Bolha Imobiliária no Mundo

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Comments
  • profeta do apocalipse 18 de novembro de 2011 at 17:33

    so digo uma coisa: o brasil aumentou o minimo sem ganho de produtividade. não vejo ninguem questionando isso sem ser impopular. logo o preco dos servicos aumentou muito e o custo brasil aumentou mais ainda. pior que perdemos produtividade. a bolha aqui estoura rapidao e não sera so imobiliaria nao.. será geral…

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    • profeta do apocalipse 18 de novembro de 2011 at 17:35

      minimo=salario mínimo

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  • observadora_cwb 18 de novembro de 2011 at 17:46

    Acreditem, a ultima agora é divulgar empreendimento em balada de elite!
    A incorporadora THÁ ( no auge do desespero? ) fazendo parceria com a Lique, em Curitiba.

    h t t p s://www.facebook.com/?ref=home#!/photo.php?fbid=322380271110715&set=a.233294523352624.78824.113805831968161&type=1&theater

    ploc ploc ploc

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  • Luiz 18 de novembro de 2011 at 17:57

    Segundo George Soros, presidente do conselho da Soros Fund Management a crise atual foi precipitada por uma “bolha” no mercado de residências e, em certos aspectos, é muito similar às crises que ocorreram desde a Segunda Guerra Mundial, em intervalos de quatro a 10 anos. Entretanto, Soros faz uma importante distinção entre essa crise e as anteriores, considerando a crise atual como o clímax de uma superexpansão (super-boom) que ocorreu nos últimos 60 anos. Segundo Soros, os processos de expansão-contração (boom-bust ) giram ao redor do crédito, e envolvem uma concepção erronea, que consiste na incapacidade de se reconhecer a conexão circular reflexiva entre o desejo de emprestar e o valor das garantias colaterais. Crédito fácil cria uma demanda que aumenta o valor das propriedades, o que por sua vez aumenta o valor do crédito disponível para financiá-las. As bolhas começam quando as pessoas passam a comprar casas na expectativa de que sua valorização permitirá a elas refinanciar suas hipotecas, com lucros. Isso foi o que aconteceu nessa última crise.

    Tudo começou em 2001, com o furo da “bolha da Internet”. Para proteger os investidores, Alan Greenspan, presidente da Reserva Federal Americana, decidiu orientar os investimentos para o setor imobiliário.[11] Adotando uma política de taxas de juros muito baixas e de redução das despesas financeiras, induziu os intermediários financeiros e imobiliários a incitar uma clientela cada vez maior a investir em imóveis, principalmente através da Fannie Mae e da Freddie Mac que já vinham crescendo muito desde que diferentes governos e políticos dos Estados Unidos as usaram para financiar casas aos mais pobres. O governo garantia os investimentos feitos por estas duas empresas. Bancos de vários países do mundo, atraídos pelas garantias do governo, acabaram emprestando dinheiro a imobiliárias através da Fannie Mae e da Freddie Mac que estavam autorizadas a captar empréstimos em qualquer lugar do mundo.

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  • Luiz 18 de novembro de 2011 at 18:04

    continuando a discussão com o Ricardo e demais

    Para ‘velha’ classe média, ‘pobre’ com mais dinheiro só aumenta filas, diz pesquisa
    Do UOL Economia, em São Paulo

    Os brasileiros da classe média tradicional consideram que o aumento do consumo da população emergente resultou na piora de alguns serviços.

    Segundo pesquisa do Instituto Data Popular, 48,4% desses consumidores acham que houve uma piora na qualidade dos serviços depois que a população emergente, que forma a nova classe média, passou a frequentar novos lugares.

    Ainda de acordo com o estudo, 62,8% reclamam do aumento da fila nos cinemas.

    A pesquisa mostra também que 55,3% dos consumidores consideram que as empresas deveriam oferecer produtos diferentes para ricos e para pobres. Segundo o estudo, 49,7% deles preferem frequentar ambientes com pessoas de mesmo nível social.
    Para 16,5%, pessoas malvestidas deveriam ser barradas

    Os dados do Data Popular mostram que, para 16,5% dos integrantes da classe média tradicional, pessoas malvestidas deveriam ser barradas em alguns estabelecimentos; 26,4% acham que a existência de estações de metrô aumenta a frequência de pessoas indesejáveis em determinadas regiões e, para 17,1%, todos os estabelecimentos deveriam ter elevadores separados.

    Segundo o Data Popular, existe um certo desconhecimento da população de renda mais alta sobre a que classe pertence. De acordo com o estudo, 55% da população de classe AB acham que pertencem à classe média. (já os corretores pensam o exato contrario – ndL)

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    • Money Addicted 18 de novembro de 2011 at 18:15

      o q acho “comico” eh o final q diz que os pertencentes a classe AB nao sabem a que classe pertencem…..isso pq…..segundo o governo….quem ganha entre 5 e 10 k estaria na AB (acho q sao esses os valores) no entanto quem tem um pouqinho tem nocao sabe q isso eh um valor mto baixo….pode ser BEM maiorr q a media brasileira q eh por volta de 0.6 k…..

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      • pmoraesm 18 de novembro de 2011 at 19:34

        De acordo com o mercado imobiliario só temos classe a atualmente.

        Teoricamente sou classe B1 e nao consigo comprar nada acima de 65m2 no bairro onde moro.

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    • RT 18 de novembro de 2011 at 19:46

      “De acordo com o estudo, 55% da população de classe AB acham que pertencem à classe média”

      Achei essa parte estranha… porque não acho que “pertencer à classe AB” e “pertencer à classe média” sejam condições excludentes.

