Mercado baiano acumula maior estoque da história – Bahia Noticias

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Comments
  • Richard 17 de novembro de 2011 at 00:07

    Daqui a pouco será a vez do Rio.

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    • MrK 17 de novembro de 2011 at 04:31

      daqui a pouco? como assim daqui a pouco?

      a barra tem so no zap (repito, APENAS no zap) 10.000 imoveis a venda, se somar com recreio passa de 15.000, fora que vem ai vila olimpica, metade da peninsula e outros mega condominios

      e isso nao eh exclusividade de bairros novos, copabacana passou dos 5.000 imoveis a venda

      a realidade e’ parecida em todos os estados!

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    • realidade 17 de novembro de 2011 at 19:39

      Digo e repito:
      Pra consumir o que vêm por aí no mercado imobiliário, só importando chinês em conteinêr em larga escala. 1% no desemprego nas terras tupiniquinis nem o molusco careca e sem barba salva com seus apelos melodramáticos e populistas. Herança maldita de uma governo que agora vai pagar o preço!

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  • RPL 17 de novembro de 2011 at 00:36

    A questão agora é a seguinte:

    O que o governo vai fazer com a mão de obra da construção cívil?

    Os estoques estão altos e as construtoras não podem parar de construir se não desemprego em massa e a marolinha vira furacão…

    Os preços vão cair porque não tem jeito do povo comprar.

    Será que junto a queda de preços, vem algum subsidio independente da renda pro cara conseguir comprar o primeiro imóvel?

    Acredito que o governo deixa o preço dos imóveis ir ao chão… Mas por outro lado deve dar algum incentivo pras construtoras não pararem de construir

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    • LAM 17 de novembro de 2011 at 01:57

      Também acho, RPL. Alguns falam que o preço pode se estabilizar nas alturas e apresentam argumentos sensatos para isso, mas eu ainda acredito que há um limite e esse limite se chama poder de compra (relação intrínseca com a renda). Em um bem de alto (nesse caso, altíssimo) valor como um imóvel, o poder de compra é determinante e temos exemplos cabais de que esse poder há muito tempo foi ultrapassado pelo preço dos imóveis, então a tendência é que ninguém consiga comprar pelo simples fato de que não há renda suficiente para o financiamento!

      O exemplo do preço dos automóveis, normalmente dado pelos que supõem a manutenção do preço dos imóveis em patamares superiores, não pode ser aplicado nesse caso. Por mais caro que um carro esteja, digamos que um popular de 25 mil reais (absurdo) ainda cabe no bolso da “nova classe média”, via financiamento em 84x. Porém não existe um financiamento para essa mesma classe que consiga pagar os preços praticados no mercado, por mais subsidiado que seja!

      Resumo da ópera: ou os preços caem ou ninguém mais comercializa nada. E aí, como é que sobreviverão os que dependem do mercado imobiliário?

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    • jayme 17 de novembro de 2011 at 07:29

      essa é A PERGUNTA
      pra onde vai esse povo e o milagre dos empregos do lula

      dito isso vem a segunda parte

      o que acontecera com os inquilinos que nao conseguirem mais pagar suas prestacoes nos proximos 5 anos.. essa pergunta tem um leque grande de saidas devo admitir.
      – renegociacao
      – arresto dos imoveis

      mas enfim né..
      sao curiosidades que eu tb compartilho com voces.

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      • Frank 17 de novembro de 2011 at 10:28

        pelo perfil da sociedade brasileira (e dos políticos), eu acredito mais em renegociação.

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    • Andre Luiz 17 de novembro de 2011 at 13:14

      Humildemente, eu tenho uma pequena solução para o problema.

      Na minha opinião o governo deveria cortar, ou ao menos diminuir o crédito para imóveis usados. Mas manter, ou até mesmo expandir, para os novos empreendimentos. Assim, o preços poderiam cair e a construção não pararia. O grande problema seria se o tal déficit habitacional for mesmo uma falácia, pois se os preços não aumentam, os especuladores fogem do mercado.

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      • Roberta Rodrigues 18 de novembro de 2011 at 22:13

        Esta solução seria boa para pessoas que moram com os pais por exemplo, Porém, se você pensar em uma família da nova classe média que paga aluguel, o financiamento de um imóvel na planta seria inviável, pois estas prestações seriam um segundo aluguel que pesaria no orçamento familiar por muitos meses. Esta hoje é a realidade de muitas pessoas.

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  • MrK 17 de novembro de 2011 at 04:56

    voces viram como fechou a gafisa ontem? mais de 8% de queda

    agora voltando ao tema principal, olha o no que esses caras deram no setor:

    As empresas precisam vender pra reconhecer receita e depois obter lucro, elas tem acionistas e eles querem grana no bolso, mas o preco chegou a um patamar tao alto e o consumidor a um patamar de dividas tao elevado, que essas empresas experimentam queda forte de volume e acumulo de estoque

    So que elas nao podem parar de construir nem de vender

    Quando temos uma queda de volume desse tamanho, so existem 2 opcoes pra manter a rentabilidade: 1- Aumento de preco, 2- Corte de custos

    A opcao 1 claramente nao tem mais espaco, o preco ja passou do limite, so resta a essas empresas uma UNICA saida, baixar custos de qualquer maneira, mas agora me digam, como? fica ai no ar pra voces pensarem e comentarem

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    • Tico RJ 17 de novembro de 2011 at 08:25

      É isso ái, MrK.
      O brasileiro está tão endividado, que 60% do 13o. vai ter que usar para pagar dívidas, conforme pesquisa que citei anteriormente. Se realmente fosse uma nova classe média ABONADA estaria ussando para suas viagens e compras de natal e ano novo.

      A nova classe brasileira abusou: compras com eletrônicos, carros, viagens, tudo pago em prestações infinitas. E de sobra, para dizer aos gringos que tem grana, se endividou comprando imóveis que valem quase meio milhão. Agora, o bolso esvaziou e vai ter que pagar até o infinito, melhor até os próximos 30 anos.

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      • Tico RJ 17 de novembro de 2011 at 08:32

        correção: …, que 60% da população vai usar o 13o. para pagar dívidas, …

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      • Bubble Boy 20 de novembro de 2011 at 11:39

        Eu dou graças a Deus todos os dias por não ter dívidas.

        Estou casado há 5 meses. Eu e minha esposa temos uma renda de aproximadamente R$2.800, juntos. É pouco, eu sei, mas conseguimos fazer a proeza de juntarmos uma média de R$2.000 por mês, que vão direto para a poupança.

        Moro de aluguel, bem próximo a um centro comercial na Zona Oeste do Rio, com amplo transporte e perto de tudo que preciso. E e minha esposa vamos de bicicleta pro trabalho! Consegui uma casa bem legal, de um quarto apenas, mas com um quintal enorme com várias árvores frutíferas. Era R$450, mas fiz um contrato de 2,5 anos, paguei à vista um ano adiantado de aluguel e consegui por R$400 (=R$4.800).

        Nos próximos dias “rasparei” 90% da poupança por uma razão nobre: Consegui um terreno próximo de onde moro por R$10.000, com metragem suficientemente boa para uma casa nos moldes do que sempre sonhamos.

        O melhor de tudo é saber que, já no mês que vem, com os 13ºs em mão, teremos o suficiente para pagar mais um ano adiantado de aluguel. E olha que o reajuste é só no final de Abril!

        Evidente que levamos uma vida bem simples. Nossa lua-de-mel foi num hostel de uma badalada cidade litorânea. Quarto privativo, mas ainda assim num hostel. Além de me locomover 90% das vezes de bicicleta, só acesso internet no trabalho ou quando um vizinho incauto não configura bem sua rede wi-fi (hehe). TV a cabo nem pensar, aproveitamos até as cascas das frutas para fazer suco e sair pra comer fora, só se for no trailer de X-Tudo.

        Ainda assim, fico muito feliz em ver minha poupança sempre cheinha, e os sonhos pouco a pouco se realizando. Um terreno agora com 5 meses de casados, acho que ao término do nosso contrato de aluguel já teremos uma casa “habitável” pra morar, ainda que careça de acabamentos e coisas que só se fazem com o tempo.

        E pensar que por muito pouco eu não fechei um financiamento com a Caixa…

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    • Felipe 17 de novembro de 2011 at 08:33

      CLT Flex pra pedreiro e mestre de obras. Ou contratam eles como PJ
      😀

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    • Carcará 17 de novembro de 2011 at 08:51

      Galera,
      aqui em Salvador a ordem é “só ir na boa”, baianês que, como postei alguns dias atrás, significa prudência. Salvador é uma cidade bastante pobre. Assim, não vejo como construir mais prédios. A impressão que tenho é que se parassem de construir hoje, levar-se-ia mais de uma década para desovar o que está de pé. Sempre dizia aos amigos – Ou ficou todo mundo muito rico de repente ou há algo de muito errado.

      Na minha opinião, em Salvador, haverá demissão em massa quando acabarem o que estão em construção. Arrisco a me dizer que alguns prédios poderão ficar pelo caminho. 2012 será um ano emocionante. 2013, definitivo.

      Abs.

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      • RT 17 de novembro de 2011 at 09:59

        “Ou ficou todo mundo muito rico de repente ou há algo de muito errado”

        “Todo mundo ficou rico” é o que nos dizem os Secovis, os corretores e os “especialistas” nos jornais, quando tentam justificar a disparada dos preços.

        “Não! Há algo de muito errado” é o que eu penso quando me pergunto se o aumento generalizado de renda foi tamanho que quem “só” podia pagar 300 mil há três anos, hoje já pode pagar 900 mil, ou 1 milhão… é o que eu penso também quando vejo que 100 mil no mercado imobiliário é tratado como 10 mil eram há três anos atrás…

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        • Carcará 17 de novembro de 2011 at 11:21

          Perfeito, RT. O aumento da renda real deve ser de uns 10%, Para a classe média (antiga), o aumento deve ter sido bem menor.

          Abs.

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      • profeta do apocalipse 18 de novembro de 2011 at 06:45

        cara, participe mais. salvador está arrasada. paralizacoes, greves, bloqueios na br, povo vendendo acaraje e abara no meio da rua na tancredo neves! e nao é na calcada. a cidade ta um caos e o povo é pauperrimo, eu conheco bem isso daqui. classe media nao existe praticamente. quem eh a classe media alta? func da ford, do polo, petrobras e func publico federal e olhe la… aqui tem pouca influencia de orgaos publicos ( recife tem mais por exemplo) e emprego industrial o cara entra e fica 30 anos na vaguinha( vide polo). pois é.. a crise vem ai.. esses bairros novos sao a maior furada. a orla daqui com essa maresia toda n vale nada! quero distancia!

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    • JPM 17 de novembro de 2011 at 10:54

      Acho que será a opção 3: corte de preços. Elas terão que reduzir as margens de lucro para um mínimo (e aprender a ganhar “apenas” 10%), para poderem desovar o estoque. Como estão gastando muito com dívidas, pode ser que isso ainda dê prejuízo, mas seria temporário. Com preços BEM mais baixos, aí sim a “nova classe média” poderia comprar imóveis maciçamente, e em uns 5 anos as construtoras poderiam começar a reverter os prejuízos, além de manter os níveis de emprego.
      O problema é COMO fazer para frear a ganância das partes envolvidas, que veriam o mercado aquecido e tenderiam a querer subir os preços novamente. Seria necessário uma intervenção do governo limitando a margem de lucro nos imóveis, mas quaisquer medidas que intervenham no livre comércio nunca são bem vistas (e se não forem MUITO BEM planejadas podem ser desastrosas).

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  • LAM 17 de novembro de 2011 at 06:58

    Bolha, olha essa!

    w w w.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1192894&tit=IPTU-sera-reajustado-pela-inflacao-em-2012

    Nas entrelinhas, eles admitem que o valor dos imóveis está irreal. Quando o próprio governo pode arrecadar mais e não o faz, a gente percebe que há algo errado!

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  • Felipe 17 de novembro de 2011 at 08:29

    Em Santos, andando na Av. Epitácio Pessoa entre os canais 4 e 5 (uns 600 m de caminhada) EU VI quase 30 placas de vende-se, além de 5 prédios em construção nessa avenida e em ruas próximas.

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    • John 17 de novembro de 2011 at 08:45

      Em Brasília também tem placa nas ruas, o que sugere que o mercado está frio. Se os negócios estivessem acontecendo em um bom ritmo seria suficiente anunciar nos classificados ou em sites especializados.

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      • Cleyton 17 de novembro de 2011 at 10:07

        Curitiba também tem placas por tudo, depois que o pessoal comentou aqui começei a reparar a tática de tirar a placa, esperar um pouco e por devolta! Malandrinhos hein!

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      • Virginia 17 de novembro de 2011 at 13:09

        Tem um prédio em construção no Sudoeste (BSB) que está com uma faixa gigante alardeando “últimas unidades” desde o início do ano…

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        • Mineiro BH 17 de novembro de 2011 at 16:03

          Aqui em BH, na Av. do Contorno, em frente ao hospital Life Center (quem circula aqui vai ver fácil) tem um 2 quartos com uma faixa “últimas unidades” há mais de um ano pendurada…
          O prédio, aliás, me parece desocupado…
          Passo lá todo dia e lembro do blog kkkkk

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    • Troll 17 de novembro de 2011 at 22:04

      Pois é cara, também tenho observado isso em Santos. Principalmente nos prédios de três andares. Os donos de usados estão tentando desovar de qualquer jeito pois a maioria está alavancado na compra dos “na planta” da Ponta da Praia e está chegando a hora de quitar o saldo com a construtora. Moral da história: bolha dos usados em Santos.

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  • Tico RJ 17 de novembro de 2011 at 09:11

    Eu quero fazer uma correção sobre o que nosso amigo Fel comentou no tópico da Gafisa.

    Sobre o custo da construção civil de ser 1.8k/m² – Se não me engano, este valor apresentado é o CUB (custo unitário básico da construção), o qual é R$1478/m² no Rio em Out/201, para alto padrão.

    O CUB é calculado pela ABNT NBR 12.721:2006 e não são considerados os seguintes itens, que devem ser levados em conta na determinação dos preços finais por metro quadrado de construção: fundações, elevador(es); equipamentos e instalações; obras e serviços complementares; urbanização, recreação, impostos, taxas e emolumentos cartoriais, projetos arquitetônicos, projeto estrutural, projeto de instalação, projetos especiais; remuneração do construtor; remuneração do incorporador, e etc.

    Só as construtoras podem fornecer o preço final/m² de venda dos imóveis, porém não sei como encontrar. Alguém poderia nos dizer? Isso seria muito importante para termos o verdadeiro valor de um imóvel atualmente.

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    • Mr.Crowley 17 de novembro de 2011 at 09:26

      Soube que a Rossi gasta de 500 a 1000 reais o m2 ( em torno de 750,00 o m2), no maximo. Outras grandes devem ter custo similar.

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    • Anonymous 17 de novembro de 2011 at 09:51

      Essa informação você conseguirá somente de alguém de dentro da incorporadora ou construtora em questão, e que trabalhe diretamente na área de orçamento.
      Não são dados disponibilizados ao público, pois não interessa fornecer ao comprador a margem de lucro da empresa.

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      • xyz 17 de novembro de 2011 at 11:01

        nem ao acionista minoritário.

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        • Anonymous 17 de novembro de 2011 at 15:24

          Exato.
          Imagina o que aconteceria se ao comprar um ramo de beterraba na feira e pagar R$ 2,00, descobrir com o vendedor que o agricultor gastou apenas R$ 0,10 na produção…

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  • Eduardo Zé 17 de novembro de 2011 at 09:13

    Resposta troll:

    O “Braçil” podia começar a exportar a produção excedente de imóveis, não é!!!!!

    E vai ter que ser para a África porque o resto do mundo está abarrotado de imóveis, ou mandar para Marte, ou a Lua, um loteamento só frente pro mar!!!!

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    • Indecoroso 17 de novembro de 2011 at 11:14

      Faz algum tempo ouvi contarem que os países que pretendem colonizar a lua já estão pretendendo fracioná-la proporcionalmente aos investimentos feitos em projetos espaciais e ao tamanho de seu “território terrestre”. Um lugar que, especula-se, será bastante disputado é o “Mar da Tranquilidade”, região onde uma das naves Apollo fez o primeiro pouso tripulado da história e é considerado ponto privilegiado na superfície lunar.

      Outra notícia que envolve a especulação imobiliária no nosso astro-satélite é um buraco recentemente encontrado pela nave espacial Chandrayaan-1 na zona Oceanus Porcelarum, que poderá, por suas galerias subterrâneas, abrigar a futura base espacial humana. Essa notícia pode ser conferida no link abaixo:

      http://www.tecnologiasdeultimogrito.com/buraco-lua-base-lunar/

      Será que o Brasil não vai pegar uma boquinha nessa não? Já pensou: “Minha Casa, Meu Eclipse”?

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      • Eduardo Zé 17 de novembro de 2011 at 15:09

        É disto que eu estava falando, da piada surgiu a verdade…

        Agora só falta a Embrapa estudar um tipo de grama e de árvore que melhor se adapte ao clima lunático… Os imóveis nós já temos, os loteamentos também, só fica faltando o projeto paisagístico.

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      • JPM 17 de novembro de 2011 at 21:52

        Pois é… Se alguém pesquisar “moon real state”, vai descobrir que tem algumas empresas vendendo o terreno da lua (e outros planetas)!

        Alguns manés dizem que acharam uma brecha nos tratados de exploração espacial das Nações Unidas, que proíbem governos de tomarem posse de “territórios espaciais” mas não cita explicitamente indivíduos ou corporações e que, portanto, como eles (os manés) foram os primeiros a reclamar a posse da superfície da lua, teriam direitos sobre ela (inclusive o de loteá-la e vendê-la).
        Vi oferta de US$ 37,50 por acre… 🙂

        É claro que eles “esqueceram” que quem dá o direito à propriedade privada são as constituições da maioria dos países, e como a área não pertence à nenhum país, nenhum cidadão ou corporação poderia ter a posse. A não ser que queira se declarar um país independente e entrar em guerra contra o resto da Terra.

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  • Rodrigo 17 de novembro de 2011 at 09:43

    É parece que tem jogador de futebol comprando corbertura na Av. Vieira Souto por uns milhões, por isso jogou tão bem ontem!!!!

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  • Rodrigo 17 de novembro de 2011 at 09:46

    Lucro da Brookfield sobe
    Valor Econômico, 14/nov

    A Brookfield Incorporações registrou lucro líquido de R$ 108 milhões no terceiro trimestre, 26,1% a mais que no mesmo período de 2010. A receita líquida cresceu 91,1%, devido ao aumento das vendas e à aceleração do ritmo de obras, para R$ 1,198 bilhão. A geração de caixa medida pelo Ebitda subiu 68,3%, para R$ 252 milhões. Na comparação dos dois intervalos, a alta do lucro bruto, de 41,6%, foi muito inferior à da receita, o que provocou queda da margem bruta de 34,2% para 25,3%. Uma das razões para a queda da margem bruta foram os juros capitalizados referentes ao financiamento de projetos, que tiveram impacto de 4,9 pontos percentuais no indicador. A companhia projeta vendas recordes em 2011 e, novamente, em 2012, segundo o diretor de finanças e relações com investidores, Cristiano Machado

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  • Rodrigo 17 de novembro de 2011 at 09:54

    UPP valoriza imóveis
    O Globo, Ancelmo Gois, 15/nov

    “Veja só. O preço dos imóveis nas favelas cariocas com UPPs subiu 7% acima da taxa média de valorização dos imóveis do Rio em geral nos últimos três anos. A conclusão é de pesquisa a ser divulgada amanhã pela FGV.

