Vamos rir um pouco – Parte 2

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Comments
  • Tales 17 de agosto de 2011 at 11:10

    kkkkkk

    Esse cara vai se dar bem. Vai ser mto requisitado daqui pra frente.

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  • MrK 17 de agosto de 2011 at 11:18

    hahahahahahaah sensacional

    em breve vai ter sessão do descarrego pra corretor voltar a vender

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  • Observador 17 de agosto de 2011 at 11:20

    É o corretor esotérico. Vendo seu imóvel em três dias. KKKKKKKK!!!!!!

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  • henrique 17 de agosto de 2011 at 11:23

    Mais uma estória triste.

    Uma sólida construtora de alto padrão curitibana lançou um empreendimento no final do ano passado. O ap mais barato custava, na planta, 1.200.000. Previsão de entrega: final de 2013.

    Fizeram festa de lançamento e anunciaram aos quatro cantos que o empreendimento era um sucesso de vendas.

    Semana passada encontrei um sujeito cujo vizinho comprou um dos ap’s. Deu 400 mil de entrada e parcelou o restante.

    O comprador percebeu que a obra não inciava e que provavelmente não seria concluída no prazo combinado. Foi cobrar a construtora e teve como resposta a afirmação que o número de unidades vendidas não alcançou a previsão inicial e que as obras só teriam início após o atingimento desse número mínimo.

    Obviamente indignado, o comprador pediu a rescisão do contrato e o $$ de volta. A construtora disse q devolveria apenas 90% do valor investido, sendo que ele ainda teria q pagar a comissão do vendedor.

    Resultado: teve que ingressar com ação judicial contra a construtora e está depositando em juízo.

    Amigos: se isso está acontecendo com uma construtora sólida de Curitiba (poucas obras e nenhum histórico de atrsaso), imaginem o q pode acontecer com as gigantes ou com as muito pequenas.

    Se a queda das taxas de juros não surtir o efeito desejado, com o aumento das unidades vendidas, teremos um caos no setor de construção civil no Brasil em breve.

    abs

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    • Dan 30 de agosto de 2011 at 16:58

      Moro nos EUA e foi exatamente assim que comecou a desmoronar a bolha daqui onde moro. No inicio nao se falava nada de subprime, nada de credito excessivo. Claro que esses dois apareceram depois, mas comecou com obras sendo canceladas e construtoras passando aperto (algumas quebrando). Agora, eh claro que o Brasil nao eh os EUA, e que no Brasil nao tem bolha (eu adoro quando escuto esse argument kkkkkk).

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  • Zoom 17 de agosto de 2011 at 11:30

    Hahahahahaaaa…

    Essa foi boa, tem louco para tudo nesse mundo.

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  • MrK 17 de agosto de 2011 at 11:46

    Hoje em dia quem comprou na planta:

    Se a construtora entregar na data, você ganhou na loteria
    Se a construtora atrasar os 6 meses previsto no contrato, já se considere muito sortudo
    Se a construtora atrasar mais de 6 meses mas entregar algo “próximo” ao vendido, já tá bom
    Se a construtora atrasar mais de 6 meses, te enrolar, te tratar feito lixo, não dar previsões, não arcar com as obrigações e ainda correr o risco de entregar um produto cheio de vícios de má construção… bem-vindo a realidade!

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  • Carlos Wagner 17 de agosto de 2011 at 11:47

    Em tempos de crise, uns choram, outros fabricam lenços… É isso ai, é a criatividade do brasileiro para fazer frente à crise imobiliaria.

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  • Zoom 17 de agosto de 2011 at 11:51

    Pessoal, só uma óbservação.

    Antigamente, o pessoal que não fazia parte dessa classe “C” não tinha a menor condição de comprar uma imóvel por não ter dinheiro e/ou crétido, sendo que os imóveis eram vendidos a preços bem inferiores aos de hoje.
    Nos dias atuais, a classe “C” que teve um acréscimo de vários trabalhadores, mas o imóvel subiu bem acima do que essa classe teve de ganho salarial (rendimento).

    Minha pergunta é, se o imóvel subiu além do rendimento desse pessoal que compõem a classe “C”, como eles estão conseguindo comprar/financiar?

    Outra, uma das preocupações dos governo é acabar com o “defict” habitaciona. Como conseguirão comprar/financiar um imóvel, aqueles que compõem a classe “D” e “E”?

    É que ultimamente estou escutando do Sr. Pestana SECOV/SP que as altas dos imóveis se deram pelo fato de ter aumentado a classe “C” e que nos últimos anos os imóveis não foram reajustados corretamente.
    São esses argumentos que estão sustentando o aumento dos imóveis.

    Quem entende?

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    • Carlos Wagner 17 de agosto de 2011 at 12:01

      Veja meu Exemplo: Sou funcionario publico federal, servidor estavel, recebo meus proventos pela CEF, tenho um salario de 5 mil. Acredito que apesar de me sentir um pobretão, estou na fatia estreita da população que ganha razoeavelmente bem, pois a grande massa não ganha mais de 3 mil.

      Ok, vamos às contas:

      Com esse rendimento, a CEF disponibiliza pra mim, como credito, apenas 120 mil rerais. Com um salario desse eu tenho dificuldade em guardar uma quantia substancial de dinheiro mensalmente para que eu consiga juntar um montante razoavelmente significativo para dar de entrada num “bom” imovel, afinal o imovel valoriza muita mais do que a minha capacidade de juntar dinheiro.

      A realidade é que hoje, apesar da caixa financiar pra mim até 100% do imovel, eu nao consigo comprar nem MRV. Tenho comigo que aquela historia de voce comprar um imovel ruim (baixo padrão), pagar caro por ele, comprometer uma grande parcela dos seus rendimentos com as prestações e ainda morar mal, só pela velha máxima de que “pelo menos o imovel é seu”, já era. Isso é coisa do tempo da vovó.

      Então, atualmente, encontro-me nessa situação, estou numa area de limbo. Acredito que milhares de pessoas estão na mesma situação, constato isso pela situação identica de alguns colegas de trabalho e amigos que tem rendimentos proximos ao meu.

      Então, fica a questão: Como um familia que migrou das classes D e E estão conseguindo movimentar o mercado imobiliario ganhando, na maioria das vezes, menos da metade do que ganho? Nem com subsidio do governo essas familias conseguem comprar nada.

      O unico caminho que vislumbro adiante é o estouro desse mercado pela estagnação, inadimplecia e redução das espectativas de lucro facil. Isso, com certeza, fará com que o mercado imobiliario entre em calapso.

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      • Eduardo Zé 17 de agosto de 2011 at 13:36

        Situação parecida com a minha.

        E eu acho que a situação instalada atualmente só vai mudar quando Governo reduzir o prazo de pagto, sei lá passar para 20 anos. Ou a segunda opção que é a que todos esperam. A quebradeira desse de monte “especulador” desinformados que inflacionaram o mercado imobiliário deste País.

        Eu espero a segunda opção.

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      • Anonymous 17 de agosto de 2011 at 13:36

        Carlos Wagner,

        Se voce morasse nos EUA, poderia comprar um terreno de 1000 m2 em local que a Banânia conideraria NOBRE por 20 mil Reais. Depois poderia construir uma casa pelo PREÇO e não custo de 1000 Reais/m2. Ou seja, construindo 100 m2 mais terreno sai tudo por 120 mil Reais. Na Banânia só tem uma maneira para corrigir essa distorção – REVOLUÇÃO.

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        • Carlos Wagner 17 de agosto de 2011 at 13:49

          Anonimous

          Pois é. Eu acho que nasci no país errado. Hoje tenho 40 anos e tenho um emprego estavel e essa é a unica vantagem que vejo para continuar vivendo aqui (ESTABILIDADE) mas mesmo assim é muito relativa pois nem FGTS eu tenho sendo Func. Pulbuico.

          Aqui, como tudo é mais caro, com os mesmos 120 mil eu nao consigo nem comprar uma casinha geminada com garagem descoberta. Terreno então, nem se fala. Um terreno de 250m2 dentro de qualquer condominio residencial aqui em Taubate (130 km de SP) não custa menos que 100 mil.

          O jeito é esperar pra ver se tudo explode pra depois pensar em comprar algo de boa qualidade, mesmo que eu dependa de financiamento, mas pelo menos estarei pagando o justo.

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          • Platao 17 de agosto de 2011 at 14:04

            Situação igual a minha…sou funcionario publico, tenho uma renda liquida de 3500 , tenho uns 20 mil pra dar uma entrada, moro na casa da minha mãe e nao consigo me mudar, sofri pra juntar essa grana e os imoveis dispararam… hj moro pertinho do centro, e com minha renda só consigo algo na regiao metropolitana, uns 20km de onde eu moro hj… nao vejo outra saida senão o aluguel, no momento…

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          • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 14:26

            Carlos Wagner, esse terreno está barato perto dos preços dos imóveis. É outra prova do deslocamento do preço dos imóveis com a realidade: a disparidade entre o preço dos terrenos e o preço dos apartamentos, principalmente nas cidades medias. Você compra esse terreno, coloca mais 200 mil e constrói, usando menos da metáde da área, uma bela casa de 150m2, sem contar a varanda. Vai viver no conforto e na privacidade de uma casa, vai ter um belo quintal e jardim, e ainda vai poder no futuro expandir o imóvel. A obra vai demorar menos que a qualquer apartamento na planta, vai demorar menos para ficar pronta e no fim ainda vai sair mais barato. É estranho ou não é?

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      • Tales 17 de agosto de 2011 at 14:17

        Carlos Wagner,

        Minha situação tb é mto parecida com a sua. Sou tb func. público e ganho e tenho +/- essa renda. Eu até q consegui juntar um pouco pra entrada mas tava florida. Eu juntava a entrada e o apto dobrava, triplicava de preço. Juntava + um pouco e dobrava de preço. Vamos ver se agora o mercado volta ao normal e essa loucura acabe.

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      • Delmair 21 de agosto de 2011 at 20:39

        Wagner, tem muita gente na sua situação. Eu também vivo me fazendo essa pergunta, sou funcionário pública estadual e meu marido tb. Nossa renda chega a quase 5 mil, mas simplesmente a gente não consegui compra um apartamento de 2 quartos em Teresina. Até um dias desses (há dois anos) os imóveis custuvam em médio 70 mil, apato 2 quartos, bem localizado, agora custam 150 miil pra cima, eu me recuso a comprá-los. Quero saber onde o povo de Teresina tá achando tanto dinheiro pra compra, visto que muitos são assalariados do comércio. Tb estou esperando a bolha estourar.

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    • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 12:45

      Zoom, tem o seguinte. Quem estava desempregado e agora tem emprego teve sua renda aumentada infinitamente. Para muitas pessoas a renda aumentou muito também. Ganho hoje o dobro do que ganhava há 3 anos. Outras pessoas ganham participação nos lucros de suas empresas, e nunca as empresas lucraram tanto quanto nos últimos anos. O indíce do mercado de ações entre 2005 e 2008 triplicou de valor, fazendo muitos se sentirem ricos. Os juros cairam e o crédito abtacional ficou relativamente barato, pelo menos para padrões históricos. O governo aumentou o limite do imóvel que pode ser comprado pelo FGTS. FGTS é dinheiro que todos dão por perdido, que rende juros negativos.

      Em relação a classe C, os subsidios são grandes. Estamos falando de apartamentos de até 60 mil, esses são os imóveis que a classe C está comprando pelo MCMV. Na verdade, não fica muito diferente de pagar aluguel.

      Isso tudo justifica o aumento que vimos até 2009, em todas as fachas de preço. Depois disso, nada justifica, o mercado deslocou da realidade.

      Já disse e outros disseram aqui. Uma família que ganha 4 mil reais brutos, o topo da classe C, imaginando que seja composta de um casal e dois filhos, o que já seria abaixo da taxa de fecundidade nescessária para manter a população estável, tem dificuldade fechar o mês sem dívidas. Como eles poderiam causar o maior aumento dos preços de imóveis da história do capitalismo é o maior mistério macroeconômico da atualidade. Quem explicar vai ganhar o Nobel de econômia certamente. E com os milhões que os ganhadores recebem junto com o prêmio, comprar um belo quarto e sala na Tijuca com garagem e tudo.

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      • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 12:50

        retificando: “faixas de preço”. Prometo parar de escrever rápido. Não vale a pena.

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      • Marcelo 18 de agosto de 2011 at 00:10

        Nesta estoria da classe C tem um fator intrigante. Houve melhora de renda e tudo mais, ok, nao discordo. Mas a maioria e composta de renda de empregos da iniciativa privada, e empresario so mantem empregos ate o limite do necessario. Emprego privado nao tem garantias, a pessoa nao sabe se amanha vai voltar pra casa dentro do quadro de funcionarios da empresa, fator de risco mesmo pra alavancar mercado imobiliario (so Brasil mesmo). Euforia de pobre dura pouco, dor de cabeca talvez nao. Educacao financeira realmente deveria ser materia obrigatoria nas escolas, como ja foi dito no post anterior.

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    • John 17 de agosto de 2011 at 12:45

      Não tem aquele programa Minha Casa Minha Vida? Se não estou enganado, esse programa contempla justamente as classes mais baixas. Ou seja, tem crédito imobiliário para todos os bolsos! Por isso que vemos essas altas exorbitantes. Inclusive já vi lançamento em um bairro mais distante de Brasília onde apartamentos estavam sendo anunciados a 500 mil reais, exatamente o valor limite de financiamento (me corrijam se eu estiver errado). Se o limite fosse 600 mil provavelmente os lançamentos custariam 600 mil. É o governo que está encabeçando esses aumentos junto com as incorporadoras.
      Outro detalhe: Antes os imóveis na planta custavam menos, o que até servia como uma compensação ao risco, mas o que se percebe hoje é que em vários casos os imóveis na planta estão custando mais caro do que os usados.

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      • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 13:06

        Sim, essa foi a insanidade que colocou fogo no mercado. As construtoras começaram a vender na planta mais caro que o valor que se praticavam nos usados. E vendendo tudo no primeiro dia, com fila na porta e gente no fim da fila pagando ágio para quem estava na frente para poder entrar na frente e escolher ou mesmo comprar antes de acabar todo o estoque. Pelo menos, essas eram as histórias que circulavam. Claro que os usados subiram depois disso, e os da planta subiram mais ainda, e os usados acompanharam, e assim foi até chegarmos nisso que estamos vendo hoje.

        Como pode alguem pagar mais caro por algo que nem existe, com todos os riscos que comprar na planta , do que por um apartamento construido 5 anos antes, que já está lá, você pode entrar, ver como é, ver o acabamento, conhecer os vizinhos e a cara da vizinhança e se mudar no dia seguinte?

        A explicação deve ser a tal ‘varanda gourmet’.

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  • Paty 17 de agosto de 2011 at 12:41

    tem esse cara aqui tbm que parece ser bem bom ..kkk
    almamistica.com.br/textos.asp?cod=1112&acao=ler

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  • Selvagem 17 de agosto de 2011 at 12:48

    Rssss melhor post desde que eu comecei a acessar esse blog.

    Alguém precisa falar pra esse sujeito aumentar o portfolio:

    -mandinga para a construtora conseguir entregar o imóvel no prazo.
    -trabalho para o comprador conseguir pagar a construtora até as chaves.
    -descarrego para a obra ser entregue conforme o memorial do imóvel.
    -amarração para a dilma continuar aumentando o crédito imobiliário
    – urucubaca para o valor do financiamento encaixar na renda do comprador
    – simpatia para a metragem do imóvel vir maior que o prometido pela construtora

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  • Anonymous 17 de agosto de 2011 at 13:01

    Esse pode dar o bracinho para o Paul Krugman e sair para o mundo, pois ambos estão vendo uma relação entre bolha imobiliária e ALIENÏGENAS !!!

    domínio: almamistica.com.br
    entidade: FRANCISCO HENRIQUE CONEJO CERVELLO

    … O esotérico Professor Michel trabalha hoje somente nas ciências místicas, no comércio de artigos religiosos e na publicação de almanaques astrológicos. Mas já foi jornalista e radialista. É filho de imigrantes espanhóis. O nome Professor Michel foi o pseudônimo escolhido para o trabalho nas artes divinatórias, mas seu nome verdadeiro é Francisco Henrique Conejo Cervelló …

    … A iniciativa foi do grupo Ufo-Genesis, de Piracicaba (SP), presidido por Francisco Henrique Conejo Cervello …

    … A Socex-Sociedade de Estudos Extraterrestres, pioneira na elaboração da primeira agenda eletronica dos pesquisadores que compõe a Comunidade Ufológica Brasileira, disponibiliza agora a relação dos e-mails de norte a sul do país no intuito de estreitar amizade e intercâmbio, além de agilizar a comunicação de ocorrências … Francisco Henrique Conejo Cervello (PIRACICABA-SP) …

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  • Duda 17 de agosto de 2011 at 13:10

    É a coisa mais engraçada que já ouvi sobre a bolha!! Um esotérico para vender imoveis !! Esse cara devería direcionar seus serviços para os corretores que não vendem, pena que os coitados não vão conseguir pagar pelos serviços…

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  • nelson 17 de agosto de 2011 at 13:11

    Jornal da globo – 2a reportagem

    Muita gente conseguiu realizar o sonho de comprar a casa própria nos últimos anos.
    O empurrão veio do financiamento imobiliário, que começou a fazer parte mesmo da vida do brasileiro a partir de 2004.

    “Você morar na sua casa própria é algo que não tem preço”, fala coordenador do Centro de Pesquisas da FGV-RJ, Marcelo Neri.

    Casa própria. Tema que se tornou uma política de estado no Brasil em 1964. Foi quando o governo militar criou o Banco Nacional de Habitação. “O BNH tinha uma série de problemas, não é a toa que quebrou, um dos problemas é que não ia muito lá na base, era um negócio mais de classe média”, explica Neri.

    Até 1986, o BNH foi responsável pelo maior número de financiamentos de casa própria no Brasil. O recorde foi em 81 com 266 mil unidades financiadas. Demoramos mais de 20 anos para conseguir superar essa marca.

    Só aconteceu em 2008 quando quase 300 mil imóveis foram financiados e desde então este número só aumenta. O que explica esse crescimento?

    “A grande revolução do mercado foi a criação do novo marco regulatório do mercado imobiliário e com isso movimentou todo o setor com segurança, transparência”, diz o presidente da Câmara Brasil da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão.

    Esse marco regulatório tem nome: é a lei da alienação fiduciária, que facilitou muito o acesso do brasileiro ao crédito imobiliário a partir de 2004.

    “Essa lei possibilitou a reentrada dos bancos privados para o mercado imobiliário brasileiro”, diz o presidente do Cofeci (Conselho Federal do Conselho de Imóveis), João Teodoro da Silva.

    Funciona do mesmo jeito que a compra financiada de um carro. Enquanto você paga as prestações, o dono do veículo é o banco. Ele só é seu depois de quitar toda a dívida. Tendo o bem como garantia, que pode ser um carro ou um imóvel, as instituições financeiras ficam mais seguras na hora de conceder o crédito e assim acabam emprestando mais.

    Cada vez mais brasileiros têm acesso ao crédito no país. Para se ter uma ideia desse crescimento, em 2009 os bancos emprestaram – com recursos da poupança – R$ 34 bilhões para financiamentos imobiliários. Em 2010, esse número subiu para R$ 56 bilhões. A previsão desse ano é de R$ 90 bilhões e a expectativa do mercado é que esse número continue subindo.

    Os gaúchos Daniel e Carolina fazem parte dessa estatística. Depois de fazer muitas contas, resolveram financiar o novo apartamento.

    “Fiquei bem surpreso com a facilidade do financiamento que foi mínima foi rápido, em menos de 30 dias nós tivemos o credito aprovado e já com a mão nas chaves”, diz o administrador de empresas Daniel Ferreira.

    Eles financiaram 80% do imóvel em 30 anos. Pagam R$ 1.700 mil por mês. “Os bancos aumentaram os prazos, hoje você pode financiar um imóvel com um prazo de até 30 anos, o que acontece? Prestação cai muito e quando a prestação cai, você tem um número maior de pessoas capaz de pagar aquele empréstimo”, explica o presidente da Abecip, Luiz França.

    Já é o segundo apartamento de Daniel e Carolina. Eles venderam o apartamento para o pai da Betina Forgearini e da Joana Forgearini. As irmãs são de Caçapava — uma cidadezinha do interior do Rio Grande do Sul — e foram para Porto Alegre para trabalhar. Demoraram quatro meses para encontrar um apartamento que, realmente, gostassem e que coubesse no bolso do pai delas.

    “Tinha uns bem mais caros e menores assim e com as condições bem piores para comprar. Esse aqui foi um achado bem interessante”, conta a psicóloga Betina Forgearini.

    O pai das “gurias” pagou R$ 108 mil há dois anos e teve um empurrãozinho do trabalho. “Fazia poucos meses que ele tinha se aposentado então ele usou o fundo de garantia para isso”, fala Betina.

    “Não conheço outro país que tem o crédito imobiliário nas condições que o Brasil tem, nós temos duas fontes de recursos que alimentam o mercado imobiliário, que é o fundo de garantia e a caderneta de poupança”, afirma Paulo Simão.

    O trabalhador pode usar o dinheiro do fundo de garantia para dar de entrada no apartamento, mas o imóvel tem que custar até R$ 500 mil. Além disso, uma parcela do fundo – R$ 30 bilhões — é usada para financiar imóveis para brasileiros de baixa renda.

    Mas o que alimenta mesmo o crédito imobiliário, no Brasil, são as cadernetas de poupança, que têm R$ 300 bilhões. Os bancos são obrigados a usar 65% deste valor em financiamentos imobiliários.

    O problema é que enquanto a poupança engorda 15% ao ano, os financiamentos sobem quase 50%. Um dia a conta não vai fechar.

    “Que algum dia a poupança não será suficiente para suportar o mercado imobiliário, nós não temos dúvida nenhuma”, fala Paulo Simão.

    “Do jeito que a poupança está hoje, ela aguenta até o final de 2012, metade de 2013”, declara o presidente do Secovi – SP, João Crestana.

    O especialista Luiz França garante que o mercado vai encontrar outras formas de financiamento. “Quando a gente olha os mercados mais desenvolvidos, as fontes de mercado são diversas, os bancos vão ao mercado, tomam esses recursos no mercado e repassam para os seus clientes que estão fazendo os financiamentos do mercado imobiliário e é esse caminho que a gente vai ter no Brasil também”.

    “A questão é: os preços devem continuar subindo ou não? Provavelmente, devem continuar subindo, mas da mesma forma que os preços devem continuar subindo, a economia também deve continuar crescendo”, diz o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale.

    Com a economia crescendo e com mais gente tendo dinheiro para comprar, já o preço de um imóvel não vai assustar as pessoas.

    Um apartamento que fica em Copacabana, no Rio de Janeiro, é uma kitnet. São 28 metros quadrados. Tem proprietário, no prédio, que pede R$ 830 mil pelo imóvel.

    Não é só uma linda vista que explica a alta dos imóveis no Brasil, não. Há vários outros motivos: os preços subiram tanto que tem gente que acha que podemos viver uma bolha imobiliária como aconteceu nos Estados Unidos.

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    • John 17 de agosto de 2011 at 13:35

      “Um apartamento que fica em Copacabana, no Rio de Janeiro, é uma kitnet. São 28 metros quadrados. Tem proprietário, no prédio, que pede R$ 830 mil pelo imóvel.”

      Inacreditável. Pelo visto o pessoal do Rio de Janeiro é o que mais está sofrendo.

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      • Carlos Wagner 17 de agosto de 2011 at 13:53

        Para justicar o preço, quem assistiu a reportagem, percebeu que a camera era direcionada para a vista pela janela onde podia-se ver o calçadão e o mar.

        Na verdade, o que a pessoa está vendendo não é o imovel, mas o mar e o horizonte. Pergunta pra ela se Deus vai levar uma comissão nessa? Afinal, quem criou tudo aquilo? rs

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        • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 13:56

          Carlos Wagner, não sei de conjugados de 28 m2 na av. atlântica. Sempre foi um lugar nobre, e não acho que tenham feito prédios de frente para o mar com esse padrão. Posso estar engando.

          Como disse em outros posts, isso não é jornalismo, é entretenimento.

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          • Leandro 012 17 de agosto de 2011 at 14:04

            Tem um sim. Pelo menos um que eu conheço,fica na altura da Rua Miguel Lemos. Lembro que eu vivia paquerando esse prédio de kits. rs

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          • Zão 17 de agosto de 2011 at 14:20

            Em Copacabana tem vários. Alguns são verdadeiros cortiços a beira mar.

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    • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 13:53

      “Com a economia crescendo e com mais gente tendo dinheiro para comprar, já o preço de um imóvel não vai assustar as pessoas.”

      Pelo amor de Deus, quero que me apresentem alguem, uma pessoa apenas, que ganhe dinheiro trabalhando (não vale quem ganha dinheiro com ‘consultoria’ e ‘taxa de sucesso’) que não esteja assustado com os preços.

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      • xyz 17 de agosto de 2011 at 14:24

        Esqueceu daqueles que ganham dinheiro fácil com a corrupção. Não são poucos e tenho convicção que são responsáveis por uma fatia significante da bolha.

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        • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 14:31

          Sim, concordo plenamente que esse dinheiro roubado de nós colabora e muito para essa bolha, pois os caras compram sem piscar e legitimam os preços absurdos. Perdemos dos dois lados, como cidadãos e como consumidores.

