BC avisa: vai faltar grana para financiamento imobiliário – Colunistas IG

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Comments
  • MrK 21 de outubro de 2011 at 13:42

    Na minha opinião o crédito foi um elemento muito importante para comecar a subida de preços (inflacionando o mercado), porém não foi o elemento decisivo para levar a bolha ao ponto onde ela chegou.

    Eu explico:

    O Crédito farto liberado muito rápido, somado aos incentivos do governo e ao alargamento de 30 anos, acordou uma demanda compradora de imóveis (gente que não podia agora pôde) e com esse contingente de pessoas comprando de uma vez, não houve oferta pra atender (prédios levam anos pra subir) com isso o mercado inflacionou e os preços subiram, essa foi a pontinha do iceberg.

    Com os preços subindo, vários especuladores comecaram a entrar nessa ciranda pra ganhar dinheiro, foi aí que a verdadeira bolha comecou a se formar, imóvel deixou de ser moradia e deixou de ser investimento de idosas que vivem de aluguel, pra virar uma especulação de curto prazo (esquema de ponzi).

    Na minha opinião, mesmo se o crédito for mantido a bolha irá estourar, pois a especulação de revenda foi a causa primordial da bolha. Acho que é importante colarem no site aquela matéria do IG onde o camarada admite que quem comprou pra revender que se cuide.

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    • xyz 21 de outubro de 2011 at 15:11

      Caro,
      Discordo. Acho que o crédito fácil é um ingrediente fundamental para formação e manutenção da bolha, mas concordo que não é o único.

      A falta de crédito é um gatilho importante para a bolha, mas existem outros e a bolha estoura mesmo num ambiente de crédito abundante.

      A falta de crédito apontada na matéria é facilmente resolvida pelo governo, bantando emitir títulos e repassar para a CEF, como já vem fazendo.

      O crédito só acaba quando o governo não conseguir mais vender seus papéis.

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      • Luiz 21 de outubro de 2011 at 16:22

        a questão não é muito credito ou pouco credito

        a questão não é a qualidade do credor, nosso bancos são sólidos

        a questão é: A QUALIDADE do mutuário.

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        • GPTFN 24 de outubro de 2011 at 01:49

          Eu acho que um ponto importante a ser mencionado aqui, é que: “O CRÉDITO É O MOTOR DA ECONOMIA”.
          Eu posso dizer com certeza pois na minha aréa lido com pagamento, e vejo a quantidade de pessoas enroladas com empréstimos, credito consignado, agiotas, financiamentos e o tradicional cartão de crédito.
          O brasileiro tem essa necessidade de mostrar aos outros que “está bem”.
          Muitas vezes tenho q fazer papel de psicologo, assistente social e etc.( sem querer tirar o emprego destes. rs).
          Não importa o quanto custa um bem, tão pouco se financiado vai ficar 100% mais caro.
          Me interessa se eu posso pagar a parcela.
          Então a pessoa consegue: ter carro novo, tv nova, fazer obra na casa, fazer churrasco no fds, etc.
          Mas quando vem a conta, eles ficam doidos, sem saber o que fazer.
          E ai o que fazem? Um novo empréstimo. Para quitar o anterior. E as dividas vão sendo roladas.
          Eu tenho um exemplo bem interessante,
          um vizinho (estava desempregado, vivendo de bicos), arrumou um esquema com uma empresa, onde ele tirou um carro 0km( vectra) e parcelou em 60x (sem entrada).
          A empresa “agregou o carro”, e ele tem um contrato que paga até bem (cerca de 4k),
          mas digamos que haja algum obice e a empresa cancele o contrato.
          O carro esta no nome dele, as prestações sao dele, e quem vai pagar a conta?
          O carro de cerca de 59k, saiu por quase 100k no financiamento, e após os 5 anos deve estar valendo uns 30k.
          Isso fora seguro, revisões, etc.
          Quem não faz uso do cartão de crédito?
          Na minha propria familia as vezes vejo pessoas assustadas com o quanto gastaram no cartao.
          Eu duvido que se essa farra de crédito acabasse, os preços das coisas seriam os atuais.
          Duvido também que se veria tantos carros em circulação, engarrafamentos cada vez maiores.

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    • Maia 25 de outubro de 2011 at 21:50

      Recebi hoje de um corretor a mensagem abaixo. Já faz uns 2 ou 3 meses que ele tem insistido em me oferecer esses fundos imobiliários. Conversei com ele e ele ressaltou que refere-se a empreendimentos comerciais, como shoppings. Dá pra confiar?

      (desculpem-me, mas não tinha os links, por isso colei tudo)

      Caros investidores,
      Segue as 3 matérias que saíram no “Valor Econômico” sobre Fundos de Investimento Imobiliários. A expectativa de queda da taxa básica de juros e o cenário de aumento da inflação têm tornado os fundos imobiliários mais atrativos

      Ganho imobiliário
      A expectativa de queda da taxa básica de juros e o cenário de aumento da inflação têm tornado os fundos imobiliários mais atrativos.
      Em setembro, esses investimentos apresentaram um rendimento médio de 2,73%, considerando a valorização das cotas na bolsa e o ganho distribuído das receitas de aluguel, superando a variação do CDI no mês passado, que foi de 0,94%. O levantamento, realizado pela consultoria Uqbar, abrange 46 carteiras, entre as 61 listadas na bolsa que foram negociadas no período. “No mês passado houve uma melhora do desempenho dos fundos imobiliários, resultado do reajuste dos aluguéis de alguns imóveis acima do índice de correção e da valorização das cotas”, diz Sérgio Belleza, sócio da consultoria Fundo Imobiliário.

      Até a segunda prévia de outubro, o IGP-M, índice utilizado como referência para o reajuste dos aluguéis, acumula alta de 4,67% no ano e de 6,92% em 12 meses. A expectativa é que com a queda da Selic, hoje em 11,5%, o retorno dos fundos imobiliários termine o ano acima do ganho líquido com as aplicações em renda fixa, considerando o desconto de 15% de Imposto de Renda (IR) incidente sobre essa última. No acumulado do ano, os fundos imobiliários acumulavam um retorno de 11,3%, comparado com 8,70% do CDI.
      Nesse caso, o levantamento da Uqbar abrange 40 carteiras que tiveram negociação em bolsa entre dezembro do ano passado e setembro deste ano.
      Esses investimentos têm atraído as pessoas físicas nos últimos anos ao oferecer a possibilidade de uma renda mensal proveniente dos aluguéis, com isenção de IR. Esse benefício é concedido para as carteiras negociadas em bolsa, com no mínimo 50 cotistas, e com participação máxima de cada investidor inferior a 10% do patrimônio. O ganho de capital com a venda das cotas, no entanto, é tributado em 20%. Além disso, com o desempenho fraco do mercado de ações, muitos investidores têm migrado parte de suas alocações para ativos reais como imóveis.
      A maior procura por esses ativos tem levado a uma valorização das cotas negociadas na bolsa, que respondeu por boa parte da rentabilidade das carteiras neste ano. O fundo Hotel Maxinvest, lançado em 2008 pela Brazilian Mortgages (BM), era o mais rentável neste ano, até setembro, com taxa interna de retorno de 53,5%. O resultado foi impulsionado pela valorização das cotas, de 39,7% no período.
      Voltado para a aquisição de flats, o fundo contava em setembro com 603 apartamentos, localizados em São Paulo, e tem se beneficiado da retomada do mercado hoteleiro na capital paulista, diante da expectativa de aumento da demanda com a Copa do Mundo em 2014.
      Com isso, o fundo tem apresentado um “dividend yield” – que se refere ao retorno com a distribuição dos rendimentos sobre o valor da cota – acima da média, de cerca de 12% a 15% ao ano. Atualmente, na fase de desinvestimento, a carteira contava com um patrimônio de R$ 58,5 milhões. “A queda das Selic aumenta a busca por diversificação dos investimentos, promovendo uma desconcentração dos ativos de renda fixa atrelados ao CDI”, afirma Vitor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages.
      A BM também é responsável pela administração da maior carteira negociada em bolsa, o Brazilian Capital Real Estate Fund I, conhecido como BC Fund, composto por 13 empreendimentos, que somavam um valor de mercado, em junho, de R$ 2 bilhões. O fundo apresentava uma taxa interna de retorno de 20,5% no ano, até setembro.
      Em julho deste ano, foi aprovado um aumento dos rendimentos de 6% ao ano para 8% ao ano sobre o valor da oferta pública do fundo, realizada em dezembro de 2010. O retorno proposto abrangerá o período de agosto deste ano a dezembro de 2012. O fundo mantém a meta de retorno de 15% ao ano a partir de 2015. A ampliação do retorno é resultado do crescimento das receitas com aluguéis, que aumentaram 28% em relação a dezembro do ano passado em mais de 60% dos imóveis em carteira.
      A BM tem buscado uma gestão mais ativa do portfólio que conta hoje com 80% das propriedades comerciais compostas por escritórios de alto padrão classe A, como a Eldorado Business Tower, em São Paulo, e a Torre Almirante, alugada para a Petrobras no Rio de Janeiro.
      O fundo Rio Bravo Renda Corporativa também foi um dos que mais valorizaram. O portfólio, constituído em dezembro de 1999, está com a quarta emissão em análise na Comissão de Valor Mobiliário (CVM), com objetivo de captar R$ 50 milhões. Só neste ano, até setembro, a carteira apresentava uma valorização na bolsa de 16,6%, e estava pagando um ganho sobre rendimentos de 5,4%. Em julho, a carteira contava com patrimônio de R$ 102,7 milhões e compreendia três imóveis, sendo seis unidades no JK Financial Center, além de uma laje corporativa no prédio Jatobá Green Buiding, e outra no Edifício Parque Paulista, todos em São Paulo.
      Administrados pela Rio Bravo Investimentos, os ativos em carteira apresentavam baixa taxa de vacância e a gestora tem conseguido renovar os contratos com reajustes acima do IGP-M. “Apesar dos novos empreendimentos em construção na cidade de São Paulo, a oferta não deve suprir a demanda por imóveis corporativos pelo menos até 2014, com os preços de locação devendo se estabilizar em patamares altos”, diz José Diniz, diretor de fundos imobiliários da Rio Bravo.
      A gestora conta com R$ 6 bilhões em projetos em análise e espera chegar a R$ 1 bilhão em ofertas de fundos previstas para o ano que vem. “Estamos buscando ativos ligados ao segmento de logística, como centros de distribuição, ao redor da cidade de São Paulo”, destaca Diniz.
      O executivo afirma que enquanto a rentabilidade líquida dos fundos DI, descontando o IR e a taxa de administração, está em torno de 6,5% a 7% ao ano, os fundos imobiliários têm pago um “dividend yield” de 7% a 8% ao ano.
      O Kinea Renda Imobiliária, que tem como foco a aquisição de empreendimentos corporativos e centros de logística já prontos no Rio de Janeiro e em São Paulo, também tem conseguido reajustes no valor do aluguel acima da inflação. A carteira acumulava uma taxa interna de retorno de 33,7% no ano, até setembro, sendo 27% referente à valorização das cotas.
      Em julho deste ano, a carteira gerida pela Kinea Investimentos captou mais R$ 200 milhões, sendo 95% da oferta adquiridos por pessoas físicas. Hoje a carteira conta com 4 mil cotistas e foi a mais negociada na bolsa em setembro. A liquidez do fundo reflete o esforço para a pulverização da oferta, que foi distribuída para os clientes dos segmentos private e de alta renda do Itaú Unibanco.
      Hoje, a carteira é composta por quatro imóveis, sendo dois localizados no centro do Rio de Janeiro – um alugado para a Caixa e outro para o Banco do Brasil – e outros dois em São Paulo, e um centro logístico localizado em Sumaré (SP).
      Além do segmento de lajes corporativas, Bidetti, da BM, tem visto oportunidades nos segmentos ligados ao varejo como shopping centers e centros de comércio menores, além de carteiras compostas por papéis como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).

      Ofertas de fundos na bolsa crescem 27% neste ano
      Enquanto o mercado acionário vê mingar as ofertas públicas de ações, os registros de fundos imobiliários na bolsa cresceram 27,08% neste ano, até setembro, somando 61 operações.
      No mês passado, havia 61 carteiras com cotas negociadas na BM&FBovespa, que somavam um patrimônio líquido de R$ 8,019 bilhões, representando um valor de mercado de R$ 10,35 bilhões.
      Antes restritos a poucos imóveis, o patrimônio dos fundos imobiliários tem crescido com muitas gestoras optando por realizar ofertas secundárias para pulverizar a carteira e captar recursos para novos investimentos. Com isso, o número de investidores na bolsa mais do dobrou em relação ao ano passado, passado de 21.216 cotistas para 45.258 em setembro.
      O crescimento dos participantes trouxe maior liquidez para esses ativos. O número de negócios registrados neste ano, até setembro, cresceu 115,7% em relação ao ano passado, registrando 53.877 negociações.
      Apesar da popularização dos fundos imobiliário nos últimos anos, ainda há uma grande quantidade de carteiras pequenas no mercado. Mas é algo que tende a mudar, avalia Alexandre Freitas, gestor de ativos imobiliários da Credit Suisse Hedging-Griffo. Para ele, fundos maiores são melhores para o investidor, pois aumentam a possibilidade de negócios no mercado secundário, dando liquidez ao investimento.
      Com retorno de 18,3% no ano até setembro, o CSHG Real Estate também aplica em lajes corporativas e está com sua quinta emissão de cotas no mercado atualmente, no valor de R$ 162,4 milhões. A carteira investe em lajes performadas, ou seja, já construídas, conforme informações contidas no prospecto do fundo.
      Segundo Freitas, uma Selic abaixo de 10% já deixa os fundos imobiliários bastante competitivos, já que as carteiras conseguem projetos com retorno entre 9% e 10%. A CSGH tem hoje oito fundos imobiliários sob gestão, que somam patrimônio de R$ 1,650 bilhão. (SR e Luciana Monteiro)

      Carteira de incorporação da Brazilian rende 30% aoano
      Por envolver o risco do desenvolvimento do empreendimento, os fundos de incorporação costumam oferecer rendimento maior do que os tradicionais portfólios com foco em renda, atrelados às receitas de aluguéis.
      A Brazilian Capital, companhia de gestão do grupo BRFE, concluiu neste ano seu primeiro ciclo de coinvestimento em projetos de incorporação residencial e comercial no Brasil. Iniciado em 2003, os fundos da empresa entregaram uma taxa interna de retorno média de 30% ao ano.
      Esse primeiro ciclo compreendeu a conclusão dos investimentos de três fundos de participações: o CSHG Realty BC I e II, BCRE Development Fund I. Além disso, encerrou um investimento próprio, no valor de R$ 130 milhões, no empreendimento comercial Parque Cidade, localizado em Brasília.
      Ao todo foram investidos R$ 213 milhões em 12 projetos residenciais e um comercial, com retorno de capital e lucro equivalente a 1,56 vezes o capital investido. “O retorno esperado para os fundos de incorporação é de 20% a 25% ao ano, enquanto os fundos de renda costumam entregar uma rentabilidade líquida de 8% a 8,5% sobre o valor de mercado”, afirma Rossano Nonino, diretor-geral da Brazilian Capital. O retorno mínimo dos projetos administrador pela empresa de 15% ao ano. “Os retornos foram praticamente estáveis”, diz.
      A Brazilian Capital foi responsável pela administração dos projetos dos fundos CSHG Realty I e II, que somavam R$ 60 milhões de patrimônio e tinham como foco imóveis residenciais para o segmento de média renda em todo Brasil. O fundo CSHG Realty I foi a primeira carteira de incorporação lançada no mercado e tinha como meta uma rentabilidade de 20% ao ano mais a variação do IGP-M.
      O BCRE, lançado em 2005, também era voltado para projetos residenciais e investiu em dois empreendimentos, um em Goiânia (GO) e outro na cidade de São Paulo. Lançado em parceria com um investidor estrangeiro, a Brazilian comprou a participação do sócio, que foi obrigado a se desfazer do negócio após a crise imobiliária nos Estados Unidos.
      Os investimentos dos fundos eram realizados por meio da aquisição de participação, que variava entre 50% e 80%, em Sociedades de Propósito Específico (SPEs), em parceria com incorporadoras. Já o projeto do Parque Cidade envolvia a construção de três torres comerciais, sendo duas vendidas para a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, no ano passado, e outra que ficou como permuta em troca do terreno.
      A Brazilian Capital conta com R$ 2,7 bilhões em ativos imobiliários sob gestão e atualmente está em fase de investimento dos recursos do BCRE II, que captou R$ 100 milhões no ano passado com investidores americanos e asiáticos, que investem na carteira por meio de um veículo constituído em Delaware. “Metade desse valor já está comprometido e devemos concluir a fase de investimento até o fim do ano”, afirma Nonino.
      A gestora pretende realizar uma nova oferta desse fundo no primeiro semestre do ano que vem, com previsão de captar entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões com investidores locais e estrangeiros. “O fundo terá um foco mais diversificado podendo investir no segmento residencial, parques industriais e shoppings de conveniência, que têm grande potencial com o crescimento do poder de consumo dos brasileiros”, destaca Nonino.
      Segundo o executivo há um grande interesse dos estrangeiros pelo mercado imobiliário brasileiro, que apesar de aquecido, ainda está longe de uma bolha. “O mercado de imóveis comerciais em São Paulo apresenta a menor taxa de vacância dos últimos dez anos e isso não deve mudar nos próximos três anos”, diz Nonino.
      Já no segmento residencial, o executivo acredita que o momento de euforia já passou e o mercado está passando por um ajuste de oferta e demanda.
      Os fundos de incorporação, no entanto, são destinados a investidores qualificados, com no mínimo R$ 300 mil em aplicações financeiras. Apesar da rentabilidade maior, a liquidez desses portfólios é bem mais baixa, uma vez que o investidor só começar a ter o retorno sobre o capital investido depois de um prazo médio de cinco anos. “O foco desses fundos é o ganho de capital e não a renda”, diz Nonino.

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      • Tomaz 28 de outubro de 2011 at 20:00

        FIIs. a principio, nao tem nada haver com o preco dos imoveis que encontramos por ai. Gosto do meu $$, gosto de investir. Estou comprando FIIs como forma de protecao para uma crise que deve vir; nao compro de forma alguma um imovel agora.

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  • Andre Luiz 21 de outubro de 2011 at 13:57

    Perfeito, MRK.

    O crédito é uma ferramenta importante de desenvolvimento, mas o crédito irresponsável pode trazer consequencias nefastas para a economia, com a conta sendo paga pelos mais pobres.

    Acredito que o governo, assim que os preços começaram a subir (entre 2008 e 2009 os preços no Méier-Rio de Janeiro/RJ subiram uns 30%), deveria ter tomado alguma medida para segurar a alta. Poderia ter cortado parte do crédito para imóveis usado, de modo que não subissem na cola dos novos e estes continuassem a ser construídos, por exemplo.

    Mas não, em vez disso deu mais dinheiro à Caixa, criou o MCMV, reduziu juros para servidores públicos etc. Hoje em dia muitos analistas dizem que a solução para o problema é fomentar ainda mais o crédito, de modo que a economia não desaqueça, mas até quando mais e mais crédito poderá ser criado?

    Crédito um dia tem que ser pago, quanto maior ele for, mais difícil de quitá-lo fica. Dizem que quanto maior a pessoa, maior é a queda. É isso que o governo brasileiro quer?

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  • Ar Quente 21 de outubro de 2011 at 14:16

    dci.com.br/Fusoes-no-setor-de-imoveis-sobem-125_-13-395511.html

    Fusões no setor de imóveis sobem 125%

    são Paulo – O ramo imobiliário registrou 18 fusões e aquisições somente no terceiro trimestre deste ano. O segmento apresentou um forte aumento de 125% na comparação com o mesmo período de 2010, quando foram feitas oito transações. Já no acumulado dos primeiros nove meses deste ano, foram registradas 35 negociações, o que indica que o setor vai manter o patamar alto que registra nos últimos quatro anos, segundo a pesquisa de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil. O maior resultado foi em 2007, com 51 transações.

    Do total de negócios concretizados no terceiro trimestre deste ano, o maior número, 13, foi realizado entre empresas que têm somente capital brasileiro. Quatro outros envolveram estrangeiras que adquiriram companhias brasileiras estabelecidas no País, e um apenas foi realizado por estrangeira que adquiriu outra no Brasil.

    “Esse avanço demonstra que as empresas do segmento de Real Estate [bens imóveis] estão atentas às oportunidades de consolidação, principalmente as domésticas”, avalia Giuseppe Masi, sócio da área de Financial Services da KPMG no Brasil.

    Segundo Luís Motta, sócio da área de Fusões e Aquisições, este trimestre apresentou uma aceleração do número de operações lideradas por empresas brasileiras. “Nossa interpretação é a de que o principal interesse de aquisições pelas empresas brasileiras e pelas estrangeiras está no mercado local.”

