Não há bolha imobiliária, de jeito nenhum….

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Comments
  • RT 28 de agosto de 2011 at 13:21

    A bolha já está falada em todo lugar.

    No meu trabalho e fora dele, até no salão onde corto cabelo, mesmo as pessoas que não são fissuradas no tema (como eu, hehehe) não aceitam como “normais” os preços estratosféricos.

    Esses dias, entreouvi a conversa de dois colegas de trabalho, um dizendo para o outro: “não posso nem garantir onde estarei trabalhando amanhã! Como vou me endividar assim por 30 anos?”.

    Pra mim, o simples fato de ter tanta gente estranhando / repudiando os preços já é sinal de bolha. Por mais tolo que isso possa soar, o fato é que as pessoa repudiam não por capricho, mas por saber que não têm renda nem para pensar em comprar um imóvel do jeito que as coisas estão. E apesar da propaganda oficial, o fato é que a renda só cresceu desse jeito na base da pirâmide.

    Ninguém acharia estranho o preço do litro leite aumentar 40 centavos. Mas se aumentasse 2 reais, viraria tema de conversa.

    O que aconteceu com os imóveis foi esse exemplo do leite. Não aumentaram os “30 centavos do leite”, o que poderia até ser considerado normal. Simplesmente descolaram da realidade.

    E querem nos enfiar na cabeça que isso é normal.

    Só vejo duas categorias de pessoas negarem a bolha:

    – os diretamente interessados, como corretores, construtoras, etc;

    – os que fazem análises ridículas na base do simples “achismo”. Tenho um colega que, sem dar nenhuma explicação, “acha” que os preços vão apenas se estabilizar.

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    • RT 28 de agosto de 2011 at 13:25

      Corrigindo:

      Não aumentaram os “40 centavos do leite” …

      E incrementando:

      Não vejo em lugar nenhum as pessoas com renda para suportar os preços que nos juram ser normais.

      Pelo contrário, o que mais vejo são pessoas que, como eu, hoje se sentem quase pobres, mesmo tendo uma renda boa.

      Onde está a “demanda” que tanto dizem existir para o atual patamar de preços.

      Mas tudo bem, até a negação da bolha eu acho normal. Bolhas são sempre assim, precedidas por euforias que os interessados juram ser “justificável”, até que estouram. Se fossem facilmente previsíveis, não existiriam.

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      • Duda 30 de agosto de 2011 at 12:19

        35 milhões em 20 anos… 35 milhões de moradias “servem” para uns 140 milhões de pessoas… não sabia que o Brasil estava experimentando uma explosão demografica dessa magnitude. Sobre tudo quando se tem em conta que acontece quase o contrario: a piramide populacional esta ficando mas fina abaixo que no meio (ou seja, ja não é piramide!!). Este cara esta alucinando, diretamente. Mas como vc falou: Tentam justificar o injustificavel, ate o dia antes do estouro…

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        • Paulo Rocha 30 de agosto de 2011 at 12:51

          É que os novos imóveis tem areia de mais e cimento de menos. Todo mundo sabe o que acontece com um castelo de areia em dia de chuva. rsrs

          Esse ano chuveu muito de acordo com o secovi. Também com as mudancas climáticas o tempo ficará mais instável. rsrs

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    • Galvão 29 de agosto de 2011 at 11:18

      RT, incluiria mais uma modalidade de pensamento sobre a não-existência da bolha:
      pessoas que apelam para “sua experiência de vida” na qual nunca viram os preços de imóveis cairem e que acima de tudo ouviam dos pais, investir em “terra” não tem erro.

      Estou dizendo isso, pois nesse sábado, aqui em Brasília no aniversário da minha prima, ouvi isso de algumas pessoas (faixa de 50 anos). Nesse caso, são pessoas que não se encaixam nos outros dois perfis que você mencionou. Simplesmente ouviram a vida inteira que imóveis sempre são um bom negócio. Detalhe: são pessoas instruidas e de ótima situação financeira.

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      • Iury 29 de agosto de 2011 at 11:55

        Galvão, o raciocínio dos mais antigos não está errado. Realmente, quando você investe em imóveis (com consciência, não na base da euforia) você está fazendo um investimento garantido para xxx anos.

        O problema é este “xxx”… hehehehehe… ninguém quer esperar 20 anos para ver o seu investimento começar ficar vantajoso.

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        • Jack Imóveis 29 de agosto de 2011 at 12:03

          Concordo,

          Ter um patrimônio em imóveis sempre foi um bom investimento. Porém observe o seguinte:

          1. Esses imóveis eram comprados a vista ou construidos com capital próprio. Portanto não eram alavancados.
          2. O retorno do investimento normalmente era passado de geração para geração (olha o tamanho da linha do tempo)

          Hoje os imóveis tem sido tratados como se fossem derivativos. Uma valorização de 20 anos não pode vir em 2.

          Abraços

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          • Galvão 29 de agosto de 2011 at 12:05

            Também acho o raciocínio dos antigos bom. Mas não para agora.

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    • GPTFN 29 de agosto de 2011 at 18:53

      O que vocês acham desses prédios novos com aptos de 50m2, e toda uma infraestrutura de lazer, que na verdade é utilizada por poucos e encarece o condomínio de todos?
      Muitas vezes o valor do condomínio seria por si só suficiente para alugar o mesmo apto num bairro menos cobiçado.
      Dou por exemplo a Barra da Tijuca, onde o condominío pode chegar a 800 reais, e isso pra um apto normal imagina a cobertura!

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      • DanielCM 29 de agosto de 2011 at 22:28

        Quando me deparo com essa sua pergunta me em outra na cabeça: em quanto vai ficar o condomínio quando for necessário dar uma boa manutenção nesses equipamentos todos, daqui a alguns anos???

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    • Roberto 2 de setembro de 2011 at 13:28

      Retirei do site http://www.mostraimoveis.com.br, não sei se a fonte está correta

      Acertar a hora de comprar o imóvel é fundamental

      Mesmo com sua fama de investimento seguro, o mercado imobiliário não é infalível, e, na opinião do professor de finanças da Faculdade de Economia e Administração da USP, Keyler Carvalho Rocha, a compra de um imóvel não é um bom negócio a não ser que seja para utilizá-lo.

      Um dos motivos, diz, é a falta de liquidez. “Se precisar de uma parte do dinheiro, não há como resgatar metade do apartamento, como dá para fazer em uma aplicação”, alerta. Além disso, se estiver alugado, o proprietário está preso ao contrato, em geral, de 30 meses. “O inquilino tem preferência e pode renovar o contrato. Se ele entregar, é quase certo que o dono terá que gastar com reparos.”

      Para o professor, a estratégia correta com imóveis é a mesma de outros investimentos: aproveitar as boas fases. Ele questiona a máxima de valorização certa com o tempo. “Está muito caro, e a valorização não é real, é especulativa”, avalia. Para ele, os preços altos dos imóveis na capital indicam que o momento não é bom para a compra, e sim para venda.

      Quanto à compra de imóveis na planta, ele lembra que trata-se de bancar a incorporadora e apostar na entrega do imóvel dentro do prazo estimado, o que pode não ocorrer por problemas de documentação, licenças e até de falência da empresa responsável por levantar o prédio.

      Mesmo que o rendimento mensal seja mais alto, o valor obtido com aluguel é sujeito a pagamento de Imposto de Renda, e, ainda pode levar à mudança de faixa de tributação do proprietário, chegando a 27,5%, enquanto a poupança não é taxada. Sobre a venda de imóveis também incide IR, desde que não seja o único imóvel do contribuinte

      Fonte: Jornal da Tarde.

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  • Elias 28 de agosto de 2011 at 14:00

    Hora de fazer um seguro
    Autor(es): Edward Amadeo
    Valor Econômico – 26/08/2011

    (…)

    E nós com isso?

    No Brasil, os avanços institucionais e econômicos dos governos FHC e Lula 1 contribuíram para que os últimos anos tenham sido bons. Mas é preciso reconhecer que o país surfou o boom global de 2003-2008 e, depois, o boom chinês de 2009-2011. O fato é que a nossa sensação de melhora em muito se deve ao bônus global, que o governo Lula 2 usou para financiar um farto programa de subsídios para variados grupos econômicos e sociais. Poderíamos ter poupado para o tempo das vacas magras.

    Mesmo pujante, o Brasil é muito vulnerável. No cenário em que o mundo desenvolvido e a China desaceleram, não deve haver ilusões, o governo brasileiro terá que cortar gastos e frustrar as expectativas dos cidadãos. Esse ajuste pode ser tão menos doloroso quanto maior for o investimento em ações preventivas.

    Quais são as principais lições daqueles países que estão no olho do furacão?

    Primeiro, fortalecer os instrumentos de avaliação de risco do sistema financeiro. Isso significa que a expansão do crédito em resposta ao choque global deve ser parcimoniosa sob risco de causarmos a nossa própria bolha. Alan Greenspan jamais imaginou que a política monetária pós-Nasdaq pudesse ser um ingrediente da crise que nos trouxe até aqui. O governo espanhol jamais imaginou que o boom imobiliário fosse solapar os bons fundamentos fiscais desenvolvidos ao longo de anos.

    Segundo, adotar medidas que reduzam a trajetória da dívida pública de longo prazo e aumentem radicalmente a capacidade de aumentar e diminuir os gastos públicos. Essas reformas são essenciais para acumular artilharia para a hora do aperto. Hoje, nosso armazém de armas está vazio. Mesmo com as receitas crescendo acima do Produto Interno Bruto (PIB) durante anos, o governo mal consegue fazer um ajuste de 1% do PIB.

    Essas são iniciativas para blindar o país contra o que pode se revelar uma mudança histórica da economia global. Assim como o ingrediente fundamental para reduzir a taxa de juros de forma permanente e, assim, a pressão sobre o real. Agora é a hora para fazer o seguro contra catástrofes. Agora que a economia está bem e o prêmio de seguro é politicamente barato. A história dos países ricos mostra que o prêmio torna-se quase proibitivo quando há escassez de munição, a economia está empobrecida e as lideranças sem credibilidade.

    Edward Amadeo é economista da Gávea Investimentos

    Mais um artigo mencionando o termo “bolha”.

    Cada vez mais especialistas reconhecendo que entraremos num período de “vacas magras”.

    Lá no site do Nouriel Roubini, tem um artigo denominado “China’s Unsustainable Growth Model: The Rising Risk of a Hard Landing After 2013”. Não consegui acesso – só para assinantes.

    Mas isso corrobora aquele artigo do Pérsio Arida publicado há alguns meses, que prevê que o modelo brasileiro, dependente da China, não sobrevive até 2015.

    Se você ainda juntar a informação do livro do R. Aliber, de que as bolhas duram de 15 a 40 meses…boom!

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    • RT 28 de agosto de 2011 at 14:15

      “Mesmo pujante, o Brasil é muito vulnerável”

      Tenho a impressão que o Brasil vem crescendo além do que as poucas mudanças estruturais permitiriam. Aquela sensação de que a euforia alardeada não corresponde ao que de fato se resolveu em termos de problemas do país.

      Mas é uma opinião de leigo, uma vez que sou engenheiro, e não economista nem nada do ramo.

      Por isso, pergunto a quem for da área: estou errado?

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      • Galvão 29 de agosto de 2011 at 11:27

        RT também sou engenheiro. Mas como você disse, tem alguma coisa cheirando mal. Acho que o governo já sabe que as coisas vão muito mal.

        Gosto do que o Eduardo Gianetti diz:
        “Tivemos a euforia juscelinista, segunda metade dos anos 50, e também o período da metade dos anos 70, no qual o general Geisel dizia que o Brasil era uma ilha de prosperidade num mar turbulento. Muito parecido com o quadro que se tem hoje. Poucos anos depois, o Brasil se tornou uma ilha turbulenta num mar de prosperidade. Eu espero que não se repita esse enredo”.

        “O que ocorre é que essa ilha, se não investir em educação e capital humano de forma geral, pode virar um ponto de turbulência em um mar de prosperidade.”

        Acho que todas as luzes vermelhas já estão piscando nos paíneis: estamos prestes a entrar em turbulência.

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    • MrK 28 de agosto de 2011 at 19:06

      otimo texto Elias

      adiciono aquilo que sempre venho falando: O Brasil já usou grande parte da sua munição de estimulo economico pra fazer a tal da marolinha, já soltou o crédito, já baixou ipi de carro, de linha branca de material de construção, já fez o MCMV, já mandou o povo comprar.

      ou seja, todo mundo que queria comprar carro, eletrodomestico ou casa fez essas compras há pouco, e são na imensa maioria pessoas que não trocariam o carro ou a casa, estão novos! ou seja, ele (governo) já perdeu pelo menos 80% do poder de fogo dele!

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    • Carlos__ 29 de agosto de 2011 at 12:32

      Aqui você consegue ler o artigo do Roubini. Aliais, com esse nome, ele poderia ser presidente do Brasil.

      filsingergames.proboards.com/index.cgi?board=currentevents&action=display&thread=8392&page=1

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  • Anonymous 28 de agosto de 2011 at 14:08

    Próximos 20 anos, valorizando 30% ao ano, resulta em 18905%. Negocio bom está aqui. E tem gente que investiu (Celebridades, Bancos, HSBC inclusive) com o Bernie Madoff para ganhar míseros de 10% a 17% ao ano. Esses devem estar correndo para a Banânia.

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  • Mahmoud 28 de agosto de 2011 at 16:37

    CENÁRIO ANTERIOR A BOLHA IMOBILIÁRIA JAPONESA

    Em 1983, os terrenos no centro de Tóquio davam os primeiros sinais de valorização. O valor imobiliário do Japão, que era estimado em U$$ 4,2 trilhões ao fim de 1985, aumentou para U$$ 18,4 trilhões cinco anos depois.

    A partir de 1985, as empresas e as famílias aceleraram seus investimentos em imóveis. Para tanto, fizeram o uso de volumosos empréstimos junto aos bancos. Entre 1985 e 1989, a carteira imobiliária dos bancos aumentou de 17 para 43 trilhões de ienes (U$$ 400 bilhões). Do mesmo modo, as instituições financeiras não-bancárias também se lançaram agressivamente nesse mercado. O saldo total de empréstimos dessas instituições cresceu, no período, de 22 para 80 trilhões de ienes, dos quais 32 bilhões representavam aplicações para a compra de imóveis

    Para se ter uma idéia do que se verificou em termos de valorização imobiliária, em 1990 poder-se-ia, teoricamente, comprar todo o território dos EUA, uma área 28 vezes maior que o Japão, com a venda de apenas um quarto do arquipélago japonês.

    O crash na bolsa japonesa ocorreu no inicio de 1990. A despeito de o pânico ter se instalado na bolsa de valores, o preço da terra continuou se valorizando. Parecia que o mito da terra era realmente realidade. No Japão existia, até então, um axioma de que os preços dos terrenos não podiam cair.

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    • Mahmoud 28 de agosto de 2011 at 16:41

      Em relação a comparação de terrenos no Japão e nos EUA, no Brasil não está muito diferente. Um apartamento de 100m2 em Botafogo tá custando R$ 1 milhão. Com esse valor vc compra 6 apartamentos em área nobre em Miami.

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  • Andrade 28 de agosto de 2011 at 16:54

    Como podemos nós esperar que algum “oficial” admita k sequer exista um risco de bolha… já nem falo de BOLHA… mas de risco de Bolha!
    Nos USA arrebentou a crise dos subprime e só um a tinha previsto, o economista Nouriel Roubini, e quer queiram quer não… os maiores culpados dessa bolha nos usa foram as agencias de rating que davam risco zero a emprestimos onde o maximo k pediam ao cliente era o nome e morada… nem era preciso mais ter emprego ou outra fonte de renda qualquer, emprestaram ate dinheiro a muitos brasileiros que estavam e continuam estando em situação ilegal, ou seja conclusão… nao esperem k alguem admita bolha, qdo ela acontecer vai-se alastrar como um rastro de polvora! Sabem qual é a base de uma casa valer por ex. 200k? É simplesmente porque o vizinho q tem uma casa equivalente tbm a vendeu por 200k… entao pk eu venderia por menos? Agora qdo começa a cair… quem quer comprar usa a mesma arma… ou seja a casa do lado só conseguiu vender por 100k… e vc quer vender por 150 – 200k? Nao dá!
    Eu morei 30 anos na suiça, tinha uma renda 20 x maior do k aqui, e nao consigo fazer facilmente uma lista de items que aqui sejam mais baratos em preço absoluto claro… já nem levo em conta a diferença gritante no poder de compra dos 2 paises, pois ai os preços aqui seriam estratofericos… simplesmente nao vejo como os cidadoes conseguem viver (alem do acesso facil ao credito…), sem falar dos demais aspetos da sociedade em geral, segurança, educaçao, trabalho, saude, transportes, infraestruturas em geral, aqui tudo é mais caro e 100 pior… e pior… nao vejo como melhorará tao rapidamente. Enquanto certos paises “emergentes” cresceram sua produtividade num ritmo de +/- 8% ano… aqui ficamos pelos 1.8% ano, ou seja o investimento na infraestrutura e tecnologia foi pouco mais k nula…
    Qdo acabar a enchurrada de recursos estrangeiros pro brasil dependendo simplesmente de uma baixa da taxa de juros selic, quero ver como governo conseguira fechar as contas?! A retirada desses recursos esta simplesmente ao alcance de um simples clique!
    Como vc paga mais num imovel com vista pra favela do que um pra praia de Miami Beach?
    Só bôbo pra ir nessa!

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  • RT 28 de agosto de 2011 at 18:24

    SOCORRO! Segundo O Globo, a “nova classe média”, com sua renda mais alta, dá força ao lançamento de empreendimentos de 2 milhões de reais em Botafogo!!

    “http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2011/08/26/pesquisa-compara-substituicao-de-populacao-em-botafogo-com-bairro-frances-aligre-925223063.asp”

    Destaque para o seguinte trecho:

    “Botafogo vem se tornando, nos últimos cinco anos, um lugar de fixação, inclusive para uma nova classe média, com uma renda mais alta. E o tipo de empreendimentos que vêm sendo erguidos na região mostra claramente essa mudança. Esta semana, por exemplo, será lançado ali um prédio com apartamentos tríplex, que vão custar até R$ 2,2 milhões.”

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    • Anonymous 28 de agosto de 2011 at 18:32

      A nossa classe média já consegue comprar imóvel com preço superior a UM MILHÃO DE DÓLARES. Somente alguém sem patriotismo acha que isso está ligado com Bolha Imobiliária. Viva o Lula!!!

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      • Troll 16 de outubro de 2011 at 14:43

        Jovem, a nova classe média do LULA só consegue comprar alavancada por empréstimos bancários de um dinheiro que não existe. Pense nisso.

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    • Paulo Rocha 28 de agosto de 2011 at 18:34

      Pô com a classe média gastando essa merreca, imaginem quanto que a classe alta está gastando! rsrs

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    • carlos wagner 28 de agosto de 2011 at 18:41

      É verdade. Eu reservei 2 triplex desses pelo telefone, paguei a entrada e só vou fechar negocio na proxima semana, quando for lá pessoalmente. Voces acham que vou perder a chance de morar em Botafogo? ahuahuaa

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      • Mrk 28 de agosto de 2011 at 20:25

        Carlos pode tirar o cavalinho da chuva, eu ja reservei o predio todo, dei ateh o meu carro como garantia!!!! Outro dia vi u m lancamento la de matar de rir:” a 5 minutos da praia” dizia a propaganda, pra comecar botafogo nao tem praia, tem uma enseada fedida em que nem se mergulha e pra piorar era longe demais, 5 minutos so se fosse de ferrari!!!

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    • Mahmoud 28 de agosto de 2011 at 19:01

      Tenho um amigo que é recente Auditor Fiscal do Estado no RJ, recebe uns R$ 9 mil liquido. Ele me disse que nunca vai conseguir comprar um apartamento no RJ no cenário atual. Qualquer apartamento de 100m2 em bairro médio (Barra, Tijuca, Botafogo) custando 800 paus para cima.

      Pô, se um Auditor da Receita, que está no topo da hierarquia dos maiores salários de servidores públicos não comissionados, não consegue comprar apartamento no Rio, onde eles vão conseguir tanta demanda para pagar esses apartamentos milionários? E dizem ainda que é apartamento para a classe média. Que classe média é essa que recebe pelo menos 20 mil por mês para poder financiar essa fortuna?

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      • RT 28 de agosto de 2011 at 19:12

        “E dizem ainda que é apartamento para a classe média. Que classe média é essa que recebe pelo menos 20 mil por mês para poder financiar essa fortuna?”

        Exatamente o que vivo falando.

        Não há renda que justifique os patamares atuais.

        Os melhores salários sofrem pra comprar apartamentos medianos no Rio.

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        • Leonardo 28 de agosto de 2011 at 20:36

          Na tijuca aumentaram 221 imóveis pra venda em duas semanas… daqui a pouco a tijuca chega ao nível de copacabana

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      • Leonardo 28 de agosto de 2011 at 20:34

        amigo eu sou fiscal do trabalho ganhando 10.200 liquidos e não consigo comprar um ap… e olha q o fiscal do trab faz parte do grupo de trab q mais ganham no executivo federal (fiscais do trab, fiscais da receita, delegados pf e AGU)…. se pra gente ta ruim, imagina pro resto

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        • Troll 16 de outubro de 2011 at 15:49

          É, meu amigo, tenho uma renda parecida, mas também não consigo morar em algo decente. O problema é que pro resto tá bom, pois a classe média do LULA, é beneficiada por programas MCMV, comprando imóveis com um dinheiro virtual, dos empréstimos bancários.

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      • Kal 29 de agosto de 2011 at 23:05

        Tenho uma conhecida que ganha bem: uns 12 mil liquidos e o marido ganha uns 7 mil liquidos, os dois moravam cada um em um apto de tres quartos e resolveram morar juntos (só não me perguntem o porque demoraram tanto pra fazer isso rsrs). Então tinha que ser um apto maior, pois tem um filho. Compraram um ap de 1,7 milhao, mas o curioso foi que o vendedor do ap aceitou os dois (o dela e do marido) na transação e financiaram uns 500 mil. O pai dela que é economista e diplomata disse que ela tava louca, pois o preço que ela tava pagando era surreal e que logo o preço iria cair muito. O cara que vendeu deve ter se apressado e aceitar dois aps que valem 600 mil cada vai lhe causar um prejuizo menor, então resolveu se desfazer logo. Bem, logo se vê que tem um pouco de conhecimento sabe o que vai acontecer, mas tem sempre gente ansiosa e disposta a pagar também né, o povo também tem que saber esperar.

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    • Schmidt 28 de agosto de 2011 at 19:21

      Eu não consigo comprar, logo, faço parte dos excluídos e na linha de pobreza. Alguém sabe onde consigo um “bolsa qualquer”?

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    • Galvão 28 de agosto de 2011 at 21:13

      Essa Notícia é simplesmente absurda. A Nova classe Média tem Renda FAMILIAR mensal que varia de R$ 1.000 a R$ 4.000. Essa galera mal tem condições de comprar MCMV.

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      • Paulo Rocha 29 de agosto de 2011 at 03:08

        É fácil, é só fazer como faziam na Espanha, financiamento em 80 anos, mas como os juros no Brasil são mais altos talvez seja necessário financiar em 320 anos! 🙂 rsrs

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    • KDu 29 de agosto de 2011 at 01:43

      Acho que uma boa coisa seria começarmos a contar a quantidade de artigos que estão pipocando!

      sobre a bolha, tanto os pro quanto os contra! acho que daria para ter uma noção do desespero!

      a globo por exemplo tem atacado em todas as mídias! quase toda semana escrevem a mesma coisa dinovo, ou fazem reportagens rs

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    • Arruda 29 de agosto de 2011 at 15:45

      PQP….acho que eu faço parte da Classe E e não sabia….

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  • Paulo Rocha 28 de agosto de 2011 at 18:45

    Agora Ipanema já tem 2000 apartamentos a venda, essa semana Copacabana vai ultrapassar 5000 apartamentos a venda e flamengo ultrapassa a marca dos 1000. Falta pouco para haver mais apartamentos a venda em copacabana do que no Recreio dos Bandeirantes. O desespero esta comecando a pegar. Quanto mais imóveis a venda mais forte sera a queda.

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    • Mrk 28 de agosto de 2011 at 20:27

      Paulo realmente ta uma loucura, eu lembro que ha mto pouco tempo eu chamava a atencao dos 4mil em copa, achando um absurdo, e ja tamos com 4800????

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  • Schmidt 28 de agosto de 2011 at 19:09

    Bolha, coloque um contador para termos noção de quantos acessos tem o site.

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    • Bolha Imobiliária 28 de agosto de 2011 at 19:36

      Tem contador sim, e só eu tenho as estatísticas…

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      • Hik 29 de agosto de 2011 at 04:22

        Pra que segurar essa info, Bolha?