      É muito comum dividir a classe média em “classe média alta” e “classe média baixa”. Eu diria que os primeiros pertencem à classe AB, e os segundos não…

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    • Ricardo 19 de novembro de 2011 at 01:49

      Faz sentido!

      Gastar R$ 40 no shopping para comer e ver um filme não é mais algo exclusivo da classe AB.

      A separação sugerida na matéria já existe: chama-se “pagar mais caro”. Infelizmente é assim.

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    • Julio 19 de novembro de 2011 at 19:37

      Mas ninguém estranha o comportamento dessa gente… “Tadinho de mim, agora tenho que dividir meu espaço com essa gente inferior… :,( ” Onde fica aquela tal ideia de **inclusão social**?

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  • Anonymous 18 de novembro de 2011 at 18:33

    SPAM da MRV

    Benefícios de continuar em nosso banco de e-mails:

    Receber informações sobre lançamentos e futuros lançamentos em sua cidade;
    Ficar por dentro das notícias do mercado imobiliário;
    Garantir condições especiais de pré-lançamento;
    Ficar por dentro de promoções da MRV e parceiras;
    Concorrer a prêmios ao participar de promoções e concursos.

    A MRV busca melhorar seu atendimento em cada uma de suas ações. Por isso, é muito importante que você assinale entre as opções abaixo por que gostaria de sair do nosso banco:

    Já comprei um imóvel da MRV
    Já comprei um imóvel de outra construtora/imobiliária
    Este e-mail é restritamente para uso profissional.
    Qual seu e-mail pessoal?
    Não consigo visualizar os e-mails da MRV
    Não aceitei receber e-mails da MRV
    Não tenho interesse em adquirir um imóvel
    Esta conta de e-mail não pertence a esta pessoa
    Não tenho interesse em imóveis nesta cidade.
    Qual sua cidade de interesse?

    Para atualizar seu cadastro ou não receber nossos maillings, escreva seu e-mail no campo abaixo e clique em Confirmar.

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  • JACK 18 de novembro de 2011 at 19:36

    Materia no JT e saiu no Estadao tbm…

    Preço do imóvel cai e chineses protestam

    18 de novembro de 2011 |
    16h38 |
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    Categoria: Casa própria, Economia Internacional, Imóveis

    Cláudia Trevisan

    Desinflar a bolha do mercado imobiliário chinês está se mostrando mais desafiador do que parecia quando o governo decidiu apertar as medidas restritivas ao setor, há pouco mais de um ano. Milhares de pessoas que adquiriram imóveis nos últimos meses estão exigindo compensação de empreendedores que tentam se livrar de unidades encalhadas oferecendo descontos de até 25%.

    Desde o dia 22 de outubro, ocorreram pelo menos cinco manifestações nas ruas de Xangai promovidas por compradores que viram o valor das residências cair de maneira abrupta com as novas promoções.

    Em uma delas, cerca de 400 pessoas carregando faixas invadiram e danificaram um dos showrooms da China Overseas Holdings, que oferecia apartamentos por um quarto a menos do que eles haviam pago no ano passado.

    O mercado imobiliário é uma opção de investimentos para muitos chineses, que perdem dinheiro se deixarem sua poupança no banco e não têm à disposição outras aplicações lucrativas e seguras.

    A taxa de juros sobre os depósitos é de 3,5% ao ano, insuficiente até para repor a inflação, que caiu para 5,5% no mês passado. Em queda desde o ano passado e com uma histórica volatilidade, o mercado acionário é visto com desconfiança pelas famílias chinesas.

    Nesse cenário, a compra de um imóvel era considerada uma opção segura e extremamente lucrativa de investimento, especialmente diante da expectativa de que os valores continuariam a subir de maneira indefinida.

    A crescente especulação no setor imobiliário levou grande parte dos preços para patamares irreais, o que transformou o sonho da casa própria em algo inalcançável para grande parte da população.

    A persistente alta dos preços também envolveu o setor em uma bolha cada vez mais inflada, que o governo decidiu conter com medidas restritivas, entre as quais o aumento do valor que deve ser pago à vista na compra de uma residência.

    Mas a operação é extremamente delicada, já que o setor imobiliário responde por 25% do investimento do país e tem sido um dos mais potentes motores do crescimento chinês. Se a atividade de construção sofrer uma retração abrupta, isso terá consequências negativas sobre a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) e aumentará o risco de um pouso forçado da segunda maior economia do mundo.

    Reflexos
    Para o Brasil, a performance do segmento é fundamental. A construção de residências absorve cerca de 20% da demanda de aço do país, que usa como matéria-prima o minério de ferro, principal item da pauta de exportação brasileira, cujo maior comprador é a China. No período de janeiro a setembro deste ano, o país asiático importou do Brasil US$ 14,48 bilhões em minério de ferro, quase metade dos embarques totais do produto de US$ 30,68 bilhões e 71,15% acima do que foi vendido nos primeiros nove meses de 2010.

    “O problema de compradores insatisfeitos com os descontos nos imóveis é generalizado”, disse ao Estado Liu Weiwei, do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento E-house China, baseado em Xangai. “Com a redução nos preços, os compradores antigos perderam milhares de yuans e muitos se sentem enganados pelos empreendedores.”