          Mas não esqueci não. Fiz a ressalva no texto: “(não vale quem ganha dinheiro com ‘consultoria’ e ‘taxa de sucesso’)”. Estava falando do Palloci & CIA.

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  • Duda 17 de agosto de 2011 at 13:13

    Hoje não é um grande dia de quedas na Bovespa. Mas deem uma olhada nas construtoras… aí a coisa esta um pouco diferente…

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  • Adriano 17 de agosto de 2011 at 13:58

    Mais uma experiência aqui do meu trabalho. Detalhe: trabalho numa instituição pública onde a média salarial é superior a 10K.
    A pessoa está “passando” um apto que comprou na planta na tijuca/rj por……??????????? tentem chutar……por????………………….R$ 500.000,00. Num tá aguentando as prestações e principalmente, deve ter se dado conta da MERDA que fez. A ressaca está começando aparecer msm pessoal. E aí? Acham que ela consegue passar a bomba? Mais um detalhe: a empreiteira como brinde dá uma canoa para os dias de chuva. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!

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    • Eduardo Zé 17 de agosto de 2011 at 15:01

      Tá aí !!! Quem vai querer encarar o”investimento”. Coisa de louco.

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    • aiwww 17 de agosto de 2011 at 23:08

      Olha que ainda existe louco por aí disposto a dar isso numa coisa que não existe. Um colega meu do trabalho pegou o repasse por R$490.000,00 num empreendimento da construtora PDG. Segundo sua filosofia de vida: “.. se a prestação ainda cabe no bolso, posso pagar”. Já avisei a ele todos os riscos e a situação atual do mercado, mas quando a pessoa está decidida e se enforcar para pagar, nem hipnose resolve.

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  • Selvagem 17 de agosto de 2011 at 14:11

    Caramba, quanta enganacao que eu vejo.

    Vou dar minha resposta sobre essa reportagem da globo citando um video do Paul Schifft. Para quem não sabe esse cara era ridicularizado pela midia quando dizia a que havia uma bolha do subprime nos EUA, o Mrk ja postou videos dele. ele tem um canal em www . youtube.com/user/SchiffReport, vale a pena conferir.

    Pois bem, um dos melhores videos dele eh justamente da epoca de 2008 quando aparecia nos noticiarios falando para as pessoas tomarem cuidado com o consumo excessivo e só era zuado.

    Veja aqui é uma aula:
    www . youtube.com/user/SchiffReport#p/a/5EC156464505485F/1/Z0YTY5TWtmU

    pula para 7’35 e ve o que ele fala.

    em outras palavras vou escrever a licao dele em letras garrafais: PRESIDENTE DO SECOVI, PRESIDENTE DO CRECI, CORRETORES, PRESIDENTE DE INCORPORADORA NAO FAZEM ANALISE DE MERCADO, NAO FAZEM ANALISE ECONOMICA. ELES FAZEM TAO SOMENTE PROPAGANDA. P-R-O-P-A-G-A-N-D-A.

    0
    • xyz 17 de agosto de 2011 at 14:26

      Não seria “Peter”.

      0
    • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 15:52

      Sim, conheci ele antes do Blog, explorando alguns videos no youtube.

      Graças a Deus pela bolha americana e pelo youtube. Graças a ela podemos ver, arquivado para sempre no site de videos, as maiores assumidades econômicas, administradores públicos e analistas americanos, todos com seus MBAs e Doutorados nas melhores faculdades, falando que o mercado se sustentava, que não existe bolha, que era tudo normal e baseado nos fundamentos.

      Também podemos ver os analistas pé no chão, os poucos que existiam, usando argumentos coerentes para dizer que era uma loucura, uma ilusão, que os preços não se sustentavam, e sendo ridicularizados.

      Confesso que se não pudesse ver isso com meus própios olhos não teria a segurança para acreditar na voz do bom senso que grita dentro de mim há anos que o Brasil está em transe, vivendo uma loucura irresponsável e insustentável.

      0
      • aiwww 17 de agosto de 2011 at 23:11

        Com certeza. Esse blog vai me economizar muitos anos de noites mal dormidas!

        0
  • DM 17 de agosto de 2011 at 14:14
  • Observador 17 de agosto de 2011 at 14:15

    Fato real: terreno de 600m2, área hospitalar BH, proprietário pedindo a seis meses 5.000 K o m2. Recebeu proposta de 3.500 m2, esnobou e disse que a partir de então o preço seria de 8.000 o m2, detalhe: o terreno, em razão de sua topografia, não permite edificações acima de 03 pavimentos. Alguem já disse aqui no blog que este comportamento é típico do ambiente de bolha, O camarada não consegue sequer o valor pretendido e ainda aumenta o preço. Eh! acho que este é mais um caso para o professor Michel ou, para os aficcionados por novelas globais, para o Herculano “o astro” Quintanilha.

    0
  • MrK 17 de agosto de 2011 at 14:36

    amigo meu do trabalho foi numa concessionaria ver carros e disse que está ficando APINHADO de carros modelo 2010 e 2011 com 5mil km rodados (pessoas que devolveram pq nao conseguiram pagar)

    é como eu previ: O consumidor endividado vai priorizar, primeiro dar calote e corte nos gastos superfluos como carro e só por último vai ser o calote nos imóveis, mas uma hora a conta chega, nem que por contágio.

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    • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 14:46

      Mas é de devolução mesmo, ou o pessoal está trocando por carros mais novos?

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      • Eduardo Zé 17 de agosto de 2011 at 15:07

        Aqui no RS é entregação… mão na frente e outra atrás.

        Também ouvi essa história por aqui. As lojas estão alugando pavilhões para estocar o que está sendo recolhido, ou entregue. A casa está caindo.

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    • Guilherme Eduardo 17 de agosto de 2011 at 15:43

      Fiquem de olho porque o governo pode querer dar algum tipo de auxílio para o mercado de automóveis. O lobby deles é muito forte no governo. (Aí a Dilma vai ter que decidir se pede para o povo comprar carro ou casa, e pelo o que eu conheço dos brasileiros a escolha da maioria será o carro).

      0
      • Andre Luiz 17 de agosto de 2011 at 16:47

        Carro no Brasil é absurdamente caro. A margem de lucro das montadoras é infinitamente maior do que em outros países. Não sei como o governo pode ajudá-las ainda mais.

        É hora de apertar os gastos para conter a inflação, senão a bolha só aumentará.

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      • trololó 17 de agosto de 2011 at 18:53

        mano, JÁ DERAM: isentaram de ipi até não sei quando (acho 2016) pra baixar o preço…..

        no outro dia a ANFAVEA disse que não vao baixar preço apesar do desconto de ipi…..

        kkkkkkkkkkk

        0
    • Arruda 17 de agosto de 2011 at 17:02

      Só completando, com essa população endividada cortando (ou dando calote) nos gastos supérfluos, afetará diretamente o desemprego (é só pensar na quantidade de empregos que esses setores supérfluos oferecem), acelerando o estouro da bolha…

      0
      • trololó 17 de agosto de 2011 at 18:54

        mano, as fábricas de carros JÁ ANUNCIARAM férias coletivas… sindicado da GM protestou porque tinham dito no começo do ano que não teriam férias coletivas, mas agora a GM vai dar férias!!!

        é mole ou quer mais?

        0
  • Henrique Z. 17 de agosto de 2011 at 15:17

    Vamos rir bastante…

    A economia “parou” de crescer depois de 2 anos e meio…

    economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/08/17/economia-do-pais-tem-primeira-queda-em-dois-anos-e-meio-diz-bc.jhtm

    Agora lhes pergunto amigos:

    Crescimento de quem? (Quem acertar, ganha um abraço do lula-marola)

    1) Das importações vindas da China

    2) Da sobrevalorização dos commodities

    3) Do bolso dos políticos

    4) Do bolso dos mega-empresários extrativistas, do agro-negócio e da construção civil

    5) Dos preços dos combustíveis

    6) Das propagandas da Rede Globo

    7) Dos números fictícios de aumento de salário, que só funcionou pra 1% da população, que inclui o funcionalismo público federal, e os funcionários de montadoras de veículos

    8) Da alavancagem da dívida do brasileiro

    9) Do número de roubos aos cofres públicos

    10) TODAS AS ANTERIORES

    ” Nunca foi visto antes na história desse país tanta mentira e notícias compradas como acontece hoje”

    0
    • Carlos Wagner 17 de agosto de 2011 at 15:49

      Henrique

      Discordo apenas do item 7 na parte sobre o aumento dos Func. Publicos Federais. Eu sou um deles e não tenho aumento desde 2006, portanto há 5 anos, e o governo ja sinalizou que nao dará aumento nem em 2012. Toda categoria merece ter preservado seu poder de compra mediante data base para reajuste anual, pelo menos, da inflação. Acredito que voce deva ter se referido aos ocupantes de cargo publico por mandato eletivo, Cargos de Confiança e os que ocupam cargos de diretoria, chefia e assessoramento que não são do quadro de concursados. Esses sim, tiveram aumentos, já nós, concursados não temos nem espectativa de reajustes.

      Quanto ao resto, concordo plenamente.

      0
      • aiwww 17 de agosto de 2011 at 23:24

        Concordo plenamente. Já fui empregado público, pedi demissão e voltei para o setor privado. Enquanto isso, tenho um tio que recebeu um pompudo salário de cargo comissionado de assessor de ministro em Brasília … Ele mora no bairro sudoeste em Brasília … eu como empregado público e mesmo como empregado de empresa privada pego o trem vindo de Japeri lotado, fedorento e atrasado todos os dias até a estação Central do Brasil … depois vou caminhando até a Av. Rio Branco porque levo o mesmo tempo para percorrer o trecho com minhas passadas largas que o ônibus de integração da Supervia (sempre lotado e com filas enormes) … é só um desabafo …

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  • Carol 17 de agosto de 2011 at 15:22

    Ainda:

    http://terraimoveis.imovelweb.com.br/noticias/11276/comprar/Financiamento-de-imovel-usado-dobra-em-quatro-anos.aspx

    (…)O preço pedido pelo imóvel na maioria das vezes não é o preço que o comprador paga para fechar o negócio. Dos imóveis usados comercializados no primeiro semestre, 55% tiveram negociações em seus valores, e os descontos concedidos ficaram entre 5% e 7% em relação ao valor pedido inicialmente.(…)

    Resumo da ópera: se fornecendo 7% de desconto a margem de lucro das construtoras/imobiliárias já é gigantesco, imaginem o valor real (o que seria justo) de um imóvel nessas condições.
    É o paraíso da especulação mesmo…

    0
  • Leandro 17 de agosto de 2011 at 15:23

    Recebi agora à tarde ligação de uma construtora no meu celular.
    Sou funcionário público federal e a pessoa que ligava sabia inclusive meu cargo.
    Informou que amanhã à noite vai ter o lançamento de um empreendimento do Setor Noroeste, em Brasília, e que eu estaria convidado.
    Perguntei onde ela teria conseguido meu telefone e ela respondeu que vinha de São Paulo.
    Pediu meu e-mail pra mandar o convite.
    E claro que eu dei o e-mail, só que errado!
    Já já a bolha estoura!!

    0
    • Annibal 17 de agosto de 2011 at 15:35

      Pessoal, moro no Rio, troquei de carro faz uns três meses, o vendedor é um conhecido meu e as vezes nos esbarramos, outro dia ele veio se lamentar dizendo q prorrogou seu projeto de comprar um carro novo, pois está tudo parado, não vende nada e longe de bater as metas….

      0
    • JARBINHAS S2 17 de agosto de 2011 at 17:00

      a bolha vai estourar porque você passou o e-mail errado pra um corretor? alguem entendeu?

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      • me 17 de agosto de 2011 at 17:35

        Bem vindo ao bolhaimobiliaria.com

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      • Paty 17 de agosto de 2011 at 18:08

        Quando eu fazia o primeiro grau as professoras ensinavam redação desde a 3 serie e me lembro de começar na 5 serie a ler livros da literatura brasileira eu fiquei apaixonada por José Mauro de Vasconcelos e outros tantos escritores que me fizeram aprender a interpretação de texto. Eu entendi perfeitamente o que o colega Leonardo disse, alias palavras claras e diretas, o que me deixa chateada são pessoas que por meio de sofisma (=argumento aparentemente válido, mas, na realidade, não conclusivo, e que supõe má fé por parte de quem o apresenta), tentam mudar o que foi dito ou se apegar a detalhes sem importancia. É uma pena que a educação dos anos 80 tenha ido para o ralo….

        0
        • Anonymous 17 de agosto de 2011 at 18:56

          Depois que a Banânia teve um Presidente da República com a quinta-séria incompleta, acho que o sujeito com dificuldade de interpretação de texto tem grandes chances de subir na vida.

          0
        • Adriano 17 de agosto de 2011 at 19:24

          Parabéns! Engraçado, eu já ia responder…não era possível que o cara tenha se perdido num texto de 01 (!!!!!!) parágrafo. Paty, sua resposta foi perfeita!! bem melhor do que a que eu estava para escrever. sintetizou muito bem!!!

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        • carlos wagner 17 de agosto de 2011 at 20:27

          Paty

          Eu encarei o comentario do colego apenas como forma de descontração e acredito que essa tenha sido a intenção.

          Relaxa…

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      • Leandro 18 de agosto de 2011 at 00:13

        Sugiro que você volte para as aulas de interpretação de texto.

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        • Leandro 18 de agosto de 2011 at 00:16

          Nem tinha visto as respostas dos colegas. Obrigado.
          Sugiro ao colega que fez a crítica que volte lá nos primeiros textos do blog e veja os diversos comentários que deixei, com vários links interessantes.
          Participo aqui praticamente desde que o site foi lançado.
          Ultimamente praticamente só leio o que é escrito.
          Abraço a todos.

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  • Guilherme Eduardo 17 de agosto de 2011 at 16:02

    Lembrei de um post que não lembro quem escreveu que abordava o tema do INCC. A pessoa comentou que o índice tem previsão de manter-se em alta (JUL +0,45% // média 3 meses +1,25%) por causa das obras que o governo está fazendo para a copa. Isso pode dificultar as coisas para as construtoras se for verdade. Aí nem esotérico consegue dar jeito! rsrsrsrs

    Quem é mais “craque” em economia poderia nos dizer se o índice pode permanecer alto mesmo. Obrigado.

    0
    • Jack Imóveis 17 de agosto de 2011 at 16:20

      Caro Guilherme,

      Nesse site você encontra o histórico do INCC:

      http://www.portalbrasil.net/incc.htm

      É um indice que na minha humilde opinião nunca ficará abaixo da inflação e algumas vezes, como em 2008, ficará acima.

      Minha sugestão a quem for comprar algo na planta (corajoso pacas) é que considere no mínimo 20% de correção no valor total do imóvel adquirido.

      Abraços
      Jack

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      • DRN 18 de agosto de 2011 at 10:44

        Penso que a estimativa deve ser de 20 a 25%. Eu comprei em dez-08 com valor de chaves de 182 mil e paguei em maio-11 R$209 mil, ou seja, houve um aumento de 14,8%. Só que eu peguei o INCC de 2009 e 2010. O INCC de 2011 já está em 6,144. Então, considerando uma taxa de 12% ao ano, é melhor considerar pagar 20 a 25% a mais. Se a pessoa tiver o dinheiro, dá para cobrir com CDB. Se não tiver, tem de considerar economizar mais ou obter um financiamento maior. Agora, alguém me diz se algum corretor explica isso para as pessoas na hora da compra?

        0
    • Mori 17 de agosto de 2011 at 16:46

      O índice tende a ser mais alto nos meses próximos a data-base de reajuste da categoria, por isso entre maio e julho vemos um estouro… apesar de que no último ano o índice foi mais pressionado do que nos anteriores, justamente pela escassez de mão de obra e a subida nos materiais de construção devido ao boom imobiliário.
      Creio que os próximos meses voltaremos as médias mensais em torno de 0,1%-0,2%, por diversos motivos:
      – mais entregas de empreendimentos do que novas construções;
      – a população de baixa renda que constrói a própria casa está muito endividada e sem capacidade de manter o padrão de consumo desses materiais;
      – provável queda da demanda da China por minérios e cimento, restando ao mercado interno absorver o excedente da produção. Com a população sem dinheiro, só baixando o preço para ajudar na retomada do consumo de material de construção

      Para quem não comprou, mais um motivo para deixar o dinheiro investido, afinal deverá render mais do que o saldo devedor dos repasses, além da provável queda do ágio…

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  • FSH 17 de agosto de 2011 at 16:52

    Muito se fala sobre a NOVA CLASSE MÉDIA, ou CLASSE C, mas vocês já viram qual é a RENDA FAMILIAR (não é individual é FAMILIAR) de corte desta classe? Segundo a FGV esta classe está na faixa de R$ 1.200 – R$ 5.174. Desse jeito fica fácil enquadrar 55% da população, vocês não acham?
    O que ninguém mais fala é que durante a crise essa foi a classe social que mais sofreu variações negativas (perdas), o que indica que é uma classe social ainda não consolidada e mais vulnerável aos “sobe e desce” da economia. Não dá pra perceber que incentivar endividamento de longo prazo as classes C e D (que juntas representam 75% da população) é um suicídio do país? Em um futuro não tão distante mais da metade destas famílias não terão condições de honrar com suas dívidas.

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  • André 17 de agosto de 2011 at 17:24

    Como alguém disse sobre “alienação fiduciária”:

    “Se há algo contra o qual jamais se pode lutar, esse algo é o sistema de preços. O governo americano hoje vem fazendo de tudo para evitar que os preços dos imóveis caiam (ironicamente, após fazer inúmeros programas para facilitar a aquisição da casa própria), pois isso é prejudicial para os bancos, que possuem esses imóveis como ativos. Se os ativos se depreciam, o patrimônio dos bancos encolhe.”

    Na minha visão, a alienação fiduciária até garante que o financiador retome o imóvel em caso de inadimplência, porém, de nada adianta ter um ativo desse na mão se ninguém consegue pagar o valor deles.

    Isso me fez pensar na seguinte pergunta, será que os bancos estão financiando o lucro das construtoras? Me preocupa o fato de os bancos estarem financiando imóveis que não valem o preço pedido. Nesse caso, mesmo se houver inadimplência, o banco fica com um ativo que nem em sonho será vendido pelo preço ideal. O banco vai tomar prejuizo, e já tivemos neste páis exemplos de que isso não é bom nem pra população. Vou começar a guardar dinheiro embaixo do colchão.

    Atenciosamente,
    André de Castro Garcia

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    • Adriano 17 de agosto de 2011 at 19:33

      É por isso que a GLOBO está jogando pesado. Infelizmente, o que aconteceu nos últimos 2 anos foi um frenezi que atingiu até experientes banqueiros. Que apesar de experientes, são humanos e BEEEMMMM mais gananciosos que um cidadão mediano. Mas a ficha caiu e agora eles (banqueiros, construtoras, governos) estão colocando toda a imprensa para nos convencer que somos todos milionários e que vamos ficar ficar ainda mais ricos.

      0
      • aiwww 17 de agosto de 2011 at 23:34

        Ontem o Jonal da Globo mostrou um comercial… ou reportagem se isso pode ser chamado de reportagem… um casal ganha 8 mil de renda bruta, juntou 20 mil em 4 anos e está financiando um apertamento de 98 mil em sei lá quantos anos .. que vida .. morar num apertamento de uma MRV da vida ..

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    • Drope 18 de agosto de 2011 at 16:00

      Andre,

      Eu entendo que é por conta do risco de desvalorização do imóvel que os bancos nunca financiam 100% do imóvel no Brasil, o limite fica em 70% – 80% dependendo do caso. Por isso que as pessoas falam que o nosso credito imobiliário é mais responsável que o dos EUA onde era possível financiar as vezes até 110% do valor do imóvel.

      Não que isso elimine o risco do banco quebrar, mas ajuda a reduzi-lo consideravelmente. Somente é um caso de maxi desvalorização os ativos dados como garantia não seriam suficientes para cobrir os empréstimos concedidos.

      Abs,

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  • Marcleo Mendes 17 de agosto de 2011 at 17:46

    Pessoal,

    apenas para evidenciar o total desespero do pessoal do Secovi-SP, as informações passadas por eles não são homogeneas e mostram como estão atirando pra todos lados tentando tapar o sol com a peneira.
    Em uma reportagem eles falam uma coisa e em outra diz o contrário.
    Na Globo ele diz que a alta de preços é um reajuste normal e que a tendencia é continuar subindo.
    Na matéria abaixo ele já concorda que teremos uma redução de preços em alguns bairros… rsrsr vai entender

    http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/preco-do-metro-quadrado-no-itaim-comeca-a-cair/

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  • Brunão 17 de agosto de 2011 at 17:50

    Tem uns posts engraçados. Tem gente querendo prever até o mês de estouro da bolha.
    A verdade é que é uma grande torcida. Se alguem soubesse essa resposta ficava rico né?
    Os que tem algum dinheiro na renda fixa estão esperançosos de poder comprar algo pela metade do preço.
    Acho que se abaixar não vai ser tanto assim, e em áreas nobres do Rio, Brasilia, etc, não vai cair quase nada.

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    • Adriano 17 de agosto de 2011 at 19:40

      Esse deve estar endividado até a alma ou doido para vender o AP por 1Milhão para o 1° trouxa. Deve ter comprado na planta para ganhar após as olimpíadas…kkkkkkkkkkk. Se 500K num conjugado velho no catete não é bolha, realmente ficamos ricos!!! kkkkkkkkkkkkkkkkk!!!

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      • MrK 17 de agosto de 2011 at 21:52

        hahahaha bem dito

        eu acho engracado chamar a gente de torcida, meu caso: moro de aluguel por opcao e estou indo morar fora do brasil em pouco tempo, ou seja, estou me lixando pro preco dos imoveis e nao quero comprar nada no curto prazo, só estou aqui discutindo pq amo economia e esse assunto (bolha) está totalmente relacionado com economia

        abs

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        • Brunão 17 de agosto de 2011 at 23:09

          Qualquer um que venha falar contra a bolha aqui é maltratado.
          E o pior é que quem fala deve ter 300 mil aplicado achando que vai comprar ap na zona sul algum dia. Vão sonhando.

          0
      • Brunão 17 de agosto de 2011 at 23:06

        Olha o desespero do cidadão. Quer adivinhar meu patrimônio tb.
        Deve estar desesperado pq nao tem grana pra comprar nada decente.
        A vida é cruel amigo.

        0
        • aiwww 17 de agosto de 2011 at 23:57

          Brunão meu amigão! Porque você não vai … quem sabe … dizer algo que preste e agregue. Não tenho a mínima vontade de morar na Zona Sul.. aliás, minha família tem renda familiar mensal maior que a se muito diretor de empresa grande .. temos imóvel na Barra de frente para o mar… Alguns galpões.. comércio de material de construção … investimento em reciclagem de chumbo .. ou seja .. assim como eu, muita gente aqui pode ter grana para comprar à vista, mas não somos otários de pagar preços irreais .. aliás, também surfamos na bolha e saímos do mercado imobiliário .. compramos um apartamento por 300 mil e vendemos no mês seguinte por 350 mil .. creio que otário existe em todo lugar .. sempre aparece um maluco para comprar algo por um preço exorbitante apenas para dizer que conseguiu comprar .. santa igenuidade .. esse é o tipo de louco que o mercado procura .. como o meu colega do trabalho, o qual citei num post anterior .. não ligo de pagar trem lotado e fedorento todos os dias e receber uma boa grana dos meus investimentos … moro numa casa com mais de 1500 metros quadrados num bairro distante do centro porque meus pais sempre tiveram negócios nessa área da cidade … mas tenho certeza que em alguns poucos tempo eu estarei morando num lugar mais próximo do trabalho, não passarei dificuldades econômicas e terei o prazer de dizer que não necessitei da ajuda dos meus pais .. aliás, mesmo que o preço caia hoje eu não compraria um imóvel, pois como minha família é de comerciante, vou pensar que pode descer mais … ter paciência é fundamental e investir onde dá dinheiro também é fundamental .. ao meu ver o mercado imobiliário passará anos de declínio e estagnação .. sem pressa, bom senso e educação (no seu caso) .. chegaremos lá 🙂 Grande abraço!

          0
        • Hik 18 de agosto de 2011 at 00:24

          Cada qual com sua convicção…

          Eu acredito que, independentemente da situação financeira de cada um, é sempre interessante uma discussão sadia sobre a realidade nacional, onde a bolha imobiliária é uma das facetas de um conjunto de problemas econômicos.

          Não acho certo ser bolhista xiita, mas vale o bom senso e senso crítico para ter a percepção de que as coisas não estão caminhando para o lado correto.

          Acredito que, da mesma forma que eu, a maioria do pessoal que posta aqui tem condições financeiras muito favorecidas, mas assim como a reportagem que eu menciono abaixo ilustra, me preocupa muito o rumo da economia no longo prazo pois estamos no país em que mais se perde o poder de compra no mundo.

          Eu fico mais preocupado quando me deparo com pessoas que tem uma situação financeira favorável – pouco me interessa o quanto – acharem que as coisas estão normais e justificam com paralelos de realidades completamente distintas (BRA X US ou EU). É um claro sinal de que não percebem o quanto estamos descolados da realidade.

          Eu vi abaixo a comparação da região do Central Park, Washington e Califórnia (minhas tradução de “praias”) com regiões do Brasil. Completamente improcedente! O que seria Central Park no Brasil? Ibirapuera “Park”?!! Praça Buenos Aires?!! E Washington? Brasília (misericórdia)?!!!! E o que dizer das praias californianas? Seria a zona sul do Rio? Essa seria a pior…

          Não que eu goste dos US, mas francamente, há muitíssimos motivos para provar que as realidades do hemisfério norte e do Brasil são TOTALMENTE incomparáveis. É óbvio e ululante que a mísera possibilidade de que um imóvel mediano nos subúrbios ou mesmo no interior dos US custar menos do que custa no Brasil é uma disparidade ímpar. Quem não percebe isso certamente é mais uma cria da massificação “Globiana”.

