A evolução da bolha imobiliária em São Paulo – CA

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Comments
  • FM 24 de junho de 2014 at 08:19

    CA, parabéns pelo artigo! Ler o que você escreve é sempre um aprendizado. Só pelo estoque se percebe que a redução nos preços tem que vir, em breve. Isso porque nem estão contabilizados os imóveis que não estão prontos, e os na “planta”. É fácil conseguir estes números, e fazer uma projeção dos estoques?

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    • CA 24 de junho de 2014 at 08:51

      FM e pessoal, Obrigado!

      Sobre os estoques de imóveis recém lançados e demais em construção, veja o item “Qual a tendência para a bolha imobiliária em São Paulo”, mais para o final do trabalho.

      Neste item, as quantidades de vendas e estoques se referem a imóveis lançados e em construção, mais os entregues e pelos cálculos realizados, neste caso temos estoques equivalentes a 2 anos de vendas totais de imóveis novos para compradores finais em São Paulo, só no caso do estoque que se encontra em poder das construtoras, sem contar o grande volume em poder de investidores e usados encalhados, eventuais repasses a terceiros (“vendas” para corretores / imobiliárias), dentre outros que compõem o “shadow inventory” e que tiveram cálculo mais completo logo no início do trabalho.

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      • Rolde 24 de junho de 2014 at 10:17

        Que orgulho!!!!Parabénssssss CA.

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        • Lucas 24 de junho de 2014 at 11:27

          apenas para referência, um estoque normal eu pesquisei nos EUA é coisa entre 3 e 10 meses.

          Nosso estoque em 24 meses é mais que o dobro do maximo normal num mercado (quase) perfeito e livre.

          Considerando queda na velocidade das vendas de 2014, esse estoque relativo pode ser ainda maior, sem falar nos novos que vão envelhecendo sem ocupação nenhuma após 36 meses passam a se chamar “usado”. Tem um monte assim.

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          • Vinícius from "Bananaland" 24 de junho de 2014 at 12:48

            Essa informação poderia ser acrescentada ao trabalho do CA

            Parabéns CA, excelente! trabalho perfeito pra esfregar na cara dos idiotas da FUP, que ficam aqui me enchendo o saco, militando a favor do PT e negando o inegável.

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      • BÁRBARO 27 de junho de 2014 at 17:20

        CA, qual a sua opinião sobre o Rio de Janeiro?

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    • Cesar 24 de junho de 2014 at 11:26

      CASO ENCOL

      Num estouro rápido da bolha, o Patrimônio Liquido das construtoras cairia, mas a Dívida Liquida continuaria a mesma. Quebradeira padrão Encol ?

      O modelo de administração da Encol foi apelidado por muitos economistas como ‘bicicleta’, onde os seus novos empreendimentos financiavam os anteriores. A empresa não poderia parar de pedalar nunca. Para se manter nesta constante e continuar a vender seus apartamentos a empresa chegava a garantir a recompra do apartamento vendido, pagando inclusive os juros corrigidos.

      A maior construtora do Brasil oferece a você mais uma oportunidade de fazer um grande investimento. Você compra seu apartamento em condições especiais. Depois de 12 meses se precisar vendê-lo, a Encol o compra de volta com preço corrigido pela TR mais juros reais. (Folha de São Paulo, junho de 1995)

      Quando a oferta de apartamentos se mostrou maior que a capacidade do mercado em absorver novos projetos, a Encol entrou em declínio. Some-se a isto denúncias de caixa dois e uma alta inadimplência. Pedro Paulo partiu tarde demais atrás de empréstimos para salvar o seu império. O que se viu depois disso foi o pior dos cenários. Salários atrasados, falta de pagamento a fornecedores, obras paralisadas até que em março de 1999 foi decretada a falência da empresa.

      “http://www.marketingimob.com/2012/02/o-caso-encol-grande-licao-para-o.html

      “http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/o-caso-encol

      “http://www.arenadopavini.com.br/artigos/acoes-na-arena/21-empresas-do-ibovespa-fecharam-2013-valendo-menos-que-o-patrimonio

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      • Lucas 24 de junho de 2014 at 11:28

        o nosso model atual é tbm o bicicleta, com a peqeuna diferença que na época a Encol tinha que pedalar sozinha e hj o risco é dividido com os especuladores sardinhas, que são os primeiros que já estão tomando prejuizo, vide reclameaqui, vide comentário sobre isto do CA neste mesmo artigo

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        • CapEnt 24 de junho de 2014 at 11:47

          Se tem quem aceita servir de banco para a construtora, e ainda pagar juros, correção monetária além de reajuste de acordo com a “valorização” por isso, fazer o que?

          O modelo de imóvel na planta atual é o cumulo da aberração financeira: o sujeito querendo o imóvel “na pRanta” enfia dinheiro na construtora, que praticamente se isenta de risco e da burocracia de recorrer a bancos e investidores profissionais, e ainda cobra do sujeito todas as despesas FUTURAS da construção do empreendimento na forma de correção de saldo devedor e INCC.

          Chega num banco e fala para o gerente que você quer um empréstimo, e quer que o banco lhe reajuste o empréstimo de acordo com seus gastos mês a mês de graça “afinal o seu empreendimento está valorizando”. O gerente lhe manda tomar no c* e você ainda apanha da segurança por ter gasto o tempo dele.

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          • Samuel Ritter 24 de junho de 2014 at 11:51

            Esse resumo do CapEnt foi uma excelente análise do que significa comprar imóvel na planta.

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            • Lucas 24 de junho de 2014 at 12:00

              é sim,e xcelente resumo
              o contrato na pl-anta é o pedágio que as construtoras cobram pra entrar na ciranda, na piramide financeira.
              Como toda piramide, no início dava certo.

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            • Motumbo_hardcore 24 de junho de 2014 at 12:03

              E tem mais.. vejo o nível do absurdo: inch aplicado integralmente sempre, mesmo nos últimos meses da obra, quando só existe uma pequena fração das despesas restando. Ou seja, Inc não é correção de custos de construção. É mecanismo de ” valorização” garantida do lixo.

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      • TIO PATINHAS 24 de junho de 2014 at 15:23

        Eu fiz parte da auditoria na Encol na época, os números eram realmente absurdos e sem contar a limitação de escopo que encontramos, claro, negativa de opinião e por consequência os Bancos não emprestaram dinheiro à Encol.

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    • FHmartins 24 de junho de 2014 at 11:31

      Parabéns CA
      Mais uma vez um excelente artigo.
      Só não sei se o Subprime Tupiniquim se concretizará a modos americanos.
      Por dois motivos ,
      1- Se a caixa resolver retomar os imóveis onde os compradores não possam arcar com as despesas ela vai repassar esses imóveis a preço de mercado rapidamente (considerando ai já preço reajustados a realidade). Como a Caixa detém 70% desses contratos ela teria impacto significante no mercado (Santander, Bradesco, Itaú tem uma carteira de imóveis mas ela está mitigada pela sua própria politica menos permissiva). Até existirá prejuízo, mas seu custo será coberto pelo contribuinte.
      2- A faceta politica da coisa. Não tenho esses números mas digamos que 50% dos empreendimentos se insiram no esquema MCMV, seja diretamente para o consumidor final, seja indiretamente para financiamento da construção. Dependendo quem entrar ou quem permanecer no governo novamente esse custo pode ser arcado pelo contribuinte, não necessariamente quem comprou imóveis ou se beneficiou do programa.

      É mais provável que vejamos um plano de socorro ao estilo americano de premiar os bandidos que puni-los :/

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      • CA 24 de junho de 2014 at 11:35

        Obrigado!

        É verdade, a tendência do Governo será tratar aqueles que causaram o problema como vítimas que precisam de ajuda para preservarem empregos e a economia como um todo, mas sinceramente não creio que o Governo tenha fôlego para ajudar a tantos ao mesmo tempo, sem causar um estrago muito maior para economia e portanto um ônus político muito mais dolorido. A conferir…

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      • Samuel Ritter 24 de junho de 2014 at 11:55

        O que o governo pode fazer é librar as mesmas taxas de juros do MCMV para todo e qualquer imóvel… Isso realmente alavancaria as vendas e salvaria o mercado… Não estou dizendo que isso é certo, mas como a Dilma tem sido tão populista às vésperas da eleição, não duvido que faça algo desse tipo.

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        • CapEnt 24 de junho de 2014 at 12:53

          Não tem como liberar as mesmas taxas de juros para todo e qualquer imóvel. O governo não define o quanto de juros os bancos podem cobrar: ele até pode usar a CEF e o BB para “forçar o braço” dos bancos privados, mas não pode obriga-los.

          Resumindo, a taxa de juros nominal da CEF é o juros de mercado ajustado pelo nível de risco que eles pretendem assumir. O MCMV é um programa de subsidio. A taxa de juros mais baixa é literalmente bancada pelo contribuinte, seja injetando dinheiro diretamente no programa, seja exonerando impostos e taxas da construção civil.

          O governo não tem caixa para subsidiar tudo de todo mundo, isso seria o fim das finanças publicas.

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  • Louro José 24 de junho de 2014 at 08:21

    E depois a gente ainda tem que ler um idiota no outro tópico falando que os participantes daqui estão com a cabeça no chão como avestruzes por nenhuma previsão ter se realizado rsssss

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    • CA 24 de junho de 2014 at 09:17

      Louro José,

      Na realidade são os representantes do segmento imobiliário que sempre cavaram os buracos, enfiando a cabeça de investidores sardinhas e do grande público neles e rezando para ninguém escavar e deixar que as pessoas vissem o que acontece de verdade.

      Como sabemos, já temos um excesso de evidências da bolha, como queda de preços em Brasília equivalente a anos de quedas de preços que ocorreu na explosão da bolha espanhola, sendo que em Brasília isto aconteceu em apenas 1 ano, sem contar o aumento de quase 50% no desemprego em Salvador, além da super/mega/hiper oferta de imóveis em São Paulo (todos estes exemplos com fartas evidências no trabalho deste tópico), dentre tantas outras situações absurdas que temos revelado por aqui e que são todas típicas de bolha imobiliária…

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  • Ploc Monsters 24 de junho de 2014 at 08:22

    Imóveis nesses patamares só para lavagem de $$, pois um assalariado tem que deixar o rim e o fígado para o banqueiro, em “suaves” prestações durante singelos 35 anos !

    1+
  • Thiago A. 24 de junho de 2014 at 08:22

    Ótimo artigo do CA

    Achei muito interessante a questão dos apartamentos de 3 e 4 dormitórios, talvez pela sua menor “liquidez” a bolha esteja estourando lá primeiro

    Mas uma coisa é clara a derivada (ou velocidade de crescimento) dos preços já é zero, talvez já esteja até menor que zero. Lá em 2010, 2011 o fogo se apagou, agora está tudo na inércia. Mas algo como o fim da copa pode fazer um PLOC

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    • Carlos BT 24 de junho de 2014 at 08:30

      Também fiquei impressionado com o problema que aflige os apartamentos com 4 dormitórios:
      “As vendas de imóveis novos de 4 dormitórios no 1T13 foram de 1.104 unidades, contra apenas 176 unidades no 1T14, ou seja, tivemos uma queda de 84% nas vendas desta tipologia!”

      Trata-se de uma “suave acomodação” após um período de “benfazeja euforia”.

      É çanguiii total!!!!

      E isto já está se refeletindo na construção civil, gerando desemprego.
      O medo já está rondando as vidas dos ajudantes de pedreiro, pedreiros, carpinteiros, eletricistas e pintores que trabalahavam nestas construções…

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      • CA 24 de junho de 2014 at 09:13

        Carlos BT,

        Acredito que boa parte da explicação quanto a esta derrocada de vendas, tenha relação com o empreendimento “Jardim das Perdizes”, na parte da Tecnisa dentro deste empreendimento, onde no 1T13 eles tiveram lançamentos e vendas na planta relevantes, mas sem continuidade de uma fase que estava programada para este 1T14, causando a queda brusca.

        Ocorre que só em Mar/13 as vendas de 4 dormitórios foram superiores a 900 unidades, sendo que em todos os meses de Março de anos anteriores, as vendas foram MUITO inferiores a isto (em média, inferiores a 200 unidades). “Curioso” que isto ocorreu exatamente no último mês do trimestre, muito conveniente para ajudar a inflar os resultados trimestrais das construtoras.

        Parece-me que o que ocorreu com 4 dormitórios no 1T13 foi análogo ao que ocorreu com 1 dormitório no 1S13, ou seja, super-inflaram os lançamentos e vendas para INVESTIDORES, mera transferência de estoque, mas que ajudou a maquiar os resultados de 2.013 e fez com que parecesse que aquele ano foi muito positivo para o segmento imobiliário como um todo em São Paulo, quando na realidade, foi apenas um ano em que eles exageraram no repasse de estoques para investidores, em especial para 1 e 4 dormitórios.

        A grande queda nas tipologias de 1 e 4 dormitórios em 2.014 confirmam o que consta acima: provavelmente os investidores percebendo a roubada que fizeram não aumentaram a aposta e não encontraram outros sardinhas em quantidade suficiente para manter o ritmo puramente ESPECULATIVO.

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        • Bya 25 de junho de 2014 at 13:44

          OFF
          toda vez que passo por esse empreendimento(Jardim das Perdizes) bate uma sensação de ‘trap’: Aquela região alaga todinha… não entendo como é possivel dar tanto dinheiro num local tao ruim(por mais que tenha o shopps)

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  • Carlos BT 24 de junho de 2014 at 08:22

    CA

    Parabéns pelo excelente texto. Este é o melhor deles, uma grande síntese dos trabalhos anteriores, já mostrando so caminhos para o futuro.

    Algumas observações:
    a) Por que a Renda familiar versus venda de imóveis usados está compatível se o valor dos imóveis usados disparou também por causa da bolha. Note-se que não se está falando de quem possui imóvel, muitas vezes adquirido nos anos 80- ou 90, mas da intenção em vender tal bem. A conclusão não deveria ser a mesma para os demais casos, já que a bolha imobiliária inflou os preços dos imóveis indistintamente?
    b) Seria possível dividir o texto em tópicos, com títulos? A leitura ficaria mais fácil.

    Passagens que merecem atenção:

    1. “…uma oferta que é o suficiente para mais de 11 anos de vendas de novos para compradores finais mais usados, é algo absolutamente anormal e que só pode ocorrer quando temos uma bolha imobiliária!”

    2. “É importante lembrar ainda, que as vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo no primeiro trimestre de 2.014 tiveram queda de 45% na comparação com mesmo período de 2.013.”

    3. “…o primeiro trimestre de 2.014 teve o pior resultado de vendas de imóveis novos para um primeiro trimestre nos últimos 11 anos, pelo menos…”

    4. “As vendas de imóveis novos de 4 dormitórios no 1T13 foram de 1.104 unidades, contra apenas 176 unidades no 1T14, ou seja, tivemos uma queda de 84% nas vendas desta tipologia!”

    5. “a grande maioria das famílias em São Paulo (91,46%) possui renda inferior a 20 salários mínimos que só permite aquisição de imóveis com preços abaixo de R$ 500 mil, mesmo com financiamento em 30 anos e a maior parte das vendas realizadas (62,87%) foi exatamente para esta faixa de preços”

    6. “…enquanto a maioria das ofertas se situa em patamar superior a R$ 500 mil (71,6%), a maioria das famílias não tem renda suficiente para adquirir imóveis com preços acima de R$ 500 mil (apenas 8,53% das famílias possui renda acima de 20 salários mínimos), mesmo em financiamento de 30 anos.”

    7. “Naturalmente, uma vez que foi demonstrado que a diferença entre preço de imóveis e renda é muito elevada, não foram estas reduções de preços que trouxeram o equilíbrio de volta, até porque, elas não foram abrangentes e intensas o suficiente para isto, ao contrário, conforme demonstrado, os estoques continuaram crescendo, as vendas caindo e, portanto, a proporção entre oferta e demanda cada vez mais desequilibrada.”

    8. “…o rendimento do aluguel se torna pouco interessante, porque mesmo aumentando de preço, não acompanha nem de perto a evolução dos preços dos imóveis.”

    9. “Vamos agora juntar o que consta nos dois parágrafos anteriores: 22.800 imóveis novos em estoque com construtoras dividido por 11.544 imóveis novos estimados para venda para compradores finais em 2.014 é igual a 1,98, ou em outras palavras, o estoque de imóveis novos em poder das construtoras, equivale a quase 2 anos de vendas para compradores finais! Isto sem contar o que está com especuladores e vendas de imóveis usados, que já avaliamos mais acima…”

    10. “Recorde de lançamentos em 2.011 (ver último gráfico mais acima), leva a recorde de entregas em 2.014, o que significa recorde de distratos que aumentam ainda mais os super-estoques (no primeiro trimestre de 2.014, distratos já aumentaram 11%…)”

    11. “A situação precária de várias construtoras, gerada em virtude de nosso subprime, mescla super-estoques e endividamentos muito elevados, o que obriga a reduções sensíveis em preços para poderem vender e pagarem as parcelas de suas dívidas. Os descontos praticados em percentuais elevados desde 2.012, já não são o suficiente para isto, até em função de itens de 1 a 3 logo acima, o que foi demonstrado pelo desequilíbrio entre oferta e demanda que cresceu de forma mais relevante em 2.014.”

    Parabéns pelo trabalho!!!

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    • CA 24 de junho de 2014 at 08:58

      Carlos BT,

      Grato e o seu resumo foi bem interessante, pinçando alguns pontos do trabalho que demonstram de forma mais clara as anomalias de nossa bolha imobiliária em São Paulo.

      Sobre o equilíbrio que mencionei quanto a pirâmides de renda e venda, significa apenas que da mesma forma que a maioria das famílias possui renda que permite somente comprar imóveis abaixo de R$ 500 mil, a realidade das vendas também refletia isto, com a maioria ocorrendo abaixo deste patamar, nada mais natural.

      É importante não analisarmos os dados acima de forma isolada, o que demonstrei com as 3 pirâmides, é que enquanto a população só pode comprar até um determinado valor e as vendas REAIS demonstram isto, as OFERTAS vivem em um “mundo paralelo”, com o maior volume completamente inacessível quanto a renda, o que também se reflete pelo fato de termos tantas ofertas por preços inacessíveis que servem somente para compor o estoque monstruoso de imóveis de 3 e 4 dormitórios sem vender na cidade de São Paulo, puro show de ilusionismo do segmento imobiliário…

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      • Carlos 24 de junho de 2014 at 09:02

        Você já pensou em transformar isso tudo em livro?

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        • CA 24 de junho de 2014 at 09:06

          Quem sabe, talvez um dia, mas não é meu objetivo principal, por enquanto desejo apenas me aprofundar no que está acontecendo, fugindo da DESINFORMAÇÃO intensa do segmento imobiliário e dando uma outra visão, sobre o que eles escondem.

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          • Ugo 24 de junho de 2014 at 09:31

            Nem precisa ser um livro. Poderia ser um compilado em forma de guia online, dividido em capítulos, bem ilustrado.
            O Carlos BT poderia ajudar, já que ele está sempre processando as informações.

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            • Bolha BOSS 24 de junho de 2014 at 10:48

              Ótima ideia
              Já que eu não sei se conseguiria reunir tudo em um livro, assim como muitos me cobram…Talvez uma timeline da bolha desde quando o blog foi criado

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              • Ugo 24 de junho de 2014 at 11:51

                Proponho que seja em formato colaborativo, tipo uma wiki.

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          • Carlos 24 de junho de 2014 at 09:34

            Bom, alguém “neutro” teria que descrever esse processo de forma “oficial” já que, pelo jeito, nem aquele núcleo de estudos imobiliarios da USP é confiável…

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      • hannamanana 24 de junho de 2014 at 10:44

        Não existe como dizer que sua apresentação está errada. Há muita gente que prefere (ou é induzida) a se iludir com demanda reprimida e outras falácias.
        Isto porque, quando se utiliza os dados a respeito da renda, falamos da renda bruta. Se considerar os percentuais de endividamento das famílias e encontrar as médias para a renda líquida (pois você vai pagar um novo imóvel – a princípio – com o dinheiro que estiver sobrando no seu orçamento), a relação entre as pirâmides ficará ainda mais discrepante ainda já que vai sobrar um número muito menor de pessoas lá no topo e a base pode quase dobrar de tamanho.

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        • MINEIRO SPY 24 de junho de 2014 at 15:24

          Ótima observação Hanna.

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  • Breaking Bad Bolha 24 de junho de 2014 at 08:29

    CA, magistral como sempre. Cuidado com a lista negra da SECOVI e dos corvos em geral, nos mesmos moldes daquela feita pelo PT contra 8 jornalistas.

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    • Pablo 24 de junho de 2014 at 08:42

      Hoje são 8, amanha 64 e 128 e 512 e 1024 e depois tem que trocar para Kilo, Mega, Tera e …

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      • JPM 24 de junho de 2014 at 14:50

        Tecnicamente teria que trocar para kibi, mebi, gibi, tebi…

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    • CA 24 de junho de 2014 at 09:23

      Breaking Bad Bolha,

      Obrigado! Respondi sua questão do outro tópico lá mesmo, há pouco, dá uma olhada lá.

      Sobre sua preocupação, tem também o “outro lado da moeda”, veja sobre os sem-teto e o SECOVI em texto logo abaixo… No fundo, o SECOVI já está procurando a todo custo inventar outras justificativas para a situação absurda que estamos vivendo atualmente, para tentar escapar de consequências como esta ameaça dos sem-teto, mas e quando não tiverem mais como esconder toda a lambança que fizeram?

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      • Breaking Bad Bolha 24 de junho de 2014 at 09:54

        Já havia verificado a resposta no tópico anterior e também agradecido, mas aproveito a oportunidade para, mais uma vez, dizer muito obrigado.

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  • Marcel Figueiredo 24 de junho de 2014 at 08:32

    CVR: No começo do ano deixei um Honda Fit 2008 EX (automatico etc) pra vender. Vendeu em 3 dias. Na mesma loja, deixei outro carro, idêntico pra vender… Já está lá há 2 meses…E com valor abaixo da FIPE…

    E segue o féretro…

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    • Pobre Piritubano 24 de junho de 2014 at 09:50

      Fique sereno. Logo fará aniversário de 1 ano…

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      • Oriundo 24 de junho de 2014 at 10:01

        Comprei Corolla 2009 (muito novo, de amigo) com 20% abaixo da tabela.

        Se o Corolla, que é famoso por não desvalorizar, está assim, imaginem os demais.

        Sangue!

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    • feu 25 de junho de 2014 at 07:52

      belo carro… tenho 1 2008 e 1 2007 iguais a este (ex auto)… não vendo e nem troco…

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  • Pablo 24 de junho de 2014 at 08:39

    CA, irretocável!

    Esta claro que o mercado se perdeu no meio do caminho, construindo imóveis para quem já tinha ou para quem não pode comprar!

    Estoque de ouro, Toddy, Pipoca para vender em 10 anos é uma coisa, agora estoque de imóveis para 10 anos, consumindo IPTU, Condomínio e em Degradação, É O FIM!

    Destaco – CVR:

    1) Aparecem na minha cidade imóveis que estavam em construção e que estão ficando parados no meio do caminho, com os tijolos criando limo;

    2) Lojas de Móveis fechando;

    3) Pequenas Imobiliárias fechando!

    0
    • Pablo 24 de junho de 2014 at 08:40

      Esqueci:

      Banânia rumo a estagflação.

      * 22/4/1500
      † XX/X/2015

      0
      • Aurélio 24 de junho de 2014 at 09:13

        Pior. Se o efeito da bolha sobre o emprego na construção civil é devastador, o efeito na cadeia de suprimentos da construção, já que 90% do material empregado nas obras é manufaturado fora da obra e não conta como “indústria da construção civil”, será catastrófico. Não será estagflação. Será depressão econômica, como “nunca antes se viu nestepaiz”.

        0
  • Anonymous 24 de junho de 2014 at 08:46

    Cotação de Fundo Imobiliário em tempo real
    “http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/cotacoes

    Variação diária

    -5,15% FII RBPRIME2 CI
    -3,86% FIP XP OMEGA CI
    -3,19% FII BB R PAP CI
    -2,69% FII BB PROGR CI MB
    -2,64% FII JS RECIM CI
    -2,45% FII JHSF FBV CI
    -2,02% FII BMBRC LC CI MB
    -1,75% FII RD ESCRI CI
    -1,69% FII RBRESID2 CI
    -1,52% FII BM THERA CI MB
    -1,28% FII SDI LOG CI
    -1,12% FII CEO CCP CI MB
    -1,11% FII BB CORP CI
    -1,10% FII CAMPUSFL CI ER MB
    -1,03% FII HOTEL MX CI MB
    -1,02% FII GEN SHOP CI
    -1,00% FII LARGO 13 CI ER
    -0,98% FII HIGIENOP CI
    -0,79% FII RIONEGRO CI
    -0,65% FII XP GAIA CI
    -0,60% FII XP MACAE CI
    -0,51% FII FLORIPA CI ER MB
    -0,47% FII RIOBCRI2 CI
    -0,46% FII CENESP CI ER MB
    -0,38% FII CSHG CRI CI
    -0,35% FII BC FFII CI MB
    -0,31% FII C TEXTIL CI
    -0,22% FII SANT AGE CI
    -0,17% FII FATOR VE CI
    -0,11% FII TORRE AL CI MB
    -0,11% FII SP DOWNT CI
    -0,10% FII OLIMPIA CI
    -0,07% FII CSHGSHOP CI
    -0,04% FII C JARDIM CI
    -0,01% FII KINEA CI
    -0,01% FII LOURDES CI MB

    0
    • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 10:16

      Continuo comprando :p

      0
      • Louro José 24 de junho de 2014 at 10:44

        Dá a dica aí, mano!

        0
        • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 10:49

          Dica Boa? TelexFree, lucro fácil, rápido e garantido 😀

          Minha ultima aquisição foi TRXL11, comprei com uns dividendos de ações que caíram aí. Já me deu 0,9% sobre o investido no mês passado… nada mal 🙂

          0
          • FHmartins 24 de junho de 2014 at 11:48

            Imóvel na planta é garantia de 30% de lucro NO MINIMO hahahah

            0
  • Henrique 24 de junho de 2014 at 08:54

    CVR
    Aqui em Curitiba a nova tática dos corvos é colocar placas do tipo “Este imóvel foi vendido com sucesso”. Só que já vi alguns que a placa está lá a 1 ano e nada de morador.
    Acho que colocam estas placas pra impressionar, passar a impressão que o mercado está aquecido.
    Investitrouxas…

    0
    • Fausto Luiz 24 de junho de 2014 at 09:05

      O que pode sair pela culatra, posto que, se tal faixa permanecer por mais de uns quinze dias a um mês exposta, o pessoal vai observar e fazer chacota e ironizar.

      0
    • Revoltado 24 de junho de 2014 at 09:31

      eu vi isso numa imobiliária aqui no RJ.
      Eles colocaram um banner com vários anúncios de imóveis e uma faixa escrito vendido colada por cima de alguns.
      Engraçado que está a uns 4 meses em cima dos mesmos.

      0
    • gavião 24 de junho de 2014 at 11:44

      é verdade! As faixas são assim: “Mais um imóvel vendido!” ou “Mais um negócio realizado!”
      O que é um sinal claro de desespero do mercado.

      0
  • LZ 24 de junho de 2014 at 09:04

    CA mais uma vez matando a pau os “ixpecialistas”
    Aqui tem fatos, tem números, tem explicação, começo, meio e fim e conclusão.

    Números não são jogados ao 4 ventos como botar o dedo na boca e tentar depois advinhar para qual lado vai o vento.

    Parabéns CA, suas publicações explicam o que o mercado quer esconder, vai aonde ngm quer mostrar.

    Quando falo para Minha namorada que vamos casar daqui dois anos, é bem possível que eu pegue todo o mercado no çanguiii, isso vai ser desde materiais de construção, bens e serviços e produtos para realizar o casamento.

    As ações de oferta x demanda vão fazer seu trabalho de enxugar o mercado ou tarde.

    Quem ganhou dinheiro ganhou, quem não vendeu ainda MEUS PESAMES.

    Segue a vida !!

    0
  • Aurélio 24 de junho de 2014 at 09:05

    Excelente texto, não tenho dúvidas do tamanho da bolha, mas vou tentar ser advogado do diabo para ter algumas dúvidas esclarecidas.

    1. No imovelweb.com não há casos de oferta do mesmo imóvel por mais de uma imobiliária estar sendo contada em dobro ou em triplo?

    2. A extensão do crédito e do subsídio do MCMV não pode absorver a oferta da cadeia de fornecedores da construção e a mão de obra ociosa? Na faixa popular, não há excesso de demanda e falta de oferta?

    3. O governo (do PT ou de quem lhe suceder), diante da gravidade da situação, não pode usar a Caixa e, em último caso, o BNDES, para dar crédito subsidiado á desova dos estoques? Isso teria o poder de reverter a bolha? Também poderia pressionar as prefeituras a retirar entraves burocráticos a novos projetos, não?

    4. O estouro da inflação, contratado já pelo represamento de preços administrados e câmbio, não pode provocar uma fuga para ativos reais, voltando a inflar a bolha?

    Agradeço antecipadamente as respostas.

    0
    • CA 24 de junho de 2014 at 09:51

      Aurélio,

      Suas perguntas são interessantes e vou replicá-las logo abaixo, com respostas após cada uma:

      1. No imovelweb.com não há casos de oferta do mesmo imóvel por mais de uma imobiliária estar sendo contada em dobro ou em triplo?

      RESPOSTA CA: Sim. No entanto, é apenas 1 site e temos uma infinidade de outros, além de termos altíssimo volume de imóveis que compõem estoque e não estão anunciados de forma individualizada, em especial, os que estão em lançamento / construção. Se você fizer uma consulta no imovelweb, verá que a oferta de lançamentos equivale a pouco mais de 200 anúncios, porque colocam exclusivamente o empreendimento e não cada imóvel dentro do mesmo, só isto já dá uma redução muito elevada na oferta real. Em outras palavras, esta previsão é ainda extremamente otimista a favor do mercado imobiliário, conservadora, a relação entre oferta e procura ainda é certamente muito pior do que esta apresentada aqui.

      2. A extensão do crédito e do subsídio do MCMV não pode absorver a oferta da cadeia de fornecedores da construção e a mão de obra ociosa? Na faixa popular, não há excesso de demanda e falta de oferta?

      RESPOSTA CA: A Tenda (segmento da Gafisa), teve um volume tão elevado de distratos no segmento popular, que a Gafisa foi obrigada a vender 70% do segmento Alphaville, só para pagar dívidas. A Rossi teve R$ 1,4 bilhão de distratos só em 2.012, a grande maioria relacionada ao segmento popular, a tal ponto que a Rossi desistiu deste segmento a partir de 2.013. A PDG tem distratos acumulados de mais de R$ 4 bilhões na somatória de 2.011 a 2.014, mais uma vez, com a grande parte relacionada ao segmento popular, além de ter cancelado 48 empreendimentos em 2.013, a grande maioria relacionada a este segmento, por serem inviáveis. No caso da MRV, ela bateu seu recorde histórico de distratos para um trimestre no 1T14, passando de R$ 300 milhões, sendo que ela também teve distratos superiores a R$ 1 bilhão em 2.013, mais uma vez, com a grande maioria no segmento popular. Os feirões da CEF são um grande evento para realização das vendas FALSAS e por tudo que consta aqui e muito mais, o máximo que novos impulsos no MCMV trarão será um aumento nas vendas FALSAS, mas na verdade, falta caixa para construtoras, capacidade do governo para ajudar a tantas com tantos problemas e mais um monte de fatores necessários para que continuassem “pedalando”, por isto que todas já sinalizaram para redução de lançamentos e nem estão forçando tanto quanto a falsa euforia com novo MCMV 3, em resumo, estão sem fôlego para renovar o golpe…

      3. O governo (do PT ou de quem lhe suceder), diante da gravidade da situação, não pode usar a Caixa e, em último caso, o BNDES, para dar crédito subsidiado á desova dos estoques? Isso teria o poder de reverter a bolha? Também poderia pressionar as prefeituras a retirar entraves burocráticos a novos projetos, não?