    No conjunto residencial Longhu Licheng, de Xangai, o preço do metro quadrado estava em 18.500 yuans (R$ 5.180) no começo de 2010, valor que caiu para 14.000 (R$ 3.920) atualmente. Quem comprou um apartamento de 100 metros quadrados naquela época viu o valor da propriedade diminuir 450 mil yuans (R$ 126 mil) em menos de dois anos.

    Recuo
    A queda de preços só começou em meados de 2011 e se acelerou nas últimas semanas, em razão das dificuldades financeiras enfrentadas por grande parte dos empreendedores imobiliários, sufocados pelas medidas de contenção de crédito adotadas pelo governo para conter a inflação e desinflar a bolha imobiliária. Chen Shen, do instituto China Index Academy, disse que as vendas em outubro diminuíram 20% em média na China em relação ao mês anterior.

    Na semana passada, o volume de operações na cidade de Pequim registrou queda de 40% na comparação com a semana anterior. Em Xangai, a retração foi de 26%.

    No fim de outubro, o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao afirmou que o governo manteria as restrições ao setor: “Nosso objetivo é fazer com que os preços voltem a patamar razoáveis.”

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  • JACK 18 de novembro de 2011 at 19:41

    A casa está caindo, caindo, caindo……….

    18/11/2011 – 08h00
    Queixa contra construtoras por Minha Casa, Minha Vida triplica

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    DE SÃO PAULO

    Hoje na Folha Disparou, nos últimos 12 meses, o número de queixas feitas no site Reclame Aqui contra construtoras que teriam vendido indevidamente imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida, informa reportagem de Carolina Matos publicada na edição de sexta-feira da Folha.

    A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

    Bancos negociam elevação do teto do FGTS para compra de imóvel
    Para valorizar “compacto”, construtora aposta em planta flexível
    Contratos novos de aluguel sobem 17,6% em um ano em SP

    Os registros contra as cinco empresas com o maior número de reclamações desse tipo, de acordo com o site –MRV, Goldfarb (comprada pela PDG), Tenda, Direcional e Altana–, triplicaram nos últimos 12 meses, saltando de 205 para 615.

    Segundo as reclamações, as empresas negociaram imóveis na planta informando aos compradores que as unidades obedeciam aos critérios do Minha Casa, Minha Vida –como valor máximo.

    Mas, na hora de abrir o financiamento, os consumidores descobriram que os imóveis não eram aprovados pela Caixa Econômica Federal.

    Algumas dessas queixas virtuais resultaram em processos na Justiça.
    Editoria de Arte/Folhapress

    OUTRO LADO

    A Caixa Econômica Federal informou que o empreendimento Alphaview, da Goldfarb (comprada pela PDG), em Barueri (SP), não faz parte do programa do governo “porque o valor das unidades ultrapassa o previsto”.

    Por e-mail, a PDG disse que o empreendimento tem “financiamento aprovado” com a Caixa –não citando o programa Minha Casa, Minha Vida– e que os clientes têm “linhas de crédito disponíveis na mesma instituição”.

    A Direcional Engenharia afirmou que “todos os empreendimentos comercializados no Minha Casa, Minha Vida estão dentro do teto [de valor] permitido”.

    A MRV Engenharia também disse que “só coloca à venda pelo programa habitacional do governo unidades que se enquadrem às regras”.

    Já Tenda e Altana não responderam à reportagem até a conclusão desta edição.

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    • Bolha Imobiliária 19 de novembro de 2011 at 11:13

      Esta reportagem vai ao ar aqui no site as 23:59 deste sabado…Esta agendado

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  • Marcos 18 de novembro de 2011 at 21:09

    Intermedium lança FIDC de R$ 150 milhões
    Dando continuidade ao projeto de ampliar o volume de crédito consignado, principal negócio do Banco, o Intermedium lançou o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Intermedium II. A quarta operação de FIDC do banco captou R$ 150 milhões e elevou para R$360 milhões o volume total de recursos de todos os fundos. A operação foi considerada pela diretoria do Banco Intermedium um sucesso, tendo em vista que a demanda dos 16 investidores institucionais foi superior ao inicialmente ofertado, 6 mil cotas seniores.

    www .intermedium.com.br/SiteNovo/sites/internews/internews_novembro2011/int12.jsf?__akacao=651994&__akcnt=526f5976&__akvkey=c0b1

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  • Marcos 18 de novembro de 2011 at 21:56

    Hotéis lotados


    “Uma das explicações para o forte descompasso entre oferta e procura – identificado por Carolina Halo, da Mapie Consultoria – é a conjugação de dois fatores. De um lado, o bom desempenho da economia nos três últimos anos atraiu mais gente para os negócios. E, de outro, os empreendedores preferiram investir em imóveis residenciais, fartamente financiados; e não em hotéis, de retorno mais baixo.”

    blogs.estadao.com.br/celso-ming/

    Ou seja, vale mais a pena vender casa para otário do que ter trabalho com hotel.

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  • gaúcha poa 18 de novembro de 2011 at 22:31

    DÍVIDA É DINHEIRO sobre o dinheiro dos bancos

    http://www.youtube.com/watch?v=uKZiWFDxAas
    Quem teria coragem e ousadia de falar sobre esses

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  • Anonymous 18 de novembro de 2011 at 23:48

    Spanish Banks Have $41B of ‘Unsellable’ Real Estate
    www . bloomberg . com/news/2011-11-17/spain-s-unsellable-real-estate-assets-threaten-smaller-banks . html

    Bancos Espanhois tem 41 bilhões de dólares de imóveis INVENDÍVEIS. Há uma lacuna “enorme” entre os preços oferecidos pelos bancos e que os investidores estão dispostos a pagar, impedindo as vendas de grandes carteiras de imóveis.

