Vamos rir um pouco ?

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Comments
  • MrK 12 de agosto de 2011 at 18:14

    O CARA QUE FEZ ESSA RECOMENDAÇÃO MERECIA SER PRESO, ISSO É UM CRIME!!

    Com que argumento financeiro, matemático, lógico ou de bom senso ele recomenda 143% de upside pra uma empresa virtualmente falida?!?

    Eu cantei essa pedra do balanço da gafisa há meses, eu vinha dizendo em todos os posts “quero ver o balanco, quero ver o balanco”… depois que veio eles até tentaram maquiar, mas o mercado é esperto e não se enganou, PUNINDO as ações exemplarmente (queda de 6% num dia de ibovespa estável)

    ANOTEM E ME COBREM: Essa empresa terá uma solução a lá VARIG

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    • Murilo 31 de agosto de 2011 at 14:12

      Pois bem MrK, trabelhei alguns anos na gafisa e isso me faz concordar com sua opinião. Durante este período presenciei praticas que na verdade só serviam para enganar os acionistas. Na primeira semana de empresa cheguei a uma obra que estava em fase de terraplanagem e quando confrontei o andamento físico e financeiro da obra, notei que ela estava adiantada mais de três milhões no financeiro. até materiais de acabamento já haviam sido comprados. mas por que isso? a empresa tinha uma meta financeira que ela havia planejado e passado para os acionistas, com o atraso de varias obras esse volume de recursos não foram gastos. Ai eles simplesmente saem comprando tudo adiantado. no final das contas a empresa bate a meta e todos recebem uma farta quantia como bonificação no final do ano. Mas alguém poderia pensar: “Pelo menos eles seguraram o preço dos insumos visto que pagaram com quase dois anos de adiantamento”, (negocio arriscado esse heim), mas mesmo fazendo esta possível economia esse dinheiro na poupança teria rendido mais, até por que o governo acabava de anunciar um corte no IPI de vários materiais de construção, o que indicava que não haveria uma alta exorbitante. Mas já vi pessoas fazerem coisas piores para bater esta meta e conseguir sua bonificação. Ai vai mais uma. Toda obra tem um orçamento, o trabalho do dpto de suprimentos é fechar os contratos de serviço e material dentro deste orçamento, se assim fizer no final do ano tem direito a um bonus, nada mais justo, porem quando quando uma empresa ia fechar um contrato para por exemplo prestar serviços em uma obra de 20 pavimentos, e o orçamento dessa empresa ficava acima daquele que foi feito pela gafisa, o depto de suprimento para não perder sua bonificação, fazia o seguinte: “vamos fazer o contrato para 16 pavimentos o resto nós acertamos lá na frente”, resultado: meta orçamentaria a principio era batida, bonus garantido, e no futuro aditivo de contrato, mas isso era assunto de outro departamento. O que acontecia com o aditivo? Demorava meses para sair, pois era muita burrocracia, nesse tempo o prestador de serviço, ou bancava a obra (o que quase nunca acontecia) ou então parava ou reduzia o ritmo para poder aguentar a pagar os funcionários sem faturar, resultado: atraso na obra = cliente insatisfeito. Tem mais, uma obra quando é financiada com recursos da caixa, funciona da seguinte maneira, existe aquele orçamento que deve ser aprovado pela C.E.F. A construtora entra com um aporte inicial de 16% do valor desse orçamento e depois disso, todo mes um fiscal da caixa vai a obra fazer a medição dos serviços, depois se paga pelo que foi executado. isso significa que e uma obra de 20 milhoes, a construtora precisa de 3,2 mlhões, o que ela faz com os outros 16,8 milhoes? pode investir em outros empreendimentos, capacitação, maquinario, ou seja o que for melhor para a empresa. no caso da gafisa o financiamento da caixa existe, mas em nenhum momento os responsáveis por ele dentro da construtora foram atraz da caixa para fazer qualquer medição. desperdício de dinheiro na minha opinião. Gastaram uma quantia que não precisava ser gasta, pelo menos não naquele momento. Que empresa consegue se manter nno mercado dessa forma? Não sou especialista em mercado financeiro, mas a gestão da gafisa está totalmente equivocada. Não aconselho ninguém a comprar suas ações, muito menos seus imóveis, alias nem de suas aglomeradas Tenda e Alphavile. Quando a gafisa incorporou tenda, isso em 2009/2010 muitos dentro da empresa já falavam em falência e que a gafisa fez isso para tentar entrar em um mercado maior e escapar da falência, mas desse jeito acho que vai ser dificil.

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  • Anonymous 12 de agosto de 2011 at 18:16

    Será que o Santander andou emprestando dinheiro para pessoas que compraram imóveis dessas construtoras? É a única explicação, pois nenhum analista é tão burro assim.

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    • Luiz 12 de agosto de 2011 at 18:18

      se alguém quiser confirmar a suspeita dá uma goooglada aí em prime jaguaré.

      condominio imenso, encalhado

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      • Vailton 15 de agosto de 2011 at 01:28

        Luis, td jóia?
        Bom já que é para rir ouça essa. Minha namorada trabalha no moinho que fica do lado do Prime Jaguaré (veja o blog abaixo), o moinho realmente faz um barulho violento pois funciona 24 horas por dia e 7 dias por semana, o barulho é alto mesmo. O pessoal do moinho (gerentes, analistas, etc…) um dia saíram na hora do almoço e foram dar uma “sapeada” no estande de vendas da Prime Jaguaré que fica logo do lado… Chegando lá, entre outras coisas, o gerente de produção do moinho perguntou “poxa mase esse moinho aí do lado… faz muito barulho” , então o corretor respondeu ” rsrsr não se preucupe não pois o eles vão tirar o moinho daí” kkkkk os caras falaram ” pô cara, eu sou diretor daqui e nem sei disso” kkkk
        Por ai cara, você pode concluir que não dá pra acreditar em papo de corretor.

        http://primejaguare.blogspot.com/

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  • Luiz 12 de agosto de 2011 at 18:17

    esse santander eu conheço bem até d+.
    Eles tem interesse cruzado nisso aí.
    no jornalzinho que els distribume pros clientes eles não tem coragem de afirmar isso não.
    Esta aqui na minha mão “prudencia”, “cautela”, “vai demorar anos a recuperação”.
    Isso aí eles estão sugerindo rpa quem? para os não clientes?

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  • MrK 12 de agosto de 2011 at 18:23

    A TITULO DE CURIOSIDADE… lembra que comentei tem 3 dias que copacabana tinha batido 4.000 imoveis?

    Hoje já tem 4.109… subindo rápido heim?!?

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    • Bolha Imobiliária 12 de agosto de 2011 at 18:24

      Imoveis Curitiba. De 9400 apartamentos para 9478 em uma semana

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      • Glaucio 15 de agosto de 2011 at 13:22

        9495 apartamentos à venda hoje…

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  • Zoom 12 de agosto de 2011 at 18:27

    Pq a Gafisa e Cyrela demoraram e postaram os relatorio somente a noite?

    Nao foi isso q aconteceu ou estou blefando.

    heheheeeee

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  • Anonymous 12 de agosto de 2011 at 18:28

    Gafisa corre contra o tempo

    Fonte: Clipimobiliário/Empresas/IstoÉ Dinheiro, Rosenildo Gomes Ferreira

    Para os adeptos da cabala e de outras crenças que misturam religião e ciência, o número oito representa prosperidade e renovação. Pode se tratar apenas de uma coincidência, mas a diretoria da construtora paulista Gafisa escolheu exatamente o dia 8 de agosto para apresentar ao mercado financeiro seus números referentes ao segundo trimestre do ano. Trata-se de um momento especial para a direção da empresa: o encontro é visto como o marco zero da virada da companhia …

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    • me 12 de agosto de 2011 at 18:39

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  • doom 12 de agosto de 2011 at 21:57

    Aproveitando a deixa das estatísticas.
    Em apenas 1 site de busca de imóveis em Salvador:

    Apenas APARTAMENTOS, sem contar casas.
    Diferença 12 julho —– 12 de agosto:
    Total = 12.090 ——— 12.868
    1 milhão= 664 ——- 780

    Assim como muitos aqui, também deixo registrado que estou impressionado com a qualidade das discussões daqui do blog. A análise dos resultados divulgado pelas construtoras mostrou muito bem isso. Leigo como sou, não teria condições de interpertrar as informações. As previsões discutidas vem acontecendo numa velocidade impressionante.

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    • Carlos__ 13 de agosto de 2011 at 10:13

      Valeu pelos dados, assim vamos juntando as peças desse quebra-cabeças que já está começando a formar uma imagem mais clara. E haja milionários na Bahia hein? Será que são todos do PT e da família do ACM?

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  • doom 12 de agosto de 2011 at 21:58

    Total = 12.090 ——— 12.868
    1 milhão= 664 ——- 780

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  • doom 12 de agosto de 2011 at 21:59

    Faltou
    Menos que 500K = 9.444 ——– 9.866
    entre 500k e 1milhão= 1.982 ——- 2.222

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  • Glaucio 12 de agosto de 2011 at 23:51

    Parece que temos um superavit habitacional… hehehe
    Pois bem, já que um corretor disse que os preços aumentaram por causa da oferta e da procura, talvez essa mesma lei os faça despencar.

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  • Elias 13 de agosto de 2011 at 00:35

    Será que a GWI tinha muitas ações do setor de construção civil?