    Pressão na Rocinha…

    O economista Marcelo Neri, que coordenou a pesquisa, acha que, na Rocinha, o efeito dessa valorização imobiliária será ainda maior:

    – A pressão imobiliária ali é maior. Na Rocinha, 13% das pessoas moram em residências com mais de uma família, contra 3% no Complexo do Alemão.

    Ainda assim…

    Neri acredita que o fato de um imóvel estar situado numa favela faz, por si só, cair seu preço em uns 25% em relação a outros lugares da cidade.”

    AHAHAHAAH então quer dizer que um imóvel na rocinha tem um valor 25% menor que os apartamentos de São Conrado!!!!!!!!!!!!!!!! E isso esta no jornal!!!

    Então a casa do Nem esta avaliada por uns R$ 2.000.000,00, isso por baixo!

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    • RT 17 de novembro de 2011 at 10:11

      “o fato de um imóvel estar situado numa favela faz, por si só, cair seu preço em uns 25% em relação a outros lugares da cidade”

      Olha… quem diz isso, ou é um jumento completo, ou acha que seu leitor é.

      Quer dizer então, que se em São Conrado, um apartamento custar 900 mil… um na favela, de mesma metragem, pode custar 675 mil??

      Num terreno irregular, sem condições de higiene, naquela ruelas onde carro nem passa…

      SOCORRO! Os barracos da nova classe média estão valendo mais que apartamentos em Nova York!!!

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      • Frank 17 de novembro de 2011 at 10:34

        querem vender o “peixe” de q favela era uma área apenas marginalizada pela cidade formal por conta do domínio do tráfico.

        agora, de acordo com esses pensadores, com o fim do tráfico ostensivo, a favela vira um bairro normal…..verdadeira piada, como vc observou.

        o tráfico foi embora, mas ficam as vielas imundas, a falta de urbanização, saneamento, as construções de alvenaria precárias e a ponto de desabamento….mas, mesmo com tudo isso, o preço fica apenas 25% abaixo do de um bairro próximo 🙂

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      • FQ 17 de novembro de 2011 at 10:53

        kkkkk

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    • Paulo - RJ 17 de novembro de 2011 at 11:58

      Pessoal,
      Acreditem, existe uma área na Rocinha que é mais urbanizada. Nem tudo lá é viela e lixo.

      O que não justificaria preço alto, aliás, seja lá ou em qualquer lugar

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  • Cleyton 17 de novembro de 2011 at 10:02

    Uma saída é a Dilma fazer como o Getúlio fez com o café, compra o excedente e toca fogo!

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    • Indecoroso 17 de novembro de 2011 at 11:17

      Tô achando que em Brasília daqui a alguns dias os órgãos vão começar a adquirir alguns apartamentos funcionais pra poder refrear a queda nos preços de imóveis na capital… é esperar pra ver.

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  • agc 17 de novembro de 2011 at 10:57

    Para que as construtoras continuem a lançar novos empreendimentos, elas terão que acabar ou diminuírem drasticamente seus estoques (isto sem contar os futuros lançamentos), só que para tal, deverão diminuir os preços dos imóveis (o que eles farão de forma gradual). O problema é que, quanto maior for a demora na eliminação deste estoque, maior será a dificuldade que as construtoras irão enfrentar. Sem novos lançamentos = mão de obra parada = demissões. Sugestão; faça a venda de imóveis a preços módicos, tendo em vista uma saída rápida. Ou seja, liquida geral!!!!!!!!!!!! kkkkkkkk

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  • Tico RJ 17 de novembro de 2011 at 10:58

    É o samba do criolo doido !!!

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  • MrK 17 de novembro de 2011 at 11:28

    so pra constar, por enquanto gafisa segue apanhando, ta entre as top 5 maiores quedas, se somar ontem com hoje (ate o momento) eh mais de 10% de queda em 2 dias, isso pra uma acao que ja caiu mais de 50% antes dessa queda, ta virando poh

    o pessoal comentou muito aqui acima sobre as construtoras queimarem os estoques antes de lancarem mais, isso faz sentido, mas pra uma empresa de capital aberto eh a morte, os acionistas querem ver lancamentos, vendas e lucros, queimar estoques a preco baixo ajuda o caixa mas penaliza o lucro, e a falta de lancamentos gera um clima negativo pra frente

    nao tem como adiar mais… a bomba ja esta aqui ha alguns meses

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    • Rodrigo 17 de novembro de 2011 at 12:01

      Olha a solução que os especialistas apresentaram.

      Papéis de construtoras devem apresentar retorno em 2012
      DCI, 17/Nov

      Dados da Abecip apontam que o setor de construção civil deve fechar 2011 com 540 mil unidades financiadas e R$ 85 bilhões de recursos no segmento

      Na opinião dos analistas consultados pelo DCI, os papéis das companhias do setor de construção civil listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) devem reagir e recuperar valor de mercado em 2012. “O ciclo de queda da taxa básica de juros deve melhorar a percepção dos compradores de investir em imóveis no próximo ano”, argumenta o analista do setor de construção civil da Ativa Corretora, Armando Halfeld.

      É fato que embora 2011 tenha sido marcado pela continuidade do crescimento do setor, os pa¬péis das construtoras foram muito castigados pela percepção de crise econômica.

      A ação da Brookfield Incorporações caiu 24,9% no ano, queda menor que a registrada pela MRV com perda de 25,1% de valor de mercado, seguido pelo recuo de 27,1% do papel da Rossi Residencial e 27,2% da PDG Realt.

      Mas para o investidor de Cyrela, a perda foi de 30,2% em 2011, mas distante do tombo de 46,6% dos papéis da Gafisa no período. “O cliente de imóvel leva muito em consideração o cenário da economia. Isso afetou a velocidade de vendas”, argumentou o analista da Gradual Investimentos, Paulo Esteves.

      A equipe de pesquisa da Planner Corretora também acredita que 2012 será importante para ver a melhora das margens das companhias. “As construtoras estão num ciclo muito forte de entrega de empreendimentos lançados em 2008. Naturalmente, o setor vai lançar menos em 2012 e produzir uma folga de caixa”, diz a fonte da área de pesquisada Planner Corretora.

      Na projeção da Ativa Corretora, o preço-alvo para 2012 observa recuperação. O papel da Brookfield é projetado a R$13,20; o da Cyrela, a R$ 21,63, e o da Gafisa, a R$ 13,16. PDG poderá encontrar o valor de R$ 13,71 assim como Rossi Residencial poderá alcançar a cotação de R$ 18,19 e MRV o preço-alvo de R$ 20,96 no próximo ano.

      Contida em números, a projeção da Gradual Investimentos aponta Brookfield a R$9,50; Cyrela cotada a R$ 18,60; Gafisa, a R$ 8,80; PDG Realt elevada para R$ 9,50; Rossi Residencial, a R$ 14, e MRV a R$16em2012.

      Para efeito de comparação, no pregão de ontem, quando o Ibovespa subiu 0,52% aos 58.559 pontos, os seis papéis do setor da construção civil ficaram novamente em queda. O papel da Gafisa caiu 8,49%, para R$ 5,60, e a ação da PDG Realt recuou 2,17%, para R$7,18.

      Brookfield desceu mais 1,15% para R$ 6; Rossi Residencial caiu 0,97% para R$ 10,15; Cyrella com recuo de 0,75% para R$ 14,39 e em menor perda, a MRV com ligeira queda de 0,26% aos R$ 11,11.

      “O grande medo agora é a inflação. Ela pode comprometer a renda das famílias, e os potenciais compradores podem não ter reservas suficientes para comprar imóveis”, alerta Halfeld, sobre o risco das companhias.

      “Essa volatilidade está muito relacionada ao nível de confiança do investidor. As construtoras devem reduzir o ritmo de crescimento dos lançamentos”, considera Esteves, sobre o risco.

      A equipe de pesquisa da Planner Corretora explica a queda forte da Gafisa pela redução da expectativa de lançamento, ao passo que Cyrela e PDG exibiram resultados no terceiro trimestre fiscal que mostram geração positiva de caixa em 2011. Na opinião da Planner, a principal dificuldade do setor é que a construção civil “consome muito caixa” ao longo do processo de lançar, vender e receber quando entrega o empreendimento pronto.

      De fato, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o setor de construção civil deve terminar 2011 com R$ 85 bilhões em volume de financiamentos destinados para 540 mil unidades.

      As construtoras listadas na BM&FBovespa captam apenas uma fração desse volume de recursos. Como exemplo, a Brookfield registrou receita líquida de R$ 1,2 bilhão no terceiro trimestre, 91% acima do mesmo período do ano passado. A incorporadora exibiu em seu balanço R$ 1,3 bilhão de vendas contratadas no trimestre, 61% acima de 2010.

      No entanto, apesar do crescimento da receita e das vendas, o lucro líquido cresceu em ritmo menor, avançou 26% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e atingiu R$ 108 milhões no terceiro trimestre de 2011.

      “A pressão de custos de mão de obra e da valorização de terrenos continua”, explica Halfed, no que diz respeito ao desafio das companhias nos próximos anos.

      A Cyrela apresentou vendas de R$ 4,1 bilhões em nove meses, e lançamentos de R$ 4,6 bilhões no mesmo período. Na comparação com o segundo trimestre, o desempenho foi 34,2% maior, para R$ l,6 bilhão.Ao mesmo tempo, a Gafisa, com R$ 1 bilhão em vendas e R$ 1 bilhão em lançamentos no trimestre, registrou lucro líquido 60% menor que o do mesmo trimestre de 2010, para R$ 46,2 milhões ao fim de setembro.

      0
      • Carcará 17 de novembro de 2011 at 12:27

        Impressionante como essa gente se recusa a enxergar o óbvio – o derretimento dos lançamentos foi causado pelo efeito manada (especulador de 20%). À medida que os prédios vão sendo entregues, os especuladores de 20% começam a perceber a escassez de tolo maior… Como disse, com o que já tá de pé, Salvador tem estoque para suprir a demanda real dos próximos 10 anos.

        Abs.

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      • Anonymous 17 de novembro de 2011 at 12:35

        Rodrigo,

        Deixa de ser implicante. Vamos levar em consideração esse especialista. Afinal ele tem 3 anos de formado. Já deve até fazer a barba com aparelho de lamina sem medo de se cortar.

        Armando Halfeld
        www . linkedin . com/pub/armando-halfeld/a/7a1/99a
        Universidade Federal Fluminense
        BS, Industrial Engineering
        2004 – 2008

        Nem os Maias fariam melhor previsão para 2012: Na projeção da Ativa Corretora, o preço-alvo para 2012 observa recuperação. O papel da Brookfield é projetado a R$13,20; o da Cyrela, a R$ 21,63, e o da Gafisa, a R$ 13,16.

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        • Luiz 17 de novembro de 2011 at 12:51

          putaquepariu mais um estagiário dando opinião no mercado?
          pq os sérios estão saindo d efininho caladinhos
          só sobraram marcoantonios (lembram dele?)

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        • Ricardo 17 de novembro de 2011 at 20:49

          Ele provavelmente comprou um monte de papéis-porcaria a R$ 8 e está tentando manipular a percepção dos pequenos investidores, para que o preço suba e ele desove o mico a no mínimo R$ 6.

          Quando essa molecada sai do escritório para falar com a mídia é porque em geral estão desesperados e com perdas grandes acumuladas no portfólio de ações. Quando está tudo bem, ficam quietos.

          Ninguém compartilha boas notícias assim. Se a Gafisa fosse de fato voltar para R$ 13, ele ficaria quieto e compraria uns milhões a R$ 5-6.

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  • Marcos 17 de novembro de 2011 at 11:37

    Consumidor endividado adia compra do carro e faz estoque de montadoras crescer
    Comentários: (0)
    11 de novembro de 2011 • 13h45
    Por: Fabiana Pimentel

    SÃO PAULO – O fluxo de consumidores nas concessionárias de veículos tem sofrido desaceleração neste segundo semestre. Entre os motivos está o endividamento da população, que adia a compra do carro novo para pagar dívidas e “limpar” o nome.

    Segundo o economista a Agência MSantos, Ayrton Fontes, no fim do ano, os consumidores estão menos interessados em comprar um veículo. “Os consumidores estão mais preocupados em pagar dívidas e limpar seus nomes no SPC e Serasa com o recebimento de seus 13º salário”, afirma.

    De acordo com uma pesquisa feita pela Agência com 13 concessionárias entre os dias 1 e 10 de novembro, 40% delas tiveram queda no movimento das lojas. “Os estoques nas montadoras, páteos das transportadoras e concessionárias já estão perto dos 40 dias, bem acima dos 28 dias otimizados”, explica o economista.

    Nova classe média
    Outro motivador para a desaceleração foram as maiores restrições ao crédito, sentida pelo consumidor da classe média. “A nova classe média, que mantinha este mercado aquecido através da compra de veículos 1.0 financiados em 60 parcelas e sem entrada, praticamente parou de comprar, provocando desta forma a desaceleração nas vendas”, afirma. “O endividamento e maiores exigências na aprovação deste tipo de financiamento são alguns do motivos”, continua.

    Promoções
    Na tentativa de reverter o quadro e atrair mais consumidores, as concessionárias começaram a fazer mais promoções. “As promoções de vendas nas concessionárias continuam em alta, principalmente das montadoras, que estão utilizando mais suas verbas de marketing para o varejo em detrimento das campanhas institucionais para, com isto, tentar atrair mais clientes para suas redes de distribuição”, revela.

    De acordo com Fontes, existe uma disputa entre as montadoras e quem ganha com isso é o consumidor. “Atualmente, temos cerca de mil modelos de veículos nacionais e importados disponíveis para os consumidores. Isso provoca uma guerra entre as montadoras para manterem suas participações neste cenário, hoje incerto, quanto ao aumento de produção e vendas sempre anunciados pelos atores deste segmento”, avalia.

    Quer aproveitar o momento? Atenção à dica do economista: “Para forçar a venda do mês, todas as montadoras oferecem um significativo bônus extra para o concessionário que atingir sua meta, sendo assim, os melhores dias para os consumidores comprarem seus veículos são entre os dias 25 e 30 de cada mês, pois vão encontrar melhores descontos e brindes especiais”.

    web.infomoney.com.br/newsletter/off/nlauto20111116.html

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  • MrK 17 de novembro de 2011 at 12:47

    Estou acompanhando de longe a loucura, entregaram um predio novo na gavea e ja ta cheio de repasse, so no zap achei 2 seguidos do mesmo predio, fora outro predio que havia sido entregue e ta vazio, isso demonstra claramente a alta proporcao de especuladores na compra da planta, detalhe que esses imoveis foram negociados em 2008/2009, uma epoca bem mais fria, agora imaginem os imoveis que serao entregues ano que vem???? so especulador na parada!!

    Outra coisa curiosa e’ a total falta de parametro, ao lado desse predio novo existe um predio com 5 anos de idade, muito bom predio, sao na mesma rua, mesma metragem, mesmo servicos, mesma qualidade, mesmo TUDO

    No predio com 5 anos tao pedindo R$820mil, no predio novo de repasse R$1.100.000 na mesma metragem

    ?!?!?

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    • Tico RJ 17 de novembro de 2011 at 13:13

      MrK, no ZAP você também poderá encontrar repasses de aps localizados no bairro de Copacabana.
      No bairro Rio Comprido há 2 meses tentam vender o resto de aps em planta do Royal Palms (45m²-200k)
      O Botafogo já apresenta uma boa quantidade de imóveis à venda.
      Barra e recreio, como vc já falou, nem preciso citar.

      0
    • augusto 17 de novembro de 2011 at 13:51

      Em Piracicaba, interior do estado SP, houve um boom de lançamentos de terrenos em condomínios fechados de alto padrão ou não.
      Hoje a maioria permanece com baixíssimo índice de casas construídas ou em construção, mas a oferta de repasses de lotes comprados por investidores é altíssima (jornais, sites imobiliárias).
      E ainda continuam os lançamentos de lotes em novos condomínios fechados, com preços altíssimos, e os corretores falam em oportunidade de investimento para ganhar na certa. Só rindo mesmo, KKKKKKKKKKKKKKKK

      0
  • Luiz 17 de novembro de 2011 at 12:53

    Quem é o Brasil???
    Quem é a classe média???

    estamos tendo neste mês de novembro a oportunidade rara de apreciar os dados do ibge, que se atualizam de 10 em 10 anos

    w w w.ibge.gov.br

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    • Luiz 17 de novembro de 2011 at 13:03

      vejam abaixo
      copiei resultados de rendimento nominal mensal de domicilicols aprticulares eprmanetes com renda

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  • Andre Luiz 17 de novembro de 2011 at 12:55

    A Ana Paz já tinha previsto isso aqui no bolha…

    Até o presidente do CRECI-SP admitiu que não há mais espaço para aumento de preços.

    Peguei no h t t p://www.observadordomercado.blogspot.com/

    Desconto maior em imóveis de SP

    * 16 de novembro de 2011 |
    * 23h05 |
    * Tweet este Post

    Categoria: Casa própria, Imóveis, Indicadores

    LUCIELE VELLUTO

    O desconto para quem negociou um imóvel usado no mês de agosto deste ano chegou a 13,61%, segundo pesquisa de venda de imóveis realizada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Dos cinco grupos de bairros analisados pela entidade, três apresentaram aumento nos abatimentos, um se manteve estável e outro registrou queda.

    O maior desconto, de 13,61%, foi verificado em bairros com imóveis de maior valor, como Vila Nova Conceição, Jardim Paulista, Moema e Campo Belo (Zona A). Em julho, o recuo de preço na hora do pagamento do imóvel tinha sido de 6,75%.

    Para bairros como Aclimação, Chácara Flora, Pompeia e Alto de Santana (Zona B), a redução média no valor da unidade foi de 9,34% em agosto, acima dos 8,22% do mês anterior. Em outros bairros, como é o caso de Belém, Casa Verde, Penha e Rio Pequeno (Zona D), o desconto também foi maior na comparação entre os meses, passando de 4,87% para 6,06%,

    Já as unidades em distritos como M’Boi Mirim, Lausanne Paulista, Santo Amaro e São Mateus (Zona E) apresentaram estabilidade na redução, com 7,75% em julho para 7,16% em agosto. Na mesma comparação, moradias em locais como Cambuci, Vila Indiana, Mooca e Barra Funda (Zona C) tiveram abatimentos menores, de 5,10% para 4,71%.

    Caro demais
    Segundo o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, o aumento dos descontos em regiões mais valorizadas ocorre porque os preços dos imóveis chegaram a um patamar inatingível para o consumidor. “O proprietário de um usado olha os preços dos novos e acha que seu imóvel com dez, 20, 30 anos vale o mesmo do que unidades recém-lançadas. Só que não consegue vender. Ele é obrigado a dar o desconto.”

    Para os próximos meses, Viana Neto avalia que o porcentual de redução deve ser menor. “As pessoas perceberam que não podem elevar mais ainda os preços dos imóveis porque não vão conseguir vender. Não há mais espaço para os preços subirem. Acreditamos que o mercado entrou numa fase de estabilidade de preços e com liquidez mais lenta”, diz.

    A diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes, aponta que metade das unidades comercializadas pela empresa apresentam algum desconto no preço. “O porcentual vai depender de quem está vendendo e de quem está comprando. Se o dono precisa muito vender, a redução é possível”, diz.

    Roseli recomenda a quem vai comprar que pechinche, principalmente para pagamento do imóvel à vista. “Com dinheiro na mão, maior é o poder de negociação do comprador. Mesmo assim, não deixe de perder um bom negócio só porque não houve abatimento”, afirma.

    h t t p://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/desconto-maior-em-imoveis-de-sp/

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    • Tico RJ 17 de novembro de 2011 at 13:21

      Andre,
      Os descontos já estão ocorrendo na zona sul, Rio de Janeiro, como eu já tinha observado antes, também em torno de 10%, enquanto a quantidade de aps à venda vem aumentando. Outra coisa, estou percebendo que o valor dos aluguéis vem caindo.

