Sinal de bolha imobiliária na China é alerta para brasileiros – Portal Exame

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Comments
  • Jack Imóveis 10 de novembro de 2011 at 17:00

    Caros,

    Falta pouco para sair algo no JN, muito pouco.

    Abraços

    Jack

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    • Troll 10 de novembro de 2011 at 19:19

      Espero que não saia logo, pois gostaria de ver a bolha mais inflada antes do grande PLOC.

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  • Dr. Estranho 10 de novembro de 2011 at 17:01

    O pior é saber que o governo que elegemos é quem patrocina a bolha.

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    • xyz 10 de novembro de 2011 at 18:20

      A irresponsabilidade deste governo dá frio na espinha.
      Este governo já deixou muito claro que a estratégia é pisar no acelerador, independente de qualquer sinal contrário, até o motor explodir.

      Hoje vi propaganda de banco anunciando pagamento de imóvel com cartão de crédito.

      Isso não vai acabar bem….

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    • Roberto Cesar 10 de novembro de 2011 at 18:57

      Dr. Estranho,

      Nos não elegemos nenhum governo, isso é tudo manipulado.

      A democracia existe apenas para nos dar a impressão de que temos o direito de escolha, mas não temos. Quem escolhe mesmo são as oligarquias.

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      • Fred Henrique 11 de novembro de 2011 at 00:11

        Concordo. A democracia representativa foi a forma mais eficiente que se encontrou de legitimar o poder das oligarquias políticas.

        É tanto que, mesmo com os imensos avanços tecnológicos, principalmente na área de certificação digital, ninguém fala em democracia direta.

        Mas isso é assunto para mesa de bar (por enquanto)…

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      • Galvão 11 de novembro de 2011 at 09:18

        Também tendo a crer nessa corrente da teoria das elites. Pode ser que num determinado momento ou lugar, ocorra algo mais pluralista, mas em geral, quem manda são as elites econômicas/políticas.

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    • Troll 10 de novembro de 2011 at 19:34

      Eu não elegi ninguém. Repito: NINGUÉM.

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      • DM 11 de novembro de 2011 at 08:35

        Somos 2 então!

        Sou um anarquista convicto!

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  • Lucas 10 de novembro de 2011 at 17:22

    Contra os fatos não existe argumento!

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  • Ader 10 de novembro de 2011 at 17:23

    Se eu tivesse “investido” minha espinha teria gelado com essa reportagem…

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  • Sergio 10 de novembro de 2011 at 17:59

    E percebam que nosso c´redito seguro está há 4 anos em 5% do pib… ou o pib tá aumentando muito, ou não se está financiando nada.
    Outro é a famosa classe média (a nova). Eu que sou servidor de MJ e tive aumentos ano a ano desde 2005, não tive nenhum incremento que pudesse mudar meu padrão de vida, especialmente para se comprar casas… imaginem a new class.
    Outra…. a teoria do tolo maior que aprendi aqui está fazendo o maior sucesso entre meus amigos… todos concurseiros…. he he he

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  • Sergio 10 de novembro de 2011 at 18:04

    Só para constar: aqui onde estou morando atualmente… cascavel pr, existem de 6 a 8 MIL imóveis a serem entregues nos próximos meses, além de diversos prédios já entregues. É bonito sair a noite e verificar diversos edifícios de 70 ou mais apartamentos, com apenas umas 10 luzes acesas. E olha que o metro quadrado aqui mui raramente passa os 2k.
    Eu pagar 180 k num apartamento de quase 100 m2, ou 300 numa casa semelhante com um quintalzinho….. fico e prefiro ficar em meu duplex por 700 reais mensais…. e aguardar o estouro… não esse esvaziamentozinho que se verifica brasil afora.
    ploc

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  • Carlos Eduardo 10 de novembro de 2011 at 18:12

    Olha a vergonha!

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1004584-governo-pede-condenacao-de-votorantim-e-camargo-correa-por-cartel.shtml

    Governo pede condenação de Votorantim e Camargo Corrêa por cartel

    A SDE (Secretaria de Direito Econômico), do Ministério da Justiça, publicou hoje parecer pedindo a condenação de seis empresas e três associações por formação de cartel no setor de cimentos. As empresas acusadas são Votorantim, Camargo Corrêa, Cimpor, Holcim, Itabira e Companhia de Cimento Itambé.

    A expectativa é que, se condenadas, as empresas tenham que pagar multa bilionária que pode chegar a 30% do faturamento. O parecer segue para o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que julgará o caso, ainda sem data prevista.

    Juntas, essas empresas têm mais de 90% do mercado de cimento e concreto no país. Segundo a secretaria, o cartel pode ter causado prejuízos de mais de R$ 1 bilhão por ano à economia brasileira, já que o preço dos insumos foi aumentado em pelo menos 10%.

    Foi pedida a condenação também da Abesc (Associação Brasileira das Empresas de Serviço de Concretagem), ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) e do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento), além de seis diretores das empresas.

    A investigação começou em 2006, após denúncia de um ex-funcionário da Votorantim. No ano seguinte, a SDE fez uma operação de busca nas empresas e associações e apreendeu documentos e 820 mil arquivos eletrônicos que mostram como funcionava o esquema.

    Segundo a secretaria, as empresas combinavam os preços, dividiam os mercados em que cada uma atuaria e combinava até a compra de concorrentes para evitar que novas empresas entrassem no mercado.

    OUTRO LADO

    Em nota, o grupo Camargo Corrêa “reafirma que sua conduta empresarial sempre foi pautada pelo respeito à ética e legislação concorrencial vigente”. Acrescenta que até o presente momento, não teve acesso à íntegra da nota técnica da SDE, mas “desde já destaca que irá contestar a recomendação de sua condenação perante o Cade”.

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    • aiwww 10 de novembro de 2011 at 21:54

      … e alguém aqui duvida que a mesma atitude (formação de cartel) não esteja acontecendo entre as construtoras e imobiliárias ??? … todo mundo aqui fica espantado quando o corretor diz que imóvel NUNCA desvaloriza … o preço é combinado e os imóveis usados são sobre-avaliados também para continuar girando a roda da fortuna .. não importa para as construtoras e imobiliárias se um imóvel usado demorar 20 anos para ser vendido … o lucro é enorme quando eles aumentam o metro quadrado do imóvel na planta .. para justificar o aumento, eles combinam com as imobiliárias o novo aumento dos usados .. e assim gira a roda da fortuna .. o problema é que o impulso para fazer a roda girar é a grana dos “investidores” … o mercado é auto destrutivo e os pilantras donos de construtoras e imobiliárias irão sugar todo o sangue que puderem como exímios vampiros .. no final das contas será como sempre foi .. o lucro será privado e o prejuízo será socializado …

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      • Carlos Eduardo 11 de novembro de 2011 at 10:14

        o fato é engraçado ! até porque tudo no brasil é formado por cartel!

        cartel da carne, dos frios Sadia e perdigão se unirem como se chama isso ??

        Carrefour e Pão de Açucar..

        todos os segmentos no brasil são feitos de cartel!

        talvez alguem do cadê não tenha recebido nada por parte do cartel dos cimentos!

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        • Andre Luiz 11 de novembro de 2011 at 12:46

          Acredito que esses cartéis só acabem no dia que o governo deixar de subsidiar esse povo. Sem BNDES, CEF, BB, guerras fiscais entre os estados e municípios etc, as empresas vão se matar para não desaparecerem do mercado. Aí não tem cartel que resista, até porque diversos empreendedores vão começar a entrar no nicho, quase que de igual para igual, pois não haverá subsídios.

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  • Carlos Wagner 10 de novembro de 2011 at 18:34

    Eu, realmente, não sei se é má fé do governo ou total incompetencia em ver a realidade e o abismo se aproximando.

    Mas de uma coisa tenho certeza: Se a China peidar, o Brasil se caga todo.

    Essa hora está se aproximando antes do que imaginei.

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  • FoxBravo 10 de novembro de 2011 at 18:34

    Acho que vamos entrar ou já entramos naquela primeira fase do estouro da bolha (já comentado aqui várias vezes). Os preços vão cair um pouco (10, 20%) e as pessoas vão achar um “bom” negócio e voltar a comprar. Os preços voltam a subir (repique) e depois despenca de vez (ploc).

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  • EduLon 10 de novembro de 2011 at 18:50

    Nao se preocupem, bolha imobiliaria eh o que acontece apenas nos outros paises!!!. O Brasil esta em outro patamar… nem corrupcao existe mais, e a nova classe media ganha 10 mil reais por mes para comprar todos os imoveis possiveis e disponiveis…

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    • Troll 10 de novembro de 2011 at 19:53

      Mas a “nova classe média” do lula, ganha no máximo 2k, anda de pseudo-carro financiado em 84x, e viaja de avião com cartão de crédito.

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      • EduLon 11 de novembro de 2011 at 02:06

        Troll, acho que vc nao entendeu o meu tom de ironia… hehe

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        • Troll 11 de novembro de 2011 at 22:10

          Foi mal ae….hehehe, acho que não tinha entendido..

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  • Selvagem 10 de novembro de 2011 at 18:51

    Uma queda nomercado de imoveis na china certamente influenciaria o Brasil, já que somos o maior fornecedor de aço para a construção civil de lá.

    Espero que o desenho do futuro melhore pq se a coisa caminhar desse jeito vai sobrar pouco lugar no mundo seguro pra se investir.

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    • Roberto Cesar 10 de novembro de 2011 at 19:18

      Selvagem,

      Eu não vejo nenhuma perspectiva de melhora no futuro. Estamos mesmo caminhando para o abismo. A economia chegou a um grau de endividamento que não tem mais como sair. E o pior é que este modelo econômico atual é realmente baseado em dívidas crescentes que crescem exponencialmente. O problema de crescimento exponencial é quando chega nos limites práticos, e é o que está acontecendo agora.

      Uma saída para esse problema seria um grande reset. Apaga tudo e começa do zero de novo. Claro que ninguém quer isso, especialmente aqueles que acumularam muita riqueza (especial emente riqueza de papel). A outra saída não é muito melhor do que a primeira. Estou falando numa guerra. Com a economia deteriorando os comandantes da economia (o setor financeiro) vão fazer de tudo para se segurar, vide o exemplo da Europa. Isso só vai colocar mais pressão nas camadas mais baixas da sociedade, ou seja, empobrecimento geral em prol da elite dos bancos. O resultado disso vai ser muita gente com fome, sem emprego e sem esperança. Resultado final: guerra.

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      • Henrique 11 de novembro de 2011 at 05:22

        Roberto – talvez vc tenha visto o Crash Course do Martenson, ou a palestra (classica) do Al Bartlett, na qual ele fala que a maior falha da raca humana e’ a incapacidade de compreender a funcao exponencial.

        Depois de um seculo e meio de crescimento na producao de petroleo, acompanhada por uma correlacao positiva quase perfeita no crescimento da populacao do planeta, chegamos ao limite.

        O significado pratico disso e’ que, para mantermos alguns dos confortos modernos a que estamos acostumados, precisamos aumentar a producao de energia per capita, que vem caindo.

        Como nao e’ possivel aumentar a producao de energia, e’ preciso diminuir o numero de capitas. Um dos meios mais eficazes para fazer isso e’ uma guerra termonuclear.

        O reset a q vc se refere vem mais rapido do que o pessoal no Brasil imagina. Os elementos estao todos ai’ para quem quiser ver: 11 de Setembro, bolhas imobiliarias nos EUA, Brasil, UE etc., financeirizacao das economias, ascensao da China, quebra da Lehman, declinio na producao de petroleo (bruta e per capita), Iraque, Afeganistao, Israel, Fukushima, quebra da Europa etc. Todos esses assuntos estao interligados e impactam diretamente o bolso de todos nos.

        Sao topicos que deveriam ser o objeto de profundos estudos nas universidades mas que, infelizmente, sao marginalizados pela midia de massa, tratados como “teorias da conspiracao” e relegados ‘a condicao de “conversa de bar”, como colocou um colega num comentario acima.

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        • Roberto Cesar 11 de novembro de 2011 at 10:36

          > talvez vc tenha visto o Crash Course do Martenson, ou a palestra (classica) do
          > Al Bartlett, na qual ele fala que a maior falha da raca humana e’ a incapacidade
          > de compreender a funcao exponencial.

          Vi ambas. Todas as duas muito logicas, especialmente a do Al bartlett. Matemática/logica pura, fácil de entender, especialmente para quem tem formação técnica.

          E o mais engraçado é que existem alguns conceitos que são tão arraigados na nossa cultura que ninguém ousa contestar. por exemplo, crescimento econômico. Eu nunca vi nenhum economista ou politico falar de estagnação ou declinio econômico, o que se fala é crescimento, crescimento, crescimento. Essa busca incessante por crescimento, mas que, como você bem descreveu, já chegou muito perto do seu limite.

          Concordo com o que você falou, temos que começar a aprender a viver com menos ou diminuir as captas. Crescimento a partir desse ponto vai ser muito difícil de conseguir.

          E a ONU fez uma projeção de crescimento populacional onde chegaremos a 15 bilhões em 2100. Eu acho difícil.

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        • Andre Luiz 11 de novembro de 2011 at 13:08

          Dizem que a população que mais cresce no mundo é a muçulmana, talvez seja por isso que a “guerra ao terror” seja a guerra aos árabes. Poderia ser à China, mas acho que os EUA têm medo de encarar o grande e bem treinado exército comunista.

          Ah, tem a questão da água também. Nesse ponto, nós brasileiros devemos nos preocupar, pois o mundo inteiro vai estar de olho nas nossas reservas.

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          • Henrique 11 de novembro de 2011 at 17:10

            Ate’ nisso o Brasil deu sorte. Quando vierem pegar o pre-sal (de custo de extracao altissimo – mal vale a pena), nem vao precisar incomodar a gente aqui no continente. Vao ancorar uma frota de porta-avioes, fragatas e destroiers la’ no meio do mar e a gente vai poder continuar tomando todas aqui na praia. Situacao bem diferente da dos iraquianos, por exemplo.

            Ou entao os bancos de investimento americanos e europeus e empresas como Schlumberger, Baker Hughes, BP, XOM etc. vao fechar contratos com a PBR usando derivativos e “produtos” financeiros exoticos para extrair toda a riqueza desses projetos.

            A segunda alternativa nao e’ so’ mais provavel, mas vem acontecendo ha’ anos.

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      • augusto 11 de novembro de 2011 at 08:04

        Endividamento forçado a aumentar por marketing intenso na midia, e corroborado por certos analistas de uma rede de TV aberta que fala irresponsavelmente em telejornais da emissora a frase de: ” quem não deve não tem”

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  • Elias 10 de novembro de 2011 at 18:51

    Caramba, já havíamos comentado há meses isso que a matéria publicou.

    Notei uma diferença entre a bolha brasileira e a chinesa: segundo a matéria, “a população chinesa mantém níveis de poupança elevados e baixo endividamento”.

    Aqui todo mundo já sabe.

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  • Carlos Wagner 10 de novembro de 2011 at 19:04

    Papo com um vendedor de uma construtora em Taubaté.

    vendedor: Olá seja bem vindo a Construtora Teixeira Pinto!
    carlos: tarde
    vendedo: Boa Tarde!
    carlos: por favor, gostaria de saber se voces tem alguma unidade no edificio village towers para venda e qual o preço?
    vendedo: Temos
    carlos: quais valores estão sendo praticados lá?
    vendedo: só um minuto
    carlos: ok
    vendedo: Eu preciso ver porque tinhas 02 unidades disponiveis e estava em negociação
    carlos: eu gostaria de saber quais os preços que estão sendo praticados naquele edificio
    vendedo: Tem como te enviar e-mail para ver se o cliente fechou as reservas
    Só interessa esse empreendimento?
    carlos: tem sim
    vendedo: qual e-mail
    carlos: primeiramente eu gostaria de saber os preços que voces estão pedindo lá, haja vista eu ja morar lá e gostar do lugar
    sou locador e pretendo comprar, por isso meu intuito em pesquisar preços diretamente com a construtora
    vendedo: Aguarda mais um minuto que vou ver
    carlos: ok
    vendedo: Sim
    Está apartir de R$245.000,00
    carlos: 245 mil de 2 ou 3 dorms?
    vendedo: 3 dorms.
    Desculpas 02 Dorms.
    ele já está pronto
    carlos: estão pedindo caro por um apto de 73 m2, nao acha? ainda mais em saber que este mesmo apto, há 3 anos era vendido com lucro por 89 mil por voces
    vendedo: É tabela que tenho
    Gostaria de ver os que temos na planta?
    carlos: o preço é inviavel pelo padrão do apto. mesmo assim eu agradeço a atenção
    muito arriscado comprar apto na planta com a atual conjuntura mundial
    vendedo: Não tem problema tem toda garantia da Caixa
    Entrega garantida
    carlos: ok, mas não tenho interesse em arriscar meu patrimonio.
    vou esperar mais um pouco até o mercado entrar em declinio pra voltar a pensar em comprar.
    vendedo: Posso te passar tabela e planta
    carlos: veja bem nadir
    vendedo: O CYAN tem a 1ª torra já em construção
    carlos: como eu poderia comprar algo na planta se os preços estão caindo e as construtoras estão fazendo promoções pra poder fazer caixa?
    vendedo: E a 2ª Torra já foi laançada
    carlos: vc nao acha um pessimo investimento, tendo como exemplo que o jaboticabeiras quando da entrega das chaves custava 303 mil e hoje compra-se lá por 270 mil?
    vendedo: Eu recebi tabela com preços já reajustados para Novembro
    carlos: ja visitei o CYAN, cheguei até a fazer uma reserva
    mas desisti da compra
    vendedo: Mas na maioria dos empreendimentos que tem hoje não tem área de lazer
    carlos: sim, eu sei.Nadir: A maioria das pessoas hoje procura empreendimentos com área de lazer
    Então se for ver não é tão caro assimcarlos: sim, é verdade
    vc tem razão, pra ficar caro tem que abaixar muito.
    vendedo: Sim
    Agora se for comparar em outros que não tem área de lazercarlos: eu estava interessado mesmo no Towers. Mas vou ser obrigado a esperar até que essa bolha estoure para que eu possa pagar um preço justo
    de qualquer forma, eu agradeço muito a sua atenção.
    vendedo: Qual a faixa que gostaria de investir?
    carlos: não se trata da faixa, mas do padrão
    vendedo: Posso estar verificando com minha gerência algo que lhe interesse
    Como seria o padrão que procura?
    carlos: sou func publico federal, tenho bom salario e estabilidade de emprego, tenho aplicado 350 mil em dinheiro, mas o padrão da aquisição vai ficar a desejar.
    vendedo: Sim entendo
    Mas qual o padrão que procura? E que lha ajudar?carlos: a questão é que recuso me a pagar 245 mil por um apto de 60 m2 que é um ovo
    isso nao condiz com a realidade
    entende
    vendedo: Entendo
    Mas tenho apartamento Duplex a partir de 345.000,00 muito bom
    carlos: procurei diretamente voce pelo fato de que voces construiram, com lucro, esse apto de 60 m2 no towers por 74 na epoca. Imaginei que voces estariam pedindo um preço justo pelo imovel.
    onde seria esse duplex?:
    Nadir: Rua Marechal Arthur da Costa e Silva e na Av. Presidente Getulio Vargas – Taubaté
    O Jabuticabeiras conhece esse?
    Posso estar vendo o Towers com meu gerente o que podemos fazer

    Até que o chat travou.

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    • murilo 11 de novembro de 2011 at 22:59

      nossa, parece minha conversa com um corretor que me ligou. Ele disse que ia ter um pré lancamento, resumindo, ele nao queria passar o preco, so pessoalmente, eu disse que entao nao interessava, entao ele abriu o preco, 3.600/m2 em um apto que será entregue daqui ha 36 meses + os atrasos. ai disse que não queria pois o preco estava exorbitante. Disse ainda que eu tinha visto um outro, PRONTO, por 3.200/m2, disse o nome do condominio, e entao me veio a surpresa, o apto PRONTO era da mesma construtora e o corretor entao disse que ele tambem vendia este outro PRONTO, eu entao inventei uma historia que havia condicoes de pagar a vista 2.800/m2 no apto PRONTO, e entao veio a FARÇA, o corretor disse que seria uma proposta que o gerente aceitaria na hora, AI EU FIQUEI PUTO….DISSEVC ME ACHA COM CARA DE PALHACO PRA ME OFERECER UM APTO NA PLANTA POR 3600/M2 E ESTAR VENDENDO APTO PRONTO EM UMA LOCALIZACAO AINDA MELHOR POR 2800/M2….EU COMO NAO IRIA COMPRAR DISSE que ele tentou me enganar e que nao gosto de fazer necocios desta forma… e dei tchau….o cara ja me ligou umas 10 vezes, e ADIVINHA??? conseguiu não sei como….abaixar o preco do pre lancamento pra 3000/m2, ou seja, tem burro que comprou por 3600…eu nao acredito….

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  • Anonymous 10 de novembro de 2011 at 19:41

    Quando os imóveis estão encalhados e fazendo uma suposicao de que venderia tudo se o preco fosse zero, pode-se concluir matematicamente que o preco deveria cair 50% para maximizar o faturamento. Como a suposicao de preco zero é irrealista, pode-se estimar um valor menor que 50%, mas não muito longe disso. Portanto, os 30% de desconto da China ou os 36% de desconto da EVEN são valores compatíveis com esse modelo. Portanto, se voce estiver negociando a compra, ofereca no máximo 60% do que está sendo pedido.

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  • Anonymous 10 de novembro de 2011 at 19:50

    O tamanho dos imóveis está diminuindo por exclusiva falta de legislacao. Como o preco será sempre o que a pessoa pode pagar, se voce diminue o tamanho do imóvel, diminue o custo e acaba maximizando o lucro. Uma evidência é o tamanho dos lotes. Em SP já faz tempo que o lote mínimo é 5 m x 25 m. Se a legislacao municipal especificasse 50 m x 25 m, o preco do lote seria EXATAMENTE o mesmo, pois esse seria o lote mínimo e teria preco igual ao máximo que o comprador pode pagar. Entretanto, quem faz a legislacao nao tem capacidade para entender esse ponto. São pessoas do tipo do palhaco Tiririca, que mal sabem escrever e acham que diminuindo o tamanho do lote, diminuem o preco do mesmo. Na verdade só aumentam o lucro de quem tem terras e criam problrmas futuros de urbanizacao de todo tipo, adensando a malha urbana. Em resumo, a Banânia não tem jeito. O melhor que voce pode fazer é simplesmente abandoná-la.

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    • Troll 10 de novembro de 2011 at 20:01

      Cara, parece que essa lei do lote mínimo não vale pra Santos/SP, pois aqui tem lote de 6×12. Preço: 350k.

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      • RPL 10 de novembro de 2011 at 23:04

        Mas isso é graças ao petróleo que temos lá!!!
        Você compra o terreno e coloca uma torre pra explorar petróleo!!!!!!!!!!
        Um monte de gente ficou rica assim no Texas!!!!!!

        Se eu fosse corretor, falaria isso!

        (óbvio que na Bananania, você só é dono do terreno… O que tiver abaixo dele e não for esgoto ou água que ainda é barata, é do governo)

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        • Bob Alex 11 de novembro de 2011 at 08:22

          Não, inclusive a água. Todos os recursos do subsolo pertencem à União. E quanto à propriedade privada: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=965

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        • Luiz AG 11 de novembro de 2011 at 11:03

          Tem petróleo em Santos? Não sabia…

          O que eu saiba que o pré sal está a mais de 200 km da costa e a uns 7.000 km de profundidade…

          Vai ter que comprar um apartamento na cidade perdida de Atlântida, por exemplo…

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          • Troll 11 de novembro de 2011 at 21:59

            Exato. Não tem petróleo em Santos.
            Tem a 300km da costa a 7km de profundidade, mas como se chama Bacia de Santos, os corretores piram, acham que o petróleo é de Santos (e ponto final). Acreditam que o petróleo vai revolucionar a cidade, enquanto na verdade está se criando uma bolha dentro da bolha brasileira.

            Como dizem os corretores santistas:
            “Pode comprar na planta como investimento que vai valorizar 40% pois o PRÉ-SAL tá vindo aí.”

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            • Fred Henrique 13 de novembro de 2011 at 10:45

              Duvido nada começarem a dizer que a renovação de contrato do Neymar vai valorizar os imóveis…

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              • Troll 13 de novembro de 2011 at 12:01

                Pois é. Aqui é engraçado pois sei de 3 prédios que o Pelé mora. O Neymar então nem se fala, pra valorizar a região, os corretoresdizem que o Neymar mora ali perto. Ou seja o Neymar mora em 5 prédios ao mesmo tempo, segundo informações dos corretores.

                0
              • Troll 13 de novembro de 2011 at 12:02

                Pois é. Aqui é engraçado pois sei de 3 prédios que o Pelé mora. O Neymar então nem se fala, pra valorizar a região, os corretores dizem que o Neymar mora ali perto. Ou seja o Neymar mora em 5 prédios ao mesmo tempo, segundo informações dos corretores.

                0
    • Laranja 11 de novembro de 2011 at 08:02

      Não só dos lotes… o código de obras tinha dimensões mínimas para dormitórios: 12m² para o principal e 9m² para o segundo… o terceiro dava para aprovar com 7m² e nominar como escritório. Hoje… bom, hoje vale tudo.

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      • Troll 11 de novembro de 2011 at 22:01

        Esse caso vejo em Santos/SP. Dormitórios com 6 m2. É de chorar….

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    • augusto 11 de novembro de 2011 at 08:09

      Preços de lotes de luxo, mas com qualidade de lotes de favelas

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  • EduLon 10 de novembro de 2011 at 19:55

    off topic

    União autoriza PR a elevar endividamento em R$ 1 bi

    Mais cinco estados assinaram, nesta quinta, termo para ampliar crédito fiscal. Há 15 dias, o Palácio do Planalto havia feito a mesma coisa com outros 10 estados…

    h ttp://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1190938&tit=Uniao-autoriza-Parana-a-elevar-endividamento-em-R-1-bilhao

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    • xyz 10 de novembro de 2011 at 23:12

      Este governo “flexibilizou” (jogou no lixo) a lei do limite de endividamento, que o FHC aprovou a duras penas e que limitava o endividamento dos governos de acordo com a capacidade de pagar.

      Isso vai dar m….

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    • augusto 11 de novembro de 2011 at 08:11

      Parece que a crise europeia começou assim nos PIIGS

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  • jayme 10 de novembro de 2011 at 20:41

    os imoveis no brasil caminham para se tornarem EXATAMENTE o que é um automovel.
    as pessoas simplismente se acustumarao a pagar mto caro para ter uma merda (de carro, ou de local pra morar)

    e assim vai ser..

    olha luanda..
    ha mais de uma decada os imoveis tao 1 milhao de dolares, 700 mil dolares, e é um pais palperrimo.

    por mais que eu goste da ideia de que “a bolha vai explodir” – nao vai.
    o brasil é uma utopia, unico, e no final o luro/custo brasil ira imperar mais uma vez, e desta vez, se alastrando PARA SEMPRE para os imoveis.

    0
    • Carcará 10 de novembro de 2011 at 20:53

      Jayme,
      ou baixa ou encalha. Brasileiro já não consegue comprar carro com “n” prestações, imagina imóvel. Baixar o preço não vai ser uma opção, mas uma necessidade. Agora se você pensa que não vai baixar nunca, vai correndo comprar um. Tem opção pra tudo que é gosto. Ao contrário dos que postam no blog, você deve pertencer àquela classe média que teve frequentes e robustos aumentos de renda…

      0
      • Luiz AG 11 de novembro de 2011 at 11:05

        O carro não tem aumentado, tem permanecido no mesmo patamar.

        Veja um preço de um carro a 6 anos atrás com os mesmos opcionais e verá que o preço em reais é igual.

        Só um detalhe: Um carro dura 5 anos, não 50 como um apartamento.

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        • Troll 11 de novembro de 2011 at 22:03

          “Um carro dura 5 anos, não 50 como um apartamento.”

          E nem 50 como os carros do passado…

          0
        • Cássio Pereira 12 de novembro de 2011 at 00:46

          O preço da nota que eu paguei no meu carro em 2009 no fim da redução do IPI naquela ocasião (Corsa) seguramente compraria um outro igual com mais todos opcionais ou um modelo melhor, acredito que esse é o objetivo do governo, manter os preços dos imóveis para que se desinfle a bolha de forma devagar. Só não sei se vai acontecer assim

          0
    • Carlos Wagner 10 de novembro de 2011 at 21:25

      O que voce disse faria sentido se as construtoras não dependessem de realizar vendas para fazerem caixa e sobreviverem no mercado. Mas, na conjuntura atual, elas precisam vender bastante e rapido. O jeito vai ser baixar preços e queimar estoques…

      0
    • Richard 10 de novembro de 2011 at 22:14

      olha luanda..
      ha mais de uma decada os imoveis tao 1 milhao de dolares, 700 mil dolares, e é um pais palperrimo.

      Você dizendo isso, parece que em Luanda todos moram em ap que vale 1 milhao ou 700 mil dolares.

      Aqui também tem imóvel que custa isto honestamente. Más não é todo mundo que pode pagar.

      Você está parecendo um corretor tentando justificar a picaretagem dos imóveis caros no Brasil.

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    • Troll 10 de novembro de 2011 at 22:32

      “ha mais de uma decada os imoveis tao 1 milhao de dolares, 700 mil dolares, e é um pais palperrimo.” (sic)

      Nesse caso não vejo diferença nenhuma para o Brasil…

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    • Guilherme Eduardo 11 de novembro de 2011 at 00:18

      Devemos lembrar que um dos principais motivos que levaram os preços dos imóveis aos níveis atuais foi a promessa da valorização eterna. Assim, quando a estabilização dos preços começarem haverá uma corrida de venda de imóveis, principalmente os “na planta”. Uma ciclo de queda se iniciará. Valorização cai, investidor põe para vender, oferta aumenta, preço cai, valorização cai, investidor põe……

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    • augusto 11 de novembro de 2011 at 08:15

      Amigo, PALPÉRRIMO escreve-se com U e não com L (correto é PAUPÉRRIMO, veja no Michaelis)
      Lástimável e grotesco êrro

      0
      • Asdrubal 11 de novembro de 2011 at 11:09

        nenhuma novidade
        igualzinho um monte de erros em quase todos os comentários, inclusive no seu…

        0
        • augusto 11 de novembro de 2011 at 15:12

          Só que alguns erros são GROTESCOS como o do corretor acima, bem de acôrdo com seu nivel cultural

          0
          • Atribulado 11 de novembro de 2011 at 15:49

            ctrl-c ctrl-v
            “o pessoal tá tão paranóico que acha que tudo é troll/corretor…”

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            • Troll 11 de novembro de 2011 at 22:06

              Sou troll e não sou corretor.
              Alias gosto de TROLLAR os corretores e proprietários oferecendo 50% do pedido. Nego fica putinho.

              “O senhor está depreciando meu imóvel.” – proprietário que pedia 1,8k de aluguel num apartamento de 27 m2 na orla Santista.

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    • Carlos Eduardo 11 de novembro de 2011 at 10:22

      Faria sentido se o brasil não fosse gigante!

      e se os povoados não pudessem simplesmente migrar! para outras terras

      não existe isso de controlar a terra! num pais do tamanho do brasil!

      você não precisa comprar uma casa na metropole para ser feliz!

      quem disse que vc precisa de metro ? metro valoriza imovel para o gado que pega ele todos os dias para ir amaçado igual sardinha!

      alem disso tem o fator iptu! se as construtoras não vender o estado não arrecada!

      veremos !!! aposto na explosão da bomba! no curto prazo!

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      • Asdrubal 11 de novembro de 2011 at 11:18

        colega, mudar p/ o interior (onde os preços também aumentaram, diga-se de passagem) não é tão simples. Se fosse simples todo mundo ia e não tinha 500 comentários por dia aqui, certo?

        outra coisa: o IPTU é arrecadado sobre todos os imóveis existentes (milhões de unidades). As construtoras lançam alguns milhares. Mesmo que parasse totalmente os lançamentos não ia mudar em quase nada a arrecadação de IPTU…

        0
        • Carlos Eduardo 12 de novembro de 2011 at 10:29

          Olá desculpa a demora para responder!