    Fundos da GWI são fechados para resgates (Estadão)
    Após ficar perto da insolvência com perda de 99% em apenas um fundo este mês, o BNY Mellon decidiu fechar todas as carteiras da gestora
    12 de agosto de 2011 | 20h 50

    http://economia.estadao.com.br/noticias/ae%20mercados,fundos-da-gwi-sao-fechados-para-resgates,80032,0.htm

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    • Anonymous 13 de agosto de 2011 at 11:42

      Parece que esse “BNY Mellon” é uma organização tupiniquim com nomes escritos em Ingles somente para enganar os miliotários.

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      • luiz 13 de agosto de 2011 at 15:13

        mais exatamente do rio de janeiro
        eles chegara a patrocinar um campeoanto de polo aquatico que eu ia particpar

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  • CARLOS WAGNER 13 de agosto de 2011 at 00:59

    Só pra agregar informações:

    Aqui em Taubaté, nas 2 ultimas semanas, os imoveis destinados a locação simplesmente evaporaram. No site de praticamente todas as imobiliarias a locação parece ser algo que não existe. Era normal voce encontrar pelo menos 10 aprtamentos e 10 casas para locação em qualquer imobiliaria. Agora, não se encontra nenhum, isso mesmo, nenhum.

    A oferta de imoveis para venda nao aumentou pelo que percebi, os imoveis a venda ainda são os mesmos encalhados e apenas um ou outro repasse com titulo de “urgente – motivo mudança de cidade”,

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    • Paulo Rocha 13 de agosto de 2011 at 06:09

      É o pessoal querendo vender no topo. O problema é que exigem um preco absurdo, então vão ficar com os imóveis incalhados. Como o pessoal já menciou aqui neste site cada agência imobiliaria vende em média 0,3 imóveis/mes (em São Paulo). Ou seja, o único jeito dessas agências conseguirem rodar é atravez das comicões de aluguel. Com cada vez em imóveis para alugar e tudo sendo posto a venda para ficar encalhado durante os próximos meses/anos a situacão vai ficar uma “maravilha” para com trabalha com imóveis. rsrs

      Quem for experto da um “descontinho” e vende para o um trouxa que comprar antes do desabamento de precos…..

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      • ana 26 de agosto de 2011 at 10:09

        Paulo, quero tua opnião. Aqui em São Paulo, bairro Vila Leopoldina, um apartamento de 77metros estão vendendo entre 450 a 500 mil reais, um absurdo. Você acha mesmo que os preços vão dispencar? pergunto, porque vivo falando isso para meu marido, mas o que estamos vendo, desde que começamos a procurar é um aumento de 80.000,00 no tipo de apartamento 3 dormitorios com 85 metros. Por favor, me ajude para que eu possa por alguma coisa na cabeça do meu marido que está desesperado e quer comprar mesmo que com isso tenhamos que entrar num financiamento.

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    • Carlos__ 13 de agosto de 2011 at 09:39

      A bolha cria pressão dupla sobre os alugueis. De um lado o cara que tem para alugar coloca para vender porque vê os preços em seus picos históricos. De outro pessoas que comprariam não tem mais como comprar, e partem para o aluguel. E mesmo com a oferta caindo e a procura aumentando, os alugueis não acompanham o aumento do preço dos imóveis.

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      • MrK 13 de agosto de 2011 at 11:04

        excelente seu ponto carlos__, aqui no Rio dizem que o aluguel ter subido é prova do aumento da renda (claro que subiu muito menos que o preço dos imoveis), mas eu sempre disse que o aumento do aluguel era muito influenciado pela falta de Aps pra alugar, já que todo mundo tá tirando o inquilino pra vender… e a prova disso é no ZAP, afinal, esses aps que surgem todos os dias pra vender com certeza tinha alguém morando dentro!

        copacabana já bateu 4.167 hahaha

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        • Fernando 2 de setembro de 2011 at 09:06

          Isso aconteceu comigo. Eu e meus irmãos somos do interior e morávamos, a uns três anos, de aluguel aqui em Salvador. Com a valorização imobiliária o dono do apartamento pôs ele à venda e nós tivemos que sair para comprar outro. Compramos um outro apartamento, acredito, muito sobrevalorizado e desde aquela época eu já vinha ouvindo falar de bolha…

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    • Tales 13 de agosto de 2011 at 11:10

      Carlos,

      Aqui em BH os aptos pra aluguel estão sumindo. Mas os pra vender só estão aumentando.

      Acho q chegamos ao topo e todo mundo quer vender agora. Daí acho q o preço pra venda vai começar a cair.

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      • zé da silva 13 de agosto de 2011 at 15:15

        Rio, BH, Taubaté, Rib Preto, muito imovel na mão de poucos
        A oiras cidades não sei
        SP capital é bem diversificado, talvez por isso aqui não descolou tanto

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  • Adriano 13 de agosto de 2011 at 07:19

    Se lembram do nome do analista que recomendava direta compra das ações de tecnologia antes da quebra em 1999 e acabou sendo preso porque internamente e para colegas do setor descobriram vários emails recomendando o contrário? Pois é, mas aqui no Brasil isso não acontece. Estão malucos para realizar suas posições em ações e se possível securitizar suas carteiras de imóveis. Sabem que não tem mais volta, a máscara dos “imóveis” (valorização infinita, o aluguel paga a prestação, etc) caiu e estão tentando pegar os últimos trouxas do mercado para reduzir prejuízos.

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  • RT 13 de agosto de 2011 at 09:15

    Tem um aspecto sobre a bolha que anda me intrigando.

    Ultimamente, quando querem refutar a existência de bolha, os “especialistas” alegam que o crédito imobiliário brasileiro é “seguro e rigoroso”, e que “representa uma fatia bem menor do PIB que era nos EUA”.

    A meu ver, tudo isso é verdade, mas não tem nada a ver com o que se discute por aqui… estão simplesmente jogando dados para desviar o assunto…

    Pois não acho que nossa bolha seja “de crédito”, mas sim, “de preço”! Mesmo com crédito de qualidade e tudo o mais, não adianta você botar preços absurdos, com cujas prestações os potenciais compradores não podem arcar.

    Faz pouco tempo, um colega fez umas contas aqui para mostrar que quem quiser financiar um apartamento de 400k precisa ter 12k de renda mensal… ou seja, tem que ter uma renda bem alta para comprar um apartamento velho e pequeno no Rio… a meu ver, a bolha está nesse ponto, no fato de que os preços estão além da capacidade do comprador…

    Mas sempre que confrontados com esses dados, os caras desviam para o “rigor do crédito brasileiro”, para “fatia pequena do PIB”… só eu que acho isso?

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    • Carlos__ 13 de agosto de 2011 at 09:54

      RT, você tocou em um ponto muito importante. Realmente isso acontece o tempo todo e o fato dos jornalistas não questionarem essas respostas mostram o baixo nível do jornalismo e a imprensa chapa branca que temos por aí.

      As pessoas confundem as causas com os efeitos. Não foi a crise do subprime que estorou a bolha americana. Foi o estouro da bolha que causou a crise do subprime.

      Primeiro os preços chegaram a pontos absurdos, onde ninguém mais conseguia ou queria comprar. Então os preços caíram um pouco e o encantamento dos imóveis que valorizam eternamente se quebrou. Quem tinha para vender, viu que a hora era essa. Quem queria comprar, pela primeira vez viu que valia a pena esperar mais um pouco, os preços não iam subir no dia seguinte, mas possivelmente cair. Quem comprava para revender com lucro viu que era hora de sair do mercado. Os preços foram caindo com mais força e só meses depois do início da queda as pessoas pararam de pagar suas hipotecas, vendo que deviam mais do que o valor casa.

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      • MrK 13 de agosto de 2011 at 11:13

        Primeiramente parabéns ao Carlos___ a sua colocação foi perfeita: “Não foi a crise do subprime que estorou a bolha americana. Foi o estouro da bolha que causou a crise do subprime.”

        Tenho 2 pontos sobre o bom tema levantado:

        1- Não foque tanto no tamanho do crédito e sim NA VELOCIDADE com que o mesmo cresceu, o ponto meus amigos, é que o crédito cresceu violentamente de 2008 pra cá, mais rápido do que a industria consegue prover novos imoveis, é como se voce tivesse X de dinheiro pra Y apartamentos no mercado, se agora voce tem 5X , deveria ter 5Y pra manter os preços, mas como apartamento leva 3 ou 4 anos pra ficar pronto, você teve os 5X mas os mesmos Y de antes e isso gera inflação.

        Lembro que o crédito imobiliario veio de algo como 5bi pra 50bi em alguns anos, por acaso o número de apartamentos multiplicou por 10 nesse período? claro que não

        Agora, esse desequilibrio é temporário, primeiro porque o crédito está secando e os novos compradores não terão toda essa disponibilidade de grana nas mãos, segundo porque os especuladores estão perdendo o interesse de surfar nessa onda e terceiro porque as construtoras estão correndo atrás de fazer o 5Y, e muitos imoveis comecam a chegar ao mercado…

        2- Lembre-se que os usados subiram de preço reajustando em comparação aos novos, e lembre-se que nos novos (na planta) o pessoal paga algo como 20% do imóvel a construtora e muitas vezes sem nem comprovar renda, o que quero dizer é: TEM MUITA GENTE que comprou imovel novo que NÃO TEM condições de arcar com o financiamento cheio (100%) do mesmo, isso tem exatamente o mesmo efeito de um crédito mal dado no mercado!