      RESPOSTA CA: Entraves burocráticos a novos projetos? Faltam clientes, existem SUPER-ESTOQUES, para que novos projetos? A meta é desovar super-estoques e para isto, reduzir ao máximo os lançamentos. O Governo não é todo-poderoso e independente de quem for eleito, não terá condições de resolver tantos problemas críticos nos mais diversos setores da economia. Lembrando que já tivemos rebaixamento de rating e aumento na irresponsabilidade fiscal faria com que tivéssemos uma fuga em larga escala de US$ do país junto com novo rebaixamento, alimentando ainda mais a inflação e juros para conter esta fuga / inflação, tudo isto, extremamente negativo para imóveis que estão com preços completamente fora da realidade de renda. O Governo e demais agentes sabem muito bem disto e não adotariam uma medida suicida que no fundo, só pioraria a situação, até mesmo os interesses corporativistas das construtoras seriam prejudicados, típico “tiro no pé”, esta “solução mágica” é claramente inviável.

      4. O estouro da inflação, contratado já pelo represamento de preços administrados e câmbio, não pode provocar uma fuga para ativos reais, voltando a inflar a bolha?

      RESPOSTA CA: Este é o mundo de ilusão vendido pelo segmento imobiliário… Na verdade, o aumento da inflação é um dos responsáveis pela queda acentuada na venda de imóveis e uma das características auto-destrutivas de toda bolha imobiliária. As pessoas com cada vez menos renda disponível, vão comprar imóveis com preços completamente fora da realidade da renda? Com inflação e juros altos, gerando queda acentuada no consumo e economia em situação cada vez pior, que tende a levar ao aumento do desemprego no curto prazo, é um cenário favorável a aumento de demanda por imóveis? As pessoas na iminência de uma crise e com risco maior de ficarem desempregadas vão imobilizar seu dinheiro em um imóvel que não tem nenhuma liquidez, só para em seguida terem que vender a preço de banana para sobreviverem? Veja o caso de Salvador, depois que o desemprego aumentou quase 50% em virtude da explosão da bolha imobiliária por lá (vendas despencaram e ficaram com super-estoque que levou a paralisação de obras e aumento no desemprego), as vendas de imóveis despencaram mais ainda, o que era altamente esperado. Outro ponto: um ambiente altamente inflacionário, combinado com outras variáveis de nossa economia leva a um aumento inevitável no desemprego, aliás, o setor de construção civil já está colaborando neste sentido. Se inflação ajudasse a vender imóveis, não teríamos uma DERROCADA nas vendas de imóveis ocorrendo exatamente quando a percepção sobre a inflação aumentou, em especial em 2.013 e 2.014: em 2.013 em São Paulo, tivemos apenas uma SIMULAÇÃO de recuperação, uma vez que foi liderada por altíssimo volume de vendas para INVESTIDORES, em especial, de 1 dormitório e 4 dormitórios, mas se você observar o gráfico com dados de 12 construtoras ao final deste trabalho, verá que no total do Brasil vendas e lançamentos continuaram muito abaixo de anos anteriores e até esta altíssima especulação que ocorreu em São Paulo em 2.013 arrefeceu em 2.014, como vemos pelos números deste trabalho.

      0
      • Aurélio 24 de junho de 2014 at 10:52

        Muito grato mais uma vez, CA. Que você siga postando aqui e contando com este leitor fiel. Forte abraço

        0
      • hannamanana 24 de junho de 2014 at 10:58

        Queria fazer um comentário (pessoal) sobre a oferta para a faixa popular:
        -O grande problema da faixa tida como popular (e neste caso não estou falando nem dos miseráveis) é que ela tem uma capacidade pequena para pagamento das prestações de um imóvel.
        Se colocarmos que uma casa de 40 metros quadrados custe uns 45 mil para fazê-la (fictício) incluindo mão de obra, materiais e terrenos, qual é o capital de giro que o construtor tem que ter para bancar o fluxo de caixa da obra e por quanto deve vender esta casa para ter lucro que compense a utilização de recursos próprios e/ou de terceiros?
        O problema da ociosidade é o tempo do caixa. Dependendo de quanto tempo o cara está com o caixa em vermelho e/ou sem lastro, ele não consegue absorver nem a melhor demanda do mundo que aparecer e a realidade é que hoje, existem muitas empresas nesta situação.

        0
  • custeio 24 de junho de 2014 at 09:09

    CA parabéns, texto excelente. És mestre nos números!!!
    E temos especialistas por aí, dizendo que 2+2 é 5… kkkkkkkkkkkkkk

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  • Henrique 24 de junho de 2014 at 09:11

    Contra fatos não há argumentos. Parabéns CA!

    0
  • Fausto Luiz 24 de junho de 2014 at 09:11

    Muito bom! Dentro em breve vão ter que censurar o blog, posto que além de analisar o mercado de imóveis, projeta as suas consequências como um todo para o mercado e a economia – Trágico para eles. O blog tem me ajudado muito a “abrir os olhos”. Os CVR são excelentes. Até.

    0
  • Nonada 24 de junho de 2014 at 09:12

    CA, Parabens!
    Fiz uma leituea do inicio e termino depois. Ficou muito bom.

    0
  • Henrique 24 de junho de 2014 at 09:12

    Contra fatos não há argumentos. Parabéns CA !

    0
  • UNEKA 24 de junho de 2014 at 09:19

    Bom dia,

    CVR

    Meses atrás relatei uma situação de uma colega do trabalho, que comprou um apto minha casa minha vida, e que estava indignada que o condomínio era R$ 260,00 (Parcela do bolhudinho em torno de R$ 650,00).
    Pois bem, em Abril a colega alugou este apto por R$ 1000,00 incluso condomínio. Contrato particular registrado em cartório.

    Sempre comento com esta colega que a situação está feia e ninguém tem mais dim dim para nada, ela é 333, mas sempre se interessa pelo assunto e fica reflexiva.

    Eis que ontem colega desabafa:

    Colega: Uneka, lembrei-me de você ontem (domingo 22/06).

    Uneka: É mesmo colega, o que aconteceu?

    Colega: Meu inquilino me ligou, lembra que comentei com você que ele trabalhar em um salão de beleza?

    Uneka: Hum, lembro sim.

    Colega: Então, ele ligou para perguntar se pode pagar o aluguel em duas vezes, porque o movimento no salão este mês foi fraco.

    Uneka: Nossa que situação, e você disse o que para ele?

    Colega: Ah Uneka, disse que tudo bem, melhor assim do que ficar sem receber, ele disse que tira 1500 por quinzena e este mês tirou 500, disse que a proprietária não fez dim dim nem para o aluguel, então ele vai me pagar metade agora e metade no mês que vem e dia 20 do mês que vem ( julho) ele paga o aluguel inteiro.

    Uneka: Caraca…

    Colega: Bom, pelo menos ele esta lá para que eu não tenha despesa, porque lucro mesmo não estou tendo nenhum, só espero que ele esteja pagando a energia em dia.

    Uneka: Mas tem como você rastrear se ele esta pagando.

    Colega: É tem sim, vou ver se ele está pagando.

    Uneka: Mas vai dar tudo certo.

    Colega: Vai sim.

    É, já deu ruim….

    0
  • Henrique 24 de junho de 2014 at 09:20

    CVR
    Na fila do lava car aqui em Curitiba esperando meu carro chega um corvo e puxa conversa:
    Corvo: Vai demorar?
    Eu: já tá quase saindo
    Corvo: Não quer comprar um imóvel?
    “Me fiz de inocente”
    Eu: Até to mas não tenho renda pq os preços subiram demais.
    Corvo: Isso não é problema. Quanto você teria pra dar de entrada?
    Eu: Só uns 10.000,00
    Corvo: Então fazemos o seguinte! Pegamos estes 10.000,00 colocamos por 3 meses na sua conta corrente e depois desta data consigo um financiamento pra vc com renda de 10.000,00
    Eu: Como assim?
    Corvo: Como vc acha que a maioria das pessoas consegue financiamento? É desta forma.
    Eu: Ah é? Que coisa hein. E depois como fazem pra pagar?
    Corvo: Elas dão um jeitinho.
    Eu: Não gosto de jeitinho. Meu carro já saiu. Até mais…

    Alguém confirma essa informação???

    0
    • Ugo 24 de junho de 2014 at 09:23

      Sim, um dos truques usados para ter renda para financiamento. Fica jogando um valor alto entre contas para gerar movimentação artificial durante três meses, para depois usar como comprovante.

      Depois ainda dizem que nosso crédito imobiliário é seguro.

      0
      • Henrique 24 de junho de 2014 at 09:24

        Fiquei impressionado com essa declaração do corvo. O negócio é bem mais complicado que eu imaginava. A hora que a coisa estourar vai ser feio hein!

        0
      • O Bancário 24 de junho de 2014 at 23:12

        Em um banco sério, nenhum gerente vai considerar isso como renda.
        Agora, nas CEF da vida, com esses tais de “correspondentes”, vai dar é MUITA merda.
        Alguém já tinha comentado aqui, mas eu vou reforçar.. assistam o documentário “Inside Job”. Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência.

        0
    • UNEKA 24 de junho de 2014 at 09:28

      Meu irmão comprou um bolhudinho com a namorada, meu irmão ganha salário fixo, a namorada trabalha com parentes e não é registrada, mas por uma conversa que ouvi entre eles e minha mãe, parece que eles comprovaram a renda dela com valores (movimentação) em conta corrente.

      0
    • Louro José 24 de junho de 2014 at 09:36

      Nada que não soubéssemos de antemão aqui no blog.
      Estamos à frente.

      0
    • JPM 24 de junho de 2014 at 15:10

      Nesse caso foi um corvo que ensinou a fraudar a avaliação de crédito. No caso da irmã de um amigo meu, foi o PRÓPRIO GERENTE DO BANCO. Como hoje em dia os gerentes são praticamente um “caixa mais chique”, e quem aprova ou não financiamentos é um setor específico do banco, um gerente da Caixa ensinou para a moça e a mãe dela como inflar a “renda”.
      A mãe da moça é empregada doméstica, e ganha R$ 1K por mês. A moça queria um carro de R$ 40K, mas o nome já estava “sujo”, então teria que comprar no nome da mãe. Bom, a mãe tem um cartão de crédito com um limite grande, que quem paga é a filha (cujo marido tem uma renda bruta de R$ 10k). Então o gerente sugeriu que a mãe dela apresentasse as 5 últimas faturas do cartão, que indicariam que ela possui uma “renda informal não declarada” bem maior que a do holerith. E assim o financiamento do carro foi aprovado. Com o gerente jogando contra o próprio banco.

      0
  • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 09:21

    Esse é o artigo mais “nocaute” que li no blog! Parabéns, CA!

    Fiquei com duas impressões, veja se faz sentido, CA:

    – Se o imóvel tem preço dentro da possibilidade das famílias (não levando em consideração a qualidade), vende (tópico das conclusões da parte da pirâmide);

    – O cenário de imóveis 3 e 4 quartos é absolutamente preocupante para quem comprou. Não haveria por acaso anúncios duplicados? A existência de imóveis para mais de dez anos de vendas é algo muito impressionante! Imagine, por exemplo, 120 meses de IPTU e condomínio! Nesse caso, até invadirem o imóvel pode sair barato (caso o invasor pague essas despesas).

    Imagino que nas outras capitais o cenário seja semelhante.

    Parabéns, CA!

    0
    • CA 24 de junho de 2014 at 10:01

      Azufrebh,

      Sobre anúncios duplicados e triplicados sempre existem, respondi mais acima porque foi questionado antes por Aurélio, em resumo, o que falta de anúncios é muito mais que os duplicados triplicados, os lançamentos do imovelweb são pouco mais de 200 anúncios, porque só colocam o empreendimento e não cada apartamento, observe o efeito multiplicador apenas disto, depois considere que temos volume enorme de vendas na planta e em construção que ainda não estão anunciados, sendo que sobra cada vez mais do lançamento com construtoras e temos investidores que representam 37% do mercado de novos e só vão anunciar quando estiver próximo da entrega. Veja outros cálculos ao final do trabalho que ajudam a esclarecer esta última parte.

      Super-oferta como a apresentada aqui, sendo escondida ao máximo pelo segmento imobiliário, é típica de toda bolha imobiliária. O shadow inventory é algo que irão procurar esconder o máximo que puderem e levantamentos de volume total de estoque em um país é muito complicado, veja o caso da Espanha, por exemplo, no entanto, temos todos os indicadores que tal situação se repete nas mais diversas cidades. Veja trabalho anterior, com evidências a este respeito: “www.defendaseudinheiro.com.br/mitos-e-verdades-da-bolha-imobiliaria-parte-i

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      • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 10:27

        Sim, concordo com você. Você colocou os dados da forma mais conservadora possível e ainda assim o resultado é esse demonstrado acima.

        A conferir as cenas futuras, haverá choro e ranger de dentes.

        0
  • Revoltado 24 de junho de 2014 at 09:23

    CA,
    primeiramente parabéns!
    Uma análise bastante técnica e com muitos dados.

    Não há de se questionar a mudança no perfil das vendas das construtoras. Hoje não se fala mais em morar e sim em investir.
    Da mesma forma, não há qualquer dúvida sobre quedas e negociações em preços.

    Gostaria de apontar aqui algumas coisas que considero importantes:

    1 – Evitar focar em “pirâmide” de distribuição de renda. Por três motivos:
    – Os dados dessa compilação são de 2010, e já estão muito defasados do que seria a realidade de hoje. (as outras pirâmides são de 2014).
    – Ainda que estes dados estivessem atualizados e correspondessem a realidade de 100% da nossa população, não seria possível inferir muita coisa deles, pois não temos como estimar as composições familiares / níveis de endividamento / níveis de poupança / patrimônio pessoal / preferências pessoais / etc.
    – Cerca de 33% dos imóveis negociados em SP em 2013, foram comprados à vista. *http://revista.zap.com.br/imoveis/um-terco-dos-imoveis-vendidos-e-pago-a-vista/
    Dessa forma, no meu entender, a renda em si não representa um parâmetro importante se analisada isoladamente.

    2 – O que explica as composições de distribuição de estoques mais altas para 3 e 4 quartos e mais baixas para 1 e 2 é bastante simples até.
    Se a pessoa (ou a família) tem um patrimônio X e uma renda Y ela possui uma “possibilidade financeira” de Z.
    Se ela tem a necessidade REAL de comprar, comprará aquilo que for possível, dentro das suas preferências/possibilidades.
    Imóveis menores sempre foram os preferidos para entrada no mercado, pois seus preços eram compatíveis com as possibilidades financeiras de pessoas solteiras e casais jovens. E conforme a família crescia, migrava-se para um imóvel maior.
    A questão é que o inflacionamento artificial dos preços dos imóveis (muito bem explicado por você) fez com que os de 3/4 quartos se tornassem inatingíveis para a grande maioria das pessoas.
    Como as empresas não são inocentes, abandonaram sistematicamente a construção de imóveis maiores, focando em imóveis cada vez mais compactos (e subindo o preço do m2) de forma que se alinhasse a possibilidade do comprador com o desejo do vendedor (maximizar lucros – paga-se mais por menos).

    3 – Na minha opinião o que vai ocasionar a implosão do modelo atual é o retorno da inflação que chegou com força e parece que para ficar.
    O governo inflacionou o mercado financeiro (objetivando imóveis) -> preços dos imóveis sobem -> preços da sua cadeia de materiais e serviços sobem -> preços em geral sobem -> trabalhadores exigem aumentos -> preços em geral sobem -> trabalhadores exigem aumentos -> preços em geral sobem …

    4 – A pergunta que fica é: como consertar a economia sem quebrar o país?
    Argentina, Espanha, Grécia e tantos outros países tentaram e fracassaram.
    Os próprios EUA e o bloco europeu estão ainda fragilizados desde a crise de 2008.
    A bomba cairá agora no colo do próximo governante: como parar o monstro “gestacionado” no governo lula; e nascido e em pleno crescimento no atual governo?

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    • CA 24 de junho de 2014 at 10:24

      Revoltado,

      Sobre suas questões:

      PNAD 2.010 porque posteriores não tem a segmentação necessária de renda para São Paulo. Na verdade é favorável ao segmento imobiliário como expliquei, porque o salário mínimo subiu muito mais do que os maiores salários.

      A renda NÃO pode ser analisada individualmente como você mencionou! Até por isto coloquei as vendas REAIS e as OFERTAS, tudo lado a lado! A questão de composição familiar, preferências, etc. é interessante, no entanto, a UTOPIA vendida pelo segmento imobiliário no passado, de que a renda não é importante, está sendo desfeita pelo próprio segmento imobiliário, que aponta a disparidade entre renda e preços dos imóveis como uma das principais causas para queda nos preços de vendas, o que é óbvio para qualquer um…

      Sobre 33% das vendas terem sido à vista em 2.013 segundo informado pela revista Zap no link que você colocou, não está segregado quanto a valores pagos, finalidade, etc.. Este percentual certamente representa uma parcela relevante do mercado de usados que vive em função de “troca ou upgrade” de imóveis, no entanto, como expliquei, isto não é sustentável na medida em que, segundo dados do próprio CRECI SP, tivemos reduções de 2.010 para 2.011 e depois de 2.011 para 2.012 nas vendas de usados em São Paulo, se mantendo em patamar bem menor desde então, quando na realidade as vendas de usados deveriam ter é crescido, com mais proprietários vendendo seus imóveis para usarem como parte do pagamento para novos. Isto por si só demonstra que este percentual de pagamento à vista em relação ao total é relevante, mas esconde o fato de que o total reduziu muito e continua a se reduzir.

      Sobre o que você explicou para derrocada de 3 e 4 dormitórios quanto a super-oferta e vendas pífias, vai de encontro a tudo que está demonstrado neste trabalho.

      Outro ponto sobre isto: as construtoras abandonaram sistematicamente imóveis maiores, mas não abandonaram lançamentos de imóveis de 3 e 4 dormitórios, isto é muito diferente! Basta ver que o recorde de todos os tempos em lançamentos de imóveis de 4 dormitórios em São Paulo ocorreu em Março/2013! Se abandonaram, por que isto aconteceu? Óbvio que foi focado em investidores para revenda, tanto que as vendas caíram mais de 80% no mesmo período de ano seguinte, típica consequência de movimento especulativo, no entanto, é forte evidência de que não abandonaram esta tipologia. Observe ainda que no caso do 1T13, tivemos queda de 17% nos preços de 3 dormitórios, a maior queda entre todas as tipologias, exatamente pelo excesso de oferta de imóveis novos nesta tipologia, em outras palavras, as construtoras não abandonaram lançamentos de 3 e 4 dormitórios, diminuíram o tamanho destes imóveis, mas não abandonaram.

      Concordo que inflação tenha um peso relevante na explosão da bolha, assim como diversos outros fatores relacionados.

      Sobre como “resolver” nossa bolha, infelizmente, não se faz omelete sem quebrar os ovos, até hoje nenhum país viu explosão de bolha imobiliária deixar de gerar crise, até por isto que segmento imobiliário e governo, dentre outros, tentam negar bolha imobiliária até a morte, acreditar que possa existir uma solução sem dor, na minha visão, é utopia. A solução passará por uma política fiscal austera, exigida por investidores, FMI, etc., que será dolorosa para todos, o que não escapará do que você mencionou das consequências em outros países. Do meu ponto de vista e sempre defendi isto também, quanto mais demorar para explodir de forma mais abrangente e visível, pior para sociedade e economia quanto a consequências.

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    • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 10:25

      Esse dado de 1/3 das vendas serem à vista me parece assustador. Ainda existe muita gente endinheirada que quer investir ou lavar dinheiro que seja…

      Pra mim isso só comprova um ensinamento conhecido da Escola Austríaca de Economia: Toda expansão monetária termina em crise e concentração de renda. Estamos vivenciando exatamente isso no mercado imobiliário: Somente quem já tem um belo patrimônio consegue comprar imóveis, aumentando ainda mais a concentração de renda, ao mesmo tempo em que as demais pessoas não conseguem comprar, congelando o mercado e criando a crise no setor…

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      • CA 24 de junho de 2014 at 10:38

        Cuidado, as vendas tiveram queda acentuada, veja gráfico com dados do CRECI SP sobre evolução para imóveis usados… Isto significa que no caso de usados estão sobrevivendo às custas de troca / upgrade que funciona como venda à vista (vende, recebe o dinheiro e compra outro, com ou sem complemento). Em outras palavras, este número de 30% pode parecer “riqueza” ainda disponível, mas no fundo, você reduziu a base de cálculo e “sobrou” uma participação maior desta modalidade, porque para comprar como primeiro imóvel, a renda inviabiliza, conforme demonstrado neste trabalho…

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        • CA 24 de junho de 2014 at 10:53

          Tentando deixar mais claro:

          Antes as pessoas conseguiam comprar imóvel usado ou novo já pronto com financiamento, nos últimos anos, a grande maioria não consegue mais e daí as vendas totais caem (embora sobrem muitas vendas FALSAS na planta, lembrando que vendas em construção são a grande maioria do total para novos, exatamente porque ainda não chegaram no momento de terem que financiar com banco, ainda não aparece que é venda falsa). Qual a consequência? Mantemos as trocas e upgrades e estas passam a ter uma representatividade maior sobre o total de vendas que diminuiu. Como troca ou upgrade é equivalente a venda à vista, aumentou a participação de venda à vista. Frente a todos os números apresentados, esta explicação me parece muito mais lógica.

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        • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 10:53

          Humildemente discordo. Se alguém usou o apartamento usado como entrada de um novo/maior/melhor, então está havendo sim concentração de renda: Agora existem menos opções “melhores” para o público geral e mais opções “piores”.

          Seria interessante observar a proporção de imóveis novos/usados ao longo do tempo…

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          • CA 24 de junho de 2014 at 12:01

            Pobre Paulista,

            A troca não é necessariamente um upgrade. Conheço casos de pessoas que venderam imóvel de R$ 1 milhão e compraram 2 de R$ 500 mil, em virtude de falecimento de pai. Tenho outros casos em que as pessoas trocaram “6 por meia dúzia”, não há estatística disponível para isto. Mesmo o “upgrade”, sempre existiu e existirá, não significa por si só uma grande geração de riqueza na economia local, só seria se tivéssemos os dados históricos da participação de vendas à vista, quanto disto é upgrade e estes dados, combinados com outros, demonstrassem o domínio do upgrade, com valores relevantes de diferença e crescentes com relação ao histórico, o que não temos, ou seja, tudo que foi colocado sobre “demonstração de riqueza”, é pura inferência frente as informações que faltam.

            Quanto a proporção de novos e usados, repasso o que coloquei mais abaixo: na medida em que vendas de usados caíram muito a partir de 2.010 quando estavam em mais de 30.000 e ficaram no patamar de 21.000 a 22.000 entre 2.012 e 2.013 (São Paulo, fonte – CRECI, ver gráfico no trabalho), ao mesmo tempo em que preços dos imóveis cresceram muito mais do que a renda inviabilizando muitos financiamentos, o mais lógico (ainda no ramo das inferências) é supor que esta redução de vendas ocorreu pela redução dos financiamentos e assim, via uma redução da base, aumentando a participação de vendas à vista. Observe que o mesmo se aplica a imóveis novos já prontos, que também aumentaram sua participação nos últimos anos (embora de forma menos relevante) devido ao esforço para desovar estoques, portanto analisar só a participação de usados novamente não é o suficiente para mensurar o impacto que mencionei aqui.

            De qualquer forma, considere que tivemos uma reversão do que seria o natural, como ocorre em toda bolha, com novos passando a vender mais que usados e em 2.013, enquanto tivemos pouco mais de 22.000 usados vendidos, os novos foram mais de 33.000. O grande problema, é que a “disparada” na venda de novos é baseada FORTEMENTE em vendas em construção, que representam mais de 86% do total em São Paulo, por exemplo, e destas, temos parcela relevante de vendas FALSAS que viram DISTRATOS (mínimo de 20% das vendas brutas até mais de 60% para várias construtoras de grande porte) e outra parte que é para investidores (37% em São Paulo, mas no caso de 1 dormitório no 1S13, chegando a 80%), ou seja, mesmo esta sua proporção está altamente contaminada por nossa bolha e dificulta outras análises.

            Resumindo: tanto o que você colocou, como as minhas observações, são inferências, faltam FATOS e DADOS para chegarmos a algo conclusivo, fica a critério de quem nos lê desenvolver sua própria visão sobre o tema e quem quiser buscar mais informações e trazer, é bem-vindo e pode ajudar a esclarecer o assunto.

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  • Fabio 24 de junho de 2014 at 09:26

    Bom dia!
    CVR
    Aproveitei o jogo de ontem pra fazer um churrasco e convidar os amigos. Como muitos, não toco mais no tema mercado imobiliário pois sempre fui o chato da história. Ontem, durante o jogo, eis que surge o assunto e eu observo, calado, o desenrolar. Todos concordam como o valor dos imóveis está surreal e que não dá pra comprar, e pagar, nada decente. As 4 famílias que estavam em casa tem renda bruta superior à 30k e todos concordam que, hoje em dia, qualquer imóvel pode custar R$500k, como se esse valor fosse uma besteira ou fácil de se juntar.

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    • Fausto Luiz 24 de junho de 2014 at 10:13

      Se eles tem renda bruta de 30k, bem acima do nível remunerativo de ministro de STF, estão achando tudo “caro” imagina o restante da população como esta o restante da população?

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      • Fausto Luiz 24 de junho de 2014 at 10:14

        Desculpe pela redundância no final.

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    • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 10:27

      Bom, pra quem ganha 30 paus por mês basta juntar dinheiro por uns 2 ou 3 anos que dá pra comprar um apê de 500 paus mesmo.

      A questão é que quem ganha 30 paus vai morar num apê de 2kk, o de 500k é pra quem ganha menos de 10k… Aí não fecha a conta mesmo!

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  • Jacob 24 de junho de 2014 at 09:32

    Bom dia bolhistas

    “http://www.noticiasautomotivas.com.br/venda-financiada-atinge-o-menor-nivel-da-historia-do-mercado-nacional/

    Venda financiada atinge o menor nível da história do mercado nacional

    Em maio, o percentual de vendas de veículos através de financiamento caiu ao menor nível histórico do mercado nacional. Ao todo, foram 34,5% do total feito a prazo. Em 2013, o índice no mesmo mês era de 38,2%.

    O percentual mostra como o cenário atual é ruim para o mercado nacional, visto que em 2007, por exemplo, 63,2% das vendas foram feitas através de financiamento. Mas não é apenas veículos novos que estão sendo afetados pela queda geral do mercado. Os usados registraram somente 23,6% do total em vendas financiadas. Em 2008, 54,9% foram financiados.

    Os dados são de contratos de CDC e Leasing. Este último registra um percentual bem menor. A percepção da menor oferta de crédito fica nítida diante desses números, o que reforça a previsão de queda nas vendas de modo geral em 2014. Entre os automóveis e comerciais leves, o percentual caiu de 76,3% em 2008 para 61,9% em 2014. Em 2013 era de 66,4%.

    No mês passado, R$ 14,5 bilhões foram contratados para financiamento de veículos de modo geral, representando queda de 4% em relação a 2013, embora tenha registrado alta de 5% em comparação com abril. Com bancos mais seletivos, apesar de haver crédito, as vendas tendem a cair por falta de fechamento de negócios.

    O mercado nacional aguarda medidas que facilitem o crédito e ao mesmo tempo proteja os bancos de um possível aumento na inadimplência. Apesar do mau desempenho, o setor de financiamentos registrou aumento de 3,6% nos contratos de 4 a 8 anos de prazo. Além disso, o prazo médio caiu de 39 meses em 2013 para 36 meses em 2014. Nesse caso, a atuação dos bancos é o motivo por trás da redução.

    [Fonte: Cetip

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    • Abutre 24 de junho de 2014 at 10:05

      “(…) O mercado nacional aguarda medidas que facilitem o crédito e ao mesmo tempo proteja os bancos de um possível aumento na inadimplência. (…)”

      Traduzindo: O mercado nacional aguarda um milagre.

      Pelo amor de Deus, tá na cara que nesse momento “facilitação de crédito” e “diminuição de inadimplência” são mutuamente excludentes, ou é um ou é o outro. Os dois juntos na atual conjuntura? Só com um milagre.

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      • Jacob 24 de junho de 2014 at 12:40

        Concordo com vc. Mas o governo estava querendo diminuir a inadimplencia atraves de facilitacao das regras e burocracia para tomar o carro dos caloteiros e leiloa-los, dimiuindo o tempo e os custos.
        Seria otimo, pq inclusive na pratica faria os carros usados diminuirem de precos, pq a oferta de carros em leilao aumentaria e poderia até impactar o preço dos novos (logico q o governo nao pensou nisso, eu q to dizendo).
        Mas o governo desistiu, pq esta medida nao impactaria a curto prazo e o mantega e sua patota nao pensam em nada a medio ou longo prazo.

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  • Sevilha 24 de junho de 2014 at 09:50

    *http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego/noticia/3419709/quer-trabalhar-como-corretor-imobiliario-veja-como-iniciar-carreira

    Tá bombando! Depois de ser VolunOtário da Copa que tal mais um trampo beneficente?

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  • Thiago 24 de junho de 2014 at 09:58

    A EZTEC atua em SP, e está com margens e lucros crescentes, em níveis ótimos. Expliquem isso.

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    • augusto 24 de junho de 2014 at 10:55

      sempre terá alguém com boa capacidade financeira e administrativa para ganhar mesmo em momentos ruins…. e a EZTEC está com uma margem altíssima, vendendo muito nestes tempos de alta…

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    • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 10:56

      1. A EZTEC é uma empresa familiar e não precisa fazer malabarismos econômicos para entregar lucros a qualquer custo a seus acionistas.

      2. É uma empresa séria e não agressiva nos seus investimentos. Sempre trabalhou com caixa positivo e não se alavanca à toa.

      3. Não entrou na farra do crédito fácil, mirou sempre no mercado “filé mignon” e agora está colhendo os lucros da boa administração.

      4. Quando começar o quebra-quebra de construtoras a EZTEC vai comprar a rodo.

      5. Ela constrói prédios mas não merece ser chamada de “construtora” hehe 🙂

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      • Breaking Bad Bolha 24 de junho de 2014 at 11:01

        Boa explicação!

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      • hannamanana 24 de junho de 2014 at 11:17

        Embora tenha coisas ai que ela não deverá querer nem de graça. Algumas coisas por ai, principalmente prédios naquela padrão citado pela RosinhA, é dor de cabeça pro resto da vida. Mas, quem sabe comprar pelo valor do terreno? 😈
        O mercado do jeito que está tem empurrado as empresas a tomarem alguma atitude. A Brookfield mesmo já demonstrou intenção de fechar capital. Outras irão seguir na mesma linha ou serem absorvidas/fundidas por outras.

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        • hannamanana 24 de junho de 2014 at 13:39

          Curiosidade: o dono da empresa diz que gosta de, no mercado, olhar as carrinhos do pessoal pra com base no que a galera estar comprando, entender como está a situação do país…

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    • Breaking Bad Bolha 24 de junho de 2014 at 10:57

      BOSS,
      Esse cara aí de cima tá falando sério ou é IRONIC MODE ON?

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      • Breaking Bad Bolha 24 de junho de 2014 at 11:00

        Por gentileza, o pessoal que tem “informação” de que destrutora X, Y ou Z tá “bombando”, faça igual ao CA, apresente argumentos e, se não for pedir muito, apresente números também, pra não ficar parecendo trollagem de corvo.

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        • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 13:07

          Por isso eu ando pedindo pros mais mallandros e malas DEMONSTRAREM o que dizem. Poupa tempo e diálogo. Claro que o CA e os outros colegas melhor informados já destruiram o assunto, né.

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    • CA 24 de junho de 2014 at 11:15

      Thiago,

      Você está falando da mesma EzTec que consta na análise abaixo?

      EzTec
      A Eztec (EZTC3) teve lucro líquido de R$ 95,457 milhões no primeiro trimestre de 2014, 36,7% menos do que no mesmo intervalo de 2013, divulgou a companhia.

