Imóveis: recuo de 27% nos financiamentos pela CEF leva à queda nas vendas em SP – Uol Economia

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Comments
  • Leonardo 26 de setembro de 2011 at 18:36

    Uma coisa leva a outra…. agora o próximo passo é o preço…

    Uma coisa me deixa inquieto… por que não há dados sobre vendas no rio?

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  • danilo 26 de setembro de 2011 at 18:44

    Coloquei no outro post, mas parece que ele já está sucumbindo. Entao peço a opiniao dos colegas.

    Só de curiosidade fui ao site do Bovespa e verifiquei a média do indice IMOB desde 2008. Ao final de 2008 a média das açoes era de 380 aproximadamente. No início desse ano era de 1000 e hoje està em 790. Essa variaçao se deve à inclusao de novas empresas da bolsa? Tamanha diferença entre 2008 e 2011, mesmo com a queda recente, permite dizer que ainda há muita gordura para ser queimada ou se voltar os 380 o efeito será dramático para as empresas, mesmo que há 3 anos ela estivesse em baixa, mas sem desespero?

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  • Mr. R 26 de setembro de 2011 at 18:50

    Acho que é o contrário: o recuo nas vendas levou à queda nos financiamentos…

    Não deveria ser neste momento que os “simpáticos” especuladores que compraram no boom 2009/2010 estariam pegando financiamento pra pagar as chaves?

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    • RT 26 de setembro de 2011 at 20:30

      “Acho que é o contrário: o recuo nas vendas levou à queda nos financiamentos”

      Pensei a mesma coisa que você.

      Mas diz lá que nos demais bancos não houve essa queda nos financiamentos.

      Estranho…

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    • Duda 27 de setembro de 2011 at 16:45

      Perfeito teu comentario. A queda das vendas, ocasionada pelo aumento absurdo de preços, faz que o povo nem se interesse mais por consultar como financiar… pois já sabe que não poderá pagar.

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  • ildeu 26 de setembro de 2011 at 18:58

    Governo lança o bolsa crack , serão 900 reais por mês pra familia do usuário , mais que ganha muito pai de familia trabalhador por aí .Agora , deveriam criar tbém o bolsa- puteiro, pelo menos na noitada o pobre ralador poderia esquecer uma noticia dessa!

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    • Mr. R 26 de setembro de 2011 at 19:04

      Agora o preço do crack vai disparar, assim como o “minha casa minha dívida” fez com os imóveis…

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      • Hik 27 de setembro de 2011 at 00:12

        A Bolha do Crack…

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    • augusto 27 de setembro de 2011 at 09:21

      E QUE TAL TAMBEM O BOLSA CORRUPÇÃO PARA POLITICOS, EMPRESÁRIOS E PARTE DA MIDIA.
      OUTRA BOLSA SERIA A DOS CARA DE PAUS PARA MINISTROS DESTE GOVERNOZINHO E TAMBEM POLITICOS
      FEPOIS A BOLSA ANTIÉTICA PARA VENDEDORES E EMPRESÁRIOS EM GERAL, COM O POVÃO TAMBEM PARTICIPANDO

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  • ildeu 26 de setembro de 2011 at 19:09

    essas coisas desestimulam o trabalhador sério , já dão a cachaça no bolsa escola , agora o crack? Quando o pessoal da unidade de saúde onde trabalho leram a noticia [ auxiliares de enfermagem que ganham menos que isso ], muitos disseram que depois disso vão” morcegar “no trabalho.

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  • jsantos 26 de setembro de 2011 at 19:47

    DESTAQUE, Nova forma de venda.
    A renda tá tão boa, que nem precisa mais de banco pra financiar, compra a prazo direto com o proprietário do imóvel,crescimento de 114% dessa forma de venda , esse creciSP sempre dando um jeitinho de enganar, manipulando a noticia, e dizer que as vendas estão em ALTA.

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  • Austríaco 26 de setembro de 2011 at 20:09

    O recúo de financiamentos pela CAIXA pode significar não só o a diminuição geral nas negociações, mas apenas uma participação maior dos bancos privados, como parece sugerir a reportagem.

    Penso que essa notícia não seja um dado que sirva como indicador de bolha, embora eu acredite na sua existência.

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    • Ar Quente 26 de setembro de 2011 at 21:13

      Bem observado. Mas por que logo a caixa ia perder espaço no mercado? Me parece que ela oferece as melhores condições…

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    • Sérgio 26 de setembro de 2011 at 21:46

      Realmente, não é um indicativo de bolha: é um indicativo de que a Caixa, que representa 70% dos financiamentos de imóveis no país, financiou menos que o ano anterior (semestre, na verdade). Só para se ter uma ideia, em 2008, a Caixa financiou 9,4 VEZES mais imóveis que em 2003. Em 2008 totalizou mais ou menos uns 25 BI; em 2009, isso aumentou 102% e foi para mais ou menos 47 BI; em 2010 o financiamento alcançou 77,8 BI, nada menos de 57% A MAIS. Agora, no 1º semestre de 2011, evidenciou-se a curva (a tão esperada curva), onde ocorreu um decréscimo, levando o montante de financiamentos QUASE ao mesmo patamar verificado em 2009!
      .
      Num raciocínio, mal e porcamente realizado, consegue-se concluir – grosso modo – que boa parte desse financiamento que ocorre esse ano, são de imóveis que iniciaram as obras entre 2008 e 2009, quando os preços começaram a fugir à realidade.
      .
      Essa informação, assim como as outras sobre queda nas vendas, estabilização nos preços, arrefecimento na procura… e outros eufemismos midiatístico, são todos efeitos já esperados e comentados neste site às escâncaras.
      .
      Agora é só esperar os 1/4 ou 1/3 de brasileiros endividados abrirem o bico e pedirem arrego, que os bancos e construtoras veem atrás.
      .
      Início do ano está aí. Mas, ainda neste finalzinho de 2011, veremos todos os fundos de hedges, private equity e bancos de investimentos – que INVADIRAM O PAÍS entre 2009 e 2011, veadirem-se tão ou mais rápido de que quando chegaram: AÍ VIRÁ O FIM.
      .
      O governo vai tentar tampar, mas…como dizem os investidores americanos: Brazil is Flipping? Isn’t that just BUBBLELICIOUS.
      .
      Depois, em todos os jornais do mundo (como já afirma muitos): BRAZILIAN BUBBLE BURST.

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      • Sérgio 26 de setembro de 2011 at 22:01

        Aliás, o primeiro e maior indício de que algum tipo de bolha vai ocorrer (no futuro mesmo) em um determinado país, é a constatação da invasão sem precedentes (para aquele país) dos fundos de hedges, private equity e bancos de investimentos, compostos em sua esmagadora maioria por estrangeiros.
        Foi justamente isso que ocorreu em nosso país.
        O fato é que essas empresas visam unicamente especular os ativos de um determinado país, que esteja em crescimento, com mecanismos pouco conhecidos dos mercados locais subdesenvolvidos.
        Para quem busca por “sinais dos tempos” que justifique a bolha, ei-lo aí!

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      • Cássio Pereira 26 de setembro de 2011 at 22:03

        A Caixa tem as melhores condições dentro do SFH, nos outros modelos para valores maiores, talvez seja melhor até negociar com seu banco. Isso talvez seja revertido pelo aumento do limite para 750k o que apesar de absurdo, ja era cogitado ha muito tempo.

        Os financiamentos efetuados hoje não refletem ainda o boom de 2009-2010 ou são imóveis antigos ou ainda imoveis iniciados antes de 2009 ou seja os valores financiados são muito abaixo do que praticado no mercado hoje.

        É algo a se pensar

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        • luiz 27 de setembro de 2011 at 09:11

          outra hipotese, a Caixa, por ordem do governo, tá tirando o corpo fora dessa bolha, restringindo o crédito, focando nos imoveis populares.

          Se for assim, é uma boa medida para talvez reduzir o impacto do estouro, ou ao menos blindar o setor financeiro.

          Mas, isto elvaria a uma segunda conclusão: o governo ja reconheceu a bolha e todas as consequenciasdo estouro. De tod jeito quando essa multidão de laçamentos pós crise de 2008 chegar no mercado vai sr um deus no cuda e coma recuperação daeuropa e eua, não va terdinheiro facil.

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        • Carlos Eduardo 27 de setembro de 2011 at 09:54

          outra hipotese é a CEF estar sobre outra administração!

          a do BB, que agora manda, e que está mudando um pouco as regras!

          pois as regras antigas, de dar dinheiro e recuperar em 30 anos fora os calotes, não estava dando certo!

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      • Mário César Pacheco Dias Gonçalves 13 de dezembro de 2011 at 19:04

        É isso aí, Sérgio. É o que eu penso e assim que escrevo. Impossível valorização nesses patamares de preços até a Copa ou Olimpíada. A correção inicia-se neste fim de ano e por 2012 e 2013. É em que acredito. Irlanda depoisd e 350% de valorização imobiliária caiu 34%. Lá houve influência dos subprime, mas acredito que no Brasil ocorrerá uma dimensão de queda semelhante e a correção atingirá pico em fins de 2013. É o que acho.

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    • augusto 27 de setembro de 2011 at 09:26

      CREIO QUA A NOTICIA INFORMOU UMA SIGNIFICATIVA REDUÇÃO NO VOLUME DA CEF QUE TINHA JÁ UMA GRANDE PARTICIPAÇÃO, E APENAS UM PEQUENO AUMENTO DE PARTE DOS BANCOS PRIVADOS QUE JÁ TINHAM UMA PEQUENA PARTICIPAÇÃP.
      AS VEZES É BOM LER BEM AS NOTICIAS

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  • Mauru raufeide 26 de setembro de 2011 at 21:39

    Hoje eu dei a dica disfarçada no meu comentário : vende se não é ferro .
    Tem de observar as entrelinhas.

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  • Marcos 26 de setembro de 2011 at 22:32

    Fifa ameaça tirar Mundial de 2014 do Brasil
    por discordar de Lei Geral da Copa

    http://esportes.r7.com/futebol/noticias/fifa-ameaca-tirar-mundial-de-2014-do-brasil-por-discordar-de-lei-geral-da-copa-20110926.html

    Tá ai o motivo para a bolha explodir. Culpa da Fifa. Afinal de contas, os imóveis se valorizariam por causa da Copa

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  • Marcos 26 de setembro de 2011 at 22:33

    Fifa ameaça tirar Mundial de 2014 do Brasil
    por discordar de Lei Geral da Copa

    esportes.r7.com/futebol/noticias/fifa-ameaca-tirar-mundial-de-2014-do-brasil-por-discordar-de-lei-geral-da-copa-20110926.html

    Tá ai o motivo para a bolha explodir. Culpa da Fifa. Afinal de contas, os imóveis se valorizariam por causa da Copa

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    • augusto 27 de setembro de 2011 at 09:27

      TIRAR A COPA DO BRASIL QUE ATÉ SERIA BOM, NÃO PASSA DE UM WISHFULL THINKING, E NUNCA IRÁ ACONTECER.

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    • Dan 27 de setembro de 2011 at 10:31

      Eu adoraria que retirassem, e que todo o dinheiro fosse investido em educação, primordialmente, e saúde também. Doce utopia.

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  • Sérgio 26 de setembro de 2011 at 22:41

    Parece a história de nossa bolha tupiniquim contada em e com os valores APENAS cinco vezes maiores, para um país que é 15 vezes maior que o nosso, economicamente: USA
    .
    Num esforço de síntese, diz a reportagem HISTÓRICA, do boom da construção e da CURVA (de declínio) DAS VENDAS E FINANCIAMENTOS DE IMÓVEIS nos EUA em 2007. Os primeiros sinais foram menos lançamentos, menos guindastes, menos obra. O segundo foi a curva e o TERCEIRO o desespero.
    .
    Quem viver verá.
    .
    (h t t p : / / economictimes.indiatimes.com/opinion/policy/real-estate-that-crashed-us-economy/articleshow/8809412.cms)
    .
    11 Jun, 2011, 09.30PM IST, J Bradford DeLong,J Bradford DeLong
    Real estate that crashed US economy – IMOBILIÁRIAS QUEM QUEBRARAM A ECONOMIA AMERICANA
    .
    In the mid-2000s, the US had a construction boom. From 2003-06, annual construction spending rose to a level well above its long-run trend. Thus, by the start of 2007, the US was, in essence, overbuilt: about $300 billion in excess of the long-run trend in construction spending. When the buildings were constructed, they were expected to more than pay for themselves. But their profitability depended on shaky foundations: a permanent fall in long-term risky real interest rates, and permanent optimism about real estate as an asset class. Both collapsed. By 2007, therefore, it was reasonable to expect that construction spending in the US would be depressed for some time. Since cumulative construction spending was $300 billion above trend, it would have to run $300 billion below trend over a number of years to return to balance.

    So, in 2007, everyone expected a construction-led slowdown. And, starting that year, construction spending did indeed fall below trend. But we were expecting a minor decline: a fall in construction spending below trend of $150 billion a year for two years or $100 billion a year for three years or $75 billion a year for four years. Instead, spending fell $300 billion below trend in 2007 alone, and has remained depressed for four years. Moreover, there is no prospect of anything like a rapid return to normal levels.

    Therefore, when this construction cycle has run its course, the US will first have spent an excess $300 billion, and then fallen short of trend by a cumulative $2 trillion of spending not undertaken. The net effect will be a construction shortfall in the US of at least $1.7 trillion. That is a lot of unbuilt houses, apartment buildings, offices and stores – and it is a truly radical disconnect between the size of the recent construction boom and the size of the current construction bust.

    Indeed, this radical disproportion makes nonsense of all arguments that the current distressed state of the overall US economy is in some sense necessary, deserved or an inevitable consequence of over-exuberant building in the desert between Los Angeles, California and Albuquerque, New Mexico, in the mid-2000s.

    Otherwise, the construction-led economic slowdown would not be today’s $1 trillion in annual lost production. The slowdown would be a 10th of the size of the one the US is now enduring, and it would be largely confined to the construction sector. And, in that alternative universe, having worked off the entire burden of overbuilding, we would by now have returned to trend levels of production, employment and demand.

    There is one silver lining as we contemplate our macroeconomic wreckage: when incomes, production and employment in the US return to their trend levels, Americans will demand an extra $1.7 trillion worth of buildings to live in. And, because those buildings will not be there, construction demand will come roaring back. If America does recover to the previous long-run trend, the next decade will likely witness a construction boom that puts the mid-2000’s boom in the shade. But that is not now. And it is not for some years to come.

    There is another lesson here. The economists Kenneth Rogoff and Carmen Reinhart argue that recovery after a financial crisis is almost always slow. But there is at least one important sense in which US’ current construction bust suggests that they are wrong. One factor behind slow post-financial crisis recovery is that nobody knows how the division of labour will be rearranged. But right now we know a lot about that.

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    • luiz 27 de setembro de 2011 at 09:28

      essa noticia em resumo descreve o pendulo da economia.

      ela sofre de trastorno bipolar, ai da euforia exagerada á depressão em poucos anos.

      quem tiver paciencia, quem puder ter paciencia, poderá comprar na depressão por preços 4 ou 5vezes menores qu na euforia. Quem seendividou no auge ficará fora do mercado por muitos anos.

      É o que ocorre hj no Brasil, está aberta a temporada de caça ao otário

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  • Richard 26 de setembro de 2011 at 22:51

    É engano meu ou os imóveis no lançamento estão ficando mais baratos ?

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    • luiz 27 de setembro de 2011 at 09:31

      estão sim
      Aqui na ZO de SP estou vendo lançamentos de 3 qtos a 300 mil, sendo que no começo do ano, no memso nivel de apê, chegou a 350k. 4 anos atras se vendia com metragem maior por 200k.

      Ou seja, começou o recuo, começou

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    • aiwww 27 de setembro de 2011 at 10:19

      Estou acompanhando um empreendimento en Niteroi, o Contemporaneum, e o mesmo foi reajustado este mês de 370 mil para 420 mil o apartamento de 1 quarto mais barato.

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  • MrK 26 de setembro de 2011 at 22:56

    Concordo com o Austriaco

    Creio que há bolha, mas essa noticia simplesmente não é um bom indicativo de nada

    abracos

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    • Anonymous 26 de setembro de 2011 at 23:05

      0.27 (recuo) * 0.70 (participação da CEF) = 0.63 (avanço) * 0.30 (paricipação dos demais)

      Para compensar o RECUO da CEF, o AVANÇO dos demais bancos deveria ter sido ser 63%. O que óviamente não aconteceu pois se tivesse acontecido estaria sido trombeteado aos quatro cantos pela midia Bananense. Portanto, houve um recuo GERAL. Acho que é um indicativo da paralização do mercado imobiliário.

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      • augusto 27 de setembro de 2011 at 09:29

        PARECE QUE TEM ALGUEM QUE LEU BEM A NOTICIA, E TAMBEM SOUBE RACIOCINAR SOBRE ELA. C
        ABEÇÃ É PARA SER USADA PESSOAL

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        • luiz 27 de setembro de 2011 at 09:34

          o que mas se destaca é o paralelismo

          vendas // financiamento, um é condição sine qua non do outro.

          Ou seja, prova o que a gente falava, a bolha é 100% movida a crédio farto e facil. não há aumntode renda que jsutifique 99% do mercado

          Agora imagine outro bsurdo:
          vc faria divida no cartãode credito pra pagaro aluguel???
          isso é ssutentável???

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      • Carlos Eduardo 27 de setembro de 2011 at 09:59

        Ouvi da boca do meu gerente do Bradesco, que imoveis não é mais um bom negócio…

        não acredito nem por 1 segundo que os bancos privados estariam liderando isso!

        se a caixa que “teoricamente teria uma fonte inesgotavel de dinheiro” diminuiu, pode ter certeza que os outros também diminuiram!

        é por isso que as construtoras estão travadas!

        acho que estão percebendo que precisam do dinheiro, que estão queimando! e que não dá para esperar 30 anos para ter de volta!

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  • MrK 26 de setembro de 2011 at 23:08

    Eu lembro que previ isso aqui há muito tempo, em função da farsa da inflação…

    mais uma categoria entra em greve: bancários… agora é correios, bancos, bombeiros, já tô perdendo a conta…

    isso tudo ocorre pois a inflação real está MUITO acima da oficial “oficial” que é base pra reajuste de salários, logo muita gente foi iludida que teve um “aumento real de renda” quando na verdade teve um aumento somente nominal e NÃO real, teve na realidade foi perda do poder de compra

    a situação da inflação mascarada está insustentável

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    • augusto 27 de setembro de 2011 at 09:31

      E OS APOSENTADOS ACIMA DE UM MINIMO QUE NEM AUMENTO REAL TIVERAM IRÃO SE DANAR.
      AINDA MAIS AQUELES VELHINHOS QUE FIZERAM CONSIGNADOS PARA AJUDAR OS FILHOTÕES, NETÕES OU SOBRINHÕES INCOMPETENTES, SE FODER####### MAIS AINDA
      BEM MAS AQUELES QUE VOTARAM EM CANDIDATOS DO MOLUSCO QUE SE DANEM

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      • Carlos Eduardo 27 de setembro de 2011 at 10:02

        acho que o partido do Molusco está colocando os pés pelas mãos!

        praticamente descartaram os votos dos velhinhos!

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  • Sérgio 26 de setembro de 2011 at 23:11

    Ai gente, pra quem não contenta com a nossa bolha, ou tem visão mais holística: além da China que está prestes a estourar (e que estouro), há também as bolhas Canadense e a Australiana.
    .
    É só procurar. Em todas elas estão os mesmos hedge founds, private equity e JP morgan da vida.
    .
    O Brasil é só a ponta.

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  • ildeu 26 de setembro de 2011 at 23:21

    .Acho imobiliarias para pegarem o imóvel à venda prometem absurdos …Uma corretora me disse isso ,o dono tende a deixar o imovel pra vender na imobiliaria que avaliou mais alto, e se essa não turbinar o preço , outra imobiliaria o fará .Isso pode ter sido um dos fatores da alta , as promessas na concorrência pra se ter exclusividade na negociação.Com o aumento dos imoveis disponiveis , as imobiliarias devem começar a fazer o contrário, não precisam de estoques de vendedores mais , vão tentar trabalhar com imoveis que realmente poderão ser comercializados , mesmo por que tempo é dinheiro , e se vc tiver imoveis fora do preço , a concorrênte vai tomar os potencias clientes , que cada dia serão mais raros..

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    • augusto 27 de setembro de 2011 at 09:33

      É O FAMOSOS TIRO NO PÉ DADO POR CORRETORES INCOMPETENTES E ANTIÉTICOS, E TAMBEM POR IMOBILIÁRIAS.
      QUE SE FOD####### AGORA

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  • Guilherme Eduardo 26 de setembro de 2011 at 23:51

    Creio que os financimantos na CEF diminuíram porque os outros bancos estão entrando forte no mercado de crédito imobiliário.

    Em relação a bolha, creio que esta mudança favorecerá ao estouro da bolha, porque para se obter crédito nos outros bancos não é tão fácil quanto na CEF. No Banco do Brasil, por exemplo, extrato bancário não é aceito como comprovante de renda, já na Caixa sim.

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    • Anonymous 27 de setembro de 2011 at 05:39

      0.27 (recuo) * 0.70 (participação da CEF) = 0.63 (avanço) * 0.30 (paricipação dos demais)

      É muito improvável, pois o avanço dos demais bancos teria que ser 68% somente para COMPENSAR o recuo da CEF. O recuo foi mesmo GERAL.

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      • Guilherme Eduardo 27 de setembro de 2011 at 15:55

        Verdade…. boa percepção!

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    • augusto 27 de setembro de 2011 at 09:34

      TEM RAZÃO SÓ EM PARTE, VEJA COMENTÁRIOS ACIMA

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  • Paulo Rocha 27 de setembro de 2011 at 06:16

    O governo incopetente trazendo de volta a inflação!

    fonte: oglobo.globo.com/economia/mat/2011/09/26/bc-deve-baixar-mais-os-juros-apesar-da-previsao-do-mercado-sobre-estouro-da-meta-da-inflacao-925452054.asp

    BC deve baixar mais os juros, apesar da previsão do mercado sobre estouro da meta da inflação

    Publicada em 27/09/2011 às 00h01m
    Vivian Oswald, Gabriela Valente e Henrique Gomes Batista ([email protected])

    BRASÍLIA e RIO – Diante de um cenário internacional de crise, que tende a piorar, a equipe econômica não descarta uma redução mais ousada da taxa de juros (Selic) já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em 18 e 19 de outubro, como arma contra os efeitos da turbulência lá fora. A avaliação do Palácio do Planalto é que o Brasil já vive um cenário de queda da inflação, assim como o resto do mundo, o que permitiria uma decisão mais arrojada no que se refere às taxas de juros, hoje em 12% ao ano. Essa percepção, porém, vai no sentido inverso à dos economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) em sua pesquisa semanal do Boletim Focus, que, pela primeira vez, preveem um estouro do teto da meta de inflação este ano, fixado em 6,5%, justamente pelo afrouxamento da política monetária. Segundo o boletim, o IPCA, índice usado pelo governo, encerrará o ano em 6,52%. Foi a sexta previsão seguida de alta da inflação.

    De volta de uma rodada de conversas com autoridades monetárias e o setor financeiro da Europa e dos EUA, o presidente do BC, Alexandre Tombini, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, estão ainda mais preocupados com a situação internacional. Segundo interlocutores, preveem uma deterioração grave no cenário europeu já nos próximos dias.

    Dilma não quer abrir mão de crescimento

    A percepção é que o cenário descrito na ata da última reunião do Copom, divulgada há duas semanas, e descrito como “catastrófico” por alguns economistas, vem se confirmando. O governo, por determinação da presidente da República, Dilma Rousseff, não considera a possibilidade de abrir mão do crescimento econômico este ano. Daí o cuidado de agir depressa, antecipando-se ao agravamento da crise, para não repetir 2008, quando o BC errou na mão ao esperar tempo demais para começar a cortar os juros após o estouro das hipotecas americanas.

    Em Nova York, na semana passada, a presidente afirmou que não se sai de uma crise profunda por meio de políticas recessivas:

    – É importante procurar respostas novas a problemas novos. Não acredito que se saia da crise produzindo recessão. Temos a experiência de duas décadas perdidas.

    Ontem, após uma semana no exterior, a presidente recebeu Mantega logo pela manhã, e a pauta incluiu a situação econômica nacional, tendo por base todos os cenários discutidos lá fora. O presidente do BC também voltou ontem ao país. A avaliação da autoridade monetária é que o dia nos mercados foi mais calmo. Nenhuma nova medida para dar liquidez está descartada, sobretudo no mercado futuro, foco das turbulências da semana passada.

    A decisão de mudar o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), segundo uma fonte da equipe econômica, ainda não foi tomada. Para os especialistas, a alta do tributo travou o mercado porque pegou todo mundo no contrapé com apostas na queda do dólar e na alta da Selic, o que não aconteceu. A preocupação é evitar que a turbulência internacional, o sobe e desce do dólar, as previsões maiores de inflação contaminem as expectativas da população.

    Leia a íntegra no Globo Digital (exclusivo para assinantes)

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    • MrK 27 de setembro de 2011 at 08:17

      O endividamento recorde das familias e a bolha imobiliaria que vivemos é a unica coisa que o BC pensa em salvar com esses juros baixos, ele já virou as costas pra inflação, o poder de compra da moeda ele já se lixou, quem poupou e gastou com consciencia vai sofrer agora pelos que fizeram loucuras acima do que suas rendas permitiam.

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      • luiz 27 de setembro de 2011 at 09:22

        mas isso tem um lado B, quem já construiu sabe

        umaobra precisa de um orçamento rigido, qualquer pequena alteração unitária te leva do lucro fabuloso ao prejuizo terrivel.

        com a inflação va ficando impossivel atuar no mercado, as construtoras estarão e péssima situação

        ja estamos vendo obras atrasadas em mais de1 nao, queda na bolsae todo os indcativos que o mercado delas pdoe naufragar aind ano fm deste ano.

        A mdeobra aina pode se desloar pas grandes obras de infraestrutura com copa, olimpada, petrobras, ferovias, metro, etc

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  • Sérgio 27 de setembro de 2011 at 07:34

    Próximo efeito da bolha, antes de estourar, que se fará visível:
    .
    Demissão setor da construção civil… já existe, mas mascarado. Próximas notícias definidas.

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    • trololó 27 de setembro de 2011 at 12:26

      só ficar de olho nos dados publicados do SINE

      faz algum tempo que tou de olho pra ver como vai ser a situação

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  • nelson 27 de setembro de 2011 at 07:35

    Banco financia móveis em até 60 vezes
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    MARIA APARECIDA SILVA
    DO “AGORA”

    Com plantas cada vez me­nores, o investimento em móveis planejados é a alter­nativa encontrada por con­sumidores na hora de mobi­liar o apartamento novo.

    Os gastos mínimos com essa etapa representam 10% do valor do imóvel e podem ser parcelados em até 60 vezes nos bancos. Os juros variam de 1,98% a 3,80%.

    Nas lojas, é possível fazer parcelamentos de até 12 ve­zes, no caso do valor à vista, ou de até 36 vezes, com juros médios de 3,19%, nas fi­nanceiras parceiras das lojas. O dinheiro pode ser usado na construção, na reforma, na compra dos eletrodomés­ticos ou na decoração.

    O Itaú fornece crédito de até R$ 300 mil a seus clien­tes. Também voltado para os correntistas, o Banco do Bra­sil disponibiliza o valor má­ximo de R$ 50 mil. Já o Bra­desco, libera até 70% do va­lor do imóvel para clientes.

    Para conseguir o financia­mento com a Caixa Econômi­ca Federal, não é preciso ter conta no banco. O valor-base emprestado é de R$ 30 mil.

    Na compra dos móveis nas lojas conveniadas, a Losan­go, instituição financeira do HSBC, não limita o valor. No caso dos eletrodomésticos, o máximo é de R$ 20 mil.

    Nas lojas credenciadas ou diretamente no banco, o Santander empresta de acor­do com a renda do cliente.

    O economista, Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), ressalta a importância de “pesquisar no mercado” a melhor opção para o bolso.

    Segundo Pierre Stauffeg­ger, presidente do Sindimov (Sindicato da Indústria do Mobiliário de São Paulo), nos últimos anos, os móveis fica­ram mais caros.

