#BolaDeCristal Preços dos imóveis não devem baixar no Brasil, diz consultoria – Clip Imobiliário

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Comments
  • Zoom 10 de setembro de 2011 at 15:04

    Putz, foi o que eu disse num post anterior sobre a credibilidade daqueles que estao dizendo que o mercado soh tende a subir. Muito legal o que vc fez, parabens e vamos cobrar e mostrar quem sao esses que enganaram os coitados. vlw

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    • Bolha Imobiliária 10 de setembro de 2011 at 15:06

      Ah cara, hoje eu estou pro crime…Descendo a lenha em todo mundo…Primeiro foi com o mercado de automóveis, agora voltando a realidade do mercado de imóveis…

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  • Schmidt 10 de setembro de 2011 at 15:30

    Resumindo: esse “consultor” (depois que inventarem essa palavra desapareceram as outras profissões) provavelmente, ou melhor, certamente recomendou aos “investidores” as seguintes direções (nesta ordem): Dubai, sub-prime americana, Espanha, Irlanda, Portugal, Grécia(os ricos mais pobres do mundo,KKKK) e a Itália. Depois do Brasil ele irá recomendar a China.

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  • carlos wagner 10 de setembro de 2011 at 16:11

    Repostando

    Bolha e demais colegas.

    Achei este artigo excelente e explica muito claramente e de forma didática porque nossa economia não é sustentavel e porque a interferecia do banco central nos mercados de livre comercio podem ser prejudiciais, consequentemente, criar bolhas e inflar os ativos.

    h t t p : / / w w w .mises.org.br/Article.aspx?id=552

    Bolha, eu acho que mreceria um tópico…

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    • carlos wagner 10 de setembro de 2011 at 16:12

      Lendo a matéria acima postada por mim, chegamos a conclusão de que o resjuste de preços de ativos é determinada, em condições de livre comercio, pela escassez/abundancia de recursos disponiveis no mercado de tal forma que mantenham os preços num patamar que possa ser consumido pela publico a que foi direcionado.

      Neesa linha de raciocinio, posso concluir que a bolha imobiliaria brasileira apresenta dois fatores que a inflam:

      1) A elevação dos preços devido a ecassez dos recursos (materiais de construção, mão de obra, credito) utilizados na concretização dos empreendimentos de forma que a renda da população não vem acompanhando, desta forma impossibilitando que o produto final seja consumido por boa parte da população;

      2) O descolamento do preço dos ativos imobiliaria dos patamares considerados saudaveis, medidos pelos indices que regulam a construção civil.

      Desta forma, estamos sendo, duplamente lesados e a cada dia os imoveis se descolam cada vez mais realidade do brasileiro, ficando com preços proibitivos.

      Portanto, percebemos claramente que apenas a liberação do credito não vai, por si só, ser capaz de continuar alimentando esse mercado. Afinal, o que adianta credito se não há demanda que tenha perfil para preencher os requisitos para sua concessão? A não ser que os bancos comecem a conceder credito irresponsavelmente. Nessa conjuntura teremos uma sobrevida, senão, acredito que a curva grafic esteja convergindo e os preços tendem a despencar.

      Supondo que minha analise fosse verdadeira e condizesse com a realidade, poderiamos aferir ainda o percentual aproximado que essa queda de preços possa ter.

      Imaginemos a sequinte situação real:

      Meus rendimentos são de 5 mil. Moro num apartamento que estava sendo vendido em 2007/2008 por 90 mil. Com esse rendimento eu tenho disponivel 120 mil reais junto a CEF, com juros reduzidos por ser funcionario publico federal. Devido a conjutura de mercado em 2007, tudo indicari ue este empreendimento seria destinado a essa faixa de publico.

      Pois bem. Hoje, esse Apto é vendido a 290 mil. Suponhamos que os indices de mercado tivessem valorizado este Apto em 100% em 2 anos (devido a escassez de resursosm como explanado acima), teriamos um preço final de 180 mil. Portanto a diferença de preços desses 180 mil para os atuais 290 mil = 110 mil, praticados atualmente é mera especulação.

      Diante dessa realidade, poderiamos aferir que a diferença de 110 mil seria um percentual justificadamente sobresalente e que grande porcentagem dessa valorização dentro dos indices que medem a construção civil se deram em uma conjuntura de mercado anormal.

      Concluindo: 50% de queda nos preços dos imoveis é uma porcentagem que pode ser considerada “não exagerada”.

      Concordam?

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      • Cleyton 11 de setembro de 2011 at 23:42

        Um colega meu, como eu também servidor federel, recebeu aquele email com taxas especiais e coisa e tal, só que na hora de fechar o negócio o valor passou do “teto” (o que,diga-se de passagem não é difícil, e a casa era só 150k), logo, juros de 12%aa! Quanto à queda de 50% eu creio que está correta. Abraços.

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      • Eduardo Zé 12 de setembro de 2011 at 09:31

        Se baixar os 50%, capaz de não vender.

        Vai ter muita oferta, possíveis clientes endividados, o comprador vai sumir, aliás sumiu.

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      • Luiz 12 de setembro de 2011 at 12:16

        Carlos, a escola austriaca e essas teorias de equilibriod e oferta e procura já não explicam quase nada hoje.

        Os mercados seguem estrategias muito mias complexas, a tal ponto de se dizer que o preço certo é o rpelo que esta aí. Diversos premios nobel explciaram isso, John Nash, teoria dos jogos e etc…

        Tem um exemplo interessante, vc pega 2 vendedores de picolé na praia, no inicio ambos vão percorrer a praia inteira, depois de um tempo vão chegar num acordo mas nunca vão dividir a praia meio a meio, semrpe vão ficar no primeito terço do meio, pra tentar roubar ao max os clientes um do outro.

