Crise que quebrou os Estados Unidos em 2008 tem muito a dizer à atual situação financeira do Brasil

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Comments
  • Azufre 28 de janeiro de 2016 at 09:58

    “devido aos fortes mecanismos de transferência de renda, o que provocou um aumento dos empregos e da renda dos brasileiros, além da formalização do mercado de trabalho.”

    Será?

    Bolsa família que não chega a um salário mínimo (longe disso!)
    Aumento pífio da renda
    Formalização do mercado de trabalho que não chega a 90%

    Isso explicaria um aumento “saudável” de mais de 3x no preço dos imóveis no RJ? Aliás, muuuuito superior ao da bolha americana?

    Boa tentativa. Mas é bolha mesmo

    68+
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  • Cesar_DF 28 de janeiro de 2016 at 09:58

    Recorde de desemprego: DF registra 237 mil pessoas sem trabalho em 2015

    Nunca a falta de ocupação cresceu tanto no período de um ano no Distrito Federal. Dados da Companhia de Planejamento do DF mostram que, ao longo de 2015, esse aumento chegou a quase 34%

    O exorbitante índice de desemprego é uma das heranças de 2015 para o Distrito Federal, que fechou o ano com 237 mil pessoas, ou 15,4% da população economicamente ativa, sem trabalho. Em dezembro de 2014, o percentual era de 11,7%. Mas 60 mil entraram na lista no decorrer de 2015, o que significa um aumento de 33,9% no contingente de desempregados em apenas um ano. É a maior variação anual da série histórica, iniciada em 1992.

    “http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2016/01/28/interna_cidadesdf,515550/recorde-de-desemprego-df-registra-237-mil-pessoas-sem-trabalho-em-201.shtml

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  • Caipira 28 de janeiro de 2016 at 10:00

    CVR: edifício recém entregue aqui no sertão paulista, tido como “da elite”. Moradores revoltados pq pedaços de reboco começaram a cair na via pública e apareceram infiltrações para todo lado. Gritam que vão recorrer ao Judiciário contra a empreiteira, construtora, incorporadora e imobiliária (sorte deles que nosso Judiciário é eficiente e célere). Duas unidades usadas a venda: começou em 420k (100m2), hoje estão a 340k e não vende a um ano. Detalhe, outro prédio idêntico foi construído, só que este com um buraco na sacada que chamam de churrasqueira. Preço das útlimas unidades zeradas – que já estão fazendo aniversário: 300k. Prometido para novembro do ano passado, depois janeiro deste ano, agora março. Ainda não notei queda expressiva em preços. Tenho oferecido 45% off em anúncios e só consegui inimigos. Elas estão descontroladas!
    CVR2: casa para aluguel em cidade vizinha. Começou em 2,5k. Foi para 2,3k. Hoje está em 1,5k. E não aluga!

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    • Azufre 28 de janeiro de 2016 at 10:09

      Não é buraco, não é churrasqueira, é varanda gourmet.

      Compre imóvel sim, é seguro e não dá dor de cabeça.

      34+
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      • Ilusionista 28 de janeiro de 2016 at 10:42

        para muitos compradores, esqueceram de avisar que aquela decoração no estande de vendas, referente ao terraço gourmet, não vem junto com o apartamento.
        Custa caro e não dá mais para parcelar no construcard.

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    • Julio 28 de janeiro de 2016 at 11:42

      Tenho oferecido 45% off em anúncios e só consegui inimigos. Elas estão descontroladas!

      Descontroladas mesmo elas ficarão quando aceitarem sua proposta e você responder: “HÁ, PEGADINHA DO MALLANDRO!”.

      67+
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      • Caipira 28 de janeiro de 2016 at 15:51

        kkkkkkkkkkkkkkkk.. sensacional, ri de verdade aqui imaginando a cena!

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  • Money_Addicted 28 de janeiro de 2016 at 10:08

    ”http://www.metropoles.com/distrito-federal/13-mil-servidores-do-gdf-estao-com-100-do-salario-comprometido-em-dividas-com-o-brb
    eu vi no face do BIB mesmo, lendo a reportagem e os comentarios da a impressao que o banco obriga as pessoas a pegarem emprestimos

    PMJ 🙂

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    • Ilusionista 28 de janeiro de 2016 at 10:48

      situação de muitos FPs

      ……Tentei me matar a primeira vez, mas a arma falhou. Na segunda, ia pular da escada do caminhão de bombeiros. Quando estava lá em cima, minha filha ligou e disse: ‘Pai, quero marcar uma foto com o senhor. Quero mostrar a todos meus amigos que você é meu herói’…..

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      • Money_Addicted 28 de janeiro de 2016 at 11:02

        acho o cumulo da incompetencia alguem tentar se matar e nao conseguir 🙂

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    • DRN 28 de janeiro de 2016 at 10:56

      Que vão carpir mato nos fins de semana.

      Simples.

      14+
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      • Money_Addicted 28 de janeiro de 2016 at 11:01

        exato

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  • Money_Addicted 28 de janeiro de 2016 at 10:10

    outros tempos

    no condo q moro, eh uma vaga por unidade, antigamente aluguel de vaga d garagem era disputada, hj tem varios anuncios de vagas 🙂

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    • mestre dos magos 28 de janeiro de 2016 at 13:04

      Car Park on the street index 🙂

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  • The End 28 de janeiro de 2016 at 10:17

    -http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,revolta-e-tambem-fio-de-esperanca,10000013764
    Revolta e também fio de esperança
    Ao investigar a cooperativa, Lava Jato dá motivação a cooperados que perderam dinheiro na Bancoop, mas suspeitas provocam indignação

    “Estou confiante que a Operação vai fortalecer nossa ação na Justiça. Estou há sete anos tentando recuperar o dinheiro que eu investi”, afirma o engenheiro mecânico Lúcio Lima, que faz parte das Associação das Vítimas da Bancoop.

    Ele conta que, atraído pelas “promoções” da cooperativa, comprou na planta em 2001 um apartamento de três dormitórios no Residencial Costa Verde, na capital paulista, por R$ 68 mil. “A Bancoop tinha vários empreendimentos. Eu achava que a retaguarda do Sindicato dos Bancários dava confiança para o negócio”, diz Lima.

    Depois de reiterados atrasos, porém, os compradores começaram a desconfiar que havia algo de errado com a obra. “Víamos ela sempre atrasar e depois ainda pediram um suporte de R$ 48 mil para sua conclusão. Muitos pagaram, mas eu não”, conta. Ainda segundo o engenheiro, os cooperados tentaram sair da Bancoop para concluir a obra por conta própria, mas a cooperativa insistiu em passar o empreendimento para a OAS, que também não o finalizou. “Achamos que uma empreiteira de grande porte como aquela não iria se sujar por causa de um empreendimento tão pequeno”, afirma.

    “Estamos revoltados e com vergonha de ter entrado nessa cooperativa. Quando se fala em Bancoop, que foi criada pelo PT, se pensa em política”, afirma. Goulart comprou, por R$ 74 mil, no mesmo residencial de Lúcio Lima, que deveria contar com três torres, piscina e área de lazer. “Dois anos depois percebemos que não seria entregue”, conta.

    Apenas alguns trechos, no site tem mais.

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    • Alemon Fritz 28 de janeiro de 2016 at 10:24

      conseguiram fazer uma bolha imobiliária sem tantos imóveis… os preços dispararam e muitos “investimentos” nem da planta saíram, a oferta real seria muito maior…
      a quantidade de cidades bairros fantasmas seria bem maior, com casas vazias. incrível.
      e tratam que a bolha foi passado, agora é ajuste… cada uma.

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  • The End 28 de janeiro de 2016 at 10:18

    BOSS,
    As tags de negrito e itálico foram desativadas?

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    • Cesar_DF 28 de janeiro de 2016 at 10:21

      use “menor strong maior” no lugar do “menor barra b maior”

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      • The End 28 de janeiro de 2016 at 10:30

        Valeu, e itálico?

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  • Ali Baba 28 de janeiro de 2016 at 10:19

    Ficou perdido dois tópicos atrás, sobre remessa para o manual do anony:

    “Olha… Ou eu sou muito burro, ou não está prevista cobrança de IRRF simplesmente para remeter e manter dinheiro fora, ou para fins de investimento…

    Só cobra IRRF os casos do Art 2 (valores destinados ao pagamento de prestação de serviços decorrentes de viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais pagamento de prestação de serviços decorrentes de viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais).

    Os demais artigos ou falam de isenções pontuais ou são “legalês”.

    Confere, produção?”

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    • DRN 28 de janeiro de 2016 at 10:42

      Ali Babá, conferi confere, mas no brasil até o passado é incerto.

      Questionado, o Itaú silenciou a respeito.

      Vc vai manter dinheiro lá para quê? Capaz de dizerem que é para os tais pagamentos e que estão cobrando IR do povo que vai receber o dinheiro e não está sujeito à tributação brasileira. Só tem maluco no governo, então…

      Tem de comprar uns 100 dólares e ver o que fazem. Eu acho que vão reter IR sim.

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    • Louro José 28 de janeiro de 2016 at 10:51

      Você tá otimista demais. Se pra turismo tão retendo, pra manter fora da banânia não vão reter? rs
      Pra todos os efeitos, qualquer remessa de grana pra fora é pra turismo, entendeu?

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      • DRN 28 de janeiro de 2016 at 10:55

        Estão aí dos auditores da RF que não me deixam mentir…

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  • carioca_real 28 de janeiro de 2016 at 10:42

    Mais um tentando explicar o que não tem explicação.
    É bolha mesmo e ponto. Mas enquanto puderem vão relutar com uma avalanche de desinformação tentando salvar a vaca do brejo.
    Mas a alvorada do Apocalipse Zumbi já esta ai.

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  • Alemon Fritz 28 de janeiro de 2016 at 10:50

    ‘Inflação do aluguel’ mais que dobra em janeiro, diz FGV
    Em 12 meses, o índice acumula alta de 10,95%.
    Avançaram preços no atacado e varejo, considerados no cálculo do índice

    -http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/01/inflacao-do-aluguel-mais-que-dobra-em-janeiro-diz-fgv.html.
    (olhem os comentários)

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  • carioca_real 28 de janeiro de 2016 at 10:53

    Cada nova noticia, mais uma motumbada… IGP-M aumenta, mas o prelo dos alugueis cai.
    http://oglobo.globo.com/economia/igp-a-inflacao-do-aluguel-mais-que-dobra-para-114-em-janeiro-18557665

    Mas não tem problema, tem um montão de gente para alugar com o crescimento da renda aproveitando as oportunidades… #SQN.
    http://oglobo.globo.com/economia/desemprego-fecha-2015-em-68-maior-desde-2009-18557792

    E no fim, Motumbo se diverte…

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  • CA 28 de janeiro de 2016 at 10:54

    Sobre o tópico:

    Impressionante que os “especialistas” falam sobre o assunto de uma forma completamente ALIENADA da realidade. Vejamos o trecho abaixo:

    “Para ele, o Brasil viveu um momento de valorização dos imóveis devido aos fortes mecanismos de transferência de renda, o que provocou um aumento dos empregos e da renda dos brasileiros, além da formalização do mercado de trabalho.”

    O que nos diz o Mundo REAL?