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    • luiz 27 de setembro de 2011 at 09:19

      a bolha de móveis é um bom inicador dabolha de Imoveis.

      tive recetemente mta dificuldade emtrocar meu sofá,
      tive que lembrar o venddor que aqueles peços eu comprava um sofá, 2 poltronas e um carro usado em volta, issso no começo do ano

      Agora já voltou ao normal

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  • Leo 27 de setembro de 2011 at 08:03

    “Os demais bancos mantiveram a expansão do crédito no primeiro semestre do ano. Foram financiados 659 casas e apartamentos, 57,28% a mais que as 419 unidades financiadas no primeiro semestre de 2010.Forma de venda”

    Bom.. apesar de estar torcendo pela queda dos precos.. acho que essa noticia eh meio cafe com leite… saiu de um lado e foi pro outro…..

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  • Pedro 27 de setembro de 2011 at 08:13

    Não são só os automóveis que estão com as vendas ruins, a indústria brasileira no geral está desesperada com o desaquecimento da economia:

    08:00ECONOMIA’Desenvolvimentistas’ pedem o reequilíbrio do câmbio
    07:57Grécia receberá sexta parcela de ajuda internacional em ouubro
    07:57ECONOMIABancários entram em greve por tempo indeterminado
    07:44ECONOMIAGrécia pode retomar negociações sobre ajuda financeira

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    NEGÓCIOS

    Nº edição: 214 | 21.SET.01 – 10:00 | Atualizado em 19.08 – 18:11
    ENCALHE GERAL
    Estoque na economia brasileira é tão grande que muitas empresas antecipam férias coletivas

    Por Fabiane Stefano

    A indústria está sentindo na pele a freada da economia. Os estoques, um dos mais precisos termômetros da produção, aumentaram dramaticamente nos últimos meses. São pátios lotados de automóveis e milhares de metros quadrados com eletrodomésticos, embalagens, remédios, materiais de construção e diversos outros produtos encalhados. É um péssimo sinal, pois mesmo que os consumidores voltem às lojas, estarão comprando coisas que foram produzidas há meses. Para o segundo semestre, as principais consultorias do País estão prevendo um resultado próximo de zero para a indústria. “Muitas empresas aceleraram a produção antes do racionamento de energia, mas o consumidor se retraiu antes”, diz Mônica Baer,
    da MB Associados. Só nas montadoras, calcula ela, os
    estoques são superiores a 200 mil veículos.

    As principais empresas do setor, Fiat, Volkswagen e General Motors, estão parando para ajustar a produção. Mais de 20 mil funcionários estão em férias coletivas. Com a crise no Brasil e no mundo, a paralisação é geral. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, 12% da produção de julho da indústria de transformação está estocada, contra 5% no mesmo período de 2000. A pior situação é a dos fabricantes de materiais de construção e aparelhos eletroeletrônicos, ambos com estoques superiores a 50%. “Houve um forte impacto psicológico no consumo”, diz Paulo Saab, diretor da associação dos fabricantes de eletroeletrônicos.

    Para se defender, a Volks dispensou por 20 dias cerca de 8 mil funcionários da unidade de São Bernardo do Campo e também criou um programa de demissão voluntária. A Fiat deu férias coletivas para 70% dos empregados. “Estamos carregando os custos de um terço da nossa produção mensal”, diz Luiz Muraka, gerente de estratégia de marketing da Volkswagen. A montadora tem 10 mil carros parados nos seus pátios, ou seja, dez dias de produção. Nas concessionárias, são 22 mil automóveis em estoque. Mas a Volks não está sozinha. De acordo com a Anfavea, em agosto, o estoque no setor era o equivalente a 47 dias de produção, com 118 mil carros no varejo e 85 mil nas fábricas. Em julho, o estoque era de 46 dias. Para o professor Luiz Roberto Cunha, da PUC-Rio de Janeiro, isso é reflexo das incertezas no Brasil e no exterior. “Como a captação externa caiu, as montadoras tiveram de aumentar suas taxas de juros”, diz ele.

    Depósito cheio. No setor de eletrodomésticos, a retração é a mesma. Na Eletrolux, fabricante de geladeiras e ar-condicionados, o estoque médio, que era de 15 dias, passou para 45 dias. Alguns produtos ficam parados até por quatro meses A principal causa para a elevação do estoque é a crise de energia, que retraiu o consumidor. No setor de embalagens, que antecipa a tendência na área industrial, as perspectivas também são ruins. Até agora foi registrada queda de 10% nas encomendas. Segundo Sérgio Haberfeld, da Associação Brasileira de Embalagens, os empresários esperam forte redução na demanda, já que a expectativa é de queda no consumo dos gêneros de primeira necessidade. Ou seja, o pior ainda não aconteceu.

    http ://www.istoedinheiro.com.br/noticias/15376_ENCALHE+GERAL

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    • Anonymous 27 de setembro de 2011 at 09:07

      Esta notícia não é de 2001?

      0
      • augusto 27 de setembro de 2011 at 09:40

        SE VOCE FALOU SÉRIO E ISTO FOR VERDADE (NOTICIA DE 2001 DIVULGADA AGORA) É UMA COISA GRAVE QUE PODERÁ LEVAR A PERDA DA CREDIBILIDADE DE MUITOS POSTS DESTE FORUM.
        ESPERAMOS UMA RESPOSTA DE AMBAS AS PARTES

        0
        • luiz 27 de setembro de 2011 at 10:01

          vc não tem moral pra exigir respsta nenhuma de ninguem aqui

          ese blog é autolimpante se alguem comete um engano logo vem outr e corrige, erro que que pderia até ser palntado pr vcs mesmos, vist q este blog é livre diferente da a´rea de comentarios dos grandes jornais ao qual vcs compraram com os anuncios e que não podem nem ouvir falar da palavra bolha

          agoa se eu fosse comrpar um apartamento com vcs qdo vcs indicavam ser uma boa hora já teria perdido milhares de reais e ainda estava enforcado rpo resto da vida

          Eu exigo de vcs uma resposta a isso
          Cadêa valorização infinita que vcs nos prometiam? CadÊ?

          0
          • AUGUSTO 27 de setembro de 2011 at 10:10

            CREIO QUE TENHO SIM MORAL PARA PEDIR E NÃO EXIGIR ALGO QUE JULGO CONVENIENTE , E PORTANTO MODERE SUAS PALAVRAS CARO AMIGO

            0
            • AUGUSTO 27 de setembro de 2011 at 10:17

              OUTRA COISA NUNCA TIVE OU TEREI RABO PRESO COM NINGUEM E QUALQUER SITUAÇÃO, SEMPRE AGI COM ÉTICA COM TODOS E TUDO;
              ANTES DE EMITIREM OPINÕES PRECIPITADAS VEJAM OU LEIAM TODOS MEUS COMENTARIOS

              0
              • Evandro CPS 27 de setembro de 2011 at 10:32

                Tem que aprender a desativar o CAPS LOCK no teclado primeiro. Depois vc exige algo.

                0
                • AUGUSTO 27 de setembro de 2011 at 10:46

                  Eu sei muito bem o que faço na vida, e se melindrei alguem voces devem ser muito sensíveis.
                  Quando alguem faz um êrro inconciente eu acho que é muito simples é só corrigir, afinal ERRAR É HUMANO MAS PERSISTIR NO ÊRRO É BURRICE

                  0
                  • AUGUSTO 27 de setembro de 2011 at 10:50

                    Outra coisa aprendam a descobrir quem está do lado de quem na vida

                    0
                  • Evandro CPS 27 de setembro de 2011 at 10:50

                    Calma Augusto. Ele errou, logo ele aparece para falar. Ele deve ter visto a notícia e sem querer não se atentou ao fato da data. Acontece.

                    0
                    • Luciana 27 de setembro de 2011 at 10:55

                      Mas se você colocar no google “encalhe geral” aparece a data 01/09/2011, ou seja, quem tá errando é o google.

                      0
              • Hik 27 de setembro de 2011 at 23:33

                Augusto por gentileza, solicito que use o caps com moderação. Em termos digitais é como se estivesse gritando o tempo todo.

                Uma sugestão a todos: melhorar o uso da ortografia e gramática eleva o nível das mensagens e do blog. Ninguém é obrigado a se esforçar nem um pouco, mas acredito ser mais conveniente a todos.

                0
          • FQ 27 de setembro de 2011 at 16:58

            Começaram o combate. Querem tentar denegrir o forum. Parece até que foi de propósito a tal matéria.

            Bom, pelo menos, subimos de fase. Da ridicularização para o combate!

            0
        • Anonymous 27 de setembro de 2011 at 10:01

          htt p://www.istoedinheiro.com.br/assunto/4_NEGOCIOS/lista/2/?month=9&year=2001

          Notícia: Encalhe Geral
          Porém, acredito que o Pedro tenha se equivocado na pesquisa, pois ele mesmo divulgou a data, na parte de cima do post.

          Não há perda de credibilidade nenhuma do fórum.
          Quem tem dúvida quanto às notícias, faça como eu: pesquise e comprove.

          0
          • Luiz 27 de setembro de 2011 at 11:54

            vou repetir o Sergio que citou

            Mahatma Ghandi:

            “primeiro eles nos ignoravam, depois eles nos ridicularizavam, daí eles passaram a nos combater, por fim foram vencidos”.

            0
          • trololó 27 de setembro de 2011 at 12:24

            na realidade A NOTICIA VEM DO FUTURO

            ou como alguns costumam falar:

            A HISTÓRIA SEMPRE SE REPETE

            afinal, a parte dos estoques das montadoras, mesmo sendo de 2001, é como se fosse em 2011

            0
            • Luiz 27 de setembro de 2011 at 14:35

              “Quem ignora o seu passado está condenado a repeti-lo no futuro”

              0
        • Duda 28 de setembro de 2011 at 12:37

          Caro augusto: este forum é o mais serio que existe sobre imóveis no país, e um erro, não vai tirar isso. Pode ler, se quiser, desde o começo, há um ano, como pessoas que tentaram desacreditar este site, acabaram ridicularizadas, e em vista dos ultimos fatos, que comprovam de forma poderosa a existencia duma bolha imobiliaria a ponto de estourar, já nem se animam a acessar o site. Tomara não aconteça tambem com vc.

          0
          • divasca 29 de setembro de 2011 at 21:11

            puxa vida, 1 ano? é sério isso?
            o que custava 300 mil há um ano agora custa 450.
            que pena que não conheci antes! um blog prestando um serviço tão precioso, e de graça!

            serei leitor assíduo para aprender dicas de bons negocios.

            bom saber que tem outros na mesma situação que eu.

            muito obrigado

            0
    • Hik 27 de setembro de 2011 at 23:34

      Bolha, dá para remover este post com a informação incorreta?

      0
  • Jr. 27 de setembro de 2011 at 09:42

    Tecnisa tem demanda fraca para debêntures, diz jornal. A nova rodada de aversão ao risco no mercado internacional na semana passada prejudicou a emissão de debêntures da incorporadora Tecnisa, informa reportagem do jornal Valor Econômico. A demanda do mercado pelos papéis ficou em cerca de 200 milhões de reais, abaixo dos 300 milhões de reais pretendidos pela empresa.

    0
  • Carlos Eduardo 27 de setembro de 2011 at 10:22

    Pô acabei de receber 1 email da Cyrela, me oferecendo uns aps de pronta entrega!

    rs
    que absurdo nunca deixei meu email com esse povo!

    tive que responder né ; )

    estão apelando para os spans afff

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    • Lucas 27 de setembro de 2011 at 11:38

      Carlos Eduardo, eu também nunca deixei e estou recebendo um monte deles e de outra construtora.
      Não sei como eles conseguiraram.

      0
  • TH 27 de setembro de 2011 at 10:58

    Senhores,

    o que vocês acham de anúncios como este?

    h t tp://w w w.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-3-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-BOTAFOGO-Botafogo/ID-2523887

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    • Felipe 27 de setembro de 2011 at 11:01

      Só não achei o imóvel hahahahaha

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    • Luciana 27 de setembro de 2011 at 11:03

      DE-SES-PE-RO TO-TAL

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    • TH 27 de setembro de 2011 at 11:13

      Dando uma analisada melhor nos imóveis deste anunciante, fiquei com a impressão que se trata de um imóvel que foi vendido e o anunciante converteu em um anúncio de procura de imóveis pra vender.

      Só não acho que essa estratégia faça sentindo em um momento que a oferta de imóveis nunca esteve tão alta e continua subindo rápidamente.

      0
      • Richard 27 de setembro de 2011 at 11:18

        Vendido ???

        É mais provável que era um imóvel a muito tempo encalhado e converteu em um anuncio de procura de imóveis.

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    • RT 27 de setembro de 2011 at 11:24

      Valor = 540 mil. Modesto para um três quartos, no meio da loucura em que estamos. No mesmo bairro, há 2-quartos custando mais.

      Fui na pequena calculadora na parte inferior da página, fazer uma conta, só por curiosidade.

      Botei 120 mil de entrada.

      Não mexi na taxa de juros.

      Financiando em 20 anos (máximo que a calculadora permite) dá uma prestação de módicos 4 mil por mês.

      E repito: estamos falando de um preço baixo para os patamares atuais, em Botafogo.

      4 mil só de prestação, por 20 anos.

      Tem bolha?? Imagina! Nem sei porque acham isso! É um crescimento sólido e sustentável…

      0
      • Lucas 27 de setembro de 2011 at 11:36

        RT, os novos Bilionários Brasileiros sairão do ramo da contrução civil.
        Não é a toa que empresários brasileiros de outros ramos já estão de olho, ninguém quer ficar de fora.
        Tudo financiado pelo pobre investidor da poupança.

        0
        • Paulo 27 de setembro de 2011 at 13:03

          A valor da prestação não é R$ 4060,38 conforme essa calculadora mentirosa do ZAP e sim R$ 5760,00 (4000 só de juros).

          0
      • Anonymous 27 de setembro de 2011 at 13:42

        Sólido, sustentável e ecológicamente correto. Somente alguns maus Brasileiros falam em bolha imobiliária ou alguns que deixaram o país (ame-o ou deixe-ou, slogan dos anos 70). Bom, eu resolvi deixar, mas deveria ter seguido o slogan já nos anos 70.

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        • Vinicius Lima 27 de setembro de 2011 at 13:50

          Anonymous, eu gostaria de fazer o mesmo que você, mas é difícil… Família, amigos, etc. é difícil deixar tudo isso para trás…

          0
          • Wendell 27 de setembro de 2011 at 21:48

            “Família, amigos, etc.”, também os amo, mas só não os deixo aqui por que “me falta-me o gramour”. Do contrário, já teria ido há tempo.

            0
          • Anonymous 27 de setembro de 2011 at 22:47

            Pessoas com vidas interessantes não têm fricote. Elas trocam de cidade. Sentem-se em casa em qualquer lugar. Investem em projetos sem garantia. Interessam-se por gente que é o oposto delas. Pedem demissão sem ter outro emprego em vista. Aceitam um convite para fazer o que nunca fizeram. Estão dispostas a mudar de cor preferida, de prato predileto. Começam do zero inúmeras vezes. Não se assustam com a passagem do tempo. Sobem no palco, tosam o cabelo, fazem loucuras por amor e compram passagens só de ida…” Martha Medeiros

            0
            • Duda 28 de setembro de 2011 at 09:46

              Otimo. No ano proximo pedirei demissão sen ter outro emprego a vista. Será a sexta vez que farei isso na minha vida. Pienso iniciar um emprendimento particular, mas se possível, fora do Brasil. No meu emprego me sinto como se estivesse na “sociedade dos poetas mortos”. E eu gosto de viver.

              0
            • Anonymous 28 de setembro de 2011 at 13:27

              Têm um ditado que diz: “O papel aceita tudo.”
              Experimenta fazer tudo isso aí na nossa realidade.
              Vai lembrar da Martha Medeiros quando a primeira conta de luz chegar e você estiver “se aventurando por aí”, implorando outro emprego.

              0
              • Duda 28 de setembro de 2011 at 21:35

                Ate pode ser, mas prefiro tentar antes do que seguir na rotina que levo agora.

                0
  • Marcelo Paez 27 de setembro de 2011 at 11:03

    Interessante, estava vendo um apartamento (antes de cair na consciência) e há umas 2 semanas o dono não venderia nem a pau por menos de 420mil… bom, ontem ele me ligou (por livre e espontânea vontade) pedindo o valor de 405mil no apartamento, engraçado ein?

    0
  • Galvão 27 de setembro de 2011 at 11:30

    INFLAÇÃO, que se dane!!!!!!!

    No correio braziliense de hoje:
    Mercado já admite a queda dos juros de 12% para 11% em outubro

    Victor Martins

    Publicação: 27/09/2011 08:14 Atualização:

    O mercado financeiro já acredita na possibilidade de o Banco Central cortar a taxa básica de juros (Selic) em um ponto percentual na reunião de outubro do Comitê de Política Monetária (Copom), de 12% para 11%. Apesar de as projeções para a inflação deste ano superarem, pela primeira vez desde 2000, o teto da meta de 6,5% definido pelo governo, as taxas dos contratos futuros desabaram ontem. Os operadores interpretaram as últimas declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do presidente do BC, Alexandre Tombini, como um sinal de que o governo está vendo um agravamento forte da crise mundial e a prioridade é garantir um crescimento do país próximo de 4% neste ano e no próximo por meio da redução da Selic.

    Pela pesquisa Focus, as estimativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saltaram a 6,52% neste ano e para 5,52% em 2012. Técnicos do governo garantem que o mercado está errado, mas os indicadores do país mostram o contrário e causam calafrios até nos mais otimistas.

    No acumulado de 12 meses até agosto, a inflação oficial chega a 7,23%. No ano, a alta chega a 4,42%. Para setembro, a expectativa é de que o IPCA registre pelo menos o dobro do considerado ideal para que a taxa fique dentro da meta. Caso a previsão do mercado se confirme, Tombini terá de enviar uma carta ao ministro da Fazenda explicando as razões de seu fracasso. “Não há como cravar que a inflação ficará acima da meta”, afirmou uma fonte do governo. “O cenário de desaceleração desenhado pela equipe econômica está se confirmando, todas as projeções de crescimento para o mundo e para as economias centrais foram revistas para baixo”, argumentou.

    Flávio Combat, economista-chefe da Concórdia Corretora, discordou, lembrando que, com a recente alta do dólar, a inflação pode subir, pois os importados deixarão de ser um contrapondo aos preços do mercado doméstico

    0
    • Jonathas 27 de setembro de 2011 at 11:52

      Após os contatos e debates na ONU, o Governo está apostando que a Grécia vai decretar moratória, o que vai desencadear uma crise internacional ainda mais grave, entrando o mundo em depressão. Nesse cenário, a aposta é na importação de deflação, compensando o aumento dos preços no mercado interno.

      0
      • Felipe 27 de setembro de 2011 at 11:54

        2012 promeeeeete, já diziam os maias…

        0
  • Galvão 27 de setembro de 2011 at 11:34

    Acho que pessimismo não é a palavra mais indicada. O consumidor começa a perceber a conta chegando. É um choque de realidade, não um pessimismo.

    http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/09/27/confianca-do-consumidor-brasileiro-e-a-menor-desde-marco.jhtm

    27/09/2011 – 10h18
    Confiança do consumidor brasileiro é a menor desde março

    A confiança do consumidor brasileiro diminuiu pelo segundo mês consecutivo e atingiu o menor patamar desde março.

    O índice, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira, caiu 3,4% em setembro em relação a agosto, para 114,7 pontos.

    “A nova queda do índice reflete a diminuição da satisfação com o momento presente da economia e o aumento do pessimismo em relação aos próximos meses”, disse a FGV em nota.

    O componente de situação atual recuou 4,1%, para 134,6 pontos, o menor dado desde julho de 2010, mas segue acima da média histórica.

    O de expectativas declinou 2,9%, atingindo 104,2 pontos, leitura mais baixa desde maio e também inferior à média histórica.

    “A queda do grau de satisfação do consumidor com relação à situação presente da economia foi a principal contribuição para queda do índice de confiança.”

    Esse indicador caiu de 107,1 para 99,5 pontos, o menor desde maio.

    (Por Vanessa Stelzer)

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  • roberto 27 de setembro de 2011 at 11:41

    Não foi divulgado aqui que o governo fez pressão nos Fundos de Pensão para compra de ações principalmente de incorporadoras para evitar um queda maior em suas ações e assim evitar o desespero no mercado ?

    Só para confirmar este governo tem o dedo pobre para não dizer outra coisa.

    Folha de São Paulo Hoje:
    H t t p://w w w1 .folha.uol.com.br/mercado/981369-crise-e-juro-baixo-complicam-fundo-de-pensao.shtml

    A crise das Bolsas de valores e a redução da taxa básica de juros estão complicando os fundos de pensão do país. As entidades de previdência possuem em média 32% dos seus ativos em renda variável (ações), e 60% atrelados à Selic (taxa de juros oficial), ambos em queda, informa reportagem de Leila Coimbra para a Folha

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  • Felipe 27 de setembro de 2011 at 11:52

    Artigo muito interessante que até cita o Brasil…

    h t t p://thehousingbubbleblog.com/?p=6756

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  • Thiago Ferreira 27 de setembro de 2011 at 11:57

    Não precisa ser nenhum genio para saber que os preços estão fora da realidade e que os imoveis estão encalhados aos montes , lógico que as construtoras e sindicatos de construtoras vão negar afinal eles vivem disso
    Moro na cidade de São José dos Campos interior de SP , e a duas semanas fui ver um lançamento de um apto 2 dormitórios com suite , varanda gourmet , area de serviço etc etc … 70 metros quadrados o apto.
    Moro de aluguel só que a dona do apartamento pediu o imovel pois um dos filhos desta senhora vai se casar e vai morar aqui , pago 950 reais de aluguel num apto de 3 quartos com 100 metros quadrados num bom bairro aqui.
    Pois bem fui eu ver este lançamento valor na planta R$ 230 mil reais …. logo fui na caixa economica viabilizar uma carta de crédito eu e minha esposa temos uma renda de R$ 4.500 reais qual não foi a minha surpresa em saber que só consigo uma carta de crédito no valor de R$ 128 mil reais com minha atual renda … isso financiado em 30 anos e com prestações inciais de R$ 1.350 reais …. pois bem mesmo juntando meu fundo de garantia e mais nossas economias só conseguimos 45 mil reais … e o resto da grana isso sem falar que o saldo devedor vai ser reajustado durante a obra que tem previsão de entrega para fevereiro de 2013 ???
    sinceramente só maluco para entrar num financiamento no atual momento com juros anuais de cerca de 12 % ao ano no financiamento , terei muita sorte se tiver um aumento de 8 ou 9 % no meu salário ano que vem rs rs
    senhores me expliquem ou eu sou muito pobre e todo mundo esta cheio do dinheiro , ou os preços praticados hoje por um imovel estão fora da realidade , os corretores falam em 100 mil a mais ou a menos como se fosse troco de pinga.
    resultado vou continuar morando de aluguel rs rs já comecei a procurar e os preços de aluguel estão ótimos caindo a cada dia

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    • Luiz 27 de setembro de 2011 at 13:03

      Especialista afirma: Valorização dos imóveis é artificial e informação sobre o mercado é fabricada

      De acordo com Lima Júnior há “excesso de adrenalina” e até irracionalidade no mercado brasileiro. “O mercado de real estate (denominação internacional para mercado imobiliário) não deveria funcionar com adrenalina, deveria funcionar com Lexotan (medicamento contra ansiedade)”, brinca. “Imaginar que a alta do mercado e dos preços durará para sempre é ingênuo”, analisa o especialista.

      Como exemplo, o consultor descreve uma situação comum vivida por quem visita estandes de lançamentos ou feiras imobiliárias. Os corretores usam campainhas para marcar contratos de venda assinados ou avisam a operação aos gritos. “A cada venda, tocam o sino. Você está sentado, tentando negociar, e alguém grita: ‘Fechou o 39, tira da tabela’. E lhe vem à mente: ‘Vou perder o imóvel, fecha o negócio logo’. É um indutor porque deixa a pessoa sob pressão”, descreve.

      Para ele, uma bolha verde-amarela não seria de crédito, e sim de preço.

      Também não faltaram críticas à ética e desinformação fabricada por empreendedores imobiliários. “É preciso ter ética nos negócios imobiliários. Não há necessidade de o empreendedor, para ganhar mais, desinformar o mercado. Ele pode até ganhar mais se o mercado aceitar o preço que ele está propondo, mas não por um viés de desinformação”, dispara o pesquisador brasileiro. “A tendência do empreendedor é desinformar”, completa.

      João Manuel Carvalho, professor e pesquisador da Universidade Técnica de Lisboa, vê a falta de boa informação no mercado imobiliário e restrições à produção de informação independente como uma das raízes de bolhas imobiliárias.

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    • Luiz 27 de setembro de 2011 at 13:05

      Tiago, sua renda é 3 vezes a média brasileira
      Com o dinheiro q vc consegue levantar (170K) se vc pudesse aplicar, o rendimento daria pra alugar 2 desse aí pro resto da vida.

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    • xyz 27 de setembro de 2011 at 13:47

      Não seja tolo.
      Imóvel na planta é uma aquisição de altíssimo risco.
      Se quer se endividar compra um imóvel já pronto.

      Também tenho observado na minha cidade que os aluguéis que no início do ano aumentaram muito, agora estão cedendo. Quando a bolha estourar, aluguél também vai ficar baratinho.

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      • Luiz 27 de setembro de 2011 at 14:38

        acho que aluguel vai fciar ond esempre esteve, um pouco pra baixo talvez

        pras pessoas é obvio que é uma pessima idéia se endivdar no cartão de credito pra pagar aluguel

        mas pra comprar imovel, por algum motivo não entendem que a idéia de se endividar pra fugir do aluguel é uma pessima idéia, pra especular então nem se fala

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        • Guilherme Eduardo 27 de setembro de 2011 at 23:22

          É aquele pensamento da valorização que faz isso. Alguel você paga e pronto. Imóvel na planta você paga, e ele valoriza 30% em um ano, você cobre o dinheiro que investiu e ainda lucra. É assim que as pessoas estão pensando. Por isso o aluguel sobe, mas não decola igual imóvel, principalmente os na planta. Ninguém vai se enforcar no banco para pagar aluguel mais caro.

          0
    • RT 27 de setembro de 2011 at 14:40

      “os corretores falam em 100 mil a mais ou a menos como se fosse troco de pinga.”

      Falou tudo, cara… fico feliz quando vejo que não sou o único a achar isso.

      100 mil a mais ou a menos, hoje, virou “margem de erro”.

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    • FQ 27 de setembro de 2011 at 15:21

      Thiago,

      Não sei se você sabe, mas você ainda teria que pagar:

      1 – Taxa de Ligação de Energia Elétrica – Pode chegar a 10 mil reais.
      2 – Taxa de Ligação de Água – 5 mil
      3 – Taxa de Decoração do condomínio (todas aquelas firulas, tais como academia, espaço Gourmet, mobiliários da piscina, etc) são pagos a parte e na entrega das chaves. Podendo chegar a 20 mil reais em condomínios mais sofisticados!
      3 – ITBI = 2%
      4 – Despesas com Cartório

      0
    • Rodrigo 27 de setembro de 2011 at 21:19

      Banco nunca vai financiar esse montante com a renda declarada, mesmo se você ganhasse o dobro não consegiria esse valor então fica a pergunta como as pessoas estão comprando?????

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  • Júlio 27 de setembro de 2011 at 12:13

    Acontece que o Brasil não pode viver só da produção de automóveis e outros bens de consumo que, de certo ponto de vista, e a certa altura, podem ser considerados como luxo. Vide o caso de Brasília, cujo trânsito se vê cada dia mais congestionado, independente do horário do dia, simplesmente porque o governo dá prioridade ao transporte individual, ao passo que o transporte público não recebe nem de longe o mesmo tipo de investimento. Falta atitude ao governo para direcionar os investimentos estruturantes que trarão retornos muito mais benéficos não só em médio e longo prazo, mas inclusive em curto prazo, através da geração de empregos aos trabalhadores que hoje estão sendo vítimas das flutuações da economia. Esse é só mais um sinal de que os políticos só se preocupam com os ganhos particulares e imediatos, como acontece quando vemos todos esses incentivos ao que no fim está por produzir a infame bolha imobiliária.

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  • Paulo Rocha 27 de setembro de 2011 at 12:34

    http://www.bloomberg.com/news/2011-09-27/rousseff-crisis-spurred-by-lula-debts-as-brazil-boom-diminishes.html

    Inflation Affliction
    On the economic side, Brazil is once again suffering from an old affliction: inflation. Consumer prices, as measured by Brazil’s IPCA index, rose 7.2 percent during the 12 months ended in August. Though mild compared with the country’s legendary hyperinflation — which peaked at an annual rate of 6,821 percent in April 1990 — the price increases are eroding some of the progress Lula and Rousseff, who used to be his chief of staff, have made at reducing poverty and building a middle class.

