O que ocorre quando uma Bolha Imobiliária desinfla? – Leo Rossatto

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Comments
  • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 11:13

    Um monte de investidor se joga de predio

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    • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 11:17

      A KKKkkkkkkkkkkkkkkkkkkássia tem um monte de amigos agora mais um o Leonardo 57.

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    • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 13:52

      Finalmente chuva! (de investidor)

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    • Pablo Gallardo 3 de setembro de 2012 at 17:18

      It’s raining man, aleluia it’s raining man.

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  • Tomaz 3 de setembro de 2012 at 11:13

    🙂

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  • D9 3 de setembro de 2012 at 11:30

    Off Topic (de novo desculpem)

    Triste realidade da ex 6a economia do mundo.

    “http://www.istoe.com.br/reportagens/234306_COMO+O+GOVERNO+DEIXOU+ESTRAGAR+55+MIL+BOLSAS+DE+SANGUE

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  • self 3 de setembro de 2012 at 11:37

    Já temos casos (vide exemplos já postados aqui no blog) de pessoas tentando repassar bombas imobiliárias por valor inferior ao preço. O estouro já começou.

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  • Fabiano 3 de setembro de 2012 at 11:39

    Vejam o caso de um conhecido meu aqui do meu prédio , o cara é totalmente maluco.
    Os aptos aqui do prédio são simples 2 quartos 56 m² etc etc .. estão sendo vendidos entre 135 mil até 150 ..
    Este colega colocou o dele a venda por 165 k pois disse que iria vender semi mobilhado , resultado ninguém nem veio ver o apto.
    Ele e a esposa se apaixonaram por um apto de 3 quartos , varanda gourmet etc etc preço 340 k ..
    Cairam no papinho do corretor que iria vender pois tinha varias propostas etc etc …. Resultado fizeram a loucura de comprar o apto , financiaram 260 k no banco módicos 35 anos para pagar , gastaram as reservas + a PlR do final do ano para dar uma entrada e pagar a documentação e este colega ainda pegou um empréstimo da cooperativa da empresa onde trabalha para chegar no valor pedido.
    Resultado ja baixaram o valor do apt antigo para 130 k no desespero de vender rapido e até agora nada , estão para se mudar porém não tem grana nem para colocar piso no apto …
    O cara me confidenciou que esta desesperado pois agora além de pagar condominio do apto antigo e que não vende chegou a primeira parcela do financiamento do apto novo 2785 dilmas + condominio 340 dilmas .. Fico imaginando o cara morando no contra piso e comendo miojo nos próximos anos sinceramente não entendo porque as pessoas cometem loucuras como esta.

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    • Joao 3 de setembro de 2012 at 11:48

      Ditado do meu avô:

      “Quando a cabeça não pensa, o corpo padece.”

      Sempre uso nas minhas decisões.

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    • Bugrezilla 3 de setembro de 2012 at 11:57

      Eu conheço vários na mesma situação.

      Sujeito não tem condição nenhuma de arcar com o preço, vai a mulher gosta do apartamento e cisma que tem que ser aquele, daí o patão vai lá e deixa até as calças pra agradar a mulher.

      Podem reparar, 90% desses casos é a mulher que cisma com o apartamento e faz pressão.

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      • Vailton 4 de setembro de 2012 at 00:08

        rsrsr o pior é que mesmo que o patão consiga pagar apto, a mulher arranja um jeito de se separar e levar metade do ap kkkkkk

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    • André Luis ZS/RJ 3 de setembro de 2012 at 11:59

      Essa será a realidade de muitos brasileiros nos próximos anos.

      É o que sempre foi dito aqui no blog.

      Não temos poupança, não temos renda.

      Não esperem que o estouro da bolha aqui, seja como foi lá fora, por isso não acredito em soft landing.

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      • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 13:55

        Pois, é…
        Ainda que não houvesse desvalorização no imóvel “antigo”… as pessoas começam a fazer conta com uma coisa incerta.
        Juntando o cenário incerto. Cabum.
        Sem poupança, sem renda suficiente…
        El nabón

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        • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 14:11

          Incerta, nao !!!
          O corretor “prometeu” !!

          HA! HA! HA! HA!
          Me desculpe, mas hoje não tenho a menor pena dos deficientes visuais atingidos pelo glaucoma da ganância (irmã siamesa da burrice).

          Só acho que o tal “coretor” deveria de alguma forma ser responsabilizado pelas sacanagens que faz com a vida dos outros, burros ou não, gananciosos como ele ou agora infelizes pessoas de bem.

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          • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 14:24

            Kkkkkkk… pois é.
            Engraçado que promessa de dinheiro fácil os gananciosos acreditam hehehe. Bem oportuno.
            O que vai ter de gente correndo atrás de coRetor depois destes nabos… ahhh vai

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            • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 22:27

              Se precisar, eu corro junto, não cobro nada

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    • Paulo D. 3 de setembro de 2012 at 12:50

      esse fds fui com uma amiga pra ver o apto dela que está praticamente pronto.
      ela me disse que foi uma super oportunidade pois já estava completamente vendido. Chegamos e tem um corretor numa tenda na porta vendendo uns 20 apartamentos que ainda estão ou pela construtora ou investidor tentando repassar.
      batendo papo com o corretor ele diz que só uns 10% retornaram o imóvel por não conseguirem pagar (obs: ainda não entregaram o apto, ou seja, o cara já desistiu antes do financiamento…hehe)
      os preços de apto de 65m2 que o corretor tinha ia de 200.000 a 240.000, perguntei pro corretor quanto iniciava a negociação e ele falou que tinha gente que oferecia até mais do que tava indicado pois as vendas iam de vento em pompa….

      e minha amiga ficou toda contente por isso pois tinha pago 260.000 a um ano atrás e como o pessoal tava pagando ágio agora ela tinha feito um bom negócio….
      eu não acreditava em como alguém podia acreditar naquilo. não quis contradizer pois não ganharia nada com isso…

      daí voltando ela ainda me diz que trocou o carro (financiando em 36 meses) e ia pegar um empréstimo pessoal no banco para por piso e mobiliar o apto….

      olhei pra ela e falei: Fulana, vai no banco e senta com seu gerente fazendo todas as contas… já leva documentação pra ir dando entrada no financiamento para vc ver qual vai ser o valor e tal….

      ela vira e fala: “não, o corretor falou que a parcela do financiamento capaz que seja menor do que os R$ 500 que ela paga mensalmente durante a contrução”

      fiquei pensando bem isso: vai comer miojo e dormir no contra-piso….

      e parece que não tem o que vc falar, a palavra do corretor é definitiva…. parece religião….

      mas fiquei contente com os valores (redução de 30% no preço que ela tinha pago 1 ano antes) e uma taxa de 10% de desistencia….

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      • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 13:58

        Eu estou falando… eu acho que as pessoas estão em transe!
        Não me admiro quanto pessoas muito simples e ignorantes (no sentido correto mesmo da palavra ignorar/desconhecer) acabam se envolvendo em negócios totalmente atrapalhados.
        No entanto, vemos pessoas com bom grau de instrução e acesso a informação que não faz conta.
        Minha avó sempre falou que quando alguém lhe vem com a possibilidade de fazer dinheiro fácil e sem esforço, é pra desconfiar…. você ou um terceiro vai pagar o preço.

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    • Thiago 3 de setembro de 2012 at 13:16

      Nossa cara. eu também tento entender a cabeça dessas pessoas. E pior é que tem um monte de gente nesse mesmo barco furado. Olha, sem querer apontar um bode expiatório, mas a minha namorada já esta me incomodando pra comprarmos a nossa casa para nos casarmos. Eu já disse que sem chance, pelo menos não nos próximos 2 anos. Acho que pode ser esse o caso do seu vizinho, a mulher deve ter torrado a paciência do cidadão que por fez, acabou cedendo. Agora segura a emoção ai fera!

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      • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 14:00

        O que mais tem é mulher bolhuda kkk (com o devido respeito à sua namorada).
        Mas, conheço muitos homens assim.
        Na minha percepção, principalmente mulheres que saem pro mercado de trabalho mais tarde ou sempre contaram com a proteção emocional e patrimonial da família, perdem um pouco a noção de conta, projeção financeira, capacidade de endividamento e etc. Não todas, mas uma boa parte.
        Você está certo em bater o pé ao ver que não dá pra fazer negócio agora.

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        • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 14:16

          Karamba, ter a namorada do lado do “coretor” deve ser o pior dos pesadelos !!!!

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          • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 17:27

            Ah, é… tem a sogra dona de imobiliária também… já entra em campo perdendo de 2 x 1. Cruzes !!

            Td bem, o amor, maior dos bens intangíveis, razão de toda uma vida… tudo em seu nome é válido, tudo além dele é pequeno, não há o que discutir….
            (mas, cuidado: de vez em quando ele pode perder para análises racionais mais, digamos, “tangíveis”)

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            • Mineiro BH 3 de setembro de 2012 at 19:25

              eu já disse aqui que ser bolhista é pré-requisito para ocupar a vaga de minha namorada…

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            • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 11:49

              Creeedo. Sogra e dona de imobiliária é um raio caindo duas vezes na cabeça do mesmo genro kkkk
              Vou ser menos poética: tem aquela música péssima que uns vegetais tocam alto em carros por ai, mas que – devo admitir – se aplica bem ao caso.
              “Amor é amor, romance é romance, traição é traição e um lance é um lance… (acrescento) e imóvel bolhudo é imóvel bolhudo”.
              Vamos separa as coisas! Hahahaha. Amores, amores, negócios a parte. Sempre “negócios a parte” hahaha

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        • Leno 3 de setembro de 2012 at 23:45

          Aqui em casa quando o assunto é compra de imóvel sou um verdadeiro ditador. Não,não,não e não.(até que gosto de disso hehe).

          Quando minha mulher – influenciada pelas amigas sem noção dela – começa a me infernizar sobre esse assunto eu corto imediatamente.

          Só se eu fosse muito frouxo para deixar alguém que lê Tititi e Contigo me fazer virar escravo por 30 anos só porque estou comendo…oras!

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        • Zé Bolha 4 de setembro de 2012 at 11:51

          MULHER BOLHUDA foi sensacional!!!!!!!! RA RA RA RA RA

          Prq é que na separação, a mulher bolhuda, que torrou a porra do saco do cara pra ele comprar no topo da bolha, não leva metade da dívida?

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    • self 3 de setembro de 2012 at 13:39

      “Quem compra o supérfluo pode ter que vender o necessário.”

      Olho grande é f***.

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  • LZ 3 de setembro de 2012 at 11:48

    Interessante, visite alguns empreedimentos em Campinas e região já faz quase 12 meses.

    Onde ofereciam uma casa na planta de 2 Quartos por 120K.

    Devido a região, área e tudo mais.
    Sendo em Hortolandia, digo que não vale nem 80K

    Passou o tempo, recebi hoje um email de um corretor informando que o imóvel ainda na planta com entrega para no que vem que custavam 120K hoje custa os módicos 165K !!!

    Serio to quase mandando um email para ele falando se ele vender por 90K á vista eu compro.
    Mais que isso é pura especulação.

    Ou seja, passou o tempo 12 meses depois eles veem atrás para oferecer este imóvel bolhudo ?
    Ué acabou a lista de contatos para oferecer este imóvel ? heheh

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    • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 12:11

      Tudo bem Hortalândia tem empresas de porte e renda percapita considerável, mas é horrível e ainda detém o título de cidade mais violenta do Estado, População X Criminalidade….

      Mas tem um Shopping novo agora deve ser por isso o aumento 🙂 😉

      E pensar que em 2002 comprava-se sobrado com o aluguel do banco embaixo por 100k aí mesmo……

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    • self 3 de setembro de 2012 at 13:43

      Pois faça isso. Ofereça 90K à vista para ver o que acontece. Não fique apenas no pensamento.

      Esses corretores têm que saber que não somos tontos…

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      • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 14:25

        É isso aí !
        Esse maldito mercado só irá mudar “na pressão”, quanto mais fizerem isso e com mais frequência, não irá mudar em nada os valores e a ética dessa máfia purulenta (já está no DNA), mas os atingirão na parte mais sensível (na verdade, na parte que eles julgam “irreversível”, a burrice/ganância e ingenuidade de seus “clientes”).

        Daí é só o “elo mais fraco” da cadeia quebrar e vir o efeito dominó (quando um que queria ganhar mais que seu “colega” passa a querer “perder menos” que o mesmo).

        Pode demorar, mas quanto mais as pessoas SE CONSCIENTIZAREM e disserem NÃO, E “PAREM DE ME OFENDER!!” menos demorará.

        Isso vale para todos os “espertos” bananenses: miniporções (pouco maior que um mouse) de aipim frito por R$ 9,80, tulipa de chopp com todos os dedos de colarinho por R$ 5, qualquer servicinho R$100, R$200, R$400… aumentos “preventivos” anuais de 10% todo início de ano, 13a mensalidade de administradoras e por aí vai.

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        • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 11:51

          Apoiado. Não tem quem aguente esta valoração feita de forma irracional das coisas.

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    • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 14:03

      Tenho uns conhecidos que compraram apartamento de 2 quartos por 140 mil no ano passado.
      Até vieram convidar pra conhecer o stand. Tô fora.
      Aliás, um deles levou o maior Nabón quando chegou o valor da intermediária.
      Teve que fazer empréstimo e tudo.

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  • EDUARDO 3 de setembro de 2012 at 11:57

    Perfil de Leo Rossatto:

    Leonardo Rossatto Queiroz, 29 anos, formado em Ciências Sociais. Torcedor do Santo André, temente a Deus, corneteiro convicto. Estudando o conceito de território atualmente, por pura doença.

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    • F. Paes 3 de setembro de 2012 at 13:10

      Acabei de ler o perfil do dito cujo no site postado na matéria. Um ‘analista’ do mercado imobiliário, com apenas 29 anos (nada contra a idade, mas experiência é tudo para um bom analista), sem um mestrado, um doutorado ou quaisquer artigos em PUBLICAÇÕES DE RENOME referentes a assuntos econômicos, pra mim não passa de mais um interessado no assunto. Tem a mesma credibilidade de qualquer um aqui no blog.

      No texto ele fala com a mesma propriedade da Mãe Dinah: basta alugar e esperar a queda (grande, por sinal). Simples!!!! Nos seus cálculos não ocorrem reajustes no aluguel. Considerou-se o mesmo estagnado nesse período.

      Por fim, os fatores pró-bolha não são previsões; já são fatos consumados na cabeça do autor. Será que ele arrisca uma data, como nosso ‘analista’ Miguel Jacó?

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      • Bolha Imobiliária 3 de setembro de 2012 at 13:42

        Então. Se quer palavras de alguém de renome, procure o Ricardo Amorim. Ele sim é confiável

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        • F. Paes 3 de setembro de 2012 at 14:58

          Sem tentar desvirtuar o que falei, amigo. Samy Dana tem muito mais crédito e até agora não falou com a propriedade de um vidente.

          E outra: Ricardo Amorim, querendo ou não, falando merda ou não, mesmo sendo o cement index, é sim um especialista.

          “Ricardo Amorim é um economista , apresentador de televisão brasileiro, colunista da Revista IstoÉ e foi comentarista da Radio Eldorado no Programa Economia e Negócios. Morou e trabalhou nos Estados Unidos, e atualmente mora em São Paulo e participa do programa semanal Manhattan Connection, transmitido no Brasil pelo canal pago GloboNews, da Rede Globo.
          Formado em economia pela USP, com pós-graduação em Administração e Finanças Internacionais pela E.S.S.E.C. (École Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales) de Paris, Ricardo Amorim trabalha desde 1992 no mercado financeiro como economista e estrategista de investimentos.” – Fonte: Wikipedia

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          • FQ 3 de setembro de 2012 at 15:30

            Trabalhos e “bicos” em televisão e jornais só é bom para modelo, atriz ou cantor de pagode. Esse Ricardo Amorim está mais para ex-BBB do que para um “doutor” ou “especialista”.

            Ele (Ricardo Amorim) não tem metrado, não tem doutorado, não é pesquisador ou professor de uma grande universidade, é apenas um apresentador de televisão. Chamar isso de “especialista” é o mesmo que chamar a Mulher Samambaia de atriz!!!

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            • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 17:40

              KKKK boa

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          • Vailton 4 de setembro de 2012 at 00:22

            Independente de qualquer coisa o cara (Ricardo Amorim) é bom sim ! Eu acompanho o Conexão Manhatan um pouco e vejo que o Ricardo uma excelente noção de economia (exceto quando diz que o mercado imobiliário não está tão ruim quanto se fala)

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            • FQ 4 de setembro de 2012 at 10:31

              Eloquência e boa argumentação é uma coisa. Conhecimento técnico é outra! Televisão vive de imagem e som, boa eloquência e postura, salas de aula, universidades e empresas da área vivem de conhecimento, dos vulgos nerds!

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          • serpentarius 4 de setembro de 2012 at 12:41

            Pois se eu te dissesse que sou formado em uma das melhores Universidades Públicas do Brasil, em Economia e em Direito, com 3 pós, passando pelo INSS, BACEN, Receita Federal e outros; teria eu alguma credibilidade ao assinar embaixo do que esse sujeito sem formação específica disse? u eu transferiria alguma credibbilidade a ele?

            O Sammy tem um nome a zelar, e não quer arriscar como o fez aquele economista americano que era sempre ridicularizado por jornalistas, Sescovis americanos e seus próprios pares economistas. Mas nas entrelinhas eu vejo o Sammy com a mesma visão do Rossato, inclusive em entrevista a um programa da Globo, ele disse que se não desse muito trabalho, ele venderia o apartamento dele agora e iria pro aluguel, pra depois recomprá-lo. E aí foi cortado pelo apresentador. Acho que o Sammy não disse nada mais forte depois dessa (tem uns 3 meses, Globo News).

            Eu vi engenheiro sabendo muito mais de Economia monetária do que eu no BACEN, eu sabia muito mais de tributos do que qq advogado que eu conhecia antes mesmo de ser formado em Direito. Títulos se penduram na parede e fazem parte de orgulho e marketing pessoal. Vejo MRK, Anonymous, Rosinha, GB e outros aqui com muito mais conhecimento e nem sei se eles tem nem curso superior. E não me interessa saber se tem, me interessa saber o que eles agregam, e sempre agregam, mesmo que eu nao concorde.

            Então eu te peço, se aegue à ideia e esqueça os títulos.

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            • Dudu 4 de setembro de 2012 at 19:24

              Não se esqueçam que alguns anos atrás o Nouriel Roubini só faltou falar a hora em que a crise ia começar… e acertou…

              Devemos ter cuidado com previsões, porém, que é possível perceber que algo errado está contecendo e algo ruim virá pela frente… ahhh… isso é possível sim…

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        • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 17:41

          Isso Bolha bota ordem no pedaço

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      • Igor Eduardo 3 de setembro de 2012 at 16:24

        Nos EUA, por exemplo, muitos “especialistas” renomados e até com Prêmio Nobel em Economia juravam de pés juntos que a economia americana ia de vento em poupa, que o Mercado Imobiliário era extremamente seguro e deu no que todos já sabem. Portanto, não se baseie em diplomas e títulos, pois muitas vezes eles não garantem nada.

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        • Álvaro Guilherme 3 de setembro de 2012 at 17:14

          Como diz meu pai, às vezes o sujeito estuda tanto que fica burro, kkkkkk!

          Realmente, pode haver cegueira acadêmica. É raro, mas ocorre.

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        • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 10:55

          É por isso que o Lula foi presidente e não o Enéas.

          Não basta vc ter o conhecimento para conseguir alguma coisa. Você tem que agradar quem te dá o que vc quer (dinheiro).

          Não acredito que o Ricardo Amorim exponha sua real convicção sobre o mercado, e sim aquela que garante seu emprego.

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      • Silas Coul 3 de setembro de 2012 at 19:51

        São esses tipos de deslises que não concordo aqui. As pessoas fazem análises emotivas e tendenciosas. Pq ninguém mais aqui divulga o resultado das IMOB? Acho que a avaliação do mercado tem q ser fria e calculista. Porém esse blog tem se tornado muito parcial, moderando comentários de bolhistas mais moderados, o que torna a percepção da realidade incorreta.

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        • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 10:59

          Concordo. E sempre defendi essa posição.

          Alias falando sobre IMOB…

          GFSA3 – R$ 4,17

          Últimos 30 dias +44,79%
          2012 +1,21%
          Últimos 365 dias -42,80%

          0
  • Engenheiro (independente! - consultoria grátis!) 3 de setembro de 2012 at 12:03

    Deus queira que seja tão complexo quanto o Sr. Leo Rossatto discursou em “O que ocorre quando uma Bolha Imobiliária desinfla? ‘.

    Naturalmente, penso que seja bem mais simples.

    ” Ser simples é incrivel ” – Albert Einstein.

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    • André Luis ZS/RJ 3 de setembro de 2012 at 12:33

      Justamente, eu acredito que será mais simples, rápido e brutal, como um soco na cara.

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      • André Luis ZS/RJ 3 de setembro de 2012 at 12:34

        Mas o texto está ótimo.

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  • Fausto Luiz 3 de setembro de 2012 at 12:04

    Então! À partir de agora vão aparecer uma “porrada” de economistas com exposições do “óbvio”, com intuito de se alto promoverem-se – O site “bolha” que tem o mérito de ter abordado o fato no seu tempo de descrédito, deve ficar alerta para os oportunistas cretinos de última hora. Porquê esses infelizes não alertaram os “coitados” dos investidores anos atrás. Desgraçados! Até.

    0
    • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 14:29

      Ah… mas vão aparecer muitos… mas o que eles “defendiam” (a palavra é essa mesmo) no passado estará guardado, para futuras constatações.

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      • Gammel Dansk (eng.civil) 3 de setembro de 2012 at 14:46

        Então vou me arriscar, que o panorama de um novo cenario … a mesma coisa com outro ponto de vista.

        Então(2) Suponha, sou um investidor – com muito dinheiro – (não vale investidor que pega dinheiro emprestado para construir)

        Então (3) está muito fácil vender os imóveis, logo só está bom para o corretor, o qual nem está anúnciando. Logicamente é compromisso tornar o mercado adequado. ” IMÓVEIS SÃO AÇÕES DE BAIXA LIQUIDEZ”

        então (dos infernos) Vamos colocar qual preço para vender um imóvel ?? Que tal aumentar para não vender.

        … P.Q.P.

        0
  • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 12:36

    Mais um mas eu acho legal o assunto bombou, já era Korvokassios Quadrupedianosauros (nome científico de uma blogueira), ja Elvis se bem que ele não morreu 😉

    BOLHA IMOBILIARIA?

    O preço dos imóveis tem me preocupado bastante.

    Sabemos que há um “déficit de moradias” imenso, mas há que se considerar que esse déficit não é porque faltam imóveis no mercado, faltam é imóveis disponíveis para venda a preços justos.

    Há muitas pessoas com diversos imóveis e muitas pessoas sem imóvel nenhum.

    Com a especulação provocada pelo aquecimento do setor imobiliário muitas pessoas aventuraram-se a adquirir imóveis para especular, e ainda continuam fazendo isso. Outras, que pretendem simplesmente morar, entram perigosamente num financiamento de longo prazo sob o pretexto de juros baixo; mas esquecem-se que juros baixos sobre preços inflados é o mesmo que juros altos sobre preços baixos. Não importa para onde o dinheiro está indo (se para o banco ou para as construtoras), mas de onde ele está saído, e, no caso, é do bolso do consumidor que, cada vez mais, compromete sua renda futura.

    Não é possível um cidadão da classe média, extremamente vulnerável à crise, meter-se num financiamento para comprar um imóvel de 300 ou 500 mil. Hoje, paga-se cerca de meio milhão numa casa ou apartamento sem que haja lastro do consumidor e da própria Economia. Para agravar ainda mais a situação, financia-se a longo prazo carros, móveis e viagens, comprometendo-se seriamente a renda futura.

    Em havendo um aprofundamento da crise, os imóveis mantidos em carteira serão desovados no mercado, derrubando os preços; ao passo que, quem comprou para morar, estará pagando caro por algo que valerá menos do que o preço adquirido.

    Se eu não estiver enganado (e, sinceramente, espero que esteja), será um Deus-nos-acuda.

    Postado por Irineu Tolentino

    “http://emtese.blogspot.com.br/2012/09/bolha-imobiliaria.html

    0
  • Leonardo 57 3 de setembro de 2012 at 12:37

    Pô, estamos aí, faz um bom tempo que eu comento aqui e eventualmente escrevo algo sobre o assunto.

    Hoje está na “boca do povo”, como já comentei tópico passado, mas até algum tempo atrás a realidade era outra.

    E o que está escrito no perfil é bem fanfarrão, não gosto de falar que sou formado pela Unicamp, atuo com planejamento urbano e gestão do território, em nível de Mestrado, e sou especialista em políticas públicas, tendo atuado também, no auge da bolha, com análise de política habitacional no âmbito urbano, no governo do Estado de SP.

    É que não curto ficar falando isso claramente. É uma “carteirada” bem desnecessária, prefiro que as pessoas se importem mais com o conteúdo dos textos sobre o assunto do que com quem escreveu.

    0
    • Rosss 3 de setembro de 2012 at 12:49

      Achei o texto fantástico, Leo.

      Até repassei para alguns parentes que querem comprar para morar. Acho que ajudará a abrir os olhos deles a ajuda-los a não se enterrarem vivos.

      Parabéns!

      0
    • André Luis ZS/RJ 3 de setembro de 2012 at 13:22

      Já é suficiente para você F. Paes?

      Caso não seja, podemos publicar novamente aqui os textos do Prof. Dr. Samy Dana.