          Quanto a tua primeira pergunta ! eu diria que está errado!!
          Simplesmete pelo fato desse blog não ser “coisa de gente sem casa”, essa afirmação é como dizer, que debater sobre desemprego é coisa de desempregado!
          Eu mesmo tenho onde morar e escrevo pelo simples interesse em ver o circo pegar fogo! Acredito na teoria da bolha …

          o link abaixo diz respeito ao iptu!
          http://exame.abril.com.br/economia/noticias/um-terco-das-familias-paga-iptu-no-brasil

          Quando você diz que não mudaria nada se as construtoras não venderem os ativos, você está levando em consideração que as construtoras estariam pagando iptu de tudo, oque seria um equivoco, só pelas enormes dividas dessas empresas temos noção de onde estão as coisas!
          E mesmo que estejam pagamando, até quando pagarão sem vender nada ??? isso seria uma especie de investimento as avessas onde você coloca o teu investimento, e cada ano coloca mais e nunca vai arrecadar dinovo, sem retorno só ilusão …

          E se você procurar direito ainda encotra lugares para morar sim!
          Não existe uma empresa que pague iptu de 8.547.403 km2
          Talvez devessemos tirar áreas ocupadas por florestas e tal, pois ninguem precisa virar indio também…

          Além disso tem o link abaixo que prova minha teoria de exôdo das metropoles brasileiras.
          pois existem alternativas á se escravizar para pagar uma construtora.

          http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/11/10/uantidade-de-brasileiros-que-compra-imoveis-na-florida-triplica-em-um-ano.jhtm

          ninguem precisa pagar preços abusurdos, mesmo que tenha dinheiro para isso! estamos presenciando um momento de desiquilibrios, e quem coloca as coisas no lugar somos nós, dando valor para nosso dinheiro!

          acho que só quem perde com a bolha é o país, mais o tempo dirá a verdade!

          0
          • Asdrubal 15 de novembro de 2011 at 00:26

            Colega,

            o raciocinio do IPTU nao é nada disso: pra cada 1 imovel novo que uma construtora lança, já existem 100 usados pagando iptu. Não faz a menor difrença pro governo o IPTU desse 1 da construtora. Entendeu?

            Colonizar o interior? É sério?

            E os brasileiros estão comprando em Miami não são pessoas fugindo do Brasil por causa da bolha não. São Brasileiros ricos, diversificando investimento.

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    • John 11 de novembro de 2011 at 11:12

      Apesar de o pessoal criticar o Jayme, achei que o texto dele tem um tom mais de revolta do que de contestação sobre a queda dos preços. E confesso que já pensei exatamente isso. E se as pessoas simplesmente se acostumarem a pagar esses preços, assim como acontece com qualquer outro bem superfaturado no Brasil? Ainda acredito que o crédito pode encarecer, que pode haver uma quantidade considerável de especuladores sem bala na agulha para manter o preço alto por muito tempo e que as construtoras precisam fazer caixa. Mas também sei que enquanto houver crédito e a mínima possibilidade de o sujeito conseguir esse crédito, ele vai encarar a dívida. Não adianta, O perfil do Brasileiro é esse. Vejo até que os preços no Brasil são tão caros por causa de um ciclo: as empresas cobram caro porque podem vender parcelado e cobrando juros e há uma enormidade de consumidores que se submetem ao pagamento a perder de vista. Sendo assim, por que as empresas abaixariam os preços?

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      • Asdrubal 11 de novembro de 2011 at 11:23

        o pessoal tá tão paranóico que acha que tudo é troll/corretor…

        menos, menos…

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      • Carlos Wagner 11 de novembro de 2011 at 11:38

        John

        Voce tem toda razão. Eu sempre pensei assim e tenho medo que isso aconteça: De o povo se acostumar a pagar esses preços e isso sustentar os preços atuais. O que mudaria seriam formas de conceder credito escravizando o mutuario pro resto da vida, acima de 30 anos, juros menores e credito mais irresponsavel.

        0
        • Carlos Eduardo 12 de novembro de 2011 at 10:40

          Se fosse o caso, se o povo ainda estivesse comprando, não veriamos promoções! nem tanta propaganda para convencer você de que você não tem escolha!

          e nem as construtoras estariam tão endividadas!

          Ainda existem alguns paradigmas na cabeça das pessoas! tipo:

          “A favela vale mais porque tem UPP”
          “Morar perto de metro é bom”
          “Morar no Centro, da capital é bom”

          em São Paulo a qualidade de vida é ridicula, e custo de viver aqui é absurdo!

          O artigo abaixo não é referente a bolha, mais sim a pessoas que buscam qualidade de vida!

          http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-04-19/grande-sao-paulo-registra-exodo-de-migrantes-de-2000-2010

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    • joselito 12 de novembro de 2011 at 17:25

      Caro é um bem de consumo, um passivo (gera despesas).
      Imóvel não é um bem de consumo, é um ativo (gera renda).
      Não tem nada a ver uma coisa com a outra.
      Por que esse ramo de imóveis é formado principalmente por investidores.
      No momento que os imóveis começarem a não dar mais lucro o preço cai, assim como as ações negociadas em uma bolsa de valores.

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    • Cleyton 14 de novembro de 2011 at 12:42

      Jaime, creio que a comparação não é adequada se compararmos os carros de 20 anos atrás com os carros de hoje, considerando a tecnologia implementada temos carros muito mais baratos em termos relativos, imóveis com 30 anos não são tão tecnologicamente defasados em relação aos atuais. Não acho que bolha seja somente o aumento de preços, pra mim é um descolamento acentuado entre valor e preço, sempre que isso ocorre, em qualquer lugar do mundo e com qualquer “produto” há bolha, ou nós bananienses somos muito “melhores” que o resto do mundo ou vamos cair nos mesmos erros em que eles cairam e exatamente pelo mesmo caminho. É minha opinião.

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  • Anonymous 10 de novembro de 2011 at 22:03

    Jayme,

    Em primeiro lugar, absolutamente nada é para SEMPRE. Até mesmo o Sol vai durar somente mais 5 bilhões de anos.

    Em segundo lugar, já que o terceiro mundo está muito mais caro e muitas vezes pior do que o primeiro mundo, cabe a pergunta: O que estou fazendo aqui?

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  • Mineiro BH 10 de novembro de 2011 at 23:47

    affffff vamos ignorar mais esse troll !!!!!!!!!!!!!

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  • Guilherme Eduardo 11 de novembro de 2011 at 00:31

    Sera que alguma construtora fará alguma promoção leve 3 pague 2 ????

    kkkkk…

    Falando sério, creio que um dos causadores do estouro serão os bancos. Eles só pensam em lucro. Muitos “investidores” sabem que tem de vender o imóvel na planta antes da entrega, pois a construtora liberou a compra, mas o banco não vai liberar o financiamento.

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    • LAM 11 de novembro de 2011 at 07:14

      Pessoal, acompanho o blog e muitas coisas comentadas aqui fazem sentido demais, parabéns aos grandes pensadores MrK, Luiz, Jack e demais. Estou morando em Shanghai e não pude deixar de compartilhar. Ontem assistindo à TV a cabo (de Hong Kong) vi um anúncio de vendas de casas nos Estados Unidos que dizia: “O que você pode fazer com 200 mil dólares? Comprar uma casa nos EUA? Duas? Três? Quatro? Não, você pode comprar cinco casas!”. Isso mesmo, com 200 mil dólares, menos de um apartamento de 80m2 na Banânia, podem comprar CINCO CASAS NOS EUA!! Tudo bem, não sei de maiores detalhes como tamanho, localização e estado dos imovéis, mas para uma propaganda de 60 segundos numa TV a cabo direcionada à cidadãos asiáticos com esse tipo de oferta só nos leva a crer que há sim algo de errado com os preços dos imóveis no Brasil.

      0
      • Luiz 11 de novembro de 2011 at 12:15

        Lam, prometi a mim memso que hj ia me segurar e fazer nenhum comentário, mas não aguentei qdo vc me chamou de grande pensador, rsrsrs, rolei de rir,

        agradeço, mas não amigo, quem me dera
        apenas andei fazendo umas viagens p fora.
        abraços

        Luiz – o Rodin

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      • Anonymous 11 de novembro de 2011 at 18:54

        LAM,

        Estou morando nos EUA. Com 50 mil USD, dá para compra apartamento em prédio de 2 ou 3 andares, sem elevador, sem garagem, praticamente novo, por volta de uns 70 m2, com 2 dormitórios, 2 banheiros. É geralmente um conjunto de prédios com piscina e área de lazer. O estacionamento é descoberto ao lado dos prédios. É claro que com esse preço, já vem com fogão, geladeira, micro-ondas e todos os armários. É mais ou menos isso.

        0
        • Troll 11 de novembro de 2011 at 22:55

          Pois é, meu caro, Aqui em Santos/SP um desse tipo no BNH, exatamente a mesma descrição, mas sem o fogão, vendem por 190k. É a Banânia, meu jovem.

          0
          • Troll 11 de novembro de 2011 at 22:56

            Corrigindo: não é novo.

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            • Cássio Pereira 12 de novembro de 2011 at 00:49

              Vc ta falando dos BNH da aparecida?

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              • Troll 12 de novembro de 2011 at 11:52

                Sim

                0
      • Frank 12 de novembro de 2011 at 12:22

        olha, pode até haver algo de errado com os preços no BR (eu acho q há), mas o q esse seu comentário aponta é algo q vem se tornando um tanto óbvio nos últimos meses: os preços de m2 nos EUA estão ERRADOS.

        acho q parte de uma possível salvação p/ o mercado imob. nos EUA virá (já está sendo) do exterior: Brasileiros e latinos em geral comprando Miami, Orlando.

        ricos de todo o mundo comprando NY, LA, Boston….e assim por diante.

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        • Atribulado 15 de novembro de 2011 at 00:11

          Estão baratos demais mesmo. Será que já estão abaixo do custo de construção?
          Quanto custa construir 1 m2 nos eua?

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  • DanielCM 11 de novembro de 2011 at 00:59

    Pessoal, vamos com calma ao dar os “certificados”. Uma coisa que observo é que essa bolha ainda tem uma chance (remota, diga-se de passagem) para que ela murche, em vez de estourar (o problema é que ninguém combinou isso com o resto do mundo). as pessoas gostam de manter as aparências, e não vai ser fácil por aqui neguinho reconhecer que fez um mau negócio. é uma variável que deve ser considerada sim. agora, citar luanda é uma grande besteira. o brasil tem muitas capitais inimagináveis que possuem imóveis de R$ 1 mi. não se analisa o iceberg só pela ponta, da mesma forma que não se analisa mercado desse jeito.

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    • Leo 11 de novembro de 2011 at 06:49

      Concordo em partes… concordo se seu comentario só tiver relacao com os que compraram para morar. Agora, falando dos que compraram como investimento, nao vejo como “viver de aparencia” ou qualquer orgulho possa ajudar …. A mesma ganancia que os fez comprar na alta vai fazer com que vendam na baixa….

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      • DanielCM 11 de novembro de 2011 at 14:45

        vc tem razão, mas se essa bolha estourar não vai escolher quem atingir (morador ou investidor): vai ser igual a música do dominguinhos (quem tá fora quem entrar, mas quem tá dentro não sai) só que isso aqui não vai ficar muito bom. enfim, quem quer investir e especular com bem de baixíssima liquidez tem mais é que tomar na testa. chapéu de otário é marreta.

        0
    • Murdoch 11 de novembro de 2011 at 16:37

      É o pto que sempre defendi aqui.
      Pra mim murcha e não explode.
      O Governo não vai deixar isso barato. Vai gastar o que tiver que gastar!

      0
      • Luiz 11 de novembro de 2011 at 19:04

        Murdoch, pega a carta 26 do nucleo de real da Poli

        podemos discutir se o ponto de não retonro foi ultrapassado

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      • Troll 11 de novembro de 2011 at 23:01

        Espero que não murche, mas sim que estoure, ferrando com os Ponzi.

        0
  • Guilherme Eduardo 11 de novembro de 2011 at 01:01

    http://www.reclameaqui.com.br/1784138/rodobens-negocios-imobiliarios/innova-sao-francisco-me-editado-pelo-reclame-aqui/

    Comprei uma unidade de 74 m² com a Fernandez Mera, no lançamento do Empreendimento Innova Blue, a ultima vez que fui ao stand de vendas estavam comercializando a um valor de R$ 290.000,00, fiquei feliz em saber que o meu investimento estava sendo o correto.
    Bom para minha surpresa ontem quando minha prima foi até o Stand de Vendas, no qual eu também comprei, Imaginando que o valor estivesse maior do qual o qual apurei da ultima vez, ou pelo menos o mesmo valor, a corretora passou para ela que o apartamento estava sendo vendido a R$ 264.654,00, ou seja ele havia caído! Ou melhor! Visto que essa unidade que irá entregar em Dezembro de 2011, a pessoa que comprar hoje irá pagar mais barato do que eu paguei no lançamento, uma irresponsabilidade, uma falta de respeito com o consumidor!!! Uma falta de respeito para quem compra com a empresa e espera uma valorização do investimento!!!
    Além de tudo isso o apartamento que comprei era com entrega para dezembro!!! E sempre me mandam uma carta falando que vai atrasar, e continuam corrigindo pelo INCC, ou seja, aumentando ainda mais o valor que eu vou pagar!!!! E o engraçado é que o apartamento deles no Stand de Vendas abaixa!!!
    NÃO COMPRAREI NUNCA MAIS NADA COM A RODOBENS.
    Estarei procurando meu advogado para entrar com um processo contra a mesma, inclusive alegando danos morais e estarei divulgando isso na comunidade do empreendimento!!! Procurando abrir uma causa coletiva, visto que muitas pessoas foram enganadas como eu e tenho certeza que as mesmas estão se sentindo [editado pelo Reclame Aqui].
    ———————————
    Se esse tipo de situação começar a ser disseminada, os “investidores” entrarão em desespero.

    0
    • Vinicius Lima 11 de novembro de 2011 at 13:57

      Muito interessante…Será que o cidadão não considerou a hipótese de imóvel ser um investimento de risco….

      A coisa está ficando interessante!

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    • Anonymous 11 de novembro de 2011 at 14:06

      Esse sujeito é uma exceção entre os “investidores”. Esse é tão primário que nem sente vergonha de passar atestado de que é trouxa. A maioria ou já está ou vai ficar queitinha.

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    • tiago 11 de novembro de 2011 at 16:36

      deve ser mentira isso daí…

      no innova blue tava 245 mil 2 vagas de garagem… não é possível q tenha comprado a esse preço

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      • GPTFN 11 de novembro de 2011 at 17:05

        talvez seja tao trouxa q comprou revenda, embora diga ali que foi na construtora

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    • Gaucho 12 de novembro de 2011 at 22:40

      é meu bruxo vc comprou na alta… estamos indo para baixa, se lascou, vai processar quem? os preços são ditados pelo mercado

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  • nelson 11 de novembro de 2011 at 07:52

    Metro quadrado no Rio de Janeiro chega a R$ 57 mil
    ANA PAULA CAMPOS
    COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

    Situada em um dos últimos terrenos disponíveis na zona sul carioca, uma cobertura de 160 m² com vista para a praia de Ipanema custa R$ 9.120.000.

    Essa é a unidade mais luxuosa de um empreendimento da RJZ Cyrela, que oferece, além de seis coberturas, apartamentos de 73 m² a 85 m² com duas suítes e uma área de lazer de 1.100 m².

    No prédio, o valor médio do metro quadrado é de R$ 38 mil.

    Se você pesou na balança e acha que vale o esforço, pode esquecer. Todas as unidades foram vendidas em menos de uma semana.

    “Perdemos a referência. Não imaginávamos que esgotaríamos em tão pouco tempo, sem sequer anunciar o lançamento”, conta Rogério Zylbersztajn, vice-presidente da RJZ Cyrela.

    O preço dos imóveis novos no Rio de Janeiro cresceu 18% de abril a outubro deste ano e 79% em relação a 2009, segundo pesquisa realizada pelo Ibope.

    Só os usados de Ipanema valorizaram 26% nesses seis meses, e o perigo de desvalorização passa longe. “Em uma área nobre que praticamente não tem mais terrenos, o imóvel será sempre valorizado”, considera Zylbersztajn

    0
    • augusto 11 de novembro de 2011 at 08:19

      Parece que tem muita gente lavando dinheiro, ou são burras, pois com valores menores comprariam coisa melhor nos EUA

      0
      • Felipe 11 de novembro de 2011 at 08:45

        primeira opção com certeza!
        Esses traficantezinhos de m…. de lá sonham com o quê ? Um apê na Zona Sul.

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    • Anonymous 11 de novembro de 2011 at 08:54

      Dinheiro do trafico de drogas com toda a certeza. Entretanto, como o trafico DOMINOU GERAL, ninguém vai investigar nadinha, nem Policia, nem Receita Federal, nem Ministério Público. Pois quem investigar, vai acabar ganhando um lote de 2.0 m x 1,5 m x 7 palmos de profundidade. O Rio de Janeiro já não é lugar para pessoa decentes e isso já faz muito tempo.

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      • augusto 11 de novembro de 2011 at 11:40

        O tráfico de drogas não é o único que lava dinheiro no Brassil, pois creio que há muito bacanão que sai nas colunas sociais que tambem faz, talvez até mais.
        Outros poderiam ser alguns artistas e jogadores de esportes coletivos que ganham muito dinheiro sem merecer. Por falar nisso leiam a entrevista que o Leão deu hoje e está disponivel nos sites dos jornais de SP

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  • Banano 11 de novembro de 2011 at 09:12

    Situada em um dos últimos terrenos disponíveis na zona sul carioca, uma cobertura de 160 m² com vista para a praia de Ipanema custa R$ 9.120.000.

    Essa é a unidade mais luxuosa de um empreendimento da RJZ Cyrela, que oferece, além de seis coberturas, apartamentos de 73 m² a 85 m² com duas suítes e uma área de lazer de 1.100 m².

    No prédio, o valor médio do metro quadrado é de R$ 38 mil.

    Se você pesou na balança e acha que vale o esforço, pode esquecer. Todas as unidades foram vendidas em menos de uma semana.

    “Perdemos a referência. Não imaginávamos que esgotaríamos em tão pouco tempo, sem sequer anunciar o lançamento”, conta Rogério Zylbersztajn, vice-presidente da RJZ Cyrela.

    O preço dos imóveis novos no Rio de Janeiro cresceu 18% de abril a outubro deste ano e 79% em relação a 2009, segundo pesquisa realizada pelo Ibope.

    Só os usados de Ipanema valorizaram 26% nesses seis meses, e o perigo de desvalorização passa longe. “Em uma área nobre que praticamente não tem mais terrenos, o imóvel será sempre valorizado”, considera Zylbersztajn.

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    • Lucas 11 de novembro de 2011 at 11:18

      Quanto ao valor deste empreendimento, eu não vejo problema algum, o tipo de consumidor dele é diferenciado, que sempre existiu no mercado, o problema da bolha é em relação aos preços imóveis destinados as pessoas assalariadas e rendimento comum, que é a maioria da população.
      Penso que este tipo de imóvel não serve de referência, pelo menos pra mim não.

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    • Tico RJ 11 de novembro de 2011 at 11:21

      É fato que que os imóveis da zona sul do Rio foram sempre valorizados, principalmente quando são coberturas e de frente para praia. Porém, atualmente todos os imóveis do Brasil estão supervalorizados.
      Agora, o Zylbersztajn poderia me explicar por que alguns imóveis de médio/alto padrão (em planta) na zona sul ainda não foram totalmente vendidos, como os do Cenário Laranjeiras? E por que há INÚMEROS empreendimentos novos na Barra da Tijuca para serem vendidos?

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  • henrique 11 de novembro de 2011 at 11:11

    Duvido que tenham vendido tão rapidamente todo o empreendimento, ainda mais com esses preços.

    Isso é jogada pra assustar e pressionar os indecisos e os desinformados.

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  • danilo 11 de novembro de 2011 at 11:17

    Agora é a nova modalidade das construtoras de BH. Elas vendem e os clientes deixam lá para repassar. Elas viraram imobiliárias. Tirando isso, parece q as construtoras viraram entidades filantrópicas, pois vendem apartamentos a 33% abaixo do valor praticado no bairro, segundo eles. Essa de repassar imovel de “investidor” é nova para mim.

    10:44 – Habitare Savassi: Da construtora eu não tenho
    10:44 – Habitare Savassi: Mas tenho de clientes
    10:44 – danilo: Como assim? Vc trabalha na Habitare e está repassando apartamento de cliente?
    10:45 – Habitare Savassi: Trabalhamos com os nosso apto. E quando o cliente quer vender no também vendemos
    10:46 – danilo: Ok…nao sabia q vcs faziam corretagem. Qual o valor do 3 quartos e 2 cagas? Qual a metragem?
    10:46 – Habitare Savassi: Quando o apto. é da Habitare podemos finaciar, quando de clientes a forma de pagamento muda
    10:46 – danilo: Entendo…mas nao sabia q a Habitare era corretora de imóveis tambem. Bom saber
    10:47 – Habitare Savassi: Não fazemos corretagem!Vendemos so o produto Habitare.
    10:47 – Habitare Savassi: Ele tem 75m²
    10:47 – danilo: Mas se vcs vendem produto Habitare de imoveis que nao pertecem a voces, isso é corretagem. De qualquer forma, vc poderia me passar o valor que seu cliente pede no 3 quartos e 2 vagas?
    10:49 – Habitare Savassi: Com duas vagas e lazer completo
    10:51 – Habitare Savassi: tenho um 14° andar por 370mil
    10:51 – Habitare Savassi: Esta dentro do valor que o senhor busca?
    10:52 – danilo: Sao quase 5 mil por metro quadrado. Nao está dentro do valor. É q tenho pesquisado muito, mas acho que vou ter q esperar mais para comprar, infelizmente. Vou ter q esperar os preços cairem.
    10:52 – Habitare Savassi: kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    10:52 – Habitare Savassi: isso nunca vai acontecer
    10:53 – danilo: Nao entendo as risadas. Agora eu dou risadas. Espere e verá. Agradeço pelas informaçoes
    10:53 – Habitare Savassi: o metro no sion esta na base de R$ 7.500
    10:53 – Habitare Savassi: O senhor trabalha com o que?
    10:54 – Habitare Savassi: Sinto muito em te informar que esta informação sobre queda de preço esta errada.
    10:55 – danilo: Por isso eu vou ter q aguardar o preço cair. Sou funcionario publico federal, ganho 10K por mes, mas com esses preços de imoveis eu me sinto pobre. Infelizmente nao é a hora de comprar. Com impostos eu gastaria por volta de 400 K e nao quero comprometer minha renda em níveis tao altos. Nao acredito nessa informaçao q os preços nao vao cair.
    10:55 – Habitare Savassi: Só tendo um guerra civil.
    10:56 – danilo: Nao vou te dar esse trabalho. Vou aguardar mesmo. Agradeço
    10:56 – Habitare Savassi: Me diz sobre o cenario do Brasil?
    10:56 – Habitare Savassi: Deixa eu espor para o senhor a compra em planta?
    10:57 – Habitare Savassi: Expor
    10:57 – Habitare Savassi: Desculpa
    10:57 – danilo: Sim, digo. Produçao industrial em queda. Populacao com comprometimento de 42% de renda em dívidas. Estoque de carros de 41 dias de producao, menos valor das acoes das maiores construtoras brasileiras na Bovespa
    10:57 – danilo: Nao vou te dar esse trabalho, pois nao vou comprar
    1:02 – Habitare Savassi: Não se ofenda
    11:06 – Habitare Savassi: Daqui a 4 anos o senhor ainda não vai ter comprado.E vai se arrepeder de não comprar agora.Só em bairro muito distante para o senhor comprar o m² por 3.500.
    O que o senhor procura todos nos queremos.E se o senhor acha me avisa para eu comprar 10.
    Não se sinta ofendido.Trabalho no mercado a 5 anos .
    O senhor é de outro ramos.Liga para qualquer lugar todos vão falar a mesma coisa.
    Estamos em tempos de crise piscologica.A copa do mundo esta vindo.
    e olimpiadas.Não fique assim o senhor pode comprar.

    11:07 – Habitare Savassi: E se os valores do mercado cai tudo vai junto inclusive os salarios
    11:08 – danilo: Nao me ofendo. Tenho acompanhado as promoçoes da Cyrela, Even e PDG em SP, com descontos de 30% sobre o valor praticado no inicio do ano. Minha expectativa é que os imoveis em BH caiam no mínimo a esse nível. Olimpiadas é so no RJ, Copa em Bh so 6 jogos, o que nao justifica eu pagar preço alto. Salario de funcionario publico federal nao cai, pode arrochar, mas cair nao cai. Por isso eu farei poupança e continuarei pagando aluguel de 0,3% do valor do imovel q moro. É melhor negócio por enquanto

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    • Carlos Wagner 11 de novembro de 2011 at 11:33

      Esse é o nivel dos corretores que temos no mercado: Desinformados, amestrados e enganadores.

      Não estou convicto ainda se agem de má fé ou são ignorante e mal informados mesmo.

      Pois bem, outro dia visitei um stand de vendas para ver os preços e o projeto do empreendimento e os corretores já estavam fazendo contas sobre meus rendimentos, arrumando jeitos mirabolantes de como eu poderia pagar até que eu parei e disse: Rapaz, não estou aqui procurando consultoria financeira, do meu dinheiro cuido eu, apresente-me apenas os preços, por favor! O resto, deixa comigo. Quanto menos chavão, menos voce desce no meu conceito.

      O cara abaixou a orelha… Eles estão percebendo que os otários já entraram na furada. De agora em diante, vai ser mais dificil realizar vendas com esse patamar de preços praticados.

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      • augusto 11 de novembro de 2011 at 11:50

        Prezado Carlos, os corretores são tudo o que voce falou e ainda mais burros ao extremo, pois mal sabem falar e redigem péssimamente. Por isto que cada vez mais interessados em comprar usados o fazem diretamente com os proprietários, infelizmente passando por cima de uma categoria profissional que atualmente, em geral, só maculam a profissão

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      • Anonymous 11 de novembro de 2011 at 12:28

        Carlos,

        Numa coisa o corretor/vendedor está coberto de razão – Só em bairro muito distante para o senhor comprar o m2 por 3.500. Estou morando nos EUA. Posso assegurar que aqui, ou seja em bairros muito distantes da Banânia, em praticamente qualquer lugar fora dos grandes centros, voce encontra imóvel por menos do que 3500 Reais/m2.

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    • DanielCM 11 de novembro de 2011 at 14:58

      Repassando apartamento de cliente? Imóvel retomado pela construtora detected!

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  • danilo 11 de novembro de 2011 at 11:25

    Ahh…so acrescentando….a crise é psicológica. Fala para os gregos procurarem terapia e os bancos chineses fazerem um workshop motivacional para a crise passar. Eu que achava que o mundo estava gastando demais, mas o vendedor tirou minha dúvida…é tudo psicológico.

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    • Luiz 11 de novembro de 2011 at 12:46

      quem precisa de psiquiatra é o corretor

      bolha de antiesquizofrenicos- vou comprar o estoque da farmacia e fazer cartel

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  • Piaui 11 de novembro de 2011 at 11:26

    CONSTRUTORAS RESPONDEM POR TAXA DE CORRETAGEM

    O IBEDEC tem recebido diariamente reclamações de consumidores que são lesados pelas construtoras, pois no momento da venda do empreendimento é embutida a taxa de corretagem.

    José Geraldo Tardin, Diretor do IBEDEC entende que “esse ônus tem que ser da construtora. Todo consumidor que adquiriu imóvel na planta, onde o valor de corretagem foi cobrado sem o consentimento do comprador, vindo a depreciar o valor do imóvel financiado, tem direito a devolução em dobro do valor.

    Tardin informa que as construtoras, quando fazem o lançamento de um novo empreendimento, contratam corretoras com a finalidade da vendas desses imóveis, salvo se o valor da corretagem for colocado de forma clara para o comprador e o mesmo aceite esse ônus.

    Essa prática não lesa somente o consumidor, mas também o próprio fisco.

    Diante de tais irregularidades cometidas por essas construtoras e diante das reclamações feitas pelos consumidores o Ministério Público (MP) do Estado de São Paulo e a Receita Federal estão responsabilizando as construtoras pelo pagamento da taxa de corretagem nas vendas de imóveis. O MP abriu inquéritos para investigar a cobrança pelas corretoras, que fazem a intermediação dos negócios imobiliários. A taxa, de acordo com o órgão, deve ser paga pelas construtoras, e não pelos consumidores. A Receita Federal, por sua vez, passou a autuar as empresas de construção e engenharia sob o argumento de que deveriam recolher contribuição previdenciária e Imposto de Renda (IR) sobre esses valores. As autuações já somam mais de R$ 10 milhões.

    O IBEDEC orienta aqueles consumidores que pagaram a corretagem, mas não tinham conhecimento dessa prática para que busque o seu direito junto ao Poder Judiciário.

    Convocação para Ações Coletivas:

    O comprador de imóvel na planta que pagou a taxa de corretagem sem o seu consentimento deve recorrer ao Judiciário para ter esses valores devolvidos.

    A ação que visa à devolução da taxa de corretagem pode ser proposta individualmente pelo consumidor ou em grupos através de uma Ação Coletiva movida pelo IBEDEC.

    A Ação Coletiva é um tipo de processo onde o grupo de consumidores lesados por uma empresa entra com uma única ação através do IBEDEC para questionar as cláusula contratuais abusivas ou cobrar as indenizações cabíveis. Para isto basta que os consumidores reúnam documentos e provas dos fatos e se associem ao Instituto.

    A Ação Coletiva goza de isenção de custas e colabora com a celeridade do Judiciário, pois uma única ação pode representar 200, 300 proprietários de imóveis no mesmo prédio.

    Fonte: w w w.ibedec.org.br/verinformativo.asp?id=747

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  • Murdoch 11 de novembro de 2011 at 11:35

    A BOLHA: ENDIVIDAMENTO MÉDIO DO BRASILEIRO ATINGE 41% E QUASE DOBROU NOS ÚLTIMOS 5 ANOS!

    (Estado de SP, 10) Dados apresentados pelo diretor de Política Econômica do Banco Central, mostram que os brasileiros têm, na média, uma dívida total que equivale a 41,3% do salário. Esse valor cresce ininterruptamente desde 2006, quando o total dos empréstimos correspondia a menos de 25% da renda. Ou seja, o endividamento médio dos clientes dos bancos quase dobrou em cinco anos. As famílias usam todo mês 21,1% do salário para pagar financiamentos. Economista José Marcio Camargo, disse que o tema preocupa e apresentou números diferentes: para ele, o pagamento mensal das dívidas consome 43,3% do salário dos brasileiros – mais que o dobro do apontado pelo Banco Central.

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    • augusto 11 de novembro de 2011 at 11:52

      Se o BC está tentando manipular números, perderá a credibilidade mais do que já perdeu até hoje. Até o momento é definido como sendo o derivativo da Fazenda, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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  • Jack Imóveis 11 de novembro de 2011 at 12:00

    Caros,

    Leitura obrigatória.

    h t t p : / / w w w .realestate.br/images/File/NewsLetter/CartaNRE26-4-11.pdf

    Jack – Bibliotecário da web

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    • Anonymous 11 de novembro de 2011 at 12:17

      Jack,

      Já que voce está pobre, pois não pode pagar aluguel de alguns poucos milhares de Reais, considere morar num hotel. Pode ser uma opção mais barata do que aluguel para solteiros e casais sem filhos. Além do que voce não terá preocupação com móveis, manutenção, contas de eletricidade, água, etc. A Banânia está caminhando para isso, se já não estiver chegado lá.

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      • Luiz 11 de novembro de 2011 at 12:41

        leitura obrigatória x2

        … esse pessoal da Poli deve se inspirar nos argumentos da gente, vcs vão ver que os argumentos são os memsos que exploramos há meses, porém em linguagem comportada e com numeros e graficso pra sustentar de forma inequivoca

        2 comentários:

        1. Quando o João Rcoha fala em desinformação ele está sendo elegante, a gente sabe que a tal assimetria d einformação é provocada artificialmente por uma matilha de mentirosos estelionatários sem qualquer fiscalização…

        2. reparem que ele fala de cauda de queda, que os preços caem a baixo do valor de reprodução, ou seja, abaixo do valor de construção, ou seja laguém tem que quebrar, necessariamente, nos EU os bancos e aqui quem? quem? Guem?

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        • Luiz 11 de novembro de 2011 at 12:43

          anonymo, a bolha começa a chegar nos hoteis e imoveis pra temproada
          por exemplo:
          locais praianos rusticos tiveram aumento de 100% da temporada passada pra essa.

