Setor da construção foi do paraíso ao inferno em três anos, diz presidente do Secovi – Estadão

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Comments
  • Cajuzinha 13 de abril de 2016 at 09:35

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    • Louro José 13 de abril de 2016 at 09:48

      Armínio na Fazenda, Meirelles no BC, Mansueto no Planejamento.

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      • Bruna 13 de abril de 2016 at 10:29

        Prefiro o Levy de volta. Mais ortodoxo, propício pro momento. Mas também acho que não tem espaço.

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      • Soy Bananes 13 de abril de 2016 at 15:34

        Na FSP fala-se que Armínio Fraga já teria recusado o convite do Temer.

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    • Dutra 13 de abril de 2016 at 12:12

      Paulo Hartung governador do Espirito Santo? Será que ele largaria o governo estadual por um ministério? Não gosto dele como governador, como ministro não posso opinar se seria bom, o máximo que sei que tentaria diminuir ao máximo os gastos, agora se com eficiência não sei.

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      • Louro José 13 de abril de 2016 at 13:08

        Serra é continuísmo do Mantega

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        • Zé do Brejo 13 de abril de 2016 at 18:19

          Louro, não sou fã do Serra, mas não consigo enxergar semelhanças entre eles.
          Pq vc acha que ele atuaria igualmente ao Mantega?

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          • Mn 13 de abril de 2016 at 18:36

            serra é centralizador que nem a diuma e desenvolvimentista que nem o pt…

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    • O Bancário 13 de abril de 2016 at 20:03

      Armínio aumentaria fácil a SELIC pra 20% kkkk

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  • Cajuzinha 13 de abril de 2016 at 09:36

    EMPRESAS
    BTG Pactual vende fatia na Lojas Leader por valor simbólico à Legion Holdings

    Notícia Publicada em 13/04/2016 09:22

    Legion Holdings é especializada em reestruturação de empresas

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  • Cajuzinha 13 de abril de 2016 at 09:50

    CA, poderia explicar?:

    “13/04/2016 Abecip: taxa de juro a 10% será ponto onde veremos o crédito ser retomado” ­

    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,abecip­taxa­de­juro­a­10­sera­ponto­onde­veremos­o­credito­ser­retomado,1855132 1/1

    “De toda a forma, Duarte pondera que nesse momento não seria o ideal que o crédito voltasse aos patamares de R$ 100 bilhões a R$ 110 bilhões em concessões de financiamento imobiliário. “Não seria sadio, porque os custos das incorporadoras estouraram. Para o mercado ficar sadio, não é preciso voltar a esses patamares”, destacou.”

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    • CA 13 de abril de 2016 at 10:31

      Cajuzinha,

      Sobre o trecho: “13/04/2016 Abecip: taxa de juro a 10% será ponto onde veremos o crédito ser retomado” ­

      A ABECIP defende a ideia que o grande motivador para a SANGRIA da poupança que deixou sem verba o financiamento de imóveis via SBPE teria sido o fato de muitas pessoas abandonarem a poupança e partirem para aplicações como Tesouro Direto, LCA, LCI, etc. Se a SELIC voltar a 10%, a poupança, neste contexto, voltaria a ser competitiva e com isto começaria a recuperar o seu saldo, voltando a ter verba suficiente para suportar patamares maiores de empréstimos via SBPE, o que automaticamente poderia se refletir em menores juros para o crédito imobiliário e mais negócios fechados.

      O “raciocínio” da ABECIP acima é muito restrito, uma vez que “o buraco é muito mais embaixo”. O motivo para a SANGRIA da poupança tem muito mais a ver com a CRISE na economia e necessidade das famílias de tirarem dinheiro da poupança para não ficarem inadimplentes ou para não deixarem de consumir o BÁSICO do que pela questão da rentabilidade comparativa da poupança em relação a outros investimentos. Tanto é assim que os depósitos da poupança continuaram crescentes em 2014 mesmo com percentual de SELIC superior aos 10% informados pela ABECIP. Em outras palavras, a solução SIMPLISTA de redução FORÇADA da SELIC não leva a nada, a não ser aumentar o problema da economia e mesmo que esta redução da SELIC ocorra de forma “natural”, se este “natural” ocorrer porque a crise continua muito grave e foi isto que ajudou a derrubar a inflação e SELIC, não vai resolver em nada a falta de verba da poupança, afinal as famílias continuarão tendo que fazer saques relevantes da poupança para SOBREVIVER.

      Sobre o trecho:

      “De toda a forma, Duarte pondera que nesse momento não seria o ideal que o crédito voltasse aos patamares de R$ 100 bilhões a R$ 110 bilhões em concessões de financiamento imobiliário. “Não seria sadio, porque os custos das incorporadoras estouraram. Para o mercado ficar sadio, não é preciso voltar a esses patamares”, destacou.”

      O crédito imobiliário concedido com verba da poupança (SBPE), ao qual Duarte se refere, em 2011 foi de 22 VEZES o que era em 2005! Esta velocidade de crescimento é uma completa ANOMALIA, que só ocorre em bolhas imobiliárias e a ABECIP sabe muito bem disto e o quanto isto não é saudável. Eles sabem muito bem que estamos enfrentando uma explosão de bolha imobiliária, o trecho acima é apenas uma forma de ILUDIR as pessoas, tentando criar uma cortina de fumaça.

      Qual a relação de não poder ter o mesmo volume de crédito imobiliário concedido antes com a questão de aumento de custos de construção e esta relação não ser “saudável”, como foi colocado pela ABECIP??? Oras, se temos vendas em altíssimo volume, com o crédito imobiliário correspondente, supõe-se que isto significa que o mercado está “saudável”, “pujante” e assim existiriam margens de lucro saudáveis para construtoras, mesmo com aumento de custos, afinal, este alto volume de crédito imobiliário significaria que as construtoras não estão operando com prejuízo como ele insinuou, estranho, não é?

      Creio que na realidade, o que está por trás da “argumentação” dele é o seguinte: para chegar novamente a um volume de R$ 100 bilhões ou mais, como já tivemos, os preços dos imóveis teriam que ser muito menores, porque agora a REALIDADE está se impondo na economia, não existe mais a euforia que leva as pessoas a quererem e TEREM CONDIÇÕES de comprar pelos preços surreais praticados pelos imóveis. Ocorre que se os preços dos imóveis forem muito menores para conseguirem atingir este patamar de crédito imobiliário concedido (mais de R$ 100 bi), as construtoras estariam operando com forte prejuízo e isto não seria “saudável” para o mercado. Ele utilizou aqui uma palavra errada, possivelmente de forma proposital, como costumam fazer: no lugar de ” não saudável”, ele deveria ter dito que não era VIÁVEL, porque o mundo de ILUSÃO dos preços SURREAIS e a “capacidade de compra”, bem como as “facilidades da CEF para conceder crédito imobiliário para quem não tem condições de comprar” ACABARAM, logo não dá para repetir o que eles fizeram no INFLAR da bolha imobiliária, com crédito imobiliário concedido disparando junto com os preços, agora ao contrário, nem um nem o outro conseguem voltar a crescer de forma relevante, a tendência é de caírem juntos, como já está acontecendo e como ocorre em toda explosão de bolha imobiliária.

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      • Cajuzinha 13 de abril de 2016 at 10:47

        Valeu, CA!

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  • CarlosL 13 de abril de 2016 at 09:50

    Calma que o inferno ainda é mais embaixo….. =)

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    • Death 13 de abril de 2016 at 10:14

      O inferno será o desespero. Estou ansioso para ver esta fase. Se possível comprar um imóvel por um valor bem favorável…

      8+
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      • TIC-TAC SP 13 de abril de 2016 at 12:14

        Favorável não, justo.

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  • alemaobnu 13 de abril de 2016 at 09:51

    Esse corvo-chefe aí é favor do impeachment, diz ele na materia.
    Entao a partir de hoje eu sou contra o impeachment. Nao posso ficar alinhado com corvos.

    19+
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    • carioca_real 13 de abril de 2016 at 09:55

      Infelizmente nos dois lados é difícil achar algo que preste.
      Quanto a Bolha, o cenário é tão instável que fica complicado tecer um cenário político para prever qualquer tendência.

      6+
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    • CarlosL 13 de abril de 2016 at 10:35

      Melhor vender alguns com comissão menor, do que não vender…..

      2+
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  • L.A. 13 de abril de 2016 at 09:56

    Estranho ele ser contra. Se não for aprovado, a política voltará a ser desenvolvimentista, com liberação de crédito fácil e farto. As vendas melhorariam… Opa, mas quem terá dinheiro para comprar?? #fail

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    • Death 13 de abril de 2016 at 10:18

      E se for aprovado?

      1+
      • L.A. 13 de abril de 2016 at 10:56

        Acredito em ajuste. Não tem muita margem, não tem dinheiro. Aproveito e largo dois CVR

        CVR
        – MPT/RS mandou embora terceirizados e estagiários;
        – PGR/RS suspendeu a construção do prédio da regional.

        Motivo: sem $$

        8+
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  • Cesar_DF 13 de abril de 2016 at 10:20

    Perdido no final do tópico passado

    Dgvl 12 de abril de 2016 at 11:11
    Me ajudem aí senhores!!
    Estou no blog há 4 anos, assim consegui perceber o que realmente acontece com o mercado imobiliário. Sou convicto de que a compra de imóvel é a pior opção, tanto que no período que aqui estou consegui pagar o aluguel e juntar recursos que hoje posso comprar à vista no condomínio que desejo. Mas os valores pedidos são fora da realidade local, como sempre (250k em média). Portanto, estou percebendo a queda dos valores e me deparo com a Caixa vendendo por CONCORRÊNCIA PÚBLICA apartamento que desejo por 150 k, confesso que fiquei um pouco apreensivo, pois acho esse valor próximo ao justo por conta da localização e condomínio barato por não ter xoxotecas e banheiras comunitárias. Hoje pago 0,4 % de aluguel, mas para a região está abaixo do que vejo as pessoas pedindo.
    Estou com outra dúvida: Depois da concorrência vem o leilão? Seria mais vantagem esperá-lo para tentar pagar menos?
    Agradeço se puderem dar dicas.

    Coelho da pascoa 12 de abril de 2016 at 15:14
    Oi Joselito, por favor observe uma coisa antes de entrar neste leilão:
    1) Qual é a idade deste apartamento? Se ele fo novo pese o fato de que há muitos outros potenciais inadimplentes no mesmo prédio? Com o novo CPC o pessoal que antes decidia simplesmente não pagar o condomínio não vai masi poder fazer isso, então eles vão aumentar a pressão nas assembleias para impedir o aumento dos preços de condomínio ou reformas necessárias. Vale a pena se arriscar a viver um condomínio todo quebrado no futuro?
    2) Ainda acredito que o crime organizado vai começar a comprar imóveis ocupados nos leilões e mandar baixar a porrada nos antigos proprietários até que eles saiam, depois de expulsar eles vão revender.
    3) Acredito que com o crime organizado operando este tipo de negócio poderão ser instaladas milícias em parte dos condomínios, os projetos Cingapura da Zona Norte de São Paulo enfrentam este tipo de situação.
    4) Pode haver falha de obra nestes apartamentos.
    5) O Cesar DF acabou de demonstrar com simplicidade e genialidade que nossa maior queda de preços ainda não chegou, pra que fazer m negócio agora? Ainda que seja em leilão?