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    • shakespeare 23 de novembro de 2011 at 15:09

      esse é meu maior medo, mesmo depois do estouro da bolha, os preços vão continuar artificialmente inflados por muito tempo, na mão dos bancos, que não vão querer perder a “raspa do tacho”!

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  • Mr. Alex 19 de novembro de 2011 at 01:11

    pra quem já viu e reviu o video no You Tube do Espanistão postado aqui no Blog…

    Pra quem já está careca de saber, por frequentar o Blog, que o Brasil está indo para o mesmo caminho [caminho para o Brejo, para o precipício]…

    Agora temos mais um blogueiro, um economista esponhol

    ‘O Brasil é hoje a versão 2.0 da Espanha de 2003’, diz economista espanhol

    Para Santiago Nino Becerra, Brasil segue o mesmo caminho adotado pela Espanha, de endividamento e de crescimento pelo crédito

    economia.estadao.com.br/noticias/economa%20brasl,o-brasil-e-hoje-a-versao-20-da-espanha-de-2003-diz-economista-espanhol,92827,0.htm

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    • DanielCM 19 de novembro de 2011 at 06:31

      “Soy rico!”

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      • LB 20 de novembro de 2011 at 00:21

        …apesar de ‘ganar un sueldo de mierda’!

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    • L1 19 de novembro de 2011 at 13:07

      é impressão minha ou o estadão é o único jornal que não se importa de divulgar a insanidade do mercado?

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  • Philis 19 de novembro de 2011 at 03:41

    a vaca indo pro brejo e os brasileiros sambando…

    Brasil é a versão 2.0 da Espanha de 2003

    http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=245167

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  • MrK 19 de novembro de 2011 at 08:19

    Amigos, essa questão do crédito aqui é sim repetição do que foi visto lá fora, mas politico não tá nem aí, politico só pensa numa coisa: Como ganhar um novo mandato pra se fixar no poder!

    Todo politico sabe que o caminho pra se perpetuar é ter uma boa economia, no fim do dia a economia e a renda é que elegem os governantes, vide FHC, teve um primeiro mandato bom na área economia e se reelegiu, no segundo sofreu com crises e seu candidato foi expurgado, a mesma coisa com Lula, grande parte de sua reeileção foi pelo bom momento economico, idem Dilma.

    Para estimular esse momento economico os politicos são capazes de TUDO, inclusive tomar decisões não sustentáveis, é a velha analogia do bebado ,eles querem dar alcool pra galera se sentir feliz, a ressaca eles não querem saber, isso vai ser problema de outro, os politicos tentam empurrar pra frente a bomba o máximo que dá!

    A boa (ou má, dependendo do ponto de vista) é que o PT vai colher as consequencias da sua loucura, por mais que tentem (e vão tentar) não vejo como empurrarem a bolha imobiliária pra depois de 2014, a Dilma vai ter que lidar com ela no seu mandato, vai fazer de TUDO pra pedalar e jogar pra frente, vai abrir crédito, vai usar a caixa, vai usar o BB, vai usar os empresários “amigos”, vai fazer ameaças, mas nada adiantará… a bomba está prestes a estourar

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  • MrK 19 de novembro de 2011 at 08:51

    Falando do gráfico, tem algo interessante, reparem que o máximo (aproximadamente) que os preços conseguem subir, é um pouco acima do dobro em relação ao que estavam

    Bastante curioso, pois na média, o que subiu por aqui foi mais ou menos isso, algumas regiões mais, outras menos, ou seja, pra quem gosta de gráficos da pra dizer que mais ou menos esgotamos nosso combustivel!

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    • RT 19 de novembro de 2011 at 09:02

      Outra coisa que achei interessante: onde subiu mais rápido, despencou MAIS e MAIS RÁPIDO também, como foram os casos do Reino Unido e da Irlanda, pra ficar em dois exemplos.

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    • RT 19 de novembro de 2011 at 09:03

      Houve casos em que os preços recuaram para os níveis em que estavam quase 10 anos antes.

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    • Nathália Corrêa 28 de novembro de 2011 at 16:02

      Interessante é que a Alemanha, com toda a tecnologia e economia que tem praticamente nao teve alteração absurdas no valor imobiliário . É só ver o ínicio e fim do grafico… Valores muito próximos e ainda assim conseguem se manter como superpotência!

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  • Said 19 de novembro de 2011 at 08:59

    Por mais complexidade que exista nas explicações do mercado de ações, este representa um “raio-x” da saúde de qualquer empresa. Interessante observar o que já foi exaustivamente exposto por muitos neste site:
    O gráfico das construtoras é muito peculirar desde 2009 para cá. Sugiro verificar em, por exemplo, http://br.advfn.com
    Todas elas apresentam de forma geral um “boom” desde março de 2009 e uma crescente retração após setembro de 2010. Os “sprints” de janeiro à abril de 2011 da IBOVESPA não foram verificados nas construtores que marcam um acentuada queda de seus patrimônios.
    Um óbvio e importante indício.