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          • Luiz 11 de novembro de 2011 at 12:51

            vejam o grafico 9 do relatorio e votem aqui:
            w w w.realestate.br/homesite/site.asp?pag=75
            a minha opção foi B

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            • JPM 11 de novembro de 2011 at 13:39

              Votei em C. Não acho que dá para continuar subindo mais 30 meses…
              Adorei, na carta, os trechos:

              “… os mercados que sustentam preços em crescimento por mais tempo acabam por sofrer a curva de queda mais acentuada…” e

              “… a bolha não é dispersa pelos mercados, na subida … na crise da quebra de preços, o descrédito na qualidade do ativo … faz pressão em todos os mercados, inclusive os que não apresentaram bolha…”

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          • Anonymous 11 de novembro de 2011 at 13:11

            O IBIS mais barato na região de Campinas, SP, está custando 40 Euros. Eu já fiquei nesse hotel, é perto do aeroporto de Viracopos.

            www . accorhotels . com/gb/hotel-3260-ibis-indaiatuba-viracopos/index . shtml

            Estou na Alemanha. O IBIS mais barato que encontrei na região de Berlin está 1 Euro mais barato que que o IBIS perto de Viracopos.

            www . ibishotel . com/gb/hotel-2080-ibis-berlin-brandenburg-park/index . shtml

            Mais uma evidência de que a Banânia perdeu o juízo.

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            • Luiz 11 de novembro de 2011 at 14:13

              a comparação pra ficar boa vc tem que calcular quantas diárias no Ibis valem um apartamento comum lá e aqui

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      • Jack Imóveis 11 de novembro de 2011 at 14:09

        Caro Anonymous,

        Felizmente ou infelizmente tenho casa “pópria”. Comprei um apê em 2008 por X e dizem os especilistas que el vale 2,8X. Mas não vende. Sei lá por que. Rs.

        Vou mudar no final do ano. No final de 2012 quando a família aumentar vou pegar ou uma sobra qu estiver sendo queimada ou um usado com desespero de causa.

        Hotel, só quando eu ficar milionário.

        Jack – Vivendo a vidinha simples

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  • Zoom 11 de novembro de 2011 at 12:27

    Será que a Rossi está gastando com publicidade?

    “As despesas administrativas atingiram R$ 60 milhões no trimestre, enquanto as comerciais foram de R$ 47 milhões, impactadas por gasto extraordinário de R$ 10 milhões decorrente de campanha de marketing”.

    Fonte: w.w.w1.folha.uol.com.br/mercado/1005119-rossi-registra-lucro-de-r-96-milhoes-no-trimestre.shtml

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  • Marcos 11 de novembro de 2011 at 12:51

    Como as coisas funcionam no Brasil. Troque Panamericano por Gafisa, Cyrela, Even etc

    Panamericano: ‘Vamos encher a burra de dinheiro’
    Em e-mail, ex-presidente do Panamericano revela expectativa com venda para a Caixa
    10 de novembro de 2011 | 23h 31

    Executivos do Panamericano cogitaram procurar o Banco do Brasil (BB) se não conseguissem vender a instituição para a Caixa Econômica Federal. É o que revelam e-mails trocados entre Rafael Palladino, ex-presidente do Panamericano, e Guilherme Stoliar, sobrinho e braço direito de Silvio Santos. As mensagens foram apreendidas pela Polícia Federal no inquérito que apura as fraudes de R$ 4,3 bilhões no Panamericano.

    Ainda assim, a prioridade era a negociação com a Caixa. “Com a grife da Caixa, vamos encher a burra de dinheiro”, escreveu Palladino a Stoliar no dia 9 de janeiro de 2009. A venda de metade do Panamericano para o banco do governo, por R$ 740 milhões, foi selada em novembro daquele ano. Palladino também afirmou que o fechamento da operação acabaria com o “problema de captação de grana”.

    Naquele momento, o sistema bancário sentia os efeitos da crise financeira global. Pequenos e médios bancos enfrentavam dificuldades para captar dinheiro no mercado. Nos e-mails, fica claro que os executivos enxergavam no governo a salvação para os problemas do Panamericano.

    No dia em que o Banco do Brasil anunciou a compra de metade do Votorantim, Palladino escreveu a Stoliar: “É exatamente isso que temos de fazer com a Caixa Federal. Se não der, vamos bater no Banco do Brasil. Fechando isso, o grupo vai ficar líquido para pagar todos os compromissos”.

    Stoliar respondeu: “Na conversa que tive com ele (referência a Silvio Santos), falamos da venda, ele está 100% de acordo e acha que é o nosso melhor caminho. Certamente ele já deve ter lido sobre o Votorantim”.
    Poucos meses antes dessa troca de e-mails, o Panamericano havia batido à porta do Banco do Brasil, mas por outro motivo, como revelou o Estado ontem. A instituição que, naquele momento, pertencia 100% ao Grupo Silvio Santos, tentou vender ao BB carteiras de crédito.

    O banco estatal considerou sofrível a qualidade dos empréstimos oferecidos, rejeitou a maior parte das carteiras e comprou apenas uma pequena parcela considerada de risco mais baixo.
    ‘Amigos’. Em outro e-mail, Stoliar relata a Palladino um jantar que tivera na noite anterior com Silvio Santos. Na mensagem, conta como estava a negociação do Panamericano com a Caixa e afirmou ter comentado com o empresário que alguns “amigos” estavam ajudando na tarefa.

    “Disse que vocês estão trabalhando firme para vender parte do banco e que, provavelmente, teremos a ajuda dos ‘amigos’ nessa venda”, escreveu. “Disse a Silvio quem eram os ‘amigos’ e ele ficou de boca aberta, como qualquer um ficaria.”
    Para os investigadores, os “amigos” seriam políticos. Em meio às dificuldades, os executivos que comandavam o Panamericano tentaram montar uma rede de contatos políticos.

    Os documentos da PF mostram que eles se comunicavam com Luiz Gushiken, ex-ministro do governo Lula, e procuraram a ajuda do presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP). Além disso, tentaram convencer fundos de pensão de estatais a aplicar dinheiro no banco.

    Stoliar termina a mensagem com mais uma referência a Silvio Santos. “Acho que é muito importante que Silvio esteja bem por dentro do que está acontecendo, para não ter medo e até para poder ajudar.”

    O escândalo do Panamericano estourou em 9 de novembro de 2010, menos de um ano depois da compra feita pela Caixa Econômica Federal. Socorrida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), a instituição teve a fatia de Silvio Santos vendida para o BTG Pactual.

    Procurados, Guilherme Stoliar, que atualmente é o principal executivo do Grupo Silvio Santos, e Rafael Palladino, indiciado pela PF como um dos responsáveis pelo rombo no Panamericano, não quiseram comentar.

    economia.estadao.com.br/noticias/negocios+setor-financeiro,panamericano-vamos-encher-a-burra-de-dinheiro,91922,0.htm

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    • augusto 11 de novembro de 2011 at 15:04

      Começo a entender a história vinculada em noticiário do SBT na época sobre a ” bolinha de papel ” que atingiu o candidato Serra

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  • danilo 11 de novembro de 2011 at 14:41

    Todos aqui conhecem as construçoes da MRV?
    Para os que nao conhecem, é proibido redistribuir cômodos, remover paredes, pois isso compromete a estrutura do prédio, ou seja, suas paredes sustetam seus vizinhos de cima. É importante, pois algum dia alugém pode se deparar com esse tipo de imóvel. Aí fica a pergunta…pagar 6,5K o metro quadrado em BH em um imóvel q nao pode fazer buraco em parede?
    É tao absurdo que já vi construtoras anunciarem seus imóveis da seguinte forma…AQUI VC PODE DERRUBAR SUA PAREDE.

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    • Ricardo 11 de novembro de 2011 at 15:00

      Danilo

      A maioria das construtoras adotam esse tipo de construção “alvenaria estrutural”, não tem colunas, os tijolos de todas as paredes suportam o prédio.
      Esse tipo de estrutura é mais barato, mas se remover uma parede pode colocar a estrutura do prédio em risco…rs
      Impressionante como as construtoras economizam em tudo e tem a cara de pau de cobrar uma fortuna por uma caixa de fósforo..lamentável

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      • danilo 11 de novembro de 2011 at 15:11

        Ricardo

        Eu desconhecia a disseminaçao dessa prática. É bom saber, afinal, qdo formos comprar os nossos imóveis teremos que perguntar…posso tirar a parede?
        Valeu pelo esclarecimento.

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    • DanielCM 11 de novembro de 2011 at 15:14

      colega, em se tratando do padrão de construção bananeiro, eu não me atreveria a mexer nas paredes de um apartamento. o máximo que eu fiz foi fechar a porta de um quarto que tinha duas (!?).

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    • Tico RJ 11 de novembro de 2011 at 15:17

      Danilo,
      Sou engo. civil. Realmente, me parece que aqui no Rio todas as construções da MRV são feitas com paredes estruturais, ou seja, autoportantes. As desvantagens de se ter uma estrutura assim são: impossibilidade de alterações nas paredes, e prédios baixos. Não conheço suas vantagens. Nunca ouvi dizer que estruturas desse tipo trazem economia. De qualquer maneira, os tipos de construções da MRV são para as classes média-baixa e baixa, não deveriam ser caras. Isso me cheira a especulação.

      Uma coisa interessante que eu quero colocar aqui: no Brasil, as construções residenciais demoram muito tempo para serem concluídas (de 2 a 3 anos) numa época em que a tecnologia da construção civil por aí afora já nos oferece métodos para acelerar, com eficiência e qualidade, as obras. Me pergunto, o que as construtoras e financiadoras poderiam ganhar com essa demora? Alguém poderia responder?

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      • danilo 11 de novembro de 2011 at 15:29

        Realmente. Mas o que me assusta é o preço do m2 dessas palhoças chegar a 5,5K aqui em BH. Se a MRV construir no Chile a cobertura vira térreo no primeiro terremoto. Talvez tenha sido sugerido por algum colega do forum, mas lembro de ter visto uma reportagem sobre a construçao de prédios com estruturas metálicas. Um prédio é levantado em pouco mais de 6 semanas.

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      • DanielCM 11 de novembro de 2011 at 15:31

        TicoRJ, acho que a desculpa é a mesma da existência de ascensorista, frentista de posto de gasolina e cobrador de ônibus: se colocar a tecnologia, muitos postos de trabalho serão fechados. só que eu tbm acho que tem algo por trás disso.

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        • Pedro 11 de novembro de 2011 at 15:39

          Pelo que eu sei a alvenaria estrutural apresenta custo menor para a construção, motivo pelo qual as construções mais populares usam essa técnica. Todos empreendimentos que conheço do MCMV aqui em Brasília e entorno de Goiás com até 4 pavimentos usam essa técnica construtiva. Lembrando que a parede é estrutural, ou seja, se for retirada pode ocasionar a queda da construção, motivo pelo qual, salvo engano, os moradores são obrigados a assinar um termo. Quanto ao uso das estruturas de aço na construção, pelo que sei o mesmo representa custo pelo menos 30% superior às construções tradicionais no Brasil (concreto e aço), tendo em vista que o Brasil não é grande produtor de carvão mineral, o que encarece muito o preço de produção do aço no país e, ainda, por outro lado, o país é grande produtor de cimento.
          Posso estar errado, não sou especialista, mas acho que é isso.
          Ah, a qualidade das construções em alvenaria estrutural e o tamanho dos imóveis do MCMV são péssimos. Existem 2 quartos de 40m2 e 3 quartos de 50m2 aqui em Brasília.
          Abçs,
          Pedro

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          • Tico RJ 11 de novembro de 2011 at 15:49

            Boa, Pedro. Mas mesmo assim, a tecnologia de concreto armado também está avançada.
            A velocidade em construções comerciais costuma ser exigida para que o retorno do negócio seja breve. Por isso, shoppings e prédios comerciais são construídos em estrutura metálica e de forma padronizada. Talvez nós consumidores precisássemos exigir… Lá fora, estrutura metálica é o bicho, já aqui no Brasil…

            Isso é um bom assunto a ser discutido.

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  • Tico RJ 11 de novembro de 2011 at 15:31

    Aproveitando o assunto, e voltando ao tópico golpe imobiliário, como prevenção recomendo aos que buscam adquirir imóveis que verifiquem se a área ÚTIL e o pé-direito (dimensão entre piso e teto acabados) estão de acordo com o projeto e a documentação. Já teve proprietário que foi indenizado porque o pé-direito do ap era mais baixo do que constava no projeto. E muita atenção com a área do imóvel: existe área útil (seria o líquido) e a área bruta (considera parede, colunas, etc). Em terra brazilis, malandro é malandro.

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  • Inteligivel 11 de novembro de 2011 at 15:47

    http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_consumidor-e-ordem-economica/mpf-envia-pedido-de-investigacao-sobre-precos-altos-de-automoveis-no-brasil/?searchterm=lei ferrari

    MPF envia pedido de investigação sobre preços altos de automóveis no Brasil

    Modelo de comercialização da Lei Ferrari, alto preço do aço e incidência da propriedade industrial sobre desenho de autopeças são aspectos que devem ser apreciados

    Em ofício enviado à Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, o coordenador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, subprocurador-geral da República Antonio Fonseca, requisita investigação pericial sobre a questão dos preços altos de automóveis no Brasil, no prazo de 180 dias.

    No ofício, o MPF pede estudos aprofundados para algumas explicações sobre os preços altos dos automóveis, como preço do aço, modelo de comercialização baseado na Lei Ferrari (Lei 6.279/79), frete e incidência da propriedade industrial sobre desenho de autopeças. De posse desses estudos, o MPF pretende tomar medidas concretas.

    Lei Ferrari – A Lei Ferrari é destacada como um aspecto que contribui para a inflexibilidade dos preços ao obrigar as montadoras a criar uma rede exclusiva para comercializar os veículos novos. A rede de concessionárias, além de onerar o custo de comercialização, engessou o modelo de negócios na esfera do transporte e da distribuição. Outra consequência das disposições da norma é a possibilidade de restrições territoriais dentro de uma mesma rede de concessionárias, o que limita a concorrência intramarca, que poderia trazer reduções substanciais de preço.

    Ressalta-se no ofício também que as alterações promovidas pela Lei nº 8132/90 na Lei Ferrari, com o objetivo de ampliar a liberdade do concessionário, não tiveram repercussão significativa no funcionamento desse mercado, por causa da manutenção da exclusividade e das regras de fidelidade que cercam tais contratos.

    “Entre as suspeitas, a chamada Lei Ferrari é uma fonte clara de amarras que impede, quando não dificulta, as escolhas livres dos consumidores, que têm dificuldade de adquirir um automóvel fora do local de residência nem conseguem preços mais baixos porque certa marca está com estoque alto nas fábricas ou nas concessionárias”, acrescenta o coordenador da 3ª CCR.

    Sobre o preço do aço, ele destaca declaração recente do presidente da Petrobrás, segundo o qual nem o preço do petróleo nem a taxa de câmbio explicam a diferença entre o preço internacional e o preço brasileiro.

    Outro fator que não pode ser menosprezado, segundo Antonio Fonseca, é o acesso aos desenhos industriais das peças de reposição. Apesar da importância dos direitos de propriedade industrial, opina ele, não se deve impedir o referido acesso, que costuma ser mais complicado nos períodos de crise econômica.

    É pedido no ofício que o escopo da investigação seja focalizado nos fatores mencionados, sem prejuízo de outras considerações pertinentes à compreensão do problema. O coordenador da 3ª CCR também assinala o desejo de fazer uma visita ao secretário de Acompanhamento Ecônomico, Antonio Henrique Pinheiro Silva, para discutir o escopo do estudo e o prazo assinalado, de modo a desenvolver os melhores esforços em defesa dos interesses dos consumidores e do equilíbrio de mercado.

    Outros ofícios – Também foram enviados ofícios a comissões competentes na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, que solicitam a adesão ao pleito do MPF, no sentido de provocar a revogação da Lei n. 6.729/79, bem como estudar a adoção de medidas adicionais no sentido de enfrentar a questão, na sua amplitude, em defesa dos legítimos interesses dos consumidores.

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  • MrK 11 de novembro de 2011 at 15:58

    Amigos, fiquei 2 dias sem ler o forum, mas fiquei muito feliz com a qualidade de ótimos comentários, realmente reunimos um time forte aqui!

    Pra mim o mais impressionante foi o do Guilherme Eduardo, todos deveriam ler, a reclamação do “investidor” com a rodobens, isso tende a pipocar nos próximos meses! Imagina então em Janeiro com o 13o já torrado?

    MAS VAMOS FALAR DA CYRELA…

    Em termos de unidades vendidas de lançamentos despencou, os lancamentos do ano venderam -32% que no ano passado (mesmo tendo lancados mais unidades nesse ano!) e -31% em relação ao trimestre anterior. Isso na planta, imaginem o mercado de usados?!?!

    Por causa dos precos altos a receita subiu, mas o lucro caiu -17% (o que já era pequeno ta encolhendo ainda mais!)

    Curioso que eles comemoram uma geração de caixa de R$60milhoes, abrem o relatorio falando disso, sendo que a geração nem é real (é contabil), mas veja bem, a divida bilionaria dos caras no mesmo periodo cresceu R$400milhoe… em 2012 vencem R$384milhoes da divida dos caras, quero ver pagar isso com R$60 ahahah

    Em resumo o resultado foi mais ou menos (pontos positivos e negativos), teve indicadores que melhoraram, mas a situação geral continua preocupante, segunda vem a gafisa e normalmente a gafisa é bem pior que a cyrela, vamos aguardar…

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    • Marcos 11 de novembro de 2011 at 16:06

      Pelo visto, teremos emissões de debentures, LCI, CRI e afins para suportar essas empresas.

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    • Tico RJ 11 de novembro de 2011 at 16:28

      MrK,
      Sou ignorante no assunto, mas me explique: com a entrega dos imóveis, a Cyrela não irá receber o $ das financiadoras? Se o proprietário não conseguir pagar, isso não afetará a empresa. Como disseram aqui uma vez, o lucro será privado e o prejuízo será socializado.

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      • MrK 11 de novembro de 2011 at 16:48

        Tico depende, existem dividas com o SFH sim, mas a Cyrela tem dividas privadas (debentures) que ela lanca no mercado pra captar dinheiro, isso é divida com credores comuns

        Quanto ao valor que ela vai receber pelas vendas, tenha em mente o seguinte: Ela precisa faturar ainda muito mais (vender imoveis e ter lucro) pra poder pagar essa divida, só que as vendas despencaram! Detalhe, mesmo com as vendas altas ano passado o lucro dela era ridiculo, como com vendas caindo ela vai pagar essa divida toda?!?

        A Gafisa tem uma situacao ainda mais delicada, mas pelo mesmo motivo

        eu acho que com a queda de vendas, essas empresas precisarão ser resgatadas pelo governo, não vejo como de forma natural (sem ajuda) elas consigam continuar operando por muito tempo, especialmente se as vendas continuarem caindo

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        • Tico RJ 11 de novembro de 2011 at 17:07

          Obrigado, MrK. Creio que sua explicação levará clareza para outros também. Vou acompanhar a situação das duas. Na minha opinião, vejo como consequências atraso de obras e calotes.

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          • Luiz 11 de novembro de 2011 at 17:13

            Mrk, repare num detalhe da Cy

            ela praticamente esgotou seu estoque de terras, matéria prima.

            Não vai ter como reagir nem que ocorra outro milagre economico

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    • Bolha Imobiliária 11 de novembro de 2011 at 17:20

      Resultado da Gafisa logo após o feriado….hehe

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  • Marcos 11 de novembro de 2011 at 16:09

    Espanha: Economia estagnou

    www .youtube.com/watch?v=T-ATBqpjR50&feature=feedu

    Ainda bem que o Brasil não depende de ninguém. Aqui é só alegria.

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  • Aline 11 de novembro de 2011 at 16:14

    Meu palpite é que a bolha vai estourar qdo alguma grande construtora quebrar. Era criança qdo vi o caso da Encol. Não sei se tem a ver, mas minha mãe tem trauma total de compra na planta até hj. Não sei bem como foi o caso da Encol, mas penso que se alguma coisa aprecida aocntecer no Brasil hj, vai traumatizar mta gente novamente…..

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  • Money Addicted 11 de novembro de 2011 at 16:17

    veja que falencia foi decorrente dele ter investido em banco que faliu com a explosao da bolha imobiliaria irlandesa

    http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/11/11/ex-homem-mais-rico-da-irlanda-declara-falencia.jhtm

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  • Fabio P. 11 de novembro de 2011 at 16:27

    Ex-homem mais rico da Irlanda declara falência
    Sean Quinn apostou fortuna em ações de um banco irlandês que quebrou.
    Ele acumulou 4 bilhões de euros antes de investir no falido Anglo Irish Bank…………

    ……..Um investimento desastroso no Anglo Irish pouco antes do banco quebrar por conta do peso dos empréstimos imobiliários não pagos custou ao Quinn Group mais de 1 bilhão de euros. O Anglo afirma que Quinn e sua família devem mais de 2,9 bilhões de euros ao banco.

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/11/ex-homem-mais-rico-da-irlanda-declara-falencia.html

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  • Luiz 11 de novembro de 2011 at 17:11

    O homem mais rico da Irlanda, Sean Quinn, declarou falência na sexta-feira depois de ter apostado a fortuna da família no mercado imobiliário

    Ele acumulou uma fortuna de 4 bilhões de euros (R$ 9,6 bilhões) antes de investir de forma pesada no agora falido Anglo Irish Bank, uma das maiores vítimas da bolha imobiliária da Irlanda.

    Quinn, de 64 anos, transformou uma pequena operação iniciada em 1973 no condado de Fermanagh em uma organização global de seguros e ativos imobiliários.

    No auge do boom imobiliário irlandês em 2008, a lista de pessoas ricas do jornal Sunday Times o nomeou como homem mais rico da Irlanda, com uma fortuna estimada na época de 3,73 bilhões de libras, que valiam 4,7 bilhões de euros na ocasião ou 10 bilhões de reais.

    Quinn era conhecido por viajar ao redor da Europa Oriental com uma equipe de advogados para fechar negócios imobiliários de vários milhões de euros

    O Quinn Group empregou mais de 5.500 pessoas dentro e fora da Irlanda e tinha ativos de propriedades na Rússia e na Ucrânia.

    Um investimento desastroso no Anglo Irish pouco antes do banco quebrar por conta do peso dos empréstimos imobiliários não pagos custou ao Quinn Group mais de 1 bilhão de euros. O Anglo afirma que Quinn e sua família devem mais de 2,9 bilhões de euros ao banco.

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  • John 11 de novembro de 2011 at 17:14

    Pessoal, eu gostaria de saber como funciona esse negócio de financiamento por 30 anos. Pela média de idade, para um cidadão pagar um financiamento por trinta anos ele deve ter no máximo 45 anos de idade. Então além de haver um filtro de renda há também um filtro de idade para encarar as pesadas parcelas. Imaginem a situação de quem tem cinquenta anos de idade e quer comprar um imóvel hoje. Não é difícil entender por que as vendas deram uma estagnada. São muitas variáveis jogando contra esses preços altíssimos.

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    • JPM 11 de novembro de 2011 at 17:54

      Normalmente os bancos embutem nas parcelas do financiamento um seguro de vida. O valor desse seguro varia conforme a idade do tomador do financiamento. O limite máximo de idade que eu tenho visto é 60 anos para aceitarem financiamentos.

      Uma coisa que, acho eu, deveria ser explicada na TV em em quaisquer meios possíveis é que financiamentos tão longos, com juros altos como os nossos, não compensam. A diferença da parcela de um financiamento de 20 anos para um de 30 é muito pequena, para justificar 10 anos a mais. Mas fazer o quê né? Não consigo convencer nem membros da minha família a financiarem com o menor número de parcelas possível (ou pagar à vista, preferencialmente).

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  • Andre Luiz 11 de novembro de 2011 at 18:36

    O Livro deve ser bom.

    DINHEIRO NA MÃO É VENDAVAL

    AS GRANDES BOLHAS DE ESPECULAÇÃO
    DA HISTÓRIA – E A VISÃO DOS ESCRITORES
    SOBRE ELAS

    Carlos Graieb

    A quebra da Bolsa de Nova York, em 1929, ocupa um lugar curioso no imaginário popular, não somente nos Estados Unidos. Ainda hoje ela é vista como uma espécie de hecatombe, uma catástrofe inaudita. Como observou certa vez o economista canadense John Kenneth Galbraith, há um profundo senso de tragédia no episódio – “muito embora uma tragédia da qual é possível se aprazer, já que nada foi perdido além de dinheiro”. Mas será que o crack foi mesmo um evento assim, tão sem precedentes? Longe disso, como demonstra o historiador inglês Edward Chancellor em Salve-se Quem Puder (tradução de Laura Teixeira Motta; Companhia das Letras; 447 páginas; 36 reais), uma excelente e divertida história da especulação financeira, desde o século XVII, quando os holandeses se deixaram tomar por uma febre de aquisição de tulipas, até o final dos anos 90, quando a mania das ações da internet já atingia um ponto crítico no mundo inteiro.

    “Toda intemperança será tragada pela praga, numa calamidade comum que tornará cordiais os inimigos e afogará os agravos menores no dilúvio geral.”
    Do inglês Daniel Defoe, em 1719, alarmado com a possibilidade de uma crise financeira

    Para traçar a gênese e a anatomia das mais importantes bolhas especulativas da história, Chancellor combinou narrativa histórica com incursões pelos campos da teoria econômica e das técnicas de investimento. Ele entra, sim, em minúcias do mercado financeiro, explicando a engenharia das manobras especulativas, mas faz isso com clareza. Também aborda questões cabeludas dos ciclos econômicos e da racionalidade dos mercados. Como afirma no prefácio, porém, sua crença foi que o livro só funcionaria com fartas doses de história social e história das idéias. Daí os muitos relatos sobre o intercâmbio (freqüentemente suspeito) entre políticos e investidores, as muitas anedotas e perfis e ainda as numerosas citações de escritores polvilhadas pelo texto. Vale a pena atentar para essas citações. Elas sugerem que uma história paralela da especulação, com viés literário, seria bastante interessante de traçar. Dela fariam parte escritores que em diversas épocas e países se fascinaram com as jogatinas coletivas, os auges de alegria e depressão, os ganhadores inescrupulosos e os perdedores arruinados do mercado.

    O inglês Daniel Defoe (1660-1731), por exemplo, é um escritor citado por Chancellor que conheceu a bolsa a fundo. Ele costuma ser lembrado como autor de Robinson Crusoé. O que pouca gente sabe é que Defoe só abraçou a literatura depois de abrir falência, em 1692, por envolver-se em apostas vultosas. Isso lhe deu uma perspectiva única para observar o mundo da especulação, que acabava de explodir na Inglaterra. Nas primeiras décadas do século XVIII, ele escreveu panfletos sulfurosos, como A Vilania dos Acionistas Revelada, em que denuncia os especuladores: “Bombas podem atear fogo às nossas cidades, mas esses homens nos arruínam silenciosamente, com artifícios venenosos como debêntures, ações, transferências e o diabo a quatro”. Defoe também previu, em 1719, o desastre que estava para se abater sobre Exchange Alley – a ruela onde se agrupavam os corretores em Londres. Um ano depois, uma gigantesca bolha explodiu, o que resultou em milhares de pessoas “vagando como fantasmas abatidos pela peste”.

    “Quem não viu aquilo não viu nada. Cascatas de idéias, de invenções, de concessões rolavam todos os dias, sonoras e vistosas para se fazerem contos de réis, milhares de milhares de milhares de contos de réis.”
    Do brasileiro Machado de Assis, sobre o encilhamento, febre especulativa da década de 1890

    Nos Estados Unidos, a especulação pesada inaugurou-se em meados do século XIX. Foi um tempo de grandes empreendimentos e de personagens pitorescos que acabaram conhecidos como “barões do roubo”. Observando a paixão com que seus compatriotas jogavam na bolsa, o satirista Mark Twain compôs aforismos memoráveis. Um deles: “Outubro é um mês especialmente perigoso para especular em ações. Os outros são julho, janeiro, setembro, abril, novembro, maio, março, junho, dezembro, agosto e fevereiro”. Ecos das negociatas do século XIX continuariam a soar mais tarde, por exemplo, nos textos contra a usura do poeta Ezra Pound. Mas os pânicos e manias financeiras do próprio século XX também foram “inspiradores” – seja para o melancólico Scott Fitzgerald, depois da crise de 1929, seja para o sarcástico Tom Wolfe, que em 1987 descreveu os yuppies de Wall Street no romance A Fogueira das Vaidades.

    Embora isso não conste do livro de Chancellor, o Brasil também teve suas bolhas especulativas em tempos idos. Uma delas começou em 1850, com o fim da “importação” de escravos, e durou até 1864. Nesse período, a praça do Rio de Janeiro foi inundada por crédito – dinheiro saído dos bolsos dos ex-traficantes e dos bancos, que receberam autorização para emitir moeda. Do crédito fácil à especulação com ações foi um passo. Até que a farra acabou, com um festival de falências. Outra bolha também foi causada por uma orgia de crédito, na virada do Império para a República. Esse período de três anos, entre 1890 e 1892, tornou-se famoso como “período do encilhamento”, e nele floresceram projetos e empreendimentos mais malucos ainda que na fase anterior. Como era de esperar, Machado de Assis, melhor cronista de sua época, acompanhou com argúcia essas estripulias. Sua obra traz um guia oculto da história financeira do Império. Nela há um personagem que enriquece com a febre das ações em 1855 (Santos, de Esaú e Jacó), dois outros que se dão bem com as falências de 1864 (Procópio Dias, de Iaiá Garcia, e Palha, de Quincas Borba) e um quarto que se aproveita da loucura do encilhamento (Nóbrega, de Esaú e Jacó). Mas Machado não foi o único. Autor do clássico Inocência, o visconde de Taunay compôs, em 1894, um romance com o título de O Encilhamento – no qual nomes fictícios apenas encobrem personagens reais.

    “Há duas ocasiões na vida de um homem em que ele não deve especular: quando não tem dinheiro para isso e quando tem.”
    Do escritor americano Mark Twain, no livro Pudd’head Wilson (1894)

    Tanto Taunay quanto Machado de Assis viam com desconfiança, se não com repugnância, o esvoaçar dos “zangões da praça” (a gíria da época para os especuladores). Nem de longe eles estão sozinhos nessa ojeriza. A especulação, porém, tem defensores. Os jogadores do mercado, dizem alguns estudiosos, fariam parte de uma vanguarda: eles correm riscos, ajudam a economia a assimilar informações e se tornar eficiente, contribuem para o lançamento de novidades tecnológicas e ainda vigiam de perto os gestores das empresas e do Estado. Essa “respeitabilidade”, enfatize-se, é uma conquista recente. Ao longo dos séculos, a especulação sempre foi associada ao pecado, à usura, à desonestidade – e, no caso dos perdedores, também à burrice. Nesse campo da reprovação moral e da invenção de boas metáforas para falar dos efeitos nefastos da especulação, os escritores tiveram um papel importante, como mostra o livro de Edward Chancellor. E é certo que voltarão a ter – quando estourar, um dia desses, a próxima bolha.

    h t t p ://veja.abril.com.br/040701/p_146.html

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    • Luiz 11 de novembro de 2011 at 18:57

      a maior bolha imobilairia do BR foi em 1808 no Rio de Janeiro, sempre ele
      quando o rei fugido da guerra junto com uma corte de 6 mil nobres e serviçais
      aportou na vila com cerca de 60 mil habitantes

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    • Serpentarius 12 de novembro de 2011 at 20:54

      Muito bom texto.

      Ideias dos colegas muito boas. D+

      Os coments aqui estão até melhores do que dos sites de economia que acompanho .. nem parece que é só sobre bolha imobiliária.

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    • Carlos Wagner 12 de novembro de 2011 at 23:39

      Muito bom post André.

      Obrigado por compartilhar conosco.

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  • Luiz 11 de novembro de 2011 at 18:55

    Petrobras perdendo folego.

    Petrosal indo pro vinagre

    Estaleiro Atlântico Sul demite mais de 1.100 nos últimos dois meses. Ontem, foram 400.

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    • MrK 11 de novembro de 2011 at 19:41

      o lucro da petrobras deu uma bela azedada, né? vi que caiu 26% numa chamada no jornal…

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  • Luiz 11 de novembro de 2011 at 19:12

    vespera de feriado
    velocidade media da marginal pinheiros 3 km/h,
    vou ficar enchendo o saco de vcs aqui, depois só quarta, rs.
    nessas horas me dá inveja dos cariocas, só largar o carro em qq lugar atravessar a rua que tá na praia

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    • aiwww 11 de novembro de 2011 at 22:08

      Se você morasse na Barra e trabalhasse no Centro levaria 2 h em média para ir de um ponto ao outro. Quem vai à praia durante a semana é vagabundo, rico ou desempregado. Quando chega o final de semana vem sempre uma frente fria e só nos resta ir ao shopping assim como vocês paulistas. Experimente ir a um shopping da zona norte num dia final de semana sem sol … é o caos! … Se der sorte de fazer sol no final de semana experimente parar o carro em local proibido .. no final de semana passado fiquei 20 minutos procurando uma vaga … olha, aqui tem praia sim, mas o caos é inerente a qualquer cidade grande .. semana passada eu estava em Natal.. fiquei lá por 6 dias e me arrependi quando voltei para o Rio … eu já estava até falando leeeeennnto .. bem calll…mo … . . e bastou uma semana aqui nesse caos que já estou estressado … eu trocaria a vida daqui por qualquer cidade média com o mínimo de qualidade de vida … não adianta nada ter uma praia se você não pode usufruir da mesma … não lembro da praia quando estou no trem fedorento da central do brasil, com 6 pessoas por metro quadrado e um candango gritando no seu cangote .. oOOOOlha a COOOca !!! SSSSkoooLLLL!!! ÁÁÁÁÁgua !!! … PQP!!! Não !!! ISSO NÃO É VIDA !!!