    Dgvl 12 de abril de 2016 at 17:52
    Obrigado amigo, realmente preciso estudar bastante a situação. Moro nesse condomínio há 25 anos, meu pai é proprietário de um apartamento e eu pago aluguel em um. A inadimplência é baixa e o condomínio é barato ”250”….. valeu mesmo.

    Cesar_DF 13 de abril de 2016 at 08:28
    Dgvl, vou te dar um exemplo aqui de Águas Claras – DF
    Moro em um apto de 2 quartos e 55 m2. Pago 1.1K de aluguel. Vi anúncios de pessoas querendo vender este apto por 480K, mas agora “baixaram” para 400K rsrsrs. Pago então 0,275% ao mês do valor do imóvel.
    Se eu pegar estes 400K e colocar num LCI, vai dar de juros cerca de 4.4K/mês. (1,1%)
    Então se eu pegar este aluguel de 1100 reais e dividir por 1,1% dará 100K.
    Se eu fizer uma aplicação de meramente 100K eu pagaria totalmente o aluguel.
    Porém, devido à inflação, estes 100K valerão cada vez menos, e no próximo reajuste do aluguel, os juros não seria mais suficientes para paga-lo.
    Então preciso ter um valor aplicador maior e resgatar apenas uma parte do juros !
    Se eu fizer uma aplicação de 200K e resgatasse metade do juros, não fiz os cálculos, mas provavelmente eu conseguiria pagar eternamente este aluguel.
    Ahhh, então valeria a pena comprar um imóvel por 180 X o aluguel?
    Depende, existem outros fatores a se considerar: depreciação e manutenção do imóvel, taxas na compra (itbi, cartório), que acabam reduzindo para 150 X.
    E ainda existem os custos difíceis de mensurar: se arranjar encrenca com um vizinho, barulho de uma igreja, inundação da garagem, elevação do condomínio devido a inadimplência, mudança do local de trabalho, etc, estando alugado é só se mudar e sendo o proprietário você está preso, por isso muitos consideram que passa a ser vantajoso comprar somente abaixo de 100X o aluguel.
    No caso do meu apartamento então, somente valeria a pena adquiri-lo abaixo de 110K e hoje eles pedem 400K! Tô fora.
    Como não sou uma empresa, nem entrei na questão de CUSTO DE OPORTUNIDADE.
    Sei que, para um banco, é mais vantajoso alugar uma agência com o aluguel menor que 1,3% do valor do imóvel. Imagine então com os alugueis comerciais estando a 0,5%, um banco nem sonharia em empacar este dinheiro em tijolos.
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Custo_de_oportunidade

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    • Cesar_DF 13 de abril de 2016 at 16:17

      E existe mais um motivo para que uma empresa só valha a pena adquirir um imóvel quando o valor de venda for maior que 65X o aluguel: imposto sobre o lucro.
      Imagine um galpão que custe 1 milhão, e pagam de aluguel 10K/mês. Como proprietário ele poderá abater 2% ao ano do lucro, a título de depreciação (20 mil reais), já como locatário ele poderá abater 120 mil reais por ano do IRPJ sobre lucro real.
      http://www.portaltributario.com.br/guia/lucro_real.html

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  • CA 13 de abril de 2016 at 10:40

    No tópico anterior tivemos mais de uma colocação de que a bolha imobiliária é o menor de nossos problemas, o que aliás, é o slogam do blog. Sempre discordei desta abordagem, acredito sim que a bolha é parte relevante da causa raiz de nossos problemas e por isto, enquanto não ocorrer uma explosão mais impactante, visível e abrangente desta bolha, não conseguiremos retomar um crescimento da economia com melhoras para a sociedade que sejam minimamente saudáveis. Abaixo coloco os argumentos de porque defendo isto, agradeceria ao pessoal que pensa de forma contrária se apresentassem os contra-pontos:

    1) Fechamento de empresas: um infinidade de lojas fechou, não só pela queda do consumo, em grande parte causada pela bolha imobiliária (ver item 2), mas também porque os preços dos aluguéis comerciais se tornaram abusivos e inviabilizaram abertura ou continuidade de um grande número de pequenos negócios, como aliás já foi demonstrado em diversos artigos que viraram tópico aqui neste blog. Pergunta: se a bolha é o MENOR dos problemas, como esta situação será resolvida sem uma explosão mais visível e abrangente da bolha que possa assim permitir que os pequenos negócios voltem a se tornar viáveis?

    2) Queda de consumo das famílias: no período de 2010 a 2015 a dívida das famílias com o crédito imobiliário em relação a renda TRIPLICOU (fonte: BACEN), enquanto neste mesmo período as despesas das famílias com consumo tiveram desaceleração muito acentuada e anormal (fonte: IBGE), enquanto a inadimplência geral do consumidor tinha um crescimento 2,5 vezes mais rápido que nos 5 anos anteriores (fonte: SERASA/Experian) e as dívidas das famílias não relacionadas a crédito imobiliário em relação a renda sofriam quedas suaves. Qual a tradução do que consta neste parágrafo? O Brasil é um país com baixa renda per capta, produtos caros, juros e inflação elevados, etc., neste contexto, uma bolha imobiliária onde o crescimento dos preços dos imóveis bate o recorde MUNDIAL e ao mesmo tempo também atinge a maior desproporção do MUNDO entre os preços dos imóveis e a renda das famílias faz com que as famílias que adquiriram o crédito imobiliário tenham cada vez menos dinheiro disponível para qualquer outro gasto. Sem dúvida este foi uma das grandes molas propulsoras para redução de produção de indústrias que tinham como foco o mercado interno e também para uma derrocada do varejo, especialmente quando combinado com outros fatores mencionados neste comentário. Pergunta: se a bolha é o MENOR dos problemas, como esta situação será resolvida sem uma explosão mais visível e abrangente da bolha que possa permitir que as famílias deixem de entrar em endividamentos que estrangulem por completo sua renda?

    3) Alugueis residenciais: os alugueis residenciais também subiram muito acima da renda em função da bolha imobiliária, apesar de terem subido muito abaixo dos preços de vendas dos imóveis. Isto se tornou uma outra fonte de estrangulamento da renda das famílias, mais uma vez gerando prejuízos a todos os outros gastos. Pergunta: se a bolha é o MENOR dos problemas, como esta situação será resolvida sem uma explosão mais visível e abrangente da bolha que possa permitir que as famílias deixem de pagar alugueis que ajudam a estrangular sua renda?

    4) Empregos: graças ao crescimento anormal de lançamentos, os empregos gerados pela construção civil dobraram sua participação no total do Brasil no período de 2007 a 2009. Ocorre que com o advento dos distratos e preços em volumes anormais, resultantes de vendas falsas na planta, tivemos quedas sensíveis nas vendas brutas A PARTIR de 2012, associadas a um volume sem precedentes de crescimento de estoques via DISTRATOS. Consequências? Já a partir de 2012 as construtoras tiveram queda de mais de 40% nos lançamentos, mantiveram patamar mais baixo em 2013 e depois nova queda sensível em 2014 e queda elevada em 2015. Apesar de tudo isto, como ocorre em toda bolha, como as vendas brutas caíam muito e os distratos cresciam, a desproporção entre estoque e vendas só piora, o que significa que no total das construtoras devemos ter nova queda relevante nos lançamentos no ano de 2016. Em 2013 a construção civil já havia voltado ao patamar de geração de empregos anterior ao inflar da bolha e A PARTIR de 2014 a construção civil é um dos setores que lidera a perda de empregos no Brasil. Pergunta: se a bolha é o MENOR dos problemas, como esta situação será resolvida sem uma explosão mais visível e abrangente da bolha que possa permitir que os lançamentos possam voltar a normalidade ou patamar mais saudável (pelo menos em algumas cidades), mitigando assim o desemprego, que é um problema tão grave e que só piora no Brasil?

    5) Em 2012, quando tivemos uma fortíssima derrocada no segmento imobiliário, o Governo apelou para FORÇAR queda da SELIC, FORÇAR juros mais baixos para crédito imobiliário por BB e CEF, aumentou medidas heterodoxas, dentre outras ações para evitar a maior visibilidade da explosão da bolha imobiliária. O governo atual promete continuar adotando ações altamente destrutivas para a economia como um todo, visando mascarar também os efeitos da explosão da bolha imobiliária. Esta situação pode se agravar a tal ponto que cheguemos a uma combinação de crise cambial com crise sistêmica, o pior dos Mundos. Pergunta: se a bolha é o MENOR dos problemas, como esta situação será resolvida sem uma explosão mais visível e abrangente da bolha que possa permitir que o governo adote as medidas corretivas ADEQUADAS e deixe de cavar um buraco cada vez mais fundo para economia e sociedade.

    Existem mais argumentos do que aqueles mencionados acima, mas os trarei somente depois de evoluirmos nestes pontos, ou seja, se alguém se habilitar a explicar porque estas situações seriam irrelevantes.

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    • Minions 13 de abril de 2016 at 11:03

      CA, eu vejo o slogam como efeito, e não como a causa (por isso o verbo no futuro “será”).
      Concordo que a bolha (alimentada pelo desgoverno) foi a causa da recessão que vivemos hoje-a origem. Mas hoje a bolha não é o problema…o seu estouro começa ser a solução de parte dos problemas.

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      • CA 13 de abril de 2016 at 12:15

        Minions,

        Como você resolve efeito desprezando a causa? Como algo poderá ser o menor dos problemas se foi a causa dos maiores problemas? Como a bolha em si não é parte do problema, considerando as duas questões anteriores?

        Existem questões lógicas com as quais o pessoal normalmente se confunde. De forma simples: enquanto você não resolver a CAUSA RAIZ de um grande problema, você nunca vai ter uma solução DEFINITIVA, DURADOURA, no máximo você terá paliativos, que muitas vezes podem apenas agravar o problema ao retardar a sua solução definitiva, principalmente quando os paliativos forem gambiarras onde você está tentando “apagar o incêndio com gasolina”.

        Por exemplo, quando Hitler matou mais de 6 milhões de Judeus, adiantaria somente terem acabado com os campos de concentração, que eram uma aberração e CONSEQUÊNCIA das ações de Hitler e dos nazistas e uma das situações mais hediondas percebidas na época? Não adiantaria nada, como você não acabou com a causa raiz, praticariam o genocídio em outros lugares, com outras máquinas, de outras formas, mas o genocídio continuaria acontecendo. Ao verem os campos de concentração, usando a lógica de alguns aqui, seria só acabar com os mesmos que tudo ficaria bem, só que na prática, a única solução seria exterminar a força de guerra nazista, que foi o que aconteceu.

        Não adianta nada tentar combater o desemprego, o super endividamento e inadimplência anormais, dentre outros, “per si”, o que você vai fazer afinal, DAR dinheiro para pessoas pagarem as dívidas, fazer maquiagens, pedaladas, etc., etc., etc.? Foi exatamente isto que fizeram e por isto que o problema só se agravou.