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  • peterson 21 de outubro de 2011 at 14:48

    ah o governo sabe do crash em 2012… aí sim eim, vejo medidas como aumento de subsidios com ampliação de margens e cotas mais amplas, prazos mais longos e juros mais baixos, pressinto aportes do tesouro em bancos estatais com recursos diretos. Se eu fosse o governo deixava a bolha estourar, mas acho que a bolha será retardada com estas medidas como havia previsto para 2015, será por causa das eleições diretas presidenciais?, bem, só acho que isso será arriscado para o país pois tem muito gasto publico em estádios (tenho vergonha disso, mas há quem comemore) e eventos das olimpiadas. Se o mundo entrar em recessão estamos indo no rumo certo da falência, 🙁

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    • MrK 21 de outubro de 2011 at 15:07

      peterson, creio que o que definirá a data da explosão da bolha é a entrega de milhares de imoveis comprados na planta por especuladores, conforme esses imoveis forem vindo a mercado, competindo com imoveis usados a venda e novos lancamentos das construtoras, o mercado ficará sobreofertado e entrará num leilão inverso, baixando os preços

      creio que esse “leilão” levará muitos meses até chegar ao fundo do poço, possivelmente até 1 ano

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      • Jack Imóveis 21 de outubro de 2011 at 15:13

        MRK,

        Como os grande anos de lançamentos foram 2009 e 2010 conforme já dissemos aqui várias vezes, eu acho que começa no segundo trimestre do ano que vem e em 2013 a coisa vai ser feia.

        Abraços

        Jack – Vidente

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      • peterson 21 de outubro de 2011 at 15:48

        MRK só tem um problema na sua análise o mercado nacional não está nem estará sobreofertado, há carencia imobiliária, assim os aportes sustentarão a demanda em ciclos, o que ocorre é que o comprador (que vocês nomeiam especulador) em sua grande maioria é um aplicador em IMOB e ele não trabalha com seu dinheiro, os recursos são extrangeiros, então este tipo de investidor não sabe o que você sabe e por isso não retirará seu dinheiro em “manada” como você pensa, aliás ele nem sabe onde tem imóvel, o que ele enxerga é % em lucros, assim enquanto o mercado brasileiro entiver bom ele mantêm, ocorre que como os preços subiram muito acabaram os investidores nacionais e pior, acabaram os potenciais compradores finais, a bolha não estoura na entrega, estoura na crise internacional que ocorre antes, seremos contaminados com a realização dos lucros, aí desanda a carroça, não tem comprador final então o investidor sucumbe à estagnação do capital, existe no brasil 2 bolhas fortes, as duas de ativos, uma imobiliária, outra dos veículos motorizados consumíveis, dizem que tem uma do CDC mas duvido, pra piorar se tudo manter como está o brasil falirá por falta de recursos devido gastança da copa e das olimpiadas, se tudo der certo não faliremos, mas teremos estagnação, daí estoua a bolha IMOB e teremos recessão lá pra 2015. eu quero estar errado, mas ta dificil …

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        • Luiz 21 de outubro de 2011 at 16:17

          Peterson, não sou matematico mas vc raciocinou EXATAMENTE como eu fiz.
          Temos um bolão aqui e minha aposta tbm foi rpa 2015 quando as condições gerais se tornam com certeza insustentável, independente de qualuqer re-ação

          Conheci um destes investidores internacionais, era claase média porteiro de um hotel em Barcelona, uma perfeita mula, é isso memso, ele só pensa em %.
          No dia que não der lucro eles se mandam, e só não estourou antes pq a zona do euro está uma zona.

          Mas veja que é uma zona em termos, eles estão apenas discutindo quem vai apgar a conta dos exageros, sem duvidas que eles tem plena e total capacidade rpa resolver a crise na hora que acharem mais conveniente. Isto é dificl de entender na nossa cultura, crise lá é uma situação muito melhor que a epifania daqui, então vamos relativizar, somente os mais imbecis estão se dando mal por lá, e segundo a cultura deles isto é bom pra dar uma lição na sociedade, a crise deles está sob total controle. Saberão exatamente o momento de pular fora daqui, e vmaos ser pegos no contrapé, a julga pelo nivle dos operadores do mercado que nos visitam

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          • Pedro 21 de outubro de 2011 at 16:35

            Essa foi boa. A crise na Europa está sob total controle!!! Conta outra.

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            • Luiz 21 de outubro de 2011 at 16:46

              Pq?
              argumentos?

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              • Dr. Estranho 21 de outubro de 2011 at 19:50

                A Grécia pagará o que deve e ……

                0
                • trackback 21 de outubro de 2011 at 20:12

                  Pagará se a Alemanha ou a China der uma esmola para ela.

                  0
                  • Hik 23 de outubro de 2011 at 03:00

                    A questão é: quem pagará Alemanha ou China?

                    Aliás, com tanto calote do Tio Sam, alguém acha que a China emprestaria algum Yuan à país falido?

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    • Murdoch 21 de outubro de 2011 at 17:00

      Peterson, eu tinha postado no post anterior e ainda não tinha lido esse.
      Coloco aqui novamente o que coloquei lá…

      Prezado Peterson, mto interessante seu ponto.
      Não conheço seu modelo, muito menos as premissas, mas acredito que vc deve considerar um valor x que o Governo esteja disposto a gastar para segurar esse preju, certo?
      Do que ando conversando com gente que trabalha no Governo Federal, a mentalidade é a de segurar tudo que puder. Não medir esforços! Gastar mesmo.
      Acho que vão continuar baixando taxa de juros pra manter a festa. Suspeito eu que, se conseguirem, até meados ou final de 2014. Aí, passadas as ELEIÇÕES o bicho pega. Acho até que segurariam até 2016, mas vai ser impossível.
      Acho que as grandes variáveis aí são mesmo o futuro da China e o tamanho do buraco europeu. Podem adiar ou antecipar a porrada.

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      • Luiz 21 de outubro de 2011 at 17:09

        eu tbm Petrerson, escrevi lá no outro.

        Gostaria de saber ao menos grosso modo quais são os seus inputs principais.

        Já trablhei com modelos, até produzi alguns, não nessa área.

        Vc poderia nos passar simplificadissimamente como vc modelou tudo isto?

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        • Dr. Estranho 21 de outubro de 2011 at 19:52

          Lendo.

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    • Murdoch 21 de outubro de 2011 at 17:09

      Tem que considerar o efeito eleições.
      Acho que só China e Europa desequilibram esse fator, apesar de eu achar que o Governo queima o que tiver que queimar pra segurar…

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  • peterson 21 de outubro de 2011 at 15:58

    opa, agora entendi o que o MRK disse, desculpe, tem razão, o investidor em planta cuja margem inicial de 20% de entrada é um catalizador de efeito crash, mas não tenho dados para afirmar que todas as entregas ocorrerão no mesmo semestre do mesmo ano como vocês dizem. Vocês devem ter dados não oficiais de lançamentos de uma unica vez pois observo que os dados oficiais os lançamentos são continuos e margeados em minimo de 30% de realização nas vendas…

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    • DRN 21 de outubro de 2011 at 16:30

      Concordo os dois fatores são importantes: (i) crédito e (ii) especulação.

      Ainda não estou convencido de que vá haver uma queda de 40-50% nos preços dos imóveis. Acredito numa queda de valor, sim, muito mais pela inflação do que pelo desconto nominal.

      É que o mico pode ser jogado nas mãos das construtoras, com devolução de pelo menos 75% do valor pago a título de preço. Acho que poucas pessoas que entraram só para vender nas chaves vão conseguir ou enfrentar o financiamento. Se não encontrarem alguém para repassar o mico, vão devolver. As construtoras, tudo bem, podem ficar com estoque elevado, mas, se precisarem de caixa, vão conseguir via BNDES. Não acredito que o governo deixaria quebrar, porque lucra com isso, porque gera empregos e porque o lobby das construtoras é forte. Vão dizer: e os juros devidos ao BNDES. Eu diria: são subsidiados e, além disso, acho (agora é achismo mesmo) que a margem de lucro das construtoras agüenta o tranco.

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      • Mineiro BH 21 de outubro de 2011 at 16:42

        Prezado DRN,

        Desculpa, mas seu racioncínio sofre do mesmo problema de quando a turma analisa a China e conta com seu “””eterno”””” crescimento a 10%…
        O BNDES não é um saco sem fundo, apesar de estar parecendo (vide farra dos anos Lula)
        E o Tesouro tb não pode cobrir o BNDES e os juros subsidiados indefinidamente… também apesar de parecer o contrário…

        Desculpa te dizer, mas a situação pode ser bem mais complicada do que parece…

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        • DRN 21 de outubro de 2011 at 16:51

          Caro Mineiro de BH,

          Concordo com vc que o BNDES não é um saco sem fundo. Mas será que estamos falando em tanto dinheiro assim, considerando o tamanho do bolso do BNDES? Eu realmente não sei, mas acho que não.

          Encontrei num relatório do BNDES de 28.01.2010 o seguinte:

          “- Analisando-se os dados referentes ao ano de 2009, pode-se notar que o desempenho do BNDES atingiu patamares recordes em todos os níveis de operações. As liberações e aprovações somaram R$ 137,4 bilhões e R$ 170,2 bilhões, que representam taxas de crescimento de 49% e 40%, respectivamente, vis-à-vis o ano de 2008. As consultas e enquadramentos seguiram a mesma dinâmica, apresentando valores de R$ 223,9 bilhões e R$ 190,2 bilhões, com altas de 27% e 22%, respectivamente”.

          E mais, título do tesouro brasileiro vende que é uma beleza. Não vi ninguém até agora (inclusive colegas do blog) temer um eventual calote. Até o cara do Trading Cafe, que é professor e profissional do mercado, diz que é uma boa.

          0
    • Luiz 21 de outubro de 2011 at 16:34

      Peterson, vc precisa entrar aí com dados sociais

      Temos demanda reprimida???

      sim e não

      1. Há deficit de 7 milhoes em submoradia
      2. Há expansão de renda acima da inflação em 5%aa. nos ultimos anos

      Porem 90% disto tudo está concentrado nas classes C, D e E
      A nova classe recebe de 1mil a 5 mil familiar
      Portanto 90% da NewC ainda está fora do mercado formal

      O efeito demanda reprimida é marginal
      Isto quase nada tem a ver com ipanema e Leblon onde a bolha inchou mais
      A produção não encaixa com a demanda

      Temos demanda reprimida E sobreoferta (e jabuticaba)

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      • JPM 21 de outubro de 2011 at 17:41

        Já foi postado aqui no blog um relatório do IBGE, que estimou no último senso o número de imóveis vagos em 6 milhões, já descontados imóveis de uso esporádico, como veraneio.
        Então praticamente “não há deficit nenhum”.
        É claro que a maior parte destes imóveis não deve estar ao alcance das classes mais baixas, portanto elas não representam demanda para eles, nem eles representam oferta para essas classes, mas esse é um dos problemas que a bolha gerou: a maioria absoluta dos imóveis lançados está fora do alcance das faixas onde há demanda.

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        • Luiz 21 de outubro de 2011 at 17:48

          não colega, segundo indices internacionais é esperado haver 8% de vacância
          isso é normal, considera uma série imensa de situações e fatores.

          mal comparando: sabe quando se atinge 4% de desemprego e isso já é considerado praticamente pleno emprego. Ou na feira, é o 10% de sobra que jogam no lixo, mas nem porisso não quer dizer que não há fome.

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  • DRN 21 de outubro de 2011 at 16:55

    Em termos percentuais, quantas pessoas ou famílias se envolveram com imóveis nessa supervalorização dos últimos anos?

    Talvez o alerta de bolha (em parte devido a este blog) tenha conseguido frear as coisas a tempo de evitar um colapso da magnitude do que ocorreu no Japão, Espanha e EUA.

    Será que dá para estimarmos?

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  • Jack Imóveis 21 de outubro de 2011 at 17:29

    Fui ler os comments do post anterior e me deparei com o Marco Antonio!!!!

    Que alegria! Agora sim teremos alguma diversão!

    Jack – Não acredite em arquivos .bmp

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    • Luiz 21 de outubro de 2011 at 17:34

      O chefe proibiu ele de entrar na sala com os adultos, por isso ele fica lá no quintal bagunçando
      Luiz – o velho pobre, mas letrado em pdf

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    • trackback 21 de outubro de 2011 at 17:40

      Hihihihi

      trackback – odeio arquivos .bmp

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    • JPM 21 de outubro de 2011 at 17:46

      Gente, calma com o rapaz…

      Pode até ser que o banco tenha produzido um levantamento destes mesmo. O nível dos estagiários está baixo….

      Nós temos a tendência de acreditar que um grande banco saberia muito bem das coisas, e teria acesso a dados super precisos, mas precisamos lembrar que eles também cometem erros (e grandes!).
      Até o HSBC, que é maior que o Itaú, acreditou no Madoff…

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  • Thiago Ferreira 21 de outubro de 2011 at 17:56

    A questão do crédito é uma das variaveis , mas o desemprego é o fator primordial

    Ontem eu postei aqui falando que GM aqui de São José dos Campos depois de dar férias coletivas a 300 funcionarios agora abriu um PDV pois esta com os patios lotados de carros.
    Hoje ao abrir o jornal aqui de sjc vejo essa noticia :

    Nos últimos 50 dias, total de demissões alcança 370 funcionários

    LUARA LEIMIG
    TAUBATÉ

    A LG Eletronics de Taubaté demitiu na tarde de hoje 170 funcionários do setor de celulares. As demissões ocorreram às 14h.

    De acordo com a empresa, o motivo das demissões é a reestruturação da linha de produção.

    Confira na íntegra a nota enviada pela LG:

    A LG Electronics comunica que no dia de hoje foram realizados 170 desligamentos de colaboradores em sua fábrica na cidade de Taubaté. A empresa manterá o plano de saúde por mais 90 dias e está trabalhando para encontrar novas posições para estes colaboradores em empresas da região, por meio do Programa LG de Transição de Carreiras.

    O motivo das demissões é a reestruturação da linha de produção. A LG não comenta sobre níveis de produção.

    Demissões. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, a empresa os procurou na manhã de hoje e apresentou 300 nomes que seriam demitidos. Após uma reunião, esse número foi reduzido.

    No último dia 5 de setembro a LG demitiu 200 funcionários

    o desemprego esta aumentando principalmente no setor industrial já que a taxa de juros e os encargos sociais são absurdos no Brasil.
    Sem renda o cara não vai ter dinheiro nem para comer , quanto mais comprar aptos minusculos por 500 mil reais

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    • Guilherme Eduardo 21 de outubro de 2011 at 18:34

      E o governo, ao invés de investir no setor produtivo, prefere socar crédito no povão….. não tem industria que aguenta por muito tempo. Muitos já postaram aqui que o Brasil não soube aproveitar a boa fase pela qual passamos no pós 2008. E concordo plenamente.

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  • Murdoch 21 de outubro de 2011 at 17:57

    Vcs leram que o HSBC quer vender o Losango?

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    • Guilherme Eduardo 21 de outubro de 2011 at 18:34

      Notícia nova. Saiu onde?

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      • Murdoch 21 de outubro de 2011 at 18:39

        O Ancelmo Gois, aqui do Rj, deu uma notinha

        Rádio Capital

        O HSBC no Brasil negou que esteja sendo vendido ao Itaú.
        Mas há rumores de que a operação existe, sim — só que restrita à Losango, seu braço de crédito ao consumidor. O Bradesco também estaria no páreo. A conferir.

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        • Mineiro BH 21 de outubro de 2011 at 19:28

          Humn… uma operação de venda de dívidas? Porque exatamente agora?

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  • Jonathas 21 de outubro de 2011 at 18:44

    Voltando às tabelas trazidas pelo Marco Antônio, eu acho que tem mais sentido econômico comparar valor com outras cidades se pudermos coletar ao menos esses dados:

    – Renda per capita;
    – Forma de financiamento;
    – Forma de garantias do financiamento
    – Valor dos juros e outros encargos cobrados;
    – tempo de financiamento.

    O valor do metro quadrado pelo valor não diz nada. Até questões cambiais afetam a comparação.

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  • Carcará 21 de outubro de 2011 at 20:18

    Caros,
    acredito que nem de longe faltará crédito. Se se mantiverem as exigências atuais, quando os prédios estiverem prontos, haverá mais crédito do que pessoas dispostas a tomá-lo.

    Abs

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    • MrK 21 de outubro de 2011 at 20:38

      concordo com esse ponto de vista

      abs

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  • Roberto Cesar 21 de outubro de 2011 at 21:34

    Se faltar dinheiro pra investimento em construção é bem capaz dos bancos começarem a fazer as nefastas securitizações, vão criar os MBSs e CDOs tupiniquins, talves como um efeito bélico menor do que os criados pela “rua parede” mas ainda assim bem perigosos.

    Se os bancos brasileiros realmente começarem a fazer securitização, pode esperar que o estouro da bolha seja adiado por um ou dois anos, a não ser que a Europa imploda antes, o que é bem possível.

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  • Annibal 21 de outubro de 2011 at 22:57

    Pessoal,

    Boa Noite,

    Há pouco tempo um colega de blog postou uma informação acerca de um empreendimento (Atrium) na tijuca (Rio de Janeiro), q segundo o corretor partia de 7K o m2 e tinha vista pro morro do salgueiro e tb, segundo o corretor estava bombando nas vendas pois o mercado estava muito aquecido (palavras do corretor)….

    Pois bem… acabo de chegar do Otto, um restaurante daqui da tijuca….. e qual não foi a minha surpresa ao ver uma corretora dentro do restaurante, indo de mesa em mesa, anunciando qual empreendimento… qual…. qual????? O famoso Atrium…. ela me perguntou se eu não estaria interessado em conhecer o tal atrium…. dai eu disse q ja tinha ouvido falar, mas q estava achando mto caro 7K/m2… dai ela pediu pra pegar meu cadastro… pro caso de lançarem algo dentro do meu perfil… e então me corrigiu dizendo q o tal atrium partia de 6,2k/m2 e nao 7 como eu havia falado….. será q ja caiu o preço ou será está a unidade com vista pra favela????

    Pra quem conhece…. parecia copacabana qdo chegam uns meninos pedindo dinheiro nas mesas…

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    • Bubble Boy 21 de outubro de 2011 at 23:24

      Seu relato me lembrou uma situação engraçada que aconteceu comigo esses dias:

      Trabalho na recepção de uma siderúrgica, e por volta das 18h20 (!!) duas corretoras vieram aqui pedindo pra entrar na empresa, para distribuir material promocional de um “super empreendimento” que seria inaugurado na região, uma vez que “a região encontra-se em franca expansão e desenvolvimento, e tende a se valorizar…”

      (in)felizmente, neguei a entrada das duas, primeiro por que o horário administrativo já tinha se encerrado e a maioria dos funcionários já havia ido embora, e também por que seria necessária a solicitação de alguém da empresa para que elas pudessem entrar. O máximo que elas poderiam fazer era deixar o material no balcão da recepção, para quem quisesse pegar.

      E aí começou mais blá blá blá: Na ausência de alguém pra vender o produto, elas começaram a vender PRA MIM! Perguntaram onde eu morava, queriam saber faixa salarial e tal, dizendo que comprar seria um grande investimento, até disseram que eu era um rapaz muito inteligente e que tinha um nome muito bonito (!!!!!). Eu as atendi super sério, mas morrendo de rir por dentro, vendo até que ponto um ser humano pode chegar. Estavam vendendo uma “mega ultra oportunidade” para um humilde recepcionista como eu, haha.

      Detalhe: Esse “mega empreendimento” vai ser lançado num dos últimos distritos industriais da cidade do Rio de Janeiro, que está muito mais perto da baixada fluminense do que do Rio centro, propriamente dito. Uma área poluída, cheia de favelas e problemas de saneamento básico. O grande chamariz do lançamento é que “muitas indústrias estão investindo nesta área, então é um bom lugar para se morar também”, “faça parte deste marco imobiliário” e grandes bobagens do tipo.

      Esses corretores estão loucos. Aliás, corretores não, vendedores comissionados.

      PS: Dia desses encontrei com um ex-colega de empresa. Demitido há pouco, perguntei-lhe o que estava fazendo da vida. “Correção”, ele me respondeu. Como ambos somos angloparlantes, imaginei que ele estava trabalhando em alguma empresa de tradução, corrigindo textos ou algo do tipo, mas aí ele me corrigiu na hora, dizendo que estava no ramo imobiliário e tal… Não seria “corretagem”? Preferi deixar pra lá.

      Mais um iludido pela promessa de ganhos fáceis.

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    • RT 22 de outubro de 2011 at 09:57

      Desde o início dessa disparada de preços que nos dizem que “o mercado está muito aquecido”.

      Obviamente, não podemos esperar diferente… se saírem dizendo que o “mercado está com preços inviáveis”, vão acabar com a promessa de valorização rápida que vivem anunciando.

      Mas já perderam contato com a realidade faz tempo. Falam uma coisa e os fatos mostram outra, como no exemplo citado pelo colega.

      Nesta semana, estava ouvindo o pessoal do trabalho conversando sobre esses preços absurdos e reconhecendo a impossibilidade de comprar.

      Ontem, fui em um evento no Centro, a trabalho, e lá também, tinha uma roda de pessoas comentando entre si que com “400 mil reais, compra-se uma bela casa nos EUA, mas nem um apartamento ridículo no Rio”.

      Acho que eu e eles todos pertencemos à “pobrada que não tem grana e torce para o país falir”, rs!

      Piadas à parte, já está mais que provado as pessoas que desejam COMPRAR PARA MORAR não têm renda que chegue sequer perto dos preços atuais.

      Os apartamentos seguem “valorizando” devido à simples “necessidade de vender mais caro” pra o investimento compensar… obviamente, isso não vai se sustentar.