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      • FQ 11 de novembro de 2011 at 23:59

        KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

        Fora a chicotada no trem!

        E ainda tem a Lei seca, choque de ordem, proibiram “altinha” na praia, o frescobol, o camarão… Estão multando até bicicleta e cadeira de rodas…

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      • Serpentarius 12 de novembro de 2011 at 20:59

        Rio de Janeiro é tão bom, que até FRENTE FRIA vai passar o fim de semana aí.

        kkkkkk

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    • Bubble Boy 12 de novembro de 2011 at 12:07

      “nessas horas me dá inveja dos cariocas, só largar o carro em qq lugar atravessar a rua que tá na praia”

      HUHAUAHUAHUAHUA

      Meu amigo, o Rio não é nada disso.

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  • MrK 11 de novembro de 2011 at 19:54

    NOTICIA IMPORTANTE

    Pagamento mínimo de cartão ficará em 15%

    Brasília – O Banco Central anunciou há pouco que decidiu manter em 15% o valor do pagamento mínimo das faturas de cartão de crédito. Esse piso subiria para 20% em dezembro.

    No fim do ano passado, preocupado com o efeito do crédito no consumo o BC tinha subido o limite, que antes era de 10%.

    ____________________________________________________

    Por que será heim, colegas???? A economia não tá bem? Pessoal não tá cheio de renda? A nova classe média bombando? Então… As pessoas não podem pagar nem 20% da fatura?

    CLARAMENTE essa “volta atrás” é pra deixar a bolha de crédito inflar mais e manter essa economia falsa girando

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    • MrK 11 de novembro de 2011 at 19:58

      E NAO PARA POR AÍ…. ASSOPRAAAAAAAAAAA QUE INFLA

      BC eleva liquidez para empréstimos de até 60 meses

      BRASíLIA (Reuters) – O Banco Central anunciou nesta sexta-feira um afrouxamento de parte das medidas macroprudenciais anunciadas em dezembro do ano passado, em um esforço para aumentar a liquidez da economia e estimular o consumo em meio a uma forte deterioração do cenário econômico externo.

      O BC elevou a liquidez de curto prazo para as operações de empréstimo a pessoas físicas, por meio de medida que ajusta os requisitos para cálculo do Patrimônio de Referência Exigido (PRE).

      A medida de agora tira parte das amarras das operações de crédito, como consignado e crédito pessoal, de até 60 meses. Naquelas com prazos acima disso, o BC está elevando as exigências.

      Segundo nota do BC, as operações de crédito consignado com prazos até 60 meses receberão fator de ponderação de risco (FPR) de 75 por cento ou 100 por cento -o que na prática significa que as instituições terão de ter menos

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      • Sérgio 11 de novembro de 2011 at 20:35

        Essas duas medidas tem duas funções entrelaçadas: aumentar a quantidade de endividados e adiar por um curto período o rombo da inadimplência
        Talvez a primeira intervenção governamental para remendar a crise que ele mesmo criou: o carnavalzinho que não chega.

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    • Anonymous 11 de novembro de 2011 at 20:42

      Só vai piorar a situação das pessoas com dívidas – a taxa de juros é da ordem de 150% ao ano. APOIO a medida, assim como todas que levem os Bananenses a ter uma lição inesquecível sobre taxa de juros.

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    • Tiago 11 de novembro de 2011 at 22:28

      VOLTA MEIRELES!!!!!!!!!!!!

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  • Sérgio 11 de novembro de 2011 at 20:50

    O nosso país está com mania de grandeza, ao querer ensinar o velho continente sobre finanças e política e ao querer imitar os states quando incentiva o endividamento dos cidadãos achando que também pode, assim como eles, fabricar dinheiro.
    isso vai dar m…..!
    O pior é que vai resvalar em gente que não tem nada a haver.

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  • Anonymous 11 de novembro de 2011 at 21:52

    Não sei se já foi comentado, mas coloco uma noticia do mes passado dada pelo The Wall Street Journal, traduzindo os dois primeiros parágrafos.

    October 25, 2011, The Wall Street Journal
    blogs . wsj . com/chinarealtime/2011/10/25/shanghai-homeowners-smash-showroom-in-protest-over-falling-prices/

    Uma briga no final de semana em Xangai sobre uma queda nos preços de apartamentos adiciona evidência de que os esforços da China para domar um mercado imobiliário CRESCENTE estão tendo um impacto – ao mesmo tempo que oferece uma dica do que poderia acontecer se as medidas forem longe demais.

    Um grupo de cerca de 400 proprietários de apartamentos em Xangai demonstrou publicamente e danificou um showroom da incorporadora após a companhia dizer que reduziria os preços. Compradores dos apartamentos queriam falar com a incorporadora para pedir reembolso ou cancelar seus contratos, mas não tiveram sucesso, segundo a imprensa local. Um relatório disse que a redução de preços foi superior a 25% por metro quadrado.

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    • Marcos 11 de novembro de 2011 at 22:13

      Nosso motor é a China. Parou lá, aqui também.

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      • Troll 11 de novembro de 2011 at 23:34

        Ou seja, como disse um colega aí pra cima:

        “Se a China peidar o Brasil se caga todo.”

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    • DanielCM 12 de novembro de 2011 at 01:45

      Já pensou se a moda pega por aqui???

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      • LB 13 de novembro de 2011 at 19:38

        Daniel,

        Eu duvido. As construtoras irão sofrer processos, tanto individuais quanto coletivos. Mas se juntar pra fazer um protesto ? O Bananês é muito acomodado para isto…. e lá vão perder um ‘Domingão do Faustão’….

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  • Marcos 11 de novembro de 2011 at 22:27

    Alerta | 11/11/2011 16:49

    Europa entra em contagem regressiva para calote e corrida bancária, diz estudo
    Analistas da Exclusive Analysis apontam que a turbulência terá início entre os dias 23 e 26 deste mês, desencadeada pelo anúncio de moratória da Grécia

    exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/europa-entra-em-contagem-regressiva-para-calote-e-corrida-bancaria-diz-estudo

    4 páginas no link

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    • Roberto Cesar 12 de novembro de 2011 at 07:45

      Marcos,

      No meu blog eu coloco links para as noticias mais quentes do dia (segundo o meu critério, obvio) dentre as dezenas de notícias que eu leio por dia. Nas duas últimas semana 80% das notícias são da Europa. A coisa lá ta ficando muito quente mesmo.

      O Gonzalo Lira publicou esta semana um artigo descrevendo em detalhes a crise da Europa. O artigo é fenomenal, vale a pena a leitura.
      http://gonzalolira.blogspot.com/2011/11/beginners-guide-to-european-debt-crisis.html

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  • Marcos 12 de novembro de 2011 at 00:05

    Locações no estado de SP crescem 13,9% em agosto, diz Creci
    Comentários: (0)
    11 de novembro de 2011 • 17h13
    Por: Diego Lazzaris Borges

    SÃO PAULO – O índice de locação de imóveis residenciais no estado de São Paulo avançou em agosto, na comparação com julho.

    Segundo dados do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) divulgados nesta sexta-feira (11), a locação registrou alta de 13,92% no oitavo mês de 2011.

    Os dados, coletados em 1.471 imobiliárias de 37 cidades, incluindo a capital paulista, identificaram 3.466 novos contratos de aluguel de casas e apartamentos no período.

    Análise por região
    O número de imóveis alugados em agosto foi maior em duas das quatro regiões do estado, com destaque para o interior, que registrou avanço de 36,36%. Na mesma linha, o litoral apresentou alta de 31,61%.

    Já na capital, houve queda de 4,89% e a região formada pelas cidades do ABCD (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema) mais Guarulhos e Osasco registrou recuo de 8,59%.

    Preferências
    Ainda segundo o Creci-SP, as casas representaram 55,91% das locações no mês. Além disso, do total de novas locações, 62,98% tiveram os contratos cancelados em agosto.

    Os imóveis com aluguel de até R$ 800 foram os preferidos no oitavo mês do ano em quase todas as regiões do estado de São Paulo. Este tipo de imóvel respondeu por 56,51% dos aluguéis no interior, 57,08% na região do ABCD, Guarulhos e Osasco e por 54,31% no litoral. Já na capital, predominam os imóveis com aluguel de até R$ 1 mil, conforme a tabela abaixo:

    Valor do aluguel
    Capital
    Interior
    ABCDOG*
    Litoral
    Até R$ 200 nulo 1,01% 0,44% nulo
    De R$ 201 a R$ 400 11,98% 23,85% 26,80% 8,19%
    De R$ 401 a R$ 600 15,23% 19,88% 16,34% 28,45%
    De R$ 601 a R$ 800 13,26% 11,78% 13,51% 17,67%
    De R$ 801 a R$ 1000 10,31% 10,77% 10,24% 9,91%
    Acima de R$ 1000 49,21% 32,72% 32,68% 35,78%
    Fonte: Creci-SP
    *Regiões do ABCD mais Osasco e Guarulhos

    www .infomoney.com.br/financas/noticia/2255892

    Comprar com esses preços????

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    • Marcos 12 de novembro de 2011 at 00:07

      Interessante observar que quase 50% dos contratos em São paulo foram de apartamentos locados acima de R$ 1.000,00.

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  • henrique 12 de novembro de 2011 at 08:13

    Com essas medidas de estímulo à concessão de crédito (a uma população já extremamente endividada) o governo passou recibo de que a economia está descendo ladeira abaixo.

    0
  • RT 12 de novembro de 2011 at 09:05

    Alguém já viu mais essa?

    “Mercado vê imóveis mais caros em São Conrado com UPP da Rocinha”

    “Preços devem subir 30% logo após pacificação da favela, diz entidade.
    Síndico de prédio diz que interesse por imóvel da região já foi retomado.”

    “http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/11/mercado-ve-imoveis-mais-caros-em-sao-conrado-com-upp-da-rocinha.html”

    Engraçado com a leitura que nós, meros mortais, fazemos da situação, éstão diferente da dos interessados.

    Eles falam como se os preços de lá tivessem sido poupados da loucura por causa da favela, como se não estivessem absurdos como no resto da cidade. Dessa maneira, teriam potencial de “valorização”.

    E ainda dizem que a mera notícia da UPP já fez a procura aumentar. Parece até que, com a UPP, aquela favela horrorosa vai se tornar invisível…

    0
    • RT 12 de novembro de 2011 at 09:06

      Ops, erros de digitação:

      “Engraçado como a leitura que nós, meros mortais, fazemos da situação, é tão diferente da dos interessados.”

      0
    • Carlos Eduardo 12 de novembro de 2011 at 09:43

      é engraçado tem um mercado de imoveis nesse lugar!

      existe alguém que mora ai por opção ???

      0
      • aiwww 12 de novembro de 2011 at 11:10

        acredite .. tem sim

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        • Carlos Eduardo 12 de novembro de 2011 at 17:28

          imagino um gringo né ! que compra na Rocinha por ser a FAVELA mais famosa do MUNDO!

          isso é motivo de orgulho, tem mais é que valorizar as nossas favelas mesmo!!!

          isso sim é uma coisa em que brasileiro é bom!

          agente devia produzir favelas para exportação!

          0
    • RT 12 de novembro de 2011 at 11:30

      Na minha opinião, os preços de lá já estão impraticáveis mesmo na inexistência de favelas nas proximidades.

      Aí, vejo os entendidos dizerem que na semana seguinte à ocupação, os preços vão dar um pulo de 30%. Dizem, depois, que em um ano, os preços podem subir em até 100%.

      Essa merece o Selo Secovi-SP: “Uma bolha imobiliária no Brasil é algo impensável. Os preços subiram num ritmo saudável e estão hoje em patamares equilibrados com o bolso do consumidor”.

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      • MrK 12 de novembro de 2011 at 11:49

        isso é uma grande bobagem, além da rocinha (que continuará ali) são conrado tem um problema gravissimo de transito, além de poucas opcoes de loja/mercado

        e digo mais, a vida dos moradores de são conrado sempre dependeram da relação do asfalto com o chefe do morro, alguns chefes deixaram assaltar moradores locais, outros não, ninguem sabe como ficará agora, ninguém pode garantir que o local ficará mais seguro, pode até ficar menos, já que o “nem” não liberava assalto a moradores do bairro

        0
        • Anonymous 12 de novembro de 2011 at 12:21

          MrK,

          … já que o “Nem” não liberava assalto a moradores do bairro …

          Essa parte da sua mensagem define bem o atual estado da “cidade maravilhosa”. Eu não entendo como tem gente que paga milhões para morar num lugar desses. Eu não pagaria nem mesmo centavos. Só pode ser por falta de conhecer coisa melhor, aliás muitas vezes melhor.

          PS: Alterei de “nem” para “Nem” para não mostrar falta de respeito com a autoridade de fato.

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          • MrK 12 de novembro de 2011 at 13:02

            Carioca é um povo alienado, digo isso porque sou carioca e vivi 30 anos aí

            Em função das belezas naturais e do clima agradavel, o carioca acha que sua cidade é a melhor do mundo e não aceita criticas, é um povo soberbo, em geral acha que não existe lugar melhor no mundo, só depois que a pessoa comeca a viajar pra fora e passar temporadas em cidades sérias é que o carioca percebe a m$$#@ que aquilo é, mas em geral o povo não tem essa oportunodade e vive na ignorância

            Veja a quantidade de gente achando que em função da crise os europeus vivem pior que a gente, é sério, tem muita gente dizendo que o Brasil agora é o melhor lugar pra se viver, pois a Europa está em crise, meus amigos, nem com 50 anos de crise a Europa vai ficar pior que o Brasil.

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            • Troll 12 de novembro de 2011 at 13:48

              MrK, nunca vi um carioca falar isso…é estranho ouvir um carioca comentar a realidade.

              Ja morei no Rio e penso exatamente isso que você escreveu. O pessoal não enxerga os problemas do Rio, são otimistas demais e isso contribui para uma economia de bolha, tal como a atual no Brasil. A gastança desenfreada e a crença que dias melhores no aspecto econômico virão, faz a “nova classe média” (a do Molusco) gastar tudo o que não tem, para obter bens que antes seriam destinados à verdadeira classe média. Isso cria uma demanda artificial, com um dinheiro que não existe, formando uma bolha jamais vista (veja o caso da China) e ferrando a verdadeira classe média. Por isso hoje, mesmo tendo um rendimento considerado bom, não consigo comprar um imóvel decente. Somente um deScente…hehe.

              0
              • Joao Legal 12 de novembro de 2011 at 15:43

                Infelizmente a maioria da população é pobre e não tem meios para viajar pro exterior.
                Felizmente eu ja tive essa oportunidade algumas vezes, na ultima fiquei fora por 6 meses, e ao regressar fiquei espantado com o absurdo da diferença de preços, além da qualidade muito inferior dos serviços.
                Nas principais cidades do mundo existem sistemas de transporte integrados, onde um bilhete lhe permite viajar de trem, metro, onibus, bonde etc. por um preço fixo.
                Existem ainda passes que valem para mais de uma pessoa, e passes diários, semanais, mensais, que permitem uma economia de escala. ( EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Rep Tcheca, etc.)
                Além disso, os preços de quase todos os produtos (excetuando apenas os de alto luxo que não verifiquei) são maiores ou iguais aqui!
                Se vc andar na Champs-Élysées, uma das ruas comerciais mais famosas de paris, vc vai encontrar produtos mais em conta do que em shoppings da zona norte do RJ.
                Algo absurdo!
                Tomei café nas proximidades do Louvre, e não foi barato.
                Ao voltar, tomei café num rei do mate da vida me espantei, porque paguei mais caro e comi bem menos!
                Se você for olhar os preços de carros e imoveis entao, ai que vc fica doido.
                Agora eu pergunto, quanto é o salario do brasileiro comparado ao do europeu?
                Não chega nem a metade do salario medio do protuguês, um dos mais pobres do continente.
                O problema é que aqui, culturalmente, ninguém quer sair como “pobre”!
                Se o meu vizinho tem roupa de marca, eu também vou ter!
                Se ele tem carro novo, eu também vou ter!
                Se ele paga 200 reais num show, eu também vou pagar!
                e etc.
                As pessoas só esquecem que uma hora a conta chega…
                E quando chegar…

                0
            • Arnaldo 12 de novembro de 2011 at 16:44

              “nem com 50 anos de crise a Europa vai ficar pior que o Brasil.”

              pra quem tem bufunfa o brasil é sim, muito melhor do que o primeiro mundo, com ou sem crise.

              quem pode sair (ricos) não sai porque não quer.
              já quem quer (classe média e baixa), não pode…

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      • Dr. Estranho 12 de novembro de 2011 at 11:54

        Podem aumentar o percentual que quiserem. Quem, em sã consciência, aluga ou compra imóvel de frente ou ao lado daquela dantesca favela? Uma imensa e apavorante imagem que penetra na alma e a corrompe. Comprou lá…. então fuck you.

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        • L C 12 de novembro de 2011 at 16:13

          Dr. Estranho, embora compartilhe com vocês a ideia da bolha (meu nível de preços civilizado é no máximo 2007), no que se refere a Rocinha, acho que o mercado de aluguéis realmente sofre alguma influência da UPP, no sentido que imóveis praticamente imprestáveis passam a ser minimamente úteis. É o caso da vizinhança do Morro dos Macacos em Vila Isabel, onde houve aps praticamente com aluguel simbólico apenas para pagar IPTU. Com a UPP, alguma forma de valorização deve haver (pois a base de partida é muito baixa).

          Já no caso de preço de compra e venda, concordo que somente um suicida pagaria os preços pedidos, pois mesmo que a UPP dure para sempre (o que é muito duvidoso), a questão principal é que a favela brasileira é uma das vistas mais horrorosas que existem…

          0
          • Pensativo 14 de novembro de 2011 at 00:00

            Discordo,
            Vidigal tem a vista mais bonita do Rio.
            rsrsrsrrs

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      • Mr. R 12 de novembro de 2011 at 12:50

        Em que outro país do mundo vc consegue ver a polícia com aparato de guerra a partir de sua janela?? Serão 18 blindados da Marinha, além do já tradicional caveirão.

        0
        • Paty 12 de novembro de 2011 at 12:57

          é verdade Mr.R o que diferencia é a paisagem..kkk muito boa

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    • Carlos Wagner 12 de novembro de 2011 at 23:48

      Sexta feira, dia 11/11/11 assisti a uma reportagem, nao me lembro em que canal, acredito ter sido no globo news, sobre a permanecia de brasileiros que abriram negocios nos EUA.

      Um brasileiro entrevistado, que abriu um mini mercado que vende produtos tipicamente brasileiros, disse que, mesmo com crise, não pensa em voltar ao brasil, pois aqui o custo de vida é inviavelmente caro, disse ainda que só rico pode morar no brasil.

      Ja discutimos isso aqui tantas vezes. Fico abismado em perceber que o governo não está nem ai pra esse ponto que deprecia a qualidade e nivel de vida dos brasileiros.

      Hoje em dia, posso afirmar que sinto vergonha de ser brasileiro.

      0
    • LB 13 de novembro de 2011 at 19:26

      Tá na cara que esta matéria é enrolar o “investidor” bolhudo. Primeiro ele fala que os imóveis vão valorizar 30% imediatamente e chegar à 100% em um ano. Depois fala que há espaço para novos empreendimentos, inclusive alguns já programados. Por fim, diz que é um ótimo bairro para morar e para ‘ter um escritório’.

      Talvez tenham poucos, mais otários irão cair nesta “conversa de mané”, inflando a bolha….. mas como o MrK dizia lá no começo do blog… quando maior a bolha, maior o estouro.

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  • Ed Luz 12 de novembro de 2011 at 10:39
  • RPL 12 de novembro de 2011 at 12:37

    Economia » Notícias
    Superoferta após Copa pode trazer perda para investidor em hotéis

    ht t p:/ / not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201111121200_TRR_80473385

    Até 2015, a oferta de quartos de hotel em 12 capitais brasileiras, que serão sede da Copa do Mundo em 2014, crescerá em 20 mil novas unidades, atingindo aproximadamente 126 mil aposentos ofertados, um aumento de 18%, segundo pesquisa divulgada pela consultoria Hotel Invest em parceria com o Fórum de Operadores de Hoteleiros do Brasil (Fohb). O crescimento poderá, segundo o estudo, gerar um problema de superoferta em 2015 e trazer problema para o investidor que está aplicando neste tipo de empreendimento agora.

    A taxa de ocupação nos hotéis corre o risco de ficar muito baixa, inferior a 60% em algumas capitais, após o principal torneio de futebol mundial. As cidades com mais risco de sofrerem um excesso de oferta de quartos de hotéis no futuro são Manaus, Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Cuiabá.

    A Copa do Mundo de 2014 tem uma influência direta neste panorama previsto pelo estudo, e se por um lado colabora para o setor hoteleiro lucrar durante a competição, por outro, gera uma expectativa exagerada. “A Copa do Mundo cria um clima de euforia meio artificial, em que passa a se tentar justificar a construção de novos hotéis para a Copa, que dura um mês apenas. O prejuízo será desses que compraram (os quartos)”, afirmou o analista e presidente da Hotel Invest, Diogo Canteras.

    Em Salvador, por exemplo, a taxa de ocupação atual é de 68% para hotéis de padrão econômico e 66% para aqueles intermediários, no entanto, essa taxa deve cair para 64% e 57%, respectivamente, em 2015, segundo o estudo, por conta da oferta adicional de 2,4 mil novos quartos.

    A projeção mais crítica é em Belo Horizonte, onde as taxa média de ocupação de 74% deverá cair para 52% em 2015. Para Canteras, além da Copa, a prefeitura tomou uma medida de incentivo para a construção de hotéis, em detrimento de outros projetos. “Os proprietários de terreno aumentaram em cinco vezes a possibilidade de construção de hotéis em comparação com outros empreendimentos, até o final deste ano. E os hotéis teriam que abrir até 2014”, lembrou.

    No entanto, embora seja uma tendência a maior oferta de quartos até 2015, algumas capitais não sofrem os mesmos riscos, segundo o estudo, por dois motivos. Um deles ocorre por conta da primeira superoferta do setor hoteleiro brasileiro, ocorrido a partir dos anos 2000, ainda ter reflexos em algumas cidades, ou ter sido resolvido recentemente, como em Curitiba, por exemplo. Segundo o analista da Hotel Invest, a capital paranaense tem até hoje uma cicatriz do problema que durou até 2009.

    O segundo motivo, verificado principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro, ocorre pela escassez de terrenos disponíveis para a construção de novos empreendimentos e, quando são encontrados, são muito caros, inviabilizando a possibilidade de novos projetos. Para Canteras, inclusive, o Rio de Janeiro é a capital com menos risco de superoferta de aposentos no futuro porque, além da falta de terrenos, a capital fluminense será a sede das Olimpíadas de 2016 e é o principal destino dos turistas que vêm ao País.

    “Quando se pensa em mercado internacional, o estrangeiro que vem para a Copa do Mundo não vai para Cuiabá, Porto Alegre, mas vai para o Rio. A Copa vai alavancar a imagem da cidade. Nos próximos cinco anos, a perspectiva de crescimento da demanda é muito forte”, avaliou.

    Segundo o levantamento, enquanto o número de quartos de hotel no Rio de Janeiro aumentará em cerca de 3,4 mil, atingindo quase 22 mil unidades, a expectativa de elevação da demanda é de 4 mil no mesmo período, para aproximadamente 18 mil unidades, com taxa média de ocupação prevista de 83%, a maior entre as capitais.

    0
  • Lucas Mendes 12 de novembro de 2011 at 12:55
    • Carlos Wagner 12 de novembro de 2011 at 23:49

      boa….rs

      0
  • GPTFN 12 de novembro de 2011 at 15:47

    me desculpe por repetir isso, mas como os posts sao abandonados conforme outro é lançado queria registrar!

    Andre Luiz disse:
    9 de novembro de 2011 às 15:24

    Carlos Wagner,

    Após ler seu relato e ter gostado da sua tática, corri no ZAP, para ver se tinha algum anúncio desse tipo no Méier (Rio de Janeiro), que é onde tenho procurado.

    Como tenho acompanhado o mercado de imóveis da região desde 2008, vi de perto a evolução dos preços.

    Posso dizer, com conhecimento de causa, que essa sua oferta de 50% do valor pedido, não está muito distante do que seria um preço justo, considerando o aumento da inflação, por exemplo.

    A título de ilustração, vou dizer os preços de aptos num mesmo condomínio que acompanho sempre (não são os mesmos aptos, embora todos tenham as mesmas características, apenas variando de andar e posição solar:

    Abril de 2009 : R$100.000,00 (levou meses para vender)
    Agosto de 2009: R$120.000,00
    Novembro de 2010:R$160.000,00
    Março de 2011: R$145.000,00 (Não sei se tinha problema de inventário nesse)
    Novembro de 2011: R$240.000,00

    Como se percebe, se pegarmos o valor de abril/2009 (R$100.000,00) e corrigirmos pela inflação (IGP-M), teríamos hoje um valor em torno de R$115.000,00.

    Já se fosse corrigido pela SELIC ou pelo CDI, teríamos algo em torno de R$128.000,00.

    Dessa forma, 50% diante do quadro apresentado, não é nada absurdo.
    Responder

    GPTFN disse:
    10 de novembro de 2011 às 9:20

    Isso vc está considerando os preços de 2009, que a meu ver já estavam inflados.
    Um colega de trabalho comprou um apt de 2qts com 1 vaga e 80m2 novo em 2006 no meier, numa rua boa, e pagou algo em torno de 60k. A cobertura duplex com piscina, churrasqueira e 2 vagas e etc, a época custava algo em torno de 110k. Hoje o apt dele está avaliado em 190.000, e a cobertura em 400.000. Sera que em 5 anos tivemos tanta inflação? Porque a meu ver, assim como os carros a tendencia é desvalorizar o bem conforme o tempo passa, e não o contrário, tendo em vista que a preferencia é sempre pelo novo.

    0
    • RT 12 de novembro de 2011 at 17:57

      Também acho que os preços de 2009 já estavam inflados.

      Foi durante esse ano que os preços quase dobraram.

      0
    • Carlos Wagner 12 de novembro de 2011 at 23:54

      Eu li seu post no outro topico.

      A mesma coisa aconteceu com o atual apto em que moro. Já relatei aqui e ele serviu de base pra que eu chegasse numa porcentagem perto de 50% de valorização artificial de preços.

      Em 2007 foi lançado a 89 mil, hoje custa 300 mil. Pela inflação, variação de preços de construção etc… ele deveria custas entre 140 a 170 mil, ja considerando um quantitativo de gordurinha e benfeitorias realizadas no imovel (valorização).

      0
  • Arnaldo 12 de novembro de 2011 at 15:56

    “Somente 65% do dinheiro da poupança deve obrigatoriamente ser usado no crédito imobiliário. O problema é que esse estoque de dinheiro deve terminar em 2012 ou 2013, segundo estimativas do mercado. Quando isso acontecer, é provável que os bancos tenham de captar dinheiro mais caro”

    Esse 65% poderia ser aumentado pra adiar o fim dos recursos de poupança?

    0
  • MrK 12 de novembro de 2011 at 17:18

    Os preços dos imóveis no Rio e de grandes cidades mundo afora

    Metro quadrado na Zona Sul da cidade já supera regiões privilegiadas de Miami e Mônaco, é compatível com Nova York, mas fica atrás de Paris

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    ah ufa… se tá atrás de Paris então tá bom, ainda da pra subir mais… infelizmente nao abriram pra comentarios:

    oglobo.globo.com/imoveis/os-precos-dos-imoveis-no-rio-de-grandes-cidades-mundo-afora-3220181#ixzz1dWJyCCTd

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    • Sergio 12 de novembro de 2011 at 17:28

      Para os exploradores. Londres també está cara pra burro…. mas é Londres. O interessante é que o site expõe histórico de vendas dos imóveis: h t t p : / / w w w. upmystreet.com/properties/house-prices/london.html.
      Percebam as diferenças entre preços de Londres e e boa parte dos estates. Lá (Londres), como cá, não se vende mais para quem não seja milionário. Nada que a chuvinha (ou a tempestate) do Nouriel não ponha novamente no lugar.

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    • MrK 12 de novembro de 2011 at 17:40

      veja que curioso nessa reportagem

      “O brasileiro perdeu a noção de preço e ainda questiona se há bolha no mercado. É claro que há – acredita o corretor, que trabalha no mercado de Miami há 20 anos.”

      oglobo finalmente tá admitindo o obvio?!?!?

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      • Arnaldo 15 de novembro de 2011 at 00:01

        Corretor de MIAMI admitindo bolha no Brasil???
        É claro, ele vai dizer que tem bolha em todos os mercados do mundo, menos no dele…

        Pergunta se ele dizia que tinha bolha lá em 2005? Claro que não né?

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    • RT 12 de novembro de 2011 at 18:06

      É risível a tentativa freqüente desses que têm interesses nesses preços loucos (corretores, donos de imobiliárias, etc) de classificar a “valorização” como “saudável”. O cara dessa reportagem fala que “o Rio precisava disso”.

      “Precisava” para quem, cara pálida?? Que me conste, essa subida de preços só é boa para ínfima minoria que trabalha no ramo (apesar que também vai se mostrando ruim para estes à medida que suas vendas despencam).

      Para quem quer comprar pra morar ou precisa alugar (a maioria), essa subida de preços que “o Rio precisava” só trouxe transtornos, dor de cabeça, gastos extras (e dívidas enormes a quem comprou na alta).

      E gostaria de entender porque o Rio é “a bola da vez”. Que eu saiba, as Olimpíadas de 2012 são em Londres, onde todo mundo deve ter mais dinheiro que a “nova classe média” daqui (e que a antiga classe média também, rs).

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      • MrK 12 de novembro de 2011 at 18:14

        concordo integralmente

        essa alta só serviu NO MINIMO pra aumentar a desigualdade social, pois quem se deu bem é quem tem mais de 1 imovel (normalmente rico) e quem se deu mal é quem não tem nenhum (normalmente pessoas mais simples ou no inicio da vida), da mesma forma aumenta a distancia entre quem trabalha e sua toda semana pra quem vive de rendinha de aluguel e não faz p. nenhuma

        ou seja, essa bolha é um cancer pra cidade

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        • RT 12 de novembro de 2011 at 18:53

          É isso aí.

          Me encaixo na categoria “início da vida”. Sou casado, e eu e minha esposa ganhamos bem o suficiente para pagar com razoável tranqüilidade o aluguel enquanto juntamos dinheiro.

          Entretanto, conheço pessoas de todas as faixas salariais (manicures a engenheiros) que estão passando por problemas devido a tudo isso. Tenho colegas formados que hoje não poderiam se atrever a deixar a casa dos pais.

          É irônico… uma das justificativas mais freqüentemente usadas pelos “especialistas” é o tal “aumento da massa salarial”. No cotidiano, o que vemos é bem diferente disso: o salário de ALGUNS pode até ter tido algum aumento, mas o de outros continua quase o mesmo, de modo que a elevação dos preços de habitação foi uma bela porrada no orçamento de todo mundo.

          Por essas e outras que não se pode utilizar índices como IPCA pra medir a real elevação do custo de vida. A mudança de realidade do mercado imobiliário faz o Rio (e o Brasil, eu diria) de 3 anos atrás parecer outro planeta no que se refere ao custo de vida.

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          • GPTFN 13 de novembro de 2011 at 22:45

            Um fato interessante é que além dos imóveis, toda a cesta de produtos e seviços aumentou de preço absurdamente nesse período. Não sei da maioria aqui, mas eu faço compras geralmente 1x ou 2x ao mês, e venho acompanhando uma disparada nos preços que é muito superior a inflação anunciada!
            Leite, carne, arroz, feijao…
            alguem se lembra que a latinha de coca-cola custava 1 real?
            Agora se vc achar no barato ela sai por 2,50!
            As passagens de onibus e metro?
            O lanche no mc donalds?
            O preço da gasolina?
            Preço dos carros?
            Um fato interessante, em 2005, um carro popular, tipo gol, saia por algo em torno de 14k.
            Hoje ele sai por algo em torno de 28k básico, na versão mais atual.
            100% de reajuste?
            Sem contar que o mesmo carro que custava 14k em 2005, vale hoje exatos 15k!
            ww w.icarros.com.br/ache/detalhesantigo.jsp?id=2948435&posicao=3
            Será que tem alguma coisa errada no brasil?