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        • Minions 13 de abril de 2016 at 14:25

          CA, eu acompanho o blog desde 2010 e não discordo dos seus argumentos! Aliás, sempre aprendo com eles!
          Eu entendo que a bolha é a principal CAUSA dos problemas e, também, UM dos efeitos. Na verdade, eu penso que a “cultura” do povo brasileiro (sua falta de educação, ética, formação, etc) é a verdadeira CAUSA da enorme quantidade de problemas.
          Mas a bolha atua em 2 frentes: como causa e efeito. Como causa, o próprio mercado está “curando” ela, por mais que tentem dar sobrevida. E com o fim da bolha, a economia poderá se recuperar. Aliás, penso que a recuperação se inicia com o estouro da bolha.
          Como EFEITO, penso que existem efeitos piores: fome, desemprego, violência, … E neste sentido, o slogan não me parece tratar de solução, apenas apontar os efeitos/problemas.

          4+
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      • chigo 13 de abril de 2016 at 12:53

        A bolha não foi a causa da nossa crise. Foi um dos diversos efeitos perversos que este desgoverno gerou com sua incompetência, corrupção e principalmente ideologia.

        4+
        • CA 13 de abril de 2016 at 13:06

          chigo,

          De onde você tirou que a bolha imobiliária não é PARTE da causa raiz de nossa crise, como sempre tenho dito e coloquei acima (nunca disse que a bolha é a ÚNICA causa da crise)? Você realmente acredita que pela primeira vez na história do Mundo uma bolha imobiliária na dimensão da nossa não colaborou e muito para geração de uma crise na economia? Isto mesmo com o crescimento nos preços dos imóveis em termos percentuais tendo batido o recorde mundial? E todos os fatos, dados e evidências que coloquei acima e que DEMONSTRAM que a bolha imobiliária é parte da causa raiz da crise, onde estão os seus fatos, dados e evidências que demonstram o contrário ou invalidam o que consta acima?

          Por fim, não faça uma completa confusão entre as coisas: o governo foi agente relevante na geração da bolha imobiliária, imprescindível para que a bolha alcançasse esta proporção, mas isto não elimina o fato da bolha imobiliária ser causa raiz da crise, principalmente quando consideramos as evidências acima. O conceito de causa raiz não pode se perpetuar eternamente, senão daqui há pouco vamos concluir que o problema não foi o governo, mas sim a herança genética da Dilma e do Lula, ou então o fato de Marx ter nascido.

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    • odorico 13 de abril de 2016 at 11:21

      CA, sobre o item 2 talvez 3: mas como o estouro da bolha iria beneficiar a reação econômica se boa parte do comprometimento da renda já está contratado? Isso é, para quem já comprou, de nada adianta o estouro da bolha, pois a renda já está comprometida por 20 anos. A parcela é alta e saldo devedor também. Logo o que aconteceria é que o valor real seria menor que o valor da dívida. Exceto aqueles que não vão pagar e perder o imóvel, os demais vão comprometer a renda na parcela e isso impossibilitará reação econômica. Enfim, o estouro só reaqueceria a economia se houvesse renegociação das dívidas. Eu aposto, pelas características brasileiras, num cenário japonês, Isso é: imóveis zumbis. Enfim, quem puder vai segurar o preço por 10 a 20 anos, pagando os custos, deixando a inflação corroer o valor, alugando por baixa remuneração. Ele não sentirá o estouro e ainda manterá o mito de que “imóvel nunca desvaloriza” para a maioria da população.

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      • Urso 13 de abril de 2016 at 11:23

        Concordo com Odorico. Esse cenário também é possível.

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      • Cesar_DF 13 de abril de 2016 at 11:25

        O Japão nos fornece uma janela para um futuro de mmmmuitas residências ZUMBIS
        – Diminuição da taxa de fecundidade
        – Filho único nunca saindo da casa dos pais
        – Teletrabalho
        – Compras pela internet
        – Industrias deixando os grandes centros para reduzir custos

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      • CA 13 de abril de 2016 at 12:51

        odorico,

        De forma simples: você só inicia a recuperação de verdade depois do estouro de uma bolha imobiliária e quanto mais você trabalhar para adiar este estouro, pior será para economia, veja os exemplos de Espanha e Japão versus o exemplo dos EUA.

        Por que isto acontece? De novo de maneira mais simples: quanto mais gambiarras você faz, pior vai ficando a situação, você transforma os problemas em uma bola de neve. Você acha que as pedaladas e maquiagens do governo ao longo dos anos, para adiarem as ações que deveriam ser adotadas, beneficiaram em algo a economia?

        Agora sendo mais específico quanto ao que você colocou:

        “sobre o item 2 talvez 3: mas como o estouro da bolha iria beneficiar a reação econômica se boa parte do comprometimento da renda já está contratado?”

        Ah, quer dizer então que os muitos BILHÕES de Reais de estoque que ainda estão nas mãos das construtoras não fazem nenhuma diferença? Se os preços baixarem rapidamente, você não precisará de reduções tão radicais em lançamentos por um prazo tão longo, ao mesmo tempo que você não gerará endividamentos maiores para famílias que ainda vão comprar estes imóveis, com isto, você também não irá gerar um atraso ainda maior na recuperação dos empregos neste segmento. Claro que nisto algumas construtoras vão perecer mais rapidamente, mas isto é altamente saudável para o mercado como um todo, até como um exemplo de que aplicar golpes não vale a pena. Hoje toda gambiarra feita só incentiva o aumento do problema, como exemplo, ver que o governo prometeu 2 milhões de novas moradias no MCMV ao mesmo tempo que a mídia ajuda a mascarar a bolha e o que a Direcional fez? Aumentou em mais de 400% os lançamentos na comparação do 1T16 com 1T15, quando já tinha super-estoques recordes antes disto e continuou com recorde na desproporção entre estoque e vendas após isto, ou seja, apenas aumentou o tamanho do problema e do rombo futuro para o segmento e para economia.

        Cuidado com análises simplistas, limitadas: por que considerar só quem já entrou no financiamento imobiliário e ignorar todos aqueles que ainda não entraram e o estoque que é o recorde de todos os tempos?

        Sobre o trecho:

        “Eu aposto, pelas características brasileiras, num cenário japonês, Isso é: imóveis zumbis. Enfim, quem puder vai segurar o preço por 10 a 20 anos, pagando os custos, deixando a inflação corroer o valor, alugando por baixa remuneração. ”

        Lamento, a REALIDADE já está batendo à porta, no caso de São Paulo e imóveis usados a queda de preço médio do M2 já foi de mais de 40% só nos últimos 24 meses e sem considerar a inflação, segundo o CRECI SP, já para imóveis novos, de acordo com o SECOVI SP, a queda do ticket médio ficou entre 27% e 30% para os imóveis que representaram 80% das vendas em janeiro/2016, na comparação com preços de janeiro/2015, em ambos os casos, estes percentuais já foram muito superiores ao recorde de queda de preços durante a explosão da bolha imobiliária americana, que foi de 18% no ano em que atingiu o auge. Sobre alugar por baixa remuneração, é mais uma das evidências da explosão da bolha imobiliária e tanto pelos percentuais de queda quanto pelo percentual de aluguel em relação a preço indicam que é uma situação grave e quanto à queda em si, também hard landing.

        O grande problema da sua tese e é por isto que já temos fortes evidências em sentido contrário que a rebatem, como as que constam no parágrafo anterior, é que você está se baseando no “conceito” de que “querer é poder”, ou seja, basta que as pessoas e empresas não queiram que não vai acontecer, o que é algo 100% UTÓPICO e SEM FUNDAMENTOS. Em nenhuma bolha imobiliária do Mundo prevaleceu o “querer é poder”, as pessoas assimilam prejuízos por não verem outras alternativas. Os proprietários de usados em São Paulo não baixaram os preços porque “queriam”, mas sim porque tinham NECESSIDADE, idem quanto às construtoras e os imóveis novos. Você mencionou: “quem puder vai segurar o preço por 10 a 20 anos…” => Você já ouviu alguma vez que temos cerca de 60 milhões de pessoas inadimplentes no Brasil? Já viu sobre a evolução dos níveis de desemprego, queda na renda, endividamento das famílias, etc., etc., etc? Mesmo assim você acha que a maioria dos proprietários de imóveis vai poder segurar o preço e isto que definirá sua queda mais lenta? Já ouviu falar da situação financeira extremamente crítica de algumas construtoras? Mesmo assim acha que elas vão poder segurar os preços por 10 ou 20 anos? Acredita nisto mesmo com evidências concretas mencionadas no parágrafo anterior? A troco de que?

        Sobre o Japão: não faz sentido você comparar com uma economia como a do Japão e as características da bolha deles com a situação do Brasil que é exatamente o oposto deles, tanto quanto a características da economia quanto da bolha imobiliária. O Japão passa por DEFLAÇÃO, onde o juros muitas vezes está NEGATIVO, com fortíssima cultura POUPADORA da população, onde as leis são seguidas de forma muito mais voluntária que no Brasil, tanto que advogados lá estão ficando sem serviço (diferente do que temos no Brasil e afeta distratos, recuperação judicial, falência, etc), em que eles possuem uma infraestrutura muito superior à nossa, com balança comercial muito mais representativa em relação ao PIB e que ajuda a manter a economia quando há uma queda em segmento com atuação interna como o da construção civil, onde não existiu um esquema paralelo para criação de vendas FALSAS na planta ao mesmo tempo em que ocorria um volume anormal de inadimplência, onde não existiu nem de perto um esquema de corrupção institucionalizada que destruiu um segmento que representa 11% de todos os investimentos do país (Petrobrás), onde não enfrentaram uma crise política nas mesmas dimensões que a nossa, onde a densidade geográfica é o oposto da nossa, dentre uma infinidade de outras diferenças RELEVANTES, enquanto não encontramos nem de perto semelhanças que sejam em volume e relevância equivalentes.

        É divertido ver como a esta altura do campeonato o pessoal ainda acha soluções simplistas do tipo querer é poder, ou mesmo apostando que a maioria pode, tanto das empresas quanto das pessoas físicas, mas absolutamente sem nenhum embasamento, puro CHUTOMETRO. Interessante principalmente depois de observar o que ocorreu com o governo e economia nos últimos anos e que está diretamente ligado a nossa bolha imobiliária: será que o governo queria que tudo isto estivesse acontecendo agora? Ué, mas não era só uma questão de “querer é poder”? Eles não TENTARAM fazer tudo soft via pedaladas e maquiagens, por que o resultado virou HARD se era tão simples assim, bastava querer que você SOFT e agir de acordo?