    Segue link com gráfico que compara o crescimento do preço de venda baseado no IVG-R (BC), com o crescimento da renda (PME IBGE), do aluguel (índice do SECOVI SP) e do custo de construção (INCC – FGV), para o período de 2007 a 2015:

    “http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-8-pre%C3%A7o-aluguel-INCC-e-renda-at%C3%A9-2015.png

    O que vemos é que o preço de venda cresceu o TRIPLO da renda média! Além disto, cresceu mais que o dobro dos aluguéis e do custo de construção.

    Quer piorar a situação acima?

    A renda média cresceu em função da base, onde o salário mínimo sempre teve aumentos relevantes. Até 2013, a renda média em termos nominais cresceu quase o dobro da inflação, só que nos 2 últimos anos, isto se inverteu e a inflação está recuperando o atraso, quase chegando no aumento nominal acumulado da renda média, ou seja, a renda real (descontada inflação) está em queda.

    Ocorre ainda que temos mais de 70% dos imóveis anunciados nos grandes centros com preços acima de R$ 400 mil, por acaso será o pessoal que ganha até 5 salários mínimos e que teve os maiores aumentos de salários que poderão pagar por isto? Mesmo que fossem eles, que não é o caso, ainda assim o quanto tiveram de aumento foi 1/3 do que cresceram os preços dos imóveis…

    O que consta acima é exatamente o OPOSTO do que o “especialista” falou, ou seja, o preço dos imóveis cresceu sem nenhum fundamento, de forma irracional.

    O restante do que o “especialista” falou foi um besteirol tão grande, que conseguiu ser até maior do que aquilo que consta acima, (“déficit habitacional”, usando como referência de preços só o ano de 2015 e os preços ANUNCIADOS, esquecendo a evolução ao longo dos anos, etc). Nem vale a pena comentar…

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    • DRN 28 de janeiro de 2016 at 11:13

      CA, isso foi discutido à exaustão aqui. Vc foi um dos participantes.

      Os dois principais fatores da bolha de preços foram: (i) empréstimo subsidiado e (ii) história da carochinha de que “sempre valoriza”, “renda aumentou”, “compre agora e pague o que é seu”, “somos a bola da vez”, etc. etc. (sonho de uma noite de verão…).

      O tempo, senhor da razão, já corrigiu a euforia e os fatos IMPUSERAM o enxugamento do crédito. Vamos ver, quanto ao segundo ponto (empréstimo), o que mais o governucho vai conseguir fazer (sobro no balão de ar do doente que está na UTI)…

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      • CA 28 de janeiro de 2016 at 11:56

        DRN,

        Não foram apenas estes fatores. De qualquer forma, o crescimento foi irracional no sentido de não seguir os fundamentos, ou seja, ser claramente ARTIFICIAL e INSUSTENTÁVEL, como em toda bolha imobiliária.

        Mais de 80% do “crescimento” de vendas na planta a partir de 2008 se transformou em distrato, MUITO ANTES de qualquer enxugamento no crédito, pois os distratos em volume ANORMAL começaram a ocorrer em 2011. A causa?

        Vendas FALSAS na planta. As construtoras venderam em ALTÍSSIMO volume para famílias que elas sabiam previamente que não teriam renda para adquirir o crédito imobiliário na entrega dos imóveis, com isto, SIMULARAM demanda super-aquecida o que levou a aumento ARTIFICIAL e exponencial nos preços dos imóveis.

        Em 2011 não havia NENHUMA falta de crédito, os juros estavam em seus menores patamares, etc., ou seja, os distratos foram as evidências CLARÍSSIMAS e INEGÁVEIS das vendas FALSAS, já A PARTIR DAQUELA DATA.

        Outro ponto é que em 2012 foi a maior DERROCADA da construção civil até hoje (pior até do que 2015), sendo que foi o ano do recorde de queda da SELIC e dos juros mais baixos do que nunca com bancos públicos. Ainda em 2013, pesquisas de EMBRAESP e Geoimovel já apresentavam evidências sobre as quedas nos preços REAIS, NEGOCIADOS, além de um bom número de depoimentos de investidores na planta que viram que o imóvel na entrega estava mais barato do que haviam pago no lançamento.

        Já cansei de apresentar a DEMONSTRAÇÃO destes FATOS por aqui também, tanto em tópicos quanto comentários, mas se precisar posso provar de novo…

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        • DRN 28 de janeiro de 2016 at 12:08

          Isso que vc disse está no item da “euforia”.

          Euforia para a qual as construtoras contribuíram criando a “falsa demanda”. Na verdade, a demanda existia. O problema foi a IN-capacidade de pagamento previamente sabida pelas construtoras. E dentro disso temos os corretores “ensinando” as pessoas a “comprovar” renda maior do que a que elas efetivamente tinham.

          Tivemos os três grupos agindo nas tomadas de decisões que alteraram os preços artificialmente: o governo ofertando crédito, as construtoras vendendo cientes de que as pessoas não pagariam, os compradores achando que tínhamos ficado ricos (e que um trouxa maior seria facilmente localizado). Faltou um grupo: as instituições financeiras financiando as construções a rodo, mesmo sabendo que não ia dar para sustentar isso. Os corretores foram idiotas úteis das construtoras.

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          • Melekento 28 de janeiro de 2016 at 12:28

            Concordo em partes.
            Conheco alguns corretores que ficaram ricos vendendo todo esses “sonhos”.
            Hoje, tao desesperados, alguns voltaram a vender carros outros desempregados.
            Abs.

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            • CA 28 de janeiro de 2016 at 13:03

              Melekento,

              Este artigo de 2014 é um bom complemento disto que você falou:

              “http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2014/03/09/internas_economia,416485/desaquecimento-do-setor-imobiliario-faz-profissionais-abandonarem-carreira.shtml

              Trecho do link acima, sobre corretores: “O encanto e a euforia deram lugar às dívidas.”.

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            • odorico 28 de janeiro de 2016 at 15:53

              Ficar rico sem se instruir dá nisso, é como disse um sobrinho meu, “se eu fosse rico, estava milionário” afinal saberia quando pular fora, gerenciava riscos, diversificaria. Se o corretor ficou rico e perdeu tudo é porque não soube administrar.

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          • Ilusionista 28 de janeiro de 2016 at 15:21

            no passado, algumas pessoas já desconfiavam daquele monte de gente que havia chegado antes do horário da abertura do estande, bem no dia do lançamento, fazendo grandes filas.
            Não seriam pseudo compradores simulando falsa compra para criar um clima de euforia em quem fosse chegando…gerando um efeito manada: “vamos, compre logo antes que acabe”…..
            fazendo as contas:
            20% de pseudo compradores induzindo 50% de vendas bolhudas verdadeiras, sem ao menos ter batido um único prego, um excelente negócio…

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    • Rouxinou 28 de janeiro de 2016 at 11:16

      Amigos bolhistas poderiam me tirar uma dúvida, estou prestes a pegar Lci no satã, minha duvida é? a porcentagem do cdi contratada é do cdi do dia, pois verifiquei o valor do cdi hoje e vi que estar mais baixo do que os dias do mês de dezembro. Essa Lci que estou prestes a pegar é pre-fixado pelo satã na conta van-gogh.

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      • odorico 28 de janeiro de 2016 at 15:57

        Se é prefixado é uma taxa fixa, sem olhar o CDI. Se é um percentual do CDI é porque é pós fixado. Assim, se contratar a 90% do CDI, se o CDI subir o seu rendimento sobe, se cair o seu rendimento cairá, mas sempre a 90% do CDI. O fato de ter um percentual fixo do CDI não torna a taxa pré, ela continua pós fixada, já que o CDI é calculado diariamente. Pesquisa no goooooooogle como é feito o calculo do CDI.

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    • Julio 28 de janeiro de 2016 at 11:23

      Acredito que o desemprego e a recessão, com a consequente queda nas vendas, farão o custo da construção civil cair, de forma nominal ou corroído pela inflação. A lei do mercado será implacável com a mão de obra e material excedente.

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  • Julio 28 de janeiro de 2016 at 11:18

    Essa transferência de renda de que fala a matéria é uma grande mentira. Doar algumas centenas de reais por mês às famílias foi e continua sendo um golpe eleitoral, não melhorou em nada a situação do Brasil e não justifica a escandalosa bolha imobiliária criada. Afinal, 300 ou 600 reais a mais por mês não fazem o cidadão pagar 15 mil o metro quadrado.

    Aliás, o que o governo dá com um dedinho, toma de volta com as duas mãos, seja por meio de impostos sobre o básico (comida, água, luz, transporte), seja sonegando serviços que cobra caro para realizar.

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  • DRN 28 de janeiro de 2016 at 11:36

    -http://www.valor.com.br/brasil/4414116/governo-central-tem-deficit-primario-de-r-114985-bilhoes-em-2015

    Agora vamos DOBRAR a meta.

    Atenção TD lovers, cuidado com todos os ovos na mesma cesta…

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  • Mr.Brightside 28 de janeiro de 2016 at 11:48

    CVR – Apto de 1 quarto no condomínio que eu moro

    No condomínio onde eu moro em Curitiba tem 168 apto e sendo 5 blocos cada um tem 1 apto de 1 quarto devido a espaço da entrada e região para a coletas de cartas.
    com isso o layout do apê de 1 quarto é térreo e fica bem na passagem onde ve tdo mundo que entra e não tem privacidade.
    no meu bloco tinha um apto para alugar 1 quarto por R$750,00 por imobiliária e condomínio de R$250,00 sem usar gás, que é cobrado a parte por consumo individual. bem este apê ficou mais de 2 anos fechado.
    semana passada dono do apê colocou no mural alugo apê de 1 quarto numero tal, alugo por R$410,00 apê de 1 Q + valor do condomínio
    em dois dias o papel saiu do mural possivelmente alugou pois tirou a placa de aluga.

    conclusão que eu chego: os R$410,00 era a parcelinha + de 2 anos sem alugar, agora não aguenta mais o combo parcelinha + condominio + IPTU (=240,00 anual)
    Fazendo cálculos básicos considerando período de 2,5 anos paradinho sem alugar:
    30 meses x 410,00 (Parcelinha) = R$12.300,00
    30 meses x 250,00 (Condominio) = R$ 7.500,00
    2,5 meses x 240,00 (IPTU) = R$ 600,00
    o ape de 1Q para investimento rendeu em dois anos e meio = – R$20.400,00 NEGATIVO ao investotário
    Otimo negocio investir em ape de 1Q
    imagine o ilustre serjão com seus 47 de 1 Q

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    • Mr.Brightside 28 de janeiro de 2016 at 11:57

      errata: no começo do cvr é onde eu moro não, não que eu moro
      desculpa corretor ortografico no celular sou um analfabeto para escrever

      ah terminando o CVR os ape de 1 Q imobiliarias da regiao diz que valem de !50 mil a 170 mil, se considerar que a media disso é 160 k e que o ape esta sendo alugado por R$410,00 o alugual sai por 0,256 do q vale

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  • TIC-TAC SP 28 de janeiro de 2016 at 11:56

    Transferência (aumento) de renda 15%
    Aumento de crédito 100%
    Agora que a maré baixou descobriram que todo mundo estava nadando pelado…
    Caminho livre para o Tubarão Motumbo.
    Até lembrei do filme “Tubarão” com a musiquinha e o Motumbo pegando todo mundo.