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  • Leandro 17 de novembro de 2011 at 13:00

    Do blog “observadordomercado”:
    http ://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/desconto-maior-em-imoveis-de-sp/

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  • Luiz 17 de novembro de 2011 at 13:02

    Rendimento nominal médio mensal dos domicílios particulares permanentes com rendimento

    Méida =R$ 2.222,
    na área urbana R$ 2.407,
    na rural R$ 1.051 .

    Entre as regiões,
    Centro-Oeste (R$ 2.616)
    Sudeste (R$ 2.592),
    Sul (R$ 2.441)
    Nordeste (R$ 1.452)
    Norte (R$ 1.765).

    Distrito Federal (R$ 4.635),
    São Paulo (R$ 2.853).
    Rio (~= SP)
    No outro extremo, ficaram Maranhão (R$ 1.274) e Piauí (R$ 1.354).

    10% com os rendimentos mais altos =42,8% do total,
    10% com os menores rendimento = 1,3% do total.
    50% com os menores rendimentos = 16,0% do total.

    10% com os maiores rendimentos =R$ 9.501
    10% com os menores =R$ 295.

    0
    • Luiz 17 de novembro de 2011 at 14:58

      excluídos da média os domicilios improvisados, barracos, cortiços, favelas, penitenciarias, e outros domicilios coletivos
      excluidos os sem renda ou com renda não declarada

      0
  • Luiz 17 de novembro de 2011 at 13:15

    ontem foi dia dos tubarões, hj foi dia das sardinhas

    ontem a GFSA caiu 8% com alto volume de vendas
    hoje a GFSA ciu pouco, só 2%, com baixo volume de vendas e alto volume de negócios

    o resultado é que o preço médio das ações cai muito mais, o piso das ações desceu, dá espaço pra cair ainda mais no futuro.
    entenderam?

    Peterson vc ainda está poraki?

    0
  • Carlos Eduardo 17 de novembro de 2011 at 13:17

    Olha a vergonha!

    a globo tá falando de valorização da favela … kkkkkkkkk
    ri muito quando começou ! parece piada! jaja
    teremos bolha de favelas

    hauhauahua

    http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2011/11/chegada-da-policia-faz-precos-dos-imoveis-subir-nas-favelas-pacificadas.html

    A Rede globo é um dos males do país

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    • Ader 17 de novembro de 2011 at 13:49

      E tem gente que a defende com unhas e dentes… Tem muito tempo que não assisto a esse canal… Acho até errado não assistir, pois dizem que você deve estar mais próximo do inimigo do que de um amigo…

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      • Luiz 17 de novembro de 2011 at 14:33

        Isso aí é preconceito
        em qualquer lugar do mundo o bairro do vidigal seria considerada área nobre.
        bastar citar santorini com suas vielas e casas com lajes umas sobre as outras.
        as favelas cariocas e o urbanismo insular mediterraneo guardam semelhanças gritantes

        se fosse vcs comprava uma favela lá.
        é sério.
        eles lá vivem muito melhor que muita gente nobre, sem dizer que agua. luz, condominio e tv sai de gratis.
        localização é tudo

        0
  • Luiz 17 de novembro de 2011 at 13:19

    Sobre Salvador consultem a carta 26 do Real statge da poli
    h t t p ://www.realestate.br/images/File/NewsLetter/CartaNRE26-4-11.pdf

    na pagina 9 tem um grafico do fipezap de Salvador, eles estão compreço estabilizado a pelo menos 1 ano, desde que lançaram o indice.
    Porque?

    0
    • Carcará 17 de novembro de 2011 at 13:53

      Luiz,
      aqui é asim: quem tem sua boca pede o que quer. Agora na hora de vender… talvez isso explique o encalhe generalizado. Tem um quarto de sala, em construção, em Ondina, 57m2, da nossa gloriosa GAFISA. O imóvel vai ser entregue em 2013 e o preço já tá em R$ 500 mil. Meio milhão. Como disse, Ou ficou todo mundo muito rico de repente ou…

      Abs.

      0
      • Frank 17 de novembro de 2011 at 14:19

        o caso de Salvador é muito interessante e pode oferecer lições a outras praças.

        o fato de os imóveis estarem há 1 ano estáveis pode ser a indicação do q virá nas demais praças: preços estagnados (sem queda nominal relevante), perdendo p/ inflação ao lonto de 3,4, 5 anos…..

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        • Luiz 17 de novembro de 2011 at 14:25

          Frank tbm penso que em Salvador está a chave da explicação do resto da bolha, contudo não acredito em estabilização por anos, a lição que Salvador pode nos dar é outra, mas ainda não entendi qual.

          0
          • LEOTEX 17 de novembro de 2011 at 15:46

            Em Salvador o prefeito pressionou e conseguiu aprovar um PDDU pra lá de polêmico, que a meu ver beneficiou apenas as construtoras e piorou muito o trânsito na capital baiana. É notícia velha, mas vai um link sobre o tema pra quem tiver interesse:

            h t t p ://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2705302-EI6578,00.html

            Além do poder público, na Bahia as construtoras tem também relação pra lá de fraterna com a imprensa. O jornal A Tarde chegou a demitir o jornalista Aguirre Peixoto por preparar uma reportagem sobre um processo relativo a crimes ambientais cometidos por construtoras. A matéria foi vetada pelo alto escalão do jornal e a demissão causou revolta entre os colegas jornalistas. Vejam no link:

            h t t p ://bahia-ja.jusbrasil.com.br/politica/6550304/revolta-na-redacao-de-a-tarde-com-demissao-jornalista-aguirre-peixoto

            Não sei se por algum tipo de distorção causada por tudo isso, mas tive a impressão de que a bolha inflou primeiro em Salvador. Por razões pessoais eu estava pesquisando preços em algumas capitais e lembro que os preços chegaram a se aproximar de RJ e SP. Só depois senti que os preços do sudeste dispararam com força.

            Ressalto que posso estar enganado, não tenho nenhum dado estatístico confiável pra provar essa hipótese, só a minha memória.

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        • Carcará 17 de novembro de 2011 at 15:22

          Frank,
          não sei onde acharam esse índice de estabilidade. Aqui, em A TARDE, o maior jornal de circulação da Bahia, há imóveis que realmente estão com os preços estabilizados. O TERRAZO ONDINA, por exemplo, faz um ano com os preços estacionados em R$ 510.000,00. Contudo, há outros com forte variação. COSTA ESPANA, começou com R$ 272.000,00, unidade de 60 m2. Hoje estão pedindo R$ 545.000,00. Mas como disse, o preço aqui é formado na base do achismo. O sujeito acorda, olhar para o mar azul, respira a delícia da maresia e diz: ” hoje acho que meu imóvel valorizou 10%”. E tome aumento.

          Há outro truque muito usado por corretores daqui que é anunciar um falso imóvel, similar ao que se quer vender, com um preço exorbitante, para viabilizar a venda de outro imóvel a ser vendido no mesmo prédio, com um preço alto, mas que comparado ao exorbitante “valeria a pena”.

          Assim, não me parece que em Salvador haja uma discrepância em relação ao cenário nacional. Ainda que a Bahia, como dizia o governador Mangabeira, tenha a precedência no absurdo, no absurdo dos preços dos imóveis estamos na média.

          Abs.

          0
          • Luiz 17 de novembro de 2011 at 15:33

            foi achado na carta n26 do nucleo real state da poli, pag9, perceba que é baseado no fipezap e deflacionado pelo IPCA

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          • Frank 17 de novembro de 2011 at 16:50

            Carcará, veja w w w .zap.com.br/imoveis/fipe-zap/

            o quadro principal (tem q expandir), em cima da página, compara os índices de crescimento em várias capitais.

            os números de Salvador são BASTANTE diferente de todas as outras praças.

            veja o crescimento dos últimos 12 meses comparado das cidades: Salvador 7,9 %.

            a cidade imediatamente maior do q Salvador, nesse indicador, é Fortaleza, com 16,3%.

            BSB com 17,5%.

            Todas as outras cidades têm crescimento acumulado em 12 meses acima de 20%.

            alguma coisa de diferente para ocorrer em Salvador – ou a amostra FIPE-ZAP não é estaticamente relevante para Salvador….

            0
    • xangai 18 de novembro de 2011 at 03:02

      Existe um pool ainda pouco votado nesse serissimo material :::

      http://www.realestate.br/homesite/site.asp?pag=75&id=11&action=voted

      Pool semelhante da Folha ha meses atras bateu milhares de votos e adivinha
      o resultado !??! :::::

      Ploc.

      Well … percepcao eh tudo …

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  • Fabiano 17 de novembro de 2011 at 13:26

    Crise derruba venda de imóveis em 54%

    Crise derruba venda de imóveis em 54% – Pesquisa da Aconvap mostra que mercado de unidades de alto padrão concentra negócios em São José

    Os moradores de São José dos Campos que ganham até R$ 2.500 por mês desistiram, pelo menos temporariamente, de comprar um apartamento novo.

    Pesquisa da Aconvap (Associação das Construtoras do Vale do Paraíba) aponta uma queda de 54,6% na venda de imóveis nos últimos quatro meses, sobretudo entre as unidades de um e dois dormitórios (os preferidos desta faixa de renda). O decréscimo é resultado da comparação com os dados relativos ao período de julho a outubro de 2008.

    O levantamento, divulgado ontem, mostra que os consumidores que possuem renda acima de 10 salários mínimos se transformaram nos principais compradores de novos imóveis.

    Das 899 unidades vendidas nos últimos quatro meses, 418 foram apartamentos de quatro dormitórios. O índice, de 46,5%, supera em mais de três vezes o registrado entre julho e outubro, quando das 1.644 unidades vendidas, somente 215 tinham quatro quartos.

    Segundo a Aconvap, a mudança de cenário se justifica por dois fatores: a ascensão dos moradores que já possuíam imóvel próprio e o clima de incerteza gerado pela crise econômica mundial, que levou as pessoas a comprarem apartamentos como forma de investimento em substituição a aplicações de risco.

    DETALHE A CERCA DE 2 MESES ATRAS A MESMA ACONVAP DIZIA QUE ESTAVAM FALTANDO IMOVEIS PARA COMPRA EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS RS RS .

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    • Ader 17 de novembro de 2011 at 13:44

      E olha que São José dos Campos deve ser um dos maiores PIBs do país…

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      • Money Addicted 17 de novembro de 2011 at 13:50

        eh o terceiro PIB de sp atras de campinas e da capital…

        0
      • Murdoch 17 de novembro de 2011 at 16:44

        …apesar de ser uma porcaria.

        0
    • Anonymous 17 de novembro de 2011 at 14:22

      Segundo o guia de São José dos Campos, a cidade tem cerca de 180 imobiliárias.

      www . guiasjc . com . br/imobiliarias

      Se for verdade que 899 unidades foram vendidas em 4 meses, então a média mensal de venda por imobiliária é cerca de 1.25 imóveis. Estou estranhando muito esse dado, pois para período similar, lembro que foi divulgado aqui no BLOG que imobiliárias da cidade de São Paulo estariam vendendo somente 0.5 imóveis em média mensal. Também dúvido muito que vendeu cerca de 100 apartamentos de 4 dormitórios por mes, nos últimos 4 meses. A cidade tem cerca de 600 mil habitantes.

      PS: Como diria o Piu-Piu, acho que vi um gatinho.

      0
      • Tico RJ 17 de novembro de 2011 at 14:30

        Essa foi boa! KKKKKKKKKKKKKKK

        0
        • Laranja 17 de novembro de 2011 at 17:06

          Fenômeno das imobiliárias = Fenômeno Towner de Hot-Dog

          0
    • Carlos Wagner 17 de novembro de 2011 at 15:27

      Na nova republica inventada pelo “nunca antes na historia destepaiz”, para se ocupar um cargo numa instituição a competência foi substituida pela astucia. É exatamente isso que constatamos em todas as notas divulgadas pelas agências dos setores ligados ao mercado imobiliario.

      “Segundo a Aconvap, a mudança de cenário se justifica por dois fatores: a ascensão dos moradores que já possuíam imóvel próprio e o clima de incerteza gerado pela crise econômica mundial”

      Será que em nenhum momento passou pela cabeça deste senhor que a população está endividada e não tem renda suficiente para obter financiamentos?

      0
      • Mineiro BH 17 de novembro de 2011 at 16:51

        Acabo de sacar qual vai se o mantra da turma…

        Turma: governo + empresas + corretores + (pseudo) analistas – por pseudo analistas, quero dizer, agentes de mercado, em geral corretores e construtores, fantasiados de analistas “isentos”…

        O mantra vai ser:

        – imóvel no Brasil nunca desvaloriza
        – a economia do Brasil está perfeita, o Governo trabalha maravilhosamente bem
        – no momento estamos em colapso econômico momentaneo por conta da grave crise externa
        E, finalmente,
        – os imóveis não desvalorizaram 60%, eles estão TEMPORARIAMENTE mais baratos, por causa da crise externa…

        E por aí vai…

        0
      • Anonymous 17 de novembro de 2011 at 19:17

        Quando clima de incerteza mundial AUMENTA, ocorre uma fuga de muitos ativos em direção ao velho e bom USD. Tanto é assim, que no últipo tropeço recentemente alguns bancos de NYC começaram a COBRAR por depósitos superiores a 50 milhões de dólares. Para quem não sabe, até dinheiro em conta corrente RENDE nos EUA, pouco mas rende.

        0
  • Glaucio 17 de novembro de 2011 at 13:51

    Pelo preço dessas mansões, mal dá pra comprar algo no Rio:

    http://economia.ig.com.br/veja-as-mansoes-de-grandes-executivos-a-venda/n1597370888062.html

    0
  • Tico RJ 17 de novembro de 2011 at 13:52

    Saiu no jornal A Gazeta de Cuiabá-MT de hoje: Bolha imobiliária está chegando ao Brasil?

    “Os altos valores praticados no mercado imobiliário nacional já estão beirando o impraticável. E tendem a aumentar ainda mais até o fim de 2011. Segundo o índice FipeZap, uma parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e o site Zap Imóveis, o valor do metro quadrado em São Paulo subiu 79% nos últimos 3 anos…”
    O resto da notícia está no jornal impresso, he,he.

    0
  • Felipe 17 de novembro de 2011 at 14:10

    !!!!!!!!!Pra quem não quer pagar engenheiro!!!!!!!!!

    Nova graduação chega de forma inédita na região, em momento de expansivo crescimento dos empreendimentos imobiliários

    Em meio a um cenário de efervescência do ramo imobiliário e da construção civil, a Baixada Santista acaba de ganhar um trunfo para a formação de profissionais para atuar e explorar este inquietante setor.

    A Unimonte e o Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), por meio da Regional Santos, se uniram para lançar, de maneira inédita na região, um curso superior tecnológico em Construção de Edifícios.

    Um almoço reunindo empresários do setor vai marcar a oficialização da parceria. O encontro será em Santos, na próxima sexta-feira (18 de novembro).

    Com duração de 3 anos, a graduação em Construção de Edifícios reunirá disciplinas com abordagens ligadas desde a instrumentação e gestão da construção civil, até a legislação e pontos referentes a instalações e manutenções em geral, com atenção especial à aplicação da sustentabilidade nos projetos do segmento. Entre as disciplinas estão ‘Logística no Canteiro de Obras’, ‘Materiais de Construção’, ‘Produção e Controle do Concreto’, ‘Sistema de Vedações’, ‘Tecnologia das Construções’, ‘Gestão da Qualidade’, ‘Fundações’, ‘Diretrizes e Leis na Construção’ e ‘Fontes Alternativas de Energia’.

    O objetivo da Unimonte e da Regional Santos do Sinduscon-SP é formar um profissional que tenha as habilidades necessárias para orientar, fiscalizar e acompanhar todas as etapas da construção de edifícios, incluindo o planejamento e acompanhamento de cronogramas físico-financeiros até o gerenciamento de resíduos das obras.

    Além disso, o formado no curso de Construção de Edifícios também poderá atuar na restauração e manutenção de edificações, bem como na comercialização e logística de materiais de construção.

    Novo curso vem para suprir necessidade regional – A capacitação de profissionais para atender a demanda de mão de obra no ramo da construção civil surge atualmente como mais um dos grandes desafios da Baixada Santista.

    O número de vagas de emprego no setor aumenta sem parar. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, a região criou 2.138 vagas entre janeiro e agosto deste ano, enquanto que no mesmo intervalo do ano passado a geração foi de 732 postos de trabalho. Isto é, crescimento de 192%.

    0
    • Rebecca 17 de novembro de 2011 at 14:29

      vergonhoso. depois que começar a cair prédio na cabeça das pessoas, eu quero ver.

      0
    • Paty 17 de novembro de 2011 at 14:34

      CREA, nao deixe isso acontecer nao…. credo

      0
      • Felipe 17 de novembro de 2011 at 15:00

        Paty, na verdade o papel do engenheiro não será substituído. O cara que sair formado disso não vai ter a responsabilidade sobre o que o eng. deve fazer…

        0
        • Paty 17 de novembro de 2011 at 15:14

          Se esse profissional nao tera responsabilidade tbm nao tera utilidade né.. ou eu to ficando louca..kk

          0
          • Luiz 17 de novembro de 2011 at 15:31

            qualquer mestre de obra americano ou europeu tem estes cursos tecnologicos, isos quando os pedreiros tbm não tem especialização além de segundo grau.

            não sei o que isso vai virar poraqui
            mas a noticia a principio é boa sim
            estes cursos são bem antigos, novo é que tem em Santos agora, uma cidade quase 100% saturada

            0
          • Felipe 17 de novembro de 2011 at 15:50

            Paty, eu estou dizendo num mundo ideal, mais sei lá, estamos no Brasil sil sil…

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    • Tico RJ 17 de novembro de 2011 at 14:39

      Estranho o período desse curso. Sou formado em engenharia civil e, se minha memória não estiver falhando, são 2 anos de disciplinas básicas, como cálculo diferencial. As disciplinas fortes, ou seja, as aplicadas costumam vir depois. O curso de 3 anos será intensivo?

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      • Felipe 17 de novembro de 2011 at 14:57

        Nunca serão… Jamais serão

        0
    • Carlos Antônio 17 de novembro de 2011 at 20:57

      Fiz o curso de Tecnologia em Construção Civil, em faculdade pública tecnológica de renome, na época em que vestibular era coisa séria. Não faria novamente. Perdi meu tempo, acabei fazendo engenharia depois. Curso tecnológico é o maior engodo que já inventaram, deveriam proibir essa pilantragem. O pior é que o governo apoia a criação desses cursos para aumentar o número de formados em “curso superior” nas estatísticas. Na área de construção civil o tecnológo não assina nada, é conhecido como “mestre de obras de luxo”. O curso de tecnologia é uma versão tupiniquim das “Fachschule” da Alemanha. É mais ou menos relação entre uma BMW M5 em um Gurgel BR800 (que Deus o tenha). Para quem pretende ingressar na área recomendo um curso técnico em uma instituição séria, vinculada a entidades empresariais. Vc gasta 2 anos e ainda ganha o mesmo que um tecnólogo.

      0
    • Troll 17 de novembro de 2011 at 21:59

      Caramba.
      Aqui em Santos já existem cerca de 98 prédios tortos por causa de projetos errados no passado. Segundo contam foi devido a expansão imobiliária “desordenada” na década de 60. Imagina quando esses profissionais entrarem no mercado. A história pode se repetir.
      Quem quiser google por “prédios tortos em Santos”.

      0
      • Felipe 18 de novembro de 2011 at 08:43

        Nada a ver com o tópico, mas……..