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        • Lucas 13 de abril de 2016 at 13:37

          é simples
          a contabilidade das construtoras tbm esta maquiada
          eles vão realizando o prejuízo a conta-gota, fingindo que nada aconteceu, esperando por um milagre econômico

          o milagre passa por justamente o mercado liquidar eles

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        • Cajuzinha 13 de abril de 2016 at 13:50

          “SÃO PAULO (Reuters) – O número de brasileiros inadimplentes chegou a 60 milhões em março, ante 57,9 milhões em dezembro, passando a representar 41 por cento da população com mais de 18 anos do Brasil, disse a Serasa Experian nesta quarta-feira.”

          http://extra.globo.com/noticias/economia/inadimplencia-atinge-60-milhoes-de-brasileiros-diz-serasa-experian-19074910.html#ixzz45j4Mnie0

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        • odorico 13 de abril de 2016 at 14:03

          CA, entendi o seu ponto e realmente é bem fundamentado. Confesso que uso muito o CHUTE (às vezes acerto). Só acho que nossa cultura impacta muito as análise econômicas. A realidade se impõe, mas a cultura está enraizada, o que mais ouço é gente dizendo “agora está bom para comprar”, “nesse preço eu não vendo”, “prefiro fechado do que alugar por esse valor”, e outras pérolas, mesmo você mostrando evidências econômicas. Por exemplo, na minha família expandida (irmãos, primos, cunhados e outros da mesma geração entre 30 e 50 anos) somos apenas 2 bolhistas. Se considerarem os acima de 50 todos são fã de imóveis, e o menores de 30 todos estão financiando ou querem financiar, não importa o tamanho dos juros. E não acho minha família muito diferente das demais. Enfim, acho que a maioria dos brasileiros são “brick lovers” e isso não muda do dia para a noite, talvez um “hard landing” mude a proporção, mas para mudar a cultura em geral serão anos (diria uns 20 anos após o estouro da bolha, sem haver repique) de educação econômica.

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          • Minions 13 de abril de 2016 at 14:37

            Este é o ponto que defendo: a cultura bananense precisa ser mudada! (mas não vai) Outras bolhas virão…é só colocar outro idiota como presidente.

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            • Mn 13 de abril de 2016 at 18:02

              o erro de vocês é não entender herd behavior, o “prefiro deixar fechado” vai virar “comprar imóvel é SEMPRE ruim” de uma hora para outra—justamente quando o melhor momento para comprar estiver se aproximando.

              E por favor, entre no reclameaqui e veja as 666… quem está falando lá “nunca compre mrv/pdg/etc” e quem está falando “prefiro fechado”?

              O herd behavior está mudando diante de nossos narizes, mas vocês ainda não perceberam isso…

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      • Minions 13 de abril de 2016 at 14:28

        A bolha não está apenas nos imóveis residenciais. Ela também aumentou o custo dos imóveis comerciais.
        Concordo que, em relação às pessoas físicas, os efeitos não serão sentidos. Em relação ao comércio e indústria, a redução drástica dos aluguéis favorecerá a diminuição dos custos e as consequências destes.

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    • Cesar_DF 13 de abril de 2016 at 13:05

      CA
      Para mim a causa dos problemas foi o populismo.
      A visão simplista e de curto prazo do esquerdismo, aplicando o orçamento público em passivos, é como uma família que entrou no cartão de crédito para dar uma festa.
      A bolha imobiliária foi apenas mais um dos problemas, mas sabemos que ele é grave em função do tempo que ficará repercutindo, pois foram transferidos recursos de 20-30 anos do futuro para colocar em tijolos no presente, e estes tijolos não produzem riqueza.

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      • Lucas 13 de abril de 2016 at 13:35

        populismo???

        são muito piores que populistas, são bandidos de roubar, matar , sequestrar, mentir, caluniar

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      • Minions 13 de abril de 2016 at 14:39

        Tivemos bolhas nos EUA, no Japão, na Espanha, na Irlanda, …cada uma com sua história.

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    • Margarida 13 de abril de 2016 at 13:12

      CA, algum tempo atrás procurei exatamente essa informação: Proporção entre renda das famílias e preços de imóveis. Pode me ajudar com essas fontes?

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      • Margarida 13 de abril de 2016 at 13:32

        Em outras países, quis dizer

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  • Joao RJ 13 de abril de 2016 at 10:52

    Pessoal, qual seria o cenário em um eventual impeachment com relaçao ao mercado imobiliario? Entendo que o dolar vai baixar e as ações subirão. O ajuste fiscal ganha folego. Investimentos retornam. Mas, o que acontecerá com os imoveis? Por um lado a economia melhorará, por outro o crédito direcionado tende a minguar. Então, alguma ajuda?

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    • Louro José 13 de abril de 2016 at 11:03

      A situação vai dar uma melhorada assim que a economia se estabilizar, mas esses preços são insustentáveis ainda assim.

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    • odorico 13 de abril de 2016 at 11:12

      Eu penso que o dólar já precificou o afastamento, logo pode cair um pouco, mas acho que volto ao patamar de 4 reais no fim deste ano. A bolsa também, acho que já esticou a corda, os fundamentos ainda seriam para IBOV a 40 – 44 mil pontos no fim do ano. Lembrando que com o impedimento o ajuste inicia esse ano, mas impactará 2017. O dólar a 3,80 – 4,00 é o mínimo necessário para que as exportações tenham um fôlego com os custos atuais. Com reformas estruturantes e sem pressão inflacionária eu penso em 3,50 no fim de 2017. Se o afastamento vier acho que a selic fica estagnada por um tempo, se a dilmalandra ficar cai na próxima reunião do copom e o dólar bate 4,50. Ah. Se o afastamento vier o PT vai tentar impedir o Temeroso, e se o impedimento se confirmar o PT vai tentar derrubar a chapa no TSE assumindo irregularidades na campanha, mas derrubando o Temeroso. Isso será 2017 e teremos eleições indiretas com forte polarização. Bem, mas você perguntou sobre o mercado imobiliário, eu acho que de qualquer maneira ele não reage. Mesmo se houver a queda dos juros a força, a instabilidade não permitirá planejamentos. Se a taxa de juros ficar como está aí é para baixo. Outra possibilidade é o Temeroso fazer o reajuste pela inflação, mas acho que ele vai fazer pela reforma do Estado União e dos Estados. Aí que o mercado imobiliário sangra, já que FP vai perder estabilidade, vai pagar mais contribuição e não ter reajuste. E os FP são os poucos que ainda conseguem fazer compromissos de longo prazo. Lembrando que tudo isso é CHUTE.

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      • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 11:48

        Eu particularmente não gosto de dólar baixo, incentivando farra de consumo no exterior e desincentivando a produção local ( doença holandesa nos tempos de commodities em alta), entendo o dólar como um preço fundamental da economia.
        Lógico que as pessoas gostam de viajar, mas na hora que falta reserva internacional, é um Deus nos acuda, isto deve ser evitado na minha opinião.
        A atual crise é a ÚNICA que não temos problemas de falta de dólares.

        Pra mim dólar barato é populismo cambial, custa muito caro reverter.

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    • chigo 13 de abril de 2016 at 12:59

      So vai piorar. Pelo efeito manada os investidores irão correr para as ações e os imóveis irão baixar mais ainda. Será tipo uma “bolha da bolsa”. Bananense adora ir com a manada. Eu, ao inves de investir em imóveis comprei ações a preço de banana. Avoa bovespa, avoa…

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      • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 13:43

        Comprei BB a 13 reais, e ele paga um bom dividendo, não faço trade, o meu objetivo é ter muitas ações de boas empresas, por isto que é bom ter uma carteira diversificada, se uma ação fica com preço descolado da realidade, tem outras para comprar. Enquanto as empresas tiverem boas e fico com as ações, até bo fim da vida.

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        • chigo 13 de abril de 2016 at 14:44

          Vou me arrepender eternamente por não ter comprado BB por 13. Queria por 12,90 e acabei ficando sem. Este Cavalo passou encilhado e eu não montei. Mas comprei outras barbadas. CSN a 6,5 que quero vender por 14 nos proximos dias.

          0
          • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 19:46

            Chico, não faço trade, não giro patrimônio, mas cada um na sua. Sobre o BB até 18 eu gosto, mas o mercado tá muito especulativo estes dias, o Barsi falou no Financista que não tá comprando nada, e olha que ele é tuba e dos grandes.

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  • Cajuzinha 13 de abril de 2016 at 10:54

    “O secretário do Tesouro, Otávio Ladeira, me disse ontem que se o Supremo entender, quando julgar o mérito, que os estados podem pagar juros simples em vez de juros compostos nas suas dívidas com a União, tudo terá que ser revisto no Brasil. Todas as dívidas com entes públicos ou privados, toda a remuneração de aplicações financeiras também teria que mudar de regra. Hoje até os estados que estão reclamando na Justiça exigem de seus devedores o pagamento de juros compostos.”

    “O ministro Nelson Barbosa preparou um memorial para mandar para o Supremo e nele diz que isso custaria aos cofres da União R$ 30 bilhões por ano ou R$ 313 bilhões ao todo.

    Quem ganharia mais com a mudança seria principalmente São Paulo, que deve 44% de toda a dívida dos estados com a União. Quem nada ganhará será o Piauí, que já pagou tudo o que devia ao governo.”

    http://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/corrigir-divida-de-estados-por-juros-simples-mudaria-todo-o-mercado-de-credito.html

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  • Rampion 13 de abril de 2016 at 10:57

    Por mais que a gente leia e ouça relatos sobre os preços surreais pedidos em imóveis apenas nos damos conta realmente da gravidade da situação quando vivemos pessoalmente o impacto da realidade. Segue o meu CVR:
    A caminho do trabalho, na zona oeste de SP, vi uma casa em uma região bem localizada com umas cinco placas de VENDE sendo duas de uma mesma imobiliária. Essa casa é construída em um terreno de no máximo meio lote e esta a venda há séculos, o que não é nenhuma espanto, por fora dá pra se imaginar que as condições de conservação da casa é praticamente nenhuma, quem comprar terá de derrubar e construir de novo. Pois bem, semana passada vi o morador em frente e perguntei quanto custava, a nível de curiosidade, o mesmo me respondeu que estava a venda por “preço de pinga” 160k. Agradeci a informação e segui o meu caminho, pois, estava atrasado para o trabalho. Mas fiquei o dia matutando e pensando na possibilidade de comprar, pois, a região é boa. Chegando em casa falei com o meu pai sobre o imóvel e como ele conhece a região falou que valeria a pena marcar uma visita para avaliar melhor as condições do imóvel para saber o quanto se gastaria para reformar ou mesmo colocar abaixo e construir. Na segunda vi o tiozinho novamente e falei que estava interessado em olhar a casa, daí veio a surpresa, o tiozinho falou que tinha informado o “preço de pinga” de brincadeira que o valor mesmo era 600k. O quê? Fiquei sem fala, olhei em volta e vi casas muito melhores do que a dele que não valiam nem metade do que ele queria. Fiquei tão indignado com a revelação que apenas agradeci e fui embora.

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    • Bolhudo 13 de abril de 2016 at 11:31

      ” Existem imóveis que nunca serão vendidos ” e este se encaixa nesta categoria . As pessoas acreditam no que querem e no que a mídia faz que acreditem. O ZAP IMÓVEIS das organizações Globo, fatura milhões com anúncios particulares, contratos com imobiliárias e construtoras, se depender deles jamais a Bolha vai estourar na mídia, A máfia é muito grande, eles quebram um país se preciso for para proteger seus capitais. Veja as reportagens diárias sobre imóveis no G1 ” Estão sempre puxando a brasa para a sardinha deles ” eles blindaram a bolha imobiliária Brasileira, até quando ?