      0
      • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 14:32

        Putz… não sei porque, mas meu dia deu um “up” depois desse “evento desnecessário” ocorrido logo acima 😀 acho que vou atá na sala de meu superior hierárquico e desejá-lo uma “feliz 2a feira”

        0
      • F. Paes 3 de setembro de 2012 at 15:32

        Melhorou e muito. Pena um cara querer falar de assunto sério (tendo condições para tal) coloque em seu perfil apenas informações chulas, que qualquer pessoa com senso iria desacreditar aquilo que ele escreveu. Fica a sugestão pro amigo: escreva tudo aquilo a seu respeito que dê mais crédito para o texto. Com tudo isso, ainda discordo do modo de vidência com que o texto foi escrito. Embora muitos de vcs me odeiem (rss), sem mesmo me conhecer, desde o início minha “função” nesse blog é apenas ”acalmar” os ânimos. Nem tudo é tão simples quanto queremos que seja. Quando ficamos fanáticos, não observamos a realidade, fazemos a nossa realidade. Muitos aqui dizem desde o início que o mercado travou, não há mais lançamentos, etc. Eu ainda não vejo isso. Discutir sem fanatismo, essa é a questão. Quando nos tornamos fanáticos, passamos até mesmo a ver coisas, confundimos uma notícia de queda no preço de MOVÉIS, com queda de preço de imóveis.

        0
        • André Luis ZS/RJ 3 de setembro de 2012 at 16:00

          “confundimos uma notícia de queda no preço de MOVÉL“

          Noooooooossa, e é assim que o senhor pretende me desacreditar?

          Iniciante você hein?

          Claro afinal, usar óculos, estar sem eles, ver algo de longe, errado, e postar algo equivocado, claro por culpa da não verificação no site, mea culpa, mea culpa! mea maxima culpa!!!!!!!!!

          ok, você venceu, estou desacreditado e não devo mais postar aqui no blog, blá, blá, blá…

          Estratégia de desimformação level 0.

          Fala sério filhinho, isso cola com a maioria, porque ela é composta por uma massa rasa, assim como sua tática.

          Boa tarde coleguinha.

          “O escárnio, é a arma dos fracos.“

          0
        • Leonardo 57 3 de setembro de 2012 at 16:33

          Opa, valeu pela dica. E, se for ver, o que mais vale no texto não é o ar de “olha, isso está acontecendo ou vai acontecer em breve”, e sim mostrar o quanto esse processo de bolha é prejudicial à economia.

          0
        • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 17:46

          Deve ser o F.Paes do Rio mesmo ou algum papagaio de pirata dele.

          Não é possível porque um cara frequenta um blog sobre BOLHA IMOBILIARIA e diz que não pensa assim.

          É a mesma coisa que um hétero machão bombado, ir a uma festa exclusiva gay e dizer que é só para conhecer as diferenças….aahhhhhh me poupe !!!!

          0
          • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 20:07

            Só falta acreditar que a bolsa vai chegar a 200k pontos, isso não foi previsão era real…

            Todos ACHAMOS aqui ninguém tem certeza senãoo blog não existiria, a maioria das ” previsões” vem se concretizando quer queira ou não, simplesmente ridicularizar não vai mudar nada….

            Poderia ajudar dizendo as coisas concretas que vão acontecer e que já tem certeza, aguardo essa parte anciosamente…..

            0
            • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 21:30

              Rose, teremos que aturar muita, mas muita coisa mesmo, até essa “bagaça” estourar de vez…
              Infelizmente faz parte, sempre foi assim e, lembre-se que temos o logotipo “Brazil inside” (lembra do Peter Schiff? pois é, o pessoal RIA dele, ao vivo na TV, o que já demonstra a total ausência de profissionalismo e quais eram os seus verdadeiros intere$$e$)

              O problema é a (minha) eventual falta de paciência….

              0
              • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 21:42

                Nossa eventual falta de paciência, rsrrs e olhe que não estou em situação como alguns do blog, que vivem a ferro e fogo com namoradas e mulheres 😉

                0
                • serpentarius 4 de setembro de 2012 at 12:54

                  Falei mais acima mas não custa repetir aqui/;

                  Pois se eu te dissesse que sou formado em uma das melhores Universidades Públicas do Brasil, em Economia e em Direito, com 3 pós, passando pelo INSS, BACEN, Receita Federal e outros; teria eu alguma credibilidade ao assinar embaixo do que esse sujeito sem formação específica disse? u eu transferiria alguma credibbilidade a ele?

                  O Sammy tem um nome a zelar, e não quer arriscar como o fez aquele economista americano que era sempre ridicularizado por jornalistas, Sescovis americanos e seus próprios pares economistas. Mas nas entrelinhas eu vejo o Sammy com a mesma visão do Rossato, inclusive em entrevista a um programa da Globo, ele disse que se não desse muito trabalho, ele venderia o apartamento dele agora e iria pro aluguel, pra depois recomprá-lo. E aí foi cortado pelo apresentador. Acho que o Sammy não disse nada mais forte depois dessa (tem uns 3 meses, Globo News).

                  Eu vi engenheiro sabendo muito mais de Economia monetária do que eu no BACEN, eu sabia muito mais de tributos do que qq advogado que eu conhecia antes mesmo de ser formado em Direito. Títulos se penduram na parede e fazem parte de orgulho e marketing pessoal. Vejo MRK, Anonymous, Rosinha, GB e outros aqui com muito mais conhecimento e nem sei se eles tem nem curso superior. E não me interessa saber se tem, me interessa saber o que eles agregam, e sempre agregam, mesmo que eu nao concorde.

                  0
    • Frei Mulambo 3 de setembro de 2012 at 15:18

      Isso ae cara…

      De boas intenções o inferno está cheio!

      0
    • Luiz 3 de setembro de 2012 at 16:01

      Leo conheço bem sua área de estudo e se vc me permite dar um palpite, o linguajar marxista da unicamp mais atrapalha do que ajuda. Continue neste esforço de se libertar disto.

      0
      • Leonardo 57 3 de setembro de 2012 at 16:30

        Hahahahaha, são vícios dos quais vamos nos libertando com o tempo. Impressionante como esse tipo de linguagem impregna mesmo.

        0
    • Charles 3 de setembro de 2012 at 16:04

      O texto é seu meu camarada?

      Parabens, muito bom e didatico, até corretor entende!

      0
      • Leonardo 57 3 de setembro de 2012 at 16:31

        Opa, valeu!

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        • Dimeticona na Bolha 3 de setembro de 2012 at 23:52

          Realmente, o texto ficou didático e apresentou uma ilustração bastante interessante. Só temos que lembrar que isso foi uma simulação de um dos possíveis cenários entre vários que podem ocorrer. Certo Eduardo?

          0
    • Sr. LB 3 de setembro de 2012 at 17:40

      Parabéns pelo texto!

      0
    • Justiceiro 3 de setembro de 2012 at 19:32

      Pois é, bom o seu comentário.
      Tem galera que fica querendo saber quantos anos o cara tem, o que faz.
      O que importa mais é se o argumento da pessoa é coerente, independente da formação.
      Formação é apenas uma tendência, uma base, mas não é tudo.
      Abraço

      0
  • Rui 3 de setembro de 2012 at 13:00

    Uma das primeiras coisas que ocorre , depois do estouro da bolhada, é o blame game. No panico imobiliário ,todo o mundo, culpa todo o mundo.
    O governo vai culpar a crise internacional, ou a colonização portuguesa. ahahaha Coitado dos tugas. Somos os melhores do mundo, em botar nossa culpa nos outros.
    A midia vai botar a culpa nas vitimas. Os propriotários que inflaram a bolha comprando imoveis a preços escorchantes, induzidos e persuadidos, pela midia , garotos-propaganda dos corretores.
    Os gananciosos corretores das imobilárias, vão botar a culpa, na agiotagem dos especuladores.
    Os especuladores, vão botar a culpa da pilhagem, na usura dos corretores.
    Os acionistas das companhias de construção, que tomaram um nabo feio, vão botar a culpa na cupidez salarial, dos prosissionais da construção.
    Os trabalhadores da construção,sem emprego, vão recriminar as construtoras, por terem feito arrastão, no preço dos imoveis e por terem construido em excesso.
    O povão vai incriminar os bancos,por rapinar os propriotários, com juros extorsivos.
    Os bancos vão tirar da reta, e vão botar a culpa nos caloteiros propriotarios, que não estão pagando a divida.
    Os compradores vão culpar os vendedores, por terem inflado os preços.
    Mas na verdade a culpa, é minha. E eu coloco ela, em quem eu quiser. ahahahah

    0
    • André Luis ZS/RJ 3 de setembro de 2012 at 13:24

      Great!!!

      0
    • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 14:10

      Já falei aqui que teve uns amigos que começaram a participar de uma empresa, comunidade ou sei lá o que referente ao Marketing Multi Nível.
      Pra mim, não passava de pirâmide.
      Enfim. O negócio deu com os burros n’água pra eles, já que eles ingressaram na base da pirâmide, não no topo.
      A empresa e os companheiros deles culparam os associados que não se esforçaram, não tiveram fé, não perseveraram pra manter o negócio de pé…. Tinha um bravo lá que os colegas não tinham vendido cotas suficientes por preguiça e agora ele estava sendo prejudicado.
      Ou seja… como você falou. Em negócios deste tipo, a culpa nunca é do acéfalo que não tem a capacidade de pensar. Sempre é dos outros.

      0
      • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 15:02

        Karamba, Hannah.. ainda tem gente que acredita misso, digo, “cai nessa”?

        0
        • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 16:34

          O que????? Se tem????
          Várias pessoas do meu bairro entraram.
          Eu cheguei a ir numa reunião de tanto que um grande colega meu na época insistiu, porque ele estava hipnotizado… não era possível! Eu queria ir para ver o que falavam e abrir os olhos dele de uma vez. Porque é claro que – do jeito que ele já tinha me explicado, aquilo era furada.
          Só que eu achei a reunião tão surreal, um negócio quase de seita, que nem quis discutir com ele. Simplesmente falei que no momento não dava e não lhe dei mais confiança.
          Apenas ele, perdeu deve ter perdido uns 15 mil na brincadeira, segundo as más línguas. Imagina quantos e qual o total da quantia esta organização não faturou se só do meu pequeno bairro naquela época saiam uns quatro/cinco carros cheinhos de gente, toda a semana pra estas reuniões?

          0
          • André Luis ZS/RJ 4 de setembro de 2012 at 03:40

            Por acaso era a Dinastia, da Delta Red?

            Mega furada nível Master Supremo Plus!!!

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            • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 11:53

              Não era esta não… Prefiro nem falar o nome pois fiquei até com medo daquilo. Parecia uma seita cheia de mafiosos. Gente de terno com jeito de bandido, isso sim.
              Esse negócio de MMN em que você ganha dinheiro só por indicar pessoas… my God… what a f%$& is this?

              0
      • Carlos rj 3 de setembro de 2012 at 16:56

        Por acaso é a zeek??

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      • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 11:17

        (aproveitando o Fora do Tópico)

        Esses caras são piores que corretores!

        Sempre tentando te convencer a ingressar no “negócio da china”.

        Fui assediado durante um periodo a entrar numa tal “Furevis Levando” (acho q da pra saber quem é né). Com slides lindos, palestras motivantes, pessoas ganhando cheques de milhares de dólares, etc. (só não te dizem que esses foram os primeiros a entrar no negocio, e enquanto ele existir eles ganharao muito, pois todos os vendedores ponta de linha estão “na rede deles”).

        Mas quando vc vai ver a realidade… ja tinham uns 5 vendedores no quarteirão onde eu moro. No trabalho mais outros e assim vai. Ou seja, não tem mais mercado! Tem mais vendedor que comprador! Cartazes com a “gaivotinha”, indicando os revendedores colados em portoes, janelas, carros e etc.

        E parando para analisar bem os folders, vc verifica que possui o PANACEA! O aloe vera é o manjar dos deuses! Cura todas as doenças, rejuvenesce, da energia, sendo capaz até de levantar defunto!

        Ai que eu falei, po to fora!

        O meu dinheiro vcs nao vao levar!

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        • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 11:55

          Hahahah conheço essa ai. O colega que falei também “trabalhou” um tempo nesta.
          O curioso é que os primeiros que entraram no negócio, quando você vai ver, são os parentes do precursor (claro!), os amigos mais próximos e etc. Eles aparecem nas fotos ganhando tudo. O besta que entra por último acha que vai ficar milionário com produtos Bombril (mil e uma utilidades) e indicando pessoas.
          Surreal, Angry! Fez bem em cair fora

          0
          • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 11:56

            Ops, Revoltado

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    • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 14:40

      Guarde isso – é uma autêntica profecia.
      Será assim mesmo.
      O que é mais revoltante será a maldita mídia vendida “saindo fora” de mais essa, como se estivesse tão ou mais indignada quanto todo mundo. Só perde para a “crise mundial” (leia-se: governo, mídia e especuladores sem culpa) , eu adoraria ver o mundo de repente “bombando” com PIB crescendo a 10% a.a. enquantoo pânico se espalha por aqui, mas sei que isso não deverá acontecer.

      Com a qualidade dos votantes que temos hoje, o governo, que é “atual” há quase 10 anos, os convencerá fácil fácil que “the cause is out there” (com musiquinha “X-File” e tudo) e se rerererereelegerá.

      Ou seja, será tão difícil quanto hoje de chamar os incautos à razão, pois será a mesma “lavagem”, só mudarão os “mantras”.

      PQP !! Até o “final feliz” dessa orgia de bestas nos roubarão !! Teremos que nos contentar com um “blame game” (td bem, o importante é a volta aos preços mais, digamos, “justos”)…

      0
      • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 11:57

        O que vai acontecer é exatamente o que você disse.
        E teremos um monte de discípulos repetindo o “eu não sabia de nada” e pessoas ganaciosas que não admitirão que fracassaram por que assumiram o risco de um negócio incerto e culparão outros agentes da cadeia.

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  • Luiz 3 de setembro de 2012 at 13:00

    fonte: estadao.com.br

    PDG vai para o tudo ou nada
    Segunda maior construtora do País reforça caixa com R$ 796 milhões, volta a ter um ‘dono’ e troca o presidente na tentativa de sair de crise

    SÃO PAULO – No dia em que acordou presidente da segunda maior construtora do País, Carlos Augusto Piani, 38 anos, ganhou de seu antescessor uma camisa branca, usada, com a logomarca da companhia bordada no peito. Vestiu o presente ali mesmo, no escritório, para receber os cumprimentos dos funcionários e dar sua primeira entrevista à imprensa. Lugares-comuns à parte, o que a PDG queria mostrar ao mercado naquele dia é que agora está sob o comando de alguém disposto a “vestir a camisa” e “viver e morrer” pela empresa, nas palavras do próprio Piani.

    O tom dramático combina com a situação da PDG. A empresa deu prejuízo de R$ 418 milhões no primeiro semestre e mais da metade das 30 mil unidades que tem para entregar este ano está atrasada. Milhares de famílias esperam as chaves há mais de seis meses. Em razão desse cenário, a empresa foi a segunda do setor que mais perdeu valor em bolsa este ano – só não desvalorizou mais que a Viver. Quando aceitou o convite para se tornar o novo presidente da incorporadora, Piani já sabia que teria tempos difíceis pela frente.

    Ele é um dos sócios da gestora de recursos Vinci Partners, que acabou de injetar R$ 486 milhões na PDG e se tornou a maior acionista da incorporadora, com uma fatia de 9%. O aporte e o possível retorno da Vinci como sócia da empresa foram anunciados em maio, mas dependiam do sucesso de uma complexa transação financeira para se concretizarem. Isso aconteceu na semana passada, para alívio dos executivos da empresa e de investidores, que viam essa como a mais importante cartada da incorporadora para se recuperar da maior crise de sua história. “Não havia plano B caso esse não desse certo”, diz um conselheiro.

    Conhecido pelo apelido de Guga, Piani foi escolhido a dedo pelos fundadores da Vinci, Gilberto Sayão e Alessandro Horta, ambos do conselho de administração da PDG. Apesar de jovem, ele já tem no currículo uma experiência bem-sucedida com outra empresa enroscada. Em 2004, com 30 anos, se tornou diretor financeiro e depois presidente da distribuidora de energia do Maranhão, a Cemar, onde a Vinci também colocou dinheiro. Na época, a Cemar estava quebrada e carregava o peso de prestar o pior serviço do setor.

    Piani foi radical. Em 4 anos, trocou 1,3 mil funcionários de um total de 1,4 mil. Impôs uma política de metas que ia dos principais executivos aos eletricistas e estabeleceu um plano de remuneração variável para recompensar quem fizesse o dever de casa. No ano passado, a Cemar foi eleita pela Aneel, órgão que regula o setor elétrico, a segunda empresa mais eficiente entre as distribuidoras de energia. “É um caso de sucesso, mas não significa que poderá ser copiado no setor imobiliário”, diz um analista.

    Para quem vê com desconfiança a ida de Guga para a PDG, por seu desconhecimento do mercado imobiliário, ele costuma dizer que também não tinha a mais vaga ideia do que se passava no setor elétrico quando assumiu a Cemar. Piani – assim como os fundadores da PDG – foi forjado em bancos de investimentos. Começou a carreira como sócio do Pactual e depois se juntou a Gilberto Sayão na Vinci. Nas dependências do banco e, depois, da gestora, viu a PDG tomar forma – e se tornar um fenômeno do mercado imobiliário.

    Com quatro aquisições consecutivas entre 2006 e 2010, a empresa triplicou de tamanho e, surpreendentemente, passou a líder Cyrela. Mas, no ano passado, as coisas começaram a desandar. Da porta para fora, os executivos da PDG viram o mercado de imóveis desacelerar e o custo das obras subir além do previsto – problema que afetou grande parte das companhias do setor, que cresceram demais, se espalharam pelo País e perderam o controle de seus empreendimentos.

    Crise na cúpula. Da porta para dentro, o clima também estava pesado. O presidente José Grabowsky anunciou em novembro de 2011 que deixaria o comando da incorporadora e passaria o cargo para seu fiel escudeiro, o diretor financeiro Michel Wurman, preparado há anos para sucedê-lo. Só que Michel se desentendeu com a cúpula e não estava disposto a assumir o barco quando ele começava a afundar. Foi a gota d’água para um mercado que já estava desconfiado.

    Em fevereiro, três dos principais executivos da PDG fizeram uma manobra com ações para proteger a remuneração deles próprios de uma futura desvalorização dos papéis do grupo. Pegou muito mal. E tudo isso aconteceu justamente no momento em que a PDG passava por sua maior reestruturação interna desde as aquisições.

    Até o início do ano, a incorporadora era, na verdade, um conjunto de três empresas que funcionavam separadamente. “Descobrimos, por exemplo, que as duas companhias com sede em São Paulo, a Goldfarb e a Agre, já estavam disputando os mesmos terrenos, com equipes diferentes”, admitiu Grabowsky, logo no início do processo de integração. Nos últimos meses, toda a parte administrativa da PDG foi integrada. Cerca de 200 pessoas foram desligadas da empresa, e os escritórios de Agre e Goldfarb passaram a funcionar no mesmo local, em São Paulo. Agora, a empresa tenta, com a consultoria do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG), padronizar seus canteiros de obra.

    Carlos Piani chega exatamente nesse estágio. Ele diz que só anunciará os próximos passos a serem dados na construtora daqui a 90 dias. Por enquanto, preferiu um discurso tangencial. “Vocês terão de esperar para ver qual é meu estilo”, disse aos analistas de mercado. Sua primeira tarefa, segundo executivos da empresa, não será fácil: caberá a ele fazer as mudanças na cúpula da companhia e escolher entre os sócios, fundadores das empresas adquiridas, quem tocará a operação. “Vestir a camisa”, pelo visto, será a mais simples das missões do novo presidente.

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    • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 13:09

      Tudo ou nada ????? Li direito ???? e a demanda reprimida????

      E o VAI SUBIR AINDA MAIS !!!!!!!

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      • BauHerr engenharia imobiliária 3 de setembro de 2012 at 14:29

        Para aqueles que não sabem. A incorporadora PDG apenas compra e vende empresas no mercado imobiliário, na realidade ela não incorpora e não constroi e não vende imóveis. A PDG apenas compra e vende ações.

        p.s.: conheço o Dr. Gilberto SaYão.

        0
        • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 17:48

          Que ????

          Estou chocada rsrs

          0
        • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 11:25

          Sua afirmação vai totalmente de encontro ao que esta na materia.
          E também a descrição da empresa em seu site: pdg.com.br

          0
    • André Luis ZS/RJ 3 de setembro de 2012 at 13:25

      Tudo ou nada = Desespero level Master Supremo.

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      • Luiz 3 de setembro de 2012 at 14:21

        ola colegas preferidos de polemicas, voltei, e voltei com bom humor

        vcs veêm que as atitudes não correspondem com o discurso

        vendem um mundo maravilhoso, mas na realidade eles estão jogando “ALL IN” (queM joga poker sabe o que significa).

        VCS poderam me fazer um resumo dos ultimso 15 dias?
        Fui abduzido pelos Andes.

        0
        • André Luis ZS/RJ 3 de setembro de 2012 at 16:25

          Pô Luiz explica aí o que é tdo dentro. Sou mega leigo em poquer. Abraços.

          0
          • Luiz 3 de setembro de 2012 at 16:40

            André

            ALL in é qdo o cara vai com tudo, pq não tem mais nada pra perder, desespero

            (ou no outro extremo, pra terminar de massacrar)

            0
            • André Luis ZS/RJ 4 de setembro de 2012 at 03:43

              Vlw!

              0
    • AlexTorcedorDoPLOC 3 de setembro de 2012 at 21:36

      INDG?? HahuahuiahUIHAUIhauihUIAhuiaha é a maior porcaria que já vi! Pior que a empresa do Cirilo ou que a Hora do Pesadelo Parte MRV!!!

      0
  • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 13:08

    Pessoal principalmente de Brasília, assistindo vídeos me deparo com essa obra prima da Bolha Imobiliária, nunca pensei que o Setor Noroeste era tão Fantasmagórico ;), parece cena aqueles filmes de Bang Bang Americanos 😉 não tem nada por perto só terra vermelha e mato…

    O principal é quem fez o vídeo nossa Musa A Korvokassios….. 😉

    Valeu KKKKKássia muito bom vamos postar bastante agradecemos a ajuda… não é possível que colocou isso hahahaha….

    “http://www.youtube.com/watch?v=wgpsk50wXy8&feature=plcp

    0
    • Sr. LB 3 de setembro de 2012 at 13:33

      O Noroeste é um bairro em construção ainda. Foi lançado com a propaganda de ser um “bairro ecológico”.
      Realmente será um dos melhores (senão o melhor) bairros do plano piloto de Brasília, mas isso só ocorrerá daqui no mínimo uns 10/15 anos. Os primeiros moradores vão sofrer com a poeira e falta de infra estrutura geral.
      Estão previstas, salvo engano, 22 quadras no bairro (cerca de 220 prédios).
      Hoje deve ter no máximo 30 prédios em construção.
      Preços dos imóveis hoje para morar nesse novo bairro (ou “barro”): 2 quartos (80 metros – 600 a 800 mil). 3 quartos (100 metros – 850 a 1.100 mil).

      0
      • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 14:43

        Tecnicamente, o Saara é tão “ecológico” quanto a Amazônia ou Antártida…

        0
      • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 17:49

        VAi com tudo Kkkkkassia

        0
    • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 14:12

      Que ‘far west’ é este?
      O que ela pensa que estava fazendo com este vídeo?

      0
      • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 17:11

        Hhaha depois a gente que é burro

        0
      • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 18:02

        HA! HA!
        “Se beber não dirija – ou compre imóvel”

        É impressão minha ou parece que o(a) motorista estava perdido, já que não havia nenhuma placa, procurando a saída do deserto de Nevada brasileiro?

        Se me derem GPS (já que não há placas) eu juro que penso em comprar um apto por lá…

        0
        • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 18:03

          Ah, sim, comentário de um colega que também assistiu comigo:
          “Meu Deus, imagine à noite”

          0
          • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 18:08

            Coitada a KKKKássia tá sem grana até pra tocar o escapamento da caranga, duvido que seja esportiva ao caso de usar esse tipo em seu carro.

            0
            • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 21:26

              Que nada, ela vai dizer que o som “esportivo” valoriza o carro uns 30% a cada ano. Se ela o comprou por R$ 40k deverá vendê-lo, com uns 100.000 km, “no estado” por uns R$ 200k…

              0
              • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 21:43

                Hehe o angry é ótimo like pra ele.

                0
    • D9 3 de setembro de 2012 at 14:47

      Alguns compraram a promessa do Noroeste por 14k o m2.
      Isso mesmo 14.000 dilmas por metro quadrado…
      Outros tantos compraram por 10k o m2 …

      Agora só contratando o Cirilo e a Tia Kkkkasia para revender
      com algum lucro…

      0
    • Charles 3 de setembro de 2012 at 16:32

      Com a explosão da crise nacional o que vai acontecer é o completo abandono dos projetos imobiliarios e de infra estrutura para este bairro por falta de viabilidade economica.

      Quem comprou vai ficar com um abacaxi gigante nas maos.

      0
    • Henrique 3 de setembro de 2012 at 18:26

      Rosinha, veja este artigo da Corretora Kássia:

      A ideologia da inveja e o movimento contra o Setor Noroeste

      O movimento contrário à construção do Setor Noroeste em Brasília e à favor da manutenção do Santuário dos Pajés é um relativo sucesso — nem tanto de público, mas certamente de uma certa mídia. Como qualquer iniciativa da esquerda, sua principal denúncia é a “desigualdade” produzida pela especulação imobiliária promovida pelas malvadas construtoras de Brasília. Auto-proclamando-se representantes dos índios, destilam todo seu ódio contra os que têm dinheiro para comprar um apartamento no Noroeste, segundo eles os responsáveis e principais beneficiários da especulação imobiliária e destruição do cerrado.