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            • joselito 14 de novembro de 2011 at 00:19

              Menos né…. se for assim o preço dos imóveis simplesmente seguiu a inflação.

              Comprei um GOL 0Km em 2005 por 26 mil
              Hoje esse mesmo carro 0 Km (com a mesma configuração) custa 31 mil.
              Ou seja uma alta de 19%. A inflação (IPCA) neste mesmo período foi de 39%.
              Ou seja, o preço desse carro subiu metade da inflação.

              O único preço que está fora da realidade é o dos imóveis mesmo.

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              • GPTFN 14 de novembro de 2011 at 12:02

                Percebo que você é apenas um troll, que nem sequer leu o meu comentário.
                Eu disse que um carro básico, saia em 2005 por algo em torno de 14k,
                e hoje 2011 ele esta custando o dobro 28k (com o desconto especial de 2.4k por ele ser de 2011),
                Gol 1.0 – R$27.990,00 – (Porta-malas revestido de carpete, Banco do motorista com regulagem de altura, Pára-choque na cor do veículo) – é tão merda que nem ar cond, ou direção estão incluidas no preço!
                Esse mesmo carro 2005, é vendido hoje 2011, mais caro do que ele custava na época.
                Logicamente o mercado é regulado pelo preço dos modelos 0km, que são o teto.
                É interessante dizer novamente, embora já tenha sido postado diversas vezes, que os carros no Brasil são os MAIS CAROS DO MUNDO!!
                Não me surpreende que alguém tenha tido a mesma brilhante ideia para os imóveis!
                Se as pessoas aceitam pagar 28k num carro merda , porque não vão pagar 500k por uma quitinete velha na zona sul?
                Ou 200k num ape velho de frente pra favela?
                E até o presente momento eles foram bem sucedidos.
                Só não acredito que consigamos passar os preços de Londres e Paris, mas o restante do mundo…

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                • Atribulado 14 de novembro de 2011 at 12:52

                  Tem casos e casos.
                  O vectra lancado em 2006 custava 60k, detalhe: por esse preco nao tinha nem airbag, abs, nada.
                  Hoje um cruze tá saindo por 68k, muito mais equipado, pelo menos 10 anos mais evoluido em projeto e 30 em motor.
                  Ou seja, na pratica caiu de preço.
                  A diminuicao de valor real e nao nominal é sutil e as pessoas comuns nao percebem.

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                  • GPTFN 14 de novembro de 2011 at 15:01

                    Esse carro de R$ 68k que você está falando,
                    que custa meros $16,775 nos EUA, ou seja R$30k,
                    incluso no valor o frete, e vem com mais itens de série.
                    Você acha barato no Brasil?
                    Eu não acho.
                    Tudo bem que o valor possa ter tido uma “queda real”, mas isso não se deve a montadora ser boazinha, e sim ao mercado que não aceitou o veiculo pelo preço oferecido.
                    Fora a entrada de concorrentes como Honda e Toyota, que deram uma quebrada no cartel que existia antes (ford, fiat, VW, GM).
                    Outro bom exemplo é o Ford Focus. Excelente carro, satisfação garantida.
                    Falando aqui sobre o modelo titanium,
                    ele sai nos Eua por $22,700 = 40.500,
                    ja no Brasil, o modelo começa em R$ 79.000.
                    Um fracasso no mercado, não porque o carro seja ruim, mas porque quem tem dinheiro para comprar prefere outros modelos mais “imponentes”, por valor semelhante.
                    Ja postei em outro topico sobre 2 vizinhos que compraram vectras 0km, financiado em 60x, e no final vão pagar quase 100k.
                    Tenho pena deles, pois o carro já vai sair de linha, eles vao perder mt na revenda. Isso se a empresa que “agregou o carro” não tiver nenhum problema e eles continuarem a receber para pagar.

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                    • Atribulado 14 de novembro de 2011 at 15:16

                      Muitos modelos cairam de preço nesse periodo 2006-11. o que é até surpreendente, dado que as vendas aumentaram bastante.
                      se vier uma crise pode ser que caia mais.
                      as montadoras tem uma gordura boa pra queimar na margem de lucro.

                      ninguem disse que tá barato, só que caiu de preço. É muito diferente. Ficou “menos caro”, se prefere assim.

                      obs: o focus titanium está uns 65k, o hatch, manual, na loja. o preço de tabela pode ser maior, mas tem desconto.

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                    • joselito 14 de novembro de 2011 at 16:35

                      Não tô dizendo que é barato… só estou dizendo que o preço dos imóveis aumentou muitas vezes mais que o preço de um carro.
                      Aliás, em termos reais (descontado a inflação) o preço dos carros baixou nesses anos, assim como o preço de muitas outras coisas. Faça as contas!!

                      Uma das poucas coisas em que o preço subiu absurdamente foi o preço dos imóveis. Não adianta colocar a culpa na inflação, isso chama-se BOLHA mesmo.

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    • Troll 12 de novembro de 2011 at 20:09

      “O brasileiro perdeu a noção de preço e ainda questiona se há bolha no mercado. É claro que há – acredita o corretor, que trabalha no mercado de Miami há 20 anos.”

      Será que agora já dá pra passar 5 minutos no JN?

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    • Carlos Wagner 13 de novembro de 2011 at 00:12

      Esses dias, conversando com um grande amigo que é corretor de imoveis, começamos a falar do atual cenario imobiliario. Ele disse que esta tendo sorte, que no mes passado conseguiu vender 2 aptos para clientes que ja vinha trabalhando ha um tempo, mas que na imobiliaria dele, os corretores não vendem nada ha 3 meses.

      Quando expliquei pra ele sobre ser vantajoso pagar aluguel, ele até debochou inicialmente, mas depois de demonstrado no papel, teve que concordar comigo.

      O que mais achei interessante foi quando eu disse que, mesmo os preços dos imoveis despencando, eles iriam vender ainda mais, pois, de fato, há uma demanda reprimida que só nao compra por estar caro demais. Quando disse isso, ele me olhou e disse: Voce tem razão, eu nunca tinha olhado por esse angulo. Se deus quiser…

      Tenho lido muito sobre economia e tenho percebido, com as atitudes dos mais variados mercados ao redor do mundo, inclusive o mercado imobiliario brasileiro, que as instituições financeiras, construtoras e demais profissionais desses mercados visam ganhos de capital constantes e cada vez maiores, e isso coloca toda a estrutura capitalista em risco, quando o mais prudente e inteligente seria pela manutenção do retorno financeiro suficiente para manter a longevidade do sistema.

      Será que não perceberam que quanto mais dinheiro em circulação, mais caras as coisas se tornam e que o poder de compra continua o mesmo, porém limita o numero de pessoas aptas a consumir?

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      • aiwww 14 de novembro de 2011 at 20:46

        Excelente comentário. Eu penso axatamente e já disse isso aqui com outras palavras. Os corretores parecem viciados em crack, querem cada vez mais até que isso os leve para a morte. O mercado está se auto destruindo e eles não conseguem ver isso. Só que querem saber de sugar até a última gota … nem olho mais os classificados com a mesma freqüência que olhava há 6 meses … sempre que vejo os preços do Rio percebo que aumentaram mais 20 mil … tem um tal de Atrium na Tijuca ao lado do morro do Salgueiro sendo vendido por mais de 700 mil … o ridículo já passou há tempos .. ainda há muita, mas muita, gente acreditando que estamos vivendo no famoso mundo mágico de OZ … na minha cabeça perece que todo mundo enlouqueceu, mas quando digo que os preços ficaram loucos e que estamos vivendo numa fantasia, eu sou chamado de louco … bom, vou calar minha boca porque loucuras à parte, to cansado de ser tratado como louco 🙂 … como disse o poeta .. eles passarão eu passarinho

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  • Sergio 12 de novembro de 2011 at 17:56

    Precisamos, muitas vezes, olhar pra fora para ver dentro.
    Uma real estate portuguesa com alcance mundial (REALIGRO) traz anúncios de muitos imóveis no mundo inteiro. O brasil, não por acaso, é o vice-campeão na quantidade de anúncios: está bem atrás da Itália e quase empatado com a famosa ESPANHA.
    Um dos pontos importantes desse site (são muitos) é a tendência de preços por m2 praticados nas vendas. Interessantíssimo o fato de demonstrarem uma acentuada queda no m2 do imóvel brasileiro.
    O site dá margem a alterar idioma, moeda e medidas de área: coisa de primeiro mundo, mesmo que estejamos falando de Portugal… é muito mais desenvolvido que essa m… aqui.

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  • Vinicius 12 de novembro de 2011 at 18:14

    A reportagem no site do o globo compara os imóveis do RJ com o de outras grandes cidades do mundo… Me chamou atenção o seguinte comentário de um corretor: “- O brasileiro perdeu a noção de preço e ainda questiona se há bolha no mercado. É claro que há – acredita o corretor, que trabalha no mercado de Miami há 20 anos. ”

    http://oglobo.globo.com/imoveis/os-precos-dos-imoveis-no-rio-de-grandes-cidades-mundo-afora-3219806

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  • Sergio 12 de novembro de 2011 at 18:22

    CARTILHA DA BOLHA BRASILEIRA – OFICIAL…………….IMPERDÍVEL
    .
    O Banco Central brasileiro foi o fomentador de nossa bolha ao comandar a liquidez em nosso país e seus escoadores.
    Nesse sentido em 2007, o Sr. Carlos Vianna, presidente da Accenture do Brasil (investimentos de rico), apresentou um trabalho aos bam bam bam de nossa política, demonstrando que o aumento do crédito imobiliário era a moda da hora para o desenvolvimento acelerado de um país. Interessante notar que o paradigma utilizado na apresentação (2007) era a ESPANHA, queridinha da Accenture.
    O resultado aqui será diferente ao de lá? Porque as ações foram e são as mesmas.
    Confirme por vocês mesmos: h t t p : / / w w w. bcb.gov.br/pre/Credito_imobiliario/pdf/1%20-%20Aperesentacao%20Carlos%20Vianna%20%20BACEN%202007-11-09%20%281%29.pdf

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    • Marcos 12 de novembro de 2011 at 18:52

      Já começa bem: “Países que apresentam uma elevada relação Crédito
      Privado / PIB têm sustentado fortes taxas de
      crescimento econômico”

      Estamos vendo como a Espanha esta.

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      • MrK 12 de novembro de 2011 at 19:11

        exatamente

        porra, isso é muito basico: Credito é puxar riqueza do futuro e antecipar pro presente, obvio que isso é bom hoje, mas no futuro a conta vem

        tudo que foi alavancado via credito vai amargar anos ruins, compensando pelo exagero da antecipação do consumo, principalmente carros e imoveis, vejam como estão as montadoras, são as construtoras amanhã

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        • Sergio 12 de novembro de 2011 at 19:26

          O mais incrível (que nçao dá para acreditar) é que nossos governantes estão seguindo os mesmos passos, sem por ou tirar qualquer coisa. Ou seja, eles sabem que estamos caminhando para o buraco e só tomam atitudes para acelerar o crash. A única comparação que consigo fazer, que me vem à mente, é um viciado em droga louco pela próxima dose, pelo aparente – e momentâneo – bem que lhe propicia.
          Isso, para mim, não seria problema algum não fosse esses governantes serem pilotos do busão chamado brasil: estamos dentro (he he he) e vamos sofrer as consequências, que existirão.
          .
          Em portugal, espanha praticamente, grécia e agora itália os pilotos abandonaram (ou foram retirados). E aqui…. em que momento os bananense descubrirão que o piloto sumiu?

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          • MrK 12 de novembro de 2011 at 19:30

            Sergio, o Brasil hoje é como um alcoolatra que bebeu demais e está usando a velha tática de tentar continuar bebendo pra evitar a ressaca…

            o problema é que quanto mais se bebe, pior a ressaca…

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            • Sergio 12 de novembro de 2011 at 19:48

              MrK, eu até creio nisso com relação ao mercado, com parcela ínfima da população especuladora e da gigantesca alienada, mas me é difícil crer que pessoas vividas, de 50, 60 anos, cheias de pós-graduações, mba’s e todos os outros penduricalhos de conhecimento agirem como esse bêbado. Digo, os diretores e técnicos do Bacen, do MPOG e da própria mídia.
              De fato, todos saem perdendo. Os únicos que ganham, na verdade já ganharam, já estão longe, contando seus lucros e preparando novos jogos imobiliários.
              Eu não consigo crer que eles não estejam vendo isso ou que acreditem que serão capazes de encontrar rumos diferentes.
              Isso é incrível: parece que o bêbado sou eu.

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              • Roberto Cesar 13 de novembro de 2011 at 02:31

                Sergio,

                Eu também tenho o mesmo dilema que você citou. Ultimamente venho pensando sobre isso e acho que os “caras” tão vendo sim o que está acontecendo, e tem plena consciência de pra onde estão nos levando (pro abismo). E quando cairmos no abismo todos vão se machucar, alguns mais, outros menos.

                Isso pode soar como teoria da conspiração, mas o que eu vejo é que não há o que fazer, vamos para o abismo de qualquer forma, não importa o que os “caras” façam. Então eles estão arrumado as coisas pra mudar as posições da queda, para que eles e seus compadres banqueiros e empreiteiros se machuquem menos, e o povão seja esmagado, obvio.

                O mundo inteiro vem vivendo num sistema finaceiro/monetário que é insustentável, mesmo que o nível de corrupção fosse zero (o que não é, e isso só distorce mais esse modelo esdruxulo) eles seria insustentável. Para dar um exemplo, você conhece algum país/estado/município do mundo ocidental que consegue viver hoje sem se endividar? E isso não é para financiar projetos que trarão mais receita, isso é pro dinheiro do dia-a-dia. Isso só é sustentável se a economia crescer a taxas maiores que os juros pagos nesse bônus que os países/estados/muncípios emitem, se o crescimento for menor esse modelo entra em colapso, e é o que estamos vendo agora, estamos chegando no limite prático do “crescimento eterno”.

                0
          • Anonymous 12 de novembro de 2011 at 19:45

            Sergio,

            … eles sabem que estamos caminhando para o buraco … Voce está superestimando os governantes da Banânia. Não, eles não sabem. Só estão copiando o que foi feito pelos outros países e nem sequer são capzaes de perceber que os resultados serão os mesmos, pois acreditam que na Banânia será diferente por uma série de motivos.

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          • Troll 12 de novembro de 2011 at 20:21

            Isto é somente uma tática esquerdista: antecipa a riqueza futura, fica fica bem com a “nova classe média”, e deixa a conta para o próximo governante. Com isso, ganha-se votos. Se o próximo governo não for de oposição, oferece-se mais crédito, estimulando o crescimento saudável. Quando o crédito acaba, bem a ressaca. Isso é histórico no Brasil. Veja a herança de JK e dos militares com suas obras faraônicas, o que causou anos inesquecíveis para o país, a década de 1980.

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        • Pesquisador 14 de novembro de 2011 at 14:44

          concordo

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    • Tiago 13 de novembro de 2011 at 00:53

      Lembram do caso nos EUA chamado Enron???? dê uma pesquisada no google.

      então… era a accenture que auditava sob o nome de Andersen Consulting…

      agora vejam…

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      • Frank 13 de novembro de 2011 at 15:21

        amigo, me permita corrigir.

        a Accenture era a antiga Andersen Consulting.

        o negócio de auditoria era independete, operado por outra empresa, a extinta Arthur Andersen.

        foi a Arthur Andersen (e não Andersen Consulting) a empresa implicada no escândalo ENRON.

        a origem das empresas é a mesma: o braço de consultoria da Arthur Andersen ganhou vida própria e passou a configurar empresa independente (A. Consulting) acho q lá pelos anos 80 (acho q em 84) – bem antes do escândalo de 2000/2001 a ENRON.

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      • Frank 13 de novembro de 2011 at 15:24

        não era a Accenture (ou Andersen Consulting) a empresa implicada no escândalo ENRON, era a (hj extinta) Arthur Andersen.

        a Andersen Consulting (Accenture a partir de 2001) originou-se da Arthur Andersen acho q em 1984, e passou desde a então a operar como negócio independente, mas com o mesmo controlador (até 2001).

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  • Marcos 12 de novembro de 2011 at 18:49

    Vejam no FIPE/ZAP que os imóveis valorizaram-se desde 2008 acima de tudo, inclusive BOVESPA.

    Fala sério. Como algo que nada produz pode valorizar mais que empresas?

    Alguém sabe quando exatamente começou a subida?

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    • RT 12 de novembro de 2011 at 19:21

      Hehehe, antigamente, quem comprava um terreno sonhava furar o chão e achar petróleo.

      Hoje, é só construir um imóvel nele e vender por 900 mil reais.

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    • RT 12 de novembro de 2011 at 19:22

      Quanto ao momento da subida, começou entre Julho e Dezembro de 2008, mas se fez notar mesmo no decorrer de 2009.

      Sei disso porque meus pais trocaram de apartamento no primeiro semestre de 2008, e eu aluguei outro em Outubro desse ano. Nessa época, a loucura ainda não era perceptível.

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      • Marcos 12 de novembro de 2011 at 19:36

        Obrigado pela resposta.

        Veja que no início de 2008 o IBOVESPA ainda passou o valor de anúncio FIPEZAP. Depois foi só alegria para as construtoras.

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        • RPL 12 de novembro de 2011 at 23:58

          Na verdade, em 2008 os imóveis já estavam caros…
          Só que o movimento especulativo fez a subida ser muito maior e mais rápida….

          Acredito que o movimento de descolamento da inflação começou em 2005/2006…

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          • GPTFN 15 de novembro de 2011 at 16:56

            eu concordo. Foi entre 2005 e 2006 com a entrada de Sam Zell no mercado brasileiro.
            Não sei em outras cidades, mas no RJ foi marcante o aumento do número construções nesse período.
            Como eu já disse em outro post:
            Um colega de trabalho comprou um apartamento no Méier (bairro de classe média na zona norte), numa parte boa com 80m2 2 quartos 1 vaga por cerca de 60k.
            O mesmo está avaliado em 190k hoje.

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    • Fábio 12 de novembro de 2011 at 20:45

      02 de outubro de 2009, anuncio do rio como cidade olimpica

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  • Mineirinho 12 de novembro de 2011 at 19:13

    Estou acompanhando este blog a cerca de quatro meses, antes de conhecê-lo eu me considerava diferente, pois, em conversa com amigos, o único que achava um absurdo e sem nexo os aumentos dos preços dos imóveis, principalmente de lotes vazios.

    Vou comentar de minha cidade: Pouso Alegre MG, população de 130k habitantes, com os salários comércio/indústria/serviço em trono de 1k.

    Moro em uma região em que os lotes passaram de 20k para 100k em 03 anos, sob um único argumento construção do Fórum de Justiça, que foi inaugurado em 15/09/2011.

    Ao perguntar qual a vantagem, exceto para os advogados/servidores em morar perto do Fórum que justifica-se esse aumento de valor, nunca tive resposta, mas era olhado como “do contra”, pois a dita valorização era correta e sempre constante.

    Tenho uma renda familiar em torno de 5k, mesmo assim não tenho condições de comprar nada, visto que em qualquer canto da cidade os lotes são acima de 80K, e todo mundo exceto eu acha normal.

    Será que os preços dos lotes também vão abaixar e finalmente poderei comprar um?

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    • peterson 12 de novembro de 2011 at 23:18

      nunca vai baixar, vai subir eternamente e seus 5k são troco de pedreiro… /ironicmode

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      • aiwww 14 de novembro de 2011 at 20:58

        é isso aí .. quem mandou nascer pobre ? … 🙂 me perdoe a ironia, mas é isso que os corretores aqui do Rio querem dizer nas entrelinhas quando você diz que só tem algumas centenas de milhares de reais e que não aceita morar num apartamento na estrada velha da Pavuna .. há uns 5 condomínios sendo construídos na região .. mais conhecida como complexo do alemão .. e com preço de 200 mil reais o poleiro .. opa .. apartamento

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  • Troll 12 de novembro de 2011 at 19:52

    TENSO:
    Com a ocupação da rocinha veja o está sendo veiculado: “De imediato, a UPP vai valorizar em média 30% os imóveis da região. Em um ano, a valorização somente por causa da pacificação vai chegar a 60%”

    h t tp : / / g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/11/mercado-ve-imoveis-mais-caros-em-sao-conrado-com-upp-da-rocinha.html

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    • Troll 12 de novembro de 2011 at 19:54

      Só de uma linha pra outra já valorizou mais:

      “e a UPP vai valorizar os imóveis entre 70% e 100% em algumas regiões do bairro. É o preço real de morar bem, em área nobre, ao lado de uma comunidade pacificada.”

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    • Paulo - RJ 12 de novembro de 2011 at 20:05

      Conversa pra boi dormir. A região já era valorizada, mesmo com a Rocinha ali. Se tiver bocó para aceitar isto, é uma pena

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      • Troll 12 de novembro de 2011 at 20:24

        Também concordo que seja conversa fiada, pois onde há uma favela não pode ser valorizado. Faltou ele dizer na reportagem que ter marca de tiro no AP valoriza em 10%.

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        • Rodrigo 13 de novembro de 2011 at 00:16

          PIADA!!!!

          Se morar em São Conrado agora vai ficar mais caro, o mesmo deve acontecer com a Gávea, porque a Rocinha há muito tempo cruzou o túnel. Quem estuda na PUC-RJ que não vai gostar nada disso porque a mensalidade deve acompanhar a valorização dos imóveis.

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          • aiwww 14 de novembro de 2011 at 21:22

            A PUC é uma excelente universidade … está entre as melhores do Brasil … tem excelentes professores e pesquisadores … mas estudei em universidade pública federal e não entra na minha cabeça como muita gente se desdobra para pagar por algo que já está sendo pago por nossos impostos … o Rio tem excelentes universidades públicas como a UFRJ, UFF, UERJ, UNIRIO, UFRRJ, CEFET-RJ, etc … deveríamos dar valor ao que é pago por nossos impostos, mas muitos preferem encher a boca para dizer que pagam caro por um curso superior simplesmente para se “diferenciar” … se todos fossem filhos do Eike, tudo bem, mas não são … a mesma lógica ilógica se aplica aos imóveis … eles pensam assim: “posso pagar, logo posso ter … se outros não puderem pagar, melhor !” .. como dizia um professor que tive na graduação … “quem aqui nunca dirigiu um Volvo?” … ” .. um Rolex, quem aqui não tem um?” … “.. ninguém aqui nunca foi à Disney? .. não dá para dar aula numa turma dessas …” .. “minha gente, isso é muito forte!” … huahauhuhauhu me divirto quando lembro dessa figura … acreditem, ele existe ! … e muitos dos seus vizinhos da Leblon pensam exatamente como ele … pra mim, a melhor de todas foi o dia que ele ofereceu uma carona a um grupo de alunos … “… alguém aqui vai para o Leblon ? .. não … hahahahaha (e saiu rindo pelo estacionamento)” 🙂 … acreditem, existe muita gente assim no mundo … que vergonha da raça humana :-/

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    • Rodrigo 13 de novembro de 2011 at 00:24

      Futura Capa de Jornal

      Com a pacificação da Rocinha todo Estado do Rio de Janeiro vai ter uma valorização em seus imóveis de no mínimo 20% e no máximo 30% como já acontece em São Conrado.

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      • aiwww 13 de novembro de 2011 at 20:02

        Com certeza … acho que até Realengo e Bangu irão valorizar.. pois os marginais que moravam na Rocinha vão querer continuar o negócio da “família” e morar perto de seus patrões que estarão hospadados em Bangu. Isso parece mentira, mas já acontece …

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    • Rodrigo 13 de novembro de 2011 at 00:28

      “De imediato, a UPP vai valorizar em média 30% os imóveis da região. Em um ano, a valorização somente por causa da pacificação vai chegar a 60%”

      resumo:

      30% em São Conrado
      60% deve ser no Leblon

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  • Banano 12 de novembro de 2011 at 20:34

    BAIRROS

    Segundo Elizabeth Kodama, gerente de inteligência imobiliária da Brasil Brokers SP, os lançamentos populares estão localizados principalmente em Campo Limpo, no Parque Bristol, no Jardim São Luís e em Sacomã.

    Já os de alto padrão ficam concentrados na Vila Nova Conceição, na Vila Mariana, na Vila Clementino, na Vila Mascote e na Saúde.

    LUXO

    O bairro que mais recebeu unidades acima de R$ 1,5 milhão foi Campo Belo, com 192 unidades lançadas, seguido de Moema, com 145, segundo dados do GeoSecovi.

    De acordo com Sita, diante da crise internacional, o mercado de imóveis de luxo se tornou uma opção segura de investimento.

    “A oscilação dos bancos e das bolsas impulsiona o investimento em imóveis acima de R$ 2 milhões, que, localizados em bairros nobres com poucos terrenos disponíveis, não correm o risco de ser desvalorizados”, explica.

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  • Sergio 12 de novembro de 2011 at 20:35

    Outra fonte de informação fabulosa. Não sobre a bolha brasileira, que é fichinha, mas sobre a Fantasia Financeira Mundial. Estou me referindo ao Jornal THE ZERO HEDGE. O Zero Hedge é editado nos Estados Unidos, de responsabilidade indeterminada, mas apto a receber doações e vender produtos como camisetas e outros artigos, com renda revertida para a missão de “ampliar o alcance da informação financeira, econômica e política disponível para o público profissional da área de investimentos”. O grupo também se dedica a examinar “com ceticismo e, se necessário, atacar a instituição flácida que se tornou o jornalismo financeiro”.
    Endereço: h t t p : / / w w w . zerohedge.com/about

    Leiam esse artigo só para terem noção do que publicam; é um wikileaks do mundo financeiro.

    Bancos norte-americanos: a bomba relógio do mercado de derivados

    Sabemos que o sistema bancário inventou (literalmente) o papel. Qual papel? Lixo, nada mais do que isso. São assets tóxicos, derivados sem valor, instrumentos financeiros atrás dos quais existe apenas o vazio. Não são uma riqueza, pelo contrário: são perigosos, são os alicerces acima dos quais foi construída a crise começada em 2008 e ainda não acabada.

    O problema são as dívidas públicas dos Estados?

    Sim, com certeza.

    Os Estados Unidos têm uma dívida pública de US$ 14,5 trilhões.

    O Produto Interno Bruto do planeta é de US$ 62 trilhões. E o JPMorgan Chase, banco privado, sozinho, tem US$ 78 trilhões em produtos derivativos.

    O último relatório trimestral do Office of the Currency Controller acabou de sair e, de forma clara, apresenta a situação: os quatro maiores bancos dos Estados Unidos estão mergulhados (mas seria melhor dizer “afogados”) num oceano de papel que eles chamam “produtos financeiros derivativos” ou assets, mas que na realidade são papel sem qualquer valor.

    Dos US$ 250 trilhões em valor nominal bruto em contratos derivativos (incluídos Interest Rate, FX, Contratti Equity, Commodity e CDS), dos 25 maiores bancos comerciais, quatro bancos detêm 94.4%.

    JPMorgan Chase: US$ 78 trilhões
    CitiBank: US$ 56 trilhões
    Bank of America: US$ 53 trilhões
    Goldman Sachs: US$ 48 trilhões.

    Mas o risco aumenta cada vez mais pois, para poder obter lucros, estes bancos são obrigados a arriscar cada vez mais. Moral da história: a exposição cresceu US$ 5.3 trilhões ao longo do primeiro trimestre deste ano. E em caso de falência? Ninguém “cobre” estes derivativos? Afinal houve bancos que emitiram estes contratos e alguém terá de responsabilizar-se. Na teoria.

    Na prática o caso Lehman (o banco falido em 2008) ensina-nos que por cada dólar de contrato será muito se recuperar US$ 0,20. No caso Lehman houve um banco em dificuldades e nem era o maior: podemos imaginar o resultado caso haja mais do que um banco em dificuldade. Ou um dos Big Four.””
    .
    Iguais a esses tem muito mais, em inglês, claro. Só uma nota: eles são anônimos por seguraça de vida.

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    • peterson 13 de novembro de 2011 at 20:52

      esta é uma das fontes dos meus amigos que são especialistas em Trading Off ou seja, apostam na queda, quero ainda ter metade da percepção deles quanto aos fatos, eles lucram horrores e advinham coisas incriveis como guerras, atentados, catastrofes naturais, quebras de bancos e até eleições de presidentes rsrs…

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  • Rodrigo 13 de novembro de 2011 at 00:46

    RIO – A beleza natural, a riqueza histórica e a falta de espaço fazem da Zona Sul do Rio a região que mais se valoriza hoje no mercado imobiliário brasileiro. O que modifica sua cotação também no cenário internacional. Segundo especialistas no setor, o preço do metro quadrado dos imóveis de alto padrão nas orlas do Leblon e de Ipanema pode chegar a mais de R$ 50 mil: o dobro do valor, quando comparado às regiões cobiçadas de Miami e 30% mais alto do que os cobrados no Principado de Mônaco. Em relação a Nova York, os preços são compatíveis. No caso de Paris, a capital fluminense continua valendo menos.

    – Na orla do Rio, você não encontra mais imóveis de 200 a 300 metros quadrados por menos de R$ 7 milhões. No Leblon, já foi vendido apartamento com vista para o mar por R$ 32 milhões – lembra a diretora comercial da Concal, Bianca Carvalho, acrescentando que os preços estão surpreendendo os estrangeiros. – Inclusive os alemães, que atualmente são clientes em potencial.

    A área mais valorizada da Zona Sul para os que preferem morar em casa é o Jardim Pernambuco, no Leblon. Devido às limitações de espaço no bairro, os lotes desse empreendimento nem são tão grandes, comportando residências com até 500 metros quadrados de área construída. Além da localização, o fato de se tratar de um condomínio fechado, com forte segurança, justifica que as pessoas paguem, de acordo com Bianca, ao menos R$ 10 milhões para morar ali. Mas o valor pode atingir até R$ 26 milhões.

    EUA

    Em relação a Nova York, os preços dos imóveis no Rio estão ficando compatíveis. Em Tribeca, bairro no centro de Manhattan, o preço do metro quadrado varia entre US$ 15 mil e US$ 30 mil, segundo pesquisa feita pela diretora da Concal. Um apartamento no 40º andar do Condomínio Sheffield, por exemplo, com vista para o Central Park e o Rio Hudson, incluindo três dormitórios, três banheiros e armários, além de portas e persianas motorizadas com 110 metros quadrados, está sendo ofertado por US$ 3,35 milhões (o equivalente a R$ 6,2 milhões, com o dólar cotado a R$ 1,85). Com isso, o metro quadrado chega aos R$ 55 mil (na moeda americana, US$ 29,7 mil).

    Já em uma das regiões mais cobiçadas de Miami, Sunny Isles Beach, um apartamento de 220 metros quadrados, num edifício construído em 1993, com três dormitórios, três banheiros, ampla sala e vista para o mar, está saindo por US$ 1,1 milhão (quase R$ 2 milhões). Ou seja, o metro quadrado custa cerca de R$ 9 mil. Enquanto isso, numa rua interna do Leblon, próxima à praia, há oferta de um apartamento de 165 metros quadrados, com quatro quartos e uma suíte, por R$ 3,5 milhões. O preço do metro quadrado, neste caso, está saindo a R$ 21 mil, ou seja, mais do que o dobro do que o apê com vista mar de Miami.

    O corretor Marcos Solberg, que atua no mercado de Miami, afirma que 20% dos apartamentos em Sunny Isles custam acima de US$ 1 milhão (R$ 1,85 milhões), com cerca de 250 metros quadrados e três ou quatro quartos. Os que chegam a US$ 4 milhões (R$ 7,4 milhões) correspondem a, apenas, 5% do total de ofertas.

    – O brasileiro perdeu a noção de preço e ainda questiona se há bolha no mercado. É claro que há – acredita o corretor, que trabalha no mercado de Miami há 20 anos.

    Entre julho de 2010 e junho deste ano, os brasileiros gastaram US$ 1 bilhão na compra de imóveis na Flórida, de acordo com a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis dos EUA. O volume de recursos foi o mesmo dos 12 meses anteriores, mas envolveu un número muito maior de aquisições, por causa da queda dos preços dos imóveis nos Estados Unidos no último ano. O volume de transações cresceu 30% no período, passando de 5,7 mil contratos de compra para 7,4 mil. A fatia dos brasileiros nas vendas também aumentou e chegou a 8% do total de vendas de imóveis para estrangeiros no estado, ante 3% nos 12 meses anteriores.