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    • Julio 28 de janeiro de 2016 at 12:22

      Música mais adequada seria esta: “https://www.youtube.com/watch?v=qrl27HNZL3A

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  • CA 28 de janeiro de 2016 at 12:15

    Sobre o trecho inicial do tópico:

    “O problema do Brasil é que o governo entrou e não saiu. O filme [“A grande aposta”] mostra que o governo americano entrou na economia por dois ou três anos e depois saiu. O brasileiro entrou em 2006, 2007 e continuou até agora”. Esse é um dos germes do déficit fiscal brasileiro.

    Complemento – o Governo como todos sabem, vai aumentar as pedaladas:

    Link: “http://extra.globo.com/noticias/economia/governo-anuncia-medidas-de-estimulo-ao-credito-de-ate-70-bi-nesta-quinta-feira-18557200.html

    A total CEGUEIRA do Governo e o grau de estupidez de suas ações, também pode ser medido por dados que em grande parte, são gerados por órgãos do próprio Governo. Seguem exemplos abaixo:

    Segundo dados do BACEN, no período de 2005 a 2015, a dívida das famílias com o sistema financeiro nacional no que se refere ao crédito imobiliário em proporção à renda delas nos últimos 12 meses SEXTUPLICARAM.

    Curiosamente, o endividamento total (com crédito imobiliário mais outros assuntos), “apenas” DOBROU no mesmo período.

    Se olharmos um período mais curto, as informações são ainda mais interessantes e esclarecedoras:

    De 2010 a 2015 a dívida das famílias com o sistema financeiro nacional em relação ao crédito imobiliário em proporção à renda delas nos últimos 12 meses TRIPLICOU.

    O que aconteceu no período de 2010 a 2015 quanto à dívida das famílias com o sistema financeiro nacional, com exceção do crédito imobiliário (dívidas de consumo) em relação à sua renda dos últimos 12 meses? Entraram em declínio, indo no sentido contrário ao que vinha até antes de 2010.

    Para quem quiser ver em gráfico o que consta acima, segue:

    “http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-11-d%C3%ADvida-das-fam%C3%ADlias-com-o-sistema-financeiro.png

    O que aconteceu no período de 2010 a 2015 quanto a inadimplência geral dos consumidores, que é medida pelo SERASA / Experian?

    A inadimplência cresceu 2,5 vezes mais rápido do que no período imediatamente anterior, em que já vinha crescendo de forma acelerada.

    Para quem quiser ver em gráfico o que consta acima, segue:

    “http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-12-inadimpl%C3%AAncia-geral-das-fam%C3%ADlias-SERASA.png

    O que aconteceu com as despesas de consumo das famílias, que é medido pelo IBGE, no período de 2010 a 2015? Despencaram fortemente.

    Para quem quiser ver em gráfico o que consta acima, segue:

    “http://defendaseudinheiro.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Post-45-imagem-14-despesas-das-fam%C3%ADlias.png

    Compilando o que consta acima, temos que ao mesmo tempo em que a dívida relacionada ao crédito imobiliário em proporção à renda das famílias TRIPLICOU, no período de 2010 a 2015, a dívida para o consumo em proporção à renda das famílias e as despesas de consumo das famílias DESPENCARAM, enquanto a inadimplência DISPAROU.

    Será que não existe uma relação entre os fatos acima?

    Do meu ponto de vista, o fato da CEF concentrar 70% do crédito imobiliário concedido e aceitar comprovações de renda “heterodoxas”, como por exemplo, comprovante de transferência entre contas como se fosse renda informal, ou pessoas que não vão colaborar com os pagamentos fingindo que irão colaborar, etc., fez com que MUITAS famílias se enforcassem com dívidas junto ao crédito imobiliário muito superiores a 30% de sua renda mensal e não conseguissem mais manter o mesmo grau de consumo.

    Mesmo aquelas famílias que de fato estavam dentro do limite de 30% da renda para pagar as parcelas do financiamento imobiliário, se antes não tinham um endividamento fixo tão elevado e por prazo muito longo, tendo este endividamento agora combinado com inflação muito elevada, juros mais elevados em todos os outros financiamentos / compras, dentre outros fatores restritivos, fez com que também ficassem muito endividadas e a inadimplência crescesse, desta forma, forçando uma redução relevante no consumo também.

    Em outras palavras, não havia fôlego para durar por tanto tempo a bolha imobiliária SIMULTÂNEA com a bolha de crédito para o consumo. Somos um país pobre, com renda média muito baixa, péssima distribuição de renda, com inflação e juros muito elevados. Não existe MILAGRE, não havia como isto durar por tanto tempo, em virtude disto, a própria bolha imobiliária ajudou a destruir a bolha de consumo nos últimos anos…

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    • Julio 28 de janeiro de 2016 at 12:19

      Outra diferença pequena entre EUA e Brasil é que lá existe infraestrutura, uma boa educação, Estado leve e a total aversão a intervenções. Aqui é simplesmente o oposto.

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      • CA 28 de janeiro de 2016 at 12:24

        Julio,

        Sim, bom complemento. Poderíamos ainda mencionar que aqui teve uma bolha de corrupção institucionalizada sem precedentes e que também AMPLIFICA demais os efeitos da explosão de nossa bolha imobiliária (aumenta ainda mais a perda de empregos na construção civil e queda na renda real), sendo que os EUA não teve nada parecido, além de termos ameaça da explosão das bolhas da China em paralelo com a explosão das bolhas brasileiras se intensificar, dentre outros fatores “inéditos” e piores do que ocorreram nos EUA…

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    • CA 28 de janeiro de 2016 at 12:19

      Para piorar um pouco o que consta acima, vejamos um trecho do link sobre os R$ 50 a R$ 70 bi que o Governo quer injetar na economia e que mencionei acima:

      “E estão previstos ainda incentivos para quem quitar empréstimos habitacionais antecipadamente.”

      Qual a finalidade? Será que querem com isto capitalizar mais a CEF e BB para com isto poderem fornecer mais crédito, porque ao mesmo tempo que reduz o quanto a CEF tem de empréstimos em relação a seu Capital, gera entrada de recursos antecipados e esta combinação permitiria que ela amplificasse o crédito concedido e ainda parecesse mais “saudável” em relação a Basileia e para o mercado como um todo. O interessante é que os juros da CEF já são os menores de todos e dariam ainda desconto para quem quitar antes, com isto, é o típico vender a janta a preço de banana para poder almoçar, ou em outras palavras, ganhar fôlego para PEDALAR a qualquer custo…

      Efetividade da ação acima? no exemplo da CEF, quase nenhuma. Aliás, no geral também não teria. Quem fez financiamento de 30 anos ou próximo disto, mesmo com juros “subsidiados”, o fez porque o preço do imóvel já tornava inviável fazer em menos tempo, a renda não permitia e a entrada não era o suficiente para reduzir o prazo (ou seja, não tinha dinheiro para reduzir prazo de financiamento). Foi por isto que o volume de financiamentos cresceu 22 vezes de 2005 para 2011. Aliás o prazo médio de financiamento imobiliário subiu nos últimos tempos e já estava em mais de 27 anos. Acreditar que vão conseguir volumes relevantes de antecipações, é outra daquelas “estimativas” que já nascem furadas, a realidade é bem o contrário disto, muitos sequer conseguirão pagar as “parcelinhas” atuais, quanto mais antecipar uma quitação do crédito imobiliário…

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  • Melekento 28 de janeiro de 2016 at 12:38

    Ilusao achar que o 666 vai adiantar e pagar o emprestimo. Hoje ninguem tem $$$$$$ e quem tem ta investido em TD, LCI e ai vai. Quem tem grana, nao vai fazer isso nunca. Ficar descapitalizado num momento desse. Conta outra. hahahhahahahah

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  • AKIRAMASTER 28 de janeiro de 2016 at 12:55

    Ola bolhistas corvos e MAVs
    Como sou 333, esta chegando minha hora, encontrei uma casa a 1k m2 (em leilao Jundiai / sp),neste ritmo em no maximo 2 anos concretizo meu sonho de brick lover a compra de outra casa.
    estou aguardando 0,5k m2, mas qualquer coisa entre 0,5 e 1 que eu achar irresistivel estarei de mudança.rsrsrrs

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  • Noord 28 de janeiro de 2016 at 13:09

    CVR – Ajuda
    Como comentei em outro post, eu estou tentando alugar apt na Barra/Recreio.. Como aluguei o meu em 2007, nem me lembro mais como foi, mas uma imob. agora listou que devo entregar uma cópia do contracheque e uma cópia da declaração do IR – pode isso ?!!?? É legal eles cobrarem isso ?!?!?!?!

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    • mestre dos magos 28 de janeiro de 2016 at 13:55

      Quando fui alugar o meu, também pediram cópia da declaração do IR. Forneci meu contra-cheque e falei para corretora: se aprovarem com isso ok, se não vou procurar outro imóvel. E aprovaram mesmo não entregando todos os documentos solicitados.

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      • Exterminador de Corvos 28 de janeiro de 2016 at 14:04

        Na negociação para alugar o apto que eu moro também me foi pedida a declaração de I.R.. Aliás, pediram a minha e a de meu pai, meu fiador. Assim como o colega acima, curto e grosso eu disse que ou bastaria o meu holerite e a indicação do fiador, ou procuraria outro imóvel, afinal declaração de imposto de renda é documento sigiloso.
        Nada disseram e o contrato de locação foi firmado sem problemas.

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    • Final Countdown 28 de janeiro de 2016 at 16:59

      pode dizer preço e características do bolhudo?
      onde no recreio?

      0
    • My name is James Bond 28 de janeiro de 2016 at 23:29

      Todos meus 3 alugueis tive que apresentar Declaração de IRRF e o Contra Cheque. Pagamos pelos maus pagadores.

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  • Alemon Fritz 28 de janeiro de 2016 at 13:44

    é so olhar a Espanha (2015)

    Créditos más baratos pero no más accesibles (criar crédito)

    Según expertos financieros, a los que ha tenido acceso ECD, en este escenario los bancos necesitan conseguir activo. Así, se van a ver obligados a conceder más crédito para poder mantener los márgenes.
    Los márgenes de intereses es la primera fuente de ingresos de los bancos.

    Las entidades están apostando, entonces, por bajar tipos en los préstamos. No obstante, en los bancos advierten que lo que no van a flexibilizar son las condiciones que se exigen a los clientes, con lo que “el crédito va a ser más barato, pero en ningún caso más accesible”.

    Pronosticó: que el contexto de tipos en mínimos se prolongue en el tiempo, y además que se produzca una fuerte competencia en el crédito por el exceso de liquidez.

    -http://www.elconfidencialdigital.com/dinero/Alerta-BCE-Espana-burbuja-prestamos_0_2493350649.html

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    • Cesar_DF 28 de janeiro de 2016 at 14:16

      Vejam o comparativo entre valor de imóveis da Espanha com a França
      “http://www.perpe.es/wp-content/uploads/2012/11/Spain-France-Housing-Starts-Nov-2012.gif

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  • Cajuzinha 28 de janeiro de 2016 at 14:14

    “O desânimo com o governo é tamanho que há investidores dizendo que, diante do que será este ano, muita gente sentirá saudades de 2015. A justificativa é a falta de liderança no país. Dilma está completamente perdida. Sua única preocupação é com a sobrevivência até 2018. “O quadro atual é de desgoverno”, diz um técnico do alto escalão. “Enquanto ficam dispendendo energia para apresentar medidas que não darão resultado, a população sofre. Veja o caso dos peritos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Nenhuma voz gabaritada saiu até agora em defesa dos segurados”, acrescenta.