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      • Schmidt 29 de agosto de 2011 at 16:17

        Que maldade!!!! KKKKKKK

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      • Duda 30 de agosto de 2011 at 14:14

        Deve estar muito alto. Nos ultimos dias estou com pouco tempo de postar, apenas leio, e vejo como rapidamente passam de 50 para 100, 200 300 comments

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  • augusto 28 de agosto de 2011 at 20:52

    Tenho um conhecido que com sua nova renda de 3 mil reais por mes ascendeu a chamada nova classe média.
    Está querendo comprar um imovel de cerca de 70 m2, e quer saber se alguem o ajuda a pagar o preço absurdo pedido. Pois afinal existem deficit habitacional de milhões de imóveis no Pais, e a nova classe média é o alvo desses.
    Será que consegue? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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  • Anonymous 28 de agosto de 2011 at 21:06

    Na Banânia somente cerca de 8 milhões de pessoas PAGAM Imposto de Renda (dado de 2004). Como é que um país assim vai comprar 35 milhões de moradias nos próximos 20 anos? Nem com um bolsa-moradia.

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  • Zoom 28 de agosto de 2011 at 21:17

    Pessoal, ja ta dando medo desses valores que vcs tao falando. Sera que tem gente comprando com esses patamares?
    Se caso tiver, deve ser um Aike Batista para cima.
    Sai desse corpo que nao te pertence.
    vlw

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    • Fábio 28 de agosto de 2011 at 22:05

      O mais curioso é que esta tudo emperrado, na zona sul, barra, tijuca e ninguem abaixa os preços, agora Botafogo virou o novo leblon sem praia com sua burguesia sofisticada e ultra milionaria. Acho que todo mundo vai acabar migrando para Penha, Olaria e Bonsucesso rssss.

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      • Mrk 28 de agosto de 2011 at 22:31

        Precos vao cair… Nao ha como segurar muito tempo, basta vir qualquer solavanco na economia e pronto… Cara, tem que ter bala na agulha pra manter imovel a venda, muitas vezes pagando comdominio caro e iptu, sem falar nos novos que pessoal precisara pegar financiamento comos bancos, muitos nao poderao pagar, precos vao cair, pode fazer ate media movel se quiser!!

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        • Fábio 28 de agosto de 2011 at 23:59

          Como consegui um bom contrato de aluguel e fiquei garantido até fevereiro de 2014, espero q a coisa normalize durante esse periodo. Pq comprar assim eu nao compro.

          0
          • RT 29 de agosto de 2011 at 07:58

            Estou na mesma situação que você, com um bom contrato de aluguel, juntando grana e aguardando pra ver o que acontece.

            Só espero que, durante esse tempo, o governo não faça mais nenhuma “gracinha”, tipo aumentar o teto máximo para uso do FGTS, ou aumentar o prazo máximo dos financiamentos.

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          • Roberto 30 de agosto de 2011 at 18:50

            Eu também estou na mesma situação de vocês. Mas não tenho medo do governo pois ele não tem como aumentar o teto do FGTS ou aumentar o prazo. Na verdade, com a crise, vindo o desemprego ele terá menos dinheiro do FGTS, pois além dos saques que haverão por demissão ainda tem o seguro desemprego, portanto o governo não terá dinheiro para emprestar. Mesmo se tivesse, não é uma questão de aumentar o prazo, mas de criar demanda de compradores. Mas parece que os que ainda precisam comprar imóveis são pessoas conscientes como nós que não fará o endividamento alto para pagar por preços exorbitantes. Deveríamos até tuitar NÃO COMPREM IMÓVEIS ENQUANTO OS PREÇOS ESTIVEREM ALTOS. Vamos ver quanto tempo o mercado aguenta, eu já estou nesta espera a 3 anos posso esperar mais.

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            • Bolha Imobiliária 30 de agosto de 2011 at 18:59

              Boa idéia…Vamos fazer uma rebelião no twitter ?

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        • Hik 29 de agosto de 2011 at 04:27

          Aqui na Zona Oeste de SP tem um lugar chamado “City América”. São casas de 1 a 5 milhões. Tem um imóvel à venda faz uns 3 anos, já tem umas 6 placas de imobilíarias diferentes e até reformaram recentemente (menos de 1 ano), mas nada de vender. E olha que está vazia, não quer nem saber de alugar.
          Quem tem $ vai aguentar até o fim.

          0
          • augusto 29 de agosto de 2011 at 11:39

            Um dia a casa vai acabar sendo invadida ou ser utilizada por viciados. Dai vai ter que vender

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      • Guilherme Eduardo 30 de agosto de 2011 at 16:48

        Um detalhe que faz os preços manterem-se altos é a falta de visão macro dos vendedores. Muitos estão com seu imóveis encalhados a 1, 2 anos, e podem até pensar em diminuir o preço de venda. MAS, ao verem que os imóveis na planta estão aumentando, eles também aumentam.

        0
  • Mrk 28 de agosto de 2011 at 23:11

    Saiu uma materia sobre a vila olimpica… Mudaram o projeto e vai virar um pombal!!! Vao ser 3500 apartamentos, e vao por aps de dois quartos tambem (o projeto inicial so tinha de tres e quatro e eram 2800 aps) mas o mais engracado eh que serao sete condominios juntos e ta escrito que em homenagem aos jogos cada um recebera o nome de um continente (devo ta desatualizado, so conheco cinco continentes!)

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    • Anonymous 28 de agosto de 2011 at 23:58

      MrK,

      O número de continentes varia conforme a audiência. Entretanto, sempre foram 5 para os jogos olímpicos. Será que a Banânia vai inovar e colocar 7 círcunferências no logotipo dos jogos olímpicos?

      en . wikipedia . org / wiki / Continent

      The seven-continent model is usually taught in China and most English-speaking countries. The six-continent combined-Eurasia model is sometimes preferred in the former states of the USSR and Japan. The six-continent combined-America model is sometimes taught in Latin America and in some parts of Europe including Greece (equivalent 5 inhabited continents model (i.e. excluding Antarctica) still also found in texts), Portugal and Spain. Using this latter model as a starting point, the Olympics use only inhabited continents (excluding Antarctica) and thus a five-continent model as depicted in the Olympic logo.

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      • carlos wagner 29 de agosto de 2011 at 18:09

        Os outros 2 continetes vão ser Representados pelas localidades globais que mais se parecem com o atual cenario imobiliario carioca: Circulo Polar Artico e Circulo Polar Antartico.

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        • Paty 29 de agosto de 2011 at 18:23

          Carlos eu tô me matando de rir..kkkk boa

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  • Anonymous 28 de agosto de 2011 at 23:20

    MrK,

    Esse é um lançamento do Rei Roberto Carlos. Vou sugirir que voce ataque de Gerson, pois o corretor online só tem telefone. Fica difícil ligar dos EUA.

    www . homeofficesaopaulo . com . br

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  • Anonymous 28 de agosto de 2011 at 23:21

    MrK,

    Esse é um lançamento do Rei Roberto Carlos. Vou sugirir que voce ataque de Gerson, pois o corretor online só tem telefone. Fica difícil ligar dos EUA.

    www . homeofficesaopaulo . com . br

    Teremos Tabela de Preço Especial para Investidores Cadastrados neste empreendimento!

    0
  • Brunão 29 de agosto de 2011 at 01:18

    Esse Blog está patético. Cada dia observo o crescente desespero do pessoal para que a tal da bolha estoure. Antes ainda tinha algum embasamento, mas agora é só piada. Continuo esperando a bolha estourar… Ai, daqui a 10 anos estoura pra valer e os piadistas perdem o emprego e ai ja viu…

    0
    • KDu 29 de agosto de 2011 at 01:25

      fazer piada é o mínimo que pode ser feito !!! sobre os absurdos desse país…

      além disso, não é o pessoal aqui que está desesperado! isso é um simples blog!
      ninguém daqui manda spam! ou faz propagandas ofensivas para ninguém…

      quem acessa o blog é por vontade própria! ninguém aqui pediu nada, nem vende nada também !

      é só um grupo compartilhando ideias em comum …. porque você está tão nervoso ???

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    • KDu 29 de agosto de 2011 at 01:31

      falando por mim!

      não me importa se explodir hoje ou daqui dez anos! estou apenas curioso com as tendencias…
      e observando o mercado mais de perto!

      essa bolha já me ajudou a acompanhar mais de perto o mercado! e as ações do governo e empresas da “Banânia”….

      particularmente acho a ideia desse blog, fantástica… assim como as pessoas que aqui escrevem.

      isso é muito mais do que comprar ou não uma casa!

      0
    • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 03:50

      Brunão,

      Não vai demorar nem mais 10 semanas para estourar quanto mais 10 anos. É melhor preparar-se, pois além do desemprego virá também convulsão social e aumento da criminalidade.

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      • Lucas2 29 de agosto de 2011 at 10:52

        Sobre a criminalidade, as notícias é que já está aumentando, recorde de roubos de carros em julho (típico mês no qual deveria cair em virtude das férias), aumento de assaltos no Morumbi com os moradores se organizando em eventos para protestar… A tensão social está aumentando.

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        • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 16:07

          É óbvio que vai haver convulsão social. Não dá para acreditar que as pessoas que estão morando em barracos, estão felizes de ver a possibilidade de moradia digna cada vez mais distante. Os muito pobres vão iniciar um quebra-quebra logo logo.

          0
    • augusto 29 de agosto de 2011 at 11:41

      Puro desespero de quem tem algum elefante branco nas mãos. E ainda vai piorar para eles

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      • Troll 16 de outubro de 2011 at 16:02

        Esse Bruno deve ser corretor de imóveis ou dono de imobiliária.

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  • Murdoch 29 de agosto de 2011 at 01:47

    Como faço normalmente vou contribuir apenas com relatos.
    Pra mim, já nem discutiria mais se é bolha ou não. Discutiria o tamanho do estrago…
    Estou no mailing de um corretor da Patrimóvel. Como já contei aqui, passei 6 meses procurando imóvel e desisti.
    Tenho recebido mais de 4 por dia.
    Agora, pela primeira vez, recebi “ofertas” que mostram aptos sendo vendidos abaixo do valor de lançamento, principalmente na Barra. Num deles você ganhava um Palio também. Não bastasse te vender um apto de merda, com parede de 3 cm, 3 qtos socados em 70 m2, ainda te empurram uma porra de um Palio!
    Outro relato do fim de semana. Um casal de amigos comprou um apto de 1,2 milhão. Pessoas esclarecidas. Se animaram pq venderam um apto que compraram 3 anos antes que dobrou de preço. Os 2 tem boa renda, deram mais uma grana que tinham juntado e financiaram apenas 20% do imóvel. Bem tranquilo pro que ganham.
    A senhora que vendeu o apto pra eles, tb tem excelente renda, mas resolveu comprar uma cobertura de 2,5 milhões de um desses lançamentos com infra estrutura que daqui a dez vai estar toda fodida. Financiou 1 milhão. Agora, percebeu que, com o padrão de vida que leva e as prestações crescendo tá difícil de aguentar. Já vendeu 2 carros pra pagar intermediária. O que tem pago da parcela cobre apenas 80% dos juros depois de um acordo. O resto está acumulando! Como pode?!

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    • Philis 29 de agosto de 2011 at 02:26

      Sem querer me meter mas, quando você diz “excelente renda”, está falando de quanto? Não diga os valores, apenas diga se está falando de Eike Batista ou de Fiscal da Receita Federal, aí entenderemos mais ou menos a expressão.

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      • Murdoch 29 de agosto de 2011 at 10:29

        Juíza e o marido já gerente de uma multinacional.

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  • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 02:06

    Video no YouTube mostrando reportagem da Al Jazeera sobre bolha imobiliária no Rio de Janeiro. Como marido traído, os Bananenses serão os últimos a saber.

    www . youtube . com/watch?v=Zv43e-p7O1g

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    • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 02:10

      Agora, podemos dizer que o mercado ficou digamos “prá lá de Bagda”

      0
  • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 02:33

    Video da CNN no YouTube sobre futebol e sobre a economia da Banânia. Aos 2:56 minutos voce escutará “Economists worry that Brazil’s growth has turned into a bubble and it is about to burst”

    www . youtube . com/watch?v=BsDH–iaiu0

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  • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 02:50

    Reportagem da BBC: Is Brazil’s economic boom a bubble ready to burst?
    www . bbc . co . uk/news/business-13932991

    Reportagem do Finatial Times: End the party before Brazil’s bubble bursts
    www . ft . com/cms/s/0/fb9da3f8-8be3-11e0-854c-00144feab49a,s01=1 . html#axzz1WOSCWUk8

    Reportagem da Reuters: Brazil defaults hit 17-month high; loan growth slows
    www . reuters . com/article/2011/08/24/brazil-economy-credit-idUSN1E77N0B620110824

    Parece que o mundo está tendo algumas pequenas dúvidas sobre a Banânia.

    0
    • Platao 29 de agosto de 2011 at 08:41

      “End the party before Brazil’s bubble bursts” putz, eu não pude nem começar a festa, quanto mais termina-la…rsrsrs… só espero que com a queda de preços, a recessão não seja tão grande que não possamos comprar mais nada, nem um par de sapatos novos. Quanto será que o Collor cobra por consultoria economica?? rs

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  • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 04:51

    Fomos citados na Reuters!!! e na RTE (TV da Irlanda)!!!

    www . reuters . com/article/2011/03/25/brazil-housing-idUKN2428630320110325
    www . rte . eu/news/2011/0325/brazil . html

    ‘The boom is real. We don’t have any bubble and there’s not a chance of one because the percentage of GDP (of mortgage debt) is very low and the lower classes have been left out of this market for many years,’ said Joao Paulo Matos, the director of Carmo e Calcada, a Rio civil construction firm.

    The majority of economists agree with Matos, but there are a growing number of skeptics who, on Portuguese-language Web sites like bolhaimobiliaria . com, vent their view that Brazil’s boom is doomed to a familiar fate.

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    • Platao 29 de agosto de 2011 at 08:42

      Caraca…o Bolha ja está famoso internacionalmente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      0
      • MrK 29 de agosto de 2011 at 09:23

        hahahahaah sensacional !!!!!!!

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      • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 16:10

        Não, nós estamos famosos – growing number of skeptics (numero crescente de céticos). Se estivessemos escrevendo em Ingles, divulgando nossos argumentos para o mundo todo, tenho certeza que a bolha já teria estourado.

        0
    • Eduardo Zé 29 de agosto de 2011 at 10:18

      Hoje de tarde os investidores estrangeiros vão dar fuga aos recursos. A casa vai cair.

      0
    • Bolha Imobiliária 29 de agosto de 2011 at 10:58

      Hahahaha…que maravilha…depois de ficar famoso com o meu outro site, agora sou mundialmente famoso…hehehehe

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    • Philis 30 de agosto de 2011 at 09:31

      Carmo e Calçada, é? Nunca tinha ouvido falar. Mas, procurando…

      http://www.reclameaqui.com.br/1183507/pdg-realty/seis-meses-aguardando-escrituracao-e-entrega-das-chaves/

      0
    • Duda 30 de agosto de 2011 at 14:19

      Há uns meses tinha saído algo no FT, alguem lembra? Já seria a segunda vez, espetacular…

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  • Gaba 29 de agosto de 2011 at 07:14

    Pessoal, não é bolha não, é TROLHA!!!

    Alguem se lembra q a algum tempo atrás o investimento da moda no ramo de imóveis eram as unidades hoteleiras, invés de comprar um apto se comprava um quarto de hotel e o rendimento era garantido.

    Naquela época as unidades tb aumentaram muito de valor e depois saturou…Ninguém ve mais esse tipo de investimento….sumiu….a “TROLHA” da vez é apto de 02 qtos, 1 vg!

    Vcs perceberam que tem um monte de aptos para vender e sempre tem vários flats a venda! Tudo encanhado, quem vai comprar flat por R$ 200K ou R$ 300K e pagar condominio de R$ 1500,00/mês?

    Será que acontecerá com os aptos o que ocorreu com o flats…quem tá comprando apto por R$ 500K e pagando prestação de R$ 3K por 30 anos?

    A bolha virou trolha.

    0
  • DM 29 de agosto de 2011 at 08:34

    Fora que aqui em São PAulo o IPTU é baratinho, só é baseado no valor venal, ou seja, quanto mais caro o imóvel mais aumenta o IPTU.

    Acho que quando começar a realmente cair a ficha da [email protected] que fizeram será tarde demais para a maioria dos investidores e ano que vem é ano eleitoral acredito que imposto não vai baixar, pelo menos os municipais. Junte-se a isto, condomínio, prestações, juros de financiamento, condomínio e depreciação.

    A ressaca vai ser brava!

    0
  • VALDECIR 29 de agosto de 2011 at 08:59

    Gente, olha a conversa que tive com corretor no chat, fiquei punto com a descriminção da renda, nem quiz render conversa, contou logo, mais isso vai acabar em breve, que venha a bolha!!

    Altivo – Olá Valdecir, seja bem vindo(a) ao atendimento online da MRV, estou a disposição para tirar suas dúvidas. Você já falou com algum atendente online?
    Valdecir – bom dia
    Altivo – Qual a cidade e estado de interesse , sabe me dizer o nome do imóvel que esta olhando ?
    Valdecir – contagem,cabral
    Valdecir – tem alguma unidade disponivel?
    Altivo – Valor do imovel R$145.000,00 necessario renda MINIMA COMPROVADA de R$3.500,00 e entrada de R$10.000,00 disponivel uma unidade entrega em 2014
    Altivo – dois quartos
    Valdecir – qual condominio?
    Altivo – r$150,00
    Valdecir – o nome da unidade?
    Altivo – PIASENSA
    Altivo – Deseja agendar com um corretor |?
    Altivo – para saber maiores detalhes
    Valdecir – vila do sol?
    Altivo – é
    Altivo – Agendamos para hoje?
    Valdecir – hoje nao posso
    Altivo – ok
    Valdecir – so na terça
    Altivo – que dia ?
    Valdecir – talvez
    Altivo – otimo
    Altivo – certo
    Valdecir – tem me ligar antes
    Altivo – ok
    Altivo – claro
    Altivo – ele ligara
    Altivo – Qual o valor da sua renda bruta comprovada e quanto dispõem para dar de entrada ?
    Valdecir – olha minha renda é de 2.200
    Valdecir – a entra de 10.000
    Altivo – esta renda nao dar
    Altivo – renda minima R$3.500,00
    Valdecir – podemos negociar
    Altivo – sinto muito
    Valdecir – obrigado!!!

    0
    • Andre Luiz 29 de agosto de 2011 at 10:00

      Valdecir,

      Permita-me discordar, mas eu acho prudente a construtora não vender para pessoas que não podem comprometer responsavelmente a sua renda. Mais do que prudente, acho ético, pois na maioria das vezes elas pegam o dinheiro da entrada e depois, quando o comprador não pode pegar um financiamento com o banco, elas retomam o imóvel e deixam o consumidor com um baita de um prejuízo.

      Muito provavelmente os bancos estão pressionando as incorporadoras para que não vendam imóveis a pessoas sem capacidade de pagamento, pois banco não é burro, eles não querem financiar empreendimentos fracassados, muito menos ficar com um monte de imóvel na mão sem ninguém para comprar.

      Será que finalmente a MRV e congêneres estão acordando?!

      Abraços.

      0
      • MrK 29 de agosto de 2011 at 10:49

        andre, concordo com você

        mas acho que nem é questão de prudência não, acho que é pelas regras do minha casa, minha vida, creio que essa comprovação seja exigência pra ingressar no programa

        abs

        0
      • me 29 de agosto de 2011 at 13:41

        Assino embaixo. Não entendi qual é o drama.

        0
        • Hik 30 de agosto de 2011 at 01:20

          Ao meu ver, o drama é não existir mais imóveis para quem ganha menos de R$ 3500.
          E olha que quem ganha isso vai viver enforcado por 30 anos para financiar esse apartamento.

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          • Duda 30 de agosto de 2011 at 16:23

            Hik, seu comentario é perfeito. E olha que a maior parte do pais ganha bem menos que isso…

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    • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 10:07

      Seja qual for o empreendimento, é sempre essa conversa mole de “disponivel uma unidade”.

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    • carlos wagner 29 de agosto de 2011 at 18:36

      pesar do nosso colega haver demonstrado renda insuficiente para que a compra fosse concretizada, notei 2 pontos interessantes na atitude do corretor, pontos esses que tenho observado estar se generlizando entre os profissionais do ramo:

      1) Dizer que ha uma unica unidade disponivel. Isso é tatica para, inconscientemente, pressionar o candidato a comprador a fechar negocio rapidamente.

      2) Ao ser constatado que o interessado não consegue comprovar renda suficiente, a conversa é rapidamnte encerrada. Os corretores nao podem mais ficar perdendo tempo com quem nao pode comprar. Aquela estoria de formar uma carteira de possiveis compradores, para que possa encaixar um imovel de menor valor no futuro, acabou. O negocio agora é vender rapido e tentar ganhar dinheiro rapido, pois a coisa vai azedar.

      Quanto a postura da politica da construtora sobre comprovação de renda minima, achei excelente. Mas acho que iso deveria ter sido feito desde o inicio, pois se tivesse sido feito: 1) os preços nao teriam disparados como dispararam, pois constatariam facilmente a impossibilidade de pagamento de quase toda a população; 2) Não haveria tantas pessoas na incerteza se quando da entrega das chaves, terão renda suficiente para financiar o saldo devedor, coisa que pode ser o estopim para estourar a famosa bolha.

      Vamo ver o que vai dar nos proximos meses. Eu estou garantido por um excelente contrato de aluguel e guardando dinheiro. Depois de 2 anos procurando imovel e haver constatado que só podia comprar porcaria, decidi esperar pra ver se o mundo acaba mesmo em 21/12/2012. rs

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  • DM 29 de agosto de 2011 at 08:59

    Mais uma desculpa que os corretores vão usar!

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/966789-crise-mundial-eleva-busca-por-investimentos-seguros.shtml

    A melhora parte:

    “”Imóvel sempre valoriza e rende aluguel. Tem de procurar lugares onde a oferta é menor do que a procura”, diz a corretora Ligia Zaborowiski.

    Ela comprou apartamento de 54 m², avaliado em R$ 700 mil, na avenida Juscelino Kubitschek (zona sul de São Paulo), que ficará pronto em 2014. Espera perto de R$ 10 mil por mês com a locação para executivos (1,42% ao mês, ou 148% do CDI, taxa que nenhuma aplicação paga). ”

    Acredito em duende coelho da páscoa também!

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    • Carlos__ 29 de agosto de 2011 at 11:31

      Realmente, os executivos estão loucos para morar em um ap de 50 metros pagando 10.000 de aluguel. Não dá para levar esse pessoal a sério. Alguem precisa dizer também que aluguel paga 27,5% de imposto de renda, porque nunca vejo isso na conta.

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      • Hik 30 de agosto de 2011 at 01:25

        Hahaahhahahaha!!!
        Eu estou até vendo o gerente geral da filial onde trabalho gastar quase um terço do que ganha para morar num ovo!!!

        Hahahahahahahaha!!!

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    • Felipe 29 de agosto de 2011 at 13:49

      Nossa eu já ouvi absurdos aqui, mais essa foi a mais absurda de todas.
      Um executivo pagar R$ 10 mil de ALUGUEL num quarto/sala?
      Só se for político ladrão, pq se um executivo mesmo, deve ter noção das coisas, principalmente respeito pelo próprio dinheiro.

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      • Hik 30 de agosto de 2011 at 01:26

        Se for executivo que alugar, despede o cara!!!
        Não pode ser um bom gestor!!!

        Hahahahahahahaa!!!

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    • Marcelo 29 de agosto de 2011 at 14:23

      10 mil/mes? 54m quadrados? Se for para ficar enlatado e pagando tao caro assim e melhor morar num hotel! Vai classe media, vai achando que imovel e brincadeira!

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    • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 16:13

      Essa acredita também em cristais, feng shui, e florais de bach – hehehehe

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    • Vailton 30 de agosto de 2011 at 00:41

      Puts cara, eu estava a poucos segundos de colocar um post EXATAMENTE como você colocou rsrsr a idéia era colocar o link da matéria e copiar e colar a melhor parte… que eram exatamente estes dois parágrafos da corretora de imóveis, que diz ter comprado um apto de 52m2 avaliado em 700mil (acho que foi ela que avaliou) e diz que vai receber o apto em 2014 e ainda vai alugar para algum executivo por 10 mil ao mês ( Acho que vai ser para o Dominique Strauss Kahn ) !!!! Ainda diz que está recebendo 148% do CDB e que não existe aplicação que paga isso !
      Agora, amigos, quem será o louco que vai alugar um apto de 52m2 por 10mil reais ? Só se for desvio de dinheiro dentro da empresa (algo que aliás tem muito por aí viu 😉 )
      Pena que a Folha de São Paulo é um jornal corrompido também ! isso é matéria paga, do tipo papel aceita tudo.
      Bom, mas em todo caso, sua matéria foi mais que excelente !
      Vailton

      0
    • JSR 30 de agosto de 2011 at 13:27

      Sempre leio o blog mas nunca postei pois sou somente um estudioso/curioso do assunto, apesar de me identificar financeiramente com muitos que postam aqui.

      Nunca postei pois creio que “pato novo não dá mergulho fundo” mas neste post não posso me furtar de comentar:

      Essa mulher é louca! Quam vai pagar 10.000 por mês de alguel em um ap de 54 m2? Nem se o dinheiro for roubado! Impossível! A única coisa que pensei foi má fé, ela diz isso à folha, incautos lêem e procuram por ela para tentar conseguir uma sobra do “negócio da China”, aí ela belisca uma comissão na venda. Só pode ser isso.