      Mas, segundo nos garantem os Secovi’s da vida, não há bolha… os preços estão nivelados com o bolso do consumidor e o “crescimento” do setor ocorre num ritmo saudável.

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      • MrK 22 de outubro de 2011 at 11:12

        RT, os precos chegaram a esse patamar pq consideram o poder de compra de 20% do valor real apenas, que é o que o especulador paga na planta, ele nao pode pagar R$500mil, mas consegue financiar R$100mil

        os usados foram na carona e reajustaram via m2 o aumento imposto na planta, só que são 2 mercados completamente diferentes, já que uma coisa é financiar R$500 e outra R$100… por isso os usados travaram

        agora, é sensacional o depoimento do amigo mostrando corretor de mesa em mesa, o desespero parece que passou a barreira de qualquer limite

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        • RT 22 de outubro de 2011 at 11:38

          Concordo com o motivo que vc apontou para o travamento dos usados.

          Agora, uma pergunta: não será esse outro fator a contribuir para a queda dos preços? Quem precisar vender apê usado e sacar – após muita teimosia – que não vende no preço atual, uma hora vai ser forçado a baixar (e baixar muito, se quiser arrumar quem compre)… ou seja, seria uma situação onde apartamentos na planta estão carésimos e apartamentos prontos estão com preços bem menores… puxando os preços na planta pra baixo também…?

          Ou seja, não há déficit nenhum.

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          • RT 22 de outubro de 2011 at 11:42

            Pra corroborar meu depoimento: uma conhecida minha passou um ano tentando vender um apê no Humaitá por 600 mil reais.

            Era um apartamento apertado de dois quartos, num prédio super comum (com garagem e sem play).

            Não vendeu (aliás, mal recebeu interessados para olhar o apê) e acabou desistindo.

            Por mais que tentem nos enfiar o contrário na cabeça… nos preços atuais, não vende, como mostram esse exemplo e inúmeros outros já citados aqui no blog.

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            • Leo 22 de outubro de 2011 at 13:03

              Acabei de passar ali no humaita e reparei em um AP que esta a venda a pelo menos 1 ano… lembro que minha esposa ainda estava gravida qdo ligamos para saber sobre o imovel… pois bem, continua la com o aviso. Infelizmente nao lembro ao certo o valor mas acho que era 800k. De qualquer maneira, na proxima vez que passar por la, anotarei o telefone para dar mais um confere.

              Se esta tao aquecido, pq nao vende ? hehe

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              • Luiz 24 de outubro de 2011 at 10:23

                Vcs precisma ver o desespero do pessoal da Lopes, voltando do sítio no domingo parei na padaria pão do parque aqui em SP e fui atacado por um vespeiro de corretores da Lopes ofercendo para investidores (a padaria é pra classe media/alta) um apê na fornteira de Osasco com SP por 400 mil.

                Dei risada e disse que sei de um conhecido que tá há meses tentando vender um muito melhor e mais bem localizado por 225 mil e não consegue. Aí o cara ficou enfurecido, chamou o gerente pra me explicar que ELE estava certo.

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  • AJW 22 de outubro de 2011 at 11:11

    Curitiba, Gazeta do Povo “Construtoras crescem no trimestre, mas vendas desaceleram”,
    -Individualmente, a maioria das companhias também apurou crescimento de dois dígitos nas operações, mas, em linhas gerais, o incremento não chegou a 10%.
    -Considerando as seis empresas, as vendas contratadas entre julho e setembro subiram 8% ante o mesmo trimestre em 2010, enquanto os lançamentos aumentaram 9,3%.
    Gafisa foi a única, entre as seis empresas, a apurar queda nos lançamentos, que somaram 1 bilhão de reais no trimestre, recuo anual de 15%.
    Mas as venda desaceleram conforme cita reportagem.
    Vamos pensar!!!!!
    O que eles consideram lucro ou aumento são as vendas contratadas, ou seja, promessas de vendas, vale lembrar que um contrato com 20% de entrada já contabilizado como se 100% do bem estivesse pago.
    No mundo real e bem diferente….
    Mas se as vendas cairam e lucro aumentou, o preço aumentou muuiiito, não entendo economia, mas ta cheirando aquela maquiada no balanços, para satisfazer os investidores.
    E nossa querida Gafisa, hummmmm
    Mais adiante veremos……Um Ploc.

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    • MrK 22 de outubro de 2011 at 11:14

      muito cuidado, quando eles dizem que vendas subiram, não foram vendas em unidades e sim em dinheiro (R$)

      em geral essas empresas venderam bem menos unidades, mas como o preço subiu, faz parecer que tiveram mais vendas

      e voce tem razao, essas vendas não são apartamento realmente vendidos e 100% financiados, é tudo a velha historia dos 20% na planta, e só isso que eles tem a mostrar, quem é esperto já sacou as diferencas..

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      • Ar Quente 22 de outubro de 2011 at 12:09

        Eu acho que você também precisa ser cauteloso com a essa interpretação…
        Você tem que levar em conta que objetivo da construtora não é vender o maior número de APs, e sim maximizar o lucro em reais…
        Se a construtora vende 1 AP por 1 trilhão por ano, é isso que ela vai fazer. Isso, por si só, não implica que ela está indo mal. São coisas diferentes.

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        • MrK 22 de outubro de 2011 at 13:59

          ar quente, mas aqui nós concordamos

          veja, uma coisa é o resultado do mercado pra construtora e acionistas, que se interessam pelo lucro (nesse caso o q vc falou está perfeito)

          e outra é o andamento do mercado para nós (pessoas comuns), nesse caso me interessa também o número de unidades

          tudo depende de quem está olhando e com que objetivo

          0
    • Carlos Eduardo 22 de outubro de 2011 at 12:57

      Não seria! isso a famosa tecnica de Rappel ?? usada pelas empresas de carro?

      eu não duvido nada!

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      • Luiz 24 de outubro de 2011 at 10:18

        seria sim, e outra, agora não é 20%
        É 10% de entrada com carros e motos de brinde

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  • Paulo - RJ 22 de outubro de 2011 at 15:01

    Estava ouvindo na rádio Band News FM-RJ o programa na ponta do lápis, onde um especialista (Prof. Márcio Fernandes se não me engano,bom, direto e objetivo nas dicas). Um ouvinte pediu dicas de investimentos para comprar um AP daqui a 10 anos.
    Resumindo, o prof falou para ele juntar dinheiro aplicando no tesouro direto, e falou o seguinte: ” Não se preocupar porque a partir de agora dificilmente os imóveis vão subir acima da inflação, pois os preços estão muito altos”.
    Vamos ver o comportamento do mercado como vai se dar…

    0
  • Annibal 22 de outubro de 2011 at 15:17

    Pra quem acha q não vai ter redução no preço do m2….

    Eu posso viver de aluguel alguns anos (fazendo poupança) até esperar o preço se deteriorar em relação ao desgaste causado pela inflação…. e o proprietário, consegue ficar bancando o ap durante esse tempo (cond.,iptu, desvalorização relativa à outros investimentos…etc) fica no ar…. eu.. DÚVIDO….efeito manada neles…

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  • Annibal 22 de outubro de 2011 at 15:26

    Continuando o bate-papo…

    Aquela corretora q me abordou no restaurante ontem à noite…. acabou de mem mandar um e-mail sobre esse mesmo empreendimento q eu já havia demonstrado desinteresse…. segue o conteúdo do e-mail…

    “Esta é minha apresentação do Atrium. Havendo uma real intenção de compra, é de extrema importancia a reseva de uma unidade o quanto antes. A reserva não obriga a compra, mas garante uma unidade. Assim que sair a tabela você pode decidir se quer ou não, certo?
    A previsão é que seja 100% vendido nos 2 primeiros dias.
    A reserva não obriga a compra, mas garante uma unidade. Assim que sair a tabela o Sr. pode decidir se quer ou não, certo?

    Caso Sr. queira, posso ir até Sr. para lhe mostrar o book e vídeo completo de apresentação.

    Qualquer dúvida pode perguntar por e-mail ou telefone
    Obrigada pela sua atenção.”

    Impressionante, já havia a despachado e continua a me enfiar propaganda goela abaixo, não me parece q o negócio está tão aquecido assim…. A cada dia q passa mais eu tenho convicção do q está por vir… TEMPOS DIFÍCEIS…

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    • Annibal 22 de outubro de 2011 at 15:29

      hehehe… eles apagaram a favela na apresentação….

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    • RT 22 de outubro de 2011 at 16:00

      A parte que mais gostei foi “A previsão é que seja 100% vendido nos 2 primeiros dias”.

      pra ela estar achando isso, é porque deve ter uma grande fila esperando o início das vendas. Todos doidos pra pagar 7 mil por m2, na certeza da valorização.

      Mas se for assim, por que ela estava no restaurante ontem à noite fazendo propaganda? Por que mandou e-mail pra uma pessoa que já afirmou não estar interessada?

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    • Dr. Estranho 22 de outubro de 2011 at 18:09

      Pede para ela me enviar a apresentação. Vou comprar pelo menos 10 unidades. Isso é porque ganho apenas 7K bruto. Os novos “milionários” das classes C e D comprarão o dobro.

      0
    • MrK 23 de outubro de 2011 at 11:50

      hahahaha

      a pergunta é legitima: Se vai esgotar tudo em 2 dias pq ela tá te enchendo o saco?!?! Basta ela sentar no stand e aguardar

      esse papo dela em nada corresponde a realidade

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  • ESI 22 de outubro de 2011 at 15:32

    Olha q lindo, com um pequeno movimento você pode se transformar em milhonario da noite para o dia. Pegue seu imovel residencial que esta com valores estratosfericos e use esse banco aqui: http : //w w w.creditoagil.com.br/sites/credflex.jsf , você levanta 600 mil em alguns dias, compra 6 apartamentos na planta de 100 mil e vende eles nas chaves por 1.2milhoes segundo nossos amigos corretores. Paga seu empréstimo e com os 6 unos que você ganha, começa uma empresa de taxi, onde com a comprovação da frota você pode pegar mais uns 600 mil de emprestimo e começar tudo de novo. Em meses você fica multimilionario no papel, mas na realidade vai estar devendo 1.2 milhoes em financiamentos pagando juros salgados e sem casa, empresa e carros. Mas segundo alguns é um otimo negocio. Como diz o Kleber vivemos a era do financialismo.

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    • Leo 22 de outubro de 2011 at 16:57

      Excelente !!!! ehehehuehuue

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  • EduLon 22 de outubro de 2011 at 15:38

    Vender imóvel pós bolha resulta nisto:

    22/10/2011 – 09h30
    Compre uma casa e ganhe um visto dos EUA, propõem senadores americanos

    Compre uma casa, ganhe um visto para morar nos EUA. Em linhas gerais, é essa a proposta de dois senadores americanos num projeto de lei mais amplo sobre imigração, informa Luciana Coelho na Folha deste sábado.

    A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

    Num momento em que os preços estão no patamar mais baixo desde 2003, o plano do democrata Charles Schumer e do republicano Mike Lee prevê que estrangeiros que comprem imóveis residenciais acima de US$ 500 mil (R$ 890 mil) tenham direito a visto de permanência.

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    • Dr. Estranho 22 de outubro de 2011 at 18:11

      Se baixar para 200 mil dólares vai chover brasileiro.

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    • Sérgio 22 de outubro de 2011 at 19:31

      Contribuo…O preço da cidadania (ou da dignidade) da maior potência econômica do planeta.
      Imaginem o primo pobre do sul, o que vai oferecer….
      .
      Compre uma casa e ganhe um visto dos EUA, propõem senadores americanos

      LUCIANA COELHO
      DE WASHINGTON

      Compre uma casa, ganhe um visto para morar nos EUA. Em linhas gerais, é essa a proposta de dois senadores americanos num projeto de lei mais amplo sobre imigração.
      Num momento em que os preços estão no patamar mais baixo desde 2003, o plano do democrata Charles Schumer e do republicano Mike Lee prevê que estrangeiros que comprem imóveis residenciais acima de US$ 500 mil (R$ 890 mil) tenham direito a visto de permanência.
      Não é preciso que o valor total seja gasto em uma única casa, contanto que o preço de um dos imóveis alcance metade do montante. Mas é preciso pagar à vista.
      Corretores estimam que centenas de brasileiros tenham comprado imóveis na Flórida com valores acima do citado no projeto nos últimos meses. Em Miami, 5,5% das vendas são para estrangeiros.
      O movimento é semelhante em outros Estados, com outras nacionalidades -na Califórnia, são os chineses os grandes compradores.
      Segundo a Associação Nacional de Corretores dos EUA, estrangeiros e imigrantes recentes compraram US$ 82 milhões em imóveis no país entre abril do ano passado e abril deste ano (dado mais recente disponível), 24% acima do período anterior.
      “A meta principal é ajudar o mercado imobiliário, que é a grande âncora da nossa economia”, afirmou Schumer a TVs locais. “No fim, a medida também impulsionará a economia como um todo.”
      O senador disse não se tratar de um programa de cidadania. É preciso que os interessados, além de comprar o imóvel, vivam nos EUA 180 dias do ano e paguem impostos nos país. Cônjuges e filhos podem ser beneficiados.
      Schumer e Lee devem enfrentar oposição da bancada anti-imigrantes. O debate sobre imigração toma rumos mais radicais, com o governo federal aumentando as deportações e governos locais implementando suas próprias leis para expulsar estrangeiros sem documentos.

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    • Anonymous 22 de outubro de 2011 at 21:01

      A proposta é um green card válido por somente 3 anos. Não acredito que essa proposta, mesmo que aprovada, irá atrair muita gente. Existe o visto EB-5 que dá direito ao green card, mas de maneira permanente, se voce investir 500 mil USD em projetos de empresas particulares, pré-aprovados pelo departamento de imigração, geralmente projetos em lugares onde o desemprego está 50% acima da média nacional. Além disso, se voce tiver alguma nacionalidade de país com os qual os EUA tem um certo tipo de tratado, voce pode morar nos EUA investindo apenas 150 mil USD num negócio, inclusive compra de imóveis para alugar. A lista de paises com esse tratado esá no seguinte link. É claro que a Banânia não está incluída, pois os EUA exigem reciprocidade e os Bananenses não querem Americanos investindo 150 mil USD aqui. Aliás, atualmente esse valor é tão pouco dinheiro que não dá para comprar uma kitinete.

      travel . state . gov/visa/fees/fees_3726.html

      PS: Estou na República Checa e os preços de carros, eletrônicos e imóveis são similares aos dos EUA, ou seja, umas 3 vezes menos do que na Banânia.

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  • veigalex 22 de outubro de 2011 at 15:48

    Corretor da Lopes me ligando. sobre um cadastro.. que fiz.. Nunca fiz cadastro com eles!!.
    O desespero esta batendo em todo mundo.

    São homens placas, folder em pizza, corretor em restaurante, em feira, em happy hour.

    O mercado esta aquecidissimo?? é por isso que esse pessoal em tudo que é lugar.? rsss

    Desconfio tambem que nesses stands de venda a empresa obriga todo dos corretorres a ficarem ali no fim de semana, assim quem passa tem a impressão que esta bombando.

    E a mídia fica quietinha.. bem quietinha.

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    • Dr. Estranho 22 de outubro de 2011 at 19:50

      Em breve farão propaganda em papel higiênico.

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      • augusto 23 de outubro de 2011 at 08:19

        Devem usarem papel higienico para limparem a boca deles, de onde só sai mesmo bost….

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    • Mineiro BH 22 de outubro de 2011 at 21:30

      Em breve vai ter corretor em banheiro de restaurante…

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      • Leo 22 de outubro de 2011 at 21:54

        Nao aguento essa postura pedante deles… se acham economistas e conhecores do mercado…

        eles combinam com banheiro mesmo… Os que insistirem em continuar a enganar os outros vao terminar boiando …. pq boia mesmo!

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  • Andrade 22 de outubro de 2011 at 19:13

    E essa hein…

    Estadão, 22/10/11

    Preço do imóvel pode variar mais de 500%

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,preco-do-imovel-pode-variar-mais-de-500,89136,0.htm

    O cara de 24 anos … banqueiro … compra apê de 53m2… e quando foi ver se desiludiu e já queria vender pra comprar um outro maior de 63m2!
    Como é possivel ser assim tao troxa… compra antes de ver?! Depois reclama que naquele cubico terá de comprar moveis planejados pois nenhum outro cabe! Kkkkkkk

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    • Guilherme Eduardo 23 de outubro de 2011 at 15:43

      como sempre, não dá para comentar…..

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  • Paulo 22 de outubro de 2011 at 23:30

    Caixa faz operação de R$ 1,5 bi para levantar mais recursos para financiamento imobiliário

    Agência Brasil

    Publicação: 21/10/2011 14:54 Atualização:

    A Caixa Econômica Federal, agente operador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), assina, hoje (20), em Brasília, uma operação de securitização de carteira imobiliária no volume total de R$ 1,5 bilhão. Os recursos para realizar a operação virão do FGTS. Com a operação, a Caixa terá mais recursos para o financiamento imobiliário.

    De acordo com o banco, essa é a maior operação na modalidade já realizada e está lastreada em mais de 30 mil créditos imobiliários, concedidos pela Caixa, e cedidos à Gaia Securitizadora.

    Segundo nota da Caixa, a operação tem o objetivo principal de incentivar o desenvolvimento do mercado secundário de créditos imobiliários no Brasil. “A operação incentiva o fortalecimento do mercado secundário para crédito imobiliário, no Brasil, que tem histórico apenas de mercado primário. Os recursos captados serão utilizados para gerar funding [recursos] a novos créditos imobiliários”, diz a Caixa, em nota.

    De acordo com a Caixa, em 2011, foram recebidas doze propostas de venda de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ao FGTS, no montante de R$ 6,2 bilhões. Dessas propostas, foram selecionadas seis, todas lastreadas em créditos individuais para imóveis de até R$ 200 mil. As outras cinco operações, envolvendo três securitizadoras e cinco agentes financeiros, no valor total de R$ 1,3 bilhão, aguardam encaminhamento das propostas finais para concretização da compra dos CRI pelo FGTS, ainda neste ano.

    Para o período de 2002 a 2011, o Conselho Curador do FGTS alocou R$ 7,03 bilhões para essas operações. Desse montante, R$ 2,84 bilhões foram alocados para o exercício de 2011. Até 2010, foram realizadas vinte operações de aquisição de CRI, que atingiram o total de R$ 130,6 milhões.

    Fonte:correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/ultimas/2011/10/21/interna_ultimas,45200/caixa-faz-operacao-de-r-1-5-bi-para-levantar-mais-recursos-para-financiamento-imobiliario.shtml

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  • Ar Quente 23 de outubro de 2011 at 00:53

    calculatedriskblog.com/2011/10/europe-update_22.html

    Europe Update

    Although there will probably be an announcement on Sunday, the deadline has been moved to Wednesday … it is pretty clear that Greece bondholders will take a much larger haircut than the original 21%.

    From the NY Times:

    European Finance Ministers Shaping Greek Rescue and Effort to Aid Banks
    European finance ministers said on Saturday that they were near a deal to strengthen capital reserves for their troubled banks — the first part of a package of measures meant to stem the worsening European debt crisis.

    … the ministers also said that holders of Greek bonds would have to take much bigger losses than the 21 percent originally agreed to in July, though … no agreement was near on write-offs that could reach as high as 60 percent.

    The ministers also reported that France and Germany had made progress on a third issue, how to increase the firepower of a rescue fund for the euro zone.

    Alphaville at the Financial Times has excerpts from the grim report on Greece:

    Greek haircuts and Greek myths — the details To get the debt down further would require a larger private sector contribution (for instance, to reduce debt below 110 percent of GDP by 2020 would require a face value reduction of at least 60 percent and/or more concessional official sector financing terms).

    From the Telegraph:

    Europe’s leaders threaten Greek default if banks won’t take haircut and accept losses of £120bn
    Europe’s leaders are threatening to trigger a formal default on Greek debt and risk a “credit event” if banks refuse to accept losses of up to €140bn (£120bn) on their holdings.

    Hardline eurozone members, backed by the International Monetary Fund (IMF), delivered the ultimatum this weekend … Vittorio Grilli, a senior EU official, travelled to Rome yesterday to present the “take it or leave it” deal to the Institute of International Finance, which is leading the negotiations for the banks. “The only voluntary element for the banks now is to take a 50pc haircut or face a credit event, a default,” said an EU diplomat.

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    • Roberto Cesar 23 de outubro de 2011 at 04:09

      Essa estória da Grécia tá complicada mesmo. Inicialmente eles falaram que um corte de cabelo de 21% resolveria. Agora tão falando em 50%.

      O grande problema é convencer todos os bondholders a aceitarem esse corte de cabelo. Como a maioria está protegida por um CDS (ou pensa que está protegida), muitos podem estar simplesmente esperando mesmo o calote Grego pra conseguir de volta 100% do investimento. Problema do banco que vendeu o CDS. Aí vai ser aquela corrida aos bancos. Quando o primeiro conseguir ter seu CDS pago, todo mundo vai querer também, daí não vai ter dinheiro pra todo mundo. resultado, COLAPSO.

      Isso é esperar que pessoas irracionais (investidores) tenham atitudes racionais. Não vai funcionar nunca.