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      • odorico 13 de abril de 2016 at 11:34

        Olha, nem vou falar da mídia não, eu mesmo confesso que já torço para lenta correção da inflação. Por quê? Ela é menos traumática do ponto de vista social, a relação aluguel/compra continuará interessante e as taxas de juro também.

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  • Lucas 13 de abril de 2016 at 11:26

    A delcaração do tópico é uma bobagem

    como o CA sempre diz, é estratégia de desinformação.

    Explico, as construtoras querem vender a idéia que:
    – Foram surpreendidas pela crise causada pela Dilma – a odiada.
    – Tão logo ocorra o impedimento os preços voltarão a subir, tudo voltará a crescer

    ERRADO, essa crise não vem de 3 anos, o auge foi entre 2010-2012, 6 anos atrás, mas o inflamento percebemos desde 2005 o valor de venda estava se distanciando dos fundamentos renda/rentabilidade, inflados através de toda um sistema de pirâmide montado, inclui aí, desinformação na mídia, fraudes no crédito, dinheiro subsidiado e prejuízos maquiados.

    Vamos pagar essa conta por anos, talvez década, com ou sem impedimento, com ou sem PT.

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    • odorico 13 de abril de 2016 at 11:31

      Concordo Lucas, só acho que sem o impedimento a conta vai aumentar e a década pode se transformar em décadas…….

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      • Lucas 13 de abril de 2016 at 13:32

        Odorico, vc está certíssimo!!

        antigamente quando a gente vinha falar de política,
        os corvos nos jogavam pedras, diziam que tinha nada a ver uma coisa com a outra.
        que a gente era golpista infiltrado.

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  • Ogami 13 de abril de 2016 at 11:32

    O Brasileiro está achando que o único motivo da nossa crise é apenas política e ignora diversos outros fatores que tem até peso maior em nossa situação. Agora espera como sempre a chegada do Messias que com apenas uma solução mágica vão resolver todos os problemas econômicos, sociais e politicos.
    A mudança começa por nós mesmos.
    Fora PT, PMDB e PSDB. Fora essa corja que sempre governou e se alterna no poder fudendo o país em troco de uma propina.

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    • DRN 13 de abril de 2016 at 11:50

      Ou seja, BOLSONARO presidente!

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      • Ogami 13 de abril de 2016 at 12:16

        Ou seja mais um Messias. Hitler chegou ao poder com um discurso parecido ao deste senhor. “Morte aos vermelhos, aos porcos poloneses e aos ratos judeus que consomem nossas riquezas.”
        Mudança de sistema primeiro. Mudança nos 3 poderes, reforma no judiciário reforma política.

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        • DRN 13 de abril de 2016 at 12:19

          Comparar Hitler, um comunista totalitário disfarçado, com Bolsonaro, um conservador que está deixando (ou aparenta estar deixando) de ser estatista, é uma diferença GIGANTESCA.

          O cidadão já disse que, se presidente, será DALTÔNICO. O cidadão já disse que não tem nada contra os gays, mas sim contra o gaysismo.

          Se é para proibir partido comunista e manifestação comunista, como fazem com o Nazismo, estou dentro. Tem meu total apoio.

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          • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 12:43

            Bolsonaro é milici e milico se fosse bom não seria milico com suas idéias esquerdistas de estabilidade no emprego, aposentadoria pública, férias remuneradas.

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          • Bolha BOSS 13 de abril de 2016 at 14:08

            No meu circulo social já deixei claro que estou apoiando o Bolsonaro como uma nova alternativa para o Brasil.
            Pelo resgate moral da nossa sociedade falida. Gostem dele ou não, terá todo meu apoio.

            27+
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            • Number0101 13 de abril de 2016 at 14:55

              Já era eleitor do MITO ! e agora mais do que nunca !

              3+
            • OdeioTijolos 14 de abril de 2016 at 00:27

              Imagine como seria o Brasil hoje se Enéas ganhasse as eleições de 89.

              4+
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            • Libertario 14 de abril de 2016 at 11:30

              Ainda prefiro aguardar alguem do Novo.

              Mas em ultimo caso vou de Bolsonaro mesmo.

              3+
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          • fanfarraum 13 de abril de 2016 at 15:05

            DRN, um cara que fala “Seria incapaz de amar um filho homossexual. Prefiro que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí.”, “Eu não corro esse risco, meus filhos foram muito bem educados” (sobre o que faria se seus filhos se relacionassem com uma mulher negra ou com homossexuais) e “Não vou combater nem discriminar, mas, se eu vir dois homens se beijando na rua, vou bater.” não é contra os gays?

            Ah tah, ok.

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            • DRN 13 de abril de 2016 at 15:15

              “Não vou combater nem discriminar” – posição de quem ocupa cargo no estado

              ” se eu vir dois homens se beijando na rua, vou bater” – posição privada de cultura judaico-cristão.

              Vc não pode confundir as coisas.

              A par disso, eu gostaria de saber o motivo de NÃO RESPEITAREM o posicionamento da maioria da população. Quando vão entender que a maioria acha ser um ato contrário à natureza humana esse tipo de comportamento. Quando vão entender que a maioria não quer esse comportamento em lugares públicos? Vc pode discutir se está certo ou errado, mas não pode negar a LEGITIMIDADE de um entendimento. É o entendimento da maioria da população e ponto final.

              14+
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              • fanfarraum 13 de abril de 2016 at 15:47

                Não confundi as coisas não.
                Jair Bolsonaro é 1 só.

                Ele vota e governaria (hipoteticamente) de acordo com as convicções pessoais dele.

                Mas se tu apoia as pessoas sairem batendo na rua os outros por esse motivo, ok!

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              • Number0101 13 de abril de 2016 at 15:55

                Pegam partes das entrevistas e soltam frases, de outro contexto para difamar o cara.

                Quem acompanha sabe que ele tem uma posição firme e que não é contra homossexuais ou mulheres.

                É que é muito facil polemizr com ele, ele fala com fígado ! e a hipocrisia adora !

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                • fanfarraum 13 de abril de 2016 at 16:00

                  Cara, eu vi as entrevistas completas, incluindo as da Ellen Page e do Stephen Fry.
                  Sei que tem gente que viu elas completas e continua apoiando o cara, mas vários que vejo só acompanham as páginas de facebook de zueira dele.

                  E essa coisa de “contexto” não rola nessas frases ai cara.
                  Em QUAL contexto essas frases são toleráveis?

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              • joselito 14 de abril de 2016 at 09:08

                A maioria da população elegeu dilma.

                0
      • Rampion 13 de abril de 2016 at 12:44

        Apoiar o Bolsonaro é ser ingenuo ou ignorante. Vamos pesquisar a história dos candidatos tim tim por tim antes de sair militando para fascistas e ladrões.

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        • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 13:45

          Bolsonaro só consegue cargo proporcional, pra presidente ele não tem chance.

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          • DRN 13 de abril de 2016 at 13:54

            Engano seu. 2018 já será terceiro colocado com votação expressiva. Daí a mídia vai ser OBRIGADA a começar a falar dele e a dar espaço para ele. 2018 creio ser do aébrio. Mas a seguinte não escapa do bolsonaro.

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            • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 19:52

              Mas ele tem uma série de posições polêmicas, como contra homosexual.

              Não entendo isto, sou um liberal e se o sujeito é honesto e trabalhador ele escolhe se quer ser relacionar com pessoas do sexo oposto vou não, ou alguém quer tomar a decisão pelos outros? As pessoas são responsáveis por suas escolhas, ou alguém quer colocar o Estado para decidir o que é melhor.

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        • DRN 13 de abril de 2016 at 13:52

          Prefiro ser ingênuo ou ignorante (na concepção de alguns) votando no BOLSONARO a votar nos esquerdolas. Esquerdola rosa (psdbistas) só voto no segundo turno para evitar mal maior (marina melancia, por exemplo).

          17+
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          • Ogami 13 de abril de 2016 at 14:31

            Esquerda e direita? Do que? Do bolso que vai a propina? Porque se for de ideologia está passando muito longe. Quem disse que temos ideologia na nossa política? Ingenuidade acreditar em ideologia.
            Brasil não é pra amadores. Esse Bolsonaro é só mais um que acham que é um Messias ou um super herói que tem como vilão o Jean Willis. Cômico demais pra não dizer trágico.

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            • DRN 13 de abril de 2016 at 14:52

              O discurso de igualar todos como ladrões e sem ideologia é genuinamente petralha.

              Há diferenças, sim.

              O PT, PCdoB, PSOL, por exemplo, são claramente comunistas, ligados ao foro de são paulo, à internacional comunista, aos bolivarianos e aos ditadores cubanos.

              Só cego não vê a revolução marxista em curso há décadas.

              14+
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              • Ogami 14 de abril de 2016 at 01:09

                Hahahaha Comunista cubano??? Acabou de sair dos anos 80? Neste momento cuba está negociando com os EUA… viu?
                Quando o fim fim chega a ideologia foge pelo outro lado.

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            • Rampion 13 de abril de 2016 at 17:41

              O Jean Willis está para o Bolsonaro como o Coringa está para o Batman, brigam mas no fundo se amam e não conseguiriam viver sem o outro. E parece que o Robin do Bolsonaro é o Frota. kkk.
              Boa sorte para os que votarem nele. Se ele por ventura ganhar nos veremos nos porões da nova ditadura. Quer dizer da ditadura legitimada, pois, nas periferias do Brasil a polícia nunca deixou de agir conforme a época do Regime Militar. Foi “confundido” com ladrão arminha será colocada no lado para dizer que era bandido. kkkk. É cada uma que a gente ouve que só rindo mesmo de tamanha estupidez. kkkkk

              8+
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      • Dutra 13 de abril de 2016 at 14:12

        Para não me decepcionar hoje dos possíveis candidatos a presidente nenhum me representa 100%, vejo muita gente falando que vota no Bolsonaro por ser o candidato da “Direita”, mas nunca o vi com discursos com a finalidade uma uma gestão pública eficiente e gerencial, ao inverso da burocratização que sofremos via CF de 88. Vejo ele falar de combater a corrupção (isso é muito bom), não sei o critério que seria adotado por ele; mudança nas leis, fiscalização etc, porém no geral vejo sempre ele gritando e berrando, mas caso ele seja candidato nada que minha visão sobre eles e outros candidatos possa mudar, principalmente através dos debates.

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    • Ogami 13 de abril de 2016 at 12:05

      * Vai em lugar de vão. Desculpe a falta das vírgulas e erro de concordância.

      0
      • Lucas 13 de abril de 2016 at 13:34

        a crise é toda a cagada na economia causada pela politicagem do PT

        a tal crise política é so mesmo blablabla que impeachment é golpe

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    • tmarabo 13 de abril de 2016 at 15:35

      é errado colocar todos no mesmo barco. é evidente que há um oceano de melhoria se formos governados por um Temer ou se fosse um Aécio em relação a qualquer petista.

      colocar todos no mesmo saco não é só errado, é fazer o jogo do PT.