      O Ebitda atingiu R$ 88,037 milhões, queda de 41,4% na comparação entre os mesmos períodos. A margem Ebitda caiu 4,7 pontos porcentuais, para 41,8%.

      Já a receita líquida totalizou R$ 210,755 milhões, recuo de 34,8%. O resultado financeiro líquido ficou positivo em R$ 14,534 milhões, crescimento de 65,5%.

      Link:

      “m.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3337040/pdg-reverte-prejuizo-fbovespa-tem-queda-lucro-confira-mais-resultados

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      • CA 24 de junho de 2014 at 11:22

        Complemento:

        No 1S13 a EzTec “alavancou’ seus resultados graças a venda de 2 torres para um concorrente a São Carlos. Ocorre que este foi um negócio atípico, uma receita não recorrente. Se você ignorar a venda destas torres, já em 2.013 a EzTec vendeu menos que em 2.012, lembrando que 2.012 foi o pior ano para o segmento imobiliário até aqui.

        Detalhe que em 2.014, já conseguiram vender menos do que em 2.013 e no dia em que divulgaram os resultados do 1T14 as Ações caíram mais de 4%, até em virtude de um aumento “inesperado” nos distratos e também de um aumento muito relevante no prazo para comercialização de estoques (velociadade de vendas), assim como está acontecendo para todas as construtoras (esta última parte sobre velocidade de vendas, também é mencionada no link que coloquei com análise publicada na Infomoney).

        As Ações da EzTec, no último período de 12 meses que consultei, findos em Fev/14, também haviam caído, como para todas as outras construtoras com Ações na BOVESPA.

        De novo, é da EzTec que consta acima que você está falando? Precisa de mais fatos e dados,? Se for o caso, é só avisar, OK?

        Aproveito para reforçar o que já te pediram: cadê os seus FATOS e DADOS, solta uma bobagem e depois foge???

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        • hannamanana 24 de junho de 2014 at 11:30

          CA,
          Talvez ele esteja se referindo ao histórico da Eztec que não parece estar contaminada totalmente com os números gerais do setor visto que em 2013 tinha um grau de endividamento baixo (apenas 26% dos seus Ativos estavam financiados por terceiros).
          Além disto, consegue manter tesouraria porque sua necessidade de giro é sustentada pelo capital de giro (capital próprio + fontes de lp) e não por empréstimos bancários de curto prazo (hot money e afins).
          (isso eu tô falando do consolidado).

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          • hannamanana 24 de junho de 2014 at 11:36

            A propósito, a dívida líquida dela era de 94 milhões (não vi o PL do 1T14)

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            • CA 24 de junho de 2014 at 12:12

              Hana,

              Obrigado pelo complemento. Veja acima, de qualquer forma, os resultados do 1T14 foram piores que em 2.013 e em 2.013, se excluirmos evento não recorrente, foram piores que 2.012, que foi um ano ruim.

              Sim, a gestão de caixa, dívida e até mesmo estoque é muito melhor que demais, de fato foram mais conservadores e trabalharam melhor que outras do segmento, como bem destacado pelo Pobre Paulista acima.

              Devemos lembrar que enquanto uma PDG, Rossi, Brookfield, Tecnisa, MRV e outras cresciam de forma “assombrosa” na sua participação de mercado (para depois caírem de forma retumbante também), a EzTec cresceu de forma até modesta (se comparada a estas e outras), no entanto, ela está dentro do mesmo mercado e sofrerá as consequências, com a diferença que em virtude de uma melhor administração, os impactos tenderão a ser menos traumáticos.

              Como dizer o efeito final de um desastre esperado de avião para alguém que está situado longe do ponto de impacto, será que isto seria um consolo? A explosão de uma bolha imobiliária de forma mais visível e abrangente equivale a esta situação de desastre de avião, portanto, não sei se ela realmente seria candidata a comprar futuras massas falidas de concorrentes, ela também não vai operar milagres e terá que reduzir muito seus preços, por mais eficaz que seja em sua gestão, esta parte da visão do Pobre Paulista me pareceu muito otimista…

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              • CA 24 de junho de 2014 at 12:29

                Ah, ponto importante caso alguém não tenha deduzido sobre o que consta acima:

                Exatamente pelo fato da EzTec ter crescido menos que várias outras, de forma conservadora, ela teve menos influência para formação da bolha imobiliária e por isto que sofreu menos suas consequências também.

                Só para dar uma dimensão do que consta acima:

                PDG – líder do subprime brasileiro: saiu de vendas liquidas de distratos de R$ 563 milhões em 2.007 para R$ 7,5 bilhões em 2.011 (no auge das vendas FALSAS), para depois despencar para R$ 2,8 bilhões em 2.013 e ainda está em queda pelos resultados do 1T14. Detalhe: dívida liquida em 2.013 de mais de R$ 7 bilhões, mesmo após reduções substanciais em custos, incluindo cancelamento de 48 empreendimentos ao longo do ano, ou seja, dívidas equivalem a mais de 2 anos de vendas liquidas de distratos e para piorar, os estoques de mais de R$ 4 bilhões a valor de mercado também representam cerca de 18 meses de vendas. OBS: distratos da PDG de 2.011 a 1T14 já foram de mais de R$ 4 bilhões… Tudo que consta aqui, típico do subprime descrito neste trabalho.

                EzTec – conservadora: saiu de vendas liquidas de distratos de R$ 358 milhões em 2.007, para R$ 1,04 bilhão em 2.013 (incluindo vendas para São Carlos, evento não recorrente). Sobre dívidas e estoques, comentado mais acima, nada anormal.

                O que consta acima, não é diferente do que ocorreu nos EUA, onde tivemos bancos que “patrocinaram” o subprime em larga escala e quebraram, enquanto outros sobreviveram e depois puderam até voltar a crescer. Difícil prever o desenrolar no Brasil, mas creio que teremos situações análogas com construtoras.

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              • hannamanana 24 de junho de 2014 at 13:16

                CA, não me parece o perfil da empresa sair comprando ativos de outras construtoras, ainda que a preço de banana. Não a conheço muito, mas do pouco que conheço, julgo a condução administrativa da empresa bem conservadora. Por isto, como você mesmo pontua, ele não cresceu de forma assombrosa (justamente por não ir na onda das outras) e preferiu comer pelas beiradas mantendo seu foco nos seguimentos originais.
                Empresas com caixa bem abastecido e pouco alavancadas no histórico são por natureza avessas a risco, e a empresa manteve essa postura bem como boas margens de lucro.
                Todas elas sofrerão as consequências de qualquer alteração que haja neste mercado. Todas!
                Claro que umas menos e outras mais. Nessas horas, if money talks, Cash rules!
                O primeiro trimestre já se mostrou complicadíssimo para o setor e com certeza teve impacto negativo na Eztec.
                Não sou muito otimista para com ninguém neste setor mas, embora não dê pra dizer o efeito final de um desastre esperado de avião, se fosse pra apostar (friso “aposta”), eu diria que o banco no qual essa empresa está sentado tem mecanismo de ejeção e ela chega ao chão ralada, mas não sem vida e despedaçada. Mas é só um palpite… 😉

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    • Thiaguinho 24 de junho de 2014 at 11:36

      A EZTEC irá construir um prédio perto da minha casa, e por curiosidade fui lá ver o preço. Apartamento de 123 e 135 metros, se não me engano, a 6.900 o metro (preço abaixo da média do meu bairro, que já vi a 11.000). Um belo apartamento, e realmente eles prezam pela qualidade (parede antí ruido, funcionários da obra contratados por eles e não terceirizados, e outras coisitas). Me pareceu ser uma empresa honesta e transparente, e conforme nosso amigo Pobre Paulista comentou, é uma empresa familiar. Realmente me parece uma exceção em meio as destrutoras.

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  • Julio 24 de junho de 2014 at 10:03

    E para piorar, a tendência é uma redução ainda maior nas vendas, enquanto milhares de novas unidades serão entregues nos próximos meses, o que mudará o cálculo, aumentando o número de anos de estoque.

    E apartamento não é ouro nem minério de ferro para se estocar sem sofrer com a depreciação e custos altíssimos de manutenção.

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  • Neco 24 de junho de 2014 at 10:06

    O artigo esta excelente, bem fundamentado, e mostra que o assunto é sério. A questão toda é que a grande maioria da população não tem iniciativa de buscar esse tipo de informação. Não acredita quando se fala sobre isso. Conheço gente que ainda jura que o melhor investimento do Brasil é imóvel na planta. Nem falo mais nada par não virar inimigo.
    Sabemos que os ventos de 2015 não serão favoráveis, porem não acredito em uma grande disparada da inflação, pelo simples fato de que não tem demanda suficiente. Com o aumento do desemprego, todos os setores vão ter retração, isso me parece obvio. Alguns mais outros menos, dessa forma o consumo cai e não tem margem para repassar preços.

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  • Pablo 24 de junho de 2014 at 10:17

    Venda de imóveis novos em SP está aquém das expectativas, diz setor.

    “http://blogs.estadao.com.br/radar-imobiliario/vendas-de-imoveis-novos-em-sp-ficam-aquem-das-expectativas-em-2014/

    […]
    A maioria esmagadora das comercializações realizadas nos mês, ou 86,4% do total, refere-se a unidades com até seis meses de lançamento. Além disso, o indicador de Venda Sobre Oferta (VSO) de 12 meses fechado em abril atingiu 57,2% – em outros termos, esse é o porcentual de empreendimentos comercializados no primeiro ano em que foram ofertados aos consumidores finais.

    Vendas Fantasmas!?

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  • Bellerian 24 de junho de 2014 at 10:22

    CA,

    Achei muito relevante na matéria do Estadão do post anterior a queda das vendas em termos de valor (51%) deste quadrimestre em relação ao quadrimestre anterior. Acho que isso terá um impacto muito grande no fluxo de caixa das destrutoras.

    Como os dados são consolidados, não dá pra apontar o impacto individual em cada uma, mas eu acho que é uma variável para acompanhar com atenção, em especial quando divulgarem os resultados do 2T14.

    Você consegue vislumbrar algo relevante só com os dados que tem disponíveis?

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    • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 10:22

      O seu nick é por causa do livro “Silmarillion”?

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      • Bellerian 24 de junho de 2014 at 12:48

        Na verdade não. Sou muito fã das obras de Tolkien, mas o nick é por conta de um personagem dum livro chinfrim do R.A. Salvatore, de quem aproveitei o nome para um personagem de RPG com o qual joguei por três bons anos.

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        • Bellerian 24 de junho de 2014 at 13:20

          Até porque se fosse baseado no ‘Silmarillion’ o nick teria de ser Beleriand.

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          • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 14:07

            Ah!

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    • CA 24 de junho de 2014 at 11:06

      Creio que você está falando sobre São Paulo, certo? Se sim:

      As quedas em unidades no primeiro trimestre foram de 45% e depois da queda de 38% em Abr/14, não vi como ficou a composição do quadrimestre.

      De qualquer forma, queda de 51% em R$ no primeiro quadrimestre, seria razoável em relação a queda em unidades que consta acima. Explico:

      Devemos evitar análise simplista, pois até em função da altíssima especulação e outros truques do segmento imobiliário, a variação do mix de vendas tem sido muito elevada. Exemplo: no 1S13 tivemos aumento de mais de 200% nos lançamentos e vendas de 1 dormitório, mas com 80% das vendas para investidores, o que não se repetiu no 1T14 e com isto, como o preço de M2 de 1 dormitório é maior, deveríamos ter tido uma redução maior em R$ neste trimestre do que em unidades, como constatado acima.

      Atenção: o que consta acima, é só um exemplo da influência da mutação acentuada do mix entre os anos, existem várias outras situações que dificultam esta comparação.

      Sobre o impacto quanto ao caixa , que é ponto principal de sua questão, não terminei de analisar os resultados das construtoras no 1T14, mas até onde vi, elas estavam buscando recuperação de caixa via redução de custos de maneira radical, incluindo downsizing e outras ações, uma vez que a redução de receitas é inevitável e elas sabem muito bem disto. Muitas estão com o “fôlego” no limite, o que ajuda a explicar porque estão reduzindo tanto os lançamentos para 2.014, de forma geral (óbvio que grande parte do motivo para reduzirem lançamentos é o super-estoque, mas mesmo que quisessem impulsionar novamente as vendas FALSAS na planta para continuarem escondendo nossa bolha, fica claro que está faltando caixa para isto também). Pretendo fazer um trabalho a respeito do resultado consolidado de 12 construtoras em breve.

      0
      • Bellerian 24 de junho de 2014 at 13:03

        CA,

        Muito obrigado pela pronta resposta, foi sobre São Paulo sim. O que eu estou querendo é justamente evitar análises simplistas. Era esperado o faturamento cair, até por conta do novo mix como você falou. Mas a questão é que se (1) as empresas tiveram custos com terrenos e construção de apartamentos, quaisquer que seja a tipologia, e (2) estiverem com altos estoques e baixo caixa, elas aparentemente estariam com duas opções:

        a) Dar descontos significativos para os apartamentos menores, vendidos em sua maioria para investidores e se arriscando a tomar uma onda de distratos agora (entrega dos lançamentos de 2011) e no futuro (deslocamento de estoques)

        b) Dar descontos em percentual menor, mas em valores absolutos mais significativos, tentando desovar o estoque de apartamentos maiores, e arriscando-se a um ‘race to the bottom’ tanto com o mercado de usados quanto com os lançamentos de menor tipologia, mas na ilusão de que, pelo menos nesse segundo caso, possuem maior controle sobre o processo.

        Acho que o fator determinante para essas escolhas seriam o tempo de encalhe dos estoques e o quão premidas por caixa estiverem. Mas daí seria preciso ter uma visão melhor do perfil/ tipologia dos lançamentos encalhados por construtora nos últimos anos. Minha pergunta anterior era mais nesse sentido, uma opinião sua sobre a viabilidade/ riscos dessa análise.

        0
        • CA 24 de junho de 2014 at 16:51

          Bellerian,

          Creio que agora entendi melhor o ponto que você havia colocado antes.

          Sobre a preferência das construtoras quanto a descontos, pelo que tenho observado o foco é nos imóveis de maior valor, até pelos dados que recebemos que apontam que a super-oferta é muito maior nestes, não é a toa que no 1T13 a maior redução de preços (-17%) por parte das construtoras foi exatamente para 3 dormitórios, sendo que na média a queda foi de 9% (depois disto, eles tem omitido a todo custo esta informação).

          É importante lembrar que o que consta acima acontece também, porque no caso de 1 dormitório eles chegaram a triplicar o recorde de lançamentos e vendas de 10 anos no 1S13, mas com 80% das vendas para investidores, ou seja, o grande encalhe de 1 dormitório está na mão dos investidores e não é um problema tão grande para as construtoras em si.

          Tivemos ainda, o esquema dos quitinetes milionários, que construtoras repassam em “contratos de compra e venda” para corretores, como no exemplo da reportagem da Veja SP no início deste ano, onde apenas 1 corretor havia “comprado” 8 quitinetes de 35 M2, sendo que cada um deles custava mais de R$ 1 milhão, segundo ele porque esperava vender com alto lucro depois (rs)… Na teoria (relatórios oficiais), a construtora já desovou estes quitinetes a preço de ouro, na prática eles vão vender depois por um preço bem menor, quando o corretor oficializar o “repasse” (esta é outra modalidade de venda FALSA), então eles darão um grande desconto, mas em uma operação altamente maquiada (distrato com corretor sem que ele perca nada do que “pagou” e nova venda com desconto elevado para comprador real, para os raros casos em que conseguirem fazer vendas de verdade destes imóveis)…

          O foco das construtoras, pelo menos em seus reportes oficiais, é como você diz, desovar estoques, mesmo que perdendo na venda de lançamentos. É mais fácil para elas justificarem nos relatórios trimestrais que estão dando desconto para encalhes do que para lançamentos. Dar desconto em lançamento, por outro lado, significa uma forma de você reduzir o preço de forma mais discreta, porque você pode alegar que é um empreendimento diferente e por isto tem outro custo, ao contrário dos encalhes, por isto, de forma discreta, algumas construtoras tem feito isto também, mas sem divulgarem em seus relatórios oficiais, acabamos descobrindo pelo ReclameAqui ou outras fontes.

          Como existem prós e contras igualmente fortes quanto a pontos acima, não tenho visto uma estratégia única: temos a Gafisa, Cyrella, MRV e outras reduzindo em preços de lançamentos de forma discreta e Rossi, PDG, Even, Tecnisa etc. reduzindo preços com mais relevância quanto aos encalhes, sendo que dependendo da praça, reduzem tanto nos lançamentos quanto nos encalhes (exemplo: Brasília, em especial setor Noroeste).

          Em resumo, não vejo uma ação coordenada e única das construtoras, ao contrário, cada uma tem seguido sua própria estratégia. Como exemplo, temos algumas que ainda estão pedalando com alto volume de vendas FALSAS na planta (Gafisa depois que vendeu 70% do Alphaville, pagou boa parte da dívida e agora precisa pedalar para mostrar resultados a novos sócios e Mercado), enquanto outras sem fôlego já reduziram radicalmente os lançamentos (PDG, Rossi, Brookfield, etc). Talvez o único ponto em comum seja o abandono claro de algumas praças com super-oferta inegável e saída de fininho com descontos relevantes para todo o “saldo’ de estoque independente da tipologia, como tem acontecido em Curitiba, Salvador, Manaus, etc…

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  • Neco 24 de junho de 2014 at 10:24

    Um dia chegaremos lá…ainda mais se faltar água.

    “http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/06/24/detroit-eua-que-pediu-concordata-leiloa-casas-a-partir-de-r-2200.htm
    A Prefeitura de Detroit, nos Estados Unidos, e o Detroit Land Bank vão leiloar cerca de 400 casas na cidade até o fim deste ano. A ideia é promover a ocupação das residências que foram abandonadas nos últimos anos. A cidade pediu “concordata” no ano passado por causa da crise econômica.

    Quem entra no site da campanha “Construindo Detroit” é surpreendido com um aviso: “Neighbors wanted” (“Procuram-se vizinhos”). Lá está a lista de imóveis à venda.

    O site mostra imagens de casas grandes, muitas construídas nas décadas de 1920 e 1930, com vários quartos e amplos jardins e garagens. A maioria, porém, requer uma série de reparos, como troca de pisos e janelas.

    Os lances partem sempre de US$ 1.000 (R$ 2.231,50). As autoridades de Detroit alertam que o valor que o comprador terá de gastar com a reforma tende a ultrapassar, e muito, o preço que ele conseguir pagar pelo imóvel.

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    • MrCitan 24 de junho de 2014 at 10:28

      Se eles me dessem um visto de permissão de moradia, eu compraria na hora.
      O problema é: O que fazer para ganhar a vida numa cidade falida?

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      • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 10:34

        O caso de Detroit é emblemático, veja esse artigo do mestre Peter Schiff:

        –http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1658

        A questão é que a cidade precisa de um “reset”. Eu compraria uma casa dessas para derrubar e plantar uma horta, por exemplo. Simplesmente porquê não sei qual atividade econômica virá pela frente, mas com certeza os moradores da região irão precisar de comida… Aí depois de uns anos veria se vale a pena continuar com a horta ou se construo algo… e assim a economia vai se moldando.

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        • Neco 24 de junho de 2014 at 10:49

          já tinha lido… e li muitos outros sobre Detroit e sobre a região toda. Uma das razões por que as pessoas abandonam as casa e vão embora é por causa da alta taxa tributaria da cidade. É mais barato simplesmente entregar o imóvel para a prefeitura do que querer renegociar o debito. A pessoa perde o emprego, o IPTU que é mensal, em pouco tempo se torna impagável, ai ela vai embora. Buscar emprego e moradia mais barata. Por que lá é possível financiar uma casa com juros honestos, e no caso de Detroit, nestes imóveis velhos, o valor da prestação em muitos casos e mais barato que o valor mensal do imposto.
          Uma das propostas que se discutiu foi de um investidor canadense que queria compras os terrenos na periferia derrubar tudo, limpar e plantar maças. Porem parece que o projeto não saiu do papel.
          De tudo o que eu li, vejo dois pontos em comum que estão destruindo a cidade, a carga tributaria(administração paternalista para alguns) e os sindicatos. Qualquer semelhança com um certo pais da América do sul é mera coincidência.

          0
          • MrCitan 24 de junho de 2014 at 10:58

            Pode ser cisma minha, mas prefeitos democratas são especialistas em ferrar cidades, implantando altos impostos e um socialismo para lá de descarado.
            Vide Detroit e Chicago.
            Nova York está seguindo pelo mesmo caminho, e eu vejo que, mesmo comprando imóveis no auge da bolha, muito em breve o atual prefeito irá taxa-los para que possam ser pagos os futuros programas assistencialistas que irão surgir.

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            • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 11:08

              É, mas cuidado: Republicanos também adoram um protecionismo.

              Detroit era uma cidade focada exclusivamente focada no mercado automotivo, por isso deu no que deu. Chicago e NY são monstruosamente grandes, por isso que uma oscilação no mercado X ou Y não afeta tão brutalmente essas cidades. Elas ainda tem muuuuuita riqueza acumulada para ser destruída/redistribuída/confiscada/etc antes de chegar ao nível de Detroit. Mas se continuar desse jeito, é certeza que chega.

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          • Anonymous 24 de junho de 2014 at 11:51

            … estão destruindo a cidade, a carga tributaria (administração paternalista para alguns) e os sindicatos …

            Esse é a narrativa oficial. O que está acontecendo DE FATO é a decadência, não só de Detroit, mas de toda uma região conhecida atualmente como Rust Belt. Não tem relação alguma com a administração e muito menos com sindicatos. Aliás, nos EUA quase não existe direito trabalhista, nem mesmo licença maternidade.

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            • MrCitan 24 de junho de 2014 at 15:16

              Anonymous,
              e você sabe dizer o que se deve esta decadência? Empobrecimento?

              Por curiosidade, se for conferir a criminalidade na região de Detroit pelo site “Crime Reports”, vai ver que pululam locais de “Sex Offenders”, e quanto aos demais crimes (Roubo, Assaulto, Arrombamento), estão mais intensos em Windsor, uma cidade vizinha no lado canadense.

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              • Anonymous 24 de junho de 2014 at 22:59

                Chris Hedges “Brace Yourself! The American Empire Is Over & The Descent Is Going To Be Horrifying!”
                “http://www.youtube.com/watch?v=7zotYU21qcU

                0
                • Marcus A 24 de junho de 2014 at 23:46

                  De que adianta começar do zero e não ter auxílio do governo como diminuição de impostos, de tarifa de água, luz, gás, esgoto. Eles têm que rever os custos da cidade tbm para atrair a população! Em nada adianta vender casas em leilão se os impostos e encargos estão nas alturas.

                  0
                • Thiago A. 25 de junho de 2014 at 08:23

                  Muito interessante esse vídeo, bem elucidativo

                  0
          • MRCG 24 de junho de 2014 at 12:32

            “De tudo o que eu li, vejo dois pontos em comum que estão destruindo a cidade, a carga tributaria(administração paternalista para alguns) e os sindicatos. Qualquer semelhança com um certo pais da América do sul é mera coincidência.” Não, não é mera coincidência, nós sabemos disso. Democratas = Socialismo = comunismo = Bolivarianismo = Petismo

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            • Neco 25 de junho de 2014 at 11:33

              claro que não…faltou na minha frase o SQN.

              0
  • On the renting quest 24 de junho de 2014 at 10:29

    CVR?
    Venho, há vários meses, acompanhando anúncios de imóveis para alugar em Brasília, no site wimoveis. Estou querendo mudar, mas como ainda tenho vários meses de contrato, não tenho tanta pressa, e considero os preços pedidos absurdos!
    De tanto olhar esse site, há alguns meses resolvi tomar nota de imóveis na região de meu interesse, para tentar acompanhar quanto tempo os anúncios permanecem, já que a data do anúncio muda, quando a imobiliária o atualiza. (Algumas parecem fazer isso quase diariamente.)

    Pois bem, hoje, olhando novamente o dito site, me deparo com 5 dos imóveis acompanhados, que foram atualizados com um valor R$100 menor que o originalmente anunciado, sendo de 4 imobiliárias diferentes.
    Nova tendência?!

    E já que estamos aqui, mais uma: Outro dia fui ver um imóvel para alugar, mas não gostamos muito, então voltamos a imobiliária só para devolver as chaves. Veio uma senhora perguntar se gostamos e tal, e no fim da conversa, ao ver o desinteresse, ela perguntou se não queríamos fazer uma proposta (!). Isso nunca havia me acontecido antes! (E o referido imóvel continua anunciado, mais de 2 semanas depois.)

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    • brasiliano 24 de junho de 2014 at 16:28

      Também acompanho imóveis para aluguel em Brasília.
      Tem um apartamento na SQS 406 que estão dando desconto de R$ 500,00 por 6 meses no aluguel.
      O difícil é que os apartamentos estão destruídos, armários velhos e as imobiliárias acham que valem ouro!

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  • Louro José 24 de junho de 2014 at 10:29

    No intuito de reduzir as postagens no blog, estou concentrando em um único comentário – sempre que possível – o apanhado de informações relevantes que posto.

    Tópico!

    Vendas de imóveis novos em São Paulo sobem 23,1% em abril
    Em valores, as vendas totais somaram US$ 1,32 bilhão.
    Frente à média dos últimos meses de abril, no entanto, vendas caíram 17%.

    As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo cresceram 23,1% em abril ante março, para 2.147 unidades, registrando melhora pelo segundo mês seguido, informou o sindicato da habitação paulista, Secovi, nesta segunda-feira (23). Em valores, as vendas totais somaram US$ 1,32 bilhão, alta de 34,9% sobre o mês anterior.
    Fachada do empreendimento da construtora Cyrela,em São Paulo (Foto: FILIPE ARAÚJO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE)Venda de imóveis novos cresceu em SP
    (Foto: FILIPE ARAÚJO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE)

    “Se compararmos os resultados do mês em 2014 com a média dos meses de abril dos últimos cinco anos (2.601 unidades comercializadas), houve um recuo de 17,4%”, disse o Secovi em comunicado.

    Segundo a entidade, considerando que o mercado vende menos no primeiro semestre, as vendas de abril “estão dentro da normalidade”. De acordo com o Secovi, 86,4% das unidades vendidas em abril tinham seis meses de lançamento.

    O sindicato informou ainda que foram lançadas 2.358 unidades residenciais na cidade de São Paulo, queda de 7,7% frente a março.

    Em comparação com a média de 1.980 imóveis lançados nos meses de abril dos últimos cinco anos (2009 a 2013), o recuo foi de 19,1%, de acordo com relatório da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).

    As vendas no acumulado do ano ficaram aquém do esperado, disse o Secovi, com venda de 5.902 unidades até abril, ante 6.266 unidades um ano antes.

    “Com o crescimento das vendas em março e abril, não há lógica alguma para comentários extremamente pessimistas de analistas, que insistem em afirmar que depois da Copa os preços dos imóveis vão despencar. Isso não vai acontecer, apesar do clima de apreensão e pessimismo”, disse em comunicado o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes.

    ”http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/06/vendas-de-imoveis-novos-em-sao-paulo-sobem-231-em-abril.html

    ===

    Aluguel residencial em SP subiu 7,9% em 12 meses, diz Secovi
    De abril para maio, alta foi maior entre imóveis de 1 dormitório.
    Zona Sul tem maior valor de aluguel por metro quadrado.

    Do G1, em São Paulo
    Tweet
    Aluguel (Foto: Reprodução GloboNews)Aluguel de imóveis subiu em São Paulo
    (Foto: Reprodução GloboNews)

    Alugar uma casa ou um apartamento em São Paulo ficou em média 7,9% mais caro nos últimos 12 meses, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (24) pelo Secovi. A variação é muito próxima à registrada, no mesmo período, pelo IGP-M, índice usado para corrigir a maioria dos contratos, que ficou em 7,8%.

    Em maio, a alta foi de 0,6% na comparação com abril. No mês, as maiores altas foram registradas entre os apartamentos de 1 dormitório, de 0,9%. Para as residências com 2 quartos, a alta média ficou em 0,4%, e para as de 3, em 0,5%.

    Entre as regiões da cidade, o maior valor de aluguel por metro quadrado foi registrado entre os imóveis de 1 quarto na Zona Sul: R$ 37,88. Na Zona Oeste, a pesquisa encontrou imóveis sendo alugados por até R$ 34,53 o metro quadrado, também em apartamentos com um dormitório.

    No Centro, o preço máximo por metro quadrado encontrado foi de R$ 30,28. Nas zonas Norte e Leste, R$ 22,77 e R$ 21,91, respectivamente.

    ”http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/06/aluguel-residencial-em-sp-subiu-79-em-12-meses-diz-secovi.html

    ===

    ‘Vai ser difícil encontrar trabalho fixo’, diz trabalhador que foi demitido em maio
    O encarregado Elijalma foi pego de surpresa: esperava cortes só em 2015
    ‘http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,vai-ser-dificil-encontrar-trabalho-fixo-diz-desempregado-imp-,1516654

    ===

    Mais consumo não é a solução
    ‘http://ricardogallo.ig.com.br/index.php/2014/06/23/mais-consumo-nao-e-a-solucao/

    Possui gráficos. Leiam na fonte.

    ===

    Inflação acelerada e PIB desacelerado
    ‘http://ricardogallo.ig.com.br/index.php/2014/06/18/inflacao-acelerada-e-pib-desacelerado/

    Possui gráficos. Leiam na fonte.

    ===

    Inflação Bolivariana nas alturas
    ‘http://ricardogallo.ig.com.br/index.php/2014/06/17/inflacao-bolivariana-nas-alturas/

    Possui gráficos. Leiam na fonte.

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    • Louro José 24 de junho de 2014 at 10:30

      Mais do mesmo nas medidas de Política Industrial
      Na quarta-feira, 18/06, foram anunciadas as novas medidas de política industrial, na página do Ministério da fazenda tem os slides com a apresentação das medidas (link aqui). Segundo essa apresentação as medidas de política industrial visam os seguintes objetivos:

      Fortalecer a indústria no novo ciclo de desenvolvimento econômico.
      Estimular aumentos de produtividade e da competitividade.
      Promover a inovação e a modernização.
      Aumentar a inserção da indústria brasileira nos mercados externos.
      Garantir emprego e renda aos trabalhadores da indústria.

      São objetivos com os quais poucos economistas discordam e, apesar de ser parte da minoria que discorda de alguns destes objetivos, não vou questioná-los nesse post. Se alguém quiser saber de meus motivos pode começar com os links aqui, aqui e aqui. O que vou questionar é se as medidas anunciadas são capazes de alcançar tais objetivos. Para isto vou listar alguns fatos bem conhecidos a respeito da economia brasileira:

      A indústria, notadamente a indústria de transformação, tem perdido espaço no PIB desde meados da década de 1980, o governo Dilma não mudou essa tendência.
      A produtividade no Brasil é baixa e cresce muito pouco desde meados da década de 1970, no governo Dilma não foi diferente.
      O Brasil não é um país que se destaque no quesito patentes inovadoras.
      O saldo da balança comercial brasileira vem caindo ano após ano no governo Dilma, o valor de nossas exportações depende muito das commodities.
      No governo Dilma a renda dos trabalhadores da indústria medida em moeda forte está caindo, essa queda faz parte da estratégia desenvolvimentista que o governo tentou aplicar no Brasil.

      O leitor deve ter percebido que cada fato que eu apresentei faz contraponto a um objetivo das medidas de política industrial, não é por acaso. As medidas de política industrial, em tese, visam exatamente reverter esses fatos, com possível exceção do último. O problema é que as medidas apresentadas consistem em reedição de medidas antigas, extensão da validade de medidas vigentes ou promessas que já foram feitas. Assim enquanto leio a respeito das desonerações tributárias, da remodelagem do Refis, do uso do BNDES para garantir “crédito abundante e barato ao investimento”, da política de conteúdo nacional nas compras do governo, do Pronatec 2 e outras medidas do tipo me pergunto se o governo teve alguma preocupação em saber a razão do não funcionamento dessas mesmas medidas em um passado recendo e no presente. Se não funcionaram até agora por que o governo acredita que vão funcionar a partir de agora? Estão os elaboradores da política industrial contaminados com o velho lema da Loteria Estadual do Ceará “insista, persista e não desista, um dia seu dia chegará”? Se for eu lamento informar que a sorte grande já veio com o boom das commodities no início do século XXI, esperar ganhar o grande prêmio duas vezes em seguida é abusar da sorte.