    The dilemma for Rousseff’s government is that officials don’t want the fight against inflation to choke off economic growth. From January to July, central bank President Alexandre Tombini responded to the inflation threat by raising Brazil’s benchmark interest rate five times.

    “Even assuming that they’re correct on their overly bearish view on Brazil’s economy, they’re clearly putting growth above their inflation target,” says Tony Volpon, Latin America strategist at Nomura Securities International Inc. in New York. “The outcome in the long run will be higher overall inflation.”

    There are two immediate culprits behind what is the worst inflation in six years: skyrocketing credit and heavy spending by the government. Bank lending to businesses and consumers stood at 47 percent of GDP as of July, up from 24 percent when Lula took office in 2003, according to the central bank.

    Unfriendly to Business? Sem falar na corrupção!
    Brazil, the world’s seventh-largest economy, ranks 127 out of 183 countries in the ease of doing business, according to the World Bank’s Doing Business 2011 survey.

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    • Anonymous 27 de setembro de 2011 at 13:38

      Será que o rendimento da caderneta de poupança já não está PERDENDO para a inflação?

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      • Felipe 27 de setembro de 2011 at 13:39

        Com certeza…
        e já faz alguns anos.

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  • Felipe 27 de setembro de 2011 at 13:38

    Entrevista de um operador de mercado para o portal terra
    segue o link
    h tt p://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201109271543_BBB_80260010

    Olhem só o último parágrafo: A âncora da BBC Martine Croxall disse que todos no estúdio estavam surpresos com as declarações. “Agradecemos sua sinceridade, mas (a atitude dos mercados) não nos ajuda muito, não?” Rastani respondeu: “Essa crise é como um câncer. Se esperarmos, vai ser tarde demais. O que digo para as pessoas é: preparem-se. Não pensem que o governo vai consertar. Quero ajudar as pessoas, elas precisam aprender a fazer dinheiro com isso. Primeiro, protegendo seus ativos. Em menos de 12 meses, ativos de milhões de pessoas vão desaparecer”.

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    • Elias 27 de setembro de 2011 at 13:52

      Também achei tenebrosa esta declaração.

      O cara diz que quem manda no mundo é o Goldman Sachs.

      h ttp://economia.estadao.com.br/noticias/economia,nosso-trabalho-e-ganhar-dinheiro-com-crise-diz-operador-de-mercados,85724,0.htm

      O modo dele pensar me faz lembrar os deputados do PMDB.

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      • Luiz 27 de setembro de 2011 at 14:41

        sempre aparece essas noticias tenebrosas

        não vaia contecer anda nem no curto, nem medio prazo

        até o estouro da bolha acredito que ainda se arrasta por mais alguns anos

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      • DRN 27 de setembro de 2011 at 14:56

        Isso se encaixa no que o O lavo de C arvalho chama de meta-capitalismo. Esse cara tem de ser lido com reserva, muito cuidado e muito filtro, mas algumas coisas que ele fazem muito sentido.

        Independentemente disso, só os palavrões ao PeTralhas já valem o tempo gasto. Desopila o fígado que é uma beleza.

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        • Luiz 27 de setembro de 2011 at 14:59

          DRN, tbm leio O Olavo, acho ele o unico escritor que temos atualmente, independente de gostar ou não do que ele diz, há de se reconhecer a logica e a capacidade de enxergar o que há por tras das mascaras

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          • Luiz 27 de setembro de 2011 at 15:04

            off topic
            A falsa mitologia do poder financeiro
            agatetepê:/ / blogs.elpais.com/papeles-perdidos/2011/09/l.html#more

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      • Marcelo 27 de setembro de 2011 at 15:14

        Isso ai, quem manda no mundo e o Golman Sachs. Ja postei ha cerca de um mes sobre um documentario que de vez em quando passa na TV a cabo chamado”Capitalismo, uma historia de amor”, que fala a respeito do estouro da bolha imobiliaria americana e de tudo que esta por tras disto. Simplesmente vergonhoso o que os grandes capitalistas aprontam. A classe media e os pobres dos EUA nao valem nada, literalmente, para eles, a nao ser os votos, pois eles atuam e comandam a politica americana nos bastidores. Neste documentario fica claro que a grande maioria da populacao americana nao passa de marionetes do grande capital. Se os americanos sao tratados assim, imagina o resto do mundo.

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  • Gaba 27 de setembro de 2011 at 13:45

    Prezados, tenhos várias duvidas? O que fazer com as economias enquando a bolha não estoura?

    A poupança é um investimento seguro, mas com baixo rendimento, abaixo da inflação…não parace uma boa ideia….

    Depois tem as saladas de renda fixa, variável e etc, destes qual seria o mais recomendado?

    renda variável, ja que a inflação esta aumentando…quem sabe.
    renda fixa mesmo…
    açoes nem pensar?
    os titulos do governo, seria um boa? Como se aplica neste titulos, eles são vinculados a selic, se a selic abaixar, ainda compensa…

    Alguem pode me ajudar?

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    • xyz 27 de setembro de 2011 at 14:14

      Você fez uma pergunta muito difícil.
      Ninguém tem bola de cristal para respondê-la.

      A economia passa por uma turbulência muito grande e nem poupança é totalmente seguro.
      Nestas horas surgem “oportunidades”, mas aproveitá-las é incorrer em riscos, às vezes alto.

      Se você não é muito ambicioso e quer apenas atravessar a crise sem perder seu patrimônio, pode aplicar num fundo conservador (que aplica 90% em títulos do governo) em um banco “sólido” (aquele que se quebrar o governo arca com o prejuízo, desde que não quebre também) ou até mesmo na poupança, sabendo que pode perder um pouco.

      Você pode diversificar um pouco na bolsa, mas espere o momento certo de entrar, pois acho que ainda há muito espaço para cair.

      Minha poupança está em fundo vinculado em títulos públicos, mas se perceber que a bolsa pode ter chegado no fundo do poço, pretendo com muita cautela aplicar um pouco.

      Nós pequenos investidores fazemos o papel da base da pirâmide, nesta grande pirâmide que é o mercado financeiro. Não dá para competir com os grandes, pois eles têm informações privilegiadas, gênios trabalhando para eles e até influenciam decisões de governo.

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    • DRN 27 de setembro de 2011 at 14:28

      Gaba, no site opequenoinvetidor.com.br vc encontrará boas dicas.

      Eu vou dizer o que eu faço, que é bem básico.

      O grosso do dinheiro: título do tesouro no curso prazo e CDB (Itaú ou Bradesco).

      O excedente mensal é distribuído em: ações que pagam dividendos (para resgatar após os 50 anos), poupança (para gastos médicos, se houver) e previdência privada (entidade fechada, sem fins lucrativos).

      Além disso, vc certamente receberá dicas mais rebuscadas dos colegas do blog que são economistas.

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      • Luiz 27 de setembro de 2011 at 14:42

        fale com os gerentes do seu banco, com mais de 1 banco, compare, e não tenha medo nenhum grande banco no Br vai querar tão cedo.

        O certo é que ativos ainda vão cair – açoes, casas e acho q até carros

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      • DRN 27 de setembro de 2011 at 16:56

        Gaba, outra dica (que a censura não nos ouça…) é acompanhar o trading cafe. No google vc acha.

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    • Anonymous 27 de setembro de 2011 at 15:04

      Compre imóveis.
      Compre vários imóveis, se puder, e especule bastante. Fique nervoso.
      Troque de carro, tenha carro zero sempre – todo ano.
      E financie tudo. Se precisar, faça empréstimo pessoal em financeiras e bancos (vários deles, aliás).
      Peça dinheiro emprestado à familiares e, porquê não, agiotas.
      Cartão? Sempre no vermelho pagando juros altos (o banco dá, porquê não usar?)
      Pra terminar, compre muito supérfluo (e pague no carnê) a perder de vista.
      Não esqueça de guardar um dinheirinho pro ingresso do futebolzinho no fim de semana, muito importante!

      Brincadeiras à parte… o que você pode fazer ou investir enquanto a bolha não estoura não sei, mas isso aí em cima é tudo o que você não deve fazer – não só em tempos de crise, mas nunca.

      Solução mais segura, ou seria “menos arriscada”?
      Tenho uma: Esperar, sendo você investidor ou não.

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      • Carlos Wagner 27 de setembro de 2011 at 15:16

        Anonymous

        Boa dica. Concordo plenamente.

        Tenho uma opinião sobre dicas de economia, especialmente aquelas vindo de especialistas e analistas de mercado:

        “Se todos os economistas dizem que devo aplicar meu dinheiro em X ou Y, provavelmente isso não vai ser bom pra mim!”

        GABA

        Este espaço é para reunir informações e discutir sobre o mercado imobiliario. Dicas do que voce deve fazer com seu dinheiro é algo muito particular e a melhor delas é: Siga seus instintos. Se voce quebrar a cara, pelo menos não vai se arrepender de dar ouvidos a outros.

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      • JPM 27 de setembro de 2011 at 15:48

        Pô Anonymous!

        Pelo começo do Post achei que você ia terminar dizendo que o mundo acaba em 21/12/2012 mesmo, então a dívida seria irrelevante! hahaha…

        0
        • Anonymous 27 de setembro de 2011 at 16:13

          Hahahahaha!!!

          0
          • Dani 27 de setembro de 2011 at 17:32

            O Anonymous como sempre muito divertido! hahahahaha…..

            0
      • Paulo - RJ 30 de setembro de 2011 at 10:49

        Tive uma palestra de um consultor financeiro que disse uma coisa interessante. Ele disse que já trabalhou em banco e que se você quer dever a alguém e não precisa de comprar nada importante financiado, deva para o banco. Segundo ele, dívidas até 30 mil vencidas a 3 meses e não vinculadas a um bem (imóvel, carro), o Banco Central cobre, por causa de um seguro (que eu desconheço). Depois de um período, vai no banco e negocia com um valor bem abaixo da dívida contraída, que o banco aceita, sem questionar, poisa dívida já está paga. Não sei se é verdade, fui apénas uma espectador passivo da palestra. E nem jamais faria uma coisa destas também

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    • Duda 27 de setembro de 2011 at 17:22

      Cara, compra OURO FISICO. Entra no site da Marsam e pesquisa. Não compra certidões pois são uma fria.

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      • Guimarães 27 de setembro de 2011 at 19:10

        ouro é uma boa pedida.
        OZ1D na bolsa.
        http://www.crisedodolar.blogspot.com/

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      • DRN 27 de setembro de 2011 at 19:28

        Duda, achei interessante essa compra. Mas tenho duas preocupações: armazenar (em casa, porque no cofre do banco não é seguro…) e liquidez (existe mercado comprador disso? é burocrático?).

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        • Duda 28 de setembro de 2011 at 08:54

          Cara, a Marsam envía por SEDEX com seguro 1% no envio, e com garantía de recompra. Realmente é uma empresa seria, mas obviamente pesquisa tudo o que quiser saber antes de comprar. Na minha opinião, (e de cada vez mais e mais gente no mundo todo) a derrocada do dolar continuará, e o unico vencedor será o preço do ouro, que vai aumentar muito mais ainda. Por outro lado o ouro tambem protege de aumentos do dolar como os que estamos presenciando agora.

          Tem muitas opiniões sobre este assunto, e muita informação na Internet. Posso colar links se assim desejar.

          0
        • Duda 28 de setembro de 2011 at 09:04

          Aqui vai o link para conferir os ganhos, o comportamento em cada moeda ao longo da historia.

          Nos Ultimos 10 anos, na media, o ouro ganhou 20% por ano frente a quase todas as moedas. E a tendencia não parece ter parado.
          h ttp://goldprice.org/

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          • Paulo Rocha 28 de setembro de 2011 at 10:19

            Antes de investir em ouro eu daria uma olhada neste link:
            en.wikipedia.org/wiki/Gold_price

            também de uma olhada no gráfico do preço do ouro e a queda brutal por volta de 1980.
            en.wikipedia.org/wiki/File:Gold_price_in_USD.png

            Esta queda pode voltar a acontecer. :
            jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=507983

            Antes de investir em ouro eu acho melhor pensar bem na sua motivação. Será apenas especulação/ uma aposta? Quando é que você vai vender e realizar o lucro/perda? Em geral ouro não da lucro (não paga juros/dividendos). só o valor de compra e venda é que importa. Se lembre que papai noel não existe!

            0
            • Paulo Rocha 28 de setembro de 2011 at 10:38

              fonte: ft.com/intl/cms/s/0/73d64f38-e9a8-11e0-bb3e-00144feab49a.html#axzz1ZFmVVDpA

              Volatility strikes gold and silver

              By Jack Farchy in London

              It is hard not to feel sorry for Odyssey Marine. The company has just announced that it found a shipwreck containing 7m ounces of silver; the value of its hoard has dropped $95m, or 34 per cent, in three days.

              Odyssey Marine is just one victim – and probably not the worst affected – of the volatility that has struck precious metals in the last few days.

              The big warning sign to gold and silver bugs is that it is volatility, rather than simple price falls, that is most likely to scare investors away from the precious metals.

              And volatility has risen dramatically. Historical volatility – a measure of the wildness of price movements – and implied volatility – the cost of options, a measure of the market’s expectations for future price swings – have reached their highest since early 2009 for gold. Silver volatility has also jumped, though by some measures it remains below the levels of May this year.

              Why does this matter? For a start, rising volatility has been a reliable predictor of previous corrections in the gold price.

              In its decade-long bull market, gold has only twice fallen more than 20 per cent in price from peak to trough: in 2006 and in 2008.

              Both peaks were preceded by a sharp run up in implied volatility. Indeed, 2006 and 2008 were the only times in the last decade that one week at-the-money gold vol has traded above 40, according to Bloomberg.

              Now gold’s implied volatility has reached those extreme levels again. And the fall from the peak of $1,920 earlier this month to Monday’s low of $1,534.49 is just over 20 per cent.

              The rather gloomy history lesson (for gold bulls at least) is that it took about 18 months from the peaks in 2006 and 2008 for gold to regain its former highs.

              Volatility is so damaging to the gold market (and by extension the silver market – although punters there are girded for a fairly stomach-churning ride) for two reasons.

              First, it is a sign of uncertainty. When gold can move $100 in a day, only to move $100 back in the other direction, it is baffling and worrying for investors. When the cost of options spikes, it suggest traders are expecting more of the same.

              Second, volatility raises the cost of trading. It does so directly, by triggering increases in margin calls, as happened this week in gold and silver. But it also makes trading and holding the precious metals less attractive, since it makes the risk models of banks and funds rank them as riskier assets.

              Thus, even if traders and investors remain bullish – and without doubt, they do – volatility can still hobble the gold rally.

              Of course, high volatility runs in both directions. After its 35 per cent collapse to a low point on Monday morning, silver rallied some 28 per cent in a little over 24 hours.

              By the time they have rescued it from the sea, Odyssey Marine might find their treasure trove has regained its former value.

              0
              • Duda 28 de setembro de 2011 at 10:50

                Paulo, dá uma olhada em w ww.realterm.de

                Olha a historia da relação petroleo/ouro e petroleo/dolar. O que esta louco e o dolar, não o ouro. Os graficos mostram isso de forma impressionante.

                0
                • Paulo Rocha 28 de setembro de 2011 at 11:27

                  Bom, é indiscutivel que a economia americana está f*dida, e em vários países europeus também. O Gold Standard já deixou de ser uma “standard” então não acho valido ficar comparando com outras épocas. Hoje o ouro é mais um refúgio, um porto seguro. Mas como mostram os outros dois artigos que eu enviei, quando a volatividade do ouro aumenta pode ser um sinal de mudança na tendencia. Eu só acho que quem quizer investir deve entrar de olhos aberto, e se lembrar de diversificar.

                  0
                  • Duda 28 de setembro de 2011 at 11:47

                    Concordo, ate investidores experientes recomendam ter um 10% atrelado ao ouro (ou prata). Eu estou há um par de meses, procurando uma forma de “proteger” meus recursos, e tenho chegado a seguinte conclusão:
                    * Bolsa em queda, e ainda vai cair muito mais… não importa que empresa seja
                    * Real (seja aplicado, seja tesouro direto ou simples poupança) não acompanha nem de perto a inflação real que vivemos hoje. E a tendencia é piorar. Ainda o governo pode pegar.
                    *Imoveis: Ridiculo, o valor está em 3x, 4x ou 5x o que deveria ser. E queimar dinheiro na certa, e ainda ter despesas mensais para mante-lo. Os alugueis rendem menos que a poupança… esta tudo dito.
                    * Dolar: muuuito suspeito, tendencia a seguir desvalorizando, frente a todas as divisas, na semana pasada teve um respiro, mas a longo prazo está morto
                    * Euro: Vc se anima? eu não. A crise na Europa está mais enrolada que a dos Usa.

                    Nesse caso, por descarte estou analisando os metais, concretamente ouro ou prata. São os que menos problemas tem, o unico ponto negativo e esse que vc falou. Leva muitos anos de valorização (10) e e um pouco temerario saber se seguirá assim. Porém, achei na Internet um artigo de 2006 que falava o mesmo. E desde lá, mais que duplicou seu valor, e o dolar não para de cair e cair…

                    0
                    • Paulo Rocha 28 de setembro de 2011 at 12:07

                      Bom eu tenho um pouco mais de sorte já que moro na Noruega e não no Brasil. A economia na Noruega praticamente não tem sentido os efeitos da crise europeia. A última vez que verifiquei o desemprego estava em 2,6%. Na minha area está em menos do que 0.1%.

                      No momento eu estou só pagando o mínimo da minha hipoteca e o dinheiro que sobra tenho investido em ações. Eu pago só uns 2,2% de juros anuais então não sinto presa em pagar rápido. Nos ultimos 1-2 anos tenho meio que me concentrando numa empresa farmaceutica norueguesa (algeta), que está desenvolvendo um novo tratamento para cancer. Dentro de um ano devem começar a vender. Estão no Fast-Track da FDA. De acordo com os analistas a ação deve subir para umas 260-300 coroas norueguesas, hoje ela está em 181, comecei a comprar quando ela estava em 5-6! 😉

                      A ação é:
                      oslobors.no/markedsaktivitet/stockOverview?newt_graph-stock_tab=intraday&newt__ticker=ALGETA

                      Uma reportagem sobre o remédio que desenvolveram:
                      folha.uol.com.br/equilibrioesaude/981637-nova-droga-trata-cancer-de-prostata-com-metastase.shtml

                      0
                    • Duda 28 de setembro de 2011 at 15:46

                      Bom, realmente muito bom! Neste momento, acredito que não deve pensar em voltar. Fique por lá. Conheço a Suecia, e acredito que seja muito parecido, porém com mais $$ do petroleo. A qualidade de vida e honestidade dos paises nordicos é sensacional. Abs

                      0
                    • Paulo Rocha 28 de setembro de 2011 at 16:23

                      Eu até estava pensando em voltar para o Brasil, de 2 anos para cá tenho pensando no assunto. Já moro na noruega ha 21 anos e não tenho mais família no brasil. A minha namorada é brasileira e quer que nos moremos no Brasil, mas quanto mais ou leio a respeito disso e tento planejar, menos vontade da de ir para morar. Se eu for, eu vou querer morar no Rio mas ela e a família dela são de Joinville. Achei a cidade meio chatinha, e com tempo ruim, sem falar que as oportunidades de trabalho são mais limitadas, e o salário muito abaixo do que eu estou acostumado. Se me mudar para o brasil vou acabar tendo que criar o meu próprio negócio, mas a burocracia brasileira mata toda a vontade, especialmente depois de me acostumar com as coisas aqui na noruega.

                      Na qualificação dos países mais fáceis de fazer negocio a noruega fica em oitavo lugar e o brasil em 127 no ano de 2011. Aqui na noruega demora uns 5 minutos para você abrir/fechar uma empresa, fechando a empresa fica em quarentena for uns 6 meses e depois acabou tudo. No Brasil já fica sendo uma piada, sem falar no custo!

                      fonte: en.wikipedia.org/wiki/Ease_of_Doing_Business_Index

                      0
            • Paulo Rocha 28 de setembro de 2011 at 10:40

              fonte: ft.com/intl/cms/s/0/7118a3b2-e8eb-11e0-ac9c-00144feab49a.html#axzz1ZFmVVDpA

              Playing the precious metals market

              By Jamie Chisholm

              Published: September 27 2011 18:51 | Last updated: September 27 2011 18:51

              What can traders do with the recent gut wrenching moves in precious metals?

              Well, first thing they should consider dumping is any belief that financial markets are currently operating as an appropriate conduit for the efficient allocation of capital.

              Take silver. At one point on Monday, the grey metal was down 34 per cent in less than three sessions. Within 24 hours it had rallied 28 per cent from that trough.

              If that’s a sensible market then silver should be traded on the Las Vegas Bourse.

              But for those fancying such a punt, what next.

              The brave can make simple directional bets. Gold’s recent double top looked prescient but players noted how the bullion bounced off its 200-day moving average about $1,530 an ounce on Monday. Dealers saw strong physical demand at the depths of that day’s slump.

              Less dangerous perhaps is to sell volatility. The Chicago Board Option Exchange’s gold Vix closed in line with its equity peer at 39 on Monday, that’s twice the 12-month average.

              Finally, trade relative prices. The spike in the “Mint Ratio” shows the silver price has fallen sharply versus gold. But, it is only back to the two-year average of about 55.

              Copyright The Financial Times Limited 2011. You may share using our article tools. Please don’t cut articles from FT.com and redistribute by email or post to the web.

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            • Duda 28 de setembro de 2011 at 10:44

              Tem muitas visões sobre o assunto. A preços atualizados por inflação de Usa, o ouro devería chegar ate 2350 dolares antes de cair, para repetir o acontecido nos 80. Se a mesma analise for feita pela massa monetaria (mais realista), o valor que devería atingir, sería de 5000 dolares (para estarmos na mesma situação que em 1980). Mesmo supondo que Usa arrume sua economía (algo muito longe de acontecer, por enquanto), e o ouro volte a baixar, aind assim conservaria 50% do valor (como aconteceu nos 80). Assim ficaria, ainda, em 2500 dolares. Sempre falando onza troy. Na atualidade, a demanda de ouro e muito maior que a oferta, pois China e India são grandes compradores, bancos centrais estão diversificando suas reservas, incrementando as posições em ouro. Os ultimos foram Mexico e a India. Acredito que é um assunto que vale a pena, no minimo, analisar.

              0
        • Duda 28 de setembro de 2011 at 09:31

          Sobre estocar, não vejo problema, sempre que se tratar de quantidades “normais”, pois pode ser guardado em qualquer lugar, ocupa pouco espaço. Como ninguém saberá que vc tem, estará seguro. Agora se vc quiser comprar quantidades muito “grandes” aí melhor pesquisar por caixas de segurança em banco.

          0
      • Mr. Alex 27 de setembro de 2011 at 21:20

        Ouro ? Nao obrigado.

        Diversificacao ? Sim…

        Esse blog é muito bom ! Mas confere esse aqui sobre Ouro… e coloca um post.

        http://crisedodolar.blogspot.com/

        Segue trecho…
        Tudo muito parecido com 2008 (~ -25% no agudo da crise), ouro dessa vez saiu de 1920 US$/oz para ~ 1630 US$/oz hoje (23/09/2011). Ontem aqui OZ1D fechou em R$ 106 reais o grama. Hoje teve negócio por R$ 97,50 !!!

        Há 3 artigos imperdíveis acerca do assunto que descrevem bem o que pode estar acontecendo e de que forma podemos melhor entender a questão sob o prisma de quem está comprando em outra moeda que não o dóla

        abraços a todos.

        0
  • João Paulo a Silva Simões (Contagem - NG) 27 de setembro de 2011 at 16:49

    Olha so o comentário da galera achando que não existe bolha, quem quiser acreditar que não existe boa sorte no caminho.

    http://www.odiario.com/blogs/papodebolsa/2011/06/26/o-brasil-esta-vivendo-uma-bolha-imobiliaria/

    0
    • RT 28 de setembro de 2011 at 09:22

      Estava lendo os comentários lá…. percebo que, outra vez, o povo adota a comparação com a bolha americana , o subprime. E seguem o seguinte critério: “a proporção do crédito para o PIB aqui é menor que lá ==> não está acontecendo aqui o que aconteceu lá ==> não há bolha”.

      Parece até que a única forma de existir bolha é como aconteceu lá. Ê, dificuldade!!

      0
      • AMDKC 28 de setembro de 2011 at 12:22

        Comentei nesse site e fui censurado FDPs.

        0
        • Carlos Wagner 28 de setembro de 2011 at 13:50

          Tbm comentei e fui censurado. Lá é o lugar onde apenas anti bolhistas podem entrar.

          0
  • FQ 27 de setembro de 2011 at 17:35

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    TÓPICO NOVO PARA O SITE:
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    G1 – 27/09/2011 16h20 – Atualizado em 27/09/2011 16h54

    http: / / g1.globo.com/economia/noticia/2011/09/inadimplencia-sobe-e-e-maior-desde-janeiro-de-2010-revela-bc.html
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    Inadimplência sobe e é a maior desde janeiro de 2010, mostra BC
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    Em agosto, taxa de inadimplência avançou para 5,3%, informa instituição.
    Autoridade monetária já alertou que a crise pode elevar inadimplência.

    taxa de inadimplência das pessoas físicas e das empresas, que mede atrasos de pagamento superiores a 90 dias, subiu de 5,2% em julho para 5,3% em agosto deste ano, informou o Banco Central nesta terça-feira (27). Foi o segundo aumento seguido nessa comparação.
    Com isso, a inadimplência atingiu o patamar mais alto desde janeiro de 2010, quando estava em 5,5%. De janeiro a julho deste ano, a inadimplência geral subiu 0,8 ponto percentual – em dezembro do ano passado, estava em 4,5%, informou a autoridade monetária.
    Crise financeira
    O Banco Central já alertou, na semana passada, que a crise financeira internacional pode gerar aumento do desemprego e queda da renda no Brasil, o que, por sua vez, poderia resultar em aumento da inadimplência das pessoas físicas, levando em conta “o crescente endividamento das famílias nos últimos anos”. Segundo a instituição, outro fator que pesa para o aumento da inadimplência foi o aumento dos juros realizado no primeiro semestre.
    Mesmo com o advento da crise financeira internacional, o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, acredita que a economia brasileira continuará crescendo, o que não deverá gerar crescimento da inadimplência neste ano. “O mercado de trabalho está dinâmico, com oportunidade de ocupação e aumento da renda. Embora a ocupação esteja crescendo em um ritmo menor, ela continua aumentando. É um cenário diferente de 2008, quando houve ruptura e perda de emprego. Quando realmente observamos um repique da inadimplência”, declarou ele.
    Pessoas físicas e empresas
    A inadimplência somente das pessoas físicas, ainda segundo o BC, também subiu em agosto, para 6,7%, ante 6,6% das operações em julho deste ano. Com isso, chegou ao maior nível desde maio do ano passado (6,8%), de acordo com informações da autoridade monetária. No ano, a inadimplência das pessoas físicas subiu 1 ponto percentual, pois estava em 5,7% no fim do ano passado.
    Já a taxa de inadimplência das operações dos bancos com as empresas subiu de 3,8% ao ano em julho para 3,9% em agosto. Trata-se do maior nível, porém, desde outubro de 2009, quando estava em 4%. Nos sete primeiros meses de 2011, a inadimplência das empresas avançou 0,4 ponto percentual, pois somou 3,5% em dezembro do ano passado.
    ____________________________________________________________________________

    Boa Noite!

    0
    • Sérgio 27 de setembro de 2011 at 19:47

      Se o bc continuar mentindo assim e a globo publicando, daqui a pouco os brasileiros vão estar emprestando dinheiro para os bancos.
      A taxa atual está em 6,6%. Isso porque o bc alterou o método de cálculo em junho/11, quando caiu de 8,1% para 6,8%. (h t t p : / / w w w.bcb.gov.br/?INDECO).
      Ademais, a própria globo já anunciara em outras feitas índices bem superiores a esses ( h t t p : / /g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1568590-16021,00-INADIMPLENCIA+NO+BRASIL+AINDA+E+UMA+DAS+MAIORES+DO+MUNDO.html).
      E é sempre verificar oque rola nos jornais estrangeiros. (h t t p : / / w w w.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/06/110620_inadimplencia_brasil_ft_press_rw.shtml).
      .
      Considere isso – ainda – somente a ponta do iceberg, pois, no brasil é precária a rede de informações desses índices: o buraco é maior e mais em baixo.