      [ ]
      jrimes

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    • Guilherme Eduardo 30 de agosto de 2011 at 17:16

      Se um executivo tiver de escolher entre esse imóvel e um hotel da rede Accor para ficar uns três meses em SP, ele gastaria R$ 30.000,00 no apto e +- R$ 24.000,00 no hotel. Ha,´no hotel tem serviço de quarto, piscina, não tem condomínio, tem lavanderia, restaurante, etc…. e ainda pouparia R$ 6.000,00, o que serviria para alugar um carro e não depender de táxi por 3 meses!!! Ou contrar um “acompanhante” algumas vezes =D

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  • Elias 29 de agosto de 2011 at 09:58

    Japanização à vista
    Autor(es): Sílvio Ribas
    Correio Braziliense – 29/08/2011

    Investidores temem agora recessão prolongada nos EUA e na Europa

    (…)

    Batendo à porta
    O professor do Departamento de Economia da Universidade de Long Island, em Nova York, Panos Mourdoukoutas, duvida que os EUA e as economias altamente endividadas da Europa entrem em colapso. Mas, na sua avaliação, poderá ocorrer estagnação prolongada nessas duas regiões que, numa fase seguinte, engolfará países emergentes, como Brasil e China. Isso porque eles perderão parte importante dos mercados de seus produtos. “Será a japanização da economia mundial”, diz.

    Não à toa, Roberto Ellery, economista da Universidade de Brasília (UnB), considera inevitáveis os efeitos sobre o Brasil de uma acomodação conjunta das economias das regiões mais ricas do planeta. “Só podemos cuidar bem das contas públicas. É uma pena que estejamos conseguindo equilíbrio fiscal mais pela arrecadação do que pelos gastos”, alerta.

    Ellery explica que o pior impacto para a economia brasileira viria de uma desaceleração da China, em sequência ao desempenho do consumo nos EUA. “As altas cotações das commodities retratam dependência do crescimento chinês”, acrescenta. Caindo na real, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, teme a evolução da crise global e acredita que EUA, Europa e Japão ilustram o estágio posterior à crise financeira de 2008 e 2009 — o pesado endividamento público. Para ele, as turbulências resultarão em baixo crescimento mundial até 2014.

    (…)

    Aqui no metrô de SP, tem uma mídia chamada “TV Minuto” – são pequenas “telas” que ficam passando notícias para os passageiros.

    Hoje vi lá a notícia do “perfil jovem é que está comprando os novos apartamentos”.
    A notícia vem sempre acompanhada de uma foto, e a desta notícia era uma jovem sentada no chão de uma sala enorme, piso de madeira e com lareira.

    Patético. Um apartamento como esse deve estar mais de R$ 1 milhão na conjuntura atual. Só um jovem milionário compra um desses. Do jeito que colocam a notícia, parece que esse é o padrão, e não os cubos de 50m2 que estão vendendo.

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  • Andre Luiz 29 de agosto de 2011 at 10:04

    Na verdade eu vim aqui postar uma outra matéria de “bolha”. É de um blog que eu gosto muito e é sempre recomendado por aqui, o Trading Cafe:

    Mito do RH: falta mão de obra especializada no Brasil, abre portas para estrangeiros… Bolha
    Posted on August 27, 2011 by tradingcafe

    As pessoas de RH (recursos humanos) estão vivendo sua própria bolha. Eles repetem incessantemente o mesmo mantra: falta mão de obra especializada no Brasil. Piada e mentira. O fato pode ser resumido em quatro pontos: 1) incompetência de uma área que funcionava melhor quando tinha menos importância no mundo e era denominada “Departamento Pessoal”. 2) Criaram esta bolha de propósito, ao colocarem descritivos de funções com requerimentos absurdos para “o profissional ideal”, coisas que ninguém vai usar nunca e reclamam que falta “GENTE” com as características específicas para as funções; 3) Estes centros de custos das empresas atrapalham o dia-a-dia e focam somente em candidatos jovens, da suposta faixa do mito de marketing que é a tal da geração Y (pior que tá chegando no Z rapidamente… depois eles vão seguir o padrão excel, com geração AA, BB, CC, XX…), quando existem excelentes profissionais disponíveis, com experiência, línguas, super formação e vivência na faixa fora dos padrões de idade aceitos pelo mercado, a GENTE do fator 40, descartados do sistema… e 4) Todo este engôdo visa a abertura do mercado de trabalho brasileiro para profissionais estrangeiros que já estão sendo importados para ocuparem estas vagas. Uma grande sistemática interação na mente das pessoas aqui no Brasil para que acreditemos que de fato faltam pessoas para ocuparem os cargos e dar a abertura para solucionarmos o problema de desemprego nos países do primeiro mundo.

    Prestem atenção. Vamos ser invadidos por estrangeiros no mercado de trabalho. Além do quê, os salários no Brasil, junto com a valorização do Real, torna o Brasil um foco de busca e atratividade para profissionais estrangeiros.

    Mais uma bolha para refletirmos!

    Link: http://tradingcafe.wordpress.com/2011/08/27/mito-do-rh-falta-mao-de-obra-especializada-no-brasil-abre-portas-para-estrangeiros-bolha/

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    • Rafael 29 de agosto de 2011 at 12:45

      André, sobre o que você comentou do emprego, a pouco li este artigo, http://lzduda.com/emprego/faltam-profissionais-de-t-i-qualificados-ou-sao-os-baixos-salarios/ que tem muita relação com o que você comentou.

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      • me 29 de agosto de 2011 at 13:39

        Interessante…
        Trabalho nessa área, vou pesquisar mais sobre isso.

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      • Andre Luiz 29 de agosto de 2011 at 14:44

        Boa, Rafael.

        Esse lance de faltar profissional qualificado é mesmo falácia. Um trabalhador com todos os requisitos que essas empresas pedem não vai aceitar trabalhar por 2 ou 3 mil reais. Hoje em dia tem muita gente boa saindo do mercado para fazer concurso público, porque os salários na iniciativa privada estão muito baixos.

        Na área jurídica, por exemplo, os grandes escritórios querem pagar cerca de R$4.000,00 brutos, para um coordenador de área, por exemplo (+ ou – cinco anos de experiência). Um servidor de 2º grau da justiça federal ganha isso líquido no início de carreira.

        0
        • Carlos__ 29 de agosto de 2011 at 15:06

          Não é nem questão de não aceitar. É questão de não poder. Com 4 mil o cara nem morar consegue. Só no Brasil as pessoas acham que o custo de moradia pode dobrar em 2 anos e isso não trazer inflação.

          Das duas uma: ou a bolha estoura, ou teremos um ciclo inflacionário. Como falei em outro post, 7.000 deixou de ser salário bom por causa do custo de moradia.

          0
          • aiwww 29 de agosto de 2011 at 17:14

            Olha .. ganho quase 7000 e aqui no rio de janeiro só consigo morar no Americas .. roadeado por corpos no chão defumados pelo crack e com vista para o morro do Alemão .. é triste

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    • MrK 29 de agosto de 2011 at 14:07

      Esse tema me interessa também.

      Existe MUITO exagero em cima disso, os “headhunters” tão parecendo corretores, alias, qualquer um virou headhunter, garotos de 25 anos, recém saidos de faculdade já se chamam headhunters (?!), como um cara desses vai saber o que é melhor pra você? Eles querem é o fee (corretagem) deles! Já vi headhunter propondo gente sair de grandes empresas estáveis pra ir pra trabalhos temporários ganhando o mesmo, como alguém tem essa cara de pau??

      Como todo bom vendedor, o melhor argumento dele é “o mercado está aquecido”, esse argumento deixa o comprador com medo, é a “ultima unidade”, além de deixar o comprador confortável de pagar caro, afinal ele acha que é normal e aceita, pois tá aquecido…

      Não vou também negar que o mercado de trabalho passa por um bom momento, é verdade, mas nada nem perto do que tentam vender, eu por exemplo conheco muita gente que queria trocar de empresa e não conseguiu nada pagando um pouco mais, gente boa mesmo, alguns conseguiram, mas nada muito além da taxa anual de gente que troca emprego.. digamos que o normal onde trabalho é sairem 5, nesse ano sairam 7, um pouco mais forte, nada além.

      Lembro que quando me formei, segundo reportagem de todas as revistas, faltariam profissionais na minha área (engenharia telecomunicações), o deficit era monstruoso, muito grande mesmo, ao me formar 50% da minha turma ficou sem emprego na área, detalhe, fizemos uma faculdade top, um curso top. Depois mudei pra área financeira…

      RESUMO: não acreditem em tudo que leem

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      • Carlos__ 29 de agosto de 2011 at 14:38

        Eu me lembro disso. Foi há uns 10 anos. Teoricamente era a área mais quente para se trabalhar no Brasil. Hoje, nem se escuta mais falar do assunto.

        O mercado está aquecido sim, mas não estou vendo mágicas. Vale lebrar que no Rio, hoje, 7.000 é um salário ruim. Quem paga acha que está pagando muito e quem recebe não consegue guardar um puto. Se o cara quiser levar uma vida classe média (de verdade) gasta quase 3.000 com moradia e carro.

        Sobram 2 mil do líquido para você comer, comprar roupa, poupar, estudar, se divertir.

        Quem está ganhando dinheiro é quem está recebendo bonus. O problema é que tem gente que já colocou o bonus no orçamento como ganho fixo, mas as vacas gordas não duram para sempre.

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        • MrK 29 de agosto de 2011 at 15:46

          Carlos___ com toda graça de Deus me especializei e fui pra área financeira

          alguns companheiros de turma insistiram em engenharia fazendo mestrado e continuam na m… foi a bolha da engenharia de telecomunicações, e olha que repito que minha universidade era TOP, conceito A no MEC em todos os anos, considerada das melhores do país em qualquer analise.

          hoje na área financeira estou bem e muito mais realizado, por isso cuidado se escolherem um curso com base na promessa de que falta gente, é igual quem vai ser corretor agora porque a globo disse que faltam milhares…

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          • Galvão 29 de agosto de 2011 at 16:21

            MrK, também me formei em Engenharia de Telecom em 2001. Fui trabalhar em uma Tele. Depois de 9 anos de trabalho recebia líquido R$ 3.000,00, fora a total dor-de-cabeça que é trabalhar em telecom. Quem atua nessa área sabe do que estou falando.

            Em 2006, após presenciar uma reestruturação na empresa, na qual mandaram embora os melhores talentos da área técnica, porque detinham os maiores salários, e reporem a força de trabalho com pessoas recém-formadas, com salários de R$ 1.500,00, chutei o balde, pois sabia que mais alguns anos seria a bola da vez, e “dar o sangue” pela empresa era apenas uma forma dela ganhar mais e eu continuar ganhando mal.

            O fato é que em 2009 pedi demissão para focar em concursos e hoje sou servidor público.

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    • JPM 29 de agosto de 2011 at 14:52

      Eu já fui professor em uma das maiores universidades (particulares) do país, e vejo essa situação de forma um pouco diferente.
      Quando o mercado começa a reclamar de falta de mão de obra qualificada, tendemos a pensar que é um absurdo, porque tem muita gente formada atrás de emprego.
      O problema é o conceito de “qualificada”.
      Antigamente, ter um diploma de curso técnico ou superior era sinal certo de qualificação. Mas hoje, os valores passados aos jovens fazem com que eles não queiram adquirir conhecimento na escola. Querem apenas o diploma. Preferencialmente sem assistir aula.
      Temos casos em minha cidade de faculdades que adotaram controles de presença mais rígido e os alunos se transferiram em massa para outras mais “flexíveis”, ou seja, onde era fácil algum colega assinar a lista de presença.
      Isso sem falar que diversos cursos, como Engenharia por exemplo, acabam tendo que gastar entre 1 e 2 anos para dar ao aluno disciplinas que ele deveria ter visto no colegial.
      Como a cobrança nas universidades particulares é menor, muitos alunos acabam conseguindo se formar sem estarem preparados (os professores são forçados a atura isso, muito a contragosto). Vide, por exemplo, o baixíssimo índice de aprovação na OAB.
      Na área de TI, na qual trabalho e dei aula, sobram faculdades e alunos formados, mas uma parte muito grandes destes é incapaz de exercer a profissão, como já pude comprovar participando de bancas em concursos públicos.

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      • Hik 30 de agosto de 2011 at 01:43

        Concordo parcialmente. Conheço vários casos de gente bem preparada com menos de 30 e que está sem emprego.
        Tenho amigos e conhecidos de USP e Unicamp com 2 ou 3 idomas à procura de emprego de R$ 3000 ou menos.
        Estão criando o mito do Superman-profissional, jovem que tenha a melhor formação, idiomaS, expert em informática, com ÓTIMA experiência na área para ganhar R$ 4000-5000.
        Daí não encontram na cidade, estado ou no país e “importam” o profissional pelo dobro do preço.

        Qual a racionalidade?!!!

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        • JPM 30 de agosto de 2011 at 10:45

          Concordo com o problema dos baixos salários. Como o mercado está inundado de gente que tem diploma, mas não tem boa formação, isso acaba abaixando salários (muita oferta, ainda que ruim).
          E as empresas acabam gastando muito tempo e dinheiro tentando separar o joio do trigo, fazendo com que fique mais fácil (e rápido) importar, já que lá fora o diploma costuma ser garantia de boa formação, como era no Brasil antigamente.
          Muitas empresas acabam preferindo pagar mais para o estrangeiro do que gastar mais de 1 ano para selecionar um brasileiro em meio a centenas de candidatos cujos currículos atendem (em teoria) aos requisitos.

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    • alex 30 de agosto de 2011 at 15:11

      Eh verdade e esta bolha dos salarios vai ser a primeira a explodir, dai vem a imobiliaria seguida da do credito

      http://www.forbes.com/sites/afontevecchia/2011/07/13/brazil-a-bubble-in-labor-markets/

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  • DM 29 de agosto de 2011 at 10:14

    E o pessoal continua comprando dívida:

    economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/08/29/casa-propria-venda-a-vista-cai-e-financiamento-aumenta-nos-ultimos-dois-anos.jhtm

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  • Zoom 29 de agosto de 2011 at 10:30

    Banco infla calote para sonegar, afirma Receita.

    Agora, eu pergunto, quem está com a razão ou melhor em quem podemos acreditar?
    Os bancos falam uma coisa e o governo outra.

    Quem está mentindo?

    Os bancos ou o governo.

    Alguma opinião?

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    • Zoom 29 de agosto de 2011 at 10:32

      O texto na íntegra.

      Bancos declaram inadimplência maior

      Ao inflarem valor do calote de clientes, instituições pagam menos Imposto de Renda e contribuição sobre lucro
      Até julho, fisco autua em quase R$ 200 mi bancos que adotam esse recurso; no ano, valor pode somar R$ 600 mi

      LORENNA RODRIGUES
      DE BRASÍLIA

      A Receita Federal descobriu que bancos estão declarando uma inadimplência maior do que a realmente verificada em suas carteiras de crédito como forma de pagar menos impostos.
      Dados obtidos pela Folha mostram que, até julho deste ano, as instituições financeiras foram autuadas em quase R$ 200 milhões por terem informado um calote maior do que o observado pelo fisco. Esse valor já supera em 20% o total de notificações de todo o ano passado.
      A expectativa é que as notificações -que incluem os valores dos impostos que deixaram de ser recolhidos, multas e juros- cheguem a R$ 600 milhões neste ano e aumentem ainda mais em 2012.
      O que os bancos deixam de receber de seus clientes pode ser abatido da base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Mas é preciso observar uma série de regras, como prazos para considerar o crédito perdido (que varia de seis meses a dois anos) e a abertura de processo judicial contra o devedor.
      Para os bancos, o que ocorre é uma interpretação diferente da lei pelas instituições e pelo fisco.
      Segundo a Receita, porém, os bancos têm, cada vez mais, informado perdas que contrariam o que prevê a lei.
      A delegacia especializada em instituições financeiras de São Paulo (que abrange os principais bancos) tem 30 processos em curso para investigar a chamada “perda em crédito”.
      Desses, pelo menos três poderão gerar processos criminais, ou seja, há indícios de que os bancos cometeram fraude e informaram dados sabidamente errados para diminuir o imposto devido.
      Há dúvidas, também, quando o banco vende uma carteira de “créditos podres” para outra empresa cobrar.
      A instituição financeira geralmente abate o valor que deixou de receber do cálculo do imposto.
      A Receita, porém, entende que o banco desistiu da cobrança e não poderia deduzir o valor da base de cálculo.
      “Os bancos, às vezes, têm dificuldades operacionais para obter as comprovações de que fizeram a cobrança judicial de determinados créditos, dado o grande volume de operações. Também há divergências entre fisco e contribuintes quanto aos documentos que efetivamente comprovam tais providências”, diz Lavínia Junqueira, advogada especialista em tributação bancária do escritório Trench, Rossi e Watanabe.

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      • Carlos 29 de agosto de 2011 at 11:09

        Zoom, entendo que isso é uma questão de contabilidade e direito tributário. Tem um momento que o empréstimo não pago pode ser lançado como prejuízo, depois de cumprir certas condições, inclusive de cobrança, e parece que os bancos estão empréstimos não pagos, mas que tecnicamente ainda não podem ser lançados no balanço como prejuízo, e usando para pagar menos imposto.

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      • Andre Luiz 29 de agosto de 2011 at 14:55

        Zoom,

        Não tenho de cabeça a norma, mas o Banco Central obriga os bancos a provisionarem como perda provável débitos em atraso após um certo período, acho que são 90 dias. Assim, aquela dívida que aumenta assustadoramente (por causa dos juros altos) diminui cada vez mais a capacidade de crédito das instituições financeiras.

        No entanto, é possível que essas dívidas sejam pagas um dia, mas não é certo.

        Por um lado, essa norma do Bacen é boa porque inibe a concessão de crédito acima da capacidade do banco de emprestar. Mas por outro, gera esse efeito negativo fiscal.

        Acredito que a questão deva ser negociada entre Bacen e Receita.

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    • Jack Imóveis 29 de agosto de 2011 at 11:05

      Zoom, ninguém está mentindo, é apenas uma questão de prazo. A inadimplência existe, apenas não da forma como a Receita permite abater dos impostos.

      Abraços

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    • augusto 29 de agosto de 2011 at 11:52

      Saiu na semana passada, indimplencia entre 15 e 90 dias em torno de 5,5% e acima de 90 dias outro tanto. Total de inadimplentes é em torno de 11%.
      Isro sem contar aqueles que não são tidos como caloteiros pois estão renegociando dividas (se não conseguiram pagar antes como conseguirão depois?)
      A coisa parece mais feia do que o marketing oficial e dos interessados na especulação informam

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  • Felipe 29 de agosto de 2011 at 10:34

    é pessoal, gostei muito da idéia do rapaz no outro POST de filmar e CONTAR quantos prédios estão sendo construídos.
    Gostaria que alguém fizesse isso na baixada santista tbm. Em Santos, conheço pelo menos umas 50 construções de prédio, sendo que a maioria não conta com uma só torre (como eles gostam de chamar). Inclusive um na divisa com São Vicente, são duas torres mais de 30 andares e pelo jeito mais de 8 aptos por andar. Quer dizer, somente nesse emprendimento são aproximadamene 480 aptos e eles saem levantando prédios sem estudo nenhum de impacto de trânsito, transporte público, esgoto nem nada…

    São Vicente tbm está com vários prédios construindo e Praia Grande tbm está um absurdo.
    As coisas estão acontecendo numa velocidade tão intensa que não sei mais o que é bolha, efeito pré-sal e desenvolvimento econômico.

    O que me intriga é quem morará em todos esses prédios. Será que a população está crescendo tanto assim? Será que a população está ganhando tão bem assim? Será que se a economia Chinesa der um espirro vai continuar essa festa?
    O que sei é que como estou “próximo” de me casar, as pressões (maternas) para a compra de um lugar para morar estão cada vez maiores mas eu estou resistindo bem e com um bom dinheiro guardado e uma quantia considerável no FGTS pra dar uma estacada bem no coração dessa especulação maldita.
    Eu quero ser a agulha dessa bolha! 😀

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    • augusto 29 de agosto de 2011 at 11:55

      Em Santos até pode ser que os ricos da Petrobras comprem para residir, mas em São Vicente e Praia Grande só depois que as praias deixarem de ter bandeiras improprias devido a contaminação inclusive com coliforme das fezes.
      E em Praia Grande quando o IPTU deixar de ser um dos mais caros no Brasil, e os apartamentos deixarem de ter 6 a 8 unidades por andar (misturam 3 qtos com 1 qtao no mesmo andar- coisa ridicula para dizer ALTO PADRÃO)

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      • Felipe 29 de agosto de 2011 at 13:34

        Amigo, concordo em partes – As praias de todas as cidades são sujas, seja Santos, São Vicente, Praia Grande ou Guarujá. Acho a de Santos mais suja ainda, por causa do óleo dos navios que passam por lá. Outra coisa é que quem mora por lá (como eu) normalmente não liga muito para as praias, infelizmente.

        Além disso, quem trabalha na Petrobras não é rico. Ganha um bom salário e uma boa PLR.
        A média mensal de salário dos funcionários deve ser de R$ 5000 a R$ 6000. Talvez a cúpula ganhe, sei lá, mais de R$ 20.000 mensais, mas acho que eles sozinhos não conseguem comprar todos os inúmeros imóveis de alto padrão que estão fazendo por lá.
        Um bom exemplo foi o último concurso deles – um engenheiro tem uma REMUNERAÇÃO de aprox R$ 6.200 mas o salário é de aprox R$ 5.000. A PLR depende do ano e ano passado para um cargo técnico foi de R$ 17.000 brutos, segundo uma colega que é técnica de adm de lá.
        Um abraço!

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        • Troll 16 de outubro de 2011 at 18:30

          Pois é, Felipe. Com esse salário de 5000 pode ter certeza que eles não conseguem comprar algum imovel decente em Santos. Portanto não se enquadram no perfil “ricos”.

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  • Lucas 29 de agosto de 2011 at 10:38

    Se não existe bolha e a valorização vai ser de 30% ao ano por que eles não colocam isso no contrato? e caso isso não ocorra a contrutora devolveria o dinheiro ao comprador.
    Palavras ao vento é mole, arcar com as consequências aí eu quero ver.
    Essa estorinha deles de que tem demanda reprimida já encheu o saco.
    O que no Brasil não tem demanda reprimida?
    O Brasil tem deficit de estradas, educação, saúde, lazer, limpeza, etc…
    Eu mesmo sou obrigado a vir para o trabalho de trem porque só pra sair da rua principal de carro do meu bairro na zona norte do Rio eu perco 30 min.
    E por falar em trem quem quiser comprar um ap da MRV é só ir lá na central do brasil, eles acabaram de montar um stand lá.

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    • MrK 29 de agosto de 2011 at 10:56

      Lucas, falar em deficit é moleza, do jeito que esses caras falam, eles contabilizam até mendigo como deficit, afinal não tem onde morar, né?

      mas um mendigo vai ter como pagar prestação de imóvel? é isso que eles fazem, pegam um contingente de pobres e paupérrimos e falam que tem deficit pra justificar os apartamentos de R$2milhoes em botafogo (?!)

      um grande sinal da bolha é realmente o desespero e a agressividade dos interessados na especulação, cada vez mais nervosos

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      • Lucas 29 de agosto de 2011 at 11:26

        Mrk,

        Somando a tudo que vc e todo mundo vêm postando no blog, tem uma parte que afeta a todos os cidadãos, o Brasil teve melhora econômica e tem a chance de ter um desenvolvimento social verdadeiro, existe este incentivo a construção civil que deveria ter como finalidade a urbanização adequada das cidades a fim de frear as várias ocupações ilegais que existem, é falta de saneamento básico total e até várias tragédias acontecem, só que a chance de melhora social vai sendo jogada no lixo pois as coisas não caminharam para este lado, com esses preços praticados o que mas vai haver são invasões de terrenos por aí e com isso todo mundo perde, isso é triste mas é o que está acontecendo, chance indo pro lixo.

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      • augusto 29 de agosto de 2011 at 11:57

        E ainda vai ficar pior para os especuladores e proprietarios que acreditaram em Papai Noel!!!!!!!!!!!!

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    • aiwww 29 de agosto de 2011 at 17:28

      olha .. meu salário está quase chegando a 7000 mil e também pego trem .. e também levo 30 min. só pra pegar a av. brasil … to pensando em comprar um motor home e estacionar no aterro do flamengo ..

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    • Troll 16 de outubro de 2011 at 18:32

      Opa! Esse é daqueles que eles dão um Fiat Uno, na compra?

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  • Galvão 29 de agosto de 2011 at 10:52

    o que dá mais tristeza é a OMISSÃO das “autoridades” desse país. Precisamos de pessoas mais sérias no comando. Mais uma vez o povo vivendo de ilusão, e a conta só aumentando. A fatura virá em breve, graças a ganância de alguns, e principalmente a irresponsabilidade do governo.