      No caso do “crédito abundante e barato ao investimento” a coisa chegas às raias do absurdo. A distribuição de dinheiro público para empresários à guisa de incentivar o investimento está ocorrendo em um período onde ocorre uma queda da taxa de investimento. Sei que alguém pode falar de contrafactuais e de ausência de causalidade, mas quando se trata de dinheiro público seria razoável partir do principio que o ônus da prova cabe a quem quer gastar o dinheiro e não de quem questiona o gasto. Não conheço um único artigo que mostre de forma convincente que nossa taxa de investimento, que está entre as mais baixas dos países em desenvolvimento, seria ainda menor se não tivéssemos um Banco Mundial para chamar de nosso, sim o tamanho do BNDES é comparável ao do Banco Mundial. Da mesma forma não creio que nosso crescimento, que durante o governo Dilma está muito abaixo da média da América Latina, seria ainda menor sem o tal “crédito abundante e barato ao investimento”.

      Para não dizer que não falei nada positivo a respeito das medidas fiquei satisfeito ao ver que redução de burocracia está consolidada como parte de uma estratégia de crescimento e não é mais vista apenas como algo que cause bem-estar por facilitar a vida das pessoas. Mas para aí, lançar programa para reduzir a burocracia é fácil e todo governo gosta de fazer, difícil mesmo é reduzir a burocracia. Um governo que ameaça as empresas com o tal e-Social não está comprometido com o fim da burocracia.

      ”http://rgellery.blogspot.com.br/2014/06/mais-do-mesmo-nas-medidas-de-politica.html

      ===

      A nova confusão com o REINTEGRA

      18 de junho de 2014 por mansueto

      O governo resolveu tornar permanente o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras – REINTEGRA. Para aqueles que não sabem, o REINTEGRA é um programa criado por meio da Medida Provisória nº 540/2011, com o objetivo de reintegrar valores referentes a custos tributários existentes nas cadeias de produção das empresas exportadoras. O programa permitia que as empresas recuperassem 3% do valor exportado de manufaturas.

      Por que este programa existe? Porque o sistema tributário no Brasil é ruim, caótico e onera as empresas exportadoras que não conseguem se creditar integralmente de impostos pagos nas compras de insumos. Assim, ao invés de resolver um problema real se cria subterfúgios – puxadinhos tributários.

      Na sua versão original de 2011, o REINTEGRA possibilitava que algumas empresas industriais exportadoras que utilizassem até 40% de insumos importados na sua fabricação, recuperassem 3% da receita decorrente da exportação. Quando teve inicio, em 2011, o programa valeria até o final de 2012. Depois foi renovado até o final de 2013 e, no final daquele ano, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo de Oliveira, afirmou que o governo não tinha espaço fiscal para prorroga-lo mais uma vez para o final de 2014. Nas palavras do então secretário-executivo do Ministério da Fazenda: “Quando tem que manter a disciplina fiscal, a gente tem que tomar algumas medidas que não são as desejadas. Não faltou planejamento, faltou ter orçamento ilimitado.” (clique aqui).

      Mas o que mudou no discurso da responsabilidade fiscal? Uma eleição difícil no meio do caminho e a debandada explícita de um número cada vez maior de empresários para oposição. Assim, apesar de o governo ter adiado de forma não usual o pagamento de quase R$ 6 bilhões de precatórios no mês de abril para o final do ano (vem ai mais um truque contábil) e de forçar o pagamento de dividendos de empresas estatais para “fabricar” um resultado primário ilusório no primeiro quadrimestre do ano, o governo como que em um passe de mágica conseguiu “achar espaço fiscal” para não apenas prorrogar o REINTEGRA, mas torná-lo um programa permanente!

      Vale lembrar, inclusive, que o Congresso Nacional havia prorrogado o REINTEGRA até o final de 2014, mas a medida foi vetada pela presidente Dilma Rousseff que agora, subitamente, vai contra a sua própria decisão e decide que o programa é tão bom que passará a ser permanente. Isso mostra muito da convicção da nossa presidenta e da sua equipe econômica.

      O que é ou não possível do ponto de vista fiscal é uma questão de meses e de algumas pesquisas eleitorais, apesar do resultado fiscal e da perspectiva de crescimento de hoje ser muito pior do que no final do ano passado quando a prorrogação do programa foi vetada pela Presidente da República.

      Fora a questão fiscal, qual o problema? Dois. Primeiro, ao tornar o programa permanente, o governo sinaliza que é baixa a chance de se empenhar por uma real reforma tributária que crie um Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) que eliminaria o problema da cumulatividade de impostos no Brasil. Segundo, o programa foi renovado com uma complicação adicional. O programa passará a ter alíquotas móveis de 0% a 3% que dependerão do valor da taxa de câmbio. A alíquota inicial será de 0,3%, e, a cada ano, o governo definirá qual será o valor dessa alíquota.

      Mas uma alíquota de 0,3% é uma brincadeira de mal gosto com a indústria. Adicionalmente, uma alíquota variável que um “iluminado” vai decidir baseado na sua percepção da valorização da taxa de câmbio é, me desculpem a palavra, uma maluquice. Mais absurda ainda é a afirmação do nosso ministro da fazenda que declarou:

      “Em 2014 achamos que não seria necessário. Agora tivemos uma valorização do real. O Reintegra em alguns momentos pode ser necessário, em outros não. Vai se tornar permanente com alíquota móvel para que seja imediatamente ativado sem precisar de nova lei”.

      Ou seja, se a taxa de câmbio estiver desvalorizada a cumulatividade não é problema! Há ainda uma sutileza na declaração do ministro. Se o câmbio está valorizado, porque o Banco Central do Brasil continua com as intervenções de venda no mercado cambial? Que coisa mais esquisita. Mas não adianta tentar entender o que se passa na cabeça da nossa equipe econômica. Se houver racionalidade, eles fazem um excelente trabalho de confundir e se comunicar muito mal com o mercado. Boa sorte!

      ”http://mansueto.wordpress.com/2014/06/18/a-nova-confusao-com-o-reintegra/

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    • Louro José 24 de junho de 2014 at 10:30

      Tudo está bem na questão fiscal! Será?

      22 de junho de 2014 por mansueto

      ”http://mansueto.wordpress.com/2014/06/22/tudo-esta-bem-na-questao-fiscal-sera/

      LEIAM NA FONTE. TEM DIVERSOS GRÁFICOS. Leiam a entrevista do Arno, ele vive um mundo diferente do que nós vivemos.

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      Perspectivas de crescimento: medíocres

      23 de junho de 2014 por mansueto

      Há cerca de três anos muitos pensavam que o Brasil cresceria por volta de 4% ao ano. Na ANPEC, em 2011, tive a chance de escutar colegas economistas da academia e do setor financeiro falar dessa expectativa otimista. Em 11 de dezembro de 2011 escrevi aqui neste blog (clique aqui):

      “Todas as noites, na ANPEC, há uma mesa especial de debate de conjuntura e, para a minha surpresa, notei que economistas tradicionalmente alinhados com escolas mais liberais do pensamento econômico estavam otimistas e, por outro lado, economistas mais alinhados com a ala heterodoxa me pareceriam mais cautelosos. Para os mais liberais, o Brasil vai muito bem e há chance concreta de termos um crescimento (real) de 3% a 4% ao ano ao longo dos próximos dez anos.

      Todos os problemas relativos ao excesso de crescimento de gastos (mesmo que sejam transferências para famílias), a necessidade de aumentar o investimento público, novos gastos com saúde e educação, o controle da inflação etc. serão adequadamente resolvidos quase que por necessidade, ou seja, “o governo sabe que tem que ser responsável na solução desses problemas” senão ele será punido pelo eleitor.”

      Bom, os problemas não foram resolvidos e o governo de fato está sendo punido pelo eleitor. De acordo com a última pesquisa CNI/Ibope, pela primeira vez desde o inicio do seu mandato, em 2011, a avaliação do governo ruim/péssimo (33%) ultrapassou a avaliação ótimo/bom (31%). Apenas a título de comparação, quando a nossa presidenta foi eleita, em 2010, a taxa de avaliação do governo como ruim/péssimo era de apenas 4%!

      Taxa de avaliação do governo federal – março/2011-junho/2014 – % de respostas

      CNI_IBOPE

      Fonte: CNI/IBOPE

      A situação pintada pela última pesquisa do CNI/IBOPE é que 50% dos entrevistados desaprovam o governo e 52% não confiam no governo. Isso mesmo, mais da metade dos entrevistados não confiam no governo. Qual a tendência dos indicadores acima? Ninguém sabe, mas a tendência preocupa o governo.

      Adicionalmente, no meio desse crescimento da desaprovação do governo, as noticias de crescimento do PIB são cada vez piores. As projeções de crescimento do PIB estão sendo revisadas para baixo e, agora, crescimento de 1,5% este ano, passou a ser otimista. As projeções do mercado já apontam para crescimento do PIB de apenas 1,16% este ano e de 1,60%, em 2015. E tem gente no mercado que acredita que essas expectativas ainda são otimistas.

      O banco Santander já aposta em crescimento de 0,9% este ano e de 1,5%, em 2015. O economista Affonso Celso Pastore e sua equipe apostam em crescimento de 1% este ano e de 0,8% no próximo.

      Em resumo, no início de 2011, o atual governo apostava em crescimento real do PIB de 5% ao ano e muitos economistas apostavam em 4% ao ano. Estamos terminando o mandato com a perspectiva de crescimento real entre 1% e 1,5% ao ano e, se você for MUITO otimista, é possível acreditar em crescimento real de 2% para 2015 que é a expectativa do banco Bradesco. E apesar do crescimento raquítico, a inflação insiste em ameaçar o teto da meta de 6,5%.

      Adicionalmente, com a economia crescendo em termos reais por volta de 1% ao ano, esse baixo crescimento cria uma pressão muito grande do lado fiscal e uma tendência inequívoca de queda adicional do resultado primário pelo forte crescimento da despesa primária (% do PIB). E o que mais impressionante é que tem gente do governo que acha que a “Nova Matriz Econômica” foi um sucesso e se criou no Brasil as condições para o crescimento sustentável. Acredite, se quiser!

      ”http://mansueto.wordpress.com/2014/06/23/perspectivas-de-crescimento-mediocres/

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    • Louro José 24 de junho de 2014 at 10:31

      BC da Turquia reduz taxa básica de juros para 8,75% – InfoMoney
      Veja mais em: ”http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3420093/turquia-reduz-taxa-basica-juros-para

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      Usar câmbio para conter inflação no curto prazo é ‘erro mortal’, diz Delfim – InfoMoney
      Veja mais em: ”http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3420013/usar-cambio-para-conter-inflacao-curto-prazo-erro-mortal-diz

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      Japão apresenta pacote de medidas para impulsionar crescimento – InfoMoney
      Veja mais em: ”http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3419968/japao-apresenta-pacote-medidas-para-impulsionar-crescimento

      segue o QE japonês.

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      Presidente argentina se compara a “goleiro maltratado” em discurso – InfoMoney
      Veja mais em: ”http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3419937/presidente-argentina-compara-goleiro-maltratado-discurso

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      CNPE deve discutir porcentual de etanol na gasolina – InfoMoney
      Veja mais em: ”http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3419868/cnpe-deve-discutir-porcentual-etanol-gasolina

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      Esta merece uma festa.
      Após 60 anos na política, Sarney diz que não disputará eleições e deve se aposentar – InfoMoney
      Veja mais em: ”http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3419944/apos-anos-politica-sarney-diz-que-nao-disputara-eleicoes-deve

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      Como o FED define o futuro do mundo? | InfoMoney
      Veja mais em: ”http://www.infomoney.com.br/blogs/sociedade-economia-politica/post/3409239/como-fed-define-futuro-mundo

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      Boa entrevista sobre o período eleitoral
      ”http://brasileconomico.ig.com.br/brasil/politica/2014-06-23/e-importante-para-dilma-que-o-povao-sinta-a-presenca-de-lula.html

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      Marco Civil da Internet entra em vigor nesta segunda-feira
      Lei estabelece direitos e deveres para internautas e provedores.
      Projeto foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff em 23 de abril.

      ”http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/06/marco-civil-da-internet-entra-em-vigor-nesta-segunda-feira-23.html

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      Eleição de 2014 será a mais difícil para o PT, diz Rui Falcão
      Presidente do PT disse que ‘bloco de forças poderoso’ atuará contra Dilma.
      Nove partidos deverão apoiar candidatura petista no plano nacional.

      ”http://g1.globo.com/distrito-federal/eleicoes/2014/noticia/2014/06/eleicao-de-2014-sera-mais-dificil-para-o-pt-diz-rui-falcao.html

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      Aécio aponta ação contra o FAT antes de ver jogo em sindicato de São Paulo
      Para tucano, governo quer acabar com Fundo de Amparo ao Trabalhador.
      Ele assistiu a Brasil x Camarões no Sindicato dos Metalúrgicos de SP.

      ”http://g1.globo.com/sao-paulo/eleicoes/2014/noticia/2014/06/aecio-aponta-acao-contra-o-fat-antes-de-ver-jogo-em-sindicato-de-sao-paulo.html

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      Preços na Copa sobem até 500% próximo aos estádios
      G1 fez levantamento de preços no entorno dos 12 estádios da Copa.
      Cerveja, refrigerante, cachorro-quente e estacionamento ficaram mais caros.
      ”http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2014/06/precos-na-copa-sobem-ate-500-proximo-aos-estadios.html

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      Planalto tenta conter novas dissidência
      de siglas aliadas
      PR quer trocar titular dos Transportes; Dilma resiste, mas PT já admite ceder

      ”http://’http//www1.folha.uol.com.br/poder/2014/06/1475232-planalto-tenta-conter-novas-dissidencias-de-partidos-aliados.shtml

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      Dilma Rousseff recorre a propostas antigas para se opor a Aécio Neves
      PT busca reafirmar o compromisso de manter e ampliar programas do governo federal
      ‘http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/06/1474670-dilma-recorre-a-propostas-antigas-para-se-opor-a-aecio.shtml

      ===

      Promotoria suspeita que Marinho comprou imóvel com conta secreta
      Empresa atribuída a membro do TCE fez remessa de US$ 1,1 milhão na data de escritura
      ‘http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/06/1474673-promotoria-suspeita-que-conselheiro-comprou-imovel-com-conta-secreta.shtml

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      Metade dos softwares em uso no Brasil é cópia pirata
      ‘http://www1.folha.com.br/mercado/2014/06/1475213-metade-dos-softwares-em-uso-no-brasil-e-copia-pirata.shtml

      ===

      PT busca espaço para forçar discurso à esquerda
      ‘http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,pt-busca-mais-espaco-na-campanha-de-dilma-para-forcar-discurso-a-esquerda,1516570

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      Líderes no Congresso defendem fim do foro privilegiado a autoridades
      Maioria dos representantes dos partidos diz ser favorável a acabar com o julgamento de senadores, deputados e ministros diretamente em tribunais

      ‘http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lideres-no-congresso-defendem-fim-do-foro-privilegiado,1516580

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      Grandes protestos da esquerda – 16 partes
      ‘http://reaconaria.org/?s=grandes+protestos&scat=all

      ===

      Quanto gastam a Assembleia Legislativa e o TCE do seu Estado?
      ‘http://www.brasil-economia-governo.org.br/2014/06/16/quanto-gastam-a-assembleia-legislativa-e-o-tce-do-seu-estado/

      ===

      Quanto custaria o passe livre estudantil em transporte público?
      ‘http://www.brasil-economia-governo.org.br/2014/05/19/quanto-custaria-o-passe-livre-estudantil-em-transporte-publico/

      ===

      ‘http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/06/1475101-brasil-poderia-elevar-pib-em-us-35-bi-se-fizesse-uso-inteligente-do-lixo-diz-estudo.shtml

      ‘http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/06/1475292-eolicas-receberao-r-43-bi-de-investimentos-nos-proximos-anos.shtml

      ‘http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/06/1470240-video-saiba-quais-sao-os-principais-tipos-de-endividados.shtml

      ‘http://www1.folha.uol.com.br/colunas/carodinheiro/2014/06/1474793-como-escolher-bem-os-fundos-imobiliarios-ha-opcoes-mais-seguras.shtml

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      • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 10:35

        “Preços na Copa sobem até 500% próximo aos estádios”

        é… e daí? Depois da copa vai baixar 80%… grande coisa :p

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  • Jovem Estudante 24 de junho de 2014 at 10:39

    Acho que todos os elogios já foram feitos anteriormente.
    Excepcional este artigo.

    Agora uma situação que a gente ouve aqui na outra ponta da Imigrantes é que o pessoal de SP, pressionado pelas dificuldades em arrumar moradia, tem descido pro Litoral, mais precisamente pra Santos, o que tem por consequência empurrado alguns moradores, igualmente pressionados, a procurar residência nas cidades da região, algumas vezes sacrificando a qualidade de vida pela distância do local de trabalho.

    Até que ponto isto pode ser verdade? E onde posso encontrar dados estatísticos equivalentes aqui nesta região, já que por exemplo Santos ainda não está nas estatísticas do FipeZap?

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  • tomás marabo 24 de junho de 2014 at 10:46

    Não sei se já foi postado aqui, mas é bem legal:

    O segredo dos preços estratosféricos

    Olhe para estas bolsas. Você saberia a diferença de preços só de observá-las? Pois uma custa 6 vezes mais que a outra, uma diferença de R$ 7 mil. Ao dar de cara com as bolsas na vitrine, ver o preço daquela à direita (R$ 8 398) e o tamanho da diferença de preço, de repente a quantia cobrada pela bolsa da esquerda (R$ 1 375) parece menos assustadora, não? Isso é ancoragem. Pôr um preço nas alturas para que, por comparação, não achemos outros bem abaixo dele tão caros assim.

    ALGUÉM NOTOU SEMELHANÇA COM OS ANÚNCIOS DE IMÓVEIS??

    Vinho caro é melhor que vinho barato?

    Não necessariamente. Um estudo diz que o preço influi na percepção de buquês, aromas e afins. E isso não acontece se o valor cobrado é desconhecido. Ou seja, muitas vezes o gosto mais marcante de um vinho é o preço dele.

    Preço maior dá a ideia de produto melhor?

    Sim. Exemplo: segundo o autor William Poundstone, etiquetar o chocolate Mars com um preço e o Snickers com outro, pouco menor, fará o primeiro vender mais. Se inverter os preços, o Snickers venderá mais. Preço maior é um atalho cognitivo para a percepção de melhor qualidade.

    Por que o preço de um gadget cai quando sai o sucessor?

    Com o lançamento de algo novo, como o iPad, consumidores não sabem quanto ele deveria custar, pois não há com o que comparar. Assim, há mais liberdade para definir o preço. Alto no lançamento (para fãs) e mais baixo depois para o resto da boiada.

    MATÉRIA COMPLETA:
    A ciência dos preços
    Todo mundo sabe que promoções são truques para nos fazer gastar mais e que preços terminados em “99” são tática manjada. Mas a verdade é que elas – e tantas outras – funcionam e nos fazem comprar mais, consumir mais. E nos deixam mais felizes. Saiba por quê.
    por Felipe Van Deursen

    Um fuzileiro naval americano a serviço nas Filipinas quis comprar um cacho de bananas de um nativo que trabalhava perto da base. O sujeito vendia um cacho a 10 centavos e três por 35. O marine tentou explicar que o preço estava errado. “Veja, vou comprar um cacho. Aqui está uma moeda de 10”, explicou. “Vou comprar um segundo cacho, aqui está outra moeda. Agora quero um terceiro, eis mais 10 centavos. Pronto! Três cachos por 30 centavos. Mas você queria me vender por 35!” O filipino o encarou. Parecia não entender. Só com insistência os militares conseguiram comprar os três cachos por 30. Com o passar dos dias, convenceram-no a vender três por 25, pois isso impulsionaria as vendas de banana.

    O fuzileiro sentiu-se um gênio. E assim ficou por semanas, até encontrar o vendedor no centro da cidade – onde vendia o cacho a 3 centavos.

    A anedota reúne algumas das mais populares práticas aplicadas para definir os preços das coisas. E a ciência busca compreender, por meio dessas táticas, as relações comportamentais entre consumidores, vendedores, números e valores para explicar por que esse relacionamento tem forte carga emocional. Quer ver? Pegue a 2.55, uma emblemática bolsa da Chanel. Ela pode custar cerca de R$ 6 mil e não parecer tão cara assim. Como? Nada a ver com o fato de a pessoa do outro lado da vitrine ser rica ou pobre. A explicação pode estar no caso de uma mera máquina caseira de fazer pão.

    Preço âncora: é tudo relativo

    A Williams-Sonoma, rede de lojas americana especializada em produtos para a cozinha, vendia uma máquina de pães por US$ 279. Foi um fracasso. Mesmo assim, lançou uma nova versão, pouco maior, a US$ 429. Novo fracasso. Mas algo curioso aconteceu: a partir de então as vendas do aparelho de US$ 279 dobraram. Isso é o que consultores de preço chamam de ancoragem, fenômeno em que, ao estimar o valor numérico de algo, as pessoas são inconscientemente influenciadas por outros números relacionados. Quer dizer, um eletrodoméstico custar US$ 279 pode soar extravagante. Mas, se o consumidor sabe que a versão um pouco maior é mais de 50% mais cara, o preço fica mais interessante.

    A ancoragem foi descoberta em 1974 pelos psicólogos Amos Tversky e Daniel Kahneman – que chegaria a ganhar o Nobel de economia. “Kahneman contestou a teoria do Homo economicus, ser racional que sempre pensa em como maximizar seus interesses”, diz Alcides Leite, professor de economia da Trevisan Escola de Negócios. “Pessoas não são tão racionais assim ao comprar.”

    Voltando à Chanel: em 2007, ela lançou uma bolsa de couro de jacaré, toda trabalhada em diamantes e ouro. Um luxo. Preço: US$ 260 mil. Perto dessa, a 2.55 – que além de tudo é um clássico da moda, com sua alça de corrente mundialmente imitada – vira pechincha.

    A ancoragem é comum em lojas chiques e restaurantes caros. O Serendipity 3, de Nova York, tem no cardápio um sundae que custa R$ 1 580 bem perto de um cheese cake oferecido a R$ 35. Bela estratégia para convencer a clientela, enquanto espera uma celebridade aparecer no restaurante, a pagar pela sobremesa quase o preço de um prato principal.

    Mas não é só lugar badalado que usa e abusa da psicologia dos preços. O prato-feito da esquina também. Muitas vezes ele o induz a escolher exatamente aquilo que quer que você escolha. Pense em um filé com fritas. Pequeno, R$ 15; médio, R$ 20; grande, R$ 22. Se a fome for grande, você tenderá a escolher o maior prato porque proporcionalmente ele é mais barato. O restaurante pode cobrar menos, pois a quantidade de comida no prato não interfere tanto assim no custo (há outras partes envolvidas, como mão de obra, energia elétrica, gás, água etc.). Cobrando menos, o restaurante o leva a pedir logo o maior prato. É o chamado “menu induzidor”, que faz parte de um conceito largamente usado para conquistar o consumidor: o preço não linear.

    O barato da liquidação

    No comércio de produtos de alto consumo, de meias a detergente, de camisinha a sabão em pó, é mais comum vermos exemplos notórios de preços não lineares. Preço não linear é o fenômeno em que o preço final que se paga não sobe proporcionalmente à quantidade de produtos e serviços que se leva. É o famoso “compre 2, leve 3”. Não ver uma placa com essa instigante mensagem em ruas comerciais é mais difícil do que achar vaga em estacionamento de shopping aos sábados.

    O preço não linear está em todo lugar. “Empresas telefônicas oferecem descontos para ligações de longa distância para reter clientes que poderiam trocá-la por operadoras locais”, exemplifica o economista Robert Wilson, professor da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, em um de seus artigos a respeito. Ou seja, você gasta menos aqui para gastar mais ali. “É uma tática incrivelmente eficaz”, diz William Poundstone no livro Priceless – The Myth of Fair Value (And How to Take Advantage of It) – inédito em português. “Nenhuma loja pode nos obrigar a comprar 5 pacotes de sabão. Mas, com as ofertas irrecusáveis da psicologia dos preços, elas não precisam fazer isso. Em muitos casos, o consumidor econômico é persuadido a gastar mais, em nome do ‘poupar dinheiro’.”

    O problema é que você não está necessariamente economizando. “É dinheiro parado. Você faz estoque, mas esse dinheiro poderia estar rendendo em outras coisas. É uma decisão racional, só que limitada”, explica Alcides. Outro exemplo: você precisa de 2 pastas de dente, uma para agora, outra de reserva. A pasta custa R$ 2,50 e a farmácia vende 5 por 4, logo R$ 10. Tentado pela promoção, você resolve comprar o pacote, gastando R$ 5 a mais. Fez uma boa compra? Possivelmente. Saiu satisfeito? Talvez.Mas mais feliz ainda ficou o dono da farmácia, que fez você gastar R$ 10 em vez de R$ 5.

    E não venha falar de cartão de crédito. Aqui a situação piora. “Quando você paga em dinheiro, sente que ele está te deixando. Com o cartão de crédito, não”, explica Dave Ramsey, espécie de celebridade americana das finanças, no livro The Money Answer Book (inédito em português). Segundo ele, pessoas que usam o cartão de crédito tendem a gastar até 18% mais do que as que usam dinheiro vivo. E o cartão é cada vez mais popular: o volume de pagamentos com cartões da Visa cresceu quase 25% no ano passado somente no Brasil.

    Mas, se ele nos faz gastar mais, por que aumentamos o uso do cartão? Simples. Porque é gostoso. Porque gostamos de consumir. Porque é bom como sexo.

    Uma pesquisa realizada pela Universidade de Westminster, no Reino Unido, mostrou a um grupo de 60 pessoas várias imagens. Algumas tinham cenas de sexo, enquanto outras exibiam diversos produtos em promoção. De uma escala de 0 a 10, os dois grupos de fotos tiveram picos de 7 pontos em uma máquina que mede a excitação pela dilatação da pupila. Imagens de paisagens, por exemplo, ficaram nos 2 pontos. “Sexo é recompensador, assim como um bom negócio”, disse um dos fundadores da empresa que criou o software usado na pesquisa. Se as boas compras são boas como sexo, o mercado está cheio de brinquedinhos estimulantes por aí.

    Jeitinho parcelado

    Houve um tempo em que não havia anúncios de produtos à venda por algum valor terminado em “99”. Isso foi em meados do século 19. Com os anos, as lojas de departamentos americanas passaram a adotar a tática, segundo Robert Schindler, especialista em comportamento de consumo e estudioso dos efeitos desse número. Pesquisadores dizem que o preço terminado em zero é mais fácil de lembrar, por ser um número redondo. Isso fixa o preço na memória do mesmo jeito que um aniversário de 30 anos é mais lembrado do que o de 31. Assim, com o preço claro na cabeça, fica mais fácil pesquisar valores menores e, consequentemente, comprar menos por impulso. Por isso o “99” é tão presente em anúncios cujo objetivo é chamar a atenção para o preço. Segundo um levantamento feito por Schindler, 42,9% dos preços exibidos em propagandas de jornais americanos terminavam em “99”. Uma pesquisa realizada na França mostrou que a venda de uma pizza subiu 15% ao mudar o preço de 8 euros para 7,99. O que vale é a sensação de pagar menos, não a economia de 1 centavo no bolso. As pessoas não ligam para esses níqueis: em 2005, britânicos descartaram 133 milhões de libras esterlinas em moedas (leia mais sobre a moeda de 1 centavo na pág. 40). Aliás, não é só número que age no inconsciente. Vírgulas e pontos também. Quer dar um lance em um carro seminovo? R$ 20.000,00 soa maior que R$ 20 mil ou R$20000.

    Se desperdiçar moedas não é hábito exclusivo nosso, tem um que é, sim: parcelar. “Nenhum país teve inflação alta por tanto tempo como o Brasil”, diz Alcides. “Você pensa no preço da parcela, não no final”, explica. Esse contexto em um país em que a maior parte da população não tem dinheiro para comprar um eletrodoméstico à vista foi a deixa para as redes de varejo conquistarem mais clientes com o parcelamento. Dividir é tão forte no Brasil que até as lojas de luxo, cuja clientela teoricamente não precisaria parcelar, tiveram que se adaptar quando chegaram aqui. O Brasil é o único lugar do mundo em que um anel na Tiffany pode ser comprado em 10 vezes. Assim como um rack nas Casas Bahia.

    Vale quase tudo para vender. Arquitetos projetam grandes lojas de um jeito que o consumidor tenda a andar no sentido anti-horário, pois descobriram que os clientes que se movimentam assim gastam mais dinheiro. Um supermercado constatou que usar música ambiente francesa aumenta a venda de vinho francês (e o mesmo funcionou para garrafas alemãs). Parece loucura? Quem é que compra vinho por causa da música ambiente? E quem presta atenção em música ambiente? Poundstone resume: “A maior parte das decisões que tomamos no dia a dia, inclusive o que colocamos no carrinho de compras, não é tão clara assim”.

    Pague 2, leve 3 e o desbunde da promoção

    Quando o preço final que pagamos não sobe na mesma proporção que a quantidade de produtos e serviços que estamos levando, temos um exemplo de preço não linear. Ele é visto mais claramente nos shoppings e nos supermercados, na forma de “3 itens por 2” etc. Já o “99” é estudado há décadas por seus efeitos cognitivos. Sabemos que preços terminados em “99” parecem mais baratos do que realmente são. Mas, mesmo assim, consumimos mais quando estão na vitrine.

    Vinho caro é melhor que vinho barato?

    Não necessariamente. Um estudo diz que o preço influi na percepção de buquês, aromas e afins. E isso não acontece se o valor cobrado é desconhecido. Ou seja, muitas vezes o gosto mais marcante de um vinho é o preço dele.

    Preço maior dá a ideia de produto melhor?

    Sim. Exemplo: segundo o autor William Poundstone, etiquetar o chocolate Mars com um preço e o Snickers com outro, pouco menor, fará o primeiro vender mais. Se inverter os preços, o Snickers venderá mais. Preço maior é um atalho cognitivo para a percepção de melhor qualidade.

    O segredo dos preços estratosféricos

    Olhe para estas bolsas. Você saberia a diferença de preços só de observá-las? Pois uma custa 6 vezes mais que a outra, uma diferença de R$ 7 mil. Ao dar de cara com as bolsas na vitrine, ver o preço daquela à direita (R$ 8 398) e o tamanho da diferença de preço, de repente a quantia cobrada pela bolsa da esquerda (R$ 1 375) parece menos assustadora, não? Isso é ancoragem. Pôr um preço nas alturas para que, por comparação, não achemos outros bem abaixo dele tão caros assim.

    Por que o preço de um gadget cai quando sai o sucessor?

    Com o lançamento de algo novo, como o iPad, consumidores não sabem quanto ele deveria custar, pois não há com o que comparar. Assim, há mais liberdade para definir o preço. Alto no lançamento (para fãs) e mais baixo depois para o resto da boiada.

    A garantia de carro nunca dura tanto quanto promete?

    Dura para quem respeita as especificações. Entre as regras mais comuns está a da revisão. Para não perder a garantia, é preciso fazê-la em concessionárias autorizadas, onde normalmente o preço de produtos e serviços é maior. É uma tática para deixar o cliente por perto por mais tempo. E consumindo mais.

    Mais por menos?

    Como uma bermuda com mesmo tecido, da mesma marca, pode custar tanto ou mais que uma calça? Apesar de o custo de produção ser cerca de 25% menor, a resposta está na parte de cima, com botões, zíperes, costuras e rebites. Lá fica o grosso do trabalho. E ainda há a influência da moda, que estimula a demanda e, na sequência, o aumento de preços. Bermudas podem estar mais em alta que calças. O preço da camisa xadrez, no auge da moda, aumentou até 10%.

