-da-vila-do-pan-mas-garagens-estao-afundando

    Sera que quem comprou esses apartamentos da Vila do Pan vão ter valorização de 30 % ao ano rs

    5+
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  • fanfarraum 5 de maio de 2016 at 09:37
    • CA 5 de maio de 2016 at 09:53

      fanfarraum,

      Trecho do link acima, na primeira página:

      “A própria série de pesquisas do Creci paulista mostra que a tendência dos preços dos imóveis usados é
      de baixa, não de alta. De abril do ano passado a março deste ano, o preço médio do metro quadrado na cidade
      de São Paulo acumula queda de 23,41%.”

      Óbvio que isto NUNCA será divulgado na mídia, certo?

      Também não vão dizer que se pegarem os últimos 24 meses caiu mais de 40%, não é mesmo?

      Não vão mencionar ainda que de acordo com esta pesquisa, em São Paulo em março/2016 venderam uma das menores quantidades de todos os tempos e que as quedas das vendas, na comparação entre mesmos meses de anos diferentes e período acumulado anual, já estão em queda desde 2012, inclusive nos últimos 24 meses onde tivemos quedas tão relevantes nos preços…

      O negócio é continuar com a DESINFORMAÇÃO, como coloquei no comentário que fiz antes deste, o importante para o segmento imobiliário é tentar manter o seu mundo de FANTASIA. Não é a toa que nesta semana ouvi de um taxista, ex-corretor, que já temos corretores passando fome. Estimulam ao máximo a mentira, enganação e o mundo da fantasia, graças a isto vendem cada vez menos, passam necessidade e isto não impede quedas relevantes nos preços dos imóveis. Como dizem por aqui: “Jênios” (sic)

      3+
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      • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 09:56

        ” em São Paulo em março/2016 venderam uma das menores quantidades de todos”

        Essa parte saiu na mídia sim, CA, até publiquei que algum “importante do setor” disse que nunca tiveram um mês tão ruim. Vou ver se acho novamente

        0
        • CA 5 de maio de 2016 at 10:00

          Cajuzinha,

          A reportagem que vi foi sobre as vendas de imóveis novos e a pesquisa do SECOVI SP, até demonstrando o “desalento” do setor quanto a isto.

          No caso da pesquisa do CRECI SP mais acima, se refere a imóveis usados, onde as quedas de preços tem sido mais relevantes e como não existem as vendas falsas na planta, as vendas tem caído de forma mais visível também, era a isto que me referia, se bem que não fui claro e acabou ficando meio generalista, mas aproveito para corrigir aqui.

          0
          • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 10:01

            Cajuzinha 26 de abril de 2016 at 07:54
            “Os números excepcionalmente fracos foram registrados no auge da crise política que antecedeu a votação na Câmara dos Deputados da admissibilidade do impeachment da presidente da República. “É praticamente nada, esse resultado mostra que o mercado está parado aguardando uma modificação do cenário econômico”, disse o presidente do Secovi, Flávio Amary. “Não acredito que a gente tenha daqui para a frente um mês tão ruim como esse.””

            0
            • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 10:02

              do Secorvo mesmo, CA

              0
    • Cesar_DF 5 de maio de 2016 at 13:54

      “O número de inquilinos que desistiram de continuar com seus contratos foi equivalente a 95,63% do total de novas locações. Esse percentual é 11,28% maior que as desistências de fevereiro, de 85,94%”

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  • Boba Alegre 5 de maio de 2016 at 09:39