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    • MrK 19 de novembro de 2011 at 10:41

      falou muito bem

      o valor da ação de uma empresa reflete 2 coisas:
      1- Saude financeira da empresa
      2- Pespectiva de lucro

      quando uma empresa cai algo como 10%…15%… até 25% normalmente estamos falando do caso 2 (uma pespectiva de lucro pior), um ajuste de mercado normal

      mas quando uma empresa já está com queda de 50%…60%…65% (caso da gafisa e outras construtoras) é porque já estão questionando se a empresa conseguirá sobreviver, é o caso 1, já não é ajuste de lucro, é medo mesmo, é panico

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  • Fabricio 19 de novembro de 2011 at 13:14

    ‘O Brasil é hoje a versão 2.0 da Espanha de 2003’, diz economista espanhol
    Para Santiago Nino Becerra, Brasil segue o mesmo caminho adotado pela Espanha, de endividamento e de crescimento pelo crédito

    A Espanha é “irresgatável” e seus crescimento nos últimos anos foi “baseado numa ficção”. O alerta é de uma das principais referências hoje na Espanha, o economista Santiago Nino Becerra, autor de dois livros sobre a crise econômica que afeta o país. Em entrevista ao Estado, o economista diz que um resgate para a Espanha custaria 800 bilhões à UE e ao FMI, dinheiro que “simplesmente não existe”. Becerra também alerta que há sinais claros de que o Brasil está seguindo o mesmo caminho de endividamento e de crescimento pelo crédito adotado pela Espanha há dez anos. “O Brasil hoje é a Espanha de 2003, em versão 2.0.”

    A seguir, os principais trechos da entrevista.

    Como, depois de anos de euforia, a Espanha chegou a essa situação? A festa não era real?

    A festa em todo o mundo tem sido uma ficção e ainda é uma ficção nos países onde continua. Quando a capacidade de endividamento se esgotou, o pagamento da dívida se tornou impossível.

    Como o sr. explica que ninguém na classe política viu essa ameaça e a criação de bolhas?

    Certamente sabiam. Mas tinham de ignorar essa possibilidade. O hiperendividamento era, desde o final dos anos 80, a única opção para crescer.

    O sr. já alertava para os riscos em 2006. O que diziam as pessoas ao ouvir essa advertência?

    Quem me escutava admitia que o crescimento da dívida era insustentável. Na Espanha, entre 1996 e 2005, a dívida privada cresceu 140%.

    Na segunda-feira, quando um novo governo assume o poder, há coisas que ele possa fazer diferente do governo atual para solucionar a crise?

    Na segunda-feira, alguém ligará para Moncloa (palácio do governo) e perguntará pelo presidente do novo governo e dirá a ele que pegue papel e lápis para tomar nota do que terá de fazer o novo governo do Reino da Espanha. Isso se já não lhe foi dito.

    Depois de Portugal, Irlanda e Grécia, a Espanha é resgatável?

    A Espanha é irresgatável, assim como a Itália. Seriam necessários uns 800 bilhões, valor que simplesmente não existe.

    Os planos de austeridade terão efeitos sociais profundos. Serão suficientes para tirar os países da crise?

    O problema não é o gasto, e sim a arrecadação. Ao não crescer, a arrecadação é reduzida e a renda pública cai. Como os países europeus têm compromisso de déficit, a única possibilidade é o corte de gastos públicos, mesmo que isso deprima ainda mais a economia.

    O Brasil vive um boom. A Espanha pode servir de lição sobre como não fazer as coisas?

    Acredito que o Brasil vive uma situação virtual como a que viveu a Espanha de 1995 a 2007. Pelo que eu sei, a economia brasileira navega em um mar de créditos no qual o governo incentiva o consumo de tudo, como ocorreu na Espanha. Para “resolver” a questão da distribuição de renda, o Brasil deu acesso a crédito a um porcentual enorme da população. Algo parecido com o que ocorreu na Espanha. De 1997 a 2007, os salários reais dos espanhóis só cresceram 0,7%. Mas a população consumiu de tudo. Penso que o Brasil hoje é a Espanha em 2003, numa versão 2.0.

    Fonte:Estadao

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  • Marcos 19 de novembro de 2011 at 15:08

    BC incentiva crédito no momento em que dívida de brasileiro bate recorde
    Desde a crise de 2008, a dívida total dos brasileiros saltou 80,7% e o valor das parcelas pagas mensalmente cresceu 60%
    19 de novembro de 2011 | 14h 35

    Fernando Nakagawa, de O Estado de S. Paulo
    BRASÍLIA – O governo volta a incentivar o crédito para o consumo em um momento que, teoricamente, tem ingredientes arriscados: brasileiros nunca deveram tanto e nunca comprometeram parcela tão grande do salário para pagar as dívidas. Desde a crise de 2008, quando o governo aumentou a oferta de crédito para manter a economia aquecida, a dívida total dos brasileiros saltou 80,7% e o valor das parcelas pagas mensalmente cresceu 60%. Enquanto isso, o salário aumentou bem menos: 33,3%.

    Dados do Banco Central revelam que o endividamento das famílias está no nível mais alto da história: pessoas físicas devem cerca de R$ 715,19 bilhões aos bancos em operações das mais simples, como o microcrédito e o cheque especial, até financiamentos longos, como o imobiliário e de veículos, passando pelo caro cartão de crédito.

    Segundo o BC, cada brasileiro deve atualmente 41,8% da soma dos salários de um ano inteiro, um recorde. Há pouco mais de três anos, quando começou a crise de 2008, brasileiros deviam o correspondente a 32,2% de sua renda de 12 meses.

    Pela metodologia usada nesses cálculos, o endividamento é o total das dívidas de uma família em relação à sua renda somada em um ano.

    Seria como dizer que, na média, cada um dos mais de 192 milhões de brasileiros deve atualmente R$ 3.724 às financeiras e bancos. No início da crise passada, quando o Brasil tinha 2 milhões de habitantes a menos e o governo ainda não havia incentivado o crédito, o endividamento médio era de R$ 2.093.

