Imóveis, um mercado sob suspeita – Revista Exame

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Comments
  • Zé Coxinha 19 de fevereiro de 2012 at 02:18

    Ploc

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  • Observador do Mercado 19 de fevereiro de 2012 at 02:46

    Caros amigos do blog:

    Acabo de ter acesso à matéria “Um mercado sob suspeita” pelo link http://www.bfre.com.br/pt/noticias/4014-um-mercado-sob-suspeita

    O conteúdo não condiz com o título de capa. A matéria faz uma defesa explícita do mercado imobiliário, defendendo e justificando o aumento dos preços, questionando apenas a saúde financeira das construtoras. Além disso, a matéria também nega, de forma veemente, a existência de uma bolha.
    Em resumo: como um comunicador experiente, posso afirmar que se trata de uma estratégia de marketing muito bem elaborada, e que, ao contrário da expectativa da maioria dos nossos leitores, irá beneficiar somente o mercado imobiliário.

    Um abraço,

    Observador

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    • Luana 20 de fevereiro de 2012 at 15:08

      Concordo totalmente com você. Marketing muito bem feito.

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  • veigalex 19 de fevereiro de 2012 at 04:06

    veja bem… do ponto de vista macro economico.. e levando em conta o ciclo lunar no hemisfério sul.

    A revista lida por quem comprou um apartamento na planta.. só tem uma saida….

    Seguir o conselho do colega no posta anterior..

    enfiar e rasgar em cruz.. kkkk

    E os investidores amadores.. que correram da bolsa.. se entupiram de imovéis.. devem estar desesperados para vender..

    Relato:

    Um amigo esta vendendo o dele por R$ 150.000.. perto de uma comunidade ” Favela para os menos esclarecidos”
    Foi falar com os porteiros, se alguém perguntasse, para eles indicarem que rolaria uma caixinha..
    Passado uns dias.. o Sindico veio ter com ele, e o discurso foi que ele estava oferecendo abaixo da media dos outros.. que a maioria estava oferecendo por R$ 170.000.
    Ele disse ao Sindico.. amigo.. fazem três meses que anuncio isso aqui e ninguém da a minima.. vc ja viu nossa vizinhança? Se você conseguir R$ 170.000, 10 pilas é sua… kkk

    Pergunte se ele conseguiu os R$ 150.000?
    Esta na fila.. kkk

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    • Ratinho 19 de fevereiro de 2012 at 09:05

      “Quem acompanha o setor acredita que os preços vão subir pq está mais barato do que em outros emergentes”… Precisa de mais argumentos pra vc investir em imóvel no Brasil?

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      • Anonymous 19 de fevereiro de 2012 at 11:43

        Somente débeis-mentais consideram comprar em países emergentes (também conhecidos como sub-desenvolvidos), quando o preço de imóveis similares em qualidade e principalmente vizinhança é cerca de METADE nos países desenvolvidos.

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        • Cleyton 19 de fevereiro de 2012 at 15:39

          “quando o preço de imóveis similares em qualidade e principalmente vizinhança é cerca de METADE nos países desenvolvidos”

          Pior que não é só com imóveis, da mesma forma que um rico não fica rico esbanjando dinheiro, um país não se desenvolve sendo assistencialista e perdulário.

          Anonymous, as circunstâncias não me permitem sair, que Deus ajude para que você não precise voltar! Estou convencido de que isso aqui não tem mais conserto.

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      • DP 20 de fevereiro de 2012 at 11:08

        Esse argumento da revista foi bem fraquinho!

        Se o preco tem que subir porque esta mais barato do que outros paises atrasados, porque nao poderia CAIR porque esta MUITO mais CARO que paises desenvolvidos? Ou seja: na cabeca do “especialista” ouvido pela revista o preco pode subir para acompanhar outros emergentes, mas nao pode cair para acompanhar os mercados melhores?

        Vi aqui num outro post um casa na FAVELA no Rio por o equivalente a USD 300k. Eu compro uma mansao aqui nos EUA por esse preco.

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      • Luana 20 de fevereiro de 2012 at 15:11

        Essa deu vontade de rir muito!

        A cereja do bolo foi dizer que “o maior investidor de todos os tempos” vai salvar o mundo.

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    • Bolhado 23 de fevereiro de 2012 at 09:40

      HAHAHAHA

      Quando essa bolha estourar vai tanta gente cagando em cruz!

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  • jayme 19 de fevereiro de 2012 at 04:47

    o rei esta nu

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    • Raposão 19 de fevereiro de 2012 at 15:34

      … não só está nu, mas com a cruz sugerida feita, naquilo!

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  • MrK 19 de fevereiro de 2012 at 07:58

    OGLOBO, VOCE É UM MANIPULADOR REPUGNANTE, VOCE É INFANTIL, VOCE ACHA QUE TODOS SOMOS IDIOTAS

    OGLOBO, TENHO VERGONHA POR VOCE, VOCE NEM TEM MAIS CORAGEM DE ABRIR PARA COMENTÁRIOS AS MATERIAS PAGAS TRAVESTIDAS DE REPORTAGENS…

    OGLOBO, UM CANCER NO MERCADO IMOBILIARIO CARIOCA

    ESSA REPORTAGEM SE EQUIVALE EM CRETINICE A DO “LEBLON WALLSTREET”, TENTANDO ENGANAR OS IDIOTAS A COMPRAR AP PRA ALUGAR E GANHAR R$10MIL POR MES

    OGLOBO, SEU MENTIROSO… PEDE PRA SAIR…

    oglobo.globo.com/tecnologia/a-trabalho-no-rio-estrangeiros-dao-seu-jeito-para-morar-na-cidade-4011128

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    • Atribulado 19 de fevereiro de 2012 at 16:31

      fecharam os comentarios devido a, digamos, baixa educação dos comentaristas.

      só ver os comentários que escreviam (se assemelham aos daqui).

      é o efeito colateral de dar computadores e internet a pessoas que se divertem com os datenas e ratinhos da vida.

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      • MrK 19 de fevereiro de 2012 at 16:38

        Discordo

        eles fecharam SELETIVAMENTE, isso é evidente.

        se fosse esse o caso, de educação, teriam fechado todos os comentários, até porque tem muita discussão nos outros assuntos, mas não, diversos continuam abertos, CURIOSAMENTE as reportagens enaltecendo o mercado imobiliario que estão sempre fechadas…

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        • Atribulado 19 de fevereiro de 2012 at 17:45

          é claro, cortaram os comentarios do assunto que dava mais aporrinhação.

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          • Andre 19 de fevereiro de 2012 at 22:04

            Acho engraçado que sempre que falam mal da globo vem um comentário cretino defendendo. Essa empresa manipula o Brasil.

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            • Atribulado 20 de fevereiro de 2012 at 12:19

              voce acabou de justificar o corte dos comentarios…

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  • MrK 19 de fevereiro de 2012 at 08:31

    Vejam que coisa curiosa, resultado da EZTEC (que é uma das melhores, se nao a melhor administrada entre as construtoras)

    % De unidades vendidas (dos lancamentos quantos foram vendidos)

    1o trimestre – 86%
    2o trimestre – 62%
    3o trimestre – 36%
    4o trimestre – 26%

    No total do ano a Cia. vendeu APENAS 54% do que lancou!!!!

    Tudo que os lancamentos do 1o tri tem mais tempo para vender, então resolvi fazer uma comparação mais limpa que a de cima:

    Em 2011 no 4o trimestre, a EZTEC lancou R$125mn a mais que o mesmo periodo de 2010, entretantou vendeu apenas R$48mn a mais, a palavras encalhe e estoque não sem da minha mente…

    Gente, eu relembro: A EZTEC é das mais conservadoras e bem administradas, imagina as grandonas…

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    • Annibal 19 de fevereiro de 2012 at 11:47

      Foi o q eu disse pro Cirilo,

      Por mais q possa vir um bom resultado, a partir desses números concluímos que as vendas despencaram quer seja por falta de demanda quer seja por causa dos preços, quem comprou para revender vai ter muito trabalho, por isso acredito que a pressão agora será por reajustes nos preços do aluguel, a fim de criar condições de solvência para a massa de especuladores que não teria como arcar com os financiamentos.

      O problema é q não vejo, nem de perto, demanda para aluguéis de tantos imóveis (contando os que serão entregues), o q gerará um Rally de preços para conseguir alugar, dai desmorona tudo…

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  • Paulo Rocha 19 de fevereiro de 2012 at 08:46

    Quem dera que essa moda pegasse noe Brasil.

    www1 .folha.uol.com.br/​mercado/​1050926-lei-que-pune-suborno-no​s-eua-assusta-brasileiros.shtm​l

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  • Profeta do Apocalipe 19 de fevereiro de 2012 at 10:58

    eita.. nao foi no jornal nacional. foi na editora abril. errei as previsoes… estou em estado de choque…
    turma: o marco de salvador sera a entrega ( atrasada) do le parc. alguem duvida? apostem!

    MRK, parabens por seus comentarios

    bolha, eu apesar de comentar pouco, sou um dos maiores leitores e incentivadores do blog- site.

    demais. ta chegando a hora… deve ter nego tao desesperado! eu vejo isso como ajustes. nao eh possivel nesse pais um medico ter salario congelado e um cabeleireiro e pedreiro ganhar mais que medico e engenheiro.

    demais. sem preconceito, a coisa ta feia. vejam precos de mensalidade, conta de energia e tal… o povo ta cansado..

    bom carnaval a todos

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    • Raposão 19 de fevereiro de 2012 at 15:39

      Bem escreveu Cecília Meireles, em música interpretada por Fagner:

      (…) são as águas de março fechando o verão (…)

      Talvez venha um DILÚVIO!

      att.

      Raposão, de bote e com colete salva-vidas!

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  • Bruno Valente 19 de fevereiro de 2012 at 10:58

    MrK disse:
    19 de fevereiro de 2012 às 7:58

    OGLOBO, SEU MENTIROSO… PEDE PRA SAIR…

    oglobo.globo.com/tecnologia/a-trabalho-no-rio-estrangeiros-dao-seu-jeito-para-morar-na-cidade-4011128

    ++++++++++++++++++++++++++++++++++

    Não sei vocês, mas do fim do ano passado pra cá percebo claramente uma mudança de estratégia de construtoras e imobiliárias de tentar puxar o aluguel pra cima, para tentar pressionar as pessoas que estão poupando $$ esperando a bolha estourar, e também pra restabelecer a relação de 0,5% entre preço de aluguel e preço de venda.

    Além disso, eles ainda preparam o terreno para a “valorização mais lenta” sem assustar os especuladores, estimulando-os a manterem o apartamento alugado, evitando assim a concorrência na hora de desovar o encalhe.

    Essa estratégia está bem clara no movimento de alta dos aluguéis puxado pelas imobiliárias, e nas reportagens compradas que de uma hora pra outra deixaram de enfocar a “valorização eterna” e passaram a enfocar o aluguel. Essa reportagem que o Mrk postou é um exemplo claríssimo disso.

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  • Bruno Valente 19 de fevereiro de 2012 at 11:00

    MrK disse:
    19 de fevereiro de 2012 às 7:58

    OGLOBO, SEU MENTIROSO… PEDE PRA SAIR…

    oglobo .globo. com/tecnologia/a-trabalho-no-rio-estrangeiros-dao-seu-jeito-para-morar-na-cidade-4011128

    ++++++++++++++++++++++++++++++++++

    Não sei vocês, mas do fim do ano passado pra cá percebo claramente uma mudança de estratégia de construtoras e imobiliárias de tentar puxar o aluguel pra cima, para tentar pressionar as pessoas que estão poupando $$ esperando a bolha estourar, e também pra restabelecer a relação de 0,5% entre preço de aluguel e preço de venda.

    Além disso, eles ainda preparam o terreno para a “valorização mais lenta” sem assustar os especuladores, estimulando-os a manterem o apartamento alugado, evitando assim a concorrência na hora de desovar o encalhe.

    Essa estratégia está bem clara no movimento de alta dos aluguéis puxado pelas imobiliárias, e nas reportagens compradas que de uma hora pra outra deixaram de enfocar a “valorização eterna” e passaram a enfocar o aluguel. Essa reportagem que o Mrk postou é um exemplo claríssimo disso.

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    • thiago fm 19 de fevereiro de 2012 at 11:54

      Não dá pra simplesmente o mercado “forçar” o preço dos aluguéis pra cima. Isso simplesmente travaria o mercado e acumularia uma pressão ainda maior no intuito de desencalhar os imóveis. Cabe lembrar que a lei da oferta e da procura ainda não foi revogada, pelo menos até onde sei.

      O aluguel não acompanhou a disparada dos preços dos imóveis por vários motivos, mas um deles é a capacidade de renda dos inquilinos, que obviamente não subiu como nenhum deles. Muita gente trocou o aluguel pelo financiamento porque o mesmo “estica” a dívida em 30 anos e causa a falsa ilusão de que o negócio compensa pela prestação. No entanto, chegamos a um ponto tal, que mesmo em 30 anos, a capacidade de financiamento e, portanto, compra do imóvel, está praticamente cerceada.

      Resumindo, na hipótese de o aluguel recuperar o “gap” em relação ao preço dos imóveis algumas coisas certamente acontecerão:

      – volta de parte da classe C emancipada à casa da mamãe;
      – inadimplência dos resistentes do aluguel, com consequente perda da capacidade de poupança (cada vez mais necessária em caso de compra do imóvel)
      – pressão de endividamento para aqueles que optarem pelo financiamento sem condições reais de mantê-lo
      – encalhe ainda maior não só das vendas, mas também dos aluguéis.

      off topic – adiamento dos casamentos rsrsr..já que muita gente não vai conseguir comprar nem alugar. ( seria engraçado se não fosse trágico)

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      • aiwww 19 de fevereiro de 2012 at 21:39

        Esse ponto é muito interessante “adiamento dos casamentos”
        … com o custo de vida nesse nível, quem não tem uma boa reserva, alugando ou comprando, já casa com a corda no pescoço. Não duvido que vários relacionamentos estejam a perigo por causa dessa situação. Mas como brasileiro é um povo otimista, acredita que as dívidas se pagam sozinhas e que nenhuma crise acontecerá nos próximos 30 anos, ele gosta de enganar a si mesmo e embarcar nessa canoa furada.

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    • MrK 19 de fevereiro de 2012 at 12:30

      amigo bruno, essa reportagem é criminosa, ela não tem contexto, não explica nada, como assim figurões de multi-nacional não conseguem lugar pra morar? TÁ DE BRINCADEIRA NÉ? Isso é a maior MENTIRA!!! Aí num carnaval qualquer, falta quarto de hotel, um cara de uma empresa empresta o imovel pra um amigo e pronto “Falta imovel no Rio!!! anuncia o globo! Pra piorar, a “reportagem” dá ouvidos somente aos mesmos figurões de sempre de imobiliaria.. o que está ocorrendo é isso mesmo que voce falou, como as vendas travaram, estão tentando estimular o mercado via “invista em aluguel”, é o desespero… desespero sujo

      Bruno, veja quantas reportagens o globo tem publicado enaltecendo aluguel e altas no Rio e veja quantas ele publicou sobre o travamento de vendas, isso é jornalismo sério?

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  • Carlos Wagner 19 de fevereiro de 2012 at 11:23

    Bom, já estamos no carnaval e, do jeito que vai a banda, o panico se aproxima.

    Gostaria de parabenizar os colegas do blog pelas analises conscientes feitas ao longo desse tempo aqui postando e compartilhando ideias.

    Digo apenas uma coisa: NÓS ACERTAMOS! O MERCADO VAI RUIR E TODAS OS NOSSOS “DELIRIOS” ERAM VERDADEIROS!

    Isso prova uma coisa: Não temos estatisticas e instituições confiaveis no Brasil, a midia está vendida e não trabalha em favor da população, mas sim para o dono do capital; O governo perdeu o timing de quando frear a situação e de agora em diante é ladeira abaixo;

    Enfim, somos nós é que temos que conduzir nossas vidas independentemente do que digam; Nós temos a capacidade de perceber a realidade, a vida real, e baseado nisso tomar nossas decisões; Nos temos o melhor termometro de todos: a vida real!

    Parabens colegas… Quero ver especulador oferecendo aptos pela metade do preço e com direito a uma noite com a patroa…hehe

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    • Orozimbo 19 de fevereiro de 2012 at 11:39

      Ufa! Que bom que não vou ter que rasgar o meu c… em cruz. rsrsrsrsrs

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      • Indecoroso 19 de fevereiro de 2012 at 12:40

        (parafraseando a propaganda da NET sobre o “NOW”)

        BOLHA IMOBILIÁRIA:

        Para os céticos… é questão de tempo;
        Para os corretores… de sobrevivência;
        Para os assalariados… é financiamento;
        Para os pão-duros… uma indecência;
        Para os investidores… é ANAL (shhhwinnn*)

        *onomatopeia

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        • Carlão_RJ 19 de fevereiro de 2012 at 14:19

          A onomatopeia foi a cereja do bolo,rsrsrsr.

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  • Anonymous 19 de fevereiro de 2012 at 12:09

    A reportagem trata um problema estrutural como apenas um soluço. Procura tranquilizar os tolos. Um dos pontos que merece destaque é a CONTRADIÇÃO na seguinte parte do texto. Em outras palavras, as empresas vão DIMINUIR ou ficar do MESMO TAMANHO e no entanto o CRESCIMENTO será sustentável? Que crescimento é possível nessas condições?

    Também é a primeira vez desde então que as empresas fazem planos de diminuir de tamanho ou ficar onde estão – e essa é, em princípio uma boa notícia porque indica que o CRESCIMENTO poderá ser sustentado daqui para a frente …

    Em outra parte do texto, vemos o mesmo de sempre: Na Banânia é diferente.

    Segundo esses especialistas, de forma geral, os riscos para os clientes são BAIXOS: Novas LEIS aumentaram a segurança jurídica para quem compra imóveis no país e não há indicíos de exageros crônicos no setor (como ocorreram nos Estados Unidos e na Europa)

    CONCLUSÃO: É mais uma matéria paga, mas dessa vez está deixando transparecer que PENEIRA não consegue tapar o SOL.