    Fontes Associação Americana de Economistas de Vinho; Clóvis Ferratoni, professor de design de moda do Centro Universitário Senac; Joel Leite, diretor da agência de notícias Auto Informe; Ana Laura Villega, repórter visual da revista VIP.

    Para saber mais

    Priceless: The Myth of Fair Value (And How to Take Advantage of It)

    William Poundstone, Hill and Wang, 2010
    +http://super.abril.com.br/cotidiano/ciencia-precos-638165.shtml

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  • FHmartins 24 de junho de 2014 at 10:57

    [Off]
    Calamidade! Tá faltando [email protected]
    hahahahaha


    Alta demanda ‘sob lençóis’ leva São Paulo a ‘importar’ garotas

    ROBERTO DE OLIVEIRA
    DE SÃO PAULO
    24/06/2014 02h00

    No entra e sai da porta giratória de um grande hotel de luxo na zona sul de São Paulo, às 23h de sábado (14), quase tudo era furtivo. Quase.

    Uma morena alta, de olhos azuis, pernas compridas e lábios carnudos saiu apressada de um Honda Civic de vidros escuros. Ignorando o protocolo da recepção, encostou no extenso balcão de madeira do café, trocou meia dúzia de palavras em inglês com um elegante quarentão e foi com ele rumo ao elevador.

    Cinquenta e sete minutos depois, ela estava de volta ao lobby, tão impecável e perfumada quanto antes. Esse é o tipo de garota com quem é fácil cruzar em shoppings como JK Iguatemi ou Cidade Jardim. Naquela noite, usava no pescoço um lenço verde vintage Hermès –um adorno para quebrar o preto do vestidinho básico DVF (Diane von Furstenberg). Nos pés, sapatos pretos com fundo vermelho de Christian Louboutin.

    Por questões “éticas”, preferiu manter a discrição e levar a conversa para longe dali, onde muitos dirigentes da Fifa estavam hospedados.

    “Até então, achava a Fórmula 1 imbatível, mas a Copa está uma loucura”, disse Nashila (pessoa jurídica), 23. Ela é uma das garotas que engrossam o grupo de mão de obra “importada” para trabalhar em agências de acompanhantes e “night clubs” em tempos de grande demanda. Cerca de 600 mil estrangeiros estão no país por causa da Copa. Ao menos 63.362 passaram por São Paulo, segundo o Ministério do Turismo.

    Gaúcha de Caxias do Sul, Nashila conta que ganhava, no máximo, R$ 400 por programa em eventos como a Expointer, feira agrícola de Esteio (RS).
    “É minha terceira vez em São Paulo. Fui à Agrishow, em Ribeirão Preto, neste ano e à Fórmula 1 no ano passado, mas nada se compara ao Mundial. Nunca vi tanto gringo no Brasil.”

    Sobre o cachê, Nashila diz que o preço pelos encontros em hotéis luxuosos é fixo: US$ 900 (cerca de R$ 2.000). “Beleza conta, mas fui selecionada pela agência também por causa do meu currículo.” Ela é fluente em inglês. “No final da adolescência, morei um ano em Seattle, fazendo intercâmbio. E, por viver em Porto Alegre, arranho bem o espanhol”, diz. “Percebe por que as chances de baixar o cachê são nulas?”, diz, enquanto dá uma leve borrifada de “Joy”, de Jean Patou, no pescoço.

    Nashila se enquadra no “padrão Gisele Bündchen de beleza”: garota do Sul, de cabelos lisos e longos, pernas compridas, pele e olhos claros, as preferidas de latinos e americanos, segundo boates e agências de acompanhantes. Já os europeus, especialmente os alemães, os ingleses e os holandeses, querem as mulatas “do samba, tipo exportação”, como as cariocas e as baianas, nas quais os excessos somam pontos.

    De Feira de Santana (BA), Danny (“nome de guerra”), 20, diz que é dançarina. Habilidosa nos passos do axé, conta que dançou com bandas como Chiclete com Banana e Asa de Águia. No final de maio, recebeu um convite para trabalhar em São Paulo.

    “Como estava o pessoal da Fifa por aqui, mais de 500 pessoas, além de um ‘casting’ absurdo de patrocinadores, a agência me chamou para o serviço de acompanhante”, explicou a morena de cabelos encaracolados, olhos verdes e corpo de dançarina, “com pernão, bração e cia.”, segundo definição dela própria, que rejeita a pecha de garota de programa.

    JORNADA DUPLA

    Figurinhas fáceis nas micaretas da Vila Madalena, os turistas estrangeiros estão animando outras festas por São Paulo. O movimento em casas como Café Photo, Romanza e Bahamas triplicou. Na madrugada de quarta (18), por volta das 3h, mais de 300 homens se divertiam no Café Photo, no Itaim. Lá, só se falava em inglês. A maioria veio assistir ao jogo da Inglaterra, que perdeu de 2 a 1 para o Uruguai, na quinta-feira (19).

    Os estrangeiros, que andam com fama de pechinchar até o preço de milho cozido, abrem a mão à noite e gastam, em média, R$ 700. Fora a grana das meninas, que vai de R$ 800 a R$ 2.000.

    Executivo de uma empresa de energia, o galês Stephen (que não informou o sobrenome), 47, estava com oito colegas. “As mulheres são lindas. Não é tão caro. Gastaríamos mais em Londres.” O Café Photo era a segunda casa que os britânicos visitavam no terceiro dia em São Paulo.

    Para atender ao circuito AAA da prostituição, a rotina de trabalho segue a lógica do mercado: “Depende do dia, dos jogos da Copa e até do resultado de cada partida”, diz a paulista Tábatha (nome de trabalho), 23, do Bahamas.

    “Por exemplo, no período que antecedeu a abertura do Mundial e no fim de semana seguinte, foi puxado. Tinha muito trabalho nos hotéis de luxo e nas casas.” Segundo ela, agora é hora de ganhar dinheiro. “Estou torcendo para times como Alemanha, Itália, França e Inglaterra. Os turistas desses países são os mais generosos”, disse Tábatha, que, com as horas extras, já estava com passagem marcada para curtir o verão europeu na Itália. “Desta vez, sem trabalho. ‘Just relax’.”

    ALCOVITEIROS DA COPA

    Quem também anda na correria são os taxistas. Nos arredores de luxuosos hotéis, eles se transformaram nos maiores onze-letras de São Paulo. São os motoristas que fazem a ponte entre “cliente” e “acompanhante”. Ao levarem um gringo para o Romanza, por exemplo, ganham R$ 120. No Café Photo, o valor por cabeça é de R$ 80 –antes, não passava dos R$ 40.

    “Eles querem saber onde estão as mais ‘calientes’, as de bumbum bem brasileiro”, diz “Gordo”, taxista que trabalha nos Jardins, principalmente com hóspedes do Tivoli e do Renaissance.

    Para atendimento nos hotéis, que permitem ao hóspede receber a “convidada” no quarto, geralmente as “acompanhantes” chegam de motorista particular. “Para não dar bandeira”, diz um “concierge”, que, por motivos óbvios, pede anonimato.

    Sob o pretexto de manter uma “política de privacidade”, nenhum desses hotéis quis comentar o assunto.

    “Nesse universo, quanto mais discreto, melhor para todo mundo”, afirma o recepcionista, que anda feliz da vida com a “tip” (gorjeta) que recebe tanto das meninas quanto dos clientes delas.

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  • chapolin 24 de junho de 2014 at 11:05

    CA, parabéns por mais um bom artigo. Considero que suas análises a partir dos dados são uma das evidências mais contundentes da impossibilidade de sustentação desta situação. Queria que o Robert Shiller tivesse acesso ao seu material, e principalmente, ver uma réplica do SECOVI ao trabalho que você faz a partir dos dados divulgados por eles.

    CVR

    Conversando com alguém que trabalha em uma administradora de aluguel, onde um funcionário, somente ele, começou a trabalhar com vendas, anos atrás. De acordo com este meu conhecido, a pessoa, que antes se dava muito bem com as comissões, não vende mais nada há tempos.

    Outro amigo, que trabalha em uma construtora, ainda insiste que comprar é um bom negócio, mas frisa o longo prazo, e que a tendência do mercado é apostar em imóveis compactos (para mim, um subterfúgio para fazer “caber a parcelinha”), e cita o déficit habitacional…..nem replico mais, a realidade está aí para quem quiser enxergar. Aproveito para mudar de assunto e jogar conversa fora ele.

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  • FHmartins 24 de junho de 2014 at 11:09

    Plano Diretor de São Paulo ‘fixa’ moradia a 50 km do centro

    ARTUR RODRIGUES
    REYNALDO TUROLLO JR.
    DE SÃO PAULO
    24/06/2014 02h00 – Atualizado às 10h27

    Publicidade

    O futuro Plano Diretor, que dará as diretrizes do desenvolvimento de São Paulo pelos próximos 16 anos, prevê a regularização de loteamentos clandestinos e favelas a mais de 50 km do centro da cidade e às margens de represas.

    O principal objetivo do projeto, que depende de segunda votação na Câmara, é estimular a habitação próxima dos eixos de transporte para diminuir o tempo de deslocamento até o trabalho.

    Mas algumas áreas que o plano regulariza vão na contramão dessa prioridade. O Jardim Vera Cruz, no extremo sul, por exemplo, fica a 14 km do corredor de ônibus mais próximo, em Parelheiros.

    “Aqui falta tudo. Não tem esgoto, água encanada, transporte”, diz a auxiliar de serviços Nilza Rodrigues Santos, 57, moradora do bairro. Ela gasta seis horas diárias para ir e voltar do trabalho.

    Relator do Plano Diretor e integrante da base do prefeito Fernando Haddad, o vereador Nabil Bonduki (PT) diz que a regularização desse tipo de bairro só ocorre por falta de opções para remoção.

    “Se fosse possível, seria melhor que ele [o bairro] não existisse. É distante, totalmente incoerente com o que o Plano Diretor propõe, que é aproximar habitação do emprego, mas ele já está consolidado”, afirma Bonduki.

    Parte do bairro está entre as chamadas Zeis 1 (Zonas Especiais de Interesse Social 1), áreas ocupadas por população de baixa renda em que há interesse do poder público de fazer regularização, melhorias e moradias populares.

    Editoria de Arte/Folhapress

    A Folha visitou outros pontos do extremo sul da cidade que se encaixam na categoria e, ao mesmo tempo, são isolados e à beira das represas Billings e Guarapiranga.

    A estimativa é que cerca de 1,5 milhão de pessoas vivam no entorno dos dois reservatórios. A legislação admite a possibilidade de moradia nas áreas de mananciais, mas com restrições de distância.

    “As ocupações já existem. Se a gente não der resposta para esse problema, as famílias que estão lá continuarão poluindo a represa”, diz Bonduki. “Imaginar que seja possível remover 1,5 milhão de pessoas é fora da realidade.”

    O Plano Diretor, segundo ele, vai melhorar a situação desses locais e ainda tentar estimular a ocupação de áreas com melhor infraestrutura por meio de outros mecanismos, como o incentivo à ocupação de terrenos subutilizados mais próximos do centro.

    Ainda segundo Bonduki, cada uma das Zeis ganhará, posteriormente, um plano de urbanização que vai mapear, por exemplo, casas em áreas de risco para fazer a remoção.

    O vereador Gilberto Natalini (PV) diz que a regularização dessas áreas estimula novas ocupações ilegais e traz riscos ambientais. “Acho que o Plano Diretor, neste particular, está muito conformista: já que está, deixa ficar. Legaliza tudo e acabou.”

    Mario Mantovani, diretor da SOS Mata Atlântica, defende o plano por avaliar que restrições anteriores não impediram ocupações irregulares.

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    • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 11:26

      Aqui falta tudo. Não tem esgoto, água encanada, transporte”, diz a auxiliar de serviços Nilza Rodrigues Santos, 57, moradora do bairro. Ela gasta seis horas diárias para ir e voltar do trabalho

      Sabe o que me revolta? Esse pessoal vai morar em locais completamente inóspitos, aí reclama que não tem nada, e ainda exige que alguém faça alguma coisa. E sempre tem um político atrás de voto que vai gastar meu dinheiro à toa com essas coisas.

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      • chapolin 24 de junho de 2014 at 11:36

        Acho que a questão que se tem que analisar antes é: porquê a pessoa foi morar neste lugar?

        Acredito que todos nós, eu e você incluso, vamos procurar morar no melhor lugar possível, e que caiba no nosso orçamento. Só quem vai morar no “fim do mundo” é quem não tem como pagar por um lugar mais urbanizado, mais central. Então, o que resta é ir para lá, ou ficar em uma favela onde os gastos com transportes serão menores (caso do Rio de janeiro).

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        • Breaking Bad Bolha 24 de junho de 2014 at 11:56

          Concordo, além do mais, a reclamação dela só não teria cabimento algum se ela não fosse cobrada por taxas, impostos e contribuições. Se o Estado tributa (“roubo oficializado”), deveria, no mínimo, dar contrapartida.

          0
      • gavião 24 de junho de 2014 at 12:02

        até parece que vão porque querem… cuidado com esse entendimento da realidade.
        Ele é totalmente distorcido.
        Não paute a vida dos outros pela sua.
        Os mais pobres estão sendo empurrados pra mais longe, desde sempre. Isso não seria problema, se essas áreas não fossem totalmente negligenciadas pelo poder publico.

        Ou vc prefere que eles invadam os prédios abandonados no centro?

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  • Bolha BOSS 24 de junho de 2014 at 11:21

    Especulação Imobiliária Pré-Copa não se concretiza e valores dos imóveis desaceleram durante o mundial

    http://www.brasilengenharia.com/portal/noticias/noticias-da-engenharia/9209-especulacao-imobiliaria-pre-copa-nao-se-concretiza-e-valores-dos-imoveis-desaceleram-durante-o-mundial

    O boom no valor dos imóveis, que para especialistas estava propício ao aumento durante a Copa do Mundo não se concretizou. “A inflação imobiliária que era dada como certa não passou de especulação e os preços estão estagnados”, diz o empresário e arquiteto urbanista Luiz Augusto de Castro. Os turistas que eram esperados para o evento, não estão dispostos a gastar com hospedagens superfaturadas e buscam alternativas. Para quem decidiu comprar um imóvel nas cidades-sedes da Copa faz bom negócio durante a competição. Com a baixa procura os preços não conseguiram se manter devido as especulações, porém o momento é promissor para locação com preços justos.
    O que acontece é uma “farofa” em virtude da festa da Copa. Os “gringos” que vieram assistir ao mundial não estão interessados em luxo, até porque a cultura brasileira não é essa. O que realmente importa são as diversidades que o país oferece, as festas atípicas, a musicalidade; de fato o que une o povo. Em decorrência disso, a inflação dos imóveis para locação apostada pelos proprietários, não se realizou. Com o evento acontecendo e não vingando o lucro esperado, os proprietários de imóveis tiveram que readaptar seus valores e para os estrangeiros ansiosos, alternativas não faltaram.
    Uma das opções são as estadias em hostels, onde os clientes alugam os quartos e sublocam as camas, por um preço acessível. No Rio de Janeiro, os barracos foram reformados para locação, proporcionando conforto e qualidade com valores consideráveis. Outra alternativa que os estrangeiros da America Latina buscaram, foi vir para o Brasil com seus próprios veículos ou trailers e fazê-los de dormitório, arcando apenas com estacionamento se necessário.
    É do conhecimento de todos que o mercado esta passando por uma desaceleração de valorização – que é um cenário que vai além da Copa – porém são através dessas dificuldades que surgem as grandes oportunidades de negócios, que matem o mercado sempre aquecido.
    Para Luiz Augusto de Castro “Talvez nunca estivemos entrando num momento tão interessante e favorável no mercado imobiliário, principalmente nas grandes cidades para o fim de uma situação que jamais em toda história irá continuar.” Indícios que confirmaram esse fato foram divulgados nesse mês pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o valor médio do m² anunciado no Brasil desacelerou novamente em maio, pelo sexto mês consecutivo. Agora com o ajuste nos preços dos imóveis o momento é propício para negociação.

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    • Louro José 24 de junho de 2014 at 11:28

      Tópico.
      Nós avisamos.

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      • Breaking Bad Bolha 24 de junho de 2014 at 12:08

        Para Luiz Augusto de Castro “Talvez nunca estivemos entrando num momento tão interessante e favorável no mercado imobiliário, principalmente nas grandes cidades para o fim de uma situação que jamais em toda história irá continuar.”
        Alguém consegue entender o que o arquiteto luminar quis dizer? É a típica resposta “em cima do muro”, senão vejamos:
        1- …Talvez nunca estivemos entrando num momento tão interessante e favorável no mercado imobiliário…
        PONTO DE VISTA CORVETÓRIO: momento interessante para investir em imóveis, COMPRE, COMPRE, COMPRE!
        PONTO DE VISTA BOLHISTA: momento interessante, PLOC!
        2- …fim de uma situação que jamais em toda história irá continuar…
        PONTO DE VISTA CORVETÓRIO: aproveite que esse momento de baixa não irá se repetir: COMPRE, COMPRE, COMPRE!
        PONTO DE VISTA BOLHISTA: com o PLOC!, acrescido de outras mazelas da economia de banânia, a especulação imobiliária não mais se repetirá nos moldes em que se praticou até agora.
        Ah, Faça-me o favor!

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        • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 12:30

          Achei o texto pró-corvo…

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    • Oriundo 24 de junho de 2014 at 11:28

      Estão querendo passar a idéia de que o preço está bom e que não subiu.
      Mal sabem eles que o pior ainda estar por vir.

      Quedas superiores à 50% a fim de se adequarem à RENDA !

      0
      • Lucas 24 de junho de 2014 at 11:48

        queda média de 50% é bem razoável para ajustar, mas tem bairro aí que 80% vai ser pouco.

        Descontinho real de 30% hoje é realidade normal de quem quer vender de verdade

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        • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 11:51

          Tou começando a achar mesmo que 30% vai ser só um começo de conversa daqui a um ano. Sim, um ano acho que esta joça ainda resiste. Brasileiro não desiste nunca quando é no ramo de fazer besteira.

          0
          • Lucas 24 de junho de 2014 at 11:57

            concordo
            resistir vai depender da urgência do vendedor.
            quanto mais teimar, mais vai perder

            0
          • LZ 24 de junho de 2014 at 12:14

            O cara só dá o braço a torcer quando estiver na lama ou tomando uma bela motumbada.

            Vide exemplo do mercado para as Xs, todo mundo sabia que ia dar ruim e teve gente segurando a bomba na mão até ela explodir, hoje ela vale NADA, mas ainda sim tem malucos falando que vai melhorar.

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    • Fausto Luiz 24 de junho de 2014 at 12:09

      Era óbvio!

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    • InvestidorSP 24 de junho de 2014 at 15:07

      Assim como a Europa, Japao, Eua e outros paises nao permitem a entrada de turistas sem dinheiro o Brasil deveria ter feito o mesmo, estaes caras so estao provocando problemas, roubos e badernas.

      É a escoria da escoria que veio para o Brasil em sua maioria

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      • Lucas 24 de junho de 2014 at 15:27

        pois prefiro a baderna deles que a nossa rotina
        Sp está uma beleza em dias de jogo

        0
  • Louro José 24 de junho de 2014 at 11:28

    A China está literalmente movendo montanhas para construir novas cidades
    Por: Sarah Zhang
    6 de junho de 2014 às 15:16
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    cidadechina

    A China está em uma onda de construções enormes e nada vai pará-la – nem mesmo uma montanha. É isso mesmo: montanhas inteiras estão sendo demolidas para preencher vales, abrindo caminho para as cidades do futuro. O problema é que ninguém sabem exatamente o que está fazendo. “Mover terra nessa escala sem apoio científico é loucura”, alertam três professores chineses de engenharia à Nature.

    Como a China planeja fazer com que 100 milhões de habitantes de zonas rurais se mudem para cidades, a construção rápida se tornou quase uma exigência. É fácil ver prédios que acabaram de ficar prontos simplesmente desmoronarem. Esses projetos de mover montanhas são igualmente apressados, mas estão sendo realizados em uma escala ainda maior por engenheiros com pouca experiência em achatar montanhas. E se, por exemplo, uma cidade construída em um solo instável cair durante uma chuva?

    Essa é uma preocupação real em Yan’an, uma das muitas cidades que estão sendo construídas no lugar de montanhas. Vales foram preenchidos com silte – um solo leve que pode facilmente entrar em colapso com chuvas. Dezenas de topos de montanhas em toda a China estão sendo demolidos com pouca atenção para questões ambientais como poluição do ar, erosão do solo ou perda de água subterrânea. Há tanto dinheiro a se ganhar – para algumas pessoas – que os riscos não estão sendo devidamente estudados, questionam os professores na Nature.

    A situação toda lembra uma fábula chinesa em que um velho desafia todas as expectativas ao cavar lentamente duas montanhas na frente da sua casa. É uma história de perseverança, acredito. (Meus parentes são imigrantes chineses, e me contaram diversas vezes a história quando eu era uma criança). Mas quando a fábula se torna realidade, é bom dar uma conferida no que a ciência tem a dizer. [Nature]

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  • Oriundo 24 de junho de 2014 at 11:31

    Lembram do banheiro do papa ?

    “http://oglobo.globo.com/rio/turistas-fazem-acampamento-na-areia-da-praia-de-copacabana-12992815

    Vai valorizar 30% agora …

    0
  • Coelho da pascoa 24 de junho de 2014 at 11:31

    O apartamento que monitoro na Zona Sul de São Paulo teve o preço derrubado pela destrutora para 260 mil, em abril do ano passado era 287 mil, só pra corrigir a inflação era pra ele ir para a 310 mil #SQN!
    E mais, se eu corrigir pelo IGPM o preço de lançamento de 195196 reais ficaria hoje em aproximadamente 250 mil.
    Vai subir ainda mais! #SQN!

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  • Lucas 24 de junho de 2014 at 11:43

    Usar câmbio para conter inflação no curto prazo é ‘erro mortal’, diz Delfim – Neto no InfoMoney

    “http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3420013/usar-cambio-para-conter-inflacao-curto-prazo-erro-mortal-diz

    Pra resumir, um ajuste severo deverá vir dentro de 18 meses, o bolsa-dólar é um erro. Leia-se Maxi-desvalorização, contagem regressiva.

    (pessoalmente acho 18 meses muito, delfin sempre foi mto otimista até pq ele tem rabo preso com o que ta aí)

    0
    • Lucas 24 de junho de 2014 at 11:44

      e por falar no que esta aí, o pior governo dos últimos 20 anos, segundo ibope:

      “http://www.infomoney.com.br/blogs/epolitica/post/3419924/rejeicao-pressiona-dilma-compara-segundo-mandato-fhc

      0
      • Lucas 24 de junho de 2014 at 11:45

        e pra completar, segue o tamanho da conta:
        80 bilhões/ano de preju no Caixa do governo

        “http://www.valor.com.br/brasil/3592180/deficit-em-conta-corrente-de-maio-supera-expectativa-do-bc

        0
  • Samuel Ritter 24 de junho de 2014 at 11:47

    Além do que foi tratado no texto, existe outra questão a ser considerada. As famílias com renda superior a 20 salários mínimos (na prática os únicos com condição de comprar imóveis acima de 500k dilmas) não querem os imóveis anunciados por 500k dilmas, pois esses imóveis não atendem as expectativas que essas famílias tem do imóvel ideal para sua realidade financeira.

    Alguns estão comprando o que podem… mas percebo que a grande maioria simplesmente não está comprando por pura incompetência das construtoras, que falharam em criarem empreendimentos voltados para o cliente, aprovando plantas que satisfazem unicamente o ego de arquitetos “moderninhos”.

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  • Lucas 24 de junho de 2014 at 11:47

    Ah e tem o planoB, nossos hermanos que vão importar todo o encalhe de carros,
    será???

    PIB da Argentina caindo puxado por indústria e construção, em recessão de 0,2% do PIB no primeiro Semestre

    “http://www.valor.com.br/internacional/3591866/pib-da-argentina-cai-puxado-por-industria-e-construcao#ixzz35ZHkXKZB

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  • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 11:49

    Vinte minutos lendo o texto.
    Fiquei 5 gramas mais inteligente.
    Obrigado, mais uma vez, CA, por seu esforço intenso em criar informação fresca e saudável para o pessoal do blogue.

    0
    • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 12:29

      Achei o texto mais “nocaute” do blog. Muito bom mesmo

      0
  • Rodrigo Sampaio 24 de junho de 2014 at 12:08

    Pessoal,

    alguém por aqui tem a queda das ações das “grandes construtoras” nos ultimos meses ou anos na BOVESPA?
    Já vi alguns usuários postando…
    Agradeço a todos!

    0
    • taggart 24 de junho de 2014 at 12:23

      http://br.advfn.com entre neste site e consulte todas,ponha em cotação e digito o nome da empresa,em baixo da cotação diaria mostram os ultimos anos(media de -70% em todas)

      0
      • Rodrigo Sampaio 24 de junho de 2014 at 17:05

        Muito obrigado!

        Valeu pela ajuda…

        ;D

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    • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 12:25

      Olha no Yahoo Finanças

      0
      • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 12:25

        Ou no índice imob, dentro da bovespa

        0
        • Rodrigo Sampaio 24 de junho de 2014 at 17:04

          Muito obrigado pela ajuda!!!

          =)

          0
  • Curioso 24 de junho de 2014 at 12:14

    Mais um ótimo texto do colega CA!!!

    DESTACO: “Por tudo que consta neste trabalho, fica claro que não teremos uma volta ao equilíbrio entre oferta e demanda em São Paulo, sem que antes os preços se reduzam para um patamar em que a demanda possa aumentar. Pelo tamanho da distorção entre oferta e demanda e entre preços de venda e renda das famílias, fica claro que tal ajuste de preços terá que ser significativo para que isto aconteça.”

    FOGO NO CABARET ! ! !

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  • Bolha BOSS 24 de junho de 2014 at 12:29

    Minha Casa Minha Vida alavanca construtores

    http://brasileconomico.ig.com.br/negocios/2014-06-24/minha-casa-minha-vida-alavanca-construtores.html

    O cenário macroeconômico desfavorável ao mercado imobiliário, sob o peso dos juros e da inflação, ampliou a atratividade do segmento de habitação popular, alavancado pelo Minha Casa Minha Vida. Entre as dez empresas com maior volume de contratos, sete atuam de forma localizada e apenas três são companhias de capital aberto, conforme indicam dados do Ministério das Cidades referentes ao período entre janeiro de 2009 e abril de 2014. Um dos principais atrativos está no baixo risco, já que se trata de um programa habitacional do governo federal com altas doses de subsídios.

    No topo do ranking do Minha Casa Minha Vida (MCMV) estão dois pesos-pesados do setor: MRV Engenharia, com R$ 6,5 bilhões em contratos firmados no período, e Direcional Engenharia (R$ 3,9 bilhões). Com lucro líquido de R$ 81 milhões nos três primeiros meses do ano, a MRV registrou no período recorde de vendas contratadas na história da companhia, sendo 81% elegíveis ao programa habitacional. “Dos lançamentos da MRV no primeiro trimestre, 71% foram de empreendimentos do Minha Casa Minha Vida”, afirma Lenon Borges, analista da Ativa Corretora.

    A aposta da Direcional no segmento de menor renda vem sendo recompensada no mercado de ações. Ao lado da Brookfield, cujo processo de fechamento de capital fez subir o valor de seus papéis, a Direcional é uma exceção dentro do setor de construção civil na BM&FBovespa, castigado pela alta nas taxas de juros e inflação — dois fatores que impactam a decisão de consumo. “As construtoras pensaram que podiam lançar novos empreendimentos ‘ad aeternum’. Agora, aumentou a incerteza com relação ao cenário econômico”, resume Celson Placido, sócio da corretora XP Investimentos, acrescentando que a redução no ritmo de lançamentos imobiliários não surtiu o efeito desejado por conta da retração nas vendas.

    Dos R$ 771,5 milhões em empreendimentos lançados pela Direcional no primeiro trimestre deste ano, 100% (10.196 unidades) foram de imóveis na Faixa 1 do MCMV, que compreende famílias com renda mensal até R$ 1,6 mil. “A Direcional está muito focada na Faixa 1, que muitas construtoras abandonaram por não conseguirem ganhar dinheiro. A companhia consegue construir um prédio desse padrão em 45 dias”, diz Placido. “E o retorno sobre investimento (ROI) deles está na casa de 15%, 16%”. Já o ROI da MRV é considerado baixo pelo mercado, sustenta o sócio da XP Investimentos, o que ajuda a explicar a perda superior a 10% acumulada pelas ações da construtora neste ano. “Num momento em que a Selic (taxa básica de juros) está em 11%, um retorno sobre investimento de 10,5%, como o da MRV, é considerado baixo”, explica.

    Terceira no ranking do MCMV, a mineira Emccamp Residencial fechou R$ 2,2 bilhões em contratos ao longo dos cinco anos de existência do programa habitacional. A empresa atua em Minas Gerais e também nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, tendo entregado mais de 14 mil unidades até hoje. “As grandes construtoras não tinham expertise para trabalhar com esse perfil de obra”, diz Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas. Mesmo com a valorização nos preços de terrenos, que comprimiu as margens em alguns mercados, não faltam companhias interessadas em investir no segmento. Por trás de nomes ainda pouco conhecidos nacionalmente, como Cury Construtora (4ª no ranking) e Bairro Novo (17ª), estão Cyrela Brazil Realty e Odebrecht, respectivamente.

    Levantamento da FGV/Ibre junto a 646 empresas de construção espalhadas pelo país avaliou, em abril, a relevância do MCMV para o setor. Uma das conclusões foi de que — no ambiente macroeconômico atual — pequenas, médias e grandes construtoras depositam no programa expectativas favoráveis para o médio prazo. Entre as pequenas, 28,5% classificaram como alta ou média a importância do Minha Casa Minha Vida para a empresa nos próximos 12 meses. No patamar das companhias médias esse percentual foi de 17,5% e no das grandes, 18,3%.
    Numa análise em retrospecto, 22% das pequenas empresas de construção civil consideraram o MCMV de alta ou média importância nos últimos 12 meses, contra 13,6% das médias e 13,8% das grandes. Ontem, a presidenta Dilma Rousseff aproveitou uma cerimônia de entrega de unidades do MCMV no Amapá para anunciar que lançará em 1º ou 2 de julho a terceira edição do programa habitacional.

    “Esse é um programa que dificilmente vai ser descontinuado, mesmo se Dilma não for reeleita”, acredita Borges, da Ativa. “Eduardo Campos já se comprometeu a construir quatro milhões de moradias. Aécio Campos não se aprofundou no tema, mas já deu a entender que manterá o programa”. O analista destaca ainda o fato de o país ainda apresentar elevado déficit habitacional, principalmente na base da pirâmide de renda.

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    • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 12:32

      Esse jornal têm capital do José Dirceu. Além de colunista, a esposa dele participa do grupo editorial. E o IG tem farto dinheiro do contribuinte.

      Não confio!

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      • RosinhA 24 de junho de 2014 at 12:37

        Pior que sim enxofra, nos interio como disse abaixo o pessoal vem conseguindo pegar essa grana até que facilmente para direcionamento de MCMV se tiver o terreno documentado é mamão com açúcar …………..

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  • RosinhA 24 de junho de 2014 at 12:36

    O Chileno CA sempre fantástico 😉

    Olha CA o negócio todo explicado por ti ficou supimpa mesmo !!!! até li 2 vezes alguns parágrafos………

    Mas tem um detalhe interessante nesse caldo todo:

    Porque ainda constroem, esqueçamos um pouco grande destrutoras, esse monte de tijolo, areia e cimento jogados pelas calçadas do país inteiro, AGORA NOS INTERIÔ DA VIDA…

    Porque construção civil se lava dinheiro, se dá ainda mais que 100% de lucro e o bananeiro médio tem como sucesso pessoal muitas vezes o carro e quantas propriedades a pessoa possui….