      O restante você lê no link a seguir:

      http://www.politicaeconomia.com/2011/11/ideologia-da-inveja-e-o-movimento.html

      É de rir. Pagar entre 10 a 12 mil reais no metro quadrado em um bairro que é puro mato.

      Para quem não conheçe, o local é excelente, em termos de localização, mas péssimo em termos de estrutura.

      Fizeram uma propaganda enorme, e acharam que todo mundo iria comprar só porque é o último bairro do Plano Piloto (acima da Asa Norte, e à direita do Eixo Monumental.

      Para localizar, segue o mapa:

      http://www.google.com.br/imgres?q=setor+noroeste&num=10&hl=en&tbm=isch&tbnid=i3OGz-ubAVXmcM:&imgrefurl=http://brasilia.olx.com.br/venha-viver-no-que-ha-de-melhor-do-setor-noroeste-iid-281808429&imgurl=http://images01.olx.com.br/ui/16/93/29/1321999676_281808429_3-VENHA-VIVER-NO-QUE-Ha-DE-MELHOR-DO-SETOR-NOROESTE-Brasilia.jpg&w=625&h=469&ei=LSBFULn2FcHu0gGHn4DQCw&zoom=1&iact=hc&vpx=594&vpy=657&dur=1156&hovh=194&hovw=259&tx=135&ty=66&sig=114827766082014857241&page=4&tbnh=166&tbnw=244&start=70&ndsp=21&ved=1t:429,r:2,s:70,i:314&biw=900&bih=1269

      Tem louco para tudo!

      0
      • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 18:39

        Henrique começo a ficar com dó da menina, com certeza seus 2 aps são lá, e agora bateu o desespero….

        Espelho maldito, não vou dar o braço a torcer, nunca, nunca, nunca vou concordar com os quadrupedes 😉

        O local como disse o angry de noite deve ser, o capeta nos acuda….e comércios? tem plano para ter uma padaria pelo menos? como será?

        0
      • Luiz 3 de setembro de 2012 at 19:00

        a verdade vai aparecendo aos poucos

        quer dizer que esse setor noroeste era numa região onde tinha indio até pouco tempo atrás?

        pagar 12 mil reais pra morar onde se vivia de graça até bem pouco tempo é coisa para genios financeiros

        0
    • BeatoSalu 3 de setembro de 2012 at 22:40

      Seguindo a linha do Anonymous, se comparar com um pais que respeita minimamente seus pagadores de impostos …..

      Canadá: infraestrutura em bairro novo
      -https://www.youtube.com/watch?v=E7LiF7KSwWc&feature=player_detailpage#t=111s

      0
  • Ploc 3 de setembro de 2012 at 13:41

    Hoje tirei mais uma listagem de preços no rio de janeiro no site ZUPT. É por esse casos abaixo que vejo que não é hora de comprar. Ninguem sabe quanto valem os imóveis.
    E dá a nítida impressão que o comprador que comprou em 2011 foi otário.

    2011-11 = 8500K
    2012-09 = 6000K (-30%)

    ´http://www.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-4-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-BARRA-DA-TIJUCA-/ID-2735519
    ————————————————————————

    2011-11 = 1300K
    2012-09 = 900K (-30%)

    ´http://www.zap.com.br/imoveis/oferta/Casa-Padrao-3-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-SANTA-TERESA-/ID-2851873
    ————————————————————————
    2011-11 = 2798K
    2012-09 = 1680K (-40%)

    ´http://www.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-4-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-COPACABANA-ATLANTICA-DIRETO-PROPRIETARIO–55-21–91277304-72172581/ID-1939546
    ————————————————————————

    PLOC

    0
    • Pablo 3 de setembro de 2012 at 14:39

      No ID-2735519 o condomínio é de R$ 2.581,00!!!!!

      Os 30% foram corroídos pelo aumento do condomínio.

      0
    • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 14:46

      Boa !!
      Sem falar no desvio padrão (dispersão) dos anuncios, mtas vezes de um mesmo imóvel.

      Seria ótimo irmos juntando essas informações valiosas, de alguma maneira, formando uma espécie de banco de dados, porque daqui a pouco, mto em breve, irão “sumir” dos sites (por bons e maus motivos), perguntem à RosinhA.

      0
      • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 17:50

        Hhehe angry parece que sou terrorista dessa forma 😉

        0
        • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 17:59

          Ops! Lady Rose, foi só uma referência à sua experiência recente de ver seu gráfico “retificado”, com um enxugamento colossal de anúncios, não foi isso?

          0
          • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 18:02

            Hehe angry eu sei to brincando

            0
    • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 11:43

      olhe o que esta escrito no terceiro anuncio:
      “imovel na Atlantica de 300m2 foi vendido, tenho outro à venda: Miguel Lemos, quadra da praia, original 4 qts atualmente c 2 quartos sendo 2 suites master c closet. reformadissimo por arquiteta.170 m2, vaga. PARCERIA SOMENTE POR E-MAIL: CRECI XXXXX/RJ “

      0
  • RSD 3 de setembro de 2012 at 13:45

    Bolha, procurei este link nos posts anteriores e não achei. Apesar da certeza da formação da bolha imobiliária, acredito que seja interessante colocar o link “globotv.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/v/imoveis-saiba-como-decidir-se-deve-alugar-ou-comprar/2112295/” como post.
    O economista Ruy da Costa Quintans afirma que tem uma bolha especulativa no Brasil.
    Desconsiderar o pedido, é claro, se já foi realizado ou não for pertinente.

    0
  • Felipe 3 de setembro de 2012 at 13:46

    Boa tarde pessoal…
    O negócio agora é só esperar. O tempo faz o restante do trabalho. Economizem o máximo. O real ainda está bem forte em relação à outras moedas. E vamos que vamos. Como diz o Sr. Samy Dana, o papo depois da Copa vai ser outro.
    E isso já havia sido discutido aqui no site bem mais de 1 ano atrás.
    A “nossa previsão” era a bolha estourar entre 2014 e 2016.

    0
    • Luiz 3 de setembro de 2012 at 14:17

      Prezado Felipe

      me permita discordar, primeiro a data do estouro não era unanimidade,
      em segundo pelos numeros a bolha ja estourou há meses, vc pode ver posts de n pessoas do blog apontando quedas entre 10% a 40% de 1 ano pra cá.

      o periodo que vc aponta, entre 2014 a 2016 (eu estenderia até 2017) seria o momento de auge da correria para as vendas e liquidações, o fundo dos preços.

      0
      • Ploc 3 de setembro de 2012 at 15:57

        Concordo,

        O PLOC já ocorreu agora estamos vendo o POS-PLOC.

        Abraços,

        PLOC

        0
      • Felipe 3 de setembro de 2012 at 15:59

        Caro Luiz,,
        digo a “nossa previsão”, pois foi a que mais foi citada aqui no blog. Não tenho certeza, mas lembro até de uma enquete nesse sentido. (só sinceramente não lembro se essa enquete era realmente aqui no blog. O sr. da bolha, dono do blog, poderia nos tirar essa dúvida.)

        0
      • Felipe 3 de setembro de 2012 at 16:15

        Mas se vc estiver certo eu não vou reclamar.

        0
  • Luiz 3 de setembro de 2012 at 14:12

    bom dia colegas, acabei de voltar de uma viagem de 15 dias pela América do sul, tenho muitas historias p contar, mas vou logo adiantando o que mais dá curiosidade:

    – sim, a bolha de preços no Br se confirmou
    p imoveis e veiculos
    – o real esta supervalorizado, uns 20%
    – o fenomeno de boom é continental
    – nossa gasosa é mesmo uma bosta e cara (uns 20% mais)

    mais tarde farei uma pesquisa de preços pra verificar as variações nesses 15 dias

    Por outro lado voltei mais otimista com o BR, estamos muito longe dum Chile por exemplo, mas acho que erramos apenas nos detalhes, no todo somos os heróis da america.

    0
    • Annibal 3 de setembro de 2012 at 15:14

      Pow Luiz,

      Não compara o br com o chile q e covardia… nao tem comparação…la é muiiiito melhor

      0
      • Luiz 3 de setembro de 2012 at 15:53

        Annibal, o chile está quase no nivel duma italia ou espanha, sem comparação mesmo

        0
    • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 15:29

      “herois da América”?

      Karamba, a América tá mal, mesmo, hein?!

      0
      • Luiz 3 de setembro de 2012 at 15:52

        irritado, pelo contrario

        a america toda está crescendo (exceto os paises comunistas e simpatizantes)

        somos os herois da propaganda, venderam no exterior um país que não existe. Eles conhecem e fala dum brasil que eu nao sei onde fica, estão vindo ondas de turistas e investidores. Somos pentacampeos mas aind anão se deram contam que nosso ranking caiu pra 14o.

        Essa distancia entre o real e o imaginario faz toda a diferença
        Vcs aí do Rio, não vejo muitas esperanças de queda de preços muito maiores. Há toda uma industria por trás disto

        Antes falava que eramos uma gota na areia, Agora eu vejo que esse blog é uma gota na galaxia.

        0
        • Ploc 3 de setembro de 2012 at 16:09

          Esses dias fui contactado por um funcionario da empresa que trabalho. O cara é de Portugal. Papo vem e papo vai. Impressionante a visoo que os portugueses tem do Brasil. Aqui vai um resumo:
          – Brasil é o paraíso;
          – Muitos portugueses estão preparando as malas para cair aqui;
          – Aqui tem emprego de sobra
          – Aqui a economia está bombando;
          – Que brasileiro é um povo de sorte;
          – Que a situação está feia em Portugal. Muita gente com alta qualificação e sem emprego.
          – O Brasil tem muitos recursos naturais;

          Isso tudo é o que ele vê nos jornais portugueses falando sobre Brasil.
          O problema começou quando ele começou a perguntar sobre:
          – custo dá alimentação
          – custo dá moradia
          – preço dos veiculos
          – preço do combustivel
          – inflação não oficial
          – taxa de juros e seus spreads
          – salário e nivel de desemprego
          O cara começou a ter pena de nós e finalizou: Vejo que vocês estão caminhando para o colapso. É, não tem para onde correr mesmo.

          Propaganda… Propaganda … Propaganda … Propaganda

          0
          • Luiz 3 de setembro de 2012 at 16:22

            excelente ploc

            0
        • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 16:53

          Sim, agora entendi.

          “Há toda uma industria por trás disto”
          Sim, sim, mas ninguém acredita. Não adianta votar, boicotar, escancarar a verdade…

          “Antes falava que eramos uma gota na areia, Agora eu vejo que esse blog é uma gota na galaxia”

          …por isso me sinto pregando no deserto, é como nadar contra um oceano. Aqui é tudo ruim, mto ruim (quando se viaja para outros estados mais ao sul é só constatar) e vendido como p-a-r-a-d-i-s-í-a-c-o. E os 99% de otários-metidos-a-espertos defendem com unhas e dentes a ideia, achando que são parte interessada na valorização desse lixo, os 1% (ou menos) agradecem, continuam vendendo seus produtos e serviços com o selo “ágio RJ” habitual, são reeleitos etc

          Só saindo daqui. Isso aqui náo tem jeito, não pertenço a isso, estão satisfeitos em ser elogiados lá fora, isso basta para preencher todo o ego de uma vida – violência (pacificação? ah, sei…), transporte, saúde, água e esgoto,é tudo SUPÉRFLUO !!

          Tudo de novo! Viraremos, no final, apenas mais um capítulo no livro clássico do Aliber/Kindleberger.

          Alguém algum dia ainda explicará, com detalhes, COMO isso pode acontecer tantas e tantas vezes seguidas, do mesmo jeito, só recorrendo à biologia, mesmo.

          0
          • Luiz 3 de setembro de 2012 at 17:00

            Irritado

            vc vai ficar ainda mais nervoso se eu te disser que tem a venda por 120 mil dolares um apê 2 dorm num condominio de luxo do lado de um ski resort, a 3 horas de voo. Condominio 60% vendido, e acho que só não esta + barato por causa da invasão de brasileiros, e detalhe, 1.500 dolares de aluguel por semana.

            A coisa aqui tá mto mto feia

            0
  • MrK 3 de setembro de 2012 at 14:15

    Esse governo é uma piada pronta no que diz respeito a economia…a solução pros problemas:

    1- Antecipa o 13o pra reaquecer a economia
    2- Antecipa dnheiro injetando crédito em tudo que é lado
    3- Antecipa 35 anos de renda das pessoas pra comprar imóvel
    4- Antecipa as compras de carro e geladeira desonerando IPI (como são bens que as pessoas trocam a cada 5 ou 6 anos, se não mais, desonerar IPI não gera demanda adicional significativa apenas antecipa compras)

    antecipa…antecipa…antecipa…antecipa…antecipa…antecipa…antecipa…antecipa…

    tudo muito bonito hoje, mas….. E quando o futuro chegar??????

    José vai ter trocado de carro e vai tá enforado
    Maria torcou de geladeira e não compra mais nada
    Huguinho e Chiquinha tão pagando 35 anos de empréstimo imobiliário pra quitar um imóvel caro
    O pessoal já torrou o 13o por conta

    e aí, vai antecipar o que pra girar a economia???

    irresponsáveis!!!!

    0
    • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 14:28

      Não tem mais de onde tirar.
      E pelo que percebi, estes dinheiros adiantados estão sendo usados pra pagar dívidas passadas por muita gente…

      0
      • MrK 3 de setembro de 2012 at 14:43

        exatamente, é a famosa “rolagem de divida”

        meu amigo, o que vai acontecer com as vendas de carros quando o IPI subir novamente? não adianta, não tem saída, ninguém compra mais carro por causa disso

        as pessoas compram mais carros se tiverem mais renda! só assim!

        quem acha que carro é caro, vai achar seja custando R$32.000 ou R$30.000, tão obvio! quem comprou carro ha 1 ou 2 anos não vai comprar de novo pq IPI abaixou… empresas que renovam a frota de 5 em 5 não vão renovar de 3 em 3 porque IPI abaixou…

        isso só gera uma antecipação de consumo, nosso futuro tá sendo vendido, mutilado, socorro!!

        0
        • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 16:40

          Exato, MrK!
          Eu vi na televisão umas pessoas comprando carros, mas pelo que entendi, os entrevistados (maioria) estavam com o dinheiro na mão ou a maior parte deles. Sendo assim, um desconto era bem vindo pra quem pagava em cash.
          No mais… não vai resolver. Quem está enforcado sem poder comprar, continuará.
          Eu quero ver é quando chegar o natal. Muita gente está esperando o Péssimo Terceiro para saldar compromissos ocorridos durante o ano e prometendo pegar leve no final do ano com as compras.
          Vai ser a hora dos descontos….

          0
    • Gammel Dansk (eng.civil) 3 de setembro de 2012 at 14:38

      Parafraseando um empresário desconhecido daqui da região!

      ” … ruim por não ter, ruim por ter! “.

      0
    • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 14:51

      “No futuro todos estaremos mortos”
      Lord Keynes

      É nesse conceito que essa turma acredita, entendeu?
      Para eles, o futuro, por definição, nunca chega(rá), talvez quando o Sol virar uma supernova, dizem que daqui a uns 8 BIlhões de anos…

      0
      • self 3 de setembro de 2012 at 15:46

        Keynesianismo é coisa de quem não tem amor à família (leia-se: especialmente aos decendentes).

        0
      • Mephistopheles 3 de setembro de 2012 at 17:43

        Irritado,
        O Sol não tem massa suficiente para se tornar uma supernova. Ele se tornará um Gigante Vermelho com aumento gigantesco de temperatura na superfície.
        De qualquer forma, o resultado é o mesmo…rsrsrs

        0
        • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 17:55

          Ops!
          Bem, estou mais tranquilo agora, a explosão será menor 😉
          (um corretor já te leu e acabou de me ligar dizendo que os imóveis além-Jupiter irão valorizar horrores!)

          Valeu, Mephisto!

          0
        • O Irritado 4 de setembro de 2012 at 02:55

          “O Sol não tem massa suficiente para se tornar uma supernova”
          Mephistopheles

          “Ora, ele, o próprio Astro-Rei, pode, neste governo, pela primeira vez na história do Sistema Solar, dar a massa que tem como entrada e financiar o resto!! SUPERNOVA PARA TODOS!”
          Dr. Mantega

          0
          • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 12:01

            kkkkkkkkkkkkkk

            0
    • FQ 3 de setembro de 2012 at 15:53

      Futuro?

      A noção de “futuro” de qualquer político só dura até a próxima eleição. Ponto.

      0
    • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 11:59

      É interessante observar que isso não é privilegio do Brasil!

      Muitos outros países (inclusive os desenvolvidos) fizeram/fazem o mesmo!

      Essa situação é apenas a consequencia do sistema economico mundial.

      A existencia de colonias funcionando como mercado e fonte de lucro facil para a metropole existe desde os tempos antigos (Egito e Hebreus por ex)

      Cabe ressaltar que a escravidao acabou para que mais pessoas pudessem consumir.

      DA mesma forma a China e outros paises que servem/serviram como polos de produção/exportação de produtos baratos, para que mesmo os mais pobres possam consumir.

      Ela foi se expandindo até que uma hora acabaram as pessoas para explorar.

      Daí a solução foi o crédito!

      Manter o “crescimento economico” as custas da previsão de receita futura.

      Mas quem sabe o que vai ocorrer no futuro?

      São tantas variaveis que é impossivel prever.

      Será que o homem de hoje é capaz de sobreviver no mundo natural?

      E é por isso que o sistema atual está falido.

      E uma hora tudo mudará!

      0
  • AlexJund 3 de setembro de 2012 at 14:36

    Ontem passei em frente a um novo empreendimento imobiliário em Jundiaí, o FOREST. Sao pequenos aptos ao lado da Anhanguera, km 59

    “http://www.forestjundiai.com.br/

    Anunciam que está perto da “natureza”. Na verdade fica no meio de uma matinha que sobrou, no meio da tanta estrada.

    São apartamentos pequenos, de 63m2 a no máximo 109m2 (com absurdos 4 quartos, não imagino o tamanho dos quartos…rsss)

    Achei que ninguém iria se interessar.

    Mas assustei-me com a quantidade de carros estacionados no local. Contei mais de 30 automóveis. Fiquei em dúvida se era uma venda de imóveis ou de veículos rsss

    O povo está LOUCO em Jundiaí, continua comprando imóveis mesmo com esse bolha enorme prestes a estourar!!!

    0
    • Joao 3 de setembro de 2012 at 14:41

      Não me espantaria se os veículos fossem de corretores …

      0
    • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 15:28

      HA ! HA!
      Pode ser o tal “encontro de bolhas”: os imobs não conseguem vender as unidades, o negocio se arrasta, oferecem o terreno para seguradoras/concessionárias/etc estocarem seus carros apreendidos a um preço menor que um estacionamento bolhudo. Pelo menos rende uns trocados “enquanto a obra não vem”.

      È bom para a “imagem” do empreendimento, bom para quem não tem mais onde enfiar os autos… agora, será que deixam as chaves dos mesmos no stand? Ihh…..

      Sempre é bom prevenir: IRONIC MODE ON

      0
      • Joao 3 de setembro de 2012 at 15:37

        Acho que é corretor desesperado mesmo … tentando com o som, salgadinho, balão vender algo …

        0
      • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 16:43

        Hahahahha…
        Adorei!
        Daqui a pouco teremos associação com carteirinha e tudo mais para os participantes das bolhas.
        Mas, é aquilo também… olhar… até eu olharia uma vitrine de Daslu. Comprar são outros quinhentos.
        Muita gente vai bisbilhotar, muitos fazem ficha, mas aprovação também é outra etapa.
        Sobrou muita gente com ficha podre tentando financiar as coisas.
        A grande maioria dos bons e com intenção real de compra já fizeram seus negócios.

        0
    • Pablo Gallardo 3 de setembro de 2012 at 17:32

      Cuidado com esses carros perto de stands, sério mesmo.
      Aqui na Granja Vianna, estão lançando um novo condomínio (inflacionado como sempre). Ao passar pelo lado do stand de vendas no final de semana, há uma quantidade enorme de carros do lado de fora (sugerindo que há muita gente lá), mas se você olhar para dentro do stand (a frente é toda de vidro), não encontra nem 10 pessoas.
      Pasme: os corretores estão chegando ao cúmulo de arrumar carros para ficarem parados na frente dos pontos de venda, para mostrar que “existe um fluxo constante e uma grande quantidade de pessoas interessadas. Garanta o seu”.

      0
  • EDUARDO 3 de setembro de 2012 at 14:41
    • AlexTorcedorDoPLOC 3 de setembro de 2012 at 21:44

      O problema mais comum é algum acerebrado pagar 450 mil numa bosta de 30 m²… Só tendo gases no lugar do cérebro mesmo…

      0
      • Keyser(CE) 4 de setembro de 2012 at 09:11

        O termo que melhor se enquadra seria “Acéfalo” 🙂

        0
        • AlexTorcedorDoPLOC 4 de setembro de 2012 at 21:13

          Os termos que melhor se enquadram são “Peido na cabeça”…

          0
  • EDUARDO 3 de setembro de 2012 at 14:47
  • Gammel Dansk (eng.civil) 3 de setembro de 2012 at 14:54

    off tópico! Ex-presidente fala sobre (problemas petrobras – programa MCMV)
    Tenho dúvidas …

    http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2012/09/02/heranca-pesada-por-fernando-henrique-cardoso-463349.asp

    0
  • Joao 3 de setembro de 2012 at 14:55

    Reclamações contra taxas abusivas das imobiliárias crescem 49%

    “http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/09/03/reclamacoes-contra-taxas-abusivas-das-imobiliarias-crescem-49.jhtm

    0
  • self 3 de setembro de 2012 at 14:56

    Um pequeno pensamento, para refletir.

    Toda e qualquer transação financeira envolvendo valores altos ou muito altos é algo que deve sempre ser bem pensado e ponderado. Isso é particularmente verdade quando se considera fazer uma dívida para adquirir o bem. Qualquer pessoa crescida sabe, independente de ter muito ou pouco estudo, que dinheiro não cai do céu nem nasce em árvore, que deve-se trabalhar para conseguir, portanto deve ser valorizado.

    Diante disso, como explicar essa onda de oba-oba que ainda não acabou (não falo só de imóveis)? Vai ser necessária uma crise para colocar tudo mais próximo dos eixos? Afinal, em grande parte, crise é isso: um “mecanismo” de se colocar as coisas em seu lugar ou próximo.

    0
    • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 12:08

      para refletir (2)

      Presidentes do Brasil com estudo e trabalho X Presidente sem estudo e nem trabalho

      “http://seboeacervo.blogspot.com.br/2012/07/o-patrimonio-da-familia-lula.html#axzz25VuJlvDl

      Quem será o mais esperto? E quem foi mais comprometido?

      0
  • MrJaime 3 de setembro de 2012 at 14:57

    Vou pouco ao Banco, pois dou preferência à relação à distância (email com o Gerente + Internet Banking).

    Hoje tive que ir à minha agência do BB e fiquei pasmo com a força com a qual o governo está empurrando crédito à população.

    Observação 1: Antes mesmo de entrar na agência havia uma enorme faixa na faixada da agência com os dizeres: “Financiou seu carro em outro Banco/Financeira? O BB compra sua dívida com as melhores e exclusivas condições do mercado. COM ATAXAS A PARTIR DE 0.95% a.m.” (*sem tarifas adicionais, *sujeito a aprovação cadastral e demais condições do produto). Ligue para: XYZW-DD-FG ou mande email para ageijkl @ bb . com . br e comprove”

    Observação 2: Em cada MESA DOS GERENTES, havia uma folha A4 grudada com os seguintes dizeres: “REDUÇÃO DE IPI E IOF até 31/08/2012. CONDIÇÕES NÃO SERÃO PRORROGADAS BOM PRA VOCÊ !! É COMPRAR SEU CARRO ZERO OU USADO FINANCIADO PELO BANCO DO BRASIL. (*Taxas a partir de 0.77% a.m.; *Financiamentode até 100% do veículo em até 60 meses, *Sem custos adicionais) NÃO FECHE NEGÓCIO ANTES DECONVERSAR COM SEU GERENTE. CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA SERVIDORES FEDERAIS”

    OBS: Deixei em caixa alta o que estava realmente em caixa alta

    OBS2: Impressionante como o governo MENTE DESCARADAMENTE para o povão. Ex: “Condições não serão prorrogadas”. Já sabemos que as condições foram prorrogadas e continuarão sendo, pois caso contrário as vendas de veículos despencarão.

    OBS3: Vi 4 pessoas conversando com os gerentes sobre o assunto financiamento de veículo, e todos exigiam o plano sem entrada pois, segundo os próprios clientes, eles estavam SEM DINHEIRO. Ahhhh bom, se eu estou sem dinheiro eu vou lá comprar um carro sem entrada, financiado em 60 vezes!!! As vezes tenho vergonha de ser brasileiro. Temos muito o que crescer, pessoal!

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    • self 3 de setembro de 2012 at 15:09

      Ninguém é obrigado a tomar esses financiamentos.