    Fico triste por que sei que as pessoas mais simples e trabalhadoras é que vão “pagar o pato” mais uma vez.

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    • augusto 29 de agosto de 2011 at 11:58

      Pensando bem eles bem que merecem até mais que isto

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    • Zoom 29 de agosto de 2011 at 13:50

      Galvão, a fatura não virá, ela já está aí. No começo do ano o governo cortou 50 bi e hoje já estão cortando mais 10 bi. Esses cortes refletirá nos coitados que precisarão de saúde pública, segurança e por aí vai.

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  • Tiago 29 de agosto de 2011 at 10:56

    Pessoal vow compartilhar um sonho com vocês. Aqueles que acreditam podem dizer que faz sentido, os outros podem achar q eu enlouqueci. Eu tive esse sonho alguns dias depois de ter visitado um empreendimento em SP e ter reservado 1 unidade de um imóvel.

    Como eu acredito em Deus tenho certeza que ele quis me dizer que é pra esperar um pouco mais. Abaixo relato o sonho e com parênteses vow colocar o sentido do sonho pra mim. Vai o meu sonho aí embaixo:

    Sonhei que eu e minha esposa íamos tirar férias e viajaríamos de avião. Detalhe que nós juntos nunca viajamos de avião (nós ainda não temos casa própria). Somos o que pode se considerar da nova classe C. Nesse sonho me lembro que já estávamos acomodados dentro do avião, eu e a patroa e minha filha (já tinhamos reservado 1 unidade de um ap de 3 dorms). Quando eu olhei para fora percebi que havia algo errado com as turbinas desse avião (valores de m2 muito acima do que é justo) para sustentá-lo no céu. Naquele momento eu perguntei para a aeromoça se estava tudo bem e ela disse que estava tudo nos conformes (o corretor me garantiu que esse valor têm potencial de valorização) e o avião estava lotado (quase todo o empreendimento ia ser vendido no lançamento) e que se eu saísse outro viria tomar o meu lugar. Naquele momento eu me desesperei e resolvi desembarcar – Tive o sentimento daquele filme premonição manjam? Saindo do aeroporto vi o avião partindo e pude ver quando ele se despedaçou no céu. Naquele momento meu sangue gelou e eu acordei. Falei com a minha esposa que íamos nos desfazer da reserva pois sentí que estava além das nossas condições e das condições normais e que o mercado imobiliário brasileiro pode estar a beira de um colapso o que levará muitas famílias infelizmente à falência. Não sei quando vow realizar o sonho da casa própria mas eu vow esperar até pagar o justo para não pagar o pato (repetindo o slogan do bolha)!

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    • MrK 29 de agosto de 2011 at 11:04

      sua decisão de tirar a reserva pode ter sido boa, mas essa do sonho foi a maior doideira… sugiro comprar interpretação dos sonhos – Freud ou visitar uma psicologa hehehe.

      de toda forma desejo boa sorte!

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      • Tiago 29 de agosto de 2011 at 11:06

        Doidera pura! Fiquei viajando direto pra Brasília esses dias acho q é por conta disso. Pra ser sincero foi o sonho que me fez desistir… depois procurando no Google o termo “preços dos imóveis” vim parar aqui!

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        • Zoom 29 de agosto de 2011 at 13:58

          Tiago, fala aí. Teu sonho foi igual aquela cena do filme Presságio com Nicolas Cage. Putz, maneiro. òtima escolha e bem vindo ao bolha assassina,ops site. heheheeee

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    • Felipe 29 de agosto de 2011 at 11:06

      Não sei qual é a sua fé, mas sei que essa analogia foi divina.

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  • EU 29 de agosto de 2011 at 11:03

    e o silêncio do SECOVI-SP continua…

    Cadê os dados referentes a Junho/11??

    A julgar pela data de divulgação dos últimos relatórios, estes dados de Junho/11 já deveriam ter sido divulgados a uns 15 dias…

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    • MrK 29 de agosto de 2011 at 11:31

      vão preparar um show pirotécnico, com mulheres dancando, musica muito som, vão mostrar fotos de aps lindos com espaço gourmet, baby siter, piscinas olimpicas, fazer alguns sorteios

      depois irão falar dos investimento do pre-sal, copa, olimpiadas, vão por apresentação de algum show man, uma coisa linda

      e no final, como quem não quer nada, mostrar a queda

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      • Glaucio 29 de agosto de 2011 at 21:35

        Se houver queda, vão botar a culpa no cenário de crise, incertezas etc. O mercado atingiu maturidade etc. O crescimento será sustentável etc.
        A propósito, eis o tema central da Convenção Secovi 2011, em Setembro: “Soluções inovadoras para um mercado que não pode parar de crescer”.

        0
    • Jack Imóveis 29 de agosto de 2011 at 12:11

      Turma,

      Eles anunciaram que farão uma coletiva no dia 31 de agosto para falar sobre numeros do 1o semestre.

      Abraços

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      • Glaucio 29 de agosto de 2011 at 15:14

        Na verdade é amanhã, dia 30.

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        • Jack Imóveis 29 de agosto de 2011 at 15:24

          Obrigado Glaucio,

          Melhor ainda, saberemos em 24 horas como foram as tais vendas do 1o semestre.

          0
          • MrK 29 de agosto de 2011 at 15:48

            vão apresentar quase em setembro os resultados de junho, mas que p. é essa?

            e julho?

            0
    • Zoom 29 de agosto de 2011 at 14:02

      Será que se alguém mandar um email cobrando o resultado de mês 06 eles respondem alguma coisa?
      heheheheeee
      Essa coletiva vai demorar muito.

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  • Tiago 29 de agosto de 2011 at 11:15

    Pessoal… gosto muito desse blog! Alguém saberia me dizer como eu poderia receber os updates direto no meu e-mail?

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    • Paulo Rocha 29 de agosto de 2011 at 11:42

      Tiago,

      Eu acho que não é possível receber emails com atualizações mas no topo do lado direito tem um RSS-feed (Subscribe: Entries | Comments), que é uma maneira de receber todas as atualizações.

      Dependendo do seu navegador da para ler direto nele.

      Eu uso e fica bem pratico para ler todos os comentários.

      0
    • Zoom 29 de agosto de 2011 at 14:04

      Também acho que não é possível, mas para tirar a dúvida, chame o Capitão Bolha que ele resolve o assunto.

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  • Dan 29 de agosto de 2011 at 11:32

    Valor de aluguel em São Paulo cresce mais de 80% em dois anos, aponta Creci-SP

    SÃO PAULO – Em dois anos, o aluguel médio geral de apartamentos em São Paulo cresceu 82,97%, segundo revelam dados apurados pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo).

    No primeiro semestre de 2009, os apartamentos eram alugados por R$ 989,14; já no mesmo período deste ano a aluguel chegou a R$ 1.809,83. Em relação às casas, o aluguel teve alta menor, passando de R$ 611,41 em 2009 para R$ 728,53 neste ano, avanço de 19,16%.

    Aluguel médio geral
    Considerando a média de preços dos alugueis, tanto de casas quanto de apartamentos, observou-se alta de 60,23% na Capital Paulista, ao passar de R$ 799,65 para R$ 1.281,31. De acordo com o Creci-SP, o aluguel médio geral reflete a média de valores de locações iniciais de todos os tipos de casas e apartamentos alugados pelas imobiliárias pesquisadas.

    Se entre 2009 e 2011 a alta foi de 60,23%, entre o primeiro semestre de 2010 e o mesmo período deste ano, a expansão encontrada foi de 22,16%, sendo que o aluguel dos apartamentos mostrou alta de 23,29% e o das casas, de 15,2%.

    Volume de locações
    Na comparação entre o primeiro semestre deste ano e o mesmo período de 2010, o número de imóveis alugados aumentou em três das cinco zonas de valor que compõem a pesquisa do Creci-SP, e caiu em duas delas. Vale lembrar que, em 2010, todas as regiões haviam registrado aumento do número de locações de casas e apartamentos.

    Na Zona B, onde estão bairros como Aclimação, Alto da Lapa, Brooklin, Paraíso, Pinheiros, entre outros, o número de contratos assinados no primeiro semestre deste ano foi 24,2% maior do que no mesmo período de 2010. Já na Zona A, que conta com bairros como Jardim Europa, Moema, Ibirapuera, Morumbi, Vila Nova Conceição e outros, o número de contratos cresceu 9,27%.

    Na Zona D, que conta com bairros como Imirim, Centro, Vila Formosa, Brás e Bom Retiro, também houve expansão, mas menos intensa, de 0,35%. Já na Zona C e E, o número de contratos recuaram, respectivamente, 25,42% e 0,43%. A Zona C tem bairros como Aeroporto, Barra Funda, Jabaquara, Mooca e Tatuapé. Já a Zona E contempla Campo Limpo, São Miguel Paulista, Itaquera e Itaim Paulista.

    __
    h t tp://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/08/29/entre-2009-e-2011-valor-de-aluguel-em-sao-paulo-cresce-8297-aponta-creci-sp.jhtm

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    • Zoom 29 de agosto de 2011 at 14:06

      Um absurdo e depois vem e falam que subsídio não cria bolhas.

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  • Mahmoud 29 de agosto de 2011 at 11:46

    Em 2007/2008 o que mais tinha era gente que tinha virado TRADER, ou seja, largaram o emprego e passaram a viver de Bolsa de Valores em casa, conheço vários. A Bolsa tinha subido uns 300% nos ultimos anos. Achavam que a Bolsa iria continuar a subir, iria chegar a 100 mil pontos, até taxista, cabelereiro, dono de banca começaram a investir. Toda a semana aparecia uma reportagem sobre os “novos milionários da Bolsa”, tenho uma capa aqui da Exame com a manchete “ganhei 1 milhão na bolsa”. Até a Bolsa ir pro saco.

    Parece que o filme se repete com o mercado imobiliário. Há uns 3, 4 anos atrás conheço pessoas na minha cidade que não ganhavam nem R$ 1500 por mês, largaram o emprego, viraram corretor, e começaram a tirar R$ 10 mil por mês. Daí a história se repete, pintor, taxista, aposentado, todo mundo virou corretor. Na minha cidade nego largou até a faculdade para trabalhar só de corretor. Para que estudar se todo mês ganha salário de executivo como corretor?

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    • augusto 29 de agosto de 2011 at 12:03

      E A GLOBO AINDA FALA QUE EXISTE FALTA DE CORRETORES NO BRASIL. POSITIVAMENTE OU SEUS REDATORES E JORNALISTAS SÃO INCOMPETENTES E MAL INFORMADOS, OU……………………
      POR ESTA E OUTRAS A EMISSORA CADA VEZ SE DESACREDITA MAIS NA OPINIÃO PUBLICA.

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  • Gil 29 de agosto de 2011 at 12:47

    Sou de Brasília e por aqui as coisas estão um absurdo.
    No entanto, estive em BH fim de semana passado e como mudarei para lá no ano que vem, aproveitei para ir até a Habitare (construtora de lá) para especular.
    Fiquei impressionado com a diferença absurda de preço.
    Um apto que em Brasília sairia por 1.000.000, lá está por 625.000.
    Trata-se de um apto de 132m2, com 4 quartos (2 suítes) e 4 vagas de garagem (acha carro).
    Fica no Gutierrez.
    O que mais me surpreendeu é que, pelo menos na Habitare, o valor do apto seria atualizado pelo IPCA, e não pelo INCC.
    O corretor me disse que eles estão fazendo assim porque senão o cliente não tem como pagar o imóvel.
    Enfim, achei bem barato (considerando os preços do DF) e interessante o lance do IPCA.
    Valeu!

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    • Adriano 29 de agosto de 2011 at 13:05

      Você é corretor né? Não têm problema frequentar aqui não. Só se identifica, pq se não fica feio. O miguezinho brabo…..625K uma pechincha!!! faça-me o favor!!!!

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      • Gil 29 de agosto de 2011 at 13:13

        Pergunta pro bolha se eu sou.
        Ele tem o histórico das minhas mensagens.
        Não pode dizer nada aqui contrário ao pensamento geral que o cara eh corretor.
        Tenha dó!
        Aprenda a ler primeiro (INTERPRETAR É IMPORTANTE).

        0
        • me 29 de agosto de 2011 at 13:34

          Bem vindo ao bolhaimobiliaria.com

          0
      • Carlos__ 29 de agosto de 2011 at 14:06

        Calma galera. Sem paranóia.

        0
      • Galvão 29 de agosto de 2011 at 16:37

        Gil, acho que quem mora em Brasília compreende seu comentário perfeitamente. Um imóvel desse tipo em Brasília por 600k, estaria eu uma faixa bem abaixo do que é pedido por aqui. Mesmo assim ainda acho o valor elevado e fora da realidade, mesmo para Brasília.

        0
    • Pedro 29 de agosto de 2011 at 14:29

      E mesmo assim o preço está altíssimo aqui em BH, a renda percapta aqui é bem menor do que em Brasilia, BH é uma cidade é cheia de morros, o transporte público aqui é horrível, o trânsito infernal, principalmente na região do Gutierrez.
      A bolha está pra todo lado, mas não se pode apenas comparar o preço do m2 de uma cidade com outra.

      0
    • Jack Imóveis 29 de agosto de 2011 at 14:48

      Caro Gil,

      Comparado com São Paulo o preço não está ruim também. Não conheço BH bem o suficiente para avaliar.

      Acho que independente de qualquer coisa, vale pesquisar muito antes de comprar um imóvel. IPCA pode ou não ser melhor do que o INCC, depende da conjuntura. Ano Passado o IGPM acumulado 12 meses em maio era negativo, esse ano foi mais de 10%.

      A turma aqui em geral é ponderada. tem os fundamentalistas, mas acho normal, dado o título do blog e os posts do Bolha.

      Boa sorte na sua decisão.

      0
    • Marcelo 29 de agosto de 2011 at 15:34

      Gil, sou de BH e moro em Brasilia ha 4 anos. Se vc sempre viveu em BsB, nao se anime tanto com estes precos de BH, pois como vc mesmo disse, “comparando com Brasilia”, que e uma das cidades mais irreais do mundo (a alcunha de ilha da fantasia nao e por acaso). Como exemplo: ha cerca de dois anos, iniciou a construcao de um predio ao lado do predio do meu pai no Anchieta, que e um dos melhores bairros de BH, assim como o Gutierrez que vc citou. Pois bem, o predio, de alto padrao, 17 andares e UM AP POR ANDAR, custava partir de 600 mil. Hoje deve estar beirando um milhao ou mais, mas e so um exemplo de como os precos de BH tambem evoluiram muito. Vale a pena esperar, p/p porque o aluguel em BH e bem mais em conta do que BsB. Com o tempo vc vai ver que os precos de Brasilia nao tem logica em nenhuma teoria capitalista. Boa sorte nas Gerais.

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    • Schmidt 29 de agosto de 2011 at 18:09

      Barato!!!!! Os pobres ministros do STF não teriam renda para comprar os “seus” citados empreendimentos. Pergunte para o Steve Jobs ou o Eike. No mais ou você não se atualiza ou é “vendedor”.

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    • Troll 16 de outubro de 2011 at 18:43

      Você é corretor né? Não têm problema frequentar aqui não. Só se identifica, pq se não fica feio. O miguezinho brabo…..625K uma pechincha!!! faça-me o favor!!!! [+1]

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  • Gil 29 de agosto de 2011 at 12:48

    Só acrescentando, o Gutierrez, pela proximidade do centro, seria como o Sudoeste no DF.

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    • Marcelo 29 de agosto de 2011 at 16:23

      Resumindo o exemplo que postei, os precos em BH estao absurdos tambem, pode acreditar, e tem potencial para baixar. A renda media em BH deve ser 2 a 4 vezes menor que em BsB, nao da pra sustentar os precos a longo prazo.

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  • Tiago 29 de agosto de 2011 at 12:58

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/966789-crise-mundial-eleva-busca-por-investimentos-seguros.shtml

    É por essas e outras reportagens que eu vejo que a imprensa no Brasil não presta. Até algum tempo atrás só se falava em ouro como investimento seguro. Agora imóveis…

    Impressionante como distorcem os fatos!

    0
    • Carlos Eduardo 29 de agosto de 2011 at 13:53

      Se fosse para investir em imoveis vc compraria no Brasil ? na alta ???

      ou na Grécia, EUA ou outros paises em crise na baixa ????

      onde você acha que seu dinheiro valorizaria mais??

      acho isso tudo um papo furado gigantesco, para enganar idiotas de plantão!

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      • Tiago 29 de agosto de 2011 at 14:51

        Com certeza na Grécia ou na Espanha…

        Tenho um amigo que na Espanha está lá pagando um horror de barato numa casa de frente pro mar e o Governo paga a escola e os livros pros filhos dele!

        É o que eu estava falando aqui no trampo! Há 3 ou 4 anos atrás era possível comprar um apertamento aqui no Itaim (perto da juscelino ou da faria) ou então na vila leopoldina em patamares razoáveis. Agora os preços daqui migraram para as regiões periféricas com esses empreendimentos classe “C de CUBÌCULO” e aqui virou essa monstruosidade.

        Essa corretora comprou um apartamento de 700 mil imaginando ter um retorno ao mês de 10mil… ou seja mais de 1% ao mês do valor… kkkkkkkkkkkkkkkkk não dá para confiar em papo de corretor mesmo. Pense se ela não sabe nem o q fazer com o dinheiro dela quanto mais com o nosso.

        0
        • augusto 30 de agosto de 2011 at 12:04

          Anne Warth e Francisco Carlos de Assis, da Agência Estado
          SÃO PAULO – A situação fiscal do Brasil é hoje muito semelhante à da Grécia, avalia o ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco. A diferença, segundo ele, é que, por ter a mais alta taxa básica de juros do mundo, o Brasil tem maior facilidade para rolar sua dívida que a média dos países que formam o chamado grupo dos PIIGS – Portugal, Itália, Irlanda, Espanha e Grécia. Franco se baseia em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). Em 2007, a Grécia possuía um nível de dívida com vencimento de curto prazo de 13% do Produto Interno Bruto (PIB), proporção inferior aos números do Brasil, que chegavam a 17,7%. Mesmo em 2011, o Brasil ainda possui uma dívida de curto prazo equivalente a 16,9% do PIB, nível superior ao da Grécia, de 16,6%.

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    • Carlos 29 de agosto de 2011 at 14:26

      “Ela comprou apartamento de 54 m², avaliado em R$ 700 mil, na avenida Juscelino Kubitschek (zona sul de São Paulo), que ficará pronto em 2014. Espera perto de R$ 10 mil por mês com a locação para executivos (1,42% ao mês, ou 148% do CDI, taxa que nenhuma aplicação paga).”

      Sonha amélia….

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      • Mahmoud 29 de agosto de 2011 at 15:06

        hehehehe

        Eu já caí muito nessas “receitas de bolo prontas” para ganhar dinheiro. A mulher acha que vai ter um retorno a lá Warren Buffet, 20%/ano no longo prazo, e sem fazer esforço. É iludir muito o ser humano. Nessa metragem e nesse valor, é mais provável o imóvel cair uns 25% (para R$ 500 mil) e ela alugar nem por R$ 4 mil

        Que executivo que ganha no minimo R$ 30 mil vai querer alugar um cubículo de 50m2 pagando 10 paus?

        0
        • Tiago 29 de agosto de 2011 at 15:09

          acho q ela caiu em papo de corretora rsrsrsrsrsrsrs

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    • João 29 de agosto de 2011 at 18:30

      A tal da Ligia é corretora de imóveis:

      http://www.google.com.br/search?q=Ligia+Zaborowiski

      Não existe mais integridade jornalística no Brasil. Eu duvido que ela tenha dinheiro para comprar um APTO de 700 mil apenas para investir. Pela foto dela é possível perceber que não possui nem mesmo R$ 200 mil. Está mal vestida, tirou a foto na cozinha (provavelmente porque a sala é pequena) e está exibindo uma “prataria” de baixo nível.

      É fraude jornalística.

      0
  • alguem disse: 29 de agosto de 2011 at 13:38

    A globo está certa, falta corretores, pois os competentes e espertos, ganharam $,e ja pularam fora , perceberam que não dá mais nada, tá tudo encalhado.

    0
  • MrK 29 de agosto de 2011 at 15:59

    Impactos crueis da bolha por tipo de pessoa – UMA TRANSFERÊNCIA DE RENDA DOS MAIS POBRES PROS MAIS RICOS

    Pessoas que já tinham 1 apartamento (em geral classe média) = Ruim
    Elas não ganharam nada, mas se quiserem trocar pra um imóvel melhor terão que desembolsar mais, pois tudo ficou mais caro.

    Pessoas que não tinham apartamento (em geral classe média e baixa) = Péssimo
    Foram as mais afetadas, pagam alugueis bem maiores e ficou quase impossível para elas comprarem imóveis

    Pessoas que tinham mais de 1 apartamento e alugavam pra renda (em geral classe alta, gente que tem portfolio de investimento com grana, aps, etc…) = Bom
    Elas comecaram a receber muito mais dinheiro de aluguel ou se decidissem vender um imóvel.

    A bolha prejudica os mais pobres pra pagarem alugueis mais absurdos aos mais ricos!!

    0
    • Galvão 29 de agosto de 2011 at 16:42

      E também os que já tinham mais de um imóvel, agoram estão alegrinhos pensando que estão todos milionários.

      Quem não tem, continua não tendo. Quem tem, se segura. Quem tem muito, teoricamente ficou com mais. Bolha neles!!!!

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      • augusto 30 de agosto de 2011 at 12:08

        PAPAI NOEL EXISTE PARA MUITOS OTÁRIOS

        0
  • MrK 29 de agosto de 2011 at 16:48

    A situação é séria

    quem vive de aluguel normalmente não tem dinheiro pra comprar, esses estão se matando pra pagar mais pra quem tem grana (normalmente quem tem mais de um imovel tem grana), é uma distribuição de renda as avessas!!!

    e como alguém comentou lá em cima: É impossível o custo de moradia dobrar e a inflação mal se mexer, é ridiculo!

    eu hoje, ganho bem mais que há 2 anos atrás, mas fecho as contas com muito mais dificuldade, dá pra entender?! eu tinha uma vida melhor com o salario bem menor, em função dessa loucura, enfim, sorte minha que estou saindo do Rio…

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    • aiwww 29 de agosto de 2011 at 17:44

      Também tenho vontade de ir embora do Rio .. sou programador e tenho mestrado .. vou começar a sondar coisas em outros estados. Um colega do trabalho foi essa semana para Balneáreo Canboriu .. bem melhor que esse caos que é o Rio

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  • Jack Boldy 29 de agosto de 2011 at 16:48

    O cara é engenheiro de construtora e além disso participa do CA de um banco.

    Alguém espera que ele diga que não há bolha ?

    O que vivemos é um cenário de preços estratosféricos sem qq sustentação que não seja a especulação e a farta oferta de crédito.

    A conta vai chegar incautos…

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  • Jack Imóveis 29 de agosto de 2011 at 17:06
  • Jack Imóveis 29 de agosto de 2011 at 17:10

    Nosso amigos diriam: “Excelente oportunidade de investimento!!”