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    • Ze_das_Couves 19 de fevereiro de 2012 at 13:15

      Nao sei a opiniao dos outros aqui do blog mas alguem realmente espera uma reportagem isenta e com dados reais antes do negocio todo estourar? Normalmente vai sair uma nota aqui ou la de um desempenho fraco e quando sair na midia eh pq ja era… panico correria e gritaria mas o negocio ja era e nao tinha mais como arrumar.

      O que vai sair bastante depois do dia B de bolha sao as memorias/biografia da quebra de determinada construtora ou de como o negocio foi para o buraco. Irao pipocar muitos especialistas de ultima hora com dados mostrando como o negocio foi parar la.

      Todas estas comparacoes feitas do brasil com outros lugares esquecem de que no brasil normalmente tudo eh mais rapido que em outros lugares. Sempre crescemos rapido e caimos rapido. Empresa brasileira nenhuma fica esperando a coisa melhorar por uns meses antes de comecar a demitir. Ao menor sinal de perigo o panico se instala.

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      • aiwww 19 de fevereiro de 2012 at 21:48

        “Empresa brasileira nenhuma fica esperando a coisa melhorar por uns meses antes de comecar a demitir. ”

        Disso eu tenho CERTEZA. Sou da área de TI e ano passado quando fazia uma entrevista para uma empresa que desenvolvia sistemas para a Camargo Corrêa, fiquei sabendo que na “marolinha” de 2008, um andar inteiro foi demitido.

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        • Rico 20 de fevereiro de 2012 at 02:03

          A maioria está arrependida de ter demitido. Em um mercado carente de profissionais como TI demitir é botar fogo na granja das galinhas de ouro. Muitas não conseguiram repor o quadro. As que conseguiram, estão gastando mais. Sou do meio e é alarmante o número de projetos que não são iniciados por falta de mão de obra qualificada. E isso independe de crise.

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        • Rico 20 de fevereiro de 2012 at 02:09

          Só mais uma coisa. Em 2008 a área de TI estava a beira do colapso por falta de profissionais especializados. A marolinha de 2009 só serviu para adiar o colapso iminente resultante da falta de interesse da população e do governo em investir em pesquisa e desenvolvimento. Esse é outro efeito perverso da bolha.

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          • aiwww 20 de fevereiro de 2012 at 17:46

            Concordo plenamente. Mas muitas empresas ainda acham que o profissional de TI é aquele garoto que fez um cursinho de dois anos numa ferramenta específica e tirou um diploma numa universidade Mcdonalds da vida. Cursos de mestrado e doutorado são desencorajados e muitas empresas ainda preferem contratar como PJ ou CLT Flex. É a boa e velha Lei de Gerson. Os empresários ainda contam com a desorganização da classe de profissionais, que é composta por muitos engenheiros e pessoas de outras áreas que não tem qualquer interesse em regulamentar a profissão (grupos.ufrgs.br/mailman/listinfo/Profi-l/). Já a falta de profissionais de TI eu atribuo ao preconceito (ou medo) que existe em relação às áreas de exatas, mas isso não é um privilégio da TI.

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  • Sir Income 19 de fevereiro de 2012 at 12:38

    Que tal se aposentar na Flórida?

    Conheça alguns imóveis que são ideais para quem quer se aposentar no estado mais ensolarado dos Estados Unidos

    exame.abril.com.br/seu-dinheiro/aposentadoria/noticias/que-tal-se-aposentar-na-florida?p=6#link

    O negócio é mudar para a Flórida!

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  • Sir Income 19 de fevereiro de 2012 at 12:42

    Mais de 60% dos usuários de compras coletivas deixam cupom expirar

    idgnow.uol.com.br/internet/2012/02/14/mais-de-60-dos-usuarios-de-compras-coletivas-deixam-cupom-expirar/

    Brasileiro é rico mesmo! Se não se importa com isso, vai se importar de pagar juros? Essa bolha só estoura quando as pessoas não conseguirem pegar mais crédito!

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  • Sol de Sampa 19 de fevereiro de 2012 at 12:50

    Concordo que a reportagem está muito estranha… Mas em se tratando de Bananias muito pode ser mascarado … e infelizmente, de uma maneira geral o povo não tem cultura para filtrar informações.

    Acho sim que vai haver uma desvalorização (?!!!) no preço dos imoveis … (?!!! – significa que não é uma desvalorização e sim uma ponderação real dos vlrs). Contudo, espero que este buummmm fique mais restrito aos incautos investidores sem experiencia e ainda que as construtoras realmente tenham planos e principalmente condições de se manterem no mercado de forma REAL e sustentável, dentro do padrão da classe média (nós).

    Um buuummmmm que afete mais de 35% das empresas da construção civil contamina o restante da economia e, os poucos avanços que conseguimos se esvai… Isso não é bom para nós ou nossas familias. Que inescrupulosos investidores de momento sejam a bola da vez é até uma boa lição para quem ainda tem a cultura da Lei de Gerson… de levar vantagem em tudo.

    Mas caros, vamos esperar que a onda não tenha o tamnho de uma tsunami… pois se assim o for mais cedo ou mais tarde nossos ganha -pão serão afetados ….

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  • RT 19 de fevereiro de 2012 at 12:50

    Não achei a reportagem grande coisa não… a única coisa que vejo de positivo para nós é que ela contribui pra enterrar de vez aquele mundo da fantasia em que se enxergava o setor da construção civil.

    De resto, tem gente nela dizendo que ainda tem espaço para os preços subirem… falando que a oferta é insuficiente (“esquecendo” que nos preços atuais, a maioria dos potenciais compradores não tem possibilidades de entrar nesse mercado).

    Achar que os preços atuais são factíveis no Brasil é coisa de quem nunca pôs os pés em outro país.

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    • Ze_das_Couves 19 de fevereiro de 2012 at 13:25

      Todas as cidades brasileiras tem infra perfeita, rios despoluidos, transporte coletivo modelo, seguranca…

      Brincadeira a parte nao lembro de nenhuma cidade brasileira de mais de uns 100 mil habitantes que eu tenha ido ou passado que nao tem um rio podre e sujo passando pelo centro…

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      • suelen 19 de fevereiro de 2012 at 13:30

        Pode ser verdade que está difícil para os estrageiros morar no Rio, afinal, a cidade no meio da favela é pequena, ou seja, pouca coisa serve.

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      • RT 19 de fevereiro de 2012 at 13:44

        “Todas as cidades brasileiras tem infra perfeita, rios despoluidos, transporte coletivo modelo, seguranca…”

        Eu acrescentaria: todo brasileiro tem renda pra viver uma vida digna. Está sobrando grana pra custear a própria saúde, comida e ainda um financiamento de R$ 400 mil.

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        • Ze_das_Couves 19 de fevereiro de 2012 at 13:51

          Boa neh!? Da para extender a lista das “vantagems” brasileiras e pq somos melhores e “imunes” aos problemas que ocorreram em outros lugares 🙂

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          • RT 19 de fevereiro de 2012 at 14:21

            Estive na Flórida na semana passada.

            No meu retorno, na fila do check-in, quem organizava a fila era uma carioca que, segundo ela mesma, mora lá faz 30 anos.

            Ela me relatou que não vem ao Brasil faz 7 anos, pois “a passagem é muito cara”.

            Provavelmente, ganha mais que o brasileiro médio. Logicamente, não deve morar na parte nobre de Orlando, mas duvido que more em alguma favela por lá (isso existe lá? Alguém sabe dizer?).

            Apesar desse exemplo, imóveis aqui custam bem mais caro que lá. Segundo nos relata “O Globo”, barracos na Rocinha com aluguéis de 2 mil reais estão com “fila de espera”.

            Não, não há bolha. Imagina… o brasileiro tem, sim, renda pra pagar o que estamos vendo por aí.

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  • Observador do Mercado 19 de fevereiro de 2012 at 13:20

    Caros amigos do blog:

    Tivemos acesso à integra da matéria pelo link http://www.bfre.com.br/pt/noticias/4014-um-mercado-sob-suspeita.

    Para começar, como pode ser comprovado pelo link, a matéria foi disponibilizada integralmente pelo site Brazilian Finance & Real Estate, que pertence a holding que controla as empresas Brazilian Mortgages, Brazilian Securities, Brazilian Capital e BM Sua Casa. Se a matéria fosse negativa para o mercado imobiliário, este site seria o último a dar publicidade à reportagem.

    Ao analisarmos o conteúdo, nossa desconfiança se confirmou: trata-se de uma estratégia muito bem elaborada, provavelmente contando com uma “consultoria” de representantes e empresas do setor imobiliário. O título “Um mercado sob suspeita” nos remete, de forma apressada, a um conteúdo bombástico, a uma provável denúncia sobre a bolha imobiliária. Porém, para nossa surpresa, a matéria faz uma clara defesa do mercado de construção, justificando os aumentos abusivos dos imóveis, além de negar, de forma veemente, a existência de uma bolha.

    Para se defender, e passar uma imagem de imparcialidade e isenção, a reportagem questiona não a escalada vertiginosa e injustificável dos preços, mas como em um mercado tão promissor as empresas que nele atuam conseguem apresentar resultados negativos.

    Assim, considerando a análise acima exposta, aconselho aos “companheiros de ideal” muita parcimônia para, de hoje em diante, explorar qualquer conteúdo da revista Exame que, ao que parece, também passou a fazer parte do “núcleo de assessoria de imprensa” do mercado imobiliário.

    Um grande abraço,

    Observador

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    • Anonymous 19 de fevereiro de 2012 at 23:42

      Observador,

      Com a ajuda de uma matéria apontada pelo “Menino_do_Rio” eu já havia demonstrado que a EXAME, assim como o portal TERRA, assim como alguns BLOGS que servem de aluguel publicaram a matéria, óbviamente favorável às construtoras, SIMULTANEAMENTE evidenciando matéria paga partindo de uma única fonte. É ridiculamente simplório.

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    • DP 20 de fevereiro de 2012 at 11:18

      Observador do Mercado – excelente comentario.

      Esse tipo de assessoria de imprensa eh bastante comum e sofisticado. Um VEXAME sem trocadilho com o nome da revista.

      Daqui para frente observem a quantidade de anuncios de imobiliarias que vai aparecer na revista e no portal. Observem.

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  • Ze Bom Dirolo 19 de fevereiro de 2012 at 13:27

    Eu acredito que a reportagem é muito boa.
    Colocar uma capa dessa não é fácil.
    Daqui a pouco vem outro texto bombástico….quiçá na própria exame.

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    • Carlão_RJ 19 de fevereiro de 2012 at 14:22

      Também acho. É uma reportagem do tipo “o gato subiu no telhado”, não?

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      • Anonymous 19 de fevereiro de 2012 at 17:45

        Também cheguei a pensar nisso – na piada original é “sua avó subiu no telhado”. Entretanto, ainda acho que é uma matéria paga para tentar tranquilizar os tolos. Começa admitindo o que TODOS já desconfiam, para em seguida tentar o “não é bem assim”, pois os “especialista” garante que os riscos são baixos.

        Conclusão: Acho muito difícil colar, mas não se pode substimar a inteligência dos bananenses. É sempre mais baixo do que voce imagina.

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  • Annibal 19 de fevereiro de 2012 at 13:53

    Olhando os classificados de aluguel, percebo nitidamente que estão pressionando os preços para cima, creio que seja a última ferramenta do mercado (não do governo) para manter o otimismo e evitar o caos e desespero (inadimplência e devoluções) junto aos compradores, porque caso isso aconteça, estará oficializado e concretizado o estouro da bolha…

    Meus caros bolheiros, vai ser no aluguel que será travada a última batalha desta guerra…

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    • MrK 19 de fevereiro de 2012 at 13:58

      Annibal, o mercado de alugueis está divertidissimo, parece o apharteid, 2 sociedades vivendo lado a lado mas que não se misturam

      de um lado temos os alugueis tradicionais, na maioria das vezes nas maos de viuvas, profissionais liberais etc… pedindo X no imovel

      do outro lado, na MESMA RUA, temos os alugueis de predios novos, recem-entregues, nas maos dos investidores, apartamentos absolutamente semelhante aos tradicionais pedindo quase 2X

      já repararam nisso?

      Isso ocorre porque os investidores precisam de muito mais dinheiro pra ter lucro, em relação aos tradicionais, e ele se recusa a abaixar para não tomar muito prejuizo, então mantém o preço artificialmente alto, mas simplesmente não aluga, conheco 3 pessoas assim, 1a locacao zona sul do rio, NÃO alugam.

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      • Annibal 19 de fevereiro de 2012 at 14:29

        Acontece q esta última tentativa, de obter ganhos, dos investidores tem vida curta, observem que como não estão conseguindo vender, então querem pelo menos q o aluguel cubra o valor das prestações, só q nestes valores muitos não conseguirão alugar, dai a vida curta, pois além das prestações terão que pagar condomínio, IPTU,….

        Vejo isso como o ultimo suspiro que o mercado pode dar para os investidores não abrirem os olhos…

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        • Chino 19 de fevereiro de 2012 at 17:44

          Ontem passando pelo Alto da Boa Vista aqui no RJ, vi pelo menos 3 casarões com a placa “VENDO/ALUGO”… Lembrei aqui do blog na hora. Chega a ser engraçado isso, o cara está desesperado pra se livrar da bomba, tanto faz vender ou alugar, o que ele não quer é tomar mais prejuízo… E como deve estar pedindo uma fortuna tanto para vender quanto para alugar… vai ficar com a trolha….

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        • Carlos Wagner 19 de fevereiro de 2012 at 20:50

          Realmente senhores, os especialistas estavam certos. Caso a ultima batalha seja travada nos alugueis: “No Brasil a coisa é diferente!” hehe

          Não que essa diferença seja necessariamente para melhor, mas que é diferente, isso é!

          0
    • Edna Rodrigues 19 de fevereiro de 2012 at 16:29

      Concordo, mas no aluguel não vai pegar, porque o combustível da bolha não existe no mercado de locação e a renda per capita do brasileiro praticamente não aumenta desde 2010. Veja isso:
      http://www.blog.invacapital.com.br/a-bolha-imobiliaria-no-brasil-esta-mais-do-que-formada-e-entramos-na-fase-paradigma-de-precos/

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  • Cirilo 19 de fevereiro de 2012 at 14:10

    Uma coisa que ainda me incomoda é essa dado de financiamento imobiliário comprometendo 5% do PIB.

    Está clara a manobra do governo de redução da SELIC, imagino que ela abaixo de 10% pode realmente elevar esse valor de 5% para 10%~15%.

    Aí sim, o negócio ficaria feio.

    0
  • Cirilo 19 de fevereiro de 2012 at 14:11

    Uma coisa que ainda me incomoda é essa dado de financiamento imobiliário comprometendo 5% do PIB.

    Está clara a manobra do governo de redução da SELIC, imagino que ela abaixo de 10% pode realmente elevar esse valor de 5% para 10%~15%.

    Aí sim, o negócio ficaria muito feio.

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  • paulo 19 de fevereiro de 2012 at 15:18

    h t t p : / / gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=250796 dale invasão… o povo esperou a polícia se distrair e já começou

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  • suelen 19 de fevereiro de 2012 at 15:51

    “O gato subiu no telhado” foi boa!

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    • Anonymous 19 de fevereiro de 2012 at 17:40

      Na piada original é “sua avó subiu no telhado”.

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  • BOLHABRAZIL 19 de fevereiro de 2012 at 16:06

    estive procurando nos classificados ap de 3qts aqui no RJ, Barra da tijuca.
    Dai vejo no zap imoveis no london green barra da tijuca, 3qts com media de 83metros anunciados por valores entre 520 a 560 mil.
    contactei a gafisa (quem construiu) atraves do site http://www.gafisa.com.br/reservaespecial onde supostamente estariam oferecendo descontos imperdiveis e pra resumir: o corretor on-line me disse que tinha unidades sim para me oferecer com desconto imperdivel saindo na media a 650mil cada unidade!? isso após um belo desconto.
    dai questionei o motivo de tal diferença uma vez que particulares estão anunciando por 100/120 mil MENOS! que a gafisa dai ele me disse que posso fazer proposta…..
    acho que esses corretores pensam que sou otário…..pq fazer proposta num ap anunciado por 650 se tenho ofertas no MESMO CONDOMINIO a 520/560?
    sinceramente, não desejo mal a ninguém mas quero que essa raça de especuladores vão pra PQP!

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    • Anonymous 19 de fevereiro de 2012 at 23:36

      Voce poderia simplesmente falar para o corretor: Voce consegue fazer por menos do que os particulares? No caso, é o corretor que tem que tomar a iniciativa e não voce que já tem ofertas melhores.

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  • Dr. Estranho 19 de fevereiro de 2012 at 17:30

    Depois de 15min. andando pela Av. Rio Branco descrevo minhas percepções:
    – Perto dos banheiros um “caldo” de urina, vômito e cachorro quente azedo. Algo parecido com as gosmas dos filmes de terror.
    – Lixo, lixo e mais lixo e a vã tentativa de nobres funcionários públicos da Cia de Limpeza Urbana em organizar o “espetáculo de crescimento” (do lixo, claro).
    – Crianças e seus inocentes sorrisos no banho de água suja na piscina do antigo Banerjão.
    – Eficientes catadores de material reciclável.
    – Mendigos e ambulantes, mas sem entender quem é quem.
    – Bêbados, pseudo-engraçados, urinando na porta dos bancos(boa escolha).
    – Um ambiente visualmente degradante.

    – Nada para comer, ver ou beber. Nada para a alma se alegrar.

    … enquanto isso, logo ali na Sapucaí, acontece o maior espetáculo da Terra. O carnaval da “Cidade Maravilhosa”.

    Valorização garantida de imóveis na ordem de 45,53% ao ano.

    Em tempo: alguém disse que Salvador consegue ser pior do que isso. Showwwwwww.