    CVR 1
    Peguei a conversa já andando
    Um viado tava falando pro outro que entregou o celular pra alguém, mas que mandou devolver a case e disse: se quiser que compre a sua capinha!!!
    Eu fiquei ouvindo porque pensei que ele tava contando um assalto e falou isso pro ladrão, mas não uahauhauah
    Em resumo ele tinha emprestado o cheque pra uma amiga uns tempos atrás, ai ela não pagou e ficou o cheque voando por ai. Então ele recebeu uma ligação de um homem dizendo que era advogado e estava com os cheques, no valor de 900 reais, e que queria receber porque sabia onde ele morava, onde o pai dele trabalhava e tal, apavorou o cara. O caloteiro não deu muita bola, e 2 dias depois a irmã dele liga dizendo que foram no trabalho do pai deles armados procurando por ele e por sorte o pai não estava. O caloteiro claro ficou em pânico correu pra arrumar o dinheiro. Ligou pra prima e ela emprestou 1k e ele resgatou os cheques (e emborçou 100 claro que bicha que é bicha não dá ponto sem nó).
    Ai depois pagou 400 reais pra prima, e ficou devendo 600. A prima cobrava e ele dizia que não tinha (entendi que se passaram meses), e ele contava pro outro num tom indignado porque a prima ficava pressionando ele pra receber. Até que chegou um dia e essa prima perdeu a linha e prensou ele numa festa da família, todo mundo parou pra ver. A bicha orgulhosa pra não ficar por baixo esticou a mão e ofereceu o celular achando que a prima não ia aceitar, mas ela pegou o celular da mão dele bem rápido antes dele conseguir puxar huahauha ai como não dava mais pra pegar de volta porque tava todo mundo olhando e seria muito humilhante, ele pediu a case de volta e mandou ela comprar se quisesse uma (!!!!!)
    Moral da historia: se você não pretende pagar a divida não frequente as mesmas festas que o credor, isso é o básico do básico do “curso de estelionato para homossexuais”.
    Eu sei porque fiz o curso.

    CVR 2
    Essa semana um sargento da rota me disse que ta impossível trabalhar porque de cada 30 pessoas que eles abordam na rua, 25 tem passagem. Diz que a civil não tá prendendo porque não tem lugar pra por, e os que tem pena leve tão sendo solto pra liberar espaço.
    Nessa mesmíssima semana um policial civil aposentado que faz uns trabalhos pra gente falou que a civil está em greve branca, por causa de salários. Não oficializam a greve, mas também não saem na rua pra caçar.

    CVR 3
    Advogado contando porque mudou de escritório.
    Um dia chegou um rapaz lá, e se apresentou como filho do proprietário do imóvel.
    “Avisou que o pai morreu… nem tive tempo de ficar assustado com a noticia e ele já emendou; então, sobre o aluguel, vocês pagavam 9… agora quero 22.”

    40+
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    • Barnabezinho 5 de maio de 2016 at 12:17

      Boba! saudades imensas! Onde tu esteve, criatura????

      4+
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      • Boba Alegre 5 de maio de 2016 at 12:34

        to trabalhando bastante, fazendo um curso no senac a noite e namorando uma rentista 333
        eu entro as vezes pra dar uma lida aqui mas os CRVs tão muito especificos, não ta dando pra contar

        2+
        • Barnabezinho 5 de maio de 2016 at 12:41

          OK! tranquilo… e veja se pára de dar ideia pra essas criaturas!!! kkkk!
          “http://goo.gl/6QhXBn

          3+
        • Diego F. 5 de maio de 2016 at 12:42

          Boba, outra hora dá uma passada lá no outro lado da rua. Tem boteco no fds e outras discussões, pois aqui o Boss resolveu focar mais no conteúdo bolhístico depois das tretas de dezembro.

          Não sonegue seus CVRs épicos.

          2+
    • Lucas 5 de maio de 2016 at 12:23

      impagável

      5+
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  • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 10:31

    “postado em 05/05/2016 10:07
    Agência Estado
    Brasília, 05 – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central vê agora um cenário de moderação do crédito. Ata da última reunião do Copom, divulgada nesta quinta-feira, 5, retirou a palavra “expansão” para falar do cenário moderado do crédito. Na avaliação do colegiado, o cenário de moderação do crédito tende a persistir. A ata reafirma que, após anos em forte expansão, o mercado de crédito voltado ao consumo passou por moderação. O Copom manteve a avaliação de que é preciso reforçar as iniciativas no sentido de moderar concessões de subsídios por intermédio de operações de crédito.”