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        • JPM 14 de agosto de 2011 at 00:08

          E aproveitando o raciocínio, dentro dos próximos 6 a 18 meses (pelo menos nas regiões onde tenho visto) devem começar as entregas de MUITOS imóveis. E aí, teremos “10y” de imóveis no mercado.
          Nos EUA, como foi dito por vários colegas, a bolha imobiliária causou a crise do subprime. E a bolha imobiliária lá acabou estourando por saturação do mercado. Eles tinham fôlego para continuar oferecendo crédito por mais tempo, e absorver um pouco mais de aumento de preços. Mas tanta gente começou a investir em construir imóveis para vender, que o mercado ficou muito saturado e o tempo para vender os imóveis cresceu. Como lá eles conseguiam empréstimos para começar a pagar em 1 ano, ou com juros bem baixos no início, o negócio bom era vender antes de arcar com muitos custos.
          Com o tempo para vender aumentando, quem ficava apertado começou a dar descontos. Os descontos foram crescendo, até não serem suficientes para quitar os financiamentos. Quando era uma hipoteca, o banco tomava o imóvel do devedor, mas como os preços estavam em queda, os imóveis retomados eram vendidos abaixo do valor que “garantiam”, dando prejuízo ao banco (!!!) e …. Crise do Subprime!!!
          Só que os bancos haviam feito seguros e vendido papéis dessas dívidas. Quebrando as seguradoras e dividindo o prejuízo com bancos do mundo todo.
          Aqui quem vai quebrar são os “investidores” e alguma construtora que eventualmente fique com os “micos” na mão, já que nosso crédito não é tão baseado em hipotecas. Lá (EUA) as pessoas entregavam a casa em garantia e ficavam sem as dívidas. Aqui as pessoas não se livrarão delas tão fácil, ficando “com o nome sujo” por anos a fio.

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    • Adriano 13 de agosto de 2011 at 10:13

      certíssimo!!! além disso a comparação “PIB x crédito” do Brasil com países tipo os EUA é ridícula e eles sabem disso. Se o crédito tivesse a mesma proporção de países como os EUA, o Brasil já tinha quebrado há MUIIIIIIITOOOO tempo. Os juros no Brasil torna MATEMATICAMENTE IMPOSSÍVEL ter a proporção de crédito como nos EUA q têm juros anual de 2, 3, 4% para o mutuário. Só ficam repetindo isso, porque a maioria das pessoas não entende nada de economia (ou mesmo matemática) e querem acreditar na mentira.

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    • Anonymous 13 de agosto de 2011 at 11:51

      RT,

      Eu sempre achei que todas as bolhas do mundo explodem pela mesma e única causa imediata – as pessoas param de pagar as prestações. Atrás dessa causa imediata podem existir causas subjacentes de natureza diferentes. Por exemplo, nos EUA muitas pessoas perderam o emprego e depois disso deixaram de pagar as prestações. Na Banânia a causa subjacente será a maior taxa de juros do mundo, pois seja qual for o rigor dos bancos, o salários das pessoas não vai subir o suficiente para acompanhar o aumento das prestações.

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      • xyz 13 de agosto de 2011 at 12:21

        Concordo.

        A economia brasileira tem três grandes motores: (1) construção civil; (2) exportação de matéria-prima e alimentos para a china e outros (3) setor público que está se endividando fortemente em benefício de algumas grandes empresas e de seus próprios agentes, através de altos salários e especialmente da corrupção.

        Esses setores acabaram alavancando o restante da economia e provocando um boom no mercado de trabalho, que praticamente está em pleno emprego (exceto na camada sem qualificação).

        Acho que o juros não é tão importante, pois nem subiu para grande parte do crédito mobiliário e aparentemente vai começar a baixar.

        Portanto, um termômetro crucial do estouro da bolha é a taxa de emprego.

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      • MrK 13 de agosto de 2011 at 13:52

        amigo Anonymous, eu gostaria de adicionar uma visão a isso: Pense que um monte de gente que comprou na planta, o fez unica e exclusivamente pra revender nas chaves com lucro, são pessoas que não querem o imóvel e nem tem como arcar as prestações cheias.

        A questão é que comprar na planta é mole, voce paga um % baixo do apartamento, negocia com a construtoras e nem prova renda… agora, financiar o Ap. pronto com um banco, aí amigo, é ooooutra história, só isso deixará muita gente precisando vender o apartamento ao preço que for!

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        • Anonymous 13 de agosto de 2011 at 14:39

          MrK,

          Concordo plenamente com o seu mode de entender o que está acontecendo pois acredito que não existe renda para sustentar esses preços. A minha colocação foi no sentido de que AINDA que existisse renda, ela seria corroida pela defasagem dos salários e a bolha acabaria estourando. Ou então todo mundo virou “jovem empresário” ai na Banânia e eu não estou sabendo.

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        • Anonymous 13 de agosto de 2011 at 14:44

          MrK,

          O “jovem empresário” é aquele pessoa de classe média que financia um apartamento em 5 anos, mas acaba pagando em 3 anos, conforme nos ensinou um visitante ocasional desse forum 😉

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          • luiz 13 de agosto de 2011 at 15:11

            esse aí sumiu
            devem estar revendo estratégia, temos que pensar na frente deles.

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  • Zoom 13 de agosto de 2011 at 12:54

    Materia na Folha de Hoje, Sabadao.

    Os caras nao querem dar o “braco a torcer”.

    Cada flash um desculpa, heheheeee

    Qual sera a proxima desculpa, alguem sabe?

    Venda de imóvel despenca no 1º semestre Balanços divulgados por algumas das maiores construtoras mostram queda de até 26% de unidades negociadas Por valorização imobiliária, volume com vendas não caiu; companhias defendem “demanda sustentável” CAROLINA MATOS DE SÃO PAULO Algumas das maiores construtoras do país venderam menos imóveis novos no primeiro semestre deste ano que no mesmo período de 2010. É o que mostram os balanços das empresas divulgados nesta semana. A Rossi foi a que teve o maior percentual de redução (26%), seguida por Gafisa (22,1%), Cyrela (10,6%) e MRV (0,6%). A Tecnisa não informou os dados referentes a número de unidades. Ontem, as ações da Rossi, Gafisa e Cyrela lideraram as baixas do Ibovespa, o principal índice da Bolsa do país. Por causa da valorização imobiliária dos últimos 12 meses -que fez o preço do m² novo em bairros como Perdizes, zona oeste de SP, saltar 65%-, essa queda de unidades comercializadas não representou, para as companhias, redução do valor das vendas contratadas. Mas é sinal de que a explosão imobiliária perdeu ritmo. Reportagem da Folha mostrou, em julho, a diminuição da velocidade de venda de lançamentos residenciais em estandes montados em diversos bairros. Agora, o número menor de negociações aparece nos resultados financeiros das construtoras. “Já imaginávamos essa queda”, disse José Florêncio Rodrigues Neto, vice- presidente financeiro da Cyrela. “Mas é preciso considerar que o 1º semestre costuma ser mais fraco. Além disso, nosso objetivo é crescer de forma sustentável. O ritmo de expansão dos últimos anos não deve mesmo se manter.” João Crestana, presidente do Secovi (Sindicato da Habitação), aposta em uma “estabilidade de vendas” daqui para a frente, com o mercado mais acomodado. ANO ATÍPICO “Chegamos a uma ‘velocidade de cruzeiro’, voltando a índices históricos de venda -com até 30% do empreendimento total comercializado no 1º mês de lançamento e o restante vendido a um ritmo de 10% ao mês”, diz. “O ano passado foi atípico, com uma demanda muito reprimida que resultou em vendas aceleradas”, completa. Mas Ricardo Almeida, professor de mercados financeiros e avaliação de empresas do Insper, diz que “não se deve ter a falsa impressão de que o mercado brasileiro está saturado”. Na avaliação de Almeida, há faixas de renda e regiões -como classes C e D e Nordeste e Centro-Oeste- ainda com grande demanda. “E, considerando que não estamos vendo retração do crédito imobiliário, esses são nichos a serem explorados, desde que as construtoras se estruturem para isso.” Essa análise pode ajudar a explicar por que a MRV, focada no segmento de residências econômicas, do Minha Casa, Minha Vida, teve uma queda de unidades vendidas bem mais suave que a concorrência (apenas 0,6%).
    Fonte. Folha

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    • CARLOS WAGNER 13 de agosto de 2011 at 13:22

      As inumeras reportagens negando a bolha imobiliaria divulgadas ultimamente seriam o suficiente para me fazer ficar temeroso se tivesse investido no mercado imobiliario no ano passado, afinal onde há fumaça, há fogo.

      Hoje, com esse alardeamento, imagino que muitas familias gostariam de pular fora, mas a realidade é que não podem, pois investiram tudo no sonho da casa propria e estão atreladas a constratos com as construtoras. Já os especuladores enfrentam um momento de muita reflexão, a perda de dinheiro é inevitavel, o momento é de decidir quanto estão dispostos a perder caso arrisquem em manter seus investimentos.

      Acredito que os unicos que ainda podem sair ilesos são os acionistas, que serão os grandes resposaveis pelo golpe final nesse mercado.

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      • Adriano 13 de agosto de 2011 at 13:50

        “Já os especuladores enfrentam um momento de muita reflexão, a perda de dinheiro é inevitavel, o momento é de decidir quanto estão dispostos a perder caso arrisquem em manter seus investimentos.”
        Realmente. pq como comprou para especular, continuar no mercado pode significar mais perda. Esses devem sair em debandada.