    Ainda se vende, as grandes não erraram na mão e sim no planejamento, não imaginavam 4/5 se juntando e levantando conjuntinho de 8 aptos com preços mais atrativos dos xoxotecas da vida…

    Só que a situação da economia piorou e por ISSO a queda de vendas vem se acentuando, como bem disse a maioria das transações são trocas, upgrades e rolos, o grosso de vendas de novos e usados ainda acontecem pois conversei com pessoal do cartório aqui local e pasme:

    30 a 40% em média do valor venal muito baixo por sinal quer dizer que as vendas estão voltando sim a acontecer, mas os valores estão manipulados, como sempre gosta de ser independente em pensamento como eu, isso pode explicar muita coisa………

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    • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 12:42

      Os grandes perceberam a GOME e já estão parando de construir. Os pequenos, os 4/5, só vão descobrir tarde demais.

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      • RosinhA 24 de junho de 2014 at 12:50

        Ai que está o X de enXofra rsrs.

        As grandes aceitam menos de 5% de entrada em muitos casos na pRanta e usam o valor subsidiado muitas vezes para terminar a obra, e esse valor vai pra la, pra cá, pra acolá, pra Suiçáa entende……..

        Os caras que se juntam em 4/5 geralmente recebem pelo menos 30% de pessoas que realmente querem o imóvel e tem grana pra levar até o final, tanto que depois de umas 2 construídas os 4 já tem condições de fazer sozinho devido ainda ao alto lucro….

        Temos bolha evidente que sim, construíram demais evidente que sim, mas o panorama das construtoras foi falha de planejamento por isso disse que ainda vende mas trocou-se de mão o lucro, por pessoas mais preparadas e mais capacitadas, construtoras são um grande circo sem dono hoje…………..

        Bolha no preço que é manipulado na hora da venda, com pelo menos mínimos 30% off, ou até mais na negociação direta, quem ainda não viu é porque não esfregou garoupas na cara dos caras, e preço de anuncio não vai cair mesmo…

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        • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 12:51

          ” pra Suiçáa entende……..”

          Isso explicaria muita coisa

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        • Vinícius from "Bananaland" 24 de junho de 2014 at 12:58

          Com certeza que a falta de planejamento é o que está quebrando as grandes destrutoras… como pode com um produto cujo preço de venda é mais de 8x o seu custo e elas ainda tem balanços com esse prejuízo!?!? Se o mercado estivesse saudável era pro caixa das destrutoras estar bombando…

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          • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 13:55

            O Caixa 2 dos diretores já está bem longe da Banânia.
            Mas em algumas foi desleixo mesmo. Sabe quando a empresa fica surpresa com tanto $$$ entrando e a torneira começa a pingar para todos os lados. Agora no çanguiiiii esse dindim faz falta.

            0
    • CA 24 de junho de 2014 at 12:45

      E aí Chilena RosinhA,

      Grato!

      No interior acompanho de perto e posso afirmar que também tivemos redução relevante nas vendas. Os dados do CRECI SP demonstram isto quanto a usados e os do SECOVI SP quanto a novos, assim como está ocorrendo nas demais regiões (litoral e ABCDGO), mas é verdade o que colocaram mais acima, a migração da Capital para estas cidades ocorreu em larga escala antes, só que agora, o próprio preço destas regiões tem sido proibitivo para pessoal da Capital.

      Sobre dados de cartório, o grosso da venda a base de troca ainda ocorre para usados, assim como uma parcela dos novos que não é venda falsa nem especulação e que se refere aos encalhados vendidos com grande desconto.

      Vamos continuar acompanhando…

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      • RosinhA 24 de junho de 2014 at 12:53

        FAla cabeludo kkkkk, o negócio CA é que como disse acima tem muita gente vendendo direto, tirando corvo, Sócorvis e Croça da vida, o cartório seria o termômetro ideal, mas não tem nada unificado infelizmente….

        O preço que é o X CA, já vejo lançamento de pequeno construtor por 190k o que era 250 k ano passado e ainda tem um belo lucro, isso se chama assassinato das grandes……..

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        • Vinícius from "Bananaland" 24 de junho de 2014 at 12:59

          Dr SD já tentou implantar um índice aqui na Banânia nos moldes do Case-Schiller… pergunta se os SÓCORVOS da vida permitiram?

          0
        • Fausto Luiz 24 de junho de 2014 at 13:00

          Torço muito, sem ironia, para que esse avatar não mude até a final. Pinoche agradece! Até.

          0
        • CA 24 de junho de 2014 at 17:04

          RosinhA,

          Entendi melhor agora, grato pelo complemento. Não tenho dados mais detalhados a respeito, mas vi artigo recente falando em “quebra” de até 10% das pequenas construtoras, divulguei em algum post anterior, mas não consegui localizar agora, estou meio sem tempo, de qualquer forma, é sinal de que as coisas não estão tão fáceis para eles também…

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  • Fantasma da craçe C 24 de junho de 2014 at 12:51

    Preço do aluguel registra queda de 0,64% na prévia de junho

    “http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/economia/noticia/2014/06/preco-do-aluguel-registra-queda-de-0-64-na-previa-de-junho-4522927.html

    A primeira prévia de junho do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, teve queda de 0,64% nos preços. A taxa é inferior à observada na primeira prévia de maio, que havia sido 0,06%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

    A queda foi provocada pelos preços no atacado e no varejo. O subíndice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, caiu de -0,28% em maio, para -1,32% em junho. Já o subíndice de Preços ao Consumidor, que acompanha o varejo, recuou de 0,64% em maio para 0,14% em junho.

    Por outro lado, a inflação dos preços da construção, medida pelo subíndice de Custo da Construção, subiu de 0,92% na primeira prévia de maio para 1,91% na primeira prévia de junho.

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  • Kimbs 24 de junho de 2014 at 12:59

    Excelente artigo! Acho irrefutável os argumentos, principalmente a demostração de que a excesso de oferta de imóveis acima de 500k, rebatendo fortemente a máxima do “déficit habitacional”.

    Analisando o artigo e o atual mercado, vejo que o problema sempre foi a falta de desenvolvimento sustentável.
    Falamos em pleno emprego, mas sem aumentar a produção;
    São construídos milhares de imóveis, mesmo sabendo que não há demanda pelos preços praticados;
    Distribuímos bolsas sem gerar renda e sem acompanhar de perto o seu uso.

    Ainda não explodiu, justamente, pelo nosso maior defeito/qualidade, o “jeitinho brasileiro”. Acho que desde o começo do ano, o mercado e os 666’s estão se sustentando na base do jeitinho. É um empréstimo aqui, uma falsificação de renda ali….

    Mas não se esqueçam nunca, um dia o inverno chega e a cigarra pede ajuda pra formiga. Meu medo é um só, tem mais cigarras do que formigas.

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  • Lucas 24 de junho de 2014 at 13:03

    CA

    Se 73% não tem casa própria, em algum lugar eles devem morar, então ao comprar um novo, automaticamente entra o anuncio dum usado no mercado. Sem falar que no topo da piramide, o normal é a pessoa ter várias casas

    A coisa é bem pior, suas contas otimistas pra evitar questionamentos baratos poderiam ser muito muito mais contundentes

    parabéns!

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    • civilizado 24 de junho de 2014 at 13:13

      Vocês estão esquecendo de uma coisa……..QUEM que disse que esses imóveis VALEM esses valores que eles acham que valem(500k)?!?!, por isso a sobra….

      0
    • CA 24 de junho de 2014 at 13:13

      Lucas, é o contrário, 73% tem casa própria em São Paulo…

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  • Anonymous 24 de junho de 2014 at 13:18

    from_the-tower

    Saiu a bolsa padeiro 😉

    24/06/2014 – Governo zera tarifa na importação de trigo para controlar inflação
    “http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/06/1475389-governo-zera-tarifa-na-importacao-de-trigo-para-controlar-inflacao.shtml

    0
    • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 13:20

      “Até o dia 15 de agosto”

      É uma sucessão de medidas, uma diarreia de intervenções, que tira a segurança de qualquer um.

      É uma gestão em base de semana, de mês… e 2015? Longuíssimo prazo.

      0
      • CapEnt 24 de junho de 2014 at 13:50

        Sabe o que vai acontecer? A entropia vai vencer o governo.

        Cada media pontual irá gerar um evento que irá necessitar de mais 8 medidas pontuais para corrigir a distorção, e assim vai se suceder até a hora que o governo irá perder o controle.

        Como sei disso? Foi assim que o governo militar perdeu o controle da economia no começo da década de 80, onde os mesmos idiotas que seguem essa aberração chamada “desenvolvimentismo”, como o Mantega, começaram a entrar em desespero tentando controlar o monstro que criaram, e de intervenção em intervenção, ao ponto que eram anunciadas 5 ou 6 por dia, destruíram a economia do Brasil.

        Demorou 15 anos para consertar os estragos que eles fizeram, 24 anos pagando as dividas, e o desastre social criado por eles perdura até hoje sem solução.

        0
      • CapEnt 24 de junho de 2014 at 14:05

        Escreva o que digo: quando você começar ouvir coisas como “juros overnight”, “dólar paralelo”, “indexação de preços” e “gatilho salarial/gatilho de juros” no caderno de economia de seu jornal preferido, saia do Brasil com sua família se você ainda puder.

        0
        • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 14:13

          Vc tem +- quantos anos? Concordo com tudo o que você disse e gostei do conceito de “entropia”.

          Este livro aqui (esgotado, mas deve ter na estante virtual) traz uma coletânea de textos de Mario Henrique Simonsen, que viveu no olho desse furacão. Li e pensava que as loucuras e tablitas tinham ficado para trás, a gestão louca na base de “cada dia é uma batalha” de 1982, mas temo que estejamos voltando a isso devagar.

          ‘http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=674399

          Gostei do seu comentário.

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    • civilizado 24 de junho de 2014 at 13:20

      Bah!!, até terminarem com estoque……..vai longe até chegar no padeiro…..esses desconto…

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    • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 13:47

      eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
      #SQN

      0
      • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 13:53

        Aluga um galpão e enche ele de trigo 😛

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        • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 13:57

          Mas aí precisarei lidar com os especuladores de galpão e ou funcionários preguiçosos para lidar com as empilhadeiras.
          Vcs sabia que fundei o WHEAT – BONDS!?
          Títulos de trigo estocados? Um verdadeiro sucesso!

          0
          • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 14:14

            ECA
            Especulador sem-vergonha!!!!!

            0
          • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 14:19

            Eu me prontifico a lançar derivativos sobre ele. Alguém aí quer comprar uma opção de venda de um swap a termo de WHEAT-BONDS? Negóçiu garantidu.

            0
            • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 14:20

              Ei. Detefon nele Boss!
              Isso meu irmão mais novo já está fazendo. Até mandou adesivar o carro.

              0
              • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 14:22

                WHEAT FREE LIFE

                0
              • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 14:33

                Ao invés de fazer um armazém de trigo, vc poderia fazer uma PIRÂMIDE. Lucro certo. Para você, pelo menos 😀

                0
                • CapEnt 24 de junho de 2014 at 14:36

                  Vender trigo na planta?

                  0
                  • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 14:38

                    Trigo na muda.
                    Vou oferecer para o “Não sou jardineiro” – Ele vai querer!

                    0
  • marcos546 24 de junho de 2014 at 13:20

    Customizar imóvel ainda na planta dá vantagens a clientes e construtoras
    Demanda por personalização de apartamentos está em alta no mercado.

    Mudar projeto antes de ficar pronto é mais vantajoso.

    Depois de passar pelos transtornos típicos de uma reforma dentro de casa, a bancária Simone Aparecida dos Anjos comprou um apartamento na planta e optou por fazer suas mudanças antes mesmo que ele fosse construído. Mudou muita coisa no projeto da construtora, trocando os pisos, tintas e mudando até mesmo a área de serviço de lugar. “É uma opção muito melhor. O apartamento ficou do jeito que queríamos, a um custo menor do que se tivesse feito as alterações com o imóvel pronto.” A oportunidade que Simone teve de personalizar o bem antes de ele estar habitável já é realidade no mercado imobiliário em Belo Horizonte e se tornou uma demanda crescente na cidade.

    Segundo o gerente de negócios da Construtora Escala, Adimilson Moura, a empresa, há seis anos no mercado, tem como público-alvo a classe média e, diante da demanda cada vez maior, há quatro anos passou a oferecer esse tipo de personalização. “Os clientes estão cada vez mais exigentes e querem algo mais com a cara deles. Sabemos que cerca de 40% das pessoas que compram um imóvel pronto fazem alterações nele”, diz Adimilson, lembrando que a reforma depois de o apartamento construído gera transtornos, além dos preços mais altos do material e, em alguns casos, há a necessidade de aprovação do novo projeto. “Há um custo dobrado. Quando o cliente opta em fazer as alterações com o apartamento ainda na planta, ele tem a possibilidade de fazer tudo do gosto dele e a um preço melhor. Oferecemos uma consultoria gratuita, para que nenhuma alteração prejudique a estrutura do prédio”, diz. Nos empreendimentos da Construtora Escala, cerca de 20% dos clientes pedem a customização.

    De acordo com sócio da Construtora Talent, Pedro Damásio, a empresa, voltada para empreendimentos de alto luxo, já tem essa personificação em quase todos os apartamentos vendidos. “Temos um setor de arquitetura voltado para isso, mas muitos proprietários já trazem o seu arquiteto e decorador. Entregamos, recentemente, um prédio com 22 apartamentos, no Bairro Buritis, na Região Oeste, com todos os imóveis customizados”, revela. A cada alteração é feito um orçamento detalhado para o proprietário, em que ele compara custos e benefícios. “Nesse mercado de alto padrão, esse serviço gera um grande diferencial. As pessoas enxergam um maior valor agregado quando o produto é personalizado. Vale a pena proporcionar isso ao cliente, já que o nosso objetivo é entregar um apartamento que não lhe dê trabalho”, afirma Damásio.

    CUSTOMIZAR EMPREENDIMENTOS COM MUITAS UNIDADES É DESAFIO PARA EMPRESAS

    Na avaliação do vice-presidente da área de corretores de imóveis da Câmara Imobiliária de Minas Gerais (CMI/Secovi), Flávio Galizzi, a personalização em empreendimentos com muitas unidades pode ser algo complexo. “Observamos que é um desafio para ser executado, já que as construtoras têm o seu prazo de entrega de um edifício e se ela abre mão para os clientes realizarem seus desejos, o tempo pode não ser suficiente”, diz. Uma alternativa é oferecer um kit acabamento. “É estabelecer alternativas de mudança para que o cliente tenha opções. Mas, aquelas que conseguem gerenciar essa vontade do proprietário com o prazo estabelecido terão um índice de aprovação muito grande.”

    ‘http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/noticias/2014/06/23/interna_noticias,48137/customizar-imovel-ainda-na-planta-da-vantagens-a-clientes-e-construtoras.shtml

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  • Thiago 24 de junho de 2014 at 13:31

    CVR

    Estiver no interior neste final de semana e o que pude constatar: tudo está tão caro quanto nas grandes cidades…
    Ninguém está comprando nada e ninguém consegue vender…
    O que se ouve ê: “Não dá pra comprar nada, qualquer pedacinho de terra custa 200mil reais” (numa cidade onde não tem nem 100mil habitantes).
    Mas também ouvi falar muito: “Nâo estão pagando o que estou pedindo, então não vou vender…”

    0
    • civilizado 24 de junho de 2014 at 13:40

      Cara, vou te dizer, o negócio hoje é n base da troca, e entrando na troca uns 50k , 70k, e isso é uma ilusão, pois quem esta vendendo, acha que está vendendo bem e o outro tab…todos felizes!!! é a troca que está prevalecendo!!!

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      • Thiago 24 de junho de 2014 at 13:43

        Já acho um absurdo um AP de 80m2 custar mais de 1 milhão aqui em SP, capital… mas depois de ouvir que estão pedindo mais de 1 milhão em algumas casas em determinadas cidades do interior (noroeste do Estado), cheguei a conclusão que todos que estão comprando estão com a ilusão de os preços vão baixar… e que todos que estão vendendo estão com a ilusão de que vão conseguir o preço que pedem…

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      • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 13:49

        A permuta está bombando. É uma ilusão de via dupla. Aí na hora de puxar o ITBI na prefeitura pega-se o menor valor possível. 😉

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      • GIBA 24 de junho de 2014 at 14:00

        é aquela historia :
        Fulano1: meu cachorro vale 500k quer comprar ?
        Fulano2: melhor que isso … troco em dois gatos de 250k blz?

        0
  • Terra da bolha sem renda 24 de junho de 2014 at 13:48

    CVR
    Caixa antecipando o çaaaaannnnngui. As retomadas estão sendo vendidas com valor de cobertura de passivo, sem lucro.

    CONTRATO 01.5555.1618917-9. MATRICULA 28603, 2º CRI SANTOS.
    Número do Edital: Venda Direta 4115/2014
    Descrição: 2 qt, a.serv, WC, sl, cz
    Tipo do imóvel: Apartamento
    Dimensões:
    Área Total = 59,35m2
    Área Privativa = 59,35m2
    Endereço: RUA CIDADE DE SANTOS,N. 53 Apto. 12 BLOCO B, PONTA DA PRAIA
    Cidade: SANTOS – SAO PAULO
    Situação: Ocupado
    Valor: R$ 189.000,00
    Imóvel disponível para venda até o dia 14/10/2014

    Um ap como esse aqui em Santos, não é vendido por menos de 280 k dilmas.

    0
    • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 13:49

      Vai crescer ainda mais.

      0
    • FM 24 de junho de 2014 at 13:57

      E comprando este imóvel ocupado, quanto tempo pode demorar para tirar o cidadão de lá?

      0
      • Terra da bolha sem renda 24 de junho de 2014 at 13:58

        Ordem de desocupação sai em 7 dias no máximo. Imissão na posse é jogo rápido.

        0
        • hannamanana 24 de junho de 2014 at 14:41

          Hoje em dia é assim? Em 2009 meu tio comprou um em SP e só conseguiu tirar os moradores no final de 2011 a base de advogado…

          0
          • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 14:45

            na Baixada, sem uns amigos armados tu nao tira ninguém…

            0
            • Terra da bolha sem renda 24 de junho de 2014 at 19:02

              Tira sim. Manda o OJ da Justiça Federal junto com meia dúzia de agentes da polícia federal devidamente paramentados e de viatura pra ver se nego não sai.

              Você precisa de um bom advogado quando faz uma compra como essa. Porém uma coisa é certa: a CEF já começou a alienar os imóveis diretamente pelo preço da dívida e isso é o verdadeiro çaaaaaannnguiii.

              A tendência do verter deste fluído avermelhado é exponencial.

              0
      • Rolde 24 de junho de 2014 at 17:32

        Aqui só vale á pena comprar no leilão ,imoveis na Praia Grande ,sai por 25k 30K 40K apt de um quarto.Sempre vazios,e na temporada vc aluga pois pobre lá não falta nas ferias, pagando 150k 200kpor dia.Mas já sabe 30 pessoas em 50m2.

        0
    • Rolde 24 de junho de 2014 at 16:48

      Eu não compro em leilão nem á pau.Vou te dar dois exemplos ,só pela metragem.E claro que o preço cai na negociação ,pelo menos 10%”http://sp.bomnegocio.com/baixada-santista-e-litoral-sul/imoveis/apto-c-2-dorm-cond-baixo-31797467″ ‘http://sp.bomnegocio.com/baixada-santista-e-litoral-sul/imoveis/1-dormitorio-embare-31642358’

      0
  • Bolha BOSS 24 de junho de 2014 at 13:57

    CVR místico, meio OFF

    Eu tenho a data do estouro da bolha imobiliária brasileira.
    Segundo semestre de 2015

    Será que conto como cheguei a esta conclusão ?

    0
    • Ligado - Poa 24 de junho de 2014 at 13:58

      Dizer é obrigação… : )

      0
    • Terra da bolha sem renda 24 de junho de 2014 at 13:58

      Sim, por favor, ilumine-nos com sua sabedoria macroeconômica.

      0
      • Bolha BOSS 24 de junho de 2014 at 14:00

        Eu ?
        Sabedoria macroeconômica ?
        Isto é uma Blasfêmia

        0
        • Terra da bolha sem renda 24 de junho de 2014 at 14:02

          Ok, com sua ignorância macroeconômica.

          (melhorou?)

          0
        • Lucas 24 de junho de 2014 at 14:02

          o que vc chama de estouro é a fase despair quando os preços caem inegavelmente, discordo disto.

          0
        • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 14:13

          Viu, só apertar que o BOSS soltou as datas… tudo planejado, ora vejam…

          0
    • Zé Carioca 24 de junho de 2014 at 14:11

      Bolha, o que você chama de estouro da bolha? A galera admitir que existe bolha? O auge do despair? Ou seria o ponto de inflexão no gráfico em que os preços começam a diminuir? Se for o ponto de inflexão acredito que já passamos ou estamos nele.

      0
    • Fausto Luiz 24 de junho de 2014 at 14:14

      Elementar, meu caro Watson! Segredo apenas para a torcida do Corinthians e Flamengo – Previsão de data já esgotou, posto que JÁ ESTOUROU! Até

      0
    • Pobre Paulista 24 de junho de 2014 at 14:15

      Já sei, o bugrezilla te contou 😀

      0
    • hannamanana 24 de junho de 2014 at 14:15

      E eu achando que era no primeiro semestre, 20 de março, dia de eclipse solar….

      0
    • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 14:17

      Para mim a bolha já estourou. O preço dos imóveis que acompanho há anos (sim, pois não vendeu) não sobem e estão até caindo (vide CVR há alguns tópicos).

      Se quiser comprar (o que já não sei se é uma boa opção, aluguel dá liberdade, imagina se abrem uma igreja escandalosa do lado do seu imóvel, ou se a chuva derruba, como houve aqui em BH no bairro Buritis), só esperar cair mais em termos nominais, ou a inflação de 7% corroer o valor real.

      0
    • Rolde 24 de junho de 2014 at 17:33

      Fala por favor…..

      0
  • GIBA 24 de junho de 2014 at 13:57

    CVR

    Meus pais decidiram voltar a morar no interior de SP , ja não trabalham, mas tem lá sua fonte de renda estavél , …vivem bem mas ja consideraram que o gasto no interior seria menor além de ficar perto da família que nessa altura da vida agora é prioridade.

    Enfim ,..compraram um terreno de 300m2 pra construir (383,00 o m2) e colocaram 2 imoveis (2 aptos em duas cidades diferentes) a venda pra poder bancar a construção. O ideal seria vender o que esta parado sem inquilino porém em nenhum dos casos há interessados em pagar o valor de mercado atual que esta sendo oferecido. meu pai já esta prevendo vender abaixo pra perder menos.

    0
    • Lucas 24 de junho de 2014 at 14:01

      Se for em grande capital na maioria delas, seu pai tem que baixar urgente, sob risco de perder de realizar o grande sonho

      0
      • GIBA 24 de junho de 2014 at 14:08

        não estão em grandes capitais… mesmo assim o risco esta ai !

        0
    • Thiago 24 de junho de 2014 at 14:09

      Eu não acho que seja “vender abaixo”… e sim preço justo…
      Eu coloquei um AP à venda faz 1 semana com condições melhores que todos os outros AP da região e com preço menor… Por quê? Porque acho o preço justo…
      Mas o que seria preço justo no meio desta zona? Infelizmente tem muito retardado pagando preços absurdos porque “é o valor de mercado”…

      0
  • banana de pijama 24 de junho de 2014 at 14:14

    CVR de POA.

    Meus velhos venderam apartamento herança de e meus avós. Prédio da década de 70 simples, muito bem construído, 4 andares sem firulas sem elevador e condomínio barato.
    Apesar do valor afetivo do imóvel o negócio foi fechado com pequeno desconto em um momento muito propício (preço ainda bolhudo).
    O comprador é conhecido da família e possui parentes no mesmo prédio. Situação que não reflete a do mercado pois havia interesse específico naquele prédio pelo comprador. Detalhe, pagamento do sinal em cash (sacola de dinheiro) não será financiado e não fará falta para família do comprador que tem grana de sobra. São descendentes de alemães ultra-controlados…
    260K em AP de 90m2 com box individual. Foi avaliado em 190 no inventário em 2013.

    0
    • Oriundo 24 de junho de 2014 at 14:16

      Ajoelhe-se, apontem as mãos para o céu e agradeça !

      0
    • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 14:17

      Bom tb. Eu prefiro dinheiro em pacotes de pão. Mas sacola tb é legal.
      Sacos de açúcar cristal tb são resistentes e não mofam o dinheiro. 😉 kkkk

      0
    • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 14:21

      sacolas de grana? eita.
      Deixa pra lá. tá vendido, abraço e muito boa sorte!

      0
    • sml26 24 de junho de 2014 at 14:39

      Vendeu bem Sr banana de pijama ! Perto de 2,9K/m2 num prédio antigo, dependendo da localização foi ótimo negócio ! Mais uma evidência que os valores REAIS dos negócios são bem mais baixos que o divulgado por aí.
      Mini CVR: Minha família tinha 2 apartamentos com estas características, foram vendidos (ainda bem, só problemas…) anos atrás por preços que atualizados dariam perto de 2,5K/m2. A parte dos meus pais foi toda para renda fixa do BB, o meu foi para um imóvel comercial, residencial só para EU morar mesmo. Esta semana meu pai ancião falou várias vezes: “Vai faltar coisas no super, já começou, fui reclamar pro gerente” Ele viveu quase todas as crises do século passado, se ele disse eu acredito.

      0
  • Cartógrafo 24 de junho de 2014 at 14:27

    CVR.
    Acabei de fazer o exame periódico aqui na minha empresa. Conversando com a média sobre a economia e a bolha ela me confidenciou que uma amiga possui uma administradora de imóveis e esta a vários meses tentando alugar treze imóveis aqui no Rio e não consegue.
    Como diz a bruxa:
    Çanguiiii!!!

    0
    • Breaking Bad Bolha 24 de junho de 2014 at 14:39

      Para corno e corvo, todo castigo é pouco: RECEBAM, CORVOS!

      0
  • Bruno 24 de junho de 2014 at 14:52

    “Vim porque tenho esperança de ganhar uma casa.” Ganhar….

    0
    • Thiago 24 de junho de 2014 at 14:59

      Tivemos a Geração X, Y… Agora temos a “Geraçao PT”

      0
      • CapEnt 24 de junho de 2014 at 15:05

        Geração “patéticos”, que vivem de migalhas, se sujeitam a qualquer humilhação calados e sem ambição alguma na vida.

        Gente que não vale o oxigênio que consome só por existir na face da terra.

        Uma coisa é ser pobre, outra completamente diferente é ser pobre e vagabundo.

        0
    • FHmartins 24 de junho de 2014 at 15:01

      É a Palavra é Ganhar
      Trabalhar para comprar por preço justo nem a pau
      O negocio é Ganhar

      0
      • CapEnt 24 de junho de 2014 at 15:12

        Anteontem estavam descarregando mudanças de um grupo de “ixxxxpertos” do FLM que invadiram um prédio na Rua Rego Freitas, no centro de São Paulo.

        Um dos carros carregando a mudança era uma HILUX zerada, provavelmente de um dos lideres do movimento.

        E nenhum dos manés que estavam participando da invasão estava comentando sobre isso. Nenhum desses porras sequer tem capacidade cognitiva suficiente para supor de onde sai o dinheiro de seus líderes deles.

        0
        • claudio 24 de junho de 2014 at 16:12

          alem destes tinham uma estilo d20, uma saveiro, os caras entram e pagam aluguel para os invasores, e o predio da esquina que é comercial, e pretendem transformar em residencial , antes que ocupem ou invadam, está em 12k o m2. general jardim com rego freitas.

          0
  • Lucas 24 de junho de 2014 at 15:02

    CVR – calculos da vida real

    Minha história é a seguinte, queria um imovel maior em fim de 2010/2011, desde então preferi me mudar pro aluguel e ficar juntando$. No início até tentei as ofertas eram razoáveis em preço, mas escassas e ruins e ainda tinha que correr atrás de corvo e suplicar pro proprietário parar de fazer leilão com os interessados. Desde lá os preços decolaram e venho postergando com base em cálculos de cenários futuros, e não só pensando no exato presente. Em 2012 foi o auge nos locais que me interessa, daí em diante começaram a aparecer descontos de 15% a 30%, mas agora devido a situação confortável, continuo postergando de olho sempre nas contas:

    Pois bem vejamos como vou fechar o ano, as contas:

    O valor aplicado me rende 2X o valor do aluguel atual,
    A minha rentabilidade liquida média é pelo menos 2X maior que a do meu proprietário (0,75% contra 0,30%) supondo imposto de 27,5% pra ele

    Se eu fosse comprar agora, perderia todo o meu dinheiro e o resto a financiar iria me gerar parcela no valor quase exato do aluguel atual, ou seja, estaria pagando 3X o aluguel atual.

    Fora o risco da perda de valor do principal.

    Agora supondo que eu nunca mais junte 1 centavo e as minhas aplicações se mantenham neste patamar pelas próximas décadas, tempo que o governo deverá levar para pagar as contas dos petralhas, vejam a conclusão:
    Para o valor do aluguel que eu pago igualar o valor que eu ganho de rendas do valor aplicado >>> o aumento do aluguel teria de ser de 6,5%ano (teto da inflação) por 15 anos seguidos. Repito: para igualar aluguel pago = rentabilidade ganha.

    Conclusão: Tenho folego para esperar pela comprar por pelo menos 15 anos.

    Já os motumbados, podem esperar quanto tempo?

    0
    • Tony 24 de junho de 2014 at 15:07

      Lucas, o orgulho da maioria só vai obrigar a baixar o preço quando o estômago reclamar. Mas tem uma minoria que vai querer se livrar antes do mico e sabe que não ganhará muito. Com estes é que faremos bons negócios.

      0
    • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 15:08

      Parabéns!
      Não podem esperar. Eles terão que trabalhar cada vez mais para pagar cada vez mais o que vale cada dia menos.

      0
    • hannamanana 24 de junho de 2014 at 15:11

      Ou seja, o fato não é nem se existe bolha ou qual é o nome apropriado para a situação… ou quando vai e se vai estourar… O fato é que você verificou que os preços estavam absurdos e fez uma estratégia financeira legal de forma a manter sua integridade, conforto e acumular renda não se deixando levar pela moda.
      Acho que é isso que as pessoas tem que entender: está ótimo pra você comprar um imóvel – compre. Tem uma excelente estratégia para se manter um padrão confortável – faça.
      O negócio é não se enforcar em nome de qualquer moda.

      0
  • Seguidor do Bolha BH 24 de junho de 2014 at 15:08

    Bolhudos,
    Previsão do PIB cada vez menor (abaixo de 2%), dívidas exorbitantes com a Copa (e em breve com as Olimpíadas), falta de investimento da indústria, vendas caindo cada vez mais em vários setores (carros, imóveis, varejo etc…).
    O que vocês acham? É só mais uma marolinha da oposição (porque aqui no Brasil é diferente né) ou estamos verdadeiramente ricos?

    0
    • Bruno 24 de junho de 2014 at 15:22

      Com a palavra o candidato a presidência, Lula: “A empresários, Lula tenta minimizar desgaste e diz que há “má-fé” contra o Brasil” “http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/06/1475456-a-empresarios-lula-tenta-minimizar-desgaste-e-diz-que-ha-ma-fe-contra-o-brasil.shtml”

      0
      • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 15:28

        F..se a FAlha. Copio mesmo…

        “”Fico vendo na Europa que tem países em que o crédito é de 100% do PIB e nós só chegamos aos 56% e tem gente que fala que vai surgir uma bolha. Aqui, no Brasil, aprendemos a furar a bolha pequenininha. Não há sinais de que vai ter uma bolha porque o nosso sistema financeiro é mais responsável, bem regulado e mais fiscalizado”

        Lula SABE da bolha. E isso, creiam, é BOM.