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    • Zé Coxinha 19 de fevereiro de 2012 at 20:50

      “O carnaval é uma festa antiga que existe muito antes do Brasil ser descoberto. Era uma licença ao caos em países europeus. Permitia que escravos brincassem com seus donos, etc. Para um país como o nosso, onde o caos já reina durante o ano inteiro, o carnaval me parece um pleonasmo cívico.”

      http://papodehomem.com.br/o-que-ha-de-errado-no-carnaval/

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  • thiago fm 19 de fevereiro de 2012 at 17:51

    “Diversos antecedentes indicam que há bolha imobiliária no Brasil”

    Gazeta do Povo) – 21/12/11

    Luciano D´Agostini, doutor em economia

    A formação ou não de uma bolha imobiliária no Brasil foi um dos assuntos mais debatidos durante o ano. A preocupação estimulou comparações com o que ocorreu em países como Estados Unidos e Espanha, onde a bolha estourou. Em um curso ministrado essa semana no Conselho Regional de Eco­­no­­mia do Paraná (Corecon), o doutor em economia Luciano D´Agos­tini citou exemplos de como se forma a bolha e conse­quências.

    Para ele, há bolha imobiliária no Brasil por diversos antecedentes, um deles a melhoria da renda da população. “Mais de 30 mi­­lhões de brasileiros saíram da linha de pobreza e entraram na classe de consumo, mas houve um espírito de consumo bem maior do que de poupança. Isso auxiliou o mercado imobiliário a inflar os preços, porque o público comprou o imóvel com um custo elevado de financiamento. Ao longo de oito anos os juros caíram, mas ainda são muito elevados”, disse. Ele destacou, ainda, política monetária e taxas de juros. Confira o que mais D´Agos­­tini falou sobre o atual cenário nos principais trechos da entrevista para a Gazeta do Povo.

    Que comparação o senhor faz do cenário brasileiro com países como Estados Unidos e Espanha, que experimentam a crise no setor?
    A percepção é a mesma. Os sintomas são os mesmos. O endividamento das famílias sobre a renda é um excelente indicador. En­­quanto existe crédito na economia, retroalimenta o sistema de preços. Ao secar o crédito, com o endividamento das famílias so­­bre a renda, as chances de uma correção para baixo nos preços e/ou aumento dos salários na economia são enormes. Descartada a segunda opção, sobra a queda de preços dos imóveis. Va­­le lembrar que estouros de bolha imobiliária no Japão 1991, Estados Unidos em 2008 e países europeus em 2009 a 2011, tiveram um pouco antes de seus estouros de preços do imóveis uma taxa de desemprego em seu país muito baixa. No Brasil temos baixo nível de desemprego (é recorde no regime de me­­tas) e a grande sacada é “como o governo manterá a taxa de desemprego baixa nos próximos anos” com a falta de dinamismo da in­­dústria, um dos motores do crescimento real da economia. Progra­mas sociais, por si só, não resolvem. Deve haver crescimento econômico com desenvolvimento.

    Como o país poderia se prevenir de situação semelhante a desses países?
    Baixar rapidamente as taxas de juros, fazer um controle mais vigorosos de entrada e saída de capitais estrangeiros, investir em tecnologia de produção, tributar mais extensivamente os imóveis para venda abaixo de quatro anos de existência. No caso de investir em produtividade do capital e do trabalho, aumentaria a produtividade total do se­­tor da construção ci­­vil. Nesse caso o segmento te­­ria uma eficiência bem me­­lhor do que os pí­­fios indicadores que temos hoje.

    Como o consumidor pode en­­tender se há ou não bolha imobiliária?
    Normalmente ele é o último a entender o processo. A percepção é de que o preço dos imóveis sobe muito e os salários não acompanham o ritmo. No primeiro mo­­mento, as pessoas sofrem de ilusão monetária e euforia, contribuindo para a alta dos preços. No segundo, quando o endividamento so­­bre a renda aumenta, que é o caso atual, as pessoas começam a se dar conta de que en­­traram na “casa er­­rada” e no “mo­­men­­to er­­rado”. Também quan­­do muitas pessoas fazem co­­mentários com amigos e familiares sobre o as­­sunto é indício de que exis­­te distorção. Quanto mais pessoas falam do processo é porque a preocupação é maior e também é um bom “indicador” da situação.

    QUESTÕES ECONÔMICAS É MAIS CONFIÁVEL CRER NA OPINIÃO DE ECONOMISTAS, NÁO DIRETORES DE CRECI, SECOVI, SINDUSCON E AFINS

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    • Carlão_RJ 19 de fevereiro de 2012 at 18:20

      Essa matéria merece um post separado, não?

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    • Cirilo 19 de fevereiro de 2012 at 18:37

      Merece mesmo, o problema é que está na Gazeta.

      Se estivesse em uma Folha de SP, por exemplo, o impacto seria outro.

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      • Carlão_RJ 19 de fevereiro de 2012 at 19:10

        Sem dúvida, mas mesmo assim é muito positiva. Basta apenas um grande jornal dar uma notícia parecida com essa que os outros embarcam prá não ficarem prá trás. A irrealidade dos preços já é muito sensível para as pessoas e acredito que mais cedo ou mais tarde um grande jornal vai colocar uma matéria parecida. Falta pouco.

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  • thiago fm 19 de fevereiro de 2012 at 18:26

    Tem cara de Post mesmo. Direto e suscinto!

    “Normalmente ele[ o consumidor] é o último a entender o processo. A percepção é de que o preço dos imóveis sobe muito e os salários não acompanham o ritmo”

    Já passamos da percepção à certeza absoluta!

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  • Ploc Monster 19 de fevereiro de 2012 at 18:39

    Esse Luciano é um dos poucos economistas sensatos aqui na bananalândia, a maioria é um bando de imbecil vendido !

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  • BOLHABRAZIL 19 de fevereiro de 2012 at 18:45

    to passando o carnaval (trabalhando) numa cidadezinha no interior do NE.
    tão fazendo um loteamento aqui, o 1o. na história da cidade, terrenos de 120 metros……uns 60 lotes, ruas de terra, só a principal asfaltada. não há previsão de guarita, muros, nada pq o povo não poderia jamais pagar taxa de condominio (isso no interiorzão do brasil não existe!)
    perguntei sobre o preço e NINGUÉM soube informar. dizem apenas que é bom negócio,pra ir pagando as prestações devagarzinho (ca$h ninguem tem) e assim que começarem a a construir o preço dobra “rapidin”.
    retrato do povo: sem dinheiro, compra tudo a crédito e investimento só se for em algo tangivel (terreno, casa, boi, carro, etc..) dinheiro no banco rendendo JUROS COMPOSTOS é inimáginável para 99% dos brasileiros. não há a minima educação financeira. fora a cultura que imóvel só anda na trajetória ascendente…..
    como explicar para uma gente dessa que com os juros vão pagar o dobro e que se comprar por 10 e vender por 20 ao passo que se aplicar 10 e resgatar 13 o imovel deu prejuizo de 10 e não lucro de 20. NUNCA entenderão isso…..

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  • BOLHABRAZIL 19 de fevereiro de 2012 at 18:47

    leia-se : (…) prejuizo de 1(…)

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  • BOLHABRAZIL 19 de fevereiro de 2012 at 18:50

    ops: reescrevendo o final:

    compra terreno = 10
    venda terreno = 12

    aplicação bancária = 10
    resgate aplicação = 13

    resultado da operação: ganho de 2 no tereno ,mas perdeu 3 de juros, logo PREJUIZO DE 1.

    NUNCA ENTENDERÃO ISSO.

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  • thiago fm 19 de fevereiro de 2012 at 19:02

    aumento de renda + crédito farto + juros altos + falta de educação financeira = bomba- relógio ( ou bolha pra quem assim preferir)

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  • RMJ 19 de fevereiro de 2012 at 19:09

    Senhores,

    O gato subiu no telhado não apenas em relação ao mercado imobiliário. Pois, existe também uma bolha de crédito como já foi falado no blog. O crescimento econômico dos últimos anos está fundado na concessão de crédito farto e irresponável. Uma hora a conta chega. É uma falácia dizer que o Brasil é diferente de outros países porque aqui existe maior rigor na concessão do crédito. Sou advogado e tenho visto muitas ações de busca e apreensão de veículos fundadas na indimplência porque a análise do risco de não pagamento foi rídicula (se é que existiu). As instituições financeiras estão concedendo crédito de alto valor (para compra de veículos) para pessoas que se qualificam como autônomos e sequer indicam qual é o seu ramo de atividade. Além disso, as instituições financeiras não possuem um sistema seguro para verificar se no momento da concessão do crédito o consumidor já possui outros empréstimos, o que, por si só, compromete a análise do risco de inadimplência. Em resumo. A bomba está armada e preste a explodir.

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    • Ploc Monster 19 de fevereiro de 2012 at 19:19

      Pois é aqui em Campinas até Cobrador de ônibus que ganha 700 conto tá financiando carro zero ! Impossível esse país dar certo assim!

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  • mauricio 19 de fevereiro de 2012 at 19:36

    vejam que coincidência como foi na islandia e como vai ser no brasil:

    “http://blogdoklebers.blogspot.com/2012/02/os-pigs-islandia-e-o-brasil.html

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  • Ze Bom Dirolo 19 de fevereiro de 2012 at 19:42

    Estou procurando alguma aplicação no exterior. Alguém tem alguma informação sobre algo interessante?

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    • Cai Cai Balão 19 de fevereiro de 2012 at 21:07

      O Anonymous é bom nisso.

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      • Anonymous 19 de fevereiro de 2012 at 23:09

        Acho que não é o caso de “aplicar” em nada, mas simplesmente abrir uma conta nos EUA e deixar o dinheiro lá. É garantido até o valor de 250 mil USD (cerca de 400 mil Reais) e voce fica protegido contra uma eventual maxi-desvalorização do Real.

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        • Ze Bom Dirolo 20 de fevereiro de 2012 at 14:20

          Valeu pela dica…

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        • Ze Bom Dirolo 20 de fevereiro de 2012 at 17:36

          Com todo respeito a todos os frequentadores do blog, acho que vou abrir uma fábrica de lubrificantes em gel…..

          0
          • LAM 21 de fevereiro de 2012 at 02:51

            Pra facilitar o “rasgar em cruz”? rsrsrs…

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    • Philis 19 de fevereiro de 2012 at 21:15

      Excelente pergunta. Alguém tem dicas?? Estou pensando seriamente em tirar meu dinheiro da poupança e colocar no colchão. Tenho medo do que está para acontecer depois do Carnaval.

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      • Ze Bom Dirolo 19 de fevereiro de 2012 at 21:25

        Na verdade não acredito que vá acontecer nada depois do carnaval. Os preços tendem a cair naturalmente, tendo uma queda maior com um anúncio mais explosivo.
        Não acredito que o governo vá fazer nada com nosso dinheiro aplicado, todavia, quer queira, quer não, somos todos investidores.

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        • Ze Bom Dirolo 19 de fevereiro de 2012 at 21:29

          E devemos procurar e estudar as melhores oportunidades.
          …..
          Ixi, 21h28 do sábado de carnaval..hora de ir para farra para ver se arrumo uma mulata…haha

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        • Sol de Sampa 20 de fevereiro de 2012 at 00:07

          Um repeteco de sequestro de aplicações, ou de moeda , como o que ocorreu na época do Collor tem chance 0 de ocorrer.
          Uma maxidesvalorização…. bem em relação a que moeda? O Dollar, o Euro? Ora..quem está comandando a taxa do Dollar no mundo é a China… E com certeza ela não tem interesse em matar qualquer galinha de ovos de ouro( ou mesmo sem eles ) que sejam (ou possam vir a ser) importadores de seus produtos… Ou seja uma maxidesvalorização é pouco provavel, mesmo por que as reservas em Dollar estão altas no País.
          A grande possibilidade que se aponta é um retrocesso, parada ou diminuição de investimentos no Brasil, dependendo da fatia da economia que venha a ser sacudida pela Bolha… Entrementes, acho que sua ocorrencia será mais localizada… que atingirá em cheio os especuladores inescrupulosos que até então faziam indas e vindas entre a Bolsa e o cambio…mas que por desinformação, desconhecimento e incentivo dos espertos nesses movimentos foram apanhados pela ganância.
          Quanto a aplicar no exterior…. bem a crise na Europa não está nem de longe de ser controlada… A Guerra no Oriente Médio pode ainda atrapalhar ou alavancar a economia dos EUA… Ou seja, ainda é muito cedo, ou melhor, falta maior clareza de como serão os proximos passos na economia mundial… Mas a China tem saido praticamente ilesa de tudo isso, e isso preocupa também pois ela está tomando lugares importantes de produção…Para quem busca algo seguro, acorde, o sistema economico mundial está a um triz de ruir.. e hoje não temos nada (nem o ouro está confiavel em liquidez) para substituir os atuais lastros…
          Tanto faz seu $$$ estar aqui ou nos EUA… a m*#*#*#*#* não será muito diferente… Para menores riscos a receita é Poupança, Renda Fixa, CDB de curtissimo Prazo.

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    • Cirilo 19 de fevereiro de 2012 at 23:27

      Se você vai investir pouco dinheiro, é melhor ficar por aqui mesmo, os grandes bancos aqui do Brasil estão em condições muito melhores do que os americanos e europeus.

      Além disso tem toda burocracia, é lógico.

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  • GONÇALO BH 19 de fevereiro de 2012 at 19:52

    MRJ,
    As instituições financeiras estão concedendo crédito de alto valor (para compra de veículos)

    http://g1.globo.com/videos/minas-gerais/v/cerca-de-150-mil-veiculos-foram-emplacados-em-bh-no-ano-passado/1812300/

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  • Ze Bom Dirolo 19 de fevereiro de 2012 at 21:13

    O gato subiu no telhado e tá abraçadinho com o morcego…

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    • Ze Bom Dirolo 19 de fevereiro de 2012 at 21:39

      Bancos reservam R$ 115 bi para cobrir calotes, 21% além do valor de 2011

      Victor Martins

      Publicação: 19/02/2012 08:38 Atualização:

      A escalada da inadimplência no Brasil está obrigando os bancos a guardarem um volume recorde de recursos para cobrir o rombo deixado pelos maus pagadores — uma fortuna de R$ 115 bilhões até dezembro do ano passado. Comparado ao fim de 2010, esse colchão anticalote cresceu 21,5% e tem custado às instituições uma fatia expressiva dos lucros. Os dados do Banco Central mostram que esse montante se expande a cada dia, e mais: evidenciam que o setor privado, sobretudo o estrangeiro, é o que exige menos garantias para emprestar e, portanto, tem registrado as maiores taxas de incremento nas provisões.

      Os bancos particulares elevaram suas reservas em 25,5%, enquanto as instituições públicas aumentaram a rubrica em 14%. Na abertura entre nacionais e estrangeiros, os primeiros elevaram as provisões em 24,6% e os demais em 28,1%. Na visão dos especialistas ouvidos pelo Correio esse avanço decorre da rápida expansão do crédito em 2009 e 2010, que levou o brasileiro a um endividamento sem precedentes. Atualmente, quase 50% da renda familiar está comprometida e, agora, a fatura dessa farra dos empréstimos começou a cair no colo dos bancos. A inadimplência do consumidor está em 7,3% e, conforme mostram os dados do Banco Central, os clientes “A”, de risco quase nulo e maior poder aquisitivo, têm liderado os calotes. “É um número muito alto, mais que o dobro da média mundial”, alerta o economista Roberto Luís Troster.

      O volume de provisões é tão elevado que superou as reservas feitas em 2008, após o agravamento da crise global, para essa finalidade. Em relação àquele período, o colchão dos bancos aumentou 76,4%. Para Troster, o aperto feito pelo BC no início de 2011, que deixou mais caras algumas linhas de financiamento mais longas, aliado à elevação da taxa básica de juros (Selic), complicou ainda mais a vida do consumidor. “Aquele pacote barrou o crédito, mudou a composição das carteiras e as linhas ficaram mais apertadas. Muita gente se enrolou ainda mais”, explica. Em sua avaliação, as famílias deverão permanecer com os orçamentos estrangulados por um longo período, obrigando os bancos a manterem suas provisões altas ao menos até o fim do segundo semestre. Mesmo com um pequeno recuo, para Troster a inadimplência fechará o ano em torno de 5%

      http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/02/19/internas_economia,290379/bancos-reservam-r-115-bi-para-cobrir-calotes-21-alem-do-valor-de-2011.shtml

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  • MrJaime 19 de fevereiro de 2012 at 21:20

    O Jornal “O Popular” é o principal jornal impresso de Goiânia – GO. Na edição deste domingo (19/02/2012), a manchete de capa do jornal é:

    “Habitação: A dor de cabeça do imóvel na planta.
    1128 Queixas

    Atrasos: Clientes relatam prazos extrapolados em 19 meses

    Defeitos: Insegurança leva clientes a contratarem “inspetores”

    A compra do imóvel é o sonho da maioria das famílias. Mas vários contratos não têm sido cumpridos. Vícios antigos, como atraso na entrega das chaves e reclamação de defeitos do imóvel novo, voltam a assustar clientes. Em um ano, o número de ações cresceu 79%.”

    As matérias (sobre o assunto da capa) abrangem as páginas 4 e 5 do carderno principal. Caso algum leitor seja assinante, dá para acessar pelo site www . opopular.com.br. Caso não apareça nenhum assinante, posso transcrever as reportagens aqui.

    Entre as reportagens em questão, cito exemplos:

    – Os principais defeitos reclamados pelos mutuários – Meu comentário: O jornal dala de problemas de Rachaduras, Infiltrações, Vazamento acústico, Altura do pé direito, Aplpicação de material diverso do previsto do memorial descritivo, Falhas de impermeabilização, Nivelamento do piso, invasão do espaço aéreo e PASMEM, ATÉ MESMO METRAGEM INCORRETA

    – Problema afeta até o mercado de seguros

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    • Carlão_RJ 19 de fevereiro de 2012 at 21:24

      Olha o gato miando!!