          Há discussões aqui de alto nível e que certamente só tem a acrescentar, para quem tem a disposição de aprender e gosta de exercitar o senso crítico. Eu também adoro economia, e é por isso que estou acompanhando o Blog. Aqui não é uma torcida organizada que fica falando “UUUUUU” para cada balanço no mercado de imóveis.

          Enfim caro Brunoaumentativo, você assiste ao Faustão ou Fantástico?

          0
          • Anonymous 19 de agosto de 2011 at 06:12

            HiK,

            Eu sempre uso os EUA nas minhas comparações porque estou morando nos EUA e tenho as informações de primeira mão e não de ouvir dizer. Gostei muito da sua analogia, e já citei aqui dando os devidos créditos, “está na hora de se preparar como urubu pairando sobre bezerro doente”.

            0
  • Fel 17 de agosto de 2011 at 17:51

    ** O MELHOR E-MAIL DE CORRETOR DE TODOS OS TEMPOS****

    Bem, na verdade, eu gostaria de lhes contar uma coisa meio curiosa: eu atendi um italiano de uns 40 anos no luzes da Mooca Domingo, ele sempre vem para o Brasil, está acostumado a investir em imóveis aqui com a Cyrela, mora em Turim, e eu me lembrei muito de vocês, porque ele olhava para o projeto, e vocês tinham que ver a cara dele de encantado, ele estava simplesmente anestesiado olhando para a beleza do empreendimento, ele não estava acreditando que alguém poderia ” trazer a Itália ” ou o conceito de ” Vilas da Itália ” , a casa dele, para São Paulo…. ele dizia com sotaque :

    ” Díííoooo… trouxeram minhas Vilas…. Milanooooo….no és possível ”

    Bom, eu fiquei muito contente em saber, que todo o esforço de fazer este excelente projeto foi recompensado, só de ver a alegria deste cliente puro italiano, confesso que fiquei muito satisfeita e feliz.

    Gostaria de pedir, que repensem com muito carinho sobre sua proposta aqui no Luzes , tenho certeza que , quando ficar pronto, vai superar as suas expectativas de valorização e de beleza, depois deste italiano, tive mais certeza ainda.

    Considere todas as mudanças significativas que estão acontecendo no seu entorno, e o quanto vai ser bom para sua família.

    Não tenho dúvidas que serão muito felizes aqui.

    Estou a sua disposição, esperamos poder contar com vocês.

    Aguardo comments dos bolhistas…. !!!

    0
    • Carol 17 de agosto de 2011 at 18:11

      Ela só não disse quanto iria custar trazer os “ares da Itália de novela das 8” pro provavelmente superfaturado condomínio dela.
      Ia matar o suposto italiano do coração.
      Que papinho furado de corretor é esse…
      É o desespero batendo. Estão até ficando criativos.

      0
    • Jack Imóveis 17 de agosto de 2011 at 18:13

      Fel,

      Tem idéia de quanto está o m2 no empreendimento?

      Abraços

      0
      • Fel 17 de agosto de 2011 at 22:06

        6k/ m2 – uma vergonha!!!!!!!!!!!!

        0
        • aiwww 18 de agosto de 2011 at 00:02

          Preço do Florença na Tijuca. Outro dia um corretor da Julio Borogicin enviou um e-mail com o preço .. respondi dizendo que iria esperar o preço do metro quadrado voltar para a casa dos 3 mil .. o cara só faltou me mandar para aquele lugar .. 🙂 .. só tenho uma coisa a dizer a ele .. boas vendas 🙂

          0
    • Rebecca 17 de agosto de 2011 at 18:33

      HAHAHAHAHAHAHAHA

      0
    • Anonymous 17 de agosto de 2011 at 18:52

      la bolla immobiliare?

      0
      • MrK 17 de agosto de 2011 at 21:55

        ah da um tempo, esses italianos na maioria são boiolões que vem a turismo sexual pegar outros homens, em ipanema (rua farme de amoedo) tá lotado deles

        o que um italiano sério vem fazer aqui como investidor no meio da bolha?

        0
        • carlos wagner 17 de agosto de 2011 at 23:19

          E detalhe: Investir na Mooca…

          Quando eu morava em Sp não quiz morar lá nem de aluguel, quanto mais vir da Italia pra investir.

          Conversa fiada…

          0
    • Eduardo Zé 18 de agosto de 2011 at 09:37

      Com a crise na zona do Euro, italiano investindo na alta imobiliária brasileira… algo errado.

      Com certeza esse italiano compra dez imóveis na própria Itália, pelo preço de um no Brasil.

      0
    • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 11:04

      Pessoal, vocês estão levando o texto do e-mail a sério? Esse e-mail é uma pessa de marketing, criada por um redator, tão descarada que ficou absurda e por isso cômica . Não tem italiano nenhum, muito menos emocionado com a ‘nova milano’ em plena Mooca.

      O relevante é a apelação das corretoras, usando estes texto inverossímeis e usando técnicas antiéticas como spam para chamar atenção de um lançamento. Não tem fila na porta? Não vende tudo no mesmo dia? Para que isso então?

      0
  • Leonardo 17 de agosto de 2011 at 18:29

    Nos anúncios do ZAP, no rio, há algo interessante e cômico…
    A imobiliária “coutinho imóveis”, que anuncia imóveis principalmente no bairro da tijuca e maracanã, sempre coloca diversos anúncios com uma faixa “VENDIDO” na foto principal, para pressionar, dizer que o mercado está aquecido, que é necessário aproveitar logo as ofertas!!!!!! Masssssss, os anúncios são, na sua maioria, do dia… Como que ela é rápida hein, anuncia e vende no mesmo dia hauhauhuah e pior que ela toda semana publica os mesmos imóveis vendidos…
    Seria desespero?

    0
    • aiwww 18 de agosto de 2011 at 00:05

      Isso é comum .. as imobiliárias pagam 30 reais por anúncio .. bem menos que um simples cidadão .. e esse tipo de anúncio acontece porque eles utilizam um sistema que publica automaticamente os anúncios no banco de dados do ZAP ..

      0
    • Andre Luiz 18 de agosto de 2011 at 16:55

      Essa Coutinho é um a comédia.

      O Bairro em que morava, o Riachuelo é anunciado por ela como a Ascenção da Zona Norte. Aptos de 2 quartos na faixa de R$180.000.

      Na boa, o bairro é cercado de favelas. Tem assalto para caramba….

      A única ascenção ali é dos preços, pois os do Méier, Vila Isabel, Tijuca, Grajaú (os bairros melhores da Zona Norte) estão proibitivos. Aí devem ter escolhido o Riachuelo para desovar imóveis por R$180.000,00 / R$ 200.000,00, que caibam no orçamento da famosa Classe C. Ocorre que há três anos você comprava apartamento de 2 qts na Tijuca por esse preço.

      0
  • Rebecca 17 de agosto de 2011 at 18:40

    interessante

    17/08/2011 – 17h56
    São Paulo é 19ª cidade mais cara; salário não acompanha gastos

    Publicidade

    DE SÃO PAULO

    Em um duplo levantamento das cidades com maior custo de vida e com nível de salários mais alto, São Paulo não se saiu bem: é a 19ª mais cara, mas apenas a 38ª que melhor paga no mundo.

    O estudo é do banco UBS.

    São Paulo é a 10ª cidade mais cara do mundo para estrangeiros
    Compare preços em São Paulo, Nova York, Londres e Paris

    No nível de preços, a capital paulista aparece três posições acima da lista do ano passado (22ª) e 23 posições a mais que em 2009 (42ª). No de salários, a capital era a 40ª com mais altos pagamentos em 2010.

    O custo de vida em São Paulo é apenas 3,5% inferior ao de Nova York, cidade referência do estudo do banco UBS. Em 2010, essa diferença era 15,2% menor; em 2009, de 37%.

    O custo de vida do Rio de Janeiro também subiu: foi da 31ª posição entre as mais caras para a 26ª. Os preços são apenas 9,1% abaixo que os de Nova York; em 2009, eram 20,1% mais baixos.

    Lideram a lista das mais caras Oslo, Zurique, Genebra e Copenhagen, que também são líderes, mas em posições diferentes, no ranking das que pagam melhor.

    A pesquisa considera 122 bens e serviços e inclui 112 perguntas sobre salários, tributos e horas trabalhadas em 14 ocupações.

    0
  • xyz 17 de agosto de 2011 at 19:13

    Off topic – MAS nem tanto…

    Transcrito do blog da Miriam Leitão:
    “A pior delas é o argumento usado pelo senador José Pimentel, do PT, de que o movimento de combate à corrupção fará o País repetir os fatos que, nos anos 60, fizeram a defesa da ética ser usada como pretexto para o golpe militar.”

    Meu nível de compreensão está baixo ou isso é ameaça?
    A nação está rendida e se reagir é pior.

    0
    • Rebecca 17 de agosto de 2011 at 19:20

      “deixem a gente roubar, senão a ditadura volta?”

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  • Rebecca 17 de agosto de 2011 at 19:25

    acho que o que ele quis dizer, dentro das suas limitações petistas, foi:

    “o brasileiro vive melhor hoje, apesar da corrupção, pois tem bolsa família, casa própria, carro e tv de lcd. na verdade, nem existe tanta corrupção assim, é tudo intriga (pretexto) da oposição, que quer voltar aos tempos da ditadura”

    ou interpretei demais?

    0
    • trololó 17 de agosto de 2011 at 19:37

      bolsa familia = esmola pra manter o povão nas rédeas
      a “casa própria” não é própria – pertence ao banco, assim como o carro, e a tv lcd, que tem alguma prestação do carnê atrasada

      o pior é o seguinte galera:

      h t t p : / / ucho.info/pressao-de-lula-nos-bastidores-obriga-dilma-rousseff-a-discutir-a-sucessao-presidencial-com-o-ex-presidente

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  • Felipe 17 de agosto de 2011 at 20:40

    Acho que esse “problema” dos ministérios da Dilma é um aprofundamento de investigações em contratos PEQUENOS. Estou achando bom também a casa cair pra vários políticos do DEM(O) e do PMDB. Enfim, acho que o PT tem vários problemas de corrupção de uma ala ou outra (Zé Dirceu, Pallocci, Delúbio) mais ainda assim é o primeiro degrau de evolução em relação ao PSDB.
    Tivemos a chance de colocar no poder alguém que parece ser realmente honesta chamada Marina Silva e perdemos, então é esperar a próxima chance.
    Quanto ao governo anterior, digo como paulista governado há 17 por esses abutres tucanos, em SP tudo que o governo TEM que prover (Escola, segurança, saúde e transporte público) é de uma qualidade horrível.

    0
    • trololó 17 de agosto de 2011 at 20:54

      A presidente Dilma Rousseff chorou ao ouvir de Wagner Rossi (PMDB), entre as 18h30 e as 19h desta terça-feira, que ele deixaria o Ministério da Agricultura. É o que afirmam interlocutores no Palácio do Planalto, que garantiram que a ocasião foi “muito triste”.

      Lamentando a decisão de Rossi, Dilma teria dito que ele era um homem “muito importante” para o governo. A pasta vinha sendo alvo de denúncias de corrupção e, na terceira nota de Rossi nesta semana em resposta às acusações, ele admitiu ter pego carona no jatinho da empresa Ourofino Agronegócios, de Ribeirão Preto (SP). No comunicado, ele negou favorecimento à empresa, cujo faturamento cresceu 81% desde novembro de 2010, segundo o Correio Braziliense.

      Segundo servidores do Ministério da Agricultura, a decisão de Rossi foi repentina e não havia sido informada para ninguém antes de Dilma. O agora ex-ministro saiu do Planalto direto para a sua casa. Por volta das 20h, seus pertences ainda eram recolhidos de sua sala no ministério.

      Com a saída de Rossi, a pasta fica “acéfala”, já que o secretário executivo do ministério pediu demissão há duas semanas e seu substituto ainda não teve o nome publicado no Diário Oficial. A Agricultura fica, assim, sem ministro nem secretário executivo nomeado. Não há previsão para que o nome do sucessor seja publicado no DO.

      0
  • Galvão 17 de agosto de 2011 at 21:16

    Galera, Algumas informações importantes. São exemplos reais de valorização de dez/09 pra cá.
    Em 2009, quando mudei pra Brasília, andei pesquisando alguns imóveis pra comprar/investir. Anotei tudo no meu caderninho e guardei. Agora me lembrei dessas anotações e fui comparar os preços daquela época (20 meses atrás) com os preços de venda atuais. Segue abaixo as comparações de preços, e em seguida minhas conclusões.

    Sport Clube (Guará II):
    m2 em Dez/09: R$ 4.896. Correção INCC: R$ 5.532,00/m2(valor pago atualizado).
    m2 em Jan/11: R$ 5.200 (média dos anúncios).
    Valor atual: entre 4.800 e 5.600 o m2. imóveis prontos.

    SQA (Guará II):
    m2 em Dez/09: R$ 5.400. Correção INCC: R$ 6.100/m2 (valor pago efetivamente).
    m2 em Jan/11: R$ 5.890 (média dos anúncios).
    Valor atual: entre R$ 6.400 e 7.000 o m2. Ainda ficará pronto em fev/13.

    Lorys (Águas Claras):
    m2 em Dez/09: R$ 3.708. Correção INCC: R$ 4,190/m2
    Valor atual: Entre 4.200 e 5.000 o m2.

    Piazza di italia (Águas Claras):
    m2 em Dez/09: R$ 4.006. Correção INCC: R$ 4.526/m2.
    Valor Atual: entre 4.600 e 5.300 o m2.

    The Prime (Águas Claras):
    m2 em Dez/09: R$ 3.806. Correção INCC: R$ 4.301/m2.
    Valor Atual: entre 4.600 e 5.700 o m2.

    Abrolhos (Águas Claras):
    m2 em Dez/09: R$ 5.357 (28m2). Correção INCC: R$ 6.053/m2
    Valor atual: entre R$ 5.300 e 6.200 o m2.

    Quality (Águas Claras):
    m2 em Dez/09: R$ 4.103 (39m2). Correção INCC: R$ 4.635/m2
    Valor atual: entre R$ 4.800 e 5.300 o m2.

    Advance (Asa Sul – Consultório):
    m2 em Dez/09: R$ 9.375. Correção INCC: R$ 10.594/m2.
    Valor Atual: entre 9.200 a 10.400/m2.

    Bem, o que percebi foi o seguinte:
    Os imóveis praticamente não sofreram valorização de Dez/09 pra Ago/11. Quem comprou pra investir está bem ciente disso. A valorização no período foi artificial, pois o valor efetivamente desenbolsado é aquele que é corrigido pelo INCC.
    Outro dado que pode-se verificar: os preços subiram acompanhando a “inflação” do INCC. Ou seja, os investidores estão tentando empatar o investimento realizado (alguns ainda estão tentando um pequeno lucro, mas estão percebendo que está difícil vender).

    Mais conclusões? abraços.

    0
    • Carol 17 de agosto de 2011 at 21:51

      Ótimo post Galvão, são dados reais do que realmente está acontecendo, e conclusão perfeita também.
      Eu acrescentaria outra observação: você fez a comparação R$/m² com dados de dez/2009 para agora com imóveis que ainda estão disponíveis para compra ainda, acredito.
      Pergunto: cadê a euforia, a pressa para comprar e não perder a “óóóótima” oportunidade de investimento? Onde estão as vendas relâmpagos de projetos inteiros de fim de semana e feirões?
      Esses caras vão ter de vender uma hora pra desafogar e fazer caixa pra reinvestimento, e pra isso acontecer, vai ter de caber no bolso, ou ainda: os preços vão ter de descer das estrelas pelo menos.

      0
      • MrK 17 de agosto de 2011 at 22:00

        pq o fipezap mostra uma valorizao infinitamente maior?

        com a palavra, o portal ZAP

        0
      • Galvão 17 de agosto de 2011 at 22:33

        Carol, na verdade esses imóveis foram todos praticamente vendidos nos seus lançamentos. Os anúncios de hoje, são de venda de ágio, para que o comprador assuma a dívida restante.
        Agora, sei de lançamentos dessa época que até hoje ainda estão sendo anunciados pela construtora, e que portanto não venderam desde aquela época.

        Mais uma informação: no condomínio onde moro no Park way tem um lote à venda desde abril/11. É pouco tempo, apenas 4 meses. O detalhe é que o proprietário atual comprou o lote em set/10 por R$ 500.000. E agora tenta vender por R$ 600.000 (em 1 ano). O problema é que considerando os impostos (transmissão, IPTU) mais a valorização que ele teria deixando o dinheiro aplicado (supondo 10% no ano), para ele não ter prejuízo, o valor mínimo de venda seria 560.000. E eu tenho fortes convicções de que dificilmente ele conseguirá vender por um valor maior do que esse. Portanto, tomou prejuízo!!!!

        0
    • Lucas 17 de agosto de 2011 at 21:58

      Bem, pelos seus dados concluo que não há bolha, contudo estou certo de que deve haver alguns investidores tentando vender pelo dobro destes preços, pelos dados da minha suposição há uma tremenda bolha.
      Minha conclusão é que se o dito investidor pagou o m2 ofertado sem um belo desconto por ser na planta já está levando fumo faz um bom tempo.

      0
      • Galvão 17 de agosto de 2011 at 22:23

        LUcas, Não havia desconto na época, pois ainda reinava a euforia.
        Ao contrário do que você disse, esses dados indicam (na minha visão) a existência de uma bolha, uma vez que a valorização chegou no teto, e os investidores não conseguem ganhos com seus investimentos. Ou seja, quando aumentar a quantidade de pessoas vendendo (com as entregas previstas pra 2012 e 2013), mas sem conseguir vender, aqueles que deram “passos maiores do que as pernas” irão quebrar.

        0
      • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 11:15

        Primeiramento, Galvão, muito obrigado pelos dados.

        Lucas, não acho que esses dados indiquem que não temos bolha. Mostra que o limite de preços já foi alcançado lá. Quem está precisando vender, para se livrar do boleto, está com dificuldades de empatar o capital.

        0
  • Mr. Alex 17 de agosto de 2011 at 21:22

    Pessoal,

    Já virou assunto popular, acessem folha.com.br, tem uma enquente lá, vocês podem votar no que acham mais honesto…

    Aqui são os resultados colhidos neste momento:

    polls.folha.com.br/poll/1122701/results

    Você pretende comprar agora?

    11%
    1.070 votos
    Sim

    67%
    6.236 votos
    Não, acho melhor esperar mais um pouco

    6%
    555 votos
    Já comprei e me arrependi por não ter esperado

    16%
    1.480 votos
    Já comprei, mas acho que fiz um bom negócio de qualquer forma

    0
    • Mr. Alex 17 de agosto de 2011 at 21:22

      Hauhahahahah !!!

      É pra rir mesmo !!!

      0
    • aiwww 18 de agosto de 2011 at 00:15

      Ótima pesquisa .. mostra que ainda existe muita gente que tem a cabeça no lugar certo .. uns 6% tem outra cabeça em outro lugar .. hauahuahuahua

      0
  • Glaucio 17 de agosto de 2011 at 21:42

    Aqui em Curitiba, fomos chamados pra renovar o contrato de aluguel. A imobiliária comunicou aumento de 50% (??!!) no valor! O que está acontecendo? Tem um apto. no mesmo edifício, 20% mais barato, que está desocupado desde o início do ano! Será que estão tentando inflar o aluguel para os preços de venda não parecerem tão altos?
    Já estou procurando outro pra alugar.

    0
    • MrK 17 de agosto de 2011 at 22:02

      se vc for um bom pagador, saiba q isso tem valor e deve ser posto na mesa

      bom pagador merece desconto em relacao ao pagador novo!

      se existe um ap no seu predio, que seja comparável ao seu, 20% mais barato e vazio, voce deveria fazer uma contraproposta ABAIXO desses 20% por ser bom pagador

      0
    • Elias 17 de agosto de 2011 at 22:43

      Olá Glaucio.

      Aconteceu o mesmo comigo há 2 meses atrás, aqui em SP.

      A imobiliária disse que o proprietário queria um reajuste de 75%! Isso mesmo, 75%.

      Usei todos os argumentos que podia:

      – que sou bom pagador, e nunca atrasei;
      – que minha renda não cresceu na mesma proporção que o valor do imóvel;
      – que por esse aluguel eu preferia comprar um apartamento (está cheio de crédito, 30 anos, bla blá blá);
      – que no mesmo prédio havia um bem mais barato pra alugar, e ia procurar outro; etc.

      Procurei por outros aluguéis, mas estão todos inflados – uma praga dessa bolha.

      Mas, ao menos, consegui que o reajuste fosse de “só” de 35%.

      Estou agora, com mais calma, procurando outro apartamento.

      Assim que possível, largo esse imóvel. Não gostei nada dessa sacanagem.

      Mas essa farra tem data pra acabar.

      Ah, um primo da minha esposa passou pela mesma situação, mas como seu contrato era mais novo (e portanto mais caro), e como ele é melhor negociador, conseguiu que o reajuste ficasse abaixo da inflação.

      Dê uma estressada nesse pessoal, eles merecem. Mas sem perder a razão.

      0
    • Tales 17 de agosto de 2011 at 23:06

      Glaucio,

      Isso aconteceu comigo tem 2 meses. Eu pagava 1000 de aluguel e a imobiliária queria reajustar para 1300. Como o Mrk disse, e como sou bom pagador, pedi pra negociar o valor. A imob. baixou pra 1200 e não queria ceder mais. Eu queria que fosse reajustado por um índice qualquer (INCC, IGP-M, etc). Como era fim do contrato eu não podia exigir ou aceitava ou liberava o apto. Por mais que eu tentava negociar o pessoal da imobiliária não aceitava. Me falaram que 1200 era o preço final e não abaixava mais. Diziam que o mercado mudou, que o preço estava defasado, que tinha mta demanda, bla, bla, bla. Esse papo de corretor. Eu até comecei a procurar outro apto. Achei alguns com preço um pouco melhor. Mas foi aí que pensei esses corretores não entendem nada de matemática. O máximo que sabem fazer é umas formulas prontas pra calcular prestação. Vou lah na imobiliária conversar com eles pessoalmente. Fui até lá e sentei na mesa do diretor, dono ou sei lá que nome do cara responsável e falei:

      -Amigo, quanto tempo vcs demoram em média pra alugar um apto? Desde o inquilino sair, vcs vistoriarem, anunciarem, receberem proposta, avaliarem as fichas e fecharem o contrato?

      O cara me respondeu que a média era uns 3 meses. Então falei com ele que esses 3 meses que o apto ficasse parado eles iam deixar de receber os 3000 reais do meu aluguel e ainda iam ter que pagar 900 do condomio (300 por mês), além claro dos gastos com anúncios, analise das fichas, contrato, etc. Mostrei num papel que no final entre deixar de receber e pagar eles iam perder uns 4000. Fiz as contas na frente dele e mostrei q se dividir esses 4000 por 12 meses (que era o tempo que eu queria renovar) ia dar mais de 300 por mês. Ou seja, o apto 3 meses parado já sai mas caro do que se eles não reajustassem nada do meu aluguel e a gente renovasse por 1 ano. Além disso falei, que ele já me conhecia, pagava em dia, nunca dei problema, bla, bla, bla. Mostrei pra ele que encontrei aptos pelo mesmo preço ou um pouco mais barato, mais que o custo da mudança ia acabar saindo mais caro pra mim. Que se a gente renovasse td mundo ia sair ganhado, bla, bla, bla. O caro ficou olhando meus cálculos pensativo e depois falou que ia olhar com o proprietário e me ligar

      Resultado 2 dias depois me ligou e renovei por 1 ano a 1082, (reajustado por 1 indice). Ou seja, eu mostrei pra ele uma simples conta de matemática que ele ia perder dinheiro se o apto ficasse 3 meses parado. Se ficasse mais de 3 ia ser prejuízo mto maior.

      0
      • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 14:23

        Mais uma prova que está coisas estão na base do achismo no mercado imobiliário. Como pode uma empresa que vive de alugar não ter essa fórmula pronta e estipular valores sem levar isso em conta previamente?

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    • aiwww 18 de agosto de 2011 at 00:19

      Com certeza! Estão tentando sem sucesso passar a bolha para os preços dos aluguéis… hoje visitei um prédio com lofts em Boa Viagem (niterói) e o administrador possuía 6 unidades para alugar com preços que variavam de R$3.500,00 a R$4.500,00. A esse preço é melhor eu morar num hotel ou contratar um motorista particular 🙂

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    • Glaucio 18 de agosto de 2011 at 17:17

      Agradeço pelas dicas de todos. Vou amanhã à imobiliária conversar pessoalmente, e levar o outro apartamento do meu prédio como carta na manga.

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  • Thaís 17 de agosto de 2011 at 22:09

    Gente! Hoje meu pai recebeu um telefonema de uma corretora de Santos, convidando-o para conhecer os mais de 150 lançamentos da construtora na cidade. Detalhe, nós moramos na capital, não temos NENHUMA relação com Santos.

    A moça disse que pelo perfil de investidor dele (???? não sei de onde), eles resolveram entrar em contato, para que ele não perdesse a oportunidade de RESERVAR um apartamento.