        0
        • Bruno 24 de junho de 2014 at 15:35

          países tipo Grécia??rs

          0
          • Lucas 24 de junho de 2014 at 15:45

            este é o x da questão
            economistas mentecaptos em volta do lula afirmam que bolha é crédito daí ficarem insistindo nessas idiotices de porcentagens inúteis

            Quanto não valeria um MRK do lado dele.

            Bolha é o “tolo maior” é especulação sem fundamento real, é preço sem explicação, é boigordo, avestruz, linha de telefone, telexfree, casa na planta.

            Se ele soubesse ler, ele nos leria.

            0
            • Tony 24 de junho de 2014 at 15:49

              Será que nunca passou pela cabeça desse infame que se não há renda não há como segurar o crédito? Nunca teríamos 80% pois a renda do bananense não permite.

              0
              • Lucas 24 de junho de 2014 at 15:51

                na cabeça infame dele o crédito que alimentaria a renda num circulo virtuoso

                mas é o trabalho que gera renda, só o trabalho

                isso ele não gosta

                0
                • Tony 24 de junho de 2014 at 15:54

                  Exatamente!
                  Falar para ele que tudo o que poderia estar no percentual de crédito já está!
                  A grande maioria, QUE TRABALHA, já está com a renda comprometida.

                  0
                • MRCG 24 de junho de 2014 at 15:57

                  É isso mesmo, essa teoria do Nine Fingers chama-se “PIB perpetuum mobile”.

                  0
              • hannamanana 24 de junho de 2014 at 16:24

                Às vezes esse pessoal sabe muito bem qual é a realidade. Porém, dizem o que o mercado quer ouvir ou o que vai de encontro aos interesses de uns e outros.
                A gente acha que eles são idiotas (não que não o sejam) mas a verdade é que na maioria das vezes, eles estão é tentando nos fazer de idiotas.

                0
                • Tony 24 de junho de 2014 at 16:33

                  Sim, concordo. Os vermelhos são muito astutos.
                  Mas não há ser humano mais idiota do que aquele quem tem potencial para fazer o bem mas serve a forças malignas. 🙂

                  0
                  • hannamanana 24 de junho de 2014 at 16:49

                    Boa!

                    0
  • FHmartins 24 de junho de 2014 at 15:11

    A malandragem do pleno emprego

    Brasil abre 58.836 vagas em maio, menor resultado para o mês desde 1992

    Do UOL, em São Paulo
    24/06/201414h11 > Atualizada 24/06/201414h46

    O Brasil registrou a abertura de 58.836 vagas de trabalho com carteira assinada em maio. É o pior número para meses de maio desde 1992, quando foram gerados 21.533 de postos de trabalho.

    Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta terça-feira (24).

    O principal motivo foi a demissão de quase 30 mil trabalhadores da indústria da transformação. “Não esperávamos essa queda no setor industrial”, afirmou o ministro do Trabalho, Manoel Dias.

    No geral, em maio, o total de admissões foi de 1.849.591 e o de desligamentos atingiu 1.790.755 postos.

    Em abril, haviam sido criados 105.384 postos com carteira assinada, sem ajustes.

    Os dados estão sem ajuste, ou seja, não consideram as informações entregues pelas empresas fora do prazo.

    5 milhões de vagas durante gestão de Dilma

    No acumulado do ano, foram abertos 543.231 postos de trabalho. A contar desde janeiro de 2011, início do governo da presidente Dilma Rousseff, foram 5,052 milhões de empregos gerados.

    Apesar da menor criação de vagas de trabalho, a taxa de desemprego no país continua em níveis baixos, em parte por conta da menor procura.

    Governo diz que pode rever números previstos para este ano

    O ministro do Trabalho previu em janeiro a geração de até 1,5 milhão de postos de trabalho esse ano. Ao divulgar os resultados de abril, no entanto, afirmou que o governo poderia reavaliar essa projeção.

    “Pode ser 1,5 milhão ou 1,4 milhão, vamos reavaliando. Mas mantemos a projeção”, disse na ocasião.

    (Com Reuters e Valor)

    0
    • Fabiano SJC 24 de junho de 2014 at 15:13

      Que maldade quantas vagas para flanelinha vão ser abertas daqui para frente FHmartins, não seja injusto com a “cumpanheira” Dilma

      0
  • veigalex 24 de junho de 2014 at 15:12

    CA.. vou ler detalhadamente em casa a noite!

    Porém ja fica o Parabéns!

    0
  • Felipe. 24 de junho de 2014 at 15:14

    Brasil abre quase 59 mil vagas formais em maio, pior resultado para o mês em 22 anos

    BRASÍLIA (Reuters) – O Brasil abriu 58.836 vagas formais de trabalho no mês passado, no pior desempenho para meses de maio em 22 anos e bem abaixo do esperado, influenciado pela demissão líquida de quase 30 mil trabalhadores na indústria da transformação.

    Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta terça-feira.

    Pesquisa da Reuters feita com analistas de mercado mostrou que a mediana das expectativas era de abertura de 93 mil vagas.

    Em abril, haviam sido criados 105.384 postos com carteira assinada, sem ajustes.

    A geração de vagas do mês passado é a mais baixa para meses de maio desde 1992, quando foram verificadas contratações de 21.533 pessoas.

    O desempenho ruim do mercado de trabalho foi fortemente influenciado pelas elevadas demissões na indústria da transformação, que registrou o desligamento líquido de 28.533 operários, em meio à perda de fôlego da economia. Em igual mês de 2013, a indústria da transformação havia registrado admissão líquida de 15.754 pessoas.

    “Não esperávamos essa queda no setor industrial”, afirmou o ministro do Trabalho, Manoel Dias.

    No acumulado do ano até maio, houve contratação líquida de 467.755 trabalhadores, informou o ministério, menor que as 669.279 admissões em igual período do ano passado, também no dado sem ajuste.

    O mercado de trabalho é uma das âncoras do governo, mas tem mostrado sinais de perda de dinamismo diante da economia fraca neste momento em que a presidente Dilma Rousseff tenta a reeleição. Continuação…

    “http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKBN0EZ29820140624

    0
    • Lucas 24 de junho de 2014 at 15:20

      22 anos?!?
      era 1992
      ERA Collor / Sarney
      saudades do Collor, saudades do Sarney, tenho saudades até do mensalão do lula

      0
      • barnabezinho 24 de junho de 2014 at 15:21

        TENSO ter saudades do Sarney, hein…

        0
        • Lucas 24 de junho de 2014 at 15:24

          saudades até do confisco do collor

          0
    • lima 24 de junho de 2014 at 15:20

      O que nos leva ao mesmo patamar do ano do impeatchment de Collor.

      0
      • Lucas 24 de junho de 2014 at 15:23

        volta ITAMAR,
        volta Fusca

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        • CapEnt 24 de junho de 2014 at 15:37

          Itamar tinha suas excentricidades, mas era bem competente. O plano real é obra da gestão dele, e a equipe de governo do homem era impecável.

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          • Lucas 24 de junho de 2014 at 15:49

            Itamar era um vice que teve a sorte de um grupo de pessoas competentes assumir o poder num momento de total descontole enqto o idiota desfilava com moças sem calcinha. Passado isso ele voltou a ser o nada de sempre, não sem antes não inciar o caos do risco default no governo de minas e trair os que o levaram nas costas, incluso aquele grupo que falei, incluso FHC

            se eu não falo dele ninguem nem lembra que o cidadão foi presidente.

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          • MasterK 24 de junho de 2014 at 18:17

            Uma vez li um estudo que dizia que quando o governante é medíocre, ou simplório, ele tende a buscar quadros respeitados para lhe dar suporte e não costuma interferir muito, o que leva, no geral, a ações mais bem sucedidas. O governo Itamar foi usado como exemplo desse estudo… Será mesmo que isso é verdade?

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    • Aurélio 24 de junho de 2014 at 15:25

      Ainda tá no positivo? Chamem-me quando chegar no negativo, aí a rosca vai girar, espiral do círculo vicioso. Por enquanto, essas 59 mil vagas líquidas são sinal de prosperidade falsa, pés de barro, cabeça na eleição.

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    • xyz 24 de junho de 2014 at 15:34

      Para manter a taxa de desemprego estável, o Brasil precisa criar 100mil vagas por ano.

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      • xyz 24 de junho de 2014 at 15:34

        100 mil vagas ao mês.

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        • Tony 24 de junho de 2014 at 15:37

          A contabilidade criativa resolve.
          Estas 41mil vagas de diferença só entrarão no índice em 2015 (seguro desemprego não entra na estatística), isso se ano que a pessoa quiser trabalhar.
          Se ficar em casa só ouvindo o lepo-lepo não é desempregado.

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        • Lucas 24 de junho de 2014 at 15:40

          100 mil no minimo
          de 100 a 120 mil

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      • Bruno 24 de junho de 2014 at 15:36

        Ou 100 mil bolsas/seguros…não procura emprego não entra na taxa

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        • xyz 24 de junho de 2014 at 15:45

          Perfeito !!!
          As vagas também podem ser supridas pelas bolsas do Ciência Sem Fronteiras e do novíssimo Cultura Sem Fronteiras.

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  • E. Goldstein 24 de junho de 2014 at 16:00

    1/2 OFF: Vocês são muito desconfiados.. eu acredito na Dilma: “não tem bolha”. Intervenção estatal é a solução para tudo.

    “Este programa, Minha Casa, Minha Vida, ele tem uma história. A história deste Programa começa através e por meio de uma situação muito difícil. … diante de um determinado momento na história deste país, que foi a crise de 2008 para 2009, o governo federal, por decisão do presidente Lula, definiu que ia fazer um programa de habitação. …
    … E aí eu quero enfatizar, mais uma vez: este Programa não dá bolha. Ele não dá bolha porque ele não está feito em cima de nenhum processo especulativo. Ele está feito em cima de um processo de subsídio, da compreensão de que é fundamental a presença do Estado nessas circunstâncias.” ‘http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-o-planalto/discursos/discursos-da-presidenta/discurso-da-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-durante-cerimonia-de-assinatura-do-termo-de-adesao-ao-programa-minha-casa-minha-vida-pelo-governo-do-estado-de-sao-paulo-sao-paulo-sp

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    • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 16:04

      ” E aí eu quero enfatizar, mais uma vez: este Programa não dá bolha. Ele não dá bolha porque ele não está feito em cima de nenhum processo especulativo.”

      É por isso que qualquer meia água lá no cafundó do Judas desse programa custa 150k. Tâmo bem de presidanta!

      0
      • Rackoi 24 de junho de 2014 at 16:06

        Exatamente, deu bolha porque estabeleceu o piso dos imóveis, qualquer outro um pouco melhor tem que ser mais caro.

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        • PLOC 24 de junho de 2014 at 17:10

          Vc está confundindo… piso dos móveis deve ser em outro programa!! Semelhante ao “Minha Casa Melhor”!!!kkakkkkkkakkaka

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      • hannamanana 24 de junho de 2014 at 16:17

        Depois de tudo o que eu já li aqui e na vida, às vezes tenho dificuldade com esse tipo de pensamento… o que ela quer dizer com isso? Ela pensou no que quando disse isso? É confuso demais pro estado de informação no qual estou…

        0
      • Insanidade 24 de junho de 2014 at 20:04

        “Finalizando, eu queria dizer que foi muito bem escolhida a data, ela foi por acaso, mas foi muito bem escolhida a data, porque, de fato, nós dependemos muito dos funcionários da Caixa, sabe Governador, para que esse Programa tenha o ritmo que nós queremos, que eu tenho certeza de que o senhor quer, um ritmo acelerado, que é o mesmo que eu quero.”

        what a fuck is this?

        “”Finalizando, eu queria dizer que foi muito bem escolhida a data, ela foi por acaso, mas foi muito bem escolhida a data”

        Desisto…

        0
    • GIBA 24 de junho de 2014 at 16:06

      dá mais bolha que pé de gordo em dia de caminhada

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      • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 16:09

        kkkkkkkkkk
        Recebe meu jóinha!

        0
    • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 16:12

      Eita presidenta que fala bem!

      #NãoEntendiNada #CadêaAuladeOratória #MCMVéaRaizdaBolha

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    • hannamanana 24 de junho de 2014 at 16:15

      Só sapato apertado que dá bolha, Presidenta…

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      • Tony 24 de junho de 2014 at 16:31

        Agora estou tranquilo. A Virma falou que não tem bolha.
        Se não me engano, é a primeira vez que ela fala a palavra mágica.
        Falta pouco…

        0
        • hannamanana 24 de junho de 2014 at 16:34

          Ninguém fala com esta divulgação sobre um assunto que não é interessante. Se tá falando é porque o assunto está batendo na sua mesa a todo o momento.
          Agora, se ela diz isso, eu só posso ficar mais tranquila ainda!

          0
          • Floyd28 24 de junho de 2014 at 16:36

            Nada como a tranquilidade de se estar certo e líquido!! o.O

            0
          • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 16:37

            Ninguém precisa negar o que não existe, só o que existe.

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            • hannamanana 24 de junho de 2014 at 16:58

              pega trouxa…
              mas, nóis não!

              0
    • MasterK 24 de junho de 2014 at 18:20

      Não dou nem bólha para esse tipo de conversinha de incompetente.

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    • Aurélio 25 de junho de 2014 at 08:41

      O dilmês, esse idioma de sintaxe peculiar, coleção de anacolutos, já comporta a expressão “bolha”. É, na campanha, Dilma terá um latifúndio de tempo na TV para explicar a bolha de crédito, a bolha automobilística, a bolha de câmbio, a bolha imobiliária, a bolha causada pelo risco moral inerente ao populismo. Mas acho que o marqueteiro não vai deixar ela repetir a palavra “bolha” nem sequer tocar em alguns desses temas. Afinal, alguém já viu uma bolha? Não, né? Vê-se os efeitos, mas os efeitos sempre podem ser “culpa dos outros”.

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  • BountyHunter 24 de junho de 2014 at 16:02

    CVR
    Estive conversando com alguns lojistas/atacadistas do centro de São Paulo que trabalham com materiais de festa para copa. As vendas ocorreram nos primeiro e segundo jogos do Brasil, depois despencaram e não se vendem quase nada agora. Quem apostou alto com artigos de copa vai tomar uma invertida enorme!

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    • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 16:05

      Mas aí podem vender para as Olimpíadas do RIO (se ocorrer) ou os Jogos de Inverno de São Joaquim.

      0
      • Zé Carioca 24 de junho de 2014 at 16:12

        Nas Olimpíadas também tem futebol. São Paulo vai sediar uns dois ou três jogos, provavelmente clássicos como Belarus vs Nova Zelândia. Ai a mulher de Itaquera vai alugar seu bolhudinho por 30 dias e o pessoal desovar os estoques verde e amarelo. Eu acredito.

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      • BountyHunter 24 de junho de 2014 at 16:13

        20 meses para concluir todas as obras restantes das olimpíadas é uma tarefa impossível para a qualidade de serviços e burocracia Brasileira.

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    • Lucas 24 de junho de 2014 at 17:05

      boyhunter

      aconteceu o seguinte, camelôs da cidade inteira foram pro centro comprar porcarias e vender no farol, mas como não desovaram o estoque, não voltaram.

      0
      • BountyHunter 24 de junho de 2014 at 18:24

        Oi?? Não sabia que a economia de São Paulo dependia apenas dos vendedores de farois. Como o GrammarNazi diz, vc é um imbecil.

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        • Sevilha 25 de junho de 2014 at 08:31

          Violência gratuita essa! O cara falou na boa, não ofendeu você.

          0
          • Sevilha 25 de junho de 2014 at 08:32

            Não irá ganhar meu Like!

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  • BountyHunter 24 de junho de 2014 at 16:30

    O mercado imobiliário ainda vai ser um excelente investimento para quem tiver bala na agulha nos próximos anos. Super estoque e o mercado enfraquecido vai proporcionar descontos absurdos …. let the game begin!

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  • Zé Carioca 24 de junho de 2014 at 16:36

    CA,

    Pelo seu estudo percebe-se que quanto maior e mais caro o imóvel menor a velocidade de venda. Os apartamentos de quatro quartos tem o maior estoque relativo, pois poucos tem renda para comprar essa tipologia (T4), então opta-se por algo mais barato.

    Assim sendo, as vendas em relação ao estoque se concentram nas unidades de menor área (T1 e T2), pois são as unidades que o comprador tem renda para financiar. Como você brilhantemente observa falta renda para financiar os imóveis no preço pedido e a solução para esse impasse passa obrigatoriamente na queda de preços.

    Você acredita que o estouro da bolha se dará pelas unidades de maior área? Você acredita em quedas significativas em regiões nobres? Muitos afirmam que, por exemplo, em Ipanema, ou Vila Nova Conceição o preço não cai porque todo mundo quer morar ali, estarão certos?

    Te agradeço antecipadamente pelas respostas e parabéns pelo trabalho.

    0
    • CA 24 de junho de 2014 at 17:40

      Não acredito que áreas melhores escaparão impunes e tenho a impressão que a derrocada nos preços será “de trás pra frente”, ou seja, se antes o aumento no MCMV foi o impulso INICIAL para começarem a subir os preços, os imóveis mais caros é que dariam o impulso INICIAL para baixar os preços.

      No primeiro caso (inflar), foi causado inicialmente pelo juros mais baixo e facilidade de crédito que foram maiores e imediatos para o MCMV, intensificado de forma absurda pelo subprime (vendas FALSAS + mega especulação) quando foram expandidos estes aumentos para todas as tipologias e preços de forma contínua nos últimos anos, no segundo caso (explodir), seria causado por crise na economia mesclado com maior volume de super-oferta exatamente para os imóveis mais caros, no entanto, esta é apenas uma opinião pessoal baseada nos números, mas que não pode ser considerada conclusiva, pois não sabemos o fôlego e nível de irracionalidade dos proprietários de imóveis mais caros, embora pelo menos quanto ao que está com construtoras, podemos contar com maiores descontos para estas tipologias (até porque os imóveis menores estão concentrados mais com investidores do que com construtoras).

      Lembrando que imóveis menores estão em menor quantidade no mercado NESTE MOMENTO, mas quando explodirem entregas de 1 dormitório para investidores, em virtude da explosão de lançamentos e vendas para eles no 1S13 e quando explodirem também as “vendas de quitinetes milionários para corretores (Veja SP do início do ano)” no ato da entrega destes imóveis, daí a queda de preços vai ficar mais “homogênea”…

      0
  • Capitão 24 de junho de 2014 at 16:37

    Viram essa?
    ‘http://seresurbanos.blogfolha.uol.com.br/2014/06/24/apartamento-para-solteiros-pobres-que-ganham-ate-r-4-344/

    Agora quem ganha R$ 4344,00 é pobre. Deixa a “craçe” média da Dilma descobrir.

    0
    • lima 24 de junho de 2014 at 16:40

      Sensacional.

      0
  • JPires83 24 de junho de 2014 at 16:45

    Pequena observação contábil e pequeno CVR:

    Eu parei pra fazer umas contas aqui depois que um colega veio me falar que iria comprar o ap de 70m² por 360k. Baseado em minhas contas e de quanto eu ganho e tenho guardado, pra fazer a mesma coisa que ele.

    Opção 1: Eu junto dinheiro, aplicando, por 7 anos.

    Opção 2: Dou todo o meu dinheiro pro banco e ainda pego um financiamento de 26 anos ou mais.

    Qual que vcs preferem?

    PS: Juros compostos é coisa do capeta.

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    • marcos546 24 de junho de 2014 at 16:47

      Preferia seguir a 3º opção: Seguir o manual do anonymous e aplicar o dinheiro lá.

      0
      • JPires83 24 de junho de 2014 at 17:01

        Vou aplicar de uma certa forma, não só vou mandar o meu dinheiro pra fora, como eu também.

        Recebi uma proposta de emprego no Canadá. Estou pensando seriamente em ir. O foda que é em uma região fria pra cacete e eu não sei nada de francês. Disseram que eu podia estudar lá e que não iria precisar disso no início.

        0
        • Escola Autríaca 24 de junho de 2014 at 17:05

          Tem região quente no Canadá?

          0
          • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 17:08

            Existem as menos frias. E só. O resto é gelado.

            0
          • Mrcs 25 de junho de 2014 at 15:15

            Mas no verão, em Toronto, o calor costuma ser mais implacavel que aqui (São Paulo). Quente e super úmido. Mas dura pouco ehehe.

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        • marcos546 24 de junho de 2014 at 17:08

          JPires83, vc sabe como funciona essas proposta de emprego fora? Eu tenho duvida se a gente pode levar a esposa também.

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          • JPires83 24 de junho de 2014 at 17:21

            Depende da área que ela trabalha também, pra algumas áreas é mais fácil. Só que tudo depende do salário e de como vc está disposto a viver.
            Eu não sou casado e sou meio simplista com relação a estilo de vida, ex-da-roça.

            Recebi uma boa proposta e iria gastar pouco pra viver, pretendo fazer uma experiência de 1 ano e depois decidir se fico ou volto. O que mais me desanima é o frio, sou baiano e muito acostumado com o calor. Onde eu nasci, abaixo 20 Cº é calamidade pública de tanto frio.

            0
            • marcos546 24 de junho de 2014 at 17:23

              Entendi, e você fez entrevista com canadense?

              0
              • JPires83 24 de junho de 2014 at 17:32

                Só enviei currículo e me apresentaram as condições. Não me interessei pela vaga, mas isso me deu uma boa perspectiva. Eu tinha me oferecido pra uma vaga em outro lugar e me passaram essa. O meu problema é o local e a mudança, fiquei com receio de ir pra um lugar totalmente fora do que eu desejava.

                Se vc olhar no site que passei, verá que a maioria das vagas são pra região de Quebec. Lá eles tem uma demanda alta pra área de TI e salários entre 50-90k anuais.

                Cerca de 90% das vagas são pra região de Quebec, eu queria ir pro lado oeste do Canadá.

                Deixei parado por enquanto, vou tentar algo no próximo ano. Quero ver a merda feder um pouco e vou começar a estudar francês nesse período e terminar o mestrado.

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                • marcos546 24 de junho de 2014 at 17:54

                  Quem apresentou as condições, o governo ou os caras desse site? Como foi que eles entraram em contato, por e-mail? Estou fazendo o cadastro.

                  0
                  • JPires83 25 de junho de 2014 at 08:23

                    Por e-mail mesmo, eu já tinha visto como era a imigração. Vi que eu estava habilitado se tivesse um emprego garantido lá.

                    Depois que eu fiz o cadastro, um cidadão pediu pra eu enviar o currículo pra empresa dele e especificou como era o trabalho. Só não gostei da região, mas gostei do fato da resposta deles ser bem rápida, era uma empresa pequena em um bairro meio residencial e bem tranquilo. Iria ser um lugar bacana pra trabalhar, pra quem gosta de frio.

                    0
              • JSP 25 de junho de 2014 at 00:57

                Pode informar por onde fez o envio do cv?

                0
                • JPires83 25 de junho de 2014 at 08:25

                  Eles me enviaram um e-mail pra que eu pudesse enviar o currículo, só que eu aconselho a verificar o padrão canadense. Eu não sabia e enviei em inglês do jeito que é aqui no Brasil mesmo, aparentemente eles gostam de brasileiros lá em Quebec.

                  0
        • Ugo 24 de junho de 2014 at 17:15

          Emprego em qual área? Recomenda algum lugar para procurar empregos no Canadá? Essa região muito me interessa…

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          • JPires83 24 de junho de 2014 at 17:17

            Depende da área, eu sou da área de TI com uma boa experiência.
            Usei esse site:
            ‘http://cvit.ca/

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            • Ugo 24 de junho de 2014 at 17:49

              Obrigado pelo link!
              Também sou de TI, mas sem muita experiência. E outra pessoa que também está de olho no Canadá é da área de comunicação e audiovisual.

              0
              • Bellerian 25 de junho de 2014 at 00:03

                Não sei se vai servir para a galera do blog, mas sei lá, talvez pros mais novos ou pros filhos dos bolhistas. Existe uma ONG chamada AIESEC, que faz intercâmbio profissional para universitários até 28 anos de idade.

                Eles funcionam como uma agência de emprego, você coloca seu currículo e você recebe propostas de emprego pelo mundo todo. Normalmente exige-se uma certificação de inglês (se não me engano é o IELTS), mas dependendo do país exige-se mais coisa – ACHO que para a Alemanha você precisa saber falar alemão. O diferencial dessa ONG é que (1) você já vai pra lá com um emprego certo, na sua área de formação e (2) eles tem escritórios em todos os países que atuam, e a galera de lá te recebe e lhe enturma, dando um apoio inicial para a adaptação.

                Eu mesmo não pude aproveitar os serviços deles, só conheci quando minha esposa, na época namorada, trabalhou lá – eu já estava quase na idade limite e não estava tão desiludido quanto hoje com a Banânia – mas uma colega dela foi trabalhar na área de RH de uma petrolífera no Canadá, e dois conhecidos meus, calouros de meu curso de TI, foram um pra Polônia ou Eslováquia e o outro pra Índia. Sempre falaram muito bem do programa. Não sei se já rolava de ficar direto lá, mas o brother que foi pra Polônia voltou por menos de um ano e partiu de volta de mala e cuia pra Varsóvia.

                0
        • Sevilha 25 de junho de 2014 at 08:36

          $https://www.youtube.com/watch?v=uDCQEv0b02M

          0
    • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 16:48

      Juros compostos é uma beleza!
      Para o poupador ou para o cobrador.

      0
      • lima 24 de junho de 2014 at 17:03

        É mesmo.
        É incrível a disparada exponencial que os juros compostos dão a partir de alguns anos investindo.
        Vi nesse simulador:
        “http://www.clubedospoupadores.com/simulador-de-juros-compostos

        0
    • Oriundo 24 de junho de 2014 at 17:01

      Ou de Deus.
      Você escolhe o lado.
      Ele já escolheu o dele.

      0
    • PLOC 24 de junho de 2014 at 17:06

      Escolhi a opção 1 há muito tempo! O duro é escutar parente querendo te convencer que o melhor é investir em imóvel pq valoriza sempre e que o financiamento é sempre melhor que o aluguel porque vc está pagando por algo que é seu!

      Já desisti de explicar! Nem desenhando o povo entende!

      Os 666 fazem parte de uma seita! Igual a que passou no Fantástico… só acredita quem é ignorante ou está de má-fé!

      0
      • Paulo 24 de junho de 2014 at 21:39

        Também passo por essa situação. Hoje a tarde foi a mesma coisa. Meu chefe falando de um ap com duas suítes apenas, com menos de 80metros por 517k. Ele falo que era um bom negócio que eu deveria dar uma olhada. Falei que achava o preço absurdo, que em Blumenau poucas pessoas estariam dispostas a dar um valor deste para um apartamento tão pequeno e com valor fora da realidade. Ele falo que enquanto a CEF estiver dando crédito vai ter gente para comprar. Falo que imóvel não desvaloriza e seria um bom investimento, pois eu sairia do aluguel e teria algo meu hehehe. O mesmo papo de sempre. O problema é que uma coisa ele tem razão, ninguém no BR ainda viu o preço de imóvel baixar. Antigamente a inflação fazia esse papel, mas o valor mesmo não baixava, o que acontecia era a inflação ir corroendo o valor do imóvel. Precisamos que esta bolha estoure logo, para esse pessoal enxergar que os imóveis também podem cair de preço.

        0
        • Louro José 24 de junho de 2014 at 21:46

          Você está enganado. Todo dia tem notícia informando queda de preços.

          0
          • Paulo 24 de junho de 2014 at 22:19

            Louro Sampa, BSB, e outros lugares podem até estar vendo preços abaixarem, mas garanto, aqui em Blumenau nada até agora. Cheguei aqui em Janeiro, e acho um absurdo o que cobram por aps aqui nesta cidade, pois a cidade não tem muito a oferecer. Tem vários prédios sendo entregues, com ilac21 bem baixo. A construtora Nova Trento vende metade do edifício e o resto fica cozinhando em banho maria. Meu amigo compro um ap com 48 apartamentos. Valor da brincadeira hj 550k. Ele falo que tem menos de 20 ocupados, e ele acha isso normal. Faz 4 meses que entregaram o ap para ele, e ele acha que isso é o tempo que as famílias demoram para realizar a mudança. Do lado tem um tal de Andraus, cara aquele edifício está praticamente com ilac21 zerado. E o ap ali é 450k. Próximo tem um condomínio ilha bela. Aquilo ali é uma piada. Foi construído uma torre e foi entregue, a outra torre ainda esta com vários aps a venda, com informação que será entregue logo. Passo diariamente por ali e dificilmente vejo alguém trabalhando. Um dia vi um operário dando acabamento interno em um apartamento, a maioria das vezes vc não vê ninguém na obra. A construtora só levando em banho maria, pois após a entrega o que não vendeu é custo de IPTU e condomínio. Dos ap que eu acompanho aqui, só vi um cair de preço. Foi um no Jardim Blumenau, 2 quartos, 60 m2, estava 320k, e baixou para 290, e mesmo assim está encalhado.

            0
            • marcos 25 de junho de 2014 at 00:11

              O que é ilac21 ???

              0
              • Junior 25 de junho de 2014 at 00:52

                Indice luzes acesas as 21 hrs
                Serve para avaliar qtos moradores tem um predio…

                0
            • JPires83 25 de junho de 2014 at 08:28

              Paulo, eu fiz as minhas contas descontando inflação já, tipo rendendo só 0,5% a.m . Se eu contasse com a queda, acho que eu compraria o ap em uns 5 anos.

              0
              • paulo 25 de junho de 2014 at 09:03

                Um amigo meu falo um negócio e acho que no fundo ele tem razão, mas ele ainda comprou na hora mais ou menos certa. Ele falo que os imóveis irão cair, mas isso iria demorar um pouco, e o que o imóvel iria valorizar, quando caísse iria chegar no preço que ele pagou. Ele comprou um ap em POA por 430k, em 2010. Hj o ap está sendo vendido por mais de 800k. Resumindo se cair 50% ele fica no zero a zero, mas como deixou de pagar aluguel 4 anos, ele está ganhando dinheiro. Óbvio que agora não dá mais para fazer isso, mas até final de 2010, início de 2011, ainda valia a pena comprar o imóvel. O mais interessante foi quando ele viu a matrícula do imóvel. Prédio construindo em 2007, valor do custo da construtora na matrícula 110k. Corrige isso pelo INCC e olha a margem destas detrutoras….

                0
  • Pablo 24 de junho de 2014 at 17:13

    EVOLUÇÃO DO EMPREGO POR NÍVEL GEOGRÁFICO, SEGUNDO SETOR DE ATIVIDADE ECONÔMICA – CONSTRUÇÃO CIVIL

    NÍVEL GEOGRÁFICO SALDO

    RONDONIA 1286
    ACRE 99
    AMAZONAS -356
    RORAIMA -34
    PARA 4846
    AMAPA -65
    TOCANTINS 932
    MARANHAO 128
    PIAUI 340
    CEARA 1203
    RIO GRANDE DO NORTE -925
    PARAIBA 557
    PERNAMBUCO -3363
    ALAGOAS -862
    SERGIPE 251
    BAHIA -1230
    MINAS GERAIS 1522
    ESPIRITO SANTO -430
    RIO DE JANEIRO 154
    SAO PAULO -5608
    PARANA 3389
    SANTA CATARINA 562
    RIO GRANDE DO SUL -1040
    MATO GROSSO DO SUL -672
    MATO GROSSO 705
    GOIAS 1918
    DISTRITO FEDERAL -615
    BELÉM 399
    FORTALEZA 893
    RECIFE -3040
    SALVADOR 84
    BELO HORIZONTE 602
    RIO DE JANEIRO 458
    SÃO PAULO -3829
    CURITIBA 1608
    PORTO ALEGRE -1103

    0
    • Marcus A 25 de junho de 2014 at 00:01

      Só de pensar que na China formam por ano 40.000 engenheiros por ano, essa lista é horrível!

      0
    • Aurélio 25 de junho de 2014 at 08:35

      Salvador no positivo deve ser obra pública (há muitas em andamento, aceleradas) e talvez um pouco mão de obra de acabamento, pois há dezenas de espigões em fase final de acabamento, quase prontos para entrar no mercado à procura de morador. Quando esses dois fatores deixarem de influenciar positivamente os números, a derrocada será sangrenta.