    Para um ministro do PMDB, se está ruim agora, pode piorar, pois há o risco de o governo descambar de vez para o populismo, caso Dilma seja obrigada a se apoiar nos movimentos sociais para se proteger em caso de prisão do ex-presidente Lula. As investigações da Lava-Jato estão cada vez mais próximas do líder petista, ao qual a chefe do Executivo recorre em momentos de dificuldades, sobretudo quando o PT comanda rebeliões.

    “Não serão o Conselhão e os pacotes de estímulo ao endividamento que mudarão o clima no país. A crise política continua latente e pode atingir seu ápice se Lula for preso. Na economia, o ritmo é de ladeira abaixo”, frisa o ministro. Ele admite que, nem com muita boa vontade, o empresariado com o qual Dilma se reunirá hoje anunciará trégua e voltará a investir para criar empregos e ampliar a renda. Os problemas do país são enormes. Quando se olha para a frente, tudo está nebuloso. A cada dia, em vez de se fortalecer, o governo se esvai.”

    “http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/brasil-do-engodo/”

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    • Julio 28 de janeiro de 2016 at 14:32

      “Ele admite que, nem com muita boa vontade, o empresariado com o qual Dilma se reunirá hoje anunciará trégua e voltará a investir para criar empregos e ampliar a renda.

      Não entendi essa parte. Então é o empresariado declarou guerra ao governo e deixou de investir e criar emprego? O caminho é oposto, o empresariado deixou de vender e por isso mesmo, parou de comprar e contratar, passando a demitir, fechar unidades e até falir. E o único e enorme culpado por isso chama-se PT, leia-se Lula, e seu governo que se arrasta há quatro mandatos sem um mísero plano sério para o país, mas apenas o desejo de mamar o dinheiro público, se perpetuar no poder e enriquecer a si e seus aliados.

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      • TIC-TAC SP 28 de janeiro de 2016 at 14:38

        É um jogo de palavras que tem como objetivo colocar a culpa da crise no empresariado , como se esse simplesmente não investisse por birra do governo.

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  • Azufre 28 de janeiro de 2016 at 14:30

    ‘http://blog.yupnet.org/2015/12/23/brazil-meltdown/

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  • Louro José 28 de janeiro de 2016 at 14:39

    Carnaval chegando, povo no sufoco e louro josé oprimindo hotéis e agências de veículos.
    Pagando meus juros, que mal tem?

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  • Bolha BOSS 28 de janeiro de 2016 at 14:39

    Clássicos da Bolha

    Mercado Imobiliário: Um investimento sem retorno – Samy Dana e Vítor Possebom
    30 DE MARÇO DE 2011

    http://www.bolhaimobiliariabrasil.com/2011/03/30/mercado-imobiliario-um-investimento-sem-retorno-samy-dana-e-vitor-possebom/

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  • Louro José 28 de janeiro de 2016 at 15:10

    O novo “doente da Europa” com nota AAA: a Finlândia
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    Bandeiras da Finlândia

    Bandeiras da Finlândia: a economia do país, que se contraiu todos os anos desde 2012, teve o pior desempenho na zona da moeda comum durante os primeiros três trimestres de 2015
    Raine Tiessalo e Nick Rigillo, da Bloomberg

    Uma economia em depressão crônica, desemprego em alta e uma aversão a reformas de livre mercado. Parece uma história europeia conhecida?

    Mas não é a Grécia, nem a Espanha nem Portugal. É a Finlândia.

    Os países endividados e com problemas da região sul da zona do euro estão saindo trabalhosamente de sua crise de seis anos, alguns com mais sucesso que outros, ao passo que a Finlândia está sucumbindo à sua crise.

    A economia do país, que se contraiu todos os anos desde 2012, teve o pior desempenho na zona da moeda comum durante os primeiros três trimestres de 2015, segundo dados do Eurostat.

    Seu déficit é relativamente maior que o da Itália, apesar de a Finlândia ser a quarta colocada no ranking da União Europeia pelos impostos e encargos sociais que cobra de seus cidadãos, e sua taxa de desemprego supera a dos vizinhos nórdicos. Os mais novos dados, publicados nesta quarta-feira pela Statistics Finland, mostraram que a taxa de desemprego subiu para 9,2 por cento em dezembro, o nível mais alto desde junho de 2015.

    O ministro de Finanças, Alexander Stubb, começou a se referir ao seu país como o mais novo “doente da Europa”.

    “A Finlândia se transformou em uma economia que funciona com um déficit” e está “10 por cento ou 15 por cento atrás da Suécia ou da Alemanha” quanto à competitividade, disse o ministro da Economia, Olli Rehn, em uma entrevista neste mês.

    “É por isso que temos de ajustar”.

    O declínio no número de pedidos da vizinha Rússia, o enfraquecimento do setor de papel local e o colapso da divisão de produtos eletrônicos para consumidores da Nokia se combinaram para socavar a que foi uma das economias mais fortes da Europa Ocidental.

    Angry Birds

    Em 2008, a participação da Nokia no mercado de smartphones era superior a 40 por cento, as exportações de papel eram 22 por cento mais altas, a Rovio Entertainment estava lançando os alicerces de seu videogame bem-sucedido, o Angry Birds, e a Finlândia era vista como um modelo de resistência à escassez global de crédito.

    Por outro lado, a Grécia, a Espanha, Portugal e a Irlanda um ano depois cairiam em uma crise que exigiu três resgates pelo total de 581,5 bilhões de euros (US$ 630 bilhões) e dezenas de reuniões de funcionários em Bruxelas que duraram noites inteiras.

    O Fórum Econômico Mundial disse em uma pesquisa recente que a Finlândia recuou do quarto ao oitavo lugar no ranking de competitividade mundial.

    O sistema de negociação salarial do país é o mais centralizado entre 140 países consultados. Consertar isso requer uma mudança profunda e veloz, diz o governo. A alternativa é cair em um atoleiro de crescimento fraco e emprego baixo “no estilo do sul da Europa”, diz Rehn.

    Analogias

    A Finlândia, certamente, não está nem de longe precisando do tipo de resgate internacional que caracterizou a crise da dívida. Além disso, as medidas que o primeiro-ministro Juha Sipilä está propondo não são tão draconianas quanto as que os países do sul enfrentaram.

    A Finlândia é um dos poucos países da zona do euro que ainda tem nota de crédito AAA da Moody’s Investors Service e da Fitch Ratings, embora a Standard Poor’s tenha rebaixado a nota máxima em outubro de 2014. Com cerca de 60 por cento do PIB, a dívida pública do país é menos de metade da de Portugal.

    Estima-se que o Congresso aprovará as medidas pró-concorrência do governo até junho. Apesar de o estilo agressivo de Sipilä ter irritado os sindicatos e sua popularidade estar recuando nas pesquisas, sua coalizão tem 123 das 199 cadeiras com direito a voto no Congresso.

    Os líderes da Espanha, de Portugal, da Irlanda e da Grécia (duas vezes) foram expulsos do cargo porque os eleitores protestaram contra a austeridade. Com eleições nacionais dentro de três anos, Sipilä necessita que suas reformas funcionem a tempo para evitar esse destino.

    12+
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    • Bolha de Tudo 29 de janeiro de 2016 at 08:43

      E a esquerdopatia bananense, impregnada de Gramsci, vive de usar a Finlândia como exemplo!
      Qdo vão se convencer que socialismo apenas distribui pobreza e não gera riqueza!

      1+
  • Louro José 28 de janeiro de 2016 at 15:37

    Será que há abundância de crédito no Brasil
    28 de janeiro de 2016 By Rodrigo Constantino 0

    blog

    Por Paulo Figueiredo Filho, publicado pelo Instituto Liberal

    Tenho muita simpatia e assino os informativos do pessoal da Empiricus Research e não é sempre que eu discordo deles. Mas um dos diagnósticos que eles vem fazendo é completamente equivocado: o de que há, na verdade, abundância de crédito disponível no Brasil e o que há é falta de demanda.

    É o exemplo clássico de análise de economista do mercado financeiro que eu tanto critico por aqui. Pode ter até uma boa formação, mas só sabe olhar números agregados, sem nunca ter colocado o bumbunzinho peludo em uma cadeira de executivo de empresa.

    Funciona assim: o “economista” olha os balanços do bancos entulhados de recursos. Daí ele vê declarações públicas dos presidentes dos bancos, como de Luiz Carlos Trabuco do Bradesco, dizendo que estão cheios de disposição para emprestar e que faltam projetos. Pronto, agora tudo faz sentido! Falta gente querendo tomar crédito por causa da crise!

    A economia real é a dentro da sua casa e dentro da sua empresa. E no mundo real de quem produz, sim, a meia-dúzia de bancos que existem no Brasil tem dinheiro sobrando. Mas o que os dados agregados não conseguem mostrar é que as condições impostas por estes bancos para empréstimos são praticamente “incumpríves”, principalmente em um cenário de crise.

    Como meu pai sempre diz [parafraseando Robert Frost]: banqueiro brasileiro é o sujeito que te empresta um guarda-chuva em um dia de sol, mas toma de volta no instante em que começa a chover e de quebra ainda leva suas roupas.

    Eu pergunto se você, empresário que está vivendo a maior crise da história do Brasil, concorda com a Empiricus: há crédito sobrando para você? Ou os bancos estão negando crédito porque seu faturamento está caindo? Ou porque suas “garantias” (como as imobiliárias) estão se desvalorizando e perdendo liquidez? E que tal as taxas de juros que tem sido oferecidas a você? São taxas racionais ou estratosféricas? Aquele gerente de banco que te ligava oferecendo dinheiro em 2012, quando você não precisava… por onde ele anda?

    Há, na verdade, desespero por crédito no setor produtivo. Eu arrisco a dizer mais: nunca houve tanta dificuldade de obtenção de crédito na história recente do Brasil. Eu mesmo recentemente tive uma operação de R$ 50 milhões cancelada no último minuto porque o agente simplesmente “interrompeu operações de crédito no Brasil até que o cenário fique mais claro”.

    Em um momento de crise, incerteza, falências, derretimento de ativos, e títulos públicos rendendo quase 15% ao ano, nossos bancos só vão emprestar a empresas muito sólidas, exigindo colaterais gigantescos e cobrando taxas de juros dignas de agiotas. Caso contrário, é melhor deixar dinheiro em caixa. Na crise, Cash is King. Mas é claro, você nunca vai ouvir isso na declaração pública de nenhum membro do clubinho mais exclusivo do Brasil – aquele que bateu recordes de lucro no pior ano da história da economia brasileira e, por coincidência, encabeça a lista dos maiores doadores de todas as campanhas presidenciais.

    Felizmente, mesmo quando o Empiricus erra, eles acertam. Concordamos integralmente em que a medida do governo de forçar bancos públicos a concederem crédito para aquecer a economia é um agravamento do desastre keynesiano que ajudou a nos colocar na crise em que estamos hoje, em uma espécie de fase final dos ciclos econômicos austríacos com anabolizantes.