    0
  • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 11:34

    “Lucro do Itaú Unibanco despenca 9,9% no 1º trimestre e calote dispara

    O aumento de 31% nas despesas com provisões contra calotes e a inadimplência em alta derrubaram o lucro recorrente do Itaú Unibanco”

    http://fatoonline.com.br/conteudo/20956/lucro-do-itau-unibanco-despenca-9-9-no-1o-trimestre-e-calote-dispara?or=he-eco&p=lei&i=3&v=0

    1+
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    • rogerio 5 de maio de 2016 at 11:57

      Quiseram dar credito pra todo mundo tem mais é que se f…. vai ter quebradeira de bancos só questão de tempo. Os maiores ainda vão se segurar…mas os menores….

      1+
  • Alemon Fritz 5 de maio de 2016 at 11:46

    calote no Banco…
    Tijolo não viaja pra Miami, já a tocha… viaja
    Ardam

    1+
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  • DRN 5 de maio de 2016 at 12:08

    JEC falando na comissão do impedimento no senado agora.

    Difícil de ouvir. Embrulhou o estômago.

    2+
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  • Bruno.12 5 de maio de 2016 at 12:22

    E o Cunha foi finalmente afastado…quero ver como isso irá influenciar na economia. Ademais, há dois dias sem tópico novo, o que houve??

    2+
    • DRN 5 de maio de 2016 at 12:31

      A decisão do Teori é ilegal e inconstitucional.

      Cunha está certo: liminar depois de 6 meses?

      E mais: a medida cautelar para assegurar a aplicação da lei penal é a prisão, e não a cassação do mandato.

      O mandato do cunha só pode ser cassado se ele for condenado por ato de improbidade administrativa, sofrer impedimento ou processo de cassação na câmara.

      2+
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      • Barnabezinho 5 de maio de 2016 at 12:33

        DRN, e a tese de que isso faz parte do acordão para que se possa prender o lula?

        0
        • DRN 5 de maio de 2016 at 12:44

          Bom, beleza, pode até ser, mas constitucional não é. Estuprar a CF para prender o lula? Acordo político. Só ser for, porque juridicamente não precisava.

          2+
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          • Barnabezinho 5 de maio de 2016 at 12:50

            Li isso umas cinco vezes hoje, mas não faz sentido, já que não tem mais esta necessidade de justificação – com o impítiman, o que seguraria o lula? o que impediria sua prisão?

            0
            • DRN 5 de maio de 2016 at 12:53

              O lula não tendo foro privilegiado pode ser preso (i) cautelarmente se provado que está atrapalhando as investigações (mas acho que ele não vai peitar o moro não, ou seja, vai ficar pianinho agora) ou (ii) para cumprimento da pena (se confirmada a sentença do MORO pelo TRF da 4ª Região, com sede em porto alegre).

              1+
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              • DRN 5 de maio de 2016 at 12:53

                Claro, supondo que a sentença do moro seja CONDENATÓRIA, e não absolutória.

                0
                • Barnabezinho 5 de maio de 2016 at 13:09

                  hmmm… na teoria é assim, mas até o papel impresso anda incerto por essas bandas…

                  0
                  • Mephistopheles 5 de maio de 2016 at 13:48

                    Parte do STF não está mais usando a Constituição faz um tempo.

                    0
  • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 12:37

    http://jundiainoticias.com.br/portal/2016/05/quem-compra-cancela-contrato-nao-consegue-pagar/


    “Isso significa dizer que os compradores de imóveis na planta estão pagando um reajuste de 7,5% em suas parcelas para construtoras, enquanto o preço real do bem caiu em torno de 20%. Um imóvel comprado em 2015 por R$ 200 mil, hoje está valendo R$ 180 mil, mas as parcelas continuam a ser reajustadas pelo preço real ajustado no contrato. Um contra-senso para dizer o mínimo”, diz Marco Aurélio Luz, presidente da Amspa.