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  • hurric77 13 de abril de 2016 at 12:07

    O que os empresários do setor não dizem é que a inflação do setor nunca foi alinhada com o poder aquisitivo de quem comprava pq , afinal, receber o bolsa construção do governo é o q interessava… Imóvel d 40mil 10 anos atrás vale hoje 200, 250… Cinícos, todos eles!
    Quanto ao impeachmeant acho q Dilma cai, mas acho q tempos d Collor e FHC voltarão com força… Privatização e terceirização… essa é a política neoliberal e é incrível q haja quem defenda a volta de um sistema q entrega o país pro estrangeiro, bancos e empresas privadas… muita gente vai chorar, só acho…

    7+
    • Zé do Brejo 13 de abril de 2016 at 12:17

      Você já viajou para o “estrangeiro”? Então, tenha essa experiência e depois me conta se você ainda vai achar ruim as privatizações.
      Empresas públicas servem apenas para um propósito, desvio de recursos públicos. Quanto menos estado, melhor!

      22+
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      • DRN 13 de abril de 2016 at 12:20

        Bob Jeff foi na veia: “estatais servem para corrupção com a ajuda das paraestatais – empreiteiras que só sobrevivem graças ao dinheiro público”.

        15+
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      • Minions 13 de abril de 2016 at 12:27

        De que “estrangeiro” você está referindo? E viajar para o estrangeiro só traz experiência de turismo.
        Que, de fato, o estado deve diminuir, não tenho dúvidas. Mas isso não vai resolver o nosso grande problema: o brasileiro.

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        • DRN 13 de abril de 2016 at 12:32

          Não podemos deixar de resolver um problema só porque existe outro maior.

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          • Zé do Brejo 13 de abril de 2016 at 13:02

            Isso ae, um passo de cada vez.

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          • Minions 13 de abril de 2016 at 13:19

            Certamente.
            Mas eu penso que nossos esforços devem se concentrar na educação e na formação ética do brasileiro. Investir todos os esforços pra, quem sabe, daqui 20 anos, nosso país começar a melhorar. Todo mês se fala em reforma disto, daquilo, ou daquilo outro. Só se trata o efeito, nunca a causa.
            E a geração X ou Y que está chegando na vida adulta é ainda pior e mais aliada do que as gerações anteriores. O país só vai piorar, infelizmente.
            Se não tratarmos a causa, a origem, não resolverá. As privatizações só servirão para deixar algum político podre de rico (como no passado) e quem rouba com as estatais, fundos de pensão, BNDES, …, irá encontrar outra forma de fazê-lo.

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            • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 13:57

              Minions,

              Eu vejo a educação brasileira um atalho para a pessoa arrumar uma colocação e não para transformar a economia brasileira, o sujeito estuda, arruma uma colocação e depois vai fazer a bananisse maior: OSTENTAR, não está interessada em criar riqueza, quer é um CRM, OAB, CREA para sustentar a sua reserva de mercado.
              Cara eu estudo empresas e vantagens competitivas par investir, e não é fácil, lógico que a nossa educação não incentiva este tipo de aprendizado, como matemática financeira e análise dos setores mais produtivos para nós direcionamos nosso capital financeiro e humano, o que se ensina aqui e formas de passar em um vestibular e não análise dos melhores setores para ganhar dinheiro.
              O bacharelismo português não nos levará a lugar nenhum, ficamos do jeito que estamos.

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              • Minions 13 de abril de 2016 at 14:33

                Pois é…lembro-me de quando entrei na faculdade nos anos 90. Os jovens, e os nem tão jovens, faziam faculdade dizendo: “é só pra ter um diploma e melhorar o salário”. E é assim até hoje.
                Não sou expert em educação. Só vejo por amigos que são professores que a cada ano o cenário piora.

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    • tmarabo 13 de abril de 2016 at 15:40

      Collor e FHC voltarão com força… Privatização e terceirização… TOMARA, É ISTO MESMO DE QUE PRECISAMOS.
      “essa é a política neoliberal e é incrível q haja quem defenda a volta de um sistema q entrega o país pro estrangeiro, bancos e empresas privadas… muita gente vai chorar, só acho…” se é pra vir com esse MIMIMIMI CHORÃO, então tu tens mais é que te afundar com o discurso da Dilma e do PT.

      é BURRO, BURRO MESMO!!! achar que liberal é “um sistema q entrega o país pro estrangeiro, bancos e empresas privadas” e que ISTO NÃO ESTEJA ACONTECENDO EXATAMENTE AGORA: a Dilma vendeu (desta vez a preço de banana mesmo!!!) diversos bens e serviços públicos aos chineses, os bancos e grandes empresários nunca lucraram tanto, com o governo defendendo o cartel e dando CENTENAS DE BILHÕES via BNDES para eles.

      ou seja, além de ser BURRO na teoria, com mimimim de liberal é “entreguismo”, és BURRO na prática, pois é EXATAMENTE o que o PT faz atualmente, com discurso contrário.

      18+
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      • Minions 13 de abril de 2016 at 15:59

        Amigão, não dá pra melhorar a qualidade do comentário sem xingamentos?

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        • tmarabo 14 de abril de 2016 at 10:56

          dizer que é BURRO, BURRO MESMO!!! é chamar as coisas pelo nome.
          relê o que foi escrito e vais ver: é é BURRO, BURRO MESMO!!!
          há questão de opinião, espaço para debate e há o que é é BURRO, BURRO MESMO!!!

          0
  • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 12:36

    CRvZinho,

    Faixa anunciando aluguel de uma quitinete/conjugado na Asa Norte pedindo R$900,00, o preço médio é este, mas deve estar faltando interessados, mas não é normal aqui em Brasília não é comum faixa anunciando aluguel.

    Obs: o preço pedido nestes imóveis é 200k, e não está alugando por R$ 900,00, imagine, pela métrica 150, 900 X 150 = 135k, levando em conta a pedida de aluguel de 900 e não estão conseguindo. Prejuízo.

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    • Herr Deutsch 13 de abril de 2016 at 15:13

      Tenho uma conhecida com uma kit (bem reformada, segundo ela) na Asa Norte há três meses fechada. Falei para diminuir, mas ela falou que tem esperança de alugar pelo valor que ela quer.
      Acenei e sorri.

      Observação: melhor de todas foi um amigo que alugou uma kit para uma, digamos, prestadora de serviços voltada para um público mais maduro… Ele cobrava o aluguel semanalmente, em cash, direto no imóvel com a profissional. Nesse caso, segundo cálculos que fizemos, o aluguel estava dando 1,5% do valor do imóvel. Antes que perguntem, não sei se ele recebia somente em dinheiro….. 🙂

      12+
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  • CarlosL 13 de abril de 2016 at 13:11

    CVR
    Email representado na integra omitindo com xxx apenas os nomes ; Destaque total para o último parágrafo

    Olá, bom dia

    Meu nome é xxx e venho através deste email lhe apresentar um belo apartamento em fase de lançamento.

    Trata-se de um verdadeiro alto padrão dentro de um dos bairros mais cobiçados de São Paulo; onde há mais de uma década não é lançado absolutamente nada no bairro com essas caracteristicas.

    Eu, consultor xxx, gostaria de ter a oportunidade de apresentar pessoalmente este maravilhoso empreendimento. Para isso, dependo do seu posicionamento, pois não fico no Showroom e caso você chegue de surpresa lá no local, perderei totalmente este atendimento.

    Já que eu não posso confiar na Dilma, com toda certeza, poderei confiar em você! Portanto, me ligue com antecedência, ou mande uma what´s app para este número (11) xxx

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  • Alemon Fritz 13 de abril de 2016 at 13:48

    Modus pensanti de 666

    Minha colega diz orgulhosa que o filho está super seguro nas aulas de direção, tanto que ele não vai precisar fazer as 2 últimas aulas práticas segundo o instrutor da pratica (kkk).
    ela- essa juventude não tem medo ou ansiedade de nada..
    eu – é verdade, que legal né..
    ela-… até vão antecipar a prova no Detran em 2 semanas
    eu- que legal a Sra vai economizar 2 aulas em dinheiro, isso é bom (IMO)…
    ela- Ahh!!! eé mesmo, eu não tinha pensado nisso….já estão pagas!!
    vou ligar pro meu filho pra ele fazer as aulas…
    -isso, faça isso, mas provavelmente ele já perdeu….

    14+
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  • Zé do Brejo 13 de abril de 2016 at 13:54

    Rio de Janeiro está quebrado, atrasando salário, assumindo que a situação é caótica.
    Fica a dúvida, vai ter olimpíadas? Esse povo do Rio de Janeiro aceita muito bem MÁS notícias.

    11+
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    • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 14:01

      Sobre o Rio estar quebrado, esta é a consequência e não a causa, se o estado do RJ fosse prudente nos gastos, não estariam nesta situação. O que está acontecendo é uma ótima lição de como proceder, se não há dinheiro, não paga, se tivessem economizado, não passariam por isto, é na DOR que se aprende.

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      • Zé do Brejo 13 de abril de 2016 at 14:04

        Detalhe: Continuam gastando e muuuuito, menos com as despesas obrigatórias. O povo que se lasque, aperta o 1, depois o 3 e confirma!!!

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        • Cesar_DF 13 de abril de 2016 at 15:34

          Já fazia uns 3 anos que eu avisava que o RJ iria ter um deficit mensal de 2 BI a partir do final de 2016
          Hell de Janeiro tornando-se inviável, seguindo o mesmo caminho de Detroit

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      • Dutra 13 de abril de 2016 at 15:16

        Não há bom senso quando o dinheiro sobra; gastam, gastam e gastam, e não podemos colocar só culpa do executivo não (Governadores), legislativo e judiciário (o ultimo o mais perigoso pois através do seus exageros não há a quem recorrer, STF e CNJ nem conta) fazem a festa em cenário otimista, aliás até em pessimistas. Aqui no meu estado mesmo o judiciário estava até dias atrás de greve, o inicial nível médio deve ser no minimo 3,5 e cargo de nível superior o menor inicial 5 mil, fora os benefícios, em relação a custo de vida, estamos longe de ser uma DF, SP e RJ, a não ser que o cara more em bairro bolhudo, esse pessoal tem um pensamento do tipo, “que se foda que o país está uma merda, Juiz ganha bem e eu quero ganhar mais de 10 mil por mês”, o povo que deixe o coro.

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        • Dutra 13 de abril de 2016 at 15:18

          coro = couro

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          • Zé do Brejo 13 de abril de 2016 at 15:36

            O couro acabou 🙂

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  • Alemon Fritz 13 de abril de 2016 at 13:57

    se tiver… imagina os caras passando com a Tocha e os bueiros explodindo…

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  • Cajuzinha 13 de abril de 2016 at 13:59

    Gostaria de saber a opinião de vocês: Estou percebendo aqui em Aracaju que as construtoras não estão mais fazendo propagandas com panfletos, tampouco anúncios na TV. Apenas no rádio pela manhã dentro de programas, mas não como propaganda avulsa. O que vocês estão percebendo a respeito?

    3+
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    • JJJ_brasilia 13 de abril de 2016 at 14:03

      Cajuzinha,

      As construtoras estão sem um material, que é $$$$. ARDAM.