        Agora mesmo, a linha 4 amarela, aberta há menos de 6 meses, está FECHADA.
        Só lembrando, é a segunda falha em menos de 3 meses em operação total de horário.

        ESSA É A COMPETÊNCIA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO.

        0
        • Luiz 18 de novembro de 2011 at 12:13

          …Prezado Felipe a linha amarela não é do governo do estado é uma concessão privada, via PPP

          Vai se acopstumando pq haverão mais linhas neste modelo, veja abaixo, 40 bilhões, o maior orçamewnto da área do Brasil, maior que tudo o que o PT faz no Brasil somado, agora se vc prefere um problema de 2 horas a passar 2 horas por dia no transito em cima da terra, aí vou achar que vc sofre de cegueria ideologica.

          PPPs podem investir até R$ 40 bi em SP

          17/11/2011 – Valor Econômico

          O vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, apresentou uma carteira de projetos de Parceria Público-Privada (PPP) de até R$ 40 bilhões para acelerar os investimentos no Estado. São 18 empreendimentos nas áreas de saneamento, mobilidade urbana, saúde, habitação e sistema prisional. Sete deles, no entanto, já existiam na gestão anterior e continuam em fase de estudo. As PPPs vão deslanchar à medida que o Estado incorporar esse tipo de investimento como regra. Antes, PPP era exceção, diz Afif Domingos.

          O Estado de São Paulo possui três PPPs em operação, a Linha 4 do Metrô, a estação de tratamento de água de Taiaçupeba (Sabesp) e a modernização da linha 8-Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Entre os projetos mais antigos (quatro anos), estão a finalização e operação da segunda fábrica da Fundação de Remédio Popular (Furp), no município de Américo de Brasiliense, o trem expresso Bandeirantes e a construção de presídios.

          Alguns empreendimentos fazem parte dos planos do Estado há dois anos: o VLT na Baixada Santista, a duplicação da rodovia Tamoios (litoral norte), a gestão do Bilhete Único Metropolitano (ônibus interurbano, metrô e trem), e projetos de saneamento. Considerando apenas esses projetos mais atrasados, os investimentos somam R$ 12,5 bilhões.

          0
  • roberto 17 de novembro de 2011 at 14:10

    Srs(as)….

    Para visualizar o a quantidade de repasse !!!! Prédio em Curitiba Bairro Água Verde, na construção tinha uma placa informado que estava 100% vendido. Hoje falta espaço para tanta placa de vende-se isto que algumas unidades estão sem placa. Praticamente 50 % das unidades na mão de especulador sem saída e alavancado até o pescoço. Uma hora a PORCA torce o rabo, ai neguinho, vai ser a festa dos prudentes.

    P.S. dias atrás tinham mais placas que foram retiradas mas as unidades não foram vendidas.

    Segue LINK com a foto : http://www ponto flickr ponto com/photos/[email protected]/#photo6353604303

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  • Philis 17 de novembro de 2011 at 14:32
  • peterson 17 de novembro de 2011 at 14:39

    vou dar uma aula de economia, não vou citar as fontes das noticias abaixo para estimular os colegas a pesquisarem e assim apurar suas visualizações:

    encadeando as idéias:
    a)Juros de títulos da Espanha sobem a 7%, nível mais alto no euro
    b)Dívida pública dos Estados Unidos supera US$ 15 trilhões
    c)Fitch alerta para exposição de bancos dos EUA à dívida europeia
    d)Produção industrial na China desacelera em outubro
    e)Economia brasileira caiu 0,32% no 3º trimestre
    f)Dilma pediu o afrouxamento das medidas macroprudenciais
    g)Caixa disponibiliza R$ 10 bilhões em crédito a empresas até o fim deste ano

    omiti demais itens senão ficará dificil para os leigos (vao até z) estas noticias têm menos de uma semana ( a maioria 48hs). Agora vou estimular suas percepções econômicas, de A a G qual noticia está descontextualizada? qual noticia explica a causa de outra noticia? qual ação desencadeou reação? quantas das noticias ajudaram a melhora da outra? as noticias são agrupadoras ou desencadeadoras? … tá bom…. aprendam!

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    • Luiz 17 de novembro de 2011 at 14:52

      entendo a sua preocupação com o china effect, mas discordo.
      outros falam do efeito petroleo, que, noves fora, tudo o que ocorre, ocorre pq a produção estagnou a já uns quase 15 anos.

      essas visões que a economia é o Mestre dos mundos é tão irreal quanto as previsões da entrada da era de aquário ou a dos ‘Maias’ (que diga-se de pasagem são bem diferentes do que os Maias realemnte pensavam).

      devagar na ficção cientifica, o mundo passa por esses periodos deprê de tempos em tempos.
      enqto isso vai ganhando dinheiro, rsrs

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      • peterson 17 de novembro de 2011 at 15:20

        o efeito chinês só foi na letra D … analise o todo não a parte!

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        • Luiz 17 de novembro de 2011 at 15:28

          no todo eu vejo uma grande inflaçao mundial, todos estes são apenas efeito da transição se acelerando – dinheiro valerá menos, carros menos, casas menos – como vem sendo desde sempre.

          eu vejo uma mudança cultural, no limite entre o velho e o novo e sinceramente acho que a zona do euro saiu na frente, apesar do gatilho não ter sido lá

          nada do que eu ou vc podemos fazer para “empobrecer”, nos resta melhorar , masisto é uma visão pessoal demais. Nesta transição vc pode ganhar arbitrando no movimento, mas será superficial, pq o que importa não custará nada, adiquirimos, complexidade e contradição. A resposta está na praça do Sol, no M15, no ocupe rua-do-muro.

          0
        • Carcará 17 de novembro de 2011 at 15:35

          Peterson,
          perfeito. Ah, a letra “E” é o verdadeiro motivo pelo qual decidiram derrubar a SELIC na marra. Não crescemos desde abril. Aquelas duas desculpas furadas, para baixar os juros (da crise européia e do aperto fiscal) foi uma saída sartreana, o inferno são os outros. No primeiro caso, esta aí o aumento contínuo das exportações, deixando claro que o cenário externo ruim ainda não chegou por aqui; no caso do aperto fiscal, se alguém der uma olhada na LDO 2012, vai encontrar absurdos econômicos-orçamentários de toda ordem. Inclusive um PIB de 5%.

          A verdade é a seguinte. Consumimos o futuro rapidinho, talvez por que quem tem uma taxa de investimento de no máximo 17% do PIB sequer deveria ter direito a um futuro.

          Abs.

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          • xyz 17 de novembro de 2011 at 17:14

            O futuro está chegando e vamos começar a ver que as riquezas foram consumidas lá atras.

            E o pior é que o pouco “investimento” é muito mal feito. Vide Belomonte, trem-bala e mega plano de investimento da Petrobras (hoje vi uma matéria questionando a eficiência deste plano de investimento da Petrobrás).

            0
            • Anonymous 17 de novembro de 2011 at 19:41

              xyz,

              Lembro de quando o PT dominou geral com a eleição do Lula houve uma discussão para saber se o PRESIDENTE da Petrobras precisava ter curso superior. É claro que a Banânia colherá os frutos de abadonar meritocracia, basta esperar. Também lembro de ter assistido na TV nos EUA que o George Soros comprou ações da Petrobras pouco antes do anuncio da descoberta do pré-sal e vendeu pouco depois. Na Banânia, a noticia dada nos EUA sobre a EVIDENTE informação privilegiada foi desqualificada porque foi dada pela Fox News que é de DIREITA. Outro ponto é aquele vazamento causado pela BP na costa dos EUA, era numa perfuraćão cerca de 25% da profundidade do tal pré-sal, ou seja, nem existe tecnologia para retirar petróleo de UM QUARTO da profundidade de onde estaria o pré-sal.

              0
              • xyz 17 de novembro de 2011 at 19:56

                Não sabia desse episódio do George Soros.
                Mas lembro bem num comício para eleição da Dilma o Lula bateu nas costas do presidente da Petrobrás e disse “este é o meu presidente, nele ninguém mexe”, em um grotesco desrespeito à sua sucessora.

                Infelizmente o FHC não conseguiu privatizar a Petrobrás. A Petrobrás pode ser muito grande para quebrar, mas o Império Romano também era.

                0
                • Anonymous 17 de novembro de 2011 at 20:09

                  E tem mais, apenas dias depois do George Soros ter “investido 600 milhões de dóalares” na Petrobras, o governo Americano assegura um EMPRESTIMO de DOIS BILHÕES de dólares para exploraćão do pré-sal. Basta procurar no Google por petrobras, george soros e fox news (canal de TV).

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    • neandertal 17 de novembro de 2011 at 15:51

      “Juros de títulos da Espanha sobem a 7%, nível mais alto no euro” ?

      E a grecia que paga 28%? E portugal, 11%? E a irlanda, 8% ?

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      • peterson 18 de novembro de 2011 at 13:18

        parabens colega, vc percebeu a excencia deste ítem, ou seja a Espanha é o desencadeador, não a causa do problema europeu… perfeito! como eu disse procuro estimular, pois assim se apura a visão de cenário.

        Apenas fechando a análise o aumento dessas taxas em papéis mais confiáveis que os BRICS colocam em dúvidas os mercados emergentes, assim ninguém compra nada, sem isso não há credito, assim, sem saber indicadores de fluxo de caixa, como vc acha que estão as captações de credito atualmente no Brasil? … baseado nisso o que vc acha que vai acontecer no dia seguinte (com as ações) de divulgações de balanços das construtoras, por exemplo (que são captadoras de credito) eim? eim? …

        0
    • Murdoch 17 de novembro de 2011 at 19:38

      Vamo lá. Vou tentar brincar… Já aviso que não sou economista…

      1) qual está descontextualizada? (b)
      2) Q notícia explica a causa da outra?
      Diria que (a) implica em (c), (d) implica em (e) e (b) implica em (a)

      3) Qual ação desencadeou reação?
      (f) implica em (g); (e) implica em (g); (d) implica em (f); (d) implica em (e); (e) implica em (f)

      4) Quais notícias ajudaram a melhorar a outra?
      f e g melhoram (e)

      5) As notícias são agrupadoras ou desencadeadoras?
      R: Podem ser desencadeadoras considerando que Europa e EUA em recessão impactam mercado Chinês q impact compra de commodities brasileiras qeu toma medidas anti recessivas…

      0
      • peterson 18 de novembro de 2011 at 13:25

        ta certo, so que todas são desencadeadoras… o que indica que o cenário não é de melhora. Se construíssemos um grafico seria como uma escada descendo… pode perceber!

        0
  • Jack Imóveis 17 de novembro de 2011 at 14:51

    Caros,

    Cadê a pesquisa do Secovi de Setembro e Outubro??

    Jack – O curioso!

    0
  • Selvagem 17 de novembro de 2011 at 15:04

    Eu não sei quanto a vocês. Será que de tanto ler o blog eu fiquei um tanto quanto pessimista?

    Agora as notícias recentes de Europa, EUA e China me fazer antever um crise que vira muito feia, talvez sem precedentes.

    Lembro da fábula da Cigarra e da Formiga.

    Enquanto uns trabalham, outros fazem a festa. No nosso caso somos os que mais estão fazendo festa, com direito a Copa e Olimpíada de uma vez só.

    Uma hora o inverno vai chegar…

    0
  • Selvagem 17 de novembro de 2011 at 15:05

    Eu não sei quanto a vocês. Será que de tanto ler o blog eu fiquei um tanto quanto pessimista?

    Agora as notícias recentes de Europa, EUA e China me fazem antever um crise que vira muito feia, talvez sem precedentes.

    Lembro da fábula da Cigarra e da Formiga.

    Enquanto uns trabalham, outros fazem a festa. No nosso caso somos os que mais estão fazendo festa, com direito a Copa e Olimpíada de uma vez só.

    Uma hora o inverno vai chegar…

    0
  • Dan 17 de novembro de 2011 at 15:19

    Gafisa caindo 5,36% às 15:19 da tarde de 17/11.
    mais de 13% em dois dias… wow!

    0
    • peterson 17 de novembro de 2011 at 15:31

      realizei ontem em 8,01% mas devia confiar mais no meu feeling senão estaria do lucro em 13%, porém fiquei com medo de repique e como não sou gestor de IMOB me aventurei baseado em projeções suscintas e apostei na queda desta semana…. mas to contente fiz 8% em 1 dia, ma minha primeira aventura em ações (meu mercado é FOREX) e meus colegas me devem um chopp com bolinho de bacalhau hehehe

      0
    • danilo 17 de novembro de 2011 at 15:36

      Com a Gafisa caindo tanto meu rendimento mensal no Uol Invest vai cair muito.
      Já imaginou aquele povo do forum que o colega nos passou? As pessoas q acharam o resultado nao tao ruim? Devem estar desesperadas. rsrs

      0
      • Luiz 17 de novembro de 2011 at 15:44

        eu memso se apostasse teria apostado em repique, que hj seria dia de comprar
        mas pela relação de volume e negocios, até as sardinhas venderam hj, será quel elas finalmente acordaram, se sim, quer dizer que agora é hora dos tubarões comprarem.

        Peter, vc só aposta na queda?
        Aproveita o panico de sextas-feiras e compra.

        0
        • danilo 17 de novembro de 2011 at 15:58

          Eu apostei nisso, mas nao funcionou. Vou cair no ranking.
          Outra coisa…já está -6,5%. O problema é que uma queda de 10% com açoes tao baixas nao tem o valor absoluto tao reduzido.

          0
      • Rodrigo 17 de novembro de 2011 at 17:51

        Nada, todos são especialistas, ou estou enganado?

        0
  • Luiz 17 de novembro de 2011 at 15:20

    Vidigal virou cult
    h t t p ://www1.folha.uol.com.br/internacional/en/dailylife/1007260-slum-in-trance.shtml

    a hora de comprar lá é agora
    até o fipezap deveria abrir uma pagina pra esse bairros

    0
    • Gekko 17 de novembro de 2011 at 16:02

      Gafisa e outras despencando. Será que o mercado financeiro finalmente acordou para a bomba relógio que são estas construtoras no atual mercado inflado pela bolha? Acho que a bolha vai começar a chegar na grande mídia.

      0
  • MrK 17 de novembro de 2011 at 16:21

    alguem viu a gafisa hoje??? mais 7% de queda depois de ontem??? acumulado da mais de 15% de queda em 2 dias, papel saudavel esse, heim????????????

    0
    • Luiz 17 de novembro de 2011 at 16:26

      sabe o que é mais incrivel MRK?

      nenhuma linha nos jornais, um silencio completo

      quando subiu 10% mês passado foi capa de jornal

      0
  • Paulo 17 de novembro de 2011 at 16:39

    Resultados do mercado imobiliario em outubro, alguém sabe quando saem?

    0
  • MrK 17 de novembro de 2011 at 16:47

    vou fazer um comentario, se soar soberbo ou preconceituoso peço desculpas

    mas eu tenho visto no zap uns apartamentos de mais de R$1milhao (alguns até R$1.5milhoes) e voce vê as fotos, pelos móveis, como definitivamente não são pessoas ricas, você vê aquelas TV velhas de tubão, cadeiras horrendas, ventiladores de teto da guerra de 14, decoração brega e antiga…

    enfim.. são pessoas que nunca devem ter sonhado em ver na vida uma quantia como R$1milhao, infelizmente acho que continuarão sem ver… só tem esse dinheiro no imaginário!!

    0
    • trackback 17 de novembro de 2011 at 17:05

      Também já reparei nisso!!!!

      Se bobear, a maioria (caso consiga vender) deve pensar em reinvestir em imóveis!!!!

      Insano!

      0
    • tiago 17 de novembro de 2011 at 17:05

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      essa análise foi a melhor…

      nego quer vender apto de 1 milhão e não tem nem tv decente…

      eu tive vendo uma reportagem e nela a quantidade de milhonários em 2011 era de 155mil (ou seja, são 155 mil indivíduos que possuem de patrimônio pelo menos 1,6 milhão de reais em valor daquele mês.

      Ou seja, o Brasil tem somente 0,07% da população que está nessa faixa de consumo de poder adquirir a vista um apartamento que custe na faixa dos 800mil… imagino que nem todos esses ricaços estejam a fim de comprar imóveis… pois se eu tivesse 1 milhão viveria de cdb pro resto da vida… a cada 5 anos ganhando uma casa nova…

      realmente é dificil entender pq que tem gente que aposta que não há bolha!

      0
    • Ader 17 de novembro de 2011 at 17:06

      Fico chateado quando olho anúncios e o imóvel está ocupado. Na minha opinião, quem realmente quer vender, deve disponibilizar o imóvel vazio para quem se interessar poder realmente ver as condições do imóvel. Essas pessoas que disponibilizam o imóvel ocupado, para mim estão especulando.

      0
    • Rodrigo 17 de novembro de 2011 at 18:09

      MrK,

      pois é, ia comprar até uma casa hoje, mas depois do que ví, tinha TV dessas de tubão, decoração meio vazia, um quadro estranho de um time ai, também não gostei das cadeiras então desistí, tem umas fotos dela nesse site:

      h ttp://caras.uol.com.br/noticia/edmundo-uma-fera-mansa-cercada-por-sua-familia#image0

      O dono era gente boa mas com TV de tubão não compro, e custava mais de 1 milhão!

      ahaah!

      0
      • aiwww 17 de novembro de 2011 at 21:47

        .. eu fiz uma observação como essa domingo passado num almoço de família na tijuca .. quase fui apedrejado … eu mostrei o prédio do outro lado da rua .. apenas pelos aparelhos de ar condicionado dava para ver que a corte tijucana não está com essa bola toda…

        0
  • tiago 17 de novembro de 2011 at 16:50

    GFSA me dando muito lucro… na venda e na compra!

    0
    • trackback 17 de novembro de 2011 at 16:56

      -8% hoje

      Ôôôô maravilha!!!!

      0
      • Luiz 17 de novembro de 2011 at 17:01

        1. GFSA3 5,18 -7,50 86.552.000 18.129 16h40
        2. PDGR3 6,78 -5,57 103.712.922 15.819 16h40
        3
        4
        5. CYRE3 13,64 -5,21 52.704.843 7.222 16h40
        6. RSID3 9,64 -5,02 24.275.416 5.681 16h40
        7. MRVE3 10,58 -4,77 33.932.416 6.184 16h40
        8
        9
        10. BISA3 5,72 -4,67 17.340.551 5.024 16h40

        0
        • tiago 17 de novembro de 2011 at 17:05

          para mim essa empresa já quebrou!

          0
          • Luiz 17 de novembro de 2011 at 17:45

            não é bem assim, na verdade ações são dividas da empresa
            se cair, a divida dela com o mercado cai

            o problema surge qdo a mesma emrpesa precisa pegar dinheiro – ou p expandir ou p sobreviver,
            vai precisar vender mais pedaço de empresa pelo dinheiro necessario.

            ai vem a grande questão: eles tem caixa pra conitunuar operando sozinhas?
            o caixa vem dos compradores
            os compradores reais vem do financiamento

            0
  • tiago 17 de novembro de 2011 at 17:11

    Se tivesse trade invertido em mercado de imóveis… por enquanto só apostando contra as corretoras mesmo…

    tiago 35% e corretora -40%

    0
    • tiago 17 de novembro de 2011 at 17:12

      troquem corretora por construtora

      0
  • Marcelo Arruda 17 de novembro de 2011 at 17:39

    Alguns tópicos recentes do Infomoney

    Após resultados majoritariamente negativos, as outras particularidades da temporada de resultados para as imobiliárias o Portal InfoMoney elenca abaixo. Confira!