    O reajuste do saldo devedor, feito pelo INCC, cuja variação costuma ficar acima da inflação, pode tornar o valor da parcela impraticável. Foi o que aconteceu com E.D.B. que comprou um apartamento por R$ 1,5 mi, mas com saldo corrigido pelo INCC, o custo total do imóvel vai para R$ 2 mi.

    No estande de vendas, a incorporadora já oferece a mesma oferta de habitação por apenas R$ 1,2 mi. Ele quer o distrato, mas a construtora só devolve 30% do valor pago. O mutuário procurou a Amspa para resolver a situação e agora vai entrar com uma ação na Justiça para reaver 90% do montante.”

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    • From_The_Tower 5 de maio de 2016 at 12:56

      Kkkk.
      Brick_lover detected.
      Engraçado na euforia de 2007-2012 isso não acontecia.

      2+
      • Lucas 5 de maio de 2016 at 14:04

        kkkkk

        1+
    • Danibolhista 5 de maio de 2016 at 14:19

      Na verdade a maioria dos contratos prevê uma devolução de 80% do valor pago. Mas porque tem gente dizendo que só devolve 30%? é por causa da comissão. Quando você diz que vai dar 50 mil de entrada e paga 36 parcelas de 1.000 por exemplo, ao final de 12 meses você pagou 62 mi, certo? se a construtora vai devolver 80% ela deveria te dar 49.600. Só que não, se o imóvel custa 300 mil, em média 10% do contrato é para taxas por fora, inclusive comissão, então 30 mil não entrou no fluxo de pagamento, dos 50 mil só 20 mil foram valores considerados pagos no imóvel, o resto foi para pagar os profissionais autônomos. Então você pagou 32 mil e 80% disso dá 25.600. Então dos 62 mil desembolsados, o cliente vai receber 25 mil. Daí nessa hora os advogados vendem seu peixe, fazendo o cliente acreditar que tem direitos. O argumento dos advogados é que o STJ já tem o entendimento que o cliente tem direito a 80% do valor e na cabeça do cliente ele deveria receber os 80% de tudo que pagou, só que na hora o STJ reconhece que foi respeitado o limite de devolução e que a comissão foi um acordo entre as partes, e aí o cliente pagou pro advogado 4 ou 5 mil, pagou as custas,sucumbência pra perder mais ainda ou ficar na mesma.

      5+
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      • Lucas 5 de maio de 2016 at 14:33

        juízes já fizeram um acordão
        devolve uns 50%, mais parcelado que mortadela da cut, e reza pra construtora num quebrar antes

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        • Danibolhista 5 de maio de 2016 at 14:52

          Esse pacto que tanto falaram foi selado no Rio, os outros estados ainda não assinaram, por isso ainda há chances de juízes de outros estados julgarem que do jeito que o atual contrato está deverá ser respeitado ele ainda pode não aderir ao plano que piora a situação do consumidor. Agora no Rio não, como foi assinado, dificilmente um consumidor do Rio vai se safar. O STJ vai ter audiência pública dia 09/05 para decidir a comissão, como as construtoras estão recorrendo até o STJ, tal decisão dia 9 vai ser um bom termômetro para avaliar os riscos de uma ação.

          1+
  • Minions 5 de maio de 2016 at 13:13

    Famílias ‘fogem’ da Fonte e crise afugenta os empresários
    Resultado tem sido placas de aluga-se e vende-se espalhadas; Só na Bento há mais de 10
    http://www.araraquara.com/economia/NOT,3,7,1169249,Familias+fogem+da+Fonte+e+crise+afugenta+os+empresarios.aspx
    Destaco: “

    2+
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  • CA 5 de maio de 2016 at 13:13

    Sobre a recuperação da economia a partir do segundo semestre de 2016, que foi uma hipotese aventada por um usuário daqui em tópico anterior, trago a reportagem abaixo do “outro lado da rua”:

    http://www.financasinteligentes.com/2016/05/maquinas-em-curto-circuito.html

    Trechos do link acima:

    “Após ensaiar movimento de recuperação no primeiro trimestre deste ano, a indústria brasileira voltou apresentar sinais extremamente preocupantes no mês de abril. O baque foi violento e relembra a trajetória de terror causada pelo estouro da crise do subprime em 2008”

    “Com o volume de produção caindo numa taxa mais acentuada do que a própria sequência de quinze meses seguidos de contração, os empresários permanecem em defensiva fazendo o máximo possível para cortar custos e sobreviver à tempestade.”