    29/08/2011 – 16h55
    Após constatar fraude, prefeitura vai pedir embargo de mais de 20 construções de luxo em São Paulo
    Janaina Garcia
    Do UOL Notícias
    Em São Paulo

    Seja o primeiro a comentar

    Prédio no Tatuapé, zona leste de São Paulo, cuja autorização teria sido fraudada
    Fraude pode causar maior rombo da história de SP
    Polícia investigará participação de servidores
    A Corregedoria-Geral da Prefeitura de São Paulo recomendará ao prefeito Gilberto Kassab (sem partido) nesta segunda-feira (29) a paralisação da construção de 21 empreendimentos de luxo e alto luxo comerciais e residenciais na capital.
    A medida é a primeira ação prática do município após o anúncio de uma fraude de pelo menos R$ 50 milhões aos cofres públicos detectada pelo não pagamento da outorga onerosa por construtoras da cidade. A outorga é exigida para os casos de construções que excedam o limite estabelecido em lei por cada região.
    Em entrevista na sede do governo municipal, na tarde desta segunda-feira, o corregedor-geral, Edilson Bonfim, informou que das 900 guias de recolhimento da outorga sob análise, foi efetivamente comprovada a fraude em 23 delas: 21 de prédios em construção, uma de um empreendimento já embargado, na região do Tatuapé zona leste) e um caso de um prédio de alto padrão na avenida Faria Lima –que, já finalizado, estaria devendo à prefeitura, em valores corrigidos desde 1994, o equivalente hoje a R$ 10 milhões.
    “Depuramos fraude em 23 empreendimentos, tanto obras de luxo comerciais quanto residenciais que não pagaram um centavo devido ao município. Apenas em um caso, por exemplo, de uma obra no Itaim [zona oeste], não foram recolhidos R$ 14 milhões. Em outro caso, de uma guia ainda por vencer, são R$ 20 milhões que, depois de divulgado o esquema, acreditamos que será paga”, disse o corregedor.
    De acordo com Bonfim, os 23 casos elencados representam, sozinhos, ao menos R$ 40 milhões do rombo estimado. Ainda conforme o corregedor, não estão descartadas

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  • Andrade 29 de agosto de 2011 at 17:45

    Um dado interessante é ver que inumeros prédios em Miami tem vendido muitos apartamentos pois lá o preço está interessante, e o mais interessante é ver que os compradores Brasileiros representam nada mais nada menos do que 40% de todas as vendas efetuadas por lá. Agora eu pergunto: se o mercado imobiliario brasileiro estivesse lá isso tudo que os corretores prometem vcs acham que quem tem $ iria comprar lá… ou aqui? É lógico que brasileiro k compra nos EUA é porque já tem casa(s) aqui … mas no entanto quem tem tempo, grana e inteligencia vai comprar onde é mais interessante, sendo assim os preços no brasil à muito k deixaram de ser bons investimentos, quem continua alimentando essa farra de preços sao os otários k entraram na conversa dos corretores… achando k imovel é só valorização! É impressionante pois tem tempo que esses preços estão proibitivos… e eu falava em roda de familia sobre isso… mas ninguém entende… só olham para a super valorização dos ultimos anos e acham que 20% ao ano é prá vida! Tanto é que já nem abordo esse tema em familia/amigos… pois parece que eu que nao tô vendo o óbvio… mas nao perdem por esperar… ai dps eu volto à carga! Não entendem que tudo que fuja muito da curva de crescimento da economia como um todo tende a se retrair/corrigir… pois economia real nao cresce 20% ao ano… nem na China, e que quanto mais os preços subirem… mais os consumidores (inclusive os especuladores) se distanciam do sonho da casa própria… logo tendo esses lançamentos imobiliarios todos… só podem encalhar mais tarde ou mais cedo, e nem com ajudas do governo prós lobies das construtoras ou dos créditos bancários a preços exorbitantes isso dará certo… nao é assim que a economia funciona. Em parte alguma do mundo isso resultou, Japão tem 20 anos pós bolha e até hoje nao recuperou os preços da altura, espanha, usa… etc etc…
    Vamos continuar debatendo, partilhando ideias e informações pois só assim esse movimento se fortalece! Abraços

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  • Murdoch 29 de agosto de 2011 at 17:58

    Engraçado como existem 2 profissões mágicas nas matérias de jornal sobre mercado consumidor. Executivo e empresário!
    Quer dizer que existe alguem com dinheiro pra gastar muito em merda é só dizer que é empresário ou executivo.
    Será que existe tantos executivos assim?
    Posso dizer que sou um deles. Executivo ganha tanto assim que R$ 10.000 de aluguel nem interfere na renda? Pelo que conheço, no “mundo executivo” R$ 25.000 é um baita salário. Um cara desses mesmo sem filhos não paga esse aluguel.

    0
  • Miguel Jacó 29 de agosto de 2011 at 18:54

    Bom, se o mercado continuar aquecido nos próximos 20 anos, posso então pegar agora todo dinheiro de minha aplicação em previdência complementar, pois daqui a 20 anos estarei aposentado e milionário.

    Mas…pensando bem…alguma coisa anda errada, principalmente após eu ler estas duas notícias hoje:

    “Pesquisa do BC aponta 4ª queda seguida na expectativa para PIB do País”
    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,pesquisa-do-bc-aponta-4-queda-seguida-na-expectativa-para-pib-do-pais,81931,0.htm

    “Governo deve lançar medidas para preservar ganhos da nova classe média”
    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,governo-deve-lancar-medidas-para-preservar-ganhos-da-nova-classe-media,82002,0.htm

    Estou agora não só tendo certeza que a bolha vai explodir, mas estou começando a acreditar que a explosão será maior do que eu imaginava…

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    • RT 29 de agosto de 2011 at 20:12

      Não é por nada não… mas toda vez que leio “nova classe média” em algum discurso do governo, sinto que o mesmo está me chamando de idiota, já que espera que eu caia nessa falácia.

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      • MrK 29 de agosto de 2011 at 21:02

        a nova classe merdia tem que vender o almoco pra pagar o jantar

        mas eles falam tudo que o lula mandar na TV, consumam..consumam… troquem de carro, comprem geladeira, comprem imoveis…

        ninguém lembra por exemplo que carro consume gasolina, ipva, seguro, revisão e manutenções… basta a parcela caber no bolso e acham que já podem sair dirigindo !

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        • Mr. Alex 30 de agosto de 2011 at 00:45

          Já dizia minha mãe, pobre que é pobre é pobre de Espírito…

          Eita povinho nojento !

          Manda essa turma pra Europa e verão o quão legal é andar a pé.

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  • Carlos__ 29 de agosto de 2011 at 18:56

    Pessoal, volto a tocar no assunto população ecônomicamente ativa.

    A receita Federal recebeu 24,37 milhões de declarações esse ano.

    Esse número representa o total de pessoas no país que ganham mais de 2.200 reais por mês, incluindo nesse número, além dos trabalhadores de carteira assinada, todos os aposentados, pensionistas, funcionários públicos.

    Nem 13% da população do Brasil ganha acima do que nos países ricos é considerado a linha de pobreza.

    Quem não está nesses 13%, pode ter déficit de moradia, de calorias, de atenção, pode ter o déficit que for que não vai comprar nada e muito menos vai ser a causa dos preços triplicarem. O resto é falácia.

    Querem transformar o Brasil em uma país rico no grito e não com trabalho sério e educação.

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    • Mahmoud 29 de agosto de 2011 at 19:19

      Eu tenho esses dados do PNAD de 2009
      Dos 92.395.000 ocupados do País:

      9,4% não teve rendimentos ou recebeu somente benefícios em troca de seu trabalho.
      29,1% até 1 salário minimo
      31,0% de 1 a 2 salários mínimos
      11,6% de 2 a 3 salários mínimos
      8,9% de 3 a 5 salários mínimos
      5,4% de 5 a 10 salários mínimos
      2,1% de 10 a 20 salários mínimos
      0,7% acima de 20 salários mínimos (R$ 10.800 atuais)

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      • Mahmoud 29 de agosto de 2011 at 19:40

        E os “especialistas” tem a cara de pau de justificar preços de 400, 500 mil reais por ser um mercado deficitário de imóveis. É deficitário de imóveis de 40, 50 mil que é o que mais de 90% do povo tem condições de pagar segundo esses dados do PNAD, e não do conto de fadas de cubículos por 500 mil.

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        • MrK 29 de agosto de 2011 at 21:05

          excelente análise, gostei muito, está coberto de razão

          esse deficit é do povão-povão, como isso justifica apartamentos milionários?!?!!

          Como voce mesmo mostrou, pra comprar esses aps atuais precisa estar ali no 0.7%, ou seja 99.3% da populacao não consegue comprar, que estranho, não?

          depois dizem que não estão comprando pra especular…

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    • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 21:19

      Não esqueça que somente cerca de 8 milhões PAGAM imposto de renda (dado de 2004). Pode ter crescido nos dias de hoje, mas não é muito mais que isso.

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  • Celso 29 de agosto de 2011 at 19:58

    Ricardo Gallo traz umas informações interessantes neste artigo que acaba de publicar, analisando um pouco a recente queda na venda de aptos novos: http://colunistas.ig.com.br/ricardogallo/2011/08/29/vendas-de-imoveis-voltam-a-2009/

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  • Evandro 29 de agosto de 2011 at 20:04

    #PDG +8,22%
    #MRV +7,08%
    #CYRELA +7,00%

    E agora? quem fica usando a bolsa como argumento de bolha, como explica essa?
    Por favor, não me venham com argumentos furados do tipo: repique, correção das quedas anteriores etc…

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    • trololó 29 de agosto de 2011 at 20:09

      rally farsesco, subiram todas as bolsas baseadas no que o bernanke, lagarte e etc bostejaram na reunião, e anunciaram fusao de 2 grandes bancos gregos, tamanha a pindaíba que tá lá, e ainda assim a bolsa da grecia subiu + de 10%!!!!!

      mas não se preocupem não, setembro tem reunião de sarkozinho e angela merkel que já falaram que vai fazer cair muito mais porque lá o rojão é grande pra segurar

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    • DM 29 de agosto de 2011 at 20:16

      Evandro, e agora, me explica a queda de mais de 50% em um ano?

      Só ver um dia de alta demonstra muito conhecimento do mercado financeiro e tendencias.

      Estar em queda ou não por sí só não é fato para comprovar uma bolha, agora o conjunto de fatores, resultados, queda constante, aumento de preços bem além de inflação e preço justo são.

      Como não há bolha e as ações estão em alta, acredito que para você seja um excelente investimento imóveis e ações de construtoras, sinta-se a vontade ” investir”.

      0
      • Evandro 29 de agosto de 2011 at 20:44

        Onde 50% em um Ano?
        PDG
        No ano -27,7%
        MRV
        No ano -19,5%
        CYRELA
        No ano -32,8%
        Só a nivel de comparação:
        PETROBRAS
        No ano -22,8%
        VALE
        No ano -14,4%
        USIMINAS
        No ano -36,8%
        Isso porque eu peguei valores ‘no ano’, pq a % das construtoras ‘em um ano’ são ainda melhores.

        Concordo que a bolsa não é parametro pra bolha. Mas vai dizer que quando cai 4% a galera aqui do blog não vai ao delírio com o mercado ‘comprovando’ a bolha?

        Só estou mostrando que muitos dos argumentos usados aqui são tão furados quanto os dos pró-costrutoras.

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        • carlos wagner 29 de agosto de 2011 at 20:47

          Voce omitiu exatamente a maior construtora do país que foi a que caiu 50% – GAFISA.

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        • trololó 29 de agosto de 2011 at 20:53

          hahahahaha

          é foda viu?

          EM UM ANO não é mesma coisa de NO ANO!

          agora pega essas aí que você colocou NO ANO, e pega o resultado dos últimos 12 meses e dá uma comparada…

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          • Galvão 29 de agosto de 2011 at 20:57

            EM UM ANO= últimos 12 meses
            NO ANO= de 01/janeiro até agora.

            0
          • Evandro 29 de agosto de 2011 at 21:12

            Você sabe ler? pois bem, no meu post está explicado por que eu não coloquei os resultados nos ultimos 12 meses…

            Mas como interpretação de texto não é seu forte, vou por os resultados nos ultimos 12 meses:
            GFSA3
            -38,2%
            PDG
            -18,2%
            MRV
            -11,5%
            CYRELA
            -31,7%
            PETROBRAS
            -16,9%
            VALE
            3,4%
            USIMINAS
            -43,6%

            Na média, bem longe dos 50% pregados aqui, e MELHOR que os resultados NO ANO.
            Entendeu agora porque eu peguei valores NO ANO?
            Vou precisar mostrar como faz média também? Ou com matemática você se vira?

            0
        • Zoom 29 de agosto de 2011 at 21:32

          Evandro, na boa. Qual foi a construtora que você está apostando?
          Isso acontece com todos, quando uns perdem, outros ganham e por aí vai.
          Conta para nós, vai?

          0
    • Mahmoud 29 de agosto de 2011 at 20:20

      É sim, é repique pega-sardinha

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    • carlos wagner 29 de agosto de 2011 at 20:45

      Tem coragem de colocar seu dinheiro lá ou só deu uma passadinha aqui pra er do contra?

      Depois de tudo que tem lido não só aqui, como nas midias, nacional e internacional, ainda não consegue enxergar que algo anda muito errado, pra não dizer mal explicado beirando a má fé, é bancar o alienado de graça.

      Permita-se, pelo menos, questionar a conjuntura atual!

      0
    • Galvão 29 de agosto de 2011 at 20:46

      Se alguém conseguir me explicar as ações da Mundial MNDL4, que subiram 1.666% em alguns meses, para em dois dias despencar tudo e agora subir em 2 dias 50%. Se alguém conseguir explicar como VAle e Petrobrás dão lucros bilionários, mas mesmos assim as ações ficam andando de lado. O que quero dizer é: mercado de ações é extremamente volátil. Não acredite em altas ou baixas de um dia, uma semana, a consistência se mede com o tempo e mesmo assim acontece algumas coisas no mercado de ações que ninguém consegue explicar. Vai por mim!!!!

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      • Galvão 29 de agosto de 2011 at 20:51

        Evandro, concordo quando voccê diz, que um dia de baixa forte nas ações de um empresa do ramo imobiliário não indica bolha, nem mesmo a desvalorização das ações em alguns meses. Repito, o mercado de ações é volátil e muitas vezes não segue fundamentos financeiros. A empresa as vezes está atolada financeiramente e as ações subindo, e vice-versa.

        Se quiser expor seus argumentos contra a existência da bolha, fique à vontade. Gostaria de ouví-los e assim poder debatê-los. Abraço.

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      • trololó 29 de agosto de 2011 at 20:56

        pelo que li, a CVM vai estar investigando algumas pessoas da mundial pra ver se houve manipulação de informações/plantaram boatos/etc pra tentar descobrir alguma coisa dessa alta, ou se foi só babaquice do mercado mesmo.

        veja bem, na grécia, hoje anunciaram a fusão de dois bancos falidos formando um banco falidasso, e o que deu nas bolsas? na grécia subiram mais de 10%…

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      • Anonymous 29 de agosto de 2011 at 21:14

        Galvão,

        O antigo CEO da Enron deu uma explicaçao excelente sobre o papel do acionista no mercado de ações – Idiotas úteis. Já passou o tempo em que o acionista era o DONO. Hoje ele é o trouxa que sustenta salários milionários dos executivos.

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        • Galvão 29 de agosto de 2011 at 21:22

          É verdade. Igual o Jim Carrey naquele filme que ele acha que foi promovido a CEO da companhia e no outro dia a empresa quebra e ele fica de idiota. hehehehe

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    • MrK 29 de agosto de 2011 at 21:08

      Evandro, vivemos um mercado muito volatil (a bolsa tem estado muito volatil, do ceu ao inferno em poucas horas)

      o ÚNICO dia em que demos um foco maior na variação, foi no dia seguinte a publicacao de resultado, pois é claro, isso mediria o humor dos investidores sobre o balanco das mesmas (e foi bem ruim)

      o que faz sentido é olhar a tendencia, e se for ver nos ultimos 6 meses, elas despencaram, na ordem de 40% a 50% desde novembro. Pergunta se quem comprou gafisa a R$15 está feliz dela ter recuperado pra R$7,30 hoje? hehehehe

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    • Marcelo 29 de agosto de 2011 at 21:19

      A rodada do brasileirao de ontem teve muitos classicos e isto, associado com o efeito da copa do mundo e do pre-sal (nao vamos nos esquecer das olimpiadas de 2016), agitaram muito o mercado de acoes das construtoras.

      0
      • RT 29 de agosto de 2011 at 21:52

        Creio que o anúncio da vinda do Papa ao Rio em 2013 também deu sua contribuição.

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        • Marcelo 29 de agosto de 2011 at 22:04

          E o Rock n’ Rio?

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          • MrK 29 de agosto de 2011 at 22:13

            os precos vao comecar a cair um pouco agora, depois do ufc…

            muita gente comprou imoveis na barra pra ver o UFC

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          • Hik 30 de agosto de 2011 at 01:55

            Hahahahahaha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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    • augusto 30 de agosto de 2011 at 12:15

      olha o desespero pintando abertamente em certas pessoas. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

      0
  • trololó 29 de agosto de 2011 at 21:06

    brookfield
    Ano -23,78%
    365 Dias -30,38%

    gafisa
    Ano -37,89%
    365 Dias -38,24%

    cyrela
    Ano -32,77%
    365 Dias -33,23%

    e olha que essa subida dessa semana ajudou a dar folego pra diversas dessas ações, pois já passavam de 40% de queda fácil e conseguiram subir algo de 7%, 6 e até 5% nos ultimos dias…

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    • MrK 29 de agosto de 2011 at 21:13

      exato.. foi o que eu falei acima

      olha, eu já vivi muito bolsa, já vi subir 10% no dia seguinte a um circuit-break, estamos em tempos voláteis e nada pode ser interperetado por um dia

      o ÚNICO dia em que demos um foco maior na variação, foi no dia seguinte a publicacao de resultado, pois é claro, isso mediria o humor dos investidores sobre o balanco das mesmas (e foi bem ruim)

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      • Evandro 29 de agosto de 2011 at 21:23

        Concordo que o mercado é volatil e que uma dia não significa nada.
        Mas é aquela história, se não significa quando sobe, tambem não significa quando desce.

        E não é o que se vê por aqui.
        Quando cai, é bolha.
        Quando sobe, é volatilidade.

        Estar em tendencia de baixa, tambem não signifca muito, porque o bovespa intera está em baixa faz um bom tempo.
        Exemplo? USIMINAS, ITAU… ta pior que todas essas construtoras…

        O que quero desmistificar aqui, é esse: “Quando cai, é bolha”

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        • trololó 29 de agosto de 2011 at 21:46

          tu realmente acha que com as previsões de redução global de pib pra 2012 e 2013, e consequente esfriamento da economia chinesa, reduzindo a demanda por aço, você acha que não significa muito a tendência de baixa de papéis como usiminas e vale?

          então tá…

          e provavelmente é por isso que as ações do itaú e bradesco sofreram queda nos ultimos meses, ao contrário, por exemplo, das notícias que a inadimplência vai subir, o que vai invariavelmente diminuir o lucro dos bancos

          agora, quando o governo manda a bolsa subir através de compra via fundos de pensão, ou quando a bolsa sobe no gogó dos discursos de gente tipo bernanke e lagarde, também não deve ter problema

          tendência fala muita coisa, principalmente porque quem tem milhões em ações também tem informações que as sardinhas nunca vão ficar sabendo – vide Sam Zell – que começou quando a vender as ações que tinha aqui e terminou nesse mês, por que será?

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        • Jack Imoveis 29 de agosto de 2011 at 21:51

          Caro Evandro,

          Acho que você não andou lendo o blog direito. Ninguém associa a queda na bolsa com bolha. É um pouco mais complexo do que isso.

          As açöes de construtoras estão caindo pelos péssimos resultados que essa empresas estão apresentando. É estranho que a maioria das empresas de um setor que clama ter um crescimento absurdo estejam com péssima geração de caixa.

          Isso pode indicar alguns indicios de bolha que só saberemos serem verdadeiros em album tempo. Me permits descreve-los:

          1. Entradas e parcels mensais baixas, portanto saldo devedor nas chaves muito alto e ainda por coma corrigido pelo INCC.

          2. Redução das vendas, alto estoque de terrenos que foram comprados a preços altissimos e caso fiquem parados muito tempo vão causar perdas.

          E assim por diante.

          A turma tem habito de exgerar aqui, independente da volatilidade do mercado a verdade é que as construtoras são péssimas opções de investimento no Momento.

          0
          • Hik 30 de agosto de 2011 at 02:04

            É verdade Jack, o lance do UFC lá em cima foi forçada do MrK. Mas o Papa em 2013 ninguém desmente!

            Aliás, ficaram sabendo da turnê de despedida do Judas Priest com abertura do Whisnake?

            Pois é, isso explica o boom na Tijuca, principalmente nos aps perto do Citibank Hall !!!

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        • Paulo Rocha 30 de agosto de 2011 at 03:07

          Evandro,

          Eu concordo com você em parte. Nunca comentei nada quando o pessoal falava sobre as cotações. Em geral quando a maré (bolsa) sobe, quase todos os barcos (ações) sobem, e vice-versa. Então não importa tanto ficar falando que ação X caiu tanto hoje sem levar em conta o mercado, não só o mercado mas tambem o setor do mercado.

          Uma coisa que o pessoal aqui no blog comentou bastante foi a proporção (PE) preço:dividendos, e das construtoras estava realmente baixo. Não sei qual o PE da Vale ou petrobras, já que não acompanho o mercado de ações brasileiro.

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    • Iury 30 de agosto de 2011 at 10:36

      trololó, só uma dica, qdo postar estes percetuais das incorporadoras, coloque o ibov tb para termos referencia….

      abç

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  • Jack Imoveis 29 de agosto de 2011 at 21:52

    Bolha, alguma razão para alguns comentarios meus ficarem aguardando moderação?

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  • MrK 29 de agosto de 2011 at 22:03

    ninguem diz que as acoes de construtoras tão caindo e por isso tem bolha

    nem percam mais tempo discutindo isso

    a gente somente vê que as acoes de construtoras caindo refletem que os analistas desacreditam na saúde financeira e na geração de lucro e caixa delas, ponto final, refletem que o futuro do mercado imobiliario está bem em “check” e não é tão belo quanto dizem nos jornais

    o que faz ter a bolha, que existe, foi a farra do crédito muito rápida que levou a um movimento especulativo gigante depois, é daí que vem a bolha, não da bovespa

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  • MrK 29 de agosto de 2011 at 22:12

    quem ainda não leu a ultima reportagem do oglobo pra mover a especulação imobiliaria tá perdendo!!!!! é sen-sa-cio-nal, tá na parte do ‘morarbem’

    finge ser um estudo sério, comparando botafogo com paris (se é que pode se chamar isso de sério) diz que foi embasado numa tese de doutorado (capes já foi melhor nisso, heim?)

    daí durante a matéria, fala do futuro promissor desse bairro outrora conhecido por barulhento, esburacado, engarrafado, perigoso, com favela e um cemitério gigante no meio!

    e assim como quem não quer nada joga uma foto de um prédio em construcao (cliquem na foto e vejam a legenda, fala de um prédio 100% vendido no lancamento – porque a foto precisa mencionar isso se a reportagem é sobre o bairro e não sobre venda na planta?) logo depois a reportagem menciona uma super oportunidade, um predio novo que será lancado com aps a partir de R$2milhoes no bairro!

    é muito cara de pau esse jornal…

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    • trololó 29 de agosto de 2011 at 22:14

      termômetro do desespero

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      • trololó 29 de agosto de 2011 at 22:23

        hahahaha achei a reportagem

        alarme de reportagem clichê:
        segunda frase: zona sul
        primeiro paragrafo: nova classe média e sua renda mais alta
        ainda no primeiro paragrafo: lançamento de 2.2 milhoes!!!!!

        segundo parágrafo: estudo universitário

        terceiro parágrafo: valorização de 400%
        UPPs, boom imobiliario, e claro, GRANDES EVENTOS

        setimo e último paragrafo:
        lançamentos, zona sul, estudo, valorização do metro quadrado, e claro, VENDEU TUDO

        pra quem tiver estomago:

        h t t p : / / oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2011/08/26/pesquisa-compara-substituicao-de-populacao-em-botafogo-com-bairro-frances-aligre-925223063.asp

        0
        • MrK 29 de agosto de 2011 at 23:10

          segundo o oglobo a nova classe média pode bancar um ap de R$2.2milhões num bairro que nem é top

          show de bola essa classe média, logo logo vem o anonymous aí dizer que com esse valor se compra 3 andares de um prédio novo em miami heheheh

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          • lopes51 29 de agosto de 2011 at 23:25

            Que maravilha todo mundo virou milionário e eu com meu salário que um dia foi bom sou miseravel.
            Viva a nova classe média.
            Pensar que até 2 anos atras eu conseguia comprar imoveis e hoje não.
            Eu tenho 3 imóveis e sinceramente não acho esses preços saudaveis, pois pra comprar está proibitivo, ou sei lá se comprei na hora certa até 2008, o q sei é que nessa historia eu me enrolo tb pois pra trocar de imovel a volta é grande além disso os preços estão sem referencia o q da medo de vc fazer qualquer negocio.
            Não vou me desfazer dos imóveis, porem os que vejo serem vendidos no mercado estão com descontos pelo menos na minha região pois antes vc comprava uma casa com o preço que é um terreno hoje em dia o q acredito ser um absurdo completo.

            0
          • Anonymous 30 de agosto de 2011 at 01:33

            Na costa Oeste da Florida, em condomínio que dá para ir a pé até a praia, existem casas de 100 m2, 2 dorm, 2 banh por 70 mil USD. Portanto, dá para comprar 17 casas dessas!!! É claro que dá para comprar muita coisa em Miami também.

            0
        • Anonymous 30 de agosto de 2011 at 01:41

          Achei o autor do trabalho. O melhor que ele fez foi estudar Botequim do Rio de Janeiro.

          Pedro Paulo Thiago de Mello
          buscatextual . cnpq . br/buscatextual/visualizacv . do?id=K4757750P6

          Mestrado em Antropologia, Universidade Federal Fluminense, Título: Pendura Essa A complexa etiqueta nas relações de reciprocidade em um botequim do Rio de Janeiro, Ano de Obtenção: 2003.

          Doutorado em Antropologia, Universidade Federal Fluminense, Título: Por trás da notícia: Um olhar etnográfico sobre os ritos de interação numa redação de jornal, Ano de Obtenção: 2009.

          Pós-Doutorado: École des Hautes Études en Sciences Sociales.

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          • Platao 30 de agosto de 2011 at 08:57

            hahahahha….esses são nossos “investidores” e consultores de economia….

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          • Lucas2 30 de agosto de 2011 at 10:40

            off topic… O duro é saber que pagamos para esses caras terem esses mestrados da vida…

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    • Susy 30 de agosto de 2011 at 10:06

      “Pendura Essa A complexa etiqueta nas relações de reciprocidade em um botequim do Rio de Janeiro”

      Ha ha ha! Esse trabalho acadêmico merecia ser indicado ao prêmio “Ig Noble”.