    Segundo ela, esses lançamentos são um grande negócio, tendo em vista especialmente a importância do PRÉ-SAL (???) na cidade.

    Pediu o e-mail dele para passar a “oportunidade”. Ele deu um antigo que não usa, só para ver o que vinha por aí, para poder compartilhar aqui no blog (nós dois somos leitores assíduos, apesar de nunca comentarmos).

    O ‘pps’ que ela mandou é hilário… Os caras realmente estão vendendo a ideia de um SUPER negócio, pronto pra acontecer.

    Acho que tá batendo o desespero, hein? Corretora fazendo serviço de telemarketing, oferecendo apartamento como quem oferece toner para a impressora??

    Bom, não sou economista, apenas uma bolhista.

    Abraços!

    0
    • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 02:16

      Thaís,

      Se o pré-sal trouxer alguma coisa para a região, será POLUIÇÃO e isso costuma baixar o preço dos imóveis. Bom, pelo menos costumava no tempo que homem só casava com mulher, mas hoje está tudo mudado e vai saber …

      0
  • Thaís 17 de agosto de 2011 at 22:16

    Segue transcrição do e-mail recebido:

    “SEGUE MATERIAL COMPLETO DO FUSION, COM ILUSTRAÇÕES DAS FACHADAS, HALL DE ENTRADA, PATRIMÔNIO TOMBADO AO REDOR DO EMPREENDIMENTO REVITALIZADO CONFORME O PROJETO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E CULTURAL ALEGRA CENTRO.

    – RECENTEMENTE TIVEMOS O PRONUNCIAMENTO DO GOVERNADOR DE SÃO PAULO, SOBRE A LIGAÇÃO SECA SANTOS-GUARUJÁ, QUE SAIRÁ DA RUA RODRIGUES ALVES CONFORME ILUSTRAÇÃO ANEXA, A OBRA ESTÁ ORÇADA EM R$1,3 Bilhão, PORÉM O PACOTE DE INVESTIMENTO PARA A REGIÃO CHEGA A R$5,3 Bi.

    ” O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que a ligação seca entre Santos e Guarujá será um túnel de 900 metros de comprimento entre a margem do porto, na região do Outeirinho, no Macuco, ao bairro do Itapema, em Vicente de Carvalho.

    O anúncio foi feito durante a plenária da Agenda Metropolitana da Baixada Santista, que destacou um pacote de R$ 5,3 bi de investimento na região. De acordo com o projeto, a obra está orçada em R$ 1,3 bilhão (incluindo construções no sistema viário de Santos, desapropriações em ambos os municípios e compensações ambientais).

    A previsão de início é para março de 2013, com término previsto para três anos. Alckmin disse, sobre a escolha de um túnel em vez de uma ponte, anunciada pelo então governador José Serra, que a ponte “limitaria a altura dos navios que passam pelo canal do Estuário e influenciaria negativamente no crescimento do porto. Além disso, ela teria um grande impacto urbanístico na região ”.

    0
  • LB 17 de agosto de 2011 at 22:18

    O Papa visitará o RIO em 2013, durante a Jornada Mundial da Juventude.

    Agora sim, os corretores têm um argumento fortíssimo para os preços continuem aumentando no Rio. Antes da Copa e da Olimpíada, milhões de Jovens irão passar alguns dias no Rio! Eles devem estar comprando apartamentos aos montes para abrigá-los durante sua estada!

    Além do mais, milhares de brasileiros querem comprar apartamentos nas avenidas onde o Papa irá passar, afinal de contas, desejam ardentemente uma visão privilegiada para o Papamóvel e querem que seus APs sejam benzidos pelo pontífice.

    0
    • aiwww 18 de agosto de 2011 at 00:20

      ahuahauahuahua essa foi ÓTIMA !!!!

      0
      • MrK 18 de agosto de 2011 at 09:40

        hahahaah sensacional mesmo, essa foi demais

        e olha, do jeito que a coisa anda, eu não duvido os corretores falarem isso não, eu já ouvi um falar que os jogos militares valorizou a cidade (?!)

        0
  • Thaís 17 de agosto de 2011 at 22:20

    Por fim, para quem tiver interesse, este é o arquivo da apresentação:
    http://www.mediafire.com/?5vta5f1a11b8iso

    Destaque para a última página, com os dizeres:
    “(…) tire já sua prioridade de compra do melhor investimento de 2011 !!!”

    mas não tem especulação, né? tá todo mundo comprando pra morar, certo?

    0
    • Eduardo Zé 18 de agosto de 2011 at 10:14

      “90% vendido em dois dias”. Quando leio está informação eu “traduzo”: 90% entregue para as imobiliárias venderem.

      Aqui no sul é assim, está tudo vendido, na verdade tudo distribuído nas imobs.

      0
  • Brunão 17 de agosto de 2011 at 23:18

    Que piada esse pessoal querendo comparar preços de Zona sul do Rio com cidades americanas.
    Os preços la nos EUA cairam mais no interior ou em bairros de suburbio. Pergunta a algum americano se caiu perto do central park, na capital washington, praias etc.. não caiu NADA.
    Zona Sul do Rio é onde todos querem, mas não tem pra todo mundo. BSB tb. Agora, no resto deve cair um pouco.

    0
    • juliano 17 de agosto de 2011 at 23:22

      você é:

      a) corretor
      b) dono de construtora
      c) “investidor” que pagou caro pra vender com lucro
      d) acionista de construtora

      “Zona Sul do Rio é onde todos querem, mas não tem pra todo mundo”.

      MrK, você que acompanha a oferta no Rio, procede?

      0
      • Brunão 17 de agosto de 2011 at 23:28

        Não sou nada disso. Sou dono de apartamento quitado e funcionário público. Moro na Zona Sul do Rio há 35 anos. Conheço muita gente que quer comprar por aqui.
        É claro que a oferta vai aumentando. As pessoas querem ganhar algum, mas para isso ou vão morar em bairros ruins ou então vão morar de aluguel (que é uma m e está caríssimo Tb)

        0
        • Fábio 18 de agosto de 2011 at 00:05

          Cara tbm moro na zona sul, em um 3 quartos de aluguel com vaga em uma rua top de Copacabana e com os dividendos e aplicações no tesouro vivo muito bem de renda, e tbm sou servidor federal e melhor ainda de uma carreira top que inclusive teve aumento de 140% em 2008. Comprar apartamento agora com mais de 4000 ofertas em Copa (vide ZAP), milhares de oferetas no Leblon e Ipanema (vide ZAP) é de uma asneira sem tamanho e hoje vai passar pela primeira na globo o tema bolha imobiliaria no Jornal da Noite da Globo e se a globo esta falando em Bolha é pq a coisa esta ficando ruim principalmente para corretores e quem vive desse mercado. Agora depois das Olimpiadas eu planejo comprar mas se os dividendos continuarem nessa toada e o tesouro tbm aí eu prefiro continuar como estou, pq posso morar em um super 3 quartos e escolho a rua mais interessante e tudo do jeito que quero.

          0
        • Hik 18 de agosto de 2011 at 00:34

          Refletindo um pouco, pode ser um perfil esteriótipo “fake” criado por algum anti-bolhista com algum interesse em particular.
          Afinal, eu não acredito que alguém que teoricamente possui uma preparação escolar teria opniões tão ingênuas.
          Estranho, mas estou quase concordando com o Juliano.

          0
      • MrK 18 de agosto de 2011 at 09:47

        meus pontos sobre o que o brunão disse

        1- Não é verdade que nos EUA só cairam no suburbio e os imóveis de luxo não, lembro inclusive que a cobertura da giselle bundchen em NY caiu pra um terço do valor original, alguém lembra dessa história? A queda teve % diferentes, mas foi em TODO lugar

        2- “Zona Sul do Rio é onde todos querem, mas não tem pra todo mundo”. – Isso é uma coisa que aconteceu de 2 anos pra cá? Pois do que me lembro (e moro na zona sul) isso é uma verdade há mais de 50 anos, então só coincidentemente quando o crédito foi despejado que a zona sul virou “desejo” de todos?!” E quanto ao aumento de preços na tijuca, ela foi agregada a zona sul?

        Está muito claro que o aumento de preços foi em crédito e especulação, a zona sul se beneficiou pois como tem o m2 mais caro, é onde dá mais retorno especulativo. VOU ALÉM: As melhorias recentes na cidade “upp e metro na barra” justamente deveriam valorizar outras áreas (barra e zona norte).

        0
    • Hik 17 de agosto de 2011 at 23:32

      Verdade Brunonoaumentativo,
      Você certamentamente acha normal situações como a da reportagem do estadão:

      “SP já tem mesmo custo de vida que NY, mas salários são 61% mais baixos”

      h t t p ://economia . estadao.com.br/noticias/economia,poder-de-compra-de-brasileiro-cai-em-ranking-global-apesar-do-avanco-dos-salarios,80460,0 . htm

      Reparem que eles, na cara dura, excluem o custo de aluguel e não explicam o porque. Imaginem qual seria o resultado do comparativo se incluissem esse custo.

      0
      • Adriano 18 de agosto de 2011 at 06:05

        esse blog está cada vez melhor…não tinha reparado isso não.!! muito bem lembrado. O q notamos é que a imprensa em geral está comprometida. Umas mais, outras menos. Outra coisa: pesquisa de banco UBS divulgada (pq as boas, podem ter certeza q não divulgam) têm o msm valor pra do q aquelas pesquisas de saúde feitas nos EUA sobre saúde pelas empresas tabagistas, que até 10 anos atrás eram usadas para dizer q o cigarro não fazia mal a saúde.

        0
    • carlos wagner 17 de agosto de 2011 at 23:42

      Brunão

      Li seu post anterior e novamente voce chega criticando a opinião de todos que acreditam existir bolha. Acredito que voce tenha tido a oportunidade de ler nossos comentarios e constatar que a discussão aqui, além de ser de alto nivel, cumpre um papel de concentrar informações das mais variadas regiões do país, conforme residencia de cada participante.

      Cara, voce é bem vindo, mas antes de mais nada, convido voce a apresentar argumentos validos para nossa discussão, pois será muito interessante ouvir outros pontos de vista. Mas debochar e ser sarcastico não contribuirá em nada para o blog.

      0
    • aiwww 18 de agosto de 2011 at 00:26

      BRUNÃO.. nunca foi meu sonho morar na Av. Atlântica próximo às “primas” … nem morar em imóveis com 50 anos, 28 metros quadrados, sem vaga de garagem, com vizinhos pit boys, velhinhas chatas e cachorros que fazem suas necessidades nas portas dos prédios .. 🙂 … o senhor fala como se a ZS fosse a última coca cola do deserto ! ahuahauhua tenha a santa paciência !!!

      0
    • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 02:10

      Brunão,

      Estou morando nos EUA. Na minha opinião os EUA é incompreensível para quem nunca morou aqui. Aqui todas as informações sobre Real Estate estão disponíveis, inclusive o histórico das transações de qualquer imóvel. Por exemplo, posso acessar o website do equivalente à prefeitura (por nome, endereço, ponto num mapa) e descobrir todas as transações com um determinado imóvel, tipo quando foi vendido e por quanto. Diferentemente da Banânia, não existe a possibilidade do valor que consta na prefeitura ser diferente do que foi efetivamente negociado. Também posso saber se determinado imóvel está ou não financiado e se está em dia com o pagamento do equivalente ao IPTU. Também tenho acesso à informações globais como por exemplo: O preço mediano de casas na região metropolitana de New York passou de 454 mil dólares em 2007 para 347 mil dólares em 2011. Portanto, uma queda de 36%.

      É muitíssimo diferente da Banânia onde um corretor chuta um preço sem fundamento algum e um comprador paga sem ter qualquer possibilidade de verificar o preço de maneira independente. Só isso já vale sair da Zona Sul do Rio de Janeiro para morar no que se chama PRIMEIRO MUNDO.

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    • Marcelo 18 de agosto de 2011 at 15:40

      Acho que você não está tão por dentro como pensa hein?
      Tivemos quedas de 50% em Miami.

      Pesquise seus dados antes de tentar argumentar por aqui…

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  • Rodolfo 17 de agosto de 2011 at 23:23

    Nao ta facil nao galera. So consegui comprar meu apzinho em Botafogo, Rio pq ganhei outro de heranca e vendi por esses precos loucos.
    Ta brabo pra quem quer juntar pra comprar.

    0
  • Platao 17 de agosto de 2011 at 23:28

    ola…bem quem lembra de um post passado q postei (redundancia???) lembra q dos aptos q eu estava vendo , um de 220 estava 170 e o outro de 200 tava 180 (ainda nao entregue)… pois bem, esse de 170 vi hj num anuncio por 150..!!! liguei imediatamente pro corretor….ele todo empolgado com a procura e eu falei q tava um absurdo o preço….se conseguisse por uns 135 eu compraria…entao negociamos e ele ia ver por 140 com o proprietario… em seguida liguei pra Cirella, pois o predio é dela, e a corretora me informou q nesses ultimos meses foram devolvidos 9 aptos no mesmo prédio e estão de volta a venda por eles, e alguns ja vendidos….
    enfim, visitei o predio e está deserto….haviam 3 carros no estacionamento e uma avalanche de placas de vende ou aluga….
    agora estou com medo de comprar esse ap e ser o unico a pagar condominio….vou esperar um pouco mais….pq o preço ja esta melhorando…só preciso de mais vizinhos….e principalmente…vizinhas!!!

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    • aiwww 18 de agosto de 2011 at 00:33

      Platão .. não estou dizendo que não deveria comprar .. mas lembre que comprar imóvel é como casamento .. tem que verificar tudo .. ruas próximas, comércio, segurança, escolas, transporte, distância para o trabalho, posição do imóvel em relação ao sol, posição do imóvel em relação à área de lazer (por causa do barulho de crianças), altura do andar, cobertura na vaga do carro .. e por fim, o preço .. mas ainda falta algo que eu não mencionei .. o condomínio .. se passar por uma grande inadimplência você poderá morar num lugar sem energia elétrica, limpeza adequada, porteiro 24 horas … eu tenho medo de morar nesses novos condomínios …

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  • Ivan 17 de agosto de 2011 at 23:44

    Há dois meses conheci esse site e me viciei nele.. rsrsrs Esse é o meu primeiro comentário.
    Alguém já deve ter visto este vídeo.

    “Qualquer semelhança com o nosso país NÃO é mera coincidencia”

    http://www .youtube.com/watch?v=PWLxcwKzKCw&feature=related

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  • carlos wagner 17 de agosto de 2011 at 23:59

    EXTRA, EXTRA: O desespero tá chegando em Taubate.

    Anuncio de uma Imob da cidade num site de classificados:

    APTO. R$40.000,00 ABAIXO DO PREÇO!

    Descrição: APTO. DE 2 DORMS. (1 SUITE), SALA DOIS AMBIENTES, COZINHA, AREA DE SERVIÇOS, VARANDA COM CHURRASQUEIRA. GARAGEM. 69,00 M². AREA DE LAZER COMPLETA C/ PISCINA, QUIOSQUE, PLAY-GROUND. VAGAS PARA VISITANTES. ENTREGA EM 28 MESES E MEIO. DE R$154.050,00 POR R$114.050,00.
    Preço: R$ 114.050,00
    Cidade: Taubaté
    Nome: Decio Silva Azevedo
    Email: [email protected]
    Telefone: (12) 8141-7308
    Data do Anuncio: 2011-08-17 11:21:33

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  • Susy 18 de agosto de 2011 at 00:19

    Reportagem sobre bolha imobiliária. Agora, no Jornal da Globo.

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    • aiwww 18 de agosto de 2011 at 00:41

      A Globo deve estar recebendo uma chuva de críticas .. mas como sempre irão negar a bolha até a morte … hhauhauhauahua APENAS MAIS UMA PROPAGANDA 🙂

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    • Susy 18 de agosto de 2011 at 00:44

      Conclusão da reportagem da Globo: NÃO há bolha no Brasil… Nos EUA, foi assim também. Até o último minuto, havia uma negação geral da existência da bolha.~

      Não dá mesmo para acreditar em reportagens da TV, feitas por gente despreparada (e/ou vendida).

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      • Eduardo Zé 18 de agosto de 2011 at 09:48

        Estão chamando os “investidores”. Está tudo bem continuem comprando. Esse País vai para o buraco.

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    • Eduardo Zé 18 de agosto de 2011 at 10:40

      Meu Deus. Assisti agora a reportagem. Total falta de noção. Eu concluí só uma coisa. A nossa bolha vai ser exatamente igual a americana. Inadimplência, incapacidade de pagto.

      Como pode uma pessoa que adquire um imóvel para moradia, comprar ontem por 350.000 “pilas” e hoje esse mesmo imóvel valer 600.000 “dilmas”, na entrega da obra. Se pagou à vista ok. Se vai financiar si fu. O cabra vai ter que ter 20.000 de renda mensal para financiar isso, ou mais.

      Compra, compra, compra….

      Eu vou esperar.

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      • LB 19 de agosto de 2011 at 09:19

        Eduardo,

        Apenas para esclarecer, o valor do financiamento, nas chaves, é em cima do saldo devedor do valor na *contratação* do imóvel, acrescido de INCC.

        0
        • André 24 de agosto de 2011 at 19:15

          LB,

          Na realidade, o valor do financiamento é o valor do momento da “contratação”, acrescido de INCC, e da valorização posterior. Digo isso pelo exemplo abaixo:

          Eu moro na Zona Norte de São Paulo, Tucuruvi, uma região boa de morar mais nada comparada a demais bairros da Zona Sul. Pois bem, eu sempre trabalhei na Zona Sul e na ano passado decidi comprar um apartamento na ZS. Encontrei uma oportunidade da Camargo Correa, um apartamento nos Jardins por R$ 298.000,00, já é um absurdo, visto que atrás do prédio tinha uma favela.

          Não sei se por incentivo da minha esposa ou se vontade de comprar um apartamento, acabei assinando o contrato, uns 2 dias depois, eu descobri que as minhas parcelas iriam ser reajustadas pelo INCC, que estava em uma média de 7%, ou seja, uma valorização de + ou – 30% em 3 anos (Obviamente que meu salário não iria subir 30%, visto que já ganho muito bem para os padrões brasileiros). Posteriormente, descobri que a vaga do prédio era presa, ou seja, teriamos que contratar vallet ou ficar deixando a chave no carro. Pois bem, não bastasse tdo isso, conversando com uns amigos da empresa, eu descobri que não iria pagar somente o INCC, descobri que iria pagar a valorização do imóvel. Vou mostrar a conta:

          Estava sendo vendido por 298.000,00, eu ia pagar 80.000,00 até as chaves e esperava fazer um financiamento por 218.000,00.

          Agora, reajustando as parcelas durante a obra e sobre o saldo final (+ INCC, vamos supor, 25% em 3 anos), eu teria que financiar algo em torno de 250.000,00 (Meu apartamento estaria valendo + ou – 400.000,00), ou seja, meus 80.000,00 virariam (40.000,00) somente nos 3 anos, isso porque o imóvel já estariam valendo mais segundo disse minha corretora.

          Não tive dúvidas, liguei na imobiliaria e cancelei o negócio, é um absurdo. Mais não tenho formação economica, não sei se é prática do mercado isso.

          Atenciosamente,
          André de Castro Garcia

          0
    • Paulo Rocha 18 de agosto de 2011 at 17:25

      Meio Off-topic.

      Quando o pessoal fala do secovi, Globo e outros especialistas negando a bolha, sempre me vem a memória a imagem do ministro da informação do Iraque negando a invasão do Iraque pelos americanos. É só trocar os americanos pela a bolha e o ministro pelo SECOVI, Globo, corretores e outros! rsrsrs

      Olhem só!

      youtube.com/watch?v=yfAeMtcURg0

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    • Glaucio 19 de agosto de 2011 at 00:20

      Não assisti a reportagem da Globo, mas acabei de ver um documentário no History Channel chamado “Profetas da Maldição”. Um PHD em economia disse algo mais ou menos assim: “Não se resolve uma crise de crédito liberando mais crédito. Ponto final”. Lembrei na hora das discussões aqui no site.
      Só espero que nosso governo não cometa essa imprudência.

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  • carlos wagner 18 de agosto de 2011 at 00:41

    Segundo a Globo:

    Não há bolha, consumam, comprem!!!

    0
    • aiwww 18 de agosto de 2011 at 00:43

      É isso aí, vou comprar 3 imóveis na planta para “morar” .. um para dar, outro para quebrar e outro para usar 🙂

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      • Fábio 18 de agosto de 2011 at 00:48

        Curioso que tbm acho que vou fazer isso, vou vender todas as minhas ações amanha, semana que vem raspo o tesouro direto e vou dar uma entrada em um ap no Leblon de milhões de reais, aí ganho no agio, vamos imaginar pego um ap simples de 5 milhões e vendo na promoção por 4 milhoes e pego o lucro de 1 milhão, interessante a ideia da globo.

        0
        • Fábio 18 de agosto de 2011 at 00:51

          Fiquei tão empolgado que inverti os valores, compro por 4 milhas e vendo por 5 e fico com o lucro, os economistas da globo são espetaculares.

          0
    • Fábio 18 de agosto de 2011 at 00:45

      Teve um cara que falou que os imoveis são todos para moradia ao contrario dos USA que era para especular e para investir, rsssss, sendo que o lema dos corretores é justamente a do investimento.

      0
    • Rogério-Goiás 18 de agosto de 2011 at 00:47

      Essa reportagem foi uma das coisas mais absurdas que eu vi na tv em toda minha vida.
      Primeiro, ao mesmo tempo em que citavam o escárnio da venda de um imóvel no leblon por 32 milhoes, faziam de tudo pra dizer que nao tinha bolha.
      Segundo, não ouviram ninguém que realmente acredita na bolha, apenas citavam alguns indícios e os desacreditava logo depois.
      Realmente um exemplo de como a Globo ‘respeita’ o documento divulgado há alguns dias sobre como é feito seu jornalismo.

      0
      • Fábio 18 de agosto de 2011 at 01:00

        Depois dessa reportagem da Globo George Clooney deverá vender sua casa no Lago di Como para morar no Rio, afinal os preços na orla do leblon e Ipanema ainda estão baratos.

        0
        • Carlos Eduardo 18 de agosto de 2011 at 02:44

          Olha que beleza ! qualquer carioca pode vender o seu ap e ir morar no Caribe!

          ainda consegue comprar um porsche, ou camaro! sei lá

          rs

          0
  • nelson 18 de agosto de 2011 at 07:25

    Jornal da Globo – 3a reportagem – 17/08/2011

    Amigos, a reporter se referiu com ar de sinismo por algumas vezes “Tem gente que acredita em bolha”

    O preço dos imóveis subiu muito nos últimos anos no Brasil. Essa valorização rápida fez com que muita gente começasse a se perguntar se estamos vivendo uma bolha, como aconteceu nos Estados Unidos. Será?

    O preço de um apartamento depende do tamanho do imóvel, do estado de conservação, do material usado, dos acabamentos, mas principalmente da localização.

    Se você quiser morar na praia do Leblon no Rio de Janeiro, prepare o bolso. Um imóvel no local pode custar até R$ 32 milhões. Foi exatamente por esse preço que um apto de 600 metros quadrados foi vendido em um prédio.

    “No Rio não tem mais terrenos para edificar, então nessas regiões tem uma valorização, é aquela lei de mercado de oferta e de procura”, conta gerente de construtora Luiz Fernando Moura.

    Esse aumento de preços não é um fenômeno apenas do Rio de Janeiro. Brasília também teve uma valorização impressionante.

    “Na região do Plano Piloto, a média está um pouquinho acima do que o Rio de Janeiro, porque a renda é maior”, declara Moura.

    “O que acontece é que o Plano Piloto em Brasília está completamente asfixiado. A única alternativa é procurar sair do plano piloto”, fala o presidente do Cofeci (Conselho Federal do Conselho de Imóveis), João Teodoro da Silva.

    Bairros inteiros vêm surgindo em várias cidades brasileiras. Em Brasília, um dos destaques é Águas Claras. Até a década de 90, não havia nada no local, era um imenso matagal. De lá pra cá, tudo mudou. Oitocentos prédios brotaram do chão, o número de moradores aumentou quase quatro vezes. Agora, são 150 mil habitantes.

    O mercado imobiliário brasileiro está tão aquecido que tem gente que acha que podemos viver uma bolha. Ela acontece quando os preços sobem tanto que quem comprou não consegue mais pagar pelo imóvel. A primeira consequência é a redução na procura por financiamento e logo depois a queda dos preços num efeito dominó.

    Tem economista que diz que começa a aparecer em algumas cidades brasileiras um dos sintomas de bolha. “Há um descolamento imenso entre o preço de imóveis e o preço de aluguéis, eles devem andar mais ou menos equilibrados”, diz o economista William Eid.

    “Em São Paulo, os preços subiram muito, sobretudo o preço de imóveis novos, a gente não vê o aluguel acompanhando”, fala o professor de economia da FGV-SP, Samy Dana.

    Em três anos, o preço dos imóveis em São Paulo ficou 85% mais caro, enquanto o aluguel subiu menos de 40%. No Rio, os imóveis dobraram de preço. Para alugar, também subiu — só que numa velocidade bem menor.

    O perigo do valor do aluguel muito baixo é desestimular a compra. A pessoa acaba optando por alugar e deixar o dinheiro que tem rendendo no banco. Um dos sintomas mais fortes de bolha é quando o desempenho da economia não justifica os preços cobrados pelo mercado. Isso não acontece no Brasil.

    “O sistema brasileiro é sólido e a família brasileira está com crescimento de renda muito forte, você tem uma demanda potencial muito grande, então é isso na verdade que está explicando essa alta de preços num passado recente”, afirma o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale.