    “Consequentemente, novos postos de trabalho foram extintos no mês de abril, também num ritmo extremamente elevado.”

    “O setor financeiro também permanece em defensiva, com os balanços recentes mostrando aumento de inadimplência, aumento nas provisões para perdas com calotes e queda não desprezível no estoque de financiamento.

    No mercado de capitais, o clima de aversão ao risco voltou aparecer na praça brasileira. O dólar se fortalece frente ao real, as taxas de juros futuros sobem e as ações caem na bolsa de valores.”

    4+
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    • tmarabo 5 de maio de 2016 at 14:26

      qual site é o outro lado da rua?

      0
  • BolhaPOA 5 de maio de 2016 at 13:40

    Quando vcs fazem o cálculo do preço do metro² de um apartamento, incluem a vaga na garagem na conta?

    1+
    • Lucas 5 de maio de 2016 at 14:04

      não se faz isso

      0
      • BolhaPOA 5 de maio de 2016 at 14:24

        valeu!

        0
  • Mephistopheles 5 de maio de 2016 at 13:51

    CVR – Modalidade nova para venda de imóveis
    Uma famosa incorporadora em Alphaville/SP.
    “http://mpd.com.br/aluguel/”

    0
    • BolhaPOA 5 de maio de 2016 at 13:57

      Tudo para mascarar a queda de preço.

      1+
    • tmarabo 5 de maio de 2016 at 14:08

      interessante e inteligente. é uma boa forma de “ocupar” alguns imóveis, pra quem tem vários encalhados, e com uma boa “sugestão” de compra após os até 30 meses.

      2+
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      • Mephistopheles 5 de maio de 2016 at 14:15

        como alguém do outro lado da rua falou: (i) todo mundo acha que aluguel é dinheiro jogado fora; (ii) ninguém mais tem $$$ para comprar ou financiar, o pessoal de vendas bolou uma forma de convencer as pessoas de que existiria uma forma de aluguel que não seria dinheiro jogado fora, mas uma maneira de dar a entrada no imóvel. E ainda por cima se livrando dos custos do estoque.

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        • tmarabo 5 de maio de 2016 at 14:24

          Sim, livra quem tem muita coisa encalhada e talvez seja um bom negócio alugar por 30 meses e depois ainda ter a opção de compra com o desconto do aluguel.
          Em 30 meses os preços de venda devem estar mais saudáveis. Será que o preço de venda já está estipulado desde já ou o preço de venda vai ser negociado quando acabar o contrato de aluguel?

          2+
          • LZ 5 de maio de 2016 at 15:39

            Se houver negociação no Final, sim ai vale a pena.
            Desde que o contrato de locação não seja algo amarrado eternamento.

            Pois vai que depois de 12 meses você acha outro imóvel melhor e não tem como sair desse contrato ai.

            Agora se for o preço já fixado desde o começo é uma bela pegadinha pois no final do período ngm vai querer bancar o preço de hoje no mercado de amanhã em baixa.

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    • Danibolhista 5 de maio de 2016 at 14:24

      Legal, mas já estou tão escaldada que não dou confiança, uma empresa que não tem nada a temer põe a minuta do contrato na internet, sabe que se seu contrato é bom, não vai espantar os clientes caso eles tenham tempo de analisar cláusula por cláusula ou levar em um advogado.

      4+
  • Lucas 5 de maio de 2016 at 14:07

    eu não como fingezap

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  • zedabolha 5 de maio de 2016 at 14:54

    Fui fazer a besteira de me cadastrar num desses sites de leilão de imoveis para me atualizar, mas, já estou arrependido. A minha caixa de e-mails está virando um inferno tem tanto apartamento de distratos que tenho recebido convite. Ave Bolha Imobiliaria!!!