        Entretanto, mesmo os que compraram para morar como único imóvel começaram a acordar. Exemplo: 2 amigas minhas do trabalho que compraram ano passado (GAFISA), no auge da bolha, estão fazendo de tudo para passar as prestações do imóvel em construção (que está bem atrasado) para outro, e não conseguem. Perceberam depois de 01 que não há como manter o padrão de endividamento que iniciaram. Como até ano passado muitos acreditavam que o preço do imóvel continuaria subindo, ela achou que seria fácil passar caso não aguentasse as prestações. O sonho delas se transformou em pesadelo. Não conseguem literalmente dormir direito. Uma chegou ao ponto de, para pagar uma intermediária, pegar empréstimo com financeira.

        Mas as construtoras não dão o braço a torcer. Nem vão dar nunca. Só se quebrarem.

        0
        • MrK 13 de agosto de 2011 at 13:54

          PERFEITO ADRIANO, isso que tenho digo:

          A questão é que comprar na planta é mole, voce paga um % baixo do apartamento, negocia com a construtoras e nem prova renda… agora, financiar o apartamento pronto na entrega das chaves com um banco, aí amigo, é ooooutra história, só isso deixará muita gente precisando vender o apartamento ao preço que for!

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          • MrK 13 de agosto de 2011 at 13:55

            *corrigindo: isso que tenho dito

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          • CARLOS WAGNER 13 de agosto de 2011 at 14:08

            Só depois que comecei a frenquentar o blog é que descobri uma coisa muito importante que me fez desistir, por hora, de entrar no mercado imobiliario, mesmo que fosse com o fim de moradia. Descobri que, apesar de voce comprar um apartamento X por 150 mil, dar entrada, pagar prestações e intemediarias até a entrega das chaves, o saldo devedor é reajustado.

            Quando eu estava procurando ap para comprar, todos os corretores me diziam que eu financiaria somente a diferença entre o avlor pago até as chaves e o saldo devedor que seria fixo. Eu tenho renda de 5 mil e a caixa libera para mim apenas 130 mil. Se o saldo devedor fosse maior que isso na entrega das chaves eu estaria lascado e é exatamente isso que tenho visto acontecer com mutas pessoas.

            Acho que muitos outros casos surgirão quando da entrega das chaves os mutuarios se depararem com saldos que estrapolam suas capacidades de adquirir credito junto às instituições financeiras.

            A verdade é que os proprios protagonista (corretores) condenaram o mercado, pois eles fazem qquer coisa pra venderem, se haver problemas depois, é outra estoria.

            0
        • Carlos__ 13 de agosto de 2011 at 14:56

          “Uma chegou ao ponto de, para pagar uma intermediária, pegar empréstimo com financeira.”

          Emprestimo na financeira? Essa faliu!

          0
    • Carlos__ 13 de agosto de 2011 at 16:20

      “Classe D com grande demanda”.

      Para quem não sabe o que no Brasil é chamado de “classe D” em todos os países civilizados do mundo é considerado ABAIXO da linha de pobreza. Nesses países existir uma família com uma renda mensal tão baixa é considerado um problema social sério. Nesses países os preços de tudo, incluindo alimento, roupa e moradia, não estão muito acima dos preços atuais brasileiros não, pelo contrário, estão muitas vezes mais baratos.

      Aqui querem arrancar os poucos centavos que esse pessoal tem, transformando esse mundo de miseráveis em mercado consumidor alvo das empresas. O investimento correto seria em educação, pois sem isso não vai acontecer nenhum milagre.

      Vejam essa matéria, já tem 1 ano mas nada mudou nos delírios do pessoal que quer vender passagens aéreas, motos, carros e computadores, pelo maior juros do mundo, para um pessoal que não ganha nem para comer direito:
      http://www.mundodomarketing.com.br/16,13376,classe-d-e-a-bola-da-vez.htm

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 09:59

        A classe D ganha pouco mais de 1 S.M e representa 25% da população da RMSP, 5 milhões de pessoas. Abaixo deles vem a classe E, em situação de extrema pobreza, 1/2 s.m. 5% da RMSP (1 milhão de hab). É muita gente.

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  • MrK 13 de agosto de 2011 at 14:06

    FINAL DO ANO PASSADO

    eu vi uma palestra de um economista que previu que o preço dos imoveis iria subir entre 20% e 30% ao ano, pelos próximos 5 anos, em funçao do “crescimento da renda e do país”, eu gostaria muito de entrevista-lo hoje, na época isso foi usado abeça por corretores e pessoal de construtora… alias o Ricardo Amorim é um dos que disse algo nessa natureza, de que era sustentável e não tinha bolha alguma, e ai Ricardão, vai manter a aposta?

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    • RT 13 de agosto de 2011 at 14:22

      Pior é que se você conseguisse entrevistá-lo hoje, ele reiteraria o que falou… diria que “é normal que os resultados do 1o semestre sejam mais fracos, mas que sejam corrigidos no segundo”.

      Como ressaltei em outro post… alguém do Creci-SP disse que “os descontos nos preços de usados não podem ser considerados uma tendência”, e que a “tendência daqui para a frente é uma diminuição na velocidade de aumento dos preços”… ou seja, mesmo com as vendas ESTAGNADAS ou EM QUEDA, ele AINDA VÊ ESPAÇO PARA OS PREÇOS CONTINUAREM SUBINDO… só o “ritmo” é que vai diminuir…

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      • Zoom 13 de agosto de 2011 at 16:25

        Brother, eu to ouvindo isso do Pestana Secov de que o segundo semestre vai ser melhor por causa do carnaval, feriado prolongado e mais umas coisas que eles inventam. Isso se chama sazonalidadementeseila. heheheeeee

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        • Zoom 13 de agosto de 2011 at 16:28

          Ops…..
          Reexplicacdo, devido os feriado no primeiro semestre, foi por isso que diminuiram as vendas e no segundo sera melhor por certos fatores.

          heheheheee, entendeu, nem eu. hahahahahaha

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  • Ana 13 de agosto de 2011 at 14:36

    Cotação das Bolsas – Fonte Época Negócios:

    IBOVESPA 0.24 53473 pts
    maiores altas em %
    Usiminas PNA N1 (VST) +9.34
    Gerdau Met PN N1 (VST) +6.98
    Tam S_a PN N2 (VST) +5.78
    Ccr Sa ON NM (VST) +4.95
    Gerdau PN N1 (VST) +4.76
    maiores baixas em %
    Rossi Resid ON NM (VST) -6.07
    Usiminas ON N1 (VST) -6.07
    Gafisa ON NM (VST) -5.98
    Cyrela Realt ON NM (VST) -5.66
    Eletropaulo PN ED N2 (VST) -5.26

    Fonte: CMA

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    • Ana 13 de agosto de 2011 at 14:39

      O que nos alerta, é o fato de que das maiores baixas três são construtoras.

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      • luiz 13 de agosto de 2011 at 15:10

        São 5 ou 6 entre as 10 maiores baixas

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  • luiz 13 de agosto de 2011 at 15:08

    Prezados Ano, annibal e Adriao, quero juntar oq vcs falaram num tópico.

    1. Primeiro lugar, a populaçõ não recebe pib per capita, recebe salário.
    Pib te subido com os minerios, petroleo, agronegocio, avião, … e isso quase nadatem a ver com imóvel
    2. A renda tem subido acima da inflação, mas só de quem recebe no max 3 salários minimos, renda esta se achatando.

    Dito isso, qual a estratégia das imoliarias e construtoras pra salgar o preço do ercado de forma irreal?

    Acredito que o prox passo deles é começar a esconder boi no pasto, esconder os imovis pra alugar, jogada ensaiada, ao mesmo tempo que entar empurrar custo de inflação pro comprador. Eles não falam que INCC é indice de inflação, mas só uma correção e custos, jogam com as palavras.

    A contra-estratégia é negociar com os que vão perdendo folego primeiro, pesquisar muito e negociar descontos altos. UM a um eles vão cair, assim como no Rio e Taubaté o imóve émpraticamente cartelizado na mão de grupos be organzados, o jogo ficamais difícil,serão os ultimos lugares onde a bolha explode. Acredito que SP será dos primeiros devido ao tamanho e complexidade do mercado

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  • Duda 13 de agosto de 2011 at 17:05

    Inacreditavel. Será que alguém pode ser tão ingenuo de comprar? As coisas estão fugindo da legalidade. Isso só pode ser chamado de golpe.

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    • Duda 13 de agosto de 2011 at 17:14

      Já foi escrito pelo Bolha acima: se banco recomenda comprar, significa que é hora de vender… e bem rápido. Temos uma enorme turbulencia internacional pela frente, e os paises e bancos centrais chegam com a munição esgotada para dete-la. Teremos uma descida de uns 30% nas bolsas do mundo todo, nas proximas semanas. Para quem quiser aprofundar:

      2v2v2v.cotizalia.com/lleno-energia/2011/semana-panico-decada-borrachera-resaca-20110813-5906.html

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      • Duda 13 de agosto de 2011 at 17:37

        Passei pelo Google, pois o original está em espanhol:

        Cuidado com o mercado acionário em queda considerado como uma anomalia injustificada em agosto e do aumento nos últimos dois dias como “um retorno à normalidade.” Ouvimos todos os tipos de explicações para o declínio nos preços, mas coincidentemente o mais importante é mais doloroso.