    PDG Realty: novo guidance não animou
    Rossi: compromisso com corte de despesas traz otimismo
    Gafisa: números ruins, redução do guidance e maior queda da temporada
    Cyrela: tentando voltar aos trilhos
    Brookfield: lucro líquido e margens ruins puxam queda de 3,65%
    MRV: com baixa renda menos atrativa, papel cai 3,55%

    Gafisa GFSA3 15 de novembro -8,50% abaixo do esperado
    PDG Realty PDGR3 11 de novembro -2,52% acima do esperado
    Rossi RSID3 10 de novembro +6,04% abaixo do esperado
    MRV MRVE3 14 de novembro -3,55% dentro do esperado
    Brookfield BISA3 11 de novembro -3,65% abaixo do esperado
    Cyrela CYRE3 9 de novembro +0,42% dentro do esperado

    Fonte: Infomoney

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  • Selvagem 17 de novembro de 2011 at 17:40

    Meus deus a bola de cristal do blog ta funcionando a todo vapor.

    Quero ver amanhã se os anuncios da gafisa vão continuar trazendo aquele bordão

    “imóvel gafisa é moeda forte”

    0
    • MrK 17 de novembro de 2011 at 17:57

      cara, quando eu li as notas do resultado deles, senti até um pouco de pena, as justificativas que eles tentavam dar pros acionistas era algo de desesperado, quase como um homem que traiu e foi pego pedindo por uma 2a chance, implorando

      eles diziam “contratamos uma consultoria pra estudar a viabilidade de cada projeto em separado”, rapaz, isso é muito amador, primeiro porque uma empresa dessa porte deveria fazer isso SEMPRE e in-house, e não com consultoria e só na hora que da m, parece que os caras dirigiam a empresa as cegas, pqp!

      e pior… de que vai adiantar essa análise? a porcaria do preço travou no país todo, o cenário é estrutural, pode contratar 200 consultorias que só vai rasgar dinheiro, tipo, deu pena mesmo…amadorismo demais

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  • Marcos 17 de novembro de 2011 at 18:09

    imob ==> -3,94%

    ibov ==> -2,68

    Nada como um setor forte!

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  • Marcos 17 de novembro de 2011 at 18:17

    Acabei de receber um telefonema da gerente do banco sobre o BM Cyrela Thera Corporate fundo de investimento.
    Imóvel na planta, mas já em construção (sic). A gerente quem disse.
    Retorno garantido de 9% aa até entrega da chaves. E se a Cyrela falir? Esqueci de perguntar, mas com os números que tenho visto aqui, não sei, não.
    Mas imóvel na planta sempre valoriza, foi o que disse a gerente. E eu pensei: Tá bom!
    Acho que a Cyrela precisa fazer caixa. E vocês o que acham?

    Tenho a impressão que não tem mais investidor para comprar imóveis comerciais na planta. Então resolveram fazer um pacote de Fundo de Investimento Imobiliário. Se não é isso, pq não fizeram o fundo antes.

    Acredito que tentarão enganar o mercado lançando FII, LCI e CRI. Enquanto der, segura peão!

    0
    • Luiz 17 de novembro de 2011 at 18:25

      os FIIs são pra raspar o fundo do tacho, qualquer otário com apenas mil reais pode entrar nos fabulosos lucros do mercado imobiliário. Lembram do Padcok? ele entrou aqui justamente p vender isso.
      Fica a pergunta: se é tão bão e tão certo assim, pq não fica eles com todo o lucro?

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    • Carlos Eduardo 17 de novembro de 2011 at 21:23

      Ontem eu recebi um telefonema ! o cara disse que a minha esposa tinha se cadastrado no minha casa minha vida!

      eu disse para ele que ia falar com ela e depois retornava para ele!

      falei com ela, e ela desmentiu!

      Achei muito estranho o cara saber meu telefone!!!

      mistéeeeeriosssss… . .

      com certeza era algum daqueles golpes onde o cara te enfia um imovel e depois vc descobre que não tinha financiamento merda nenhuma!

      😛 kkkk

      0
  • Fernando 17 de novembro de 2011 at 18:54

    Imoveis Curitiba com novo recorde… 11006 apartamentos anunciados à venda…
    Bolão pra quando chega os 12000?

    0
  • jose 17 de novembro de 2011 at 18:56

    Tem um anúncio de 4 predios aqui na minha cidade com folders com os preços dos imóveis e embaixo dos preços está escrito: “faça a sua oferta”. aeuhuhaehuaeuheahua

    0
    • Felipe 17 de novembro de 2011 at 19:48

      Daqui a pouco a Casas Bahia vai inaugurar um espaço imobiliário…
      QUER PAGAR QUANTO??
      QUER PAGAR QUANDO??

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  • danilo 17 de novembro de 2011 at 19:06

    Fernando…a gafisa vai abaixo de R$5 antes de 12000 imoveis a venda em Curitiba? É uma aposta

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    • Mineiro BH 17 de novembro de 2011 at 19:12

      GAFISA a menos de 5 antes… tipo até amanha de tarde…

      E não se esqueçam, no Brasil imóvel nunca desvaloriza… se o preço cai é momentâneo, só pq tem uma crise grave no exterior e todos os brasileiros largaram o Brasileirão de lado pra ler os cadernos de Economia…

      Ploc

      0
    • Fernando 17 de novembro de 2011 at 23:08

      Eu acho que a Gafisa baixa dos 5 antes dos 12000.

      0
  • Vinicius 17 de novembro de 2011 at 19:52

    Investir em LCI é furada ? Até 70 mil é garantido pelo FGC mas com essa bolha ai fico preocupado ! Alguém poderia me ajudar ? Obrigado

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    • Anonymous 17 de novembro de 2011 at 20:19

      Coloque seus 70 mil para ajudar as construtoras pois elas estão precisando de otários, digo investidores. O principla (70 mil) é garantido, mas não é garantido nenhum retorno sobre o investimento nem QUANDO voce receberia de volta os 70 mil em caso de algum probleminha. Mas, vai firme porque a Banânia está BOMBANDO. Alguns aqui estão até escutando o barulho que o termo BOMBA-NDO já está fazendo.

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      • Vinicius 17 de novembro de 2011 at 20:35

        Estava pensando em colocar 50 mil, assim o investimento e o rendimento teoricamente estariam garantidos… Será que se der algum problema o FGC demora a pagar ? Queria aproveitar que o LCI está dando o equivalente a um CDB a 119% do CDI, levando-se em consideração que ele não tem IR… Alguém que tenha algum conhecimento poderia me ajudar ? Estou com um dinheiro parado esperando o ploc, mas não quero perder tudo para a inflação !

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        • Money Addicted 17 de novembro de 2011 at 21:32

          me ofereceram essa opcao tambem e nao quis…..nao confio no fgc….minha opcao para renda fixa tem sido cdb, consegui 98% do cdi com cdb do banco do brasil (nao eh inquebravel…..mas)…..enfim, eu to fora de qquer coisa ligado a imoveis e tambem nao quis tesouro direto, vai saber como estaremos daqui 2 ou 3 anos, veja a grecia, calote em 50% do valor de face (nao tenho ctz sobre o %)
          veja como alguma corretora, elas tem opcoes d cdb melhores do q os fundos dos bcos.

          0
  • Sérgio 17 de novembro de 2011 at 20:50

    Um fato que não vi comentário algum.
    .
    Estado da Bahia SÓ TEM 18 MIL IMÓVEIS NOVOS à venda?
    .
    Só na cidade em que moro atualmente (Cascavel/PR) tem a metade disso; e olha que aqui só há 280K habitantes.
    .
    Mídia começa a falar dos encalhes, mas encolhe os números.

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    • Fernando 17 de novembro de 2011 at 23:06

      Existem 9000 imoveis a venda em Cascavel???
      Caraio!!
      Esses numeros sao de onde cara?

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  • Indecoroso 17 de novembro de 2011 at 21:05

    No primeiro semestre desse ano, em Brasília, a convite de um corretor conhecido, participei do coquetel de lançamento de um empreendimento chamado Vista Park Sul, que a incorporadora classificava de condomínio-resort. Compareci ao evento apenas pra dar uma “sapeada”. Na oportunidade me foram oferecidas diversas quitinetes de 28m2 ao preço médio de R$ 300mil e apartamentos de 100m2 ao precinho módico de R$ 850mil; isso porque ainda estavam na planta. Mas como eu já levava a sério os indicativos de bolha, resisti às investidas dos insistentes corretores e me limitei a deixar meus dados para futuros contatos.

    Passados mais ou menos 2 meses desde o evento, um sujeito me liga oferecendo um apartamento de 103m2 (duplex, 1 garagem, sem paredes, sem telhado na parte superior) ao preço básico de 930mil reais (!!!), alegando que seria a última unidade daquela metragem no empreendimento, e que se o pagamento fosse feito à vista poderiam me dar 2% de desconto.

    Fingi hesitação na hora de negar meu interesse, e o cabra, achando que eu tinha perfil de magnata (só pode!), me convidou para um almoço num restaurante bacana. Marcamos o dia e local, mas infelizmente não pude comparecer por questões outras (me arrependo até hoje!). Liguei pra ele, dei uma justificativa razoavelmente convincente e morreu o assunto, o cara não me ligou mais.

    Passados alguns meses, eis que resolvo consultar o Wimóveis pra ver a quantas andava a loucura do mercado imobiliário brasiliense; e o que é que eu encontro sendo anunciado na página principal do site? Tchanam!: “Condomínio Vista Park Sul!”

    Corri logo e liguei na central deles pra saber das ofertas. Fiz uma voz firme e decidida, fui dizendo que representava uma cooperativa de investidores imobiliários que estavam dispostos a aquirir 10 apartamentos de uma vez, mas que deveriam ter metragem em torno de 100m2 a 120m2 e blá-blá-blá. Perguntei da disponibilidade desses imóveis, e sabe o que me disseram? “- Ok, senhor, temos várias unidades disponíveis; se o senhor quiser posso agendar a visita de um corretor em sua casa ou escritório, ou então o senhor pode vir tomar um café conosco em nosso stand de vendas no local e conferir todos os detalhes.”

    Insisti um pouquinho mais para saber dos preços, foi quando me passaram para um corretor. Inventei algumas lorotas pra ver se o sujeito me informava o preço de uma só unidade, ouvi mil justificativas para valorização de 10% ao ano (copa do mundo, construção de viaduto, melhorias de acesso, shopping próximo…), até que no meio da conversa ele desembuchou uma proposta: “- 800mil a gente fecha hoje mesmo!”. Pedi detalhes da unidade que ele queria me vender, e para minha surpresa, a descrição era exatamente a da mesma unidade que há poucos meses atrás haviam me oferecido, na cara de pau, por R$ 930mil (duplex, 1 vaga …). Forcei a conversa um pouco mais pra saber das condições de pagamento e me foi dito que eu poderia dar 10% de entrada (cheque para 30, 60 ou 90), mensais de 5mil até o habite-se, semestrais de 16mil e possibilidade de financiamento por intermédio da própria incorporadora após a entrega, que era prevista para o final de 2012.

    Hoje, ao consultar de novo o site Wimóveis, tá lá anunciado:

    http://www.wimoveis.com.br/imovel/venda-apartamento-brasilia-df-3-quartos-smas-trecho-397103

    Na hora que vi o anúncio tomei aquele impacto de realismo. Tá na cara que a bolha já está formada e na iminência de que um sutil movimento de mercado deflagre o (in)desejado PLOC.

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    • danilo 17 de novembro de 2011 at 23:59

      Faço o mesmo comentário de um colega em outro tópico.
      Alguém que tenha 800K compraria um 3 quartos com somente 1 vaga de garagem em Brasília? O condomínio disso desse ser uma fábula (4 piscinas, sauna, etc).

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    • Anonymous 18 de novembro de 2011 at 08:55

      Observe que o valor do ÁGIO está declarado como sendo 108 mil Reais e principalmente que o imóvel NÃO está pronto. Esse anúncio, como muitos outros da WIMOVEIS é uma evidência de um tolo (ou especulador de 20%) tentando encontrar um tolo maior. O website da WIMOVEIS presta um grande serviço, óbviamente sem querer, pois é possível avaliar a ganância do tolo menor. É patético, mas afinal é a Banânia sem tirar nem por.

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    • Andre Luiz 18 de novembro de 2011 at 11:59

      Ainda bem que existe a internet.

      Imagina uma bolha dessas na época que a informação só chegava a população por meio da TV e dos jornais?

      O comerciantes ainda não se atentaram para o fato de que precisam ser honestos, pois a perna da mentira anda cada vez mais curta…

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  • Marcos 17 de novembro de 2011 at 21:07

    Banco se juntando! Coisa boa? Ou a farra do crédito?

    Banco Original quer alcançar R$ 10 bi em crédito

    O Banco Original conta também com uma mesa de operações voltada para o atendimento a clientes, realizando operações estruturadas, derivativos em bolsa, câmbio pronto e câmbio físico, e posições proprietárias.

    17 de novembro de 2011 – O Banco Original, fruto da união entre os bancos JBS e Matone, surge com patrimônio líquido de R$ 1,872 bilhão, carteira de crédito de R$ 2,350 bilhões, total de ativos de R$ 4,303 bilhões e índice de Basiléia de 28,05.

    “No segmento agropecuário isso se dá através da manutenção de uma equipe de agrônomos, zootecnistas e especialistas financeiros que atuam em conjunto a fim de estruturar soluções específicas para cada cliente. No varejo, o Banco possui sistemas e processos desenvolvidos para agilizar a avaliação de crédito, aprovação de limite e liberação de recursos em até duas horas”, afirma Emerson Loureiro, presidente do Banco Original.

    Segundo nota da empresa, a partir de agora, o Banco Original passa a oferecer, além de operações estruturadas para o setor de agronegócio, serviços e produtos para o varejo através da Rede Bem-Vindo Serviços Financeiros, adquirida na integração com o Banco Matone.

    O Banco Original conta também com uma mesa de operações voltada para o atendimento a clientes, realizando operações estruturadas, derivativos em bolsa, câmbio pronto e câmbio físico, e posições proprietárias.

    Leia Mais:/www .ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-bancos-financas-investimentos/57456-Banco-Original-quer-alcanar-crdito.html#ixzz1e0UP6Ayb

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    • Andre Luiz 18 de novembro de 2011 at 11:53

      Banco se juntando = Banco quase falido sendo comprado por outro.

      O nome fusão é só para enfeitar o pavão.

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  • RPL 17 de novembro de 2011 at 21:36

    Pode ser que eu seja paranóico mas será que essa bolha não é interessante caso nosso governo queira brincar de ditadura socialista?

    – Preços dos imóveis vão as alturas –
    – Construtoras constroem mais imóveis que a demanda.
    – Governo faz o Minha Casa Minha Vida com os imóveis encalhados das construtoras. O preço não cai.
    – Governo começa a cobrar IPTU baseado no valor “atual” do imóvel – Povo não tem dinheiro pra pagar…. Daí, entra o espaço para toda espécie de populismo barato…

    Sei não… Estranho demais pra mim…

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    • Q 17 de novembro de 2011 at 22:36

      Tinha pensado nisso há um tempo, no contexto da bolha Chinesa, mas serve muito bem aqui. O Governo condenaria os gananciosos, os que tentaram o LUCRO, tá certo que era um lucro fácil demais, infundado, mas no fundo seria a condenação daqueles que foram atrás do lucro em detrimento daqueles que nada fizeram!

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  • Ar Quente 17 de novembro de 2011 at 23:02

    http://www.valor.com.br/brasil/1097822/tcu-aponta-irregularidades-no-minha-casa

    TCU aponta irregularidades no “Minha Casa”
    André Borges | De Brasília

    O Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou uma série de irregularidades envolvendo o programa habitacional Minha Casa Minha Vida. Os problemas incluem cadastros com informações falsas sobre a renda familiar de beneficiários e fiscalização precária. Segundo os auditores do tribunal, milhares de pessoas têm se beneficiado indevidamente do Minha Casa, ao apresentarem um perfil de renda inferior àquele que realmente têm.
    A análise do tribunal baseia-se em uma amostra de 296 mil contratos firmados com a Caixa Econômica Federal (CEF) até setembro do ano passado. Desse total de contratos auditados, os quais somam R$ 18,2 bilhões de recursos fiscalizados, constatou-se que a renda apresentada pelos signatários de 55,9 mil contratos (23%) é superior àquela cadastrada no Sistema Integrado de Administração da Carteira Imobiliária (Siaci), que é a base de dados usada pela Caixa para executar o programa. A partir dessa constatação, o tribunal checou a renda familiar apresentada à Caixa, já que é este o critério usado para a escolha dos beneficiários. Foram identificados 8.098 contratos com indícios de omissão de renda ou de falha na análise dos rendimentos apresentados.
    Em situação mais crítica estão 530 contratos que, de acordo com o relatório do TCU, foram aprovados pela Caixa com famílias que têm renda mensal superior a R$ 4,9 mil, valor máximo permitido para participação no programa.
    A varredura do TCU é resultado do cruzamento do Siaci com outras fontes de dados do poder público. A consistência de informações sobre a renda das famílias é crucial para o sucesso do programa, já que o Minha Casa está dividido em diferentes níveis de renda. De sua primeira fase, por exemplo, que prevê 1 milhão de moradias para a população de baixa renda, 400 mil são destinadas a famílias com renda até R$ 1.395.
    O enquadramento indevido de um beneficiário em uma faixa de renda menor significa, em termos práticos, que ele terá um subsídio maior para comprar o imóvel, além de pagar uma taxa de juros menor. A título de exemplo, a auditoria do TCU cita uma situação hipotética de um beneficiário que, para financiar a compra de uma casa nova em São Paulo, apresenta uma renda mensal de R$ 1,5 mil, mas omite uma segunda fonte de renda de R$ 500. No fechar das contas, esse beneficiário receberia um subsídio de R$ 21,4 mil. Se ele apresentasse os comprovantes dos R$ 2 mil que realmente recebe, seu subsídio atingiria R$ 13,8 mil, ou sela, R$ 7,6 mil a menos.
    O relator do processo, ministro Marcos Bemquerer Costa, disse que a Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades (gestora do programa) e a Caixa não contam com rotinas claras para verificar se os municípios beneficiados pelo Minha Casa estão aplicando os critérios adequados na seleção das famílias. Costa afirmou ainda que há problemas de divulgação das regras do programa para a população e o projeto habitacional não tem cumprido a meta de ter 3% de suas casas reservadas para chefes de família que tenham mais de 60 anos de idade. Da amostra de 296 mil contratos analisados pelo tribunal, só 1,49% desse total se enquadrava nesse perfil.
    O TCU determinou que a Caixa faça a revisão dos contratos irregulares e apresente o resultado desse trabalho ao tribunal em até 120 dias. O órgão fiscalizado também recomendou à Secretaria Nacional de Habitação que amplie a divulgação do programa.
    O advogado Guilherme Lopes Mair, que representa a Caixa, afirmou que a Caixa já deu início às revisões dos contratos. “Desde o início dos trabalhos de auditoria realizados pelo tribunal, a Caixa tem se valido desses apontamentos para implementar melhorias dos controles e da sistemática do programa”, disse. Segundo ele, o banco também firmou um convênio com a Polícia Federal para que atue no combate às fraudes que envolvem o Minha Casa.
    Iniciado em abril de 2009, o programa entregou até o fim de outubro 438.449 moradias referentes à primeira fase, cujas contratações terminaram em dezembro de 2010. Isso representa 43,6% do total de 1 milhão de unidades contratadas até o fim do ano passado. A expectativa do governo federal é que todas as unidades dessa primeira fase sejam entregues até o último trimestre do ano que vem.

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    • Fernando 17 de novembro de 2011 at 23:22

      Anotado. Aguardo o desenrolar dos fatos.