      0
      • Duda 28 de setembro de 2011 at 11:32

        Concordo com vc em genero, numero, grau e cor. Os numeros estão muito piores, e seguramente vão tentar “aproveitar” a crise internacional para começar a publicá-los. Assim o governo sai “limpo” e a culpa cai toda na crise “de fora”…

        0
  • Fernando 27 de setembro de 2011 at 21:03

    Olha só que cômico…

    Há algum tempo uma “consultoria imobiliária” me envia emails com “ótimos empreendimentos e oportunidades imperdíveis”. Eis que hoje pela manhã me deparo com o seguinte título na minha caixa de Spam:

    Lançamento por um preço que você pode pagar!

    E oferece um imovel de aproximadamente 50 m por “irrisórios” 140 mil reais. Essa mesma Consultoria vinha me enviando ofertas com algo em torno de 4 a 5 k o metro quadrado, aqui em Curitiba. Nas duas ultimas semanas, os preços vinham girando em torno de 6 mil o metro.

    Respondi o email perguntando o que havia acontecido com a valorização de imóveis infinita, com o crescimento inexorável do preço do metro quadrado em nossa cidade e se já estávamos entrando na época de liquidações.
    Eis a resposta que recebo:

    “Sr. Fernando,

    O aquecimento continua, nao existe promoção e nem desaquecimento. Neste empreendimento por exemplo, foram vendidas 392 unidades em 2 meses. temos empreendimentos de diferentes valores e este é sim mais acessível, precisamos atender todas as classes sociais.

    Foram vendidos neste ano também, mais de 2.000 unidades apenas pela Lopes, o cliente que está no mercado tem excelentes oportunidades, seja para ganhar dinheiro com investimentos ou adquirir pra morar em excelentes condições, estamos aqui para ajudar a cada um deles a encontrar seu ideal.

    É muito confusa as informações de mídia neste país, vai aproveitar e ganhar muito dinheiro quem, ao invés de ficar aguardando o pior, acreditar e trabalhar para crescermos.

    Temos outros empreendimentos também caso interesse. Se não quer mais receber nossos informativos, por gentileza clique em “sair da lista”.

    Estou a disposição caso temha alguma dúvida.

    Att
    Fulano de tal”

    Ora… pessoal bonzinho esse das construtoras, não? Precisam atender todas as classes sociais, por isso fazem imoveis mais acessiveis… por nao quererem que os mais humildes se endividem em 30 anos a taxas de juros absurdas, eles simplesmente diminuem suas margens de lucro para que pessoas com menos dinheiro possam comprar seus imóveis (que certamente manterão seu altissimo padrão de qualidade) e até mesmo… especular!
    Fiquei tocado pela sensibilidade dessa grande corporação capitalista em demonstrar sua preocupação com seus consumidores…

    Dá uma pegadinha aqui, dá?

    0
    • Anonymous 27 de setembro de 2011 at 22:34

      O que esse pessoal considera VENDA, vale tanto quanto uma nota promissória. Quando falam em VENDA, significa somente uma PROMESSA de compra por parte de alguém. Poderiam falar foram vendidas X unidades À PRAZO e Y unidades À VISTA, assim seria mais honesto.

      0
  • Bruno 27 de setembro de 2011 at 21:24

    Esses dados demonstram que a desaceleração atingiu em cheio as classes D, C e B, público que notoriamente financia os imóveis na CAIXA.
    Ou seja, meus caros, as pessoas de classe baixa e média estão deixando de comprar imóveis porque seus preços se tornaram proibitivos e isso se refletiu numa queda dos financiamentos.
    E também porque estão cada mais mais endividados, o que inviabiliza o financiamento.
    Esse é um dado que realmente demonstra que o preço dos imóveis chegou no topo e ninguém está mais disposto a pagar por eles, estando aguardado a sua queda, o que deve acontecer com mais velocidade até o meio do ano que vem.

    0
  • carlos wagner 27 de setembro de 2011 at 21:31

    Duas Noticias quetinhas…

    – 27/09/2011 – 09h50
    Crise faz mercado apostar em corte de juros mais rápido
    h t t p : // w w w1 .folha.uol.com.br/poder/981393-crise-faz-mercado-apostar-em-corte-de-juros-mais-rapido.shtml

    – 27/09/2011 – 17h29
    BC aumenta previsão para crescimento do crédito
    h t t p : // w w w1 .folha.uol.com.br/poder/981800-bc-aumenta-previsao-para-crescimento-do-credito.shtml

    Fico me perguntando: Como o governo vai fazer para cortar juros, aumentar o credito e ao mesmo tempo abaixar a inflação, conforme divulgado pelo Tombini no JN de hoje?

    A unica explicação que vejo é que, para cortar juros é necessario injetar dinheiro sem lastro na economia ao mesmo tempo que esse dinheiro entra em circulação por meio de credito. Ok, até ai tudo bem, é facil compreender, eles vão jogar mais lenha na fogueira e inflar ainda mais a bolha de credito e imobiliaria, isso ja era esperado, mas como abaixar a inflação?

    Com mais dinheiro em circulação e a capacidade de produção industrial estagnada, ao mesmo tempo que se restringe a entrada de produtos importados para suprir essa nova demanda que o capital extra criará, o resultado é um só: Inflação.

    Onde meu raciocinio está errado? Por favor, me ajudem a compreender o raciocinio do governo.

    0
    • Marcos 27 de setembro de 2011 at 21:47

      Será que o BC espera que as pessoas peguem empréstimos novos para quitar antigos?

      O BC já indicou também que pode aumentar o desemprego por conta da crise. Se isso acontecer, inflação deve dar uma trégua.

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      • carlos wagner 27 de setembro de 2011 at 21:56

        Marcos

        Voce tem razão. Só se a nova demanda for por emprestimos para quitar outras dividas. Ou seja, comprar dinheiro.

        Eu nao tinha visto por esse lado, mas faz sentido, afinal menos gente consumindo devido ao desemprego e a industria produzindo normalmente vai atender a demanda das pessoas que ainda estiverem empregadas.

        Mas o meu dilema é: Como a presidenta vai fazer essa magica e ao mesmo tempo sustentar o crescimento? Pois ela ja declarou que nao abre mão disso.

        0
        • Marcos 27 de setembro de 2011 at 22:08

          Carlos,

          Eu entendo pouco de economia, mas nosso crescimento em 2008 foi baseado no consumo. Dê dinheiro (empréstimo) ao povo e o consumo esta feito. Portanto, crescemos.

          O problema é lá na frente com um monte de pessoas endividadas e achando que estão ricas porque possuem kit-net de R$ 1 milhão.

          0
        • joão 27 de setembro de 2011 at 23:09

          Não se iludam, esse crise é muito mais grave que a de 2008. Ano que vem o bicho vai pegar.
          O BC sabe disse e já está se antecipando.

          0
          • Fred Henrique 28 de setembro de 2011 at 16:04

            Acho que esta crise ainda é a de 2008.

            0
  • Felipe 27 de setembro de 2011 at 22:46

    Pessoal, sobre a notícia do Terra que eu postei mais cedo do “operador de mercado”….

    h t t p://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/09/27/operador-que-deu-entrevista-polemica-e-acusado-de-ser-um-impostor.jhtm

    Sei lá se é verdade ou não, mas quem sabe né………

    0
  • Hik 27 de setembro de 2011 at 23:38

    Alguém falou em inadimplência aí?

    http : //economia.estadao.com.br/noticias/economia%20geral,credito-cresce-17-em-agosto-e-inadimplencia-e-a-maior-em-19-meses,85809,0.htm

    Crédito cresce 1,7% em agosto e inadimplência é a maior em 19 meses

    BRASÍLIA – O estoque de crédito no País subiu 1,7% em agosto ante julho e chegou a R$ 1,888 trilhão, de acordo com o Banco Central. O saldo equivale a 47,8% do PIB, ante 47,3% no mês anterior. No ano, a expansão do estoque de crédito chega a 10,7% e, em 12 meses até agosto, alcança 19,4%.

    A média diária de concessões de novos empréstimos apresentou expansão de 0,8% em agosto ante julho. Com isso, o sistema financeiro emprestou média de R$ 8,549 bilhões em cada dia do mês de agosto, 8,8% mais do que em agosto de 2010.

    A expansão de novos empréstimos foi liderada por operações para empresas, que cresceram 2,2% em agosto. Com esta evolução, bancos realizaram média de R$ 5,092 bilhões em financiamento às empresas a cada dia de agosto, cifra 9,4% maior que a verificada um ano antes.

    Já no segmento de pessoa física, agosto teve contração de 1,1% na média diária de empréstimo ante julho e terminou com R$ 3,457 bilhões. Apesar da queda mensal, a média em agosto de 2011 foi 7,9% que a verificada em agosto do ano passado.

    O saldo de concessões de crédito livre no País cresceu 1,6% nos 7 primeiros dias úteis de setembro, na comparação com igual período de agosto. Até o dia 12 deste mês, o estoque de crédito para pessoas físicas aumentou 1,8% e para pessoas jurídicas cresceu 1,3%. A média diária de concessões no período apresentou crescimento de 3,9%. Segundo Maciel, porém, os dados preliminares alcançam apenas uma pequena parte do mês que não deve refletir o resultado de setembro.

    Inadimplência

    A inadimplência no crédito livre ficou em 5,3% em agosto e chegou ao maior patamar desde janeiro do ano passado, quando registrou 5,5%. Os atrasos superiores a 90 dias aumentaram 0,1 ponto porcentual em relação a julho, quando ficaram em 5,2%.

    “O aumento da inadimplência nos últimos meses é reflexo da restrição monetária causada pelas medidas tomadas no começo do ano”, afirmou Maciel. Segundo ele, porém, a manutenção dos crescimentos – ainda que mais moderados – no emprego e na concessão de crédito devem estabilizar a variável nos próximos meses. “A massa salarial continua crescendo e isso é uma variável importante quando olhamos para a inadimplência. É um indicador da capacidade de pagamento”, acrescentou.

    Para a pessoa física, a inadimplência ficou em 6,7% no mês, ante 6,6% em julho. Entre as empresas, a inadimplência aumentou 0,1 pp nesta comparação para 3,9%.

    Juros

    Ainda segundo o BC, o juro médio cobrado nas operações de crédito livre no País ficou estável em 39,7% em agosto. A taxa média para pessoa física, porém, aumentou de 45,7% em julho para 46,2% em agosto. Já o juro médio para pessoa jurídica recuou de 31,4% para 30,9% nesta mesma comparação.

    O spread médio do crédito livre chegou a 27,8 pontos porcentuais em agosto, acima dos 27,4 pontos porcentuais registrados em julho. Para pessoa física, o spread médio cresceu de 33,1 pontos porcentuais para 34,4 pontos porcentuais. Já para as empresas, o spread médio caiu de 19,3 pontos porcentuais para 19 pontos porcentuais.

    Imobiliário

    O crédito habitacional registrou expansão de 3,7% em agosto, ante julho, de acordo com dados divulgados há pouco pelo Banco Central. Com isso, o estoque de crédito nesta modalidade chegou a R$ 180,242 bilhões.

    No ano, o crescimento do financiamento para habitação chega a 29,9%. No acumulado de 12 meses até agosto, o crescimento é de 49,3%.

    0
  • Carcará 28 de setembro de 2011 at 08:26

    Carlos,
    o que me parece é que o governo está perdido. O fundamento exposto na ata do COPOM para a queda do juros baseava-se em duas premissas: piora no cenário externo europeu (essa tá certo, pois a Oropa tá quebrada. Ainda assim não sei qual o impacto real disso na inflação brasileira; segunda, melhoria do gasto público. Essa premissa de tão inverossímil não merece comentários(vide LDO 2012).
    No entanto, tudo indica que o corte de juros se deveu à recessão: Européia, americana??? Não, a recessão verde-amarela mesmo (saiu no Wall street journal que é possível que não tenhamos crescido desde maio). Esse foi o real motivo para aquela pancada no juros.
    Ah, Carlos, em relação a nossa economia, não tem jeito, não. As pessoas que lá estão são fundamentalistas. Elas creem piamente que há a possibilidade de crescer combatendo a inflação num país com situação fiscal grega (ler comentários do Gustavo Franco a respeito), com infraestrutura precária e sem nenhuma capacidade de poupança.
    Como Lulinha transformou um tsunami numa marolinha? Simples, multiplicador keynesiano, que é o pai do crédito farto e a generosa mãe de todas as bolhas. Crescei e multiplicai-vos.
    O mundo não acabará em 2012, mas vai ser um ano turbulento assim mesmo.

    Abraços.

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  • Platao 28 de setembro de 2011 at 08:46

    vamos acompanhar mais esse sucesso:

    20ª Feira de Imóveis do Paraná terá oferta de 35 mil produtos

    Os curitibanos têm, a partir de hoje, a oportunidade de pesquisar e escolher um imóvel para comprar com a abertura da 20.ª Feira de Imóveis do Paraná, promovida pela Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR). Serão ofertados mais de 35 mil imóveis, 16% a mais que na edição do ano passado, especialmente novos, entre apartamentos, casas, condomínios, terrenos, sa­­las e conjuntos comerciais, barracões industriais e imóveis de campo, no próprio estado e em Santa Catarina. Os valores variam entre R$ 30 mil e R$ 15 milhões. A feira acontece até dia 2 de outubro, na Expo Unimed Curitiba, com entrada gratuita.
    Cerca de 40 mil visitantes são aguardados nos cinco dias de evento. As frequentes especulações so­­bre o futuro do mercado imobiliário brasileiro não assustam as em­­presas do segmento em Curiti­ba, que apostam em vendas recordes. A estimativa é de geração de R$ 36 mi­­lhões em negócios, afirma o pre­­­­sidente da Ademi-PR, Gus­­tavo Se­­lig. O volume é 20% maior que o da edição do ano passado.

    Para Selig, é o momento ideal para adquirir um imóvel, principalmente pela diversidade de produtos no mercado. Ele destaca o aumento de 82% na quantidade de apartamentos lançados em Curitiba no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período em 2010, um total de 5.571 novas unidades, conforme levantamento realizado pela Ademi-PR. “O mercado imobiliário está sólido, repleto de oportunidades. As empresas estão cada vez mais alinhadas com o perfil do consumidor e atentas às demandas emergentes”, diz.

    A feira terá 63 construtoras, incorporadoras, imobiliárias e empresas relacionadas à construção civil e será realizada em um pavilhão de exposição com aproximadamente quatro mil metros quadrados. Também estarão presentes a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, que promoverão simulações de financiamento para pessoa física ou jurídica, além de empresas de consórcio

    Otimismo do mercado
    A construtora PDG participará pe­­la primeira vez da feira e está otimista. “O mercado de Curitiba está comprador. Não sentimos movimentação para diminuição de vendas”, diz o executivo da PDG Sul pa­­ra o segmento econômico, Caio Napoli. A construtora terá um to­­tal de 1.880 unidades à venda, sendo 580 no segmento econômico, com valores entre R$ 130 mil e R$ 350 mil. “A maioria da procura será pa­­ra morar, mas devemos ter investidores, principalmente de primeira viagem, aproveitando as facilidades de financiamento”, comenta Napoli. As demais 1.300 unidades, de médio e alto padrão, terão preços de R$ 160 mil a R$ 1,2 milhão, entre lançamentos e estoque.

    Também será o primeiro ano da Brasil Brokers Galvão, após aqui­­sição de 51% da paranaense Galvão pela carioca Brasil Brokers. Serão oferecidos 4.689 imóveis, no­­­­vos e usados, com valor de R$ 90 mil a R$ 9,5 milhões. O diretor-ge­­ral no Sul, Gerson Carlos da Silva, es­­pera maior procura por imóveis até R$ 400 mil, com dois e três dormitórios. “Neste segmento está a maior parte da demanda habitacional de Curitiba.”

    Participante desde a primeira edição do evento, em 1992, a Apo­­lar Imóveis divulgará 3,5 mil unidades residenciais e comerciais, cerca de mil serão lançamentos na região de Curitiba, com valores entre R$ 70 mil e R$ 2 milhões. A expectativa é aumentar as vendas em 5% em relação a 2010, afirma o diretor de vendas da Apolar, Daniel Galiano. “Além disso, é uma ótima oportunidade para fazer contatos e iniciar negócios futuros.”
    Para Selig, é o momento ideal para adquirir um imóvel, principalmente pela diversidade de produtos no mercado. Ele destaca o aumento de 82% na quantidade de apartamentos lançados em Curitiba no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período em 2010, um total de 5.571 novas unidades, conforme levantamento realizado pela Ademi-PR. “O mercado imobiliário está sólido, repleto de oportunidades. As empresas estão cada vez mais alinhadas com o perfil do consumidor e atentas às demandas emergentes”, diz.

    A feira terá 63 construtoras, incorporadoras, imobiliárias e empresas relacionadas à construção civil e será realizada em um pavilhão de exposição com aproximadamente quatro mil metros quadrados. Também estarão presentes a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, que promoverão simulações de financiamento para pessoa física ou jurídica, além de empresas de consórcio.

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    • Zoom 28 de setembro de 2011 at 10:49

      Vai ter “sininho” quando um contrato é fechado?

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      • Músico da Bolha 28 de setembro de 2011 at 11:00

        Seria mais conveniente alguns acordes da Marcha Fúnebre…

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    • Bolha Imobiliária 28 de setembro de 2011 at 11:11

      E o nosso saudoso imóveis Curitiba chegou a incrivel marca de 10002 imoveis a venda…

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      • Fernando 28 de setembro de 2011 at 15:26

        ô loco…

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      • Fernando 28 de setembro de 2011 at 15:29

        ah… e vale lembrar que esse numero corresponde apenas a apartamentos residenciais…

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      • Carlos Eduardo 28 de setembro de 2011 at 18:58

        ou seja !

        não há deficit nenhum!

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  • Galvão 28 de setembro de 2011 at 09:16

    Já vi esse filme antes. Em nome do crescimento, o governo atropela tudo. Enquanto o mundo tenta se ajustar, o Brasil acha que tá melhor que todo mundo. Quando a crise passar, o mundo volta a crescer e o Brasil fica estagnado. vide Brasil após Juscelino e após o Milagre Econômico.

    http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2011/09/28/internas_economia,271697/inflacao-em-alta-nao-impedira-o-bc-de-cortar-a-taxa-selic-em-ate-um-ponto.shtml

    Inflação em alta não impedirá o BC de cortar a taxa Selic em até um ponto
    Publicação: 28/09/2011 07:27 Atualização:
    Apesar de todas as críticas e do enorme risco de macular a credibilidade do Banco Central, o presidente da instituição, Alexandre Tombini, deixou claro ontem que a taxa básica de juros (Selic) continuará caindo. De nada, segundo ele, adiantará os analistas forçarem a mão e projetarem inflação para este ano acima do teto da meta (6,5%) e apostarem em um índice bastante superior ao centro da meta (4,5%) em 2012, pois a convicção é de que o governo precisa garantir um crescimento razoável do país diante da recessão que pode engolir o mundo desenvolvido. As projeções do mercado são de que a Selic poderá baixar até um ponto percentual na reunião de outubro, para 11% ao ano.

    Tombini afirmou que foi justamente por antever um quadro dificíl nos Estados Unidos e na Europa que o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a taxa básica em 0,5 ponto no fim do mês passado, surpreendendo os especialistas, que definiram a decisão como política. Em depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, ele assegurou que a economia brasileira estava suficientemente apertada, depois de uma elevação de 1,75 ponto na Selic no primeiro semestre, arrocho que seria potencializado além do necessário pelos impactos da crise internacional. É essa a razão de o BC acreditar que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo
    (IPCA) fechará 2011 abaixo de 6,5% e convergirá para um nível muito próximo de 4,5% no ano que vem. “A inflação mensal está em patamares compatíveis com a meta e são claros os sinais de moderação do consumo”, afirmou.

    Todo esse cenário, na avaliação de Tombini, justifica uma política monetária mais frouxa. “Não fomos surpreendidos. O cenário que desenhamos na última reunião do Copom (de piora da crise mundial) vem se concretizando”, disse. Mas ressalvou: “Não temos bola de cristal para prever um acidente de percurso, como o que ocorreu em 2008 (a quebra do Lehman Brothers)”, garantiu. Apesar do pessimismo, evitou falar em catástrofe e disse esperar um desfecho para a crise da dívida Grega em breve — inclusive o calote. “A situação é séria, o mundo vai crescer menos do que se previu”, alertou.

    Pessimismo
    Sempre no sentido de justificar a queda dos juros, Tombini mostrou preocupação com o elevado nível de endividamento público das principais nações do globo, o que reduz drasticamente a capacidade dos governos de intervirem na economia para estimular a produção e o consumo. Observou que, até 2016, seis de 10 países elevarão as dívidas expressivamente. No Japão, o salto será de 20,3 pontos percentuais e, na Espanha, de 10 pontos. A preocupação foi seguida de críticas aos bancos centrais desses países. “O baixo crescimento nas economias maduras levou os BCs a adotarem políticas expansionistas, que não foram eficazes em restabelecer um crescimento sustentado”, afirmou. “As crises de dívida demoram para se resolver e a solução passa pelo crescimento da economia”, emendou.

    O problema, no entender de Tombini, é que os EUA e a Europa estão frágeis e sem espaço para impulsionar a atividade. “Foram esgotados todos os instrumentos convencionais”, disse. De acordo com ele, já se fala em contração na Zona do Euro no 4º trimestre de 2011 e nos Estados Unidos no 1º trimestre de 2012. “Vemos, hoje, uma virada preocupante em relação à perspectiva econômica, e o Brasil não está isolado. Está havendo revisão para baixo das perspectivas, incluindo aí a China”, ponderou.

    Tombini chamou ainda a atenção para os bancos europeus. A avaliação das instituições piorou, pois estão bastante expostas a títulos da Grécia, de Portugal e da Espanha, países à beira do colapso. Como consequência, estão enfrentando dificuldades para captar recursos. Estão sofrendo ainda desvalorizações expressivas de suas ações nas bolsas de valores. O medo é que, nesse cenário, instituições de grande porte venham a quebrar. Aí, o caos será total.

    Mantega nega mudança no IOF
    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou ontem que a pasta prepare alterações na alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para se proteger da valorização do dólar em relação ao real. Para ele, não há perspectivas de piora na situação econômica, no curto prazo, que justifiquem uma revisão da medida. “Não vamos mudar o IOF. Não estamos preparando nenhuma ação. Já tomamos as medidas necessárias e estamos fortalecendo a parte fiscal da máquina pública”, ressaltou. Em julho, o governo anunciou a tributação em 1% das operações no mercado futuro que apostavam na queda da moeda norte-americana, em uma tentativa de controlar o derretimento da divisa

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    • Fernando 28 de setembro de 2011 at 15:27

      Só há um verbete para definir o BC nesse momento: PELEGO.

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      • augusto 28 de setembro de 2011 at 15:42

        Além do verbete há uma expressão para o Tombini : PUXA SACO de seu chefe e de sua chefa.
        Como sabemos toda pessoa fraquinha técnicamente para manter-se em cargo de destaque, ao qual não faz juz, começa a puxar o saco de seus superiores

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  • xyz 28 de setembro de 2011 at 09:47

    O governo fala da crise como sendo de fora para dentro.
    Tenta fazer os incautos ignorar o câncer que é o modelo insustentável pelo qual alavancou a economia brasileira, ou seja, crédito, crédito, divida, gastança e mais gastança.

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    • John 28 de setembro de 2011 at 11:13

      Também acho. A abertura de crédito para o consumo é adiar o problema. Tanto que está sendo feito um esforço por parte do governo para que os endividados gastem no final do ano. Ao meu ver, o governo deveria facilitar o crédito para a produção, pois isso potencializaria a produção e geraria emprego.

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    • Ar Quente 28 de setembro de 2011 at 11:49

      O político que admite que só faz M não chega a reeleição, que dirá à presidência…

      E aí, quando ventilador se torna inevitável, eles começam a fazer jogo de empurra, ficam todos dizendo que ninguém poderia ter previsto que isso ia acontecer, que as guerras cambiais prejudicaram o Real, que a culpa é do Wanderley Luxemburgo, etc…

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  • Richard S Miranda 28 de setembro de 2011 at 11:59

    O que devemos torcer:
    – A bolha estourar ou
    – A bolha desinflar ???

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    • FQ 28 de setembro de 2011 at 14:37

      Boa Pergunta…

      Embora possamos achar que o estouro mais “justo”, ele vai causar muitos efeitos catastróficos… desemprego, recessão, criminalidade e até quem sabe um golpe político no governo fraco, antipático (pra não dizer outro coisa) e sem base das meninas da Dilma….

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      • Richard S Miranda 28 de setembro de 2011 at 14:51

        Pensei o mesmo que você !!!

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  • nelson 28 de setembro de 2011 at 12:00

    Construção: otimismo de empresários cai para menor nível desde janeiro de 2010
    Comentários: (0)
    28 de setembro de 2011 • 11h45

    Por: Karla Santana Mamona
    SÃO PAULO – O nível de atividade da construção civil voltou a apresentar queda em agosto, na comparação com julho deste ano. É o que revela a sondagem da construção civil realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil) e divulgada nesta quarta-feira (28).

    O indicador do nível de atividade marcou 50,1 pontos, o que representa uma queda de 0,9 ponto frente a julho de 2011. Trata-se do menor nível apresentado desde janeiro do ano passado.

    Nas grandes empresas, o nível de atividade chegou a 53,1 pontos, enquanto nas médias ficou em 49,1 pontos e nas pequenas, em 48 pontos.

    Na medição do nível de atividade efetivo em relação ao usual, o índice foi de 48,4 pontos em agosto, o que representa uma queda de 1,6 ponto frente a julho. As grandes empresas apresentaram indicador de 51,6 pontos. Nas pequenas e médias, foram registrados 44,2 pontos e 49,1 pontos, respectivamente.

    Expectativas
    Com relação às expectativas para o futuro, a perspectiva de nível de atividade é de 56,2 pontos para setembro, índice 3,9 pontos menor que o esperado para agosto. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários.

    O otimismo é maior entre os empresários das médias empresas, cujo indicador ficou em 57,4 pontos, seguidos pelos das grandes empresas, com 55,7 pontos, e das pequenas, com 55,2 pontos.

    Novos empreendimentos e serviços
    Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários também estão menos otimistas, com o indicador marcando 57,6 pontos para setembro, contra 60,1 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são as mais confiantes (59,4 pontos), enquanto as médias registraram 58,1 pontos e as pequenas, 54,9.

    Quanto ao índice de compras de insumos e matérias-primas, o índice passou de 59,7 pontos em agosto para 55,5 pontos em setembro. As médias empresas se destacam na expectativa de compra de insumos, com este indicador chegando a 57,1 pontos. As grandes empresas marcaram 55,2 pontos e as pequenas, 53,7 pontos.

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  • aiwww 28 de setembro de 2011 at 12:43

    Paulo Rocha,
    não teria uma vaga para um analista de sistemas com inglês fluente e mestrado aí na Noruega? 🙂

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    • Bolha Imobiliária 28 de setembro de 2011 at 13:11

      Tenta uma vaga no Canadá. Com certeza você consegue

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    • Paulo Rocha 28 de setembro de 2011 at 16:36

      Teria não. Tem várias!! E eu acho que talvez seja relativamente fácil de conseguir o visto para a noruega. A area de TI esta com falta de profissionais aqui. Então tendo qualificação e experiencia deve ser fácil conseguir. Mas você precisa saber bem o inglês já que não sabera falar noruegues. A última vez que procurei emprego, envei o meu curriculo para 3 empresas e recebi 5 propostas de trabalho em 1 semana.

      0
      • Fernando 28 de setembro de 2011 at 16:45

        se tiver vaga pra médico psiquiatra aí na noruega, agradeço!

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        • Paulo Rocha 28 de setembro de 2011 at 16:56

          Até médico psiquiátrico tem vagas, o problema da area da médica é que é preciso do reconhecimento das qualificações.Isso pode ser mais complicado/demorado, fora que a falta de domínio da lingua já é um problema maior. Em geral os países nórdicos a população tem um conhecimento muito alto de inglês, mas para resolver problemas psiquiátricos eu acho que o melhor é fazer na própria lingua. Não é todo mundo que consegue se expressar tão bem em uma segunda lingua.