    Receituário repetido. O diretor de política econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, disse no começo do mês que a instituição não está preocupada com o aumento do endividamento das famílias porque o prazo praticado pelos bancos cresceu e os juros têm caído. Além disso, o mercado de trabalho e a renda seguem em expansão. “Percebe-se que o endividamento das famílias cresce, mas o comprometimento da renda tem se mantido”, disse na ocasião.

    Nos últimos dias, o BC retirou parte das amarras impostas ao crédito no fim do ano passado. Com o objetivo de aumentar a demanda interna, foram anunciados incentivos para financiamentos voltados ao consumo – como o crédito para veículos, pessoal e consignado. Além disso, o juro básico da economia cai desde agosto com o mesmo objetivo de baratear o crédito, incentivar o consumo e, assim, reduzir os efeitos da crise internacional. O receituário é bem parecido com o usado na crise de 2008.

    Mas o quadro tem, gradualmente, mudado. Apesar do esforço para incentivar a economia interna, as forças geradas pelo complicado quadro global têm aparecido cada vez mais: estoques elevados, produção industrial cada vez mais lenta e desaceleração na geração de empregos.

    economia.estadao.com.br/noticias/economia,bc-incentiva-credito-no-momento-em-que-divida-de-brasileiro-bate-recorde,92853,0.htm

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    • RT 19 de novembro de 2011 at 15:23

      “Enquanto isso, o salário aumentou bem menos: 33,3%.”

      Engraçado que uma das desculpas mais ouvidas para justificar os preços de imóveis é justamente o tal aumento da renda…

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  • Sergio 19 de novembro de 2011 at 15:24

    Essas duas últimas reportagens, postadas pelo Marcos e pelo fabrício são extremamente importantes, já merecendo, inclusive, um post à parte. Parecem até reportagens orquestradas, dado a pertinência de uma com a outra.
    Reparem que a dívida total de cada brasileiro representada por R$3.724,00 é, literalmente, de cada brasileiro, ou seja, 192 milhões. Se dividirmos por famílias, levando-se em conta 4 pessoas por família, chegamos a quase R$15.000,00. Se considerarmos que só o sudeste representa 60% de todo o endividamento e, que não são de fato todas as pessoas que estão endividadas, o endividamento se torna astronômico.
    Post novo, BOLHA.

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    • Bolha Imobiliária 19 de novembro de 2011 at 16:12

      Estou em treinamento em Floripa, por enquanto nao tenho tempo para colocar o post no ar. Depois vou ver

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  • Sergio 19 de novembro de 2011 at 15:32

    Percebam a diferença de atitude de um país sério:
    “”Agencia Estado

    FRANKFURT – Jens Weidmann, presidente do banco central alemão (Bundesbank) e membro do conselho executivo do Banco Central Europeu (BCE), disse hoje que a Alemanha precisa compensar os cortes de impostos que pretende implementar, mas sugeriu que isso deve ser feito com cuidado.

    Tendo em vista a atual crise da dívida na zona do euro, obter confiança sobre as contas do governo deve ser a principal prioridade, disse ele, em entrevista para o programa de rádio Deutschland Radiokultur. Weidmann também afirmou que o governo alemão precisa manter suas metas de consolidação do orçamento, acrescentando que a implementação de programas de estímulo ou a redução das taxas de juros, por exemplo, não seriam as melhores respostas para combater a crise. As informações são da Dow Jones. “””
    .
    No mesmo Estadão

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  • Julio 19 de novembro de 2011 at 15:55

    Mais uma pecinha pra compor o estouro:

    Emprego com carteira assinada cai 34,4% em outubro e assusta o governo

    Sob ataque, Carlos Lupi admite que a crise internacional e a desaceleração da economia doméstica estão freando a abertura de vagas com carteira assinada no país. Em outubro, o tombo foi de 38,4% e, no acumulado do ano, de 18,3%

    Leia mais: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2011/11/19/internas_economia,279170/emprego-com-carteira-assinada-cai-34-4-em-outubro-e-assusta-o-governo.shtml

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    • Cleyton 19 de novembro de 2011 at 18:43

      É, parece que a crise na europa vai ser o gatilho do ajuste das contas, entre elas a nossa tão esperada queda no preço dos imóveis…

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    • xyz 19 de novembro de 2011 at 21:10

      O título dessa matéria é totalmente distorcido.
      O que caiu 34% em outubro foi a quantidade de vagas criadas, ou seja, a velocidade de criação de empregos caiu 34%, mas, segundo os dados do governo (que particularmente não confio) outubro criou 126 mil vagas.

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      • Ricardo 19 de novembro de 2011 at 22:29

        O que é igualmente ruim. Pois as novas contratações também compensam as demissões.

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  • Miguel Jacó 19 de novembro de 2011 at 19:23

    Eu já falei e vou repetir: a Bolha estoura em março, depois do Carnaval. Já era para estourar nos próximos dias, mas estamos na euforia de final de ano, após, mais um catalizador da explosão (gastos com presentes, carnaval, com férias, agravamento da crise mundial).

    Março é o limite, não comprem nada até lá…

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    • Bubble Boy 20 de novembro de 2011 at 11:06

      Quem sou eu para discordar de um cara com duplo nome bíblico.