    Não se engane, só duas coisas vão melhorar a oferta de crédito no Brasil. A primeira é a saída de Dilma Rousseff do poder e a consequente diminuição das incertezas (ou certezas negativas) e melhoria mínima das expectativas futuras. A segunda passa por um governo disposto a facilitar a entrada de novos agentes no sistema bancário privado – provavelmente o mais regulado setor da economia nacional. Deixemos o livre mercado funcionar. Agentes novos e menores são mais dispostos a conquistar mercado e, para isso, bem mais propensos a tomar riscos maiores. Precisamos desesperadamente destes agentes.

    Mas isso é algo que você nunca vai ouvir de nenhum banqueiro, não é verdade?

    Nota do blog: faltou mencionar uma terceira coisa fundamental para melhorar e ampliar o crédito no Brasil, que é reduzir drasticamente os gastos públicos. Hoje o governo é o grande dreno dos recursos poupados no país, o que reduz a oferta de crédito com lastro. Somente a redução dos gastos públicos permitiria o aumento da oferta de capital poupado em nosso país, sem que dependêssemos sempre da poupança externa, assumindo o risco cambial. Menos governo é mais poupança disponível, mais oferta de crédito com lastro, menores taxas de juros.

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    • CA 28 de janeiro de 2016 at 18:15

      Louro José,

      Creio que este é o link para o artigo acima, correto? Link: “http://rodrigoconstantino.com/artigos/sera-que-ha-abundancia-de-credito-no-brasil/

      Sobre o artigo em si:

      A China então é um exemplo a ser seguido? Ela empresta através de seus bancos públicos para uma infinidade de empresas que estão QUEBRADAS, só para fazer de conta que estão vivas e não “assustar” o mercado.

      Aliás, o Brasil também fez e deve continuar fazendo isto. A CEF e o BB fizeram empréstimos que no total foram de mais de R$ 1 bilhão para PDG, entre os anos de 2013 e 2014, sendo que o início do pagamento do principal seria só 2 anos depois e com juros muito inferiores ao que era praticado pelo mercado. A BTG, para ajudar ainda mais, comprou um grande lote de imóveis da PDG no Atacado, também para aliviar o caixa da PDG, isto foi no primeiro semestre de 2015. O que aconteceu? No segundo semestre de 2015, a PDG entrou em recuperação de dívidas (também conhecido como “Recuperação Judicial Branca”).

      Tivemos até o caso do BNDES emprestando dinheiro com condições de pai para filho para algumas empresas grandes. Entre elas, também emprestou para empresa do Bumlai (amigo do Lula) que já estava quebrada, resolveu algo? Só de SUBSÍDIO do Governo à empréstimos com condições de pai para filho (Governo paga parte da conta), o Governo está devendo mais de R$ 214 bilhões para o BNDES, sendo que só o subsídio total do Governo neste caso foi superior a R$ 300 bilhões. Qual o resultado? É o que vemos na economia hoje, uma crise cada vez mais profunda, estes empréstimos subsidiados ajudaram empresas a PEDALAREM junto com o Governo, como no caso da Petrobrás que faz parte desta lista e usou parte do dinheiro até para cobrir rombo gerado pelo próprio Governo quando não reajustou os combustíveis (usou mais de R$ 4 bilhões do BNDES para este fim).

      A CEF também foi um super-estimulante para a concessão de crédito imobiliário e para o consumo com juros mais baixos que os praticados pelo restante do mercado e com MUITO mais facilidade para se obter empréstimos. Fez isto de forma intensa, em especial no período de 2007 a 2014. O que aconteceu? Preços super-inflados de imóveis e quando ela não teve mais fôlego para continuar, os empréstimos imobiliários DESPENCARAM (queda de aproximadamente 50% nos empréstimos com verbas do SBPE nos últimos 4 meses apurados). E o MCM (Minha Casa Melhor), com aqueles juros super-generosos para compra de eletrônicos e eletrodomésticos para as casas do Minha Casa Minha Vida? Ficou sem fundos para se manter, quando já tinha uma inadimplência estimada em 50%. E o MCMV faixa 1, com inadimplência de 20%? Nenhum destes foi sustentável no seu formato original, todos tiveram problemas seríssimos e só inflaram os números da economia de forma artificial, enganosa, para depois ajudarem a gerar recorde de endividamento das famílias, inadimplência crescendo como nunca e no final, a bolha imobiliária foi tão intensa que ela mesmo ajudou a destruir a bolha de consumo, conforme detalhei mais acima.

      Acho que devemos ter muito cuidado com os extremos e neste ponto o artigo do blog do Constantino falha.

      Não faz sentido “forçar” empréstimos para sustentar o capital de giro de uma empresa que está virtualmente quebrada e onde as expectativas mais realistas são de que as vendas continuarão despencando e não há chance de recuperação, porque foi gerada uma distorção de preços absurda no mercado, inclusive gerada em grande parte através dos juros mais baixos e no restante, através de simulações, especulações, etc. Também não adianta “forçar” empréstimos para projetos UTÓPICOS relacionados aos “amigos do rei” (amigos do Governo), onde os resultados são absolutamente incertos e a empresa não se utiliza do dinheiro para gerar algum retorno real que se reflita positivamente para a economia como um todo. Aliás, focar em alguns é péssimo, as distorções na economia e o prejuízo total são enormes e a experiência mostra isto. Agora o Governo está vindo com um novo plano, mas novamente, com verbas subsidiadas (senão com dinheiro do Tesouro, mas com dinheiro do FGTS e com verbas PROVISÓRIAS que foram recebidas só uma vez e não terão recorrência, como o caso do dinheiro recebido das pedaladas por CEF e BB), parte delas direcionadas para segmentos específicos e sabendo-se que é algo temporário, um band-aid para tentar curar uma hemorragia.

      Sobre virem novos bancos ao país e com isto forçarem a redução dos juros (mais especificamente reduzir o spread), sendo que através desta competição os empresários sairão beneficiados e viabilizarão os seus negócios, não parece muito exequível em tempos de crise e sem expectativas como estamos. Nos tempos de bonança, talvez possa acontecer, mas na prática, inicialmente novos bancos poderão até oferecer taxas de juros mais atraentes, mas quando verem os riscos relacionados a nossa burocracia, a ineficiência da justiça para resolver problemas de calotes, os custos relacionados a impostos, a improdutividade da mão-de-obra, dentre diversos outros gargalos, combinados com uma infinidade de projetos RUINS que não oferecem perspectivas realistas de retorno, empresas acostumadas a mamarem nas tetas do Governo ao invés de terem ganhos de produtividade, empresas que pegam dinheiro simulando que é para investimento e aplicando massivamente para cobrir o capital de giro, ou com problemas seríssimos de caixa e mercado completamente distorcido quanto a preços e oferta versus demanda, dentre outros graves problemas, será que os spreads destes novos bancos permanecerão ainda tão baixos quanto o sonhado por alguns empresários?

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      • Louro José 29 de janeiro de 2016 at 08:54

        Partindo do princípio de que os juros e condições cobradas são determinados pelo mercado, o artigo, apesar de discordar de que haja crédito em abundância no país, no fundo concorda. Há crédito, mas como ninguém consegue cumprir as exigências, este fica retido.

        Mas não deixa de haver crédito. Apenas a ótica de análise dele foi diferente da nossa.

        0
  • odorico 28 de janeiro de 2016 at 15:49

    Louro concordo com você em parte. Pois concordo que falta demanda, dada algumas condições. O banco opera com dinheiro dos outros, por exemplo, nós que recebemos juros. Logo, ele tem que se resguardar em determinadas garantias para emprestar. Você colocaria seu dinheiro num banco que emprestasse sem olhar a carteira? Enfim, há um descasamento de oferta e demanda por crédito? Sim, dadas determinadas condições. Se elas são “incumpríveis” aí sim, concordo que parte da culpa é dos gastos públicos, mas parte da culpa é da população. O brasileiro poupa pouco, poupa mal, se endivida e não paga. Afinal as sanções para quem toma emprestado no país são poucas. Então, parte da culpa dos juros altos é o gasto público, outra parte é do ambiente jurídico e de negócios no brasil e por último da poupança interna (na mão dos cidadãos). O Brasileiro odeia poupar, adora crédito e não gosta de ser cobrado. Logo. concordo dinheiro tem, só falta demanda por crédito em determinadas condições. Emprestar para gente que da calote, nenhum banco quer, nem eu.

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    • Louro José 29 de janeiro de 2016 at 08:56

      Isso aí mesmo, as condições de mercado são estas devido às incertezas na economia. O crédito está lá, o que não está são os tomadores.

      0
  • parangaricutirimicuaro 28 de janeiro de 2016 at 15:53

    OFF Ajuda
    Bolhistas que conhecem Rio das Ostras – RJ.
    Rua Uberaba, pertinho do centro. Alguém palpita o preço justo de um imóvel por ali?
    Um conhecido tá vendendo uma casa q ele possui ali, 1 andar só, 2 qts, telhado colonial, com um quintal legal, parece q é um terreno 8 x 20. Tá pedindo 70 mil. Vale? Sei que naquela área estão pedindo absurdos, mas quando ele falou 70 e mostrou a casa, não é bonita, mas com uma pequena reforma fica boa, fiquei tentado a comprar.
    O que acham?

    3+
    • odorico 28 de janeiro de 2016 at 16:03

      Para quê comprar? Veraneio? Vai morar lá? Alugar? Investir?
      Se for veraneio – Não (mesmo que vá sempre, verifique se 700 reais por mês da renda fixa não cobre os gastos da hospedagem)
      Se for morar – Não(se está vendendo por esse preço, verifique por quanto você alugaria)
      Se for alugar – Não (a renda fixa rende mais, provavelmente)
      Se for investir – Não (você acha que os imóveis vão se valorizar nos próximos anos?
      Lembre-se que o custo do imóvel é o valor que pagar mais essa tal reforma….

      17+
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      • parangaricutirimicuaro 28 de janeiro de 2016 at 16:26

        Sei que os imóveis não irão valorizar num futuro breve, mas esse imóvel está com preço bem abaixo do normal da região. Por isso estou refletindo. Pensando se pode ser interessante.

        6+
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        • Money_Addicted 28 de janeiro de 2016 at 16:48

          petrobras/petr4 esta bem abaixo da cotacao dos ultimos 12 meses, vc compraria 70k delas? nao estou dizendo q esse imovel nao seja um bom negocio, mas nao soh pq esta “abaixo” eh algo interessante.

          9+
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          • parangaricutirimicuaro 28 de janeiro de 2016 at 17:12

            Estou dando uma analisada. É óbvio que não compraria petr4, mas o que me deixou interessado é que nessa área qualquer coisa gira em torno de 400k. Pode até ser que não venda (e eu acredito q não vende), mas se comprar algo equivalente por 70 é possível fazer um bom negócio futuramente, já que é no centro da cidade e aprox. 50 metros dali é o centro comercial. Não sei ao certo a medida do terreno, vou pegar esses dados com ele e ver se vale a pena. A casa está em bom estado.
            Enfim, vou pedir mais imagens da casa e a medida exata do terreno. Dependendo da resposta, acho q farei uma visita. Aluguel por ali tá girando em torno de 1200~1300. Por isso fiquei refletindo. Receber aluguel acima de 1% é algo bem interessante.