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    • carlos 20 de fevereiro de 2012 at 10:59

      Opa, sou de gyn… e tenho ouvido falar muito de casos como esses… na verdade, todos os meus amigos que compraram na planta tiveram problemas…

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  • Philis 19 de fevereiro de 2012 at 21:24

    Gente, lendo o blog que o amigo de cima indicou, me passou uma coisa assustadora pela cabeça: de 1942 até 1994, mudamos de moeda 7 vezes. 7 vezes no intervalo de 52 anos!!!!! Só sendo muito desajustado ou não ter estudado nada de história do Brasil para entrar em um financiamento de 30 anos num país como o nosso!!!!

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    • Carlos Wagner 19 de fevereiro de 2012 at 21:25

      No Brasil, os documentos deveriam ser escritos a lápis e não à caneta.

      Como disse um economista: No Brasil, até o passado é incerto!

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    • Anonymous 19 de fevereiro de 2012 at 23:11

      Esqueceu de mencionar que o real tem somente 17 anos de idade e tem gente que toma financiamento por 30 anos!!! O Mario Henrique Simonsen que dizia “No Brasil, até o passado é incerto”

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  • Cai Cai Balão 19 de fevereiro de 2012 at 21:51

    Existem algumas alternativas aos preços praticados atualmente. Tenho pensado seriamente sobre a possibilidade de pedir transferência para o interior, adquirir um lote próximo ao centro e construir, por minha própria conta, uma boa casa.

    O grande empecílio para concretizar isso reside nas carências de infraestrutura das cidades do interior, principalmente as do Pará. Meu calo está na internet, que por aqui ainda é distribuída por empresas que compram um bom link e rateiam entre vários usuários. Também penso na educação dos futuros rebentos. Se na capital, Belém/PA, a educação já não é essas coisas, imagine no interior?

    Hoje ouvi um relato preocupante, que demonstra a pobreza da construção de argumentos dos irresponsáveis negociantes de imóveis da capital paraense. Para fundamentar a constante valorização, diante de proprietários de um apartamento recém adquirido, o corretor falou sobre o “Wave”, empreendimento por demais referido nos comentários desse blog, localizado em Copacabana.

    O interdiador falou que em Copa, imóveis como essa eram negociados a R$40.000,00/m² e os apartamentos no melhor de Belém (Umarizal) ainda tinham muito a valorizar, pois são negociados por “apenas” R$7.000,00/m². Só faltou falar em Ricardo Amorim e o metro quadrado de Mônaco.

    O mito da valorização eterna está mesmo arraigado na consciência dos que optaram por ignorar a história recente. Argumenta-se: “aqui é diferente” e, é impressionante, mas ainda cóla. Ainda bem que posso me refugiar por aqui, pois se não tivesse com quem dividir essas angústias, provavelmente não teria bons argumentos para estar distante da manada.

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    • xyz 19 de fevereiro de 2012 at 22:45

      Em Umarizal o esgoto ainda corre na sarjeta, como era no tempo em que lá morei?
      Pelo menos em Copacabana não tem esgoto, só fezes de cachorros por todas as calçadas, quando o morador esquece de colocar o sabão em pó.

      Na minha cidade usam o mesmo argumento, comparam com Copacabana e dizem que ainda há muito a valorizar.

      O mais impressionante é que tem otário que “cai”.

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      • Cai Cai Balão 19 de fevereiro de 2012 at 23:08

        Olha, o que você chama de esgoto na sarjeta, eles chamam de “Doca”. As pessoas estacionam seus carros na ciclovia, abrem o porta-malas e bebem cerveja ao som do tecnobrega, tudo isso na beira da vala (um canalzão que transborda quando a maré sobe). É o local mais valorizado da cidade, creio que por conta da farta oferta de serviços e proximidade com supermercados, farmácias e padarias. Apesar de tudo isso, parece ser o lugar mais bonito (urbanizado) da cidade, mas nada que justifique os R$7.000,00/m².

        Belém é uma cidade repleta de novos ricos, gente com muita grana e pouca (quase nenhuma) educação. O brasileiro médio aqui demonstra a sua pior face: as pessoas compram carrões às vésperas das férias de julho, época da nosso verão em que o sol dá o melhor de si, a desfilam com seus novos possantes numa praia em Salinópolis. Quando não perdem seus carros pra maré, que por vezes sobe de repente, os deixam levar pelas ordens de busca e apreensão, exaradas alguns meses depois.

        A esse respeito, vejam “http://www.youtube.com/watch?v=6nzclNuPmvY&feature=related” e “http://www.youtube.com/watch?v=2SACbXQelNc”.

        É triste, mas é justamente esse comportamento que distorce o mercado e prestigia aquisições irresponsáveis, somente possíveis em razão da farta concessão do crédito.

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        • xyz 21 de fevereiro de 2012 at 13:29

          Conheço algumas cidades do interior (Santarém, Altamira, Paragominas – vulgo Paragobalas – Itaituba, Parauapebas, Marabá – vulgo Marabalas) e lhe digo que não gostaria de morar em nenhuma delas, apesar da natureza exuberante, a infraestrutura e a violência as tornam proibitivas.

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  • Andre 19 de fevereiro de 2012 at 22:14

    Sinal dos tempos. Ano passado não haviam apartamentos disponíveis no meu prédio. A localização dele é ótima, porém com apartamentos de 1 e 2 quartos, perfil basicamente composto de idosos, e jovens solteiros ou recém casados.
    Estou saindo do apartamento pois consegui negociar outro num valor razoável e com mais infra estrutura, maior, enfim…Conversando com o pessoal da portaria, me contaram que já são 7 aptos com o meu que estão vazios, isto em um intervalo de 1 ano. Com o vencimento de vários contratos (como o meu) o preço que estão pedindo aqui está totalmente absurdo, visto que o prédio não dispõe de nada além da ótima localização e um salão de festas antigo.
    Quase 10% dos aptos estão vazios. Quero ver agora, os donos competirem, reformando aptos antigos (prédio 20 anos) e mantendo este preço!!

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    • aiwww 19 de fevereiro de 2012 at 22:21

      Andre, poderia informar a localização?

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  • Tiago 19 de fevereiro de 2012 at 22:59

    Excelente tópico e obrigado por postar a matéria!

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  • Tiago 19 de fevereiro de 2012 at 23:02

    Apesar de alguns acharem um pouco insipiento para mim essa reportagem foi uma forma honrosa de dizer: “A coisa tá preta”

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  • Tiago 19 de fevereiro de 2012 at 23:03

    Apesar de alguns acharem um pouco insipiente para mim essa reportagem foi uma forma honrosa de dizer: “A coisa tá preta”

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  • Guerreiro da Luz 19 de fevereiro de 2012 at 23:59

    Prezados,

    Hoje veio à minha porta uma proposta “irrecusável” de um corretor que há muito vinha me oferencendo seus produtos e a quem já havia falado que acreditava em queda dos preços e que ele so deveria me procurar caso encontrasse uma oportunidade.
    O que ele trouxe foi uma casa em um condomínio fechado, na melhor praia de pernambuco, quiça uma das melhores do Brasil (Muro Alto – Porto de Galinhas). A casa tem 110 m2, três suítes e uma piscina privativa. Fica num dos melhores condomínios, finalizado em 2009.
    A região está em franco crescimento em razão da construção do Porto de Suape.
    Há uma série de resortes prontos e em contrução. A pedida por bangalôs beira mar é de 1.200k. A questão é a seguinte: A casa está sendo vendida por 600k.
    O ponto positivo é que facilmente locada (uma já passei diversos feriados em uma das casas desse condomínio) Diário de R$ 500,00 a R$ 1000,00 a depender da temporada. (não consegui aluga-la no carnaval, em razão da procura).
    A pergunta: sei que o preço está mais em conta, levando em conta a pedida dos empreendimentos novos. Todavia, ainda penso: será que não é melhor aguardar cair mais? será que pode cair em patamares inferior ao que está pedindo? minha esposa fez uma conta rápida e chegou à seguinte conclusão: se alugarmos 20 dias em janeiro e 20 em fevereir – o que não é nem um pouco difícil de fazermos -, já alcançariamos 20k, por baixo. O resto do ano poderiamos usurfruir.
    Mas penso: Será que já é o momento? Gostaria que os colegas opinassem, levando em conta a velha questão: no nordeste a bolha tende a estourar mais tarde. Será?
    Aquele abraço.
    Guerreiro da Luz

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    • aiwww 20 de fevereiro de 2012 at 01:17

      Se é possível ganhar tanto dinheiro com esse imóvel, qual seria o motivo que levou uma pessoa a querer vender esse casa? Aqui no Rio, em Búzios, que recebe cruzeiros e milionários de todo o mundo, a diária gira em torno de R$350,00 na alta temporada. Em 60 dias seria possível ganhar R$21.000,00. Se deixar de alugar por 10 meses ao ano, você estaria deixando de ganhar R$15.000,00 se tivesse aplicado o dinheiro na poupança. Se for pegar empréstimo seu prejuízo seria bem maior, isso sem acrescentar os gastos com condomínio e manutenção do imóvel.

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    • Anonymous 20 de fevereiro de 2012 at 03:14

      Convertendo de Real para DINHEIRO, temos cerca de 350 mil USD. Por 150 mil USD, voce compra uma casa maior na Florida, perto da praia e perto do aeroporto, em Sarasota por exemplo. Portanto, sobram 200 mil USD. Entretanto, a Florida está longe, mas podemos comprar usando uma estimativa do custo da viagem de ir até lá e voltar. Todas as outras despesas podemos supor equivalente entre “Porto da Galinhas” e Florida.

      Para viajar até a Florida, ida e volta, voce vai gastar cerca 1000 USD. Portanto, com os 200 mil USD RESTANTES daria para viajar 200 vezes. Se voce viajar 2 vezes por ano, tirando férias no verão e no inverno, vai demorar 100 anos para gastar o equivalente com o que voce vai gastar comprando essa casa no “Porto das Galinhas”.

      Pode ser que a medicine avançe muito nas próximas décadas e voce viva 100 anos A MAIS do que tem agora. Pode ser que não e nesse último caso é melhor comprar na Florida mesmo.

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    • Ze Bom Dirolo 20 de fevereiro de 2012 at 15:17

      A resposta é simples. Se o valor do imóvel fosse 700k faria muita diferença para você? Se não fizer, compre.

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    • Cai Cai Balão 20 de fevereiro de 2012 at 15:27

      Acho muito arriscado tranformar isso aqui num balcão de consultoria. O papel do blog é reunir dados, mas continua a máxima quanto à tomada das decisões: é cada um por si. Essa recomendação tem por escopo prevenir que, depois, venham loucos como o BOLHISTA33 e outros corretores-analfabetos-falidos, reclamarem que fizeram mau negócio por nossa causa.

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      • Ze Bom Dirolo 20 de fevereiro de 2012 at 16:37

        Eu quis dizer o seguinte: só compre se você for rico ou tiver com muito dinheiro sobrando.
        Mas você está certo. Um desinformado pode não entender a mensagem subliminar.

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        • Cai Cai Balão 20 de fevereiro de 2012 at 19:01

          Mas, cá entre a gente, 600k numa casa de veraneio? O Guerreiro deve estar numa situação invejável, morando num excelente imóvel. Se não vai fazer falta nenhuma, realmente, convém seguir seu primeiro conselho…

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          • Guerreiro da Luz 20 de fevereiro de 2012 at 23:29

            Prezados,

            De início, agradeço os que fizeram suas ponderações. Agora desculpo-me se distorci as intenções do blog. Mas vejam: meu relato pode ser tomado como mais um dentre tantos que comprovam a tese do blog “bolha estourando/desinflando”, pois, como dito, os valores da localidade excedem o que está sendo cobrado pelo imóvel ao qual me referi.
            Em todo o caso, ao mesmo tempo em que registro meus agradecimentos aos que se posicionaram, também desculpo-me caso tenha utilizado indevidamente este espaço. ok?
            Para esclarecer, digo que o interesse na compra é porque, como dito, o condomínio é beira-mar (esse tipo é escasso) e o estado em que vivo – Pernambuco -, passa por situação delicada. Explico: A chegada de divesos empreendimentos, fez com que viesse para cá diversos tipos de profissionais, sendo muitos deles excelentemente remunerados. Boa parte vem do RJ, SP e do sul do pais. Esses profissionais, acostumados com os preços de suas cidades, encontram por aqui apartamentos de primeira linha, em bairros nobres e de 180 metros vendidos por 750k e simplesmente compram. Não sabem eles que há tres anos isso se comprava por 400k.
            Como exemplo, digo que tinha dois imóveis locados para funcionários da Petrobras (remuneração entre 10 e 20k). Passaram exatos um ano no ap e, simplesmente, tornaram-se proprietários de Apts nos valores de 700k, com tamanho de 170m. Para virem trabalhar aqui eles recebem uma BOLADAAAA, compram a vista ou financiam pouco e inflam bastante o mercado.
            Sempre que conversamos com corretores o papo é mais ou menos o seguinte: vs acha caro? os cariocas e paulistas tão coomprando, compram tudo à vista!! Ahahhah, vc acha que a praia que te apresento é distante porque vai passar 2 horas no transito? os paulistas tão acostumado a pegar transito de 4 horas para ir à praia e vão cair de pau nesse lançamento!!
            O pior de tudo é que isso acaba mesmo acontecendo. Nessa praia sobre a qual falei, semana passada foi lançado um empreedimento chamado “nui” (quem quiser pesquise no google), em que todos os bangalôs foram vendidos no mesmo dia do lançamento: tudo por valores superior a 1000k.
            Quanto ao interesse na compra, acho que é o mesmo de muitos: sei que ainda está caro, mas sinto vontade de viver, viver bem, tenho crianças 03 (três) que querem passear na praia (praia boa) e, além de me sentir cansado em esperar pela baixa dos preços, também sinto-me receoso com a situação local, que acredito possa não ser a mesma do sul e sudeste do pais, pois ainda vejo esse tipo de coisa: vendas esgotadas num único dia!
            Enfim, tomem isso, desta vez, apenas como relato do mercado local, inflando ainda e, sobretudo, em razão do alto poder aquisitivo da população imigrante. Mas, como dito, não sei a razão, mas já começam a aparecer imóveis com preços “atraentes”, se comparados com o que é cobrado pelas construtoras.
            Mas vejam, são apenas relatos, não há necessidade de me mandar rasgar em cruz. Eeeheheheh.

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            • Cai Cai Balão 21 de fevereiro de 2012 at 12:11

              Guerreiro, sei bem do que você está falando. Sou filho da terra e igualmente grato aos investimentos atraídos pela gestão Eduardo Campos. Pernambuco cresceu muito, em virtude das empresas sediadas em Suape e, mais recentemente, pelas obras no interior e FIAT, em Goiana.

              Fui vítima desse desenvolvimento, entretanto. Sou servidor público desde que ainda era universitário e a minha renda simplesmente não acompanhou o custo de vida recifense. Paguei R$800,00 de aluguel por mais de um ano, num apartamento de 43m² e, ao término do contrato, o proprietário queria dobrar o valor, pois havia unidades no mesmo prédio alugadas a R$2.000 (fora o condomínio, na faixa de R$400,00). Quando fui nomeado para assumir outro cargo, em Belém/PA, acabei sendo forçado a vir em virtude da diferença da remuneração e do alto custo de vida em Recife.

              No início de 2009, me deparei com a oportunidade de adquirir um bom apartamento de 110m², na esquina da Navegantes com Dom José Lopes (atrás do Edf. Castelinho) por R$130.000. Hoje, já ouço dizer que pedem R$350.000 em apartamentos no mesmo prédio. O que justifica essa alta toda? Será mesmo os cariocas da Petrobrás, Camargo Correia e etc, que vieram do Rio e querem torrar tudo nos imóveis de Recife e RMR?

              O argumento é forte, mas em virtude de sua origem (corretores) já merece ser marcado como suspeito. Se houver mesmo uma bolha – e tudo indica que há – seu efeito pode vir a ser simultâneo, não tem essa de “no NE não chega” ou “chega depois”.

              Agora, como bem disse Ze Bom Dirolo, se essa grana não vai te fazer falta e você pode dela dispor sem maiores comprometimentos, vai fundo e compra pensando nos teus filhos. Se o papo é investimento, talvez seja melhor esperar.

              Reiterando: não nos responsabilize por futuras altas. Evite ser “rasgado em cruz”, hehe.

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  • Elias 20 de fevereiro de 2012 at 00:26

    Também li essa matéria “Bancos se preparam para mais calotes”, do Correio Brasiliense de 19/02.

    Interessante notar que há uns 6 meses a inadimplência vêm crescendo, mas nas matérias de jornal sempre há aquela frase otimista no final – “mas vai melhorar”.

    De fato, o brasileiro é o povo mais otimista o mundo. E o menos realista.

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    • Elias 20 de fevereiro de 2012 at 00:35

      Chamou minha atenção essa parte:

      “conforme mostram os dados do Banco Central, os clientes “A”, de risco quase nulo e maior poder aquisitivo, têm liderado os calotes. “É um número muito alto, mais que o dobro da média mundial”, alerta o economista Roberto Luís Troster.”

      e essa: “Atualmente, quase 50% da renda familiar está comprometida…”

      Os bancos só liberam financiamento se a parcela comprometer 30% do orçamento. E agora, como vamos financiar os imóveis que ficarão prontos este ano?

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      • Leo 20 de fevereiro de 2012 at 01:37

        E o pessoal que ja comprou e esta vendo 50% (financimento+carro+etc..) da renda familiar indo direto pro pagamento das dividas… e se esse pessoal parar p/ fazer contas e entender que dos 50% da divida, 35% (chute) sao juros… e se o preço dos imoveis comecar a recuar? Sei nao hein… acho que aqui nao sera diferente.