        Entre 1 e 11 de agosto, de acordo com a Merrill Lynch e Goldman Sachs, realizou-se uma venda sistemática de US $ 20.000 milhões em ações. Desse total, $ 16.500 milhões não foram os fundos de hedge “do mal”, ou máquinas robóticas ou histórias, mas fundos de pensão e instituições: o ‘long only’, o termo do prazo. Aqueles que adoram conquistar os nossos executivos. Tchau.

        Agora os nossos reguladores decidem proibir posições vendidas de curto prazo. Parabéns. Deixe a culpa para o restaurante de comida ruim para o cliente. Nós não aprendemos. Estamos repetindo o ano de 2008, passo a passo. Nesse ano foi assim, após um aumento de 7%, levou a um colapso de 30%. Porque então as vendas realmente começaram. Se os fundamentos não são bons, pode fazer o que eles querem mas eles não podem impedir que o preço caia. Uma vez que eles não podem vender-mais-se-ia falhar, procure por “outras medidas” para gerar a calma, as únicas medidas que criam maior pânico depois.

        Governos são obcecados com a controlar o movimento do mercado, seja através da intervenção sobre as leis de títulos de dívida ou de impostos. E desesperadamente querem ser ativos apreciado. Por quê? Porque uma grande parte da dívida privada em risco vem se os valores mobiliários listados caiu de 30-40% e geraria um novo problema no balanço de “empréstimos não cumpridos” (prestamosde duvidosa) das instituições financeiras, que precisam desesperadamente para refinanciar a bola de neve da dívida.

        Mas o efeito dessas injeções de dívida na economia está encolhendo porque o problema real, a dívida do sistema e baixo crescimento, aumenta e ninguém interessado em implementar medidas para incentivar a criação e crescimento das empresas, porque eles são muito programas de longo prazo os gastos são feitos nas próximas eleições.

        Assim, em uma economia doente, soluções como estas que estão apenas dando álcool para o bêbado não ajuda, mas também seu efeito imediato é dissipado mais rápido e mais rápido porque a cirrose está piorando.

        O futuro não é o que era, como o grande compositor Jim Steinman (“Não é o que costumava thefuture To Be”). Esse é o problema. O que dizemos nesta coluna há dois anos. Previsões do PIB a partir de os EUA ea Zona Euro, em particular, são inflados.

        France emitiu ontem um crescimento do PIB zero no segundo trimestre, uma contração da Grécia não menos de 6,9%, Espanha caminho do ‘crescimento zero’, Itália, bem, ea lista continua. Vários bancos tiveram de rever suas estimativas de crescimento do PIB para a zona euro no segundo semestre de 2011 para +0,1% (de 0,4% anteriormente).

        É um dreno lento, mas inexorável, que leva a um ponto difícil de explicar politicamente depois de um aumento da dívida e do gasto público “para reativar a economia” de 6-7% anualmente, 14% anualmente os EUA. Crescimento zero e estagflação.

        É curioso que em 2012 nós ainda esperamos um crescimento do PIB na zona do euro de 1,1% para 1,6%. E amigos, isso é impossível em um ambiente em que a dívida continua sufocando a economia e em que os governos têm de impor medidas de contenção de custos muito mais agressivo.

        Como pagar a dívida sem crescimento

        Como disse o líder da oposição italiana, Bersani, Berlusconi quando este culpou os especuladores: “Há especulações de investidores estão perguntando algo completamente legítima:. Como você vai pagar sua dívida deste país se ele é incapaz de crescer? ”

        Mas o problema revisar para baixo estimativas de crescimento não seria tão se não fosse desperdiçar o dinheiro injetado na economia para criar mais dívidas e, por outro lado, nenhuma melhora no PIB. Isto é o que é chamado de modelo de saturação da Dívida.

        Quando a economia está doente, investir seletivamente e de forma adequada em áreas de alta produtividade gera um efeito positivo, mas este efeito diminui rapidamente, uma vez que os abusos a fórmula. E o menino foi abusado. De acordo com Roubini, 78% do dinheiro gasto com os pacotes chamados de estímulo implementado na Europa não produziu qualquer melhoria no PIB. Ao investir em áreasde baixa produtividade, os aeroportos são fantasmas, frontões ponte não utilizados ou duplicadas, e muito menos para resgatar países à falência, o aumento da dívida ea solvência do sistema sofre porque não gera receita para o Estado ou o crescimento.

        E aqui está o porquê o estoque caiu. Se o PIB está estagnado, não dívida puedere-pago, a dívida aumenta, e as medidas de ajuste deve ser mais grave. E os valores caem porque o prêmio de risco para o estoque aumenta. Mas desta vez, ao contrário de 2007, as armas dos Estados de “intervir” os mercados são mais baixos. Em seguida, as taxas de juros eram de 5% (hoje quase zero), a economia ainda cresceu (agora) e da dívida foi muito menor.

        E aqui vêm os bancos. Desde a semana passada, discutimos o problema das estimativas otimistas.

        Os governos europeus têm ignorado o efeito da dívida do governo tem sobre o crédito privado ea economia real

        Enquanto a União Européia estava se esforçando para apagar o fogo de falência grega e da dívida dos países periféricos, o efeito multiplicador de risco estava em movimento. Na verdade, a solução de problemas de dívida com mais dívida (dependente de heroína) e convencer-se de que sua dívida em relação ao PIB não foi tão alto quanto os EUA e histórias semelhantes têm acelerado a redução da liquidez disponível para economia real no sistema bancário. Ou seja, enquanto o bolo do PIB foi reduzida, passamos de um problema de solvência de um problema de liquidez possível.

        Se notar também que, de acordo com Financial Times, os bancos europeus têm, na maioria dos casos, mais de 100% do seu capital básico de capital (core capital) em dívida soberana, então o risco na balança bancos é que, a menos que os países tomem medidas urgentes para reduzir sua dívida total, os bancos terão de levar mais suprimentos e de liquidez disponível no sistema será menor.

        E esse efeito é passado para as empresas, os seus custos de financiamento e, portanto, a sua valorização no mercado de ações, porque o custo de capital (WACC) sobe. Alguém se lembra que em novembro de 2008 e março de 2009 algumas empresas muito sólidas grande e teve de refinanciar a 320-360 pontos base acima da falta média (midswaps) de liquidez no sistema causado pelo enorme bola de dívida soberana?

        Se 100% do “core capital” Societe Generale é soberano e por qualquer motivo, há um novo problema de liquidez, pode ter um impacto imediato sobre a economia real (empréstimos de culturas, “encolher de empréstimo”) e sociedades financeiras France. Na Itália, UniCredit está 121% no Intesa 121% na Espanha entre 76% e 120% … e isso é assumindo que todos temos necessidades urgentes de refinanciamento abrange os Estados europeus, em excesso de 250 mil milhões de curto e médio prazo.

        Devemos reduzir a espiral de dívida

        Além disso, o talão de cheques do Banco Central Europeu não é tão grande e em qualquer caso, tais verificações vão pagar a economia real e os cortes nos impostos e famílias. Em julho, os bancos espanhóis aumentou o uso de linhas do BCE em 10% para € 52.000 milhões, o bancário italiano aumentou de 95% para € 80.000 milhões, a França seguiu o exemplo em € 2300 milhões. O bolo é reduzida ea capacidade de apagarfuegos termina.

        Culpamos a queda dos mercados que querem, mas para os comentários sobre os especuladores que inundou-nos, eu tenho alguns comentários:

        – Quem é mais especulativo do que o governo que fornece estimativas do PIB e os déficits que são conhecidos por não cumprir?

        – Quem pode afirmar compromissos de investimento no longo prazo, quando todas as decisões políticas tomadas são para o curto prazo?

        – Como você vai resolver a bola de neve da dívida na Europa quando os agentes afirmam que os gastos mais social e, portanto, mais dívida?

        Um ano atrás, em meu artigo “Quebrando o mito do longo prazo”, disse que alguns pontos eu acho que vale a pena recordar hoje, porque são relevantes novamente:

        “O mercado está desconfiado do ambiente macroeconômico, seguindo contínua revisões em baixa das previsões de crescimento e mudanças para aumentar o déficit dos países da zona euro, e sem um ambiente claro que promove o crescimento econômico. Por outro lado, não confia as estimativas de renda e estrutura de balanço de empresas, grandes ou fortes eles são. ”

        Na Europa, no segundo trimestre, de acordo com a Bloomberg, mais de 48% das empresas têm ajustado ou resultados abaixo do esperado, mas mais importante é que a maioria (80%) reviu para baixo ou evitado comentar sobre suas perspectivas futuras. 35% cortaram dividendos. E o pior, 86% das empresas que informaram não ter melhorado a sua dívida através de caixa livre. Apenas através de alienações. Portanto, se o problema da dívida soberana se espalha sobre os bancos, as empresas podem sofrer outro liquidez inverno negro a partir de 2008.

        Como disse anteriormente pico Anoy, o mercado atual é “um mau investimento e uma boa aposta.” O investidor tem uma visibilidade muito pouco para as decisões de longo prazo. E que faz com que o prêmio aumenta a volatilidade eo risco para um valor.