            2+
            • Money_Addicted 28 de janeiro de 2016 at 18:40

              obviamente que imovel “pode ser” um bom negocio, mas eu particularmente nao compraria…..principalmente se for para alugar, prefiro alugar dinheiro para o banco ou ate mesmo para a Dilma e “nao ter dor de cabeca” do q por inquilino caloteiro.

              boa sorte 🙂

              6+
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    • Julio 28 de janeiro de 2016 at 16:47

      Difícil analisar sem conhecer a realidade local, mas 8×20 é 160 m2, o que dá quase 500 reais o m2. Quanto estão pedindo o m2 da região? E mesmo que tenha uma valorização é um terreno muito pequeno com uma frente (8 metros) minúscula. Se a cidade crescer e você quiser construir um prédio comercial ou mesmo vender para condomínio residencial, será impedido pelo pequeno tamanho da área.

      3+
      • Julio 28 de janeiro de 2016 at 16:52

        Ah, verifique no código do município o que pode ser construído ali. Tenho convicção que você se decepcionará. E esqueça a casa. Tijolo não valoriza, só o terreno. Tijolo amontoado sem uso próprio é sinônimo com gastos constantes em reformas.

        4+
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    • W.K. 28 de janeiro de 2016 at 16:51

      Terreno muito pequeno…

      3+
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    • Final Countdown 28 de janeiro de 2016 at 17:02

      compre não. o desemprego e desespero baterão à porta da cidade.
      a violência vai explodir, como niterói.

      5+
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    • Showizards 29 de janeiro de 2016 at 08:53

      eu moro em rio das ostras, antes de tudo ali é posse, então você não vai ter a escritura do terreno , aqui a coisa ta feia , muita loja fechado e muita placa de vende-se , então pense antes de comprar

      1+
  • W.K. 28 de janeiro de 2016 at 17:10

    ÇVB

    Çãngui no Vinho Brasileiro.

    Insider do setor vinícola me contou que este ano, podem esperar que suco natural de uva, vinho etc. fiquem mais caros.
    Graças as chuvas no RS, a safra foi para as cucuias e não há praticamente uvas no mercado.

    Empresa que produzia 2 milhões de litros de vinho, este ano só conseguiu produzir 500 mil. E só conseguiu 500k litros por que literalmente comprou uvas até de parreiras plantadas em jardins de casas…

    11+
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  • Bauru Bolhudo 28 de janeiro de 2016 at 17:28

    Não é só com a uva. O mesmo esta acontecendo com maçã e outros alimentos. Esperar para ver quanto conseguem repassar de aumento.

    4+
    • Homero 28 de janeiro de 2016 at 17:44

      Ou vamos ver a contribuição do consumidor brasileiro para a recuperação da Argentina de Macri ?

      4+
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      • Julio 28 de janeiro de 2016 at 17:47

        Falando em Macri: “https://br.noticias.yahoo.com/argentina-coloca-avi%C3%B5es-presidenciais-%C3%A0-venda-e-124808430.html?linkId=20545024

        Enquanto lá o novo presidente vende a frota de aviões presidenciais e usa até voo de carreira, aqui o 9F fez a maior compra da história do Brasil, com um Airbus mais uns pares de EMB-190 e inúmeros ERJ-145 e jatinhos, todos zero quilômetro. Sempre que ele e a Dilma voavam, pelo menos dois reservas iam juntos. Um levando a companheirada para as compras, outro vazio como reserva.

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        • edson 28 de janeiro de 2016 at 19:22

          Só foi postar alguns dias atras falando que na Argentina a luz era 3 x mais barata que aqui, que o governo aumentou hoje a luz lá em 300%.

          3+
          • Azufre 28 de janeiro de 2016 at 20:06

            Aumentou em Buenos Aires e baixou no resto do país

            Cuidado com a imprensa, sabemos a quem servem

            11+
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          • W.K. 28 de janeiro de 2016 at 20:45

            Preço subsidiado não é preço real.

            4+
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  • Veigalex 28 de janeiro de 2016 at 17:50

    Galera.. olha a situação

    * Abri uma conta em uma corretora em Londres – Grátis
    * Fiz um cartão NETELLER – Grátis
    * Transferi $100 – via cartão de crédito (Fui Motumbado – Taxa Neteller + IOF)
    * Fiz um trade e ganhei $100 no Forex
    * Atrelei meu Neteller ao Paypal
    Ai vem a duvida…
    Se eu comprar algo no Brasil, via Paypal, eu vou ser motumbado?
    No meu cartão Neteller vai vir algo de taxa do Brasil ou só taxa do Paypal?

    6+
  • Number0101 28 de janeiro de 2016 at 17:53

    “http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/01/para-estimular-economia-governo-anuncia-r-83-bilhoes-em-credito.html

    E ainda sim está apelando a artistas e grandes empresários que ajudem a aprovar a CPMF. Essa conta não fecha.

    Parabéns aos envolvidos !

    7+
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    • CA 28 de janeiro de 2016 at 18:43

      Number0101,

      Cada vez que sai uma nova notícia a este respeito, o valor aumenta. Se demorarem mais para divulgarem oficialmente, vai passar dos R$ 100 bilhões…

      A primeira vez que ouvi, o Governo estimava um total de R$ 50 bilhões. Depois, no link que eu mesmo coloquei mais acima, em comentários deste tópico, falava-se entre R$ 50 bilhões e R$ 70 bilhões. Já a notícia que você colocou acima, está falando em R$ 83 bilhões. Estas “pequenas variações” ocorrendo em poucos dias.

      Como já disse em comentários desde o início deste mês, esta é a parcela das ações que o Governo estava devendo para o PT e seus aliados, para que os mesmos, assim que saírem de seu recesso parlamentar, possam garantir todo o apoio contra o impeachment. O SONHO do Governo é que os efeitos ARTIFICIAIS gerados por estas medidas durem até o final do ano, para pelo menos ajudar para que a derrocada do PT não seja tão elevada nas eleições municipais, mas daí já estão sonhando demais, não vai acontecer.

      Só para lembrar, no final de maio/2015 o Governo também soltou um “pacote” para tentar salvar o segmento imobiliário, frente a derrocada das verbas da poupança que já estava acontecendo. Adicionaram R$ 10 bilhões do FGTS como verba pró-cotista para financiamentos imobiliários (com juros ainda menores que no SBPE), mas limitando os empréstimos para imóveis de até R$ 400 mil. Liberaram uma parcela maior do compulsório da poupança se os bancos quisessem utilizar para o empréstimo imobiliário (disponibilizando mais R$ 22,5 bilhões para crédito imobiliário) e também mudaram as regras para que os bancos privados não desviassem a verba da poupança para títulos ligados a imóveis comerciais e sem nenhuma relação com crédito imobiliário para residenciais, como eles vinham fazendo (o que deveria disponibilizar mais cerca de R$ 7,5 bilhões para o crédito imobiliário residencial). Por estas contas, estimatidas por Levy e sua equipe, teríamos portanto um aumento de R$ 40 bilhões na verba disponível para o crédito imobiliário, o que cobriria 80% dos 50 bilhões que acabou sendo o rombo total da verba de poupança em 2015. Na prática, não resolveu em nada e os empréstimos concedidos com verba do SBPE tiveram queda de 33% no ano, sendo em torno de 50% de queda nos últimos 4 meses computados…

      Este link contém mais alguns dados sobre o que consta acima: “http://www.valor.com.br/brasil/4080292/levy-liquidez-dada-pelo-governo-construcao-civil-supera-r-40-bi

      Será que agora em 2016 estão planejando mais ainda do que estes R$ 40 bilhões só para o crédito imobiliário?

      Dificilmente vai superar o que consta acima, pelo que eles tem divulgado, existirão muito mais “agraciados” por este dinheiro, que por enquanto está especulado em R$ 83 bilhões, pois além de incentivar o crédito imobiliário para imóveis residenciais, terão que ajudar também às construtoras do segmento pesado gerando projetos de infra-estrutura, além de estarem negociando uma linha especial de empréstimos com juros menores para empresas de pequeno porte, juros e condições especiais para empréstimos direcionados ao consumo, sem contar aquele projeto mirabolante de renovação da frota para estimular o segmento automotivo, dentre tantos outros que estão sendo especulados.

      Novamente, muito barulho, como fizeram em maio/2015 com a notícia acima, que no final não deu em nada, mas pelo menos, fizeram uma média com o segmento da construção civil, fazendo de conta que tinham feito “a parte deles”. Agora querem fazer uma média com parte dos empresários e com o PT e os partidos mais à esquerda, sendo que todo mundo que analisa estas ações considera apenas “mais do mesmo” que já nos trouxe para o abismo atual…

      13+
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  • carioca_real 28 de janeiro de 2016 at 18:57

    Amigo da CEF me disse que o balanço do ultimo tri de 2015 vai ser vermelho.
    A conferir.

    10+
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  • Mephistopheles 28 de janeiro de 2016 at 19:09

    “http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20160128/fgts-tera-parcela-maior-subsidio-para-minha-casa-minha-vida/338055”

    Espetáculo.

    5+
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    • CA 28 de janeiro de 2016 at 19:54

      Mephistopheles,

      Aqui repetiram o que já fizeram em anos anteriores: reduziram a fatia de dinheiro que o Governo aplicava no MCMV e aumentaram o mesmo percentual para ser coberto pelo FGTS, só para reduzir o desembolso do Governo, não significa mais dinheiro para o MCMV.

      Cada vez mais o Governo pedalando com o dinheiro do FGTS…

      6+
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  • Mephistopheles 28 de janeiro de 2016 at 19:11

    “http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/01/1734613-governo-anuncia-r-83-bi-de-credito-fgts-vira-garantia-de-consignado.shtml”

    Empréstimo consignado para demitidos, com garantia do saldo do FGTS.
    O Espetáculo continua.

    5+
    • CA 28 de janeiro de 2016 at 19:51

      Mephistopheles,

      Esta reportagem da Folha foi bem mais esclarecedora. Aqui falam sobre os valores para cada segmento.

      No caso do crédito imobiliário, foram só R$ 10 bilhões do FGTS para financiamentos Pró-Cotista, ou seja, exatamente o mesmo montante do ano passado. Estão só tentando amortecer a queda, sem sonhos utópicos de tentar inflar de novo. As ações do ano passado quanto a redução de compulsórios e forçar bancos privados a emprestarem mais, eliminando brecha que existia para usar verba da poupança para outros fins, continuam em vigor. Em outras palavras, o “reforço” para o crédito imobiliário no total, poderia ficar em torno de R$ 40 bilhões em 2016, o mesmo montante do ano passado.

      A questão que fica é: como será a sangria da poupança agora em 2016, continuará no mesmo ritmo de 2015, vai arrefecer e se estabilizar ou vai se agravar?

      Segue abaixo um link para planilha disponibilizada pelo banco central e que contém dados sobre a captação líquida da poupança (depósitos menos retiradas). Selecionem dentro desta planilha, a pasta “SBPE”, que contém os dados relacionados a verba que serve de fundo para o crédito imobiliário.

      Link: “https://www.bcb.gov.br/pre/SalaImprensa/port/Poupança%20Diária.xls

      Pelo que podemos observar, com dados atualizados até 22/jan/2016, a captação liquida no mês de janeiro/2016 está negativa em R$ 9,657 BILHÕES.