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      • augusto 23 de outubro de 2011 at 08:15

        Ué não disseram que a Grécia era muito pequena e não causaria nenhum abalo na economia mundial. Mais uma mentira de fraquissimos lideres mundiais. E agora quem vai continuar a acreditar nas mentiras desses lideres.
        Bem se servir de consolo todos estão ou já foram trocados pelo povo de seus Paises. A excessão é BANANIA, onde pessoas como o moluscão ainda são idolatrados. É uma simples questão de cultura e educação dos povos

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  • mauricio 23 de outubro de 2011 at 00:58

    China: se for regra … ferrou

    “http://economia.ig.com.br/agiotagem-afeta-china-desacelerada/n1597307742572.html”

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    • Leo 23 de outubro de 2011 at 10:06

      Sera que isso tbm acontece por aqui ? Nao duvido…

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  • mauricio 23 de outubro de 2011 at 01:00

    Portugal, se afundando mais a cada dia:

    “http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1195784.html#page=1”

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    • xyz 23 de outubro de 2011 at 10:30

      Para as duas matérias que você postou vale o velho ditado:
      “No escuro todos os gatos são pardos.”

      Quando inesperadamente surge a luz, as distorções, acumulados em anos de farra, ficam evidentes. E aí se percebe que toda pujança econômica foi sustentada em pilares de areia.

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  • Philis 23 de outubro de 2011 at 04:42

    É aqui que custa 7mil o metro quadrado?? Será que os compradores do Atrium está cientes de onde estão aplicando seu dinheiro?

    http://grupograndetijuca.blogspot.com/2011/10/baile-no-salgueiro-com-upp-autorizado.html

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    • MrK 23 de outubro de 2011 at 12:02

      O Brasil, em especial o Rio, está dando soluções de maquiagem pros problemas reais, solucões absolutamente temporárias e de baixa qualidade, como as UPPs

      A unica solução real e duradoura pra esse país passa pela educação e levará DECADAS para se estabelecer, caso sejam feitos investimentos seríssimos nesse pilar.

      De que adianta UPP se o policial é corrupto, se as estatisticas são falsas, se tem acordo pra tudo, se o descaso impera? A UNICA lei que funciona no Rio é a lei de Gerson, é todo mundo tentando passar os outros pra trás a todo instante: Taxistas, Politicos, PMs, Bombeiro, Guarda Municipal.. esse povo não recebeu educação e foram criados nessa cultura, nada vai mudar com UPP e discursinho do Cabral.

      Vejam o exemplo do Rock in Rio, TODOS tentaram roubar de alguém: A Gol, a TAM com R$1.500 a ponte aérea, os taxistas fazendo “no tiro”, os favelados que invadiram pela lagoa, as lojas com preços abusivos, até os garis estavam botando gente pra dentro pelos containers de lixo, isso é problema de educação e não de policia.

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    • Annibal 23 de outubro de 2011 at 13:45

      Essa reportagem demonstra o q podemos esperar de nossas autoridades…. NADA…. pra quem mora fora das grandes cidades pode parecer estranho, mas por aqui é assim mesmo, quem não pagou pra morar, não paga pela luz, água, IPTU e tem até tv fechada com todos os canais liberados, têm mais direitos do que quem faz tudo correto …. enfim… fica o desabafo de um mané q paga caro por todos os serviços q usa…

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      • MrK 23 de outubro de 2011 at 13:58

        a coisa mais ridicula é que esses são os argumentos pro preço dos imoveis nos ceus, argumentos que comparam o Rio com cidades civilizadas, limpas, organizadas

        argumentos:

        Copa do mundo – 7 jogos e que no maracanã nem deve ver a seleção
        Olimpiadas – Tirando do papel projetos atrasos de 2 decadas atrás (e piorando os mesmos, vide o metrô linhão)
        UPP – Todo mundo sabe que ainda rola tráfico e tem o relato acima pra complementar
        Pré-sal – O Rio perdeu os royaltes

        hahahaha é pra morrer de rir

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        • L C 23 de outubro de 2011 at 17:45

          Mrk, em relação aos Royalties, diga-se de passagem, eu era totalmente a favor. Mas depois que viajei da capital para o litoral fluminense, é impressionante como eles gastaram tudo em cachaça. Titarando um pouco Cabo Frio (que é um esforço apenas dos moradores), o resto são cidadezinhas absolutamente miseráveis. Eu até era a favor dessa história, mas agora sou contra. É um absurdo ficar enchendo de dinheiro prefeito ladrão que não faz nada…

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          • Luiz 24 de outubro de 2011 at 10:16

            Os roylaties destruíram a cidade de Búzios.

            quem conheceu o lugar há 10 anso atrás tem muito a lamentar o que aquilo virou, é a prova viva que muitos dos nossos problemas não é falta de dinheiro.

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  • EduLon 23 de outubro de 2011 at 17:39

    Tópico Off – Bolha

    Não tem a ver com bolha, mas aí vai. Experimente você Brasileiro não pagar uma dívida de R$ 100 reais no cartão de crédito ou no crediário, ou da conta de celular, de luz… para ver o que acontece.
    Bem, agora se você for um banco… abaixo vai o exemplo:

    Santander se livra de pagar R$ 3,9 bilhões à Receita
    Banco obtém decisão favorável no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais; valor refere-se a abatimento de ágio pago na compra do Banespa

    economia.estadao.com.br/noticias/negocios+setor-financeiro,santander-se-livra-de-pagar-r-39-bi-a-receita,89261,0.htm

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    • L C 23 de outubro de 2011 at 17:51

      Edulon, trabalho na Receita Federal. O Executivo tem muitos vícios (mas atualmente se vc for pego está na rua), e muita gente fala do Legislativo (mas todos lá foram eleitos), mas o nosso Judiciário é a maior caixa preta do mundo. Algumas decisões são absurdamente tendenciosas, e a punição dos caras é ir p/casa com uma aposentadoria gigante.

      Em relação ao CARF( antigo Conselho de Contribuintes), o viés deles é todo a favor dos grandes contribuintes. Se for uma “oficina” ou “padaria” vc está lascado…

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      • Ricardo 23 de outubro de 2011 at 20:45

        L C, concordo com você . O executivo tem corregedorias próprias, CGU (Controladoria Geral da União), TCU e , por fim, o poder judiciário para punir/julgar seus servidores. Veja a quantidade de servidores.

        No legislativo, em tese, temos o poder do voto. O povo pode tirar tal político.

        Já o judiciário…………. Eita poder corporativista. Decisões estranhas, lentidão em todos os níveis, feriados emendados, recessos, férias de 60 dias, feriados específicos (ex: dia do advogado, dia da justiça…) e punição quase inexistente… E quando existente, aposenta-se o magistrado.

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      • luizdvd 23 de outubro de 2011 at 21:09

        Somente para esclarecer, a aposentadoria compulsória de magistrados, pena aplicada em várias hipóteses de infração administrativa, é proporcional ao tempo de serviço. Logo, somente é integral se se pega o infrator no final da vida funcional. Já informo que também não gosto da situação, mas o jeito de mudar a legislação é pressionar o congresso. Duvido que isto funcione no Brasil, o que leva a crer que vai continuar.

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        • Ricardo 23 de outubro de 2011 at 22:37

          O político que, em tese, mudaria a lei depende do judiciário (normalmente, está entulhado de processos) e este depende do político, ou seja, haveria mudanças desde que o povo tivesse consciência de tal situação. Portanto, no atual momento, a chance de mudanças é ZERO.

          Ao contrário, querem tirar poder do CNJ, aumentando a sensação de impunidade.

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  • Scotch 23 de outubro de 2011 at 19:30

    STF julga se é constitucional a execução extrajudicial dos contratos de financiamento de imóveis em atraso
    Publicada em 08/10/2011 às 19h10m
    Geralda Doca ([email protected])

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    ..Share20 ….BRASÍLIA – Supremo Tribunal Federal (STF) pode declarar a inconstitucionalidade da execução extrajudicial (na esfera administrativa, sem intervenção de um juiz) de financiamentos habitacionais em atraso. A decisão atingiria em cheio o crédito imobiliário, em franca expansão, porque produziria insegurança jurídica, tanto do lado dos credores, quanto dos consumidores, principalmente para quem compra imóvel na planta.

    O julgamento do processo foi suspenso em setembro, em virtude de vistas do ministro Gilmar Mendes, e deverá ser retomado ainda este mês. Trata-se de dois recursos extraordinários, que alegam a inconstitucionalidade de uma legislação herdada da ditadura, o decreto lei 70/66, que permite a execução extrajudicial dos financiamentos habitacionais (de cobrança de dívidas e leilão do imóvel hipotecado).

    Inadimplência na alienação fiduciária é bem menor

    Esse tipo de negociação é muito usado pelas instituições financeiras, principalmente depois que o país passou a adotar instrumentos mais modernos e que aumentam a segurança jurídica. Entre eles a alienação fiduciária, instrumento criado em 1997 em substituição à hipoteca, e que facilita a retomada em caso de inadimplência, porque o imóvel não fica no nome do mutuário. A escritura é obtida apenas depois $o contrato é liquidado.

    Outro instrumento importante é a venda extrajudicial das unidades imobiliárias do incorporador falido por parte dos compradores. Ou seja, fora do processo de falência. Essa possibilidade veio com a lei 10.931/2004, e tem como objetivo proteger quem compra imóvel na planta, evitando, assim, casos como o da Encol.

    Esses procedimentos poderão ser prejudicados, alerta o advogado Melhim Chalub. Segundo o especialista, uma decisão favorável do STF à inconstitucionalidade pode tra$consequências como a redução de oferta e o aumento de juros, além do recuo nos investimentos por parte de construtoras e incorporadoras:

    – Há risco de que a decisão traga insegurança para o mercado. Isso desestimularia os investimentos e prejudicaria outros procedimentos que utilizam a execução extrajudicial.

    – A tendência natural será a drástica redução da oferta voluntária de recursos para financiar produção e comercialização de imóveis, acompanhada de alta da taxa, devido ao aumento do risco – emenda uma $da equipe econômica.

    Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o número de unidades financiadas saltou de 35.768, em 2001, para 421.386, ano passado, considerando-se apenas os recursos da poupança. Até agosto último, foram 322.410 unidades. Em valores, aumento de R$ 1,870 bilhão a R$ 51,504 bilhões em nove anos.

    O desempenho do setor é atestado ainda pela queda da inadimplência, tanto na hipoteca, quanto na alienação fiduciária. Nos contratos assi$depois de 1998, o percentual de atraso (mais de três prestações) caiu de 4,23%, em 2007, para 2,09%, em 2010, no caso da hipoteca; no da alienação, de 1,3%, em 2007, para 1,2%, no ano passado.

    Os ministros do STF estão divididos em relação ao tema e o mercado acredita que a votação será apertada. A ministra Cármen Lúcia entende que o decreto inibe a possibilidade de imediato acesso ao Judiciário. Por esse raciocínio, o consumidor não tem chance de defesa, antes do leilão. Para o ministro Luiz Fux, o devedor é $a atos de expropriação sem ser ouvido, e, caso queira reclamar mais tarde, cabe a ele ingressar na Justiça, arcando com as custas.

    Os advogados de defesa do decreto alegam que os procedimentos nele previstos são idênticos aos das execuções extrajudiciais permitidas em outras leis. Antes de se iniciar o procedimento, frisam, o devedor recebe pessoalmente três avisos de cobrança, ao longo de quatro meses. E dizem que, se ele se recusar a pagar a dívida, tem de entrar na Justiça, seja na esfera administrativa ou na judicial – o que pode ser feito a partir do momento em que recebe a primeira das notificações. Argumentam ainda que há amparo legal para pagar só a parte devida, com depósito do valor questionado em Juízo.

    ‘Derrubar o decreto seria um retrocesso’
    – Não se executa extrajudicialmente uma dívida em menos de um ano. O mutuário tem amplo direito de defesa, e se ele tem condições de pagar a dívida, ele paga – afirma o especialista em crédito imobiliário Luiz Pereira.

    Segundo Pereira, na esfera judicial, a disputa costuma se arrastar por três, quatro anos, e, no fim do processo, que resulta quase sempre em perda para o mutuário, o montante devido, incluídos condomínio e IPTU, seria maior do que o valor do imóvel.

    – Derrubar o decreto seria um retrocesso. O crédito voltaria aos patamares de dez anos atrás – diz Pereira.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2011/10/07/stf-julga-se-constitucional-execucao-extrajudicial-dos-contratos-de-financiamento-de-imoveis-em-atraso-925535764.asp#ixzz1bduvn425
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  • j 23 de outubro de 2011 at 23:43

    http://www.newsmax.com/Newsfront/Aftershock-book-predicts-economic/2011/07/25/id/404782?utm_source=outbrain&utm_title=?Aftershock?-Book-Predicts-Economic-Disa

    ‘Aftershock’ Book Predicts Economic Disaster Amid Controversy

    Arrepiantes notícias (realmente espero que não se concretizem)

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    • Leo 24 de outubro de 2011 at 12:41

      Muito bom esse video.

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  • DM 24 de outubro de 2011 at 09:06

    Notícia da folha:

    Mudança no perfil de lançamento de imóvel menor atrai investidor

    Fonte w w w1.folha.uol.com.br/mercado/995393-mudanca-no-perfil-de-lancamento-de-imovel-menor-atrai-investidor.shtml

    Acho que querem transformar SP em Tóquio, agora só vai ficar faltando, educação, segurança, infra estrutura, planejamento, políticos que quando fazem merda se suicidam, entre outras coisinhas.

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    • FQ 24 de outubro de 2011 at 10:11

      No final da reportagem diz:

      “Cerca de metade dos compradores de imóveis de um dormitório nos bairros mais valorizados de São Paulo são investidores, interessados em revender ou alugar.”

      Tulipas!

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      • Luiz 24 de outubro de 2011 at 10:31

        o alvo são os investidores trouxas

        Vcs precisam ver o desespero do pessoal da Lopes

        Voltando do sítio no domingo parei na padaria pão do parque aqui em SP e fui atacado por um vespeiro de corretores da Lopes ofercendo para investidores (a padaria é pra classe media/alta) um apê na fronteira de Osasco com SP por 400 mil.

        Dei risada e disse que sei de um conhecido que tá há meses tentando vender um muito melhor e mais bem localizado por 225 mil e não consegue. Aí o cara ficou enfurecido, chamou o gerente pra me explicar que ELE estava certo, nem abri o vidro, deixei ele babando no meu carro.

        0
  • Sant'Anna 24 de outubro de 2011 at 10:19

    LOL, como não responder nada sobre nada e ainda falar por 8 minutos, esse é um economista brasileiro. Não coloco a mão no fogo que nao estamos em uma bolha e nem falo que estamos.

    http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/mara-luquet/2011/08/24/DICAS-PARA-QUEM-QUER-INVESTIR-EM-IMOVEIS.htm

    0
    • Asdrubal 24 de outubro de 2011 at 14:06

      É muito mais fácil se posicionar quando se é um postador anônimo num blog né?

      0
    • Cleyton 29 de outubro de 2011 at 16:53

      Pô, perguntar pro dono de imobiliária se tem bolha é o mesmo que perguntar pro Kadaffi se ele matou opositores inocentes! (bom, agora não dá mais pra perguntar né..) Mas é bom lembrar que essa tapada aí tinha recomendado procurar o gerente do banco pra perguntar qual o melhor investimento, logo depois choveu ouvinte com título de capitaliação entrochado no rabo reclamando, “Ah, mas tem que tomar cuidado”, “tem que fazer a lição de casa”, pois então fica aí a dica, tem que tomar cuidado com jornalista (pseudo-economista) que não sabe nem quando tá com fome, imagina um médico ter que fazer uma entrevista com um dono de um instituto de diagnóstico por imagem para saber que doença o paciente tem!

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  • Lucas 24 de outubro de 2011 at 10:45

    Na Ana Maria Braga a matéria de hoje foi sobre o atraso das construtoras em entregar os apartamentos.
    Além de não conseguirem vender mais nada ainda não conseguem entregar o que já venderam faz tempo.

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    • Jack Imóveis 24 de outubro de 2011 at 13:22

      Lucas,

      E não é só isso, se você monitorar o reclameaqui perceberá um aumento muito grande de reclamações sobre a qualidade dos apartamentos.

      Custo nas nuvens e o material e a mão de obra de péssima qualidade.

      Não sei como o IDEC ainda não se manifestou sobre isso. Aposto que o indice de insatisfação nesse mercado dever ser muito grande em termos relativos.

      Abraços

      Jack – Em defesa do Consumidor

      0
      • Jack Imóveis 24 de outubro de 2011 at 13:26

        A Beleza da internet:

        h t t p ://mrvnemdegraca.blogspot.com/

        Abraços

        Jack

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        • Jack Imóveis 24 de outubro de 2011 at 13:34

          Olha que interessante.

          Será que alguém olha isso antes de fechar um negócio?

          h t t p : / / w w w .reclameaqui.com.br/compare/21896-pdg-realty/8775-cyrela-brasil-realty/8175-mrv-engenharia/6772-gafisa/4026-lopes-imoveis/

          0
  • Ader 24 de outubro de 2011 at 11:45

    Neste fim de semana vendi um terreno, após o fechamento do negócio na volta para casa dei carona ao corretor e aproveitei a oportunidade para conversar sobre a situação atual do mercado de imóveis, momento em que pude expor todo conhecimento que adquiri aqui no Bolha. Para resumir, ele disse que eu havia feito uma excelente venda, e concordando com todos os pontos colocados por mim ele confidenciou que não tinha certeza, mas que de acordo com tudo que está acontecendo em termos de mercado imobiliário e economia brasileira, há uma grande chance de desvalorização dos imóveis em relação ao que está vigorando hoje.

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    • John 24 de outubro de 2011 at 12:44

      Acho que a tendência é baixar. Pelo menos em Brasília vão entregar um bairro inteiro (Noroeste), que se encontra bem localizado. Por isso que vejo com bons olhos essa quantidade monumental de lançamentos…depois da febre dos imóveis – com gente desesperada pra comprar ou comprando vários aps na planta para especular – vai ter muita oferta para quem tem uma grana guardada.

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  • Ar Quente 24 de outubro de 2011 at 13:42

    omoradoronline.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3860:volume-de-vendas-para-apartamentos-novos-tem-alta-de-1066-em-um-ano&catid=13:geral&Itemid=10

    Volume de vendas para apartamentos novos tem alta de 106,6% em um ano

    O Volume Geral de Vendas (VGV) dos imóveis residenciais verticais novos ofertados em Curitiba, em julho deste ano, acumulou uma alta de 106,6% em relação ao mesmo período de 2009, chegando à cifra de R$ 9,6 bilhões. Na comparação com o mesmo período de 2010, a alta foi de 57,6%. Os dados são de pesquisa inédita realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/PR). “Este índice delimita o tamanho exato do mercado imobiliário na capital paranaense, em relação à oferta. Os números também mostram que há um crescimento no poder aquisitivo dos compradores curitibanos, além de indicar que o mercado está aquecido e valorizado”, explica o presidente da entidade, Gustavo Selig.

    De acordo com Selig, a alta foi impulsionada pelo aumento da produtividade no setor e pela diversificação dos produtos. “Curitiba estava com uma demanda reprimida e, com a oferta de novos empreendimentos, houve uma alta no volume de vendas. Outro fator foi a mudança de perfil dos edifícios. Os imóveis de luxo voltaram a ser lançados na cidade, contribuindo para este crescimento”, analisa. Em julho de 2009, o VGV dos imóveis de luxo foi de R$ 349,7 milhões (7,5% do total). No mesmo período, em 2010, o valor subiu para R$ 655 milhões (10,7% do total) e, em 2011, correspondeu a R$ 1,47 bilhão (15,3% do total).

    Consequentemente, houve um aumento do número de apartamentos ofertados no padrão, que passou de 97 unidades, em julho de 2009, para 763 unidades para o mesmo período, em 2011. A Ademi/PR classifica como luxo os imóveis com preço de venda superior a R$ 1 milhão. A maior participação no Volume Geral de Vendas, referente à oferta de apartamentos novos em Curitiba, se concentra no segmento dos imóveis econômicos (de R$ 150.001,00 a R$ 250 mil), standard (de R$ 250.001,00 a R$ 400 mil) e médio (de R$ 400.001,00 a R$ 600 mil). Estes padrões de empreendimentos se revezam nas três primeiras colocações, de 2009 a 2011. Os imóveis classificados como standard foram os mais ofertados na capital paranaense em 2011 e 2010.

    Em julho deste ano, eles corresponderam a um volume de vendas de R$ 2,85 bilhões (29,6% do total), contabilizando 8.607 unidades. No mesmo período, em 2010, o VGV destes imóveis foi de R$ 1,61 bilhão (26,3% do total). Em julho de 2009, os empreendimentos detiveram a terceira participação do VGV local, com R$ 878,6 milhões (18,8% do total).

    Em julho de 2009, os imóveis de padrão médio lideraram o VGV ofertado em Curitiba, correspondendo a R$ 1,22 bilhão (26,3% do total). No mesmo mês, em 2010, eles detiveram a segunda maior participação com R$ 1,21 bilhão (19,8% do total) e, em julho deste ano, mantiveram a posição, se equiparando aos imóveis econômicos. Ambos contabilizaram um VGV próximo de R$ 1,6 bilhão (17% do total).

    Em julho de 2010, os imóveis econômicos detiveram a terceira maior participação no índice, com volume de vendas de R$ 989,4 milhões (16,2% do total). No mesmo período, em 2009, eles ocuparam a segunda posição, com VGV de R$ 903,2 milhões (19,3% do total).