    Europa

    Numa viagem recente que fez à cidade de Mônaco, Bianca Carvalho observou que os imóveis situados em regiões privilegiadas, com vista para o mar Mediterrâneo e com características semelhantes a de um apartamento no Rio, podem custar 30% a menos. Já em Maiorca, na Espanha, a diretora encontrou grandes propriedades, com vinhedo e vista para o Mediterrâneo por menos da metade do preço dos apartamentos nas orlas do Leblon e de Ipanema:

    – Cheguei a encontrar um castelo por € 5 milhões de euros (R$ 12 milhões), preço inferior ao de uma cobertura na orla, que ultrapassa os R$ 20 milhões.

    Saindo de Mônaco e chegando a Paris, os preços dos imóveis disparam e superam os do Rio. Um apartamento de quarto e sala, com 69 metros quadrados, em prédio do século XVII e situado numa rua privilegiada da cidade, a Visconti, custa € 1,980 milhões de euros (R$ 4,751 milhões). Assim, o metro quadrado do imóvel fica, na moeda brasileira, por R$ 68,8 mil.

    – A riqueza histórica e arquitetônica de Paris já tornam mais caros os preços dos imóveis. O metro quadrado chega a custar US$ 54 mil (quase R$ 100 mil). São propriedades entre 140 e 250 metros quadrados que ficam próximos ao Arco do Triunfo, parte mais central – afirma o proprietário da imobiliária Coelho da Fonseca, Luís Carlos Bulhões de Carvalho, que atua no mercado internacional.

    Na avaliação de Bulhões, o crescimento vertiginoso dos preços no Rio, que chegou a 150% de valorização em dois anos, coloca a cidade no mesmo patamar das outras, o que, para ele, era necessário.

    – O mercado estava maluco e cresceu numa progressão que deixou muita gente enlouquecida. Mas o Rio precisava desta valorização, pois estava com os preços muito descolados dos praticados em outras áreas cobiçadas do exterior. Nós somos a bola da vez, devido não apenas a toda riqueza natural e histórica da cidade, como também aos Jogos Olímpicos que estão por vir. Agora, os preços tendem a sofrer os reajustes normais. A tendência é de estabilização – garante Carvalho.

    O Globo

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  • Zoom 13 de novembro de 2011 at 01:13

    Bolha, novo topico…
    economia.estadao.com.br/noticias/economia,construtoras-dizem-que-promocoes-fazem-parte-de-estrategia,92139,0.htm

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  • Zoom 13 de novembro de 2011 at 01:18

    Bolha, outra materia sobre os tal descontos e as queimas…..

    economia.estadao.com.br/noticias/economia,economia-esfria-e-empresas-queimam-estoques-de-carros-a-apartamentos,92137,0.htm

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    • RT 13 de novembro de 2011 at 11:56

      Eu diria que o pico da euforia já passou.

      Apesar de alguns ainda teimarem que o “mercado está aquecido” (vide a matéria de ontem sobre valorizar em 100% os imóveis nas imediações da Rocinha após a pacificação), o que mais estamos vendo é o constante enfraquecimento das vendas junto com uma negação por parte das construtoras de que o mercado não está nada promissor. O discurso oficial é “essas são promoções normais”, “nesse período do ano, é assim mesmo”, “a tendência agora é estabilizar”, e por aí vai.

      Os proprietários de usados que querem vender também devem estar nessa fase de negação, jurando que seu imóvel “vale” o que estão pedindo. Por isso, seus preços não baixam, mesmo não vendendo.

      São muito interessantes os relatos de colegas sobre conversas com corretores, em que estes admitem que suas imobiliárias estão vendendo muito pouco.

      Eu arriscaria prever que enquanto puderem supor que este travamento nas vendas é temporário, vão manter os preços, ou baixar só um pouco. À medida que durar mais e mais, construtoras e proprietários vão se tocar que se não baixar não vende, e aí, veremos quedas substanciais.

      Junte-se a isso os “investidores bolhudos” (como os classificou outro colega do blog) que estão esperando para vender com ágio…

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    • Troll 13 de novembro de 2011 at 12:09

      Deve ser a parte da estratégia conhecida como:

      New Paradigm / Denial / Bulltrap.

      Veja mais em Psicologia de Bolha:

      h t t p : / / rcesar.net/2011/11/psicologia-da-bolha/

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      • Sérgio 13 de novembro de 2011 at 17:23

        Fabuloso este Psicologia da Bolha. Deveríamos enviar a todas as pessoas que conhecemos e às que não conhecemos, mas temos acesso.
        Trabalho com aproximados 250 servidores, tendo uns 20 comprado, nos últimos meses, imóveis entre 200 e 300K aqui em Cascavel/PR, mesmo que só possamos financiar o máximo de 190K. Esses negam até a exaustão que fizeram um mal negócio, mas já demonstram a fisionomia de “corno traido” pelas vendas (vendas não, ANÚNCIOS de venda) de imóveis nos mesmo edifícios a preços menores, além dos muitos que ainda não foram vendidos (prédios quase sem moradores). Esses, mais um que dá uma de corretor nas horas vagas estão querendo que eu desapareça, pois, não aguentam mais me ver apregoando (e provando) a queda de preços já verificadas.
        .
        A queda já começou; esperemos agora o Bull TRap.

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        • MrK 13 de novembro de 2011 at 18:16

          sinceramente, acho que esses descontos fortes dados pelas construtoras, juntos com os carros e demais premios já se encaixa no bull trap, naquela quedazinha que vem logo antes a queda forte

          acho claramente que passamos pela mania, claramente atingimos o topo (mesmo o fipezap tentando negar) e que já demos os primeiros passos sim na direção da queda, pra mim a velocidade da queda forte de agora pra frente estará ligada a uma combinacao de 3 fatores:

          1- reforço do governo no mercado imobiliario (quanto maior, mais postecipa a queda)
          2- entrega dos imoveis na planta (quanto maior a entrega, antecipa a queda)
          3- solidez economica e emprego (quanto pior, antecipa a queda)

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  • MrK 13 de novembro de 2011 at 08:11

    Os 2 textos do zoom são excelentes, existe ainda um 3o que deve ser olhado em conjunto:

    economia.estadao.com.br/noticias/economia,consumidor-continua-comprando-acima-de-suas-condicoes,91405,0.htm

    “Consumidor continua comprando acima de suas condições – Em outubro, a inadimplência nas vendas a prazo aumentou pelo nono mês consecutivo”

    Meus amigos, está tão dificil assim ligar os pontos? Como tem gente ainda negando a bolha com tantas evidências? Vejam, pelo lado da oferta estão torrando estoques com descontos de até 30%, pelo lado da demanda, esta está endividada e inadimplente, ou seja, sem força pra comprar bens tão caros. COMO OS PREÇOS PODEM SE MANTER ONDE ESTÃO?

    Com esses 3 textos em conjunto, vê-se muito claramente que a bolha existe e já passou do pico, estamos claramente iniciando a fase de descida, por mais que neguem, quero só ver os apartamentos que ficarem prontos nos proximos meses nas mãos de “investidores”, os que eu acompanho no zap (revenda de 1a locação) estão todos os dias lá batendo ponto

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  • Fausto 13 de novembro de 2011 at 08:33

    “O motivo da promoção, diz, não é desencalhe de estoques, mas vender unidades que restaram e que o custo de mantê-las aguardando uma venda normal não é vantajoso.”

    Eufemismo descarado. Vender unidades que restaram com desconto, pois deixá-las em estoque não é vantajoso, É um desencalhe.

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  • MrK 13 de novembro de 2011 at 09:00

    CARACA! eu fui dar uma olhada no zap, contar os imoveis, tinha um tempo que nao fazia isso

    só na barra/recreio tem mais de 15.000 ofertas de venda!!!!!!
    na zona sul do Rio tem por volta de 13.000 (aquele lugar que cresce pq nao tem oferta, sabe?) só em copacabana 5.048 !!!

    socorro…

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  • henrique 13 de novembro de 2011 at 10:13

    É claro que o governo sabe das consequencias nefastas que a nossa bolha de crédito nos trará. Não é necessário ser um grande economista para saber isso. Basta bom senso.

    Com as medidas de estímulo anunciadas sexta passada e com a queda da taxa de juros, o BC está apenas empurrando o problema para frente.

    O governo tem falado muito na crise internacional e nas medidas que vem adotando para combatê-la. Para a população em geral, a sensação é de que o problema vem de fora; ele não está aqui. O governo tem tentado deixar isso muito marcado em suas manifestações.

    Portanto, quando a economia retrair de vez, tenham certeza que o governo (apoiado por parte da mídia) fará de tudo para eximir-se da responsabilidade por essa situação, atribuindo-a por completo ao cenário internacional.

    Para efeito retórico, portanto, muito melhor que a nossa crise “cole” com a crise internacional, expiando a culpa do PT pela situação, o que melhorariam as chances de reeleição da Dilma em 2014.

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    • Troll 13 de novembro de 2011 at 12:18

      O governo tentará inicialmente uma estratégia de marolinha (como fez o Molusco), mas depois a crise será inegável e sem volta, pois hoje o povo está muito mais endividado que em 2008 quando a “marolinha passou”. Preparem-se para assistir a retomada dos imóveis dos investidores Ponzi. Quando tudo for retomado, a grande queima de estoques será iniciada com descontos de até 40%.

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  • MINEIRO QUER BOLA 13 de novembro de 2011 at 11:01

    Construtoras dizem que promoções fazem parte de estratégia
    Fabricantes de veículos, assim como as empresas do ramo da construção, não admitem que haja uma ‘queima de estoque’

    Márcia De Chiara, de O Estado de S.Paulo
    SÃO PAULO – Construtoras e fabricantes de veículos não consideram as promoções como “queima de estoques”. Eles alegam que as promoções fazem parte das campanhas habituais da companhia.

    A construtora Eztec, por exemplo, na virada de setembro para outubro deu desconto de 8,4% sobre uma lista de apartamentos e salas comerciais. Segundo o diretor de Relações com Investidores, Emílio Fugazza, essa promoção não é algo novo para a empresa. “Todo ano, mais ou menos nessa época, damos algum tipo especial de desconto.”

    O motivo da promoção, diz, não é desencalhe de estoques, mas vender unidades que restaram e que o custo de mantê-las aguardando uma venda normal não é vantajoso.

    A Gafisa é outra construtora que iniciou em meados deste mês uma campanha para vender cerca de 20 empreendimentos, de duas a sete unidades cada, em fase de construção ou prontos, com descontos de até 30%.

    Segundo a gerente nacional de marketing da construtora, Erika Fugiwara, é a primeira vez que a empresa faz uma promoção desse tipo. “Selecionamos algumas unidades de cada empreendimento que temos em estoque e colocamos com os preços do metro quadrados de anos atrás, sem adicionar a valorização de mercado. ” A Even informa, por meio de sua assessoria, que, no seu caso, os descontos chegam a 36% para mais de 30 empreendimentos ofertados até o dia 15.

    Na análise do vice-presidente de habitação do Secovi-SP, Flávio Prando, houve um “freio de arrumação” na economia e a velocidade de vendas diminuiu. Com a aproximação do fim do ano, as empresas do setor listadas em Bolsa optaram por estratégias ousadas para acelerar vendas e cumprir as metas.

    Na GM, que vai sortear viagens para quem compra carro zero, o diretor de marketing de comunicação, Frederico Themoteo Jr., diz que, no passado, já foi feito esse tipo de promoção. Hoje, segundo ele, os estoques estão “aceitáveis” e o mercado está muito competitivo.

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  • RT 13 de novembro de 2011 at 11:57

    Eu diria que o pico da euforia já passou.

    Apesar de alguns ainda teimarem que o “mercado está aquecido” (vide a matéria de ontem sobre valorizar em 100% os imóveis nas imediações da Rocinha após a pacificação), o que mais estamos vendo é o constante enfraquecimento das vendas junto com uma negação por parte das construtoras de que o mercado não está nada promissor. O discurso oficial é “essas são promoções normais”, “nesse período do ano, é assim mesmo”, “a tendência agora é estabilizar”, e por aí vai.

    Os proprietários de usados que querem vender também devem estar nessa fase de negação, jurando que seu imóvel “vale” o que estão pedindo. Por isso, seus preços não baixam, mesmo não vendendo.

    São muito interessantes os relatos de colegas sobre conversas com corretores, em que estes admitem que suas imobiliárias estão vendendo muito pouco.

    Eu arriscaria prever que enquanto puderem supor que este travamento nas vendas é temporário, vão manter os preços, ou baixar só um pouco. À medida que durar mais e mais, construtoras e proprietários vão se tocar que se não baixar não vende, e aí, veremos quedas substanciais.

    Junte-se a isso os “investidores bolhudos” (como os classificou outro colega do blog) que estão esperando para vender com ágio…

    0
    • aiwww 13 de novembro de 2011 at 19:55

      Olha, eu diria mais … muitos acreditam que o país está vivendo o milagre econômico da “esquerda” .. sob moldes parecidos com o milagre econômico da direita da década de 70 … Lula virou uma espácie de Getúlio moderno e nossa classe média encontra-se embebida pelos louros da exuberância econômica brasileira e pensam que nós somos a Alemanha do emisfério sul. Por isso acreditam piamente que os preços dos imóveis estão nesses patamares porque a classe média enriqueceu, não porque seus rendimentos aumentaram 50% ao ano, mas porque seus imóveis valorizaram 50% em um ano. A causa não é devido à produção, mas por causa de gente que manipula os jornais, classificados e imobiliárias e de uma hora para outra resolveream apreciar o mercado imobiliário para fazer uma rolata russa com o dinheiro público via empréstimos da poupança.

      0
      • Mineiro BH 14 de novembro de 2011 at 15:40

        Prezado,

        Essa idéia que vc mencionou com certeza integra, hoje, o tal do inconsciente coletivo…

        Tenho uma amiga que verbalizou pra mim isso aí que vc disse…

        Achei incrível, ela não tem elementos pra argumentar, mas diz que é o que ela “tem visto”, o que “comentam”…

        É como se a coisa estivesse no ar, saca?

        Então: deixei a discussão pra lá, não vou perder tempo com delírios… e aliás, se não fosse minha amiga, eu a convencia a entrar agora num financiamento imobiliário ahahahahaha

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      • Troll 14 de novembro de 2011 at 21:47

        O que não se pode esquecer é que o milagre econômico da década de 70, trouxe consequências nefastas para a década de 80/ e início da 90. Inflação exorbitante, desemprego, etc. Imagina depois de 2016 que beleza vai ser.

        Como dizia o Cazuza: “Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades…”

        0
  • Sem Nome 13 de novembro de 2011 at 16:14

    Sinceramente não consigo entender como as pessoas estão conseguindo adquirir imóveis em São Paulo (Capital). Mesmo com um financiamento pelo prazo de 30 anos, os preços dos imóveis tornaram a sua aquisição proibitiva.
    Sou solteiro, não tenho filhos, e tenho uma renda bem acima da média. Mesmo aplicando mais da metade da minha renda líquida todos os meses, adquirir um imóvel (em torno de 40/60 m2) no bairro em que resido de aluguel é impraticável. Além disso, o rendimento em CBD está muito maior do que o valor percentual que pago de aluguel (em relação ao preço do imóvel).
    Não acredito que seja comum possuir uma renda muito maior do que a minha (pelo menos para quem é empregado de empresas multinacionais).
    Com certeza nos próximos anos os preços devem voltar para a realidade.

    0
  • thiago 13 de novembro de 2011 at 16:52

    http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,economia-esfria-e-empresas-queimam-estoques-de-carros-a-apartamentos-,798086,0.htm

    Economia esfria e empresas queimam estoque, de carros a apartamentos

    “Nas últimas semanas, três construtoras – Even, Gafisa e Eztec -, por exemplo, cortaram em até 36% o preço de um grupo de imóveis novos. Uma cobertura de alto padrão, que custava R$ 4,2 milhões, passou a ser ofertada por R$ 2,8 milhões. Um apartamento na zona sul de São Paulo, avaliado em R$ 425,6 mil, agora sai por R$ 383,1 mil.”

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    • Mineiro BH 14 de novembro de 2011 at 15:44

      Eu e MrK já comentamos isso aqui…

      Percebam a sutileza da questão, os caras são bem assessorados por marketeiros…

      Os aps, que valem 450.000, estão sendo vendidos “na promoção” por 360.000, preço velho…

      Ou seja, alguem vai comprar, de fato, por 360.000, mas ele vale 450.000, não houve desvalorização !!!!!

      Perceberam o truque?

      É isso, os imóveis continuam sem desvalorizar no Brasil, a gente é que resolveu dar um desconto…

      Ahahahahahahaha

      0
  • thiago 13 de novembro de 2011 at 17:02

    Recuo do PIB estimula liquidações

    “Para desovar o estoque é preciso pisar no freio da produção e derrubar preço. O ajuste é mais demorado nos bens de maior valor”, afirma o economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges.

    “As empresas erraram a mão”, diz Borges. Muitas delas planejaram a produção e as vendas para este ano contando com alta do PIB entre 4% e 4,5%, que agora caminha para menos de 3%. “Os estoques, que antes eram considerados adequados, ficaram excessivos e isso vira custo.”

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,recuo-do-pib-estimula-liquidacoes,92138,0.htm

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  • Jota Júnior 13 de novembro de 2011 at 17:41

    Para quem falou que os preços não subiriam mais e que os apartamentos da Cyrela, no Wave Ipanema, ficariam encalhados, segue notícia:

    http://classificados.folha.com.br/imoveis/1004383-metro-quadrado-no-rio-de-janeiro-chega-a-r-57-mil.shtml

    Metro quadrado no Rio de Janeiro chega a R$ 57 mil

    ANA PAULA CAMPOS
    COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

    Situada em um dos últimos terrenos disponíveis na zona sul carioca, uma cobertura de 160 m² com vista para a praia de Ipanema custa R$ 9.120.000.

    Essa é a unidade mais luxuosa de um empreendimento da RJZ Cyrela, que oferece, além de seis coberturas, apartamentos de 73 m² a 85 m² com duas suítes e uma área de lazer de 1.100 m².

    No prédio, o valor médio do metro quadrado é de R$ 38 mil.

    Se você pesou na balança e acha que vale o esforço, pode esquecer. Todas as unidades foram vendidas em menos de uma semana.

    “Perdemos a referência. Não imaginávamos que esgotaríamos em tão pouco tempo, sem sequer anunciar o lançamento”, conta Rogério Zylbersztajn, vice-presidente da RJZ Cyrela.

    O preço dos imóveis novos no Rio de Janeiro cresceu 18% de abril a outubro deste ano e 79% em relação a 2009, segundo pesquisa realizada pelo Ibope.

    Só os usados de Ipanema valorizaram 26% nesses seis meses, e o perigo de desvalorização passa longe. “Em uma área nobre que praticamente não tem mais terrenos, o imóvel será sempre valorizado”, considera Zylbersztajn.

    E agora? E se os preços não abaixarem, como vou comprar o meu apartamento??

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  • Elias 13 de novembro de 2011 at 19:08

    Também concordo que o a euforia passou.

    No meu entendimento, estamos entrando na fase que o R. Aliber chama de “financial distress”, quando o crédito começa a secar e os alavancados encontram problemas de caixa e dificuldades de rolar suas dívidas.

    Está ficando interessante.

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  • Marcelo 13 de novembro de 2011 at 19:22

    Aqui em Porto Alegre houve uma explosão de imóveis de alto padrão supostamente impulsionada pelos “bons” resultados da economia que permitiram a ascenção de novos ricos. E os preços praticados são de assustar. Mas passado algum tempo eu observo um curioso fenômeno que é a tremenda oferta de imóveis velhos, em condições pouco razoáveis mas bem localizados, por preços que não ficam atrás dos novos empreendimentos. Será que apareceram novos ricos em um estado com péssimos resultados da indústria nos últimos anos e que está voltando a ter uma economia puramente agrícola, de forma que a demanda por imóveis de alto padrão aumentou muito, ou será que são as famílias tradicionais que estão mudando de residência com a experança de vender muito bem seus antigos imóveis? E cadê os indivíduos que vão comprar as velharias? Será que a localização convencerá os investidores à desembolsar seus milhões? Os dados mostram que estamos em mau momento mas as pessoas estão fingindo estarem em ótimas condições.

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    • Eduardo Zé 14 de novembro de 2011 at 13:41

      Eu tenho a impressão que as pessoas estão vendendo suas moradias mais “velhas/usadas” para mudarem para os novos condomínios. Assim como fazemos com os carros; acho que estamos tendo este comportamento com os imóveis.

      Porque o que tem de casa mais antiga, em bom estado, de boa construção, com material de 1 linha, com boa localização, à venda não é brincadeira… Acho que este povo está comprando na planta e terá que vender seu imóvel antigo para dar a entrada.
      Vai dar só para a entrada né!!! Porque os aps novos estão fora do alcance…

      0
  • peterson 13 de novembro de 2011 at 21:15

    Atualmente estamos em um estágio complexo onde os fantoches sinalizam as posições de cada grupo, o que nos afetará será o china effect, a china sera afetada pela europa e esta será afetada pelos Eua, temos problemas graves à vista, pois os Eua não salvarão seus derivativos somados em centenas de trilhoes e a UE não tera bala na agulha,por isso eu atualmente n compro nem cd no cartão de credito, nuvens negras em 2012,parece piada mas os maias estavam certos, o “mundo” vai acabar se isso descer a ladeira….

    e para quem acha que os politicos que controlam o mundo passo mais uma lição, na verdade nem sei se posso falar isso, mas TODA a economia mundial é controlada por apenas 150 multinacionais agrupadas em 3 grupos filosóficos…

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    • Carlos Wagner 13 de novembro de 2011 at 21:24

      Peterson

      Interessante. Detalhe mais seu ponto de vista para nós. Tem algum link onde podemos ler mais a respeito?

      0
      • peterson 13 de novembro de 2011 at 21:35

        sou somente um matemático, sou mortal e tenho medo de morrer rs… então colega, pesquise cada afirmação que eu disse e vc tera conhecimento suficiente para formar sua opinião …abraços!

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      • EduLon 14 de novembro de 2011 at 00:09

        Segue um link interessante sobre isso.

        Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo

        A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.
        Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas – na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras empresas.

        h ttp://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18798

        0
    • Leo 13 de novembro de 2011 at 23:16

      Peterson,

      Qual maneira voce recomenda para proteger o dinheiro ? Estou muito preocupado com o que vem por ai… sera que o nosso Tesouro Direto é uma boa opcao ?
      A duvida mais importante, acredita em uma possivel quebradeira de bancos nacionais ?

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      • Anonymous 14 de novembro de 2011 at 09:54

        Vá para os EUA e abra uma poupança (savings account) para guardar seu dinheiro. É garantido até o valor de 250 mil dólares. Lembre-se do seguinte: Se os EUA quebrarem, não vai fazer a menor diferença onde voce tem dinheiro, pois o mundo quebra 1 segundo depois. É legal transferir dinheiro da Banânia para os EUA, mas a Lei é recente (2008) e pode mudar a qualquer instante como nós sabemos – APROVEITE a oportunidade.

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        • Arnaldo 14 de novembro de 2011 at 13:39

          po e quanto paga a caderneta nos eua? 0,1% a.a?
          mantido o cambio constante a pessoa tá perdendo a inflação em R$ (7% a.a)
          ou pior, selic (11%)

          e mais o risco cambial

          0
  • Sérgio 13 de novembro de 2011 at 23:54

    1 – Construtoras amargando 40% queda;
    2 – Construtoras amargando queda após queda nos lucros;
    3 – Construtoras sem caixa para as dívidas da alavancagem passada;
    4 – Banco Central inicia processo de demonificação da crise internacional (bode expiatório);
    5 – Banco Central alerta para o aumento risco da inadimplência em setembro;
    6 – Banco Central faz mágica ao abaixar o índice de inadimplência de 26,9% para 21,1%;
    7 – Banco Central aumenta pagamento mínimo cartão de crédito de 10% para 15% em junho e 20% a partir de dezembro para restringir crédito/inadimplência;
    8 – Banco Central volta atrás e mantém pagamento mínimo cartão crédito em 15%, pois, inadimplência já alta;
    9 – Banco Central aumenta liquidez dos bancos para aumentarem suas carteiras de créditos;
    10 – Banco Central reduz selic contrariando os fundamentos;
    11 – Comércio em queda;
    12 – Montadoras dão férias coletivas;
    13 – Montadoras incentivam demissões voluntárias;
    14 – Montadoras oferece descontos e prêmios para desovar carros encalhados nos pátios;
    15 – Imobiliárias acumulam imóveis não vendíveis;
    16 – Mídia entra pesado no coro da negação da crise imobiliária instalada;
    17 – Governo mantém pesado coro de negação de qualquer crise de crédito no Brasil;
    18 – Governo/mídia fazem coro diário para incentivo ao consumo pelos endividados brasileiros;
    19 – Governo/mídia começam a antecipar a culpa pela crise brasileira aos europeus, chineses, americanos e aos guatemaltecos;
    20 – Construtoras “fazem” promoções de 30% nos preços dos imóveis sem alcançarem sucesso;
    21 – FMI, OCDE, FT, WSJ e BOLHAIMOBILIÁRIA.COM já veem bolha imobiliária brasileira preste a explodir; e
    22 – Janeiro de 2012 esta aí, com a Grécia em um momento de epifania mostrando o BURACO embaixo dos pés dos brasileiros.
    .
    .
    E vamos comemorar como idiotas o golpe de estado às avessas de 15 de novembro, gozando os dois dias a mais sem produzir qualquer riqueza e ainda consumindo como loucos com nossos cartões de crédito.
    .
    he he he he…. esse é o meu Brasil, com Fluminense perdendo para o lanterna e tudo… he he he

    0
  • Sérgio 14 de novembro de 2011 at 00:34

    PARA QUEM QUER INICIAR A SEGUNDA NUM MAR DE NÚMEROS DA ECONOMIA AMERICANA e alguns paíse do mundo, em tempo real: h t t p : / / w w w .usdebtclock.org/.
    .
    É coisa de louco: põe o impostômetro instalado em Spo no bolso. Não, no bolso não: no porta moeda da calça. Não, no porta moeda não: no canto de traz da melequinha agarrada dentro do nariz. Isso! Foram agora respeitadas as devidas proporções.
    Americano é outro papo: pode ser uma b…., mas certamente é melhor que brasileiro, comedor de banana filho duma égua. he he he

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  • LB 14 de novembro de 2011 at 01:03

    Esta semana irei aplicar a técnica do Carlos Wagner. Aplicarei também do Troll…. vou dar uma trollada numa imobiliária aqui de Recife. 🙂

    O apartamento do link abaixo:

    h t t p://w w w.expoimovel.com/imovel/apartamentos-comprar-vender-gracas-recife-pernambuco/161024/pt/BR

    ja completou aniversário. Pelo menos desde nov/2010 que eu o monitoro e ele ainda não foi vendido.
    Como o preço de imóveis aumentou em Recife uns 110% desde 2008, irei retroceder o valor para 2008 e aplicar a inflação de 2008 a 2011, buscado em h t tp://p t.wikipedia.org/wiki/Infla%C3%A7%C3%A3o

    Valor pedido agora: R$ 265.000,00
    Valor aproximado em 2008: R$ 126.190,00
    Valor em 2011 aplicando-se a inflação:R$ 147.619,00

    Vou oferecer R$ 145.000,00. Quero ver o corretor ficar putinho 🙂

    Postarei aqui o resultado da ‘negociação’ 🙂

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    • Anonymous 14 de novembro de 2011 at 09:48

      LB,

      Além do preço diga também que a oferta é válida pelo prazo de 1 semana. Diga que é para o proprietário pensar se vai passar mais um ano tentando vender ou se quer vender de fato.

      0
    • Troll 14 de novembro de 2011 at 22:01

      É muito engraçado trollar corretor e proprietário..hehehehe…muito bom assinar uma proposta com 50%.

      – O senhor está depreciando meu imóvel. – proprietário putinho com uma proposta de 50%.
      – E o senhor está depreciando meu dinheiro. – réplica do troll ao proprietário.

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  • MINEIRO QUER BOLHA 14 de novembro de 2011 at 08:39

    PDG tem lucro líquido ajustado de R$265 mi no 3o tri

    A PDG Realty teve lucro líquido ajustado de 265,2 milhões de reais no terceiro trimestre, valor 1 por cento maior do que um ano antes, informou a companhia.

    Segundo a companhia, este resultado foi ajustado pelas despesas referentes ao plano de opção de compra de ações da empresa.

    O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, entretanto, foi de 481,2 milhões de reais, alta de 16 por cento na comparação anual e acima da expectativa de analistas, que previam um Ebitda de 449,5 milhões de reais.

    A margem Ebitda ajustada caiu de 26,7 por cento para 26,1 por cento.

    A receita líquida de julho a setembro somou 1,84 bilhão de reais, crescimento de 20 por cento ante o mesmo intervalo de 2010.

    Já o resultado financeiro ficou negativo em 38,4 milhões de reais no terceiro trimestre, em vista de despesas financeiras que totalizaram 96,76 milhões de reais.

    As vendas contratadas totais no terceiro trimestre registraram crescimento de 12 por cento frente a um ano antes, chegando a 2,4 bilhões de reais. Esse valor, explica a companhia, inclui a participação de sócios nas subsidiárias controladas em conjunto.

    O Valor Global de Vendas (VGV) lançado totalizou 3,28 bilhões de reais, crescendo 19 por cento na comparação anual.

    A empresa divulgou também suas previsões de lançamentos para 2012, quando prevê um intervalo de lançamentos entre 9 e 11 bilhões de reais.

    O estoque a valor de mercado chegou a 5,1 bilhões de reais ao final de setembro.

    Segundo a PDG, o lucro líquido contábil no terceiro trimestre, se desconsiderados ajustes, foi de 257,5 milhões de reais, alta de 2 por cento ante o mesmo período do ano passado.

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  • FQ 14 de novembro de 2011 at 10:04

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1005998-garantia-de-imovel-reduz-juro-de-credito.shtml

    GARANTIA DE IMÓVEL REDUZ JURO DE CRÉDITO – Folha de São Paulo

    A notícia de que sua filha Camila havia sido aprovada para o doutorado em química na Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, chegou como uma grande alegria e uma preocupação para a enfermeira Monica Cases da Silveira, 47.

    Embora a estudante fosse contar com uma bolsa de estudo, muitos gastos referentes à viagem e à estadia no exterior deveriam ser cobertos pela família, que, entretanto, não dispunha do dinheiro.

    Modelo brasileiro do crédito com imóvel de garantia é diferente do americano

    Depois de pesquisarem as alternativas de crédito disponíveis, Monica e o marido, Cid, optaram por usar o apartamento em que vivem, em São Paulo, como caução para emprestar R$ 50 mil.

    “Nós ficamos apreensivos, porque se trata do nosso único bem. Mas vimos que os juros eram muito menores do que os cobrados nas demais opções. Pareceu-nos a melhor solução”, afirma a mãe, que em julho embarcou a filha para a temporada de estudos nos EUA.

    Pouco conhecida no país, essa modalidade de empréstimo que aceita casas, terrenos e até salas comerciais em garantia está crescendo notavelmente como uma fonte mais barata de recursos para a realização de projetos pessoais e a abertura e a ampliação de pequenos negócios.

    Enquanto os grandes bancos cobram juros mensais a partir de 2,5% no crédito pessoal, as taxas do empréstimo com garantia de imóvel vão de 1,4% a 1,6%.

    Os clientes também recorrem a esse tipo de operação para dar entrada em imóvel na planta e, assim, esperar que fique pronto enquanto continua morando no antigo.

    E todos aproveitam para incluir na quantia solicitada valores de outras dívidas caras, como a do cartão de crédito e a do cheque especial.

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  • FQ 14 de novembro de 2011 at 10:08

    http: / / www1.folha.uol.com.br/mercado/1005998-garantia-de-imovel-reduz-juro-de-credito.shtml

    GARANTIA DE IMÓVEL REDUZ JURO DE CRÉDITO – Folha de São Paulo

    A notícia de que sua filha Camila havia sido aprovada para o doutorado em química na Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, chegou como uma grande alegria e uma preocupação para a enfermeira Monica Cases da Silveira, 47.

    Embora a estudante fosse contar com uma bolsa de estudo, muitos gastos referentes à viagem e à estadia no exterior deveriam ser cobertos pela família, que, entretanto, não dispunha do dinheiro.

    Modelo brasileiro do crédito com imóvel de garantia é diferente do americano

    Depois de pesquisarem as alternativas de crédito disponíveis, Monica e o marido, Cid, optaram por usar o apartamento em que vivem, em São Paulo, como caução para emprestar R$ 50 mil.