      8+
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    • Alemon Fritz 13 de abril de 2016 at 14:06

      os corvos agora é só e-mail e internet e imploram pra vc ter o zap zap,

      4+
      • Zé do Brejo 13 de abril de 2016 at 14:10

        Não aceito panfletos na rua e meu email tem filtro de SPAM (onde caem os emails das construtoras e afins).
        Quando alguém me pergunta se gostaria de comprar/investir em imóvel já pergunto na lata: Você está louco?
        Isso evita que eu carregue lixo tanto físico, quanto eletrônico.

        8+
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    • Bolhudo 13 de abril de 2016 at 15:03

      “estoque oculto”. Se fosse café ou tomate era só queimar ou deixar apodrecer no pé.

      5+
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  • Rampion 13 de abril de 2016 at 14:03

    Bolsonaro 2018?
    Tô vendo que vamos ficar ferrados até 2022. Brasileiro não aprende mesmo. Não vai ser necessário nem pedir para o último apagar as luzes até 2022 estaremos com os 7 dias da semana como feriado para economizar energia.

    4+
    • DRN 13 de abril de 2016 at 14:10

      Discorra sobre.

      9+
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      • Lucas 13 de abril de 2016 at 15:11

        segundo o datatrolha 92% dos votos válidos são de esquerdistas, 50 tons de veremelho

        não vai ser um mito ou um alckmin que vai mudar isso. Infelizmente

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    • tmarabo 13 de abril de 2016 at 15:44

      minha única dúvida em relação ao bolsonaro é que ele não é liberal e de direita econômica o suficiente. mas ele tem quase três anos para formular isso melhor e se cercar de gente qualificada.

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  • Cesar_DF 13 de abril de 2016 at 15:05

    Só uma marolinha
    Em Brasilia houve uma queda de 27,7% no rendimento médio dos trabalhadores informais da construção civil, de R$ 2.460 em 2015, caiu para R$ 1.777 em 2016”, expõe a coordenadora.
    http://rss.jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/677272/desemprego-na-construaao-civil-leva-seis-mil-a-atuarem-como-autanomos-no-df/

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  • Cesar_DF 13 de abril de 2016 at 15:20

    O FMI projeta déficit primário de 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano e de 1,4% em 2017. O país só deve voltar a ter superávit em 2020, estimado pela entidade em 0,9% do PIB.
    Como reflexo da piora das contas públicas, a dívida bruta brasileira, um dos principais indicadores de solvência de países, saltou para 73,7% do PIB, ressalta o relatório. A projeção do FMI, que considera no cálculo os títulos do Tesouro detidos pelo Banco Central (que não são considerados na contabilidade do governo brasileiro), é que o indicador suba para 76,3% em 2016 e 80,5% do PIB em 2017. Em 2021, a relação dívida/PIB vai superar os 90%, chegando a 91,7%.
    http://veja.abril.com.br/noticia/economia/brasil-so-voltara-a-ter-superavit-primario-em-2020-diz-fmi

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  • claudio 13 de abril de 2016 at 16:32

    Comercial da Unip, so barburdinho como universitarios em destaque, ilustrações, bonecos, (até o professor) não teve como não lembrar da Roseta Rosinha….novo publico alvo ! ate alguns amigos meus, aderiram a barba , principalmente os carecas….sem pre conceitos, mas virou moda !!!! Dizem que a mulherada gosta, do “banheiro na cara” segundo alguns, por analises feitas, constatando falta de higiene.

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  • Joao RJ 13 de abril de 2016 at 17:49

    Alguem aqui investe em FII, alguma sugestao de fundo?

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    • Mn 13 de abril de 2016 at 18:35

      É um derivativo de imóvel e no site BOLHA IMOBILIARIA vc vem perguntar?

      Não faça isso, vai desabar amigo…

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  • Bolhudo 13 de abril de 2016 at 21:53

    Busca por compra de imóvel deve se igualar à de aluguel
    A procura por aluguel no Brasil atingiu 49% do total de buscas em março de 2016, enquanto a demanda por unidades para aquisição ficou em 51%, de acordo com dados de unidades usadas do site VivaReal.

    As curvas de buscas começaram a mudar em maio de 2015, em reação às mudanças de regras de financiamento pela Caixa.

    O impacto foi tamanho que a procura por locação chegou a superar a de compra entre novembro e fevereiro, influenciado também por questões sazonais como fim de férias.

    Até então, a procura por aquisição era cerca de 30 pontos maior que a demanda por locação.

    “As pessoas têm interesse em comprar, mas não têm condições. Por isso, buscam o aluguel”, disse o executivo chefe de operações do VivaReal, Lucas Vargas. Para o especialista, as novas medidas de estímulo da Caixa não devem ter grande impacto no mercado.
    Fonte : http://exame.abril.com.br/economia/noticias/demanda-por-aluguel-deve-igualar-se-a-de-compra-apesar-de-medidas-da-caixa

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    • Zé do Brejo 13 de abril de 2016 at 22:56

      E por que as pessoas não tem condições? Não existe renda! O dinheiro acabou!

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    • CA 14 de abril de 2016 at 07:31

      Bolhudo,

      A tradução do que sempre falo, de que querer não é poder e que consta no texto acima:
      “As pessoas têm interesse em comprar, mas não têm condições. Por isso, buscam o aluguel”

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  • Bolhudo 14 de abril de 2016 at 00:07

    Acabou a renda, o crédito, a arrecadação, o poder de compra do salário mínimo, vai acabar as bolsas, os subsídios, o saldo do fundo de garantia, o saldo das contas de fundos de pensão, rasparam o fundo do tacho e acabou todo dinheiro. O fantasma agora é o DESEMPREGO é ele que fará parte dos nossos pesadelos nos próximos anos, é ele que fará o ajuste !

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  • Alemon Fritz 14 de abril de 2016 at 00:55

    referencias bolhográficas

    sobre bancos com créditos podres:
    O que Portugal pode aprender com os “bancos maus” de Espanha, Irlanda e Itália

    A entidade (NAMA, Irlanda) foi criada com o objectivo de libertar os cinco bancos participantes da incerteza de terem nos seus balanços activos considerados problemáticos, nomeadamente o crédito malparado no sector imobiliário.
    A NAMA comprou esses activos com um determinado desconto e os bancos assumiram em definitivo as perdas. A compra da dívida malparada – que tinha um valor nominal nos balanços de 74 bilhões de euros – foi feita por 31,6 bilhões, o que representa um desconto médio de 57% . (os bancos ficaram com 43% do prejuizo)
    No sareb (spanha), foi de 54%. A idéia é avançar para a criação de um “banco mau” que comprasse os activos tóxicos dos bancos, pagando-lhes em títulos de dívida…

    A alternativa encontrada foi assim outra. Os bancos juntam os activos problemáticos em pacotes, que tentam vender depois a fundos e outras entidades. Para tornar esses activos mais atractivos, o Estado ajuda, emitindo garantias estatais, pelas quais os bancos têm de pagar um determinado preço ao erário público….

    https://www.publico.pt/economia/noticia/o-que-portugal-pode-aprender-com-os-bancos-maus-de-espanha-irlanda-e-italia-1728777

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  • Louro José 14 de abril de 2016 at 09:24

    A fofoca da economia de Temer
    14/04/2016 02h00
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    Mais opções

    O discurso zapzap de Michel Temer que vazou nesta semana foi chamado de “programa”. Mas quase nada havia ali além de intenções de “pacificação, sacrifícios e privatizações” e uma promessa caça-votos de socorro a Estados quebrados.

    A fofoca pública sobre ministros da Fazenda por ora não passa de plantações e balões. Não se sabe o que seria o governo da economia sob Temer. Os nomes “cotados” em público nem trataram de sugestões com o ainda vice, talvez presidente.

    No momento, Armínio Fraga não será ministro da Fazenda. Próximos de Michel Temer que não são políticos dizem que Henrique Meirelles também não vai para o trono de espinhos da economia. Mas neste mundo nada é inevitável além da morte e de impostos, apesar das “offshores”.

    Empresários e economistas sugerem nomes, mas não se sabe nem se eles chegaram ao cardápio de Temer. Uma ala de economistas tucanos sugere, por exemplo, o nome do senador tucano José Serra para a Fazenda (outra ala o detesta).

    Curioso, banqueiros maiores têm apreço não só pela ideia de Serra no comando da economia, mas o imaginam um bom presidente. Geraldo Alckmin e, mais recentemente, Aécio Neves queimaram seus filmes entre alguns senhores da grande finança.

    Serra é visto como economista heterodoxo e ultrapassado por financistas “médio grandes” e por economistas mais jovens (menos de 50). Um velho amigão de Michel Temer diz ainda que Serra “é ótimo”, mas que seria bom saber se ele parou de criar arestas e ocupar espaço demais. O mesmo amigão diz que o vice talvez presidente gostaria mesmo é de nomear Armínio Fraga.

    Outra ala do tucanato, anti-Serra e gente do mercado, sugere o nome discretíssimo de Amaury Bier, secretário de Política Econômica de FHC, presidente e sócio de Armínio Fraga na Gávea Investimentos. O entorno de Temer diz ter apenas ouvido “boatos” a respeito do nome de Bier.

    Murilo Portugal, presidente da Febraban, é outra dessas sugestões no ar, cantada por economistas que já serviram sob FHC. Tem longa carreira no serviço público. Foi secretário do Tesouro nos governos de Itamar e FHC, quando foi apelidado de “Satânico Dr. No”, por obviamente negar dinheiros. Foi secretário-executivo, “vice”, de Antonio Palocci na Fazenda, anos Lula. Trabalhou no FMI e no Banco Mundial.

    Na Febraban desde 2011, estranhou-se com Dilma Rousseff quando a presidente pretendeu baixar juros no grito. Era cotado para equipe econômica de Marina Silva, candidata em 2014. Um problema seria sua falta de gosto por política, um óbice também para outro nome reputado e hiperpresente nos debates, Marcos Lisboa.

    Na fila do rumorejo também aparece Paulo Hartung (PMDB), pela terceira vez governador do Espírito Santo, com extensa carreira política, um dia próximo de Serra, diretor do BNDES nos anos FHC, tido como administrador capaz e rigoroso. Vai renunciar para assumir cargo num governo incerto?

    Enfim, a Fazenda é o pilar da reconstrução, mas a ruína é extensa. Há obras sérias e urgentíssimas na Petrobras, no comando das concessões e privatizações, no BNDES, na Caixa, nas Minas e Energia, nas agências reguladoras, quase todas arrasadas sob Dilma. Talvez falte gente brilhante e politicamente capaz de cuidar de tanto estrago

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  • Ilusionista 14 de abril de 2016 at 09:28

    vendo estas imagens do Bom dia Brasil a gente da conta de como a crise é extremamente cruel..

    http://globoplay.globo.com/v/4955502/

    isto porque a bem pouco tempo atrás, funcionários públicos , ativos e inativos, estavam sendo incentivados a contraíres dívidas com financiamentos imobiliários e empréstimos consignados.
    No Estado do Rio, parte dos inativos ficarão sem o pagamento das aposentadorias e, o pior, nos meses subsequentes ainda está indefinido.
    Muitos sem dinheiro para pagar contas básicas de consumo, aluguel, alimentos e até remédios para sobrevivência.