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  • Anonymous 13 de agosto de 2011 at 17:19

    Mais uma bobagem das grandes, dessa vez proferida por uma brasileira que trabalha no Brasil para o NY Times. Segundo a “moça”, o preço dos imóveis COMERCIAIS no Rio de Janeiro superam os de New York PORQUE muitos estrangeiros (jovens executivos diria um visitante ocasional desse forum) estão se MUDANDO justamente para o Rio. Estariam atrás de SEGURANÇA já que os morros foram pacificados?

    www1 DOT folha DOT uol DOT com DOT br/mercado/959338-estrangeiros-seguem-o-dinheiro-em-direcao-ao-brasil-diz-nyt DOT shtml

    Com salários que rivalizam com os de Wall Street, tantos banqueiros, gerentes de fundos hedge, executivos petrolíferos, advogados e engenheiros estrangeiros vêm se mudando para cá que os preços de imóveis comerciais de alto padrão este ano superaram os de Nova York, fazendo do Rio a cidade mais cara das Américas em termos de aluguel desses espaços, segundo a empresa imobiliária Cushman & Wakefield.

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    • Carlos__ 13 de agosto de 2011 at 17:54

      destaco esse trecho do artigo:

      “O Brasil está se saindo muito bem, mas, francamente, semana sim, semana não eu me pergunto ‘quando isto vai acabar?'”, disse Mark Bures, 42, executivo americano que se mudou para o Rio em 1999, em tempo de assistir a uma desvalorização abrupta do real e outras oscilações acentuadas na prosperidade brasileira.

      Alguns poucos americanos que vivem no Brasil há mais tempo chegam a se recordar do último “milagre” econômico do país, no início dos anos 1970, quando o “Wall Street Journal” citou um banqueiro otimista no início de um artigo de primeira página, prevendo que “em dez anos o Brasil será uma das cinco maiores potências do mundo”. Em lugar disso, o país acabou onerado com uma dívida externa assustadora.”

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      • Duda 13 de agosto de 2011 at 18:31

        Por algum motivo, penso que esta vez os resultados serão igualmente decepcionantes. E o mesmo papo que escutamos há uns anos, e a realidade não está demonstrando que o pais esteja indo bem não…

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        • trololó 13 de agosto de 2011 at 18:34

          deixa o lula lá se eleger de novo em 2014, e ele volta com o “espetáculo do crescimento”…….
          kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
          kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
          kkkkkkkkkkkkk

          pior que do jeito que tá vão botar de novo a culpa nos gringos loiros de olhos azuis pelo sofrimento do brasil, ao contrário de perceber que se fosse algum governante com o minimo de preparo podiam ao menos estar se preparando pra isso, ao invés de ter a presidente e os ministros bostejando de como tá tudo lindo e maravilhoso e como é só questão de aumentar o consumo (leia-se endividamento familiar) pra passar pela crise de modo galhofante como foi em 2008……..

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  • Gaba 13 de agosto de 2011 at 20:13

    Prezados, apenas como experencia.

    Um casal de amigos comprou um apto de 50m2 na Vila Leopoldina da Tiberio com previsão de entrega em Abril/2011, no inicio o vendedor que na verdade era investidor pediu R$ 320.000,00, depois de negociarem o preço baixou para R$ 270.000,00!!! Neste mesmo predio tem outros vários aptos vendendos, até me indicaram e sugeriram para que eu tb aproveitasse e comprasse…sinceramente ainda vou esperar mais e mais…o preço ainda vai abaixar mais….

    Eles tb estavam quase comprando um apto lançamento no Jaguaré, qdo foram fechar o negócio, o lançamento “derreteu” e vendeu tudo em um fds?! Por issol, eles acabaram comprando na Leopoldina.

    Não consigo entender como vendeu tudo em um fds…Ainda tem gente chegando atrasado no mercado de compar/investimento em imoveis e ainda senta da janelinha….eheheh….com certeza não leem este blog!!!

    Outra coisa, fui ver um apto que deve ficar pronto em 2012, tão pedindo R$ 9.000/m2 no Campo Belo, o corretor disse que o lançamento foi um sucesso, que vendeu 70% no dia do lançamento…e que agora sobraram pouquissimo aptos….ele me deixou ver a lista de aptos vagos disponíveis para compra, bem fiz as contas e todas as unidades disponíveis correspondem a 20% do total, então deste o lançamento, que foi a 1 ano e meio, foram vendidos apenas 10%!!!!

    Que convesa esquisita, vende 70% em dois dias, depois 10% em 1 ano e meio….se for nesse ritmo, na epoca das chaves vai vendar + 10% e ainda fica faltando outros 10%, depois de tudo pronto….

    Pergunta: É normal não vender tudo, mesmo depois da entrega?

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    • Hik 14 de agosto de 2011 at 02:30

      Sempre foi normal sobrarem aps depois do lançamento e conclusão da obra. Só nesses últimos anos tem sido freqüente os fenômenos de venda.
      Mas essa mágica já expirou, e precisa de um pouco mais de “pó de pirilimpimpim”.

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  • Schmidt 13 de agosto de 2011 at 20:38

    O Santander é um banco espanhol. É um dos especuladores que viu seu patrimônio minguar lá no mundinho dele. Aqui ele tem posições que precisa se livrar antes do colapso geral. Então ele não terá escrúpulos para “pegar” a maior quantidade de incautos. Alerta máximo para os amigos.

    KKKKKKKKKKKK.

    Como se ninguém aqui soubesse disso. Desculpem, mas precisava escrever.

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  • trololó 13 de agosto de 2011 at 21:19

    do gazeta:

    o dinheiro dos compulsórios – R$ 416,79 bilhões – poderá ser liberado pelo BC para garantir crédito no mercado interno e oferta de recursos em reais na economia, caso os bancos se retraiam e parem de emprestar dinheiro entre si e para os clientes. Já os dólares das reservas (US$ 350,9 bilhões ou cerca R$ 570 bilhões, ao câmbio de hoje) podem garantir leilões de linha de crédito para manutenção das operações de comércio internacional, como foi feito pelo BC em 2008, e evitar desvalorização do real.

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    • Marcos 13 de agosto de 2011 at 21:55

      A bolha vai se alastrar pela economia…

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    • CARLOS WAGNER 13 de agosto de 2011 at 22:11

      Se o governo fizer isso ele vai acabar com o Brasil. Vai gastar toda a munição para alimentar a fogueira e largar o brasil quebrado.

      O futuro que se desenha não é nada animador e o pior é ter plena certeza que estamos nas mãos de politicos despreparados que tem a chave dos nossos cofres.

      Medo….

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  • Tales 14 de agosto de 2011 at 01:48

    Alguém sabe como é o pagamento na venda de imóveis novos em outros países?
    Digo, no Brasil a média que as construtoras pedem é de 30% (já tem construtora pedindo 15%) diluídos durante as obras e o restante financiado com o banco. Nos outros países, tipo EUA, Espanha a compra de um imóvel novo ocorre da mesma forma? Com uma entrada diluida, pagando prestações a construtora e depois de pronto que ocorre a “hipoteca” ou financiamento imobiliario?

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    • Anonymous 14 de agosto de 2011 at 02:08

      Tales,

      Estou nos EUA e comprei uma casa aqui em 2009. Aqui não existe isso de pagamento para a construtora. Em geral, os bancos financiam 80% do valor do imóvel e voce coloca de entrada os 20% restantes, mas paga tudo de uma única vez e fica com o empréstimo. Voce compra imóvel pronto. Se quiser investir na construção civil é possível e existem muitas maneiras. O retorno do capital investido é da ordem de 0.7% do valor do imóvel ao mes, já descontadas as despesas de operação. Um exemplo realista é com um investimento da ordem de 250 mil dólares (400 mil Reais), voce consegue um contrato de aluguel durante 5 anos pagando 1750 dólares/mes (2800 Reais/mes). Se voce subir o investimento para 1 milhão de dólares, consegue os mesmos 0.7% mas um contrato de aluguel por 10 anos ou 0.6% com contrato de 15 anos. Voce consegue esses contratos com grandes empresas como o McDonalds.

      0
    • Anonymous 14 de agosto de 2011 at 02:50

      Tales,

      Em muitos estados dos EUA é possível entrar no website do equivalente à prefeitura e consultar o histórico de transferências de um determinado imóvel. Esse histórico tem o valor pelo qual o imóvel foi vendido e a data da venda, tanto faz se é comercial, industrial ou residencial. Não existe a possibilidade desse valor ser diferente do valor que foi negociado. As consultas podem ser feitas pelo nome do proprietário, pelo endereço do imóvel ou mesmo pelas coordenadas num mapa. Quando eu comprei a minha casa num condomínio, eu consultei as informações de todas as casas nesse condomínio, ou seja, quando elas tinham sido vendidas e por qual valor. Fazendo isso, sem nem mesmo conversar com a construtora descobri o número de casas à venda. O condomínio era relativamente novo e ainda existiam algumas casas com a construtora. Por isso costumo rir quando escuto alguém falar em MERCADO imobiliário na Banânia, pois mercado antes de mais nada requer que a informação sobre os preços esteja disponível. Na Banânia isso nem mesmo existe. Além disso, depois de um certo tempo, nem mesmo o proprietário sabe o quanto ele pagou e nem qual era o nome da moeda na época. A Banânia é uma palhaçada que não tem limite.

      0
      • Adriano 14 de agosto de 2011 at 06:19

        Cada vez mais me divirto (no sentido positivo) com seus comentários realistas. Realmente aqui, o limite da palhaçada é o céu.