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  • MrK 24 de outubro de 2011 at 13:44

    Hoje saiu uma reportagem sobre o resultado das construtoras no jornal do commercio

    Dizem que as vendas gerais subiram pouco abaixo de 10% (mas lembro que isso é em valor e não em unidades), fazendo uma conta rápida, da pra dizer que a quantidade de unidades vendidas caiu pelo menos 20%, mas isso é no trimestre, no ano não fizeram a análise infelizmente.

    A matéria também cita que alguns analistas reviram pra baixo o preço-alvo dessas ações e que as construtoras estão apostando todas suas fichas no 4o trimestre pra tentar fechar bem o ano, será que vai funcionar?

    Segue um trecho que vale nota: “Ainda sofrendo o peso de projetos problemáticos da Tenda, a Gafisa foi a única, entre as seis empresas, a apurar queda nos lançamentos, que somaram 1 bilhão de reais no trimestre, recuo anual de 15 por cento. No acumulado do ano, contudo, a companhia se aproxima das concorrentes, tendo cumprido 56 por cento do ponto-médio da projeção, com 2,9 bilhões de reais lançados. ”

    Se as vendas cairam 15% mesmo com o preço muito acima, o negócio tá feio mesmo, deve ter caido mais de 35% em unidades

    economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral-economia,construtoras-crescem-no-3o-tri-mas-vendas-desaceleram,89235,0.htm

    AGORA IMAGINEM NOS USADOS…

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  • Bolha Imobiliária 24 de outubro de 2011 at 13:55

    Não sei se vale a pena um post, mas deem um olhada

    http://www.rondonoticias.com.br/?noticia,101254,flazio-e-zogbhi-vo-explicar-por-que-praticam-preos-exorbitantes-no-mercado-imobilirio

    O presidente do Conselho de Corretores de Imóveis de Rondônia, Flaézio Lima e o vice-presidente Cezar Zogbhi, terão de explicar na noite desta segunda-feira, 24/10, no auditório da Uniron em Porto Velho, o por quê de praticarem preços tão exorbitantes na venda dos imóveis que comercializam na capital.

    Um grupo formado por pessoas que vai participar do evento e que desejam adquirir imóveis em Porto Velho, mais esbaram na carestia dos preços praticados pelas empresas “Flaézio Lima Empreendimentos Imobiliários e Zogbhi Negócios Imobiliários”, dentre outras, deverão se fazer presentes no evento que abordará um painel sobre o assunto.

    Ao tomar conhecimento do evento, o carpinteiro João Lima, visitou na manhã desta segunda feira, 24/10, a redação do Rondonoticias e desabafou: O Creci de Rondônia que deveria trabalhar em parceria com a população da capital, se divorciou completamente do seu próprio destino e depois da vinda das usinas, apoia aqueles que cobram os olhos na cara na compra, venda e aluguéis de imóveis em Porto Velho”.

    Só para ser ter uma idéia prosseguiu Lima, uma casa no bairro Costa e Silva que antes das usinas era alugada por R$. 300,00, hoje não se paga mesmo de R$. 1.000,00, e ninguém interfere nem mesmo o Ministério Público.

    Diante dessa insatisfação generalizada da população da capital, os convidados de São Paulo, Nailor Marques, Amanda Zaragoza, Leonardo Stuepp Leonardo Stuepp que participam das palestras no III Fórum Imobiliário de Rondônia, como palestrantes do evento, leverão para São Paulo a insatisfação reinante sobre o comércio de imóveis em Porto Velhho.

    A propósito, um dos temas mais importantes a serem abordados no evento será: “Explorando o Mercado nas Redes Sociais”.

    Os interessados em registar qualquer pergunta ou mesmo insatisfação pelo preço dos imóveis cobrados na capital, deverão se dirigir ao Creci/RO, localizado na Avenida Abunã, 1713, ou pelo fone: 3224-1271.

    Ao tomar conhecimento da insatifação do carpinteiro, Flaézio Lima se desculpou e prometeu para o próximo ano um evento, cujo tema terá: “Como deixar de expoliar a população de Porto Velho na compra e venda de imóveis”.

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  • Ader 24 de outubro de 2011 at 16:36
    • Roberto Cesar 25 de outubro de 2011 at 01:44

      Ader,

      Não pense que o governo dos USA é bonzinho e que tá fazendo um favor para o povinho. Eles tão fazendo isso é pra salvar a pele dos banqueiros.

      Pode ter certeza que medidas como essas e outras similares vão ser tomadas no Brazil pós estouro se isso for salvar os bancos e as construtoras, e garantir re-eleição dos políticos tambem, claro.

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      • Ader 25 de outubro de 2011 at 11:12

        Apesar da dúvida na pergunta, também acho que tratarão dessa forma por aqui também.

        0
  • henrique 24 de outubro de 2011 at 16:41

    Ora,

    As incorporadoras cobram altos preços nos imóveis porque ainda existem otários que aceitam pagar. Simples assim!

    Mas a realidade já está mudando.

    Conversem com pequenos/médios construtores e perguntem como está o mercado;

    Conversem com quem tem imóvel para revenda;

    Conversem com bancários graúdos e perguntem como está a inadimplência;

    Conversem com quem trabalha no setor automobilístico e perguntem como estão as vendas;

    Conversem com comerciantes.

    A situação não está nada fácil.

    abs

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    • augusto 24 de outubro de 2011 at 18:11

      Na minha cidade tenho um amigo engenheiro civil que estava envolvido em construção de pequenas casas para vendas. Hoje sua principal atividade é de avaliador de imóveis para financiamento imobiliário de uma grande instituição de crédito.
      Ele me disse que na nossa cidade apartamentos acima de 300 mil reais praticamente não mais são vendidos

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    • Roberto Cesar 25 de outubro de 2011 at 01:47

      É como dizia um amigo meu: “todo dia sai de casa um malandro e um otário. Quando os dois se encontram fazem negócio”.

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  • Richard 24 de outubro de 2011 at 17:20

    Boa tarde

    Desculpem a minha ignorância.

    O sujeito que investiu em imóveis prefere vender do que alugar.

    Como não estão vendendo, por que ele não alugam os imóveis.

    Estou em busca de aluguel, más o ZAP está com poucas opções.

    0
    • JPM 24 de outubro de 2011 at 17:28

      Acredito que o raciocínio deles seja o seguinte:

      “Está difícil de vender com o imóvel vazio.
      Tradicionalmente é mais difícil de vender com o imóvel alugado.
      Não vou alugar para não ficar ainda mais difícil de vender.
      Vou ter que aguentar o prejuízo mensal, mas a valorização do imóvel vai acabar compensando”

      0
      • Luiz 24 de outubro de 2011 at 18:49

        a maior parte investiu pra vender o AGIO antes das chaves
        o cara paga 10% de entrada e repassa esse valor + o agio.

        se caso o apartamento dobrar de valor ele praticamente ganha o valor de um apartamento.
        se não conseguir passar o agio nem financiar, ele devolve o apê e a construtora devolve a entrada.

        0
    • MrK 24 de outubro de 2011 at 18:51

      Richard, tenho 2 explicações sobre o porque poucos imoveis pra alugar:

      1- Quem queria comprar está preferindo morar de aluguel, muita gente acredita que os preços vão cair ou simplesmente não podem mais comprar nesses patamares, por isso a demanda por aluguel subiu muito.

      2- Pelo lado da oferta, quem tem imóvel não quer por pra alugar pois está rendendo pouquissimo (0.3% do valor), quase metade da poupança. Quem comprou pra revender também não quer por pra alugar porque o aluguel não paga nem os juros do financiamento! Ele quer lucro rápido no bolso!

      A consequencia é isso que vemos: Vários imoveis a venda e poucos imoveis a alugar.

      0
  • Obcecado 24 de outubro de 2011 at 18:55

    Moro em um apartamento (Águas Claras) em Brasília há um ano. Por incrível que pareça, durante a vigência do contrato, o apratamento já mudou de dono três vezes. A nova compradora (trocou sua antiga casa em dois aps) quer que eu desocupe. Graças a Deus, já encontrei outro para alugar de um amigo, no mesmo prédio. O interessante nessas negociações é que nenhum dos três compradores diferentes pagou com dinheiro à vista ou financiou o imóvel. Todos eles fizeram trocas de um imóvel por dois e por aí vai. Ademais, não apareceu ninguém interessado em comprar ($) para morar, aliás, todos eles me ofereceram o ap pelo preço negociado ($250.000 num ap de 60 m²).
    Pude perceber que todos eles sabem que não é possível vender para um morador (não especulador) pelo valor negociado, por isso todos insistiram pra que eu comprasse.
    Outra constatação (acompanho rotineiramente o site wimoveis) é que alguns apartamentos de três quartos estão com queda no preço (em Águas Claras). O preço (média) até sobe um pouco, mas agora sempre tem um ou dois bem abaixo da média, o que não existia há um ano. Por exemplo, se alguém pesquizar o ed villa lucci, verá que a média dos aps de três quartos naquele prédio é de $350.000,00, entretanto, já aparece um de 265.000,00. no site wimoveis.
    Felizmente, acho que a bolha está prestes a estourar e graças a Deus garanti um contrato de três anos de aluguel (multa por deixar o ap somente no 1º ano), ou seja, terei três anos para acompanhar o mercado imob. com calma, graças aos posts e comentários dos nobres analistas do bolhaimobiliária.com., que sempre falaram das vantagens em se alugar (em vez de se desesperar e comprar algo além do alcance e com preço além da realidade) um ap nesse momento de alta nos preços.
    Valeu, pessoal!

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    • Luiz 24 de outubro de 2011 at 19:31

      sem falar no que se economiza alugar ao invés de comprar – ITBI, taxas, reformas pq entregam o apê sem piso e sem janela, sem armarios, desvalorização por depreciação e assim vai.

      O valor de 0,5% é um valor conservador, a partir do qual com certeza é melhor alugar sempre.
      O valor médio é 0,8%.
      A partir de 1% é melhor comprar sempre.

      entre 0,5% e 1% tem que fazer contas caso-a-caso

      0
  • Dan 24 de outubro de 2011 at 19:46

    Ok, agora a CEF vem com essa:

    24/10/2011 – 18h24

    Compra de imóveis com recursos da poupança está garantida por mais dez anos

    SÃO PAULO – Foi anunciado nesta segunda-feira (24) pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, que os recursos da caderneta de poupança para o mercado imobiliário estão garantidos para os próximos dez anos.

    De acordo com a Agência Brasil, o presidente afirmou, durante audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo, que o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) consegue deslocar para o mercado imobiliário cerca de R$ 30 bilhões por ano e, por isso, não haverá escassez de recursos para o financiamento nos próximos anos.

    “A Caixa está equacionada até 2013, não tem problema de recursos. Nesse período está havendo uma discussão com relação aos recursos da poupança, porque no FGTS, que financia o Programa Minha Casa, Minha Vida, tem R$ 125 bilhões para os próximos quatro anos. Então tem recursos para o Minha Casa, Minha Vida na faixa até dez salários mínimos, com mais de 2 milhões de casas para serem contratadas”, explicou.

    Crédito imobiliário
    O presidente explica que o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) terá de passar por uma transição, que deve ocorrer até os juros ficarem mais baixos no País. Com isso, o sistema poderá securitizar os créditos existentes, gerando mais recursos para os investimentos. “Quando os recursos estiverem em 7%, não se precisará mais dizer de onde vem, porque será possível aplicar recursos das tesourarias dos bancos como é em todo o mundo”, completa.

    De acordo com o presidente da Caixa, o círculo virtuoso do crédito imobiliário no Brasil ainda tem muito a caminhar. “Temos um pouco mais de 4% do PIB (Produto Interno Bruto) para o crédito imobiliário e, se imaginarmos que o Chile tem 12% e o México no mesmo patamar, aqui no Brasil ainda temos um caminho longo a percorrer. A discussão é se vamos ter um crescimento de 50% ou 60% ou um pouco menor”, afirma.

    Para Hereda, o crescimento do crédito imobiliário no Brasil será um pouco menor, porém, sustentado. Segundo ele, até o momento, o financiamento imobiliário da Caixa passa de R$ 60 bilhões e a expectativa é de fechar o ano em R$ 90 bilhões. “Nesses três últimos meses do ano a contratação acelera. Está entrando agora a contratação para a faixa de zero a três salários mínimos para o Minha Casa, Minha Vida e queremos passar dos R$ 76 bilhões do ano passado”, finaliza.

    h t t p://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/10/24/compra-de-imoveis-com-recursos-da-poupanca-esta-garantida-por-mais-dez-anos.jhtm

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    • Anonymous 24 de outubro de 2011 at 19:49

      garantidos para os próximos dez anos? Si como no, la garantia soy jo!

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      • Felipe 24 de outubro de 2011 at 19:56

        O importante é falar que está tudo bem…
        Engraçado como esses caras vêem numa bola de cristal que vai ter dinheiro na poupança suficiente até essa data..
        E não tem problema se nao tiver dinheiro!
        Tiram do nosso FGTS, que rende pra nós mortais uma miséria, e ele serve para financiar aptos de R$ 800 mil (e 25 m2) no Leblon.

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        • Luiz 24 de outubro de 2011 at 20:20

          eu acho isso que oc ara falou é possível sim.

          quer dizer a medida em que os mutuarios vão pagando, esse dinheiro é reinjetado no sistema em novos creditos imobiliarios e isso pode criar um circulo virtuoso

          não sei como ele chegou nesse numero cabalistico de 7% mas, … vamos supor que seja verdade

          se eles conseguirem chegar nesse equilibrio antes que a casa caia pode ser que daui uitos anos os preços se estabilizem, obviament eque não nos patamares atuais como querem fazer crer os paus mandados de plantão.

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          • Anonymous 25 de outubro de 2011 at 04:14

            luiz,

            Como todo esquema de pirâmide, com o passar do tempo o número de participantes tem de amentar exponencialmente. Do contrário, o esquema entra em colapso. Por exemplo, se temos 10 mutuários pagando 10% do valor da casa, então a soma de todos esses 10 dará para financiar somente mais UMA casa.

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            • Luiz 25 de outubro de 2011 at 12:18

              justo, ma so esquema não fura se entrar continuamente gente nova

              1. população em idade produtiva crescendo
              lembre que estamso eprto do bonus demografico maximo

              2. aumento de renda per capita

              3. imigração

              4. aumento de consumo, transferido de outras áreas

              eles chegaram no numero cabalistico de 7% pra sustentar a piramide
              … a conta é complexa… pode ser? pode não ser?
              cadê o peterson matematico pra nos ajudar?

              0
    • Carlos Eduardo 25 de outubro de 2011 at 05:35

      Se essa pirâmide explodir daqui 10 anos !

      para mim tá ótimo!

      é tempo suficiente ; )

      0
      • Anonymous 25 de outubro de 2011 at 06:08

        Uma conta simples. Os imóveis são financiados por 30 anos. Portanto, 30 pessoas podem financiar mais UM imóvel adicional no ano. Durante 10 anos temos que ter 300 pessoas para financiar UM imóvel adicional por ano. Entretanto, se quisermos financiar 10 mil imóveis, temos que ter 3 MILHÕES de pessoas. Voce acha mesmo que vai durar 10 anos?

        0
        • Luiz 25 de outubro de 2011 at 12:20

          gostei
          mas vou alterar pra 15 que é o tempo médio do financiamento

          pra cobrir o defict de 7 milhoes, precisam de 105 milhoes de familias, 400 mi de pessoas, o dobro da população.

          O absurdo do resultado da conta, prova o absurdo do mercado
          faz sentido?

          0
    • RT 25 de outubro de 2011 at 08:27

      “Temos um pouco mais de 4% do PIB (Produto Interno Bruto) para o crédito imobiliário e, se imaginarmos que o Chile tem 12% e o México no mesmo patamar, aqui no Brasil ainda temos um caminho longo a percorrer. ”

      Como sempre, se baseando nesses números pra “provar” que o crescimento é sustentável.

      Já que é pra comparar com Chile e México… alguém tem noção dos preços dos imóveis nesses países?

      Se me disserem que os apartamentos lá custam mais caro que na Europa e nos EUA há dez anos e que nunca parou de vender, eu reconheço que não há bolha.

      0
    • augusto 25 de outubro de 2011 at 08:28

      Esqueçam, pois em 10 anos estaremos como hoje está a Grécia

      0
      • Luiz 25 de outubro de 2011 at 12:11

        no chile está 160 dolares por foot^2.
        Muito + barato que BR

        0
  • Anonymous 24 de outubro de 2011 at 20:05

    O simples fato da previsão de inflação ter 3 dígitos significativos já demonstra que é uma mentira deslavada.

    Mercado prevê crescimento e inflação menores para 2011 e 2012: … Segundo o BC, a estimativa de inflação do mercado financeiro para este ano, que estava em 6,52%, acima portanto, do teto de 6,50% do sistema de metas de inflação, caiu justamente para 6,50%. A previsão para o IPCA de 2012, por sua vez, recuou de 5,61% para 5,60%.

    0
    • trackback 25 de outubro de 2011 at 10:36

      https://www3.bcb.gov.br/sgspub/
      433 – Índice nacional de preços ao consumidor-amplo (IPCA)
      out/10 0,75
      nov/10 0,83
      dez/10 0,63
      jan/11 0,83
      fev/11 0,8
      mar/11 0,79
      abr/11 0,77
      mai/11 0,47
      jun/11 0,15
      jul/11 0,16
      ago/11 0,37
      set/11 0,53

      12 meses – juros compostos – 7,31%

      0
      • trackback 25 de outubro de 2011 at 14:40

        Tô achando as previsões muito otimistas

        0
  • veigalex 24 de outubro de 2011 at 20:22

    Sem palavras!

    Artigo Mises!!

    Leiam

    w w w.mises.org.br/Article.aspx?id=1136

    0
    • Sérgio 24 de outubro de 2011 at 21:55

      Concordo em grande parte com o artigo Mises.
      Entretanto o próprio mises já se enganou antes com a Irlanda, em 2006, publicando um artigo (que inclusive já o comentei aqui) enaltecendo governo e polítivos irlandeses e inflamando a correção de toda a economia (de mercado) que lá ocorria. NO ENTANTO, deu no que deu e a PÁGINA, depois de comentada aqui no BOLHA, desapareceu??!!
      .
      Não quero dizer que não estejamos à beira de um colapsso mundial, conforme Roubini, ou que ao menos não iremos ficar um tempão na m…
      Quero dizer que o instituto Mises tem um viés político muito forte, voltado ao extremo liberalismo, onde apenas o capital deve autogerir-se.
      .
      Portanto, sempre ao analisarmos os artigo Mises, tenhamos em mente a dialética utilizada.
      .
      fora isso, excelente.

      0
  • Richard S Miranda 24 de outubro de 2011 at 20:25

    Ou seja, a bolha está afetando também os alugueis.

    0
  • Marcos 24 de outubro de 2011 at 22:39

    Governo chama montadoras para reclamar de cortes
    Ministro Guido Mantega convoca representantes de fábricas para reunião em Brasília sobre demissões no setor
    22 de outubro de 2011 | 3h 04

    ENATA VERÍSSIMO, EDUARDO RODRIGUES / BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, vai cobrar dos representantes das montadoras instaladas no Brasil compromisso com a manutenção dos empregos no setor e dos preços dos automóveis. O governo entende que estas deveriam ser as contrapartidas das empresas ao aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados.

    O ministro não está satisfeito com a sinalização de que as montadoras podem reduzir vagas em razão da queda nas vendas de veículos. Também entende que não há motivo para reajuste das tabelas de preços. O assunto será discutido com as empresas na terça-feira, em Brasília.

    A preocupação com o emprego fica maior agora que o Supremo Tribunal Federal postergou para dezembro o início do aumento do IPI, o que pode levar a novo aumento temporário das importações. Além disso, nesta semana a General Motors iniciou um Programa de Demissão Voluntária (PDV).

    O aumento do IPI teve como objetivo proteger a indústria nacional e evitar perda de empregos, além de estimular os investimentos. Os automóveis fabricados no exterior ganharam muito mercado no País, favorecidos pelo dólar barato.

    Ao fazer o anúncio do aumento do IPI, em setembro, Mantega afirmou que as empresas haviam se comprometido em manter os preços, mesmo com a diminuição da concorrência dos importados. No entanto, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, tem dito que não há esta garantia. Segundo a entidade, a reunião de terça foi convocada no início desta semana para discutir a nova política industrial que o governo prepara para o setor.

    Esta é a segunda vez que Mantega repactua um acordo com o setor. Em 2009, durante a crise internacional, o governo reduziu o IPI para estimular as vendas e evitar demissões. No entanto, algumas empresas dispensaram funcionários. Na ocasião, ao negociar a prorrogação do incentivo, o governo exigiu que constasse, por escrito, o compromisso de não haver mais demissões. Desta vez, embora a proteção ao setor tenha vindo por meio do aumento do IPI para importados, o governo também firmou apenas compromisso verbal.

    STF. O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, disse que a decisão de suspender o aumento do IPI de automóveis com menos de 65% de conteúdo local não era esperada pelo governo, mas será cumprida. A alta da alíquota em 30 pontos porcentuais para os importados – exceto de México, Argentina e Uruguai – passará a valer em dezembro. Dos 657 mil veículos importados em 2010, 80% foram trazidos pelas próprias montadoras.