      MARÇO 2012 PLOC

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  • AJW 19 de novembro de 2011 at 19:54

    Caros, a casa esta caindo!!!!!!! em matéria publicada no Jornal da Tarde, veja o resumo:

    Segundo o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, o aumento dos descontos em regiões mais valorizadas ocorre porque os preços dos imóveis chegaram a um patamar inatingível para o consumidor. “O proprietário de um usado olha os preços dos novos e acha que seu imóvel com dez, 20, 30 anos vale o mesmo do que unidades recém-lançadas. Só que não consegue vender. Ele é obrigado a dar o desconto.”
    “As pessoas perceberam que não podem elevar mais ainda os preços dos imóveis porque não vão conseguir vender. Não há mais espaço para os preços subirem. Acreditamos que o mercado entrou numa fase de liquidez mais lenta”, diz.

    Mas imóvel munca cai de preço ????

    http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/desconto-maior-em-imoveis-de-sp/

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  • ninja 19 de novembro de 2011 at 20:04

    preços desabando, e não vende nem a pau!
    No meu bairro classe media SP, construtor fez 3 sobradinhos, terreninho de merda, acho que não chega 100m2, 3dorm, 3 vgs , enfim aquele cubículo. em janeiro colocou placa de imobiliaria nos tres pedindo 1000k , o preço já chegou em 850k e ate agora não vendeu nenhum, vale no maximo 500., e olha lá, bem pago.

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  • Lucas Mendes 19 de novembro de 2011 at 20:29

    Eu que moro no rio, precisamente em copacabana, fico revoltado. Espelunca aqui, quarto e sala nego pedindo 300, 400 mil. É revoltante….. quero que esses especuladores, imobiliárias, incorporadores, construtores e outras pragas VÃO TODOS PRA PUTA QUE OS PARIU!!!!!
    Como disse um colega aqui, pra ficar caro precisa abaixar no mínimo 50 %. Nego quer ganhar dinheiro facil, conversando com um conhecido de meu pai que tem alguns imóveis o “sábio” disse: Tenho um imóvel em Copa de 2 quartos e quero 600 mil, aí perguntei: porra mas na PJ (prado junior)? E a sumidade responde: Mas tem garagem…..logo respondi: E daí? e depois o cara me afirma que esta alugando na “PJ” por 1300,00 que não consegue mas que isso…..foi a minha deixa:
    QUE NEGOCIÃO O CARA COMPRA O IMOVEL POR 600 MIL E ALUGA, E SE ALUGAR POR 1300….REALMENTE TEM QUE SER UM OTÁRIO QUE NÃO SABE FAZER CONTA PRA FAZER ISSO (um silêncio ensurdecedor do amigo do meu pai) Eu bem mais novo dando lição na turma old school.
    O problema que aqui, em Copacabana, tá cheio de velho com esse pensamento. Apartamentos velhos, com banheira velha e azulejo rosa ou azul, decoração de 1940, elevador com porta sanfonada e os caras acham que vale tudo isso. Querem ganhar dinheiro facil, o meu é que não leva!!!! Vão ter que arrumar outro tolo pra comprar e ajudá-los a comprar viagra

    Abraços do Lucas Mendes

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    • xyz 19 de novembro de 2011 at 20:52

      Amigo,
      Faço coro com sua revolta, mas permita discordar do alvo.
      A bolha imobiliária é cria do governo, quando expandiu fortemente e irresponsavelmente a base monetária (dinheiro em circulação) e canalizou o dinheiro “criado” para o mercado imobiliário.

      Qualquer proprietário vai tentar vender um bem pelo maior preço que consegui, mesmo que tenha que catar um otário. Essa regra tem a idade da humanidade, mas a bolha imobiliária é fenômeno recente.

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    • RT 19 de novembro de 2011 at 21:14

      Vai se dar bem no mercado de imóveis quem souber escolher o papel que quer desempenhar.

      O proprietário pode pedir 600 mil numa espelunca, se quiser. Enquanto espera algum otário comprar, fica pagando IPTU, condomínio, custo de oportunidade… se tiver sorte, alguns tempo depois vai entender: “fiquei meses aguardando um otário, mas quem é otário aqui sou eu”.

      Quem quer comprar casa própria e não tem um mínimo de discernimento acaba servindo de otário no papel acima, salvando o proprietário que se acha esperto.

      Quem quer comprar imóvel e dá valor ao dinheiro suado que ganha se recusa a pagar o que andam pedindo. Junta o dinheiro e aplica, que rende mais que o aluguel de um imóvel semelhante. Sabe que não mora num país de ricos, e que o estranho “boom” do mercado não tem como resistir ao enfraquecimento cada vez maior das vendas.

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    • Thomas 19 de novembro de 2011 at 21:53

      Se em comprasse o imóvel por R$ 600 mil e alugasse por R$ 1,3mil teria um “rendimento” de 0,22%. A poupança rende 0,6% a.m. Em títulos do tesouro vc consegue uns 0,8% a.m. líquidos. Se alguém comprasse o imóvel por esse valor eu recomendaria aos familiares que interditassem o sujeito.

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    • Fábio 19 de novembro de 2011 at 22:17

      Eu moro em Copa e desisti de procurar imovel para comprar, com os rendimentos dos meus dividendos e tesouro direto, pago meu aluguel de 3 quartos com vaga em uma rua q considero boa proxima ao cinema Roxy. Imobilizar essa quantia é ridiculo e a maioria desses velhos não tem noção nenhuma de mercado e muitos ganham salario abaixo da media, usam tv de tubo e raramente devem viajar ao exterior. Enfim qurem ganhar facil e vemos hoje mais de 5000 anuncios só em Copa, tudo travado.Procurei a partir de 2009 e vc deve conhecer a rua 5 de julho, q considero top, na epoca tinha ape de 90 metros com vaga por 420.000,00, hoje estao 750.000, legal esse milgare dos numeros em Copa.