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      • MrJaime 3 de setembro de 2012 at 17:29

        Sim, ninguém é obrigado. Mas o povão que confia no governo entra de sola na onda. (-:

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    • Frank 3 de setembro de 2012 at 15:33

      “Financiou seu carro em outro Banco/Financeira? O BB compra sua dívida com as melhores e exclusivas condições do mercado. COM ATAXAS A PARTIR DE 0.95% a.m.” (*sem tarifas adicionais, *sujeito a aprovação cadastral e demais condições do produto). Ligue para: XYZW-DD-FG ou mande email para ageijkl @ bb . com . br e comprove”

      o governo já escolheu o caminho:

      1) de um lado, promover a redução dos juros referência da economia, o q reduz o serviço das dívidas (as pós-fixadas) de modo geral
      2) do outro lado, compromete-se, com o uso de BB e CAIXA, a zerar o endividamento de pessoas (nova classe C, mas não apenas) q se encalacraram com crédito recentemente (por meio de feirões de renegociação / perdão de dívida, compra de dívidas contraídas em bancos privados a um custo final menor para o devedor, etc.)

      e, para fechar com a cereja no bolo, criam a empresa pública de “limpeza de balanços” (EMGEA), com o papel de fazer a esterilização dos ativos podres de instituições financeiras públicas.

      uma empresa obscura, criada com a função de socializar os prejuízos de CAIXA e BB.

      seria o crime perfeito ?

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      • Mephistopheles 3 de setembro de 2012 at 17:50

        Quanto falta para termos os nossos Freddie Mac e Fannie Mae?

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    • newbie 3 de setembro de 2012 at 16:24

      O pessoal acha que o crédito é gerado apenas para o pessoal consumir mais, na verdade o crédito é gerado pois é necessário para inserir mais dinheiro na economia.
      Reservas fracionadas: w w w .youtube.com/watch?v=NoGZ3-CMzJg
      Só ir seguindo os links, são 5 partes.

      0
      • MrJaime 3 de setembro de 2012 at 17:34

        Não se esqueça de que todo o dinheiro gerado dessa forma terá que voltar de onde veio somado de juros.

        Se prestar atenção neste vídeo que indicou, verá que a soma capital+juros será sempre maior do que o que foi tomado emprestado (capital) para TODOS. Ou seja, sempre haverá menos dinheiro na economia do que o necessário para pagar as dívidas.

        Daí vem a ideia dos economistas da escola austríaca que preconizam que gerar crescimento baseado em expansão de crédito gera fortes recessões no futuro. Como exemplos, basta ver o que está acontecendo com toda e Europa e os EUA.

        O sistema monetário de reservas fracionárias funciona muito bem enquanto a população e a economia crescem exponencialmente e a taxas constantes. Isso quer dizer que basta que a taxa de crescimento caia (mesmo que se mantenha exponencial) para que o sistema vire nada mais, nada menos do que uma pirâmide. Então, imagine a ressaca que teremos com a queda abrupta de nossa taxa de crescimento do PIB de 7.5% (2010) para 2.9% (2011) e menos de 2% em 2012.

        0
        • newbie 4 de setembro de 2012 at 09:55

          Boa colocação, como o banco gera quase todo o dinheiro que existe em circulação é impossível quitarmos todas as dívidas pois quando o dinheiro é criado já esperasse que ele retorne em valor maior que o fornecido.
          Se o banco cria 100 mil reais, ele espera receber 110 mil, só que esses 10 mil de diferença não existem no mercado. Desta forma o banco precisa criar mais dinheiro pro povo conseguir pagar a dívida anterior. É uma bola que vai crescendo até termos hiper-inflação e começarmos a acender lareiras com dinheiro.
          Reserva fracionada é um sistema desgraçado que precisa ser revisto.

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    • hannamanana 3 de setembro de 2012 at 16:47

      Pois é…
      A Credicard agora anuncia que se você tem um imóvel, pode avaliá-lo com a instituição e pegar 50% de seu valor para pagar em 30 anos…
      Vai vendo…

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      • Francisco Quiumento 3 de setembro de 2012 at 16:56

        Cresce a cascata de crédito lastreado em imóveis.

        Perguntem aos EUA no que deu isso.

        😉

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        • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 11:59

          Pensei a mesma coisa que você…
          Isso só pode acabar mal

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      • David 3 de setembro de 2012 at 16:57

        Eu já vi esse filme antes…

        0
      • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 17:34

        Deus Meu, esse, para mim, é a maior trombeta, em último volume, anunciando: “esse é o ápice de uma bolha especulativa, meu caro!”. Agora, só não acredita quem não quer.

        Querem mais sinais do que estes ??

        PS: adorei o “50%”, esse número, mesmo sem HP-12C, “diz tudo”, e confirma mais ainda o pico da bolha. Agora, convenhamos, esses executivos, coitados, são ingênuos, nunca estudaram finanças, nem bolhas (antigas e recentes), nunca ouviram falar dos EUA de 10 anos para cá, i.e., estão fazendo tudo isso sem conhecimento de causa, ah, tá…. sei… cambada de ratazanas!

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        • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 12:00

          É aquela coisa.
          Ai se o imóvel cair para 50% de seu valor, original, a empresa pode ficar com ele inteirinho pra ela.
          Até lá, já vai ter recebido tantos juros que compensará o negócio todo.

          0
  • Augusto 3 de setembro de 2012 at 15:19

    O mais engraçado é que aqui encontramos vários servidores públicos que ganham razoavelmente bem e, sobretudo, possuem estabilidade no emprego que não se aventuram nesses financiamentos.
    Enquanto isso o povo da iniciativa privada, sujeitos a demissões a qq momento, se metem nessa seara como um bando de ingênuos, ou melhor dizendo, burros.

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    • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 13:53

      Lembre-se que nós bolhistas somos a exceção e não a regra.

      Com certeza há muitos funcionarios publicos no bolo dos endividados.

      Vide o crescimento astronomico das empresas q fornecem crédito consignado.

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      • DayTradder 7 de setembro de 2012 at 23:22

        Trabalho no BB e posso dizer:
        Vejo os funcionários públicos emprestarem o máximo que podem de dinheiro, no prazo máximo de 8 anos só renovando dívidas e levando uns trocados pra para outras dívidas externas ao bb.
        O pessoal que trabalha na iniciativa privada tbm pega o que pode, mas o prazo é menor, dependendo da empresa dá 36 ou 48 meses de prestações, contra os 98 meses dos funcionários públicos.
        Dá para contar nos dedos a quantidade de clientes que não faz dívidas que conheci em vários anos de trabalho no BB.
        O Brasil tá perdido quando a economia retrair mais.

        0
  • Joao 3 de setembro de 2012 at 15:21

    Gente, o que temos que ter em mente também é que sempre teve e sempre terá na economia os superavitários e os deficitários.

    Conversando com meu pai ontem, me disse assustado, que um antigo colega de trabalho foi alugar uma de suas casas, que recebia cerca de 50% a mais que meu pai. O cara tá com 63 anos, meu pai com 59.

    Esse cara foi o que estes estão sendo hoje.

    O problema que vejo é que hoje a maioria estão indo pro caminho desse aí, e não pelo caminho do meu pai, que está tranquilaço ! Diga-se de passagem …

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    • FQ 3 de setembro de 2012 at 16:09

      Em parte o que vc disse é verdade.

      Entretanto, há outros fatores envolvidos: Sorte, doenças, problemas de família, filhos, qualidade de vida, além dos financeiros.

      Existem outras réguas, além do dinheiro, que medem a vida e a história de um homem. Conheço grandes homens que hoje não estão “bem” financeiramente, mas que formaram grandes filhos (que hoje estão bem) e ajudaram muita gente.

      0
      • Todd 3 de setembro de 2012 at 16:45

        Concordo. Antes de decidir quem é o “campeão” é preciso conhecer as condições em que se deui a competição…

        0
        • serpentarius 4 de setembro de 2012 at 13:38

          Bonito … gostei muito dos dizeres. A vida tem muitas réguas mesmo. É lógico que tentar ser superavitário como disse o amigo acima é uma coisa que deve ser levada em conta. Mas isso não mede o sucesso. A vida pode dar muita porrada na gente, e talvez vc só se segure, mas não consiga reerguer. Há na Bíblia passgem que diz que Deus dá o fardo que cada um aguenta, mas não sei não, acho que traduziram errado essa parte. Tem fardos que são pesados demais, vide os prisioneiros dos campos de concentração nazista. Quantos sobreviveram? Segundo o psiquiatra Vikor Frankl só aqueles que tinham um significado de vida muito superior, transcedental, etc. Não ncessariamente místico ou Deus, mas muito elevado. Foi isso que fez a diferença entre os que sobreviveram e os que não … Viktor perdeu mulher, filhos, pais, a família nos campos de concentração. Ele morreu tendo contribuído muito pra psiquiatria/psicologia, com O SENTIDO DA VIDA.

          0
  • Francisco Quiumento 3 de setembro de 2012 at 15:36

    OFF e aproveitando a deixa do “endivide-se!”

    Sobre o cenário mais amplo e o lubrificante que, busuntando o grande nabo, a todos ameaça

    Nosso grande guru econômico, Margárina, apresentou o PIBinho e deu no que deu.

    Duas considerações pertinentes:

    1) Poupe-nos de redundâncias lamentáveis, ministro, pois é óbvio, que apresentando RESULTADOS, estaremos, mais que claro, tratando de coisas que “estamos vendo pelo retrovisor”, pois que eu saiba, não existem resultados do futuro, da mesma maneira que julgamos sem nexo previsões sobre o passado.

    Curiosamente, em economia, o resultado de ontem é o que produz novo resultado amanhã, e ainda mais em maiores e maiores escalas, não há flexões abruptas de curvas, como se num ano, andássemos a 2% de PIB ao ano, e sem flexões, angulações em curvas, seguíssiemos instantaneamente num “a partir de 1o de janeiro” para patamar de algo completamente novo, à taxa do PASSADO chinês (atentemos para esta comparação).

    Embora, sinceramente, atualmente eu me contentaria com taxas de crescimento colombianas que sejam, ou mesmo, pasmemos, da alquebrada por todos os vértices Argentina.

    2) O que realmente me assusta é o “wishfull thinking” que fecha a apresentação.

    Quais os reais – e logo, factuais – motivos que levam a crer que tenderemos a uma taxa mais acelerada de crescimento?

    Aceleração chinesa, que mostra cada dia que de tal fugirá?

    Aceleração estadunidense, que hoje nos castiga com balança de pagamentos favorável e se acelerarmos, mais deles compraremos?

    Acelração europeia, que não se mostra sobre análise alguma antes dos próximos dois ou três anos?

    Importante: as mercadorias básicas que fornecemos ao mercado mundial, sem agregação de valor significativa, já num topo de preços histórico, continuarão a subir, mesmo num mercado misto de desaceleração com em crise?

    Acrescentar-se-á a tal conjunto de produtos de consumo global, algo ainda não pelnamente explorado, digamos até por pitoresco, como o NABO?

    3) O que me gera pavor:

    Se é alegado que podemos contar com o saudado com pétalas e palmas “mercado interno”, por quais raios de motivos não já contamos com tal para nos mantermos em taxas de crescimento mais altas que riquíssimos e dinâmicos mercados vizinhos como a Venezuela?

    Somando a lista de perguntas do ítem anterior: Nossa endividada população assinará mais e mais papéis, além da saturação que já apresenta?

    Assim, temo que o trocadilho que faço com o nome de nosso guia econômico maior traga em si não só a ironia com seus argumentos que julgo sempre rizíveis pelo desconexo, mas que possam ser associados ao terrível processo pelo qual venhamos a passar em nosso breve futuro, pois, nabo por nabo …

    QUEM TEM, TEM MEDO!

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  • Vivendo na Bolha 3 de setembro de 2012 at 15:50

    Esse artigo é excelente e eu espero que isso aconteça mesmo rsrs.. Só assim pra eu comprar meu AP de 100M² pelo preço de um 50M²(atualmente)

    http://vivendo-nabolha.blogspot.com.br/

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  • FQ 3 de setembro de 2012 at 16:02

    Piada Pronta e triste.

    Assistindo o Fala Brasil da Record neste sábado, estava passando uma reportagem sobre ação das “mulas” e a fiscalização do tráfico de drogas nos aeroportos brasileiros.

    “Mulas” são aqueles pobres coitados que tentam transportar drogas entre 2 países (geralmente junto ao seu corpo ou mala), normalmente são pessoas normais sem ligações com o tráfico, sem antecedentes criminais e endividadas ou desesperadas e assim são recrutadas em troca de um grande valor financeiro.

    Eis que a reportagem entrevista uma dessas “mulas” que foi pega a agora cumpre pena numa penitenciária brasileira, era um pedreiro espanhol que no final de 2009, desempregado, resolveu tentar a sorte transportando uma malote de cocaína do Rio para Barcelona!

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  • jaln 3 de setembro de 2012 at 16:11

    Em Goiânia as placas de ¨vende-se¨ voltaram a aparecer nas sacadas dos aps. Será a bolha?

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    • ademirSP 3 de setembro de 2012 at 16:19

      Lembra da AVestruz master de GO, dinheiro fácil não existe.
      Expeculação com imóveis também, tem muita oferta em sua cidade.

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      • newbie 3 de setembro de 2012 at 17:47

        Não esqueça do golpe do Boi, clássico do Brasil também.

        Ainda tem vários dessas empresas que conseguem explicar pras pessoas como é possível ganhar milhões sem produzir nada.
        Tem uma tal de Dinastia, Herbalife ainda ta na atividade eu acho, tem uns golpes relacionados com propaganda… ta crescendo forte no Brasil essas coisas, povo quer ficar rico sem trabalhar cai fácil.

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        • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 17:58

          Hehe newbie tenho um primo nessa dinastia, o cara teve a manha de largar a mulher correta e que o sustentou antes de se casar e se formar, para pegar uma lá da Dinastia, palavras deles:

          Cresceremos juntos…… o casamento é semana que vem pelo menos tenho uma festa pra ir, e pior como diz a Hanna uma lista de presente para escolher …..

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          • newbie 4 de setembro de 2012 at 10:00

            Eu tenho amigos que eu considerava pessoas inteligentes, um deles formado em primeiro lugar em curso de engenharia elétrica em faculdade federal, que caem nestas coisas. Eu sempre aprendi com o meu pai que é impossível gerar riqueza sem trabalhar, um país não pode viver de investidores, alguém tem que por a mão na massa. Sempre que alguém quer me envolver em um golpe destes eu lembro disto e volto pra realidade.

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          • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 12:01

            E eu que tenho um com chá de panela, chá de lingerie e chá bar pra ir!!!
            Não vou em nada! Ah… tenha dó. kkkk
            Esse herbalife é outra coisa que também tenho o pezão atrás.

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      • jaln 3 de setembro de 2012 at 21:41

        Avestruz Master, Boi gordo, pirâmide… Goiânia parece atrair todo tipo de incauto e de picareta.

        A conversa dos corretores é que um imóvel novo hoje rende fáceis 60% aa.

        É pagar pra ver!

        0
  • Luiz 3 de setembro de 2012 at 16:14

    Leo disse:

    “agora é a pior hora possível para se comprar um imóvel. O mercado está saturado, as vendas estão em baixa…. Há um claro descompasso entre o aumento dos preços de imóveis e o aumento da renda do brasileiro. A hora é de poupar”

    Gostei

    Acrescento, poupar + sangue frio pq a inflação vai comer quem poupa.
    As alternativas: ouro, dolar, ações são arriscadas
    Nesse cenário, quem empatar vai ganhar.

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    • Todd 3 de setembro de 2012 at 16:57

      O f*** é ter que adiar por anos a realização de seus projetos de vida… Haja paciência!

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      • LZ 3 de setembro de 2012 at 17:09

        Pior que isso eh pressão de namorada querendo casa e ter casa tudo para JAH !

        Não entende na sinuca que vai entrar e vai enterrar o sonho de casamento e não dormir á noite por ver uma dívida gigantesca que se tem que pagar por 30 ANOS !

        Bom eu jah cansei de falar, simplismente falo se tem $$ para arcar por 30 anos uma parcela legal de mais de mil reais por mês !

        Só isso ai cai na real e entede as coisas.

        0
    • Álvaro Guilherme 3 de setembro de 2012 at 17:39

      Quem tiver um rendimento negativo de 1% ao ano, ainda assim, estará no lucro se comparado com um financiamento bolhudo a perder de vista.

      0
      • Francisco Quiumento 3 de setembro de 2012 at 17:54

        BINGO!

        Ficam ao menos parte de alguns dedos. Danem-se os anéis e umas falanginhas e falangetas.

        0
        • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 18:13

          Se for para ficar com nove dedos e meio e muita grana no bols, e vários aps em São Bernardo sei não hein…..

          0
  • Pablo 3 de setembro de 2012 at 17:03

    Brasileiros costumam seguir opinião de amigos na hora da compra.

    “http://www.infomoney.com.br/ultimas-noticias/noticia/2545729/Brasileiros-costumam-seguir-opiniao-amigos-hora-compra

    Num futuro próximo:

    Brasileiros costumam acessar “http://www.bolhaimobiliaria.com antes de tomar a decisão da compra de um imóvel. :mrgreen:

    0
    • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 17:05

      (no Brasil?)
      “Compra logo, pensa muito, não! – depois me empresta”…

      0
      • newbie 3 de setembro de 2012 at 17:44

        Temos a máxima:
        “Se pensar muito ai não compra e depois se arrepende”

        0
  • Evandro 3 de setembro de 2012 at 17:28

    Uma critica ao exemplo do joão.
    Exemplo BEM tendencioso pra tentar expor a bolha, pra quem critica a parcialidade dos veículos de comunicação, um belo desserviço.

    1º – Não considera a inflação. Erro básico. Em 3 anos com uma inflação de 4,5%a.a. um imóvel de 250k ir para 200k é uma queda de 30% e não 20%.

    2º – Subestima o aluguel. Mesmo nos níveis de hoje não é todo imóvel que é alugado a 0,4%, principalmente os mais baratos. E novamente desconsidera a inflação.

    Nota: A inflação tem um papel muito importânte nesse caso, nunca poderia ter sido desconsiderada. Joga a favor de quem faz empréstimos a taxa fixa, quanto maior a inflação, melhor o financiamento fica.

    3º – O exemplo força uma situação que seria o pior caso possível, o que na pratica dificilmente iria acontecer. (Menor entrada possível, juntamente com maior prazo possível)

    4º – No exemplo dado, para conseguir tal financiamento, João teria que ganhar ao menos 7k/mês.
    E o FGTS é completamente ignorado no exemplo. Só de FGTS em 3 anos ele teria por volta de 21k.
    Se no caso ele usasse essa quantia no incio e no final do exemplo, já seriam 42k de dívida a menos. (fora os juros)

    0
    • Luiz 3 de setembro de 2012 at 18:52

      Caro Evandro,
      a analise do João foi a favor da segurança das conclusões
      os seus pontos apenas extremam os resultados:

      1. Se considerar a inflação, o imovel é obrigado a se valorizar ainda mais para valer a pena

      2. Este numero de 0,4% é uma media razoavel, não subestimada e novamente considerar a inflação vai corroer o valor do aluguel que só é reajustado após 12 meses, segundo um indice que mascara a inflação real

      3. O exemplo é um caso típico, não é o pior caso possível

      4. O FGTS vc observou berm, porém lembre que este valor esta incluindo na capacidade de renda p financiar. Sim é verdade que de 2 em 2 anos é possivel abater o financiamento, mas lembre que a inflação, que agora vc esqueceu, faz o favor de corroer a renda e o fgts que rende juros negativo, enqto o financiamento cresce a juros composto de igpm + TR. Calcular que uma renda de 7k mes renderia 245k ao final de 35 anos é uma temeridade matemagica.

      …. 5 nem vamos falar dos custo de tudo isso aí, que o imovel deprecia 4% ao ano só pra começar, senão o joão infarta

      Tdavia, gostei do seu contraponto, é debatendo que todos crescemos

      0
      • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 14:17

        Luiz, eu discordo de vc em um ponto.

        Imóvel não deprecia.

        É claro que existem inumeros fatores envolvidos nisso.

        Assumindo primeiramente que a quantidade absoluta de pessoas no local seja crescente (alta taxa de natalidade, aumento da expectativa de vida, imigração, tendencia de pessoas a morarem sozinhas, etc), já teremos uma maior demanda por imóveis.

        Assumindo também que a ocupação do espaço se dê de forma desordenada, e com o descaso do estado, haverá a tendencia de que as novas areas ocupadas tenham problemas no que diz respeito a infra estrutura básica (pavimentação, agua, luz e saneamento).

        Isso criará zonas de exclusão. Existirão locais onde vc terá a sua disposição uma gama de produtos e serviços,e outros lugares onde vc não terá quase nada (sendo obrigado a se deslocar para onde tem!)

        Resumi aqui o que ocorre em muitas cidades, como por ex o RJ.

        Existem lugares onde há prédios com 60, 70 anos cujos aptos custam uma fortuna ( e ja custavam caro, mesmo antes da bolha).

        E mesmo nos locais menos favorecidos, a mesma coisa vale. Afinal vc prefere morar a 5km(10min) do trabalho ou a 50km(2:30h) dele?

        As pessoas continuam a ter a demanda por habitação que é algo básico. E muitos se sujeitam ao fato de morar mal (mas perto do trabalho), a morar bem (mas longe deste).

        espero que dê para entender o raciocinio.

        0
        • Luiz 4 de setembro de 2012 at 14:58

          Prezado Revoltado,

          creio que não concordo com vc, penso que vc misturou valorização pela localização com depreciação

          nenhum imovel dura para sempre, muito menos sem manutenção. A boa tecnica da contabilidade nos dá este valor de 4% ao ano como média robusta.

          Quanto a localização isso é uma mão dupla, regioes como centro de SP, Rio e respectivas antigas áreas nobres estão perdendo população há decadas, na maioria destes locais a decadencia faz desvalorizar o imovel, enqto isso, no outro extremo areas rurais absorvidas pela urbanização experimentam valorização vigorosa devido a sua localização na fronteira da expansão urbana.

          0
          • Frei Mulambo 4 de setembro de 2012 at 16:17

            Isso mesmo. Não pode confundir a valorização da localização com a depreciação. Imóvel não desvaloriza tanto quanto um carro, mas também tem seus custos e gera depreciação. Supor que uma região estará valorizada num futuro é como apostar na loteria. Antigamente construiam predios com poucas ou nenhuma vaga de garagem, hoje é algo impossível. Hoje constroem caixas de fosforos, com varandas gourmet e diversas áreas de lazer. Isso tudo terá um custo no futuro.
            Todo dinheiro gasto num imóvel, como impostos, condominio, reformas e muitas outras coisas você não recuperará numa possível valorização.
            Por isso algo muito mencionado aqui é ter somente 1 imóvel, aquele que você vive e não pretende se desfazer por muito tempo. De resto é melhor pegar a grana e investir em outras coisas.

            0
    • Adriano 3 de setembro de 2012 at 19:00

      “Joga a favor de quem faz empréstimos a taxa fixa, quanto maior a inflação, melhor o financiamento fica”

      Se informe antes. Não existe taxa imobiliária totalmente fixa. É sempre fixa + alguma outra taxa variável, normalmente TR.

      Vc acha REALMENTE que algum banco brasileiro, com o histórico de hiperinflação que temos, aceitaria um contrato de 35 ANOS (!!!!) desconsiderando a possibilidade de inflação??

      0
  • Eric Cartman 3 de setembro de 2012 at 17:48

    Lei da Oferta e Demanda: O que é a Lei da Oferta e Demanda ?

    01/20/2009 in Investimentos
    Etiquetas:deflação, demanda, inflação, oferta, oferta e demanda

    A “lei da oferta e demanda” é um conceito econômico que resume o impacto entre compradores e vendedores.

    A ‘lei’ defende que a precificação de bens e mercadoria é consequência de ambas as forças, causando equilíbrio ou desequilíbrio para um dos lados.

    Quando a Oferta é Maior do que a Demanda

    Existem mais pessoas vendendo do que comprando. O resultado disso é um excedente de produtos no mercado, sem compradores. Temos deflação. Os preços caem pois todos querem vender e estão competindo entre si pelo cliente.

    Quando a Demanda é Maior do que a Oferta

    Existem mais pessoas comprando do que vendedores. O resultado disso é a falta de produtos no mercado. Temos inflação. Os preços sobem pois os consumidores estão disputando entre si a aquisição de bens e produtos que estão ‘em falta’ no mercado.

    Veja abaixo um gráfico que explica os principais fatores de influência na oferta e demanda.

    hehe…
    estamos passado por um grande desequilibrio nesse momento…

    0
  • RV 3 de setembro de 2012 at 17:51

    Não sei se alguém chegou a comentar por aqui.
    No podcast de sexta da Mara Luquet, ela está indicando alugar ao invés de comprar o imóvel quando for casar e indicando Gustavo Cerbasi.

    Como diria o Ricardo tamborim (cement index guy), #sinal dos tempos ? LOL

    O link está abaixo:
    “http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mara-luquet/2012/08/31/CASE-E-DEPOIS-COMPRE-A-CASA.htm

    0
    • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 18:04

      Essa Buquet parece aquelas atoras de comédia, fala rindo de tudo, parece deboche….

      0
  • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 18:03

    Agora vai !!!!!

    Bolsa lança novo índice para investimentos imobiliários

    A Bovespa inaugurou na manhã desta segunda-feira (3) o Índice de Fundos de Investimento Imobiliários (IFIX). O índice começou a funcionar às 10h, quando a campainha foi tocada para sinalizar o início do pregão (sessão diária de negociações). O IFIX foi criado para oferecer aos agentes de mercado e gestores de recursos um indicador específico para acompanhar o desempenho do setor.

    0
    • Francisco Quiumento 3 de setembro de 2012 at 18:06

      “A situação se corrompe quado se corrompem os termos.”

      Por incrivel que pareça, do poderoso falaciador em economia Karl Marx.

      “Mudar o nome de ‘fezes’ para ‘creme de rosas’ não muda seu cheiro.”

      O grosseiro frasista aqui, até provas em contrário.