        É o que acontece com a bolha, por mais que os fundamentos digam que o preço é um, ele insiste em se agarrar ao preço do passado.

        E por isso defendo que a bolha está ainda antes do auge, no curto prazo estes consultores estão certos, afinal não seriam tão idiotas a ponto de queimar o próprio nome assim tão fácil.

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        • claudenor 23 de setembro de 2011 at 11:18

          consultar vai falr o que o setor imobiliario pede, o que as construtoras pedem, senao vao ficar desempregados.

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  • MrK 10 de setembro de 2011 at 16:19

    Gente, sempre que muito dinheiro cruza a fronteira de um país é a MESMA HISTÓRIA, nossa, cansei de ver isso milhões de vezes..

    o dinheiro vem, o país libera crédito, as vendas crescem, o mercado de trabalho fica aquecido, as ações sobem, os ativos do país (incluindo casa) sobem, a inflação do país sobe… quando há alguma preocupacao no cenário interno, ou outro país se tornando mais atraente, o dinheiro vai embora e tudo vira pro lado oposto.

    Isso vem desde o conceito primário de inflação: Aumento da oferta monetária pra um número finito de bens, ou seja, quando joga mais dinheiro numa cidade ou país, mais rapido que a produção pode acompanhar, preços sobem automaticamente.

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  • Galvão 10 de setembro de 2011 at 19:24

    pelamordedeus!!!!! É muita cara de pau. sem comentários.

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  • Anonymous 11 de setembro de 2011 at 21:36

    Encontrei a formação acadêmica do consultor da Cushman & Wakefield. Ele é formado na Venezuela. Provavelmente, a Cushman & Wakefield enviou-o para a Banânia porque o idioma nativo dele é Espanhol. Pela minha experiência, os Americanos acreditam que a Banânia fala Espanhol.

    Mordejai Goldenberg

    Electrical Engineering from Universidad Simon Bolivar
    www . usb . ve

    MBA from Instituto de Estudios Superiores en Administracion (IESA).
    www . iesa . edu . ve

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  • Anonymous 11 de setembro de 2011 at 21:49

    Lembre-se sempre que o bernie madoff ENGANOU vários bancos, inclusive o HSBC, prometendo retorno de 10% a 17% ao ano.

    2003
    revistapegn . globo . com/Empresasenegocios/0,19125,ERA561838-2474,00 . html

    Nome: Mordejai Goldenberg
    Idade: 38 anos
    Onde nasceu: Naharia, Israel

    Mordejai Goldenberg é jovem, talentoso e, apesar de estrangeiro, conhece profundamente o mundo do empreendedorismo brasileiro. À frente da Eccelera, tem a missão de identificar empresas competitivas de tecnologia e investir no seu desenvolvimento.

    2011
    www . dci . com . br/Private-Equity-no-Brasil-ainda-e-dominado-por-estrangeiros-13-388989 . html

    são paulo – Mesmo com rentabilidade de até 25% acima do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), o aporte em fundos de private equity permanece dominado por investidores estrangeiros.

    Entre as principais instituições que atuam no Brasil nesse segmento, a Cushman & Wakefield já trouxe US$ 800 milhões em investimento direto estrangeiro para o Brasil em 2011. “Esperamos fechar o ano com US$ 1 bilhão”, prevê Mordejai Goldenberg.

    De acordo com ele as cotas procuradas por fundos de pensão estrangeiros, fundos soberanos e family officers são captadas em Nova York, Londres e Paris. “70% dos investidores são estrangeiros”, diz Modejai.

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  • Anonymous 11 de setembro de 2011 at 21:56

    A cara-de-pau é tanta que o sujeito que nasceu em Israel, morou a maior parte da vida na Venezuela e nos EUA, está no Brasil faz uns 8 anos e já fala em NOSSO sistema financeiro. Pode?

    2011
    www . estadao . com . br/noticias/impresso,ha-uma-bolha-imobiliaria,713497,0 . htm

    Mordejai Goldenberg – O Estado de S.Paulo

    O boom experimentado pelo mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos tornou frequente uma pergunta: será que estamos vivendo uma bolha? Na minha opinião, não há motivos para essa desconfiança, uma vez que as garantias reais, aliadas às regulações e políticas que regem nosso sistema financeiro, imobiliário e de mercado de capitais, minimizam os riscos sistêmicos e o “gás” que deu origem às bolhas imobiliárias em outros países.

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  • Daniel 12 de setembro de 2011 at 08:13

    Cara,
    Pra mim isso parece papo de vendedor…
    Fala muito sem dizer nada, especula com dados meramente subjetivos…
    Faltam dados reais pra embasar a opinião dada na matéria…

    Daniel

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  • Rogério 12 de setembro de 2011 at 15:06
    • Bolha Imobiliária 12 de setembro de 2011 at 15:38

      Eu li…”Não vai subir, mas também não vai baixar”….Ridiculo isto

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      • Fred Henrique 12 de setembro de 2011 at 17:27

        HAHAHA. Tosco, muito tosco.

        Na prática quer dizer:

        Se você tem um imóvel para vender em uma rua que tem mais 5 imóveis a venda, não se preocupe em baixar os preços, pois está garantido que os outros vendedores também não vão baixar.

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    • Anonymous 12 de setembro de 2011 at 17:01

      Para a maior imobiliária do mundo, a Century 21, … e está no Brasil desde 2008. Leia a seguir os principais trechos da entrevista de Ernani Assis, presidente da Century 21 no Brasil:

      Sabe TUDO da Banânia, afinal está aqui faz 3 anos!!!

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  • Rogerio 12 de setembro de 2011 at 18:29

    Mais um que merece #BolaDeCristal nele!!

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