    7+
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  • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 15:16

    CA, veja que lindo:

    “Poupança tem perda líquida de R$ 8,246 bilhões em abril, recorde negativo para mês

    Notícia Publicada em 05/05/2016 15:13

    No último mês, os saques superaram os depósitos em R$ 6,305 bilhões no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo”

    4+
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    • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 15:19

      “maior retirada em 22 anos.”

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  • Cesar_DF 5 de maio de 2016 at 15:23
  • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 15:28

    ou seja, ainda não chegamos ao fundo do poço:

    “Segundo os economistas da Serasa Experian, o varejo continua enfraquecido ao longo dos primeiros meses deste ano. “Recuo da massa real de rendimentos, grau deprimido dos níveis de confiança dos consumidores e condições mais caras e restritivas para o crédito ao consumo continuam pesando sobre a evolução da atividade varejista no país. Neste sentido, a alta pontual (na margem) em abril, não pode ser encarada ainda como um ponto de inflexão”,. diz.”

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/05/comercio-recua-95-em-abril-diz-serasa-experian.html

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  • Cajuzinha 5 de maio de 2016 at 16:16

    tópico novo

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  • zedabolha 5 de maio de 2016 at 19:02

    Lucas

    Estadão: O patamar mais baixo do mercado imobiliário

    “É praticamente nada, esse resultado mostra que o mercado está parado aguardando uma modificação do cenário econômico” […] Os custos de produzir continuam em alta, mas os preços pedidos de venda são estáveis ou cadentes, segundo o Índice Fipe-Zap

    Em fevereiro, os lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo chegaram ao ponto mais baixo desde 2004, quando foi iniciada pesquisa do sindicato da habitação (Secovi-SP). Apenas 171 imóveis residenciais novos foram oferecidos em fevereiro, redução de 80,4% em relação a igual mês do ano passado. Se o número de lançamentos se repetisse por 12 meses, apenas 2 mil imóveis seriam oferecidos, menos de 10% das 20,1 mil unidades de fato lançadas em 2015.

    Os números excepcionalmente fracos foram registrados no auge da crise política que antecedeu a votação na Câmara dos Deputados da admissibilidade do impeachment da presidente da República. “É praticamente nada, esse resultado mostra que o mercado está parado aguardando uma modificação do cenário econômico”, disse o presidente do Secovi, Flávio Amary. “Não acredito que a gente tenha daqui para a frente um mês tão ruim como esse.”

    O segmento da construção responde por parcela importante da taxa de investimento, que está em franco declínio. Trata-se de um segmento relevante para a economia, afetando o emprego, a demanda de insumos básicos como cimento, tijolo, madeira e cal e itens acabados como louças, azulejos, metais, tintas e vernizes e ainda serviços de arquitetura, jurídicos e de engenharia ou de intermediação.

    Nos últimos 12 meses, até fevereiro, apenas 20.415 unidades foram vendidas na capital, das quais 836 no mês retrasado. O setor de habitação espera uma retomada da confiança, mesmo que isso não baste para uma reativação expressiva do mercado no curto prazo.

    Os custos de produzir continuam em alta, mas os preços pedidos de venda são estáveis ou cadentes, segundo o Índice Fipe-Zap. Há, em especial, escassez de crédito e de compradores potenciais que adiam a aquisição do imóvel. Por isso, mesmo com a redução do número de lançamentos, os estoques ainda são elevados: da ordem de 26 mil unidades, na capital, e mais 14 mil unidades, nas demais cidades da Região Metropolitana de São Paulo.

    A situação não é diversa no País, segundo pesquisa com empresas que atuam em âmbito nacional ouvidas pela Fipe e a Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), indicando um alto estoque de 111,6 mil unidades.

    (Estadão – Notícias – Geral – 26/04/2016)

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    Esse Lucas é do karalho. Sabe tudo.

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