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    • Indecoroso 18 de novembro de 2011 at 09:47

      E diziam que a tomada de crédito no Brasil era segura… pfff.

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  • Mr. Alex 18 de novembro de 2011 at 00:48

    See 65% chance of banking crisis by Nov-end: Researchers (tem até período marcado, entre 23 e 26, 65% de chance para a Zooropa melar a cueca de vez.)

    moneycontrol.com/news/fii-view/see-65-chancebanking-crisis-by-nov-end-researchers_615595.html

    Itália, Espanha e Grécia colhem os frutos plantados pelos seus políticos.

    E o Brasil, o que tem plantando ? Cana para vender o litro de Etanol mais caro que o litro de leite ?
    Tinha litro de Leite a R$1,95 ontem no Walmart.

    Será que é mais complicado moer um copo de garapa, a produzir um litro de leite ?

    Surreal ! Até frio tá fazendo no verão !

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    • Bubble Boy 20 de novembro de 2011 at 12:11

      Comprei leite a R$1,77 no aniversário do Guanabara! 😛

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  • MrK 18 de novembro de 2011 at 06:33

    Bolha, olha ai que voce gosta, capa do folha SP

    Triplicam queixas de vendas de imóveis do Minha Casa

    O número de queixas feitas no site Reclame Aqui contra construtoras que teriam vendido indevidamente imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida triplicou nos últimos 12 meses, saltando de 205 para 615.

    As cinco empresas com o maior número de reclamações desse tipo, de acordo com o site, são MRV, Goldfarb (comprada pela PDG), Tenda, Direcional e Altana.

    Segundo as reclamações, as empresas negociaram imóveis na planta informando aos compradores que as unidades obedeciam aos critérios do Minha Casa, Minha Vida –como o valor máximo (que é de R$ 170 mil para a capital e para a Grande SP).

    Mas, apesar das informações, os consumidores descobriram que os imóveis não eram aprovados pela Caixa Econômica Federal na hora de abrir o financiamento e depois de terem pago parte do imóvel à construtora.

    Algumas dessas queixas virtuais resultaram em processos na Justiça por “propaganda enganosa”.

    “Os imóveis custavam um pouco mais que o permitido, mas os vendedores nos disseram que, como a diferença seria paga na entrada, o financiamento estaria dentro do limite”, afirma Fernando Alves, 26, que adquiriu uma das unidades com problemas em Barueri (30 km de SP).

    Marcelo Tapai, advogado de Alves e de outros sete compradores, diz que os apartamentos valem R$ 175 mil. Ainda não houve decisão judicial para o caso.

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  • Veiga 18 de novembro de 2011 at 08:24

    Atenção!
    Noticia muito interessante!

    Olha a china ai gente….

    economia.estadao.com.br/noticias/economia+internacional,preco-do-imovel-cai-e-chineses-protestam,92682,0.htm

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    • RT 18 de novembro de 2011 at 08:30

      Interessante mesmo.

      Principalmente o trecho que diz:

      “Nesse cenário, a compra de um imóvel era considerada uma opção segura e extremamente lucrativa de investimento, especialmente diante da expectativa de que os valores continuariam a subir de maneira indefinida.

      A crescente especulação no setor imobiliário levou grande parte dos preços para patamares irreais, o que transformou o sonho da casa própria em algo inalcançável para grande parte da população. ”

      Qualquer semelhança é mera coincidência???

      “Uma bolha imobiliária no Brasil é algo impensável” by SECOVI

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      • MrK 18 de novembro de 2011 at 09:05

        honestamente, ainda nao consegui formar minha opiniao se esse negocio de BRICs foi uma salvacao ou uma maldicao

        certamente isso atraiu muito dinheiro e investimento pros BRICs, permitiu tambem baixar as taxas de juro do governo e ajudou no desemprego (temporariamente), mas por outro lado inflacionou demais o mercado e gerou bolhas

        especialmente o Brasil, cuja infraestrutura precaria nao suporta investimentos de grandes magnitudes, ta gerando uma mega bolha

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      • Zé Coxinha 20 de novembro de 2011 at 12:14

        Se eu fosse o Bolha, fazia um “Bolha Imobiliária Store” aqui no blog, vendendo camisetas com essas frases: “Uma bolha imobiliária no Brasil é algo impensável by SECOVI”; “Não há déficit nenhum”; “I’m the 20%”…

        Se a ideia for levada a sério vou comprar um monte de camisetas e vender com ágio! :p

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    • Paulo - RJ 18 de novembro de 2011 at 09:50

      Os preços caem e o pessoal protesta? Eu estaria comemorando

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      • Anonymous 18 de novembro de 2011 at 11:02

        Paulo,

        São os “investidores” (tolos menores a procura de tolos maiores) que protestam. Aliás, no mes passado em Xangai, um grupo de “investidores” destruiu um stand de vendas da construtora onde eles haviam “investido”, pois a construtora abaixou o preço em 25%.

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      • Ader 18 de novembro de 2011 at 11:06

        Quem protestou deve ter sido o “investidor”; buá, buá, buá, disseram que sempre valorizaria 30% ao ano, buá, buá, buá.

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  • Felipe 18 de novembro de 2011 at 08:44

    Nada a ver com o tópico, mas……

    Agora mesmo, a linha 4 amarela, aberta há menos de 6 meses, está FECHADA.
    Só lembrando, é a segunda falha em menos de 3 meses em operação total de horário.

    ESSA É A COMPETÊNCIA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO.

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    • Luiz 18 de novembro de 2011 at 11:57

      Prezado Felipe a linha amarela não é do governo do estado é uma concessão privada, via PPP

      Vai se acopstumando pq haverão mais linhas neste modelo, veja abaixo, 40 bilhões, o maior orçamewnto da área do Brasil, maior que tudo o que o PT faz no Brasil somado, agora se vc prefere um problema de 2 horas a passar 2 horas por dia no transito em cima da terra, aí vou achar que vc sofre de cegueria ideologica.

      PPPs podem investir até R$ 40 bi em SP

      17/11/2011 – Valor Econômico

      O vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, apresentou uma carteira de projetos de Parceria Público-Privada (PPP) de até R$ 40 bilhões para acelerar os investimentos no Estado. São 18 empreendimentos nas áreas de saneamento, mobilidade urbana, saúde, habitação e sistema prisional. Sete deles, no entanto, já existiam na gestão anterior e continuam em fase de estudo. As PPPs vão deslanchar à medida que o Estado incorporar esse tipo de investimento como regra. Antes, PPP era exceção, diz Afif Domingos.

      O Estado de São Paulo possui três PPPs em operação, a Linha 4 do Metrô, a estação de tratamento de água de Taiaçupeba (Sabesp) e a modernização da linha 8-Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Entre os projetos mais antigos (quatro anos), estão a finalização e operação da segunda fábrica da Fundação de Remédio Popular (Furp), no município de Américo de Brasiliense, o trem expresso Bandeirantes e a construção de presídios.

      Alguns empreendimentos fazem parte dos planos do Estado há dois anos: o VLT na Baixada Santista, a duplicação da rodovia Tamoios (litoral norte), a gestão do Bilhete Único Metropolitano (ônibus interurbano, metrô e trem), e projetos de saneamento. Considerando apenas esses projetos mais atrasados, os investimentos somam R$ 12,5 bilhões.

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      • Ailton 18 de novembro de 2011 at 22:17

        Não sei não… não é só a linha amarela que tá parando… as outras linahs também por imcompetência do Governo do Estado isso sim.
        A grana que estão gastando está sendo mal gastada isso sim. Pois, pode procurar por ai, em média o metrê de SP expande 1km por ano. E é sempre a Alston que vence as licitações, inclusive o governador do estado barrou as investigações.

        Alckmin foge do escândalo de corrupção das propinas da Alstom e Siemens

        A TV Globo abafou em seu noticiário o escândalo internacional das propinas das multinacionais Alstom e Siemens a tucanos paulistas, por contratos com Metrô e CPTM.

        A TV Record noticiou: Uma testemunha denunciou que as empresas venceram licitações do metrô paulistano, da CPTM (nos governos de Alckmin e Serra) e do metrô de Brasília (governo de Arruda), mediante pagamento de propinas.

        Com a “batata assando” para seu lado, o governador Alckmin (PSDB/SP) fugiu de comentar o escândalo, alegando desconhecer a notícia, apesar da denúncia e documentação já ter chegado à deputados da Assembléia Legislativa.

        Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/02/15/alckmin-foge-do-propinoduto-da-alstom/

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        • Luiz 21 de novembro de 2011 at 15:53

          putaque pariu, petralha e troll
          vai monitorar facebook seu desocupado

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  • Money Addicted 18 de novembro de 2011 at 08:54

    http://www.bloomberg.com/news/2011-11-17/spain-s-unsellable-real-estate-assets-threaten-smaller-banks.html

    a parte q achei mais “interessante”

    ….residential units will take as long as 40 years to sell…….

    “….residencias levarao ate 40 anos para serem vendidas…”

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  • éder 18 de novembro de 2011 at 09:35

    Aqui em Foz do Iguaçu percebo locais com preços menores. Não é a primeira vez que preços sobem, nem a última, haverá queda, em qualquer lugar do mundo é assim.

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    • Ader 18 de novembro de 2011 at 11:22

      Ederson?

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  • Rodrigo 18 de novembro de 2011 at 09:36

    Ontem recebi um e-mail onde era oferecido 2 unidades no Flat CAESER BUSINESS que VOLTARAM em Botafogo na Rua da Passagem 39.

    Bloco 01 – unidade 301 – R$ 500,000,00
    Bloco 01 unidade 411 – R$ 500,000,00

    Se as vendas estão aquecidas na zona sul, porque será que unidades VOLTAM? MUITO EXTRANHO!!! Vou esperar voltar mais algumas, duas é MUITO POUCO quero comprar umas 5 por no máximo 50.0000, sabe como é, como investidor só compro na baixa!

    MAS não é só isso!!

    Ofereceram também o Mais Maracanã, “empreendimento, na Tijuca, na área de revitalização portuária, com o m² a R$ 4.800,00”. apertamentos com 2 “quartos, sala e varanda” com 46 ou 52m2. (Todo brasiliero é magro, solteiro e não tem filho(s), só assim para caber, e ainda tem gente que acha bonitinho porque é tudo pequenininho)

    Ta parecendo o Caminhos da Barra, que não é na Barra, que também como esse também não é na zona portuária e sim em frente à linha do trem (barulho infernal) com vista para a Comunidade da Mangueira, sem falar que em dia de jogo ninguém vai dormir, sorte que não tem jogo todos os dias só quarta, quinta, sábado e domingo, que beleza!!!!

    Daqui a pouca vão falar que o Maracanã não tem barulho, que pode vir nesses dias para ver o silêncio… isso porque o Maraca esta em obras.

    Quanto aos trens, já chegaram da china só você não viu, não tem TV fininha em casa? Papai Noel que é gordo existe desce pela chaminé e também não faz barulho e corretor tem TV 3D espalhada por toda casa.

    Ah e a Mangueira agora tem UPP! Será que vai acabar os ensaios ou que às 22:00 vão acabar?
    Quanto ao trafico de drogas prefiro não falar, tenho MEDO!

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  • tiago 18 de novembro de 2011 at 09:48

    chineses são muito mais precavidos do que nós…

    tomaram decisões sensatas primeiramente em reconhecer uma bolha e agora em desinflá-la… Brasil indo pelo caminho totalmente oposto… essa reportagem merecia tópico…

    olha o estouro da bolha aí gente…

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economa%20nternaconal,preco-do-imovel-c ai-e-chineses-protestam,92682,0.htm

    Preço do imóvel cai e chineses protestam
    Medidas de restrição ao crédito levam empreendedores a fazer promoções de até 25%, gerando a revolta dos que já compraram suas casas
    17 de novembro de 2011 | 23h 14

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    Claudia Trevisan, correspondente de O Estado de S. Paulo

    Pequim –

    Desinflar a bolha do mercado imobiliário chinês está se mostrando mais desafiador do que parecia quando o governo decidiu apertar as medidas restritivas ao setor, há pouco mais de um ano. Milhares de pessoas que adquiriram imóveis nos últimos meses estão exigindo compensação de empreendedores que tentam se livrar de unidades encalhadas oferecendo descontos de até 25%.

    Desde o dia 22 de outubro, ocorreram pelo menos cinco manifestações nas ruas de Xangai promovidas por compradores que viram o valor das residências cair de maneira abrupta com as novas promoções.

    Em uma delas, cerca de 400 pessoas carregando faixas invadiram e danificaram um dos showrooms da China Overseas Holdings, que oferecia apartamentos por um quarto a menos do que eles haviam pago no ano passado.

    O mercado imobiliário é uma opção de investimentos para muitos chineses, que perdem dinheiro se deixarem sua poupança no banco e não têm à disposição outras aplicações lucrativas e seguras.

    A taxa de juros sobre os depósitos é de 3,5% ao ano, insuficiente até para repor a inflação, que caiu para 5,5% no mês passado. Em queda desde o ano passado e com uma histórica volatilidade, o mercado acionário é visto com desconfiança pelas famílias chinesas.

    Nesse cenário, a compra de um imóvel era considerada uma opção segura e extremamente lucrativa de investimento, especialmente diante da expectativa de que os valores continuariam a subir de maneira indefinida.

    A crescente especulação no setor imobiliário levou grande parte dos preços para patamares irreais, o que transformou o sonho da casa própria em algo inalcançável para grande parte da população.

    A persistente alta dos preços também envolveu o setor em uma bolha cada vez mais inflada, que o governo decidiu conter com medidas restritivas, entre as quais o aumento do valor que deve ser pago à vista na compra de uma residência.

    Mas a operação é extremamente delicada, já que o setor imobiliário responde por 25% do investimento do país e tem sido um dos mais potentes motores do crescimento chinês. Se a atividade de construção sofrer uma retração abrupta, isso terá consequências negativas sobre a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) e aumentará o risco de um pouso forçado da segunda maior economia do mundo.

    Reflexos

    Para o Brasil, a performance do segmento é fundamental. A construção de residências absorve cerca de 20% da demanda de aço do país, que usa como matéria-prima o minério de ferro, principal item da pauta de exportação brasileira, cujo maior comprador é a China. No período de janeiro a setembro deste ano, o país asiático importou do Brasil US$ 14,48 bilhões em minério de ferro, quase metade dos embarques totais do produto de US$ 30,68 bilhões e 71,15% acima do que foi vendido nos primeiros nove meses de 2010.

    “O problema de compradores insatisfeitos com os descontos nos imóveis é generalizado”, disse ao Estado Liu Weiwei, do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento E-house China, baseado em Xangai. “Com a redução nos preços, os compradores antigos perderam milhares de yuans e muitos se sentem enganados pelos empreendedores.”

    No conjunto residencial Longhu Licheng, de Xangai, o preço do metro quadrado estava em 18.500 yuans (R$ 5.180) no começo de 2010, valor que caiu para 14.000 (R$ 3.920) atualmente. Quem comprou um apartamento de 100 metros quadrados naquela época viu o valor da propriedade diminuir 450 mil yuans (R$ 126 mil) em menos de dois anos.

    Recuo

    A queda de preços só começou em meados de 2011 e se acelerou nas últimas semanas, em razão das dificuldades financeiras enfrentadas por grande parte dos empreendedores imobiliários, sufocados pelas medidas de contenção de crédito adotadas pelo governo para conter a inflação e desinflar a bolha imobiliária. Chen Shen, do instituto China Index Academy, disse que as vendas em outubro diminuíram 20% em média na China em relação ao mês anterior.

    Na semana passada, o volume de operações na cidade de Pequim registrou queda de 40% na comparação com a semana anterior. Em Xangai, a retração foi de 26%.
    No fim de outubro, o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao afirmou que o governo manteria as restrições ao setor: “Nosso objetivo é fazer com que os preços voltem a patamar razoáveis.”.

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    • Insanidade 18 de novembro de 2011 at 12:32

      “Desinflar a bolha do mercado imobiliário chinês está se mostrando mais desafiador do que parecia quando o governo decidiu apertar as medidas restritivas ao setor, há pouco mais de um ano. Milhares de pessoas que adquiriram imóveis nos últimos meses estão exigindo compensação de empreendedores que tentam se livrar de unidades encalhadas oferecendo descontos de até 25%.

      Desde o dia 22 de outubro, ocorreram pelo menos cinco manifestações nas ruas de Xangai promovidas por compradores que viram o valor das residências cair de maneira abrupta com as novas promoções.

      Em uma delas, cerca de 400 pessoas carregando faixas invadiram e danificaram um dos showrooms da China Overseas Holdings, que oferecia apartamentos por um quarto a menos do que eles haviam pago no ano passado.”

      Isso é coisa de especulador fajuto. Quem compra para morar não está tão preocupado se o preço cair, pois a pessoa não está pensando em sair e nem se desfazer do imóvel.

      Quem comprou deveria saber que no mercado de imóveis, assim como em qualquer outro, existe um risco de se perder dinheiro, em alguns casos, muito dinheiro.

      Os verdadeiros investidores sabem disso e estão preparados, caso algo saia fora do esperado. Já os especuladores fajutos vão chorar como crianças maltradadas e protestar nas ruas…

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      • Carlos Wagner 18 de novembro de 2011 at 14:08

        INSANIDADE

        “Isso é coisa de especulador fajuto. Quem compra para morar não está tão preocupado se o preço cair, pois a pessoa não está pensando em sair e nem se desfazer do imóvel.”

        Voce está redondamente equivocado neste ponto. Pois quem compra pra morar e precisa financiar, caso o preço caia, estará pagando juros sobre um valor que não existe mais. É como rasgar dinheiro.

        Portanto, investidores fajutos e compradores inquilinos deverão se revoltar na mesma intensidade, a diferença é que os primeiros verão suas projeções de lucro se evaporarem enquanto os segundos verão boa parte do seu suor jogado no lixo.

        Acredito que os que mais deveriam se revoltar são os compradores inquilinos.

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        • Ricardo 18 de novembro de 2011 at 15:31

          Não concordo. Se na hora que compraram o valor agregado pelo imóvel era justo e valia a pena, tanto faz o preço da unidade do vizinho. Se valia a pena R$ 900 por mês de juros para morar ali, ótimo.

          Se compraram caro demais, paciência. Negociar é uma arte que depende de paciência e capacidade para segurar a onda (ter onde morar) até fazer um bom negócio. Quem compra com pressa sempre paga caro, até mesmo em momentos que não há bolha.

          Em 2006 os imóveis estavam menos caros e conheço dois casais que compraram apartamentos no mesmo prédio.

          Um mora na cobertura e pagou R$ 320 mil por ela, uns 8 meses após a entrega do prédio, mantendo sempre a mesma oferta para o corretor, brigando, blefando, negociando. Se perdessem a oportunidade continuariam procurando.

          Outro comprou na planta. Na empolgação do plantão de vendas, cheios de gente batendo o sino após fechar negócio, cheio de figurantes e gente comendo de graça para encher o salão, negociaram mal e compraram por R$ X que após a correção das chaves somou R$ 330 mil.

          Os dois apartamentos possuem a mesma área-base, sendo que a cobertura possui um andar adicional que dobra a área total do apartamento. Não é uma cobertura mini, com dois andares reduzidos em relação ao apartamento comum, como se vê por aí.

          E aposto que tem vizinho que levou na planta o mesmo apartamento (não-cobertura) por R$ 200 mil à vista.

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          • Frank 18 de novembro de 2011 at 21:49

            pô Ricardo, não é bem assim…

            a pessoa pesquisa, sempre compra mais ou menos acreditando q o preço vai subir, vai se manter, ou no máximo cair um pouquinho.

            faz um tremendo esforço p/ entubar a prestação, mas 1 ano depois descobre q a sua prestação de 30 anos poderia ser 40% menor.