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  • Marcos 29 de agosto de 2011 at 23:28

    Ricardo Gallo é macho

    Olhem o que ele postou no blog dele.

    Vendas de imóveis voltam a 2009: colunistas.ig.com.br/ricardogallo/2011/08/29/vendas-de-imoveis-voltam-a-2009/

    Será que ele muda o discurso como o Mauro Halfed da CBN fez? Acredito que não!

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    • Marcos 29 de agosto de 2011 at 23:39

      Essa merece um tópico. Belos gráficos que negam a bolha kkkk

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  • Joy Division 30 de agosto de 2011 at 01:56

    Boa noite amigos
    Tb faço parte dos excluídos que têm a pretensão de adquirir um imóvel, contudo a um preço justo.
    Apenas tentando colaborar um pouco, fiz uma busca por imóveis no site do Balcão, atual Bomnegócio, digitei a palavra repasse, com um defaut no RJ e sugirram 138 anúnicios
    h ttp://www . bomnegocio.com/rio_de_janeiro/grande_rio_de_janeiro/imoveis?ca=21_s&q=repasse&w=6&cg=1000
    Alguns vêm estampado repasse urgênte, sendo a maioria na Barra da Tijuca e Recreito, como previsto tempo atrás aqui no Blog.
    Parabéns pelos comentários, sobretudo agora que o blog cruzou as fronteiras do país.

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    • Hik 30 de agosto de 2011 at 02:20

      “Alguns vêm estampado repasse urgênte, sendo a maioria na Barra da Tijuca…”

      É a corrida para a turnê de despedida do Judas Priest no Citibank Hall…

      Corram e garantam o seu……. imóvel!!!

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      • Marcelo 30 de agosto de 2011 at 10:41

        Acho que o show do Pearl Jam valoriza mais os imoveis…

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    • aiwww 30 de agosto de 2011 at 09:14

      Há duas semanas esse número estava em 121 .. já fiz a mesma consulta

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  • Elias 30 de agosto de 2011 at 08:30

    A proposta agora é aumentar os prazos.

    Vamos inflar mais.

    Bolha de crédito no Brasil?
    Autor(es): Fernando Gonçalves e Felipe Gottlieb
    Valor Econômico – 30/08/2011

    https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/8/30/bolha-de-credito-no-brasil

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    • augusto 30 de agosto de 2011 at 12:26

      todos os pseudo entendidos tambem diziam que a situação nos EUA, inclusive o ex presidente do FED, era super normal antes de aclodir a crise do sub prime em meados de 2008.
      Aqui estamos no mesmo caminho, pois está tudo OK, mas ………………

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  • Elias 30 de agosto de 2011 at 08:38

    EMPRESAS JÁ NOTAM SINAIS DE DESACELERAÇÃO
    LUCRO DE COMPANHIAS CRESCE 49% EM 2010
    Valor Econômico – 30/08/2011

    Os primeiros sinais de desaquecimento da economia, como resultado da crise internacional, começam a ser percebidos pelas empresas de diversos setores, de forma mais marcante entre os grandes exportadores. Além da preocupação com a redução da demanda, é generalizada a apreensão quanto à intensidade e à duração da crise em si – e, portanto, com os danos que ela poderá causar à economia brasileira. Esse cenário pôde ser constatado em conversas com executivos que comandam as melhores entre as maiores empresas do país – premiadas ontem na solenidade do anuário “Valor 1000”.

    (…)

    Sete empresas do setor de construção e engenharia estão entre as 20 companhias que registraram o maior crescimento da receita líquida em 2010, resultado do grande volume de investimentos em infraestrutura e na expansão do mercado imobiliário. O número de companhias do setor de construção e engenharia subiu de 62 para 88 no ranking das cem maiores empresas do país, publicado pelo anuário “Valor 1000”, que circula a partir de hoje, para assinantes do Valor e venda em bancas. Para sustentar esse crescimento, as empresas do setor de construção e engenharia aumentaram em 33% seu nível de endividamento, ficando atrás apenas do setor de comércio varejista (37,8%), que registrou a maior expansão.

    (…)

    As empresas mais eficientes foram premiadas ontem, em São Paulo, durante evento que teve o ministro da Fazenda, Guido Mantega como principal orador. Ele entregou o prêmio Empresa de Valor 2011 à Totvs, por ter se destacado no conjunto das melhores em cada setor.

    “LUCRO DE COMPANHIAS CRESCE 49% EM 2010” – Não no setor da construção.

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  • Elias 30 de agosto de 2011 at 08:54

    Por quê as ações das construtoras subiram.

    Com a previsão de queda da Selic, mais alívio para o seu pesado endividamento.

    Mercado já vê queda
    Correio Braziliense – 30/08/2011

    (…)

    O mercado se concentra atualmente em duas apostas: três quedas de 0,50 ponto percentual na Selic a partir da reunião do Copom de outubro, e três quedas consecutivas de 0,25 ponto percentual, também a partir da reunião de outubro. Para Leandro Roberto Sophia, operador da TOV Corretora, o anúncio veio em boa hora e influenciou também o desempenho da bolsa. “Subiram ações da Petrobras, da Vale, de empresas ligadas à construção civil e de bancos”, relatou. “O mercado está avaliando que pode haver um corte de juros a curto prazo, o que será visto, positivamente, como um incentivo para a economia. Isso vai ser bom para investidores estrangeiros e nacionais acreditarem mais no nosso país”, disse.

    (…)

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    • Carlos 30 de agosto de 2011 at 10:03

      A inflação está bombando mesmo nos indíces oficiais. Hoje está em 7,5% no menor dos índices. O IGP-M está em 8% no resultado de hoje.

      Na verdade, os juros no Brasil são baixos. O juro real hoje é de apenas 5%, um dos menores da história. A taxa de juros atual não é suficiente para impedir que as pessoas se endividem e nem para evitar inflação ou estimular poupança. Por definição, é baixa. O que achamos inflação normal aqui causaria guerra civil em outro país.

      Se o BC baixar a taxa sob pressão, azar o do Brasil. Já disse antes que não existe mágica, um país não pode crescer a renda do trabalhador mais que a produtividade sem causar inflação. O custo de moradia não pode dobrar sem causar inflação.

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  • Insanidade 30 de agosto de 2011 at 09:04

    Sobre a reportagem da corretora dos 700mil…

    “Imóvel sempre valoriza e rende aluguel. Tem de procurar lugares onde a oferta é menor do que a procura”, diz a corretora Ligia Zaborowiski.

    “Ela comprou apartamento de 54 m², avaliado em R$ 700 mil, na avenida Juscelino Kubitschek (zona sul de São Paulo), que ficará pronto em 2014. Espera perto de R$ 10 mil por mês com a locação para executivos (1,42% ao mês, ou 148% do CDI, taxa que nenhuma aplicação paga). ”

    Apenas para comparação: Trabalho na região da Berrini (SP) que é bem valorizada. Aqui no prédio onde trabalho, conjuntos de 150m2 estão sendo alugados por R$10.000/10.500.

    Agora, de onde a reportagem tirou esse valor de 54 m² a R$10.000?????

    Também gostei da parte que fala “Imóvel sempre valoriza…”

    Pessoal, na boa, essa reportagem merece ser colocada em um quadro na parede…

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    • augusto 30 de agosto de 2011 at 12:30

      Essa tal de Ligia se de fato é corretora mesmo denigre os quadros do CRECI, e deveria ter seu registro cassado.
      Será que sabe fazer uma simples conta de 2 + 2

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    • Hik 30 de agosto de 2011 at 19:57

      “Agora, de onde a reportagem tirou esse valor de 54 m² a R$10.000?????”

      Calma, deve SÓ ter esquecido o 1 na frente de 54. Aí fica 1 54 m². Viu só? Já ganha meio certo da tia Antonia.

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  • Ricardo 30 de agosto de 2011 at 09:42

    Bolha de crédito no Brasil?
    Autor(es): Fernando Gonçalves e Felipe Gottlieb
    Valor Econômico – 30/08/2011

    Artigos recentes na imprensa internacional têm apontado insistentemente para o risco de haver uma bolha de crédito no Brasil. O medo é compreensível quando se observa o aumento de mais de 20 pontos percentuais do crédito como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos seis anos e o elevado comprometimento da renda do brasileiro com o serviço de dívidas. Mas temos uma bolha?

    A concepção clássica de bolhas financeiras envolve aumentos de preços de ativos que não podem ser explicados por fundamentos. O crédito excessivo teria o papel de alavancar a apreciação exagerada dos preços, como ocorreu na recente bolha imobiliária americana. Este claramente não é o caso do Brasil, onde o financiamento imobiliário ainda é incipiente e parte significativa do crédito é para o consumo.

    A situação brasileira está mais associada à literatura econômica de ciclos de crédito, segundo a qual expansões exageradas do endividamento podem levar a excessos de consumo e investimento. Em um momento de reversão, tais excessos levariam a uma queda exacerbada da atividade e, no caso mais extremo, a uma crise financeira.

    A questão importante, portanto, é saber se o aumento recente do crédito no Brasil pode ser considerado exagerado. Uma avaliação correta deve reconhecer que o nível de crédito no Brasil ainda é baixo e que seu aumento recente ocorreu em paralelo a diversas mudanças no ambiente macroeconômico, microeconômico e regulatório.

    Aqui, a expansão resultou de melhorias no ambiente macro, microeconômico e regulatório

    A nova lei de falências, por exemplo, teve papel importante na redução do custo e aumento do volume do crédito para empresas. Antes, o processo de insolvência no Brasil era um dos mais lentos do mundo e as restrições sobre empresas em recuperação eram muito rígidas, provocando assim falências evitáveis. A lei reduziu a burocracia, flexibilizou condições impostas às empresas em dificuldade e reforçou os direitos dos credores. O resultado foi uma maior previsibilidade dos retornos dos empréstimos.

    No caso do crédito ao consumidor, a criação do crédito consignado aumentou as garantias ao credor, permitindo a queda no custo do crédito e o aumento expressivo das concessões. E como pelo menos 85% dos tomadores são funcionários públicos ou pensionistas do INSS, a inadimplência dessa modalidade de crédito é pouco sensível aos ciclos econômicos.

    Ao mesmo tempo, ocorreu uma queda estrutural da taxa de desemprego e um aumento da formalização. Esses fatores, junto com a melhoria na distribuição de renda, produziram um forte crescimento da bancarização – isto é, do número de pessoas com contas bancárias – o que aumentou o contingente de brasileiros com acesso ao crédito bancário.

    A formalização do trabalho e a bancarização podem ter produzido uma migração do crédito não bancário – às vezes não capturado em estatísticas oficiais – para o bancário. Assim, é possível que parte do aumento recente das estatísticas de crédito seja resultado da melhor medição e não de um aumento real do endividamento.

    Como pano de fundo durante esse processo, tivemos ainda um ambiente de relativa estabilidade macroeconômica, propiciado por anos de controle inflacionário e superávits primários que garantiram a sustentabilidade fiscal. A conjunção de todos esses fatores permitiu o alongamento de prazos e a redução de taxas de juros, tornando o crédito mais acessível.

    Há, portanto, uma lista extensa de fatores que indicam que, ao contrário do que ocorreu em outros países, a expansão recente do crédito no Brasil não resultou de uma deterioração da qualidade regulatória, e sim de melhorias no ambiente macroeconômico, microeconômico e regulatório.

    Essas melhorias permitiram a forte expansão do crédito sem contudo aumentar o comprometimento da renda com serviço de dívidas. Mas, apesar de estável, é preciso reconhecer que o comprometimento (atualmente em torno de 26% da renda) é bastante elevado, o que tende a gerar uma maior inadimplência média e maiores spreads bancários.

    A limitação imposta pelo elevado comprometimento da renda indica que novas melhorias são necessárias para que a expansão do crédito continue de forma saudável. É preciso evoluir para um mercado de crédito com prazos mais alongados e taxas de juros e de inadimplência mais baixas. Sem isto, o incipiente desenvolvimento do mercado de crédito imobiliário, por exemplo, ficará limitado ou aumentará os riscos do sistema financeiro.

    Neste sentido, uma melhoria institucional potencialmente importante foi a criação recente do cadastro positivo. Com ele, o histórico de crédito de cada tomador será conhecido, e não apenas dos inadimplentes, o que tende a aumentar a precisão de avaliações de crédito e a reduzir a inadimplência média. A expectativa é que o cadastro ajude o mercado de crédito a migrar de um “equilíbrio ruim”, de altos spreads e alta inadimplência, para um “equilíbrio bom”, com spreads e inadimplência mais baixos.

    Vale mencionar que as taxas de inadimplência vem subindo nos últimos meses, movimento que deve se acentuar com a desaceleração da economia. Isso pode ser percebido por alguns como evidência de uma bolha de crédito. No entanto, é natural que em momentos de desaceleração observemos aumentos significativos da inadimplência, o que por si só não caracteriza excesso de crédito.

    E mesmo que a desaceleração da economia produza um aumento acentuado da inadimplência e problemas pontuais, o sistema financeiro brasileiro está, de modo geral, bem capitalizado, como fica evidente pelo elevado índice de Basileia dos bancos. Em 2010, o índice médio ficou em 16,9%, bem acima da exigência mínima de 11% no Brasil (que por sua vez já é bem maior do que a exigência mínima de 8% da Basileia). Somam-se a isso os elevados recolhimentos compulsórios praticados no Brasil, que representam um colchão de liquidez significativo no caso de uma crise.

    Embora o aumento do crédito até aqui se justifique pelas melhorias descritas e os bancos estejam, na média, bem capitalizados, as autoridades devem permanecer vigilantes. A boa notícia é que o Banco Central vem dando sinais claros de seu compromisso com a estabilidade financeira. Além da criação recente do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), o BC passará a monitorar de perto empréstimos de menor valor e seus critérios de concessão. Quando houver discrepância entre níveis de risco atribuídos a um mesmo tomador, o BC poderá exigir provisões maiores das instituições mais otimistas. Essas medidas vão na direção correta e a continuidade desse processo de aprimoramento é fundamental para evitar excessos no futuro.

    Fernando M. Gonçalves é sócio da Ventor Investimentos

    Felipe Gottlieb é economista da Ventor Investimentos

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  • Evandro CPS 30 de agosto de 2011 at 09:50

    terraimoveis.imovelweb.com.br/noticias/11524/comprar/Imoveis-usados-podem-ser-financiados-em-ate-100-.aspx

    Mais lenha na fogueira!!!!!

    Quero ver o coitado achar um imóvel com valor apropriado para financiar 100% com essas rendas.

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  • Jack Imóveis 30 de agosto de 2011 at 10:17

    Primeira Notícia. Saiu agora na FSP.

    Venda de imóveis novos residenciais recua 31% no ano em SP

    TATIANA RESENDE
    DE SÃO PAULO

    Atualizado às 10h12.

    A venda de imóveis novos residenciais na capital paulista somou 11.680 unidades no primeiro semestre, com retração de 31,3% ante o mesmo período no ano passado, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pelo Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo.

    O avanço da inflação e as consequentes medidas de contenção do crédito contribuíram para o clima de desaquecimento do mercado imobiliário, segundo a entidade.

    As moradias de dois dormitórios tiveram a maior participação nas vendas, representando 40,3% do total, seguidas pelas unidades com três quartos (29,5%).

    A capital do Estado respondeu por 48,3% dos imóveis vendidos na região metropolitana de São Paulo, que engloba outros 38 municípios. Houve perda na participação ante o mesmo período do ano passado, quando era de 50,6%. Foram comercializadas 24.178 unidades na região, variação negativa de 28%.

    Já a quantidade de lançamentos, contabilizada pela Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos sobre o Patrimônio), registrou expansão de 3% na cidade de São Paulo no mesmo comparativo, totalizando 13.992 moradias postas à venda entre janeiro e junho deste ano na cidade. Enquanto isso, na região metropolitana de São Paulo apresentou queda de 9%, atingindo 24.739 unidades.

    O preço do metro quadrado de área útil dos imóveis novos subiu 8,6% desde janeiro, considerando o valor médio dos lançamentos registrado nos últimos 12 meses, de acordo com a metodologia do Secovi-SP. No mesmo período, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) teve alta de 5,6%.

    FINANCIAMENTOS

    As operações de crédito imobiliário com recursos da poupança em todo o país atingiram R$ 37 bilhões, distribuídos em 236,5 mil unidades, no primeiro semestre, registrando o melhor resultado em valor e quantidade para esse período da série histórica, iniciada em 1967, de acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

    Com condições mais favoráveis ao tomador do empréstimo, com taxas de juros menores e o alongamento dos prazos de pagamento, o percentual de financiamento dos imóveis vem crescendo nos últimos anos, atingindo uma média de 62,7% do valor total da moradia. Para se ter uma ideia da escalada desse patamar, em igual intervalo em 2005 os mutuários davam de entrada mais da metade do valor para realizar o sonho da casa própria, restando aos bancos emprestar 47,9%.

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    • Zoom 30 de agosto de 2011 at 10:29

      Ja mudaram o discurso, inflacao e medidas para conter o credito.

      0
      • Jack Imóveis 30 de agosto de 2011 at 10:37

        O que é uma bobagem, pois tudo que temos lido são notícias para incentivar o crédito. E esse aumento de 8,6% no m2. Tiraram de onde?

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  • Jack Imóveis 30 de agosto de 2011 at 10:20

    Isso signigica que em junho foram vendidos 2.716 imóveis novos. 14% a mais do que em maio.

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    • augusto 30 de agosto de 2011 at 12:32

      E apesar de tudo meu amigo desesperado, no semestre caiu 32%

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  • JARBINHAS S2 30 de agosto de 2011 at 10:27

    Veja gráfico abaixo que compara venda mensal de imóveis em Sampa em 2009, 2010 e 2011:

    As barras azuis mostram volume de vendas em 2011. O volume de vendas se assemelha ao que tivemos em 2009 ( barras amarelas).

    A tabela abaixo mostra o resultado de um levantamento que fiz nos sites das principais incorporadoras que são listadas na Bolsa. Levantei o número de unidades vendidas e lançadas no primeiro semestre deste ano e comparei com mesmo período de 2010. Calculei também a relação entre vendas e lançamentos para ver se havia algo estranho:

    Tais empresas não atuam somente na grande Sampa. Logo, não é possível comparar tais dados com os dados do secovi.

    Notamos aí uma queda generalizada nas vendas e nos lançamentos. O percentual de queda ( 8% ) é inferior aos a queda apontada pelo Secovi, o que indica que as quedas de vendas no resto do país devem ser menores do que a queda que ocorreu em Sampa. Também é possível observar que, na média, as empresas reduziram os lançamentos na mesma proporção das vendas, acompanhando sua queda. Surge então uma possível hipótese para explicar isto: as vendas teriam caído porque houve um volume menor de lançamentos devido a problemas na oferta ( dificuldade na produção ou na aquisição de terrenos) e não na demanda e que, portanto, ainda haveria uma demanda deprimida por imóveis.

    Contudo o gráfico abaixo da evolução do volume de vendas sobre unidades em oferta, ou seja, a velocidade em que as vendas estão ocorrendo, mostra que nos últimos meses a velocidade de vendas em Sampa caiu de mais de 20% do estoque a venda para menos de 15%:

    Ou seja, está demorando mais para as incorporadoras venderem seus estoques, o que pode explicar a redução no volume de lançamentos, pois ninguém vai querer lançar mais empreendimentos com estoques demorando mais para sair devido a uma queda das vendas.

    Preocupante. E, como disse um atento leitor desta coluna, esta queda DE VENDAS ocorreu antes da QUEDA FORTE DA BOLSA DAS ÚLTIMAS SEMANAS, DA PIORA DO CENÁRIO EXTERNO E DOS DADOS DO BC QUE MOSTRAM UM ESFRIAMENTO MAIS FORTE NA ATIVIDADE ECONÔMICA NOS ÚLTIMOS MESES, COMO MOSTREI NO LINK ABAIXO:

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  • Jack Imóveis 30 de agosto de 2011 at 10:27

    Agora da Reuters

    Contenção de crédito pressiona vendas de imóveis em SP
    terça-feira, 30 de agosto de 2011 10:17 BRT Imprimir [-] Texto [+]
    SÃO PAULO, 30 de agosto (Reuters) – As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo recuaram 31,3 por cento no primeiro semestre na comparação com igual período de 2010, pressionadas entre outros fatores por medidas de contenção de crédito tomadas pelo governo para resfriar a inflação.

    Segundo o sindicado que representa o setor imobiliário na capital paulista, Secovi-SP, as vendas dos primeiros seis meses de 2011 somaram 11.680 unidades. Em junho apenas, foram comercializados 2.716 imóveis no município, queda de 19,14 por cento na comparação anual, e aumento 14,1 por cento sobre maio deste ano.

    “A finalização de avanço da inflação e consequentes medidas de contenção de crédito contribuíram para o clima de desaquecimento (no semestre)”, afirmou o Secovi em comunicado.

    A entidade acrescentou ainda como fatores que impactaram o desempenho, a comemoração do carnaval em março, que estendeu o período sazonalmente fraco do setor que ocorre no primeiro trimestre. Fortes chuvas no início do ano também afetaram os negócios, afirmou o Secovi.

    Já os lançamentos no primeiro semestre totalizaram 13.992 unidades, volume 3 por cento superior ao lançado no mesmo intervalo do ano passado. Em junho, os lançamentos atingiram 3.167 unidades, incremento 11,9 por cento ano a ano.

    A velocidade de vendas no primeiro semestre, medida pela relação de vendas sobre oferta de imóveis, ficou em 13,2 por cento, índice inferior aos 21,6 por cento da primeira metade de 2010.

    De janeiro a junho, os imóveis de dois dormitórios responderam pela maior parcela comercializada na capital paulista, de 40,3 por cento, seguidos pelas unidades de 3 dormitórios, com 29,5 por cento do total, segundo Secovi.

    (Por Vivian Pereira)

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    • MrK 30 de agosto de 2011 at 10:43

      hahaha carnaval e chuvas, essa foi a melhor, realmente a culpa é das chuvas, houve quebra na safra de imóveis

      agora, muito curioso é que apesar da queda fortíssima (31%) o volume de lancamentos subiu!!! ou seja , vai sobrar muito estoque…

      uma pergunta: Não vão divulgar venda dos usados, não?????

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    • DM 30 de agosto de 2011 at 10:48

      E continuam tentando justificar o injustificável,

      “A entidade acrescentou ainda como fatores que impactaram o desempenho, a comemoração do carnaval em março, que estendeu o período sazonalmente fraco do setor que ocorre no primeiro trimestre. Fortes chuvas no início do ano também afetaram os negócios, afirmou o Secovi.”

      Mas a propaganda velada continua!

      terraimoveis.imovelweb.com.br/noticias/11524/comprar/Imoveis-usados-podem-ser-financiados-em-ate-100-.aspx

      Como dizia um antigo chefe meu: “Quando tudo está bom, não precisa justificar! Quando tudo está ruim, não tem justificativa!”

      O que me deixa puto e quererem manter uma situaçãi irreal, se por um acaso tivessemos um ambiente normal e não ao qual impera a lei de gerson, não teriamos um problema futuro (próximo) e conseguiriamos manter uma tranquilidade. Mas infelizmente estamos no Brasil e quem vai acabar pagando a conta somos nó que pagamos imposto de renda e recolhemos outros impostos.

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    • Glaucio 30 de agosto de 2011 at 13:06

      Carnaval mudou de Fevereiro pra Março… O que isso influencia no semestre?

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      • Paulo Rocha 30 de agosto de 2011 at 13:13

        Cara a explicação é muito complicada para nós meros normais. É mais complicada do que a teoria do caos. Só o pessoal do secovi consegue entender.

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    • Duda 30 de agosto de 2011 at 17:24

      Só agora que foi atualizado no site do Secovi. Vou aclarar: ainda confio nesses numeros do Secovi (por enquanto), mesmo que sei que a fonte não é imparcial. O motivo é que não tenho outra fonte, infelizmente…

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  • Selvagem 30 de agosto de 2011 at 10:40

    Arre que saiu…

    Junho 2011

    Secovi-SP divulga Pesquisa do Mercado Imobiliário de junho

    Mercado de imóveis novos residenciais mostra sinais de retomada. Dois dormitórios lideraram as vendas, mas unidades de 1 quarto tiveram relevante crescimento

    Mesmo diante da crescente discussão sobre os problemas em diversos países, principalmente na Europa, e da percepção da necessidade de correção de rumos na economia norte-americana, a conjuntura nacional demonstra, mais uma vez, que a crise internacional não nos abateu.

    A projeção de crescimento para este ano aponta para desaceleração e, com isso, deverá haver menor pressão inflacionária. A tendência de estabilização nos preços e o cenário internacional poderão amortecer o ritmo de aumento da taxa de juros básica definida pela autoridade de política monetária.

    Em junho, a crise mundial avançava ainda sem o agravamento percebido recentemente, mas, em contrapartida, a pressão inflacionária nacional foi maior. Diante desse cenário econômico, o mercado de imóveis novos residenciais na Região Metropolitana e, principalmente, na cidade de São Paulo registrou mais um passo no processo de retomada.

    Cidade de São Paulo

    Os indicadores de comercialização de imóveis novos residenciais na Capital demonstraram crescimento em relação aos dados de maio, conforme pesquisa realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, sob supervisão do economista-chefe Celso Petrucci.