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  • thiago fm 20 de fevereiro de 2012 at 00:59

    Antes que alguém me diga que cometi algum erro técnico (muito provável), quero lembrar que sou de Humanas, mas resolvi brincar com um pouco de lógica e matemática, sem maiores pretensões…

    Equação de mercado:

    CAPACIDADE DE COMPRA = { Tempo[Reajuste(Renda) – Inflação(Gastos)] + (Crédito + Poupança) }

    A demanda, na minha opinião é determinada pelo potencial de consumo do mercado ou aqui chamada de CAPACIDADE DE COMPRA. Sendo assim:

    DEMANDA = CAPACIDADE DE COMPRA

    Num mercado digamos saudável o PREÇO = DEMANDA / OFERTA. Quanto maior a demanda maior o preço e vice-versa.

    Logo,

    PREÇO = CAPACIDADE DE COMPRA / OFERTA

    Conclusão:

    Se a CAPACIDADE DE COMPRA DO CONSUMIDOR < OFERTA, O PREÇO também diminui. Se não diminui costumamos chamar de BOLHA! Isso não sou só eu que estou dizendo…É a MATEMÁTICA, A LÓGICA, A ÁREA DE HUMANAS E O BLOG INTEIRO!

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    • Sol de Sampa 20 de fevereiro de 2012 at 01:24

      Thiago, realmente não precisa ser matematico… O que vc colocou tem o cunho de logica de mercado, a matematica aí vem só como instrumento de que 2 e 2 devem ser 4… Mas os espertos estão querendo empurrar que 2 e 2 é 22 … e aí os desavisados, mal informados e principalmente inescrupulosos acham que são os donos da cocada preta…

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    • Sol de Sampa 20 de fevereiro de 2012 at 01:27

      Thiago, realmente não precisa ser matematico… O que vc colocou tem o cunho de logica de mercado, a matematica aí vem só como instrumento de que 2 e 2 devem ser 4… Mas os espertos estão querendo empurrar que 2 e 2 é 22 … e aí os desavisados, mal informados e principalmente inescrupulosos acham que são os donos da cocada preta… Mas preta é a cor da perda que vão ter….

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    • Cleyton 20 de fevereiro de 2012 at 11:03

      thiago, crédito e poupança também devem estar em função do tempo, pra mim a bolha é fundamentalmente de crédito que é das quatro variáveis justamente a mais pesada.

      Outra coisa que é importante é que três delas apura-se mês a mês, mas o crédito concedido antecipa um trabalho futuro que ainda não foi realizado (e que deverá obrigatoriamente ser realizado para quitá-lo), isso implica uma perda efetiva do poder de compra pela redução do rendimento do salário comprometido.

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  • aiwww 20 de fevereiro de 2012 at 01:39
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  • aiwww 20 de fevereiro de 2012 at 01:45

    Pessoal, busquem por Bolha Imobiliária brasileira no Facebook.

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  • MrK 20 de fevereiro de 2012 at 06:03

    Especial pro advogado que comentou mais acima sobre a bolha de credito, vejam que a inadimplencia de veiculos DOBROU ano passado…

    E vejam como os bancos estrangeiros nao entendem nada de Brasil, sao eles que estao tomando os calotes, eles realmente nao entendem nada de banania, como dizia tom jobim: Brasil nao e’ para amadores..

    Agora me digam: Com muita divida e calote, a economia desacelera, com isso vende-se menos, com isso lucra-se menos, com isso cortes ocorrem, e quem se endividou por 30 anos achando que teriamos 30 anos de prosperidade??

    —————————————————————-

    BRASÍLIA – Os bancos estrangeiros que atuam no País puxaram a alta da inadimplência no ano passado. O valor das dívidas atrasadas nestas instituições cresceu 45%, mais que o dobro do registrado pelo setor financeiro público no mesmo período.

    Segundo dados do Banco Central, os estrangeiros amargam calote de R$ 17,7 bilhões, praticamente o mesmo valor das prestações em atraso nos bancos estatais (R$ 17,8 bilhões).

    A diferença é que os públicos têm uma carteira de empréstimos que corresponde a duas vezes e meia o valor emprestado pelas filiais brasileiras de bancos com sede no exterior.

    O índice de inadimplência, que corresponde às dívidas com atraso superior a 90 dias, passou de 4,1% dos empréstimos, no final de 2010, para 5% das dívidas dos clientes de bancos estrangeiros. O Santander, a maior dessas instituições no Brasil, registrou aumento de 3,9% para 4,5% na inadimplência em 2011.

    Nos públicos, a taxa se manteve em 2% no ano passado. O Banco do Brasil, por exemplo, registrou queda no indicador (para 2,1%), enquanto a Caixa Econômica Federal manteve praticamente o mesmo nível de atrasos do final de 2010 (2%).

    Os bancos privados nacionais registraram aumento de 4% para 4,6% no indicador. Em valores absolutos, os atrasos cresceram 34%, abaixo do registrado nos estrangeiros e acima dos públicos.

    Pé no freio. O analista de instituições financeiras da Austin Rating, Luís Miguel Santacreu, diz que os bancos com sede fora do País reduziram pelo segundo ano sua participação no mercado de crédito.

    Segundo o economista, na medida em que a carteira de crédito cresce mais lentamente, ganham peso operações mais antigas, com maior risco de inadimplência.

    “Os bancos estrangeiros estão mais retraídos por conta da crise, mas se eles tiverem autonomia para crescer no Brasil, principalmente em linhas como consignado e carros novos, esses índices podem melhorar neste ano”, afirma.

    Santacreu diz ainda que a decisão do Banco Central de incentivar os bancos a retomarem as operações de compra e venda de carteiras de crédito deve contribuir para uma melhora nesses indicadores. “Isso pode melhorar o perfil da carteira dos estrangeiros, que são tradicionalmente compradores e vendedores de crédito.”

    Gustavo Schroden, analista do BES Securities, diz que 2011 foi um ano ruim em termos de inadimplência para todas as instituições e que os bancos públicos tiveram indicadores melhores por conta do peso de empréstimos imobiliários e do consignado, linhas com menor nível de atrasos, em suas carteiras.

    Para ele, em 2012, os bancos devem privilegiar essas linhas que são menos rentáveis, porém menos arriscadas. “Depois do que aconteceu em 2011, essa política mais conservadora dos bancos públicos vai ser uma tendência para todas as instituições”.

    Para o economista, isso deve significar também redução no crescimento do crédito para empresas de menor porte e nos financiamentos de veículos. Essa última modalidade, por exemplo, registrou no ano passado o dobro da inadimplência do final de 2011. Isso explica o aumento dos atrasos nos bancos de montadoras, que também respondem por parcela significativa do crédito de instituições estrangeiras no Brasil.

    “Veículos é um segmento mais arriscado, porque é a primeira prestação que o cidadão deixa de pagar quando tem um problema financeiro”, diz o economista.

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    • Ratinho 20 de fevereiro de 2012 at 08:29

      Crédito para financiar veículos em 2011 foi de R$ 200,6 bilhões, com prazo médio de 41 meses, 2010 o valor foi um pouco menor. É um período curto, com juros altos e ainda vêm ipva, seguro, manutenção, combustível, etc. Junte-se a isso o financiamento imobiliários, carnê das casas bahia, cartão de crédito, escola…

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    • Orozimbo 20 de fevereiro de 2012 at 09:32

      A inadimplência de veículos não é preocupante porque o crédito para a compra desses bens em relação ao PIB é ínfima. No Zimbábue antes da Guerra do Congo a proporção era muito maior. É duro ver essa gente que torce contra o Brasil…

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      • Cleyton 20 de fevereiro de 2012 at 10:47

        Orozimbo, meu caro, então você acredita que é só questão de torcer a favor e nos compara ao Zimbábue!

        Você acredita também que inadimplência é questão de torcida (pra conseguir pagar)?

        Pena que não temos mais a campanha “doe seu ouro para o Brasil”, seria interessante encontrar alguém que participou dela (já deve estar bem velhinho!) e perguntar se ainda torce a favor.

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        • suelen 20 de fevereiro de 2012 at 10:54

          Vc acima percebeu a ironia no post anterior ao seu, né?

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          • Cleyton 20 de fevereiro de 2012 at 11:05

            Acho que não, hehe, desculpa aí.

            0
          • Orozimbo 20 de fevereiro de 2012 at 11:40

            Só a sensibilidade feminina mesmo pra revelar certos fatos…

            0
            • Raposão 20 de fevereiro de 2012 at 14:11

              IRONIC ON!

              TIRIRICA, parlamentar legitimamente bananense, se não fosse brasileiro, seria cidadão do Zimbábue!

              Célebre frase do famoso pralamentar (sic) comediante:
              (…) pior do que tá, não fica!
              Fica sim, ainda tem PIB à la Zimbábue pra alavancar!

              Raposão, acompanhando o carnaval bananense e axando tudo exótico (vai ver, desacostumei).

              0
      • RMJ 20 de fevereiro de 2012 at 10:59

        Orozimbo,

        Não torço contra o Brasil. Muito pelo contrário, pois todos seremos afetados quando os excessos praticados pelo mercado forem corrigidos. Ao final a conta será paga por todos nós, como já ocorreu, por exemplo, no final do milagre econômico brasileiro dos anos 70, após o insano congelamento de preços feito em meados dos anos 80, depois do famigerado confisco de valores depositados em bancos ocorrido no governo Collor (que felizmente não pode mais ser feito por medida provisória, conforme artigo 62, §1º, II, da CF) e após a maxidesvalorização do real ocorrida em 1999. Quanto à sua análise sobre o excesso de crédito, ao mer ver, há uma falha, já que você desconsiderou o fato de que as pessoas compraram e estão comprando inúmeros outros bens a crédito e não apenas veículos.

        0
        • MrK 20 de fevereiro de 2012 at 11:10

          Ao encontrar uma pessoa bebada na rua, trocando as pernas, chegam 2 grupos de pessoas

          O primeiro diz: Deita ele no chao e deixa descansar, vai ter uma ressaca forte, mas e’ necessario pro seu organismo se reestabelecer

          O Segundo diz: Que isso!! De mais bebida…vai postergar a ressaca, enquanto tiver bebendo nao tem ressaca e ele pode continuar feliz e dancante

          qual desses 2 grupos esta verdadeiramente torcendo a favor e contra o bebado?

          bebado = brasil ; credito excessivo = alcool

          0
          • Orozimbo 20 de fevereiro de 2012 at 11:23

            Eu torço para essa bolha estourar logo! Acho que os colegas estão muito sérios e não entenderam a ironia do meu post…

            0
  • MrK 20 de fevereiro de 2012 at 07:44

    Essa noticia (bancos estrangeiros tomam o dobro do calote) e’ preocupante… estou morando fora, vendo apenas canais estrangeiros, e noto como todos tem uma visao irreal do Brasil, todos dizem pra investir la, ninguem fala de bolha, falam como se o pais estivesse proximo de virar estados unidos ou europa, em termos de infra e servico, e’ surreal!!! Eles tambem falam de nossos politicos como se fossem bons, eles acreditam em nossos indices de inflacao… socorro… por isso eles sao mais frouxos e emprestam de qualquer jeito, confiam na honestidade do povo,

    Eles so vao aprender na base do CALOTE mesmo!! O Brasil nao e’ para amadores!!!!

    Infelizmente isso esta postergando a bolha estourar, enquanto os gringos estiverem sob o efeito da caipirinha, jogando credito aqui, vai ser complicado… nao estou falando de mercado imobiliario somente nao, to falando em geral…

    0
    • Cirilo 20 de fevereiro de 2012 at 13:40

      MrK, em qual país você está morando?

      0
    • Raposão 20 de fevereiro de 2012 at 14:23

      O alemão é um povo crédulo (isso mesmo?)… mas quando se fala em “coisas simplórias” (pra um brasileiro simples), tipo golpe do paco, do cadeado derretido, do chip pula-pula carregado por orelhão até em coisas mais elaboradas, tipo calote programado, superfaturamento em licitações… eles até se espantam. Os mais precavidos pedem até “conselhos”.

      Pode parecer alguma espécie de preconceito, mas quem viveu de fato na selva tropical urbanizada sabe o que é isso, infelizmente.

      Como diria VINICIUS DE MORAIS e lembrado quase como senso comum:
      O Brasil não é pra amadores.

      0
  • Andre da Bolha de Plastico (Para evitar Homonimos) 20 de fevereiro de 2012 at 09:08

    Mais uma hilaria noticia para justificar o injustificavel – não sei se rio ou choro? Tem que pegar uma jornalistas destas e enfiar a cabeça dela na privada pois esta noticia é de quem tem Me r da na cabeça.
    h t t p ://www1.folha.uol.com.br/mercado/1051016-brasileiros-ja-alugam-suas-casas-para-copa.shtml

    0
    • Thiago 20 de fevereiro de 2012 at 11:30

      Mais uma notícia da série “tem idiota pra tudo nesse mundo”

      Mas vai ser divertido algum desses locatários voltando e encontrando o apartamento destruído

      0
      • Muca CG Muita Treta 20 de fevereiro de 2012 at 12:44

        Isso aí tá parecendo São Thomé das Lestras. Nessa cidade, os habitantes alugam as casas para os visitantes, que geralmente destroem tudo. Eu sei porque já fui adolescente e aluguei uma casa dessa em turma. Eu pessoalmente não quebrei nada, mas já os amigos que estavam comigo…

        0
      • Cirilo 20 de fevereiro de 2012 at 13:34

        Não é bem assim, normalmente você tem que deixar alguma garantia, como um cheque calção.Se você danificar qualquer coisa o cheque é descontado.

        Estava olhando algumas acomodações em Londres, e o valor normalmente gira entorno de £15.000!

        0
        • Paulo Rocha 20 de fevereiro de 2012 at 14:25

          £15,000.00!!!!!! Não é meio alto de mais esse valor? Tem talvez sai um zero a mais, não? Você não quiz dizer £1,500.00?

          0
          • Cirilo 20 de fevereiro de 2012 at 15:34

            Não, são £15.000 mesmo, isso é para proteger os donos dos imóveis.Caso esteja tudo OK na saída, você recebe 100% do valor de volta, sem problemas.

            Não que isso seja uma lei, muito menos esse valor é fixo.Mas dos apartamentos que andei pesquisando para as Olimpíadas, a maioria das garantias giram sim entorno desse valor.Caso você seja estrangeiro tem que fazer o depósito do dinheiro na conta da imobiliária, caso você danifique ou quebre o apartamento, o prejuízo será contabilizado e abatido do seu depósito e o restante devolvido.

            De certo modo concordo com essa política, como o pessoal aí falou, muita gente nem se importa e saí depredando os imóveis alugados por temporada, então ao estipular isso, os proprietários acabam inibindo o espírito de bananense de certas pessoas.

            0
  • MrK 20 de fevereiro de 2012 at 09:24

    Sabem aquele comportamento de quem perdeu na bolsa, se afundou, comprou o papel a R$50 e o papel foi a R$20 mas fica falando “nao vendo! Enquanto nao recuperar nao vendo! Morro com o papel mas nao vendo!!!!”, mesmo sem qualquer perspectiva a pessoa prefere morrer sentada no papel em vez de usar o dinheiro pra tentar recuperar em outra acao ou ate mesmo tesouro… realizar prejuizo JAMAIS!!!

    E’ mais ou menos essa mentalidade que esta povoando os propietarios de imoveis encalhados, como alguem disse que em algum momento aquele imovel valia X, ele nao vende por menos de X, ele deixa fechado, morre abracado com o imovel, mas nao vende, prefere perder dinheiro todo o mes, prefere ficar sem liquidez, o que for, mas a sensacao de “perder” em relacao ao pico ele nao suporta, de dizer pros outros que poderia ter vendido por tanto e vendeu por menos, ah nao, nao admito!!!

    Vamos ver ate quando isso vai durar…

    0
    • Sir Income 20 de fevereiro de 2012 at 11:22

      Mrk,

      Tenho visto alguns prédios novos com placas de vende-se. Me ocorreu o seguinte pensamento. A construtora vendeu alguns apartamentos que viabilizou a construção e agora ela tem tempo para vender os demais. Estão tentando vender o mesmo imóvel com 150% do valor de 3 anos. Quanto tempo eles tem para vender este imóvel? Quanto tempo demorará para a inflação subir 150%? Se subir muito rápido, é motivo para aumento do valor do m². Se a inflação não subir, os imóveis de investidores serão entregues. A partir desse momento, o problemas começam: IPTU, condomínio e passar financiamento para o banco.

      Pelo tanto de imóveis usados vazio, eu ainda acredito que o brasileiro que investe em imóvel não sabe calcular o custo de oportunidade do imóvel vazio. Para piorar, o fipe-zap induz uma valorização perpetua acima do CDI. Além dos imóveis serem o investimento da moda.

      Abraços,
      Sir Income

      0
    • Thiago 20 de fevereiro de 2012 at 11:27

      Sensacional

      A diferença com as ações, é que a liquidez com ações, logicamente, é muito mais alta

      Ou seja, a hora que o desespero bater, ou vende o ap com muito desconto ou fica com o pepino

      E é lógico que quando quiser vender, vai ter mais 10 “investidores” competindo em preço

      E ação não paga iptu, não deprecia, etc

      0
    • Carlos Wagner 20 de fevereiro de 2012 at 11:56

      Um agravante muito importante a essa tipica irracionalidade brasileira ao fazer negocios é o fato de que, praticamente, ninguem está levando em consideração o fato da inadimplecia estar subindo assustadoramente e como consequencia disso o crédito vir a secar.

      Se isso acontecer, ninguem mais terá dinheiro para comprar nem mesmo panetones, quem dirá imoveis.

      Se eu fosse um especulador, venderia correndinho!!!

      0
    • Cirilo 20 de fevereiro de 2012 at 13:30

      Aí que está, conheço muita gente que tem esse tipo de pensamento.E realmente não realizam prejuízo de nenhuma maneira, mesmo que acabem perdendo muito dinheiro, mas muito dinheiro mesmo.

      Isso pode ser um dos fatores que poderá alongar ainda mais essa bolha, o sujeito não toma decisão pautada na razão.Ele segura um prejuízo violento, mas não aceita vender o apartamento por menos para alguém, que para ele estaria pegando seu dinheiro.