        0
    • luis 14 de agosto de 2011 at 17:15

      Sou espanhol, aqui na Espanha imovel novo voce paga 20% durante a obra e outro voce financia com banco para pagar a construtora no momento de asinar a escritura da propiedade, durante os anhos de festa de credito era posivle pegar 120 a 140% do valor do imovel, assim voce pagaba o imovel, comprava carro e ainda dava uma viagem a o rio de janeiro o para salvador, o para mexico. Agora estamos pagando a festa, eu nao estou com dividas e vou a morar no Brasil em breve.

      0
  • carlos wagner 14 de agosto de 2011 at 02:57

    Hoje, sabado a noite dia 13/08, vi uma entrevista em que um artista dizia estar confiante sobre a estabilidade financeira do país para enfrentar a crise mundial e dizia acreditar que não sentiríamos a crise devido a boa politica fiscal do governo. Da mesma forma tenho visto vários economistas, nacionais e internacionais, jornalistas, formadores de opinião, gente aparentemente isenta de qualquer interesse, dizendo e mesma coisa sobre a força brasileira em enfrentar a crise mundial atual.

    Em contrapartida, aqui no blog, nós acreditamos o contrario e muitas das nossas previsões têm se concretizado com uma rapidez que chega até a nos surpreender.

    Será que estamos tão enganados assim em relação a atua conjuntura nacional? Será que o Brasil está realmente solido e nós estamos na contramão do mundo?

    Acredito que um país com todas as mazelas que vemos no Brasil, com um governo corrupto e ineficiente, despreparado para gerenciar o patrimônio publico com moralidade, com péssima infraestrutura industrial, péssima saúde, segurança e educação; impostos exorbitantes assolando a população, máfia e carteis em quase todas as áreas de profissionais liberais; Acredito que um país assim não possa ser chamado de potencia nem tampouco ser tão paparicado pelo mundo servindo de modelo, como vem ocorrendo.

    Por favor, esclareçam-me porque todos dizem o contrario do que vemos na dia a dia? Por que os intelectuais, formadores de opinião se calam num momento que vemos o Brasil atolado no mar da imoralidade e ingenrencia que pode nos levar à idade da pedra novamente? Confesso que tenho tentado encontrar uma resposta pra todas essas questões, mas preciso da ajuda de vocês…

    Por que?

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    • Anonymous 14 de agosto de 2011 at 04:26

      carlos wagner,

      O ponto é que na sociedade existem todas as opiniões sobre um determinado assunto. Por exemplo, encontramos as pessoas que gostam da cor A, outras da cor B, outras da cor C e assim por diante. Suponha que exista uma elite que manipule a opinião pública. Então a pergunta é como essa elite consegue passar a idéia que a maioria, senão mesmo todas as pessoas, preferem a cor C? A resposta é muito simples: Essa elite irá SELECIONAR as pessoas que naturalmente gostam da cor C e PROPAGAR a opinião delas- isso é chamado PROPAGANDA. É por isso que voce não verá o Bolha sendo entrevistado na Globo para falar sobre o descolamento dos preços dos imóveis da renda da população e nem o MrK fazendo uma palestra no SECOVI mostrando que o lucro da GAFISA não consegue pagar nem mesmo os juros da dívida dela.

      0
      • João Nascimento 14 de agosto de 2011 at 16:46

        Quando vejo propagandas questionáveis, sempre me lembro de alguém que antes da segunda guerra mundial dizia “Uma mentira contada infinitas vezes torna-se uma verdade”. É esse o objetivo dos marketeiros. Só que devemos lembrar que é possível enganar muitas pessoas por pouco tempo, ou umas poucas pessoas para sempre, mas não é possível enganar todos para sempre.
        Uma hora a coisa escapa, a fofoca aparece, e aí a “combinação” deixa de funcionar.
        É o papel do marketing esconder isso, e na minha modesta opinião acredito que os profissionais de propaganda em geral não têm escrúpulos nem remorso. Basta ver as inúmeras mentiras que a mídia nos apresenta todos os dias.
        Depois eles vão ter que acertar as contas com São Pedro…

        0
    • Anonymous 14 de agosto de 2011 at 04:51

      carlos wagner,

      Nos anos 70, as pessoas DO BEM eram os militares e as pessoas DO MAL eram os esquerdistas. Hoje é exatamente o contrário. O que mudou? É simples – A ELITE que governa a Banânia. Lembra da atriz Marilia Pera? Não teve mais espaço depois de ter ajudado a derrotar o Lula em 1989. Entretanto, depois de ter se arrependido publicamente, voltou a ter espaço, mas não como antes.

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 10:16

        E a Regina Duarte, passou 8 anos na geladeira, e tá arrasando nessa novela, e olha que eu odeio novela, mesmo que odeia precisa admitir, ela está acima do resto, um gênio.

        0
    • Adriano 14 de agosto de 2011 at 06:26

      Não existem comentários totalmente “isentos”. Nem os nossos. Qual você acha ser a posição financeira no mercado dos donos das mídias (jornal o globo, bandeirantes, folha, etc)? Pode ter certeza que eles têm alguma. Além disso o círculo de “amizades” deles é de dono de empreiteira para cima, e não o povo. Ou vc acha q o Irineu Marinho passa o fim de semana conversando sobre futebol com seu office-boy. Vimos uma pontinha disso no acidente que houve de helicóptero envolvendo o Sérgio Cabral. Quem estava com ele? Só pica. Essa é a regra e não exceção. Agora muitos “economistas” agem com “responsabilidade” no sentido de não querer alardear (e mesmo provocar) uma crise.

      0
    • trololó 14 de agosto de 2011 at 09:20

      porque coincidentemente, o governo lula marolinha, é o que mais investiu em publicidade na história deste país, e nunca antes na história deste país, houve tanto dinheiro jogado no colo de emissoras como globo, sbt, record e etc, então, pra não desagradar o chefinho, elas falam o que ele quer que falem, com quem quer que falem, e o como quer que falem.

      agora, tentar controlar isso na internet fica mais difícil

      0
      • DRN 15 de agosto de 2011 at 10:41

        Trololó, nós ainda temos sorte de poder exprimir as opiniões na internet sem o risco de sermos presos. Eu não tenho a menor dúvida de que o objetivo final do PT é a implantação de um capitalismo-socialista, à moda da China, em que os detentores do poder estatal formam uma classe privilegiada que vive à custa da grande maioria. É a sociedade pelo Estado, e não o Estado pela sociedade. Basta ler os documento do Foro de São Paulo para alcançar, sem muito esforço, essa conclusão óbvia. Um país sem oposição é campo fértil para a tirania. Muito bonito isso de colocar um “operário” na presidência. Vê se a Alemanha e o Japão fazem isso… No país dos conchavos, a meritocracia passa longe.

        0
  • trololó 14 de agosto de 2011 at 09:19

    A Brookfield Incorporações apresentou na sexta-feira (12) lucro líquido de 78,2 milhões de reais para os três meses até junho, queda de 42,8 por cento sobre o ganho obtido um ano antes, e reduziu suas projeções de lançamentos.

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    • Mrk 14 de agosto de 2011 at 11:31

      Mas que estranho, no mercado sensacao do momento, no boom como dizem, todas reportam quedas astronomicas do lucro e reduzem projecao de lancamentos… Curioso, ne?

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  • Ricardo 14 de agosto de 2011 at 10:56

    A derrocada em SP já começou. Logo, logo a oferta irá aumentar, fazendo com os preços caiam. Os especuladores que ficaram no mercado (a maior parte deve ter saído), correrão para as vendas, enquanto os compradores restantes, os mais precavidos, pois os “afoitos” já compraram na alta, terão o poder de barganha.

    Estado de São Paulo – 14/08
    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,apos-anos-de-boom-preco-do-m2-no-itaim-comeca-a-cair,80067,0.htm

    SÃO PAULO – O Itaim-Bibi, bairro boêmio e valorizado na zona sul da capital, simboliza um momento inédito no mercado imobiliário de São Paulo. Antes um dos lugares com mais lançamentos de prédios residenciais e com um dos metros quadrados mais caros da capital, o distrito é o primeiro endereço paulistano no centro expandido a ter uma queda nos preços dos imóveis: uma diminuição de 3% no primeiro semestre deste ano em relação a 2010.

    Os dados constam de um levantamento feito pelo Estado dos dados da Empresa Brasileira de Estudos Imobiliários (Embraesp). Foram compilados todos os lançamentos de janeiro de 2007 a julho deste ano. O preço médio do metro quadrado dos empreendimentos no Itaim ainda é alto: R$ 13.183 neste semestre, o segundo maior da cidade, atrás de Vila Nova Conceição, também na zona sul. Mas, levando em conta que esse valor subia mais de 50% ao ano desde 2006, a tendência de queda é um sinal de que o período glorioso do mercado imobiliário pode estar chegando ao fim. “Batemos no limite, e agora alguns ajustes de preços vão ocorrer em alguns bairros”, diz o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), João Crestana.

    Além do desaquecimento da economia, especialistas apontam razões urbanísticas para o fenômeno. As principais são os efeitos adversos que o próprio mercado provoca em locais nobres muito visados pelas construtoras. O Itaim é exemplo clássico. Ao mesmo tempo em que tem o maior número de restaurantes e bares da cidade – com quase 1 mil estabelecimentos – é também o campeão de roubo de carros e registra grandes índices de congestionamento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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    • Luiz 15 de agosto de 2011 at 10:19

      3% óó que queda, hahaha
      3% é margem de erro…
      se diz que caiu em 2011 tudo o que subiu em 2010 +3% aí sim já daria outro sabor na história.

      As quedas serão de 30%

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  • Henrique Z. 14 de agosto de 2011 at 19:39

    Olá amigos.