      😛

      0
      • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 18:11

        Tem razão

        PDG é o famoso Pé de Galinha…. todo torto, escamado e sujo, mas tem gente que come e acha bom 😉

        0
  • Fernando II 3 de setembro de 2012 at 18:04

    Saiu hoje de manhã:
    Crédito imobiliário cai 3% em julho vs 2011–Abecip
    Os empréstimos para aquisição e construção de imóveis atingiram R$ 6,45 bilhões em julho, queda de 3% em relação ao mesmo período de 2011, informou a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) na sexta-feira. Na comparação com junho deste ano, o recuo foi de 13 por cento. De acordo com a associação, no período, ocorre queda sazonal no nível de contratações.

    0
    • MrJaime 3 de setembro de 2012 at 18:09

      Então são dois meses seguidos de queda, porque em maio a queda foi de 11% em relação a jul/2011:

      br . reuters.com/article/businessNews/idBRSPE85S05Y20120629

      SÃO PAULO, 29 Jun (Reuters) – Os empréstimos para compra de imóveis no País somaram 6,3 bilhões de reais em maio, queda de 11 por cento na comparação com o de igual período de 2011, informou nesta sexta-feira a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

      A pesquisa, que contempla os recursos da poupança (SBPE), apontou também que os resultados do mês passado representaram crescimento de 10 por cento na comparação com abril.

      No período de 12 meses terminado em maio, o montante de financiamento liberado, de 80,3 bilhões de reais, foi 20 por cento a mais que nos 12 meses anteriores.

      Da janeiro a maio, os financiamentos no setor atingiram 29,6 bilhões de reais, um aumento de 1,4 por cento ante o mesmo período de 2011.

      Nos espaço de 12 meses, foram financiados 475,4 mil imóveis, volume 2,3 por cento maior que nos 12 meses precedentes. Nos primeiros cinco meses do ano foram financiadas 172,5 mil unidades, nove por cento menos que em igual etapa de 2011.

      Em maio, os 34,8 mil imóveis financiados representaram queda anual de 24 por cento, mas alta de 7 por cento ante abril.

      Para a Abecip, a retomada em ritmo mais forte deve acontecer no segundo semestre.

      (Por Aluisio Alves)

      0
      • MrJaime 3 de setembro de 2012 at 18:10

        OBS: Em relação ao mesmo mês do ano anterior

        0
      • self 3 de setembro de 2012 at 18:20

        Onde está o mercado bombando, com vendas crescentes até a Copa e as Olimpíadas, valorização etc etc?

        0
      • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 18:30

        Mais um pouco:

        Abecip: “As construtoras pisaram no freio de arrumação”

        Construção Civil: empacou na gestão

        Apesar de notícias ruins sobre atraso de obras e problemas nas principais construtoras, logo depois de um boom de abertura de capital de gigantes brasileiras, a construção civil vive um momento de maturidade e abre perspectivas promissoras para o crédito imobiliário em 2013.

        – As construtoras pisaram no freio de arrumação -, afirma o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari Junior.

        O esfriamento, justo na hora em que a economia precisava tanto da pujança do setor, se deveu mais à gestão do que ao fantasma da inadimplência que apareceu com a crise mundial.

        – Houve uma compra exagerada de terrenos, como o setor tem um ciclo longo, agora tem que ajustar o caixa. Não pode errar em 1% que seja.

        As empresas apostaram em patamares altos de crescimento – de 65%, 42% ao ano, como em 2010 e 2011.

        – Agora estão colocando a casa em ordem.

        A expectativa de crescimento do crédito este ano é de 20%, dentro do ritmo considerado normal para o setor, de 15% a 25%.

        Talvez este processo de amadurecimento seja benéfico para o setor. E ensine uma lição: se por um lado os IPOs melhoram a governança e o financiamento, por outro também provocam a tentação de um inchaço nos balanços por meio do estoque de terrenos, sobretudo nas empresas onde impera a remuneração por bônus.

        0
        • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 18:33

          Não se pode errar 1% que seja >>>>>>

          Estão no fio da navalha ????

          Pretendiam crescimento de 60% mas esperam 15%, quase nada poderiam contratar qualquer um daqui que seria bem melhor pago…. e bem melhor servido….

          0
          • Fernando II 3 de setembro de 2012 at 20:43

            Rosinha, achei muito interessante a ideia da materia, obrigado por postar.
            Agora ca entre nos, nao existe na historia um caso onde o credito cresca a 15%aa que seja por um periodo de 5 anos que seja, que nao termine com uma inadimplencia crescendo tambem em ritmo exponencial… quem viver, vivera! haha

            0
            • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 21:50

              ke nada o m2 em Brasólis chegará a 40k em 2020 fácil 😉

              0
              • Fernando II 3 de setembro de 2012 at 22:03

                dependendo da inflacao…

                0
  • Fernando II 3 de setembro de 2012 at 18:25

    Mr. Jaime, coincidentemente minha fonte também é Reuters. Recebo email diariamente chamado “Trading Brazil”.
    O mais importante na notícia não é a queda de 2 meses consecutivos, mas é a comparação com o mesmo mês do ano passado (3%) porque existe uma queda sazonal de acordo com a própria Abecip.

    0
    • MrJaime 3 de setembro de 2012 at 18:32

      Concordo. Comparando o resultado mês-a-mês, retira-se a sazonalidade, certo?

      0
      • Fernando II 3 de setembro de 2012 at 20:44

        isso, se entendi bem, comparando mes deste ano com o mesmo mes do ano passado, por exemplo.

        0
  • MrJaime 3 de setembro de 2012 at 18:58

    www . rtp.pt/noticias/index.php?article=582447&tm=6&layout=122&visual=61

    Assistam ao nosso futuro (chuto 2014-2015, só para entrar na brincadeira e aderir à moda lançada pelo Miguel Jacó, hehehe).

    0
    • MrJaime 3 de setembro de 2012 at 19:01

      www1 . folha.uol.com.br/mercado/1131814-crise-no-setor-de-carros-usados-fecha-4500-revendas.shtml

      Vish. Parece que estamos mais próximos do que pensei! :-p

      0
  • CKS 3 de setembro de 2012 at 19:10

    Sem querer trazer política para o blog ou gerar polêmica, mas estava lendo as Páginas Amarelas da VEJA dessa semana, com a entrevista do Douglas Farah – sobre crime o organizado na América Latina, Irã, Foro de S… etc – e achei muito interessante esse exemplo que ele citou da lavagem do dinheiro do narcotráfico no Panamá, onde está havendo a construção de arranha-céus, sem qualquer utilidade:

    “Onde há narcotráfico, há lavagem de dinheiro, tráfico de seres humanos e prostituição. O avanço das atividades ilícitas sempre é acompanhado por surtos de riqueza surpreendentes, que não podem ser explicados pela economia formal. No Panamá, estão sendo construídos arranha-céus que depois ficam totalmente vazios. Trata-se de lavagem de dinheiro pura e simples. Como os donos das construtoras que erguem esses prédios podem trabalhar no prejuízo. acabam competindo deslealmente com as empreiteiras honestas. As atividades econômicas legitimas, portanto, são prejudicadas. Essa distorção ocorreu na Colômbia nos anos 80 e agora é a regra nos países bolivarianos. Será muito difícil reverter essa situação e recuperar a pane legítima da economia, tomando-a apta para competir no mercado global.”

    Revista VEJA • Edição 2285 • 5 de setembro de 2012

    0
    • CKS 3 de setembro de 2012 at 19:30

      *(…) tornando-a apta para competir no mercado global.

      0
  • veigalex 3 de setembro de 2012 at 20:14

    Fala nação Bolhista…

    Hoje assinei meu contrato com a tia caixa.. me tucharam tudo que tinha direito.. assinei até um seguro de vida.. kkkk e o mais engraçado.. a maiorida das paginas tem uma marca d’agua.. Não Negociável.

    Fechei os olhos e sai rubricando tudo.. se a corresponente tivesse pedido minha carteira eu dava.. Pobre é uma descraça.

    Minhas impressões:
    O mercado realmente esta parado. Tem gente comprando sim, mas aqueles que precisam realmente de um mocó para morar e tem uma graninha para dar entrada.. pois os preços estão um absurdo. A correspondente disse que estava com 03 contratos para assinar e na caixa tinha algumas pessoas assinando.. Percebi um clima tranquilo.. . Arranquei dela que tem gente desesperada.. e quem tiver um pouco de paciencia pode comprar algo com preço menos bolhudo.. oportunidade mesmo.. só quem tem grana na mão e passa longe da tia Caixa.

    Quase perguntei para ela: Vc conhece o site .. bolha imobiliaria..…… kkk minha noiva me cutucou.. kkkkk

    Como vc´s conhecem minha estoria.. agora é so aguardar o registro no cartorio.. pegar a chave e cair para dentro com a patroa.. e continuar com esse vicio que é o blog.

    Ela disse que o cartorio é 10 dias corridos , depois volta para a tia e ela libera o dim dim de 03 a 5 dias.

    Gastei menos de 4% do valor do imovel em tachas entubadas pela Banania.. mas vamo lá..

    Minha prestação vai ficar mais barato que o aluguel na na região da Penha – SP.. e agora é so comer sardinha.. para pagar o carnê!

    Rumo a queda dos FIIs.

    1+
    • AlexJund 3 de setembro de 2012 at 20:30

      Quanto voce vai pagar de juros em %?

      E o que precisou fazer para conseguir essa taxa? Conta salario? Cartão de crédito? Seguro extra?

      Financiou em qtos anos?

      0
      • veigalex 3 de setembro de 2012 at 20:38

        AlexJund,

        Meu imóvel esta na faixa de 200 mil..
        Dei 50% de entrada.. peguei uma taxa de 8,5%.. em contrato.. 20 anos.. Abri conta .. pela quantidade de papel que assinei.. deve ter cartão de credito.. cartão de debito e até cartão de natal. kkk Brincadeiras a parte..
        Acredito que existe um esquema se vc abrir a conta, vc já pega a menor taxa.. porem ai vem o pulo do gato.
        em contrato vem 8,5%.. com esse pacotão.. a taxa vem a 8%.. porem em contrato esta 8,5%. Isso é um beneficio. da caixa.. fantástico não? Vem para caixa vc também.. vem? ( Imaginei o Otario segurando o simbolo da Caixa e fazendo o não com a mão!.. kkkkk). Sem avisar ela pode tirar esse beneficio.. se vc atrasar suas parcela ela tira o beneficio.. e por ai vai.

        Vc só se lasca..

        0
        • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 21:45

          Oi eu sou otário visite meu canal 😉

          0
  • Mark 3 de setembro de 2012 at 20:22

    Perguntando aos observadores da Bolha: Com a estagnação das construções novas, vocês suspeitam que o preço do material de construção ainda cairá muito?

    Planejo financiar 100k pela Caixa para *construir* uma casa para morar, em terreno próprio e pago, no norte de SC.

    Tenho 50k investidos, que poderia dar de entrada, mas pelos juros atuais pretendo ficar com o investimento e abater esse valor do salvo devedor após o final da construção, para o caso de alguma eventualidade.

    Vocês acham que é uma boa ou furada?

    0
    • Justiceiro 3 de setembro de 2012 at 21:43

      É uma furada.
      Os custos cairão pra caralho.

      0
    • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 22:10

      È sua uma opinião, portanto pode jogá-la fora ou analisá-la…..

      O material não é tão caro como pensa, hoje existem técnicas construtivas baratas e rápidas, mas em contrapartida exigem mão de obra qualificada e cara….

      Por um porcelanato de 19 reais é cobrado mais ou menos de 40 a 60 por metro colocado uma boa mão de obra, areia e pedra que são básicos deverão cair pouco, pois são difíceis de transportar e retirar, outros itens não devem cair muito mais acredito no máximo 20/25% no geral, a mão de obra sim deve cair significativamente, pois com a diminuição das obras, teoricamente grande parte ficaria ociosa, e consequentemente mais barata…

      Quanto a valores, não sei como é seu terreno, mas com o dinheiro que já tem, planejaria nos fundos uma edícula bem feita e acabada, que daria para começar a morar para depois construir sem pressa, sem dívidas, três comodos construídos na forma de U no final do terreno coberto, acabado com banheiro, com paredes de drywall na frente apenas para o fechamento da moradia provisória, quando pronto é de fácil remoção e já teria a área de lazer construída e pronta… é apenas uma idéia, com blocos estruturais bem assentados e de qualidade, não há nem a necessidade de reboco, tornando uma construção de 40m2 acabada, com custo inferior a 40k com mão de obra….. coberttura com telha de cimento e forro de gesso.

      Não entraria em financiamento, deve utilizar o construcard com taxa de 1,45% um agiota legalizado, que ainda tem garantias sem precisar de capangas 😉 …..

      O sucesso da construção está no planejamento, sem ele metade do projeto, pode dar errado e metade de muito $$$$ sempre tem que ser considerado.

      0
      • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 22:20

        No !deve utilizar! queria dizer acho que vai utilizar o construcard né?

        0
        • RosinhA 3 de setembro de 2012 at 22:26

          teclado maldito vou devolver esse lixo. kkkkk.

          Parece computador da MRVesga, não funciona nada direito.

          0
          • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 22:29

            HA! HA!
            Calma, a Tia Kassia deve escrever com um desses, dá esse para ela

            0
      • Cícero Silva 4 de setembro de 2012 at 09:42

        RosinhA,

        Ainda estou pagando minha casa, financiada em 2009. Mas daqui a uns 5 anos deverei construir uma “definitiva”.

        Estou guardando suas mensagens. Serão muito úteis.

        Vlw!!

        Cícero

        0
        • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 09:56

          Tamo ae mano, KKKKK

          0
      • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 13:55

        Roses… Perfeita dica! É um plano que eu acho muito bacana. Bem planejado, atendendo (dependendo da pessoa) a um mínimo de bem estar e – o mais importante – sem jogar dinheiro fora com juros.
        Aliás, nestes dias estou fazendo cotação pra levantar um muro. Achei diferenças assombrosas no cimento CPIII. De 17,9 a 25 reais.
        Tudo é, portanto, questão de sentar, cotar e planejar.

        0
      • Mark 4 de setembro de 2012 at 21:11

        Olá RosinhA,

        Obrigado pelas dicas. Tenho as plantas prontas da casa, que planejo há dois anos e estava esperando momento mais adequado para construir. É um sobrado de dois andares, a parte de cima para mim e a de baixo para meus pais, porém já pedi para o arquiteto elaborá-las de forma a permitir a construção parcial. O plano é construir o térreo (~110m² ao custo de 100k, exceto pelo terreno que eu já possuo) para os meus pais, que me pressionam para fazer a coisa logo, morarem e deixar a de cima para depois (eu moro em outra cidade e não tenho pressa).

        Construcard é furada, ou não estamos falando do mesmo? A última vez que via taxa de juros dele era altíssima, o financiamento da caixa ficava mais em conta.

        0
  • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 21:37

    Se eu fosse o GB, diria “isso aqui está muito calmo, vou jogar essa ogiva nuclear na boca do vulcão, para ver no que é que dá”:

    “http://oglobo.globo.com/economia/empresas-dos-eua-se-preparam-para-saida-da-grecia-da-zona-do-euro-5981206

    Mas eu não o faria, prefiro a calmaria, ok? (deve ser a idade…)

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  • Profeta dos Pampas 3 de setembro de 2012 at 22:09

    Queria ver a cara dos empreendedores numa reunião dessas….

    O presidente do Sinduscon-RS, eng. Paulo Vanzetto Garcia, apresentará na próxima terça-feira (4.9), durante café da manhã para a imprensa, o XV Censo do Mercado Imobiliário de Porto Alegre. O evento será realizado às 9h45min, no Hotel Plaza São Rafael. O Censo vem sendo elaborado desde 1998 pela entidade, com o objetivo de dimensionar a oferta e a demanda de imóveis novos na Capital para subsidiar o processo decisório dos incorporadores e construtores. Neste ano, foram identificados 333 empreendimentos em 182 empresas, totalizando 8.423 unidades novas em oferta. A área total em oferta é de 761 mil m². O desempenho do mercado imobiliário de Porto Alegre apresenta significativas mudanças, como por exemplo, o incremento de 28,15% no número de imóveis à venda no ano de 2012. O levantamento identificou também a liderança da oferta de apartamentos de dois dormitórios bem como o incremento na oferta de imóveis de valor entre R$ 287 mil até R$ 561 mil. O Censo inclui mapas de distribuição espacial dos empreendimentos imobiliários, elaborados através da técnica de geoprocessamento das informações. Na coletiva, o presidente do Sinduscon-RS também comentará a situação atual e as perspectivas no setor imobiliário tendo em vista o novo contexto econômico em função da crise dos mercados mundiais. Na sede do Sindicato, às 17h será realizada uma apresentação aos associados da Entidade.

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    • Laranja 4 de setembro de 2012 at 09:19

      Nesta reunião vão tentar culpar aqueles “companheiros” que lançaram unidades demais…

      …o incremento de 28,15% no número de imóveis à venda no ano de 2012.

      Oferta enorme, tá na hora do preço cair!!!

      0
    • AF 4 de setembro de 2012 at 11:03

      Demorou este censo hein?

      8423 ?????? plóquê

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      • AF 4 de setembro de 2012 at 11:15

        E deve ter mais uns 5000 de usados

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  • O Irritado 3 de setembro de 2012 at 22:14

    “A sua ganância faz você ter pressa”
    Osho

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  • AJW 3 de setembro de 2012 at 22:20

    A soma das vendas realizadas e encaminhadas na 21ª Feira de Imóveis do Paraná deve passar de R$ 50 milhões, de acordo com balanço preliminar da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi-PR).
    Segundo o gerente de produto da construtora Cyrela, Chrystiano Soares, até a tarde deste domingo (2) poucos negócios haviam sido fechados, mas a empresa está confiante de que, nas próximas semanas, sinta-se o reflexo da Feira.

    Legal, 50 mil dividido por uma média de 350.ooo por imóvel temos cerca de 150 vendidos de mais de 30000 à venda. E PLOC PLOC.
    Poucos negócios fechados (cyrela), não deu para pagar o aluguel do centro de eventos.

    Mas em Curitiba o mercado esta bombando, de imoveis a venda rsrsrrsr

    0
  • Justiceiro 3 de setembro de 2012 at 22:37

    Essa da credicard merece tópico novo.
    Achei um link na web, bolha.
    ‘http://www.credicard.com.br/financiamentos/credito-pessoal/financiamento-com-garantia-imobiliaria.htm’
    Na boa, os caras estão cumprindo todos os ingredientes para a queda.
    To no aguardo para aumentarem o financiamento para 40 anos.
    A banânia está desesperada

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  • Money Addicted 3 de setembro de 2012 at 23:14

    hj no jornal da cultura (acho q soh a Rosinha assiste….rs) o comentarista disse que o mercado imobiliario ja subiu o q tinha pra subir, e disse “nao estou dizendo A bolha va estourar amanha…..” detalhe….da maneira q ele falou….ele nao colocou em duvida q existe uma bolha.

    0
    • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 07:47

      2 agora 😉

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  • Bolhudo 3 de setembro de 2012 at 23:27

    Esta é pra ir dormir ! anuncio de imob.

    -Alugo Kitnet “STUDIO” 30m2 r$ 600,00 ( peida que eu te escuto )

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    • O Irritado 4 de setembro de 2012 at 01:00

      Conheço quem paga um pouco menos (ou um pouco mais com condomínio) por 27 (ou 28) m2.. ZN do RJ.
      Em tempo: é o lugar mais barulhento do mundo…

      0
      • O Irritado 4 de setembro de 2012 at 01:03

        Para quem é “de fora” do RJ(não é obrigado a saber, até porque a novela das 9 mostra o contrário): em algumas comunidades (as mesmas “favelas” de antes, só que com outro nome) o valor do aluguel (sim, muitos “proprietários” dos barracos moram “no asfalto”) é superior a R$600 por algo em torno de 40 a 50m2 (e NÃO é na ZONA SUL !)

        Tem alguma coisa errada, não tem? Ou é “assim mesmo”?

        0
        • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 14:30

          Isso nas comunidades da ZN, já vi num desses sites de imob, um na rocinha por 1.1k! hahaahah

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  • Sol de Sampa 4 de setembro de 2012 at 00:38

    De novo se repete a velha notícia … revisaram o pib para 1,69% …. acho que até o final do ano dá pra ficar -0,5% …

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    • newbie 4 de setembro de 2012 at 11:24

      Nesse país a gente deve ter uns 100 mil revisores de PIB, não é possível isto. A cada 2 dias sai uma estimativa nova de PIB.

      0
      • Revoltado 4 de setembro de 2012 at 14:32

        se soltarem a bomba de uma vez vai causar panico! E ai a vaca vai probrejo mesmo!

        é melhor ir enrolando aos poucos que vc nem percebe…

        pega a projeção feita para este ano em 2011 e compara com essa!

        0
  • simone 4 de setembro de 2012 at 01:48

    Assembleia geral para avaliar proposta e deliberar sobre a GREVE é nesta quarta

    A assembleia geral será realizada nesta quarta-feira (05/09), às 18h, na sede do SEEB-MA, no Centro de São Luís.O SEEB-MA convoca toda a categoria para a assembleia geral que será realizada nesta quarta-feira (05/09), às 18h, na sede do SEEB-MA, no Centro de São Luís. Na assembleia, a categoria vai avaliar a nova proposta global da Fenaban a ser apresentada nesta terça-feira (04/09).

    Caso a proposta seja considerada insatisfatória, os bancários vão deliberar sobre o início da greve, por tempo indeterminado, a partir do dia 12 de setembro de 2012.
    Bancário, participe. Sua presença é de fundamental importância.
    http://seebma.org.br/paginas/noticias.asp?p=4919

    0
  • Nasrú 4 de setembro de 2012 at 07:39

    Ué? Mas o mercado não está aquecido???

    —————————————————————

    “http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/dicas-de-especialista-para-seu-dinheiro/noticias/como-atrair-compradores-para-a-venda-de-um-imovel

    Como atrair compradores para a venda de um imóvel?
    Internauta quer dicas para atrair compradores em um cenário de incerteza econômica

    Dúvida do internauta: No atual cenário econômico, qual é o melhor argumento para atrair e convencer novos investidores a adquirir um imóvel? Como prospectar novos negócios num cenário cheio de incertezas

    Resposta de Luiz Calado*:

    Para os que atuam diretamente com vendas no mercado imobiliário é obrigação estar muito bem informado sobre todas as possibilidades que esse mercado pode oferecer aos investidores interessados, ser o mais transparente possível quanto às oportunidades e riscos existentes no setor, dado o atual cenário econômico de crise.

    Procure não criar demasiadas expectativas, o risco de um baixo retorno no investimento é inerente ao negócio, isto é, sempre existirá. Deixe bem claro ao investidor quanto a probabilidade de queda dos preços dos imóveis, não parta do princípio que o seu cliente já sabe que o mercado subiu muito nos últimos anos e que é pouco provável que tenhamos uma alta de preços semelhante. Algumas pessoas ainda acreditam que o preço dos imóveis tende a subir indiscriminadamente, exatamente como aconteceu nos Estados Unidos e na Espanha, porém, em ambos mercados, ocorreu uma diminuição de até 60% nos preços dos imóveis.

    A ruptura só acontece aos menos informados. Considerando o contexto econômico traçado, podemos esperar por grandes turbulências no preço do mercado imobiliário. Sinceramente, acredito que fica até mais fácil identificar oportunidades.É possível lucrar, só ficou um pouco mais difícil. Uma das maneiras é prever a valorização de áreas. Por exemplo, entre São Paulo e Jundiaí haverá uma linha de trem expresso interligando as duas cidades. Se você acredita na capacidade do governo entregar essa obra dentro do tempo previsto, pode-se obter um bom resultado operando imóveis na região, considerando sempre o risco de mudança de governo e que a situação pode mudar repentinamente. O mesmo ocorre na região da Cracolândia, caso a prefeitura logre êxito na revitalização, os imóveis se valorizarão. Isso sem contar áreas que receberão melhoras no transporte (novas linhas de metrô) ou uma benfeitoria na forma de praça pública, dentre outros exemplos que os meus leitores já conhecem bem.

    Uma dica, considerando que ninguém gosta de perder dinheiro vendendo algo por um valor inferior ao de aquisição. Sendo assim, em um mercado com tendência de baixa nos preços passa a ser vantajoso negociar imóveis na base da troca, com pagamento da diferença em dinheiro.

    Nesse contexto econômico adverso, comparando com outras opções de investimento, lembre-se que os investimentos de baixo risco (poupança na nova regra e fundos DI) já não apresentam uma rentabilidade tão atraente. Esse fato acaba induzindo a entrada interessados em assumir mais risco, fato que beneficia o mercado imobiliário, considerado menos volátil do que a bolsa.

    *Luiz Calado é economista, doutorando em finanças sustentáveis, vice-presidente do IBEF (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças) e autor dos livros “Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio” e “Fundos de investimento: Conheça antes de investir”.

    0
    • Nasrú 4 de setembro de 2012 at 07:42

      destaco novamente fragmento da matéria:

      Deixe bem claro ao investidor quanto a probabilidade de queda dos preços dos imóveis, não parta do princípio que o seu cliente já sabe que o mercado subiu muito nos últimos anos e que é pouco provável que tenhamos uma alta de preços semelhante. Algumas pessoas ainda acreditam que o preço dos imóveis tende a subir indiscriminadamente, exatamente como aconteceu nos Estados Unidos e na Espanha, porém, em ambos mercados, ocorreu uma diminuição de até 60% nos preços dos imóveis.