    “Acho que não existe bolha no país nem de demanda nem de crédito”, fala o presidente do Secovi – SP, João Crestana.

    Nos Estados Unidos, foi bem diferente. A bolha imobiliária estourou em 2008. Lá, a crise começou com o super aquecimento do mercado imobiliário. Com muito crédito disponível, muita gente começou a financiar casas apostando na alta dos preços. Eles realmente subiram.

    Alguns imóveis tiveram o valor quadruplicado. Aí a bolha estourou e até agora, o país não se recuperou desse baque.

    Com muito dinheiro para emprestar, os bancos não eram rigorosos na seleção e davam crédito até mesmo pra quem não tinha como comprovar renda.

    Por exemplo, o americano ia ao banco e financiava uma casa no valor de US$ 300 mil. Como os imóveis, na época, estavam se valorizando muito rápido, em pouco tempo, a casa valia bem mais, vamos dizer, US$ 400 mil. Essa diferença de US$100 mil dava a ele o direito de ir ao banco e pegar esse dinheiro emprestado, fazer uma dívida nova para gastar como quisesse.

    O problema começou quando os preços das casas caíram, as prestações subiram e muita gente teve que devolver a casa pra se livrar da dívida. Conclusão: os bancos tiveram que leiloar os imóveis, com muita casa sendo vendida, os preços despencaram.

    Segundo Jonathan Miller, que é presidente de uma consultoria especializada em mercado imobiliário, o preço dos imóveis hoje nos Estados Unidos está em média 30% abaixo do pico alcançado em meados de 2006.

    A bolha estourou dois anos depois, em 2008 atingindo todo o sistema financeiro e até agora, o mercado imobiliário ainda não se recuperou.

    A nossa realidade não é nada parecida com a americana. “Lá o mercado é extremamente especulativo. As pessoas compram para ganhar dinheiro em cima do mercado. Aqui não. As pessoas compram para sua própria habitação”, explica o presidente do Cofeci (Conselho Federal do Conselho de Imóveis), João Teodoro da Silva.

    “Por que poderíamos ter uma bolha? Ou pela supervalorização do imóvel ou pela falta de renda de quem vai pagar a prestação. Se nós tivermos essas duas pontas bem cuidadas, nós não teremos nenhum problema”, explica o presidente do Secovi -RS, Moacyr Schukster.

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    • RT 18 de agosto de 2011 at 08:15

      “Um dos sintomas mais fortes de bolha é quando o desempenho da economia não justifica os preços cobrados pelo mercado. Isso não acontece no Brasil.”

      Com base em quê eles afirmam que “isso não acontece no Brasil”?? Parece que jogam a frase, e “se colar, colou”. Ou então, é falta de preparo do jornalista mesmo.

      Uma pergunta: alguém pode confirmar se é verdadeira a informação que “o preço dos imóveis hoje nos Estados Unidos está em média 30% abaixo do pico alcançado em meados de 2006”?? Que me conste, a queda nos preços foi bem maior que isso…

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      • Adriano 18 de agosto de 2011 at 08:56

        Na boa, sinceramente acho que não vale a pena SEQUER discutirmos reportagem de “O GLOBO”. Só dá ibope pros caras, e o ÚNICO OBJETIVO deles é passar a bomba e socializar os “prejuízos” dos seus parceiros. Chega a ser ridículo os argumentos utilizados em suas reportagens….e como ridicularizam e tratam como de menos importância argumentos claramente vitais para a discussão do assunto. Esse é apenas MAIS UM sinal de que a bolha está inflada e muiiiito. Fica parecendo discussão de maluco, aptos de 55mt em suburbio por 300K, lá no c… do cacete por 200K, tudo perto de favela. Não acho uma boa idéia ficarmos postando e muito menos discutindo reportagens inócuas e totalmente maliciosas e tendenciosas. Coitado do povo brasileiro q depende de Jornal Nacional para se atualizar. Só vejo BOM DIA BRASIL para saber do trânsito.

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      • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 11:20

        RT, acho que a queda média foi mais ou menos essa, lembrando que lá aumentou MUITO MENOS que aqui. Lá, quando os preços aumentaram 20% já se falava em bolha. Aqui precisou aumentar 300% para começar o assunto.

        Outro ponto importante é lembrar que percentualmente a queda precisa ser sempre menor que a subida para empatar o preço. Exemplo: algo custava 700, aumentou 42% e foi para 1000. Para de 1000 voltar a custar 700, basta cair 30%.

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      • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 12:46

        Real Estate Market Reports
        Fonte: www DOT zillow DOT com

        Preço mediano de casas nos EUA (metade está abaixo desse valor, metade está acima desse valor)

        01/Set/2006 – 239 mil dólares
        01/Jun/2011 – 172 mil dólares

        Portanto, caiu 28%

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        • trololó 18 de agosto de 2011 at 13:16

          tem certeza?

          h t t p : / / web.mit.edu/cre/research/credl/rca.html

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    • Zoom 18 de agosto de 2011 at 08:55

      Uma coisa de bom eu consegui ver nessa reportagem, tirando o horario do jornal, ficou bem um ar d “cuidado”, se ajguem for comprar um imovel, tomem cuidado que o negocio pode estourar ou nao, percebi q a reportagem ficou em cima do muro. Outra coisa, faltou opinioes e argumentos daqueles que acreditam em “bolha”, a reportagem nao dah esse gostinhos de alguem defrontar os caras que garante nao haver bolhas.
      Mas tah aih, pelo menos foi dado o alerta e quem quiser arriscar, fiquem a vontade.
      Vlw….

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    • Bolha Imobiliária 18 de agosto de 2011 at 13:16

      Viram só…assim como comentei na segunda feira. Chamaram o cara do Secovi para falar, da MB Associados (Que fez um estudo a pedido de empresas de crédito), e o cara da Cofeci…Lógico que nenhum deles vai dizer que tem bolha…É pra acabar. Matéria totalmente tendenciosa.

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  • RT 18 de agosto de 2011 at 08:42

    Ando felizmente impressionado com o alto nível das discussões aqui no blog. São tantas análises e pontos de vista inteligentes!

    Bem diferente do que vejo no meu dia a dia fora daqui. Quando surge o assunto “mercado imobiliário” em outras conversas, fico chocado com a quantidade de “achismo”. Conheço vááárias pessoas que “acham” que o preço vai no máximo estabilizar, que só vai baixar um pouco…

    Por que pensam assim? Porque “sim”. Porque “acham que vai”.

    Gente esclarecida, que não vê nada de errado em apartamentos mais que dobrarem de preço sem a renda acompanhar…

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    • Pedro 18 de agosto de 2011 at 08:50

      Na verdade é porque já tem imóveis ou compraram um imóvel.

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    • Felipe 18 de agosto de 2011 at 09:22

      RT, certas pessoas falam o que elas gostariam de ouvir…
      Por isso, geralmente, somos os “chatos da família”.

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  • Observador 18 de agosto de 2011 at 09:06

    Pessoal,

    Gosto deste blog, primeiro em razão das inteligências que desfilam os seus comentários, na maioria das vezes, sempre muito bem abalizados. Percebe-se que aqui há conteúdo. Segundo porque o mediador não censura ninguém, portanto “bolhistas” e “anti-bolhistas”, tem garantidos o mesmo espaço.André, Brunão e outros podem tranquilamente tecer seus comentários merecendo de todos nós a devida atenção. Quanto ao peso e a importância do que dizem, se tem relevância ou não, tenho para mim que todos aqui são suficientemente inteligentes para discernir e fazer a devida avaliaçâo. De minha parte acredito que, a medida que os eventos previstos por todos aqui forem se aproximando, mais e mais vozes contrárias hão de aparecer. O simples fato de o blog já está dando essa audiência toda é sintomático, não acham?

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    • Carol 18 de agosto de 2011 at 09:29

      Concordo Observador. É sintomático, assim como geralmente o que antecede a doença é a dor ou o desconforto.
      Quando não há dor, é uma doença crônica que vem pra destruir de vez.
      Porém, ainda não sabemos se esta bolha é uma febrinha ou um câncer fulminante.
      Tá mais pra indigestão – de corretores, construtores, especuladores e afins.

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  • me 18 de agosto de 2011 at 09:25

    Vish, acho que me fodi.

    Recebi uma correspondência de uma administradora falando que agora eles são os responsáveis pelo apto que alugo. As chances de eles quererem reajustarem e eu precisar me mudar são grandes. Se isso acontecer, tô fodido.

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    • MrK 18 de agosto de 2011 at 09:53

      eu tomei 30% de reajuste, mesmo assim não satisfeita, a dona pediu o imovel de volta, quer vender (logico, mesmo com os 30% de reajuste, que botou o aluguel em linha com o mercado, o aluguel tá em 0.3% do imovel só)

      mas to nem aí, to indo morar um tempo fora, de repente quando eu voltar a bolha terá feito ploc

      aproveitando, lá em cima eu fiz uns comentários sobre o “brunão” e a zona sul (novo centro financeiro-residencial-artistico-paradisiaco do mundo)

      abraços a todos.

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      • me 18 de agosto de 2011 at 11:03

        Queria eu poder passar um tempo morando fora. Quem dera pudesse até ter pais pra voltar pra casa deles.

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      • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 11:30

        Vou repetir aqui o que disse em outro comentário e esse caso do MrK ilustra perfeitamente.

        Esse desequilibrio do mercado causa uma pressão dupla nos alugueis. De um lado os donos querem aumentar o aluguel porque os imóveis ‘valorizaram’. Ao mesmo tempo, vários preprietários querem aproveitar e vender. Assim passamos a ter menos imóveis para alugar e mais pressão nos preços. E apesar disso os preços dos alugueis não conseguem acompanhar a ‘valorização’ dos imóveis. É estranho ou não é?

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  • Georgeis10 18 de agosto de 2011 at 10:10

    A crise nos EUA não foi causada pelo puro aumento artificial do preço dos imóveis, algo que já ocorrera em outras ocasiões, com posterior acomodação.
    A crise foi causada pelo nível de intoxicação do sistema financeiro por ativos exóticos calcados em títulos podres vendidos como “AAA”. Isso não existe no Brasil.
    Num país com cerca de 200.000.000 de pessoas em que menos de 500.000 investem em Bolsa, é evidente que imóveis sempre serão vistos como “um bom negócio”.
    Aqui, as pessoas acreditam que a vida pode se transformar num “comercial de margarina” pelo simples fato de adquirirem uma casa.

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    • MrK 18 de agosto de 2011 at 11:29

      amigo, eu discordo totalmente

      a crise nos EUA comecou com o estouro da bolha de nasdaq, quando milhoes de dolares ficaram a devira e migraram pro mercado imobiliario atraidos por promessas de ganho fácil, juros baixos, credito farto e incentivos do governo através de agencias

      a bolha imobiliaria cresceu por isso: CRÉDITO, ESPECULAÇÃO, SUBSIDIO, igualzinha a nossa

      a historia do subprime foi ooooutra coisa, foi uma intoxicação do mercado financeiro surfando nessa onda, mas a bolha imobiliaria lá aconteceria com ou sem subprime, veja a exemplo bolha japonesa ou espanhola

      abs

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      • Georgeis10 18 de agosto de 2011 at 13:59

        Você tem apenas uma opinião.
        Eu me baseio no que disse o Nouriel “Doctor Doom” Roubini.

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    • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 11:49

      Georgeis10, não adianta todo mundo achar que é um bom negócio. Isso não basta. Uma hora a conta chega, o deslocamento com os fundamentos da econômia cobra a conta.

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  • Murdoch 18 de agosto de 2011 at 11:11

    Caro Brunão.
    Nunca coloco nos meus posts análises econômica técnicas ou coisas dessa natureza, pq não tenho domínio do assunto. Geralmente comento minhas experiências de 7 meses procurando pra comprar e conversas que tenho. Sempre fui mto curioso, leio bastante, tenho estudo e, principalmente, observo.
    Numa dessas conversas, a mãe de um amigo, muito rica contava que comprou há 3 anos um apto no Soho em NYC para ficar qdo vai lá e estava reclamando que venderam um similar no mesmo prédio 20% mais barato. Num imóvel de mais de milhão, acho que é significativo.
    Sou nascido e criado na Zona Sul do RJ, sempre pude frequentar os lugares da Zona Sul, nem discuto que é o melhor lugar do RJ disparado, pra mim, talvez o melhor do Brasil, mas é preciso ter calma.
    Há uma miopia do carioca Zona Sul de achar que Rio é o centro do mundo. Que Leblon é Cote D’azur e Ipanema Paris. Não é bem assim. Paris está num país desenvolvido, é uma cidade consolidada com uma oferta de infra que o RJ levará ainda mais 50 anos pra ter, inserida num ambiente que, quer queiram ou não, é o centro mundial cultural, a uma hora e pouco de Londres, algumas horas de Berlim, Amsterdã e por aí vai… O Rio ainda está inserido num país majoritariamente caipira e atrasado. Basta viajar e observar…
    Fiz essas colocações para pontuar algumas constatações.
    Todo mundo quer morar na Zona Sul? Sem dúvida. No entanto, não acredito que esse seja o motivo para alta dos preços lá. Faz parte do pacote abuso do momento. Dê uma observada nos imóveis a venda em Copa. Verdadeiros lixos por uma fortuna. Sei pq visitei uns 15 por ali. Todos mais de 600k. Lugares que eu não passaria 15 minutos! Te digo. Pocilgas. Detalhe. Vários deles estão a venda até hj!
    Acredito que quem tem grana pra pagar 600k não quer viver daquele jeito.
    Repetindo coisas que já escrevi aqui.
    Nào é normal vc ser tratado como lixo pq procura um apto de 650k na Zona Sul do RJ. Digo Zona Sul incluindo Flamengo, Laranjeiras e Botafogo.
    Não pode ser normal, um casal sem filhos com uma renda líquida de 22k, não conseguir achar algo decente por valor justo. Tem tantas pessoas assim no RJ com mto mais grana que isso pra comprar pocilgas?
    É normal, vc comer mais barato em bistrô de Paris do que no Lamas ou no Nova Capela? É normal uma garrafinha de água custar 5 reais num restaurante?
    Não acredito meu caro. Não torço por crise, mas as vezes serve para dar um choque de realidade. Leia a entrevista do chef Olivier Cozan hj no Caderno Zona Sul do Globo.
    As pessoas pagam determinados preços por puro desconhecimento e caipirice.
    Outro dia conversando com um executivo Norueguês ele disse que comia mais barato nos melhores restaurantes de Oslo do que nos (considerados) super restaurantes do Leblon.
    Me desculpe, mas alguma coisa está fora da ordem. A gente não tem renda, não tem infra pra isso e estamos inseridos num país atrasado na América do Sul. Não troco o RJ por nenhuma outra cidade do mundo, mas ainda não é uma Paris e não pode ser mais cara que Paris.

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    • MrK 18 de agosto de 2011 at 11:33

      Bom comentário

      Repito minha opinião para o Brunão aqui:

      “Zona Sul do Rio é onde todos querem, mas não tem pra todo mundo”. – Isso é uma coisa que aconteceu de 2 anos pra cá? Pois do que me lembro (e moro na zona sul) isso é uma verdade há mais de 50 anos, então só coincidentemente quando o crédito foi despejado que a zona sul virou “desejo” de todos?!” E quanto ao aumento de preços na tijuca, ela foi agregada a zona sul?

      Está muito claro que o aumento de preços foi em crédito e especulação, a zona sul se beneficiou pois como tem o m2 mais caro, é onde dá mais retorno especulativo. VOU ALÉM: As melhorias recentes na cidade “upp e metro na barra” justamente deveriam valorizar outras áreas (barra e zona norte).

      tem muita historinha e pouca realidade aí, o Brasil é uma panela de pressão quando explodindo

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    • Marcelo 18 de agosto de 2011 at 14:47

      Murdock, tudo que vc falou sobre a zona sul do Rio se aplica a Brasilia (plano piloto), e o pior e que tem gente que acha lindo essa “valorizacao”. Quero ver o dia que os filhos destas pessoas deslumbradas estiverem procurando um imovel e perceberem que 600k so servem pra comprar pocilgas (tem que comprar caro, jogar no chao e reformar tudo). Sera que o papai deslumbrado vai achar lindo essa situacao pros seus filhos?

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  • Zoom 18 de agosto de 2011 at 11:16

    Acoes das construtoras esta despencando.

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    • Duda 18 de agosto de 2011 at 14:05

      Sim, estou acompanhando, estão caindo 6% na media.

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  • Carlos Wagner 18 de agosto de 2011 at 11:35

    Num tópico anterior eu postei a informação de que um Empreendimento de alto padrão aqui na cidade havia sido lançado ha + ou – 15 meses por 400k e hoje estava sendo comercializado a 1,2 milhões. Acontece que acabei de ver alguns anuncios de repasse por 700k.

    500k de desconto? O pessoal ta ficando bonzinho ultimamente…

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    • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 11:58

      De 500 para 1.200, de 1.200 para 700. Mais um dado para confirmar a impressão que todos temos aqui. O mercado está totalmente perdido. Ninguem sabe mais o preço do m2 em lugar nenhum. Isso é sintoma de um mercado que vive um momento de alta especulação e deslocamento dos fundamentos. O que vale é o que dá na telha de quem quer vender. E se alguem quiser saber o que é esse tal de fundamento, nada mais é que a renda real que as pessoas tem no fim do mês.

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      • Bolha Imobiliária 18 de agosto de 2011 at 12:05

        Imóveis Curitiba passou de 9500 para 9630 da noite para o dia…

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        • Glaucio 19 de agosto de 2011 at 13:24

          9657 apartamentos à venda hoje no imoveiscuritiba.com.br

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    • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 12:45

      Vou reiterar o que disse em outro post acima, agora que o Carlos Wagner informou o preço de um lançamento na cidade dele, Taubate. Com esses 400.000,00 , que algumas pessoas chegaram a achar que tinham virado 1.200.000,00 o cara compra um terreno em um condômínio residencial na cidade, constroi um casa muito melhor que esse apartamento, termina a obra antes da obra da construtora que vendeu na planta, vive com mais conforto, privacidade e não paga condomínio. Tem alguma falha no meu raciocínio?

      Não é anormal um apartamento custar mais que uma casa de padrão superior? E por 1.200.000,00 então? O cara compra 4 terrenos, constroi uma casa cinematográfica e sobra dinheiro.

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  • Marcos 18 de agosto de 2011 at 11:38

    IMOB refletindo o bom momento do setor imobiliário.

    Queda de 3,84%

    Então compra imóvel na planta kkkkkk

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  • MrK 18 de agosto de 2011 at 12:41

    ATENÇÃO !!!!!!

    COPACABANA 4.324 IMOVEIS A VENDA (E NEM É O DIA DA MEDIDA AINDA – DOMINGO, ATÉ LA CRESCE MAIS!)

    Tem noção da loucura?? Há coisa de 10 dias estavamos chocados com os 4.000 !!!!!!

    ISSO PORQUE O CORRETOR FALOU NA GLOBO QUE NÃO TEM IMOVEL MAIS NA ZONA SUL, NÉ? ESSES IMÓVEIS ESTÃO CAINDO DO ESPAÇO

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    • Leonardo 18 de agosto de 2011 at 12:54

      Eu li acima que você pensa em ir pra fora… Cama kra, não va morar fora, recebi por e-mail uma proposta tentadora, vou te repassar pq sei que você é gente boa, mas não explana não pq é uma ótima oportunidade:

      “Ótima oportunidade em Botafogo.
      O prédio está pronto e está em fase de averbação do Habite-se.
      O imóvel tem 96 m2, 3 Quartos c/suíte
      Voluntários da Patria, 477.
      Valor R$ 1.250.000,00
      Sou ANDREIA GAROFALO, sua consultora imobiliária on-line exclusiva BASIMÓVEL. Por ser consultora on-line, não fico em nossos stands, precisamos agendar previamente para visitar o empreendimento. Obrigada por confiar em meu trabalho.

      Andreia Garofalo
      Consultora Imobiliária
      CRECI RJ 047865
      Cel: 9961-6491
      imoveisnovosnorio.com.br”

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      • MrK 18 de agosto de 2011 at 13:04

        HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA….

        pra quem não é do Rio: Essa rua é uma rua barulheina, cheia de transito, um verdadeiro CAOS na terra, sempre confusa, com mendigos, predios velhos em sua maioria… e não muito longe tem favela

        e chamam R$1.250.000,00 de oportunidade pra um 90m2 nesse inferno???

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        • Philis 18 de agosto de 2011 at 13:16

          é perto do Morro Dona Marta

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          • Fábio 18 de agosto de 2011 at 13:26

            Com essa grana eu compro em Lugano na Suiça, que loucura, vou é juntar meu dinheiro e quando me aposentar compro na Europa e vou viver lá. Caramba Voluntarios 1 milha e 200??? que tipo de loucura é essa? Daqui a pouco todos os ape estão 2 milhas e todos nós vamos ter que morar em barcos como na Inglaterra rssss

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          • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 14:46

            Com essa grana compro um apartamento na mesma metragem em Berlim, em um bairro que é MUITO melhor que botafogo, em uma rua charmosa e silenciosa, perto de um parque. Esse apartamento tem o pé direito de 3 metros de altura, paredes resistentes a bombardeio e janelas anti-ruido. Digo porque fui lá e ví.

            Até aí tudo bem, o problema mesmo é que com o TROCO, mais ou menos 200 mil euros, ainda FICO 5 ANOS VIVENDO SEM TRABALHAR, com alto padrão de vida, fazendo viagens regulares pela Europa, comendo fora toda semana e dirigindo meu BMW.

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  • Ral 18 de agosto de 2011 at 12:53

    Olha o jornal da Globo ontem foi tarde não sei se todos assistiram ,mais foi uma apelação como nunca houve na história deste pais,( Lula : responsavel pela bolha imobiliaria) deu vergonha de assistir o jornal totalmente rendido as construtoras

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  • Luiz Felipe 18 de agosto de 2011 at 12:56

    Caros, eu concordo que o nível de discussão daqui é bom, mas está muito tendencioso, e boa parte das análises não leva em consideração todos os fatos. Neste ponto, a falta de pessoas do outro lado da balança faz muita falta (não digo gente como o tal do Brunão, que em nada acrescenta, mas como o André, que apesar de muitos não gostarem, trazia alguns fatos do outro lado).

    O que vejo acontecer muito aqui é a divulgação apenas de um lado, é muito similar ao que acontece na globo, que todos falam mal.

    Vou dar um exemplo de uma justificativa que é sempre usada:

    Oo falarem que o preço dos imóveis tem que refletir melhoria na infraestrutura (escolas, ruas, segurança, etc), e isto não existiu na maior parte das regiões, isto é uma verdade parcial.

    Imagine que você mora na Zona Sul, que é um lugar muito procurado e valorizado (independente da infraestrutura, é uma coisa Cultural, conheco muitos que moram em quitinetes do tamanho da minha Sala só para falar que moram na zona sul). Seu apartamento valia 300 mil reais. Voçê comprou o apartamento com muito sacrificio há alguns anos atrás (com a dificuldade de pegar o crédito, juros mais altos e com o limite de tempo de financiamento baixo, que não eram os 30 anos atuais).

    Ano passado, o governo instalou UPPs na Tijuca (que nada tem a ver com a zona sul, pois fica em outra região), a instalação de UPPs fez com que a procura por imóveis na tijuca aumentasse, já que várias pessoas que antes tinham medo da violência, agora acham mais seguro morar lá. com isso, os apartamentos da Tijuca valorizaram, subindo de 200 mil para 250 mil (por exemplo). Ao olhar que os apartamentos da Tijuca (que não é um bairro “nobre” na cultura do carioca) valorizaram 50mil, o preço do seu imóvel da Zona Sul ficará o mesmo? É claro que não! Subirá de 300mil para 350~380 mil, sem que absolutamente NADA tenha mudado. É uma reação em cadeia.

    O mesmo vale para a maldição do MCMV. Antes, as pessoas “pobres” não tinham a menor condição de comprar a casa própria, então, os imóveis nos bairros “pobres” valiam 40~60 mil (valor que a pessoa até conseguiria pagar se usasse anos do FGTS). Com a vinda do MCMV (lá atrás), veio uma euforia e um volume grande de pessoas foi jogado neste mercado de imóveis de 40~60 mil. O que ocorreu foi o aumento do preço destes imóveis até o limite do MCMV (é claro, nós somos capitalistas, eu faria o mesmo se tivesse um imóvel destes para vender!). Assim, os imóveis da Tijuca e Zona Sul automaticamente sofrem um reajuste do preço proporcional aos da periferia, sem que seja necessário nenhum investimento neles!

    Sobre o aumento, eu até considero “parte” do aumento sustentável, por ser reflexo do aumento dos limites de crédito. Se antes as pessoas sofriam para conseguir um financiamento de 10~20 anos, hoje podem ter um de 30! Com isso, as parcelas caem e mais pessoas podem obter um financiamento que antes era inacessível. E em um mundo capitalista, quem está vendendo com certeza se aproveitará dessa demanda extra!

    Mas, como venho falando, não acredito que a renda do brasileiro tenha crescido tanto como o governo prega (como mandei no estudo do IPEA, que 95% dos empregos criados na última década são de 800 reais). Com isso, assim que passar essa euforia inicial causada tanto pelo aumento do crédito quanto pelo MCMV, acredito que os preços de fato cairão, simplesmente pelo fato de estarem em patamares irreais. Isto se comprova pelo fato de um cidadão de classe A (jovem, que entrou recentemente no mercado) não tem condições de adquirir um imóvel no mesmo padrão de seu salário. Quando as pessoas de classe A moram em bairros de classe C, tem alguma coisa errada!