    “Nós ficamos apreensivos, porque se trata do nosso único bem. Mas vimos que os juros eram muito menores do que os cobrados nas demais opções. Pareceu-nos a melhor solução”, afirma a mãe, que em julho embarcou a filha para a temporada de estudos nos EUA.

    Pouco conhecida no país, essa modalidade de empréstimo que aceita casas, terrenos e até salas comerciais em garantia está crescendo notavelmente como uma fonte mais barata de recursos para a realização de projetos pessoais e a abertura e a ampliação de pequenos negócios.

    Enquanto os grandes bancos cobram juros mensais a partir de 2,5% no crédito pessoal, as taxas do empréstimo com garantia de imóvel vão de 1,4% a 1,6%.

    Os clientes também recorrem a esse tipo de operação para dar entrada em imóvel na planta e, assim, esperar que fique pronto enquanto continua morando no antigo.

    E todos aproveitam para incluir na quantia solicitada valores de outras dívidas caras, como a do cartão de crédito e a do cheque especial.

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    • Gekko 14 de novembro de 2011 at 11:04

      No site da Caixa Econômica Federal no link “Habitação” e depois no link “Feirão de Imóveis” tem os dados em tempo real do número de contratos habitacionais firmados em 2010 e até agora em 2011. Vejam os números:

      2010 – 1.231.250 contratos
      2011 (até agora) – 873.100 contratos

      Digamos que 2011 irá fechar com 900.000 contratos. Vejam que já há uma redução no número de contratos firmados por conta do limite de crédito disponível ou talvez da menor procura (25% menos de contrato). Com os imóveis subindo de preço para valores fora da realidade o crédito é consumido mais rápido. Vejam que com cerca de 25% a menos de contratos assinados houve crescimento do crédito (pois os preços aumentaram muito). Isso em temos de Caixa que é o carro chefe e responde por cerca de 70% do crédito em habitação.
      Creio que ano que vem esta fonte deve secar e isso será um fator importante para o desmonte dos preços hoje praticados.
      Olhando para estes números a conclusão que se chega é que 2010 realmente foi o pico da valorização. De agora em diante a correção deve se iniciar, seja pelo desmonte da bolha ou estouro da mesma.

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      • Gekko 14 de novembro de 2011 at 11:33

        Preços de imóveis em queda podem ter estimulado mercado

        Outro estímulo para esse bom desempenho dos mercados de venda e locação foi o comportamento dos preços dos imóveis usados e dos aluguéis residenciais. Em agosto, o Índice Estadual de Preços de Imóveis Usados Residenciais (IEPI-UR/Crecisp) teve queda de 22,76% em relação a julho. Como o índice é composto por todos os valores de venda e locação levantados pela pesquisa, isto significa que, na média geral dos negócios fechados em agosto, muitos compradores e novos inquilinos foram beneficiados por preços de metro quadrado e aluguéis iniciais inferiores aos de julho.

        http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/venda-e-locacao-de-imoveis-usados-em-alta-em-sp

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    • Anonymous 14 de novembro de 2011 at 12:18

      1) Enquanto os grandes bancos cobram juros mensais a partir de 2,5% no crédito pessoal, as taxas do empréstimo com garantia de imóvel vão de 1,4% a 1,6%.

      Essa moça, poderia ter emprestado esse dinheiro nos EUA pagando essa taxa de juros por ano e não por mes. A própria bolsa de estudo seria garantia suficiente.

      2) Kassab barateia inspeção veicular em SP em ano eleitoral. O preço ainda sofrerá reajustes monetários contratuais antes de ser aplicado –devendo ficar perto de R$ 50.

      50 reais é quanto eu pago para renovar o licenseamento anual aqui nos EUA, incluindo TUDO. Na Banânia somente de IPVA seriam uns 2500 Reais.

      Esse povinho da Banânia tem que se fuder por aceitar pagar esses absurdos. Se existir um trófeu de trouxa mundial, os Bananenses serão imbatíveis.

      0
      • Me 14 de novembro de 2011 at 12:58

        Quanto recalque, ein…

        0
        • Anonymous 14 de novembro de 2011 at 13:12

          Me,

          Por que esse povinho não se junta e começa destruindo as oficinas para inspeção veicular? Seria muito fácil destruir tudo com apenas 6 pessoas. Se uma só oficina for destruída e o evento noticiado, provocará uma reação em cadeia e todas serão destruídas. O bananense é um povinho bosta que merece se fuder cada vez mais.

          0
          • Me 14 de novembro de 2011 at 16:22

            Obvious troll is obvious.

            0
      • Atribulado 14 de novembro de 2011 at 13:11

        e cada vez o nivel do blog cai mais…

        0
        • Anonymous 14 de novembro de 2011 at 13:20

          Pagar 50 vezes mais só para renovar o licenceamento de veículo, pagar pedágio, pagar IPVA (que substituiu a Taxa Rodoviária Única para não ter pedágio), além de pagar o caro mais caro do mundo deve ser pouco para voce.

          0
          • Atribulado 14 de novembro de 2011 at 13:47

            Essa é a educacao do “primeiro mundo”?

            se voce está feliz com sua decisão, não precisa desse ódio todo.

            mesmo pagando IPVA e carro caro, tem muitas coisas que são mais baratas e compensam. Fora o intangível.

            0
            • FQ 14 de novembro de 2011 at 14:03

              Anonymous,

              Concordo em partes com vc, mas infelizmente o povo brasileiro esta domesticado e anestesiado assistindo futebol, carnava e novela.

              Na verdade é a velha dominação do “pão e circo”. A televisão controla e manipula as pessoas. Infelizmente só vejo manifestações populares por causas inúteis propostas pela mídia: legalização da maconha, orgulho GLBT…

              Enquanto isso a população é feita de idiota, mora mal, sofrem para chegar ao trabalho, mulheres são bolinadas no trem, homens chicoteados, apanha da polícia, paga tudo quanto é tipo de taxa e impostos, financia bancos, compra produtos vagabundos com dinheiro que não tem, paga a conta de energia, gas e telefone mais cara do mundo…

              0
              • Atribulado 14 de novembro de 2011 at 15:23

                Também concordo em um ponto: é um povo de bosta mesmo, pois ele entra aqui SOMENTE para OFENDER voces e nego AINDA APLAUDE !!!!

                Sem noção.

                0
            • roberto 14 de novembro de 2011 at 14:06

              Atribulado

              Tem muitas coisas que são mais baratas e compensam. Favor mencionar quais, mas como vc é Atribulado espero não gastar muito seu tempo tentanto encontrar alguma coisa.
              P.S. Não vale futebol, carnaval e beleza natural ok

              0
              • Atribulado 14 de novembro de 2011 at 15:08

                responderia facilmente, mas percebi um tom de deboche e não sou seu empregado.
                fica pra próxima.

                0
                • Money Addicted 14 de novembro de 2011 at 15:48

                  sem qrer ofender…..eu gosto de saber a opniao de outras pessoas….pq pra mim eh claro q esse paisinho eh uma porcaria….soh vermos os precos q pagamos, por imoveis, carros, roupas, etc, etc, e ainda os impostos e taxas sem ter praticamente nada em troca vide saude/seguranca, eu soh nao mudo de pais por questoes financeiras (espero ter condicoes em breve) e vc falou tambem sobre o intangivel que no meu caso o que pesa contra essa decisao seria ficar longe da familia/amigos….mas posso vir visita-los duas vezes por ano, enfim, gostaria de saber o que vc ve de bom no brasil?

                  []s

                  0
                  • Atribulado 14 de novembro de 2011 at 22:17

                    em que outro país voce pode mamar 11,5% na teta do tesouro? não vale grécia né?

                    onde voce pode ter emprego estável e ainda ganhando salarios nos niveis top do mercado?

                    as coisas mais baratas no brasil são as mesmas de sempre, serviços (por ex. empregada doméstica)

                    ou voce vai para os eua e compra uma casa de 250m2, mas vai passar grande parte do seu tempo livre limpando, pois só rico tem empregada.

                    outra coisa é a educação superior (publica) de graça… nos eua tu vai pagar 30mil usd por ano.
                    É verdade que inclui a habitação, mas o seu filho (ou seja, voce) irá ter que pagar as viagens p/ ver os pais (mais despesas).

                    no brasil é mais “fácil” subir profissionalmente, pois a concorrencia é fraca (educação em geral é ruim, falta profissional qualificado em tudo quanto é area).

                    em poucos países do mundo vale tão a pena estudar quanto aqui, a diferença passa fácil de 10x.

                    E tem o pior de tudo: o nojo que os brasileiros tem de si próprios, pega e multiplica por 1000 pra ter uma idéia do que o gringo acha.
                    Viver o resto da vida num ambiente hostil, sendo desprezado e destratado só pra poder pagar R$ 60 mil num bmw? Tem que pesar direito isso aí.

                    todos os que eu conheço foram pra fora somente fazer um pé de meia e voltar o quanto antes. E isso há muitos anos atrás, hoje não compensa (a condição de emprego melhorou muito aqui).

                    todo lugar tem vantagens e desvantagens, só fico impressionado quando olham somente um lado.

                    enfim, é uma decisão de cada um. mas se fosse fácil e simples como dizem por aí, todos já teriam ido.

                    0
                    • Henrique 15 de novembro de 2011 at 00:48

                      Nao apenas empregadas domesticas… Morei na Australia e quase tive uma sincope ao me deparar com a conta do dentista. Frutas e verduras no supermercado, muito mais caras tambem. Como disse o Atribulado, ha muitas coisas a considerar ao se mudar de pais e por mais problemas e absurdos que somos obrigados a vivenciar no Brasil, morar no exterior tem tambem muitos dissabores, que vao desde choque cultural (no caso da Australia, a enorme quantidade de indianos e chineses) a (com crase) dificuldade em fazer amigos fora da comunidade de “expatriados”. Enfim, ficar xingando os brasileiros que vivem no Brasil nao acrescenta nada ao debate a que esse blog se propoe.

                      0
                    • LAM 15 de novembro de 2011 at 00:55

                      Concordo em número, gênero e grau. Estou morando em Shanghai justamente para esse “pé-de-meia”, não mais do que 3 anos! É bom morar em Shanghai? É… As coisas são muito baratas aqui? São… Quero morar aqui pra sempre? Nunca! O Brasil tá uma merda? Tá… Tem muita coisa errada no Brasil? Tem… Tá tudo certo no exterior? Só bobo acredita… todos os que falam que querem sair do Brasil têm mais é que tentar essa experiência pra ter a exata noção do que é ser estrangeiro, imigrante. Posso dizer que vale a pena por pouco tempo! O Brasil, por pior que esteja, vai continuar sendo minha pátria por toda vida. O que posso fazer? Começar por mim mesmo, educando meus filhos de maneira correta e voltado à ética, lutando por direitos e reclamando das coisas erradas, mas nunca desistindo. Ou vocês acham que é tudo maravilhoso no exterior, não há problema social, não há corrupção, não há preconceito contra brasileiros… Quem acredita nessa falácia, que se aventure! E boa sorte…

                      0
                    • Zé Coxinha 15 de novembro de 2011 at 01:28

                      Atribulado, você deveria ter VERGONHA de achar que esses fatores que você citou são VANTAGENS em se viver no Brasil.

                      Sério, eu JAMAIS você orgulhar das mamatas do meu país, que oneram a todos em detrimento de alguns. Jamais vou admitir a baixa escolaridade proporcionada a seus cidadãos – tampouco ver isso como um fator positivo para que, qualquer um, como uma faculdade Uniesquina da vida, ganhe seus 2k e se ache o “Nova Classe Media”.

                      No mais, minha opinião é a seguinte para os brasileiros que não se sentem bem no exterior: Já experimentaram APRENDER DE FATO o idioma do país? Isso já é um grande passo. Façam amizades com nativos – Facebook tá aí pra isso. Saiam mais, frequentem mais pubs e menos Brazilians Days. Faz toda a diferença.

                      Conheço várias pessoas que saíram do país e, com essas atitudes, se deram muito bem lá fora. Alguns estão até casados com nativos, casa própria, emprego, vida feita, e super felizes. Outros, com aquela mentalidade de “O Brasil é minha pátria para sempre”, estão infelizes, só sabem reclamar das diferenças culturais, e estão juntando dinheiro pra comprar um apê de 27m² na Zona Lost de alguma metrópole decadente, ouvindo funk e pagode pra sempre.

                      PS: Desculpem o desabafo. Desde pequeno sempre sonhei em sair do país. Aprendi vários idiomas sozinho (Inglês, Espanhol, Russo e Mandarim), sem ninguém pra bancar cursinho. Sempre tive minha mente aberta pra tudo, mas, infelizmente, não tive a oportunidade nem de ir pra Argentina. Sou frustrado sim, e não aguento ler esse papinho que já fico P da vida.

                      0
              • Anonymous 14 de novembro de 2011 at 15:50

                roberto,

                Talvez assistir jogo de futebol seja mais barato em paises Europeus que pratiquem o esporte. O carnaval só existe na Banânia e portanto não tem maneira de comparar. Belezas naturais todos os países possuem. Pela minha experiência, até mesmo banana é mais barato nos EUA. Gostaria muito de saber o que produto ou serviço é mais barato na Banânia, pois deconheço completamente. Exceto o serviço de empregada doméstica é bem mais barato na Banânia, mas isso também depõe contra a Banânia e a dignidade dos Bananenses. A empregada doméstica é uma pessoa de segunda categoria. O conceito está até assimilado na cultura da Banânia. Quem nunca ouviu falar de “domitório de empregada” nas casas e apartamentos?

                0
                • Anonymous 15 de novembro de 2011 at 06:43

                  Zé Coxinha,

                  Sintetizou brilhantemente. Vejo que voce sempre foi uma pessoa que andou nos própios pés, diferente de alguns que fazem A Banânia ser a bosta que foi, é e será pelo menos nos próximos 50 anos. Não vale a pena gastar essa vida, que talvez seja a única, na Banânia.

                  0
      • Paulo - RJ 14 de novembro de 2011 at 20:18

        Na boa,

        Este blog tem me sido de grande utilidade, me ajudou a entender a dinâmica do mercado imobiliário e serve de balizamento para que eu tome minha decisões..

        Mas, sinceramente, este negócio de banânia já deu no saco.

        0
        • Cleyton 14 de novembro de 2011 at 20:54

          Bom, em defesa do termo “banânia” eu vejo assim, Brasil é um país fantástico, gente feliz, emergente, com grandes riquezas e povo hospitaleiro, etc, tudo o que está no nosso lindo hino e que os gringos vem ver aqui. banânia é o brazil com Z, corrupto, violento, subdesenvolvido, pobre com povo feio, ignorante e cabeçudo (e agora também bolhudo).

          0
          • Paulo - RJ 14 de novembro de 2011 at 21:20

            Não sei até que ponto o termo tem sido usado com esta diferença, Clayton. No final das contas ele está sendo usado é como ofensa mesmo. Os outros países também têm seus problemas, podem até ser menores que os do Brasil, mas pode ter certeza que ele os tem, senão não teriam bolha e não elegeriam Berlusconi ou Bush. Mas não vejo ninguém aqui falando baconzudos, pizzeiros ou cheirudinhos (este é em homengaem aos amigos franceses).

            Nada contra o Anonymous, que inventou o termo, pois parece ser uma grande pessoa e talvez não tenha percebido o efeito disto em algumas pessoas. No início eu até achava engraçado, mas, com o tempo, foi perdendo o sentido e usado de maneira ofensiva e acho que isto não é legal.

            Enfim, ter que ficar discutindo isto é ruim porque acaba poluindo o blog, que tem tópicos muito mais interessantes e ricos. Enfim, eu e, pelo que vi, alguns outros precisavam falar isto.

            0
        • Wendell 14 de novembro de 2011 at 21:29

          “este negócio de banânia já deu no saco.”

          Pra mim também. Por isso que não vejo a hora de me mudar de país!!!

          😛

          0
          • Troll 14 de novembro de 2011 at 22:13

            Se pudesse, vazava também…

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      • Henrique 15 de novembro de 2011 at 03:37

        A frase definitiva sobre este assunto de onde que e’ melhor viver:

        “Viver no exterior é bom, mas é uma merda. Viver no Brasil é uma merda, mas é bom.”
        Antônio Carlos Jobim

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  • Indecoroso 14 de novembro de 2011 at 12:26

    Da série “Armadilhas da Vida”, mais uma do setor imobiliário:

    http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=98406

    Destaque para o seguinte trecho: “…ressaltou que ‘o mercado de capitais, cuja inserção no PIB é de 80%, que não se reduz a ações, tem fôlego suficiente para financiar o setor, nós estamos ainda na infância do crédito imobiliário’, disse.”

    0
  • Eduardo Zé 14 de novembro de 2011 at 13:26

    Hoje pela manhã no tal de Telecine Cult, estava passando o filme “Capitalismo Uma História de Amor”, do diretor Michael Moore, eu assisti um pedacinho, em um dado momento ele pedia para os “especialistas” para explicarem o que eram os Derivativos… que coisa… os malas não sabiam explicar.
    Um documentário que mostra as razões para o colapso do sistema econômico em 2008.

    Vou procurar na minha locadora, vai valer a pena.

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  • Orozimbo 14 de novembro de 2011 at 14:19

    Aluguel de casa em favela já tem valor igual ao de imóvel no centro

    FERNANDA BARBOSA
    DO “AGORA”
    Das curvas do Copan aos tijolos da favela mais populosa da capital, um só preço. O aluguel de R$ 550 banca, da mesma maneira, uma quitinete do edifício projetado por Oscar Niemeyer e uma casa de quarto e cozinha, sem janelas, em Heliópolis (zona sul).
    Urbanização, chegada de infraestrutura de transportes e maior procura -gerada por desapropriações- impulsionaram aluguéis em favelas. Em dois anos, os preços dobraram e se igualaram ao de quitinetes na região central.
    No Jd. Miriam, no Cantinho do Céu e em Heliópolis, na zona sul, uma casa de três cômodos é alugada por R$ 700. Em Paraisópolis, zona sul, uma de 80 m², com três quartos, dois banheiros, garagem e quintal, chega a R$ 1.000.
    O ajudante de almoxarife Marco Antônio Souza Silva, 31 anos, diz ter se assustado com os preços quando teve sua casa desapropriada, há um ano. “Ganho auxílio de R$ 400 e não achei nada por menos de R$ 500”, conta.
    “Não tem casa por menos de R$ 600”, diz Elena dos Santos, que aluga imóveis há 37 anos em Paraisópolis. A mesma média de preço foi paga em julho em quitinetes da Barra Funda (zona oeste) -sem contar a taxa de condomínio.
    O secretário municipal da Habitação, Ricardo Pereira Leite, diz que a melhora econômica motivou a alta nos preços.
    Essa melhora de vida, segundo ele, separou famílias que antes viviam juntas e aumentou a procura. Atualmente, 180 mil delas coabitam. A estimativa é a de que 80 mil deixem de fazê-lo até 2014.
    Para Marcelo Manhães de Almeida, presidente da Comissão de Direito Urbanístico da OAB-SP, a informalidade -acordos de locação com base na confiança- dificulta a migração dos moradores para imóveis fora de favelas.

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    • Paulo - RJ 14 de novembro de 2011 at 14:42

      Legal o final da reportagem, os preços aumentando e o cara achando que mais famílias vão deixar de coabitar. Vejo justamente o contrário, se a insanidade aumentar, mais famílias vão voltar a dividir a residência.

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  • Paulo 14 de novembro de 2011 at 14:36

    Apesar de achar o tom e as sugestões agressivas, tenho que concordar com o Anonymous. No Brasil parece que é bonito pagar caro.

    Houve um sorteio de um netbook na minha empresa e um funcionário americano que veio acompanhar um projeto aqui ganhou. Pois bem, durante o almoço ele pediu para que levássemos ele a uma loja para comprar uma pasta para o netbook… ao ouvir que a pasta que ele escolheu custava R$ 200,00 (cerca de 120 dólares pela cotação do dia) ele achou que estávamos brincando e pediu para a vendedora confirmar o preço pra ele. Após a confirmação do preço, ele simplesmente virou as costas e foi embora, enquanto nos perguntava se tinhamos ido a alguma loja de marca famosa por aqui…

    Quando completou o primeiro mes aqui, quis saber se podia me fazer uma pergunta indiscreta pois havia algo que o deixava inquieto. Eu respondi que sim e ele perguntou qual era meu salario. Ao ouvir que eu ganhava cerca de 6 mil/mes, ele perguntou se essa era média salarial daqui e eu respondi que até onde eu sabia não, que a maioria ganha menos do que isso.

    Até hoje ele tenta entender como podemos arcar com um custo de vida do nosso pais com uma media salarial baixa…

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  • MrK 14 de novembro de 2011 at 16:32

    uma das coisas mais engraçadas é a tal UPP da rocinha, quando invadiram o alemão ano passado os preços em são conrado subiram, pois havia sido anunciada a UPP da rocinha (repito, há 1 ano atrás os preços incorporaram essa “melhoria” futura) dai agora quando a invasão da rocinha ocorre de fato. o pessoal diz que os preços vão subir pela UPP???

    como assim???

    quando as olimpiadas vierem pro Rio o preço vai subir por causa dela também? sobe antes e depois? ahahahaha

    esses corretores………

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    • Anonymous 14 de novembro de 2011 at 17:24

      SP tentando acompanhar o RJ. É só instalar uma UPP e o local vai valorizar 30%.

      Assaltantes invadem condomínio de luxo no litoral de SP
      www1 . folha . uol . com . br/cotidiano/1006496-assaltantes-invadem-condominio-de-luxo-no-litoral-de-sp . shtml

      Houve troca de tiros e três suspeitos morreram no local. Pelo menos mais sete assaltantes teriam fugido por um morro que fica ao lado do condomínio. Eles roubaram joias, dinheiro, cartões e telefones celulares, que foram deixados pelo caminho no momento da fuga.

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    • Troll 14 de novembro de 2011 at 22:20

      Pois é. Dizem as más línguas do setor imobiliário que a estadia do Neymar até 2014 no Santos FC, vai valorizar em 10% os imóveis da cidade de Santos.

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      • Zé Coxinha 15 de novembro de 2011 at 01:31

        Huahuahuahauhauh

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  • Carlos_ 14 de novembro de 2011 at 17:36

    Mais sobre bolha imobiliaria na china:
    .elconfidencial . com /vivienda/2011/11/13/la-ultima-burbuja-inmobiliaria-pincha-china-no-cree-en-el-ladrillo-87558/

    Cientos de agencias inmobiliarias chinas se han visto obligados a echar el cierre en el último año. Las restricciones impuestas por el Gobierno para frenar la burbuja inmobiliaria han enfriado la demanda de viviendas y desplomado las ventas. Cerca de un millar de agencias han cerrado desde que comenzó el año. Sólo durante el mes de agosto cesaron su actividad 177, según la agencia de noticia Xinhua.

    “El año pasado, cuando las cosas iban viento en popa, teníamos cada día a un centenar de personas entrando en nuestras oficinas”, comenta el director de ventas de una consultora inmobiliaria a The New York Times. “Ahora tenemos a tres o cuatro y ninguna está comprando”.

    Una de las pocas burbujas inmobiliarias que todavía seguía inflándose en todo el mundo, ha comenzado finalmente a perder aire. Las transacciones inmobiliarias han caído tan rápido que, en las dos últimas semanas, cientos de agentes y consultores inmobiliarios se han quedado en la calle.

    The New York Times pone nombre a esta realidad. Geland Real Estate, compañía que opera en Pekín, ha cerrado una quinta parte de sus cerca de 250 oficinas este año. “El negocio no va bien. Y no veo un pronta recuperación”, comenta al diario su director de marketing. Por su parte, Centaline Property Agency, una consultora de gran tamaño en Asia con sus oficinas centrales en Hong Kong, se ha visto obligada a cerrar temporalmente 60 de sus 385 oficina en Shenzhen, una ciudad con 13 millones de habitantes. La compañía ha tenido que despedir a 1.000 de sus 8.000 empleados.

    Fuerte descenso de la demanda

    El Gobierno chino está impulsando deliberadamente a la baja los precios inmobiliarios con el objetivo de mejorar el acceso a una vivienda a los ciudadanos chinos e impedir que la burbuja inmobiliaria termine por estallar. A pesar de que las medidas están consiguiendo el efecto previsto, el primer ministro chino Wen Jiabao dijo la semana pasada que seguirán funcionando.

    “Quiero dejar claro que las medidas para contener el mercado inmobiliario no van a cambiar. Nuestro objetivo es que los precios de las viviendas vuelvan a niveles razonable”, dijo durante su visita a Rusia.

    La demanda de viviendas y apartamentos no ha dejado de caer a lo largo y ancho el país después de que las autoridades chinas prohibieran la compra de segundas residencias, entre otras medidas.

    Al mismo tiempo, los promotores se han visto sacudidos por la falta de fondos para la puesta en marcha de nuevos proyectos ya que el Gobierno incrementó los tipos de interés e impuso restricciones a los préstamos bancarios con el objetivo de frenar la inflación, mantener a raya los precios inmobiliarios y evitar la especulación. Asimismo, ha limitado el número de hipotecas que puede tener cada ciudadano a nivel individual, al tiempo que ha aumentado el down payment, esto es la cantidad mínima que debe aportar un comprador cuando adquiere una vivienda, hasta el 40% del total del crédito, con el objetivo de proteger al sector financiero.

    El hecho de que los ciudadanos chinos deban tener ahorrado entre un 20% y un 40% del total de la vivienda puede parecer excesivo en otros países como Estados Unidos o España, pero no en China, con unas tasas de ahorro realmente elevadas.

    Una de las señales que ponen de manifiesto la efectividad de todas estas medidas se puede encontrar en el China Real Estate Index System, una encuesta semanal elaborada por la firma privada SounFun Group en Pekín, que ha constatado que el número de acuerdos firmados ha caído en más de un 50% en seis de las 35 ciudades encuestadas en la primera semana de noviembre, respecto a la semana anterior.

    Además, los datos oficiales muestran, por ejemplo, cómo en Pekín, las ventas de viviendas de segunda mano cayeron más de un 35% en los primeros diez meses del año hasta 101.188 unidades.

    El siguiente paso, fuertes descensos de precios

    El desplome de las ventas no tardará en trasladarse a los precios. La agencia de calificación Standard & Poor’s dijo el mes pasado que contempla una caída en tono al 10% por todo el país durante el próximo año si las medidas puesta en marcha surten efecto.

    En algunas regiones, la corrección ya ha comenzado. En el caso de las viviendas nuevas, los promotores están reduciendo sus precios entre un 15% y un 20%, mientras que los particulares están ofreciendo descuentos entre el 10% y el 15%. Los economistas de Barclays Capital consideran que cuando la caída haya tocado el 20%, el Gobierno chino podría comenzar a dar marcha atrás en las medidas, aunque la caída podría prolongarse hasta el 30% dado que el impulso bajista no desaparecerá de repente.

    El pinchazo inmobiliario está dando lugar a situaciones llamativas. Por ejemplo, un matrimonio pagó en enero 173.000 dólares por un apartamento a las afueras de Shanghai. Ahora, el promotor ha puesto a la venta las unidades sin vender por 124.000 dólares, esto es, con un descuento del 28%. Además, para más inri, el edificio no estará listo para entrar a vivir hasta el próximo mes de mayo.

    El siguiente paso será comprobar cuál será el efecto sobre la economía china.

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  • Banano 14 de novembro de 2011 at 18:58

    Parece que as coisas não são bem assim como parecem……..

    A construtora MRV Engenharia teve lucro líquido de R$ 208,6 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 3,4% na comparação com um ano antes.

    O resultado ficou ligeiramente acima da média de seis estimativas de analistas obtidas pela Reuters, de lucro de R$ 198,8 milhões no período.

    O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 301,1 milhões de julho a setembro, contra R$ 269,9 milhões no mesmo intervalo de 2010 e acima dos R$ 271 milhões, em média, esperados por analistas.

    O Ebitda, uma medida da geração de caixa, foi beneficiado por maiores volumes de vendas e de construção e também por uma receita não-recorrente de R$ 34,9 milhões relacionada à MRV LOG, subsidiária de propriedades comerciais e industriais, disse o vice-presidente financeiro da MRV, Leonardo Corrêa.

    A receita líquida no terceiro trimestre foi de R$ 1,06 bilhão, alta de 19,9% na comparação anual.

    DEMANDA

    Com foco exclusivo no segmento residencial econômico, a MRV não enxerga desaceleração na demanda por imóveis, apesar de indícios de acomodação em diversos setores da economia brasileira.

    “Não estamos vendo esfriamento da demanda, a gente continua vendo a economia funcionando no mesmo ritmo e a gente continua tendo uma demanda maior do que a capacidade de ofertar”, afirmou Corrêa à Reuters, por telefone.

    A MRV teve vendas contratadas de R$ 1,08 bilhão no terceiro trimestre, acumulando R$ 2,88 bilhões de janeiro a setembro.

    A meta da empresa para 2011 é atingir vendas de R$ 4,3 bilhões a R$ 4,7 bilhões –o que significa um saldo de cerca de R$ 1,6 bilhão para os três últimos meses do ano para que a construtora atinja o ponto médio de sua estimativa.

    “É um valor grande pra vender no quarto trimestre, mas vamos atingir pelo menos o piso da meta”, disse Corrêa.

    CUSTOS

    Incorporadoras e construtoras listadas na Bovespa vêm tendo seus resultados pressionados por custos em alta, sobretudo de mão de obra.

    O vice-presidente da MRV disse que a companhia está sentindo a “pressão desanuviar”. “A mão de obra não vai custar menos, mas não vemos a mesma pressão. Não vemos mais uma briga grande por mão de obra que se refletia em seguidos reajustes salariais.”

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    • RT 14 de novembro de 2011 at 20:58

      ““Não estamos vendo esfriamento da demanda, a gente continua vendo a economia funcionando no mesmo ritmo e a gente continua tendo uma demanda maior do que a capacidade de ofertar”, afirmou Corrêa à Reuters, por telefone”

      Uma coisa que atrapalha a analisar o atual momento do mercado imobiliário são essas informações desencontradas.

      Os preços dispararam e já faz tempo que o mercado reconhece que aquela época de “esgotar um lançamento por fim de semana” já passou.

      Por outro lado, os caras da MRV estão aí dizendo que “não vêem esfriamento da demanda”.

      Uma pena que esses jornalistas só investiguem e fazem comparações quando interessa. Se quisessem, a afirmação do cara poderia ser seguida de um “apesar dos números de lançamentos recentes…”.

      Também já lemos por aqui depoimentos de vários colegas que, em contato com corretores próximos, constataram como os caras estão no limbo. Nos jornais, nenhuma palavra sobre isso.

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  • Dan 14 de novembro de 2011 at 19:05

    Consumidor já deve sentir efeitos de medidas do BC neste Natal

    SÃO PAULO – O consumidor já deve sentir os efeitos das medidas anunciadas pelo Banco Central neste Natal, segundo prevê o vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), Miguel Ribeiro de Oliveira.

    De acordo com ele, como a economia está crescendo em patamar inferior ao verificado no ano passado, o governo precisou alterar os planos, mudando algumas regras adotadas para restringir o crédito e evitar a alta da inflação, o que deve fazer com que as condições de concessão de crédito melhorem, havendo diminuição na taxa de juros.

    “Já eram medidas esperadas para restringir o crédito e evitar a alta da inflação. Contudo, desde 2010, a economia mundial mudou, fazendo com que o BC tivesse que tomar novas medidas”, diz.

    Mudanças
    Segundo nota publicada na última sexta-feira (11) pelo BC, a entidade, entre outras coisas, alterou o fator de ponderação de risco a empréstimos que, primeiramente, havia sido modificado em dezembro de 2010.

    Assim, conforme o novo texto, para as operações de crédito consignado com prazo até 60 meses, a ponderação de risco será de 75% ou 100%. Já as com prazos superiores a 60 meses receberão fator de ponderação de 300%.

    As operações de financiamento de veículos garantidas por alienação fiduciária ou arrendamento, com prazo de 60 meses, receberão fator de ponderação de 75% ou 100%. As operações com prazo superior a 60 meses receberão fator de ponderação de risco de 150%.

    Cartão de crédito
    Ainda de acordo com as medidas adotadas pelo Banco Central, a diretoria colegiada da instituição desistiu de aumentar para 20% o pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito, o que estava previsto para dezembro, e decidiu manter o atual limite mínimo de 15% do saldo devedor, estabelecido pela circular 3.512 de 25 de novembro de 2010. Segundo a diretoria, a porcentagem tem se mostrado suficiente para o controle dos valores em exposição.