    Para Pimentel, o único impacto da decisão do STF é no eventual aumento de arrecadação que a Receita Federal teria nesse período./ COLABOROU C.S.

    www .estadao.com.br/noticias/impresso,governo-chama-montadoras-para-reclamar-de-cortes-,788829,0.htm

    Sinal amarelo ligado?

    0
    • Luiz 25 de outubro de 2011 at 11:59

      carros encalahdos e o que eles fazem: aumentam o preço

      ameaçam demissão em massa pra pressionar o governo

      já vimos o filme antes
      e vamos ver de novo

      0
  • MrK 24 de outubro de 2011 at 22:59

    Hoje dei mais uma “zapeada” e realmente o negócio impressiona, tá tudo encalhado mesmo, são os mesmos imóveis há 200 anos, tem muito imóvel que acompanho desde o inicio do ano, com 10 meses a venda! Tem outros que já fizeram aniversário… parece que não tem jeito, eles estão apenas relutando a aceitar a realidade e baixar os preços

    quem deve tá sofrendo muito agora são os corretores, não há venda e não há comissão

    VAMOS FICAR ATENTOS a imobiliarias fechando as portas, essas empresas normalmente são muito mal administradas, não guardam capital suficiente pra ficar 6 meses sem vender… se corretor tivesse salário fixo acho que muitas já tariam fazendo demissão em massa

    0
    • veigalex 24 de outubro de 2011 at 23:48

      MRK..
      Acompanho o ZLimovéis, um site de São Paulo.

      A sensação que tenho é que o site foi abandonado a meses!
      Mandei um Email para eles, fazendo um reclamação.. adivinha se responderam?

      Não sei se é de proposito, mas os anúncios ficam lá.

      Percebi, que muitas vezes esses anúncios são chamariz para as imobilizarias, pois você pede informações de um imóvel em questão, e ganha um corretor como aporrinhação.

      O cara te liga, diz que aquele não tá disponível e quer te empurrar outra coisa.
      Fico p.. com isso..

      Mas vou acompanhando.

      w w w.zlimovies.com.br

      para quem quiser da uma visitada..

      0
    • augusto 25 de outubro de 2011 at 08:23

      Dez meses é pouco, pois conheço alguns em cidades litorâneas aqui de SP que já estão há pelo menos 4 anos anunciando em tudo que é site de imobiliária da cidade e nada de comprador.
      Mas os preços sobem periodicamente e hoje já estão o dobro que há 4 anos atrás.
      Os proprietários só de condominio, iptu e manutenção já devem ter pago mais de 70 mil reais no periodo onde tentam achar um otário, mas parece que eles é que são os otários

      0
      • Felipe 25 de outubro de 2011 at 08:49

        vc é da baixada santista, augusto?

        0
        • augusto 25 de outubro de 2011 at 11:53

          Não moro mas tenho ap na maior cidade da região e estou frequentemente lá

          0
  • Anonymous 25 de outubro de 2011 at 04:32

    www . oportunidadescamargocorrea . com . br – as mesmas “oportunidades” já faz muitos meses …

    0
  • Richard 25 de outubro de 2011 at 09:58

    Com a quantidade de imóveis que o ZAP possui sendo que muitos anúncios muitos anúncios são repetidos e valores absurdos, o ZAP está perdendo a credibilidade. Pois fica difícil até para alguém com a melhor das intenções garimpar alguma coisa.

    A única preocupação do ZAP deve ser a de arrecadar dinheiro com a divulgação de anúncios. Que deve ser grande na situação de Bolha.

    0
    • augusto 25 de outubro de 2011 at 10:12

      O indice Zap baseia-se em preços nos anúncios colocados pelos proprietários e imobiliárias. É portanto apenas um levantamento de anuncios em jornais, e portanto bastante falho e manipulável.
      O próprio Creci SP já criticou veladamente tal tipo de indice

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  • MrK 25 de outubro de 2011 at 09:59

    outra coisa curiosa que tenho notado:

    os imoveis a venda já sabiamos que estavam encalhados, os usados especialmente (já vi até propaganda com esse nicho: “imovel vazio? trás pra cá!”) mas ao menos os alugueis ainda estavam girando rápido…

    em função dos motivos que já tratamos aqui inumeras vezes, os alugueis também subiram razoavelmente, comeco a ver apartamentos a alugar encalhados, apartamentos que há 2 anos atrás o aluguel custava R$2.300 e hoje pedem R$3.900, mas ninguém os ocupa, os mesmos anuncios há meses, sera que até isso vai travar?

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    • RT 25 de outubro de 2011 at 10:04

      O apartamento onde estou hoje, em Botafogo (quarto e sala), começou a ser anunciado em Outubro do ano passado, por R$ 1600. Passado um mês, caiu pra R$ 1500 e depois, pra R$ 1400.

      Em Dezembro, fui na imobiliária e disse que por R$ 100 a menos, alugaria. Aceitaram.

      É como disse outro dia neste espaço: “nos dizem que o mercado está aquecido, mas o que vemos no dia a dia é exatamente o contrário”. Teimam em aumentar preços, mas se vende ou não, é outro papo…

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      • MrK 25 de outubro de 2011 at 10:11

        com toda certeza!

        aposto q se voce chegar um apartamento desses encalhados e oferecer 10% a menos eles aceitam na hora, se oferecer 20% a menos ainda é capaz deles pensarem no assunto…

        conheco amigos que alugaram recentemente em ipanema (auge da especulação) e conseguiram por 15% a menos que o anunciado, sendo que o anunciado já tinha sofrido uma recente baixa, igualzinho seu caso.

        imovel a alugar parado é a pior coisa, os condominios no rio são caríssimos, o iptu também, ainda fica pagando zaps da vida…e o cara tá deixando de faturar… é melhor abrir mão logo de um pedaço do aluguel do que ficar nesse encalhe por meses, o mercado está menos aquecido do que dizem, inclusive o de alugueis

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        • Luiz 25 de outubro de 2011 at 11:52

          10% é o basico do mercado

          se vc aceitar sem pedir desconto eles que não aceitam e ainda aumentam (a desculpa padrão é que tinha outro na frente).

          da proxima pede 15%, coisa de brasil

          0
          • augusto 25 de outubro de 2011 at 14:52

            Luiz na minha cidade já tem gente aceitando facil, facil até 20%

            0
          • jose 25 de outubro de 2011 at 16:14

            como assim ?

            “se vc aceitar sem pedir desconto eles que não aceitam e ainda aumentam (a desculpa padrão é que tinha outro na frente).”

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            • Luiz 25 de outubro de 2011 at 16:53

              se vc da uma de desesperado, acha tudo lindo e aceita o preço logo de cara, o preõ sobe

              oferece um valor abaixo e deixa eles fingirem que te põe numa lista de espera.

              coisas de brasil

              0
  • FQ 25 de outubro de 2011 at 10:06

    A respeito da discussão sobre os recursos de crédito da Caixa Econômica e seu lastro (poupança, FGTS), gostaria de lembrar que a “saúde” financeira da Caixa ou de qualquer outro banco, não tem relação nenhuma com a Bolha imobiliária.

    Ao contrário, se há uma relação, ela é justamente ao contrário do proposto, quanto maior o crédito, maior a especulação nos preços, maior o endividamento da população e mais acelerada a diminuição da demanda, ou seja, forma-se de bolha.

    O crédito é a gasolina do motor da Bolha!

    Se há lastro e saúde financeira nos bancos, ótimo! No caso do estouro da Bolha, esta não criará uma crise no sistema financeiro.

    Uma Crise imobiliária é DIFERENTE de uma Crise no Sistema Financeiro!

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    • Luiz 25 de outubro de 2011 at 12:27

      bem lembrado

      o argumento deles troca a consequencia pela causa.

      estouro da bolha é UM dos fatores que pode gerar crise financeira, mas por si só não garante a quebra dos bancos.

      0
    • luizdvd 25 de outubro de 2011 at 13:06

      Noticio que o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, para os servidores estaduais, anunciou empréstimos pelo Banrisul, com redução de juros. Creio que, embora minúsculo em relação ao número de empréstimos, é mais um combustível para o aumento dos preços, já que é mais fácil que servidores públicos, que têm algum estabilidade, aceitem empréstimos em 30 anos. O financiamento é de até 100% de imóveis novos e usados e com taxa de 7.98% até 150k. Não é muito dinheiro, mas, se vc já tem algum guardado, dá para pensar em algo.

      0
  • Luiz 25 de outubro de 2011 at 13:11

    Para os corretores que gostam de comparar o brasil com outros países:

    Em 2011, o turismo gerou:
    – quase 80 milhões de dolares para o 1o. colocado – França
    – 4 milhões de dolares para o 44o. colocado – Brasil

    Pensem bem antes de dizer que os preços no Rio estão baratos pq é o melhor lugar do mundo.

    0
    • Atribulado 25 de outubro de 2011 at 14:50

      Deve ser bilhões e não milhões. Só um feriado prolongado no Rio gira mais do que isso.

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      • Luiz 25 de outubro de 2011 at 16:51

        tem razão

        a fonte errou:
        h t t p ://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20internacional,crescimento-do-turismo-atenua-crise-na-europa-,89520,0.htm

        0
        • Atribulado 25 de outubro de 2011 at 18:01

          Errou mesmo, a propria reportagem cita por exemplo:

          “Na França, país mais visitado do mundo, segundo a OMT, a atividade representa entre 6% e 7% do PIB, o “equivalente da indústria automobilística”, segundo o governo.”

          PIB da França:
          “2,65 Trillion Dólares americanos na cotação atual – 2009” (google public data)

          6% disso é 160 Bilhões (com B mesmo)

          “Milhão” a nível de país é NADA. É a mesma coisa que centavos para uma pessoa.

          Só o que os hotéis de Copa faturam de diárias num fim de semana é alguns milhões…

          Um erro grosseiro de ordem de grandeza.

          Em outro ponto escrevem certo:
          “As despesas de turistas brasileiros no exterior aumentaram neste ano 44,2%, atingindo US$ 16,4 bilhões, segundo a OMT.”

          0
          • Luiz 25 de outubro de 2011 at 18:42

            colega, nem um nem outro
            é milhões mesmo, mas de turistas, não de dolares (acho)

            a conclusão não muda: O BR é 44o. quadragesimo quarto em preferencia no mundo.

            44o. é bem longe de dizer que aqui tem a cidade Mais bonita do mundo, o povo mais feliz e legal

            Acho que isto basta pra acabar com as pretensões dos corretores de comparar com Paris, NY, Monaco, Cape town, ….

            Melhor comparar com Chile e Argentina

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            • Atribulado 26 de outubro de 2011 at 17:45

              Não tem nenhuma credibilidade uma matéria com um erro tão grotesco.

              0
              • Luiz 26 de outubro de 2011 at 18:02

                consultei as fontes,
                está correto
                o Brasil está no fim da lista

                a credibilidade destruída é a dos corretores

                por favor não insistam em trazer graficos de Monaco, Vaticano, Honk Kong pra provar que somos baratos

                0
                • Atribulado 26 de outubro de 2011 at 18:06

                  O que custa botar a fonte aqui? Ninguem é corretor não. Repito: a credibilidade da grande mídia (principalmente na internet) é muito baixa. Já vi desses erros zilhões de vezes.

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  • Jader Anderson 25 de outubro de 2011 at 13:21

    Só vou deixar isso aqui… pra quem diz q não tem tanto especulador!!!!

    comentário de um blog de finanças conhecido, quando falava sobre consorcios

    Alessandro Cortes
    comentou em 29.03.2011 às 02:32 Se você for juntar dinheiro para comprar o imovel a vista, possivelmente você irá se arrepender. O mercado está aquecido e os imoveis estão se valorizando numa velocidade espantosa. Compensa comprar financiado hj…. Pq num horizonte de 10 anos o valor do imovel em algumas cidades chegou a dobrar!
    Se você está juntando dinheiro para pagar a vista, voce deve se sentir um “cachorro correndo atrás do rabo” pq vc nunca alçando. Toda vez que vc acho que está quase dando pra comprar aquele apartamento e vc vai olhar o preço se assusta. Fiz isso por 7 anos e desisti. Comprei 2 empreendimentos em lançamento para entrega em 3 anos, pago as parcelas da chave q fica em torno de 25% do valor do bem até a entrega da chave. o restante do meu capital está em cdb (que rende mais q o incc que atualiza o valor do imovel), quando sair a chave eu já garanti o ap dos sonhos pelo valor justo (pois comprei somente a planta, so tem mato no local onde vai ser erquida a torre) como comprei 2 vou vender 1 e ficar com 1…. espero que em tres anos ele valorize em torno de 30%.

    Façam esse reflexão. Há sete anos atras passei em um stand de vendas para olhar um ap na planta com previsao de entrega em 3 anos (VALOR 48mil, 2/4), passado esses 3 anos as primeiras torres foram entregues (valor 78mil, 2/4),
    Com a criacao do minha casa minha vida (valor 108 mil, 2/4). ou seja se eu tivesse tido a “coragem” de comprar a 7 anos atras hoje, facil teria tido um retorno de 100% líquido. Agora comparem com outros investimentos de 7 anos pra ca??? o que deu mais… e isso que a regiao desse ap era na periferia….

    Moro em Goiania, e isso se repete em Brasilia com mais força, onde tem parentes.

    Meu primo comprou um ap no Guara I, cidade satelite de brasilia, por 67mil em 2002, (ap 2/4 com mais de 20 anos de contruido), hj pasmem, o imovel esta avaliado em R$ 200MIL (Meu primo rejeitou um oferta de um corretor interessado em ap nesse bloco).

    Porem, o imovel nao tem liquidez, as vezes vc demora pra vender e etc.

    Aconselho a destinar, 10% dos recursos em pre lancamentos (de grandes contrutoras) para revender proximo a entrega das chaves. 10% dos recursos na aquisição de um ap dos sonhos (em pre lancamento tbm, pagando uma parcela e entrada baixa) restante 80% aplica em qualquer coisa que tenha liquidez diaria e que renda mais ou menos o que da o incc. (pra vc acompanhar o reajuste do valor que vc vai ter que pagar na entrega das chaves). COm esse 10% dos recursos que vc aplicou em pre lancamentos pra revender, vc deve ter uma valorização de no minimo 30% (nao do dinheiro q foi aplicado, e sim do valor do imovel que vc adquiriu) ai que vc vai ganhar a grana que falta para nao precisar financiar o ap pela CEF…..

    Exemplo (grosso modo) vc adquiri um ap de 200000 (no pre lancamento) paga por ele em 30 meses (media de prazo pra entrega), ent+parcelas R$ 20.000 (ent 5000 + 30parcelas de 250,00)+ parcela de entrega da chave R$ 7.500.
    So que quando o ap estiver pra ser entrege ele ja deve estar valendo uns 250.000,00 (VC PAGOU SOMENTE R$ 12.500,00+7500),tranquilamente vc podera pedir R$ 50.000,00 no agio.

    Não sei se vai funcionar comigo, mas conheço muita gente que esta ganhando dinheiro assim….. Eu comprei 2 assim.1 pra morar e outro pra revender…
    É melhor pagar INCC do que a valorização do imovel no mercado, essa é a logica. se o incc der 8% a.a a valorização do imovel da o dobro disso facil…… Sem contar q nos proximos anos teremos 2 eventos mundiais sendo realizados aki no brasil, o q deve deixar o mercado de imoveis ainda mais aquecido….. e bolha aki so quando o defcit habitacional diminuir muitissimo, oque ainda deve demorar bastante…..

    Abraço a todos e tomem coragem………..
    Quem quiser add [email protected]

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    • augusto 25 de outubro de 2011 at 14:50

      Falou , disse, mas não convenceu.
      A teoria não mais está valendo na prática, pois a quantidade de imóveis a venda sem compradores é cada vez maior

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      • Jader Anderson 25 de outubro de 2011 at 15:03

        Com certeza augusto…

        Só quis apresentar praquele pessoal que vem aqui e diz q todo mundo só quer comprar pra morar, que a especulação eh baixa e outras falácias.

        a especulação é alta sim… e o comentario que colei ali em cima é meio que o “senso comum” dos especuladores que tenho conversado.

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    • Richard S Miranda 25 de outubro de 2011 at 15:03

      Valeu corretor !!!

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      • Jader Anderson 25 de outubro de 2011 at 15:05

        Richard,

        Só ressaltando o objetivo de ter colado aquele comentário ali, é somente para mostrar a locurera da especulação

        0
    • Jack Imóveis 25 de outubro de 2011 at 16:33

      Jader,

      Esse depoimento tirado de um blog é muito importante para mostrar não só que há vários especuladores no mercado como também para mostrar que não há controle nenhum por parte das incorporadora/corretora sobe o crédito concedido aos investidores.

      Abraços

      Jack – O agiota

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      • Luiz 25 de outubro de 2011 at 16:59

        o corretor Marcão outro dia veio aqui dizer que punha a mão no fogo se todas as grandes empresas não exigissem comprovação de renda.

        já comprei meio litro de gasolina…

        Luiz – o cobrador de promesssas

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  • Laranja 25 de outubro de 2011 at 13:26

    Jornal do Comércio RS – Editorial Notícia da edição impressa de 25/10/2011

    Se há bolhas de crédito no Brasil, elas explodirão

    Na Grécia, a agonia continua, com muitos médicos em volta do paciente financeiro, o que prenuncia muito mais a morte do que a cura, pela menos até esta quarta-feira. Nos Estados Unidos, Barack Obama retirará do Iraque e Afeganistão, ainda em 2011, mais de 120 mil militares. Economizará bilhões de dólares que fazem falta ao Tesouro dos Estados Unidos. E, surpresa, o Vaticano pediu uma reforma radical do sistema financeiro mundial, incluída a criação de uma autoridade política global que supervisione a economia. Uma nova ordem econômica baseada na ética e na “conquista de um bem-estar universal e comum”. O apelo do Vaticano se segue a uma encíclica do papa Bento XVI sobre a economia, publicada em 2009, que denunciou a mentalidade do lucro acima de tudo como responsável pela crise financeira mundial. No entanto, quando não temos mais o que discutir em relação às dificuldades, existem acadêmicos que pinçam teorias ortodoxas ou heterodoxas para anunciar problemas que, no curto prazo, não são vistos. Sejam ou não cumpridas as profecias, depois quase ninguém delas se lembrará. É o caso do Plano Real que começou um processo de faxina financeira no Brasil e asfixiou a inflação galopante, que acabava com os salários dos mais pobres todos os meses.

    Pois desde que a estabilidade econômica, a segurança jurídica e a inflação controlada mostraram resultados, o Brasil teve um surto de progresso. Novas medidas acertadas transformaram em realidade os sonhos de consumo de milhões. Eletroeletrônicos, eletrodomésticos, automóveis e a sonhada casa própria desceram até o poder aquisitivo das classes C e D, pelo menos. Foi o que bastou para uma saraivada de elogios os quais foram criticados por alguns que não perdoam os casos de corrupção. Mas como tem charme antecipar dificuldades na área econômico-financeira. Nesta linha de raciocínio, fica “politicamente correto” dizer que temos bolhas de consumo nesse ou naquele setor da economia.

    É o caso das vendas de veículos na primeira quinzena de outubro que tiveram leve alta de 0,18% na comparação com o mesmo período de setembro, somando 152.080 unidades. Também os lançamentos de imóveis residenciais terão uma acomodação. A procura era e ainda é muito forte e não estão sendo atendidas as classes menos favorecidas, na base de zero a três salários-mínimos. Mas isso não justifica dizer que existem bolhas na economia, infladas artificialmente, e que elas acabarão por estourar, exatamente como ocorreu no setor imobiliário dos Estados Unidos da América (EUA).

    Tanto é verdade que o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg, classifica como “totalmente fora de propósito a colocação de que haja uma formação de bolha de crédito no Brasil, especialmente no setor imobiliário”, conforme aparece, vez por outra, em artigos na imprensa internacional. Aqui, o crédito total equivale a 47% do Produto Interno Bruto (PIB), o que é um percentual baixo. Além disso, está pulverizado. No setor imobiliário é da ordem de 4% e está concentrado na Caixa Econômica Federal (CEF). Basta de pessimismo antecipado. Vamos resolvendo com calma os óbices da economia.

    “Não intindi o que ele falou…”

    0
    • Ar Quente 25 de outubro de 2011 at 14:18

      Eu vi isso hoje de manhã e fiquei pensado como alguém escreve um samba do crioulo doido desse e um jornal publica.

      Lamentável.

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  • profeta do apocalipse 25 de outubro de 2011 at 20:07

    ando meio decepcionado com a sociedade. engracado que nas comunidades pobres daqui todos tem tv por assinatura e eu nao tenho. no bairro onde moro o que nao falta é kia e hyundai de luxo circulando. detalhe que tem carro de mais de 100k. olha que nao ganho tao mal, mas tambem nao sou consumista nem doido de me endividar por consumo. prefiro um dia poder comprar um apto ou casa digno.

    é uma pena que os valores da sociedade estao desse jeito. ninguem se lembra que quando a construcao civil voltar aos niveis anteriores que serao milhoes de empregos a menos, que a inflacao tira (ainda mais) nossa competitividade, que nao temos infraestrutura, educacao e outros.

    a copa ja ta deixando o povo cair na real. todo mundo vendo q tao gastando bilhoes em cada cidade para depois o legado ficar: 4 a 6 jogos. pra que esse tanto de sede? pra que esse gasto sem retorno? e a vergonha que estamos passando, obras paradas, custos altos, o mundo rindo da gente!

    com 1 bi investidos seriamente em cada capital nós teriamos cidades mais dignas. facam elevados, leis, drenagem, escolas, pracas, parques, seguranca! isso que precisamos…

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    • Dan 25 de outubro de 2011 at 20:18

      Somos dois, meu colega. Somos dois.