    Se temos bolha ou não, sinceramente não sei. Se vai estorar e ou vai estagnar até ser consumido pela inflação, também não sei. O que tenho certeza é que o preço eventualmente vai diminuir, por que tudo é cíclico, tudo que sobe, uma hora desce, e para mim, hoje está além do que é justificável.

    Se alguém não concorda ou quer acrescentar algo, por favor, fique a vontade.

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    • MrK 18 de agosto de 2011 at 13:10

      Luiz felipe, também sou a favor do debate, desde que haja respeito entre as partes

      Quanto ao seu comentário, eu tenho um ponto contrário, eu creio que a unica coisa que pode valorizar o imovel é o aumento da renda local, que se dá 99% dos casos por chegada de novas empresas.

      Veja, por mais que voce bote UPP, metrô, pinte tudo, asfalte etc… se as pessoas ali ganham a mesma coisa não vão ter como pagar mais pelo imóvel! O Dinheiro não brota do ar! O que nesse caso poderia acontecer é uma parte da cidade valorizar em detrimento de outra, mas voce viu isso? zona sul subiu, zona norte subiu, zona oeste subiu..etc… então isso não houve!

      Eu até acho sim que parte do aumento dos imóveis será incorporado pra sempre e dificimente volta, essa parte é a dada pelo crescimento da renda e empresas que vieram de fora se instalar aqui (Rio), porém acho que essa parte “justa” é MUITO menor que a parte de crédito e especulação que será devolvida via queda de preços

      abs

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      • Luiz Felipe 18 de agosto de 2011 at 14:31

        “Veja, por mais que voce bote UPP, metrô, pinte tudo, asfalte etc… se as pessoas ali ganham a mesma coisa não vão ter como pagar mais pelo imóvel! O Dinheiro não brota do ar!”

        Não, ele veio do financiamento maior. Antes as pessoas tinham que juntar a vida toda ou ter como comprovar renta para as prestações, que eram altas. Com a baixa nos juros e aumento do prazo, o público alvo do financiamento aumentou, mesmo sem aumentar a renda. Isso é fácil de comprovar, compare no simulador da caixa a quantia que você consegue financiar em 10, 20 e 30 anos, sem alterar sua renda. Baseado nisso, e no capitalismo, afirmo com 100% de certeza que mesmo sem aumento da renda, o simples fato do crédito ter sido facilitado nos últimos anos justifica um aumento no preço (claro que não nos padrões que vemos, mas só quero mostrar que o aumento não fica tão preso pela da renda quando existe financiamento envolvido).

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        • MrK 18 de agosto de 2011 at 19:14

          aí que tá amigo luiz, o credito é apenas antecipacao de consumo, ele nao gera riqueza alguma

          o credito que gera riqueza é somente o empregado em capital produtivo,o credito de consumo (que é o que estamos discutindo) nao gera qualquer riqueza portanto nao justifica aumento de precos, o preco só aumentou exclusivamente pq a velocidade do credito foi muito rapida em relacao a quantidade de bens ofertadas….

          por isso que eu digo, quando os bens forem entregues (aps em construcao) pra atender essa demanda, o preco virá a baixo, pq só o credito puro não justifica aumento de preços sustentáveis

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          • Luiz Felipe 18 de agosto de 2011 at 20:08

            Concordo que crédito não é riqueza, mas no mundo capitalista o crédito gera aumento do consumo, e o aumento do consumo gera inflação. Isto vale para tudo, até para imóveis.

            Estamos em um mundo capitalista, onde todos querem ganhar dinheiro. Apesar de crédito não ser renda, é com ele que as pessoas vão às compras, e isto é o que gera a demanda. Se mais gente tem o poder de compra, a demanda sobe e o preço tende a subir também, especialmente em um mercado que não tem como disponibilizar novos imóveis na mesma velocidade que o crédito subiu.

            Agora, com a diminuição do interesse por parte dos compradores os preços tendem a cair para retornar ao ponto de equilíbrio, que, acredito eu, será maior do que antes dessa liberação massiva de crédito.

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    • trololó 18 de agosto de 2011 at 13:15

      aqui, cidade do interior, estamos trabalhando num condomínio, que só recentemente descobri, financiado pela MCMV, preço de 80k por um apartamento de aproximadamente 52m2.

      é num bairro novo, um pouco mais retirado da cidade, são 5 blocos, tudo já vendido.

      já temos casa própria e tudo mais, mas, olhando assim, pelo bairro, apartamento, e valor, se nós não tivéssemos hoje, e tivéssemos a renda que dispomos, eu compraria tranquilamente, já que dá um preço de mais ou menos R$ 1500/m2, ao passo que pra construção de casas o custo está em torno de 900 a 1000 reais por m2

      sinceramente, não acho que boa parte dos preços praticados na nossa cidade estão em bolha ou irreais, pelo menos não dos apartamentos. agora, terrenos no centro da cidade, está uma loucura absoluta, com menos de 600 mil reais você não compra terreno no centro de dimensões aproximadas 20×40 metros!!! e o pior é que na maioria são casas de madeira velhas, quero dizer, quem tem 600k vai aceitar morar numa casa velha de madeira?

      enquanto isso boa parte dos apartamentos que estão sendo erguidos parecem estar com preços reais – há mais um condominio sendo erguido, com metragem maior do que esse que citei acima, com 2 vagas de garagem, por mais ou menos 100k

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    • Jack Imóveis 18 de agosto de 2011 at 13:16

      Caro Luiz Felipe,

      Apenas um fator pode justificar uma alta de 100% a 200% de algum ativo em 3 anos:

      1. Escassez do recurso a médio e longo prazo.

      Concordo que temos comentários exagerados e pouco embasados no blog, mas na maioria dos casos, todo mundo tem argumentos sólidos para defender o óbvio.

      Não há escassez de imóveis no universo em que se deu a bolha (estou excluindo MCMV)

      Abraços
      Jack

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      • Luiz Felipe 18 de agosto de 2011 at 14:37

        Jack,

        Não concordo por que acho uma visão muito simplista.

        Se tivesse em 2008 um apartamento em uma região prefirérica que valia 80mil, visse vários bairros piores e mais longes vendendo e construindo vários apartamentos muito piores do que o seu por 60~70mil você não aumentaria o preço de venda do seu? Arraste este efeito dominó para o resto da cidade. Não estamos em Cuba, além de sermos capitalistas, o povo brasileiro acha que tem que levar vantagem em tudo (em geral, há excessões).

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    • Philis 18 de agosto de 2011 at 13:38

      Eu discordo frontalmente sobre o que você diz sobre a Tijuca. Se os preços tivessem passado de 200k para 250k, como você diz, tudo bem, eu aceitaria. Mas a realidade é que passaram de 200k para 500k!!! Você diz que as UPP melhoraram o bairro e eu discordo totalmente dessa afirmação! Semana passada teve baile funk no Turano: quem mora na Barão de Itapagipe, Hadock Lobo, Largo da Segunda Feira e Professor Gabizo NÃO DORME QUANDO O MALDITO BAILE ACONTECE, ISTO É, TODOS OS FINAIS DE SEMANA, INCLUINDO A MADRUGADA DE DOMINGO PARA A SEGUNDA!

      A Barão de Itapagipe é DE FRENTE PARA O MORRO DO TURANO e os imóveis dessa rua aumentaram sem explicações plausíveis. Quem conhece a Barão de Itapagipe sabe que ela está virando uma extensão do Turano pois a venda de entorpecentes e roubos de carros continuam acontecendo, só que não são mais veiculados na mídia.

      Se as pessoas estão voltando a morar na Tijuca não é porque ela se tornou mais segura: são simplesmente pessoas que estão sendo “empurradas” da Zona Sul para a Zona Norte em virtude dos altos preços praticados em Copa, Ipanema, Botafogo, etc. Os corretores, que não são idiotas, viram essa realidade e inflaram os preços.

      Já tive oportunidade de falar aqui antes sobre o INFERNO em que se transformam algumas ruas da Tijuca quando chove.

      Pra mim, nada justifica um imóvel custar 500 mil na Tijuca!!!

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    • Annibal 18 de agosto de 2011 at 13:57

      Luiz Felipe…

      Em parte entendo seu raciocínio, mas te digo com a certeza de quem acompanhou essa escalada dos preços e a onda de euforia causada por ele q nada disso se fundamenta.
      No caso da área da tijuca, acompanhei a instalação da UPP do morro dos macacos, TODOS aqui do trabalho e amigos q tinham condições correram para comprar, na época vc achava aps de dois quartos por 80.000,00 facilmente, note q ninguém queria morar lá, todos queriam comprar para revenda, pois ja havia uma loucura coletiva de adivinhações de futuras UPPs para q todos pudessem comprar antes da notícia ser divulgada….

      Hj os imóveis dessa região podem ser encontrados por 200.000,00. Note novamente q apesar de existir UPP no local, crimes continuaram a acontecer (em menos intensidade…é claro), mas a vizinhança continua a msma… pessoas feias, mal vestidas e mal educadas… o transito piorou… nada justificou esse aumento…. apenas a especulação…

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      • Luiz Felipe 18 de agosto de 2011 at 14:46

        Annibal,

        no fundo no fundo, tem tudo a ver com o que eu disse. Repare:

        “TODOS aqui do trabalho e amigos q tinham condições correram para comprar, na época vc achava aps de dois quartos por 80.000,00 facilmente, note q ninguém queria morar lá, todos queriam comprar para revenda, pois ja havia uma loucura coletiva de adivinhações de futuras UPPs para q todos pudessem comprar antes da notícia ser divulgada….”

        Esses seus amigos, há 5 anos atrás não teriam condição de comprar, pois não teriam como financiar. Ou teriam o dinheiro para pagar no ato, ou dariam uma boa entrada e depois financiariam o resto em 10~20 anos. Mas ultimamente eles puderam dar a entrada de 10% e pagar os 90% restantes em 30 anos. Isto é que fez o preço aumentar. Mesmo sem que seus amigos ganhassem aumentos gigantescos. Sobre a variaçã ode 80 para 200, é a lei da oferta e procura, se TODOS os seus amigos queriam comprar, o primeiro pagou 80, o segundo 85, o terceiro 90 e assim foi. A população inteira virou especuladora e queria comprar para revender por mais depois, isto causou o aumento. Os primeiros que compraram pagaram menos do que quem entrou depois, e quem entrou depois só vai querer vender por mais, então, reajustam para cima e o ciclo continua enquanto o euforismo e a espectativa de ganhos continuar. Mas um dia vai cair, isso é certo.

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    • Lucas2 18 de agosto de 2011 at 14:25

      Sim, há comentários totalmente tendenciosos no lado dos bolhistas e dos anti-bolhistas, não creio que haja uma grande bolha que vai explodir e jogar todos os preços para baixo, o que há é um mercado fervilhando em que há bolhas estourando aqui e ali.
      Muito do que vemos como preços irreais são apenas tentativas de venda por preços irreais, tenho minhas dúvidas que alguém realmente compre pelos preços pretendidos pelos atravessadores.
      Moro na região do Jaguaré (zona oeste de sampa), vi os lançamentos de 2007, 2008 e vejo esses imóveis sendo entregues agora, há muitos nas mãos dos especuladores que tentam vender pelo preço comprado + INCC + lucro (enorme) mas também já vejo apenas quem quer vender pelo preço comprado + INCC , acredito que quem investiu está tendo é um belo prejuízo.
      Outra coisa que notei é que os lançamentos de 2011 estão sendo ofertados pela construtora pelo preço irreal que os investidores malucos tentam passar os imóveis entregues, sem querer (por ganância) as construtoras estão matando os investidores (de 2007/2008), bom que essa turma sai deste mercado. Porém, também não devem estar vendendo (m2 muito caro). Achismo puro: as construtoras vão segurar o preço atual de m2 e deixar a inflação corroer e negociar um pouco até o limite, que é o valor máximo que o mercado pode pagar.
      E deixo uma dica, há como verificar o histórico de preços de um imóvel em particular, basta pedir junto ao cartório de imóveis ou mesmo junto ao vendedor a “Matrícula Atualizada”. Mesmo imóvel estando na planta/em construção, você poderá ver o preço que o especulador fechou com a construtora lá atrás.

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  • John 18 de agosto de 2011 at 12:56

    Acho interessante surgirem opiniões contrárias à idéia de bolha. Mas um indício forte que tenho visto no sentido de mostrar que os preços estão exageradamente altos é a questão da velha oferta e procura. Pelas informações disponíveis, temos visto QUEDA na venda de imóveis e até aumento de oferta em alguns casos. Ou seja, o argumento da demanda está caindo por terra. E detalhe: isso tudo com uma montanha de crédito disponível! Imaginem se a crise afetar o crédito imobiliário…aí sim os preços poderiam cair bastante. Atualmente os preços persistem porque os proprietários não querem dar o braço a torcer, mas até quando?

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  • Paty 18 de agosto de 2011 at 13:10

    Para quem quiser saber o quando gastaria construindo uma casa tem um site bem legal montesuacasa.com.br, clique em informaçoes uteis, clique em valor a gastar na construção vc tera a informação de preços de construção de casas terreas e sobrados em todos os estados do Brasil,em todos os padroes(baixo,medio e alto), eles atualizam o CUB Custo Unitário Básico da Construção Civil de 15 em 15 dias. Quando eu construi minha ultima casa o valor da construçao ficou 5 porcento mais alto do que o sugerido pelo site, mais isso porque o CUB nos 6 meses que eu construi subiu um pouco, porem eu diria que 5 % nao é um erro.
    Eu simplesmente nao sei de onde as pessoas, aqui na cidade onde eu estou morando, tiram o valor de 500 mil reais para uma de 140 metros quadrados em um bairro que o terreno vale 100 mil, as contas nao batem. Para eu construir um sobrado de padrao medio de 140metros quadrados eu vou gastar 110 mil reais, mais o terreno 100 mil reais. Digamos que eu gaste 230 mil colocando 20 mil para margem de erro, por que é que eu vou pagar 500 mil se eu faço por 230 mil… essa matematica não fecha..

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    • Fábio 18 de agosto de 2011 at 13:35

      Fecha sim, para mim isto esta parecendo é lavagem de dinheiro e não vejo um único politico contestando o valor dos imoveis, eles nos representam na camara e no senado e ninguem fala nada. Para mim a coisa é mais seria, parece uma podridão e como eles sabem que brasileiro só se reune em passeata GAY ou no Carnaval a coisa fica mais facil ainda. Temos é que cobrar dos Politicos e teriamos é que nos organizar contra essa pouca vergonha que ficou o valor dos imoveis.

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      • Fábio 18 de agosto de 2011 at 13:45

        Minha ideia seria começar um abaixo assinado virtual e utilizar twitter e redes sociais para promover essa luta, do pobre a classe media alta ninguem aguenta mais essa especulação, imovel é para moradia e deveriamos ter uma lei limitando a 1 imovel por CPF, caso tenha mais de 1 imovel por CPF que pague mais Imposto de Renda e deveriam criar um mecanismo (lei) para acabar com essa especulação.

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        • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 14:09

          Fabio, não vai adiantar muito. Não faltariam meios de burlar, como usar CPF de parentes ou colocar os os imóveis em nome de pessoas juridícas pertencentes ao proprietário.

          Também é muito polêmico para um político questionar a valorização dos imóveis. Seria impopular. Temos muitos propietários, mais de 50% das pessoas moram em casa própria. Essas pessoas, mesmo tendo apenas um imóvel, se iludem com a valorização, se sentem mais ricas e enriquecendo dia a dia. Não entendem que isso não trás riqueza real, que na verdade, elas tendo apenas o lugar que moram e vão ter que continuar morando nele ou trocar por outro igualmente caro, só perdem com o aumento do custo de vida que inevitávelmente acompanha o custo das moradias. No fim, perdem poder aquisitivo e vivem pior, mas se sentem ricas, algumas se dizem milhonárias, apesar de estarem no cheque especial.

          O que é mais do que válido e taxar pesadamente os imóveis fechados. Não temos um deficit habitacional? Não está faltando lugar para se morar? Não é esse o discurso oficial? Como permitem então apartamentos fechados, que não estão cumprindo a sua função social, definida na constituição? Acho que esse seria um caminho interessante e viável, nem que para desmascarar o discurso oficial.

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          • Fábio 18 de agosto de 2011 at 14:17

            Carlos legal esse ponto de taxar imoveis desocupados, mas na Suiça e na França eles tem um imposto sobre grandes fortunas, exemplos imoveis avaliados em mais de 750.000 euros pagam um tributo maior, funcionando como uma gatilho para evitar super valorizações. O que não podemos é pagar um valor absurdo desses, totalmente incompativel com a realidade mundial.

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          • Marcelo 18 de agosto de 2011 at 16:19

            Concordo e ja postei comentarios a respeito dos “proprietarios de um imovel so”, que estao gostando muito da valorizacao do seu “ativo”. Muita ignorancia financeira pro meu gosto.

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    • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 13:40

      Paty, exato!

      Procure meus dois comentários acima falando exatamente isso. As pessoas vendem casas e apartamentos por um preço que não fecha se levarmos em conta o custo do terreno e da obra nas cidades médias.

      Como pode um apartamento custar o dobro de uma casa maior e melhor? Mesmo com a dor de cabeça de ter que supervisionar a obra, não bate. Que o cara me contrate então por 150 mil para eu tomar conta da obra. No fim ainda sai mais barato que comprar um apê na planta de uma construtura.

      E isso porque os preços dos terrenos subiram muito no Brasil inteiro. Terrenos de 20, 30 mil hoje estão por 100 mil. Como disse já duas vezes, isso é sintoma de mercado distorcido, onde uma simples conta de padeira não fecha.

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    • Carol 18 de agosto de 2011 at 13:46

      Paty, muito legal o site!
      Lembrando que, conforme o padrão do projeto e o custo unitário básico utilizado (Sinduscon ou SINAPI, por exemplo), essa conta pode variar bastante.
      Construir por conta própria sempre foi, para o caso de residências unifamiliares, mais barato do que comprar pronto.
      E nesses tempos de exploração e especulação então… quem consegue comprar uma poderia construir duas.

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      • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 13:58

        E construir tem que ser mais barato mesmo, mas não no ponto que chegamos, onde um apê na plata custa o dobro que construir uma casa melhor e maior.

        Também lembro que as construtoras conseguem preços melhores no material de construção do que qualquer um aqui.

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    • DRN 18 de agosto de 2011 at 14:50

      Mas, Paty, e os honorários do engenheiro? Entraram na sua conta?

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      • Paty 18 de agosto de 2011 at 15:39

        Acho que com 20 mil que coloquei a mais da pra pagar o engenheiro ou o arquiteto. No meu caso eu mesmo toco a minha obra, eu sou engenheira nao civil, sou sanitarista,eu sempre contrato um arquiteto, para o projeto e para acompanhar a obra 1 vez ao mes e um engenheiro de estrutura para o projeto estrutural.A arquiteta que fez o projeto da minha ultima casa em 2007 me cobrou 12 reais o metro quadrado do projeto arquitetonico(120metros) me lembro que paguei 1440 reias no projeto e mais 2 salario mininos por mes para ela acompanhar a obra paguei mais 600 reais no projeto eletrico, o hidraulico paguei zero por que eu fiz…kkk, e o projeto estrutural paguei 800 reais. Entao eu gastei 2840 reais em projetos, 4560 em acompanhamento da arquiteta responsavel pela obra na epoca o salario minimo era 380 x 2 x 6 meses de obra, gastei um total de 7400 com projetos e profissional responsavel, isso correspondeu a 8 porcento do valor final da minha obra. Hj já comecei a fazer pesquisas por arquitetos uma vez que quero começar a construir uma nova casa, o valor do metro quadrado para o projeto arquitetonico aqui esta variando entre 15 a 20 reais.

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        • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 16:35

          Paty,

          Também sou engenheiro civil (estruturas) e minhas experiências com Arquitetos na Banânia é que em geral, costumam colocar portas nos banheiros de 70 cm de largura, mesmo em casa/apartamento de alto padrão, sob argumentos tão consistentes quanto comprar casa no Rio porque as favelas foram pacificadas. Minha sugestão é descartar arquitetos com essa concepção pois também cometem muitos outros erros.

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        • DRN 18 de agosto de 2011 at 18:32

          Infelizmente, para quem mora em grandes cidades (pelo menos São Paulo e Rio de Janeiro), só dá para comprar terreno e construir casa se: (a) vc for rico (de verdade, não miliotário), ou (b) vc comprar na periferia bem bem longe. Se for rico, vai contratar empresa de segurança para ficar monitorando sua casa 24 horas. Algumas pessoas que moram no Jardim Europa, Jardim Paulistano, Morumbi, etc. esperam a escolta armada parar na rua para saírem de casa em seus carros blindados. Se não for rico, vai ficar com a porta da casa na rua, correndo um risco enorme de lhe invadirem a casa para os mais diversos fins ilícitos possíveis.

          Então, não tem jeito, quem mora nos grandes centros e não é rico, nem quer morar na periferia-ria-ria, tem de morar em apertamento.

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          • Lucas2 18 de agosto de 2011 at 18:58

            É verdade, no Morumbi (região atrás do Jockey) há aquelas casas maravilhosas,mansões mesmo, fico imaginando o pequeno exército que os proprietários têm que pagar para se sentirem protegidos, de certa forma dá para entender alguns preços de APs altíssimo padrão (com 400m2, 600m2, etc) que chegam a valer milhões e ter condomínio de 10K, para esse grupo seletíssimo é até barato, pois com 10K não dá para bancar nem 2 seguranças e certamente eles precisam de muitos mais que isso. Realmente casa em SP só se for dentro de condomínio.

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  • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 13:23

    Bolha,

    Considerando que um apartamento de 600 m2 no Leblon foi vendido por $ 32 milhões de Reais, está na hora de instituirmos uma espécie de troféu como o Drawin Award que celebra as pessoas que se removeram do banco de genes da humanidade, ajudando o trabalho da Seleção Natural.

    www DOT darwinawards DOT com

    Existe um ditado dizendo que o tolo e seu dinheiro são logo separados. Sugiro instituirmos o troféu MILIOTÁRIO, mas em várias categorias. Do contrário, esse que pagou 32 milhões por uma moradia onde pessoas morrem por bala perdida será o ganhador absoluto. Com esse dinheiro, ele compraria cerca de 2 casas em cada estado dos EUA.

    Categorias do troféu MILIOTÁRIO

    O maior iludido com renda e valor do financiamento, onde pessoas de baixa renda acham que podem pagar moradia de milhões de Reais – muita gente nessa categoria.

    O maior iludido com conversa de corretor, tipo o sujeito que compra moradia no Rio de Janeiro porque os morros foram pacificados.

    Alguém tem mais alguma sugestão?

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    • Fábio 18 de agosto de 2011 at 13:29

      Com esse dinheiro ele compra um casa do Geoge Lucas que fica perto do Lago Maggiore e mais uma do Clooney e ainda sobra dinheiro parar diversão e comprar um carrinho e mais um barco para passear no lago.

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    • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 13:53

      Galera, gostaria de levantar dois pontos.

      1 – Para mim, até prova em contrário, essa casa é um mito. Apenas porque uma corretora disse que vendeu por esse preço para uma jornalista em uma materia superficial, não quer dizer que realmente aconteceu. Aqui mesmo nessa página temos um corretor comentando sobre o italiano deslumbrado com a ‘nova milano’ em plena Mooca, temos o corretor jurando que o moinho barulhento vai ser removido. Tudo mentira. Então, fico com o pé atras.

      2 – Mercado de super-luxo sempre estará deslocado da economia real. Se o cara tem 1 bilhão e quer morar lá ele paga e pronto. Quando morrer ainda vai ter dinheiro sobrando. Não é base para nada.

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    • MrK 18 de agosto de 2011 at 14:15

      alguem se esqueceu que nessa mesma cidade caríssima, onde bueiros explodem, marginalidade solta, onibus sao assaltados com granada, infraestrutura podre, policia corrupta, juiza assassinada etc… foi uma cidade em que ha coisa de 2 anos marginais botaram EM ESTADO DE SITIO, por incendiar carros de inocentes em plena luz do dia?

      alguém se esqueceu disso?

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      • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 16:47

        Existe um ponto que está sendo desprezado na discussão sobre a valorização dos imóveis. A quantidade de favelas está aumentando ou diminuindo? Se estiver aumentando, então a coesão social estará diminuindo e com isso o risco de disturbios como acontece no Oriente Médio estará aumentando.

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        • aiwww 18 de agosto de 2011 at 21:15

          Com certeza as favelas estão aumentando. Mesmo em lugares longínquos como Japeri, onde o cara leva 2 horas para chegar de trem ao centro, a especulação imobiliária chegou.