    Em junho, o mercado registrou:

    . Vendas de 2.716 unidades, com crescimento de 14,1% sobre maio (2.380 unidades);

    . Vendas inferiores em relação a junho de 2010 (3.359 unidades), com variação negativa de – 19,1%

    . 80% das vendas (2.171 unidades) ocorreram na fase de lançamento (primeiros seis meses desde a colocação no mercado, período de maior esforço mercadológico)

    . Nicho de 2 dormitórios com maior fatia: 968 unidades comercializadas e 35,6% do total vendido no mês

    Destaque para crescimento de vendas no segmento de 1 dormitório, com 802 unidades (segunda maior participação no mês, com 29,5%), superando 3 dormitórios, com 621 unidades (22,9%);

    O segmento de 1 dormitório abrange tanto unidades de padrão econômico para classes de renda emergentes, quanto moradias diferenciadas como apart-hotéis, lofts, estúdios, dentre outros, que geralmente possuem valores superiores aos de imóveis convencionais. Assim, em junho, as vendas desse nicho contemplaram unidades com preços inferiores a R$ 170 mil e também no intervalo entre R$ 400 mil e R$ 450 mil.

    No segmento líder em vendas (2 quartos), os empreendimentos que se destacaram no mês compreenderam faixas de valores até R$ 170 mil e de R$ 350 mil a R$ 700 mil. destaque

    Entre os bairros, independentemente da segmentação, maior relevância em junho para os tradicionais (Morumbi, Vila Mariana, Alto da Mooca), além de Cangaíba, São Miguel Paulista, Belém, Lapa, dentre outros.

    Imóveis de área útil entre 46m² e 65m² tiveram 37,6% de participação, com 1.021 unidades vendidas.

    Desempenho de Vendas

    O indicador VSO (Vendas sobre Oferta) expressa em porcentagem o desempenho de comercialização, comparando o número de unidades vendidas em relação à oferta no mês.

    VSO de junho = 16,5%

    VSO de maio = 15,1%

    VSO de junho de 2010 = 26,8%

    Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)

    . Vendas em junho: 4.926 unidades, com alta de 11,3% em relação às 4.427 de maio

    . Crescimento de 0,5% (estabilizado) comparado a junho de 2010 (4.902 unidades)

    . VSO da RMSP: 15,8% (junho); 14,4% (maio); 19% (junho de 2010)

    . Vendas na cidade de São Paulo representaram 55,1% do movimento da RMSP

    Lançamentos Residenciais

    De acordo com informações fornecidas pela Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), junho apresentou os seguintes resultados:

    Cidade de São Paulo

    . 3.167 unidades lançadas, com redução de 13,5% sobre as 3.663 de maio

    . Alta de 11,9% sobre junho de 2010 (2.830 unidades)

    Região Metropolitana

    . 4.956 unidades lançadas no mês, contra 5.869 de maio (queda de 15,6%)

    . Volume 45,5% superior a junho de 2010, com 3.407 unidades

    Acumulado no ano

    O primeiro semestre foi encerrado com resultados inferiores comparativamente a igual semestre de 2010. O cenário econômico é totalmente distinto nos dois períodos. A euforia em relação ao crescimento foi substituída pela apreensão, resultante de uma série de acontecimentos, tanto nacionais como internacionais.

    Cidade de São Paulo

    . Vendas acumuladas de janeiro a junho: 11.680 unidades, ante 17.005 imóveis no primeiro semestre de 2010 (variação de negativa de – 31,3%)

    . Lançamentos residenciais acumulados em 2011: 13.992 unidades, contra 13.581 imóveis do primeiro semestre de 2010 (crescimento de 3,0%)

    . VSO médio no primeiro semestre de 2011: 13,2% ao mês, diante dos 21,6% ao mês do mesmo período de 2010

    Região Metropolitana de São Paulo

    . Venda acumulada de janeiro a junho de 2011: 24.178 unidades, com variação negativa de -28% sobre as 33.576 primeiro semestre de 2010

    . Lançamentos acumulados em 2011: 24.739 unidades, contra 27.187 imóveis de igual período de 2010 (variação negativa de -9,0%)

    . VSO médio do primeiro semestre: 13,5% ao mês, contra 19,1% ao mês de janeiro a junho de 2010

    Considerações Finais

    O mercado imobiliário entra em processo de retomada lento, mas gradual, mesmo diante das adversidades no cenário econômico. A oferta se recompõe, principalmente, na cidade de São Paulo, com volume de lançamentos superior ao de comercialização em mais de 2,3 mil unidades nos últimos seis meses. “Com isso, a oferta de imóveis novos residenciais na cidade deve superar 13,7 mil unidades, volume inferior à média de 20 mil unidades existentes antes de 2009”, estima o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci.

    Apesar de ainda não configurar em tendência, é importante ressaltar o crescimento da participação nas vendas do segmento de 1 dormitório. “É necessário acompanhar a evolução nos próximos meses, para constatar se realmente existe movimento mercadológico para o segmento”, complementa Petrucci.

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    • augusto 30 de agosto de 2011 at 12:35

      wishfull thinking só isso. RETOMADA DO CRESCIMENTO!!!!!!!!!!!!!!!!!! , KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      PURO DESESPERO DE QUEM NÃO MAIS TEM ARGUMENTOS

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  • Murdoch 30 de agosto de 2011 at 10:43

    Pessoal, recebi um panfleto num sinal de trânsito na Barra da Tijuca Rio de Janeiro e vou reproduzir ipsis litteris para vcs, pq acredito ser no mínimo curioso.

    ADIM – ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DOS INTERESSES DOS MUTUÁRIOS – SANTA CATARINA (?)

    Se você adquiriu um imóvel financiado pelo SFH saiba que é prática comum dos bancos (agentes financeiros), cobrar prestações muito maiores do que as verdadeiras e aumentar o saldo devedor ilegalmente.
    A ADIM, faz gratuitamente o recálculo de todo o seu contrato (SFH), estabelecendo a verdade e lhe orienta como conseguir ter seus direitos resgatados e garantidos.
    Contratos feitos diretamente com CONSTRUTORAS também, em sua grande maioria, apresentam diversas irregularidades, tais como cobrança de juos durante a construção, aplicação de tabela Price, juros compostos entre outras.

    ATENÇÃO: SEU FINANCIAMENTO PODE ESTAR INCORRETO
    – Prestações em atraso devido ao valor muito alto;
    – Saldo Devedor crescente e em vários casos, três vezes maior do que o valor real do imóvel;
    – Imóvel indo a leilão por falta de pagamento;
    – Contratos de gaveta (não transferidos);
    – Financiamentos PREVI, FUNCEF, POUPEX;
    – Contratos assinados a partir de 1998 sem a proteção de cláusula de quitação do Saldo Devedor na última prestação (FCVS);
    – E outras situações

    FINANCIAMENTOS JÁ QUITADOS TAMBÉM PODERÃO SER REVISADOS.

    Caso você não se interesse pelo que propomos, talvez possa com este panfleto ajudar alguem de sua relação.

    Procure-nos imediatamente

    Aí apresenta um escritório de Floripa e um no RJ, que fica na Barra.

    Será coincidência? Nunca vi nada assim, mto menos distribuído no sinal.
    O cara lá de Floripa montar um escritório aqui é pq tem mercado.

    Se alguem quiser, posso mandar por email scaneado.

    Abs

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    • MrK 30 de agosto de 2011 at 10:47

      que isso cara.. é coincidência… pura coincidência

      é culpa do excesso de chuvas

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  • Jack Imóveis 30 de agosto de 2011 at 10:44

    Relatório SECOVI-SP completo

    Ta aqui o bicho:

    http://www.secovi.com.br/files/Arquivos/balanco-mercado-2011.pdf

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  • Selvagem 30 de agosto de 2011 at 10:45

    Impresseionante como eles disfarcam a queda usando palavras bonitas como retomada, adversidades, correcao de rumos.

    Os graficos ja estao disponiveis em

    http://w w w . secovi.com.br/files/Arquivos/graficos-pmi0611.pdf

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  • Selvagem 30 de agosto de 2011 at 10:46

    Impressionante como eles disfarcam a queda usando palavras bonitas como retomada, adversidades, correcao de rumos.

    Os graficos ja estao disponiveis em

    w w w . secovi.com.br/files/Arquivos/graficos-pmi0611.pdf

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    • MrK 30 de agosto de 2011 at 10:51

      não falam dos usados não?

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      • Jack Imóveis 30 de agosto de 2011 at 10:58

        Mrk,

        Acho que as pesquisas da Secovi não cobrem usados. Nesse relatório que o selvagem postou (eu postei tb mas ficou para moderar, só agora saquei o truque dos espaços) tem uma info interessante.

        Na página 13. Não vou contar para não estragar a surpresa.

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        • Anonymous 30 de agosto de 2011 at 11:56

          Gostei dessa parte: Vários fatores influenciam no preço – dormitórios, localização, infraestrutura

          Localização: Third World.

          Infraestrurura: Very little, surrounded by slums.

          Faltou alguma coisa na minha análise?

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          • Jack Imóveis 30 de agosto de 2011 at 12:06

            Ninguém foi ver a Página 13?

            Bem. lá eles dizem que no segundo semestre de 2011 vão vender mais do que no primeiro semestre de 2010 e assim a queda não vai ser tão grande.

            No comments.

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        • Carlos__ 30 de agosto de 2011 at 12:29

          Eu fui ver. Disseram que vão vender 70% a mais no segundo semestre do que no primeiro. Assim a queda anual seria só de 9%.

          E o pior é que falam isso mostrando um gráfico onde vemos isso NUNCA aconteceu em um ano anterior. Nunca o segundo semestre vendeu 70% a mais do que o primeiro. Deve ser porque choveu muito no primeiro semestre. Eu mesmo iria comprar um apartamento, mas estava garoando e deixei para o fim do ano. Mas já vou avisando. Se o sol estiver muito forte, deixo para o ano que vem.

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          • augusto 30 de agosto de 2011 at 12:38

            ÓTIMA PIADA, PEDE PARA ELES CONTAREM OUTRA, AH MAS NÃO EM DIA DE CHUVA OU QUANDO O CARNAVAL CAIR EM MARÇO

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  • Lucas 30 de agosto de 2011 at 10:47

    Como existem várias propagandas na imprensa dizendo que os imóveis ainda vão valorizar, olha essa matéria sobre imóveis em Miami e California, veja o que aconteceu com os preços e veja o nível dos imoveis que estão a venda e são bem diferentes destes pombais que o pessoal tá vendendo aqui no Brasil.
    A matéria tem até vídeo dos imóveis.
    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/e-possivel-comprar-imovel-em-miami-por-65-mil-dolares

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    • Anonymous 30 de agosto de 2011 at 11:52

      Lucas,

      É exatamente o que tenho comentado aqui no forum. Veja mensagem acima, onde escrevo que aquela corretora que pagiu 2 milhões de Reais por um apartamento, poderia ter comprado 17 casas em condomínio na Florida.

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      • Lucas 30 de agosto de 2011 at 12:03

        Eu sei Anonymous, você sempre da esse toque aqui no fórum.
        Abç.

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  • DRN 30 de agosto de 2011 at 10:51

    O dinheiro dos “investidores” ainda está sendo canalizado para os imóveis, porém via fundos.

    Multiplicação imobiliária
    Por Silvia Rosa | De São Paulo

    O boom no setor de construção civil e o crescente interesse dos investidores por aplicações em imóveis fizeram mais do que dobrar as ofertas de fundos imobiliários neste ano.

    Até agosto, foram registradas 25 emissões na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que somaram R$ 4,68 bilhões, um aumento de 131,4% em relação ao mesmo período do ano passado. E há outros quase R$ 2 bilhões em operações que devem vir a mercado nos próximos meses.

    A Brazilian Mortgages, uma das líderes desse mercado, com 32 fundos sob administração, sendo 19 listados em bolsa, já captou neste ano R$ 400 milhões em novas emissões e pretende chegar a R$ 2 bilhões até o final de 2011, volume 54% superior ao R$ 1,3 bilhão levantado em 2010. “Com a volatilidade na bolsa, o investidor passa a olhar mais as alternativas de investimento em ativos reais”, afirma Vitor Bidetti, diretor da BM.

    Em julho deste ano, a Brazilian Mortgages captou R$ 195,83 milhões em apenas cinco dias úteis com a distribuição do BM Cenesp, atraindo 2.695 pessoas físicas, o que mostra o forte apetite dos investidores para esse tipo de ativo.

    Além dos tradicionais fundos que visam obter renda com aluguel de imóveis corporativos, novas opções de produtos começam a ganhar mercado. A BM deve abrir uma captação do fundo Excellence, criado em abril de 2008, cujo objetivo é investir em papéis com lastros imobiliários como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras Hipotecárias (LH) e Letras de Crédito Imobiliárias (LCI), sendo nesse caso atrelados a imóveis residenciais. A carteira, que conta com patrimônio de R$ 79 milhões, tem como meta oferecer um retorno de 105% do CDI.

    A Rio Bravo também lançou no início deste ano, em parceria com a Companhia Brasileira de Securitização (Cibrasec), uma carteira de R$ 50 milhões, que irá comprar CRIs atrelados a recebíveis de imóveis residenciais localizados na cidade de São Paulo.

    Entre as vantagens desse modelo de fundo imobiliário está a possibilidade de diversificação dos investimentos em imóveis e a volatilidade menor das cotas, uma vez que a rentabilidade desses papéis já é definida no momento da emissão, afirma José Diniz, diretor de fundos imobiliários da Rio Bravo.

    Além da praticidade em não ter que se preocupar com a administração dos imóveis, o que fez com que esses ativos caíssem no gosto dos investidores foi o fato de oferecerem isenção de imposto de renda sobre os rendimentos para pessoas físicas. Com isso elas podem obter, muitas vezes, um retorno de cerca de 8% a 10% ao ano, superior à rentabilidade líquida de uma aplicação atrelada ao CDI, além da valorização das cotas na bolsa, explica Diniz da Rio Bravo.

    Só neste ano, a Rio Bravo realizou três ofertas de fundos imobiliários, e tem mais três carteiras em estruturação que devem vir a mercado até o final de 2011.

    A gestora acabou de fechar a oferta do The One, que tem como foco investimentos em lajes corporativas no edifício comercial de mesmo nome, e está trabalhando na quarta emissão do fundo Rio Bravo Renda Corporativa. A intenção com a captação é aumentar em R$ 50 milhões o patrimônio do fundo, hoje em R$ 102 milhões, para a realização de novas aquisições.

    Atualmente, o portfólio é composto de seis unidades no JK Financial Center, além de uma laje corporativa no prédio Jatobá Green Buiding, e outra no Edifício Parque Paulista, todos em São Paulo. Desde 2005, o fundo entregou uma taxa interna de retorno, que inclui os rendimentos com aluguel mais a valorização das cotas, de 24% ao ano.

    Apesar dos novos empreendimentos em construção na cidade de São Paulo, Diniz, da Rio Bravo, acredita que essa oferta não deve suprir a demanda por imóveis corporativos pelo menos até 2014, com os preços de locação devendo se estabilizar em patamares altos.

    O Banco do Brasil Investimentos também abriu a segunda captação do BB Renda Corporativa, que tem como objetivo investir em pontos comerciais para serem alugados como agências bancárias para o BB. O portfólio, administrado pela Votorantim Asset Management, captou R$ 159 milhões na primeira emissão, realizada em maio deste ano, sendo 92% desse volume alocado por investidores pessoas físicas. “Tivemos uma forte demanda, que chegou a R$ 400,58 milhões, mais que o dobro da oferta”, afirma Leonardo Loyola, gerente executivo de mercado de capitais do BB Investimentos. A aplicação mínima da operação foi de R$ 10 mil. “Os investidores têm procurado esse tipo de produto pela segurança que os imóveis representam”, diz Loyola.

    Apesar do crescimento, a participação dos fundos imobiliários na bolsa ainda é pequena no Brasil. Em julho, havia 122 em operação, que somavam patrimônio líquido de R$ 11,198 bilhões. Desse total, apenas 59 fundos, eram negociados em bolsa, e totalizavam R$ 10,34 bilhões em valor de mercado. Já nos Estados Unidos, essa classe de ativos, conhecida como Real Estate Investment Trust (REITs), somavam R$ 400 bilhões, com mais de 200 fundos cotados em bolsa.

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  • LB 30 de agosto de 2011 at 11:35

    Complementando a nótícia do Jack Imóveis:

    “Venda de imóvel novo na RMSP recua 28% no semestre”

    http://br.noticias.yahoo.com/venda-im%C3%B3vel-novo-rmsp-recua-28-semestre-141200350.html

    O comentário, dizendo que o Petrucci é irresponsável, é meu 😀

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  • doom 30 de agosto de 2011 at 11:53

    Fonte: Exame.com

    É o que o Anonymous sempre fala aqui:

    São Paulo – De um lado, o estouro da bolha imobiliária na crise de 2008 provocou uma queda vertiginosa no preço dos imóveis em Miami. De outro, a valorização do real nos últimos anos aumentou o poder de compra dos brasileiros no exterior. Responsável por turbinar o número de estrangeiros com apartamentos de veraneio na ensolarada cidade da Flórida, a combinação também abriu portas para quem busca ganhar dinheiro com a desvalorização imobiliária, comprando casas que custam a partir de 65.000 dólares – aproximadamente 104.000 reais.

    A ideia é que o investidor vire proprietário de imóveis já alugados, conseguindo faturar por duas frentes. De imediato, será possível embolsar o valor do aluguel pago pelo inquilino norte-americano, um retorno anual líquido de 7% a 8% sobre o preço do imóvel, superior ao rendimento da poupança no Brasil. No longo prazo, a expectativa é que as casas também se recuperem do desconto sofrido com a crise de 2008, ficando até 45% mais caras.

    Presidente do The Solution Group (TSG), incorporadora que atua na compra e venda de casas subavaliadas, Camilo Lopez afirma que cerca de 50 mil famílias em toda a Flórida passaram de donas a inquilinas desde a quebra do Lehman Brothers. Apertada a torneira do crédito, muita gente optou por entregar o imóvel ao banco, já que os preços derreteram, mas os financiamentos permaneceram caros, com as parcelas acordadas no auge da especulação imobiliária.

    As famílias passaram a alugar e as incorporadoras entraram em cena, garimpando achados no mercado e suprindo a nova demanda. Nos últimos 16 meses, a TSG adquiriu 628 propriedades, uma compra estimada em 90 milhões de dólares. Além de revender os imóveis aos clientes interessados, a empresa se encarrega da cobrança do aluguel, recolhimento de tributos e até de desalojar o inquilino em caso de necessidade.

    “Vendemos imóveis por cerca de 850 dólares o metro quadrado. Se fossem construídas do zero com os mesmos materiais, o gasto seria de 1.650 dólares por metro quadrado”, afirma Lopez. Ele reforça que ao contrário dos imóveis comprados pelos brasileiros para o lazer, essas casas ficam em condomínios fechados em bairros mais afastados, atendendo à classe média baixa de Miami. Engana-se, contudo, quem pensa que os imóveis são de baixo padrão.

    “São casas com acesso à infraestrutura do condomínio, com piscina, sala de ginástica, dois a três quartos, mais de 100 metros quadrados, ar condicionado instalado e armários nas cozinhas”, diz Gabriela Haddad, fundadora da Halmoral Group, empresa que assessora a venda das casas da TSG ao público brasileiro.

    Construída sobre um terreno de 910 metros quadrados e a 45 minutos do centro de Miami, uma casa vendida por 74.200 dólares (118.000 reais) rende um aluguel bruto de 950 dólares. Descontada a taxa de condomínio, administração e impostos, o ganho é de 462 dólares mensais. No longo prazo, a expectativa é que o novo proprietário também consiga embolsar um bom lucro na revenda. Antes da crise, o mesmo imóvel chegou a ser avaliado em 219.000 dólares (349.000 reais). Para a TSG, o valor justo da casa é de 150.150 dólares.

    Abaixo da linha do Equador, conseguir um imóvel do mesmo preço e padrão é um desafio e tanto para o brasileiro. Na favela de Heliópolis, na zona sul de São Paulo, as casas mais bem localizadas chegam a custar 200.000 reais.

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    • Anonymous 30 de agosto de 2011 at 12:05

      Pois é. Quem quiser comprar imóvel nos EUA (residencial ou comercial) já alugado e rendendo pelos próximos anos, pode contar comigo GRATUITAMENTE para dar as dicas que custaram-me alguns milhares de dólares e alguns anos para entender. Na minha opinião, compra imóvel na Banânia, ainda que para morar, é para TROUXA.

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      • Lucas 30 de agosto de 2011 at 12:17

        Anonymous, se eu estivesse me aposentando não pensaria duas vezes: iria para Califórnia passar um tempo por lá até a galera aqui do Rio de Janeiro colocar o pé no chão.
        veio logo essa música na minha mente:”garota eu vou pra Califórnia, viver a vida sobre as ondas ….”
        Hoje ta mais fácil pegar onda na Califórnia que no Rio de Janeiro.
        Abç.

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        • Fábio 30 de agosto de 2011 at 13:00

          Eu ainda duvido que esses preços vão cair, essa galera vai segurar esses preços até 2016 só por birra mesmo, daqui a pouco Copacabana vai ter 7000 opções de venda mas com esses preços absurdos ninguem vai comprar. O que acho é que vão colocar esses imoveis para alugar e com isso o preço dos alugueis pode cair mas baixar só depois de 2016.

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          • aiwww 30 de agosto de 2011 at 13:21

            Concordo. Muita gente que comprou imóvel é da classe média e média alta. Essas pessoas prezam muito seus imóveis e só vão “abrir as pernas” quando a coisa realmente ficar preta. Até lá a tendência é continuar subindo 2% ao mês. Como vem acontecendo nos últimos 4 meses. Não podemos esquecer que a informação flui muito rapidamente entre os corretores pois as patrimóveis da vida controlam a oferta em todo o estado do Rio, e eles aumentam os preços em progressão aritmética. Realmente, ir embora do Rio é uma opção a se pensar.

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          • MrK 30 de agosto de 2011 at 13:25

            eu discordo, eu caso dinheiro inclusive

            impossível esses preços sustentarem até 2016, esquece, não acontecerá. Você tá falando de mais 4 anos e meio de loucura, nesse período você terá uma avalanche de imóveis sendo entregues (mas muito imóvel mesmo) sem contar os usados que já se acumulam como nunca

            com tanto imóvel a venda e uma venda deprimida, não há como manter esses preços, o Brasil não é país de milionário, as pessoas não podem ficar se dando o luxo de manter imóvel fechado, pagando financiamento, condominio e iptu só por birra.

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          • Duda 30 de agosto de 2011 at 14:28

            Fabio, concordo com Mrk. Segurar estes preços ate 2016, significa manter o mercado paralisado ate lá. Impossível. Isso com custo de impostos, condominio, e credito sendo pago… pelos donos. E perdendo juros, seja de CDB, seja do que for… E além disso, segurar para vender “depois” dos jogos, com preços caindo, na esperança de voltarem a aumentar? Acho que a bolha tem os dias contados. E são poucos.

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          • Fábio 30 de agosto de 2011 at 14:39

            Esse é um tema interessante e polemico, eu mais que todos querem q o preço caia mas os proprietarios em grande maioria conforme o colega citou são de classe media alta e alguns costumam ter varios imoveis. O cara simplesmente vai empurrar com a barriga até as Olimpiadas pq pensa q se vender agora vai perder dinheiro mas como o mercado esta emparrado o cara prefere ficar no 0 x 0 do que diminuir.

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          • Galvão 30 de agosto de 2011 at 14:53

            Eu achava que os preços cairiam daqui 18 meses (final de 2012), mas agora acredito que será muito antes disso, pois não existe renda para pagar os preços pedidos. Os investidores já não tem mais recursos como antes pra manter aquecidas as vendas, e agora querem é realizar os lucros das aquisições realizadas. Mas agora precisam vender para aqueles que querem morar, só que estes não possuem renda que permita comprar os imóveis.

            Simples assim. Não existe dinheiro para se comprar os imóveis nos preços atuais.

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      • Carcará 30 de agosto de 2011 at 13:41

        Anonymous,
        gostaria de obter algumas informações sobre compra de imóveis nos USA. A idéia é aquela de compra já casada com aluguel a qual você se referiu aqui. Como já irei pagar impostos por aí, terei de fazer declaração anual de IR, junto ao pessoal do IRS? Os ganhos do aluguel aí serão tributados na Banânia? Preciso de algum intermediário aqui no Brasil ou melhor ir aos USA fechar o negócio? Qual o melhor lugar, na sua opinião, para investir: Miami ou NY? Empreendimento residencial ou comercial? Bem, acho que já estou abusando da sua consultoria gratuita.

        Ah, devo dizer que – apesar de brasileiro/nordestino e apreciador de bananas – esse apelido para o país da ORDEM E PROGRESSO (Comte deve estar se revirando no túmulo até agora) é adorável, sobretudo quando o gestor financeiro do país é o MANTEIGA, cujo nome delata inexoravelmente a personalidade.