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    • xyz 25 de outubro de 2011 at 20:42

      Se pessoas não consumistas e que se recusam a se endividar são minoria na sociedade, parece que neste fórum são maioria.

      0
      • MrK 25 de outubro de 2011 at 22:41

        voce sabia que o PAN de guadalajara, mesmo sendo 4 anos depois custou METADE do pan do Rio????

        ridiculo isso

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        • Atribulado 25 de outubro de 2011 at 23:51

          é claro, o Rio era candidato a Olimpiadas, Guadalajara não…

          0
          • Annibal 26 de outubro de 2011 at 10:08

            ahahaha… é verdade… vai ver q foi por isso q precisaram fazer duas obras milionárias no maracanã…. uma pro pan e outra (q vai custar o preço de um estadio novo) agora….

            Se estivessemos gastando mais pensando na copaolimpiadas…. não deveríamos ter acertado tudo na primeira obra?????????????????????????

            0
        • Guilherme Eduardo 26 de outubro de 2011 at 00:33

          E fiquem de olho que depois sairão notícias de que se gastou mais que o orçado.

          0
          • Ader 26 de outubro de 2011 at 08:21

            Meu medo é pagar estas festas ad eternun…

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  • Richard 25 de outubro de 2011 at 21:56

    Como estão dando descontos de até 10 % e mesmo assim não estão vendendo nada, que tal ofertar-mos para estes corretores 50 % de desconto (eu chamo de proposta indecente) na compra de um imóvel ?
    É pegar ou largar, a final estamos utilizando a mesma técnica se colar colou !!!

    Alguém já teve a cara de pau de tentar isto ?

    Eu conhecí uma pessoa que conseguiu. Não sei se foi pura sorte ou o cara estava desesperado para vender.

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    • lopes51 25 de outubro de 2011 at 22:37

      Tem que fazer isso mesmo rs.

      Quase comprei um terreno em um loteamento novo a um tempo atrás e na hora de fechar negocio a pessoa pulou pra trás depois veio falar pra mim que agora tava vendendo pois atualizou a tabela de preços.

      Ai fui ver e falei bom eu tenho pra te oferecer 10 mil a menos do que da outra vez pois a minha familia passou por dificuldades e precisei emprestar 10 mil, ai a pessoa me falou da maravilhosa oportunidade que tava perdendo pq de 40 mil passou pra 70 mil olha so a valorização que houve ai eu disse infelizmente vou perder esse negocio da china, ai eu pensei comigo mesmo e alguem compra nesse preço, pq se comprar a pessoa é muito trouxa pra pagar, pois valoriza pq o dono quer? se tiver um terremoto aqui vai valorizar o preço pq vai aumentar a demanda por imóveis? kkkkkkkkkkkkk.

      Nova tecnica do Secovi SP torcer por um terremoto pois se este acontecer a demanda aumenta e os preços tb sobem mais kkkkkkkkkkkkk.

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    • Guilherme Eduardo 26 de outubro de 2011 at 00:26

      Estou aderindo à ideia. Quem for comprar imóvel tem que oferecer 50% a menos. Principalmente se for na planta/recém construído. Indicarei para todos os meus amigos (para os inimigos vou falar que o mercado está aquecido e que imóvel valoriza 30%aa eternamente. hehehe)

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  • Rogerio 25 de outubro de 2011 at 21:58

    Crédito da Caixa com garantia de imóvel cresce 310%

    Vejam esta matéria:

    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/credito-da-caixa-com-garantia-de-imovel-cresce-310

    Se eu estiver errado por favor me corrijam, este tipo de alavancagem em cima dos imóveis foi um dos fatores que contribuiram para inflar a bolha nos USA?

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  • lopes51 25 de outubro de 2011 at 22:22

    Uma coisa que sempre me pergunto e a renda do povo pra comprar isso?

    Falar que vale é facil quero ver quem tem bala na agulha pra comprar pelo o q falam que vale.

    Conheço alguns corretores e os mesmos falam tem muita gente procurando imóvel, mais até um valor X que ai conseguem financiar como os imoveis estão em 1,5X, poucas pessoas podem financiar e essas que podem financiar não compram pq normalmente ja tem seu imovel, falam mais que quem compra a vista não quer pagar o q vale e que so se vende imovel no valor “justo” em financiamento.

    Aqui na minha cidade tem uma obra da HM construtora (Grupo Camargo Correria) no inicio falaram que era um sucesso total de vendas mais agora estão espalhando planfetos em tudo que é lugar na cidade e o pior essas casas tipo ninho de pombo de 48 m2 que no estande tem espelho pra aparecer “menos pequena”, inflacionaram todo o mercado na cidade de terrenos a imoveis usados.

    Se falar do valor por m2 dos imóveis vcs vão achar que está barato R$2.083,33, porém o salario do povo é em media de R$ 700,00, um casal que ganha R$ 1.400,00 consegue guardar quanto desse dinheiro? Será que conseguem guardar R$419,99 ao mês e pagar 22.173,30 (fora os impostos e documentação por conta do comprador) até a entrega das chaves? Ai vem o nosso governo com o MCMV ou MCMD e entra com 23 mil do nosso dinheiro e juros subsidiados, a pessoa deu uma entrada de mais de 45 mil e financia mais de 55 mil. Depois vem as prestações da caixa de 419,99 pelo sistema SAC de amortização com juros com juros de 5,00% mais TR soma-se a isso o IPTU todo mês, agua, luz, alimentação e etc…. me pergunto como esse casal vive com R$ 1.400,00? Agora imagina se tiver filhos? Vcs acham que isso é crédito seguro?Uma coisa é uma pessoa que ganha 6 mil por mês e compromete 30% da renda outra é quem ganha 1400 comprometer 30% da renda.(detalhe moro em região metropolitana atendida pelo MCMD)

    Moral da historia por mais que algumas pessoas digam que não existe bolha, por esses motivos expostos acredito nela, pois ninguem consegue mais comprar nada e olha que ja comprei lá atrás e tenho uma segurança quanto a moradia e moro em um bom bairro.

    Junte-se a isso os calculos e raciocinio do Mrk, as analises dos bolhistas com um embasamento que tem fundamentos e aos raciocinio da valorização infinita VIVA A COPA A OLIMPIADA O PRÉ SAL E AS CRACOLANDIAS, Faltam moradias eu respondo que sim mais quem pode pagar? Usando um terno de um colega isso é pura cupidez (tenho vontade ardente de ter mais não posso pagar).

    Mais tem uma explicação simples BRASILEIRO não tem educação financeira so olha a porcaria da parcela que acha que pode pagar, mais um filho não pode ficar doente que não tem dinheiro pra comprar remedio. Vamos nos unir e dar os parabéns aos novos brasileiros milionarios, pois eu sou muito pobre, pq um Hyndai Mancoster ops errei é Veloster é vendido a 75 mil Reais com um motor de 126 cv e tem 1400 kg e na propaganda falam em 140 CV, um Elantra tem 145 cv e na propaganda aparece 160 cv. Será por isso que o MP entrou com ação contra propaganda enganosa contra a CAOA? Mais isso é modinha vamos lá comprar e gastar o q não temos depois se devolve pro banco em 5 anos fica com o nome limpo e depois faz denovo pra pagar de gatinho kkkkkkkkkk.

    Outra certeza que tenho é que essa condução que nosso pais está tendo so vai trazer caos social e desordem urbanas ainda mais acentuadas nas cenas dos proximos capitulos.

    Fica aqui um desabafo de um caipira e pobre do interior de São Paulo que não sabe fazer contas, mais tenta ver a sua realidade de miseravel com nivel superior e um bom emprego.

    CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAI OS PECADOS DO MUNDO TENDE PIEDADE DE NÓS

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    • profeta do apocalipse 25 de outubro de 2011 at 22:51

      eu penso assim! nao sou defensor desses carros “nacionais” nao, mas esses kia, hyundai cairam como uma luva nesse pais de loucos! carros pesados a gasolina so deram certo nos EUA e olhe lá! na europa os grande sao bem mais modernos e economicos, coisa q esses não sao! e olha que nao sao baratos

      “no brasil quem nao deve não tem”

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    • Guilherme Eduardo 26 de outubro de 2011 at 00:22

      O evangélico anda com a bíblia em baixo do braço. O cachaceiro com a garrafa de pinga. E a nova classe média com os boletos de financiamentos.

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  • MrK 25 de outubro de 2011 at 22:50

    ATENÇÃO AOS AMIGOS CARIOCAS

    Lembro de um imovel no Rio que derreteu no lancamento há 2 anos, foi na gávea (zona nobre)… esse prédio vendeu em poucas horas, em meados de 2009, até aí tudo bem.

    Hoje passei em frente a ele, apesar de entregue e portaria funcionando há mais de 1 mes, dos 28 apartamentos apenas DOIS tem gente morando, é isso mesmo, DOIS.

    Entrei na internet e achei já ofertas de venda, para os 2 tamanhos (2 e 3 qts):

    lancamentosrj.com/imoveis-rio-de-janeiro/ideal-gavea.html

    Convido a pensarem comigo: Se o imovel derreteu e mesmo assim tem ofertas de vendas e dos 28 apartamentos 26 estão vazios, quantos % terá sido o numero de investidores que compraram?

    Se eu tivesse comprado pra morar, não esperaria 2 meses pra ir pro imovel, pra ficar pagando aluguel a toa? 2 condominios? morando em algo velho? claro que não, iria o quanto antes, estranho heim…

    0
    • Richard 25 de outubro de 2011 at 23:11

      Desculpe se eu estou sendo irônico demais.

      Será que a técnica de 50 % desconto funcionaria também com estes especuladores ?

      Funciona com cambistas em jogo de futebol que não consegue vender todos os ingressos.

      rsrsrs

      0
      • Guilherme Eduardo 26 de outubro de 2011 at 00:10

        Estande de venda de imóvel recém construído em 2013:

        COMPRADOR: Quanto está custando o apartamento de 2 quartos?
        CORRETOR: R$ 320.000.
        COMPRADOR: Pago R$ 190.000.
        CORRETOR: Mas isso é muito pouco!
        COMPRADOR: Aproveita que semana que vem a tabela virar. Essa é uma oportunidade única. A desvalorização é certa. Até o final do chega em R$ 150.000!
        CORRETOR: buá….buá…..buá…..

        0
        • Richard S Miranda 26 de outubro de 2011 at 08:17

          Você é uma piada !!!!

          rsrsrsrs

          0
    • Murdoch 26 de outubro de 2011 at 09:53

      MRK, não duvido não, mas espere pelo menos uns 4 meses pra ter certeza.
      Eu estou mobiliando um apto novo e tudo leva, 40, 45 dias úteis pra ser entregue…
      Até agora não consegui entrar.

      Abs

      0
      • FQ 26 de outubro de 2011 at 10:51

        Murdoch,

        Pode até ser, mas muita gente muda antes do apartamento está totalmente mobiliado.

        Outra coisa, não precisamos do “habite-se” e nem da entrega oficial das chaves para encomendar móveis, geladeiras…

        0
        • Luiz 26 de outubro de 2011 at 12:27

          45 dias??? aonde?

          por experinecia quase nada demorou mais que 7 dias

          – a menos de um sofá que fiz por encomenda e sob medida, desses do tipo transfomrers, levou 20 dias.

          0
          • Murdoch 26 de outubro de 2011 at 14:41

            Luiz, infelizmente comigo tem sido assim aqui no RJ.
            Sofá – 45 dias úteis.
            Mesa – 30 dias úteis
            Rack – 35 corridos
            Cortina – 30 úteis
            Janela da área de serviço – 30 úteis

            E assim vai….

            0
            • Luiz 26 de outubro de 2011 at 16:28

              caramba, Murdoch
              aqui em SP :
              a janela da área de serviço o cara pôs a kombi de plantão na porta por semanas, instalava em meia hora
              a cozinha inteira planejada leva no maximo 30 dias.

              Preço de móveis é um bom indicador, estou monitorando – caiu muito do começo do ano pra cá

              0
  • Tiago 25 de outubro de 2011 at 23:13

    Aqui é o kra do déficit nenhum de novo…

    Hoje liguei de novo numa construtora. Estou namorando um apartamento pronto em alphaville de 3 dorms que é a minha kra. 1 vaga na garagem e bem localizado. O apartamento é o tamanho ideal para mim e a minha família (72m2).

    Engraçado é que a cada vez que eu ligo eles me passam uma informação diferente.

    Há 2 meses quando eu liguei me disseram que só havia 1 de 3 dorms.
    Há 1 mes disseram que havia 3.
    Hoje que disseram que há vários (pelo menos 1 por andar).

    Que coisa estranha hein? Parece que tá brotando apartamentos nesse prédio. Pelas minhas contas se tiver 1 ap por andar são pelo menos 20 apartamentos carecendo de compradores.

    A corretora deixou escapar que a construtora tá tendo dificuldades para liberar esses apartamentos por que não tem condições de financiar por conta própria. Ou seja, cheguei a conclusão que tá difícil vender apartamentos de 300 mil financiando 240mil. Nem todo mundo tem 240 mil e nem condição de arcar com financiamentos muito altos (renda em torno de 10mil). É aquele negócio… o kra comprou na planta mas chegou na hora de pagar o bem o banco negou.

    Fui além e perguntei o porquê que a construtura não financiava por conta própria. Aí veio a outra pérola. A construtora não pode financiar por conta porque estava havendo muita inadimplência.

    Imaginando esse empreendimentos como tantos outros de São Paulo cheguei a conclusão que há muitos filhos esperando o pai reconhecer a criançada por aí. Muita gente deve ter comprado e agora não tem condição de arcar com as prestações. Então já viram né? Apartamentos retornando para a mão das construtoras.

    Elas não querem abrir o bico para não azedarem ainda mais o leite… mas é fato que os prédios que iniciaram a construção em 2009 e 2010 a começarão a ser entregues agora e no ano que vem. O volume total de desocupação deve explodir e aí minha gente. As construtoras vão ter que inventar alguma mágica para impedir que a bolha estoure.

    Na minha humilde opinião… não há deficit nenhum!

    0
    • MrK 25 de outubro de 2011 at 23:49

      sua analise está perfeita

      é o mesmo que comentei acima, do predio que com quase 2 meses de chaves entregues e condominio funcionando só tem 2 imoveis ocupados dos 28, claro que ainda tem gente pra ocupar, mas se todo mundo tivesse comprado pra morar duvido que teriam só 2 acesos hoje

      0
      • Guilherme Eduardo 26 de outubro de 2011 at 00:02

        Na dúvida é só perguntar para o porteiro, ele sabe de quase tudo que ocorre no condomínio. Certeza que ele vai responder: “eh doutor, naquela torre tem dois casais morando, um no 18 e outro no 07 andar. Já a torre de lá tem duas famílias no 04 andar, um casal de senhores no segundo e um rapaz que mora sozinho na cobertura. Era pra ter mais uma família na torre da frente, mas eles ainda tão clocando o piso”

        rsrsrs

        0
    • lopes51 25 de outubro de 2011 at 23:54

      Eles vão atrasar as obras o quanto puderem assim deixam os preços altos por mais tempo pois se começarem a entregar tudo ai começa a degringolar nas capitais depois nas regiões metropolitanas e por ultimo depois de um ano ou mais no interior da banania, mais enquanto isso vamos dando pinga pro bebum.

      0
      • Guilherme Eduardo 26 de outubro de 2011 at 00:17

        lopes51, isso que você falou pode dolorosamente (para quem vai morar) ser verdade. As obras serão atrasadas para tentar evitar a entrega de vários imóveis de uma mesma região num mesmo momento. Mas aí a coisa fica diferente, pois um dos fatores que afastam as pessoas de comprarem imóveis na planta são os atrasos, e quanto mais atrasos, menos pessoas comprarão na planta. É uma jogada de alto risco. Isso sem contar nas ações judiciais, que estão começando a obrigar as construtoras a pagarem o equivalente a 0,5% do valor do imóvel por mês em caso de atraso, como uma indenização ao comprador (o valor seria, em tese, para pagar um aluguel), fora danos morais e/ou materiais que pode caber em alguns casos específicos.

        0
        • Andre Luiz 26 de outubro de 2011 at 13:51

          Guilherme Eduardo,

          O que você falou faz sentido, mas várias construtoras estão na jogada. Qual vai ser a besta que vai deixar as concorrentes entregarem seus imóveis primeiro e ficar para apagar as luzes e tomar um baita prejuízo?

          0
      • Ader 26 de outubro de 2011 at 08:57

        http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/10/construtora-que-atrasar-entrega-de-apartamento-passara-ser-multada.html

        Está tudo muito confuso… O mais certo é ficar de fora observando o melhor momento para entrar no jogo…

        0
    • Guilherme Eduardo 25 de outubro de 2011 at 23:56

      Muitos aqui no Bolhaimobiliaria tem esse ponto de vista Tiago. Analisando os dados dos relatórios da SECOVI/SP e das imobiliárias e da reportagens de TV/jornal, vemos que muitos dos imóveis comprados na planta foram por “investidores”. O ápice foi em 2009/2010, tanto que 2010 foi um ano de ouro para as construtoras e incorporadoras. Porém a grande maioria não tem condições para financiar esses imóveis, e como os preços “valorizaram” muito, poucas pessoas tem condições para pagar o ágio e financiar o resto. Assim, o boom de lançamentos de 2009/2010 serão entregues a rodo em 2012/2013 sem compradores suficientes, o que pode um dos alfinetes da bolha.

      0
      • Tiago 26 de outubro de 2011 at 10:54

        Amigo… teve um empreendimento aqui em osasco chamado Innova Blue… venderam praticamente tudo em 2 semanas…

        eu fui nesse empreendimento pois queria um ap de 3 dorms com 2 vagas… ficava por volta de 245mil…

        conversando com a corretora ela me disse na época que tava acabando rápido porque os próprios corretores estavam comprando 3 e 4 unidades para revender nas chaves… então na minha opinião 40% da razão dessa alta é motivada pela especuleta.

        Imagine que haviam pelo menos uns 200 corretores trabalhando e que 10 deletes compraram 2 unidades… só os corretores seguraram 20 unidades do empreendimento… sem contar os atravessadores…

        Agora compraram a 240 para vender a qto???? 300mil??? agora olhando na internet já tá cheio de anúncio de venda desses apês… kkkkkkkkkkkkk

        0
        • Lucas 26 de outubro de 2011 at 11:04

          Se isso não é uma bolha imobiliária, alguém me explique o que é!

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        • Guilherme Eduardo 26 de outubro de 2011 at 23:56

          Eu sei onde é, fica perto da Cidade de Deus (Matriz do Banco Bradesco). O sou testemunha do que o Tiago falou. Vendeu rápido, e agora está cheio de anúncio de vende-se.

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  • Tales 26 de outubro de 2011 at 01:00

    Sábado eu vi uma coisa que já haviam comentado aqui porem eu ainda não havia visto em Porto Alegre.
    Corretores distribuindo panfletos no trânsito. Isso mesmo…eu passando de carro e corretor me parando no transito para me entregar panfleto de um pré-pré-pré-lançamento de um prédio misto da Arquisul na esquina da perimetral com a Protásio.
    Um sol de 30ºC e os corretores na frente do empreendimento com cadeira de praia e parando o trânsito….perderam o bom senso.

    0
  • Richard S Miranda 26 de outubro de 2011 at 08:15

    Deve ter existido tantos investidores 2009/2010 que quando eu fui visitar um lançamento em Rio Comprido/RJ de 47 m2 – 2 quartos – R$ 170K a 230K.

    O Corretor ao analisar os meus dados, de cara, ele veio logo me falando que dava um jeito de me enquadrar no MCMV e conseguir comprar 3 unidades de uma vez.

    Não sei se seria possível ele fazer isto !!! E olha que eu ganho variado todo mês.

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    • Tiago 26 de outubro de 2011 at 10:48

      essa é a questão… dá medo só de pensar… se levarmos em conta uma média de 30% de investidores (especuladores) por empreendimento… imaginem se não conseguirem revender nas chaves…

      http://colunistas.ig.com.br/ricardogallo/2011/08/29/vendas-de-imoveis-voltam-a-2009/

      por esse tópico acima coloquei os dados do 1s de 2010 e 2011 e chegamos ao número bruto de 139572 unidades vendidas… 30% disso é 41871,6 imóveis na mão dos especuladores… ou seja, muita coisa!!!!!

      isso só levando em conta 1 sem… kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • ildeu 26 de outubro de 2011 at 08:29

    ontem atendi um paciente com lesões cutâneas e queda de cabelo ,de provavel origem emocional .O motivo segundo ele ,é que se “endividou “para dar a “entrada” num lote ,ou seja , o cara não tem capital nem para entrada ,imagina para o resto.