      0
      • Cai Cai Balão 20 de fevereiro de 2012 at 14:08

        Talvez isso leve os inventários a realizar esses prejuízos…

        0
        • Cai Cai Balão 20 de fevereiro de 2012 at 14:18

          *realizarem

          0
          • augusto 20 de fevereiro de 2012 at 15:11

            É isso ai Cai Cai Balão, seus herdeiros arcarão com o prejuizo e o antigo proprietário aonde quer que esteja ficará amargando tudo que deixou de aproveitar com a venda. Mas um dia o dito e considerado pelo ex como prejuizo será realizado e alguem irá pegar a grana do defunto. Ficará ainda mais bravo sabendo que o inventário fica uma boa quantia em dinheiro com advogados e cartórios.
            KKKKKKKKKKKKKKKKKK

            0
            • Cai Cai Balão 20 de fevereiro de 2012 at 15:18

              O brasileiro, só pelo fato de ter nascido na Banânia, já vem ao mundo teimoso. Passa a vida inteira ouvindo dos velhos – que “apuraram” a teimosia – falar que imóvel nunca desvaloriza. A teimosia aliada à ignorância dá nisso: o inventário judicial servindo de palco à realização dos prejuízos.

              Não acredito que isso venha a adiar o estouro da bolha, tampouco a impulsioná-la, quando a velharia resolver morrer de uma só vez. Acho que o interruptor para o estouro está nas construtoras, que fará desleal concorrência com os “investidores”.

              0
    • augusto 20 de fevereiro de 2012 at 15:15

      Creio que existem mesmo muitos energúmenos que nunca ouviram falar que : errar é humano, mas persistir no erro é burrice

      0
  • RMJ 20 de fevereiro de 2012 at 11:09

    Mrk,

    Apenas para registrar, ressalto que você faz uma excelente análise sobre os fatos econômicos (especialmente sobre a bolha imobiliária) de forma suscinta e clara. Parabéns!

    0
  • @xologo... 20 de fevereiro de 2012 at 11:27

    Para mim o crescimento da inadimpelncia é o que faltava para reverter o que entendemos hoje como boom economico . Primeiro vem o consumidor , que perde seu poder de compra (fato negativo, porem o cidadão ainda esta empregado e consegue rolar), caindo o consumo vem o calote do Setor produtivo, (como sempre, o governo só vai socorrer as grandes coorporações) que tem de ajustar custos e manda o cidadão que está endividado pra Rua , alimentando todo sistema em queda, retornando milhoes para pobreza e estabilizando no seu patamar de realizade( duvida, vide a classificação do Brasil no Ranking de distribuição de renda).O aumento dos calotes, não poupou nem o Imperio (com taxa de 0,5% a.a), quem dirá Colonia (Com taxas que variam de 14% a.a, a 400% a.a).

    0
  • Orozimbo 20 de fevereiro de 2012 at 11:46

    Para aqueles que acham que ser cidadão bananense não é o máximo:

    h ttp://www1.folha.uol.com.br/mercado/1051013-brasileiro-tem-direito-a-atendimento-medico-gratuito-em-7-paises.shtml

    Tudo bem que se você depender do SUS para marcar uma consulta médica, vai levar uns dois anos. Mas isso é detalhe, somos modelos para o mundo.

    0
    • Anonymous 20 de fevereiro de 2012 at 22:53

      Sai mais barato mandar essa possibilidade À MERDA, aliás como quase tudo na Banânia e comprar um seguro viajem.

      Para quem quiser ter assistência médica nesses cinco países, é preciso obter o Cdam (Certificado de Direito à Assistência Médica).

      sna . saude . gov . br/cdam/

      3. Documentos necessários para concessão do Certificado de Direito à Assistência Médica – CDAM

      3.01 – Para empregado com Carteira de Trabalho assinada e seus dependentes

      3.01.1 – Cópia CPF (Cadastro Pessoa Física)
      3.01.2 – Cópia do Passaporte
      3.01.3 – Cópia da Carteira de Trabalho (qualificação e Contrato de trabalho), com a da data de filiação ao Regime Geral de Previdência Social; (Artigo 28 do Decreto Presidencial Nº 3.048 de de 06 de maio de 1999)
      3.01.4 – Dependentes que irão viajar:

      a) Cópia do Passaporte;
      b) Cópia da Certidão de Casamento, se for o caso;
      c) Cópia da Certidão de Nascimento dos filhos menores de 21 (vinte e um) anos.

      3.02 – Para trabalhador autônomo, que recolhe o INSS

      3.02.1 – Cópia CPF (Cadastro Pessoa Física)
      3.02.2 – para o segurado empregado doméstico, contribuinte individual, observado o disposto no § 4º do art. 26, especial, este enquanto contribuinte individual na forma do disposto no § 2º do art. 200, e facultativo, da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para esse fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, observado, quanto ao segurado facultativo, o disposto nos §§ 3º e 4º do art. 11. (Artigo 28 do Decreto Presidencial Nº 3.048 de de 06 de maio de 1999)
      3.02.3 – Cópia do Passaporte
      3.02.4. – Dependentes que irão viajar (idem subitem 3.01.4).

      Art.28. O período de carência é contado:

      I – para o segurado empregado e trabalhador avulso, da data de filiação ao Regime Geral de Previdência Social; e

      II – para o segurado empregado doméstico, contribuinte individual, observado o disposto no § 4º do art. 26, especial, este enquanto contribuinte individual na forma do disposto no § 2º do art. 200, e facultativo, da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para esse fim as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, observado, quanto ao segurado facultativo, o disposto nos §§ 3º e 4º do art. 11.

      3.03 – Empregador e seus dependentes:

      3.03.1 – Cópia CPF (Cadastro Pessoa Física)
      3.03.2 – Cópia do contrato Social;
      3.03.3 – Cópia do Passaporte;
      3.03.4 – Cópia do GRPS (último);
      3.03.5 – Dependentes que irão viajar (idem subitem 3.01.4).

      3.04 – Aposentados e seus dependentes

      3.04.1 – Cópia CPF (Cadastro Pessoa Física)
      3.04.2 – Número do benefício;
      3.04.3 – Cópia do Passaporte;
      3.04.4 – Dependentes que irão viajar (idem subitem 3.1.4).

      a) A documentação deverá ser apresentada com autenticação em Cartório, Embaixada ou Consulado. Se preferir, apresentar os originais para que as cópias sejam autenticadas pelo órgão emissor do CDAM (Ministério da Saúde).
      b) O interessado deverá, no ato da entrega da documentação, fornecer o endereço da residência e domicílio do segurado no Brasil e no país de destino.
      c) É vedado fornecimento de certificado a funcionários públicos regidos sob égide da Lei 8.112/90.
      d) O certificado terá validade de um ano, contado a partir da data da assinatura.

      0
  • kjungle 20 de fevereiro de 2012 at 16:08

    Sobre a tão falada relação crédito/pib:

    http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/2642/Roberta%20Cardim%20Geyer.pdf?sequence=3

    Aqui, em que há comparativos entre 93 países, fica claro que esse tipo de argumentação é por demais simplória. Ao mesmo tempo em que países com elevado índice não enfrentaram decréscimo de preço, outros com patamares de 40% ou menos sofreram com elevadas correções nos preços dos imóveis.
    Não existe patamar seguro nesse índice para se afastar a ocorrência de bolha. Há bolha quando se cobra muito mais por um ativo do que ele vale. Dizer que não há bolha simplesmente com base nessa relação é puro sofisma.

    Em relação aos aluguéis: chega quase a ser engraçado. O mesmo governo que diz ter alçado milhões à classe média os segrega às periferias mais longínquas nas suas cidades, já que cada vez menos têm condições de pagar o que precisam, e cada vez mais se vêem endividados…
    O que acontece quando a onda de crescimento passar, os salários diminuírem e o desemprego aumentar? As dívidas não vão simplesmente sumir. O aluguel vai baixar?

    0
    • Cirilo 20 de fevereiro de 2012 at 19:24

      O governo realizou uma manobra perfeita, ele na verdade não alçou milhões a classe média, ele por meio de mecanismos financeiros e políticos reduziu a distância entre a classe baixa e a média.Na verdade ele elevou a classe baixa e rebaixou a classe média.

      Ou seja, hoje temos no Brasil: miseráveis, classe média e classe alta.

      0
      • Dan 20 de fevereiro de 2012 at 19:58

        Bem colocado, Cirilo. Costumo dizer, e a opinião das pessoas com as quais convivo é a mesma, que a atual plataforma de governo (de Lula para cá) só fez achatar os segmentos de classe média numa única massa cada vez mais uniforme economicamente. A classe média tradicional e as classes inferiores, grosso modo, dispõem de um poderio de compra cada vez mais similar (e ruim).

        Verdade é que conheço famílias que tradicionalmente tinham acesso a bens básicos – verdadeiramente classe média – como educação boa (particular), plano de saúde, viagem anual de férias e afinidades, o mínimo para se viver com algum conforto. Várias delas, segundo acompanho, estão vendo cerceados seus respectivos poderes aquisitivos – elas constatam que seu dinheiro já não compra mais o que poderia comprar, e as contas começam a não fechar. O mais grave: são pessoas responsáveis, e não estão afundadas em dívidas

        Noutro dia, no cafézinho, ouvi de um dos meus colegas cujo o filho mais velho se formou há 3 anos, que o rapaz está tendo muita dificuldade nesse início de vida. Arrumou um emprego com um salário razoável para a área, considerando que é recém formado, concursado, mas não tem renda suficiente para se “emancipar”, de forma alguma. Mesmo sendo um analista do judiciário (inicial em torno de 6200 reais, 10 mínimos) não tem renda para financiar nada (mesmo com um bom emprego) nem em 30 anos na cidade de São Paulo. O mesmo colega se assusta com o fato do imóvel da família (único) ter tido uma valorização de mais de 250% de 2007 para os dias de hoje.

        Confesso que o rumo que as coisas tomam não me agrada. Certamente me parece pouco salutar, e temo que mesmo as pessoas conscientes e responsáveis com suas finanças pessoais tenham que pagar pela lambança dos verdadeiros culpados.

        0
        • Carlos Wagner 21 de fevereiro de 2012 at 00:42

          Dan

          Muito bem colocado.

          0
          • Luciane 21 de fevereiro de 2012 at 22:33

            Dan, dinheiro pra se emancipar ele tem de sobra. Com esse dinheiro dá pra pagar aluguel num apartamento razoável (prezumindo que ele vá morar sozinho) e ainda sobra dinheiro pra viver legal. O problema é a vergonha de morar de aluguel (o que infla mais a bolha) e de sair de casa pra ter um padrão de vida pior que o dos pais, muitas vezes se esquecendo que os próprios pais demoraram 30 anos pra chegar onde chegaram…

            0
    • Sir Income 20 de fevereiro de 2012 at 19:49

      O governo faz mais engenharia financeira que Wall Street

      0
  • Sir Income 20 de fevereiro de 2012 at 23:22

    Sob mira, as cadernetas

    blogs.estadao.com.br/celso-ming/

    Governo lutando para baixar os juros.

    0
  • Anonymous 21 de fevereiro de 2012 at 00:11

    Aqui nos EUA, notei que existe um problema com o aluguel. Muitas pessoas compraram imóvel financiado na Bolha. Nessa época a taxa de juros para hipoteca estava mais alta do que atualmente. Então, a prestação da hipoteca fica maior do que poderia ser atualmente em decorrência da maior taxa de juros e pelo maior preço da casa. Aqui também ninguém gosta de realizar prejuizo, então colocam casas para alugar por um valor para pagar a prestação da hipoteca. Ocorre que com a queda do preço da casa e também queda da taxa de juros para hipoteca, a prestação para quem compra a casa fica mais barato do que o aluguel.

    Acho que coisa similar ocorre ou ocorrerá na Banânia.

    0
    • aiwww 21 de fevereiro de 2012 at 01:07

      Isso já está acontecendo. Foi a situação que o MrK se referiu ao citar imóveis novos com aluguéis cotados pelo dobro de imóveis com metragem similar e na mesma rua. O sujeito se nega a baixar o preço do aluguel e não consegue outro tolo maior para segurar a [email protected] Alguns já estão percebendo que fizeram besteira e estão devolvendo os imóveis às construtoras.

      0
  • aiwww 21 de fevereiro de 2012 at 01:43

    Sugiro publicarmos anúncios falsos para conversar com interessados em imóveis e divulgar a bolha imobiliária brasileira.

    0
    • Bolha Imobiliária 21 de fevereiro de 2012 at 11:24

      Hahahaha, boa. No intuito de forçar a queda ??

      0
      • Cleyton 21 de fevereiro de 2012 at 11:43

        Acho isso um esforço inócuo e ingênuo, as forças que vão derrubar o mercado são imensas vezes maiores do que se possa imaginar, na minha opinião não vai ser algumas centenas de anúncios falsos ou panfletagem sobre a bolha que vai ajudar na queda.

        0
        • aiwww 21 de fevereiro de 2012 at 12:00

          Eu discordo. A se houvesse a publicação de milhares de anúncios falsos em vários meios de comunicação, estaríamos utilizando a nosso favor a mesma tática que as imobiliárias utilizam. Quem aqui nunca ligou interessado num imóvel que está anunciado há tempos e quando conversa com o anunciante, fica sabendo que o imóvel já foi vendido e aí o vendedor aproveita para empurrar outro imóvel? É o emprego da teoria da difusão e da confusão de acordo com a teoria da informação.

          0
      • aiwww 21 de fevereiro de 2012 at 12:03

        Aliás, já publiquei de madrugada um anúncio e até o momento já recebi 3 contatos de de corretores e nenhum interessado. Também estou usando o anúncio para medir o interesse das pessoas por imóvel na região.

        0
        • Ratinho 21 de fevereiro de 2012 at 12:49

          E o que os corretores queriam??

          0
          • aiwww 21 de fevereiro de 2012 at 13:00

            Sou corretor e estou a procura de imoveis para clientes cadastrado e gostaria de ter a oportunidade de poder oferecer o seu imovel. AVALIAÇÃO EXCLUSIVA
            ————
            Meu nome é XXXXXXX sou responsaável pela equipe de vendas e captações da XXXXX Imobiliária. Será de suma satisfação poder incluir seu imóvel em nosso portifólio de vendas para atender nossas lojas Tijuca e Botafogo. Aguardo seu retorno. Tel.XXXX-XXXX

            0
            • Joao Bolha 21 de fevereiro de 2012 at 14:31

              Estou testando alguns anúncios no Zap e no Balcão. Observo os anúncios que estão há meses no site. Estou entrando em contato com o proprietário e, como esperávamos, os imóveis estão todos disponíveis! Anúncios de um ano!!!

              0
  • Cirilo 21 de fevereiro de 2012 at 01:54

    Saiu no Financial Times:

    The high price of booming Brazil
    By Joseph Leahy
    A friend recently joked over dinner that it is cheaper now to get your shoes shined by a Brazilian in New York than by a Brazilian in São Paulo.

    This week, a quick check showed the claim to be true – the price of a shoe shine in central São Paulo was R$10 (about $6) before a tip while one from a Brazilian shoe shiner working the New York office market was $5 including tip.

    You might say that serves people right in the first place for getting others to shine their shoes, but that is an argument for another column. The fact is the shoeshine test is just another indicator of the remarkably high cost of business in Brazil.

    For managers of multinationals in the booming economy, particularly those arriving fresh off the boat with a spreadsheet full of profit targets copied and pasted from the business plans of their peers in India and China, the country’s high-cost base is the first thing that will hit them. Whether it is that credit-card bill after a night out in Rio de Janeiro or the first hard look at the company wage bill in the office, the new manager will soon have to confront what is called Custo Brasil – the Brazil cost.

    This is the conundrum businesses face: Brazil is a high-growth market in terms of opportunities for revenue expansion but it is on average a low-margin market in terms of profitability, particularly for companies in the start-up phase.

    The new chief executive will quickly realise that his or her success or failure in Brazil will depend on managing the expectations of the company’s overseas bosses. The trick is to persuade them to invest in the country’s growth while also counselling patience when they demand to know why margin growth is not, at least initially, matching that of other emerging markets.
    The conundrum was captured in a survey by Frontier Strategy Group, an business advisory company with a focus on emerging markets, which quoted an unnamed client with a consumer goods business as saying: “I know that Brazil is key to our long-term growth strategy, but my biggest challenge is that for every additional percentage point of growth that we see from Brazil, our overall regional profitability declines.”

    Frontier Strategy estimates that the average net margin in Latin America is 10.5 per cent, or nearly a third of gross margins. In Brazil, net margins are 5.4 per cent, or nearly one-seventh of gross margin.

    Manufacturers are generally worst hit by the Custo Brasil. A startling illustration of this is the Volkswagen Fox, a Brazilian-made car that has a starting price of more than R$32,000 ($18,660) but sells in the UK at just under £7,000 ($11,100).
    The Brazil cost is also reflected in the country’s number 126 ranking out of 183 in the World Bank’s Doing Business report. Frontier Strategy details how it costs double a person’s salary to hire someone in Brazil because of taxes and welfare payments. Meanwhile, it takes 120 days to open a new business in Brazil compared with the OECD average of just under two weeks. So does all this mean that no one is making money in Brazil? No, it is just that the barriers to entry are higher. Companies must clearly identify those costs that are associated with Brazil and benchmark themselves against their peers to see whether their costs are in line with industry averages.
    The next step is to develop a strategy that minimises the Custo Brasil – for instance, by identifying the fastest-growing regional markets within the country that have the best infrastructure. Or by finding a balance between targeting the wealthier but more mature south-east and the faster-growing but under-developed north-east.