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    • Jomar 20 de novembro de 2011 at 19:16

      Para entender a Z.S. do Rio tem que usar um pouco de Economia e um pouco de Psicologia. A esmagadora maioria dos imóveis de lá está quitado há milênios, e o pessoal da “old school” que chegou em Copacabana não é otário, não. Acontece que um brasileiro de 60 anos já viu 50 anos em 5, Milagre Brasileiro, três crises do petróleo, hiperinflação, inúmeras quebras da Bolsa, Plano Collor, Plano Real, etc, etc. O que eles ainda não viram foi alguém perder dinheiro com imóvel pronto e quitado, no longo prazo…Por isso, o raciocínio deles é o seguinte: eu não quero vender; se me der na telha, mantenho o apartamento fechado ou alugado pelo preço que conseguir; mas por um milhão, aí tem conversa…Até acredito que o preço daquele monte de apartamentos no Cidade Jardim (Jacarepaguá que é vendido como Barra…) vai estabilizar ou cair, mas aqueles imóveis velhos na Z.S. vão ser os últimos a ceder.

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    • Atribulado 20 de novembro de 2011 at 22:57

      Lucas,
      mais um comentário revoltadinho de quem está do lado errado do mercado

      ê lele
      eita blog bão…

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      • Jomar 21 de novembro de 2011 at 13:19

        Não tem revolta nenhuma. Aliás, muito pelo contrário, porque acredito que eu esteja do lado certo do mercado.
        Mas concordo que o blog é bom, embora as opiniões que fujam, ainda que um pouco, da maioria às vezes recebam respostas pouco educadas, o que empobrece a troca de idéias.

        []s

        Jomar

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        • Atribulado 21 de novembro de 2011 at 18:14

          “quero que esses especuladores, imobiliárias, incorporadores, construtores e outras pragas VÃO TODOS PRA PUTA QUE OS PARIU!!!!!”

          não tem revolta nenhuma mesmo, deve ser só impressão minha…

          queria saber: e se fosse ELE que tivesse ganhando, aí seria certo né?

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          • Jomar 21 de novembro de 2011 at 18:40

            Opa, entendi errado. Era o desabafo do comentário original, foi mal…

            0
  • Rf 19 de novembro de 2011 at 21:21

    O mercado imobiliário na China está literalmente desabando e tem gente que acredita que aqui vai ser diferente!!!! hahahahah

    Bolha imobiliária chinesa começa a murchar

    Vendas caem tão rapidamente que corretoras do país inteiro dispensam milhares de funcionários, enquanto o governo força a redução dos preços das casas

    Matéria completa: http://economia.ig.com.br/bolha-imobiliaria-chinesa-comeca-a-murchar/n1597375126821.html

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  • peterson 19 de novembro de 2011 at 22:07

    o trapésio está se formando… abertas as apostas, eu acredito em 2 repiques de 10% até a grande rampa… projeção pessoal em desvalorização de 41,6% em 1 ano o que valorizou-se 100% em 5. Essa bolha já era… só falta alguém pagar o pato!

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    • aiwww 19 de novembro de 2011 at 22:39

      Eu não irei .. prefiro morar com meus pais e guardar meu suado dinheirinho de anos … se nada acontecer .. eu fujo para o Caribe (sugestão do Facebook) .. 🙂

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    • Leo 19 de novembro de 2011 at 23:00

      repique do ibov ou de algo especifico ?

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      • peterson 20 de novembro de 2011 at 00:29

        não atuo em ações, so me aventurei contra a gafisa pq sabia que ia dar merda e foi certeiro… isso não prova que estamos certos quanto à estouro da bolha imobiliária, mas demonstra que muitos dos que aqui postam sabem analisar os indicadores.

        assim, eu me refiro aos preços dos imoveis, trapésio é uma rampa de subida, um patamar de estabilidade e a base é o valor real do produto, isso se aplica a todas as bolhas, a rampa de descida fecha a bolha. Quando falei em repique é porque penso que se cair 10% haverão tolos para subir mais uns 5% então cai mais 10% e sobe outros 5% então despenca continuamente no efeito manada…. se a crise europeia for repentina isso será como uma reta vertical… se isso acontecer vou fazer um tributo aos maias… hehehe

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        • Mineiro BH 20 de novembro de 2011 at 13:00

          Grande análise Peterson!
          Vc deve estar se referindo ao que aparece nos gráficos que já vimos aqui como Bear Trap ou Bull Trap…
          Aproveito para um comentário que julgo importante: é de todo interesse do governo e dos demais agentes da bolha jogar nas costas de alguém “invisível” ou “intangível” a responsabilidade pelo colapso que se avizinha… tirar da reta, em bom português…
          Então eu digo, resta evidente que o cenário externo irá nos puxar ainda mais pra baixo, e talvez muiiiiiito… mas, até agora, 20 de novembro, NÃO DÁ PRA FALAR AINDA EM CORREIA DE TRASMISSÃO DA CRISE… se ela já existe, é basicamente psicológica…
          Ou seja, até o momento somos vítimas de nós mesmos…

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        • Júlio 21 de novembro de 2011 at 18:22

          Neste caso, marquemos 21/12/2012 como data do estouro! Vai ver que eles estavam certos hehe

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  • Bruno 21 de novembro de 2011 at 01:51
  • DAVE 22 de novembro de 2011 at 09:12