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    • MrK 26 de outubro de 2011 at 09:32

      ih rapaz, voce vai ficar rico

      vamos ver uma epidemia de crises nervosas hehehe

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    • John 26 de outubro de 2011 at 10:02

      O problema é o bombardeio de informações para direcionar a compra. O pessoal lê que os preços nunca vão baixar e que os lançamentos estão sendo vendidos em poucas horas, então começa a correria e os fechamentos de negócios no atropelo. De volta a realidade o cidadão simplesmente não consegue arcar com a dívida altíssima que fez. Agora que já se fala em estabilização dos preços, bolha imobiliária e queda nas vendas a poeira abaixa e a notícia de capa de um jornal sobre a venda de uma quitinete por 500 mil reais (na planta!) é esquecida e aparecem anúncios de quitinete por 350 mil no mesmo bairro.

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    • Andre Luiz 26 de outubro de 2011 at 13:44

      Ah, mas é só ele vender o lote pelo dobro do preço que ele pagou e embolsar o lucro. Não é assim que o mercado imobiliário funciona no Brasil? [NOT] rsrsrs

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  • Paulo - RJ 26 de outubro de 2011 at 10:07

    Pessoal,

    Acabei de ser agraciado com um e-mail de corretor com propaganda de lançamento do atrium, aquele com vista exclusiva para o morro do Salgueiro, na Tijuca. É o primeiro e-mail destes que recebo!
    Estou emocionado, que acho que vou comprar 2. Um pra morar e o outro para lucrar nas chaves. É claro que o que eu vou morar eu faço questão que seja de frente pro salgueiro, pois lá tem UPP.

    0
    • Paulo - RJ 26 de outubro de 2011 at 10:09

      Ah, no início do e-mail estava, em letras garrafais:

      FAÇA SUA RESERVA COMIGO!
      VAI VENDER TUDO!

      no final do e-mail, na assinatura do corretor, um logo da Copa e outro da Olimpíada.ly5s

      0
    • Annibal 26 de outubro de 2011 at 10:25

      hehehe.. já eu além de receber o email fui abordado no restaurante por uma corretora… e olha q não teve o lançamento ainda… é só dia 05/11/2011, mas já está cheio de corretora e placas no local… mas não vi nenhum cliente…. e olha q passo lá toda hora… é meu caminho pro trabalho…

      PS – se não esta vendendo na av. maracana (melhor localizada) como é q eles imaginam q vai vender na favela… ou como preferirem com vista pra favela…. vão ter q comprar uma boa cortina pra qdo chegarem as visitas…rsrsrs

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  • danilo 26 de outubro de 2011 at 10:16

    Quem visita o site do Estado de Minas vai se deparar com uma matéria paga estimulando a aquisiçao de unidades em hotéis. Lembro que isso já foi discutido aqui no grupo como um dos maiores micos em virtude da rentabilidade. Eles chegam a dizer que a rentabilidade beira 1,2%, sendo, na pior das hipóteses, de 0,6%. De onde tiraram esses valores é que nao sei…ahhh…o cidadao diz que levou os parentes para o mesmo negócio. Acho que vai dar tiro e divórcio nessa família. h t t p:// estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/noticias/2011/10/23/interna_noticias,45391/cresce-compra-de-quartos-de-hotel.shtml

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  • Marcelo 26 de outubro de 2011 at 10:27

    Bolha, não sei se vale tópico…..

    —————–

    25/10/2011 – 17h15
    Brasileiros estão entre estrangeiros que mais compram imóveis na Flórida

    SÃO PAULO – Os brasileiros só perdem para os canadenses entre os estrangeiros que mais compram imóveis na Flórida.

    De acordo com levantamento da NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos Estados Unidos, na sigla em inglês), os brasileiros foram responsáveis por 8% de todas as compras de imóveis vendidos para estrangeiros entre julho de 2010 e junho de 2011 no Estado norte-americano, enquanto os canadenses compraram 39% dos imóveis no mesmo período.

    Os venezuelanos e britânicos aparecem logo em seguida e compraram 7% do total de imóveis vendidos para estrangeiros na Flórida no período analisado.

    Em relação ao ano anterior, a participação dos brasileiros mais do que dobrou: no levantamento de 2010, os brasileiros eram responsáveis por 3% dos imóveis vendidos para estrangeiros no Estado norte-americano.
    Preço

    De acordo com o levantamento, quase um terço dos imóveis comprados pelos brasileiros (30%) custava US$ 99.999 mil ou menos.

    Já 17% dos imóveis tinham preços entre US$ 100 mil e US$ 199,999 mil.

    Os imóveis na faixa de preços entre US$ 200 mil e US$ 299,999 mil representaram 21% das compras dos brasileiros, enquanto 9% compraram imóveis com preços entre US$ 300 mil e US$ 399,999 mil.

    Os empreendimentos de maior valor, entre US$ 500 mil e US$ 749,999 mil, foram escolhidos por 13% dos brasileiros, enquanto aqueles com preços entre US$ 750 mil e US$ 999,999 mil foram a opção de 9% dos compradores.

    Por fim, os imóveis com preços acima de US$ 1 milhão foram comprados por 2% dos brasileiros. Com isso, o preço médio pago pelos brasileiros na compra de imóveis na Flórida foi de US$ 215 mil nos doze meses encerrados em junho de 2011.
    Regiões

    De acordo com o levantamento, 41% dos estrangeiros que compraram imóveis na Flórida eram do Canadá ou do México. Os latino-americanos apareceram em seguida, representando pouco mais de um quarto (26%) do total de compradores estrangeiros na região.

    Já os compradores da Europa Ocidental foram responsáveis por 23% do total de negócios. Com bem menos expressão, os asiáticos compraram 4%, enquanto aqueles da Europa Oriental foram responsáveis por 3% do total.

    ——

    Fonte: economia.uol.com.br

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  • trackback 26 de outubro de 2011 at 10:53

    Nos EUA, pobreza toma conta dos subúrbios
    Ícone da prosperidade e da estabilidade da classe média americana, os subúrbios veem taxas de pobreza disparar, com cenas impressionantes de abandono
    Sabrina Tavernise, do The New York Times | 26/10/2011 05:28

    PARMA HEIGHTS, Ohio – A população pobre nos subúrbios dos Estados Unidos – antes símbolos de uma classe média estável e próspera – aumentou em mais de 50% desde 2000, obrigando comunidades suburbanas de todo o país a reavaliar suas identidades e como elas servem sua população.

    Casa com placa de vende-se por US$ 10 mil em Warrensville Heights, Ohio, no subúrbio de Cleveland, em 11 de outubro: fim de uma era

    http:// economia.ig.com.br/criseeconomica/nos-eua-pobreza-toma-conta-dos-suburbios/n1597321117418.html

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  • marcio 26 de outubro de 2011 at 11:15

    Não vamos muito longe, perto da minha casa um empreendedro comprou um terrenho e fez dois predios pequenos, bem de bairro, com cerca de 24 aps de 70m em média. Estes aps estão prontos há cerca de 3 meses e passei lá para falar com o porteiro pois é perto da minha casa e ele me disse que não tem mais nada para vender porém só há 3 famílias morando, que os outros imóveis serão comercializados por imobiliárias da região, isso estamos falando de zona norte do RJ onde aps como esse DEVERIAM valer no máx 120, 150mil e q estão pedindo em média 250mil. Tenho um amigo q comprou a 3 anos um ap de 60m em um prédio simples com 1 elevador e 8aps por andar, simples msm! Pagou 75mil na época e hj tem gente PEDINDO 250mil neste ap, como? Eu sei q eu sou um duro f….. msm ganhando 7mil limpo por mês!

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  • Dan 26 de outubro de 2011 at 12:02

    26/10/2011 – 11h53
    Preço de imóveis novos em São Paulo cresce 85% desde 2009–Ibope

    Reuters

    COMENTE
    SÃO PAULO (Reuters) – O preço médio do metro quadrado de novos imóveis na cidade de São Paulo registrou crescimento de 85 por cento desde abril de 2009 até outubro deste ano, segundo levantamento feito pelo Ibope em quatro capitais e divulgado nesta quarta-feira.

    A capital paulista apurou o maior aumento de preços em comparação a Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife no período, segundo o instituto de pesquisas.

    Se considerados os imóveis usados, o aumento foi de 62 por cento desde de 2009, quando o Ibope iniciou a pesquisa.

    Nos seis meses de abril a outubro deste ano, os preços de imóveis novos em São Paulo cresceram 14 por cento e, no caso de imóveis usados, subiram 11 por cento em valores atualizados –para 6.019 reais e 4.979 reais, respectivamente.

    Nos seis meses terminados em outubro, entretanto, as maiores altas de preços em imóveis novos foram vistas no Rio de Janeiro e em Recife, onde cresceram 18 por cento.

    Em valores atualizados, o preço médio do metro quadrado de imóveis novos no Rio de Janeiro foi de 6 mil reais em outubro. Em Recife, foi de 4.074 reais.

    Já em relação aos imóveis usados, Recife apresentou o maior aumento de preços entre abril e outubro deste ano, com alta de 20 por cento para 3.305 reais, com base em valores atualizados.

    Na sequência ficou o Rio de janero, com elevação de 19 por cento, no caso dos imóveis usados para 5.106 reais.

    “Ainda não há sinais de acomodação dos preços de imóveis, uma vez que as altas ainda são expressivas”, disse o diretor de Geonegócios do Ibope Inteligência, Antonio Carlos Ruótolo.

    “O mercado está testando até onde é o ponto de resistência do consumidor…O crescimento anual por volta de 30 por cento vem se mantento desde 2009, não desacelerou”.

    (Reportagem de Vivian Pereira; Edição de Sérgio Spagnuolo)

    h t t p://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/10/26/preco-de-imoveis-novos-em-sao-paulo-cresce-85-desde-2009–ibope.jhtm

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    • augusto 26 de outubro de 2011 at 12:36

      No texto original cita como sendo pesquisa do Ibope INTELIGENCE.
      Aqui saiu apenas como IBOPE.
      Serão os dois o mesmo instituto? Quem souber favor informar

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    • Luiz 26 de outubro de 2011 at 12:42

      a metodologia é por pesquisa de campo.
      e o univeverso são as classes A/B
      se não me falha a memória

      sempre vejam a metodologia antes de ler a pesquisa.

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      • Sant'Anna 26 de outubro de 2011 at 14:29

        Sacanagem essa noticia, ao inves de falarem desde 2010 eles falaram desde 2009 que todo mundo sabe foi o ano do boom, enquanto nao cair eles vao manter comparando a 2009 para dar essas noticias bestas para enganar a população

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    • Sérgio 26 de outubro de 2011 at 14:35

      Em 2009, se não me engano, o ibope criou o Giro Ibope, com um setor chamado Tendências Imobiliárias. Esse depto de pesquisas tinha por finalidade:
      Indicadores

      A pesquisa irá monitorar mais de dez indicadores, que também poderão ser visualizados em mapas:

      Intenção de compra de imóveis residenciais
      Perfil dos compradores
      Atributos do imóvel desejado
      Características do imóvel atual
      Faixa de preço desejada
      Distritos mais procurados nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro
      Formas de pagamento mais utilizadas
      Atitudes sobre o financiamento
      Valor e tempo de financiamento
      Financiador que deseja utilizar
      Drivers de decisão sobre a escolha do financiamento
      Fontes de informação utilizadas para a compra de imóveis
      .
      Entretanto, NUNCA … repito… NUNCA foi disponibilizada qualquer pesquisa desse setor do Ibope.
      As únicas pesquisas disponibilizadas foram essa de agora e uma de 2010 que deu fundamento a um artigo da EXAME O maior crescimento do mundo, sobre o setor imobiliário brasileiro.
      De cara se vê o a inteção clara de querer demonstrar EXCLUSIVAMENTE uma parte da verdade destorcida. O restante das pesquisas NECA.
      Ademais, tanto naquela reportagem da exame, quanto em outras, quando se diz que se financia mais de 1 milhão de imóveis é a MAIOR MENTIRA do MUNDO, pois, no portal do BC – financiamentos SFH, disponibiliza-se mês a mês o quantitativo TOTAL de financiamentos em todos os bancos brasileiros, sejam públicos ou privados. Nota: não passam muito de 400 MIL, sendo mais da metade MCMD.
      No BC pude perceber que os financiamentos de immoveis (sem ser MCMD) apenas até 2009 (293 mil); em 2010 em diante o financiamento total passou a 400 mil, mas as vendas dos demais imóveis despencaram para 211 MIL.
      Ou seja, manipulação descarada da informação.

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      • Sérgio 26 de outubro de 2011 at 14:42

        Pretendi dizer: descontando-se o financiamento das caixas MCMV, o financiamento dos outros imóveis cairam – em 2010 – para 211 mil, em comparação com 2009, quando não existia MCMV e foram financiadas 293 mil unidades (pois os preços ainda eram quase razoàveis).

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  • Elias 26 de outubro de 2011 at 14:13

    Ontem estava assistindo o Conta Corrente na Globonews, em que participou um ex-presidente do Banco Central, convidado para comentar a crise internacional e seus reflexos no Brasil.

    Num determinado ponto da entrevista, o apresentador perguntou sobre o nível de endividamento no Brasil comparado ao da Europa. Ele respondeu que o Brasil é menos alavancado, que se exauríssemos todo o crédito do sistema bancário, daria cerca de 1 PIB brasileiro, enquanto na Itália isso representa 2,5 PIBs italianos, e os outros países em situação semelhante.

    Enfim, disse que nossa situação é menos preocupante, temos pouca securitização e o crédito está bem garantido, e que a única coisa que causa preocupação é a velocidade de crescimento do crédito, que está perto de 20% a.a., especialmente no setor imobiliário, que cresceu 50% em um ano. Segundo ele, o ideal seria um crescimento abaixo de 20% a.a.

    Após essa declaração, o apresentador agradeceu a presença e em seguida seguiu os protocolos de encerramento do programa. Não sei se foi coincidência, mas o programa acabou às 18:53, sete minutos antes do previsto.

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    • Elias 26 de outubro de 2011 at 14:17

      Corrigindo, o programa terminou 19:53. Ele acontece das 19:30 às 20:00.

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    • Sérgio 26 de outubro de 2011 at 14:20

      É pratica das mídias, especialmente da globonews, seja o sidney resende ou o outro jornaista fantoche.

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    • Murdoch 26 de outubro de 2011 at 14:44

      Sinceramente, não sei se é minha ignorância em economia, mas me assusta a naturalidade com que falam que esse nível de endividamento é razoável, seguro e o escambau…
      Mesmo com essa taxa de juro??

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  • Ricardo 26 de outubro de 2011 at 15:50

    Esta notícia será que não merece um tópico???

    Antes era valorização eterna, agora estão dizendo que os preços devem cair em até 20% (kd a valorização eterna tão apregoada pelos corretores?). Conforme comentado pelo colega MRK, está se formando uma das fases da bolha:

    w . w. w .infomoney.com.br/imoveis/noticia/2240297-imoveis+especialistas+afastam+risco+bolha+mas+precos+podem+cair

    “De acordo com Calado, o preço dos imóveis, de uma maneira geral, deve se estagnar a partir de agora e pode haver redução. “Eu enxergo um cenário de manutenção ou de queda de até 20% ao longo do tempo, não de um mês para o outro”, diz. “Acho que estamos no topo e tem uma chance muito grande de cair”, completa”

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    • Andre Luiz 26 de outubro de 2011 at 16:10

      Engrosso o coro. Essa merece virar tópico.

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    • Tiago 26 de outubro de 2011 at 16:21

      “Segundo o diretor-presidente da Vitacom Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel, a bolha imobiliária se forma quando há um aumento infundado nos preços praticados por metro quadrado, como aconteceu nos Estados Unidos em 2008.”

      não poderíamos dizer que é infundado também o aumento de preço do Brasil… ai meu Deus… até qdo vow ter que ouvir tanta análise furada!!!!!!!

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  • Luiz 26 de outubro de 2011 at 16:06

    Casa com placa de vende-se por US$ 10 mil em Warrensville Heights, Ohio, no subúrbio de Cleveland, em 11 de outubro. (site do IG)

    Edíficio em Portugal à venda por 190 mil euros.

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    • trackback 26 de outubro de 2011 at 17:04

      http:// economia.ig.com.br/criseeconomica/nos-eua-pobreza-toma-conta-dos-suburbios/n1597321117418.html

      A imagem das pessoas dando as mãos e rezando é triste!

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  • Tiago 26 de outubro de 2011 at 16:19

    Mais uma daquelas notícias… pode cair 50% mas não é bolha…

    kralho… 20% de 200mil é 40mil reais e isso não é sinal de estouro de bolha…

    40mil reais financiado em 30 anos é igual 70mil de juros e isso não é bolha???

    quem comprou imóvel a 200 mil agora que pode virar 160 e tomou pelo menos 100 mil de prejú não tem o q se preocupar?????

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    • Tiago 26 de outubro de 2011 at 16:19

      resposta ao tópico do Ricardo

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  • Mahmoud 26 de outubro de 2011 at 16:27

    O GLOBO
    Preço do metro quadrado de imóvel novo no Rio sobe para R$ 6 mil

    O metro quadrado do imóvel residencial novo subiu 28,8% em apenas seis meses no Rio de Janeiro. Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Ibope Inteligência, o preço médio passou de R$ 4.656 em abril para R$ 6 mil em outubro. O diretor de geonegócios do Ibope, Carlos Ruótolo, disse que houve poucos lançamentos na cidade e as construtoras aproveitaram o crescimento da demanda para subir o preço. Segundo ele, o problema está na falta de terreno para a construção de novos prédios, principalmente na zona sul.

    – Este é um bom ano para o mercado imobiliário no Rio de Janeiro. As vendas cresceram, mas o preço do imóvel também. O reajuste chegou a quase 30% em apenas 6 meses, bem acima da inflação. A compra de um imóvel é o desejo de todo mundo, que aproveita o bom momento da economia para fazer um financiamento, mas em algum momento a situação pode se tornar insustentável – disse.

    O preço do imóvel novo no Rio acabou se equiparando a São Paulo, onde o metro quadrado custa R$ 6.019. Há variação de preços conforme a região. Segundo o levantamento, enquanto o metro quadrado de um apartamento novo na zona sul do Rio custa R$ 11.673, na Grande Tijuca está em R$ 5.795 e na Barra e no Recreio em R$ 5.518. Na zona norte, o preço chegou em outubro a R$ 3.531 e em Jacarepaguá a R$ 3.382. O metro quadrado é mais barato na zona oeste (R$ 2.403). Na Tijuca, o preço subiu 32% e na zona sul, 20% no período.

    O levantamento não leva em consideração o preço de casas, já que não é possível saber em que estado o imóvel se encontra. De acordo com o levantamento, não houve uma mudança muito significativa no preço do imóvel usado no Rio, que passou de R$ 5,047 em abril para R$ 5.106 em outubro, uma diferença de apenas 1,16%. A zona sul também tem o preço mais caro do usado: R$ 9.759 o metro quadrado. Em seguida estão Barra e Recreio (R$ 4.931), centro histórico (R$ 4.356), Grande Tijuca (R$ 4.122), Jacarepaguá (R$ 2.749), zona norte (R$ 2.546) e zona oeste (R$ 2.022).

    – Já não há praticamente mais terreno para a construção de prédios na zona sul. Por isso, ocorrem tão poucos lançamentos. Foram alguns poucos lançamentos na Lagoa Rodrigo de Freitas. O grande número de prédios tombados no Leblon impedem novos lançamentos. O preço do imóvel usado acaba subindo também – afirmou Ruótolo.

    Segundo o Ibope, o número total de unidades residenciais de ocupação particular no Rio chegou em 2010 a 2.406.906. Desse total, 191.732 estavam vagas (o equivalente a 8%). A expectativa é que 38 mil novas unidades sejam instaladas na capital carioca este ano. Desde 2009, quando a pesquisa do Ibope foi realizada pela primeira vez, o preço dos apartamentos novos subiu 79% no Rio. O crescimento no preço do metro quadrado de usados foi de 75%. A liberação de financiamentos acaba estimulando o mercado, de acordo com o diretor do Ibope Inteligência. Segundo ele, a participação do crédito imobiliário no PIB passou de 2,9% em 2010 para 4% em 2011.

    A pesquisa do Ibope foi realizada em quatro capitais. Além de Rio e São Paulo, foram verificados os preços em Porto Alegre e Recife. Em Porto Alegre, o metro quadrado do apartamento novo caiu de R$ 4.567 para R$ 4.501. Entre os usados a queda foi de R$ 2.998 para R$ 2.922. Já em Recife, o preço do imóvel novo passou de R$ 4.020 em abril para R$ 4.074 em outubro e do usado de R$ 3.066 para R$ 3.305.

    – Acredito que a tendência é de desacelaração no médio prazo, mas tudo vai depender da economia – disse Ruótolo.

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    • Mahmoud 26 de outubro de 2011 at 16:34

      Os imóveis no Rio subiram 28% em apenas 6 meses. Se subir 28% em 2013 e mais 28% em 2014 os imóveis atingirão um valor de R$ 10.000/m2, PREÇO MÉDIO! Já pensaram nisso? Isso é insano, o preço médio de um ap de 100m2 sairia por R$ 1 milhão.

      Não sei onde essa loucura vai parar, não dá acreditar que subirá mais de esses 6 mil.

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  • Luiz 26 de outubro de 2011 at 18:14

    olhaí o resultado da bolha imobiliaria nos EUA

    h t t p ://economia.ig.com.br/criseeconomica/nos-eua-pobreza-toma-conta-dos-suburbios/n1597321117418.html

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  • Mr. Alex 2 de novembro de 2011 at 00:12