      Em outras palavras, se fosse pelo número atual, os R$ 10 bilhões adicionais do FGTS serviriam para cobrir um pouco mais que o rombo de janeiro/2016 até este momento…

      Duas observações sobre os números acima:

      Normalmente no último dia do mês visualizamos depósitos superiores a retiradas e muitas vezes de forma relevante (superior a R$ 1 bilhão), portanto o número acima pode e deve ser menos ruim até o fechamento de janeiro/2016. De qualquer forma, não me lembro de ter visto uma sangria tão elevada no resultado parcial de um mês, acho até estranho que isto não tenha sido mencionado em nenhuma reportagem até aqui. Talvez estejam só esperando fechar o mês, para não gerar nenhum pânico “antecipado”…

      Com uma situação como esta, seria até de se esperar outras iniciativas “apelativas” do Governo, como por exemplo, aumentar impostos de outras aplicações financeiras para tornar a poupança mais “competitiva”. Ocorre que as outras aplicações financeiras também subsidiam outros segmentos, logo, seria o eterno “descobrir um santo para cobrir o outro”. Notem que na mesma planilha acima, a sangria da verba de poupança para o crédito rural também está elevada, com captação liquida negativa em R$ 12 bilhões (vejam a primeira pasta da planilha). Imaginem que a LCA aumente a tributação, sendo que ela também é utilizada para funding para agricultura, como é que o setor agrícola, que seria a “salvação da lavoura” (desculpem o trocadilho infame) iria ficar? Outro ponto: até o ano passado o Governo e alguns agentes ainda insistiam na tese que a sangria da poupança era relacionada principalmente à maior rentabilidade de outras aplicações financeiras e uma suposta migração em massa de pessoas saindo da poupança e indo para estas outras aplicações mais rentáveis, só que esta argumentação está ficando cada vez mais frágil, porque em dezembro/2015 tivemos uma captação positiva e isto provavelmente foi porque alguns conseguiram guardar parte do 13. e preferiram a poupança com a qual já estavam acostumados, além disto, fica a questão: por que só agora as pessoas teriam descoberto que outras aplicações financeiras são tão seguras quanto a poupança e com rendimento maior, se isto é algo que já ocorre há anos?

      8+
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      • Cajuzinha 28 de janeiro de 2016 at 20:02

        CA, sobre o pro-cotista vale repetir o que postei no tópico passado:
        ““Fomos informados uma hora antes do agendamento para assinatura do contrato, pelo gerente da Caixa, que o dinheiro não seria liberado”, lembra Maurício. O financiamento dele utiliza a linha de crédito pró-cotista, que usa recurso do FGTS para compra de imóveis com valores acima de R$ 220 mil e até R$ 750 mil. Conforme noticiado por O TEMPO nesta terça, a Caixa não está aprovando financiamentos novos com a linha de crédito pró-cotista “até que exista a suplementação de recursos”.

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        • CA 28 de janeiro de 2016 at 21:38

          Cajuzinha,

          Esta que consta na reportagem que você mencionou é a verba que foi liberada em maio/2015, que acabou. A que mencionei acima é a verba que estão liberando para 2016 e que foi informada hoje, ambas no mesmo montante e não exclusivamente da CEF, deve ser dividida com o BB como já aconteceu no ano passado.

          Como estão liberando mais cedo, o juros do crédito imobiliário pró-cotista é ainda menor que o que usa verba da poupança e temos uma sangria da poupança que poderá ser ainda maior do que em 2015, é possível que esta verba termine até o meio do ano e aí, o que o Governo fará? Provavelmente irão liberar mais dinheiro do FGTS, mas a esta altura, com o novo aumento no endividamento, inadimplência, inflação e desemprego que o Governo está promovendo com estas ações, este novo dinheiro do FGTS terá menos efetividade, porque será bem provável que faltem tomadores de empréstimos para estes novos aportes.

          Até a metade do ano, a sangria desatada dos distratos, a perda de dinheiro dos investidores em imóveis, a crise financeira e insolvência de algumas construtoras estarão também muito mais visíveis, por mais que o mercado imobiliário insista em DESINFORMAR e esta combinação fará com que a completa distorção entre oferta e procura e entre preços dos imóveis e renda fiquem perceptíveis para boa parte da população, até para os mais desavisados.

          Correndo por fora teremos o aumento da inadimplência do crédito imobiliário, o aumento no número de imóveis tomados, as novas quedas de preços nos leilões e o aumento no número de imóveis que irão a leilão sem serem arrematados.

          É por esta combinação de fatores que o segundo semestre de 2016 promete fortes emoções…

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          • Alemon Fritz 28 de janeiro de 2016 at 21:58

            pelo que li, os R$ 10 bilhões da oferta de crédito habitacional será por meio da aplicação de recursos do FGTS em CRIs (Certificado de Recebível Imobiliário, securitização) liberando a capacidade de financiamento para novas operações. não entendi como funciona isso, deve ter truta.

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            • CA 28 de janeiro de 2016 at 22:12

              Alemon Fritz,

              Este mecanismo que você falou tem o manual correspondente abaixo, estão falando sobre o ano de 2009, acho que não será este modelo. Tem o artigo onde você leu para colocar o link aqui?

              Segue o que encontrei sobre o assunto: “http://www.fgts.gov.br/aquisicao_certificado.asp

              Já sobre o Pró-Cotista FGTS é o que eu havia explicado e consta aqui, com referência bem mais recente, do ano de 2015 que foi o último regulado (o de hoje ainda não foi atualizado no site, demora um tempo): “http://www.fgts.gov.br/procotista.asp

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              • Alemon Fritz 28 de janeiro de 2016 at 22:15

                li aqui, no final…:
                -http://www.valor.com.br/politica/4414978/empresarios-elogiam-medidas-do-governo-para-estimular-credito

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                • CA 28 de janeiro de 2016 at 23:09

                  Alemon Fritz,

                  Interessante, inclusive porque os limites de preços dos imóveis a serem financiados são ainda menores do que o pró-cotista, falam sobre R$ 235 mil no DF e pedem aumento ao Governo para R$ 300 mil ou R$ 400 mil. O pró-cotista já previa imóveis de até R$ 400 mil em 2015 e antes de 2015 o limite era R$ 500 mil. Redução rápida nos limites, sempre com o argumento de aproveitar ao máximo a verba exígua, ou como sempre digo, será que ainda sonham com uma “explosão controlada” da bolha, asfixiando os imóveis de maiores valores com a falta total de crédito barato?

                  Sempre lembrando que mais de 70% dos imóveis anunciados nos grandes centros tem preços acima de R$ 400 mil.Se de fato acabar a verba do SBPE para Itaú e Bradesco em meados deste ano, como eles previram, junto com tudo que consta acima, não vai se vender praticamente nada financiado, o desespero dos vendedores vai começar a bater ainda mais forte…

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          • Cajuzinha 28 de janeiro de 2016 at 23:35

            Que assim seja!

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  • Mephistopheles 28 de janeiro de 2016 at 19:13

    “http://www1.folha.uol.com.br/comida/2016/01/1733852-restaurante-210-diner-fechara-as-portas-no-proximo-domingo.shtml”

    Gastronomia paulistana, cena 01.

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  • edson 28 de janeiro de 2016 at 19:14

    Nos EUA no auge da crise o governo enviou um cheque de US$ 100 para cada americano gastar como quisesse. Ele deu, aqui vão emprestar para o sujeito se enforcar mais ainda.

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  • Mephistopheles 28 de janeiro de 2016 at 19:14

    “http://www1.folha.uol.com.br/comida/2016/01/1734319-gigetto-berco-da-cultura-cantineira-de-sp-fecha-as-portas-no-bexiga.shtml”

    Gastronomia paulistana, cena 02.

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  • bolhista fulano de tal 28 de janeiro de 2016 at 19:52

    flagrei 2 tios meus conversando sobre a petrobrás(ambos trabalham lá). Um dos tios disse que estão fechando tudo, que não estão perfurando nada e que até periculosidade eles cortaram, além de outros benefícios. A situação tá bem feia msm. O outro tio há uns dois meses disse que não era nada demais a crise da petrobrás e que dilma resolveria logo… coitado

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    • odorico 28 de janeiro de 2016 at 19:54

      Cara, leva seu tio no oftalmologista rápido…….

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    • DRN 28 de janeiro de 2016 at 19:55

      A dilma não sabem nem lavar o próprio *abo, vai resolver petrobosta???

      O PT faliu a petrobosta. Por mim, era até uma grande realização, não fosse o fato de que, em fez de liquidar a empresa, vão colocar dinheiro do Tesouro nela…

      13+
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  • Cajuzinha 28 de janeiro de 2016 at 20:05

    “RIO – O Brasil voltou a ser assunto de uma reportagem da edição da revista britânica “The Economist” para as Américas. Intitulado “Festejando à beira do precipício”, o texto fala da pausa que a população costuma fazer durante o carnaval. E lembra que os políticos voltarão do recesso de fim de ano poucos dias antes do feriado começar, ou seja, os trabalhos só devem ser de fato retomados após o fim da folia.

    Para a publicação, nem a presidente Dilma Rousseff nem os congressistas vão conseguir relaxar, já que o país enfrenta dois sérios problemas: o vírus zika e a piora das crises econômica e política. “Quando os políticos retornarem ao trabalhos eles podem se arrepender do tempo que passaram sem tentar resolvê-los”, afirma a reportagem.”

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    • Bauru Bolhudo 28 de janeiro de 2016 at 21:02

      Político arrependido de não trabalhar? A Economist não conhece o Brasil.

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  • Bolhista Desdasfralda 28 de janeiro de 2016 at 21:02

    Bom, cá estou de volta após uma ausencia necessaria e o tempo de me logar!
    Como sempre, nada acontece neste país antes do Carnaval a nao ser o aedes aegypti. a enrolação do governo e a crise cada vez pior.

    Tenho um CVR da secretaria da minha gineco.
    A senhora mora numa casa pobre ali em Osasco, casada, dois filhos, junto com a sobrinha, seu marido e o recem-nascido sobrinho neto (estão sem grana). Tudo ajuntado por ali. Um cano que passa em seu muro (que foi feito pela prefeitura) arrebentou e o muro começou a embarrigar e ameaçar despencar morro abaixo em outras casas. Contratou pedreiro para arrumar, a brincadeira saiu, segundo ela, 10k só de mão de obra, mais um tanto de material que, ao final, deve fechar uma continha de uns 13-15k. Com crise na construção civil e os caras enfiando a mão. Se ela morasse num alugado, era só mandar o dono arrumar ou se mandar, mas não dá, né?! Nessas horas, vc vê os vários problemas de se ter casa própria. Não sou contra, mas….é complicado.

    11+
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  • Leonardo M. 28 de janeiro de 2016 at 21:07

    Cvr

    Estacionamentos ao lado do aeroporto de Florianópolis antes cobravam R$15-R$12 por diária
    Agora R$10-R$7

    SoFt ou Hardy?

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    • Julio 28 de janeiro de 2016 at 21:13

      Nossa mais saudável empresa, em termos econômicos, a Azul Linhas Aéreas, está passando o facão nas rotas domésticas e vai mandar aeronaves ATR, Embraer e Airbus para a Europa, para serem utilizadas na sua nova aquisição, a TAP.

      O gringo não é bobo e já colocou alguns ovos na cesta europeia. A Gol está no vermelho faz tempo e a TAM foi comprada pela LAN.

      Parece que os porteiros não vão mais poder viajar de avião, como mostrava a propaganda do PT.