    Sobre o assunto, o vice-presidente da Anefac acredita que, no curto prazo, não deve haver mudanças no que diz respeito à inadimplência do consumidor. Entretanto, alerta, “quando a economia voltar ao normal, provavelmente, o governo deverá rever a questão”.

    h t t p://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/11/14/consumidor-ja-deve-sentir-efeitos-de-medidas-do-bc-neste-natal.jhtm
    ————

    CONSUMAM, OTÁRIOS! SE ENDIVIDEM! MAIS MAIS MAIS! 47% do salário é pouco!!!
    Cara como podem ser tão irresponsáveis… Kesus!

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  • Marcos 14 de novembro de 2011 at 19:50

    Bancos tem até quarta-feira para enviar ao BC pedido de participação no Minha Casa, Minha Vida

    www .ultimoinstante.com.br/setores-da-economia/setor-governo/57171-Bancos-tem-quarta-feira-para-enviar-pedido-participao-Minha-Casa-Minha-Vida.html#axzz1dicIsRao

    Será que todos bancos entrarão nessa??? Talvez seja um bom indicador.

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  • veigalex 14 de novembro de 2011 at 23:31

    Olha a Gafisa ai gente!!!

    E agora.. o que irão dizer?

    Papai Noel entrou em greve?

    economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/11/14/gafisa-tem-queda-no-lucro-do-3o-tri-e-reduz-meta-de-lancamentos.jhtm

    copia e cola na barra de endereços!

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  • veigalex 14 de novembro de 2011 at 23:32

    Mais uma..

    g1.globo.com/economia/noticia/2011/11/gafisa-lucro-liquido-cai-60-no-terceiro-trimestre.html

    contrariando 06 especialistas!

    Deviam contratar o pessoal do bolha!!

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  • Mineiro BH 14 de novembro de 2011 at 23:35

    Meio off-topic, mas importante…

    Rubens Ricupero

    Corrupção e declínio

    Temos problemas parecidos aos italianos, mas a agenda brasileira é ditada por queda de ministros e escândalos

    Ao contrário do que sustentam alguns politicólogos, a corrupção inseparável do presidencialismo de coalizão praticado no Brasil acabará por gerar crises crescentes de governabilidade até ocasionar o declínio da economia e a destruição do regime político.

    Os que se fixam apenas nas maiorias legislativas não enxergam dois fatores que solapam o sistema na raiz. O primeiro é a destruição da confiança, base, como ensinava Bobbio, da democracia.

    O fenômeno já abarca entre nós quase a totalidade da opinião pública informada. Ninguém mais acredita que partidos e candidatos tenham outro objetivo que não seja o enriquecimento rápido e ilícito.

    No limite, a perda de confiança conduz a explosões de cólera conforme vem ocorrendo nos países árabes, onde a causa principal da revolta das multidões é o protesto contra a injustiça e a corrupção dos governantes. Em nossa história esse sentimento desempenhou papel crucial na mobilização da classe média nas crises do suicídio de Vargas, da eleição de Jânio, do impedimento de Collor, e, ao lado do anticomunismo, do golpe de 1964.

    O governo se felicita com razão da expansão dos setores médios e sua transformação em maioria, mas deveria lembrar que o comportamento político da classe média se caracteriza pela intolerância ante a corrupção. À medida que o setor se expande, essa intolerância só tende a aumentar.

    O segundo fator subestimado é o preço crescente, em termos econômicos, dos arreglos com partidos. Argumenta-se que o dinheiro envolvido na corrupção é insignificante comparado ao tamanho da economia. Pode ser verdade em relação às somas do suborno e da extorsão.

    O problema está no custo astronômico da multiplicação de ministérios inúteis, cargos supérfluos, perda de eficiência, irracionalidade na aplicação de recursos, incompetência na escolha e gestão de projetos dos quais são exemplos o trem bala e Belo Monte. E o custo das reformas que não se fazem porque mexem com os interesses dos partidos da coalizão? No início dos 1970 o setor público poupava 6% do PIB, parte do qual investido em infraestrutura de energia e transportes.

    Hoje, o governo é deficitário e não consegue investir. Quanto dessa perda se deve ao custo político da coalizão? Por que um presidente como Lula nem sequer tentou propor a reforma da estrutura sindical herdada do corporativismo fascista apesar de ser uma das bandeiras históricas do seu partido?

    Por décadas a Itália foi também governada por coalizões corruptas e ineficazes. Não tem importância, alegava-se, pois o dinamismo e a inovação das pequenas empresas garantiam o crescimento. A ilusão se desfez quando o fim do regime terminou esclerosando a economia.

    Em grau distinto, alguns de nossos problemas se parecem aos italianos: crescimento lento, investimento baixo, incapacidade de aumentar produtividade e competitividade, aposentadorias precoces. Política doente contagia a economia.

    O sintoma de nossa doença é que, em vez de ser dominada por essas questões, a agenda brasileira é ditada semana após semana pelos escândalos de corrupção e a queda de ministros.

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    • Anonymous 15 de novembro de 2011 at 08:48

      Essas quedas frequentes de ministros está me lembrando a época do Collor, quando finalmente chegamos a ter um ministério de “notáveis” (pessoas acima de qualquer suspeita). Se o Lula morrer, o poste que está quardando o lugar de Presidente vai caminhar rapidinho para um ministério de notáveis.

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  • Pesquisador 15 de novembro de 2011 at 00:48

    artigo interessante

    nao tem a data

    http://w ww.querocasapropria.com.br/queda-de-preco-e-aumento-de-estoque.html

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  • LAM 15 de novembro de 2011 at 06:13

    Vou responder ao Zé Coxinha por aqui mesmo, a coluna ficou estreita demais. Cara, pelo simples fato de você ter aprendido sozinho os idiomas que disse, já merece meus sinceros parabéns, afinal de contas não são muitos os brasileiros que “se mexem” para evoluir na vida! E também desejo que você tenha a oportunidade de sair do país e ter a vivência no exterior. Obviamente, aprender a língua local e participar de Brazilian Days é extremamente útil e ajuda na vivência. Eu mesmo já tenho uma vida social bem ativa em Shanghai, com diversos outros brasileiros que conhecemos. Alguns não querem voltar de jeito nenhum, outros querem voltar o quanto antes. Já vi vários que casam, têm filhos e estabelecem mesmo. É uma simples questão pessoal e ninguém pode afirmar com tanta veemência algum fato sem antes ter vivenciado o fato! Acredito que pelo “ódio” (em aspas mesmo, sentido figurado) que você sente do Brasil, suas chances de refazer a vida em outro lugar com certeza serão maiores. Porém eu já tenho uma opinião diferente: estou vivendo aqui pela experiência (e obviamente também pelo “pé-de-meia”) mais do que pela razão de “fugir” do Brasil. Gosto pessoal, ponto! E exatamente por isso que pretendo regressar e lutar, ao meu alcance, pela melhoria do país no qual nasci. Ah, e justamente por fazer parte desse blog informativo, eu nunca irei comprar um apê de 27m2 na Zona Lost. Posso gostar do Brasil, mas burro eu não sou! Cara, mais uma vez, desejo que você tenha a oportunidade de sair do país, mesmo que provisoriamente! Você vai ver que a grama nem sempre é mais verde no vizinho! Abraço!

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    • Zé Coxinha 15 de novembro de 2011 at 06:20

      LAM, desculpa se soei grosseiro. Foi mais o “calor do momento” mesmo. O que escrevi não foi direcionado a você, mas sim de uma forma bem generalizada ao que costumo ver por aí.

      No mais, respeito sua opinião. Grande abraço, e PLOC pra todos nós!

      再見!

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      • Atribulado 15 de novembro de 2011 at 13:00

        Zé coxinha, porque eu deveria ter vergonha dessas coisas? Não foi eu quem criou nenhuma delas. É só questão de usar a realidade a seu favor.

        Agora, se o teu país te oferece emprego estável, faculdade de primeira linha de graça, e um dos maiores juros livre de risco do mundo e voce não aproveita porque é “errado”, já pode ser canonizado.

        Emprego e casa própria? Vida feita? Isso dá pra ter no brasil também.

        Melhor ou pior é relativo, cada um avalia de um jeito.

        Agora, quem acha que é mais fácil correr atrás do American Dream, vai lá e seja feliz.

        Quem acha que é mais legal querer mudar o mundo, acampa na Cinelandia depois diz o resultado.

        Outra coisa interessante: quando se viaja como turista voce só conhece o lado bom do local, morando é que voce ve as mazelas.

        No stress.

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      • LAM 15 de novembro de 2011 at 23:12

        Tranquilo Zé, eu entendi a sua indignação! E fico na torcida para que você tenha a oportunidade de um dia poder “pular para o outro lado do muro” e ver como as coisas são no dia-a-dia. Como eu já lhe disse, você tem grandes chances de sucesso, porém verá que não é tão fácil assim quanto muito apregoam e tudo também depende de uma questão de gosto pessoal. Eu acho muito bom morar fora mas não é isso que pretendo para a minha vida. Gosto do Brasil e sinto falta da minha família! O mais importante é saber que nem tudo é perfeito fora do Brasil, digamos que os problemas, metaforicamente, apenas mudam de “.doc” pra “.txt”! Grande abraço e PLOC pra nós!!

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        • Luiz 16 de novembro de 2011 at 13:02

          zé coxa, pessoas como vc que pensam e agem assim seriam bemvindos lá.
          nada a acrescentar,
          Que seus sonhos se realizem, é mais facil do que parece.

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  • MINEIRO QUER BOLHA 15 de novembro de 2011 at 08:09

    Lucro líquido da Gafisa cai 60% no terceiro trimestre
    Companhia registrou ganho de R$ 46,217 milhões.
    Gafisa anunciou revisão de meta de lançamentos para 2011.
    Do Valor Online

    A Gafisa informou nesta segunda-feira (14) que o lucro líquido da companhia 60% no terceiro trimestre ante o mesmo período do ano passado, para R$ 46,217 milhões. No mesmo período de 2010, a Gafisa registrou lucro de R$ 116,6 milhões.
    Na comparação dos dois intervalos, a receita líquida da companhia subiu 5%, para R$ 1,005 bilhão.
    A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) ajustado foi de R$ 202,221 milhões, com expansão de 3%. A margem Ebitda ajustada teve ligeira queda de 20,6% para 20,1%.
    No fim do trimestre, o total de dívida líquida e obrigações com investidores somava R$ 2,946 bilhões, valor 42% superior ao de um ano antes. O caixa caiu 26%, para R$ 912,359 milhões.
    A Gafisa anunciou revisão de sua meta de lançamentos para 2011 para a faixa de R$ 3,5 bilhões a R$ 4 bilhões. A projeção anterior era que a companhia lançaria de R$ 5 bilhões a R$ 5,6 bilhões.
    No terceiro trimestre, os lançamentos da Gafisa somaram R$ 1,051 bilhão, 15% abaixo de um ano antes.

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  • profeta do apocalipse 15 de novembro de 2011 at 08:37

    Impressionante como vivemos mal. Antes diziam que o transito era ruim porque as cidades eram antigas. Mentira, nas áreas novas ninguém faz pistas grandes ou locais para crescer. Estacionamento? Ninguém faz. Tenho inveja(na verdade admiração) dos americanos, pensam grande, fazem as coisas com folga e com engenharia.

    Sou engenheiro, no Brasil engenharia é uma grande piada. Ninguém da valor, ninguém quer fazer por ser de “segunda linha”. Nada contra, mas muita gente valoriza mais enfermagem ou fonoaudiologia apenas por serem “área de saúde”. É uma pena que o pais pense assim. Se falar de direito então…

    Pois bem, politicamente, educacionalmente, planejadamente e tal o Brasil é um pais falido. Essa nossa cultura é muito ruim. Sempre tem desculpas pras as coisas ficarem caras. Aqui em salvador sempre falaram de turismo… Ca pra nos, turismo numa cidade tão largada quanto essa? Se fosse turística teria transporte, gente qualificada servindo etc. o turista vem aqui pra ser assaltado e morto!

    Essa palhaçada de imóveis foi demais. Cada bairro fudido e sem estrutura com preços exorbitantes, ninguém vende nada e tira onda.. esperem que essa crise vem ai destruir esse castelo de areia criado pela mídia e interesses escusos desse povo demoníaco!

    O Le Parc será o divisor de águas aqui. Depois dele teremos muitas inaugurações. O povo continua pobre e dependendo do bolsa família.

    Uma vez li num livro que se todo dinheiro do mundo fosse dividido de forma igual a todos os cidadãos pouco tempo depois estaria igual está hoje, concentrado! Alguém duvida? Eu não….

    ALERTA: A INDUSTRIA NACIONAL ESTÁ QUEBRADA. PENSEM NISSO QUANDO VIREM LAMPADAS, VESTUÁRIO, ETC

    LEIAM TAMBEM O FIM DOS EMPREGOS( LIVRO QUE ACHEI INTERESSANTE).

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    • Anonymous 15 de novembro de 2011 at 08:59

      O Le Parc está tão famoso que tem até um blog criado para reunir e conscientizar os proprietários adquirentes do empreendimento. Conheço de perto somente alguns estados, mas a Bahia é de longe onde o povo vive miseravelmente mais ainda assim parece feliz. É o caso de perguntar, os baianos estão rindo do que?

      leparcsalvador . blogspot . com

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    • Anonymous 15 de novembro de 2011 at 09:31

      Repasses no Le parc, CYRELA

      www . quebarato . com . br/le-parc-salvador-112-m2-entrega-2011-repasse-otima-oportunidade__634EB8 . html

      salvador . olx . com . br/le-parc-entrega-para-nov-11-iid-248263172

      salvador . nexolocal . com.br/p5123497-le-parc-salvador-salvador-apartamento-casa-a-venda-paralela

      Repasso apto no brisas residencial club, Salvador, CYRELA

      www . milclassificados . com . br/anuncio/repasso-unidade-34-106m-no-brisas-residencial-club_Salvador

      como esta unidade foi comprada em 2008, na construtora hoje o preço de uma unidade semelhante, na mesma torre, seria r$ 429.000,00, a minha unidade custa r$ 385.000,00. valor total do imóvel: r$ 385 mil. O que eu quero: r$ 79 mil. Saldo a financiar: r$ 306 mil.

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      • profeta do apocalipse 15 de novembro de 2011 at 11:13

        vai dar merda. quem conhece salvador sabe que tem muito lancamento em bairro nao consolidado mais caro que na pituba, orto e itaigara.. claro que vai dar merda!

        alguem duvida?

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        • profeta do apocalipse 15 de novembro de 2011 at 11:24

          preciso da ajuda de voces. www .vivaleparc .com .br/

          vejam bem.. lancado em 2008 e a maioria nao foi vendido nem pela construtora! imagina os que tao na mao dos especuladores e o povo que vai repassar quando tiver pronto e nao tiver credito aprovado. vamos ser pe no chao… galera.. tou ficando louco ou vai dar merda? quem vai pagar o condominio? a piscina virará um piscinao de ramos? parem para pensar! em tempos de condominio caro, clubes falindo e tal o povo inventa isso! vai dar uma merda federal… alguem concorda comigo ou sou muito pessimista?

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          • RT 15 de novembro de 2011 at 11:41

            Pessoalmente, não temo tanto pelo estouro da bolha não.

            Temeria se nossa bolha fosse igual à americana, onde a circulação de títulos podres (garantias fracas) ferrou não só com o mercado imobiliário como também com o sistema bancário deles e tudo mais.

            Não vejo a bolha daqui contaminando outros setores… na minha visão, é uma bolha de preços, e não de crédito. Tentaram inflar os preços artificialmente, apostando num aumento de renda porcentual que só existiu nas faixas menores… creio que isso travou o mercado, pela impossibilidade das pessoas de comprar. Quando ficar claro que esses patamares são insustentáveis, terão que reduzir preços e amargar prejuízos. As construtoras terão que competir com os especuladores que compraram para revender, e também com o mercado de usados.

            Nesse cenário quem se daria mal?

            a) as construtoras, corretores e quem quer que trabalhe nesse ramo;

            b) os que compraram para revender e acabarão entubando prejuízos;

            c) os que assumiram dívidas que vão enforcá-los por 30 anos.

            Quem teve juízo e esperou o melhor momento para entrar no mercado, ou quem já tem casa própria, não tem muito com o que se preocupar.

            Só lamento por quem trabalha para essas empresas e acabará desempregado por causa da irresponsabilidade de quem toma decisões. Se não fosse por estes, eu desejaria que o estouro da bolha fosse o mais forte possível, para comprar um apartamento bem barato.

            Só esclarecendo que sou engenheiro, leigo em economia, embora goste do assunto. Se alguém sabe de mais alguma coisa que eu esqueci… mas minha opinião é essa: uma catástrofe generalizada não é boa para ninguém. Mas num setor localizado…

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            • xyz 15 de novembro de 2011 at 11:59

              Respeito sua avaliação, mas discordo totalmente.

              A bolha imobiliária não é o resultado da ganância de proprietários, imobiliárias e construtoras, mas o resultado de uma política de estado.

              Este governo transformou o brasil numa grande bolha. Bolha imobiliária, bolha de crédito, bolha de dívida, bolha do mercado de trabalho e a bolha da corrupção.

              Essas bolhas sustentam umas às outras e todas vão “papocar” ao mesmo tempo, ou quase.

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              • RT 15 de novembro de 2011 at 12:27

                “mas o resultado de uma política de estado”

                Acho esse ponto interessante.

                No que se refere à bolha imobiliária, até concordo que o governo possa ter ajudado, com o Minha Casa Minha Dívida, com o aumento do teto do FGTS e com o alongamento dos prazos máximos de financiamentos para 30 anos.

                Mas os aumentos nos preços foram totalmente desproporcionais a tudo isso, e quem promoveu esses aumentos não foi o governo…

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                • waldemar 15 de novembro de 2011 at 14:20

                  Após ler matéria no Estadão de 13/11, onde empresas de construção estão dando descontos de até 30% como “estratégia de comercialização”, não tenho dúviads que a Bolha imobiliária chegou no Brasil.

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                • Frank 15 de novembro de 2011 at 14:40

                  concordo.

                  o governo poderia não ter facilitado com elevação dos limites de financiamento, q acabou re-alimentando a espiral de elevação de preços.

                  mas o movimento de preços per si, esse foi puxado pelos lançamentos, e acompanhado por todo o mercado de usados, em um frenesi insano de remarcações mensais (às vezes semanais !), mesmo sem vender o imóvel.

                  a tentativa é clara: entubar preços no limite da capacidade do mercado. lançamentos estão concentrados nas mãos de poucos players, é fácil promover aumentos coordenados.

                  a massa amorfa de vendedores individuais de usados seguiu o movimento (também com a indulção de imobiliárias, mas em cenário bem + pulverizado).

                  e isso só foi possível porque: houve condições de crédito imob bem mais favoráveis a partir de 2008/2009, e porque houve aumento real de renda (mas bem aquém do aumento dos imóveis).

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                  • RT 15 de novembro de 2011 at 15:01

                    E bota “aquém” nisso… quitinetes hoje custam o preço que apartamentos de dois quartos custavam três anos atrás.

                    Quem quer morar em quitinete claramente não tem uma renda alta, e exceto casos especiais, não teve esse aumento todo.

                    500 mil hoje é preço de apartamento barato…

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        • Fábio 15 de novembro de 2011 at 11:44

          Olha Profeta, não conheço a Bahia mas duvido que em materia de turismo seja pior do que Roma. E olham que ainda colocam a Italia como País de primeiro mundo, tem a maior divida da Europa, um atendimento turistico de quinta, fora a simpatia…que falta em Roma.

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          • profeta do apocalipse 15 de novembro de 2011 at 12:04

            grande! espero que transporte de massa e seguranca la sejam melhores. Alem é claro de pontos turisticos que sao mais famosos.

            aqui ta triste a coisa. tudo largado, buracos, praias, tudo tudo tudo.. taxista da nojo, ladrao p tudo que é lado e cheiradores de cola infernais, usuarios de crack e oxi

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            • Fábio 15 de novembro de 2011 at 12:22

              Posso te falar que andei em todos os transportes públicos, veneza o tal do vaporeto é um lixo, barco imundo, todo desorganizado e fiz questão de filmar tudo, onibus é sempre lotado pq la utilizam um sistema q vc compra um bilhete e tem q registar esse bilhete dentro do onibus, oq acontece muitos usam e é muito raro ver alguem q registre, alem de não ter fiscalizão dentro do onibus, sinalização é muito ruim, trem nesse sistema vc não pode tirar duvidas nos guiches, pq se tentar tirar duvida mesmo falando em italiano vai ser tratado q nem um cachorro. E tem o teste McDonalds, é o mais lento do mundo, amigos meus brincavam que na Bahia seria o mais lento mas duvido muito alçancar essa marca de Mcdonalds na Italia, fora o super atendimento simpatico, mesmo vc tentando falar em Italiano. O Brasil é ruim mas tem muito País de primeiro Mundo muito pior, vai lá e experimenta só rssss.

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              • profeta do apocalipse 15 de novembro de 2011 at 12:30

                obrigado pela dica, ja nao vou mais ai.. eheheh

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  • Tatanka 15 de novembro de 2011 at 10:14

    Aos pouco a ficha esta caindo, e até os ingênuos começando a aceitar que o que estamos vivenciado nos preços dos imoveis, é um absurdo. Mas o mais grave é quando analisamos o cenário, e percebemos o risco que a sociedade esta correndo com uma mídia sem qualquer compromisso em ser imparcial. Não se trata de ser bolhista ou não, mas com a clareza como esse ovo de serpente esta sendo chocado, e nenhuma linha nos jornais alertando os menos esclarecidos, isso é um crime. Essas posições por interesses inconfessáveis da Midia, é que fortalece a cada dia o grupo crescente de defensores de mecanismos para democratização dos meios de comunicação. Se estão procedendo assim com os imoveis, que felizmente parte da sociedade tem visão do que esta acontecendo e grita, vide esse blog, imaginemos em outras transações menos ortodoxas que podem estar em andamento, mas que por interesses econômicos eles escondem.

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    • RT 15 de novembro de 2011 at 20:10

      É o que estava falando outro dia desses… ultimamente, os jornais publicam qualquer bobagem que corretores e construtoras dizem, sem nenhuma averiguação… e todos sabemos que quando querem investigar algo, eles investigam.

      Conversando com as pessoas no dia a dia, constatamos que já se espalhou a percepção de que os preços são irreais e vemos a dificuldade de quem tenta vender apartamento em arrumar comprador.

      Com alguma regularidade, um ou outro colega relata aqui uma conversa com algum corretor conhecido, onde este reconhece a dificuldade que as imobiliárias estão passando.

      As próprias construtoras já reconhecem que passou a fase de “esgotar lançamento em fim de semana”.

      Apesar de tudo isso, sempre aparece uma reportagem onde algum entendido garante que não há bolha, que queda nos preços é impensável… e cadê que contestam essas informações? Dados em contrário existem e sequer são relatados…

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    • Pesquisador 15 de novembro de 2011 at 21:16

      Acho que a maioria das pessoas, incluindo a mídia (que não é formada somente por profissionais tão bem informados e esclarecidos) nos vê como adeptos de mais uma teoria da conspiração

      o único porém é que muitas das “teorias da conspiração” um dia são confirmadas e a vaca já foi pro brejo

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  • veigalex 15 de novembro de 2011 at 12:58

    Bolha!

    Novo tópico urgente….

    Esse ja virou uma linguiça enorme.

    Seria interessante, você limitar a quantidade de post, pois esse site começa a dar pau.. depois de uma certa quantidade.

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  • veigalex 15 de novembro de 2011 at 13:10

    Bolha.. sabe dizer se você tem esse plugin instalado.
    Ele agilzia a publicação dos RSS.

    http://wordpress.org/extend/plugins/pubsubhubbub/

    Facilita muito nossa vida.. o post aparece imediatamente para quem usa o google reader..

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    • Bolha Imobiliária 15 de novembro de 2011 at 19:55

      Não tenho cara…Mas posso ver e instalar

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  • Marcos 15 de novembro de 2011 at 16:36

    A CPI da Dívida da Cidade de São Paulo

    Em 2001, os vereadores de São Paulo já alertavam a população sobre o problema da dívida da cidade e criaram uma CPI.

    Infelizmente, nada foi feito e a dívida em vez de ser quitada pela gestão seguinte, quando ela era ainda pequena, aumentou.

    Pior, foi agravada de uma forma que tornou a dívida ainda mais explosiva. Leia a CPI, e veja os argumentos apresentados.

    Tente observar os argumentos que NÃO foram apresentados, aqueles mais óbvios que todo administrador financeiro teria apresentado.

    www1. camara.sp.gov.br/central_de_arquivos/vereadores/cpi-dp.pdf

    Primeiro, nota-se a ausência de tabelas sobre a evolução da dívida. Na página 19, fica claro que futuras administrações tiraram do documento os dados do excel que eram incluídos no original.

    Sequer dá para saber de fato qual o valor da dívida, algo assustador. Temos vários valores diferentes para as mesmas datas, desde 18 até 21 bilhões.

    E aí vem o Presidente da CPI declarar na imprensa:

    O presidente da CPI estima em R$ 33 bilhões a dívida real do município, valor muito superior aos R$ 18,7 bilhões anunciados em janeiro, na posse da prefeita Marta Suplicy (PT).

    Ou seja, mostra o despreparo financeiro dos Secretários da Fazenda, que nem uma contabilidade confiável criaram para poder administrar corretamente a dívida.

    blog.kanitz.com.br/2011/11/a-cpi-da-d%C3%ADvida-da-cidade-de-s%C3%A3o-paulo.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+stephen_kanitz+%28Stephen+Kanitz+the+blog%29

    Da-le aumento de IPTU para colocar a casa em ordem!

    Responder

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  • MrK 15 de novembro de 2011 at 17:16

    RESUMINDO O RESULTADO DA GAFISA… 2011 vs 2010

    As vendas em unidades cairam 30%
    A receita ficou estável
    O lucro liquido caiu 67%
    O caixa caiu 26%
    Os estoques subiram 23%
    A divida aumentou atingindo incriveis 75% do patrimonio liquido (considerada muito alta)

    Pra se ter uma ideia da loucura, a despesa financeira com juros da Gafisa é bem maior que o lucro liquido dela…

    mais uma…a divida liquida dela é de R$3bilhoes e a total de R$3.9bi….e o lucro foi em 9 meses foi de R$85milhoes, como um cara que lucra 85milhoes vai pagar 3bilhoes?!?! vai levar 40 anos hahaha…ainda mais com esse lucro que só cai?!?!

    SABE QUANTO DO MEU DINHEIRO EU INVESTIRIA NESSA AÇÃO? Comeca com “Z”…

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    • Mineiro BH 15 de novembro de 2011 at 17:59

      Que isso, essa dívida é impagável !!!!

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      • MrK 15 de novembro de 2011 at 18:04

        exato… divida impagavel, lucro em queda livre, dividendos são uma piada… e esses camaradas de banco recomendando comprar… são uns sacanas, esses mesmos são os que recomendam investir em imoveis no auge da euforia, só querem desovar em cima dos otários, só isso!!!

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    • RT 15 de novembro de 2011 at 18:07

      Perguntas de leigo:

      1) O que levou a situação da Gafisa a esse ponto? Foi excesso de ambição (saiu construindo a rodo, achando que ia vender cada imóvel por 1 milhão)?

      2) Os resultados das demais construtoras também estão desastrosos assim?

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      • MrK 15 de novembro de 2011 at 18:34

        cara, a quebra de uma empresa grande é igual queda de avião, acontece por multiplos fatores e não um só

        no caso da Gafisa, temos uma combinação de 3 mierdas:

        1 – A compra desastrosa da tenda
        2- Praticas gerenciais ruins (repare que nos ultimos 2 anos saiu diretor, presidente, investidor, troca de acionista…tudo, parece um passando a batata quente pro próximo)
        3 – Excesso de dívida para financiar um crescimento de lucro faraônico baseado em projeções erradas (previram bem o crescimento da demanda, mas previram muito mal os custos e portanto o lucro)

        Gafisa e Cyrela inflacionaram o mercado com o dinheiro dos IPOs, foram infantis na corrida por terreno, as 2 sairam perdendo… deram sorte que o governo soltou crédito e tivemos a farra especulativa, pois essa farra gerou demanda e encobriu por muito tempo a mierda que as 2 fizeram, só que a farra tá chegando ao fim e agora não tem mais como esconder a mierda

        Quanto as outras, olha, eu diria que bonita nenhuma tá, mas nem todas estão assim tão periclitantes, Gafisa é a pior, seguida da Cyrela, algumas menores como MRV e EZTEC estão mais ou menos (enteda por isso que conseguem se virar sem ajuda, a Gafisa acho que não sobrevive sem ajuda externa)

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        • Fábio 15 de novembro de 2011 at 18:46

          Mrk acredito que a piada da Gafisa pode ganhar sobrevida se tiver ajuda do governo, eles vão tentar segurar ao maximo a situação dessas empresas, imagina se uma Gafisa quebra? O panico que isso vai gerar no mercado imobiliario vai se alastrar como virus e pode contaminar e matar outras. O fato é que 1 dessas quebrando aí estoura a Bolha e esses analistas financeiros são muito malandros, devem estar com essa bomba na mão e querem se livrar rapido do pepino e o mais incrivel é que tem doido que comprar mesmo com os fundamentos todos bixados.

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        • RT 15 de novembro de 2011 at 18:47

          “Excesso de dívida para financiar um crescimento de lucro faraônico baseado em projeções erradas (previram bem o crescimento da demanda, mas previram muito mal os custos e portanto o lucro)”

          Outra “projeção errada” não seria o lucro faraônico, que pensaram que iam auferir vendendo todos os lançamentos pelos preços atuais?

          Se o estoque está subindo, é porque as vendas não estão indo bem como eles supunham que seria, certo?

          Não seria isso mais um indicativo de que os preços atuais estão inflacionados?

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    • John 15 de novembro de 2011 at 18:30

      Acho muito estranho isso. Ou a Gafisa já vinha mal das pernas ou a administração é um desastre. Acabamos de ver um boom imobiliário, com preços inacreditavelmente altos e a manada correndo para as compras, e mesmo assim a empresa está falindo…

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      • LB 16 de novembro de 2011 at 00:14

        Mas a manada parou de comprar…….

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  • Indecoroso 15 de novembro de 2011 at 19:00

    “Ni Hao” Crise!
    _______________
    FMI adverte contra vulnerabilidade do sistema financeiro da China

    France Presse
    Publicação: 15/11/2011 13:09 Atualização:
    PEQUIM – O sistema financeiro da China está exposto a créditos ruins, à explosão do crédito não regulado e à queda dos preços do setor imobiliário, advertiu nesta terça-feira o Fundo Monetário Internacional, que defendeu reformas importantes.

    Em seu primeiro informe dedicado à avaliação do sistema financeiro da segunda maior economia mundial, o FMI considera que a grande interferência governamental na atividade dos bancos dificulta a aplicação de mecanismos de mercado e a boa governança.

    O rápido crescimento dos empréstimos desde a crise financeira mundial de 2008 provocou um endividamento em massa de diversas empresas e governos locais, que podem tornar-se insolventes se a desaceleração do crescimento e a queda dos preços do setor imobiliário prosseguir, considera o Fundo.

    O setor financeiro continua sendo, por enquanto, “robusto em conjunto”, mas devem ser corrigidas uma má alocação dos empréstimos e outras deficiências, segundo Jonathan Fiechter, vice-diretor do departamento de Mercados de Capitais e Monetários do FMI.

    “A estrutura existente permite uma economia e níveis de liquidez altos, mas também cria o risco de uma má alocação de capital e de uma formação de bolhas”, particularmente no setor imobiliário, segundo Fiechter, que dirigiu a equipe responsável pelo programa de avaliação do setor financeiro chinês.

    A China é um dos 25 “países de importância sistêmica”, que concordou com avaliações obrigatórias ao menos uma vez a cada cinco anos, ressalta o FMI, que publica uma lista de 29 recomendações para melhorar o sistema financeiro do país.

    O FMI convoca as autoridades chinesas a permitir que os bancos emprestem com base em critérios comerciais, e não políticos, ou a utilizar instrumentos de mercado, como as taxas de juros, para regular o volume de empréstimos, em vez de medidas administrativas.

    FONTE: http://WWW.CORREIOWEB.COM.BR

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    • Cleyton 15 de novembro de 2011 at 20:02

      Ah, qual é! O cara vem dizer que tem crédito ruim na china? Primeiro que se eles soubessem o que é isso não tinha tido subprime, depois é lógico que todo o crédito é bom enquanto o pagamento vem, se não recebe o crédito era ruim, isso vc só vê quando não recebe oras! Agora, aqui no Brasil o crédito é responsável? Todo mundo paga as contas direitinho e não tem risco de ficar desempregado? Quer dizer, a inflação dá um soluço o cara segura as calças e daí o crédito é que era ruim? Esses “especialistas” tão ficando melhor que a encomenda…

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