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  • Luciana 28 de setembro de 2011 at 13:45

    Mercado de trabalho estaciona em agosto e entra em “estado de atenção”

    Segundo o Dieese e a Fundação Seade, resultados ainda são positivos na comparação anual, mas mostram desaceleração da economia

    Por: Vitor Nuzzi, Rede Brasil Atual

    Publicado em 28/09/2011, 12:45

    Última atualização às 13:23

    São Paulo – As taxas de desemprego seguem estáveis, vagas continuam sendo abertas, ainda que em menos intensidade, mas os sinais de desaquecimento da economia já preocupam os técnicos da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em agosto, mês em que normalmente há crescimento, o comportamento foi de estabilidade em relação a julho. Os resultados são positivos na comparação anual, mas os dados sugerem um mercado mais fraco. “O resultado de agosto não é típico para o período. Geralmente, a gente começa a observar redução da taxa de desemprego. É um momento de atenção”, afirmou a economista Patrícia Lino Costa, do Dieese.

    A taxa média de desemprego nas sete regiões pesquisadas passou de 11%, em julho para 10,9%, um ponto percentual abaixo de agosto do ano passado (11,9%). Mas o desemprego não aumentou no mês porque houve redução da população economicamente ativa (PEA). Ou seja, pessoas saíram do mercado de trabalho, reduzindo a pressão. O número de desempregados foi estimado em 2,414 milhões, 27 mil a menos do que em julho (-1,1%). A comparação com agosto de 2010 é mais favorável: são 211 mil a menos, queda de 8%.

    Mas o nível de ocupação – criação de postos de trabalho – mostra enfraquecimento. O mercado de trabalho não abriu vagas em agosto (-4 mil, estável) e cresceu apenas 1,8% em 12 meses, o equivalente a 354 mil vagas a mais. O ritmo é bem menos intenso do que em agosto de 2010, quando a ocupação em 12 meses registrava expansão de 4,1%. “A ocupação já deveria dar sinais de crescimento”, observa Patrícia. O emprego com carteira assinada ficou estável no mês. “Esse é um sinal da incerteza que os agentes econômicos têm pela frente”, diz a economista. Em 12 meses, o emprego formal cresceu 5,6%, com 525 mil vagas a mais.

    Segundo a pesquisa, a ocupação mostra resultados diferenciados conforme o local. Na região metropolitana de Recife, por exemplo, a ocupação cresce 4,4% em 12 meses, com destaque para a construção civil (19,8%). Em São Paulo, a alta é de 1,7%, metade do crescimento de um ano atrás (3,4% em agosto de 2010).

    Na maior região metropolitana do país, a taxa média de desemprego passou de 11,1% para 11,2%, ante 12,3% em agosto do ano passado – foi a menor taxa para o mês desde 1990 (11,1%). Na região do ABC, a taxa (11%) foi a menor da série (mais recente, iniciada em 1998) também para agosto.

    “Apesar das ameaças de uma segunda etapa da crise, as taxas (de desemprego) se mantêm abaixo do que foram no passado recente”, observa o coordenador de análise do Seade, Alexandre Loloian. No entanto, ele chama a atenção para o fato de a ocupação não ter crescido em agosto. “Não é comum”, diz. “A economia, não só a brasileira, mas principalmente a internacional, está passando por uma série de incertezas, que provavelmente está turvando as expectativas dos empresários.”

    Setor mais sensível às oscilações da economia, a indústria teve queda de 0,6% na ocupação no mês (-18 mil vagas) e de 0,5% em 12 meses (menos 16 mil). Em São Paulo, as quedas foram de 1,2% (menos 21 mil) e -2,7% (menos 47 mil), respectivamente. Loloian cita a base de comparação alta, devido à recuperação do setor em 2010, e a “relação cambial desfavorável” no período mais recente.

    Em 12 meses, o setor de serviços cresce 2,4% nas sete regiões, com 247 mil vagas a mais. A maior alta percentual é da construção civil: 3,8%, o correspondente a 48 mil empregos criados. O comércio sobe 2,4% (77 mil).
    Consumo

    O rendimento médio dos ocupados (R$ 1.360) continua patinando – ficou estável no mês e caiu 1,3% na comparação anual. Os comportamentos também são diferenciados: em 12 meses, a renda sobe em Recife (8,2%), em Fortaleza (2,2%) e Porto Alegre (1,9%), fica estável em São Paulo (0,3%) e cai em Salvador (11,3%), Belo Horizonte (9%) e Distrito Federal (1,6%).

    A massa de rendimentos, um indicador importante de consumo, não cresce no ano e acumula alta de 1,4% em 12 meses, bem abaixo de igual período do ano passado(expansão de 8,1%).

    Para os técnicos, a diminuição de pessoas no mercado de trabalho pode estar relacionada às notícias sobre o desaquecimento da economia, que desestimulam a procura. Além disso, Patrícia observa uma mudança de padrão no comportamento da mão de obra, relacionada à melhoria dos últimos anos. “Na década de 1990, com a ocupação estável e a renda em queda, havia mais pessoas entrando no mercado para compor a renda da família”, lembra.

    A preocupação se concentra nos próximos meses, quando normalmente o emprego cresce. Loloian avalia que o governo aposta em algumas medidas para tentar estimular a economia, ainda que à custa de uma inflação um pouco maior. Por outro lado, há “sinais contraditórios” vindo da política monetária. “A tendência é de algum tipo de crescimento da ocupação”, acredita.

    Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/economia/2011/09/mercado-de-trabalho-estaciona-em-agosto-e-entra-em-estado-de-atencao

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    • Pedro 28 de setembro de 2011 at 14:57

      Cadê o aumento de renda que as construtotas e imobiliárias vivem vomitando por aí para justificar os preços abusivos que estão cobrando?

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    • Mr. R 28 de setembro de 2011 at 15:02

      Tá sobrando dinheiro neste país: “Paraense paga mais que londrino para ver a seleção brasileira de perto”….

      “Nesta quarta-feira, o paraense que comprou ingresso para ver Neymar e companhia no estádio do Mangueirão gastou de R$ 90 a R$ 190. Os mais abonados desembolsaram R$ 400 …

      “No último dia 5 de setembro, o Brasil venceu a seleção de Gana em Londres …. em jogo disputado no estádio do Fulham FC. Na oportunidade, os torcedores locais desembolsaram de R$ 70 e R$ 85, em preços convertidos da libra.”

      Fonte:
      http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2011/09/28/paraense-paga-mais-que-londrino-para-ver-a-selecao-brasileira-de-perto.htm

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  • j 28 de setembro de 2011 at 14:59

    Direto do Skyscraper
    – Não houve bolha nos EUA, para o economista e presidente do SECOVI: “No caso dos Estados Unidos, penso que nem houve a bolha: o que ocorreu foi uma série de operações financeiras heterodoxas, uma crise econômica refletida também no mercado imobiliário”.
    Eu acho que entendi o que ele quer dizer; aparentemente, no Brasil também não há bolha, mas em virtude de uma série de operações financeiras heterodoxas, uma crise econômica será refletida também no mercado imobiliárias, despencando os preços; contudo, isso não é bolha.
    – Brincadeiras à parte, diz que a bolha é psicológica, e que se consumidores quiserem, preço subirá até o fim. A bolha é psicológica, mas a crença no preço descolado da realidade de renda é que deve ser científica então.

    Para aonde caminha este mercado
    Jornal da Comunidade – DF

    Economista Celso Petrucci ministrou palestra sobre os setores imobiliário e da construção civil nacional e mundial. Financiamento e novo perfil de investidores foram alguns dos assuntos abordados

    O auditório do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF) sediou, na noite de segunda-feira (12), o debate Cenário imobiliário brasileiro e mundial. Celso Petrucci, economista-chefe do Sindicato da Habitação e Condomínios do Estado de São Paulo (Secovi-SP), esteve à frente dos trabalhos. O evento foi promovido pelo Sinduscon-DF e Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF).

    A mesa de abertura da solenidade contou com Luiz Carlos Botelho Ferreira, primeiro-vice-presidente do Sinduscon-DF; Elson Ribeiro e Póvoa, vice-presidente financeiro da Câmara Brasileira das Indústrias da Construção Civil (Cbic) e ex-presidente do Sinduscon-DF; Marco Antônio Demartini, vice-presidente da Ademi-DF, e com os vice-presidentes do Sinduscon-DF Frederico Guelber Corrêa e Paulo Roberto de Morais Muniz, além do próprio Celso Petrucci.

    Cerca de 200 pessoas estiveram na sede do sindicato. Corretores, empresários, dirigentes imobiliários, profissionais ligados à construção civil e interessados ouviram Petrucci discorrer sobre temas atuais ligados ao mercado, como hipóteses de bolha imobiliária, tipos e perfis de financiamentos e mobilidade social.

    Petrucci iniciou a palestra abordando aquele que talvez seja hoje o maior receio entre os profissionais do mercado imobiliário. “Fala-se muito de bolha, mas tenho certeza que 90% não têm noção do conceito. E o seguinte panorama vale não só para Brasília, mas para todo o Brasil: estamos longe de um processo ao menos semelhante ao da bolha nos imóveis. Ela acontece quando os compradores acreditam que em certo tempo o produto no qual investem esteja supervalorizado. A bolha é muito mais psicológica que científica”, esclareceu.

    O economista deu um exemplo prático de como esse fenômeno acontece em outros países, como nos Estados Unidos em 2007. “Se todos resolverem investir em imóveis acreditando que em pouco tempo estarão 50% mais valorizados, a tendência óbvia é a de que realmente o mercado perceba essa valorização e jogue os preços para o patamar pretendido. No caso dos Estados Unidos, penso que nem houve a bolha: o que ocorreu foi uma série de operações financeiras heterodoxas, uma crise econômica refletida também no mercado imobiliário”, elucidou.

    Poder de compra
    Celso Petrucci atribuiu o bom momento do mercado ao aumento do poder aquisitivo das classes sociais. “A classe C é o ícone deste crescimento, mas não é só ela que ascende. De 2003 a 2009, sete milhões de brasileiros migraram da C para as classes A e B. Independentemente de haver programas sociais dos governos, está havendo um empurrão de baixo para cima na nossa pirâmide social”, explicou.

    Ele acredita que a mudança nos padrões de renda dos brasileiros formou um consumidor diferenciado. “A classe C de 2003 é distinta daquela de 2009. Hoje posso afirmar que o investidor da classe média tem seu consumo pautado por três características: é mais informado, mais exigente e mais preparado intelectualmente. É aquela velha questão dos filhos estudarem mais que os pais estudaram e os netos mais que a geração anterior”, diz.

    O corretor Edílson Marcone concorda. “Estou há 13 anos no ramo e o que ele falou observo todos os dias. Não há como negar essa mudança no perfil de quem nos procura para comprar. E digo mais: cada vez mais jovens ganham posições de destaque nas nossas carteiras de clientes. Tem uma turma aí de até 30 anos que está surpreendendo”, revelou.

    Fonte: http://www.sinduscondf.org.br/noticias.php?id=&mat=1662

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    • RT 28 de setembro de 2011 at 16:51

      OK, então não existe bolha… existe “sobrevalorização˜.

      Se for só uma questão de nome…

      Brincadeiras à parte… A renda que subiu foi a do pessoal da base da pirâmide, que não é quem compra apartamentos de 300 mil reais. A renda dos potenciais compradores destes não subiu a mesma coisa.

      Ou então, eu que estou mal e não sei. Vai ver que foi isso que ele quis dizer com “”tem uma turma de 30 anos de idade que está surpreendendo”… deve ter muita gente ganhando 20 mil.

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    • RT 28 de setembro de 2011 at 16:59

      Um detalhe engraçado, que eu não tinha reparado, é quando ele fala sobre o perfil do “investidor de classe média.”

      Quer dizer que no Brasil, “investidor de classe média” investe não em fundos de ação ou CDB, mas sim, em imóveis??? Tá fácil comprar apartamento, hein?? Se o cara investe em imóveis, é porque casa própria quitada já tem…

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    • Carlos Wagner 28 de setembro de 2011 at 17:24

      Esse Celso Petrucci deveria estar desacreditado por tanta besteira que tem falado. Ele deve ser ótimo arrumador de mesas e pra organizar festinhas com comes e bebes, mas dar o microfone na mão dele é coisa de idiota.

      Pior é que tem gente que vai lá ver o cara falar…

      Hoje li uma materia do Reinaldo Azevedo no blog dele onde ele comenta o titulo Honoris Causa recebido pelo Lula em Paris. Uma frase me chamou a atenção e se aplica perfeitamente para este caso do presidente do secovi: “Lula esbanja bobagem na França e encanta a todos. A Europa não está no vinagre por acaso”

      0
    • Cosmos 28 de setembro de 2011 at 21:07

      Essa definição dele do que seria uma bolha econômica foi a coisa mais imbecil que já li nos últimos tempos. Para ele, então, bolha é que nem Papai Noel: só existe para quem acredita.

      Que asno!

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    • Rebecca 28 de setembro de 2011 at 22:47

      Celso Petrucci atribuiu o bom momento do mercado ao aumento do poder aquisitivo das classes sociais. “A classe C é o ícone deste crescimento, mas não é só ela que ascende. De 2003 a 2009, sete milhões de brasileiros migraram da C para as classes A e B. Independentemente de haver programas sociais dos governos, está havendo um empurrão de baixo para cima na nossa pirâmide social”, explicou.

      SOY RICO!!

      Quem assistiu àquele videozinho sobre a bolha espanhola no YouTube vai entender…

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  • Elias 28 de setembro de 2011 at 15:22

    Incerteza econômica já afeta emprego, diz Seade/Dieese

    h ttp://economia.estadao.com.br/noticias/economia,incerteza-economica-ja-afeta-emprego-diz-seadedieese,85955,0.htm

    Mais uma vez, como antecipado neste blog, o desemprego começa a bater à porta.

    Para os analistas anti-bolha, talvez seja falta de mão de obra qualificada, ou porque o nível de desemprego já está no menor patamar histórico, etc.

    Para mim, é o cenário contracíclico cada vez mais nítido. O fim da bolha está cada vez mais perto.

    Estava lendo um trecho do livro do R. Aliber em que ele se pergunta: As autoridades devem intervir quando perceberem que há uma euforia e o preço dos ativos subirem demais? A reposta foi “não”, porque neste momento os agentes não acreditam que há um problema, e há um “risco moral” (moral hazard) envolvido. Assim, a única maneira dos agentes se convencerem do problema é deixá-lo evoluir para o colapso.

    Essa passagem me lembrou o Greenspam falando da “exuberância irracional”, pouco antes do estouro da bolha da NASDAQ (as ponto.com).

    0
  • Rogério 28 de setembro de 2011 at 15:29

    Três construtoras entre as 10 maiores quedas de hoje na bovespa e a Gafisa já perdeu mais que 50% neste ano.

    2) PDGR3 -4,07%
    9) GFSA3 -4,07% Ano -50,48%
    10) RSID3 -2,32%

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    • Anonymous 28 de setembro de 2011 at 18:29

      Se voce comparar com a cotação de 2006/2007, quando essas empresas tomaram o dinheiros dos idiotas utéis (pessoas que compraram as ações), verá que a queda foi de cerca de 90%.

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  • Evandro CPS 28 de setembro de 2011 at 16:05

    Não sei se ja postaram essa materia pois é de 2 meses atras:
    h t p : / /economia.estadao.com.br/noticias/economia+brasil,crescem-lancamentos-de-imoveis-sem-garagem,71217,0.htm

    Chega a dar pena dessa coitada que vai deixar o carro na rua, e ainda tira a foto toda sorridente! Meu deus, que loucura. Fiz um calculo aqui no site da Caixa, e essa mulher deu uma entrada razoavel, e pagará 950,00 de financiamento (ela ganha 3 mil brutos).

    Loucura?

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    • Fred Henrique 28 de setembro de 2011 at 16:21

      Sei não, na primeira dificuldade ela terá que vender o carro para pagar algumas prestações.

      Problema resolvido.

      0
    • Guilherme Eduardo 28 de setembro de 2011 at 23:03

      Não precisavam ter aumento o IPI para importados, a culpa não é dos chineses, os prédios é que estão sendo construídos sem garagem…. parece piada. Se o transporte público nos grandes centros fosse decente aptos sem garagem seria um bom negócio, mas está longe disso. Esse apartamentos são os Cingapuras e Cohab’s privatizadados. E a população carente, que vive em favelas sem nenhuma estrutura, continuam sem condições de conseguire um lugar bom para morar.

      0
  • Galvão 28 de setembro de 2011 at 17:00

    Quando a bolha estourar, vão criar um índice medindo o pessimismo. hehehehe
    h t t p ://economia.estadao.com.br/noticias/economia,otimismo-no-setor-da-construcao-tem-menor-nivel-desde-janeiro-de-2010,85929,0.htm

    Otimismo no setor da construção tem menor nível desde janeiro de 2010
    Expectativa em janeiro do ano passado ficou em 70,6 pontos, caindo para 56,2 pontos em setembro
    Luci Ribeiro, da Agência Estado
    BRASÍLIA – O otimismo dos empresários do setor da construção para os próximos seis meses caiu ao menor nível desde janeiro de 2010, quando a Sondagem Indústria da Construção começou a ser realizada. Segundo dados da pesquisa, divulgados há pouco pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a expectativa do setor quanto ao nível de atividade em janeiro do ano passado ficou registrada em 70,6 pontos, caindo para 56,2 pontos neste mês de setembro. Em agosto deste ano, esse índice havia ficado em 60,1 pontos.

    Embora ainda positiva, com indicadores acima de 50 pontos, a expectativa do setor da construção para os próximos seis meses registrou queda nos quatro componentes que formam o indicador. O indicador varia de 0 a 100 pontos, e valores acima de 50 indicam aumento da atividade e do otimismo.

    Na comparação com agosto passado, o otimismo do setor quanto a novos empreendimentos e serviços caiu de 60,1 pontos em agosto para 57,6 em setembro. Em relação a compras de insumos e matérias-primas, o indicador caiu de 59,7 pontos em agosto para 55,5 pontos em setembro e quanto ao número de empregos, o índice caiu de 60,1 em agosto para 55,9 pontos em setembro.

    Por porte, as empresas que tiveram a menor evolução no nível de atividade em agosto foram as pequenas, registrando 48,0 pontos, enquanto as médias registraram 49,1 pontos e as grandes 53,1 pontos. Mesmo registrando o menor nível do mês, as pequenas foram as únicas que tiveram alta na atividade em relação ao mês anterior, quando o índice ficou em 47,0 pontos. Nessa comparação, a queda no nível atividade ocorreu tanto com as médias (51,0 pontos em julho) quanto com as grandes empresas (54,8 pontos em julho).

    A Sondagem Indústria da Construção consultou 417 empresas no período de 1º a 19 de setembro de 2011.

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  • Richard 28 de setembro de 2011 at 17:53
  • Ricardo 28 de setembro de 2011 at 18:27

    Estranha essa notícia do Infomoney/Creci. Por que comparar junho com julho? Deveriam comparar julho de 2010 com julho de 2011?
    Vamos inchar a bolha!!!

    SP: cresce 85,76% a compra de imóveis usados em julho

    SÃO PAULO – De acordo com pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta quarta-feira (28), houve aumento de 85,76% nas vendas de imóveis usados, se comparado ao resultado de junho.

    http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2220548-cresce+compra+imoveis+usados+julho

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    • Lucas 28 de setembro de 2011 at 20:25

      Caraca, como eles manipulam os dados.
      Se o título fosse: ” Várias imobiliárias não pagaram os funcionário no mês de julho pois não conseguiram vender 1 imóvel sequer no mês”.

      Esse sim seria o título correto da matéria.

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  • veigalex 28 de setembro de 2011 at 19:24

    Nossa!
    Pessoal, por isso que nao teve feirao. Compraram tudo. kkkkk

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  • Paulo Rocha 28 de setembro de 2011 at 19:27

    E ai pessoal já ouviram os comentários do Sardenberg de hoje e ontem ?

    cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/carlos-alberto-sardenberg/2011/09/28/DOIS-PESOS-E-DUAS-MEDIDAS-COM-CARROS-URUGUAIOS-E-O-IPI-DOS-IMPORTADOS.htm

    cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/carlos-alberto-sardenberg/2011/09/28/A-ESQUIZOFRENICA-POLITICA-ECONOMICA-BRASILEIRA.htm

    cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/carlos-alberto-sardenberg/2011/09/27/INADIMPLENCIA-ALTA-MOSTRA-QUE-FAMILIAS-TOMAM-EMPRESTIMOS-EM-EXCESSO.htm

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  • Marcos 28 de setembro de 2011 at 21:10

    Atenção especial para a seguinte parte do texto:
    As palavras de Geithner vão na mesma linha de investidores do mercado de ações. O “Financial Times” relatou a opinião de alguns analistas que participaram de uma conferência em Washington sobre o Brasil. Eles estava com medo de aplicar no País, segundo uma reportagem no site do jornal.

    Um dos analistas disse: “Eu não toco mais nas ações do Brasil nem no real até que a Europa exploda ou que resolva seus problemas”.

    Tesouro dos EUA diz que crise na Europa já afeta Brasil
    27 de setembro de 2011 | 14h59
    Sílvio Guedes Crespo

    O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, disse em entrevista à rede de televisão ABC News que a crise na Europa “começa a afetar o crescimento econômico em todo lugar, em países tão distantes como a China, o Brasil, a Índia e a Coreia do Sul”.


    VEJA MAIS: Bolsas disparam com rumores e boas intenções

    A citação do Brasil e outros países veio quando o entrevistador perguntou o que Geithner disse a líderes europeus com quem se reuniu Washington no último fim de semana.

    Segundo o secretário, a mensagem passada foi a de que é necessário “fazer tudo o que for possível para assegurar as pessoas de que existe a intenção e a capacidade de agir em grupo [contra a crise]“. Ou seja, ele citou o Brasil e outros emergentes para pressionar europeus a resolverem seus problemas, dando o recado de que o mundo todo está preocupado com a situação na Europa.

    Investidores

    As palavras de Geithner vão na mesma linha de investidores do mercado de ações. O “Financial Times” relatou a opinião de alguns analistas que participaram de uma conferência em Washington sobre o Brasil. Eles estava com medo de aplicar no País, segundo uma reportagem no site do jornal.

    Um dos analistas disse: “Eu não toco mais nas ações do Brasil nem no real até que a Europa exploda ou que resolva seus problemas”.

    A reportagem afirma que poucos mercados emergentes têm tanta munição para combater a crise quanto o Brasil – uma reserva de US$ 352 bilhões. Mesmo assim, o mercado de ações brasileiro está pior do que o de seus pares por causa das incertezas sobre a inflação no País, segundo o “FT”.

    Outro analista, no caso da Mirae Asset Management, afirmou: “No Brasil, claramente há uma priorização do crescimento em detrimento da inflação”.

    Já o banco Goldman Sachs simulou o que aconteceria com a economia brasileira em caso de um choque externo e chegou a uma conclusão otimista: “O Brasil é capaz de lidar com choques financeiros porque as contas fiscal [relativa a receitas e despesas] e externa [transações com o mundo] estão em situação razoável; o sistema bancário doméstico está forte; o estoque de reservas é grande; e há uma ampla margem de ações na política fiscal e monetária para implantar políticas macroeconômicas contracíclicas”.

    blogs.estadao.com.br/radar-economico/

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    • carlos wagner 28 de setembro de 2011 at 21:49

      Essas analises positivas sobre a economia brasileira me faz pensar: Será que estamos todos neuroticos e nossa economia está, realmente, bem fundamentada e solida? Será que não existe bolha? Será que todos os sinais que temos visto sobre a estagnação brasileira, perda do poder de compra da população, inflação muito acima do divulgado, endividamento das familias, é tudo uma fantasia que temos alimentado com nossas discussões?

      Realmente, nao tenho entendido mais nada ultimamente…

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      • Annibal 28 de setembro de 2011 at 22:13

        nem eu…. as vezes acho q estou vendo coisas demais… esta tudo descontrolado….

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      • RT 29 de setembro de 2011 at 09:52

        As perguntas que eu vivo me fazendo:

        – será que 100 mil ou 200 mil realmente virou “pouco dinheiro”, que qualquer um junta em pouco tempo, sem esforço?

        – será que tem tanta gente por aí que agüente pagar prestações de 4 mil reais, e se contente em fazer isso por apartamentos comuns, que não são de luxo?

        – será que eu, que sempre gostei do meu salário, ganho mal?? rs!

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        • Laranja 29 de setembro de 2011 at 10:27

          Compartilho das tuas e acrescento:

          – Fiz faculdade e pós-graduação. Será que escolhi o caminho errado?

          – Ganho mais do que os rodeiam e levo a vida igual a eles. Será que juntar dinheiro não é bom e realmente “quem não tem dívidas não tem nada”?

          – Gostava do meu salário até que resolvi multiplicar o que sobra por mês (apertando) x número de meses que ainda vou trabalhar até morrer. Dá para comprar um outro apartamento. Vou controlar o $$ a vida inteira por dois apês?

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          • Luiz 29 de setembro de 2011 at 12:08

            No BR pra quem ganha bem é realmente facil juntar dinheiro, pq vc tem todo um mercado popular com preços mto baixos e quaidade pessima.

            Dá pra uma familia viver com 2mil reais sem passar necessidade.
            Se a renda é 5 mil, sobra 3 mil por mes, 40 mil num ano com os juros.
            Deve ter mesmo mta gnete fazendo isso, ainda que seja um percentual insignificante no total da população

            Se vc for viver com qualidade igual a media de um europeu ou americano neste caso aqui é muito mais caro que lá.

            Concluindo, comprar uma casa aqui representa um grande sacrificio de qualidade de vida.
            Não sei se compensa.

            0
  • MrK 28 de setembro de 2011 at 22:00

    PARABENS GAFISA!!! foi a vencedora do trofeu 60

    (60% de desvalorizacao desde sua maxima ano passado), a gafisa fez bonito, já mandou 62%, como previ foi a campeã de desvalorização

    Continuo dizendo: Baseado nos lucros e balanco ainda há espaço para mais queda, o trofeu 70 está em aberto, será que gafisa papa de novo ou cyrela corre por fora??

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  • MrK 28 de setembro de 2011 at 22:09

    Conhecem aquela expressao “faça o que eu digo nao faça o que eu faço???”

    é exatamente isso que essa turma do mercado que da entrevista por aí ta fazendo… na frente das cameras eles dizem que nao ha bolha e o mercado imobiliario é super saudavel e promissor, mas por tras das cameras o que eles REALMENTE acreditam fica claro com suas atitudes: Construtoras caindo de 50% a 60%

    Eles sabem a verdade e já se prepararam para tal, pras cameras é o velho pega-trouxa de sempre, parece aquele banco americano que mandou os clientes vip venderem papels europeus por risco de quebradeira mas na frente das cameras dizem que “confiam muito na europa”

    0
  • Melissa 28 de setembro de 2011 at 22:16

    Olá,

    está ocorrendo, aqui em Brasília, o “Festival de Brasília do Cinema Brasileiro”, até o dia 3 de outubro. Há um longa metragem chamado “A cidade é uma só?” sobre especulação territorial/ imobiliária que parece ser interessante.

    http://www.festbrasilia.com.br/mostraprimeirosfilmes/primeirosfilmes/a-cidade–uma-s

    SINOPSE
    Nós estamos aqui. Temos que morar em algum lugar. Não é mesmo? Brasília? Brasília é uma ficção. Nancy narra um passado que se repete desde a origem de Brasília: a especulação territorial/imobiliária. Dandara mora em Águas Lindas de Goiás e tem o sonho de morar no Plano Piloto de Brasília. Dildu mora em Ceilândia e vive a expectativa do resultado das eleições. Dildu é candidato a deputado distrital. Marquim, ex-rapper, agora é marqueteiro político e está apoiando Dildu na campanha. Zé Antônio vende lotes irregulares nas periferias do Distrito Federal. Todos eles movidos pelo turbilhão de expectativas do DF e Entorno.

    _Filme concorrente ao Troféu Câmara Legislativa do DF.

    DATA E LOCAL DE EXIBIÇÃO
    1º de outubro/2011
    15h
    CINE BRASÍLIA

    0
  • Marcos 28 de setembro de 2011 at 22:51

    Agora que me dei conta do título: recuo de 27% nos financiamentos pela CEF leva à queda nas vendas em SP

    Então a culpa da queda das vendas é da CEF por não estar financiando rs

    Já estão colocando linguiça na máquina para ver se sai porco do outro lado. Viva o Brasil!