    Companies can also try to make the Custo Brasil work for them. The government is erecting barriers against imports but foreign companies that set up plants locally – such as in the automotive sector – usually enjoy the same protections as Brazilian ones.
    Most important is that headquarters understands the equation that, at least in the early years, top-line growth in Brazil will not necessarily mean equivalent expansion of the bottom line.
    Ask the shoeshine men. It is a safe bet that even though the São Paulo shoe shiner is earning more per shine, the cost of his brushes and polishing creams are a lot higher than for his brother in
    New York.

    ft.com/intl/cms/s/0/89e9e40c-5991-11e1-abf1-00144feabdc0.html#axzz1mytasQbW

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    • Anonymous 21 de fevereiro de 2012 at 02:05

      Para os Ingleses a “ficha já caiu”. Os Americanos sempre foram mais ingênuos.

      BRICs = Bloody Ridiculous Investment Concepts
      articles . businessinsider . com/2011-11-30/markets/30457741_1_bric-investors-markets

      The term “BRIC”—coined by Goldman’s Jim O’Neill 10 years ago to denote Brazil, Russia, India, and China—should really denote “Bloody ridiculous investment concept,” writes Societe Generale strategist Albert Edwards in a note out this morning.

      That’s because the BRICs—as well as emerging markets in general—are actually doing terrible right now; even worse than the struggling eurozone.

      0
      • ll 21 de fevereiro de 2012 at 02:47

        O que me preocupa é a força da mídia e a organização das imobiliárias a tentarem dar a impressão de que os preços não caem.

        A RBS lançou um novo site Pense Imóveis.

        Eu venho olhando e estudando o assunto há uns 3 anos. Vi os imóveis sempre subirem de preço, mas não vi serem negociados por este preço.

        Vi vários imóveis que estão anunciados há mais de ano subindo de preços e não vendendo.

        Vi um imóvel que há 45 dias custava 424k e passou a 495k. Vi imóvel que estava em 450k e passou a 500k, estes dois encalhados faz mais de 2 anos.

        Pois o novo Pense Imóveis agora conta com um contador de dias de anúncio e estranhamente, todos os imóveis anunciados estão com algo entre 30 e 49 dias de anúncio, mesmo os que estou vendo anunciados há mais de ano.

        Será que isto é somente um acaso, ou será que isto é de caso pensado para pegar algum otário?

        0
        • Carlos Wagner 21 de fevereiro de 2012 at 12:05

          Imoveis encalhados que aumentam de preço. Isso é um mistério!

          Já relatei aqui o absurdo que presenciei há uns 15 dias. Uma casa antiga mas bem construida, tipo edicula (por ficar nos fundos do terreno) com jardim na frente, piscina e churrasqueira. A construção deve ter uns 30 anos, é de tijolinho mas os ajulejos internos bem antigos, tacos no chão, maderamento precisando de reforma, imovel na rua fora de condominio etc…

          Preço inicial: 350 mil para venda e 3400k para locação.

          A casa ficou exatos 2 anos fechada, não alugava nem vendia. Pois se aluga ao muito melhor dentro de condominio por preço mais baixo.

          Virou o ano e o imovel, inesplicavelmente, “valorizou-se” para 640k. As placas de aluga-se sumiram.

          Será que agora vai?

          0
      • MrK 21 de fevereiro de 2012 at 08:43

        O que eu acho absurdo e’ botarem os BRICs na mesma categoria

        por exemplo, o que tem a ver Russia, India ou China com Brasil?!

        Russia ha poucas decadas lutava pelo mundo, fez foguete, estacao espacial, tem um nivel tecnologico anos luz do Brasil, tem poder belico ainda respeitavel, trabalho com russos, sao inteligentissimos e focadissimos

        China esta crescendo com industrias, tem seus problemas, mas inviste PESADAMENTE em educacao e esta sim PRODUZINDO, o crescimento nao e’ so via credito, tem producao por tras, tambem tem poder belico forte e temido

        India, e’ o mais fraquinho dos 3 em funcao da miseria periferica e favelas, mas ainda assim esta a frente do Brasil, possui uma escola de medicina invejavel e de engenharia e matematica igualmente invejaveis, tem bomba atomica, tem tecnologia, marca propria de carro e que exporta, tem virado hub de servicos mundias, apesar de bem menos que a China, mas tem crescido producao

        E o Brasil??? Que fez pra merecer entrar no grupo?? O Brasil simplesmente exporta COMMODITIES, tomate, soja, banana, tabaco e acucar…

        O Brasil eh sem duvida o mais corrupto dos 4, com menor poder belico dos 4, com menor educacao entre os 4, com o menor numero de pessoas falando ingles entre os 4, com a pior quantidade de engenheiros entre os 4 e com o maior abuso do credito entre os 4… e o mais caro de se fazer negocios entre os 4, so’ temos commodities e mais nada!! nao merecemos estar nos BRICs

        0
        • thiago fm 21 de fevereiro de 2012 at 09:17

          Mrk,

          Temos uma semelhança com a Índia – a pobreza. E outra com a China — a bolha imobiliária!

          0
          • MrK 21 de fevereiro de 2012 at 10:30

            thiago, apesar de toda miseria na India, o nivel de violencia la eh baixissimo, quase nao existe, pois o povo eh espiritualizado

            ja no Brasil, em cidades com grau de miseria bem menor que na india, as pessoas se matam e se esfaqueiam por um tenis velho…

            0
        • Thiago 21 de fevereiro de 2012 at 09:51

          Menos, menos =)

          “O Brasil eh sem duvida o mais corrupto dos 4”

          Rússia e China Ganham

          “com menor poder belico dos 4,”

          Sem dúvida

          “com menor educacao entre os 4”

          Menor que a India? Acho que não heim

          “com o menor numero de pessoas falando ingles entre os 4”

          Suspeito que depois da India é o Brasil que fala mais inglês

          “com a pior quantidade de engenheiros entre os 4”

          Certo (mas não tenho certeza)

          “e com o maior abuso do credito entre os 4…”

          Pffff

          “e o mais caro de se fazer negocios entre os 4”

          Depende do aspecto, na média pode ser.

          “so’ temos commodities e mais nada!!”

          Na cabeça ignomimia dos governantes é isso que temos, mas na verdade temos mais.

          1 – Proximidade aos EUA e Europa
          2 – Somos os mais próximos culturalmente dos EUA e Europa (empatado com a Russia, digamos)
          3 – Economia criativa no BR é forte (publicidade, por exemplo, mas várias outras coisas)
          4 – Fuso horário “adequado” (junte com o 3)
          5 – Brasil é o centro da America do Sul

          Pena que as “cabecinhas” no topo desse país não saibam aproveitar isso.

          0
          • MrK 21 de fevereiro de 2012 at 10:24

            1- Voce acha China mais corrupta que o Brasil? mas nao eh mesmo… la eles tem corrupcao sim e muita, mas mais que Brasil? nao mesmo..e nao eh soh corrupcao, temos o maior custo por senador DO MUNDO por exemplo

            2- Voce acha nossa educacao melhor que a indiana? nao eh mesmo!! pode ser na area de humanas, mas na area de exatas (tecnologia) eles estao ANOS LUZ a nossa frente

            3- Quanto ao ingles, na Russia muito mais gente fala ingles que no Brasil, India nem se fala, e na China ainda estao crescendo, mas ha uma legiao aprendendo ingles, uma verdadeira legiao, e no Brasil? Meia duzia de cursos picaretas que nao ensinam nada! O Ingles no Brasil eh sofrivel eh sim o pior dos 4!

            0
            • Indecoroso 21 de fevereiro de 2012 at 11:14

              Concordo contigo, MrK. Também acho que colocar no mesmo saco Brasil, que só tem 500 anos de história “formal” e 200 milhões de habitantes (~ mesmo número adolescentes na China), junto com outros gigantes que ostentam 5 mil anos de civilização e 1/3 da população mundial, é pretensão demais do mundo ocidental… o Brasil não passa de “peixe piloto” desses tubarões.

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            • Thiago 21 de fevereiro de 2012 at 12:02

              Respostando pq: O seu comentário está aguardando moderação.
              21 de fevereiro de 2012 às 11:58

              1 – cpi . transparency . org / cpi2011 / results / (vai lá em baixo, procura Brazil e China) – digamos que estão tecnicamente empatados. É discutível sim, mas a China é muito corrupta (mas bom, com o governo Br atual dando uma mãozinha…)

              2 – Alfabetização no Brasil – 90% India – 74% (dados da wikipedia, mas tem outras fontes só jogar no google). Só pra começar

              A Índia é muito mais pobre que o Brasil, com muito mais miséria. Fora de New Delhi/Bombay não tem nada! Anos luz na frente? E a fuga de cérebros indiana é muito mais acentuada que a brasileira.

              E muita terceirização que foi feita para a India está voltando ao país de origem ou indo a outros países, pois com a India muita coisa não funciona!

              3 – Durante o período URSS, poucas pessoas aprendiam inglês na Rússia, hoje estão aprendendo mais, lógico (e curso picareta tem em todo lugar, não é exclusividade do Brasil)

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              • MrK 21 de fevereiro de 2012 at 12:30

                Thiago, eu concordo com vc que india nao esta no mesmo nivel de China e Russia, definitivamente

                mas esse nao eh o meu ponto, meu ponto eh o Brasil que esta abaixo dos 3 (talvez pouco abaixo da india, mas certamente abaixo da china e russia), olhe o crescimento do PIB da india e da china e compare com o do brasil nos ultimos anos…

                cara, india pelo menos tem fabrica de carro propria e exporta carro, india tem mais tecnologia que o Brasil, india tem uma industria do turismo que deve ser mais forte que a brasileira, culinaria mundialmente famosa, cultura milenar, industria de filmes, potencia nuclear… o Brasil tem nada disso, amigo!!! Soh praias e bananas!!!

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              • MrJaime 21 de fevereiro de 2012 at 12:37

                Thiago,

                Os cursos superiores de engenharia e tecnologia da Índia são conhecidas no mundo inteiro. Dê uma olhada, por exemplo, no Indian Institutes of Technology. Quando se fala de educação superior, a Índia está muito à nossa frente.
                Nos cursos de doutorado das universidades americanas, a grande maioria dos alunos são chineses e indianos. Os brasileiros são minoria.
                Meu ponto é que, quando se trata de educação superior, que é o que realmente leva um país adiante, a Índia realmente está na nossa frente. (Infelizmente)

                0
              • MrJaime 21 de fevereiro de 2012 at 12:39

                Thiago,

                Os cursos superiores de engenharia e tecnologia da Índia são conhecidos no mundo inteiro. Dê uma olhada, por exemplo, no Indian Institutes of Technology.
                Nos cursos de doutorado das universidades americanas, a grande maioria dos alunos são chineses e indianos. Os brasileiros são minoria.
                Meu ponto é que, quando se trata de educação superior, que é o que realmente leva um país adiante, a Índia realmente está na nossa frente. (Infelizmente)

                0
          • eam 21 de fevereiro de 2012 at 11:46

            Thiago,

            Sobre corrupção não tenho condições de comparar com outros países, mas eu tenho certeza que estamos entre “tops” por um simples motivo: vivemos num país onde a corrupção e o desvio de caráter são recompesados, e não punidos. A sensação é de que as coisas vão de mal a pior neste país para aqueles que querem fazer as coisas certas, enquanto para quem é conivente com a balbúrdia que se instalou nessa república, parece que a “prosperidade” chegou e veio pra ficar.

            Quanto à educação, não sei se vc já leu essa reportagem de hoje na folha: h t t p ://www1.folha.uol.com.br/poder/1051422-curso-superior-nao-tem-elevado-renda-diz-estudo-do-ibge.shtml … preciso dizer mais alguma coisa?

            Quando a maioria da população idolatra um ex-presidente que se diz orgulhoso e que chegou a presidência do país sem ler um livro ou ter feito uma faculdade, vc há de convir que boa coisa o futuro NÃO nos reserva…

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        • Ploc 21 de fevereiro de 2012 at 11:36

          Mrk,
          concordo com voce trabalhei com chineses e indianos e eles são no geral assim mesmo. Além do mais, muito competitivos. Se bobear te passam rapidinho e ainda viram teu chefe.

          Agora esqueceu de acrescentar que muitos acreditam que dentre as riquezas brasileiras estão:
          – A mulata
          – O carnaval
          – O futebol
          – A copa e as olimpiadas (rsrsrs)

          Resumindo esse é o país do entretenimento.

          quase esqueci – impunidade

          0
          • veigalex 21 de fevereiro de 2012 at 14:58

            E eu me achando foda por ser um BRIC.

            Mrk.. Você tirou doce de criança.. ahhahahaha

            Brincadeiras a parte.. Você foi simplesmente certeiro neste comentário.

            temos que cair na real e correr atras deles, pois a única coisa que podemos nos orgulhar no mundo é o Pelé ( com ressalvas) e o Senna, pois o resto.. e Banana e Bunda..

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          • veigalex 21 de fevereiro de 2012 at 14:59

            E eu me achando foda por ser um BRICs.

            Mrk.. Você tirou doce de criança.. ahhahahaha

            Brincadeiras a parte.. Você foi simplesmente certeiro neste comentário.

            temos que cair na real e correr atras deles, pois a única coisa que podemos nos orgulhar no mundo é o Pelé ( com ressalvas) e o Senna, pois o resto.. e Banana e Bunda..

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        • DRN 22 de fevereiro de 2012 at 15:15

          Concordo com quase tudo, exceto a subvalorização dos commodities. Realmente, “só” temos isso, mas o que será da indústria sem minério e, principalmente, o que será da humanidade comida???

          Esse é nosso ponto forte. Muitas áreas cultiváveis. Temos de focar em tecnologia de produção e preservação ambiental (estritamente necessária) para produzir mais e melhor. O mundo tem fome e nós podemos alimentá-lo.

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  • Bananildo 21 de fevereiro de 2012 at 10:54

    Pessoal,

    Saudações a todos. Sou um leitor do blog e dos sensacionais comentários há alguns meses. Felicito o Bolha e os demais pelo alto nível das discussões.

    Resolvi postar porque achei essa notícia na Folha de SP de hoje, sobre a renda dos brasileiros. Segundo a reportagem, entre 2003 e 2011, na faixa dos universitários, praticamente NÃO HOUVE aumento real. Esse dado corrobora a tese de que justificar o aumento dos imóveis pelo aumento de renda é uma falácia que, certamente, está fadada ao fracasso.

    Link da notícia: www1 . folha.uol.com.br/poder/1051422-curso-superior-nao-tem-elevado-renda-diz-estudo-do-ibge.shtml

    Tenho inveja de vários de vocês que estão com “bala na agulha” para quando o PLOC acontecer. Eu caí na ideia de financiar imóvel pelos 30 anos, mas calma, não sou tão bobo quanto pareço. O imóvel foi financiado ainda em 2008 (antes dos aumentos desenfreados), a prestação cabe no meu orçamento e eu sou servidor público estável, então a chance de não conseguir terminar de pagar é bem pequena…

    Apesar disso, não terei dinheiro na mão para me divertir às custas dos desesperados! Mas darei risada pelos bons negócios que sairão.

    Grande abraço a todos,

    Bananildo.

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    • Cleyton 21 de fevereiro de 2012 at 11:39

      Bananildo, pra você o maior risco pode não ser a chance de não conseguir terminar de pagar, mas do saldo devedor ser maior que o valor de um imóvel novo ou similar, na crise estadunidense teve muita gente que parou de pagar porque não compensava mais, não porque não podia, e olha que lá o salário médio é bem maior que o daqui.

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      • Cai Cai Balão 21 de fevereiro de 2012 at 11:52

        Não deve ser o caso dele. O nível dos preços em 2008 era bem real, próximo do que temos como “justo”. Conheço imóveis adquiridos no início de 2009 que tiveram quase 300% de “valorização”. Creio que ele não tenha razão para se preocupar com isso.

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        • Cleyton 21 de fevereiro de 2012 at 12:02

          Tem razão, mas é um risco que o colega não tinha considerado, correções a partir de patamares tão elevados podem fazer baixar o preço em relação ao justo + juros, se vai compensar deixar de pagar ou não já seria outra história…

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          • Carlos Wagner 21 de fevereiro de 2012 at 12:21

            O Bananildo esta tranquilo. Além de ter pago um preço justo pelo imovel em 2008, ser servidor estavel, comprou, pelo que tudo indica, para morar. Além do mais, tenho certeza que as prestações são menores que os alugueis cobrados hj em dia e poderão ser equivalentes aos que serão cobrados quando a coisa estourar.

            No lugar dele eu estaria numa situação confortavel. Se o preço do imovel baixar e ele ficar debaixo d’agua, paciencia! É um risco, mas no geral ele não fez um mal negocio justamente pela época que adquiriru o bem.

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            • Bananildo 22 de fevereiro de 2012 at 10:58

              Valeu, pessoal! Também tenho a impressão que ainda fiz um negócio razoável. Para o preço voltar ao valor que paguei em 2008, o imóvel teria que cair mais ou menos uns 50%. Possível, mas pouco provável.
              ABraços!

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  • Rodrigo 21 de fevereiro de 2012 at 11:20

    Reportagem da folha:
    Curso superior não tem elevado renda, diz IBGE.

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    • Cleyton 21 de fevereiro de 2012 at 11:32

      Pela qualidade do ensino superior aqui (em geral) é de surpreender que não tenha baixado!

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    • Ploc 21 de fevereiro de 2012 at 11:40

      A frase que gosto muito e foi citada aqui no blog é:

      ” IHHHHHH, O Rei está NÚ”

      Alías, nunca na historia deste país se fabricou tanto “profissional”. Será que tem alguma relação com o credito fácil?

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    • eam 21 de fevereiro de 2012 at 11:52

      Parece que algum frequentador do blog comentou a matéria ao referir-se à nossa pátria como “Banânia”…he he he he… fiquei curioso e logo pensei: “quem terá sido???”