      0
    • Rodrigo P 4 de setembro de 2012 at 08:23

      Já que o cara comentou no “trem bala Kids de Leite” entre SP e Jundiaí vou contar mais um caso:

      Tem um empreendimento a ser entregue agora em Setembro aqui em Jundiaí. E parece que vai mesmo, fui lá ver. Como sempre tudo vendido mas uma “última unidade” estava lá me esperando já com descontinho de 6% só de sentar na cadeira pra ouvir. Evidente que disse pra não preocupar e vender a última bolacha do pacotinho pra outro.

      3 dias depois um outro corretor me liga dizendo que tem uma boa oportunidade: um “amigo” dele precisa vender um ap que vai entregar em Setembro pois vão entregar as chaves e ele não quer entrar no financiamento. Mais 5% de desconto sem nem perguntar.

      O “corre que é fria” parece que tá chegando aos poucos por aqui…..

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      • Joao 4 de setembro de 2012 at 09:22

        Corris Negadis !!!

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      • AlexJund 4 de setembro de 2012 at 12:01

        RodrigoP

        Qual o empreendimento? Acho legal trocarmos informações sem escondermos nomes de empreendimentos e lançamentos…

        0
    • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 10:04

      Porque esse tal de Luiz não fica CALADO

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      • O Irritado 4 de setembro de 2012 at 14:31

        Karamba,
        Precisava dar mais essa cotovelada no pessoal de Jundiaí ??!!
        Já basta a imensa nuvem de urubus (talvez a maior do mundo, neste momento) impedindo até que a luz do Sol ilumine a região, não precisa de mais “oba-oba”.

        0
  • Luciano-ctba 4 de setembro de 2012 at 08:22

    Em Curitiba, de acordo com o imoveiscuritiba.com.br, o estoque de imóveis à venda ou para alugar continua crescendo. Desde setembro/2011 até hoje (um ano), os imóveis para alugar cresceram 54%, e para venda cresceram 43%.

    Aquela velha historinha que há demanda reprimida já não convence mais ninguém.

    Data Aluguel Venda Total
    5/9/11 2.632 0 9.598 0 12.230 0
    7/11/11 2.948 12,0% 10.449 8,9% 13.397 9,5%
    9/1/12 3.145 19,5% 10.467 9,1% 13.612 11,3%
    9/3/12 3.077 16,9% 11.795 22,9% 14.872 21,6%
    9/5/12 3.485 32,4% 13.150 37,0% 16.635 36,0%
    9/7/12 3.746 42,3% 13.508 40,7% 17.254 41,1%
    4/9/12 4.059 54,2% 13.727 43,0% 17.786 45,4%

    0
    • Jonathan Lira 4 de setembro de 2012 at 09:34

      gosto muito!!!!

      0
  • Money Addicted 4 de setembro de 2012 at 08:24

    vamos ver….bom dia brasil (globo) esta anunciando uma reportagem d imoveis com ate 40% d desc (uma pechincha)….rs

    0
    • Zoom 4 de setembro de 2012 at 08:57

      É a mesma de sempre com pessoas ligadas ao mercado imobiliário, matéria paga. “Descontos de até 40% nos “aps” encalhados, e o camarada comprou 2 “aps” na planta”. Entendeu???

      0
    • EngSJC 4 de setembro de 2012 at 10:49

      o link para esse vídeo de mentiras do BOM DIA BRASIL é:

      “http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/videos/t/edicoes/v/mercado-imobiliario-tem-liquidacao-de-apartamentos/2121674/

      me chamou muita atenção saber que o tal cara que comprou 2 AP na planta é economista :-O …. Renato Perroni… decidi investigar …

      Do LinkedIn , descobre-se que o cara trabalha no Rabobank… opa, começou a fazer sentido.

      Rabobank é o mesmo banco que, em 2008, disse que o mercado imobiliário holandês era ótimo, inclusive meteu o pau no FMI por falar o contrário.

      Mas os fatos mostram que cada vez mais o mercado imobiliário na Holanda está afundando!!

      AAAAgooora sim esse vídeo passou a fazer sentido pra mim… Apenas estão fazendo o mesmo aqui o que já fizeram por lá…. sempre com a maozinha de um grande veículo de mídia…

      Desinformação total!

      Vejam mais informações:
      “http://rcesar.net/2012/08/rabobank-disse-que-o-mercado-imobiliario-holandes-e-solido-como-uma-rocha-mas-a-bolha-esta-estourando/

      0
  • Eduardo 4 de setembro de 2012 at 08:32

    “Nunca antes neste país” tivemos tantos incêndios em favelas!!!

    Alguém, como eu, desconfia disto como um jogo de “ocupação” de imóveis ociosos, de “destrutoras” enforcadas com o limite de crédito cortado???

    Incêndio passou a ser uma forma de criar demanda? Alavancar vendas?

    Espero estar equivocado²…

    0
    • Mateus B. 4 de setembro de 2012 at 09:15

      Sobre os incêndios de SP, também estou desconfiado.
      Só não sei se a finalidade seria esta.

      0
      • Eric Cartman 4 de setembro de 2012 at 10:03

        muito estranho mesmo essa quantidade e incêndios em ano de eleição.
        sinistro…

        0
    • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 10:01

      Teoria da Conspiração?, vou procurar mensagens subliminares nos jornais de hoje 😉

      Acho que não chega a esse ponto, deve ser político mesmo, nunca duvide de Pessoas Transtornadas……

      0
      • Money Addicted 4 de setembro de 2012 at 10:32

        eu nao sei….eu nao tenho duvidi q o pessoal faz tdo por $$

        mas creio q nao seja o caso aqui…o tempo esta super seco….qquer fagulha e “boom”….fogo em tdo

        e digo mais…..tenho doh do pessoal, mas tenho mais doh ainda do meu dinheiro q vai para o “aluguel social” dos desabrigados

        0
    • FQ 4 de setembro de 2012 at 10:38

      Já repararam que os incêndios são sempre em favelas em áreas bem localizadas?

      Teve um incêndio num camelódromo no Rio (atrás da Central) que no dia seguinte ao incêndio a prefeitura já estava com um projeto de construção e concessão da área debaixo do braço e na semana seguinte começaram as obras!

      0
      • O Irritado 4 de setembro de 2012 at 14:34

        Eu me lembro, e ninguém “desconfiou” de nada na mídia.
        Mta cara-de-pau, entrou para o Guiness como o projeto mais rápido jamais feito.
        Se nao me engano, o “cappo” em questão é o mesmo que irá se reeleger agora em outubro?

        0
    • O Irritado 4 de setembro de 2012 at 14:37

      Eduardo,
      não tenha dúvida: abiogênese de novos terrenos em áreas “nobres”.
      E não é nada novo, já ocorre há um bom tempo, óbvio até para quem não é de SP, como eu.
      A propósito, a sede da “Gloriosa” dos Marinho perto daquela ponte amarrada com cordinhas não foi erguida em cima das cinzas de um desses incêndios?

      0
  • halt 4 de setembro de 2012 at 09:24

    Imobiliárias da Grande Florianópolis aderem aos saldões e oferecem descontos de até R$ 200 mil

    Aluguel de casas e apartamentos também tem redução

    http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2012/09/imobiliarias-da-grande-florianopolis-aderem-aos-saldoes-e-oferecem-descontos-de-ate-r-200-mil-3874139.html

    0
  • tchutcha bolha 4 de setembro de 2012 at 09:25

    Pessoal , acompanho o blog faz algum tempo e essa é minha primeira postagem, sou mais um brasileiro esperando pelo PLOC apocalíptico para também poder comprar meu imóvel. Fico muito confiante ao ler os depoimentos de muitos de vocês e imagino que após a copa do mundo essa febre alucinada das imobiliárias deve ceder e voltaremos para a realidade ( Alice saindo do país das maravilhas ) . Mas fico muito P*[email protected] da vida quando assistindo o jornal nacional de ontem , vejo a seguinte reportagem ( mercado de trabalho da construção civil está aquecido ), alguém pode dar uma luz , pelo amor de Deus???

    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/09/preco-da-mao-de-obra-para-construir-e-reformar-sobe-9-em-um-ano.html

    Preço da mão de obra para construir e reformar sobe 9% em um ano
    O mercado de trabalho da construção civil está aquecido. Muitos brasileiros estão com dificuldade para contratar mão de obra especializada, na hora de construir ou reformar.
    O mercado de trabalho da construção civil está aquecido. Muitos brasileiros estão com dificuldade para contratar mão de obra especializada, na hora de construir ou reformar.

    No meio de tantos produtos, o consumidor se atrapalha.

    “Muita variedade, a gente está confuso”, disse uma mulher.

    É muita gente procurando material de construção – e as vendas voltaram a crescer no mês passado. Subiu também o preço da mão de obra: 9% nos últimos 12 meses.

    Mas essa nem é a pior notícia pra quem está construindo ou reformando.

    “É difícil a mão de obra com qualidade”, ressaltou outra mulher.

    Sofia e Waldir ficaram dois anos na fila do pedreiro de confiança.

    “E a gente precisa ficar de olho porque sempre aparece um cunhado, um amigo, que propõe um trabalho e quer levar ele embora”, afirmou Waldir de Oliveira Caldo, dentista.

    Já faz seis meses que a arquiteta Ita tenta fazer um reparo no apartamento dela.

    “Quando aparece um pintor, eu sempre transfiro pra obra de clientes. Porque às vezes é mais importante atender um cliente. Vou ficando sempre pra trás”, ressaltou Ita Rodrigues.

    Os trabalhadores da construção civil sempre foram formados dentro dos canteiros de obra. Agora, para acelerar o treinamento e multiplicar a capacidade de formação de novos profissionais, muitas empresas trouxeram os trabalhadores para a sala de aula.

    Construtoras e empreiteiras precisam dessa ajuda. Mas muitos vieram por conta própria.

    “Essas pessoas aprenderam com a escola da vida, falta um diploma, falta uma certificação”, disse o dono da escola David Pinto.

    José mal começou a aprender e já tem gente de olho nele.

    “Estou com expectativa já falando com meus clientes, garantindo, falando ‘espera ai um pouco que eu to chegando’”, revelou o forneiro José André Silva.

    0
  • Zoom 4 de setembro de 2012 at 09:37

    Olhem ao vídeo do “Bom dia Brasil”.

    “Mercado imobiliário tem liquidação de apartamentos”

    -http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/videos/t/edicoes/v/mercado-imobiliario-tem-liquidacao-de-apartamentos/2121674/

    0
    • Laranja 4 de setembro de 2012 at 09:50

      40% de desconto?
      40% em qualquer outro lugar seria estouro da bolha! Aqui os trouxas saem correndo para comprar 2 de uma vez só…

      O cara desaconselha a comprar sem ver o imóvel. Mas comprar imóvel que não existe, na planta, aí pode… desde que ele ganhe os 6%.

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      • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 10:11

        Tem as maquetes de Lego, e o decorado que será idêntico ao seu…..

        Caramba como queria vender o que eu ainda não tenho, e ainda mais usando o dinheiro dos outros….

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        • newbie 4 de setembro de 2012 at 11:22

          Imóvel na planta é esquema Ponzi.
          A construtora é o estelionatário, pega o dinheiro dos “investidores”, inicialmente sem nenhum vínculo com a CEF pra ficar mais fácil.
          Depois que vários entraram no esquema ela faz o prédio e realiza o investimento do pessoal. Esse pessoal recomenda pra mais pessoas que também compram na planta alimentando a pirâmide, até a hora que ter tanto contrato na planta que a construtora vai simplesmente dar default em todo mundo.

          Isso é pirâmide na cara e ninguém se preocupa. A construtora simplesmente faz o prédio do investidor N com o dinheiro do N+1. Até o dia em que não ter o N+1.

          0
    • Taliu 4 de setembro de 2012 at 10:12

      Essa notícia está mais vendida que a seleção brasileira.

      Pasmem, as duas jornalistas já incorporaram a personalidade dos Coretores. Incrível!

      É o desespero que já bateu. Muito descarada essa matéria.

      Mas vindo dessas duas classes de “profissional” que não precisa nem de diploma para trabalhar e serem chamados como tal é só isso mesmo que se pode esperar.

      Aos donos da verdade! Eu quero ver esse circo pegando fogo e os bombeiros de greve (isso já não é tão difícil mais).

      É PLOC!!!

      0
    • EngSJC 4 de setembro de 2012 at 10:51

      Me chamou muita atenção saber que o tal cara que comprou 2 AP na planta é economista :-O) …. Renato Perroni… decidi investigar …

      Do LinkedIn , descobre-se que o cara trabalha no Rabobank… opa, começou a fazer sentido.

      Rabobank é o mesmo banco que, em 2008, disse que o mercado imobiliário holandês era ótimo, inclusive meteu o pau no FMI por falar o contrário.

      Mas os fatos mostram que cada vez mais o mercado imobiliário na Holanda está afundando!!

      AAAAgooora sim esse vídeo passou a fazer sentido pra mim… Apenas estão fazendo o mesmo aqui o que já fizeram por lá…. sempre com a maozinha de um grande veículo de mídia…

      Desinformação total!

      Vejam mais informações:
      “http://rcesar.net/2012/08/rabobank-disse-que-o-mercado-imobiliario-holandes-e-solido-como-uma-rocha-mas-a-bolha-esta-estourando/

      0
      • EngSJC 4 de setembro de 2012 at 10:59

        Caramba, não acerto fazer os tal emoticons :-o) :O :-))…. acho q agora deu certo… 😉

        0
  • augusto 4 de setembro de 2012 at 09:45

    É fato que cada vez mais entram no anonimato e covardemente, corretores e/ou proprietarios de imóveis bolhudos, tentando nos provocar. Isto só demonstra que estamos conseguindo irritá-los, pois as vendas cairam muito.
    KKKKKKKKKKK E MAIS kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Tadinhos dos nenens, o dó!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    0
    • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 09:59

      Me disseram uma vez que a pior overdose é cheirar fralda suja, mas o André ZS, poderia confirmar melhor…..

      0
      • André Luis ZS/RJ 4 de setembro de 2012 at 12:29

        Confere. 🙂

        0
    • Eric Cartman 4 de setembro de 2012 at 10:10

      é tipico desse perfil de pessoas.
      quando veem que não conseguem mais enganar ninguem começam a fazer barraco heheeeheh

      0
      • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 10:16

        Caramba só agora me liguei que usa esse codinome…..

        Respect my Authority !!!!!!!!! legal 😉 A mãe dele que é mais legal ainda…

        0
        • Eric Cartman 4 de setembro de 2012 at 10:35

          hehe…
          eu gosto de todos personagens…

          0
          • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 11:04

            Adorava Beavis e Butthead tb

            0
  • Comprei_em_2004 4 de setembro de 2012 at 10:04

    A bonitona da Renata, bem gata aquela mulher, disse o seguinte: “pode ser um bom momento para a compra”, vejam bem “pode”, não sou procurador da Globo, mas sempre fico bem atento a esse tipo de matéria.

    0
  • Pablo 4 de setembro de 2012 at 10:10

    [email protected];

    Aqui na minha cidade teve, à poucos dias, um incendio semelhante ao que vem ocorrendo em SP, porem com mortes.
    Pois bem, a PREFEITURA esta alocando as familias num projeto MCMV!

    0
    • FQ 4 de setembro de 2012 at 10:35

      Já repararam como esta tendo incêndios em favelas nestes tempos de grande especulação imobiliária?

      E sempre nas favelas situadas em áreas valorizadas…

      0
      • D9 4 de setembro de 2012 at 11:15

        Já comentado em posts anteriores, mas com certeza,
        estão ocorrendo muitos incêndios, em favelas, em área nobre.
        Não duvido nada que não seja coincidência…
        Esse pessoal joga sujo, bem sujo …

        0
        • O Irritado 4 de setembro de 2012 at 14:45

          Imagine o que eles podem fazer com você, por uns milhares de R$ a mais…?
          (na verdade, já estão fazendo, fizeram e ainda o farão)

          0
    • Charles 4 de setembro de 2012 at 12:06

      Foram 32 incendios em favelas em SP neste ano.

      Coincidencia?

      0
      • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 12:07

        È a seca Charles, quando o imóvel atrasa é a chuva entendeu ?

        Ironic Mode On

        0
        • Luiz 4 de setembro de 2012 at 13:04

          o unico fator novo são as eleições
          o candidato [email protected] esta em ultimo

          0
          • Luiz 4 de setembro de 2012 at 13:05

            e agora os [email protected] estão divulgando video do rival encoxando as periguetes no carnaval

            0
  • Pablo 4 de setembro de 2012 at 10:12

    Como atrair compradores para a venda de um imóvel?

    Soa como música aos meus ouvidos.

    Tá batendo o desespero!!!!!!!! :mrgreen:

    “http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/dicas-de-especialista-para-seu-dinheiro/noticias/como-atrair-compradores-para-a-venda-de-um-imovel

    0
    • Pablo 4 de setembro de 2012 at 10:16

      .
      .
      .

      Deixe bem claro ao investidor quanto a probabilidade de queda dos preços dos imóveis, não parta do princípio que o seu cliente já sabe que o mercado subiu muito nos últimos anos e que é pouco provável que tenhamos uma alta de preços semelhante. Algumas pessoas ainda acreditam que o preço dos imóveis tende a subir indiscriminadamente, exatamente como aconteceu nos Estados Unidos e na Espanha, porém, em ambos mercados, ocorreu uma diminuição de até 60% nos preços dos imóveis.
      .
      .
      .

      0
    • Zoom 4 de setembro de 2012 at 10:24

      “Tem que ser transparente.”

      Essa parte aqui matou a pau.

      “Algumas pessoas ainda acreditam que o preço dos imóveis tende a subir indiscriminadamente, exatamente como aconteceu nos Estados Unidos e na Espanha, porém, em ambos mercados, ocorreu uma diminuição de até 60% nos preços dos imóveis.”

      Oh céus!
      Oh Vida!
      Oh Azar!

      0
  • Sérgio 4 de setembro de 2012 at 10:13

    Notícia fresquinha vinda de Floripa:

    Imobiliárias da Grande Florianópolis aderem aos saldões e oferecem descontos de até R$ 200 mil
    Aluguel de casas e apartamentos também tem redução.

    Para aquecer o mercado, imobiliárias da Grande Florianópolis oferecem, esta semana, apartamentos, casas e imóveis comerciais com descontos, tanto na venda quanto na locação.

    As ofertas prevêem desconto de até R$ 200 mil na compra e, no caso dos aluguéis, da isenção do primeiro pagamento até a redução do valor mensal durante todo o contrato.

    A novidade é capitaneada pelas imobiliárias Ibagy e Brognoli, as duas maiores da Capital. Mas a Guerreiro Imóveis também prevê reduzir em até R$ 10 mil o preço de apartamentos em prédio em fase de lançamento na cidade de Palhoça.

    Conforme o dono da imobiliária, Gilberto Guerreiro, vice-presidente do Sindicato das Empresas de Compra e Venda, Locação de Imóveis de SC (Secovi), essa prática é comum em cidades como Curitiba e Belo Horizonte e agora está chegando à capital catarinense.

    De acordo com a gerente de Marketing da imobiliária Brognoli, Anaía Brognoli, a empresa lançou a promoção Mega Ofertas para manter o mercado imobiliário aquecido.

    — Nós batemos nosso recorde de vendas em agosto e essa iniciativa pretende manter os negócios em alta. Da carteira de locação, 250 imóveis estão com isenção do primeiro aluguel. Nas vendas, são 300 imóveis exclusivos, dos quais 40 estão com descontos que podem chegar a até R$ 100 mil — conta.

    A ideia é beneficiar os clientes e também os donos de imóveis. Por isso, o desconto é negociado com os proprietários. Giovanni Santoro, que aluga vários dos seus imóveis pela Brognoli, gostou da promoção.

    — Quem precisa morar de aluguel ganha uma folga no primeiro mês para fazer a mudança. E quem é proprietário, ganha na agilidade de fechar os contratos. É bom para todo mundo — avalia.

    A Mega Oferta já elevou o fluxo de clientes em 50% na agência da Trindade, segundo a gerente da Brognoli, Sandra Rodrigues. A maior procura é de famílias em busca de apartamentos de dois quartos, mas 30% do interesse é por imóveis comerciais.

    A imobiliária Ibagy também promove um feirão e avançou nos descontos, que são oferecidos durante toda a vigência dos contratos de locação. Segundo o diretor da empresa, Leandro Ibagy, o primeiro semestre não foi muito bom para o setor e o resultado da segunda metade do ano não deslanchou como o esperado, com a oferta de imóveis mais alta do que a procura, principalmente no segmento de lojas e salas comerciais.

    — Essa promoção é inédita. Dos mil imóveis da nossa carteira de locação, 35% estão com descontos no preço do aluguel mensal durante um ano, dois anos e até 30 meses, conforme o contrato. Com a diferença, é possível pagar taxas e condomínio. Nosso objetivo é acelerar os negócios.

    A Ibagy, que há três anos entrou no segmento de compra e venda, também tem imóveis com grandes descontos, como o de uma cobertura na Praia Brava, oferecida por
    R$ 200 mil a menos do que seu preço original de mercado.

    Iniciativa de ofertas pode
    tornar-se mais frequente

    Para o presidente do Sindicato da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon), Hélio Bairros, qualquer iniciativa que aqueça o mercado é bem-vinda.

    — O mercado atravessa dificuldades, mesmo com o governo desonerando os insumos. As imobiliárias encontraram uma forma de facilitar a vida tanto de quem quer comprar, quanto de quem quer vender ou alugar. Se garantir fluxo de caixa, essa iniciativa deve se tornar mais frequente — afirma.

    Algumas ofertas

    CASA
    — Casa residencial com quatro quartos, sendo duas suítes no Bairro Itaguaçu
    Valor para venda: R$ 1 milhão
    Desconto: R$ 50 mil
    Em oferta: R$ 950 mil
    Imobiliária: Brognoli

    — Casa de três quartos no Bairro Saco dos Limões
    Valor para venda: R$ 550 mil
    Desconto: R$ 60 mil
    Em oferta: R$ 490 mil
    Imobiliária: Ibagy

    APARTAMENTO
    — Apartamento de dois quartos no Bairro Trindade
    Valor para venda: R$ 225 mil
    Desconto: R$ 10 mil
    Em oferta: R$ 215 mil
    Imobiliária: Brognoli

    — Apartamento três dormitórios no Bairro Estreito
    Valor do aluguel: R$ 1,3 mil
    Desconto: R$ 200
    Em oferta: R$ 1,1 mil
    Imobiliária: Ibagy

    SALA/LOJA COMERCIAL
    — Sala comercial de 28 m2 no Bairro Trindade
    Valor do aluguel: R$ 800
    Desconto: primeiro mês isento
    Imobiliária: Brognoli

    — Loja nova com 280 m2 no Bairro Capoeiras
    Valor do aluguel: R$ 5,9 mil
    Desconto: R$ 1 mil
    Em oferta: R$ 4,9 mil
    Imobiliária: Ibagy

    Fontes: imobiliárias
    “http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2012/09/imobiliarias-da-grande-florianopolis-aderem-aos-saldoes-e-oferecem-descontos-de-ate-r-200-mil-3874139.html”

    0
    • Sérgio 4 de setembro de 2012 at 10:21

      Os caras bateram “recorde de vendas” em agosto e, por isso, querem repetir a dose em setembro.
      Em pensar que isso é só o início.
      O princípio da inércia já esgotou sua força potencial; o problema é que estávamos em plena subida da ladeira, movidos a combustível creditício. O negócio agora é ladeira abaixo e de ré ainda. Quem veio atrás vai ficar na pista.

      0
    • newbie 4 de setembro de 2012 at 11:16

      Tudo fora da realidade. Esses bostas (desculpe a frustração) não entendem que neste país 99% da população é pobre e não tem condições de pagar meio milhão em nada, quem diria 1 milhão, bando de animal.

      As imobiliárias conseguiram um lucro gigante em 3 anos mas ferraram com o próprio sistema na qual estão inseridas, agora vão tomar 20 anos de recessão na cara.

      As vezes eu penso que ou eu sou um gênio ou os políticos e administradores que são muito idiotas neste país. As soluções são simples, basta usar a cabeça e fazer o que é certo uma vez na vida. O Brasil precisa de uma reforma política e monetária (a tributária vem junto) com urgência. Se o Brasil fosse pioneiro nessas reformas a gente ia, ai sim pela primeira vez na história desse país, sair na frente em relação ao resto do mundo. O governo poderia parar com esse protecionismo idiota que força o consumidor a pagar uma fortuna por produtos ruins, o Real iria valorizar pois seria a única moeda com lastro do mundo e o país poderia crescer e produzir de verdade.
      O problema é que o povo ia ter que trabalhar de verdade e o governo ia ser enxugado pra se adequar a nova realidade, coisa que o povo de merda desse país odeia, todo mundo quer mamar na teta do governo, tropa de vagabundo.

      Quando a bolha desinflar e o blog perder o propósito a gente podia fazer um “revolucaoarmada.com”.

      0
      • O Irritado 4 de setembro de 2012 at 14:48

        “As vezes eu penso que ou eu sou um gênio ou os políticos e administradores que são muito idiotas neste país”

        Na verdade é o contrário, o idiota é você (*) em acreditar ou votar nesses que finjem ser idiotas ou burros.

        (*) não se ofenda, você não está sozinho nessa, todos nós somos, só tem uns que acham que são (bem) menos que os outros

        0
        • newbie 4 de setembro de 2012 at 21:03

          Este estado corrupto é imposto sobre mim, isto é um crime. Eu sou forçado a aceitar esta merda de país. Felizes aqueles que tem a opção de sair do Brasil, infelizmente eu não tenho esta opção, só se ilegalmente.

          Entendo a sua colocação, querendo ou não quem paga o salário destes vagabundos somos nós, no entanto somos um povo desarmado e adestrado, jamais iremos nos rebelar, até porque armas no Brasil são fortemente reguladas justamente para evitar este tipo de problema.