        Obrigado,
        abraços

        0
        • Anonymous 30 de agosto de 2011 at 19:36

          Carcara,

          Não é abuso nenhum e sinta-se à vontade para perguntar o que desejar. Os passos são os seguintes:

          1 – Vir até os EUA e abrir uma conta bancária pessoalmente. Sugiro uma poupança (savings account) que voce abre com um valor relativamente pequeno, em torno de $ 300 USD. Será necessário somente o passaporte. Voce deve prencher o formulário W8-BEN do IRS para declarar que voce é estrangeiro não residente. Em geral, o gerente de banco nos EUA desconhece a necessidade desse formulário.

          www . irs . gov/pub/irs-pdf/fw8ben . pdf

          2 – Enviar dinheiro do Brasil para essa conta nos EUA através de doação. O doador vai pagar 4% de ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação) que é um imposto estadual. O custo para enviar dinheiro consiste no IOF (Imposto sobre Operação Financeira) que é 0.38% do valor da remessa mais o custo do contrato de câmbio que é um valor em torno de $ 300 USD. Existem outros meios para enviar o dinheiro, mas a burocracia não vai compensar esses 4%. Pela minha experiência, o melhor banco para fazer isso é o Itau Personalite.

          3 – Declarar ao banco Central a quantidade de dinheiro enviada ao exterior. Pode ser feito pela Internet.

          www . bcb . gov . br/?CBE

          4 – Declarar a compra desse imóvel na próxima declaração IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física).

          5 – Tendo o dinheiro aqui, voce está pronto para comprar um imóvel. O usual é dar uma entrada de 20% do valor do imóvel para quem tem crédito. Para ter crédito, é necessário ter uma estória de crédito, ou seja, ter comprado várias coisas à crédito e pago em dia. Aqui voce não terá crédito, mas se voce der uma entrada de 50%, o banco vai financiar os outros 50%. Eu não aconselho a comprar com financiamento, pois o Brasil pode aplicar uma maxidesvalorização do Real a qualquer momento. Para comprar um imóvel será necessário somente o passaporte. Sugiro comprar através de corretor que geralmente trabalha com escritório de advocacia. Aqui a profissão de corretor não é como no Brasil, pois eles tem responsabilidades legais e a Lei aqui é para valer.

          6 – Somente após comprar um imóvel que vai gerar rendimentos, residencial ou comercial, voce deve retirar o ITIN (Individual Taxpayer Identification Numbers). Voce vai pagar imposto sobre esse rendimento somente nos EUA.

          www . irs . gov/individuals/article/0,,id=120219,00 . html

          7 – Se voce vender o imóvel nos EUA e enviar o dinheiro para o Brasil, irá pagar Imposto de Renda no Brasil sobre o lucro dessa venda.

          PS: Se voce tiver pouco dinheiro (uns 200 mil USD), pode ser interessante a modalidade que se chama TIN (Tenant In Common). Voce compra quota de um prédio de vários milhões de dolares que está alugado por uns 10 a 20 anos para grandes empresas. Se voce tiver um pouco mais de dinheiro (uns 500 mil USD) voce consegue comprar um prédio de salas comerciais sozinho alugado por uns 3 a 5 anos. Voce vai receber um rendimento da ordem de 0.5%/mes até 0.7%/mes – quanto maior o tempo do contrato de aluguel, menor o rendimento.

          0
          • Carcará 31 de agosto de 2011 at 09:02

            Anonymus,
            obrigado pela ajuda inestimável. Faltou perguntar-lhe sobre a comissão do corretor na hora da compra. No mais, grande abraço. E continue nos brindando com seus comentários.

            0
          • Anonymous 31 de agosto de 2011 at 12:54

            Carcara,

            Aqui existem 2 maneiras de comercializar um imóvel. A óbvia é onde o proprietário vende diretamente. A outra é através de corretor. Como escrevi, corretor aqui é diferente do Brasil pois ele tem responsabilidade legal. Por exemplo, se ele vende um imóvel sem informar sobre um pequeno defeito como vazamento de água na pia do banheiro, vai sobrar para ele pagar o conserto. O corretor trabalha junto com um escritório de advocacia que também tem responsabilidade legal numa transação imobiliária. Cabe ao advogado certificar-se que o imóvel não tem problema legal, pois também pode sobrar para ele até mesmo cadeia. A comissão do corretor é da ordem de 5% e já está incluída no preço do imóvel anunciado. O custo do advogado é da ordem de 500 USD para valores até uns 250 mil USD. O preço do imóvel é praticamente conhecido. Por exemplo, se voce estiver interessado num determinado imóvel (residencial ou comerciual) é geralmente possível entrar no website do equivalente à prefeitura e verificar toda a história de transações desse imóvel (quando e por quanto foi vendido, desde que o imóvel foi construído). Assim, tanto comprador quanto vendedor tem uma certa segurança sobre o preço de mercado. Um corretor pode ajudá-lo com negócios de ocasião, pois ele pode saber intuitivamente que determinado imóvel está abaixo do preço, mesmo com todas as informações disponíveis.

            0
  • MrK 30 de agosto de 2011 at 12:00

    Já que o Secovi não divulga usados… pelo menos vamos aguardando, copacabana perto de 5mil imoveis a venda…

    mas o mercado tá aquecido!!!

    0
    • trololó 30 de agosto de 2011 at 13:15

      no segundo semestre nao vao conseguir vender os 70% a mais do que do primeiro semestre por causa dos comentários em um certo blog…

      0
  • MrK 30 de agosto de 2011 at 13:15

    Secovi tem razão

    se fizer muito sol nesse verão, meu amigo, vão vender imóvel a dar com o pau…

    é claro que as chuvas influenciam as vendas, afinal é um saco pegar um guarda-chuva e ir na rua comprar imóvel

    0
    • Duda 30 de agosto de 2011 at 14:16

      MrK, vc sabe quando o Secovi ira publicar os indicadores de SP? Estamos em setembro (quase) e no site segue publicado maio… Não quero ser conspiranoico, mas estou achando esquisito…

      0
  • Elias 30 de agosto de 2011 at 13:26

    Haha!

    Olha a opinião da agência de rating que classificava como “AAA” o Lehman Brothers. kkkk

    S&P não vê bolha de crédito ou de ativos no Brasil
    30 de agosto de 2011 | 13h 13

    DANIELLE CHAVES – Agencia Estado

    SÃO PAULO – A agência de classificação de risco Standard & Poor”s (S&P) afirmou que não acredita que o Brasil esteja atualmente em uma bolha de crédito ou de ativos, apesar do salto no crescimento econômico do país.

    No relatório chamado “Estabilização na qualidade de crédito dos empréstimos dos bancos brasileiros deve afastar receios de uma bolha”, a S&P destaca que a expansão da economia do Brasil ficou em média perto de 5% anualmente nos últimos anos, o suficiente para colocar 30 milhões de brasileiros na classe média.

    Com isso, mais brasileiros ganharam acesso a serviços bancários e a crédito para o consumo, quase dobrando a relação entre o crédito ao consumo e o Produto Interno Bruto (PIB) desde 2001. No entanto, a S&P afirmou que o País não está em uma bolha de ativos ou crédito nem enfrenta uma situação como essa no futuro próximo.

    “Tal salto no crescimento do crédito com certeza vai levar a algumas perdas com crédito”, disse Milena Zaiboni, analista de crédito da S&P. “Nós acreditamos que a supervisão abrangente e as políticas prudentes do Banco Central tornarão essa deterioração administrável”, acrescentou. As informações são da Dow Jones.

    kkkkkkkkk

    Essa não tem moral.

    S&P = Stupids & Promiscuous

    0
    • MrK 30 de agosto de 2011 at 13:43

      hahaha estamos copiando a bolha americana com perfeição

      até o aval do S&P já conseguimos

      0
    • Ricardo 30 de agosto de 2011 at 15:47

      Nem precisa ofender a agência. O nome já denuncia: Standard & Poor´s = A análise deles é Padronizada e Pobre.

      0
    • Adriano 30 de agosto de 2011 at 15:59

      Fresquinho. Folha de São Paulo: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/967594-preco-do-imovel-se-aproxima-do-teto-diz-secovi-sp.shtml

      Preço do imóvel se aproxima do teto, diz Secovi-SP
      Publicidade
      TATIANA RESENDE
      DE SÃO PAULO

      A valorização imobiliária na capital paulista deve continuar, porém de forma mais tênue, na avaliação do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo, ficando mais próxima dos índices de inflação.

      Veja o preço dos lançamentos residenciais por bairro em SP
      Venda de imóveis novos residenciais recua 31% no ano em SP
      Após alta vertiginosa, preço de imóveis começa a desacelerar
      Percentual financiado sobe para 63% do valor total do imóvel
      Confira as condições e taxas de juros do financiamento habitacional

      O preço do metro quadrado de área útil dos imóveis novos residenciais na capital paulista subiu 8,6% em junho, considerando a média do valor nos últimos 12 meses, ante dezembro, seguindo a mesma metodologia desenvolvida pela entidade. No mesmo período, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) teve alta de 5,6%.

      Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, justifica a necessidade de uma média ponderada por um período tão longo para evitar distorções pontuais e ressalta que “é preciso tomar cuidado para comparar coisas comparáveis”.

      Na capital paulista, por exemplo, o preço do metro quadrado do lançamento variava entre R$ 2.236,51, em Anhanguera, na zona norte, no limite com os municípios de Santana do Parnaíba, Cajamar e Caieiras, e R$ 17.887,21 no Jardim Europa, na zona oeste.

      DESACELERAÇÃO

      O percentual mostra a desaceleração nos preços, já que, ao longo do ano passado, comparando os meses de dezembro de 2010 com 2009, o aumento havia sido de 27,7%.

      “A redução nas vendas mostra que os preços estão batendo no teto”, afirmou o presidente do Secovi-SP, João Crestana, referindo-se à diminuição de 31,3% nos imóveis comercializados no primeiro semestre deste ano na cidade ante igual período em 2010. Na região metropolitana, a queda chegou a 28%.

      Ponderando sobre os dados de valorização imobiliária, Petrucci fez questão de destacar que a maior parte das unidades ainda é vendida para quem está comprando o seu primeiro imóvel, logo tem a intenção de morar nele por dez, quinze anos. A importância dos investidores para esse mercado, que querem lucrar com o negócio num intervalo curto, ainda é pequena –o que é saudável, na sua opinião.

      O perigo de concentrar as vendas nesse público, ressalta, é que as moradias de um empreendimento sejam devolvidas ao incorporador caso o investidor não consiga a valorização almejada durante a obra, tornando um lançamento inicialmente bem sucedido em um problema para a empresa.

      0
    • Anonymous 30 de agosto de 2011 at 20:14

      Encontrei a autora do estudo e principalmente sua formação” acadêmica.

      Milena C. Zaniboni
      www . bloomberglink . com/gatherings_participants_bio . php?gathering=44&Id=1291

      Fluent in Portuguese, English and a working knowledge of Spanish, Milena has a Bachelor’s Degree in Economy from Unicamp – State University of Campinas.

      O Instituto de Economia, no qual essa Senhora fez seu curso de Economia, tentou conceder título de Doutor para ninguém menos que Fidel Castro. É diversão garantida ler os comentários dos conselheiros da UNICAMP. A parte mais interessante é que a Administração do Instituto de Economia, formada pelos seus melhores professores, votou por UNANIMIDADE para conceder o título de Doutor ao Fidel Castro.

      29/Set/1999
      www . sg . unicamp . br/pautas/ataconsu64 . pdf
      … PROC N 01-P-17418/99 em nome de FIDEL CASTRO – Proposta apresentada pela reitoria, por sugestão do Professor Geraldo Di Giovanni, Diretor do Instituto de Economia …

      28/Mar/2000
      www . sg . unicamp . br/pautas/ata66consu . pdf
      … solicita que a entrada dos integrantes da Anistia Internacional seja autorizada durante a votação do título de “Doutor Honoris Causa” a Fidel Castro para que eles possam se manifestar por que são contrários a isso …

      28/Nov/2000
      www . sg . unicamp . br/pautas/ata70consu . pdf
      … PROC N 01-P-17418/99, em nome do FIDEL CASTRO RUZ … 2) Proposta de concessão do título de Doutor “Honoris Causa” …

      15/Ago/2006
      www . sg . unicamp . br/pautas/ata1extra2006consu . pdf
      … informa que ontem tiveram um Seminário de Planejamento da diretoria do Sindicato, que fez 36 várias discussões, mas também aprovou uma Moção desejando o pronto restabelecimento ao 37 comandante Fidel Castro …

      0
      • Anonymous 30 de agosto de 2011 at 20:21

        … faltou acrescentar que o atual Presidente do BNDES – Prof. Luciano Coutinho – fazia parte do Instituto de Economia da UNICAMP quando da tentativa de conceder título de Doutor ao Fidel Castro.

        0
  • Tiago 30 de agosto de 2011 at 15:44

    Engraçado q a queda de 30% nas vendas de 2010 para 2011 está sendo encarada como uma notícia corriqueira. 30% de queda nas vendas e preços aumentando acima da inflação????

    2010 foi um ano ótimo que gerou uma sinalização muito forte da recuperação econômica do país pós 2008-2009. Os preços não aumentaram no início de 2010 e sim lá pro meio do ano quando a ganância e o clima eleitoral turbinaram o mercado com crédito irresponsável. Fizeram acreditar que o país não tinha mais problemas socias e que o importante é dar a classe C o poder de consumo da classe A e B. Concordo que é importante estimular o consumo da classe C já que ela trouxe um boom desenvolvimentista para o Brasil. O problema é o limite da ganância. Como diz a Bíblia: a ganância (amor ao dinheiro) é a raiz de todos os males. A ganância só acaba quando a euforia cede espaço à realidade e quando a cobrança bate a porta.
    É difícil ler um jornal sem identificar uma vírgula de manipulação jornalística. A Exame publicou 6 motivos para não haver uma bolha. Depois publicou 11 dizendo o contrário. Matematicamente falando os 11 parecem que tem peso maior sobre os outros 6. Porém os 11 estavam baseados em argumentos infundados e achismos jornalísticos.

    O que a mídia não encara é que o mesmo ator que produziu esse aumento desordenado no meio de 2010 agora fala em puxar o freio – o Governo. Com o aumento do preço dos imóveis e o esgotamento da poupança (por causa da demanda e do aumento) o Governo fica num mato sem cachorro. Trouxeram para 2011 a expectativa de 2010 porém com os preços baseados numa versão descolada da realidade, realidade esta que se assemelha com 2008 (crise nos EUA e Europa)! Você lembra de 2009??? Eu me lembro muito bem que o apartamento cedido aonde moro custava exatamente 135000. Agora já está valendo mais do que 200000. O governo fez vistas grossas pro assunto “bolha” e agora vai ter um problemão. Se os imóveis baixarem os preços absurdamente os bancos vão quebrar. Ninguém vai querer pagar dívida de 300.000 em um bem que vale 120000, os calotes serão volumosos e as dívidas deverão ser renegociadas gerando um onde de quebradeira geral. Se os preços se mantiverem no mesmo patamar não haverá crédito para todo mundo e o mercado vai continuar contraindo até ter pulmão para gerar uma nova escalada de preços. A bolha mais parecida que temos com toda certeza não é a dos EUA e nem do Japão. Nossa bolha é muito parecida com a da Espanha. País que hj tem aeroportos abandonados e estradas inutilizadas – tudo por conta da euforia econômica. Criou-se elefantes brancos e têm que manter com que dinheiro???? Veremos isso no Brasil. Rezem para a China não desacelerar. A China é um país que me preocupa mais do que os EUA. Se a China desacelerar o preço das comodities derreterão reduzindo nossas exportações e barateando absurdamente os custos da construção civil. A atenção deles é desovar carros e eletrodomésticos a fim de absorver a diminuição no número de investimentos realizados naquele país.

    Parece que a imprensa está sedando a opinião pública a fim de não permitir que o povo entre em desespero quando a questão dos preços dos imóveis começar a voltar para a realidade. Talvez o ponto de equilíbrio de preços esteja no final de 2009 e começo de 2010. Aquele momento sim ainda nos dava oportunidades de negócio.

    0
  • Adriano 30 de agosto de 2011 at 16:04

    “O preço do metro quadrado de área útil dos imóveis novos residenciais na capital paulista subiu 8,6% em junho, considerando a média do valor nos últimos 12 meses, ante dezembro, seguindo a mesma metodologia desenvolvida pela entidade.”
    Alguém consegue explicar que estatística é essa? Destaque para: “Metodologia desenvolvida pela entidade”. Esqueceram de colocar: “móvel para período de comparação mais interessante”.

    Agora o pior: “Petrucci fez questão de destacar que a maior parte das unidades ainda é vendida para quem está comprando o seu primeiro imóvel, logo tem a intenção de morar nele por dez, quinze anos. A importância dos investidores para esse mercado, que querem lucrar com o negócio num intervalo curto, ainda é pequena “.
    Alguém acredita nisso? Pode até não ser a maioria, mas está LOOOOOONGE de ser pequena.

    0
    • MrK 30 de agosto de 2011 at 17:21

      hahahaahh!!!!!!

      não sei do que dou mais risada, se dessa média móvel-intergalactica que compara junho com fechamento de dezembro, ou se da declaração de comediante do petrucci sobre poucos investidores nesse mercado de imóveis novos

      isso é melhor que standup comedy

      0
  • Duda 30 de agosto de 2011 at 16:57

    Ate que m fim o Secovi SP publicou:

    Jun/ 11: 20% de queda frente a Jun/10
    Acumulado ultimos 12 meses jun 2011: 21% de queda frente a acumulado 2010

    0
    • Duda 30 de agosto de 2011 at 17:03

      Para quem quiser comprovar e ver todas as tabelas segue o link:

      w w w.secovi.com.br/pesquisas-e-indices/indicadores-do-mercado/

      Importante ressaltar que desde abril do ano passado as vendas acumuladas nos ultimos 12 meses vem caindo sem parar… em abril de 2010 era 40.000, agora e 30.000, tendencia firme e segura…

      0
      • Duda 30 de agosto de 2011 at 17:09

        Se assumimos 2005 como um ano normal (sem bolha) podemos ver que o ritmo “normal” de vendas é de uns 20.000 (acumulado de ultimos 12 meses). No ritmo que vamos dentro de um ano estaremos nesse valor.

        0
      • MrK 30 de agosto de 2011 at 17:16

        Duda, conseguimos em algum lugar a venda de usados? eu queria muito ver essa figura

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        • Duda 30 de agosto de 2011 at 17:20

          Deixa ver se acho. Por enquanto sempre aparece de forma “indireta” em alguma noticia de jornal. No Secovi não consegui chegar ate numeros de usados.

          0
          • Jack Imóveis 31 de agosto de 2011 at 08:37

            Aqui tem todos os dados de usados para SP. Ultima atualização feita foi em junho e se não me engano já falamos sobre ela no site. Foi publicada em 19 de agosto, portanto imagino que a de julho deva ser publicada em 19 de setembro.

            http:// w w w .crecisp.gov.br/pesquisas/pesquisa.asp

            0
          • Duda 31 de agosto de 2011 at 13:12

            Obrigado Jack. MrK, nem precisa ler, já nas primeiras linhas fala duma queda de 31,3 %. Bem pior que os novos, por sinal.

            0
  • Anônimo 31 de agosto de 2011 at 08:06
  • Duda 31 de agosto de 2011 at 08:25

    Fresquinha:

    w w w1.folha.uol.com.br/cotidiano/967993-fraude-em-sao-paulo-barra-obras-de-quase-1000-apartamentos.shtml

    0
  • Tiago 31 de agosto de 2011 at 10:48

    Alguém sabe onde eu encontro o índice de ocupação de imóveis novos e usados?

    0
  • Tiago 31 de agosto de 2011 at 10:52

    QQ eu falei ONTEM????????????????????

    Imóveis subiram basicamente no segundo semestre por conta da propaganda lulista. E nós nos ferramos agora…

    http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,preco-de-imovel-sobe-286-em-um-ano,766324,0.htm

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    Início do conteúdo
    Preço de imóvel sobe 28,6% em um ano
    Ritmo de alta diminui neste ano, sendo que a parcela menor, de 8,6%, da variação dos últimos 12 meses, ocorreu no primeiro semestre
    31 de agosto de 2011 | 0h 00

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    Márcia De Chiara – O Estado de S.Paulo

    Os preços dos imóveis novos para moradia na cidade de São Paulo explodiram nos últimos 12 meses. Pesquisa inédita do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP) revela que o preço do metro quadrado na capital paulista aumentou 28,6% entre julho de 2010 e junho desde ano.
    Valorização. Preço do metro quadrado em São Paulo subiu acima da inflação no primeiro semestre deste ano – Werther Santana/AE
    Werther Santana/AE
    Valorização. Preço do metro quadrado em São Paulo subiu acima da inflação no primeiro semestre deste ano

    A pesquisa, que avaliou a alta de preços ponderada pelo tipo de imóvel e a sua localização na cidade, constatou que a maior parte do aumento ocorreu no segundo semestre do ano passado (18,3%), quando o mercado imobiliário estava aquecido. Já a parcela menor dessa variação (8,6%) foi registrada no primeiro semestre deste ano.

    O descompasso entre a valorização do preço do imóvel e de outros indicadores é nítido. Enquanto o metro quadrado em São Paulo subiu 8,6% no primeiro semestre deste ano, o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), que é a medida da inflação da construção, aumentou 5,6%. Nesse mesmo período, o Índice de Preços aos Consumidor Amplo (IPCA), que é o indicador oficial da inflação, variou 3,9% e a TR, o indexador usado nos financiamentos da casa própria, cresceu apenas 0,6% no período.

    Veja também:

    Vendas de imóveis em SP caem 31,3% no 1º semestre

    Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, não há uma bolha de preços no mercado imobiliário. “A questão de preços depende muito mais do comprador do que do vendedor”, observa o economista.

    Segundo ele, nos últimos anos houve uma recuperação dos preços do imóveis no País, que ficaram estagnados durante muito tempo. Com a volta do crescimento econômico e os ganhos de renda, os compradores se dispuseram a pagar mais pelos imóveis, diante de uma oferta restrita. Com isso, os preços subiram num ritmo acelerado. “Não existe país no mundo que passou por períodos fortes de crescimento que não tenha tido valorização de preços no mercado imobiliário”, lembra Petrucci.

    A pesquisa do Secovi-SP mostra que, em 12 meses encerrados em junho de 2010, o preço do metro quadrado de imóveis residenciais na cidade de São Paulo cresceu 17% e nos 12 meses anteriores terminados em junho de 2009 a alta havia sido de 22,6%. Foram três anos de valorização significativa, já que entre julho de 2007 e julho de 2008 a alta de preços tinha sido de 3,7% e, nos 12 meses anteriores, de só 4,9%.

    Acomodação. Diante do enfraquecimento do mercado no primeiro semestre deste ano, o presidente do Secovi-SP, João Crestana, acredita que os preços dos imóveis deverão se acomodar daqui para frente. A expectativa é de correções equivalentes à variação da inflação com acréscimo de um dos pontos porcentuais ou não.

    Petrucci considera que, em algumas regiões da cidade, os preços do metro quadrado estão próximos do limite de alta. Ele cita exemplos para mostrar como os preços dos imóveis são heterogêneos na cidade de São Paulo. Segundo a pesquisa, as duas regiões com o metro quadrado mais caro da capital paulista são o Jardim Europa, cujo preço é de R$ 17 mil, e o Itaim, com R$ 14 mil. Já o menor custo foi registrado é no bairro de Anhanguera, onde o metro sai por R$ 2,2 mil.

    0
  • ildeu 1 de setembro de 2011 at 00:27

    só rico compra imoveis decentes nas capitais brasileiras hoje ,e esse papo de financiamento é furado ,pois pra comprar ap de 600/700 mil financiado não pode ser rico , tem que ser muito rico !Pagar 8 mi,l só de prestaçao de casa por 20 anos não é pra qualquer um.Dessa forma ,pra mim tudo isso ´e mentira , apartamento de 100 m2 de 600 /700 mil e´gente querendo encher a conta bancaria na malandragem .Ta´igual o povo do interior de minas ,onde moro , fazendinha de 20 alqueires ,que só dá dispesa, diz que vale 1 milhão, e o dono trabalha o mês inteiro com salario de 3 mil por mês .E´ muita humildade pro meu gosto .Esses dias meu vizinho comprou 16 alqueires de terra num leilão de um banco por 75 mil .Ele tem uma de 25 alqueires do lado da que comprou e diz que vale 600 mil .Será que o banco é tão idiota? não é bolha imobiliaria que vivvemos , é bolha de enganação.Tanta enganaçao que quem tá de fora fica pasmo , será que quem ganha 8 / 10 mil reais no brasil não consegue nem 1 casa propria, então quem conseguira´? o Chapolim Colorado?

    0
    • Anonymous 1 de setembro de 2011 at 01:20

      Ildeu,

      Concordo plenamente.

      0
  • kazu 3 de setembro de 2011 at 10:52

    Morei na Holanda e lá apesar de nao ter “bolha” os preços de imóveis caíram muito desde 2008. Há muita gente que nao pode vender o imovel por que ainda ficaria com dívida…

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