            é natural o sujeiro ficar P da vida, espernear, o escambau.

            só não acho q o governo (ou o Judiciario) tem q entrar ajudando, pq o cara deve arcar com as consequencias de suas escolhas.

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            • Ricardo 19 de novembro de 2011 at 00:40

              Sim, nesse caso eu concordo: eu acho normal a pessoa ficar brava.

              Mas não é justa a reclamação. A construtora vende um produto, assim como a Sony vende uma TV.

              Tem que ser útil para você. Se comprou para que “valorize”, azar o seu.

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    • João Miguel 18 de novembro de 2011 at 14:25

      Amigos, guardem essa noticia, pois em 2012, basta substituir China por Brasil no texto.

      🙂

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  • Paulo - RJ 18 de novembro de 2011 at 09:54

    Tem também o empreendimento da MRV no Rio Comprido, com vista para o viaduto Paulo de Frontin, com propaganda “a 15 min da Zona Sul”, mas para isto você tem que atravessar o túnel Rebouças.

    Agora, este mais Maracanã eu não conheço não, e olha que moro e trabalho próximo. Deve ser em São Cristóvão

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    • Rodrigo 18 de novembro de 2011 at 10:15

      Esse da Rossi a 15 minutos dá para ir a pé, você que não é maratonista olimpico não correu no Panamericano porque? Comprem e firarão magrinhos!!! ahahaahah

      Quanto ao “investimento da Rossi”

      h ttp://www.pgrimoveis.com.br/products/rossi%20mais%20maracan%C3%A3/

      h ttp://lancamentosrj.com/imoveis-rio-de-janeiro/rossi-mais-maracana.html

      h ttp://www.slideshare.net/italolyra/rossi-mais-maracan-wwwlancamentosrjcom-central-de-atendimentos-21-22050783

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      • Paulo - RJ 18 de novembro de 2011 at 13:47

        Pelo mapa, fica na região do limbo (Não é Tijuca, não é Maracanã, não é Vila Isabel, não é nem Méier). Tem um prédio ali, com boa estrutura, mas que não vende, pela localização. Vou até ver para quanto o pessoal deste prédio vai subir o preço deles.
        Andar por ali a noite é impossível.

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        • Andre Luiz 18 de novembro de 2011 at 15:14

          Fala galera.

          Eu morei muito tempo por ali e hoje passo quase todos os dias para ir ao trabalho.

          Aquela região, tecnicamente, fica no bairro de São Francisco Xavier, mas já há muitos anos as pessoas anunciam como Maracanã. Para vocês terem uma ideia, dali até o Maracanã tem que passar pelos bairros de Mangueira e Vila Isabel. Além disso, o empreendimento vai ter uma bela vista para o Morro da Mangueira, ouvir-se-á um belo som de funk e bateria de escola de samba nas madrugadas do fim de semana, e, depois da copa/olimpíadas, de tiros de fuzil também. Talvez seja preciso até blindar as janelas.

          Há cerca de 2 anos, um apto de 2 qts ali na região era vendido por uns 50mil.

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        • Alanbrado 18 de novembro de 2011 at 15:21

          Esse prédio vai ficar em frente a Mangueira, mto próximo tanto que o prédio ao lado tem várias marcas de bala na face virada pro morro. Ali o bairro é São Francisco Xavier, tem até a estação de trem próxima. Enfim é perto do Centro e da Tijuca mas é um lugar bem feio, sem movimento e de frente pra Marechal Rondon onde o fluxo de veículos é intenso demais.

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  • Menino_do_Rio 18 de novembro de 2011 at 10:36

    Caros,
    a demanda continuará aquecida por mais alguns anos…

    http://www.infomoney.com.br/consumo/noticia/2261174-nova+classe+media+acreditam+que+renda+vai+melhorar+proxima+decada

    SÃO PAULO – Os consumidores pertencentes à nova classe média estão mais otimistas em relação à renda e também ao poder de compra para a próxima década. Para o futuro, 74,4% acham que a renda vai melhorar, enquanto 56,5% acham que suas finanças já melhoraram.

    Em relação ao consumo, 45,4% dos consumidores brasileiros pretendem viajar de avião no próximo ano. Outros 42,9% pretendem comprar um imóvel em até 2 anos e 40,3% desejam comprar um automóvel no próximo ano.

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    • RT 18 de novembro de 2011 at 11:12

      Discordo de você.

      Até onde eu sei (me corrijam se estiver errado), a renda familiar da “nova classe média” mal passa de 3 mil reais.

      Desafio a quem se habilitar: provar, com todas as contas, que com 3 mil reais, é possível pagar contas do dia a dia e ao mesmo tempo, financiar casa própria, automóvel ou viajar de avião.

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    • Tico RJ 18 de novembro de 2011 at 11:18

      É melhor corrigir: os preços vão continuar aquecidos nos próximos 2 anos, enquanto a demanda…

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    • Anonymous 18 de novembro de 2011 at 11:21

      Discordo.
      Nem sempre querer é poder, muito menos achar, acreditar ou estar otimista também o seja.
      Poder economicamente é produzir e principalmente consumir na medida das capacidades de cada um, tendo ao mesmo tempo que competir.
      Isto vai de encontro ao especular, ao enganar e tomar vantagem.

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      • Luiz 18 de novembro de 2011 at 12:47

        estou analisando os dados de renda 2010 do ibge, disponibilizados ontem, mas sinto informar

        a nova classe média segundo os dados de 2000 auferiam cerca de 2 SM o chefe.

        Agora em 2010 a renda média per capita é de 668 reais, possivlemnte a classe media ainda esteja na casa dos 2 SM, talvez 3 SM.. o que é uma coisa boa pq o salario minimo subiu mais que a inflação.

        Em termos praticos a nova classe média teria enriquecido algo como 500 reais no maximo a mais acima da inflação por mês. No todo é uma fortuna, no percapita não
        Dá pra comprar o quê com isso?

        0
    • Ricardo 18 de novembro de 2011 at 15:51

      As notícias postadas aqui não se contradizem. A nova classe média está sim em franca expansão. E isso continuará por décadas.

      O perfil da população está mudando muito. As faculdades uni-esquina podem ter mil defeitos mas estão permitindo que as pessoas sejam mais úteis, consigam executar tarefas que seus pais mal sonhavam existir.

      Isso não significa que essas pessoas estão ganhando R$ 3 mil por mês individualmente, e sim que somam R$ 3-4 mil de renda familiar. São auxiliares administrativos, estoquistas, vendedores, analistas de suprimentos, fiscais de recebimento/remessa de materiais, etc.

      Esse segmento de mão de obra era muito excasso no passado. O desemprego era alto pois as pessoas simplesmente não sabiam fazer nada de útil. Isso também segurava a economia, pois era inviável abrir certos tipos de empresas/departamentos. A mão de obra era muito cara.

      E ao mesmo tempo que essa nova classe média continuará crescendo de forma vigorosa, as pessoas passarão a se endividar. Pois nunca tiveram “tanta” (para eles é muito) renda (e crédito derivado dessa renda) na mão e não sabem lidar com o dinheiro.

      Só que, como todos aqui sabemos, essa classe social não compra aptos de R$ 300 mil em Perdizes. Quem compra esses apartamentos é uma classe social que está estagnada e empobrecida, uma vez que o excesso de mão de obra barata azedou uma boa parte das carreiras assalariadas de média importância. A riqueza migrou para o pequeno empreendedor, que está com muito mais dinheiro do que advogados, engenheiros, economistas, etc.

      Especialistas e executivos estão em alta, com muita grana na mão. Mas o profissional médio, que antes ganhava salários top 5% (para um país pobre), hoje está vendo o seu poder aquisitivo se aproximar muito da classe C. Eu acho justo, pois o profissional médio passou anos agregando pouco valor para a sociedade, sendo bem remunerado devido à falta de concorrência no mercado de trabalho. Não dá mais para ganhar R$ 8 mil aos 50 anos de idade, preenchendo formulários e executando outras atividades burocráticas de baixo valor estratégico. Essas vagas estão sendo preenchidas por jovens que ganham R$ 2 a 3 mil.

      Isso porque eu acho que uma família de classe C possui um “poder aquisitivo fútil” muito maior do que o tiozão de 50 anos que ganha R$ 8 mil, por aceitar morar em lugares mais simples. Os 5 mil a mais de renda são corroídos em colégios particulares mais “frescos” (mas igualmente ruins aos de R$ 300), em gastos fúteis, em condomínios, etc. A classe C tem mais grana sobrando para gastar com bugigangas.

      Tanto que os maiores compradores de Nike Shox são da classe C. A classe B anda de tênis fashion que custam a metade do que os pobres pagam num “nike da hora”. O mesmo vale para celulares, jaquetas, etc.

      0
      • Luiz 18 de novembro de 2011 at 16:55

        Ricardo, sua analise está perfeita
        de onde vc é?
        o que vc escreveu não é nem um pouco trivial.

        Só que vc precisa dar números aos bois, esta renda “fútil” extra como vc mesmo chama, não passa de poucas centenas de reais por família. É suficiente pra trocar de carro, seria suficiente pra comprar casa simples desde que os valores não estivessem em bolha.

        O que causou a bolha não é o enriqueciemnto da nova classe C, mas sim o simples fato de haver movimento repentino de gente entre as classes, um pequeno extra de demanda foi suficiente p espremer a oferta exígua por anos, visto que esse mercado é altamente inelástico e lento, mas que por efeito dominó mexeu nos preços até o padrão AAA.

        O AAA entretanto continua quase que como sempre esteve, então os preços bateram no teto e voltaram pra baixo, e só isto não significa a explosão da bolha, apenas que o mercado alto padrão atingiu primeiro a consciencia do teto.

        A grande queda ocorrerá quando o nível de consciencia das classes A e B atingir a classe C.
        Como vc mesmo disse, destreinados para lidar com o dinheiro.
        Esta consicencia vai bater por bem ou por mal.

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        • Ricardo 19 de novembro de 2011 at 01:11

          Olá Luiz,

          Sou de São Paulo. Agradeço os elogios!

          Renda fútil: o quanto pode ser gasto com bugigangas, de forma irresponsável.

          Uma pessoa que ganha R$ 6 mil possui formação universitária que, em nossa sociedade atual, indica uma origem ou pelo menos a manutenção de um status que é incompatível com alguns tipos de “simplicidade”. Isso a “obriga” a estabelecer certos compromissos com sua qualidade de moradia, com o carro que possui, as viagens ao exterior, a escola dos filhos. Além disso, essa pessoa guarda dinheiro todo mês.

          Já uma pessoa que ganha R$ 2 mil não possui problema algum em morar na casa dos fundos/baixo/cima do terreno da casa dos pais. Considera aceitável utilizar transporte público para ir trabalhar. Não coloca os filhos em escolas de R$ 1-2 mil. Faz poucas viagens. Gasta pouco com aparências. E também guarda pouco dinheiro.

          É normal encontrar famílias com renda de R$ 8 mil que “apertam o cinto” enquanto algumas com renda de R$ 4 mil torram uma fortuna em geladeiras, tênis, telefone celular, móveis, etc. Eu mesmo conheço os dois casos.

          É um saco vender TV e geladeira para pessoas que ganham R$ 6 mil por mês. Elas pesquisam na internet até achar o mais barato. Exigem desconto por pagar à vista. Acabam avaliando o custo/benefício das opções e compram um produto mais simples.

          É uma maravilha vender TV e geladeira na periferia. As pessoas mal possuem revestimento nas paredes mas querem uma geladeira Inox. Levam o produto já no dia em que decidiram comprar: falta tempo e conhecimento para pesquisar, pisam nas Casas Bahia e já levam o que querem.

          Essa classe social é bem interessante de discutir. Mas, como todos aqui já sabemos, ela não pertence ao processo da bolha imobiliaria. É um absurdo citar o crescimento dessa classe social para justificar o crescimento das vendas de qualquer coisa que custe mais do que R$ 100 mil.

          Para mim a bolha foi criada pelo excesso de dinheiro ocioso na mão de uma classe de alto poder aquisitivo (pro Brasil) que não sabe fazer contas direito e se acha o máximo. O mesmo público alvo da época do avestruz, do boi gordo e outros.

          A classe C não consegue comprar e nem alugar qualquer coisa que envolva especulação de respeito, que dê lucro de R$ 50 mil em uma tacada só. Esse é o motivo para que todo imóvel hoje custe “meros 500 mil”.

          Só que o público que consegue comprar qualquer coisa acima dos 300 mil está dividido em dois: quem já possui um imóvel e simplemesmente pagará a diferença e quem de fato possui renda para pagar o imóvel inteiro. Esse segundo grupo é muito restrito e exigente. Lembre-se que não basta ter renda mas é preciso também estar interessado em um imóvel. O que deixa o púlico menor ainda.

          Eu, portanto, não vejo demanda alguma inflando a bolha. Vejo apenas malandragem. Investiram em um produto e não avaliaram público alvo, valor justo, etc. Pois malandro é assim.

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      • Vinicius Lima 18 de novembro de 2011 at 17:10

        Excelente análise Ricardo. Muito boa mesmo…

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      • Me 18 de novembro de 2011 at 17:29

        Gostei muito também. E vejo tudo isso que acontece como benéfico. Fora a óbvia falta de educação financeira (que nem eu mesmo tenho, fora gastar menos do que ganho), alguém vê algum malefício ou injustiça nisso?

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        • Luiz 18 de novembro de 2011 at 17:43

          só acho nike shock uma tremenda porcaria.

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          • Me 18 de novembro de 2011 at 22:22

            Profundo.

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      • Frank 18 de novembro de 2011 at 22:08

        Comentário interessante, concordo no big picure.

        Tenho 2 pontos q queria estressar:
        “Não dá mais para ganhar R$ 8 mil aos 50 anos de idade, preenchendo formulários e executando outras atividades burocráticas de baixo valor estratégico.”
        Empresa PRIVADA mantém alguém ganhando 8K p/ preencher formulários ?
        Talvez em um business mais conservador, mas eu desconheço e acredito q, se existir, seja EXCEÇÃO.
        Distorções dessa natureza q vc descreve eu vejo q ainda ocorrem com alguma relevância no funcionalismo público.

        “Os 5 mil a mais de renda são corroídos em colégios particulares mais “frescos” (mas igualmente ruins aos de R$ 300)”
        Não sei bem q colégios vc trem em mente com esse comentário. Como comentário geral, eu discordo bastante. E arrisco dizer q o classe média “antigo” a q vc parece se referir provavelmente está fazendo uma escolha de colégio muito melhor do q o “novo” classe média.

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        • Ricardo 19 de novembro de 2011 at 01:35

          É muito comum (posso até exagerar e dizer que 80% das pessoas bem pagas aos 50 anos estão nesse caso) encontrar uma pessoa de 50 anos que ganha bem e simplesmente não agrega valor algum para a empresa.

          Estão lá pela “confiança” ou “experiência”. Se são engenheiros não fazem cálculos há mais de uma década. Se são advogados, dão apenas conselhos, não gastam mais horas e horas desenvolvendo argumentos, fazendo pesquisas. Se são contadores apenas aprovam operações, observam o que está acontecendo.

          Muitos poderão argumentar que isso é natural, que essas pessoas estão acima dessas tarefas mundanas. Que possuem tanta experiência acumulada que estão lá para outra coisa.

          Só que o mundo não funciona assim. As empresas amadureceram, diversas tarefas são padronizadas, terceirizáveis e não possuem importância estratégica. É importante que essas tarefas não dependam de tanta “avaliação experiente” assim. O pagamento é processado pelo sistema e o engenheiro simplesmente segue a norma.

          Se o foco da sua empresa é consultoria contábil, natural que os contadores experientes sejam valorizados. Mas e se o foco for outro? Você precisa apenas de contadores que executem serviços padronizados.

          E todo um grupo, que é sustentado por essas pessoas de 50 anos que ganharam bem a vida toda, está perdendo o poder aquisitivo. Pois essas pessoas estão perdendo seus empregos e não conseguindo nada no lugar. E muitos que estão com 40 anos não conseguirão chegar aos 50 na mesma situação que os seus antecessores.

          O tiozão de escritório bem pago é um bicho em extinção. Apenas os especialistas e gerentes sobreviverão. Tanto faz se está há 30 anos fazendo a mesma coisa que não possui valor algum para os outros.

          Muitas famílias estão nessa situação. Esse, inclusive, é um dos motivos para que os apartamentos de 3 quartos estejam cedendo antes à pressão dos preços. Pesquisem por apartamentos usados de 3 quartos no Itaim ou nos Jardins. Vocês encontrarão preços mais baixos do que muita porcaria lançamento de 2 quartos na parte feia da Barra Funda/Bom Retiro. Pô, tem apto novo a 300m da favela do Jaguaré por R$ 450 mil!

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        • Ricardo 19 de novembro de 2011 at 01:45

          Em relação às escolas: tem muita escola de R$ 1.200 que possui a mesma “qualidade” de uma escola de periferia que custa R$ 300.

          Infelizmente essa é a realidade de São Paulo.

          Muitos pais buscam apenas o status que a escola traz. A maior parte das crianças de colégio particular possui dificuldade de passar no vestibular de faculdades particulares médias, imagine então as públicas de alta qualidade.

          Nem sempre mais caro = melhor. Algumas escolas particulares de Perdizes, por sinal, formam um maior número de maconheiros sem futuro do que escolas simples de Itaquera que cobram R$ 300 por mês.

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      • Rodrigo 18 de novembro de 2011 at 23:39

        A classe A não compra celular ganha, quanto aos outros produtos adquire no exterior com milhas que junta viajando pelo trabalho.

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  • Marcos 18 de novembro de 2011 at 11:13

    Imóveis de área nobre perto da Rocinha
    ficam 30% mais caros após ocupação
    Especialistas em mercado imobiliário estimam alta de preços de até 60% em um ano

    noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/ocupacao-da-rocinha-ja-valoriza-em-30-imoveis-de-sao-conrado-20111117.html

    Negócio bom no Brasil é comprar imóvel próximo a favela. Você nem precisa mais trabalhar. Compra e valoriza. Essa mídia devia ser processada.

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  • Ana 18 de novembro de 2011 at 11:28

    Mensalidade escolar deve ficar até 12% mais cara no ano que vem

    RIO – O ano está chegando ao fim e os pais já se preocupam com o reajuste das mensalidades que tradicionalmente ocorre nos primeiros meses do ano. A apreensão é justificada. Em 2011, preços de mensalidades de escolares subiram 8,09%, o maior avanço dos últimos seis anos e que, sozinho, já significa a principal contribuição individual para a inflação oficial no país, segundo dados do IBGE. Para o ano que vem, a estimativa é de um aumento entre 8% e 12% nos valor das mensalidades, segundo as representantes de escolas particulares. O mercado não é regulado e o percentual de reajuste varia de acordo com a escola.

    – Educação não é um serviço barato, é preciso saber qual o tipo de proposta pedagógica que a família quer para seu filho – afirma o presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Rio (Sinepe-Rio), Victor Notrica.

    Notrica cita a folha de pagamento e os altos índices de inadimplência – que, segundo ele, gira em torno de 15% a 20% ao mês – como principais razões para o aumento das mensalidades. Também entram na conta das escolas os investimentos com novas tecnologias e a manutenção com as instalações.

    A Rede Notre Dame, com três unidades no Rio, programa reajuste de cerca de 9% para o ano que vem, além de ampliação do horário integral e das instalações. No Grupo CEL, com presença nas zonas Norte, Sul e Oeste da cidade, as mensalidades também sofrerão uma elevação de 9% em 2012. Segundo a diretora-geral do CEL, May Chagas, o que pesa mais nos custos são os gastos com o quadro docente e a manutenção das instalações. No ano que vem, a escola pretende oferecer aos alunos novas tecnologias como Ipad, notebook e netbook para facilitar exercícios, tira-dúvidas e até provas pela web.