          0
        • newbie 4 de setembro de 2012 at 21:04

          Eu não entendo o que leva um político de 70 anos a roubar, o indivíduo tem mais 10 anos de vida sendo generoso. Ele deveria pensar no legado que vai deixar para o país.

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  • MrCitan 4 de setembro de 2012 at 10:27

    Acho que o presidente da CEF, tá se achando um Warren Buffet dos bancos

    “http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios%20setor-financeiro,nao-fazer-o-que-a-caixa-faz-seria-incompetencia-diz-hereda,125315,0.htm”

    A parte mais engraçada
    “…aqui se origina crédito com responsabilidade. Nossa inadimplência em habitação é quase traço”.

    E a montanha de carros que são confiscados, será que entra na conta?

    0
  • indião - ajudando a sustentar lucro de "desenvolvidos" a 512 anos 4 de setembro de 2012 at 10:34

    desta vez tirei o chapéu pro pessoal do BB.

    Lições de como aproveitar a bolha dos preços dos imóveis e tb aproveitar a baixa dos juros e falta de opções de investimento no mercado by BB =

    http://www.infomoney.com.br/bancodobrasil/noticia/2547316/lanca-fundo-bilhao-para-compra-agencias-bancarias

    resumindo algumas das vantagens para o banco = reduz imobilizado, capitaliza o banco para alavancar mais crédito na praça, paga aluguel que é despesa dedutível, vende novo produto cobrando tx administração.

    aliás, o que tem de índio falando em fundo imobiliário hein? Nova moda?

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  • Pablo 4 de setembro de 2012 at 11:14

    Aluguel de imóveis comerciais de alto padrão no RJ está mais barato.

    Ué, estamos em agosto de 2016, no pós Olim-Piadas?

    “http://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/2547322/Aluguel-imoveis-comerciais-alto-padrao-esta-mais-barato

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  • Pablo 4 de setembro de 2012 at 11:28

    Even aprova 6ª emissão de debêntures, com captação de até R$ 150 milhões.

    “b>Se estamos no auge, por que se endividar ainda mais? 😀

    “http://www.infomoney.com.br/even/noticia/2547621/Even-aprova-emissao-debentures-com-captacao-ate-150-milhoes

    … O objetivo dessa captação é prolongar o perfil da dívida, utilizando esses recursos para quitar débitos que irão vencer no curto prazo …

    0
  • Visitante Carioca 4 de setembro de 2012 at 11:46

    Tirando o caminhão de palavrões dirigidos ao menino_do_Rio que com certeza será moderado…..

    Isso aqui tá com pouquíssima polêmica. Rosinha, vou separar minha armadura de titânio e me esconder num bunker porque virão os revolucionários bolhistas bolcheviques me estrangular acusando-me de manipulação intencional do mercado. rsss

    Só pra constar, a única parte que eu concordo 100% com ele é a parte que ele fala de que apenas UM índice é muito ruim. Lá nos últimos parágrafos.

    Vamos reacender as polêmicas em cima do índice do FIPE-ZAP, já que amanhã é a divulgação oficial do índice.

    Com a palavra………O “dono” do índice, Eduardo Zylberstajn:

    Fonte: “http://housingmarketbr.blogspot.com.br/2012/08/coordenador-do-fipe-zap-fala-sobre.html”

    Por que os preços dobraram?
    Coordenador do FipeZap analisa a alta dos preços de imóveis e responde aos ataques contra a credibilidade do índice
    Por Pâmela Reis
    ‘O comprometimento da renda do trabalhador típico para pagar uma parcela média do financiamento de 1 m² era de 7% [em 2008]. Hoje continua em 7%. A acessibilidade aos imóveis não mudou tanto, foi o crédito que permitiu essa alta’
    O índice FipeZap tem sido largamente usado para demonstrar a forte alta de preços dos imóveis no Brasil. Pesquisas acadêmicas e veículos da imprensa se apoiam nos dados para mostrar que a guinada dos imóveis está muito acima da evolução da renda ou de qualquer índice de inflação. Entre janeiro de 2008 e junho de 2012 o índice aponta uma alta de 140,9% em São Paulo e de 175,2% no Rio de Janeiro.
    Por outro lado, empresários e representantes de entidades se esforçam para desqualificar o índice, questionando a credibilidade dos números e alegando que a alta, na verdade, foi muito mais suave do que sugere o indicador. As críticas foram, inclusive, expostas durante as apresentações do 84o Enic, que aconteceu em junho deste ano.
    O FipeZap mede o preço médio por metro quadrado dos imóveis usados em sete capitais do País, com base nos anúncios do site de classificados Zap Imóveis. Construção Mercado entrevistou Eduardo Zylberstajn, idealizador e coordenador do índice, para elucidar as dúvidas que rondam o FipeZap e para entender se, afinal, é possível falar em bolha com base nos dados disponíveis. Acompanhe.
    Nos últimos anos, o FipeZap aponta uma alta no preço de imóveis muito maior que a evolução da renda no Brasil. Isso representa risco para o mercado?
    Temos na Fipe [Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas] um indicador que mede o número de meses que o trabalhador típico tem que trabalhar para comprar um metro quadrado. Basicamente, pegamos o preço do metro quadrado médio da cidade e dividimos pela renda mediana daquela cidade. Em 2008, essa razão estava na casa dos três meses e meio em São Paulo. Em 2012, saltou para seis meses.
    Significa que a pessoa leva seis meses para comprar um metro quadrado?
    Claro que eu estou falando do trabalhador típico mediado, que não compra o metro quadrado médio. Ninguém trabalha seis meses para pagar 1 m². Mas isso nos dá uma ideia da relação entre o preço dos imóveis e a renda. O mais importante é ver como essa relação evoluiu ao longo do tempo. Se estava em três meses e meio e foi para seis, é porque o preço subiu muito mais do que a renda. Em São Paulo, a renda do trabalhador, em termos reais, subiu 13,5% desde 2008, enquanto o preço dos imóveis subiu 87,9% em termos reais. O número assusta, porque parece que os imóveis ficaram menos acessíveis. Porém, quando se compara renda com preço, estamos imaginando uma compra à vista, e a grande diferença está no crédito.
    Foi o crédito que inflacionou os preços ou foram os preços inflacionados que motivaram a ampliação do crédito para viabilizar a compra?
    É sempre difícil dizer o que influenciou o que. Mas tenho a impressão de que algumas medidas do governo foram muito determinantes. Microrreformas institucionais feitas nos anos 2000 permitiram a redução do juro imobiliário e o alongamento do prazo. Em 2006, o juro médio para o financiamento imobiliário com recursos livres, segundo dado do Banco Central, era de 20% ao ano. Hoje está em 11%. O prazo médio de financiamento era de três anos e meio. Hoje está em 13 anos. Houve uma mudança brutal nas condições de crédito. Prazo maior e juro menor, significa parcela menor.
    O que são recursos livres?
    Dos 65% da poupança que têm que ser destinados à habitação, 80% vão para imóveis de até R$ 500 mil, por meio do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Sobram 20% dos 65%, ou 13,5% do total da poupança, que são os recursos livres. É um capital que os bancos têm que destinar para habitação, mas que podem ser direcionados para qualquer tipo de imóvel. Infelizmente, no Brasil só existe série de dados para o prazo e a taxa de juros dessa modalidade de crédito, mas me parece razoável supor que os juros dos recursos livres e do SFH caminhem mais ou menos juntos.
    ‘A área média dos lançamentos vem caindo significativamente. Não podemos dizer que os compradores estão enfrentando um aumento de 140% nos preços. O que aconteceu é uma perda de qualidade no consumo de moradia’
    Ou seja, podemos dizer que a alta dos preços foi causada, em boa parte, pela facilidade de crédito?
    Fizemos um exercício aqui na Fipe. Pegamos o preço médio do metro quadrado em São Paulo e simulamos um financiamento com as condições de mercado dos recursos livres em janeiro de 2008. Na época, o juro era algo como 14% e o prazo médio era de seis anos. A parcela média de 1 m² deu R$ 68 em valores de hoje, ajustados pela inflação. Em seguida, dividimos essa parcela pela renda mediana do trabalhador naquele mês, que era de R$ 965. O resultado foi 7%. Ou seja, o comprometimento da renda do trabalhador típico para pagar uma parcela média do financiamento de 1 m² era de 7% da renda.
    Mas por essa conta, mesmo com 100% da renda do mês a pessoa não conseguiria pagar a parcela inteira.
    É evidente que alguém pode dizer que a comparação está errada. Mas, de novo, a questão é que o trabalhador típico não compra o metro quadrado médio. Isso é só um indicador, o que importa é ver como ele variou ao longo do tempo. Sabe em quanto está esse comprometimento de renda hoje? Em 7%.
    Continua igual?
    Sim. A parcela média hoje fica em torno de R$ 74, e a renda mediana é de R$ 1.096. O comprometimento é o mesmo, mas a pessoa tem que trabalhar por muito mais tempo para comprar um imóvel, porque o prazo explodiu. Existem financiamentos de até 30 anos. Isso nos mostra que a acessibilidade aos imóveis não mudou tanto de 2008 para cá. Isso também nos leva a imaginar que foi o crédito que permitiu essa alta no preço dos imóveis. A expansão do prazo e a queda dos juros fez com que o preço pudesse subir de acordo com a renda. Por isso, também, a resposta para saber se existe bolha ou não é simplesmente entender o que vai acontecer com o crédito imobiliário. Se o crédito secar, a parcela vai ficar mais cara e o preço vai ter que baixar para caber nesses 7% da renda.
    Mas o crédito continua aumentando. Este ano tivemos novas quedas de juros nos bancos. Isso significa que os preços ainda podem subir?
    Essa melhora é muito marginal. O juro que caiu de 20% para 11% causou todo esse movimento nos preços. Se cair de 11% para 10%, ou de 10% para 9%, que é o que vem acontecendo agora, o impacto é muito menor.
    Dá pra concluir, então, que não existe bolha?
    Existem mercados, como o Distrito Federal e alguns bairros do Rio de Janeiro e de São Paulo, em que os preços estão um pouco fora da realidade, mas vão se ajustar. Não é uma bolha generalizada. Pode haver algum ajuste, mas os preços não vão cair 50%.
    Você já vê este ajuste no índice FipeZap?
    Há uma desaceleração bem pronunciada da alta, que vem acontecendo de forma gradual. Até o meio do ano passado os preços estavam subindo mais de 2% todo mês. Nos últimos meses, estamos com a taxa mensal na casa de 1%. E hoje a alta tem características diferentes também. Até o ano passado tudo subia: todos os bairros, todas as cidades. Hoje, há regiões que estão apresentando aumentos muito modestos, como o Distrito Federal – onde o índice subiu 0,3% em junho – e Salvador. Mesmo em cidades onde os preços sobem mais, o ritmo diminuiu. O Rio estava subindo 3% ao mês um ano atrás, hoje sobe 1%. Isso parece ser saudável, pois não está acontecendo uma ruptura. As coisas estão começando a se ajustar.
    Há risco de queda acentuada nos preços?
    Está cheio de gente que faz esse tipo de previsão, mas isso acaba sendo mais bruxaria do que economia. O que dá para dizer é que ainda temos demanda firme. A cada ano temos 1,5 milhão de famílias se formando no País. Temos também mercado de trabalho, com aumento da renda e desemprego menor. No mercado de crédito também não parece que vamos ter uma reversão grande nos próximos anos. Se tudo isso se mantiver, a demanda vai continuar.
    Você vê alguma mudança no perfil do consumo de imóveis, em função de todas essas transformações?
    Uma coisa importante é que o índice FipeZap mede o aumento do preço por metro quadrado. Se o preço do metro quadrado dobra, mas a área do imóvel construído cai pela metade, o preço que as pessoas vão pagar para morar é o mesmo. E é isso que está acontecendo. A área média dos lançamentos vem caindo significativamente. Não podemos dizer que os compradores de imóvel em São Paulo estão enfrentando um aumento de 140% nos preços, por exemplo. O que aconteceu é uma perda de qualidade no consumo de moradia.
    ‘As críticas são feitas mas até hoje ninguém veio até aqui e demonstrou que estávamos errados, indicando qual seria o preço médio correto. Para rebater dados, você precisa ter dados também’
    Mas isso não é negativo?
    Mudaram as condições de compra e é assim nos grandes centros urbanos do mundo todo. Em Nova York, por exemplo, não se vê muitos apartamentos de 200 m². Há alguns luxuosos, mas a maioria é de imóveis pequenos. Aqui em São Paulo, durante anos, o preço dos imóveis esteve muito deprimido, por isso era possível ter apartamentos grandes. Mas a realidade para a nova geração não é essa.
    O fato de o FipeZap se basear em anúncios não é um problema? Não há divergência entre o valor anunciado e o valor fechado depois da negociação?
    O que o índice mede é a variação, e não o valor. Além disso, se pensarmos no longo prazo, não faz sentido imaginar que o preço anunciado e o preço transacionado evoluem de maneira divergente. Quando se olha para a variação mês a mês, pode ser que em um determinado momento haja descontos maiores ou menores na venda, o que causa alguma divergência entre o preço ofertado e o transacionado. Mas num período de três ou quatro anos eu fico absolutamente confortável em olhar para o preço ofertado.
    E por que não fazer o índice usando, por exemplo, os dados dos cartórios, com preços finais?
    A principal vantagem do anúncio é a agilidade e a facilidade na obtenção dos dados. E num país como o Brasil, onde ainda há muita informalidade, a gente sabe que muitas transações são registradas nos cartórios com preço diferente do que foi transacionado, especialmente no mercado de usados. Além disso, os números dos cartórios são difíceis de obter. Os anúncios passam a ser uma boa alternativa porque estão na internet e são facilmente coletados. No primeiro dia útil do mês já temos o índice do mês anterior.
    Essa agilidade pode ajudar a detectar problemas com antecedência?
    Sim. Na Espanha, por exemplo, existe um índice oficial, calculado pelas autoridades estatísticas, e outro índice calculado por um site de anúncios chamado Fotocasa. O índice de anúncios detectou o estouro da bolha imobiliária espanhola antes do oficial. Quando se coloca as duas curvas juntas, se vê que o índice de anúncios começou a despencar quatro meses antes. O anúncio traz a primeira informação das casas que estão disponíveis no mercado. Do momento em que a casa é colocada à venda até o registro da transação, passam-se alguns meses para negociação, financiamento, documentação, registro da matrícula etc. Pode-se levar até um semestre para detectar uma variação que, no anúncio, foi detectada muito antes.
    Então podemos nos basear no FipeZap, com segurança, para analisar o que está acontecendo no Brasil?
    Ter apenas um índice com base em anúncios certamente não é o ideal. O ideal seria ter diversos índices. É assim em qualquer país desenvolvido. O Brasil, por exemplo, tem vários índices de inflação, e quando olhamos todos em conjunto conseguimos extrair a realidade do mercado. No mercado imobiliário tem que ser assim também. O grande problema não é o fato de termos um índice baseado em anúncios. O problema é a ausência de outros índices. O vilão não é o FipeZap, mas sim o próprio mercado que não se organiza para ter outros indicadores.
    Muitas pessoas criticam o fato de que o FipeZap acompanha apenas imóveis usados, alegando que ele não refletiria o que acontece com os novos. Você concorda?
    Não me parece razoável supor que no médio e longo prazo haja divergência muito grande entre o preço dos novos e o preço dos usados. Digamos que o preço dos novos fosse o dobro do preço dos usados jovens. As pessoas iam passar a comprar o usado. Do mesmo jeito, se o preço dos usados subir muito, a pessoa passa a pensar no novo. No fundo, estamos falando do mesmo bem. Por isso, se em quatro anos o preço do usado subiu 140%, a alta dos novos não deve ser tão diferente. O problema é que não temos estatísticas para confirmar, por isso somos absolutamente transparentes e deixamos bem claro que estamos tratando de imóveis prontos.
    Outra crítica comum se refere à amostra pequena em outras capitais, fora do eixo Rio-São Paulo. Isso não compromete a informação?
    Em São Paulo, há cerca de 100 mil anúncios que compõem a base de dados; no Rio, mais de 50 mil; em Belo Horizonte e no Distrito Federal, cerca de dois mil; e em Recife, Salvador e Fortaleza, são em média 500 anúncios por cidade. Quando a amostra é pequena, o que pode acontecer é termos uma volatilidade maior da série, mas isso não significa que ela não seja consistente. Estamos trabalhando para corrigir isso e logo vamos lançar uma revisão do índice, com ampliação do número de cidades. Nas cidades onde há menos anúncios, vamos complementar com outras fontes.
    Também se questiona o fato de que o índice não acompanha o mesmo imóvel ao longo do tempo, e que os dados congregam imóveis de idades e padrões diferentes. Isso não afeta a análise?
    Usamos uma metodologia chamada estratificação. Em São Paulo, por exemplo, dividimos a cidade em 204 áreas, e cada uma tem um peso fixo. Ainda dividimos cada área pelo número de dormitórios. Depois, tiramos o preço mediano de cada célula e atribuímos o respectivo peso. A suposição implícita que a gente faz é que a composição dessas células não muda muito ao longo do tempo. Se a cada mês houvesse uma mudança enorme no estoque dos imóveis de cada bairro, isso seria problema, mas acredito que o estoque não mude dessa forma. Há imóveis de diferentes idades hoje e havia antes também. Todas essas críticas são feitas mas até hoje ninguém veio até aqui e demonstrou que estávamos errados, indicando qual seria o preço médio correto. Para rebater dados, você precisa ter dados também.
    Há planos de um novo indicador para o mercado imobiliário?
    Estamos construindo um indicador de duração dos anúncios. Também está no nosso horizonte fazer um índice para imóveis novos, mas é difícil conseguir as informações. Está em etapa preliminar, ainda estamos avaliando opções de bases de dados.

    Abs

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    • Francisco Quiumento 4 de setembro de 2012 at 12:01

      Ampliação no crédito no nosso caso não significa flexão da curva para uma “solução” adiante, e sim, estreitamento para um enorme problema.

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    • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 12:35

      Acho que muita gente anda lendo por aqui…….

      Frases como: Não há bolha, não vai cair 50% com alguns pensam, perda na qualidade da moradia, etc…

      Já sabe qual minha opinião Carioca, e não vou tirar o mérito da sua, mas claramente, e até surpreendente, ele diz que as pessoas estão pagando o mesmo valor, só que locais menores e de qualidade inferior…isso resume tudo (Criamos a cada ano um bando de idiotas endividados)

      A matemágica reversa dos números, sempre ilude aos menos preparados, ainda tenho a opinião concordante com a do dono, que o índice não reflete a realidade, mas sem outro fazer o que?

      Boa postagem, mas continuo com minhas alegações, poderia ser melhor trabalhado, pois tem dados suficientes para isso, e para com negócio de 1 dorm vale X em qualquer lugar favela, bairro top etc, o índice precisa ser refeito mas para isso tem interesses poderosos, e de fácil manipulação…

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    • Mephistopheles 4 de setembro de 2012 at 12:36

      Não sou contra opiniões diversas no blog. São boas para o pessoal argumentar. Só não vale quando o sujeito trolla ou quer ofender.

      0
    • Sol de Sampa 4 de setembro de 2012 at 14:03

      Visitante, acho muito positivo o FlipZUp querer se explicar… pois, tirando nosso blog pouco tenho visto de meterem o pau… então só chego a uma conclusão, nossa opinião ameaça a credibilidade do FLIPZUP … ou seja estamos sendo formadores de opinião… E que venham, acho que o correto é pgar informações corretas com os cartórios, lógi que uma margem vai ficar de fora, então vamos tentar calcular uma margem Brasil partindo sim de informações de imobiliarias… definida a margem que não entra nas contas teremos um indice bem limpinho de vendas reais e preços … Entretanto o correto seria ainda fazer uma comparação com o CUB nas 3 faixas que ele é apresentado… assim teriamos um indice 80% confiavel por região e tipo de construção… Mas vc acha que querem isso??? Ah, ah, ah melhor esperar o 3º milenio.. Se nos derem as informações nós podemos fazer indices melhores … e muito mais isentos

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      • outro 4 de setembro de 2012 at 19:58

        já estamos no 3o milênio, zé

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  • FQ 4 de setembro de 2012 at 12:08

    Ufa…Grande hein!

    O cara disse: “As críticas são feitas mas até hoje ninguém veio até aqui e demonstrou que estávamos errados, indicando qual seria o preço médio correto. Para rebater dados, você precisa ter dados também”

    A defesa do índice deles não é baseado em argumentos ou demonstrações da qualidade dos dados ou dos seus cálculos, ou muito menos, eles ousam responder as críticas sobre as manipulação dos dados, argumentos ou respostas eles simplesmente dizem: “se não tem nada melhor, esta bosta aqui vale”.

    0
    • Visitante Carioca 4 de setembro de 2012 at 12:44

      Sendo b#sta ou não FQ, é o que sempre disse: esses índices podem errar níveis, valores, mas dificilmente erram tendências.

      Depois eu posto aqui o Índice ZAP espanhol, que tem basicamente as mesmas características que o índice brasileiro, só que como é feito no primeiro mundo tem um tratamento um pouco melhor. Mas é a mesma fonte, é pró-vendedor. Ele pergunta o valor de “expectativa de venda” do proprietário.

      Você vai ver a cara do índice. Vai argumentar que ele está errado (e provavelmente vc terá razão em alguns pontos) . E ele provavelmente não está certo, mas vc vai ver que a tendência é acurada, essa dificilmente está errada.

      Só não posto ele agora pra dar margem pra discussão essa primeira postagem.

      0
      • FQ 4 de setembro de 2012 at 14:11

        Exemplos espanhóis são sempre muito bem vindo para comparação!

        Eles, os espanhóis, souberam muito bem gerir o mercado imobiliário… foram direto para um mega estouro da bolha!!!

        0
    • O Irritado 4 de setembro de 2012 at 14:57

      Na boa, cariocas do blog, estão com amnésia ou não se lembram mais do nome “Zylberstajn”, nas plaquinhas de muitos prédios em construção há uns anos atrás?

      0
  • Francisco Quiumento 4 de setembro de 2012 at 12:11

    ‘O comprometimento da renda do trabalhador típico para pagar uma parcela média do financiamento de 1 m² era de 7% [em 2008]. Hoje continua em 7%. A acessibilidade aos imóveis não mudou tanto, foi o crédito que permitiu essa alta’

    Falácia da composição em duas camadas.

    1) A primeira é óbvia: dever o mesmo por área menor em relação ao mesmo valor é ou dever mais por área e, correlatamente, dever por algo que vale no total o mesmo, mas é pior pois menor.

    O “encubiculamento” do imóvel que no avançar do tempo, está se adquirindo. (Ou o processo do “kinder-ovoamento” de Rosinha.)

    2) O problema é que mesmo com a constância nesta proporção, há o endividamento em paralelo com outros bens e até serviços, incluindo o da própria dívida.

    Exemplifico de maneira simplíssima, por outro caminho, contornando o caso de “imóvel”: quando devo 100 mil a juros altos, e transfiro para um empréstimo de juros baixos, continuo com o comprometimento da minha renda, só agora, com um “aluguel” sobre o devido que é mais baixo, mas ainda sim, acrescido no meu endividamento, como sempre.

    O que interessa, na verdade, é que minha capacidade de poupança está teoricamente anulada, ou no mínimo diminuída, por mais manobras que eu faça, e que comprometi-me num período longo de tempo com este quadro.

    Cair do vigésimo andar é mortal, mas não o deixa de ser por pular do décimo.

    😉

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    • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 12:39

      CoReto

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  • Edu 4 de setembro de 2012 at 12:48

    Impressionante a repercussão sobre nossa nota dando conta da bolha imobiliária. Ninguém fez contato para rebater, apenas para reforçar. O juiz de Direito Daniel César Botto Collaço foi um deles. “Aplaudi a sua iniciativa, pois ela é real e já está fazendo com que cidades como Campinas, São Paulo e Ribeirão Preto estejam tomando providências emergenciais, devido ao alto índice de inadimplência em investimentos imobiliários”, comenta.

    Sinais
    É que no interior paulista descontos no financiamento para condomínios na planta chegam a 30%, já prevendo a dificuldade do pagamento futuro, onde o prazo de entrega seja de apenas dois anos. E estão, também, securitizando inadimplências de taxas condominiais, sinal de que a bolha começa a explodir, ou seja, como bem observa Collaço, estamos a 160km da explosão. “Você teve a coragem de postar no jornal e alertar a população do grande risco da ‘marolinha’, como disseram alguns. Que nosso querido povo uberabense não seja vítima de enganações e conversa fiada, e sim alertado por uma jornalista séria, em um jornal sério, como o nosso Jornal da Manhã”,

    0
    • Anonymous 4 de setembro de 2012 at 13:39

      … securitizando inadimplências de taxas condominiais …

      Só vai aumentar o problema pois vai ENCARECER essas taxas – A Banânia não é uma boa opção para estabelecer residência permanente, exceto talvez se voce é um fugitivo da Justiça de outros países.

      0
  • Luiz 4 de setembro de 2012 at 12:52

    Incentivos crescentes ao programa habitacional
    02 de setembro de 2012
    Fonte: O Estado de S.Paulo

    O governo aumentou, pela Portaria 435 do Ministério das Cidades, entre 11,1% e 33,33% o valor das moradias que podem ser financiadas com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Atende, assim, os incorporadores, que alegavam dificuldades para oferecer habitação destinada às faixas de renda mais baixa, de até R$ 1,6 mil mensais.

    Além das condições financeiras mais favoráveis, Estados e municípios precisarão assegurar infraestrutura para os projetos habitacionais, argumentam os construtores.