      0
  • Marc 24 de junho de 2014 at 18:07

    “Tem mais placa de vende/aluga em SP do que bandeirinhas do Brasil” – meu amigo outro dia.

    0
    • Luis Augusto 24 de junho de 2014 at 23:04

      Por aqui também colega.

      0
  • banana de pijama 24 de junho de 2014 at 18:16

    Mini CVR sqn
    Por indicação de um companheiro de repartição pública, gente boa,
    militante das causas sociais que investiu seus ganhos no mercado
    imobiliário desde que foi promovido a chefe e trabalhou como
    coordenador regional do comitê de campanha da Presidenta das
    Presidentas, investi em sociedade a quantia de 50K para adquirir um
    estoque de 10 mil CAXIROLAS.
    Entreguei o dinheiro ao companheiro que prometeu realizar igual aporte
    sob uma perspectiva de valorização de 30% de lucro liquido sobre as
    vendas no atacado.
    Espero bombar nessa copa. Já sei o que fazer com o lucro desse
    investimento: Comprarei um imóvel na planta e em 2016, estarei vendo o Brasil ser o campeão nas diversas modalidades esportivas diretamente da minha varanda gurmet. Já comprei minha LED 3D na Magazine Luíza. Até lá estará totalmente paga.
    Só os derrotistas não vislumbram as oportunidades de um país rico, com
    muito orgulho e com muito amoooor

    0
  • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 19:01

    PEDRO BENEVIDES PIRA!
    “https://br.noticias.yahoo.com/quer-trabalhar-corretor-imobili%C3%A1rio-veja-iniciar-carreira-121500130–finance.html

    “SÃO PAULO – Com ou sem bolha imobiliária, o mercado de imóveis sempre tem espaço para quem quer ser corretor. A profissão atrai os mais variados perfis: desde graduados em áreas diversas, passando por jovens profissionais e até aposentados.
    Os motivos são os mais variados: flexibilidade no horário de trabalho, possibilidade de ganhos financeiros maiores e melhoria na qualidade de vida. Outro fato que tem atraído gente para a carreira de corretor de imóveis é o crescimento fora do normal do mercado imobiliário. Enquanto o PIB brasileiro cresceu 2,3% em 2013, o setor apresentou um avanço de 13% no mesmo período.
    O diretor de relações institucionais da franqueadora imobiliária Paulo Roberto Leardi, Germano Leardi Neto, lembra que antes de sair vendendo casas por aí, é preciso cumprir algumas etapas. Confira:
    1- Imobiliária Para dar início à carreira é preciso ser parceiro de uma imobiliária que possua trânsito fácil no mercado e que “abra portas” para você. Dê preferência para empresas com um banco de dados confiável e farto, além de ferramentas de gestão que facilitem a adaptação rápida ao novo negócio.
    2- Formação Para aqueles que querem se especializar na área, é possível fazer uma faculdade de Ciência Imobiliárias, com duração de 4 anos, ou no curso de Gestão Imobiliária, feito em 2 anos. Outra opção é realizar o curso de Técnico de Transição Imobiliária, que tem duração de 4 a 18 meses, dependendo da escola.
    3- Pratique Enquanto estiver estudando, aproveite para fazer estágios e observar como funciona o mercado para construir o seu próprio jeito de negociar.
    4- Creci Quando estiver formado, registre-se no Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) do seu estado, pois você só estará autorizado a exercer a profissão depois da liberação da entidade.

    0
    • Terra da bolha sem renda 24 de junho de 2014 at 19:07

      O que cargas d’água alguém estuda num curso de ciências imobiliárias?
      Alguém consegue ter uma idéia?

      Aliás, ser corvo é algo tão banal, que é a única profissão em que o técnico, o tecnólogo e o bacharel são e fazem, no frigir dos ovos, exatamente a mesma coisa. Seria a mesma coisa que afirmar que aux. de enfermagem, técnicos e enfermeiros tem as mesmas atribuições, competências e funções.

      E pra arrematar, o STJ tem um caminhão de jurisprudência que afirma a desnecessidade de registro do CORVECI pra intermediar negócios imobiliários e fazer jus aos lendários 6%.

      0
      • homer 25 de junho de 2014 at 10:15

        Crie o problema e venda a solução.
        É o que todo o registro profissional faz.
        Lembra da Ordem dos Músicos do Brasil, teve que tomar e ainda toma dezenas de ações para se dar conta de que não é obrigatório o registro para tocar em qualquer lugar. Contudo, não deixou de existir.

        0
  • From_the_Tower 24 de junho de 2014 at 19:06

    Lucas pira!
    “http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=notas&id=37895
    “Indefinição sobre a inflação favorece o financiamento do imóvel durante a obra
    As indefinições quanto a um novo reajuste da taxa básica de juros e sobre a correção das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pela inflação ampliam os rumores de uma possível alta nos juros cobrados pelos bancos nos financiamentos habitacionais, no médio prazo. Alguns empresários e especialistas do mercado imobiliário acreditam que, a se manter o cenário econômico atual, é inevitável que as correções alcancem o crédito habitacional, traduzindo-se em alta dos juros e redução do prazo para pagamento do financiamento.
    O último boletim Focus do Banco Central, de meados de junho, prevê que a Selic deve ficar em 11% nesse ano, mas avançar para 12% em 2015. Dados do agente financeiro mostram que a média da taxa básica de juros que era de 7,9% ao ano, em junho de 2013, avançou para uma média de 10,9% ao ano, em junho desse ano.
    Já quanto à correção dos recursos do FGTS, no começo de abril, a Justiça deu os primeiros pareceres favoráveis à mudança de indexador – Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ou Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) – para alguns processos em tramitação, em oposição à correção atual pela Taxa Referencial (TR). Os bancos dizem que, se a decisão virar jurisprudência, os juros do crédito imobiliário no país, para empréstimos que usam recursos do fundo, podem até dobrar, alcançando patamares entre 12,5% e 14,6% ao ano.
    Nesse cenário, uma opção para o comprador se resguardar dos efeitos de eventuais alterações da política fiscal e garantir juros menores do crédito imobiliário, está na contratação do financiamento durante a construção. Em Curitiba, a modalidade é usada pela Swell Construções e Incorporações na implantação do Prime Class Residence, edifício residencial que está em fase final de obras, no Bairro Água Verde.
    O diretor da incorporadora, Leonardo Pissetti, mostra que, considerando o preço das unidades à venda no Prime, na média de R$ 650 mil, na contratação do financiamento habitacional após a entrega das chaves, a taxa de juros ficaria entre 9,5% a 12,5% ao ano. Já na contratação do empréstimo durante a construção, para a mesma unidade do empreendimento, os juros ficam assegurados em 8,3% ao ano, desde que o cliente tenha relacionamento com o banco.
    A economia é melhor quantificada quando o cálculo baseia-se em valores nominais. Pissetti usa como exemplo um financiamento de R$ 300 mil, para um período de obras de 24 meses. A se considerar uma estimativa de CUB/m² (Custo Unitário Básico da Construção) em 8,5% ao ano, ele diz que, na contratação do financiamento imobiliário durante a construção, o saldo devedor é reduzido em aproximadamente R$ 26 mil. Nessa mesma situação, para um financiamento de R$ 400 mil, a economia chega a quase R$ 40 mil.

    0
  • Terra da bolha sem renda 24 de junho de 2014 at 19:09

    “Swell Construções e Incorporações”

    Realmente, um nome de classe pra uma construtora. Vai ter que engolir com bolha e tudo.

    0
    • Azufrebh 24 de junho de 2014 at 19:15

      Aí era swallow…

      Swell é inchar. Não deixa de ser sugestivo.

      0
  • Terra da bolha sem renda 24 de junho de 2014 at 19:24

    CVR terra do pré sal

    Imobiliária anuncia ap de 4 dorm, 2 vg, todo em contra piso e sem revestimento na vila rica, a 920 k dilmas. O investitroxa sequer mandou passar uma mão de tinta no ap. Não tem revestimentos ou louças nos banheiros.

    Seria um CVR normal, se não fosse um prédio da ENCOL que ela não terminou, chamado Ed. Platina, o qual foi terminado às duras penas pelos “investidores”.

    O que me assusta não é ser 666 na época da ENCOL, afinal, já chorou, já perdeu, já sofreu, já pagou o ap todo de novo pra ele ficar pronto junto com todo mundo que se deu mal, tudo bem, a gente perdoa, mas, embarcar em bolha imobiliária e querer 1 milhão em ap de prédio velho de construtora falida?

    Cara, coisas que a gente só vê em Santos. Tomara que essa ilha dos infernos afunde com todos os corretores e a petrobrás junto. Já vendi meu ap e já to no aluguel só olhando.

    O ultimo que sair, apague a luz e feche a porta.

    0
    • Rolde 24 de junho de 2014 at 22:12

      Perfeito, aqui a concentração de 666 por m2 é maior que o estoque de imoveis.

      0
  • RosinhA 24 de junho de 2014 at 19:28

    CVR : semi fantástico 😀

    Agora pouco na reunião da talibanesa chegando antes, vejo revolta que a escola é cara, muito improdutiva, que iriam colocar em uma estadual que era a mesma coisa bla bla bla, fiquei quieta, sentei bem no frente para escutar as descargas do fundo 😉

    E os alimentos !? e o preço de tudo !? e a qualidade de vida ?

    Eu só na butuca….

    E o comércio, meu marido vendia e ganhava 40kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk por mês kkkkkkkk agora esses meses não recebeu nem 5k, não paga nem as minhas contas, quanto mais todas as nossas.

    Butuca ainda ………………………..

    E o meu comercio está çangranu, semana passada nem pagou a luz, tenho 4 funciotarias e vou dispensar pelo menos uma,

    Dai olho para trás, e uma delas percebe que eu prestava atenção, mudaram de assunto e ficaram reclamando de tudo e todos por mais uns 10 min, depois começou o Faceotarismo, eu vi, que lindo, maravilhoso, ai que delicia, fantástica essa foto, e bla bla bla……

    Bom nem preciso dizer nada né ?

    0
  • W.K. 24 de junho de 2014 at 20:17

    CVR.

    Produtor rural aqui da área, criador de frangos, estava iniciando um projeto de PRONAF para ampliar o aviário. Descobriu alguns dias atras que os bancos estão sem dinheiro para o PRONAF. Os recursos acabaram, e só devem voltar a fornecer quando iniciar o novo ano-safra na 1ª quinzena de Julho

    0
    • RosinhA 24 de junho de 2014 at 20:19

      Para carros tem sobrando inclusive o banco local vive dizendo que çamos loucos de não comprar para pagar em 10 anos a 4% ao ano rsrs.

      0
      • W.K. 24 de junho de 2014 at 20:24

        Mas o $$$$ acabou agora, coisa de uma ou duas semanas, ele comentou que foi no banco dele, e não tinham nada, o pessoal da EMATER recomendou ele a ir a outro banco, e lá foi a mesma coisa.

        0
    • Juquinha 24 de junho de 2014 at 21:58

      Sim, a linha PRONAF (Com “altíssimos” juros subsidiados de 2% ao ano) está fechada. Até onde eu sei, os juros para financiamento na area rural vao subir um pouco (ta muito baixo, diga-se de passagem) e com risco grande desses emprestimos nao serem honrados por safra ruim.

      0
  • Neo Mercurius 24 de junho de 2014 at 20:20

    Sempre que sai mais um tópico do Bolha, vemos em seguida alguma coisa da imprensa tentando disfarçar, mas dessa vez está difícil.

    A estratégia tem sido tentar chamar o estouro da bolha próximo de “ajuste”, por eufemismo. Não parece haver outra saída, já que as evidências estão cantando nos olhos.

    Os argumentos estão colossais, são fatos que não podem ser distorcidos. Pelo visto vai estourar mesmo…

    A Copa se registra dia-a-dia como um verdadeiro Banheiro do Papa. Muitos ainda estão intoxicados pela mídia oficial do evento, mas quando chegar a hora de pedir a conta, após o apito final, aí virá a fatura, escrita com Çanguiii.

    Todas as matérias jornalísticas do pós-Copa terão sempre o mesmo desfecho:

    “abaixo do esperado”.

    É só esperar para ver…

    “http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/videos/t/todos-os-videos/v/volume-de-vendas-durante-a-copa-do-mundo-fica-abaixo-do-esperado/3445928/

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    • RosinhA 24 de junho de 2014 at 20:22

      Até vc escreve Çanguiiiiiii ? hehehe

      Está um oba oba desgramado, até pessoas que pensei que fossem diferentes de pensamento nessa divisão de dizer que seleçaum é seleçaum politica é outra coisa 😉

      0
  • Raul Seixas 24 de junho de 2014 at 20:23

    Olá CA e From_the_Tower, gostaria de tirar umas dúvidas com vocês e pedir umas sugestões. Seria possível pegar o e-mail de vocês?

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  • Fantasma da craçe C 24 de junho de 2014 at 20:51

    Desculpe ser meio OFF, mas acho que é uma matéria cuja atenção é indispensável. Valendo até Mini CVR. O que a mídia tanto ignora:

    Os prejuízos na indústria por causa da copa.
    Começando pelos correios:

    Noto que os correios estão aparentemente mais enrolados que o normal. Faz pouco mais de um mês que saíram de uma greve e agora fecham as agências sempre ao meio dia por causa dos jogos da copa. Para cada meio dia perdido o trabalho se empilha.

    Notei isso no centro de distribuição hoje, quando havia várias pessoas procurando encomendas super atrasadas. A agência também estava muito movimentada e havia até um camarada que organiza um evento para a copa e precisava de uma encomenda para hoje, mas o correio não liberou.

    E pior que isso, esses feriados forçados estão massacrando as indústrias. Enquanto há pouca atenção sobre na mídia, existe algumas notícias isoladas aqui e ali como essa:

    Indústria carioca terá prejuízo de R$ 327 milhões com feriados da Copa

    “http://www.firjan.org.br/data/pages/2C908CEC462AE9DE014680D8FC7A1222.htm

    Acredito que isso vai causar mais um impacto negativo na economia.

    0
  • Cicero Silva 24 de junho de 2014 at 20:52

    Pessoal,

    Sem querer ser muito burro, mas já sendo:

    O que é “o banheiro do papa” comumente citado aqui?

    Já olhei no google e só encontrei referência a um filme.

    De boa. Sem gozação.

    0
    • Louro José 24 de junho de 2014 at 20:54

      É este filme mesmo. Assista que está sendo a personificação total do evento copa do mundo no Brasil. Todo mundo achando que vai ganhar muito dinheiro e, no final, o rastro de desolação pelas expectativas frustradas.

      0
      • Cicero Silva 24 de junho de 2014 at 20:56

        obrigado.

        0
    • W.K. 24 de junho de 2014 at 20:57

      É exatamente o que voce encontrou.

      A referencia é ao filme, e também a visita do Papa Francisco ao RJ durante a Jornada da Juventude, onde centenas de tolos acharam que ficariam ricos da noite para o dia com a visita do Papa, que transferiu sua missa de Guaratiba para Copacabana.

      0
  • Ghaspar 24 de junho de 2014 at 21:17

    Estou sempre lendo mas quase não tenho comentado…….Mas este CA é de tirar o chapéu…Com todo o respeito, o cara é foda……

    0
  • Louro José 24 de junho de 2014 at 21:55

    A PROFISSIONALIZAÇÃO DA POLÍTICA!

    (Leôncio Martins Rodrigues, cientista político – Folha de SP, 22) O recrutamento para a classe política está se fazendo cada vez mais na classe média e, em menor medida, nas classes trabalhadoras. Observei isso em pesquisas sobre a composição social da Câmara. A proporção de deputados vindos das classes altas, ricas ou proprietárias tem diminuído. Em 1998, deputados empresários ocupavam 45% das cadeiras. Em 2010, baixaram para 37%. A queda foi maior entre os empresários rurais, de 12% para 8%. Os urbanos mantiveram sua participação, mas entre eles há muitos pequenos empresários, nem sempre ricos.

    * * *

    ASFIXIA FINANCEIRA DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS PELO CRÉDITO CONSIGNADO!

    (Folha de SP, 22) Nos últimos três anos, o saldo das dívidas de aposentados e pensionistas na modalidade de crédito consignado cresceu 27% (descontada a inflação), de R$ 52,5 bilhões para R$ 66,8 bilhões, segundo dados do Banco Central. O aumento é quatro vezes maior que o reajuste real de 5,2% dos benefícios pagos pela Previdência a esse grupo e quase três vezes superior ao crescimento de 7% no número de aposentados e pensionistas, para 42,2 milhões. Também ultrapassa, de longe, a expansão de 3,7% dos empréstimos consignados a funcionários públicos.

    0
  • Louro José 24 de junho de 2014 at 21:56

    CAI A % DAS TVs LIGADAS DURANTE A COPA!

    (Keila Jimenez – Outro Canal – Folha de SP, 19) 1. Os canais pagos e abertos não se cansam de comemorar a audiência em alta na Copa. Mas o fato é que há menos televisores ligados em São Paulo durante os jogos da seleção. A média de televisores ligados nos dois primeiros jogos do Brasil na Copa da Alemanha, em 2006, foi de 71%. Durante as duas primeiras partidas da seleção no Mundial no Brasil, havia 57% de televisores ligados em São Paulo. O que significa que 43% dos aparelhos de TV na região estavam desligados na hora do jogo.

    2. Em 2010, na competição na África, os dois primeiros jogos tiveram 60% de aparelhos ligados. E a faixa horária das partidas nas três Copas é quase a mesma. Em oito anos, a Globo perdeu 43% de sua audiência no jogo de estreia da seleção na Copa. Brasil x Croácia, em 2006, marcou 65,7 pontos. Brasil x Croácia, no último dia 12, alcançou 37,5 pontos. Cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande SP. Na África, em 2010, o primeiro jogo da seleção registrou 45,2 pontos.

    0
    • LZ 25 de junho de 2014 at 08:29

      Há tbm o pessoal assistindo mais partidas na TV fechada que bateu recorde de audiência e convenhamos: Band e Globo estão péssimas comparadas com a ESPN por exemplo.

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  • Edu B. S. 24 de junho de 2014 at 21:58

    OFF, mas nem tanto.

    ECONOMIA
    Comércio do Rio estima que perdas cheguem a 70%
    A estimativa é do Clube dos Diretores Lojistas. Se o Brasil permanecer até o final da Copa (e quase todo mundo quer), a perda do comércio no Rio de Janeiro está calculada em R$ 1 bilhão 900 milhões. Isso equivale a até 70% de prejuízo, com base no faturamento médio do comércio do Rio, que gira em torno de R$ 370 milhões por dia. A informação foi dada ao nosso blog pelo presidente do CDL, Aldo Gonçalves.

    Segundo Gonçalves, são as seguintes as principais causas do prejuízo do comércio nesta Copa do Mundo: a perda do foco do consumo, os feriados e pontos facultativos e a inflação, que está corroendo o poder de compra de muita gente.

    — Com os feriados por causa de jogo no Maracanã, o Centro da cidade fica totalmente vazio. No sábado agora, com o jogo do Brasil, marcado para 13h, o comércio vai fechar uma hora antes e certamente vai ter prejuízo — diz Aldo Gonçalves.

    O presidente do CDL observa ainda que os turistas estrangeiros que vieram para o Mundial não estão comprando nada além de alimentos por causa da carga de impostos dos nossos produtos.

    — São turistas com menor poder aquisitivo, que vão ao supermercado fazer compras para comer no quarto — disse Aldo.

    *http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2014/06/24/comercio-do-rio-estima-que-perdas-cheguem-70-540502.asp

    0
    • Luis Augusto 24 de junho de 2014 at 22:44

      Deve-se então descontar o Fator Inflação desses 70% já que ela existiria independente de jogos do Brasil ou não.

      0
    • Luis Augusto 24 de junho de 2014 at 22:46

      Deve-se descontar também dos 70% os gastos dos estrangeiros, que não tivesse a copa não teria esse dinheiro entrando (pouco, mas entrando). O prejuízo deve ser calculado então por perdas de consumo, exceptuando a inflação e descontando o valor gastos pelos estrangeiros.

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  • Andaralho do Carilho 24 de junho de 2014 at 22:01

    Alguém me explica a diferença entre bônus e desconto?

    “http://gafisa.com.br/aindadatempo

    0
  • Bruno Sampaio 24 de junho de 2014 at 22:37

    ALGUEM JA VIU ESSA RIDICULA? ABSURDO

    ”’http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/05/22/quem-aposta-em-bolha-imobiliaria-ou-quebradeira-no-setor-de-imoveis-erra-feio.htm

    0
  • fritz 24 de junho de 2014 at 22:41

    CA
    parabéns pelo texto, nota 10.

    abaixo um link com outros detalhes de venda e aluguel em SP.
    (descontos, preços, aluguel e devoluções

    ‘http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=154430&Categoria=EMPRESAS

    Proprietários de imóveis concederam descontos médios de 21,08% para conseguir alugar casas e apartamentos situados nos bairro agrupados na Zona E, os mais distantes da região central da cidade.
    Esse desconto médio apurado em março foi 60,55% superior aos 13,13% que a pesquisa do Creci registrou em fevereiro na Capital. O menor desconto concedido foi de 7,38% para os imóveis da Zona A.

    As casas e apartamentos com aluguel mensal de até R$ 1.400,00 representaram 49,39% do total de novas locações efetivadas em março. A maioria delas – 42,63% – concentrou-se em bairros da Zona C. Depois vieram a Zona D, com 19,04% do total; a E, com 15,6%; a B, com 12,9%; e a A, com 9,82%

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  • Andaralho do Carilho 24 de junho de 2014 at 22:44

    Lembram de ontem?

    “http://www.bolhaimobiliaria.com/2014/06/21/moradores-que-pediram-valor-alto-nao-alugaram-casas-em-itaquera-cbn/#comment-534238

    Chegaram os valores:

    1.6 KK por 242 m² no preço mega bolhudo e eles estão anunciando 40% de desconto (não é bônus) com isso o valor sai de R$ 6.600/m² para R$ 4.010/m². E não temos bolha!

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  • Bruno Sampaio 24 de junho de 2014 at 22:47

    QUEM VIU O JN HJ FALANO QUE TA BOMBANDO DE ESTRANHEIRODE DINHEIRO DELES E BLABLABLA ?

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    • Marc 24 de junho de 2014 at 23:38

      Orra, quer dizer que esse investimento todo vai trazer 3 bilhões à mais do que um período normal? Então bora lá fazer mais, porque essas contas estão maravilhosas.

      20bi em estádio. 3 bi em turismo. = -17bi. Tá ó, uma maravilha.

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  • Ploc Verde de Limão 24 de junho de 2014 at 22:47

    Não estava bombando? E o pré-sem-sal?
    Baixada Santista encerra 358 postos de trabalho com carteira assinada em maio
    “www.atribuna.com.br/cidades/baixada-santista-encerra-358-postos-de-trabalho-com-carteira-assinada-em-maio-1.388181”

    A cidade está com hemorragia.

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  • PBR 24 de junho de 2014 at 23:03

    Esses coretores não aprendem mesmo… Vejam a conversa abaixo:

    Prezado Corvolino,

    A Dona teimosa me encaminhou as fotos do apartamento, o acabamento parece muito bom e o tamanho é mais apropriado do que aquela cobertura para quem planeja uma família pequena. Contudo, confesso que o valor não está do meu agrado. Não sei se você lembra, mas quando visitamos a cobertura comentei que valor acho razoável para o m^2. O deste apartamento está um pouco longe. Sendo assim, vou ser direto: Gentileza verificar com o proprietário se ele tem uma BOA margem de negociação para pagamento a vista, pois caso contrário irei aguardar novas oportunidades. De toda a forma, te agradeço pela atenção.
    ———————————————————————————————————-
    Obrigado pelo retorno PBR.

    Este ap estava 640000 e ela baixou para 580000 pois quer vender. Temos tido muita visita nele. Este perfil de imovel, predio seminovo no bonfa, 3 d . 2 vagas , andar alto, nao precisa reforma, elevador, nao se encontra no bairro. Temos a duas quadras dali na rua da cannabis o “duas caras” recem construido 70 m2 por 1 milhao.
    ———————————————————————————————————
    Olá Corvolino,

    Mais uma vez te agradeço pela atenção, mas infelizmente não estou disposto a negociar nestes termos. Contudo, acredito que esta nossa conversa seja construtiva no sentido de que você está conhecendo melhor o perfil do imóvel que eu e a Dona Teimosa buscamos e também quais são as nossas expectativas em relação a uma futura negociação. Por enquanto continuaremos no aguardo.

    Será que eu frustrei as expectativas dele?

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    • Anonymous 24 de junho de 2014 at 23:18

      Voce é pobre. Do contrário teria comprado o novo para morar e o velho para investir.

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  • My name is James Bond 24 de junho de 2014 at 23:27

    Venho acompanhando o total de páginas de anúncios de uma das maiores imobiliárias aqui da região sul de SP.

    Pulou de 16 para 27 páginas.

    http://www.grupocanaa.com.br

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  • My name is James Bond 24 de junho de 2014 at 23:30

    Quem será o dono desse pedacinho de terra vendido por em 18 milhões de reais?

    http://www.grupocanaa.com.br/imovel/terreno-comercial-venda-guarapiranga-zona-sul-sao-paulo-sp/TE0003-INC

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  • Vampiro 24 de junho de 2014 at 23:32

    Tenho sede de Çanguiiii
    CVR. No meu trabalho antendo diversas pessoas e geralmente especulo em geral como estão os negócios, se vão bem ou mal, pois bem hoje atendo uma senhora com 82 anos, e segundo minha colega está ainda na ativa, trabalhando. Comecei a coversar com simpática senhorinha quando de repente a surpresa, qual sua profissão?? Corva Senior!!!!! Por fim desabafou “Há três meses que não vendo nada e a situação está desesperadora, de 12 clientes que indiquei à Caixa para fazer financiamento, apenas um foi aprovado.”
    Pois é pessoal, nada como ouvir a voz das ruas.
    Ahh, aqui perto de casa outro comércio vai entregar o imóvel amanhã, estoque à venda pela metade do preço ou menos…Çanguiiiiii!!!!

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    • Marcus A 25 de junho de 2014 at 00:31

      Quando os investitolos e imobiliárias sofrem, aumentam os alugueis e dá nisso lojas e empresas largando os negócios.

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  • oalquimista 24 de junho de 2014 at 23:42

    CVR – Dinheiro na māo!
    Vi uma oferta de fogāo na internet e com taxa de entrega saiu por R$735 à vista. Emiti boleto para garantir a oferta.
    Fui na loja ver o fogāo e
    Loja 1 – consegue fazer por R$899
    Loja 2 – vi anúncio no cartaz. A vista R$1.199 ou 10x R$199! Sai sem querer falar com o vendedor.

    Espero estes descontos logo logo nos imóveis, carros….

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    • LZ 25 de junho de 2014 at 08:32

      Eu mesmo estou esperando as TVs pós Copa hahaha.
      Vou comprar uma descente Full HD depois do mundial.

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  • Marcus A 25 de junho de 2014 at 00:33

    OFF – DECEPÇÃO

    Copa não ajuda e maio tem a pior geração de emprego em 22 anos
    O ministro Manoel Dias (Trabalho) afirmou que a perspectiva oficial de contratação era maior, devido ao Mundial, e que o pessimismo do empresariado influenciou o resultado

    “http://www.otempo.com.br/capa/economia/copa-n%C3%A3o-ajuda-e-maio-tem-a-pior-gera%C3%A7%C3%A3o-de-emprego-em-22-anos-1.870843

    0
  • Marcus A 25 de junho de 2014 at 01:11

    OFF – LACUNAS

    Cenário de incertezas impede previsão para desembolsos do BNDES
    Entidade é responsável por fazer empréstimos de juros baixos a empresas para estimular o crescimento do país

    “http://www.otempo.com.br/capa/economia/cen%C3%A1rio-de-incertezas-impede-previs%C3%A3o-para-desembolsos-do-bndes-1.870760

    0
  • Carlos 25 de junho de 2014 at 01:48

    [OFF]

    Não confio muito nestas avaliações mas vale a pena dar uma olhada.

    A Banânia no seu devido lugar:

    “http://www.goodcountry.org/

    Vejam Ciência e Tecnologia por exemplo, o Kênia está melhor que gente 😀
    mas somos penta..
    .
    Não, não vamos…

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    • Carlos 25 de junho de 2014 at 01:55

      Isso tem alguns erros absurdos, em Health and Wellbeing por exemplo estamos na frente dos hermanos, isso é completamante equivocado, embora os argentinos venham tentando destruir seu país com um empenho invejável nos últimos 50 anos na minha modesta opinião ainda é um lugar melhor de se viver que a banânia. Vou ler os critérios quando sobras algum tempo, nem sei se vale a pena…

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  • Anonymous 25 de junho de 2014 at 03:53

    Veja o que um POBRE brasileiro compraria na Florida ao invés de comprar uma “habitação de interesse social” AINDA NA PLANTA.

    Apartamento para solteiros pobres que ganham até R$ 4.344
    “http://seresurbanos.blogfolha.uol.com.br/2014/06/24/apartamento-para-solteiros-pobres-que-ganham-ate-r-4-344/

    Um condomínio recém-lançado na Barra Funda (bairro da zona oeste) oferece apartamentos de 32 m2 e um dormitório (ainda na planta) por R$ 185 mil reais. Trata-se, como o próprio anúncio do empreendimento deixa claro, de HIS (habitação de interesse social)

    185 mil Reais = 83 mil USD

    Por valor semelhante, daria para comprar a seguinte casa na FL.

    “http://www.zillow.com/homedetails/2521-40th-St-W-Lehigh-Acres-FL-33971/2146096912_zpid/
    3 dormitórios
    2 banheiros
    150 m2
    garagem para 2 carros

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  • Simplício 25 de junho de 2014 at 04:28

    Daqui a pouco vem um rapaz dizer que a bolha acabou, que isso é assunto do passado e que ele comprou um terreno barato. A montanha-russa nem chegou no looping ainda, estamos ouvindo o gancho do brinquedo engatar no carrinho e puxar pra queda mais alta, só depois começa a diversão. O sujeito mal andou no carrossel e já diz que conhece o parque.

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  • Armando 25 de junho de 2014 at 05:18

    Criação de emprego no Brasil em maio com nível mais baixo dos últimos 22 anos

    A criação de emprego no Brasil durante o mês de maio foi a baixa dos últimos 22 anos, segundo dados divulgados, esta terça-feira, pelo Ministério do Trabalho.

    Em maio, registaram-se 58.836 novos empregos, fruto de 1.849.591 contratações e 1.790.755 despedimentos, um resultado apenas superado pelo verificado em maio de 1992, quando foram gerados 21.500 novos postos de trabalho formais, segundo os dados oficiais que indicam que, face ao período homólogo do ano passado, o número de novos empregos sofreu uma queda de 18,3%.

    O desempenho do mercado laboral em maio foi atribuído, em grande parte, às demissões que atingiram o setor da indústria transformadora, com a supressão de 28.500 postos de trabalho, e o da indústria mecânica, com a eliminação de 6.600 empregos

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  • Novonick BH 25 de junho de 2014 at 08:53

    Olha o naipe do anúncio:

    *http://mg.bomnegocio.com/belo-horizonte-e-regiao/imoveis/casa-germinada-dupleques-38157806

    Olha o nível dos vendedores! E ainda querem vender algo de 100 mil reais…

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    • LZ 25 de junho de 2014 at 08:56

      GERMINADA !!!
      hahahah

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      • Novonick BH 25 de junho de 2014 at 09:00

        Germinada e DUPLEQUES!

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  • EngenheiroMG 25 de junho de 2014 at 08:58

    Eu li a palavra bolha ?

    “http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/06/1475848-lula-muda-o-tom-e-defende-politica-economica-de-dilma.shtml

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  • Thiago A. 25 de junho de 2014 at 10:36

    E essa agora “http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-2014/a-copa-foi-um-tiro-no-pe-entreguei-meu-flat-diz-prostituta,a7f0f12db98c6410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html”

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