    0
  • augusto 29 de setembro de 2011 at 07:10

    A pesquisa do CRECI SP referente a julho passado indicou um forte aumento na quantidade de imóveis usados vendidos na cidade de São Paulo, quase 86% , em relação a junho do mesmo ano.
    Entretanto em relação a julho 2010, mes onde houve forte recuo nas vendas em relação a junho 2010, as pesquisas da mesma entidade mostram :

    – julho 2011 = 286 imóveis vendidos por 454 imobiliárias consultadas
    – julho 2010 = 302 imóveis vendidos por 488 imobiliárias consultadas

    Portanto julho 2011 em relação a 2010 o indice ficou praticamente o mesmo, ie 0.63 para 0,62

    0
    • John 29 de setembro de 2011 at 09:22

      Se o brasileiro se “acostumar” com esses valores e as prestações couberem no bolso as vendas continuarão (claro que em ritmo mais lento). É como os automóveis…qualquer carro fuleiro custa uma fortuna mas ninguém pára de comprar. Agora, o “investidor” que entrou alavancado apostando na alta e quem sacrificou grande parte da renda com o pagamento das prestações deve vender o imóvel e encarar um prejuízo. Ainda acredito que com um pouco de paciência bons negócios podem surgir, mas enquanto a torneira do crédito fácil estiver aberta haverá muita gente querendo comprar.

      0
      • Anonymous 29 de setembro de 2011 at 09:43

        Concordo.
        E digo mais, nossa (maldita) fórmula atual é:
        bolha imobiliária = ((bolha de crédito + bolha de preços) x burrice do consumidor²) / ética
        Agora guenta classe média!

        0
        • Carol 29 de setembro de 2011 at 10:33

          Pelo menos a bolha tá servindo pra formar novos profissionais
          primeiro foi o poeta, depois músico e agora o “matemático da bolha”
          aguardem os próximos talentos da bolha!

          0
  • Dan 29 de setembro de 2011 at 09:14

    Hoje pela manhã, assistindo ao jornal Bom Dia Brasil na TV Globo, me deparei com a seguinte chamada:

    Aumentam reclamações de quem compra imóvel na planta

    O Sindicato da Indústria da Construção Civil afirma que, muitas vezes, o problema é a burocracia. Falta de pessoal para fazer vistorias. Para o Ministério Público, o consumidor tem direito a uma indenização mensal.

    O vídeo da reportagem completa está disponível hoje na página do jornal:

    h t tp://g1.globo.com/bom-dia-brasil/

    0
    • Dan 29 de setembro de 2011 at 09:16

      Achei o texto completo:

      Jornal Bom Dia Brasil

      Edição do dia 29/09/2011
      29/09/2011 08h32 – Atualizado em 29/09/2011 08h32

      Reclamações por atraso de entrega de imóveis aumentam no país

      A construtora pode ser obrigada a pagar indenizações. Segundo Ministério público, consumidor deve cobrar multa por atraso na entrega.
      imprimir
      Virou um problema comprar imóvel na planta. Em todo o Brasil, aumentaram as reclamações do prazo de entrega. O que muito consumidor não sabe é que a construtora pode ser obrigada a pagar indenizações. O comprador ansioso não vê a hora de pegar as chaves e nada. Tem de esperar muito mais que o prazo previsto. Em um ano, as reclamações por atraso aumentaram 37% em todo o país.
      Caixas lotam um quarto na casa do sogro do analista de sistema Fernando Sousa. Tem mesa e sofá na garagem. Ele comprou um apartamento e até agora, nada. A construtora não informa quando vai terminar a obra. O atraso já dura mais de um ano.
      “A gente vai improvisando em busca de uma resposta do apartamento. Para a gente receber as chaves para poder morar definitivamente no nosso apartamento”, disse o analista de sistema Fernando Sousa.
      O Sindicato da Indústria da Construção Civil afirma que, muitas vezes, o problema é a burocracia. Falta de pessoal para fazer vistorias. Diz que, nem sempre, a demora é culpa das construtoras.
      “São casos pontuais, mas as empresas hoje se preocupam muito com a entrega dentro do prazo”, justificou Julio César Peres, do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon).
      Mas o que fazer quando a construtora atrasa a entrega do imóvel? Muita gente fica na dúvida. O Instituto Brasileiro de Defesa das Relações de Consumo recebe cerca de 80 consultas por dia. Nos últimos 12 meses, a procura aumentou 37% no país todo. Todo mundo quer saber se é justo pagar taxas, como condomínio, sem ter as chaves em mãos. O Ministério Público diz que não.
      “Isso é um absurdo. O imóvel, se ele não foi construído, não tem o habite-se. Não tem de pagar taxa de condomínio e tem de buscar um ressarcimento”, orientou Guilherme Fernandes, promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal.
      Para o Ministério Público, o consumidor tem direito a uma indenização mensal. Em geral, o valor deve ser o mesmo que o comprador receberia se o imóvel estivesse alugado. Isso, se a construtora não cumprir o prazo de tolerância. É o período máximo de atraso, que varia, mas não deve passar de seis meses. O consumidor tem de checar o que diz o contrato, de preferência antes de fechar negócio.
      “Se o consumidor atrasar um dia, ele paga juros e multa. Se ele atrasar três meses, tem a retomada do imóvel. Então, a construtora não pode ficar 180 dias sem entregar o imóvel e sair impunemente”, contou o presidente do Ibedec, Geraldo Tardin.
      Outro conselho de quem defende os compradores é se informar sobre a empresa antes de fechar o contrato e guardar todo o material publicitário, folhetos, anúncios com a prometida data de entrega. Tudo que pode servir de prova em um processo.

      0
      • Laranja 29 de setembro de 2011 at 10:51

        Atrasa e ainda entrega quer entregar com problemas. A serviço, fui fazer vistoria de entrega em um apartamento de alto padrão com 300m². Encontrei 70 defeitos… itens de gravidade leve, maioria estéticos, mas isto não pode acontecer! E isto tem se repetido, chamam para uma pré-vistoria e utilizam da mão-de-obra contratada pelo cliente (minha) para fazer o serviço da construtora.

        Imaginem o apartamento do MCMV que o sujeito financiou em 30 anos. Quando quitar só vai ter a carcaça. Esta euforia toda não está permitindo um avanço na nossa qualidade predial. Que pena…

        0
  • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 10:01

    Mais din din no bolso MrK!

    Inflação pelo IGP-M acelera para 0,65% em setembro, diz FGV
    Índice usado para reajustar contratos de aluguel acumula alta de 7,46% em 12 meses

    A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acelerou para 0,65% em setembro, ante alta de 0,44% em agosto. O avanço de preços no atacado e ao consumidor explicam o resultado. Em 12 meses, o índice acumula valorização de 7,46%, enquanto no ano a taxa é de 4,15%. Os números foram divulgados nesta quinta-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    Os preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), subiram 0,74% em setembro, após terem registrado alta de 0,57% um mês antes. A principal influência para o avanço do índice veio do comportamento de preços de Matérias-Primas Brutas (de 1,51% em agosto para 2,04% em setembro) e de Bens Intermediários (de -0,70% para 0,16%).

    A inflação no varejo também contribui para o avanço do IGP-M no mês. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) passou de 0,21% em agosto para 0,59% em setembro. Segundo a pesquisa da FGV, todas as sete classes de despesa que compõem o índice registraram acréscimo em suas taxas. O destaque, mais uma vez, ficou com o grupo Alimentação (0,31% para 0,95%).

    Em sentido contrário, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve leve recuo no mês, de 0,16% em agosto para 0,14% em setembro. Dois dos três grupos que compõem o índice apresentaram desaceleração: Serviços saiu de 0,50% para 0,42%, enquanto os custos com Mão de Obra tiveram recuo de 0,06% para 0,01%. Já o grupo Materiais e Equipamentos subiu de 0,18% para 0,23%

    Fonte: FGV

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    • Luiz 29 de setembro de 2011 at 11:36

      saiu na cpaa dos jornais inflação do aluguel subiu,
      subiu anda esta acompanahndo a inflação, e olhe lá.
      duvido que os alugueis novos estejam conseguindo repassar esses quase 10% anuais com o nivel de sobreoferta por aí

      não tme jeito a grand emidia estar do laod dos investidores, imovel é mau negocio pra quem tem o minimo dfe conhecimento matematico

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      • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 12:17

        Calmaaa Luiz,

        o pior ainda esta por vir, com tanta oferta de imóveis à venda a tendência é a locação ficar mais alta, oferta e demanda, vide Copacabana.

        0
  • DRN 29 de setembro de 2011 at 10:19

    Já há bancos oferecendo crédito mediante a garantia da casa quitada do cidadão. Recebi hoje email com essa oferta, me oferecendo um refinanciamento imobiliário de até R$600 mil para pagar em 6 anos. No site, um vídeo que também está no Youtube em que o personagem pensa em viajar, mas, depois, vê que isso vai lhe trazer dívidas, então decide fazer um maravilhoso refinanciamento imobiliário.

    https://www.intermedium.com.br/

    O banco oferecer o empréstimo não é problema. O problema é a falta de instrução financeira de muita gente que, infelizmente, vai cair nessa.

    0
    • Marcos 29 de setembro de 2011 at 11:12

      Esse não é o mesmo caminho dos EUA?

      Pegar dívida para pagar viagens ou comprar outra casa?

      Imóvel já foi investimento. Tenho a impressão que mesmo aluguel será uma furada para os investidores nos próximos anos.

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      • Anonymous 29 de setembro de 2011 at 11:19

        É um pouco diferente do caminho dos EUA. Enquanto nos EUA a taxa de juros era 5% ao ano, aqui será 16% ao ano. Só tem essa pequena diferença.

        0
    • Anonymous 29 de setembro de 2011 at 11:16

      Fiz uma simulação de empréstimo de 25 mil, com a garantia de uma casa no valor de 100 mil, para pagamento no prazo máximo de 6 anos (72 meses). O resultado é o seguinte: 72 parcelas de 883.44 Reais = 63607.68 Reais. Ou seja, empresto 25 mil Reais a acabo pagando 63 mil Reais – Pagaria somente 150% de juros.

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      • Luiz 29 de setembro de 2011 at 11:34

        com esses 25 mil vc compra a vista um maravilhoso mille (o uno modelo antigo) pelado sem nenhum opcional, nem o tapete

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      • Insanidade 29 de setembro de 2011 at 15:23

        Agora imagine quem financia 300, 400 ou 500 mil???

        Loucura total !!

        0
    • Carlos Wagner 29 de setembro de 2011 at 11:22

      Quem disse que no Brasil nao tem SUBPRIME?

      Essa é a forma mais eficiente de tomar a casa do cidadão que ja possui seu bem imovel. A divida, com certeza, tornar-se-a impagavel em pouco tempo.

      Particularmente, eu aceitaria esse emprestimo, porém usaaria o dinheiro pra ir embora do Brasil e o banco que fique com a minha casa. Faça bom proveito.

      0
  • Jr. 29 de setembro de 2011 at 11:30

    Greve dos correios = atraso na circulação da papelada dos financiamentos
    Greve dos bancários = atraso no processo como todo dos financiamentos

    Deve ter corretor por aí se descabelando !

    Mas as greves, neste momento, são um mal-necessário. Os salários necessitam de reajustos dignos, os preços de tudo estão na altura e o poder de comprar (e pagto. de empréstimos/financimentos rs) precisa ser recomposto.

    0
    • Ader 29 de setembro de 2011 at 11:51

      Greve para mim só tem um momento, quando os políticos reajustam os própios salários. Greve geral… ou o aumento é para todo mundo ou para ninguém. Fora esse momento é pura burrice…

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  • Boris 29 de setembro de 2011 at 11:33

    Tenho 1 milhao aplicados em CDB. Vcs acham que eu continuo conservador assim, ou parto pra outro investimento? Já vi aqui que nem devo pensar em investir em imoveis. Desde já agradeço.

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    • Anonymous 29 de setembro de 2011 at 11:39

      Boris,

      Voce tem dinheiro suficiente para trocar a Banânia pelos EUA – pense nisso. Eu já troquei e não me arrependo.

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      • Carlos Eduardo 29 de setembro de 2011 at 12:16

        me espera que tá to arrumando as malas!

        sei que o brasil tem problemas! mais imunidade parlamentar não dá para aguentar!
        muito menos quadrilha de tóga!
        muito menos proteção as construtoras na base de dinheiro do povo!

        se você esmaga um mercado rentavel ao invés de estimula-lo para alimentar outro que não anda, tende a perder o mercado lucrativo! boa sorte para o brasil, mais na minha opinião estamos andando para trás!

        deveria estar escrito “desordem e retrocesso” na nossa bandeira! combinaria mais!

        0
      • O Poeta da Bolha 29 de setembro de 2011 at 12:36

        Vou-me é embora para Pasárgada, a exemplo do grande Manuel Bandeira – que também abandonou a Mauritstadt dos Armadores das Índias Ocidentais.

        Não serei, lá, amigo do rei. Mas as mulheres que quero, ah, essas sim…

        0
        • trololó 29 de setembro de 2011 at 13:03

          hjhahaahh o bolha tinha que dar um espaço a parte pra esse cara escrever essas coisa

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        • Carlos Eduardo 29 de setembro de 2011 at 15:03

          foi mal! rs

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    • Mr. R 29 de setembro de 2011 at 12:22

      Se vc conseguiu juntar 1 milhão, é vc quem deve dar conselhos aqui ..rsrs

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    • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 12:48

      Invista em algo que você entenda ou então pague alguém que seja expert no assunto seja lá qual for.

      Da mesma forma que vejo todos os dias investidores ganhando dinheiro na bolsa mesmo com a queda vertiginosa de algumas ações ou até de todas, ainda vejo apartamento sendo vendido por R$ 30.000 e revendido por R$ 90.000 dois ou três dias depois, sendo que “vale” R$ 120.000, para alguns perdeu 30 para outros ganhou 60 em três dias.

      Quanto ao mercado imobiliário todo mundo virou “investidor” assim como aconteceu no passado com a bolsa de valores, o verdadeiro investidor de imóveis continua ganhando dinheiro, com bolha ou sem e vai continuar ganhando, pois se a bolha estourar o Brasil vai se reinventar e isso o brasileiro sabe fazer meteu bem.

      Bons negócios.

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  • Marcos 29 de setembro de 2011 at 11:51

    Os preços não podem cair senão todas construtoras quebram… Que economia forte a nossa.

    Construtora deve devolver todo dinheiro a quem desiste de imóvel
    TJ de São Paulo editou três sumulas que facilitam receber de volta o valor já pago mesmo quando contratos preveem retenções

    exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/construtora-deve-devolver-todo-dinheiro-a-quem-desiste-de-imovel-na-planta

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    • DRN 29 de setembro de 2011 at 12:54

      Vamos restabelecer a verdade. O título não guarda relação com seu próprio texto.

      As Súmulas são de 2009 ou 2010 e não dizem que a construtora deve devolver todo o valor na hipótese de desistência do contrato. O STJ fixou em 75% o valor que deve ser devolvido e o TJSP varia entre 75-90%.

      Só esqueceram de falar de um risco grave: o de a construtora falir e, na hora de executar a sentença (5-10 anos depois), não haver mais bens para excutir e satisfazer o crédito.

      Confiram os textos:

      Súmula 1

      O compromissário comprador de imóvel, mesmo inadimplente, pode pedir a rescisão do contrato e reaver as quantias pagas, admitida a compensação com gastos próprios de administração e propaganda feitos pelo compromissário vendedor, assim como com o valor que se arbitrar pelo tempo de ocupação do bem.

      Súmula 2

      A devolução das quantias pagas em contrato de compromisso de compra e venda de imóvel deve ser feita de uma só vez, não se sujeitando à forma de parcelamento prevista para a aquisição.

      Súmula 3

      Reconhecido que o compromissário comprador tem direito à devolução das parcelas pagas por conta do preço, as partes deverão ser repostas ao estado anterior, independentemente de reconvenção.

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  • Marcos 29 de setembro de 2011 at 11:54

    BC está a um passo de admitir que a inflação foi para o brejo em 2011
    Relatório trimestral eleva projeção para o IPCA em 2011 de 5,8% para 6,4%

    exame.abril.com.br/economia/noticias/bc-esta-a-um-passo-de-admitir-que-a-inflacao-foi-para-o-brejo-em-2011

    Obrigado Tombini e cia ltda!

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    • Carlos Wagner 29 de setembro de 2011 at 14:44

      O PT está conseguindo cumprir sua missão: Quebrar o Brasil.

      “O parasita está matando o hospedeiro.”

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  • Ar Quente 29 de setembro de 2011 at 11:57

    http://www.valor.com.br/financas/1025458/construtora-reduz-demanda-por-credito

    Construtora reduz demanda por crédito

    Aline Lima | De São Paulo

    Barbosa: ritmo menor de crescimento do crédito imobiliário para empresas é importante para a longevidade do setor
    O financiamento imobiliário para pessoas jurídicas começa a emitir sinais de acomodação. O movimento estaria associado ao fim do primeiro ciclo de produção das construtoras, em meio ao boom que vem sendo experimentado pelo crédito habitacional no país.
    “As empresas estão, agora, focadas na entrega dos empreendimentos”, explica José Roberto Machado Filho, diretor executivo do Santander. Embora ele ainda não note no banco um arrefecimento da demanda corporativa, as conversas com empresários e as próprias projeções de lançamentos das companhias listadas na bolsa de valores fazem com que ele tenha essa percepção.
    No sistema financeiro, o ritmo de crescimento das concessões para pessoas jurídicas ainda é forte. Segundo Antonio Barbosa, diretor de crédito imobiliário do HSBC Brasil e vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a expansão dos desembolsos só com recursos da poupança no ano, até agosto, é de 63% (cerca de R$ 20 bilhões). Mas a velocidade diminuiu em relação ao período de janeiro a julho, quando a alta verificada foi de 69%.
    A participação da pessoa jurídica no bolo do sistema, hoje em torno de 50%, pode recuar para cerca de 40% ao longo de 2012. “Se considerarmos todas as unidades que serão entregues, a tendência é que a pessoa física tenha predominância, daqui para frente”, afirma Barbosa. “Essa diminuição no ritmo de crescimento do crédito imobiliário para empresas, que seguramente vai vir, é importante para a longevidade do setor”, acrescenta.
    Depois de abrirem capital em bolsa entre 2006 e 2007, as construtoras investiram boa parte do dinheiro captado, primeiramente, na compra de terrenos. A segunda fase de investimentos, entre 2009 e 2010, contemplou os lançamentos. Chegou, portanto, a hora de vender e apurar lucro.
    Seria natural que, ao mesmo tempo que o mercado imobiliário encerrasse esse primeiro ciclo de produção, já desse sequência a um segundo ciclo, buscando mais financiamentos para a compra de terrenos. O movimento vai, sim, ocorrer, porém de forma mais moderada, com as empresas sendo mais seletivas na escolha de futuros lançamentos.
    Durante o primeiro ciclo de abundância do crédito imobiliário, várias empresas encontraram obstáculos que acabaram pressionando suas margens. “Dificuldades com mão de obra e para aprovação de projetos, além do aumento dos custos de construção, de maneira geral, retardaram a colocação de algumas unidades”, enumera Claudio Borges, diretor da área de crédito imobiliário do Bradesco. O executivo não enxerga uma desaceleração da oferta de crédito para empresas, no momento, mas prevê que, entre 2012 e 2013, a demanda das pessoas físicas por financiamentos supere a das construtoras.
    A desaceleração da pessoa jurídica está vinculada, justamente, à tendência de maior seletividade para os próximos lançamentos. “A expectativa dos investidores era que a reposição de caixa das empresas do setor imobiliário fosse mais rápida e as margens, maiores do que efetivamente estão sendo entregues no encerramento desse primeiro ciclo”, afirma Barbosa, do HSBC. Ele acrescenta ainda o fato de muitas empresas terem se aventurado pelo mercado de baixa renda, no embalo do programa de governo “Minha Casa Minha Vida”, quando na verdade não estavam preparadas para atuar nesse nicho. “São poucas as empresas que têm essa especialidade, menos ainda aquelas que são listadas em bolsas”, diz Barbosa. “Não à toa, as ações de incorporadoras têm sido bastante penalizadas por investidores.”
    Líder em financiamento imobiliário, a Caixa Econômica Federal (CEF) vai na contramão de seus pares e estima que o banco terá um desempenho robusto no segmento de pessoas jurídicas nos próximos anos, embora reconheça as mudanças que estão em curso no setor imobiliário. “Faz sentido que haja uma desaceleração na pessoa jurídica, pois o empreendedor começa a concluir aquilo que está em andamento ou em fase de comercialização”, diz Teotônio Rezende, diretor de habitação da Caixa.
    Só que a performance do banco estatal está bastante atrelada à sua forte atuação no programa “Minha Casa Minha Vida”. A revisão de normas do programa de governo para a faixa de clientes com renda mensal de um a três salários mínimos, que se arrastou até julho, acabou represando boa parte da demanda por crédito imobiliário na Caixa que vai desembocar no segundo semestre. Como 90% do déficit habitacional (equivalente a cerca de 5 milhões de casas) está nessa faixa, a perspectiva é que a demanda para esse nicho continue aquecida por pelo menos mais cinco anos.
    Para se ter ideia, somente em agosto, foram contratados financiamentos para 70 mil unidades. Outros 90 mil estão em andamento. “Não sentimos também desaquecimento nas outras faixas do programa nem nos empreendimentos com valor acima de R$ 200 mil”, acrescenta.
    Até meados de setembro, as contratações totais de crédito imobiliário na Caixa somavam R$ 56 bilhões. A expectativa é fechar 2011 com algo entre R$ 85 bilhões e R$ 90 bilhões. “Historicamente, o segundo semestre é mais aquecido e com certeza atingiremos esse valor.” Se confirmado, irá representar um crescimento entre 10% e 15% na comparação com 2010.

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    • Guilherme Eduardo 29 de setembro de 2011 at 13:58

      “A revisão de normas do programa de governo para a faixa de clientes com renda mensal de um a três salários mínimos, que se arrastou até julho, acabou represando boa parte da demanda por crédito imobiliário na Caixa que vai desembocar no segundo semestre. Como 90% do déficit habitacional (equivalente a cerca de 5 milhões de casas) está nessa faixa, a perspectiva é que a demanda para esse nicho continue aquecida por pelo menos mais cinco anos.”

      Demanda reprimida existe, mas oscorretores não falam que para quem ganha aproximadamente R$ 1.635,00 por mês. Fiz um cálculo no simulador do Bradesco com essa renda, e o resultado foi que o crédito é de aproximadamente R$ 47.000,00 para pagar em 360 meses com taxa de 8,9%aa. Agora eu pergunto, será que a CEF não sabe dos nossos jovens executivos que financiam aptos de R$ 200/300 mil ????

      Isso só traz mais medo para o momento que vários empreendimentos comprados em 2009/2010 forem entregues todos juntos. A maioria dos “investidores” em imóveis ficarão com micos na mão….

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      • RT 29 de setembro de 2011 at 14:34

        É verdade.

        Faz tempo que usam o crescimento da renda das classes C e D para justificar os preços absurdos em imóveis de classe A… a menos que tenham esquecido os “jovens executivos”, como você bem lembrou.

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    • Carcará 29 de setembro de 2011 at 14:34

      Como diria Nietzsche: não há fatos apenas interpretações. Então seguem algumas interpretações sobre a reportagem : CONSTRUTORA REDUZ DEMANDA POR CRÉDITO

      1. “O financiamento imobiliário para pessoas jurídicas começa a emitir sinais de acomodação. O movimento estaria associado ao fim do primeiro ciclo de produção das construtoras, em meio ao boom que vem sendo experimentado pelo crédito habitacional no país.
      “As empresas estão, agora, focadas na entrega dos empreendimentos”, explica José Roberto Machado Filho, diretor executivo do Santander. Embora ele ainda não note no banco um arrefecimento da demanda corporativa, as conversas com empresários e as próprias projeções de lançamentos das companhias listadas na bolsa de valores fazem com que ele tenha essa percepção.”

      Interpretação 1 => Como nós, as construtoras, percebemos que o boom (bolha) criado por nós mesmas chegou ao fim, pois o “o idiota final”, especulador de 20%, percebeu que já não há mais o lucro esperado, nós, construtoras, não vamos assumir o risco sozinhas de construir imóveis que sabemos mais do que ninguém estarem sobrevalorados.

      2. “A participação da pessoa jurídica no bolo do sistema, hoje em torno de 50%, pode recuar para cerca de 40% ao longo de 2012. “Se considerarmos todas as unidades que serão entregues, a tendência é que a pessoa física tenha predominância, daqui para frente”, afirma Barbosa. “Essa diminuição no ritmo de crescimento do crédito imobiliário para empresas, que seguramente vai vir, é importante para a longevidade do setor”, acrescenta.”

      Interpretação 2 => Como o tolo maior, especulador de 20%, desistiu do papel, não vamos mais tomar dinheiro emprestado para construir mais nada. Conseqüências possíveis para o triênio 2012-2014: desemprego no setor de CC, queda de preços dos imóveis (VIVA BOLHA!) e falências.

      3. “Depois de abrirem capital em bolsa entre 2006 e 2007, as construtoras investiram boa parte do dinheiro captado, primeiramente, na compra de terrenos. A segunda fase de investimentos, entre 2009 e 2010, contemplou os lançamentos. Chegou, portanto, a hora de vender e apurar lucro.”

      Interpretação 3 => Como os custos com terrenos, mão-de-obra, e material foram baseados em preços inflados, vai ser difícil vender e apurar lucro simultaneamente. Ou vende ou apura lucro!

      4. “Seria natural que, ao mesmo tempo que o mercado imobiliário encerrasse esse primeiro ciclo de produção, já desse sequência a um segundo ciclo, buscando mais financiamentos para a compra de terrenos. O movimento vai, sim, ocorrer, porém de forma mais moderada, com as empresas sendo mais seletivas na escolha de futuros lançamentos.”

      Interpretação 4 => Como o tolo maior, especulador de 20%, caiu fora, não há mais ciclo, pois não há demanda, visto que alienígenas não virão ao Brasil comprar os imóveis que fizemos baseados na nova crasse C. Quem sobreviver, vai fazer um predinho ou outro de vez em quando.

      5. “A desaceleração da pessoa jurídica está vinculada, justamente, à tendência de maior seletividade para os próximos lançamentos. “A expectativa dos investidores era que a reposição de caixa das empresas do setor imobiliário fosse mais rápida e as margens, maiores do que efetivamente estão sendo entregues no encerramento desse primeiro ciclo”, afirma Barbosa, do HSBC. Ele acrescenta ainda o fato de muitas empresas terem se aventurado pelo mercado de baixa renda, no embalo do programa de governo “Minha Casa Minha Vida”, quando na verdade não estavam preparadas para atuar nesse nicho. “São poucas as empresas que têm essa especialidade, menos ainda aquelas que são listadas em bolsas”, diz Barbosa. “Não à toa, as ações de incorporadoras têm sido bastante penalizadas por investidores.”

      Interpretação 5 => Finalmente lemos os dados do IPEA e entendemos o que é a nova crasse C. Pedimos desculpas aos nossos investidores na bolsa – Sorry, periferia.

      Abraços.

      0
      • Luiz 29 de setembro de 2011 at 14:56

        perfeito Carcará, eles estão começando a conhecer o proprio BR.

        Estive ontem no estadio do corintia e da Copa
        Os apês lá valiam no maximo 80 mil, com a obra pularam pra 120-150 mil, um corretor “acredita” em 200 mil até o fim do ano.

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        • Carcará 29 de setembro de 2011 at 16:41

          Luiz,
          quem tiver paciência para esperar o triênio 2012-2014 vai compra imóvel com no mínimo 50% dos preços atuais. Moro em Salvador e fico assustado com o número de imóveis que surgiram do nada. Fico imaginando RJ, SP e BSB (Águas Claras, sobretudo).

          Em relação aos descontos, vai depender da região (nobre/média/fulera) e do número de imóveis dessa região. Mas, em qualquer caso, acredito em descontos de pelo menos 50%, pois ou ficaram todos muito ricos de repente ou sobrará um número incontáveis de imóveis feitas pelas “real estate”.

          Veja que a demanda real (daquelas pessoas que não apenas desejam, mas tem como arcar com ônus de sua cupidez) antigamente era suprida pela construtora normal. A tal da real estate saturou o mercado com produtos e pulou fora. Tio Sam Zell agora levou o modelo para a Colômbia. Poor Colombia!!!

          Grande Abraço

          0
  • Marcos 29 de setembro de 2011 at 12:08

    Banco Central: inflação na meta apenas em 2013

    exame.abril.com.br/rede-de-blogs/o-negocio-e-o-seguinte/2011/09/29/banco-central-inflacao-na-meta-apenas-em-2013/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+EXAME-ONegocioeoSeguinte+%28EXAME+Blogs+-+O+Neg%C3%B3cio+%C3%A9+o+Seguinte%29

    O Plano Real esta indo pelo ralo?