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    • Indecoroso 21 de fevereiro de 2012 at 13:36

      Não elevou a renda também porque boa parte dos brasileiros faz faculdade só pra depois pregar o diploma na parede, acreditando que o título por si só lhe garantirá posições no mercado de trabalho.
      De certa forma isso advém do hábito colonial que ainda conservamos, de dar mais peso aos títulos ostentados do que às qualidades pessoais e profissionais incorporadas ao longo da vida pelo cidadão…

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  • trimmador 21 de fevereiro de 2012 at 12:11

    Pessoal,

    Ontem passeando pela página da Ética – que considero ser uma das imobiliárias mais ladronas do país – vi essa “pequena” disparidade: uma mesma casa, com o preço quase 100% mais caro. Acho que esqueceram de remover o mais barato. Absurdo!

    http://www.brasilbrokers.com.br/432398/imovel-pronto/307701-casa-2-dorms-sendo-1-suite-pechincha-rio-de-janeiro-rj.html

    http://www.brasilbrokers.com.br/432399/imovel-pronto/307704-casa-2-dorms-sendo-1-suite-pechincha-rio-de-janeiro-rj.html

    0
    • aiwww 21 de fevereiro de 2012 at 12:37

      O nível “ABSURDO” já passou há tempos, estamos no nível “COMÉDIA”. Começo a rir quando alguém me oferece um imóvel com os preços de hoje em dia.

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    • Ploc 21 de fevereiro de 2012 at 15:57

      Gostaria de resaltar que os dois anuncios se encontram no ZAP também:

      R$300K mas 108m2 – este código existe desde dezembro/2011
      www .zap. com.br/imoveis/oferta/Casa-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-PECHINCHA-RUA-EDGARD-WERNECK/ID-2778769

      R$580 com 200m2 – este é um código mais recente inicio de fevereiro/2012
      www .zap. com.br/imoveis/oferta/Casa-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-PECHINCHA-RUA-EDGARD-WERNECK/ID-2776157

      O que eu posso concluir é o seguinte: na base de dados da BrasilBrokers o m2 do PECHINCHA caiu e quando ele lançou o anúncio pela segunda vez, mas com uma outra área, o sistema calculou o novo preço.
      Na verdade o preço caiu: antes o M2 era e 2.8K e agora 2.54K (rsrsrsrs)

      A pergunta é: Dá pra confiar nesse mercado? e voce acha esse é um caso isolado?

      Na minha opinião essa casa não vale nem os R$ 300K talvez R$168K (sendo generoso)

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      • aiwww 21 de fevereiro de 2012 at 16:04

        Com 580 mil, se quisesse morar nessa região eu moraria na Av. Lúcio Costa (antiga Av. Sernambetiba), de frente para o mar. Meus pais alugaram um apartamento de 120 metros quadrados com 2 quartos e 3 varandas de frente para o mar na Barra por 2.500, pois 580 mil daria uns 3 mil na poupança ..

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  • Miguel Jacó 21 de fevereiro de 2012 at 12:24

    Podem ter certeza que eu serei o primeiro a esfregar esta reportagem na cara dos editores desta revista manipuladora e das pessoas comum, os ratos de laboratório, que não conseguem sair da roda viva e acreditam em revistas para manter os assalariados dentro da Matrix, como é o caso da Exame.

    A Data está chegando e não sobrará pedra sobre pedra, ou melhor, tijolo sobre tijolo.

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    • MrK 21 de fevereiro de 2012 at 12:39

      eu gostaria muito que a blha estourasse inicio de janeiro, conforme sua previsao, te pago um chopp se voce acertar, mas particularmente acho impossivel

      o panico so vai ser quando tivermos esses milhares de empreendimentos comprados ao longo de 2010 entregues, isso deve ser mais pra final de 2012 e inicio de 2013!!!

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      • MrK 21 de fevereiro de 2012 at 12:41

        corrigindo: marco (nao janeiro)

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      • Miguel Jacó 21 de fevereiro de 2012 at 13:06

        Mrk, observe apenas estes dados:

        -44%
        -26%
        -21%

        Você acha estes números assustadores? São os percentuais de queda de vendas nas cidades de BH, SP e POA, respectivamente. Além de serem valores impressionantes, existe ainda um pequeno detalhe sobre estes números (que estão divulgados na reportagem da Exame):

        Estes são os dados FORNECIDOS por nada mais nada menos que nossos queridos SECOVI/SP e CBIC.

        Agora, imagine quais seriam os números reais…

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        • Cirilo 21 de fevereiro de 2012 at 13:20

          Dados, sempre dados.Esses números soltos assim, não expressam muita coisa.

          Na verdade, eles dizem respeito a uma queda comparada ao mesmo período do ano anterior? Queda na venda de unidades na planta, repasses ou apartamentos usados?

          Além disso, todo mundo sabe que as construtoras reduziram drasticamente o número de unidades lançadas, ou seja, o que se tem que levar em conta é a porcentagem de unidades lançadas que foram vendidas e não a queda absoluta das vendas.

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          • Miguel Jacó 21 de fevereiro de 2012 at 14:22

            Permita-me discordar, mas o que importa é a queda global das vendas, pois tanto imóveis novos ou usados estão ultra bolhados, e quem não compra apê novo também não compra apê usado.
            Mas, respondendo, a queda é comparativa entre os anos de 2011 e 2010. (se são novos ou totais, não sei).

            Se as construtoras construíram menos, é porque os compradores não compraram tudo que já está pronto, e não porque as construtoras exageraram nos lançamentos, como estão querendo fazer com que acreditamos. Se existe tanta gente disposta a comprar, tanta demanda reprimida, por que os prédios já prontos não conseguiram desencalhar?

            Se você contrói e consegue vender tudo, vai querer diminuir o ritmo mesmo que a multa de atraso seja irrisória perto do seu lucro e você tenha apoio total do governo?

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          • MrJaime 21 de fevereiro de 2012 at 14:59

            Cirilo,

            Esses números (-44% BH, -26% SP e -21% POA) representam a queda nas vendas de todo o ano de 2011 em comparação com todo o ano de 2010.

            Portanto, algo representativo, certo?

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            • MrJaime 21 de fevereiro de 2012 at 15:11

              Número de lançamentos em SP, em relação a 2010, se mantém estável:

              classificados . folha.com.br/imoveis/1022717-numero-de-lancamentos-de-residenciais-cai-em-2011.shtml

              Não encontrei rapidamente aqui os números para BH, mas só o número de SP já mostra a significância: estabilidade no número de lançamentos, e 26% de queda nas vedas. Tudo isso no mercado mais movimentado do país (SP).

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      • Miguel Jacó 21 de fevereiro de 2012 at 13:11

        Mrk, observe apenas estes dados:

        -44%
        -26%
        -21%

        Você acha estes números assustadores? São os percentuais de queda de vendas nas cidades de BH, SP e POA, respectivamente. Além de serem valores impressionantes, existe ainda um pequeno importantíssimo detalhe sobre estes números (que estão divulgados na reportagem da Exame):

        Estes são os dados FORNECIDOS por nada mais nada menos que nossos queridos SECOVI/SP e CBIC.
        Para bom entendedor…

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  • Orozimbo 21 de fevereiro de 2012 at 12:52

    Boa tarde,
    Antes da mais nada, quero reafirmar a minha plena convicção de que estamos sim numa bolha imobiliária. Escrevo para compartilhar uma proposta de negócio que um amigo me fez e saber a opinião de vocês com relação à mesma. Acho que é furada, mas é bom saber mais argumentos.
    Pois bem, esse meu amigo está querendo construir um prédio de 10 apartamentos de 52m² no Morumbi (não sei em que parte, se perto da favela ou de condomínios de luxo), vendendo cada unidade a cerca de 350.000. Ele entende de construção e me passou como valor de custo de cada unidade algo em torno de 100.000. Mesmo que os preços caiam em razão do estouro da bolha para digamos 200.000, ainda assim teria 100% de lucro. Como tudo o que é bom demais para ser verdade costuma ser mesmo bom demais para ser verdade…, peço a opinião dos colegas.
    Um abraço.

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    • Cirilo 21 de fevereiro de 2012 at 13:16

      Olha, não é tão simples assim, mas no geral construir continua sendo um bom negócio.

      O problema são alguns valores, o que complica mais hoje em dia é o terreno.Segundo os dados que você passou, o custo final seria R$1.000.000, o que eu acho razoável caso não se inclua o valor do terreno.

      Se ele já construiu outros prédios, provavelmente deve ter uma expertise razoável.Independente da localização, se o custo se mantiver em menos de R$1.500.000 é um bom negócio.Hoje existe uma boa demanda por apartamentos de 1 quarto nessa região, mesmo com estouro da bolha, eles valeriam facilmente R$200.000~R$220.000.

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      • aiwww 21 de fevereiro de 2012 at 13:34

        Condordo. Só destacaria que o control de custos deve ser feito bem de perto. Acredito que muitas construtoras não conseguem controlar os custos, não querem diminuir os lucros e repassam tudo para o preço até chegar ao ponto do inviável. Construir dificilmente traz prejuízos, mas ele deve lembrar que fazer uma obra custa X, mas refazer o que foi mal feito custa de 1,5X a 3X. Ou alguém aqui desconhece a obra da cidade da música na Barra da Tijjuca?…

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  • Cirilo 21 de fevereiro de 2012 at 13:07

    Vi alguém postar sobre índice de alfabetização aí, sendo o que o Brasil teria 90% de alfabetizados.

    Só podem estar de brincadeira, né? Na verdade, como vários outros índices daqui, os critérios adotados são manipulados para que os números pareçam melhores.No Brasil, se o sujeito sabe escrever seu próprio nome, não importa se aprendeu a desenhar o nome dele, ele pode ser considerado alfabetizado!

    Sem dúvida nenhum, se considerarmos realmente quem sabe ler e escrever, esse número não passa nem perto de 90% da população.

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    • Cleyton 21 de fevereiro de 2012 at 13:18

      Peguei da parte sobre analfabetismo funcional na wikipédia:

      “Segundo dados de 2005 do IBOPE [1][2], no Brasil o analfabetismo funcional atinge cerca de 68% da população (30% no nível 1 e 38% no nível 2). Somados esses 68% de analfabetos funcionais com os 7% da população que é totalmente analfabeta, resulta que 75% da população não possui o domínio pleno da leitura, da escrita e das operações matemáticas, ou seja, apenas 1 de cada 4 brasileiros (25% da população) são plenamente alfabetizadas, isto é, estão no nível 3 de alfabetização funcional.”

      “Brasil, um país de toLos”

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  • Miguel Jacó 21 de fevereiro de 2012 at 13:18

    Eu acho que é bom e é verdade, se este cara tem o dinheiro que ele diz ter para fazer este investimento, em poucos anos estará aposentado e milionário, se ele quiser.
    Não estou sendo irônico desta vez.

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    • Bitbio 21 de fevereiro de 2012 at 13:57

      Bom, pelo menos ele vai poder aproveitar o milhão dele não é, afinal não vai ter que torrar o milhão comprando um conjugado , kkkkkkkkkkkkkk. Minha cidade esta cômica, aqui como é uma cidade de veraneio normalmente já tem toneladas de imoveis vazios a venda. Mas do nada estão construindo diversos prédios de mais de 15 andares, alguns do lado de prédios prontos com 60% de placas de vende. Quero saber onde vão arrumar compradores.

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  • Pedro 21 de fevereiro de 2012 at 15:46

    Quem mora no Leblon pode perceber neste carnaval a sujeirada que os ambulantes deixaram na praça ao lado da cobal. Um horror! Acamparam, arrebentaram um cano para tomarem banho, cagaram, mijaram e etc. Enfim, tudo ao lado da selva de pedra onde os aptos mais baratos estão na faixa de 1kk. Meu Deus, o mundo deve estar para acabar!

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  • Anonymous 21 de fevereiro de 2012 at 23:19

    … profissionais excelentemente remunerados …

    Então SERIAM pessoas inteligentes.

    … Esses profissionais encontram 180 metros vendidos por 750k e simplesmente compram …

    Então SERIAM pessoas muito burras.

    Acho melhoe voce decidir se está tratando com pessoas inteligentes ou burras para depois decidir o que voce vai fazer com as tais “oportunidades imperdíveis” pois o trouxa pode acabar sendo VOCE!

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  • DRN 22 de fevereiro de 2012 at 16:10

    E quanto ao resto, só vamos ter indústria nacional para valer quando os juros baixarem, junto com os custos de produção (custo brasil). Pra quê que o cidadão com dinheiro vai montar planta, pagar tributos pesadíssimos, arcar com folha de pagamento mais pesada ainda, trabalhar pra caramba, para, ao final, tirar 10% de lucro, se ele pode ter 10% fácil emprestando ao Tesouro?

    E mais uma coisa: tem de acabar com o princípio da universalidade na previdência privada. Cada um que tenha sua conta individual (como no Chile) e ponto final. Acabar com aposentadorias privilegiadas de funcionários públicos também. Conta individual pra todos. Princípio da universalidade só para benefícios assistenciais do tipo: pessoas com problema mental, pessoas muito idosas que não possam trabalhar e assim por diante.

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  • Joao Bolha 23 de fevereiro de 2012 at 08:19

    Acabei de receber esse email. Olhem só o tom de desespero! 10% de desconto no cubículo em madureira no Rio…

    A folia não pode parar, e pensando assim, a construtora líder no mercado imobiliário, fez uma promoção de arromba para vc comprar sua casa pópria. O empreendimento Bossa Norte Residencial está com um excelente desconto na aquisição de sua unidade. Os apartamentos de 2 quartos que estavam por R$ 158.000,00, hoje estão sendo vendidas por R$ 142.000,00. Você não pode perder esta oportunidade.

    Empreendimento de 2 quartos, com ou sem suíte, área privativa entre 44 e 49m². Área de lazer e segurança 24 horas. Excelente localização, próximo a todas as comodidades de Madureira.

    Endereço: Rua Ernani Cardoso, 94
    Cidade: Rio de Janeiro
    Bairro: Madureira
    No de quartos: 2 quartos
    Área: 44,29 – 49,06m²
    Vagas garagem: 1 vaga

    Apresentação em anexo. Poucas unidades a venda, não perca tempo, corra e garanta logo essa oportunidade!!!!!!Unidades apartir de R$ 142.000,00.

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  • jacob 23 de fevereiro de 2012 at 17:30

    Lendo-se nas entrelinhas:

    “A ordem e gerar caixa” para mim, isso significa promocoes, ofertas, etc. Traduzindo: queda de precos…

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  • JULIO SPÍNOLA 24 de fevereiro de 2012 at 09:46

    FALTA DE UM CHOQUE DE GESTÃO? DESVIO DE RECURSOS PARA O MERCADO DE DERIVATIVOS COMO UMA GRANDE CONSTRUTORA FEZ? O QUE ESTÁ HAVENDO?
    O preço dos imóveis triplica nos últimos três anos e o lucro diminui?
    A mão de obra, embora mais cara, não chega nem aos pés do aumento de preços dos imóveis.
    Há três anos lançaram um condomínio perto de minha casa à R$35.000,00 o apto de 2 uartos e, hoje, na área contígua já pedem R$120.00 por um igual. O custo de material não subiu desta forma, o salário do operário, idem, continua pouco.
    QUE ESTÁ HAVENDO?
    TAYLOR E FAIOL CONTINUAM FAZENDO MUITA FALTA NA VIDA DESTE PESSOAL DA CONSTRUÇÃO.
    Quando jovem, trabalhei na construção da ponte Rio-Niterói, no departamento técnico como cronometrista analisando os tempos e movimentos dos trabalhos de perfuração das bases da obra. Naquela época já usávamos sofisticadas misturas no cimento(CAA, concreto autoadensável) que não precisavam ser vibradas, ganhando tempo e ALTÍSSIMA RESISTÊNCIA, além de eficientes técnicas de gestão( PERT CPM) na gestão dos recursos materiais e humanos. Uma laje de CAA, concreto autoadensável medindo 500 m2 e 15 cm foi lançada em SP em um só dia usando somente 2 operários baixando significativamente os custos. O material tem aditivos que o tornam fluido e autonivelante reduzindo em mais de 80% a mao-de-obra de lançamento de lajes e contra-pisos. Reguas vibratórias e outras máquinas nivelam rápidamente o piso reduzindo significativamente o trabalho. Moldes de grande porte fundem em uma só peça as paredes que são levadas prontas à obra.
    Construtora no RJ constrói no seu terreno uma casa popular de 42 m2 EM UM DIA, ao preço de 25/28.000 Reais, já incluido o material.
    Se uma casa padrão popular pode ser construída por R$595,00 o M2 e, se a terminarmos com material de primeiríssima como porcelanatos de R$300,00 o m2 e mármores e granitos a R$250,00 o m2 o custo final não aumenta mais do que R$1.5002,00 o m2 com o operário incluso, COMO ESTAS EMPRESAS NÃO TEM LUCRO SE O VENDEM ATÉ A MAIS DE R$5.000,00 O METRO QUADRADO?
    SERÁ QUE HÁ ACIONISTAS SENDO ENROLADOS EM TODAS ELAS? MUITO DIFÍCIL!

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  • JULIO SPÍNOLA 24 de fevereiro de 2012 at 11:33

    CONFIRAM:
    Concreto autoadensável: menos mão-de-obra e ótima resistência

    Pisos, pavimentos, reservatórios, revestimento de túneis e construções industrializadas de casas. O concreto autoadensável tem como diferencial de formulação o acréscimo de hiperplastificantes e modificadores de viscosidade.
    Agora, a BASF e a Supermix Concreto avançaram na utilização dessa tecnologia no Brasil na construção de um condomínio residencial de quatro torres de nove andares cada. A obra, no bairro do Jaraguá, em São Paulo, constrói dois pavimentos por semana (incluindo pilar, vigas e laje, com 140m³/andar) e já concluiu duas torres
    http://www.reformafacil.com.br/concreto-autoadensavel-menos-mao-de-obra-e-otima-resistencia

    A ESTRUTURA DE ALVENARIA DE UM PRÉDIO DE 9 ANDARES EM CINCO SEMANAS.

    ISTO QUE É REDUAÇÃO DE CUSTOS E AS CONSTRUTORAS ALEGANDO FALTA DE LUCROS,,,,,,(??????)

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