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    • Cajuzinha 14 de abril de 2016 at 09:30

      muito triste!

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  • Alemon Fritz 14 de abril de 2016 at 09:48

    será que a galera vai perceber e associar essa crise (e suas consequencias) com quem as causou (govbolha), ou vão achar que a crise culminou e foi resultado apenas pelo processo de impitima, “explodindo” no colo dos próximos pelo timing errado. acho que sei a resposta

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    • Zé do Brejo 14 de abril de 2016 at 09:51

      O país é muito grande, muita gente fará essa associação, mas a grande maioria nem anotou a placa do caminhão que as atropelou.

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      • Awulll 14 de abril de 2016 at 09:53

        E pra bastante gente por incrível que parece a ficha ainda não caiu

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    • Awulll 14 de abril de 2016 at 09:52

      Acho que a maioria vai culpar a dilma e talvez o pt. O pai dos pobres vai se safar, pelo menos do povão. Da justiça já não sei.

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    • Cesar_DF 14 de abril de 2016 at 10:05

      O Temer sabe que precisa evitar uma nova tentativa de hegemogia de esquerda, se o Lula ou a Marina Silva ganharem em 2018, por isso ele terá 6 meses para
      – Acabar com a lei Rouanet e com os repasses às ONGs por parte da CEF, BB, Petrobras, etc
      – Tornar o imposto sindical opcional, e não mais obrigatório
      – Acabar com doutrinação escolar/universitária
      – Propor nova forma de nomeação do TCU, TRE, STJ e STF
      – Diminuir a quantidade de cargos de livre nomeação
      – Restituir a lei de responsabilidade fiscal
      – Criar mecanismos de fiscalização das estatais e especialmente do BNDES
      Sugiram aqui outras medidas:

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      • Cesar_DF 14 de abril de 2016 at 10:06

        – Criminalização das invasões de terras, identificando e fichando todos os autores (MST)
        – Acabar com a distribuição de terras pela FUNAI

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        • Zé do Brejo 14 de abril de 2016 at 10:34

          Se ele fizer tudo isso, voto nele em 2018. 🙂

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      • tmarabo 14 de abril de 2016 at 10:59

        certamente ele não fará isto em seis meses, é impossível.

        na área de educação ele tem que fazer: 1 – acabar com o piso nacional dos professores; 2 – acabar com a aposentadoria precoce de professores. Fazendo isso a educação melhora 90% em cinco anos.

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      • Bruno.12 14 de abril de 2016 at 12:37

        Adorei as suas! Acabar com obrigatoriedade de FGTS e INSS também seria o máximo tbm.

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  • Boruto 14 de abril de 2016 at 09:50

    Ações do Banco do Brasil há um tempo atrás: R$ 13,00 x 1000 = 13.000,00
    Ações do Banco do Brasil hoje: R$ 22,33 x 1000 = 22.330,00
    Lucro: R$ 9.330,00 em menos de 4 meses.

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    • Louro José 14 de abril de 2016 at 10:06

      Realizou?

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      • Boruto 14 de abril de 2016 at 10:10

        Sim, esperando a próxima janela de oportunidades.

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  • CA 14 de abril de 2016 at 10:08

    Como sempre, analisei alguns números de 12 construtoras com Ações na BOVESPA, sobre o resultado de 2015. Fazendo a comparação com o que eu já havia compilado destas construtoras em anos anteriores, temos algumas informações interessantes:

    1) DISTRATOS:

    Subiram de R$ 6,056 bilhões em 2015 para R$ 8,597 bilhões em 2016, alta de 42% em apenas 1 ano!

    Sabem o que é pior? Estes distratos eminentemente se referem a lançamentos de 2012 e em 2012 os lançamentos haviam caído mais de 40% em relação a 2011, ou seja, o aumento percentual dos distratos em relação às vendas realizadas foi muito superior ao crescimento de 42% de um ano para outro que foi mencionado acima!

    Quais as razões para aumento tão relevante em DISTRATOS?

    1.1) Pedaladas de 2012: em 2012 os distratos já haviam dobrado em relação a 2011, passando de R$ 5 bilhões. Na época, para MASCARAR os efeitos, as construtoras tiveram que ampliar muito o volume de vendas FALSAS na planta, de tal forma que o percentual de distratos em 2012 não ficasse ainda maior em proporção às vendas brutas daquele ano. Como o prazo para construção, entrega e tentativa de obter o crédito imobiliário é de 3 anos, o resultado deste aumento das pedaladas de 2012 se transformando em aumento de distratos ocorreu em 2015;

    1.2) Restrições no crédito imobiliário: A CEF sempre foi o motor da bolha de crédito imobiliário, concedendo empréstimos para quem não tinha renda e maquiava dados com transferências entre contas, incluindo na comprovação de renda quem não ajudaria a pagar, etc. Graças a crise, em grande parte gerada pela própria bolha imobiliária (ver meu comentário anterior a este respeito), a verba da poupança “secou” para a CEF, pois tivemos um volume que foi recorde histórico de captação liquida NEGATIVA (-R$ 50 bi em 2015) e enquanto a CEF concentrava 70% do crédito imobiliário concedido, tinha apenas 35% da verba da poupança. Com isto, a CEF aumentou os juros do crédito imobiliário por 3 vezes só no primeiro semestre de 2015, além de ter sido obrigada a ser mais criteriosa na concessão do crédito imobiliário e não permitir casos de comprovações FALSAS de renda;

    1.3) Crise na economia: aumento no desemprego, queda na renda real, inflação e juros recorde dos últimos anos, endividamento e inadimplência das famílias em patamares recorde, expectativas muito negativas, falta de horizonte sobre quando a economia pode melhorar e outros fatores relacionados a nossa crise na economia reduziram muito a capacidade de arcar com o crédito imobiliário ou até mesmo impulsionaram desistências daqueles que em teoria poderiam adquirir este crédito, mas viram como muito arriscado assumir esta dívida;

    1.4) Quedas nos preços dos imóveis novos: a partir de diferentes fontes (relatórios de construtoras, SECOVI SP, análise da Moody´s / Fitch, etc.) constatamos quedas relevantes nos preços de imóveis novos. Com isto, o repasse do ágio pelos investidores em imóveis na planta foi se tornando cada vez mais inviável, sendo outra fonte para aumento dos distratos.

    2) VENDAS:

    As vendas liquidas de distratos caíram de R$ 19 bilhões em 2015 para R$ 14,8 bilhões em 2016, queda de R$ 4,2 bilhões ou 22%. Estas vendas foram inferiores ao volume que era praticado no ano de 2008.

    Quais as causas?

    2.1) O distratos cresceram R$ 2,5 bilhões de 2015 para 2016, abatendo das vendas brutas;

    2.2) Os outros R$ 1,7 bilhões que compõem a queda total de vendas ocorreram em virtude da crise econômica, a redução de lançamentos que automaticamente reduz o volume de vendas FALSAS que ajuda a mascarar as quedas e as restrições de crédito imobiliário que dificultava venda de imóvel pronto financiado.

    3) ESTOQUE EM PROPORÇÃO À VENDAS:

    O ano de 2015 fechou com um estoque em poder das construtoras de R$ 30,8 bilhões, que equivale a mais de 2 anos de vendas liquidas de distratos. Este prazo de venda de estoques foi o recorde de todos os tempos para estas construtoras, sendo que o normal é que tenhamos no MÁXIMO um estoque equivalente a 12 meses de vendas, o razoável é que fique em torno de 9 meses e o ideal é que estivesse em torno de 6 meses. Considerando o altíssimo volume de imóveis em poder de especuladores neste momento, bem como o volume recorde de imóveis anunciados por particulares e o volume de imóveis retomados por bancos em leilões, que simplesmente dobrou em 2015, as construtoras deveriam estar buscando um estoque mais próximo do ideal, principalmente considerando a tendência de piora na crise e maior escassez e custo para o crédito imobiliário.

    Por que temos uma situação tão anormal quanto esta de desproporção entre estoque e vendas?

    O crescimento dos distratos que alcançaram seu patamar recorde histórico, bem como a redução das vendas brutas de imóveis fazem com que, mesmo com quedas muito relevantes em lançamentos, ainda assim a proporção entre estoque e vendas fique cada vez mais anormal.

    4) LANÇAMENTOS:

    O ano de 2015 fechou com o equivalente a R$ 10,9 bilhões de lançamentos, uma queda de 40% em relação aos R$ 18,3 bilhões de distratos de 2014.

    Por que uma queda tão acentuada nos lançamentos?

    Porque o prazo para venda do estoque está subindo sem parar desde o ano de 2012, em virtude do volume anormal e crescente de distratos combinado com a queda nas vendas brutas. Quanto mais estoque e menos vendas, pior vai ficando a situação financeira da construtora, que se vê obrigada a trabalhar com custos crescentes e despesas decrescentes.

    QUAL A TENDÊNCIA PARA 2016 E 2017?

    A tendência é de piorar tudo que consta acima e com isto, a explosão da bolha imobiliária ficar mais visível, abrangente e com maiores impactos quanto a reduções de preços dos imóveis.

    Por que?

    Em 2013 tivemos recorde histórico de vendas de imóveis para investidores / especuladores. Este será um grande motivador para aumento dos distratos, pois cada vez mais os investidores verão a inviabilidade de repassar o ágio ou de conseguir uma rentabilidade via aluguel (vacância em patamar recorde e crescente), assim como o aumento da crise que reduz a capacidade dos compradores adquirirem o crédito imobiliário e a escassez de crédito imobiliário combinado com aumento de juros do mesmo. O efeito “salvador” das verbas adicionais do FGTS não é nem de longe suficiente para compensar todos estes aspectos negativos, sendo que cada vez mais a REALIDADE da crise se faz presente junto com a ENTROPIA quanto às ações do Governo e das construtoras.

    Lembrando que as quedas cada vez mais acentuadas em lançamentos, além de não resolverem em nada a desproporção entre estoque e vendas, alimentam o circulo vicioso de toda bolha imobiliária: cada vez mais desemprego, cada vez menos pessoas com renda para adquirir imóveis, reduzem os lançamentos, aumenta o desemprego e por aí vai.

    Junta-se ao que consta acima, crises política e fiscal com soluções que serão demoradas, pouco eficientes e que mesmo com impeachment e uma euforia provisória, não irão reverter a tendência de piora da crise na economia neste e no próximo ano, apenas dar um fôlego ILUSÓRIO por 3 ou 6 meses via aumentos em investimentos, para depois voltarmos a sentir os efeitos de todos os erros cometidos pelo Governo, dentre eles, a bolha imobiliária.

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    • Cesar_DF 14 de abril de 2016 at 10:15

      CA
      Realmente, esta questão de NUMERO DE DISTRATOS dividido pela QUANTIDADE DE LANÇAMENTOS de 3 anos atrás, consegue capturar a informação da real onda de distratos, pois se temos o número de distratos de 2015 dividido pela quantidade de lançamentos de 2015, não refletirá a realidade, pois foram lançados poucos imóveis em 2015.
      Você acha que conseguiria montar um índice com a número de distratos de 2010 a 2015, dividido pela quantidade de lançamentos de 2007 a 2012?

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