    – Hoje o aluno precisa e está acostumado com a tecnologia. Já que ele fica tanto tempo no Orkut, temos que aproveitar esse interesse – afirma May.

    Segundo o IBGE, na educação infantil, as mensalidades tiveram alta de 8,96% até outubro, as creches (8,76%) e o ensino fundamental (8,77%). Cursos de idiomas e esportes também não escaparam dos reajustes. Neste ano, a mensalidade de escolinhas de natação já registram alta de 8,26%, enquanto os cursos de informática têm um avanço de 11,04% nos preços.

    Para a professora do Instituto de Educação da UERJ, Bertha do Valle, mensalidades cada vez mais altas têm o efeito de reduzir o universo de alunos a uma elite cada vez concentrada.

    – São escolas que se dirigem cada vez mais a pessoas favorecidas e a cultura que se criou, mesmo entre os mais pobres, é que o ensino privado é melhor. O fato da mensalidade ser alta não significa que a qualidade também seja – pondera a especialista. Reportagem do GLOBO mostrou que escolas do Rio com mensalidade alta tiraram nota baixa no Enem.

    Pagamento integral de anuidade pode ser vantajoso

    Uma opção para quem quer tentar gastar menos com mensalidades pode ser o pagamento da anuidade de uma só vez. O CEL oferece desconto de 10% para os pais que optarem pelo pagamento integral das mensalidades. Já no Notre Dame, o abatimento não está garantido e depende de negociação caso a caso.

    Segundo a diretora de Atendimento ao Consumidor do Procon, Selma do Amaral, as escolas não são obrigadas a fornecer desconto aos pais, mas planos alternativos de pagamento podem ser interessantes.

    Selma frisa que o estudante inadimplente não pode sofrer nenhum tipo de constrangimento ou sanção pedagógica, e tem o direito de fazer provas ou assistir à aulas mesmo com atraso no pagamento.

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  • Ana 18 de novembro de 2011 at 11:33

    Como sempre disse aqui. Assumir 30% ou mais da renda em financiamento imobiliário é suicídio. Mesmo que faça por meio de prestações fixas, a renda vai sendo corroída com os aumentos das despesas do dia a dia. Sabe-se que apesar de um reajuste ou outro salarial, nada acompanha os aumentos com fulcro em índices inflacionários. Vale ressaltar que muita coisa está aumentando até acima de tais índices.
    Quem assumiu um financiamento imobiliário com saldo devedor alto, ante o boom imobiliário, a longo prazo, tem grande chance de se tornar inadimplente e aí, na hora de vender o imóvel, este não irá quitar o saldo devedor ante os juros e a pessoa vai ficar com uma dívida para o resto da vida. Vide Espanha, onde antes era inconcebível tal conclusão.

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    • Frank 18 de novembro de 2011 at 22:25

      tem uma hipótese benigna nesses novos financiamentos: a correção do saldo devedor é pela TR.

      a TR dá quase nada por ano. Perde p/ qq indice inflacionario.

      a hipótese benigna é q, no médio / longo prazo, a prestação virá “pó”.

      isso é teoria…eu tb concordo no geral com vc, de q prestações pra 25 / 30 anos em um país instável como o Brasil é loucura…..mas, locos, los hay.

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  • Carlos Wagner 18 de novembro de 2011 at 11:50

    Noticia capa de um jornal em Taubaté hoje, dia 18/11/2011

    “Em Taubaté há 9586 em construção, destes 3411 ainda estão disponiveis para venda. O mercado espera movimentar 1,5 bi nesse seguimento ainda este ano.”

    Analisemos:

    – 3411 unidades ainda disponiveis pra venda.
    – Do restante, ja comercializado, informo, com toda certeza, que a maior parte está nas mãos de especuladores.
    – Isso, sem contar com as unidades já entregues onde os prédios estão 90% sem moradores.
    – Numa cidade com menos de 300 mil hab., ao meu ver, esse numero de imoveis é exageradamente alto.

    Um outro ponto que gostaria de abordar é o seguinte: Não parece muito estranho que, no ultimos anos, os dirigentes da maioria dos países tenham levado suas nações a uma euforia de credito farto, cometendo erros crassos já apontados pela centenaria doutrina economica mundial? E o mais estranho, os países que ainda não afundaram estão seguindo na mesma direção, cometendo os mesmos erros e as mesma politicas populistas?

    Algo de muito errado está acontecendo em nivel mundial. Isso mais se parece com uma conspiração para escravizar a população mundial por décadas a fim de que trabalhem para gerar riquezas aos sistema bancario.

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    • Andre Luiz 18 de novembro de 2011 at 12:13

      Em setembro, em viagem, eu conversei com um cara de Caxias do Sul/RS e ele me disse que na cidade dele ocorria a mesma coisa. Havia não sei quantas mil unidades à venda e em construção e ele não consegui ver como a cidade absorveria todos esses imóveis, até porque os municípios em volta também estavam construindo muitas unidades.

      Esse problema é do Brasil inteiro.

      Aqui no Rio eu não sei os preços vão cair tanto porque, tirando a região de Jacarepaguá (me recuso a chamar aquilo ali de Barra), onde ninguém quer morar porque é muito longe e o trânsito é infernal, não vejo tantas construções assim, quando comparadas à população de milhões de habitantes da cidade.

      P.S. Falando em Jacarepaguá, uma amiga comprou lá e já tá querendo repassar, porque quando o imóvel foi adquirido há um ano ela levava uns 50 minutos até o centro da cidade. Hoje com a entrega de diversos empreendimentos, ela já tá levando 2 horas… Aposto que ela não é a única arrependida.

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      • Eduardo Zé 18 de novembro de 2011 at 13:45

        Em Pelotas RS, em um único site agrupador de pequenas imobiliárias temos 3600 ofertas, terrenos, apartamentos, casas, tudo a preço de mansão. E tem mais milhares de ofertas nos sites das grandes imobiliárias… No jornal da cidade é só propaganda de condomínios fechados, prédios, lançamentos a dar com pau.

        Não consigo entender tanta oferta, e para atropelar, mais e mais lançamentos…

        Acho que as pessoas perderam a noção.

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        • Me 18 de novembro de 2011 at 17:15

          Link?

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  • Anonymous 18 de novembro de 2011 at 11:54

    O que me chamou a atenção não foi constatar que o comprador vai sair perdendo. Afinal, isso é coisa corriqueira na Banânia. O ponto importante foi constatar que já existe a função de GERENTE DE REPASSE IMOBILIÁRIO.

    Acordo sobre atraso na entrega de obras não beneficia comprador, avaliam consultores
    classificados . folha . com . br/imoveis/1008260-acordo-sobre-atraso-na-entrega-de-obras-nao-beneficia-comprador-avaliam-consultores . shtml

    “E, se eles não entrarem na Justiça, terão prejuízo a cada mês”, diz o gerente de repasse imobiliário da consultoria Creditaria, Maximiliano Bittencourt.

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    • Anonymous 18 de novembro de 2011 at 12:14

      Busca no Google (“repasso apartamento” site:.br) revela cerca de 16800 resultados. Essa busca pode ser feita nas próximas semanas como um indicador do número de repasses.

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      • Davi 18 de novembro de 2011 at 14:10

        Alguém leu este artigo? Como nao vi ninguém comentar …

        Ele foi feito pelo núcleo Real State do Departamento de Engenharia de Construção Civil da POLI – USP. (http://www.realestate.br/homesite/default.asp)

        Este trecho que espanta na terceira página:

        ” … Passados 75 meses da base, o mercado norte-americano atingiu seu pico de preços, verificando-se que passados 45 meses da base, os preços em São Paulo sofreram uma variação equivalente. Notamos que essas curvas refletem os indicadores deflacionados pela renda do mercado, de sorte que mostram variação efetiva dos preços, contra a capacidade de pagar do mercado. … “

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        • Luiz 18 de novembro de 2011 at 16:42

          discutimos a carta 26 uns 3 posts atrás, semana passada

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    • Davi 18 de novembro de 2011 at 12:07
    • Tico RJ 18 de novembro de 2011 at 12:38

      Davi, faz sentido os 40% !!!
      Conforme coloquei uma notícia de jornal há 2 semanas aqui no site, 60% ia pagar suas dívidas com 13o. Somente 2% ia utilizar a dinheiro para pagar o imóvel (aluguel, casa própria ou reforma).
      Conclusão: o brasileiro tá endividado!

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  • Dan 18 de novembro de 2011 at 12:32

    Geração de empregos formais no país cai 40% em outubro, segundo Caged

    Do UOL Economia, em São Paulo

    País não deverá cumprir meta de geração de empregos, diz ministro
    A economia brasileira criou 126.143 postos de trabalho com carteira assinada em outubro, informou o Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (18). No ano, já foram abertas 2.241.574 vagas. Os números fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

    Em relação ao mês anterior, houve uma queda de 39,7% na criação de postos de trabalho (em setembro, o país registrou a criação de 209.078 empregos formais).

    Na comparação com outubro do ano passado, a queda registrada na geração de empregos foi de 38,4%.

    Entre os setores que mais geraram empregos estão serviços (77.201), comércio (60.878) e construção civil (10.298).

    Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o país não deve atingir a meta de geração de 2,7 milhões de empregos para este ano, por conta dos reflexos da crise internacional. Ele, no entanto, não fez uma nova projeção..

    Entenda o Caged
    O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho é uma pesquisa mensal sobre o comportamento do mercado formal de trabalho. Os dados da pesquisa são obtidos a partir de informações enviadas pelas empresas sobre admissões e demissões de funcionários.
    ——
    h ttp://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/11/18/geracao-de-empregos-formais-no-pais-cai-40-em-outubro-segundo-caged.jhtm

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  • Anonymous 18 de novembro de 2011 at 12:41

    O mesmo truque no mundo inteiro. Na China já tem gente ganhando uma BMW quando compra apartamento novo, o que equivale a desconto de 10% no preço do imóvel.

    Buy an apartment and get a BMW
    www . opp . org . uk/news-article.php?id=5865

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    • Luiz 18 de novembro de 2011 at 12:50

      aqui no BR as montadoras de carros resolveram copiar
      propaganda na TV
      compre um corsa e ganhe uma viagem pra Orlando

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  • Richard 18 de novembro de 2011 at 12:49

    Nos EUA a sobra de imóveis é tanta, que tem um amigo brasileiro que mora em Orlando e ele possui 3 casas (1 própria e 2 alugadas).

    0
  • Luiz 18 de novembro de 2011 at 13:04

    Mais IBGE 2010

    Distribuição DE ADULTOS por classes de rendimento MENSAL

    na área rural:
    sem rendimento = 45,4%
    até um salário mínimo = 15,2%
    mais de cinco salários mínimos = 1,0%

    na área URBANA
    sem rendimento = 35,6%
    até um salário mínimo = 4,8%
    mais de cinco salários mínimos = 6,0%

    ADULTOS sem rendimento
    regiões Norte = 45,4%
    Nordeste = 42,3%
    Sul = 29,9%
    Sudeste = 35,1%
    Centro-Oeste = 34,8%

    COM mais de cinco salários mínimos mensais,
    regiões Nordeste = 2,6%
    Norte = 3,1%
    SUL =6,1%,
    Sudeste =6,7%,
    Centro-Oeste. =7,3%

    0
  • MrK 18 de novembro de 2011 at 14:43

    gafisa tomando mais -2% hoje de novo, com isso chegamos a quase 20% de queda em 2 dias e 65% de queda desde o pico ano passado.

    0
  • danilo 18 de novembro de 2011 at 14:44

    Tenho observado os imóveis em Brasília pq vou me mudar para lá em breve. Já que os colegas citaram quantidade de imóveis, olhando pelo WIMOVEIS há mais de 4100 imóveis à venda somente no plano piloto (destaque para um chamado de Noroeste, que me parece ser aquele bairro novo). Águas Claras sao mais ou menos 6000 unidades. Taguatinga mais 600. Sem contar as demais localidades e outros sites/imobiliárias, estamos falando em aproximadamente 11.000 imóveis e ainda vemos caras pedindo 100 ou 200 mil de ágio. Brincadeira!

    0
    • Leandro 18 de novembro de 2011 at 17:18

      Sou de Brasília e não recomendo comprar nada nos preços atuais.
      Melhor é alugar e esperar a queda dos preços.
      Os aluguéis estão na faixa de 0,3% do valor do imóvel.
      Se tiver paciência e procurar com calma, você acha um bom apartamento, de até 100 metros quadrados, por cerca de 2.500 o aluguel (asa sul, asa norte ou sudoeste).

      0
  • Piaui 18 de novembro de 2011 at 14:50

    Colega, venha para Brasília e alugue fácil um 3 quartos 115m2 com elevador sem garagem na Asa Norte por 2.000 + cond. no máximo! Menos de 0,35%. Vai pagando aluguel e assistindo conosco de camarote a bolha estourar.

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  • Vasconcellos 18 de novembro de 2011 at 14:55

    Pessoal, sou leitor assíduo e comentarista quase abstêmio do blog.

    Hojé é fato que existem milhares de imóveis à venda em vários estados, porém acho que este número também pode estar um pouco contaminado visto que, na ânsia de desovar um imóvel, quem quer vender pode acabar anunciando em diversos meios eletrônicos e impressos (jornal).

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    • danilo 18 de novembro de 2011 at 14:57

      Verdade, mas nesse caso peguei somente uma fonte. 11 mil unidades ofertadas, entre prontos e a entregar, fora os que ainda nem estao nos sites e jornais, nao é um número a ser deprezado.

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  • danilo 18 de novembro de 2011 at 14:56

    É o jeito. É cada coisa ridícula por 300K.

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  • Vasconcellos 18 de novembro de 2011 at 15:13

    Uma coisa preocupante que ainda observo é que muitas pessoas mudaram a mentalidade, isso é, aceitaram os preços atuais como referência e quando mencionam,por exemplo, um novo emprendimento no Estrada dos Bandeirantes (longe e feio bagarai) de 2qts e 60 m2 por 240k na planta acham que ‘está barato’

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    • Ader 18 de novembro de 2011 at 15:16

      Vasconcellos,
      É mais ou menos como a “Febre do Ouro”, podemos até dizer que essa loucura toda é uma “Febre dos Imóveis”.

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  • Ana 18 de novembro de 2011 at 16:09

    As pessoas podem até comprar os imóveis a estes preços absurdos, mas vão conseguir pagar a longo prazo? Isso é que preocupa. Parece que os governos do mundo inteiro não se preocupam qdo o estouro ocorre. Lembre-se na época do BNH várias pessoas não conseguiram pagar e ficaram com uma dívida incalculável e despejadas e o governo não fez nada.
    As pessoas têm que correr do movimento “manada” em qualquer situação(imóvel, eletrodomésticos, carros, móveis etc), senão vão assumir sozinhas as reponsabilidades, pois o governo nada faz. O governo só salva bancos, mas socorrer o consumidor, as indústrias, o comércio, isto não procede. Vejam: Qdo os bancos ficam na pior, logo arrumam comprador ou dão um suporte financeiro, mas qdo o povo, as pequenas, médias e até grandes indústrias e empresas comerciais ficam insolventes ou quebram não tem como ajudar. Vide exemplos no passado do Brasil, EUA, Japão, Espanha e outros.
    Por esta razão, deve-se ter cautela neste momento em todos os setores não só o imobiliário.

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    • RT 18 de novembro de 2011 at 16:15

      A bolha pode trazer sérios transtornos a muita gente desavisada, como você relatou.

      O que levanta a questão que eu estava falando outro dia: o silêncio dos jornais diante do atual momento do mercado imobiliário é um mistério.

      Publicam qualquer bobagem vinda de corretor que diz que o “mercado está aquecido”. Sobre as vendas estagnadas, os resultados ruins das construtoras, a dificuldade de vender imóveis usados e a validade das desculpas esfarrapadas que “fundamentam” a disparada dos preços, nenhuma palavra.

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      • Frank 18 de novembro de 2011 at 22:17

        “…o silêncio dos jornais diante do atual momento do mercado imobiliário é um mistério.”

        po, RT, esse mistério é mole !

        financiamento à campanha de político, receitas de propaganda, …..does it ring a bell? 🙂

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  • Tico RJ 18 de novembro de 2011 at 16:46

    Galera,

    Uma coisa que achei bastante interessante (desculpe-me se isso já foi comentado aqui) !
    Vocês poderiam colocar seus comentários sobre o gráfico que consta no http://www.ritholtz.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/Sept09_CF1.jpg ? Tirei do link Bolha Imobiliária em Brasília e no Brasil.

    Quase todos os países seguem a mesma taxa da curva dos preços dos imóveis: sobe geral e cai geral !!! Será que no Brasil vai ser diferente, hehe?

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    • Bolha Imobiliária 18 de novembro de 2011 at 17:21

      Ainda bem que você lembrou. Eu ia colocar como tópico

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  • Noire 18 de novembro de 2011 at 16:49

    Apartamento onde Lady Gaga morou em NY está mais barato que alguns imóveis de mesmas dimensões no Leblon.

    http://oglobo.globo.com/megazine/antigo-apartamento-de-lady-gaga-esta-disponivel-para-aluguel-3268567

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  • FoxBravo 18 de novembro de 2011 at 16:50

    Recebi isso HOJE!!!!
    Assunto: IMÓVEIS – O MELHOR INVESTIMENTO DO MOMENTO! CONFIRA!
    BONS NEGÓCIOS COMEÇAM ASSIM!
    PARCERIA!
    A Bolsa de Valores está num momento de total instabilidade…
    As rendas fixas já não são as melhores rentabilidades…
    Aproveite o aquecimento do mercado de imóveis ,alta rentabilidade e liquidez!
    Temos muitas opções,inoveis na planta,pronto,com renda.

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  • FoxBravo 18 de novembro de 2011 at 16:52

    O que mais escuto, ainda hoje:
    – os preços são justos pois é o que os outros estão cobrando. Você pode fazer uma pesquisa e não vai achar nada mais barato. Se quer comprar vai ter que pagar esse preço.
    – pagar aluguel é jogar dinheiro fora. Faça qualquer coisa para fugir do aluguel.

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    • trackback 18 de novembro de 2011 at 17:02

      Pressão psicológica pura para arrancar muito $$$ de quem trabalha suado

      Golpe mais baixo impossível!!!!

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  • Fernando 18 de novembro de 2011 at 23:45

    na china estao oferecendo BMW novas para quem comprar um apt. isso que o preco ja caiu 20% este ano, onde vamos parar?

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  • MARCO 21 de novembro de 2011 at 14:23

    GUARDEM SEUS DINHEIROS.
    O MERCADO JA ESTA DESPENCANDO E JA, JA VCS COMPRAM PELO PRECO REAL E NAO PELO ABSURDO QUE TENTARAM NOS ENFIAR GOELA ABAIXO!

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  • Anápolino 21 de novembro de 2011 at 15:21

    Eu não entendo o mercado, aqui na minha cidade (Anápolis-GO) teve o lançamento de 270 unidades de apartamento em 3 torres, vendeu tudo em uma semana… com anuncio na tv informando da venda e essa semana anuncio na tv falando que todas as unidades foram vendidas. Outro lançamento recente de um loteamento foi todo vendido num final de semana (Sábado e Domingo), tanto que neste loteamento não tem nenhum corretor para atender mais…

    Ou essa bolha não existe ou o povo do interior demora mais para cair na real.

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    • Luiz 21 de novembro de 2011 at 18:00

      ou a bolha ainda não chegou em Anapolis

      conforme nossas previsões ela ainda vai se alastrar por cidades como a sua.

      talvez seja boa hora pra comprar? ou não?

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