    Pelas novas regras, os valores máximos dessas unidades do MCMV oscilarão entre R$ 57 mil, em Estados e cidades menos desenvolvidos, e R$ 76 mil, em São Paulo e no Distrito Federal. A principal justificativa é de que o setor da construção passou a operar em ritmo lento neste ano, enquanto os preços dos terrenos sobem, inviabilizando os lançamentos. Em parte, o argumento procede, mas outros aspectos não podem ser ignorados.

    As vantagens oferecidas aos mutuários de baixíssima renda, que já eram enormes, aumentarão ainda mais. Por intermédio da Caixa Econômica Federal (CEF), recursos do FGTS ou de fundos da União responderão por até 95% do montante das prestações devidas.

    O valor mínimo mensal a ser desembolsado por um mutuário pode chegar a apenas R$ 25 – o que corresponde quase a uma doação do imóvel. E a decisão do governo, tomada às vésperas do pleito municipal, pode parecer eleitoreira.

    Com prestações reduzidíssimas – e subsídios elevadíssimos -, não deve haver muita inadimplência dos mutuários, problema que condenou iniciativas passadas voltadas para a habitação popular. Mas é previsível um aumento de gastos públicos para financiar os subsídios, onerando não apenas o Tesouro, mas o FGTS, cujos recursos, remunerados a taxas negativas, pertencem aos trabalhadores, não ao governo.

    De uma forma geral, a construção civil continua indo bem, o que é desejável, embora o ritmo tenha deixado de ser eufórico. O que se pode pôr em dúvida são concessões ainda maiores, com efeitos negativos, no longo prazo, sobre as contas públicas, já oneradas por incentivos tributários localizados e pelo crédito subsidiado fornecido pelo BNDES, às expensas da União.

    A oferta de imóveis populares para a baixíssima renda é, de fato, insatisfatória. Resta saber se essa situação vai ser corrigida, agora.

    0
    • Francisco Quiumento 4 de setembro de 2012 at 13:28

      Não existe algo tal qual um almoço grátis.

      Somando 25 reais a algo que está sendo considerado que deva ser dado de graça, ou 250, ou 2500, ou mesmo 25000, até mesmo qualquer valor, não fará com que a parte de valor anulada não tenha de posteriormente ser paga, no final, pelas massas dos mais pobres.

      0
  • Frei Mulambo 4 de setembro de 2012 at 13:04

    Pessoal,
    Há alguns dias, estava lendo alguns posts aqui e me recordei que havia em um caderno de um jornal de SP um quadro no qual você podia calcular o valor de um imóvel de acordo com o bairro, m², idade do imóvel e mais alguns itens. Na época não havia essa especulação e era uma ferramenta útil para aqueles que desejavam comprar ou vender um imóvel.
    Procurando achei esse link aqui:
    “http://economia.estadao.com.br/especiais/quanto-vale-seu-imovel,121800.htm”
    Era algo bem parecido com isso e com certeza hoje jamais teremos uma ferramenta desse porte, afinal não existe nada que defina um real valor para um imóvel que não seja o achismo do dono.

    0
    • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 14:45

      Este é um dos problemas do mercado.
      Os valores perderam totalmente a lógica.
      Se você começa a encontrar imóveis na favela custando o que você pagava em 2008 por um sobrado bem localizado, não tem como dizer que os preços estão corretos, seguindo uma linha de valorização que acompanha a economia ou o poder de compra das famílias.
      Uma pessoa que ganhava 1.000 reais em 2008 e que recebeu reajustes de 6,5% ao ano (média de reajustes de trabalhadores de consultorias e afins), hoje estaria recebendo 1.286 reais que corresponde 28,6% de aumento. Imóveis aumentaram isto? Ou perto disto? Ou este percentual mais algum outro índice? Não… Muitos simplesmente dobraram ou triplicaram de valor.
      O mercado continuou achando comprador, né… entonces.
      Mas, agora é que são elas…

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      • Frei Mulambo 4 de setembro de 2012 at 15:35

        Isso mesmo meu caro…

        Preços totalmente fora de lógica. Imóveis usados, com 20 anos ou mais sendo vendidos a preços semelhantes a novos, empurrando mais ainda os valores as alturas.
        E acredito que o mairo problema foi esse mesmo, arrumaram quem pagava, ai danou-se!

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  • Sr. LB 4 de setembro de 2012 at 13:10
  • EduLon 4 de setembro de 2012 at 13:52

    MINHA SUGESTÃO PARA UM NOVO TÓPICO

    FONTE:http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/9/4/a-bolha-e-nossa

    Correio Braziliense – 04/09/2012

    A economia está devagar, como indicou o crescimento de apenas 1,2% do Produto Interno Bruto em doze meses até o segundo trimestre, mas os preços dos imóveis e o mercado imobiliário estão bombando.
    Com o aumento do preço dos imóveis de 8,5% no ano até julho, 17,1% nos últimos doze meses e de 86% em três anos, conforme o índice da FIPE, instituto de pesquisas econômicas da Universidade de São Paulo, o país passou a ocupar agora a liderança num ranking global de valorização dos imóveis, desbancando mercados como o de Shangai, na China, e de Nova Délhi, na Índia, que ferviam até meses atrás.

    Dos 38 países (alguns listados com base em sua principal cidade) acompanhados pela consultoria internacional Global Property Guide (GPG), os preços dos imóveis, no segundo trimestre, caíram em 25 e apenas em 13 houve alta, incluindo os EUA, onde o estouro da bolha das hipotecas, a partir do fim de 2007, lançou o mundo na grande crise da qual ainda não saiu quase cinco anos depois.

    É nesse ranking trimestral que desponta o mercado imobiliário do Brasil, com a cidade de São Paulo tomada como referência do cenário nacional. Na lista ajustada pela inflação, o preço médio real do metro quadrado de imóveis residenciais em São Paulo aumentou 15,56% no segundo trimestre sobre igual base de 2011, quando subiu 19,50%. Em relação ao primeiro trimestre de 2012, a alta foi de 2,38%.

    Na comparação intertrimestres, apenas nos mercados da Noruega, com +2,98%, de Hong Kong (+6,85%), e de Porto de Rico (+2,45%), houve aumento maior que aqui. Mas em nenhum deles, nem em nenhum outro, o aumento na medida interanual foi tão expressivo quanto no Brasil. Também em segundo lugar no ranking anual, o mercado imobiliário da Noruega teve aumento de preço real de 6,26%, quase 2,5 vezes menos que o desempenho anual no Brasil (+15,56%). Em seguida, pela ordem, vem Índia (+6,23%), Alemanha (+5,24%) e Suíça (+4,86%).

    O desmanche da Europa
    No extremo oposto da pesquisa, Irlanda exibe a maior retração no segundo trimestre comparada a igual período de 2011, com queda de 16,85%. Espanha (-13,18%), Grécia (-11,92%) e Portugal (-10,95%) a acompanham no infortúnio. Não por acaso, são os países insolventes da Zona do Euro. O quadro estaria completo se a Itália tivesse sido arrolada. O GPD não a incluiu devido à falta de dados atualizados.

    A bolha de especulação imobiliária também vitimou Espanha e Itália e ambos estão no limite da solvência. Na Ásia, exceto Hong Kong, nenhum mercado ficou acima da linha d”água na comparação anual. A queda foi de 0,74% em Taiwan a 3,3% em Singapura e a 3,4% na China, representada por Shangai. Na América Latina, afora em pequenos mercados no Caribe, a queda foi geral.

    Nos EUA, parou de cair
    “A Europa está afundando cada vez mais”, diz a consultoria GPG. “O declínio do preço dos imóveis nos países mais afetados pela crise tem sido, neste ano, significativamente maior do que foi em 2011.” A retração abate 15 dos 22 países europeus com dados disponíveis. A nota destoante em meio à razia dos preços dos imóveis no mundo é a situação do mercado dos EUA. Pela primeira vez desde 2007 o preço médio real, conforme a Federal Housing Finance Agency (FHFA), parou de cair, cravando alta de 1,12% no segundo trimestre sobre a mesma base de 2011 (quando, ainda em queda livre, a retração batera em 8,7%). E aumentou 0,96% em relação a janeiro a março deste ano.

    No ranking sem descontar a inflação, o Brasil também foi destaque no segundo trimestre em relação a 2011. O preço médio nominal subiu 21,34%, bem acima do segundo colocado, Nova Délhi, com alta de 17%, e Turquia, com 12,22%. Na variação intertrimestres, o aumento de 3,61% foi superado pelo de Ucrânia (6,64%) e de Hong Kong (7,7%).

    Uma distinção duvidosa
    A explicação da consultoria GPG ao desempenho do Brasil é feijão com arroz: atribui o forte resultado, “parcialmente”, às ações do governo para estimular o mercado imobiliário, sobretudo ao corte de juros, e aos eventos da Copa, em 2014, e às Olimpíadas, em 2016. O crédito faz sentido. O resto é bullshit, como atribuir a expansão dos aeroportos a tais eventos e não ao caos em que já se encontram.

    A distinção duvidosa de ser campeão global no ranking imobiliário, já que associada à percepção das bolhas que abateram as economias mundo afora, tem outras causas além do crédito. A maior delas é a pobreza dos planos urbanísticos e viários, dificultando a inclusão de novas áreas para atender a demanda da construção. O resultado: bastaram três anos de mercado em alta para o preço superar a renda média do comprador potencial. E mesmo com crédito dilatado, juro reduzido e dimensão exígua dos novos imóveis para baixar o preço.

    Meias-verdades da bolha
    A discussão sobre se o mercado imobiliário nas principais cidades brasileiras é vítima de uma bolha de especulação não é recente. Os opositores da tese argumentam que o crédito habitacional, embora em expansão — 39,6% em 12 meses até julho — , ainda é baixo, chegando a apenas 5,6% do PIB. No Chile, vai a 20% do PIB; nos EUA, a 70%.

    Sem explosão do crédito, afirma-se, não há especulação. É uma meia verdade. Anos atrás, quando o crédito era curto, o mercado de flats (ou “residence”) ferveu em São Paulo até que esfriou e o preço desabou, legando centenas de imóveis do tipo vazios, sem comprador. Alguns flats foram reformados em unidades de um a dois dormitórios e negociados só agora. Tais eventos não são lineares. Dependem do estoque de áreas livres, talvez a razão principal da disparada do preço nas grandes cidades, e da demanda. Esta é elástica, conforme a renda. Já a oferta de terrenos é restrita, sem reformas urbanas.

    Correio Braziliense – 04/09/2012

    A economia está devagar, como indicou o crescimento de apenas 1,2% do Produto Interno Bruto em doze meses até o segundo trimestre, mas os preços dos imóveis e o mercado imobiliário estão bombando.
    Com o aumento do preço dos imóveis de 8,5% no ano até julho, 17,1% nos últimos doze meses e de 86% em três anos, conforme o índice da FIPE, instituto de pesquisas econômicas da Universidade de São Paulo, o país passou a ocupar agora a liderança num ranking global de valorização dos imóveis, desbancando mercados como o de Shangai, na China, e de Nova Délhi, na Índia, que ferviam até meses atrás.

    Dos 38 países (alguns listados com base em sua principal cidade) acompanhados pela consultoria internacional Global Property Guide (GPG), os preços dos imóveis, no segundo trimestre, caíram em 25 e apenas em 13 houve alta, incluindo os EUA, onde o estouro da bolha das hipotecas, a partir do fim de 2007, lançou o mundo na grande crise da qual ainda não saiu quase cinco anos depois.

    É nesse ranking trimestral que desponta o mercado imobiliário do Brasil, com a cidade de São Paulo tomada como referência do cenário nacional. Na lista ajustada pela inflação, o preço médio real do metro quadrado de imóveis residenciais em São Paulo aumentou 15,56% no segundo trimestre sobre igual base de 2011, quando subiu 19,50%. Em relação ao primeiro trimestre de 2012, a alta foi de 2,38%.

    Na comparação intertrimestres, apenas nos mercados da Noruega, com +2,98%, de Hong Kong (+6,85%), e de Porto de Rico (+2,45%), houve aumento maior que aqui. Mas em nenhum deles, nem em nenhum outro, o aumento na medida interanual foi tão expressivo quanto no Brasil. Também em segundo lugar no ranking anual, o mercado imobiliário da Noruega teve aumento de preço real de 6,26%, quase 2,5 vezes menos que o desempenho anual no Brasil (+15,56%). Em seguida, pela ordem, vem Índia (+6,23%), Alemanha (+5,24%) e Suíça (+4,86%).

    O desmanche da Europa
    No extremo oposto da pesquisa, Irlanda exibe a maior retração no segundo trimestre comparada a igual período de 2011, com queda de 16,85%. Espanha (-13,18%), Grécia (-11,92%) e Portugal (-10,95%) a acompanham no infortúnio. Não por acaso, são os países insolventes da Zona do Euro. O quadro estaria completo se a Itália tivesse sido arrolada. O GPD não a incluiu devido à falta de dados atualizados.

    A bolha de especulação imobiliária também vitimou Espanha e Itália e ambos estão no limite da solvência. Na Ásia, exceto Hong Kong, nenhum mercado ficou acima da linha d”água na comparação anual. A queda foi de 0,74% em Taiwan a 3,3% em Singapura e a 3,4% na China, representada por Shangai. Na América Latina, afora em pequenos mercados no Caribe, a queda foi geral.

    Nos EUA, parou de cair
    “A Europa está afundando cada vez mais”, diz a consultoria GPG. “O declínio do preço dos imóveis nos países mais afetados pela crise tem sido, neste ano, significativamente maior do que foi em 2011.” A retração abate 15 dos 22 países europeus com dados disponíveis. A nota destoante em meio à razia dos preços dos imóveis no mundo é a situação do mercado dos EUA. Pela primeira vez desde 2007 o preço médio real, conforme a Federal Housing Finance Agency (FHFA), parou de cair, cravando alta de 1,12% no segundo trimestre sobre a mesma base de 2011 (quando, ainda em queda livre, a retração batera em 8,7%). E aumentou 0,96% em relação a janeiro a março deste ano.

    No ranking sem descontar a inflação, o Brasil também foi destaque no segundo trimestre em relação a 2011. O preço médio nominal subiu 21,34%, bem acima do segundo colocado, Nova Délhi, com alta de 17%, e Turquia, com 12,22%. Na variação intertrimestres, o aumento de 3,61% foi superado pelo de Ucrânia (6,64%) e de Hong Kong (7,7%).

    Uma distinção duvidosa
    A explicação da consultoria GPG ao desempenho do Brasil é feijão com arroz: atribui o forte resultado, “parcialmente”, às ações do governo para estimular o mercado imobiliário, sobretudo ao corte de juros, e aos eventos da Copa, em 2014, e às Olimpíadas, em 2016. O crédito faz sentido. O resto é bullshit, como atribuir a expansão dos aeroportos a tais eventos e não ao caos em que já se encontram.

    A distinção duvidosa de ser campeão global no ranking imobiliário, já que associada à percepção das bolhas que abateram as economias mundo afora, tem outras causas além do crédito. A maior delas é a pobreza dos planos urbanísticos e viários, dificultando a inclusão de novas áreas para atender a demanda da construção. O resultado: bastaram três anos de mercado em alta para o preço superar a renda média do comprador potencial. E mesmo com crédito dilatado, juro reduzido e dimensão exígua dos novos imóveis para baixar o preço.

    Meias-verdades da bolha
    A discussão sobre se o mercado imobiliário nas principais cidades brasileiras é vítima de uma bolha de especulação não é recente. Os opositores da tese argumentam que o crédito habitacional, embora em expansão — 39,6% em 12 meses até julho — , ainda é baixo, chegando a apenas 5,6% do PIB. No Chile, vai a 20% do PIB; nos EUA, a 70%.

    Sem explosão do crédito, afirma-se, não há especulação. É uma meia verdade. Anos atrás, quando o crédito era curto, o mercado de flats (ou “residence”) ferveu em São Paulo até que esfriou e o preço desabou, legando centenas de imóveis do tipo vazios, sem comprador. Alguns flats foram reformados em unidades de um a dois dormitórios e negociados só agora. Tais eventos não são lineares. Dependem do estoque de áreas livres, talvez a razão principal da disparada do preço nas grandes cidades, e da demanda. Esta é elástica, conforme a renda. Já a oferta de terrenos é restrita, sem reformas urbanas.

    Correio Braziliense – 04/09/2012

    A economia está devagar, como indicou o crescimento de apenas 1,2% do Produto Interno Bruto em doze meses até o segundo trimestre, mas os preços dos imóveis e o mercado imobiliário estão bombando.
    Com o aumento do preço dos imóveis de 8,5% no ano até julho, 17,1% nos últimos doze meses e de 86% em três anos, conforme o índice da FIPE, instituto de pesquisas econômicas da Universidade de São Paulo, o país passou a ocupar agora a liderança num ranking global de valorização dos imóveis, desbancando mercados como o de Shangai, na China, e de Nova Délhi, na Índia, que ferviam até meses atrás.

    Dos 38 países (alguns listados com base em sua principal cidade) acompanhados pela consultoria internacional Global Property Guide (GPG), os preços dos imóveis, no segundo trimestre, caíram em 25 e apenas em 13 houve alta, incluindo os EUA, onde o estouro da bolha das hipotecas, a partir do fim de 2007, lançou o mundo na grande crise da qual ainda não saiu quase cinco anos depois.

    É nesse ranking trimestral que desponta o mercado imobiliário do Brasil, com a cidade de São Paulo tomada como referência do cenário nacional. Na lista ajustada pela inflação, o preço médio real do metro quadrado de imóveis residenciais em São Paulo aumentou 15,56% no segundo trimestre sobre igual base de 2011, quando subiu 19,50%. Em relação ao primeiro trimestre de 2012, a alta foi de 2,38%.

    Na comparação intertrimestres, apenas nos mercados da Noruega, com +2,98%, de Hong Kong (+6,85%), e de Porto de Rico (+2,45%), houve aumento maior que aqui. Mas em nenhum deles, nem em nenhum outro, o aumento na medida interanual foi tão expressivo quanto no Brasil. Também em segundo lugar no ranking anual, o mercado imobiliário da Noruega teve aumento de preço real de 6,26%, quase 2,5 vezes menos que o desempenho anual no Brasil (+15,56%). Em seguida, pela ordem, vem Índia (+6,23%), Alemanha (+5,24%) e Suíça (+4,86%).

    O desmanche da Europa
    No extremo oposto da pesquisa, Irlanda exibe a maior retração no segundo trimestre comparada a igual período de 2011, com queda de 16,85%. Espanha (-13,18%), Grécia (-11,92%) e Portugal (-10,95%) a acompanham no infortúnio. Não por acaso, são os países insolventes da Zona do Euro. O quadro estaria completo se a Itália tivesse sido arrolada. O GPD não a incluiu devido à falta de dados atualizados.

    A bolha de especulação imobiliária também vitimou Espanha e Itália e ambos estão no limite da solvência. Na Ásia, exceto Hong Kong, nenhum mercado ficou acima da linha d”água na comparação anual. A queda foi de 0,74% em Taiwan a 3,3% em Singapura e a 3,4% na China, representada por Shangai. Na América Latina, afora em pequenos mercados no Caribe, a queda foi geral.

    Nos EUA, parou de cair
    “A Europa está afundando cada vez mais”, diz a consultoria GPG. “O declínio do preço dos imóveis nos países mais afetados pela crise tem sido, neste ano, significativamente maior do que foi em 2011.” A retração abate 15 dos 22 países europeus com dados disponíveis. A nota destoante em meio à razia dos preços dos imóveis no mundo é a situação do mercado dos EUA. Pela primeira vez desde 2007 o preço médio real, conforme a Federal Housing Finance Agency (FHFA), parou de cair, cravando alta de 1,12% no segundo trimestre sobre a mesma base de 2011 (quando, ainda em queda livre, a retração batera em 8,7%). E aumentou 0,96% em relação a janeiro a março deste ano.

    No ranking sem descontar a inflação, o Brasil também foi destaque no segundo trimestre em relação a 2011. O preço médio nominal subiu 21,34%, bem acima do segundo colocado, Nova Délhi, com alta de 17%, e Turquia, com 12,22%. Na variação intertrimestres, o aumento de 3,61% foi superado pelo de Ucrânia (6,64%) e de Hong Kong (7,7%).

    Uma distinção duvidosa
    A explicação da consultoria GPG ao desempenho do Brasil é feijão com arroz: atribui o forte resultado, “parcialmente”, às ações do governo para estimular o mercado imobiliário, sobretudo ao corte de juros, e aos eventos da Copa, em 2014, e às Olimpíadas, em 2016. O crédito faz sentido. O resto é bullshit, como atribuir a expansão dos aeroportos a tais eventos e não ao caos em que já se encontram.

    A distinção duvidosa de ser campeão global no ranking imobiliário, já que associada à percepção das bolhas que abateram as economias mundo afora, tem outras causas além do crédito. A maior delas é a pobreza dos planos urbanísticos e viários, dificultando a inclusão de novas áreas para atender a demanda da construção. O resultado: bastaram três anos de mercado em alta para o preço superar a renda média do comprador potencial. E mesmo com crédito dilatado, juro reduzido e dimensão exígua dos novos imóveis para baixar o preço.

    Meias-verdades da bolha
    A discussão sobre se o mercado imobiliário nas principais cidades brasileiras é vítima de uma bolha de especulação não é recente. Os opositores da tese argumentam que o crédito habitacional, embora em expansão — 39,6% em 12 meses até julho — , ainda é baixo, chegando a apenas 5,6% do PIB. No Chile, vai a 20% do PIB; nos EUA, a 70%.

    Sem explosão do crédito, afirma-se, não há especulação. É uma meia verdade. Anos atrás, quando o crédito era curto, o mercado de flats (ou “residence”) ferveu em São Paulo até que esfriou e o preço desabou, legando centenas de imóveis do tipo vazios, sem comprador. Alguns flats foram reformados em unidades de um a dois dormitórios e negociados só agora. Tais eventos não são lineares. Dependem do estoque de áreas livres, talvez a razão principal da disparada do preço nas grandes cidades, e da demanda. Esta é elástica, conforme a renda. Já a oferta de terrenos é restrita, sem reformas urbanas.

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    • Bolha Imobiliária 4 de setembro de 2012 at 13:57

      Acabei de ler o que chegou pelo informativo. Valeu pela sugestão

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    • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 14:13

      Acho uma boa referência esta dos Flats.
      Foi a mesma coisa, na época. Ai de você se questionasse o investimento neste ativo. Era uma coisa fantástica – retorno certo.
      Na prática, constituiu-se um belo nabón pra muita gente.
      Agora, felizmente mais e mais pessoas têm acordado.

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      • Visitante Carioca 4 de setembro de 2012 at 15:45

        Eu fui hoje ao Hortifruti e vi um nabo japonês. Eu entendi perfeitamente porque inventaram uma expressão dessa: “el nabón”. kkkkk

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        • hannamanana 5 de setembro de 2012 at 09:19

          Um perigo! Um perigo!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • hannamanana 4 de setembro de 2012 at 14:30

    Como diria Haley Joel Osment: “I see dead people”. Será?
    Índice de Investimentos em Fundos Imobiliários é lançado na Bovespa
    “http://www.sidneyrezende.com/noticia/184482+indice+de+investimentos+em+fundos+imobiliarios+e+lancado+na+bovespa
    Citi mantém aposta no setor imobiliário na bolsa após alta
    “http://exame.abril.com.br/mercados/analises-de-acoes/noticias/citi-mantem-aposta-no-setor-imobiliario-na-bolsa-apos-alta
    .
    As suspeitas que alguns levantaram sobre os incêndios nas favelas de São Paulo foram também apresentadas pelo jornalista:
    “http://noticias.r7.com/blogs/ogg-ibrahim/2012/09/04/cinzas-da-especulacao-imobiliaria/
    .
    E por fim, mas não menos importante:
    “Empréstimos para aquisição e construção de imóveis caem 13% no mês de julho
    “http://www.piniweb.com.br/construcao/mercado-imobiliario/emprestimos-para-aquisicao-e-construcao-de-imoveis-caem-13-no-266480-1.asp

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    • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 17:45

      I see Broken people

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      • GB 4 de setembro de 2012 at 19:35

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        Cruel RosinhA, muito cruel.

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  • Sol de Sampa 4 de setembro de 2012 at 15:30

    Indice de confiança do comércio recua 4% entre julho e agosto – FGV…

    é realmente está tudo um mar de rosas…

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    • Sol de Sampa 4 de setembro de 2012 at 15:31

      corrigindo … recua 4% no trimestre encerrado em agosto…

      mas continua um mar de rosas…

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    • RosinhA 4 de setembro de 2012 at 17:45

      Like Roses 😉

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  • Natália 11 de setembro de 2012 at 10:01

    Olá! Por favor, me ajudem…

    Perdoem minha ignorância no assunto, mas tantas taxas e variações estão me deixando um tanto confusa. Este mês de Setembro, então, ainda não é um bom momento para aquisição de um imóvel a partir de financiamento? Seria melhor ter paciência e aguardar mais um pouco?

    Muito obrigada!

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    • Julio Cesar 26 de setembro de 2012 at 15:27

      As taxas de juros da CAIXA são as menores da história da habitação. Financiamento direto com a construtora o juro é quase o dobro quando comparado ao da CAIXA por exemplo.
      A pergunta que vc deve fazer é: estou saindo do aluguel?
      sair do aluguel é: a prestação do financiamento mensal (bancária ou não) deve ser menor ou igual ao aluguel que vc esta pagando hoje. Vc esta pagando juros sim, mas pagando pelo que é seu.

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  • Sandro 11 de setembro de 2012 at 11:05

    É claro que a análise tem que ser feita de maneira racional e com base em dados objetivos. Porém, um equilíbrio entre o aumento dos imóveis e as condições de financiamento seria o ideal, contanto que não haja um retrocesso do mercado.

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