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  • Ricardo 18 de agosto de 2011 at 14:08

    Acho importante olhar os dois lados da moeda. Eu prefiro a verdade que me desagrada do que qualquer tipo de mentira, digo, mesmo essa mentira que nos contamos para nós mesmos. Pior que ser enganado é enganar-se a si mesmo. Como exemplo, olhando os números da pesquisa informal da Folha apresentados acima [Mr. Alex disse: 17 de agosto de 2011 às 21:22] em que 67% das pessoas declaram que vão esperar mais um pouco para comprar imóveis, me ocorre que isso pode tanto significar que as pessoas estão tomando consciência da irrealidade dos preços dos imóveis (o que confirmaria a bolha), como pode indicar que efetivamente existe uma demanda reprimida (pessoas aguardando para comprar – o que não confirmaria a bolha). Outra explicação é há uma maior tendência de pessoas que acham os preços dos imóveis altos de participar de tais pesquisas, tornando a amostragem não significativa. Quanto a parte do aumento dos imóveis corresponder a realidade, isso não tem dúvida para mim. A maioria das bolhas econômicas se inicia baseada na realidade, elas não são bolhas no início, elas se tornam bolhas. Assim, aquele imóvel que tinha um preço inicial justo, com o tempo, pela especulação e pela ganância, passa a ser negociado por um preço acima de seu valor justo (considerando-se os custos de produção, a renda da população, etc.). Nesse momento, a princípio indeterminável, é que a bolha se forma. A definição de bolha encontra o mesmo problema que o da recessão. Como, por definição, a recessão só reconhecida após meses de queda do PIB, quando você puder afirmar que estamos em uma recessão é porque ela já se iniciou há várias meses.

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    • MrK 18 de agosto de 2011 at 14:19

      concordo quando diz que as bolhas surgem de algo real pra virar algo insano

      aqui foi assim, havia demanda reprimida, o crédito foi solto junto com aumento de renda e isso comecou a inflacionar o mercado, no início houve um aumento justificável e que pode ser que dure (ninguém pode afirmar ainda), mas vendo os preços só subindo e subindo os especuladores viram uma oportunidade de ganhar com isso e comecaram a surfar na onda, elevando os preços de alto pra insanamente altos

      por isso acho que a bolha existe e acho que estoura logo logo, pq muito ap vai ser entregue e os precos já não tem mais força

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    • Glaucio 18 de agosto de 2011 at 17:24

      O problema é que não tem uma opção “Não pretendo comprar um imóvel”.

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  • JARBINHAS S2 18 de agosto de 2011 at 14:39

    PDG compra terreno do Playcenter
    Marcelo Onaga
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    Brinquedo do Playcenter: incorporadora pagou 35 milhões de reais por área de 12 000 m²

    Mais antigo parque de diversões de São Paulo, com 38 anos de idade, o Playcenter deve ser o novo alvo do boom imobiliário que tomou conta da cidade. Uma área de 12 000 metros quadrados, parte do complexo de 85 000 metros quadrados ocupado pelo parque na zona norte da capital, foi vendida no início de agosto para a incorporadora PDG Realty. A empresa pagou 35 milhões de reais para ficar com o terreno, onde deverão ser construídas torres residenciais. Mesmo com a venda, o parque continuará em funcionamento. A PDG, no entanto, tem o direito de preferência de compra do restante da área nos próximos seis meses, desde que o Playcenter, que aluga o terreno, não iguale sua oferta. Caso compre toda a área, a PDG deverá construir no local edifícios comerciais, além de um shopping center, e o Playcenter terá de encerrar suas atividades.

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    • JARBINHAS S2 18 de agosto de 2011 at 14:40

      MrK, seu parque de diversões vai virar um amontoado de apartamentos. E agora meu amigo, onde vamos buscar diversão?

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      • Rebecca 18 de agosto de 2011 at 15:14

        six flags, busch gardens, universal…

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        • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 16:22

          Já estou vendo uma vantagem nessa localização – fica relativamente fácil de ir até o aeroporto de Guarulhos 😉

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      • MrK 18 de agosto de 2011 at 19:20

        tudo está virando apartamentos

        parques de diversoes, postos de gasolina (no rio já tá dificil abastecer), restaurantes, pequenas casas… aqui no rio até batalhão de policia tão querendo transformar em predio (é sério)

        coisas da especulação…

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        • aiwww 18 de agosto de 2011 at 21:18

          Lembra do presidio Frei Caneca .. vai virar empreendimento imobiliario .. verdade

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    • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 15:11

      É por pagar esses valores em terrenos que empresas como a PDG, apesar do preço absurdo dos lançamentos, não conseguem um lucro que anime os acionistas em pleno boom da construção civil. Nesse momento, queda de 7% nas ações deles na bolsa.

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      • DRN 18 de agosto de 2011 at 15:19

        O “golpe” foi dado lá atrás, no IPO. Agora, para a PDG, é vantajoso que as ações caiam. Assim, com pouco dinheiro, eles podem por as ações para dentro.

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        • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 16:38

          Está enganado, pois agora elas não tem CREDIBILIDADE para os empréstimos que necessitam desesperadamente para continuar as obras. Nos negócios, crediblidade é como virgindade pois só se perde uma vez.

          0
          • DRN 19 de agosto de 2011 at 10:18

            Empréstimo não é problema. O governo, via CEF e o BB, garante. Ou vc acha que o governo do PT vai deixar essas empresas quebrarem? Dúvido.

            0
          • Anonymous 19 de agosto de 2011 at 12:52

            DRN,

            Até entendo que num país comunista como a Banânia as pessoas pensem que o governo é onipotente. Entretanto, a verdade é que governo é fonte de PROBLEMA e não solução.

            0
      • John 18 de agosto de 2011 at 15:20

        Verdade. Por isso que a especulação exacerbada não é boa nem para as próprias incorporadoras e corretoras. Os corretores que colocavam lenha na fogueira agora não estão conseguindo vender.

        0
      • JARBINHAS S2 18 de agosto de 2011 at 15:27

        pior é pagar hoje R$ 35 milhões por um terreno que vai gerar um fluxo positivo só daqui uns 3 anos. Quando os empreendimentos estiverem prontos, esse terreno estará custando uns R$ 45 – 50 milhões. Desse jeito vai ter que vender os apto a uns R$ 10 mil o m2

        0
        • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 15:47

          Não dúvido que estejam usando esse valor como base em seus calculos.

          0
    • Lucas2 18 de agosto de 2011 at 19:06

      A PDG pagou R$ 2917,00 no m2 do terreno!
      Agora somem:
      + Valor do metro construído
      + Impostos, taxas e outras contribuições junto à Prefeitura
      + Custo de oportunidade
      + Lucro da construtora
      Não sabemos o que vem aí, se é residencial ou comercial, mas uma coisa é certa, vai ser caro pacas.

      0
      • trololó 18 de agosto de 2011 at 19:11

        nah, depois que a bolha estoura, vai ficar baratim baratim.

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        0
      • Lucas2 18 de agosto de 2011 at 19:29

        Complementando, neste terreno de 35M e 12mil m2 dá para fazer de 330 APs e 440 APs de médio padrão (100m, 3 dorms, 2 vagas), o que dá um CUSTO de terreno entre R$ 80K e R$ 106K por proprietário…

        0
  • Marcos 18 de agosto de 2011 at 14:43

    Alerta de bolha imobiliária é publicado por professor da Poli-USP

    http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2187495

    0
  • Mauricio 18 de agosto de 2011 at 15:28

    Pessoal, é só ter fé … engraçado

    “http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/08/18/mercado-imobiliario-crise-externa-nao-deve-afetar-decisao-de-compra.jhtm”

    Mesmo com a possibilidade de o panorama de crise influenciar a economia brasileira, é cedo para prever o quanto esse cenário pode afetar o mercado imobiliário do Brasil.

    “Apesar da possibilidade de passarmos por um momento de turbulência, possivelmente não entraremos em recessão, ou seja, a decisão de comprar imóveis não será afetada”, explica o o presidente do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Sérgio Watanabe.

    Embora não existam rumores de uma recessão no mercado imobiliário imediatamente, Watanabe explica que ainda não é possível saber como a economia americana vai se comportar. “Esse problema pode levar a um efeito cascata, criando uma recessão maior na Europa e Estados Unidos”, comenta, acrescentando que “isso pode vir a provocar uma recessão em cadeia, incluindo o Brasil”.

    Segundo o presidente do Sinduscon, esse cenário pode criar uma série de desconfianças, fazendo com que o investidor e o comprador da casa própria tenham receio de comprar. “Para que o Brasil não sofra, o brasileiro precisa estar confiante de que não vai perder o emprego”, afirma.

    Cenário
    Para Watanabe, o Brasil precisa, com responsabilidade, “criar medidas para evitar uma possível recessão, evitando que o comprador perca a confiança”.

    O Brasil, de acordo com ele, tem o crédito imobiliário ligado à poupança e ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). “Como esses dois fundos são ligados diretamente à economia e ao emprego, em curto prazo, eles não serão influenciados por uma crise externa”, completa.

    Segundo o presidente do Sinduscon, o Brasil está em uma posição melhor que na crise de 2008. “Macroeconomicamente, o Brasil está mais preparado para uma possível crise”, completa.

    Impacto nas classes sociais
    De acordo com Watanabe, os reflexos de uma possível recessão também devem causar impactos diferentes conforme as classes sociais, o que vai evitar que o mercado imobiliário sofra de forma mais intensa.

    Segundo ele, as classes A e B são as que mais sentirão os efeitos, pois são normalmente pessoas com uma renda maior, com bens adquiridos e que podem sair de um imóvel para outro maior. “Eles podem ser mais receosos, pois têm uma visão maior do cenário. São pessoas que geralmente possuem aplicações que podem ser afetadas por uma crise externa”, explica.

    Já em relação às classes Ce D, Watanabe explica que, “se eles tiverem confiança de que não vão perder o emprego, eles compram. São pessoas movidas pela necessidade, se tiver crédito, esse tipo de consumidor efetiva a aquisição”.

    0
    • Carlos Wagner 18 de agosto de 2011 at 15:41

      Parabens Watanabe, voce descobriu o Brasil!

      Será por isso que as Classe C, D e E estão tão endividadas? Será por isso a inadimplencia nao para de subir?

      Quanto a “nao afetar a decisão de compra de imoveis” basta visitar algumas imobiliarias e ver que os corretores estão catando moscas. Procure por anuncios em sites de classificados e verão que os “investidores” ja começam a disputar preços com as proprias construtoras no mercado de imoveis em construção a fim de garantir o repasse da “bucha” mesmo que com lucros muito abaixo do esperado.

      Acredito que não há mais desculpa ´para negar a existencia de bolha e crise nos mercados de credito e imobiliario nacional, pois uma coisa é certa “Onde há fumaça, há fogo”. Ela ja está instalada, o problema agora é saber quais serão, exatamente, seus danos.

      0
  • JARBINHAS S2 18 de agosto de 2011 at 15:43

    Pessoal, como podemos ajudar as Companhias? Elas precisam de demanda no segundo semestre para equilibrar as contas!!!

    ————————————————————————————————————————————-
    15:10 ESPECIAL: COM MARGENS FRACAS,CONSTRUTORAS CONTAM COM DEMANDA DO 2ºSEM

    São Paulo, 18 – Com desempenho aquém do esperado pelo mercado e margens ainda pressionadas, as
    principais incorporadoras e construtoras brasileiras continuam confiantes com relação ao ritmo da demanda,
    mas as projeções já começam a esmorecer. Durante a divulgação dos resultados do segundo trimestre
    Gafisa e Brookfield revisaram guidance. A primeira reduziu em dois pontos porcentuais a meta de margem
    Ebitda para o ano, enquanto a segunda revisou para baixo as metas de lançamentos para 2011 e 2012.

    Entre as maiores empresas do setor no País, apenas PDG Realty e MRV Engenharia apresentaram lucro
    dentro da média das projeções do mercado. Cyrela Brazil Realty, Rossi Residencial, Gafisa e Brookfield
    informaram ganhos abaixo das expectativas, com margens enfraquecidas e perspectiva de desaceleração
    no ritmo de vendas no segundo semestre. No geral, embora reconheçam que o setor ainda enfrenta grandes
    desafios para crescer, todas se mostram bastante otimistas para os próximos meses. A crise financeira que
    atinge os EUA e a Europa no momento, segundo os executivos do setor, é bem diferente da presenciada
    em 2008, quando as principais fontes de recursos para financiamento à produção simplesmente secaram.

    “Apesar da atual ameaça de crise, continuamos acreditando e apostando no mercado doméstico.
    Pretendemos seguir normalmente com nosso trabalho, dando sequência à estratégia de redução de
    despesas gerais e administrativas”, disse Elie Horn, presidente da Cyrela Brazil Realty, durante
    teleconferência com analistas e investidores. O executivo considera que a crise atual é localizada e que os
    fundamentos do mercado doméstico permanecem sólidos e inalterados. Neste ano a companhia espera
    entregar de 20 mil a 25 mil moradias.

    Para Michel Wurman, diretor vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores da PDG, o
    compromisso de entregar 20 mil unidades até o final do ano é o principal desafio no momento. “Já
    entregamos mais de 15 mil unidades até agora e tudo indica que conseguiremos atingir o objetivo
    estabelecido para este ano, de 35.170 unidades. Não vejo perspectivas de revisão nesse número”, disse.

    Leonardo Corrêa, diretor executivo de Finanças e de Relações com Investidores da MRV, considera que o
    mercado residencial de baixa renda brasileiro permanece protegido da crise internacional. O executivo diz
    ainda confiar na capacidade do governo, que tem um arsenal de medidas de grosso calibre disponível, tanto
    macroprudenciais como micro, para por em prática caso a crise ameace de fato o consumo interno.

    Precavida, a MRV tem buscado privilegiar em seus projetos os canteiros de obra de grandes dimensões,
    que possuem aprovação mais demorada, mas resultados financeiramente melhores. A empresa é a principal
    parceira da Caixa Econômica Federal no “Minha Casa, Minha Vida”. No médio prazo, o grupo espera atingir a
    média de até 500 unidades por canteiro.

    Confortável com o volume de lançamentos alcançado no semestre, que ficou acima da média da setor para
    o período, a Rossi se mostra tranquila com relação a demanda e espera desacelerar o ritmo de lançamentos
    no segundo semestre. Como consequência, a empresa deve apresentar também um consumo de caixa
    menor. Entre janeiro e junho a companhia lançou R$ 2,377 bilhões, atingido 46% do ponto médio da meta
    prevista para 2011.

    Meta de vendas mantidas

    Ao anunciar o corte na projeção de margem Ebitda deste ano de 18%-22% para 16%- 20%, a Gafisa foi
    categórica ao garantir que a revisão não afeta as expectativas para o fluxo de caixa operacional positivo no
    segundo semestre que deve atingir relação dívida líquida/patrimônio abaixo de 60% no final do ano. Além
    disso, a projeção de lançamentos entre R$ 5 bilhões e R$ 5,6 bilhões (parte Gafisa) para este ano está
    mantida.

    A decisão, conforme a Gafisa, foi motivada por custos acima do esperado nos projetos da Tenda, que
    resultaram em uma margem Ebitda de 14% no primeiro semestre. O resultado ficou 1 ponto porcentual
    abaixo da média das expectativas da empresa para o período. A concessão de descontos em unidades da
    marca Gafisa em estoque também pesaram para a performance mais fraca do período.

    No caso da Brookfield, o atual cenário volátil que motivou a revisão também não teve impacto no guidance
    de vendas para o ano. E o grupo ainda ressalta que o novo patamar de lançamentos para 2011 implica em
    um crescimento de 38% em comparação ao volume apurado no ano passado e a uma taxa composta de
    crescimento anual de 24% em relação a 2009.

    Renovação na diretoria

    Reflexo ou não de resultados mais fracos que o esperado, nos últimos dois meses quatro empresas
    anunciaram mudanças no seu quadro de executivos. Na Gafisa, Alceu Duílio Calciolari, que respondia pela
    Diretoria Financeira e de Relações com Investidores e já ocupava a presidência interinamente desde maio
    com a saída de Wilson Amaral, foi confirmado no posto em 4 de julho.

    No mês passado, a Rodobens Negócios Imobiliários anunciou o nome de Marcelo Lopez Borges de
    Oliveira, atual diretor financeiro, para o posto de diretor presidente com a indicação de Eduardo Gorayeb
    para compor o conselho. De acordo com comunicado divulgado na ocasião, a decisão faz parte da última
    etapa do processo de reorganização da companhia. Por enquanto Oliveira irá acumular os dois cargos.

    Na início desta semana, José Florêncio Rodrigues Neto assumiu a diretoria de Relações com Investidores
    da Cyrela Brazil Realty, comandada, até então, por Luis Largman. Este, por sua vez, anunciou que estava
    deixando a companhia em meados de julho e assumiu nesta terça-feira (16) a direção da PDG Companhia
    Securitizadora, subsidiária da PDG Realty.
    (Fabiana Holtz)

    0
    • Bolha Imobiliária 18 de agosto de 2011 at 16:09

      Qui dó qui dó
      Vamos fazer uma vaquinha para ajuda-los

      0
    • Fábio 18 de agosto de 2011 at 16:49

      Espero que quebrem todas!

      0
      • Fábio 18 de agosto de 2011 at 16:52

        Bem os corretores conseguiram bons lucros nesse periodo, portanto não vai fazer falta para eles pararem de vender.

        0
    • Adriano 18 de agosto de 2011 at 17:11

      A orgia financeira do mercado imobiliário acabou!! mesmo! Não enganam mais ninguém. quando olhamos o altíssimo grau de endividamento da maioria das construtoras aos juros cobrados no Brasil…só podemos concluir que são loucos. Pagar esses juros é complicado e não tenho dúvida que bateu o desespero neles e nos “parceiros” banqueiros. GAFISA por exemplo, 25M de lucro frente a BILHÕES de dívida. É difícil segurar. A única explicação é que usaram dinheiro de um lançamento para financiar outros mais novos. Fizeram isso para aproveitar o momento do “boom”, deram passos maior que a perna e se fud…..Esse ciclo é insustentável. A saída foi se endividar. Os bancos emprestaram porque os preços dos imóveis não parava de subir.

      0
      • me 18 de agosto de 2011 at 17:53

        “GAFISA por exemplo, 25M de lucro frente a BILHÕES de dívida. ”

        Fonte?

        0
        • Carlos Wagner 18 de agosto de 2011 at 18:06

          Balanço Trimestral divulgado no inicio de agosto/2011

          0
        • MrK 18 de agosto de 2011 at 19:26

          é isso mesmo

          a divida da gafisa é de 4bilhoes, e a divida liquida (Subtraindo o caixa) é de 2.9bilhoes

          vejam os juros que essa divida deve custar pra ela… frente a um lucro de R$25mn e caindo… se o lucro dela continuar caindo e as vendas enfraquecerem como esperado, ela fará prejuizo já já

          ouviram bem? prejuizo!

          abs

          0
          • Adriano 18 de agosto de 2011 at 23:03

            Eu fico cá com meus botões imaginando a pressão em cima do contador para demonstrar um resultado positivo. “faz um fair value”, “baixa o impairment”, “pra que essa provisão?”. Na minha opinião, 25M de lucro foi só pra não aparecer a famigerada palavra “prejuízo”.

            0
    • LB 20 de agosto de 2011 at 09:36

      Jarbinhas,

      Vc poderia passar o link desta matéria ? Dei uma procurada por aí (via Google) e não a encontrei.

      0
  • Arruda 18 de agosto de 2011 at 15:54

    Construtoras caindo 6 a 7%.
    O que aconteceu ? Será que o pessoal não assistiu o Jornal da Globo de ontem ?

    0
  • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 16:52

    Na Folha online: A SRTE (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego) aplicou 48 autos de infração trabalhistas à Zara por utilização de mão de obra em condições análogas à escravidão, que somados podem atingir R$ 1 milhão.

    Uma merreca essa multa, não dá nem para comprar um apartamento numa boa localização.

    0
  • Valuro?decir 18 de agosto de 2011 at 17:24

    So quero saber que essa bolha que nós vivemos, não é igual do estados unidos, pq lá o credito era de risco, como nós pode ter bolha no brasil, se o credito é mais seguro?

    0
  • Salles 18 de agosto de 2011 at 17:30

    Tive uma ótima idéia!!!!
    Sabem daquelas legendas que costumam fazer para aquele filme “A queda” (um filme sobre Hitler)?

    Quem anima preparar uma legenda dessas para o caso de uma bolha imobiliaria? (Ex: hitler ficando bravo pq comprou na planta para especular)

    0
    • Bolha Imobiliária 18 de agosto de 2011 at 17:38

      Hahahah…SE eu estiver desocupado, vou fazer um deste….hehe

      0
      • Bolha Imobiliária 18 de agosto de 2011 at 17:38

        Ou pior…Usar o Valair para isto…

        0
    • JARBINHAS S2 18 de agosto de 2011 at 17:46

      eu não animo

      0
    • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 18:30

      Sei lá, cara. Não quero ser chato. Mas temos que tomar cuidado para não vulgarizar a discussão e fazer o assunto virar piada. Mais valia alguem procurar juntar os argumentos pró e contra a bolha que discutimos aqui e procurar criar uma síntese da discussão e dos dados que levantamos nesses milhares de posts. Se alguem chegar aqui agora vai ficar completamente perdido. E o verdadeiro tesouro desse site está nos comentários, não no clipping de notícias.

      Vou tentar fazer isso eu mesmo e postar aqui nos comentários. As pessoas contribuiriam em cima desse post e se por possível construirmos um mínimo de consenso, o Bolha poderia postar o resultado final uma notícia no blog. Seria muito interessante, uma síntese dos argumentos, em uma única página, com link fixo e que pode ser usada como referência. Acho que o objetivo final do site é esse, mostrar as pessoas, com argumentos, que algo estranho está acontecendo no mercado de imóveis.

      0
    • trololó 18 de agosto de 2011 at 18:35

      youtube:

      hitler is informed peter schiff was right

      já tiveram sua idéia…

      0
    • Carlos Eduardo 19 de agosto de 2011 at 11:06

      isso com certeza promoveria a idéia da bolha!

      ficaria muito popular um video desses!

      0
      • Carlos Eduardo 19 de agosto de 2011 at 11:08

        tem que fazer 1 texto bem feito! com as idéias discutidas aqui!

        evolução de preços em relação a salario.. coisas que realmente faça a pessoa que esta assistindo pensar!

        0
  • me 18 de agosto de 2011 at 17:46

    Olha… Eu tô fodido. Moro de aluguel em um apto minúsculo. Meu contrato já venceu e certamente vão pedri reajuste pra um valor que não vou poder pagar. Tô puto com essa alta. Muito puto. Tô com raiva dessa cidade(Rio de Janeiro) e querendo ir embora (eu sei que em outros lugares tá caro pra caralho também, mas sei que não tanto quanto aqui). Torcendo muito pra que tudo caia. Que se foda, ando tendo pouco a perder, mesmo.

    Mas, tomando o equilíbrio, numa boa: essas discussões precisam urgente de um contraponto.

    0
    • Fábio 18 de agosto de 2011 at 17:52

      Me passei por isso em Janeiro o aluguel onde morava antes um conjugado era 800 pratas e passou para 1500, peguei e sai para um 3 quartos por 3000 com vaga, antes nem vaga tinha e eram 16 por andar, agora são dois por andar.

      0
      • me 18 de agosto de 2011 at 17:56

        “eram 16 por andar, agora são dois por andar.”

        ?

        0
        • Fábio 18 de agosto de 2011 at 21:00

          Eu mudei ME, minha mãe ficou com o meu e como vou casar em outubro peguei um excelente apartamente de 3 quartos com vaga em uma rua boa de Copacabana. Minha mãe aceitou pagar os 1500 mais condominio de 300 pelo conjugado onde tem 16 apartamentos por andar e eu fui para esse 3 quartos onde são dois por andar, entendeu? Mas esses alugueis na Zona Sul estão bem caros, exatamente pq tem muito ap sendo anunciado para ser vendido.

          0
    • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 19:08

      Talvez funcione ameaçar ficar morando no apartamento e esperar a ordem de despejo que certamente levará meses.

      0
      • me 18 de agosto de 2011 at 20:13

        Anonymous, numa boa mesmo: é esse tipo de comentário que tem expulsado as melhores cabeças daqui do blog.

        0
        • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 21:54

          me,

          Então voce acha que a tensão social não vai, ou não deve, aumentar por causa desse aumento de preços? É claro que vai e em breve poderemos estar vendo motim nas ruas da Banânia como já estamos vendo em países com um índice de distribuição de renda muito melhor. É melhor voce acordar.

          0
          • me 18 de agosto de 2011 at 22:52

            Politicagem.

            0
          • Duda 19 de agosto de 2011 at 09:02

            Aqui não é politicagem não. Todo aumento de preços em produtos, serviços, ou mercadorias básicas (é os imóveis são um) gera descontentamento social. Em todo país, epoca, e sociedade que se estude. A bola da vez, são os arabes, pelo alto preço dos alimentos.

            0
        • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 22:04

          me,

          Cada um luta com as armas que tem. Utilize a morosidade da Justiça na Banânia a seu favor.

          0
          • olp 19 de agosto de 2011 at 16:00

            isso é verdade me, com o nivel de desemprego na minima historica ja ja tem rebeliao nas ruas…

            0
        • olp 19 de agosto de 2011 at 16:17

          me,

          tendo a discordar de voce, acho a ideia dele boa.. na verdade tenho uma melhor.. que tal assaltar um banco? acho que o resultado é melhor né? aluguel nunca mais.. que tal Anonymous?