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    • trololó 29 de setembro de 2011 at 13:00

      se 8 anos de lula conseguiram puxar a inflação e o endividamento pra cima, além de duplicar (ou foi triplicar?) a dívida brasileira, acho que só falta mais um mandato da dilma pra conseguir fazer isso

      0
      • anonimo 29 de setembro de 2011 at 14:00

        http://www.blogdoinvestidor.com.br/2011/08/e-seguro-investir-em-titulos-publicos/

        divida em percentual do pib caiu de 60 para 40% durante a era lula + dilma

        0
        • Luiz 29 de setembro de 2011 at 16:33

          anonimo isso é pura manobra contabil.

          a divida lquida diminuiu isso aí, mas a bruta aumentou, mudaram apenas o nome, de contas a pagar pelo tesouro para dividas a rceber pelo BNDES, um anula o outro e parece que a divida não aumentou, sendo que o pib aumentando, o percentual diminuiu

          essa picaretagem não é aceita em paises civilizados que analisam a divida bruta, e não a liquida.

          O bndes não imprime dinheiro mas via credito em cartões de plastico espalha base monetaria entre os seus apaniguados e patrocinadores. O Br é muito mais sujo do que supõe a nossa vã filosofia.

          0
        • trololó 29 de setembro de 2011 at 16:38

          hahahah faz-me rir

          e em valores absolutos? hein?

          só não vale lembrar que no governo de lula, o calculo do pib foi modificado, que curiosamente, puxou o resultado do ano anterior (FHC) beem pra cima, e todos os anos posteriores também

          mas não é bom falar o quanto a economia subiu embalada no bom momento mundial, e nem em quantos ~200% de inflação nesses ultimos 10 anos ajudaram a fazer com que a falácia da “divida como percentual do PIB diminuiu” seja propagada a rodo

          h t t p : / / 3.bp.blogspot.com/_k3IKh79wICM/TLv8IIVE8qI/AAAAAAAAHs4/lcvobop7Y0U/s1600/divida_interna_auditoria_cidada.jpg

          0
          • lula (verdadeiro) 29 de setembro de 2011 at 22:16

            o que importa é o percentual e não o absoluto.
            se uma pessoa tem uma divida de 10.000 e ganha 20.000 por ano, e no ano seguinte sua divida dobra, mas seu salario triplica, a pessoa está melhor ou pior?

            a economia se beneficiou sim do bom momento mundial na era lula, é verdade. mas depois passou muito bem pela crise de 2008.
            crise essa muito pior do que todas que FH pegou juntas.

            obs: o pib é calculado a preços do ano anterior, logo exclui inflação

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            • Duda 30 de setembro de 2011 at 08:29

              A dívida dobra, mas o salario… esse não triplica. Apenas aumenta. O dissidio está em 6,5%, 7% no maximo.
              Se acontecesse isso estariamos num cenário HIPER inflacionario, coisa que ainda não sucede, por sorte (SÓ por sorte).

              0
              • semi 30 de setembro de 2011 at 08:54

                foi só uma suposição… a divida subiu menos que o pib…

                0
  • Marcelo 29 de setembro de 2011 at 12:45

    BC pode esfriar crédito se julgar necessário, diz diretor

    O Banco Central pode tomar novas medidas para esfriar o crédito caso considere que o crescimento em algum segmento esteja acima do que a instituição considera adequado, indicou nesta quinta-feira o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton.

    O diretor afirmou ainda que há a possibilidade de que a inflação supere a meta oficial em 2011, de 4,5% pelo IPCA, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou menos.

    No Relatório de Inflação, divulgado mais cedo, o BC elevou a probabilidade de que a inflação supere o teto da meta este ano a 45%, ante probabilidade anterior de 22%.

    Em relação a 2012, o BC vê uma probabildiade menor de que a meta seja descumprida: 12%. No relatório do trimestre passado, essa probabilidade era de 14%..

    Agora vamos ver como vai ficar mais dificil para conseguir financiamento imobiliario kkkk

    0
    • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 12:54

      Mais difícil !!!!!!!!!!!

      0
    • xyz 29 de setembro de 2011 at 14:39

      Papo furado!!!

      A única coisa que este governo (inclui-se BACEN) NÃO vai fazer é restringir crédito.

      Este governo depende mais de crédito, que um viciado da cocaína.

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      • Carlos Wagner 29 de setembro de 2011 at 15:00

        XYZ

        Concordo com voce. Mas estão fazendo tanta merda ultimamente que nao me surpreenderia se o governo desse mais um tiro no pé e quebrasse tudo de vez.

        Se restringir o credito a coisa vai babar. Quem viu o videozinho da espanha pôde perceber que a coisa lá ficou feia quando o credito secou.

        Incrivel como aqui as coisas estão acontecendo identicas as de lá. Porém, em outro post, eu disse que não estava entendendo mais anda da situação atual, haja vista, frequentemente, encontrar materias em que jornais e orgãos internacionais dizem que o Brasil tem uma base economica solida, quando na realidade não é isso que temos visto.

        Será que o mundo está tão ferrado ao ponto de exaltar o Brasil como um exemplo positivo?

        0
  • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 13:37

    Grande investimento BORIS…

    BANERJÃO Á VENDA

    Sérgio Cabral bateu o martelo: vai vender o Banerjão, prédio de 30 andares na Av. Nilo Peçanha, antiga sede do finado banco.
    Um decreto em maio excluiu o prédio do espólio do Banerj, vendido ao Bradesco.

    AGORA…

    A ideia é aproveitar a recente valorização do metro quadrado comercial no Centro do Rio.
    No início do ano, o Banerjão foi avaliado em R$ 100 milhões.

    FONTE: jornal O GLOBO edição impressa de hoje, coluna do Ancelmo Gois.

    0
  • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 13:44
  • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 13:47
  • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 13:56

    Mais uma investidora.

    Folha: Armadilhas de um mercado em crise

    Panfletos ou sites da internet que prometem crédito fácil na compra de um imóvel devem ser vistos com reserva. Sem planejamento ou atenção, o prejuízo (e a dor de cabeça) pode ser grande.

    É o caso da assistente Ivanilde Oliveira, 37. Em 2008, ela encontrou um lançamento em Cotia com imóveis a pequenas parcelas e análise de crédito em até 48 horas. Sem problemas com outros órgãos de proteção ao crédito, afirma, interessou-se e assinou o contrato, certa do financiamento. Mas a promessa não se cumpriu.

    A busca pelo crédito para parcelar o valor do imóvel durou oito meses, após a última recusa do banco vinculado à construtora e o pagamento do sinal, no valor de R$ 10 mil. Desempregada, ela conta que buscou financiamento na Caixa Econômica Federal, mas não teve sucesso. Com a rescisão do contrato, a incorporadora lhe prometeu devolver apenas 70% do valor pago e, agora, ela está na Justiça pedindo, entre outras coisas, a restituição de mais 20%.

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    • Guilherme Eduardo 29 de setembro de 2011 at 14:10

      Ela não será a única. Várias pessoas compraram aptos na planta nas grandes regiões metropolitanas (vejam as reportagens e relatórios) – SP, RJ, BSB, BH, etc.) – sem condições de arcar com um financiamento e valor alto, mas com a propaganda do crédito “pré-aprovado”, muitos acreditaram que se a incoporadora aprovou o fluxo d pagamento da entrada, os bancos também aprovariam o financiamento no futuro. Pior que isso, muitos compraram sabendo que lhes seriam negado o financimanto, mas apostaram que venderiam o imóvel supervalorizado antes dele ficar pronto.

      Essas pessoas serão um dos motivos que levarão a bolha a estourar. Muitos entrarão em desespero e tentarão vender o imóvel mais barato, ou a própria incoporadora receberá esse imóveis de volta e ficarão com os estoques em alta. As próximas vítimas, quero dizer, possíveis investidores, ficarão com a sensaçãode que “se eles não conseguiram lucrar, eu também não vou” e o abastecimento da base da pirâmide vai diminuir. PLOC!

      0
      • DRN 29 de setembro de 2011 at 14:43

        Guilherme Eduardo, faz todo o sentido do mundo o que vc disse, mas, sem termos acesso a todos os dados, ao menos das 4 maiores construtoras, não temos como vaticinar. Continuo achando que a bolha murcha via inflação. Parece-me que essa é a solução que o BACEN deu.

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        • Carlos Wagner 29 de setembro de 2011 at 15:12

          DRN

          Não tem mais como a bolha muchar. Agora só o estouro resolve a situação. AS construtoras estão com seus orçamentos cada dia mais pressionados para cima. Esses custos extras se dão devido ao esgotamento dos recursos disponiveis no mercado para que os empreendimentos sejam construidos (mão de obra cara, materiais de construção etc…). Com isso, se a inflação desaquecer o mercado imobiliario será pessimo para elas, pois estarão colocando dinheiro de emprestimos e acionistas em empreendimentos que nao se sabe quando vai dar o retorno esperado, mas o juros terão que ser honrados. Por outro lado, se os preços cairem, ela quebram. Simples assim.

          Como percebe-se, ja passamos do ponto de ruptura (de onde ainda havia volta). Agora, o governo tem que continuar jogando credito no mercado e é isso que está fazendo, mesmo que tenha que sacrificar-se com a perda do controle da inflação.

          Vê alguma familiaridade com o que está acontecendo?

          0
          • DRN 29 de setembro de 2011 at 15:56

            Carlos Wagner, o problema de caixa será resolvido via dinheiro da União (para evitar quebra do setor e diminuição do emprego e também para continuar arrecadando tributo com o setor). Com dinheiro em caixa, elas vão lançar menos (ao menos até as vendas retornarem) e, diminuindo a oferta, conseguirão voltar a vender. Enquanto isso, a inflação come o valor do real e a bolha murcha.

            0
          • Luiz 29 de setembro de 2011 at 16:00

            perfeito Carlos, o ponto de retorno s efoi no começo do ano, quando deveriam cortar gastos violentamente e manter juros alto pra segurar a inflação. Perderam o controle, agora o govenro esta a reboque dos acontecimentos, não lidera mais nada já vimos esse filme antes.

            O estouro da bolha é questão de tempo, minha aposta desde o inico é postergarem p no maximo 2015, apesar das pessimas noticias ja neste semestre, concorre para isso o cenario externo. Mas uma vez havendo opção os capitais abandoanm esta terra na velocidade que vieram

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            • DRN 29 de setembro de 2011 at 16:09

              Luiz, o que teremos em 2015 se os preços não aumentarem (já temos observados descontos; eu recebi um email com desconto de 8% sobre um imóvel anteriormente ofereido) e a inflação continuar comendo solta a pelo menos 7,5% ao ano?

              0
              • Luiz 29 de setembro de 2011 at 16:25

                com inflação alta durante 4 anos, não vai sobrar BRasil pra contar historia, entraremos numa situação terrivel, bolha imobiliaria nesse cenario é o de menos

                0
              • Carlos Wagner 29 de setembro de 2011 at 16:27

                DRN

                Seu pensamento tem logica. Poderia ser uma alternativa ao estouro da bolha, mas confesso que isso me deixaria ainda mais indignado, pois usariam nosso dinheiro pra salvar as construtoras que tinham como objetivo maior nos esfolar com preços absurdos.

                Outro ponto negativo nisso é que, quando o governo manifestou a intenção de recuperar essas construtoras em “dificuldades”, lhes deu carta branca para agirem irresponsavelmente, afinal o governo “garante”.

                Pra falar a verdade eu nao estava considerando essa posibilidade por ser calhordice demais. Quem eu estivesse sendo ingenuo.

                0
  • Luiz 29 de setembro de 2011 at 15:53

    O IMPERIO CONTRA ATACA
    Olha o q os vagabundos do SECOVI mAndaram noticiar

    Com escassez de imóveis, negociar renovação de aluguel é a melhor opção
    Evolução do IGP-M, que reajusta os contratos, está em menor ritmo que a alta do preço das novas locações

    Hugo Passarelli, do Economia & Negócios

    SÃO PAULO – A escalada de preços dos aluguéis de novas residências na cidade de São Paulo ainda não dá sinais de arrefecimento. Por isso, pode ser um melhor negócio aceitar um reajuste igual ou superior ao Índice Geral dos Preços de Mercado (IGP-M) do período no vencimento do contrato de locação do que optar pela procura de novo imóvel.

    “Se o locatário desistir de uma determinada locação e devolver o imóvel, vai ter dificuldades para encontrar outro com as mesmas características e preço”, diz o gerente de locação do Secovi, Hilton Pecorari Baptista. Para ele, “a demanda elevada e a pequena oferta têm pressionado os preços”.

    Ele explica que o IGP-M, normalmente usado no reajuste dos aluguéis, vem apresentando altas mais modestas nesse ano do que em 2010. Contudo, os preços das novas locações têm se expandido em ritmo bastante superior. Segundo a última pesquisa disponível do Secovi-SP, os valores tiveram aumento de 17% em agosto na comparação mesmo mês de 2010, ante um avanço de 8,36% do IGP-M em 12 meses até agosto. Em 12 meses até setembro, o IGP-M arrefece mais e fica em 7,46%.

    O diretor do Secovi prevê ainda que o valor das locações deve continuar em alta até dezembro, embora em ritmo menos intenso do que o verificado ao longo deste ano.

    PREMIO PRIMEIRO DE ABRIL PRO SECOVI

    0
    • Jack Imóveis 29 de setembro de 2011 at 16:08

      Luiz,

      Apesar da fonte ser quem é, a sugestão não é ruim. Renegociar deve ficar mais barato do que alugar um novo agora. Aguardemos o início de 2012 para ver se muda.

      Abraços
      Jack

      0
    • Fernando 29 de setembro de 2011 at 16:33

      Se esse fosse um país sério, esse fanfarrão já estaria atrás das grades por crime contra a economia popular. Ou num manicômio. Ou nos dois.

      0
      • Luiz 29 de setembro de 2011 at 16:35

        os mesmos fanfarrões do SECOVI agora resolveram negar a existencia de bolha imobiliaria nos EUA

        0
  • Richard 29 de setembro de 2011 at 16:22

    Se as vendas param …
    Acaba aquecendo os alugueis.

    0
    • Luiz 29 de setembro de 2011 at 16:27

      se as vendas param por falta de comprador (e não de vendedor) a sobroferta vai pros aluguéis

      a noticia plantada é exatamente pra combater esta obviedade e pegar uns otarios extras

      0
      • Jack Imóveis 29 de setembro de 2011 at 16:37

        Luiz,

        Vc acha que trocar um contrato de aluguel datado de 30 meses por um novo vá trazer alguma economia? Talvez daqui há 1 ano, hoje não há oferta de aluguel. E a que há está muito cara.

        Abraços

        0
        • Ar Quente 29 de setembro de 2011 at 17:03

          Sim, mas o infeliz tem que morar em algum lugar, portanto ele ou tem que alugar ou comprar.
          Pelo menos com aluguel, o risco relacionado ao preço do imóvel é do proprietário… O seu pagamento é fixo.

          0
        • Luiz 29 de setembro de 2011 at 17:21

          Jack, aqui em SP o momento de ouro pra alugar foi o começo do ano.

          Outra coisa, essa noticia não tem lógica, o reajuste do igpm é só de 12 em 12 meses, nesse meio tempo o cara tá apgando aluguel defasado, ou seja, dá na mesma, não é jsutificativa pra renda de aluguel valer a pena.

          A estrategia do SECOVI é comer pelas bordas, pegar o desavisado no susto, rapsaros ultimos otarios antes da merda explodir

          0
    • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 17:06

      Com a grande oferta de imóveis à venda, faltam imóveis para locação residencial, agravado pela deficiência da rede hoteleira, pelo menos no Rio. Quem tem apartamento e está vendendo aproveitou o Rock in Rio para ganhar uns trocados com a locação por temporada, sendo que os mais os investidores agregaram valor tornando-se “acompanhantes dos seus hospedes”, dentre outros serviços.
      Para aqueles que querem vender e com as infinidades de eventos que estão trazendo para o Rio de Janeiro, pelo menos até as Olimpíadas, não compensa alugar por prazo de 30 meses, o mais usual, é melhor alugar por temporada, inclusive com anúncios em sites de renome no exterior.

      Sendo assim, os alugueis vão continuar subindo…

      0
      • Luiz 29 de setembro de 2011 at 17:18

        ainda que isso q vc falou valesse a pena no rio, e no resto do país?
        aluguel de temporada em SP? BH? BSB?

        como é que 15 dias de tmeporada vão sustentar os outros 350 dias?

        se o investidor tá segurando imovel o quanto pode pensando nisso, depois da temporada de acontecimentos, vai se segurar no quê?

        0
        • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 18:54

          Ainda que isso q vc falou valesse a pena no rio, e no resto do país? Aluguel de temporada em SP? BH? BSB?

          Só conheço o mercado do Rio e em pontos muitíssimo específicos, fora isso prefiro dizer que não sei nada. Exemplo – novo shopping no Rio por exemplo… levando em consideração que ninguém sabe vale a pena investir ao redor que esta barato.

          Como é que 15 dias de temporada vão sustentar os outros 350 dias?

          R$ 4.000,00 para o Rock in Rio, R$ 300,00 a diária para 2 pessoas, ou R$ 1.000,00 por semana. Acho que mesmo que o condomínio seja R$ 500,00 já dá, até o Papa vai dar lucro. Tudo bem tem maluco alugando quarto no meio do mato por R$ 50,00 com ida e volta para o Rock in Rio.
          Não estou falando de cabeça-de-porco!

          Se o investidor ta segurando imóvel o quanto pode pensando nisso, depois da temporada de acontecimentos, vai se segurar no quê?

          Como disse se houver bolha e estourar o Brasil vai se reinventar, a bolha é o de menos vide EUA, desemprego de quantos %, se no aqui já é alto imagina com estouro de bolha!!

          Se a bolha estourar quem sabe os vivos não vão investir em covas.

          0
          • Luiz 29 de setembro de 2011 at 19:46

            Prezado Rodrigo: 300 a diária p 2 pessoas no inverno (Rock in Rio)?!?!?!?!?!?!

            não digo que estou desconfiando da sua palavra, não entenda isso, mas se for isso mesmo, 300 reais ou 150 dloares ou 100 euros a diaria no inverno num apê bem normal desses de 500 o codnominio, então esta tudo explicado essa bolha no Rio…

            Olha não sei nem o q te falar.
            Paguei 300 euros por 1 semana num hotel numa ilha na grecia, 2 pessoas, com café da manhã, figos e uvas a vontade, fora o resto, nem vou te falar os detalhes. Alta temporada.

            Em Barcelona, uma das cidades mais caras, com essa diária não consigo achar por menos que 4 estrelas. Alta temporada, a cidade fervilhando de turistas

            Em Ibiza a diária na media temporada é 25 euros, de frente pro mar, 2 estrelas que lá correpsonde ao nosso 4 estrelas. Até nossas estrelas valem a metade de lá.

            Rodrigo, vc me desculpa mas a impressão que dá é que vcs perderam a noção do dinheiro, não sei que tipo de gente paga isso aí, Na verdade conheci o tipo europeu que vem parar no Brasil. Tem alguma coisa errada nesses numeros.

            Aproveitem enqto ninguem percebeu.

            0
            • Luiz 29 de setembro de 2011 at 19:55

              só pra completar, ano passado tirei uns dias no rio. hotel bernidorm, em Copa, rua de trás da praia, onde estava por coincidendoa a banda do roberto carlos pro show do maracanã (n fui), inverno do rio, que pra mim ainda é mto quente.

              A diaria era 400 reais na plaquinha, mas fechei no balcão por 150, o quarto dva pra jogar polo lá dentro de tão grande,e no banheiro dava pra joga polo aquatico, fora a sauna.

              conclusão: pode ser mesmo esses valores que vc tá falando, está dentro sim do mercado daí.
              Se estas diárias viabilizam o boom imobiliario, como vc diz, então é tocar em frente, esquece a bolha.
              Esses valores justifica até aterrar o mar pra fazer hotel

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            • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 20:22

              cariocatemporada com br

              aluguetemporada com br

              Só procurar, mas como disse tem muita R$ 300,00 ou R$ 50,00 no mato, mas tem transporte

              0
            • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 20:26

              Quanto a comparação com o resto do mundo não dá para comparar, mesmo sendo considerada a Cidade Maravilhosa, isso aqui é Brasil, é aquela história do carro que aqui custa R$ 70.000,00 e o mesmo em qualquer parte do mundo R$ 10.000,00.

              0
              • Luiz 29 de setembro de 2011 at 20:53

                é verdade, o Br não dá rpa comparar com o resto do mundo
                São comparações estupidas

                mas e comparando com o proprio Br?
                ainda assim acho os preços fora da realidade, muito acima de hotesi de temporada no nsso litoral paulsita ou do sul

                Seilá o q vcs fazem aí viu, 1 dia alguem me conta o que é que vcs fazem com os estrangeiros pra gostarem tanto, até os argentinos gostam. É bonita, ams de resto é bem normal, até um pouco mal conservada mesmo nos lugares nobres, de noite tudo mto morto.

                0
                • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 21:21

                  Deu uma olhada nos sites?

                  Bom, quanto a ser bonita realmente é, mas por causa da geografia do Rio de Janeiro, vide Copacabana, já ví montagens sem praia, restam só prédios antigos. Engraçado que na Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes (tem cada varandaaaaa só 40m2), que estes sim considero muito bonitos ninguém gosta, realmente é distante, mas vá entender.

                  Só entrar no Google Earth e andar pelos bairros.

                  quanto ao segredo – muita caipirinha no calçadão de Copacabana! quanto à noite vc que bebeu pouco! (realmente é parada comparada a São Paulo).

                  0
    • trackback 29 de setembro de 2011 at 17:36

      Aqui no interior do Espírito Santo, entendo que é bem diferente uma metrópole como Rio ou São Paulo, mas já estão aparecendo aluguéis mais em conta, porque as imobiliárias estão sofrendo com a falta de vendas.

      0
      • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 18:56

        Cada caso, é um caso.

        0
  • trackback 29 de setembro de 2011 at 17:04

    Sou curioso para saber quanto está custando uma cova em um cemitério, não que eu precise, mas pra saber se valorizou também. rsrsrs

    0
    • Vinicius Lima 29 de setembro de 2011 at 17:36

      Hehhehehehe, pior que faz sentido a sua pergunta… Será que vão colocar varanda gourmet nas covas também?

      0
      • trackback 29 de setembro de 2011 at 17:40

        Vai ser uma nova rota de fuga para os investidores.
        Compre logo sua cova, antes que valorize… hihihi

        0
      • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 17:41

        Varanda gourmet é cafona a moda agora é varanda barbecue!! Valorizou mais R$ 30.000,00!

        0
        • Ar Quente 29 de setembro de 2011 at 22:13

          É… Os preços estão pela hora da morte….
          Mas já já o Bispo Macedo lança o Minha Casa Minha Pós-Vida. O bom é que você pode fazer um financiamento por toda a eternidade!

          0
          • Bolha Imobiliária 29 de setembro de 2011 at 22:28

            Hahahahaha. Esta foi boa

            0
          • trackback 29 de setembro de 2011 at 23:10

            Aí pronto! Vai iniciar a bolha dos cemitérios, já não tenho onde morar, não vou ter onde cair duro. Deus me livre!!!!

            0
      • Luiz 29 de setembro de 2011 at 17:47

        cova não
        espaço Zen – meditação com luxo e conforto por toda a enternidade

        0
        • Guilherme Eduardo 30 de setembro de 2011 at 00:42

          Lançamento esse fim de semana! Não chegue tarde, pois 80% já foi vendido no pré-lançamento! São três opções de covas: individual, 02 gavestas e 04 gavetas! Ótimo investimento, pois covas nunca desvaloria! E as pesquisas afirmam: devido o aumento na violência urbana, a previsão é de valorização de no mínimo 30% em um ano pelos róximos 15 anos!

          * Entrada facilitada.
          * Financimanto pré-aprovado pela CEF.

          0
  • Duda 29 de setembro de 2011 at 17:31

    E melhor nos preparar. A coisa está ficando feia.

    h ttp://w ww.valor.com.br/brasil/1026924/superavit-primario-do-governo-central-e-o-menor-para-agosto-desde-2003

    0
    • me 30 de setembro de 2011 at 11:36

      Duda, taí uma coisa que poderia ser mais discutida. As previsões são que vai vir tempestade da braba por aí. Se ainda tiver essa bolha violenta que acredita-se existir, já viu.

      Dólar já disparou na semana passada e governo precisou intervir. Ninguém tá achando solução pro problema na Europa. E há torcida pro Brasil desabar com inadimplência? Ou entendi errado? Poderiam me explicar melhor?

      0
      • Duda 30 de setembro de 2011 at 12:57

        me, eu não torço para o pais cair, nunca foi nem será minha intenção. Sim torço para que este esquema de negocios acabe de vez. Pessoas assumindo dívidas de 30 anos, que não poderão pagar, construtoras ganhando fortunas, pessoas com salarios de 10.000 se sentindo “pobres”, é muito ridículo. Isso tem que finalizar, estamos sendo prejudicados pelos altos preços, não só de imóveis, senão de tudo. Nosso dinheiro derrete cada vez mais rápido, a inflação é enorme, e vai piorar no fim do ano.E ainda o governo e a mídia (globo) dizendo que tudo está perfeito. Isso é revoltante. Por isso cada noticia que confirma que nos estamos certos com nossas “suspeitas” é comemorada. Só por isso.

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    • Luiz 30 de setembro de 2011 at 11:47

      Duda, só começou
      o BR vai sangrar lentamente essa reserva de 400 bi, aí sim virá a grande maxi
      na china já se fala em hard landing, somos os maiores fornecedores deles

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      • Duda 30 de setembro de 2011 at 13:00

        Luiz, dá uma olhada aqui. Está em espanhol, mas pode se entender muito bem. Teremos problemas no ano que vem, o governo tem gasto demais, e tambem tem dívida demais. Se a economía poe pé no freio, algo que já está acontecendo, as contas não vão fechar. Teremos uma crise “espanhola”

        h ttp://w ww.intereconomia.com/blog/blog-usa/mas-madera-20110930

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  • MrK 29 de setembro de 2011 at 18:09

    bolha, ja viu essa???

    Otimismo da indústria da construção civil cai e chega ao menor nível da série

    BRASÍLIA -Os empresários brasileiros do setor de construção civil estão menos otimistas, segundo sondagem divulgada nesta quarta pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice registrado em setembro é o menor desde o início da série, em janeiro de 2010. Além disso, relatório mostra que a expectativa da indústria do setor para a atividade nos próximos seis meses está em 56,2 pontos. Em agosto, o índice estava em 60,1 pontos, e em setembro de 2010 foram registrados 65,3 pontos.

    Valores acima de 50 pontos, dentro de uma escala que varia de 0 a 100 pontos, indicam, de acordo com a CNI, aumento da atividade, produção acima do usual ou expectativa positiva.

    Em nota divulgada pela entidade, o economista Danilo Garcia explica que, apesar do recuo nas expectativas de atividade da construção, os empresários ainda estão otimistas, já que o indicador permanece acima dos 50 pontos. O otimismo, porém, “está bem menor porque os empresários do setor percebem um ambiente bem menos favorável aos negócios agora do que em meses anteriores”, destacou o economista.

    A sondagem também registrou queda no otimismo para os próximos seis meses, relativo à expectativa de novos empreendimentos e serviços, compras de insumos e matérias-primas, e número de empregados. O indicador de novos empreendimentos e serviços caiu de 60,1 pontos em agosto para 57,6 pontos em setembro. O de compra de matérias-primas recuou de 59,7 para 55,5 pontos e o de número de empregados registrou declínio de 60,1 para 55,9 pontos no período.

    Segundo a CNI, todos os indicadores denotam otimismo, apesar de em menor escala. Além disso, os empresários acreditam no crescimento dos negócios e empregos ao longo dos próximos meses. Mas em um ritmo menor.

    Na comparação com julho, o nível de atividade da construção registrado em agosto ficou estável, em 50,1 pontos. A evolução do nível de atividade para as pequenas empresas registrou 48 pontos em agosto, e o indicador de evolução do número de empregados delas caiu de 51,5 pontos em julho para 48,5 pontos, também em agosto.

    A Sondagem Indústria da Construção foi realizada de 1º a 19 de setembro com 417 empresas. Destas, 205 são de pequeno porte, 164 de médio, e 48 de grande porte.

    ———————————————————————-

    Curioso como o discurso é inconsistente, né? Antes falavam de mais 5 anos de valorização, cancelaram o salão do imovel por excesso de compradores…e agora o nivel de otimismo leva um tombo?!?!?