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      • Julio 28 de janeiro de 2016 at 21:14

        Olha um link sobre o assunto: “http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/aviacao/2016/01/azul-envia-19-aeronaves-para-tap-e-reduz-oferta_122797.html

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  • Poker Bubble 28 de janeiro de 2016 at 22:03

    CVR:
    Que chato, mas devido a demandas de trabalho terei que morar em Floripa entre o começo de março e o final de maio.
    E começa a epopéia de procurar um local pra morar.
    Irei com mais 4, portanto vale a pena alugar uma casa maior ou um AP grande.
    Detalhe, tem que ser em Canasvieiras ou Jurerê.
    Por enquanto percebo os corvos marrentos como se a vacância naquela região não fosse enorme, quando passa a temporada e se encerram as festividades momescas malditas..
    Por enquanto so sondagens de leve, mas depois do carnaval começarei a fazer ofertas firmes, no padrão bolhista oferecendo 30-40% OFF, vamos ver quantos CVRs irei coleta nessa busca.
    E desde já se algum bolhista puder me ajudar na busca, ficarei imensamente grato.

    10+
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    • Alemon Fritz 28 de janeiro de 2016 at 22:08

      e tem a praia da Daniela e Canasvieras… (sem ir na praia) e argumentar a gome na praia.

      1+
    • Diego F. 28 de janeiro de 2016 at 23:05

      Exigência do trabalho ser nessa região? Não recomendo ficar em Canas, apesar de ser um pouco mais barato. Melhor dar uma olhada em Jurerê mesmo (a parte tradicional não é cara, mas o ideal é deixar passar o carnaval para buscar).

      1+
      • Diego F. 28 de janeiro de 2016 at 23:10

        Ah… O fato de ser uma locação curta vai te trazer problemas. Dificilmente uma imobiliária tradicional vai alugar e vai ser trabalhoso fugir do preço padrão aluguel de temporada.

        Exemplo: um apto que custaria no aluguel anual 1000/mês custa mais do que isso por semana em locadoras de temporada e afins (Airbnb, por exemplo).

        2+
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  • Alemon Fritz 28 de janeiro de 2016 at 22:12

    ops, canasvieras .-> Ingleses

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  • Alemon Fritz 29 de janeiro de 2016 at 06:47

    Agora no Jornal da RBS
    – 2000 ocorrências policiais em Canasvieiras, 125 arrombamentos e roubos
    31 na mesma imobiliária !!! ( hmmmmm !!) roubam malas, perfumes, dinheiro…
    os hermanos estão recendo o restante do aluguel pra poderem ir embora antes (corvos bonzinhos, sei)…

    6+
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  • Alemon Fritz 29 de janeiro de 2016 at 07:23

    detalhando: 31 arrombamentos em imóveis da mesma imobiliaria. corvo diz que as quadrilhas são muito organizadas e eficientes, e roubando mais os hermanos que nosotros.

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  • Cajuzinha 29 de janeiro de 2016 at 07:43

    “Share On Facebook Print
    Na avaliação do Bradesco (BOV:BBDC3 e BOV:BBDC4), a taxa de inadimplência local deve crescer até o fim deste ano e atingir estabilidade apenas em 2017, segundo o presidente do banco Luiz Carlos Trabuco Cappi. De acordo com o executivo, esse movimento acompanha o ambiente de retração econômica.”

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  • Cajuzinha 29 de janeiro de 2016 at 07:45


    Mercado de trabalho tem menos vagas e menos salário
    Renda do trabalhador recua 3,7% em 2015, primeira queda em 10 anos no país. Número de desocupados cresce 42,5% e desemprego sobe a 6,8%. Em BH, vencimentos caíram 4,6%”

    0
  • Cajuzinha 29 de janeiro de 2016 at 08:11

    “Para o Milad Kalume, analista do setor automotivo da consultoria Jato Dynamics, como o brasileiro está acostumado a parcelar a compra de carros, a partir do momento que há um movimento de elevação dessa taxa, o consumidor perde parte do seu interesse na compra. “Então, a partir do momento em que há um aumento significativo da taxa de juros na parcela, a compra pode se tornar inviável”, avaliou o analista.

    Milad Kalume destacou que esse movimento de alta de juros tem impactado diretamente o volume de vendas internas do setor, cuja projeção já está em queda de 8,5% para 2016. Segundo ele, existe uma pressão da indústria automotiva atualmente para que o governo reedite medidas de incentivo às vendas do setor neste ano.

    “Resta saber se ele [governo] vai ceder ou não. É uma indústria com muita força, tendo em vista que é responsável por 25% do PIB industrial do país”, completou Kalume.”

    “http://fatoonline.com.br/conteudo/15776/carro-novo-financiado-vira-realidade-do-passado?or=h-not&p=l&i=19&v=0”

    3+
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  • Azufre 29 de janeiro de 2016 at 08:21

    Eu falo para vocês que o Trombose Tombini não vale um real inflacionado, e vcs não acreditam em mim…

    ‘http://www.valor.com.br/financas/4415156/reacao-do-mercado-e-agitacao-que-passa-afirma-tombini

    7+
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    • Louro José 29 de janeiro de 2016 at 09:11

      É sem dúvidas o presidente do BC mais fraco desde a redemocratização.
      Saudades do Meirelles e do Franco.

      3+
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    • Just A Simple Bubble Man 29 de janeiro de 2016 at 09:12

      Tudo passa mesmo. A confiança do mercado no BC passou. Esperamos que esse governo passe e junto com ele o Tombini também passe. We all hope that this party PASS away soon.

      4+
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  • Mcd 29 de janeiro de 2016 at 08:47

    sobre o que se comenta aqui, leiam a última frase:

    técnica em eletrônica Letícia Andreis, 24 anos, ainda está chocada com baque que levou na manhã de ontem quando deu de cara com o portão fechado da empresa que pagava seu salário há quatro anos. Os 450 funcionários da Robertshaw voltavam de férias e foram surpreendidos com a notícia do fechamento quando chegaram na empresa. Um aviso no cartaz pedia para os funcionários se reunirem no ginásio. Letícia estava entre eles.

    O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias, Assis Melo, os colocou a par do assunto e orientou os trabalhadores a não assinar as rescisões até que ocorresse a audiência de mediação, com representantes da empresa, por meio do Ministério do Trabalho. Aguardaram até as 10h por uma explicação da direção da empresa. Não aconteceu. Foram orientados a voltarem para casa e retornarem na segunda-feira.
    A decisão impacta diretamente na vida de Letícia. Recentemente adquiriu um apartamento e está cursando a faculdade de Propaganda e Publicidade. Ainda não sabe como vai conseguir manter as contas em dia.

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    • Azufre 29 de janeiro de 2016 at 09:05

      “A produção de termostatos já foi transferida, inclusive, para a unidade de Manaus. ”

      A Zona Franca é uma excrescência

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    • Bolhista Desdasfralda 29 de janeiro de 2016 at 09:07

      A saída melhor que vi nessa situação foi uma amigoide que alugou o AP bolhudo para um sujeito, cujo valor cobria o condominio e as parcelinhas, arranjou outro emprego e se mudou para bairro mais em conta, morando num quarto alugado de uma amiga. Por enquanto está se segurando.

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  • Louro José 29 de janeiro de 2016 at 09:14

    Explicações esfarrapadas
    A ata foi divulgada nesta quinta-feira sem que nela fosse apontada nenhuma razão técnica para a intempestiva mudança de posição do Banco Central

    Tags: Celso Ming, Banco Central, Juros, Alexandre Tombini

    Celso Ming

    28 Janeiro 2016 | 21h 00

    O Banco Central não convenceu. Por que mudou de rumo? Porque sim. Quem não entendeu que fique sem entender.

    Relacionadas

    Déficit de explicação
    BC destaca aumento de incertezas e mercado vê manutenção do juro
    Leia aqui outras análises do colunista Celso Ming

    Para quem está chegando agora ao assunto, convém recapitular os fatos. Por meio de todos os documentos oficiais e por entrevistas, os diretores do Banco Central haviam preparado o mercado para novo ciclo de alta dos juros, com base na aceleração da inflação. No entanto, em atitude inédita, e só na véspera da reunião do Copom realizada dia 20, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, divulgou nota oficial em que indicava súbita virada no jogo, com base em novas projeções do PIB global anunciadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). É um critério esquisito, na medida em que nunca se viram projeções do FMI serem tomadas como parâmetro de definição de política de juros de nenhum banco central.

    Tombini. Faltou argumento
    Tombini. Faltou argumento

    Em vez de voltar a puxar os juros para cima, como indicavam os avisos, a decisão do Copom foi mantê-los onde estavam, nos 14,25% ao ano. Prevaleceu entre os analistas a suspeita de que, para não mais puxar pelos juros, o Banco Central obedeceu não a critérios técnicos – e haveria um punhado deles–, mas a ordens superiores, com o que a autonomia da autoridade monetária teria ido para a cucuia, como se diz em Piracicaba.

    Mas haveria a Ata do Copom, o instrumento por meio do qual o Banco Central poderia dar suas explicações. A ata foi divulgada nesta quinta-feira sem que nela fosse apontada nenhuma razão técnica para a intempestiva mudança de posição do Banco Central.

    O parágrafo 28 fala em incertezas. Entre elas estão os notórios problemas fiscais do Brasil, cuja gravidade, diga-se, não vinha sendo apontada pelo Banco Central até então. Outros focos de incerteza que teriam levado o Banco Central a fazer o que fez foram a demora no realinhamento dos preços que o governo atrasou propositalmente em 2014; e a piora do cenário externo, especialmente as rateadas do motor econômico da China e o afundamento dos preços do petróleo.

    São fatos inegáveis. O Banco Central só não conseguiu explicar como esses fatores de repente passaram a trabalhar para derrubar a inflação a ponto de dispensar a nova alta de juros que vinha sendo insistentemente cantada. A desordem fiscal, por exemplo, faz o contrário, concorre para aumentar a inflação; a crise global começou em 2008 e, ainda que possa se agravar e produzir deflação, até agora não contribuiu para derrubar a inflação interna; e o tombo dos preços do petróleo, que começou em 2014, também vem ajudando pouco aqui dentro, porque os preços internos dos combustíveis continuam os mesmos, desta vez para funcionar como muleta para a Petrobrás.

    Outra vez: há razões técnicas para justificar até mesmo uma queda – e não apenas a manutenção dos juros internos nos mesmos níveis. O Banco Central poderia, por exemplo, argumentar que a recessão e a queda de renda estão suficientemente intensas para derrubar o consumo, fator que, por sua vez, acabaria puxando os preços para baixo sem o concurso de maior aperto monetário. No entanto, a ata não vai por esse caminho nem explica por que, de um dia para o outro, o que era para valer deixou de valer.

    CONFIRA:

    evolução rendimento real
    evolução rendimento real

    Veja acima a evolução do rendimento real da população ocupada.

    Tombo na renda

    O nível de desemprego de dezembro ficou menor do que o de novembro: 6,9% ante 7,5%. Mas isso não deve ser tomado como indicação de melhora do mercado de trabalho, porque dezembro é mês atípico: há redução de procura de trabalho por aumento da ocupação (vendas de final de ano). A informação mais relevante é a da queda real da renda em relação a dezembro de 2014 (-5,8%), o que deve levar à redução do consumo e, a partir daí, à queda da atividade econômica.

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