          0
    • MrK 18 de agosto de 2011 at 19:32

      amigo me, muitos aqui passaram por isso

      eu tomei um reajuste de 30% na cabeca e mesmo assim, 4 meses depois, a dona nao satisfeita resolveu pedir o imovel.

      quando eu vim morar aqui o ap valia 500mil e o aluguel era R$2.1mil , hoje o ap vale 950mil e o aluguel é de R$2.8mil veja como a “rentabilidade” caiu

      o pior é que achar imovel pra alugar tá dificil e caro, pois todos os donos de imoveis estão decidindo vender, pois não faz sentido mais essa rentabilidade ridicula, além de que muitos por “feeling” acham que chegamos no topo dos preços e daqui não passa… com poucos imoveis pra alugar e muita gente sendo “despejada” o aluguel tá fogo, mas eu acredito ser temporário, eu to indo pra fora um tempo e volto ano que vem, espero que algo tenha melhorado, se não muito pelo menos um pouco…

      abs

      0
      • Anonymous 18 de agosto de 2011 at 20:06

        MrK,

        Se voce tiver cidadania de algum pais da Europa ou mesmo Bolivia e Paraguai (Brasil não vale), voce pode morar legalmente nos EUA investindo cerca de 240 mil Reais. O aluguel de um apartamento de 2 dormitórios mobiliado é entre 1200 e 1600 Reais/mes. Faz sentido ficar morando na Banânia?

        0
        • MrK 18 de agosto de 2011 at 20:12

          ahahahah

          eu sei eu sei, mas sabe como é familias e amigos todos aqui… mesmo assim, eu acho q os precos cairão, é só ter paciencia e isso eu tenho suficiente!

          0
          • Anonymous 19 de agosto de 2011 at 01:23

            MrK,

            Eu não sou tão otimista quanto voce. Na minha opinião, essa subida de preços está deslocando muitas pessoas para BAIXO na qualidade de moradia. Poderemos ver motim nas ruas.

            0
        • olp 19 de agosto de 2011 at 16:02

          “Faz sentido ficar morando na Banânia?”

          NENHUM….

          no Brasil falta emprego e no resto do mundo sobra, pros jovens entao… ta uma maravilha trabalhar na europa ou US… morar no Brasil pra que?

          melhor morar barato na Europa e se degladiar pra arrumar $$ pra comer…

          0
  • Observador 18 de agosto de 2011 at 17:49

    Por curiosidade resolvi visitar um site de uma imobliária americana, escolhi, aleatoriamente, a URBAN LIVE (www.urbanlive.net). Há uma enormidade de ofertas, em várias faixas de preços. Para fins de comparação escolhi dois, um no Queens que poderia se equiparar a Tijuca e outro no Uper East Side que se compararia ao Leblon, guardadas, em ambos os casos, as devidas proporções.

    Apartamento no Queens- Forest Hill- 11375- 67 Avenue/Queens Boulevard- 1 Quarto- àrea de 70 m2- Valor: US$169.000,00, em reais (cambio 1,60) R$270.400,00.

    Apartamento no Uper East Side-10029-110 street-Lexiton Avenue- 1 Quarto- àrea de 74 m2- Valor US$450.000,00, em reais (cãmbio 1,60) R$720.000.

    0
    • Carlos__ 18 de agosto de 2011 at 18:12

      Muito bom! Valeu cara. E lembrando que normalmente os apartamentos nos EUA tem acabamento melhor, como janelas anti-ruído, isolamento térmico, ar e aquecimento central.

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    • Fábio 18 de agosto de 2011 at 21:05

      Valeu observador por compartilhar essa informação, esses preços são impraticaveis no Brasil mas acredito que essa porcaria de preço tem data para acabar, só depois de 2016 quando acabar essa porcaria de Olimpiadas.

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  • olp 18 de agosto de 2011 at 18:29

    contraponto?

    agora que ta tudo caindo… ou nego se mudando pra berlim, lousianne, miami…

    so nao vem quem nao quer… ha quase 1 ano, mas…

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  • Observador 18 de agosto de 2011 at 18:43

    Carlos, e,

    Para quem se interessar, no site estão fotos,mapa e vizinhança. Me parece que os imóveis estão muito bem conservados, ao contrário de muitos por aqui.

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  • Marcelo 18 de agosto de 2011 at 19:41

    Ha cerca de vinte anos li uma materia da VEJA sobre os precos absurdos praticados no mercado imobiliario japones, onde Toquio, sozinha, “custaria”, segundo projecoes da epoca, mais que todo o territorio dos EUA. O japones mais rico na ocasiao era um investidor do ramo imobiliario. Alguem tem dados a respeito do que ocorreu apos os anos 90? (apenas a titulo de curiosidade, pois nao pretendo em nenhuma hipotese comparar nosso pais com o Japao).

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    • MrK 18 de agosto de 2011 at 20:00

      a bolha estourou e eles entraram numa profunda recessão

      a diferenca do japão, dos asiaticos em geral, em relacao as suas bolhas é que eles ao menos usaram parte do credito para investimento em capital produtivo, nessa mesma epoca ganharam o mundo a sony, mitsubishi, honda, toyota, canon, nikkon…

      na coreia do sul que teve uma bolha tb, pelo menos samsung, lg, hyundai e muitas outras ganharam corpo

      e no Brasi, o que de positivo terá deixado essa bolha de crédito? qual legado?

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      • trololó 18 de agosto de 2011 at 20:26

        -pré-sal (kkkkk)
        -39 milhoes que deixaram a miséria (kkkkkkkk)
        -copa (kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)
        -olimpíadas (kkkkkkkkkkkkkkkkk)

        e a melhor de todas:

        lula presidente 2015-2018

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        • MrK 18 de agosto de 2011 at 21:23

          que belo legado…

          esqueceu do filme “rio” com os passaros cantantes

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          • Miguel David Silveira 18 de agosto de 2011 at 23:02

            E acrescentemos ao nosso legado a corrupção endêmica em todos os poderes, a hipocrisia que esmaga os fracos e mal arranha os poderosos e apadrinhados, além de um povo relegado à fraquíssima educação pública, que ensina que “nóis pega o peixe” é correto.

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      • Marcelo 18 de agosto de 2011 at 23:36

        Ja ouviu a musica Marwin, dos Titas? A letra e um bom exemplo deste tipo de “legado”.

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  • Anonymous 19 de agosto de 2011 at 00:27

    Busca avançada no Google pela expressão “Bolha Imobiliária” restrito à domínios terminando em .br

    197 mil resultados no último ano, o que significa média de 16 mil resultados por mes.

    56 mil resultados no último mes, o que significa um aumento de 250% em relação à média dos últimos 12 meses.

    Existe uma bolha da expressão “Bolha Imobiliária” nos websites terminando em .br

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    • Platao 19 de agosto de 2011 at 09:14

      Muito interessante esse aspecto…não tinha pensado nisso….
      estou ligando pra diversas imobiliarias e vendo as questoes dos imoveis novos…em uma grande imobiliaria aqui de Curitiba, vi ontem 16 aptos a venda em um lançamento, de preços que variam de 150 a 240 mil…2 ou 3 quartos….
      nesse fim de semana vou dar uma passeada nos imoveis novos para ver como esta o mercado dos lançamentos, a impressão que estou tendo, até agora, é da criação de imoveis-fantasma, onde não se encontram pessoas, apenas placas de imobiliarias…
      o mercado do aluguel ainda não esta critico como no rio ou brasilia, mas sinto que ja esta aumentando…
      A citroen ja esta fazendo grandes promoções de carros por aqui, será reflexo das vendas??? será que a bolha imobiliaria criará a bolha automobilistica tb??

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  • MrK 19 de agosto de 2011 at 09:25

    A FARSA DO ‘PREPARO BRASILEIRO’

    Sempre que se fala em crise vem logo um ministro ou a dona Dilma dizer que “estamos mais preparados hoje”, isso é uma mentira, eu explico:

    Na época da 1a crise, tinhamos na manga a carta do crédito, liberamos crédito gerando venda e movendo a economia, foi uma cartada usada pra comprar tempo e maquiar a crise, que virou mesmo uma marolinha.

    O Problema é que hoje o povo já está endividado e não comporta mais crédito, se jogar mais crédito no mercado ele vai virar inadimplencia, calote, medo, confusão… hoje não temos mais essa arma pra lidar com a crise, qual vai ser a magica dona dilma? Cadê o preparo?

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    • Carlos__ 19 de agosto de 2011 at 10:04

      Fica tranquilo. A nova classe média vai nos salvar.

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    • xyz 19 de agosto de 2011 at 11:42

      Hoje o Brasil tem também quase o dobro de reservas (350 bi) que tinha à epoca, o que dá à presidente o respaudo dos “analistas”, pois todos (honrosas excessões) fazem coro com o governo que estamos mais preparados.

      MAS essas reservas foram obtidas com dinheiro que entra fácil para aplicar na selic e pode sair mais fácil ainda. As reservas é uma ilusão e muito cara, pois é captada a 12% e não rende quase nada.

      O Brasil não resistiria a 10% da crise de confiança que sofre os EUA.

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  • Carlos__ 19 de agosto de 2011 at 09:59

    Para quem é do Rio e quer tentar fazer algo contra a bandalheira generalizada:

    http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/08/18/internautas-organizam-ato-contra-corrupcao-na-cinelandia-925156792.asp

    Vamos no coçar, pessoal. É bandido engravatado com ilha, mansões, apartamentos de 600 m2. Enquanto isso quem trabalha soma todos os salários de hoje até a aposentadoria e não vê como vai poder comprar um sala em quarto sem se apertar. Quem mora de aluguel está vendo o aumento de preços tirar todo o ganho de poder de compra que um dia achou que tinha conseguido no seu salário. Muita gente se pergunta ‘Quem está pagando esses preços?’. Tem muito dinheiro ilegal rolando, legitimando preços absurdos e puxando todo o mercado para cima. Para quem vive de dinheiro roubado, tudo é barato.

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  • Carol 19 de agosto de 2011 at 10:20

    Pra quem gosta de observar gráficos em queda livre desvairada, sugiro acompanhar o IMOB.

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    • DRN 19 de agosto de 2011 at 10:31

      É verdade, mas ainda está longe de dez-08.

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  • Rodrigo 19 de agosto de 2011 at 10:50

    Alerta de bolha imobiliária é publicado por professor da Poli-USP

    SÃO PAULO – No final do último mês de julho, o Núcleo de Real Estate da Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo) publicou um alerta de bolha imobiliária. Segundo o documento, os preços dos imóveis residenciais e comerciais têm crescido no mercado brasileiro além do que é explicável por sua estrutura de custos.

    “Preços crescentes não são sinônimos de bolha”, pondera o professor doutor João da Rocha Lima Junior, autor do texto, “mas preços crescentes sem explicação na estrutura de custos são efeitos de desorganização do mercado e identificam a ocorrência de bolha”.

    Movimento dos preços
    Entre 2008 até o final de 2010, os preços crescentes dos empreendimentos residenciais carregavam componentes de custos e margens adequadas para cobertura de incertezas.

    “Os preços descolavam do crescimento do INCC-FGV [Índice Nacional de Custos da Construção], porque alguns fatores não estão cobertos pelo índice de inflação de custos de construção, desde terrenos, passando pelos custos da outorga onerosa cada vez mais presente, até os custos diretos mascarados em subempreitadas com margens especulativas, pela pressão de demanda”, esclarece.

    Assim, até o fim do ano passado, não se percebiam indicativos de alta dos preços pela formação de bolha. Porém, o desenvolvimento no primeiro semestre de 2011 revela que os movimentos de preços continuam descolados da variação de custos de construção medida pelo índice da FGV, sendo que, segundo o professor, “o orçamento mais margens deve acompanhar o INCC-FGV”.

    Acima do valor justo
    Assim, as evidências são de que o preço dos imóveis residenciais está acima do seu valor justo, avalia o documento – valor não é atributo de qualquer bem, mas o preço justo equivale a um valor justo.

    Lima explica que preço justo cobre os custos de produção em regime eficaz: contém margem para cobertura das incertezas – tendo em vista que o preço é fechado antes da construção –, e contempla uma margem de resultado para os investimentos.

    “Com os preços atuais, se contarmos os custos, as margens, a estrutura tradicional de funding, com financiamento à produção no SFH [Sistema Financeiro da Habitação], encontraremos taxas de retorno desequilibradas para a atratividade do real estate, nos padrões reconhecidos no mercado brasileiro”, avalia Lima. “Se os preços estão acima do preço justo, há um valor sem lastro que está sendo comprado pelo mercado nesta conjuntura”.

    Formação de bolha
    De acordo com Lima, um dos fatores que cria bolha de mercado é o crédito irresponsável, o que não é verificado no Brasil, onde o crédito é concedido de forma responsável, sobretudo para compra de imóvel residencial.

    “Os juros são aplicados em regime constante, não ocorrendo exemplos como os do falido sistema do mercado norte-americano, quando se iniciava um financiamento com juros abaixo da taxa referencial de mercado nas prestações, levando a diferença para o saldo devedor, para compensar o futuro”, compara.

    Outro fator que gera bolha de mercado é a forte presença de capital especulativo, para o qual Lima explica: “No setor de real estate no Brasil não foram muitos os períodos, nestas últimas duas décadas de moeda confiável, nos quais se tenha identificado forte presença de recursos especulativos”.

    Por fim, o investidor desinformado é o terceiro fator capaz de gerar bolha e, aí sim, há em grande proporção nesta conjuntura do mercado brasileiro.

    “Vejo a presença de investidores tão desinformados, que se aventuram até à especulação”, diz Lima, explicando que grandes capitais tendem a especular em mercados de maior liquidez, deixando para especuladores ingênuos o mercado de real estate. “Grandes especuladores do mercado de capitais costumam afirmar que, quando a bolsa está aquecida e o valor médio das transações se estabiliza em patamar baixo (pequenos investidores se vestindo de especuladores), chegou a hora de sair, e acelerado. Está soando o alarme de bolha”, conclui

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  • Rodrigo 19 de agosto de 2011 at 10:51

    Vendas de imóveis usados nos EUA caem em julho para menor nível do ano

    WASHINGTON – As vendas de imóveis residenciais usados recuaram 3,5% nos EUA em julho na comparação com junho, para a taxa anual sazonalmente ajustada de 4,67 milhões de unidades, a mais baixa deste ano, disse a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis do país (NAR, na sigla em inglês).

    Economistas consultados pela Dow Jones previam alta de 4,0% das vendas, para a taxa anual de 4,96 milhões de unidades. O nível de junho foi revisado em alta, dos 4,77 milhões anunciados antes para 4,84 milhões.

    O economista-chefe da NAR, Lawrence Yun, disse que muitos clientes estão evitando comprar imóveis agora, porque não conseguem financiamento dos bancos. “Os compradores potenciais representam a diferença entre uma recuperação desequilibrada e um mercado imobiliário muito mais robusto, que poderia estimular uma atividade econômica adicional e criar empregos”, disse Yun.

    O estoque de residências usadas à venda caiu ao final de julho para 3,65 milhões, o que significa uma oferta de 9,4 meses ao ritmo de vendas atual, mais que o período considerado saudável, que é de cerca de seis meses. O preço mediano de um imóvel em julho era de US$ 174 mil, 4,4% abaixo do de US$ 182,1 mil de julho do ano passado e muito aquém do de uma casa nova.

    (Dow Jones)

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    • Fernando 19 de agosto de 2011 at 11:54

      Caros, semanalmente entro neste blog para ver as novidades. Moro no Rio e realmente os preços dos imoveis estão de matar. Hoje, não compraria nada. Muitos aqui dizem que a bolha vai estourar e preços cairem vertiginosamente. Neste ponto, gostaria de ressaltar de contribuir com minhas impressões. Creio que as grandes construtoras (listadas em bolsa) irão deixar este preço atual de lançamento fixo para os próximos 2 anos e deixar lentamente a inflação corroer suas tabelas. Isto irá gerar um redução nas margens, mas nada muito significativo. Não creio que entrarão em uma guerra de preços. Se considerarmos as 4 maiores, ao menos no Rio e em SP e creio que em muitas outras cidades, elas trabalham muitas vezes conjuntamente, fazendo grandes lançamentos. É praticamente um oligopolio cooperativo, todos esses caras se conhecem e vão atuar conjuntamente (de forma coordenada) para chegarem a uma velocidade de vendas / margem que achem adequados. Não podemos subestimar a inteligencia desses caras, por exemplo a PDG tem um grande banco de investimentos por tras e não são tolos. Podem reduzir margens, sem torna-las negativas, porque muitas delas (as melhores) tem folga de caixa e podem se financiar no mercado de capitais (coisa que não ocorria na epoca da Encol). Agora, com certeza teremos oportunidades de compra em areas especificas devido a inadimplencia de compradores. Na zona sul do Rio não temos grandes lançamentos então não temos espaço para isto, agora na Barra tem mmmuitos lançamentos e consequentemente muitos compradores que nem sabem da incidencia de incc no saldo devedor. Alem disso, por experiencia de amigos, sei que uma dessas grandes tem uma pessima analise de credito dos compradores. Acho que estas oportunidades ocorrerão em bairros que concentram muitos lançamentos (tipo a barra aqui no Rio) em todo o Brasil, mas não ocorrerá essa queda de 30%/ 40% como muitos esperam. Sem derivativos, iniciando CRI e fundos imobiliarios agora no Brasil não tem como termos uma queda tão grande. Quem esperar, terá boas oportunidades, mas sem “estouro” de bolhas. Esta é minha humilde opinião. Abraço a todos.

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      • Anonymous 19 de agosto de 2011 at 12:40

        Voce está duplamente enganado aqui: …em folga de caixa e podem se financiar no mercado de capitais …

        1 – Não tem folga de caixa em nenhuma das grandes quando voce leva em consideração o valor da dívida. A GAFISA não lucra nem para pagar os juros da divida.

        2 – Não tem como se financiar no mercado de capitais pois as ações despencaram 50%. O que eles vão dizer para atrair investidores? Compre nossas ações e tenha um prejuízo de 50%? Não vai dar, não é mesmo?

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        • Fernando 19 de agosto de 2011 at 14:26

          Anonymous,
          1. Não vou ficar entrar em detalhes de cada empresa. O setor não é homogeneo e as empresas possuem diferentes estruturas de capital. Perdedoras serão incorporadas pelas mais competentes (processo darwiniano), isto já vem ocorrendo desde a abertura de capital do setor imobiliario e continuará ocorrendo, creio que até mais intensamente. Não vejo essa empresa citada por voce como vencedora;
          2. Investidores não estão interessados em movimentos de preços passados. Estão interessados em analise top-down (analise macro, do setor e finalmente da empresa e da competencia de seus dirigentes) e capacidade de criação de valor. Ao final, apos decidirem que o setor é interessante, uma das principais analises é a capacidade de geração de caixa e de lucros da empresa. Para relativizar, até fazem o preço da ação sobre os lucros projetados (P/E(L)), nesta analise quanto mais barata estiver a ação, em relação ao lucro esperado, melhor para o investidor. Então, uma queda de 50% nos preços da ação de uma empresa será ainda mais interessante para um mega hedge fund, se ele já estiver interessado nela, vendo que esta tem uma geração de caixa e de lucros projetados consistentes.

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          • olp 19 de agosto de 2011 at 16:06

            “2 – Não tem como se financiar no mercado de capitais pois as ações despencaram 50%. O que eles vão dizer para atrair investidores? Compre nossas ações e tenha um prejuízo de 50%? Não vai dar, não é mesmo?”

            pelo que eu saiba quem compra a acao nao da $$ pra empresa, da pra quem vendeu (mercado secundario)..

            quem compra a acao nao da $$ pra empresa, a nao ser numa oferta de acoes…

            é isso?

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          • Fernando 20 de agosto de 2011 at 12:00

            Oi OLP, tudo bem?
            Realmente uma empresa capta novos recursos no mercado de capitais somente em uma emissão primaria de ações. Com certeza a valorização das ações no mercado secundario influencia o hapetite de novos investidores. Ninguem quer no LONGO PRAZO comprar ações de uma empresa que não se valoriza, cria valor. Porem, se a empresa possui bons fundamentos e o investidor acredita no potencial do país (macro), do setor (micro) e da empresa, então ele sabe que uma queda NO CURTO PRAZO é uma oportunidade de compra. Grandes investidores compram na baixa e vendem na alta! Vou dar um exemplo: na crise de 2008 (ainda estamos nas consequencias dela) quando todos achavam que o mundo ia acabar, um dos melhores e maiores fundos hedge do mundo (o Blackrock) veio aqui no Brasil e comprou 5% de uma das grandes incorporadoras. Este fundo foi escolhido na epoca pelo FED para assumir e gerenciar o portfolio do Lehman que havia acabado de quebrar…. O que quero dizer é que oportunidades aparecem em um mercado baixista, basta separar o joio do trigo.
            Outra coisa que gostaria de comentar é que não se precisa ter uma queda nominal dos imoveis para que eles fiquem atrativos e mais baratos. O pessoal aqui bate muito em queda de x% nominal, mas se os preços ficarem estacionados em um patamar atual por 2 anos (acho que é o que vai acontecer na Zona Sul do Rio, na Barra deve cair um pouco pois oferta é enorme), com juros de 10% ao ano, temos uma redução real de 20%, por baixo. Isto é muita coisa!
            Em outras palavras, o mercado pode se equilibrar sem haver estouro. Não creio que os grandes players deixarão isto ocorrer, dado a estrutura de oligopolio do setor. O importante é o comprador conseguir encontrar oportunidades neste mercado, que poderão surgir nos proximos anos. abs.

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          • Dan 30 de agosto de 2011 at 17:03

            O anonymous esta certo no ponto (1). Quase todas listadas em bolsa tem fluxo de caixa opercional negativo, ou seja, esse mito da folga de caixa cai por terra. O que tem segurado estas empresas sao as captacoes, IPO, ofertas de debentures e outras operacoes de mercado de capitais. Com a bolsa caindo e o apetite de risco do investidor estrangeiro reduzido, essas fontes de caixa vao secar. Acho que a RODOBENS eh a primeira a cair.. minha modesta opiniao. Vejam o site de RI deles e tirem as proprias conclusoes.

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  • Zoom 19 de agosto de 2011 at 11:14

    Sem criticar um órgão importante com FGV (Fundação Getúlio Vargas), mas dá para acreditar nos relatório que eles publicarão daqui para frente. Não sei se estou enganado, o governo controla tudo e ao meu ver, usará de recursos para enganar o povão.

    FGV foi usada para fraudar licitação na Agricultura

    O nome da FGV (Fundação Getúlio Vargas) foi usado indevidamente no ano passado para fraudar uma licitação do Ministério da Agricultura que terminou com a vitória da fundação mantenedora da PUC de São Paulo, informa reportagem de Andreza Matais e José Ernesto Credendio publicada na Folha desta sexta-feira.
    O contrato está no centro de um dos episódios que levaram nesta semana à queda do ministro Wagner Rossi (PMDB), que pediu demissão quarta-feira em meio a uma onda de denúncias de irregularidades no ministério.

    Nesta semana, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar as denúncias de suposta corrupção no ministério. Há suspeitas de direcionamento de licitação e pagamento de propina.

    No lugar de Rossi, o Planalto confirmou ontem a indicação do deputado gaúcho Mendes Ribeiro (PMDB-RS), indicado pelo seu partido.

    OUTRO LADO

    A Fundasp (Fundação São Paulo), mantenedora da PUC (Pontifícia Universidade Católica), informou por meio de nota que sua participação no processo de contratação seguiu todos os trâmites legais e que o serviço vem sendo prestado normalmente.

    O Ministério da Agricultura informou ter enviado toda a documentação do processo de licitação para a CGU (Controladoria-Geral da União).

    Além disso, a pasta afirmou, em nota, que pretende colaborar no inquérito da Polícia Federal para apurar suspeitas de irregularidades no contrato da Fundasp.

    fonte:www1.folha.uol.com.br/poder/962033-fgv-foi-usada-para-fraudar-licitacao-na-agricultura.shtml

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  • Jack Imóveis 19 de agosto de 2011 at 11:18

    Gostei muito desse vídeo sobre a bolha americana:

    http://www.youtube.com/watch?v=zz_yw0kq3MM&feature=related

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  • Lucas 19 de agosto de 2011 at 11:41

    Este aumento exorbitante dos imóveis está em descompasso com os outros itens da economia, ele esta inflando todos os índices que levam também em consideração moradia, a situação está a cada dia que passa mais insustentável, agora eu não sei se a bolha vai explodir ou os outros itens da economia vão ter aumentos em que se aproxime deste patamar.
    Fico com medo de que alguma coisa grave aconteça na economia como um todo, lembro logo da Argentina, eles vinham ao Brasil e faziam a festa, lotavam hotéis de luxo em Búzios, só que depois eles tiveram que pagar um preço caro demais, ou melhor, até hoje eles estão pagando este preço pelo milagre econômico.
    Lendo as postagens de várias pessoas nestes blog vejo que todos tem um nível intelectual altíssimo, e até concluo que a maioria possui rendimentos no topo da sociedade brasileira, daí pra entender como as coisas tomaram este rumo é difícil, sinto que alguma coisa vai acontecer e que esta situação é insustentável por muito tempo, só espero que a água não respingue nas pessoas que não participaram destes milagres.

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  • Pedro 19 de agosto de 2011 at 12:10

    Lucas,
    O preço da farra vai ser cobrado. E vai ser caro, porque a farra foi grande. Na verdade acho que somos a Argentina de ontem que você narrou e também seremos a Argentina de hoje quando a conta vier. O mesmo que você narrou dos Argentinos em Búzios, Rio, Nordeste se aplica hoje aos brasileiros em Buenos Aires, Punta Del Este, Montevidéo, Miami e Europa.

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    • olp 19 de agosto de 2011 at 13:00

      isso é.. ainda mais se compararmos a economia/empresas/arcabouço_institucional da argentina com as nossas..é questao de tempo

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  • Timbaleiro 25 de agosto de 2011 at 11:14

    Com certeza o Prof. Michel comprou um imóvel que está encalhado e viu na própria situação uma forma de lucrar! Picareta!!!

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