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    • Carlos Wagner 29 de setembro de 2011 at 18:40

      Segundo a CNI, todos os indicadores denotam otimismo. Apesar do nivel de otimismo estar caindo consideravelmente e as previsões serem de mais queda para os proximos seis meses.

      Isso pra mim é falta de confiança na reestruturação do mercado imobiliario, além de demonstrar claramente a vontade dos empresarios: “Puts, se eu pudesse cair fora agora, perderia menos dinheiro!”. Mas como não podem, resta lhes a falta de otimismo…

      Hilario…

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  • Ricardo S miranda 29 de setembro de 2011 at 18:11

    Os imóveis que não se consegue vender podem ser alugados …

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  • jsantos 29 de setembro de 2011 at 18:45

    Termometro de dona de casa: quando a coisa chega no supermercado, é porque tá feia mesmo, hoje nas compras semanais, tudo mais caro, já pude sentir uma certa retração e preocupação nas pessoas.

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    • Rodrigo 29 de setembro de 2011 at 19:01

      Se houver retração haverá desemprego!

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      • Fernando 29 de setembro de 2011 at 20:07

        Final de ciclo virtuoso economico é isso aí. Retração, Recessão e Desemprego. Já aconteceu outras vezes e continuará acontecendo no futuro. Quem tá com medo de perder o emprego já deve ir buscando novas formaçoes aperfeiçoamentos, procurar novas oportunidades. Não é o fim do mundo, é apenas um deslocamento do capital para outros nichos da economia, correção de mercado.

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        • Fernando 29 de setembro de 2011 at 20:12

          O lamentável é que, novamente, o Brasilsão véio perdeu uma ótima oportunidade de geração de riquezas para investir em infra, educação, saúde e toda aquela ladainha de sempre. E novamente a ganancia de um pequeno grupo, com grande influencia em tomadas de decisão, foi o vetor desse desperdício.
          No final das contas, por qualquer angulo que se observe esse período da historia da economia do Brasil, chegar-se-á sempre à mesma raiz: A Política.
          E agora José?

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          • MrK 29 de setembro de 2011 at 20:42

            VOCE TOCOU NUM PONTO FUNDAMENTAL

            veja bem, o japão sofreu muito na sua bolha imobiliaria, mas pelo menos no momento do boom economico, ele aproveitou pra criar e investir em empresas de 1a linha que são poderosas até hoje, exemplos: Sony, Nikkon, Canon, Toyota, Honda, Mitsubishi, banco Sumitomo entre outras… essas empresas cresceram e ganharam o mundo no momento do crédito fácil por lá

            muitos outros países tiveram o mesmo exemplo de crescimento de empresas durante a fase do ‘boom,’ empresas que duram fortes até hoje

            e o Brasil???? Quem surgiu nesse momento??? Só me ocorrem as empresasX que são a coisa mais esquisita do mundo… empresas de papel, ou seja, o unico legado dessa euforia mesmo vão ser as dividas…

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            • ô caramba 30 de setembro de 2011 at 19:53

              e eu pensando que essas empresas eram quase centenarias.
              vivendo e aprendendo…

              0
  • Schmidt 29 de setembro de 2011 at 19:47

    A Rossi colocou um baner de lançamento na piscina onde faço natação. Não é conversa. È bem no muro da piscina.

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    • Carlos Eduardo 29 de setembro de 2011 at 21:02

      hoje em dia você não consegue ficar 30 min sem ser bombardeado com algum lançamento!

      ou pelo rádio, ou quando para no farol, spam nos emails, banners pulando dos sites de internet … ou placas da rua!!

      ainda bem que o kassab proibiu esses banners na cidade de SP

      só tenho uma palavra, ABSURDO

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      • MrK 29 de setembro de 2011 at 21:11

        e o salao do imovel foi cancelado por “falta de apartamentos”

        ahãm

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  • trackback 29 de setembro de 2011 at 19:58

    A estratégia de uma imobiliária da minha cidade (Cachoeiro ES), para tentar desencalhar os empreendimentos locais, foi a de convidar “um grupo seleto” de futuros investidores para um “brunch” (café da manhã) nas futuras instalações dos imóveis. Já houve um – h t t p://multiimoveis211.entregadordecampanhas.net/ver_mensagem.php?id=H|1302|60618|130079634132875800 – super banquete, teve até propanganda e entrevista na TV local.
    Fui convidado, pelo corretor, para outro “brunch”, desta vez, será no domingo agora, vou aproveitar o café da manhã grátis do empreendimento – h tt p://www.condominioaldeiadasaguas.com.br/.

    0
  • MrK 29 de setembro de 2011 at 20:15

    ABORTOS do fipezap:

    o mesmo imovel sendo anunciado por

    R$1.260.000
    R$1.280.000
    R$1.300.000

    zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-GAVEA-SOB-CONSULTA/ID-2440986

    zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-GAVEA-Marques-De-Sao-Vicente/ID-2521736

    zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-2-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-GAVEA-RUA-MARQUES-DE-SAO-VICENTE/ID-2528573

    nunca foi tão fácil ganhar 40mil reais….

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  • Veigalex 30 de setembro de 2011 at 01:17

    Bolha.. novo post..

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  • Carlos Eduardo 30 de setembro de 2011 at 09:49

    http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+industria,fiat-volta-a-paralisar-producao-com-ferias,86234,0.htm

    olha a vergonha! Mais gente de férias!
    rs

    a parte boa é que não vou pegar transito nas minhas férias! Porque o brasil inteiro já está se antecipando!

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • Carlos Eduardo 30 de setembro de 2011 at 09:52

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+internacional,corretores-de-acoes-sao-mais-irresponsaveis-que-psicopatas-diz-estudo,86236,0.htm

    essa vocês vão adorar

    Corretores de ações são mais irresponsáveis que psicopatas, diz estudo

    Pesquisadores mediram a disposição em cooperar e o egoísmo de corretores profissionais; resultados excederam a expectativa dos autores do estudo

    BERLIM – Duas semanas atrás, um novo caso de fraude na corretagem de ações abalou o mundo financeiro quando Kweku Adoboli, um negociante do UBS, foi detido por ter supostamente desperdiçado cerca de US$ 2,3 bilhões num investimento arriscado e não autorizado. O funcionário de 31 anos, que trabalhava em Londres para o banco suíço, continua na prisão. Enquanto isso, o diretor executivo do banco, Oswald Grübel, renunciou ao cargo por causa do escândalo – o terceiro grande constrangimento a abalar a instituição nos últimos anos.
    Na última terça-feira, uma fala curiosa chamou se destacou durante a entrevista de um operador de mercado independente à BBC. “Não ligamos muito para como vão consertar a economia. Nosso trabalho é ganhar dinheiro com isso”, declarou Alessio Rastani.

    A situação espelha um escândalo semelhante ocorrido no banco francês Société Générale, no qual outro jovem “negociante vigarista”, Jérôme Kerviel, desperdiçou bilhões apostando em negócios arriscados em 2010. Ele ainda cumpre uma sentença de três anos de prisão. Mas, por que casos como este são tão comuns no mundo financeiro?

    De acordo com um novo estudo da Universidade de St. Gallen ao qual o Spiegel teve acesso, um dos fatores que contribuem para este padrão pode ser o fato de o comportamento dos corretores de ações ser mais irresponsável e manipulador do que aquele dos psicopatas. Pesquisadores da universidade suíça mediram a disposição em cooperar e o egoísmo de 28 corretores profissionais que participaram de simulações de computador e testes de inteligência. Os resultados, comparados ao comportamento dos psicopatas, excederam a expectativa dos coautores do estudo – o especialista forense Pascal Scherrer e Thomas Noll, um dos principais administradores da prisão de Pöschwies, ao norte de Zurique.

    Fome de destruição

    “Naturalmente, não se pode classificar os corretores como lunáticos”, disse Noll ao Spiegel. “Mas eles se comportaram de maneira mais egoísta e se mostraram mais dispostos a assumir riscos do que um grupo de psicopatas que foram submetidos ao mesmo teste, por exemplo.”

    Para Noll, foi particularmente chocante o fato de os banqueiros não terem como objetivo um rendimento mais alto do que o seu grupo de comparação. Em vez disso, pareciam mais interessados em obter uma vantagem competitiva. Em lugar de adotar uma abordagem sóbria, objetiva e profissional na busca pelo maior lucro, “era mais importante para os corretores obter um resultado superior ao de seus oponentes”, explicou Noll. “E eles investiam muita energia na tentativa de prejudicar os adversários.”

    Usando uma metáfora para descrever o comportamento deles, Noll disse que os corretores se comportavam como se o vizinho deles tivesse um carro idêntico, “e eles então o atacassem com um bastão de beisebol só para poder dizer que tinham um carro melhor”.

    Os pesquisadores disseram que não sabiam como explicar esta atração pela destruição.

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  • Capital H 30 de setembro de 2011 at 10:15

    Essa merece um tópico:

    Construção civil demite em massa:

    h t t p://www.hojeemdia.com.br/noticias/economia-e-negocios/construc-o-civil-demite-em-massa-1.347831

    Abraços

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    • Paulo Rocha 30 de setembro de 2011 at 12:12

      Engraçado culparem os baixos salários à queda no número de empregados. A pouco tempo atrás reclamavam da falta de mão de obra e que os custos estavam subindo. Já que os salários estão tão baixo para onde sera que o pessoal foi. Sera que pediram demissão para ficarem só em casa assistindo televisão? O pessoal deve ter partido para um ramo melhor e que remunere mais. Será que viraram todos corretores de imóveis? rsrs Bom pelo menos agora que a mão de obra esta mais barata os novos imóveis também devem ter um desconto.

      ———————-

      fonte: h t t p://www.hojeemdia.com.br/noticias/economia-e-negocios/construc-o-civil-demite-em-massa-1.347831

      O número de empregados da construção civil na Região Metropolitana de Belo Horizonte sofreu uma queda brusca no mês de agosto em relação ao mês anterior. Foram 13 mil empregos a menos no setor, um recuo de 6,7%. Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte (PED), que aponta ainda a redução da taxa de desemprego na RMBH pelo quinto mês consecutivo, passando de 7,6% em julho para 6,7% no mês passado.

      O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de BH e Região, Osmir Venuto, associa a retração do número de trabalhadores no setor aos baixos salários. Segundo ele, um número cada vez menor de trabalhadores economicamente ativos têm procurado emprego no setor ou se mantido no segmento.

      “A maioria da mão de obra empregada hoje pelas construtoras da RMBH vem do interior do Estado ou de outras regiões do país, como a Região Nordeste. O processo é simples: a mão de obra é mais barata e os trabalhadores se submetem a remunerações cada vez menores”, diz.

      Por outro lado, o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos, diz que a redução do número de ocupados na construção civil é um reequilíbrio de mercado, já que o setor se recupera do boom vivido em 2010. “É um processo natural de readequação, que também se explica pela redução do número de lançamentos imobiliários neste ano, com relação ao ano anterior”, argumenta.

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    • Zoom 30 de setembro de 2011 at 12:15

      Pesquisa de Emprego e Desemprego na RMBH aponta corte de 13 mil postos de trabalho no setor em apenas um mês

      O número de empregados da construção civil na Região Metropolitana de Belo Horizonte sofreu uma queda brusca no mês de agosto em relação ao mês anterior. Foram 13 mil empregos a menos no setor, um recuo de 6,7%. Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Belo Horizonte (PED), que aponta ainda a redução da taxa de desemprego na RMBH pelo quinto mês consecutivo, passando de 7,6% em julho para 6,7% no mês passado.

      O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de BH e Região, Osmir Venuto, associa a retração do número de trabalhadores no setor aos baixos salários. Segundo ele, um número cada vez menor de trabalhadores economicamente ativos têm procurado emprego no setor ou se mantido no segmento.

      “A maioria da mão de obra empregada hoje pelas construtoras da RMBH vem do interior do Estado ou de outras regiões do país, como a Região Nordeste. O processo é simples: a mão de obra é mais barata e os trabalhadores se submetem a remunerações cada vez menores”, diz.

      Por outro lado, o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos, diz que a redução do número de ocupados na construção civil é um reequilíbrio de mercado, já que o setor se recupera do boom vivido em 2010. “É um processo natural de readequação, que também se explica pela redução do número de lançamentos imobiliários neste ano, com relação ao ano anterior”, argumenta.

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  • Evandro CPS 30 de setembro de 2011 at 10:37

    Olha:

    h t t p :/ /www.diariodemarilia.com.br/Noticias/103385/Valor-venal-faz-IPTU-explodir-em-bairros-pobres-e-ricos-veja-casos

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    • Luiz 30 de setembro de 2011 at 11:40

      isso pode e vai acontecer no Rio e em outras cidades

      Imagina um imovel de valor venal de 1.000 reais????
      só se a casa for de papelão

      casas milionarias e IPTU de 100 reais vão deixar de existir num curto espaço de tempo.

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    • Ader 30 de setembro de 2011 at 12:06

      Há algumas semanas postei um questinamento justamente sobre esse assunto… Já perceberam que a valorização dos imóveis ainda não chegou na cobrança do IPTU.
      E aquele Decreto n° 7565, de 15/09/2011 que dipõe sobre a criação e a manutenção do índice de preços de imóveis no Brasil?

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  • Ar Quente 30 de setembro de 2011 at 10:46

    A diferença é que geral lá fora não paga os juros extorsivos que nós pagamos…

    valor.com.br/opiniao/1027868/fmi-volta-alertar-para-expansao-rapida-do-credito

    FMI volta a alertar para a expansão rápida do crédito

    Apesar de a crise nos países avançados ter sido o centro das atenções na recente reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI), não faltaram admoestações para os mercados emergentes. Os especialistas do FMI voltaram a alertar para a expansão do crédito no Brasil e outros países emergentes. A severidade agora exibida talvez queira compensar a leniência com que tratou anteriormente a explosão do crédito imobiliário nas economias centrais.
    De acordo com o Global Financial Stability Report (GFSR, o relatório de estabilidade financeira global), o crescimento rápido do crédito nos mercados emergentes cria o risco de deterioração da qualidade das operações. Pelo efeito manada, os bancos tendem a abrir as torneiras do crédito, sem se importar com garantias frágeis ou com valores inflados. A China, segundo o FMI, estaria vivendo uma situação desse tipo. Já no Brasil (e também na Turquia), “a qualidade do crédito parece forte na superfície, mas o crescimento rápido das operações, particularmente para pessoas físicas, apresenta um desafio importante para a estabilidade futura”. O Fundo parece tão seguro de sua previsão que o relatório diz, em outro trecho, que “a experiência histórica mostra que a qualidade do crédito vai provavelmente se deteriorar nos próximos anos”.
    Diante da inevitabilidade do desastre, o FMI aconselha os mercados emergentes a ficarem vigilantes, usarem medidas macroprudenciais e convencionais, monitorarem os bancos e, eventualmente, aumentarem suas exigências de capital para se protegerem de uma onda de inadimplência e de choques globais que podem apertar a liquidez e enfraquecer mais a economia.
    Ao menos para o Brasil os conselhos parecem exagerados. É verdade que o crédito cresceu rapidamente no país nos últimos anos. Em 2008, o crédito explodiu 31,1%; em 2009, cresceu 15,2%; em 2010, recuperou o ritmo e avançou 20,6%. Neste ano, o Banco Central (BC) pôs o pé no freio. Além de adotar medidas macroprudenciais, aumentou os juros para segurar o crédito e conter a inflação. O objetivo era limitar a expansão a 15%.
    Mas nada indicava que a meta seria atingida. De fato, os dados mais recentes divulgados mostram que o crédito já cresceu 19,4% nos 12 meses terminados em agosto, atingindo R$ 1,889 trilhão, equivalente a 47,8% do Produto Interno Bruto (PIB), levando o Banco Central a torturar a lógica ao dizer no relatório que acompanhou as informações que “a expansão do crédito bancário registrou aceleração em agosto, mantendo, porém, a trajetória de moderação observada ao longo do ano, condizente com a política monetária adotada e com o relativo arrefecimento da demanda doméstica”.
    Por fim, o BC teve que jogar a toalha ao admitir que o crédito crescerá 17% neste ano, chegando a 49% do PIB. A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa básica de juros de 12,5% para 12% no fim de agosto, diante do agravamento da crise internacional, influenciou a revisão.
    Em outros países emergentes o crédito vem crescendo de forma mais acelerada. De acordo com dados do FMI, o crédito aumentou 27,8% na Turquia, no ano passado, 26,3% na Índia e 21,7% na China.
    O que torna o alerta do FMI ao Brasil especialmente exagerado é o fato de o crédito estar crescendo no país puxado por modalidades mais seguras, como o consignado e o financiamento imobiliário, e de a inadimplência não ser exagerada.
    O crédito imobiliário com recursos livres e direcionados, para a aquisição e construção de moradias, tem crescido no Brasil o dobro do que o crédito total. Nos 12 meses terminados em agosto, saltou 49,3%. Mas o volume ainda é pequeno, R$ 180, 2 bilhões, menos de 10% do estoque total de crédito. São raras as operações de crédito garantidas por imóveis, os derivativos e a securitização imobiliária, o que também diferencia o mercado brasileiro de outros que passaram por bolhas.
    A inadimplência não parece preocupante, mesmo depois de ter subido de 3,4% para 3,5% desde julho por causa da elevação dos juros. É o patamar mais elevado desde agosto de 2010. Como a Selic foi reduzida e deve cair mais e o emprego e a renda estão estáveis, a inadimplência tende a recuar. Além disso, os bancos têm provisões equivalentes a 165% dos créditos vencidos há mais de 90 dias.
    Precaução, porém, nunca é demais; e vale a pena ficar atento aos alertas do FMI. Até porque o crédito já está pesando no bolso das pessoas. O pagamento de principal e juros absorve 21% da renda mensal das pessoas. Há seis anos, comprometia 17%.

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  • me 30 de setembro de 2011 at 11:37

    Duda postou uma notícia que poderia ser mais discutida. As previsões são que vai vir tempestade da braba por aí. Se ainda tiver essa bolha violenta que acredita-se existir, já viu.

    Dólar já disparou na semana passada e governo precisou intervir. Ninguém tá achando solução pro problema na Europa. E há torcida pro Brasil desabar com inadimplência? Ou entendi errado? Poderiam me explicar melhor?

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    • Carlos Wagner 30 de setembro de 2011 at 12:08

      Não se trata de “torcida pro Brasil desabar”. O clima de deboche ao tratar dessas noticias é mostrar o quanto o governo, a midia, os orgão reguladores e os profissionais liberais diretamente interessados estão manipulando as informações veiculadas a fim de induzir a grande massa a continuar consumindo e se endividando.

      Cada noticia que afirma que o brasil desceu mais um degrau é comemorada simplesmente para mostrar que não estamos errados ao nao nos deixarmos manipular e que a realidade é bem diferente pelo quadro pintado pelo PT.

      Mas se o caos previsto vier, nao vai ser bom pra ninguem. Temos até medo disso e o governo está alimentando a fogueira com o unico objetivo de se manter no poder.

      Isso é, no minimo, muita irresponsabilidade.

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      • Duda 30 de setembro de 2011 at 12:47

        Correto. Ninguém quere o pais afundado na lama. A realidade vem dizendo o que há quase um ano se diz neste blog. O deboche é contra periodistas, comentaristas, corretores, banqueiros e outros que estão enganando a população, dizendo que a festa vai ser eterna. A nossa função aqui, opino eu, e mostrar a realidade como é. SDS

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        • Luiz 30 de setembro de 2011 at 13:16

          Duda, li o artigo, o BR está prestes a deixar de ser o queridinho, ai vamos ter q viver pelas nossas proprias pernas e deixar a ilusão.

          Mas sabe o que mais me surpreende? É essa gente que vem aqui no blog nos provocar
          Ele nos considera derrotados da classe media reacionaria a procura de algum culpado no governo, mas agora vem aqui pedir orientação. Ora nós não eramos apenas materia de estudo antropologico?

          Até os que nos combatiam agora começam a enxergar a coisa pela razão e pela lógica mais simples.

          Veja que essa gente se pensa superior, são mutos novos e mto egoistas demais pra perceber um palmo na frente do nariz, É o perfil do irresponsavel mais perigosos que psicopatas (veja o estudo).

          Essa mesma gente que nos critica são aqueles que batem em faxineira de madrugada no ponto de onibus pq estavam mto bebados e drogados pra confundir um trabalhador normal com outra trabalhadora que eles consideram que merece uma surra.

          Se essa gente preconceituosa e bem nascida pudesse eles nos atiravam pedras tbm, punha fogo na gente e no blog. Eles tem nojo daquilo que eles pensam ser a classe média reacionaria, que trablha e estuda, e não essa vanguarda legal que opera em bolsa, que usa drogas, que tem amigos legais, com carros legais, com casas legais.

          Essa gente não merece respsota, eles vem aqui nos provocar, afrontar, humilhar, apedrejar, e ao mesmo tempo não vivem sem nós os reacionarios, pq eles sabem que a vanguarda deles não leva a nada.

          Não tenho nojo dessa gente, tenho pena pq a natureza cuida, já sabia Darwin 200 anos atrás.

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          • ô caramba 30 de setembro de 2011 at 19:48

            uau! voce traçou o perfil socio economico e psicologico de pessoas que nunca viu!

            é sensacional. É um privilégio poder ler comentários de uma pessoa de tamanho talento.
            ensina pra gente, vai… por favor.

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            • luiz 2 de outubro de 2011 at 02:48

              essas ironias debosta de novo, é o maximo q conseguem fazer?

              dá pra conhecer essa gente de longe pelo cheiro
              provavelmete melhor do que elas seconhecem
              ensino sim: um pouquinho de bom senso um minimo de experiencia em algum pais civilizado qualquer uma pequenissma dose minima de ética e auto controle e se ão for mo luxo, de responsabilidade

              ena não ter um debate melhor com meus adversários, queria ler argumentos melhores.
              só isso?

              não ´atoa que aquele estudo da suiça provou que operadores de mercado podem ser mais destutivos que psicopatas criminosos em prisão perpetua e camisadeforça, olha lá o link no ste do drunkeyesian, que vcs gostam

              vai tentando, ô bando

              0
              • luiz 2 de outubro de 2011 at 02:51

                completando, estou sendo injusto, tem um entre eles q começa a entender
                um unico basta pra mim, é o dobro do que eu esperava

                0
              • bem nascido 2 de outubro de 2011 at 23:56

                sen-sa-cio-nal. sem palavras.
                anotando aqui.

                impressionante a precisao cirurgica dos diagnósticos.

                sugestão: refine o método e tente adivinhar a marca da geladeira deles.
                e cobre por essas aulas, um talento assim merece ser recompensado.

                muito obrigado pela atenção, ainda mais no meio de sua (imagino) maravilhosa noitada , uma pena que não conheci antes este maravilhoso site. serei assíduo, sem duvida.

                cumprimentos de seu mais novo fã

                0
    • Duda 30 de setembro de 2011 at 12:42

      Teremos uma tormenta forte, na certa. Olha o comentarios de este analista espanhol:
      h ttp://w ww.intereconomia.com/blog/blog-usa/mas-madera-20110930

      O Brasil terá problemas para pagar os juros da sua dívida. Isso tão cedo como 2012. O Artigo esta em espanhol, mas continua na linha do que postei antes.

      0
  • Ader 30 de setembro de 2011 at 11:56

    Uma dúvida amigos…
    Tenho um terreno que pretendo vender para somar com uma reserva e comprar um imóvel para morar. Porém o valor total que terei fica um pouco aquém do imóvel que planejo comprar. Que devo fazer no momento? Não vender o terreno agora? Vender e aplicar o dinheiro aguardando uma possível queda dos preços? Financiamento para inteirar o que falta (aproximadamente uns 80k)? Se alguém puder me orientar agradeço desde já.
    Obrigado!

    0
    • Carcará 30 de setembro de 2011 at 12:17

      Ader,
      inicialmente, essa é uma decisão unicamente de primeira pessoa. É você que tem de pesar prós e contras e ver se vale a pena. Em relação ao valor do terreno, é o seguinte: se o valor do terreno está sobrevalorado, ele vai naturalmente sofrer uma correção quando a bolha estourar. Nesse caso, seria interessante vender e aplicar o dinheiro. Difícil dizer onde. Mas como disse, essa é apenas uma variável. Pese todas as possibilidades e decida você mesmo o que fazer.

      Abraços.

      0
      • Ader 30 de setembro de 2011 at 13:14

        Obrigado Carcará.
        É mais ou menos isso mesmo que tenho pensado…

        0
  • Anonymous 30 de setembro de 2011 at 11:58

    Residência oficial do momento (pode ser uma futura cadeia pra corretores).

    http:// g1.globo.com/mundo/noticia/2011/09/hotel-frances-lanca-quarto-bolha-com-vista-para-estrelas.html

    Será que poderia ocorrer uma “bolha da bolha”?

    0
  • Jr. 30 de setembro de 2011 at 12:16

    VEJAM O E-MAIL QUE RECEBI:
    O Lançamento do Empreendimento NY | SP (Nova York | São Paulo) pela EVEN Construtora e Incorporadora será neste próximo Sábado 1º/10/2011 a partir das 07:00 horas da manhã no Estande de Vendas do Empreendimento sito à Rua Nova York Nº 764, esquina com Rua Guararapes, no Brooklin em São Paulo

    AGORA ATENTEM (E RIEM) DESTA PARTE:
    A partir das 07h30min horas terá início a Distribuição de Senhas Numeradas aos Clientes Presentes, respeitando a sua Ordem de Chegada ao Estande de Vendas.

    E em seguinte, segue toda a relação da papelada necessária para a compra, afim de otimizar e agilizar o processo e garantir a compra da sua reserva.

    OUTRO SITUAÇÃO:
    Domingo passado fui numa corrida de rua e ao final ao receber a tradicional sacolinha com a medalha, frutas, camiseta, etc… e em vez de panfletos propagando uma academia, um produto saudável ou uma outra corrida…. tinha DOIS PANFLETOS de dois lançamentos prédios na região !

    O desespero toma conta.

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    • Luiz 30 de setembro de 2011 at 12:28

      eles pensam q a gente é idiota.

      um corretor da even abriu o jogo comigo, num lançamento no metro cu do S. judas, mas com vista pro pq Ibirapuera (quem é de Sp sabe o absurdo disto). O preço de um 3 dorms tva em um milhão, mas como encalhou eles faziam desconto de 15%.

      Um dia fui lá ver, eles fazem todo um misencene com gente engravatada, gostosonas e tudo mais. Adianta nada 50% encalhado.

      0
  • Luiz 30 de setembro de 2011 at 13:22

    copiei do nosso sempre pertinente e as vezes ironico trading cafe
    um site pra ter entre os favoritos, cara culto e de bom senso

    Bolha Imobiliária no Brasil… Como não existe uma, as ações do setor demonstram isso…
    Posted on September 30, 2011 by tradingcafe

    Como todo mundo insiste em dizer que não existe uma bolha imobiliária no Brasil, os investidores afoitos estão vendendo as ações das empresas do setor à vontade… Eles certamente estão equivocados… O mercado está caindo como um todo mas as ações do detor imobiliário estão superando as quedas com folga, pelo simples fato que os preços praticados na comercialização dos imóveis está absurdo, o crédito retraiu e as vendas estão em queda também.

    Como o preço das ações representam os fluxos de caixa futuros trazidos a valor presente, as ações estão despencando.

    Vale lembrar que há pouco tempo certos bancos (que não podemos falar o nome, estilo o cara do Harry Potter…) estavam recomnedando compra forte, ,,,,

    leiam o resto lá
    h t t p ://tradingcafe.wordpress.com/

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  • MrK 30 de setembro de 2011 at 13:25

    Pessoal,

    Mais noticias do front: 2 Amigos meus foram procurar imóveis no Rio de Janeiro (Zona sul), onde os jornais juram que não há mais oferta… ambos acharam diversos imóveis, muitos oferecidos há meses (confidenciado pelos corretores) e ambos fecharam seus imoveis abaixo do valor pedido, um com desconto de 10% e outro de 15%.

    Vai vendo…

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    • MrK 30 de setembro de 2011 at 13:28

      desculpa, faltou mencionar que ambos eram imoveis pra aluguel

      o aluguel já nao está mais tão louco, caminha pra uma retração, todos estão fechando abaixo do pedido

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  • Álvaro Imoveis em Jundiaí-sp 17 de outubro de 2011 at 16:24

    Tudo isso por causa de especulação desenfreada !!!

    As grandes imobiliarias e incorporadoras induzem como bem intendem o mercado imobiliário !!

    http://www.slideshare.net/Alvarofl2008/apresentao-de-jundia-corretor-lvaro-menegatti

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