    Uma coisa é fato ocorrido, mesmo não assumido pelos “donos da mídia”.

    A bolha estourou. Não só no mercado imobiliário, mas em todos os mercados.

    Esta semana iremos ver como que se faz uma conta matemática de verdade.

    Até o estouro da bolha era assim:

    2 + 2 = 80

    Por quê?

    Porque os mega especuladores dizem que, somando o aumento dos custos (sei), MAIS o crescimento da economia (aham), MAIS o índice inflacionário (pois é), MAIS a perspectiva de mercado futuro (hahaha), RESULTADO = 2 + 2 = 80 (???).

    E os mega idiotas (prefiro chama-los assim), acreditaram, pensando que estavam entrando no “mundo desenvolvido”.

    Acredito também que esse papinho de “nova classe média”, foi inventado não só por motivos políticos, mas financeiros também.

    Citemos um exemplo:

    Você ganha R$ 4.000,00. Antes do lula-marola, você era pobre, e sabia disso, pois nunca iria arriscar boa parte dos seus rendimentos (tipo… 70% dele), com carro, casa etc.

    Você sabia que o Brasil era Brasil, que não tinha segurança alguma, mesmo trabalhando numa ótima empresa, e que a qualquer momento poderia ir parar no meio da rua.

    Depois do lula-marola, você “magicamente”, passou a ser um ilustre cidadão de classe média, quase um rico, com infinitas possibilidades, e poderia gastar seu suado $$$$ a vontade, sem medo, pois sempre vai ter amanhã.

    De repente o Brasil virou uma espécie de Suécia, só porque o barba falou!

    Daí você, quase um milionário, vai as compras:

    – Carros a preços absurdos

    – Ganha quase que um álbum para colecionar cartões de crédito

    – Viagens internacionais (em 10, 12 vezes no cartão… é, agora você tem uma coleção deles)

    – E… a casa dos sonhos não é mais assim um sonho tão distante.

    Só que como você não é um cidadão comum, você é “da média”, você não para para pensar que seus R$ 4.000,00 não viraram 12.000,00, porém os preços…

    Mas nada te assusta! O lula-marola falou que sua vida vai melhorar, e você vai ganhar mais daqui pro final do ano (é essa parte que me deixa mais ironizado).

    Daí que você compra tudo o que tem (e não tem) direito, compromete todo o seu salário com bens totalmente hiper valorizados, se endivida até o último fio de cabelo, contando com a tal melhora que tanto o lula-marola falou.

    E cadê?

    A bolha estoura.

    Você para de ouvir os jornais falando tanto do brilhantismo, do milagre econômico, daquele crescimento (que embora ninguém veja).

    Há alguns meses venho acompanhando o movimento do crédito bancário, tanto pessoa física como jurídica, e tenho visto estes “secando” a oferta desde meados de abril.

    Eles já sabiam do fato!

    Procurei e procuro ainda enxugar todo tipo de despesa desnecessária desde então, pois essa ruptura de crédito, consequência do estouro da bolha, reflete intimamente nos mercados que atuo.

    Dou de graça um conselho a vocês amigos: não comprem NADA de valor até o final do ano. As coisas vão mudar, e pode ter certeza, para pior.

    Se vocês têm algum sonho, acordem. Não é hora de sonhar no momento atual.

    Não sou urubu de crise. Só acompanho as coisas do ponto de vista de um ditado célebre que se traduz muito bem nos dias atuais:

    “Para cair, basta estar de pé”.

    0
    • MrK 14 de agosto de 2011 at 20:00

      Lucido, inteligente e pertinente seu comentário, infelizmente quando falamos isso por aí, viramos “chorões”, “viuvas de FHC” , “amantes da crise” e todo tipo de coisa..

      eu sempre explico que as crises não são o problema, são na verdade a solução, elas vem para solucionar os excessos, para devolver os preços ao lugar correto, para eliminar os mal investimentos etc.. o problema é a euforia exagerada que leva a crise! É o mesmo que culpar a ressaca por tudo, na verdade a culpa foi da bebedeira!

      não se pode achar normal um apartamento no Rio vale preço de monaco, não se pode achar normal ter demanda não atendida por pedreiro, não se pode achar normal vender carro como água na base do crédito, isso tudo a crise virá para corrigir.

      0
      • Susy 14 de agosto de 2011 at 21:40

        Ha ha ha! Me diverti muito com o bom humor do seu texto, Henrique.
        Falou tudo!

        0
        • Luiz 15 de agosto de 2011 at 10:32

          Gosto de por as coisas em perspectiva, com 4 mil vc é classe média alta, B2 no critério oficial, quase B1. O dobro da média do Brasileiro urbano.

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  • DM 14 de agosto de 2011 at 19:40

    Só para quem ainda não viu, até a UOL/Folha já está publicando sobre o risco da Bolha imobiliaria aqui no Brasil, segue o Link:

    http://classificados.folha.com.br/imoveis/959092-nucleo-da-poli-usp-divulga-alerta-de-bolha-imobiliaria.shtml

    0
    • Bolha Imobiliária 14 de agosto de 2011 at 21:37

      O artigo deste professor já foi publicado a semana atrás aqui

      0
  • Zoom 14 de agosto de 2011 at 20:13

    Pessoal, para reforcar a nossa tese de que existe um bolha enorme saiu uma reportagem na Folha em que o pessoal da Poli-USP divulga alerta de bolha imobiliaria, vale a pena ler a reportagem.

    Soh para clarear, eh o msm setor do professor que recentemente vimos no video falando sobre a existencia de tal fato.

    Núcleo da Poli-USP divulga alerta de
    bolha imobiliária

    CRISTIANE CAPUCHINHO EDITORA-ASSISTENTE DE IMÓVEIS O Núcleo de Real Estate da Escola
    Politécnica da Universidade de São Paulo
    publicou no final de julho um alerta de
    bolha imobiliária. De acordo com o relatório, se até o final
    de 2010 a alta de preços de residenciais
    se justificava pelo crescimento dos
    custos, a valorização que os imóveis
    apresentaram em 2011 está descolada
    de explicações estruturais. Alta de preços em 2011 indica formação de bolha imobiliária, diz professor da Poli-USP Para o professor João da Rocha Lima,
    coordenador do núcleo, o aumento não é
    resultado da especulação de
    compradores. É uma espécie de teste de
    limites realizado pelas construtoras. “O mercado tende a testar limites. Os
    vendedores vêm de balanços ruins, por
    questões internas”, afirma. Ao aumentar os preços de venda na
    planta para que seja possível suprir
    erros de orçamentos e problemas
    conjunturais durante a construção, os
    vendedores veem a possibilidade de
    comercializar por valores mais altos. “Já que estou fazendo preços mais
    confortáveis, por que não testar mais
    um pouco? Se não passa, tenho margem
    para recuo”, completa. Apesar do alerta para a formação de
    preços inadequados, Lima é enfático em
    negar que possamos ter uma crise como
    a estado-unidense. “O caso brasileiro é muito diferente do
    americano. Lá havia crédito de 110% do
    valor do imóvel. O crédito no Brasil é
    absolutamente responsável”, ressalta.

    0
    • RT 14 de agosto de 2011 at 21:41

      Sinceramente?

      Como o texto diz que “até o fim de 2010, as altas se justificavam”, pra mim, já não faz sentido. Porque no primeiro semestre de 2010, os preços já estavam ridiculamente dobrados.

      0
      • Adriano 14 de agosto de 2011 at 22:21

        É só uma tentaiva de estabilizar os preços nos padrões atuais ou próximos a isso. Os caras que escreveram isso sabem melhor do que a gente, só que não pode “desesperar” os trouxas que estão pagando prestações.

        0
        • Luiz 15 de agosto de 2011 at 10:34

          Lá o crédito era de 110% do valor do imóvel, mas oras, o que estamos fazendo aqui?
          Os Bancos financiando imóveis a 200% do valor real

          0
  • Marcelo 14 de agosto de 2011 at 20:41

    Trololo,
    vc disse tudo, controlar opiniao na internet e impossivel, por isso os frequentadores de Bolha estao a frente da opiniao geral que cega os incautos que “enxergam” lucros espetaculares propagados/vendidos na grande midia. Se todos os “pequenos investidores de imoveis” brasileiros fossem tao espertos como se imaginam, nao estariamos exportando soja, estariamos exportando manufaturados com tecnologia de ponta, afinal com tanto cerebro desperdicado no Brasil “investindo o quase nada que tem” em imoveis….

    0
  • LG 14 de agosto de 2011 at 21:08

    Caros,
    Não sei se coloco isso como uma dúvida ou um ponto de discussão, pois acredito que não ter visto muitos comentários o tópico. A recente queda da bolsa traz uma nova incógnita para o pequeno investidor: onde investir o parco dinheiro guardado? Ai entra outra figura do mercado que está se alastrando rapidamente, os fundos imobiliários. Com a perspectiva de crise muitos vão argumentar que os fundos imobiliários serão uma ótima opção pela velha ladainha de sempre, porém uma “maior” liquidez, levando a estes fundos a captar recurso (como já está ocorrendo) para investir em um mercado já superaquecido. A minha dúvida fica se esse movimento não poderia “segurar” uma queda mais brusca de preço, inflacionando ainda mais o preço, ou se seria um fator para forçar a uma queda maior no médio prazo, se houver qualquer risco de solvência dos fundos! Opiniões?

    0
    • trololó 14 de agosto de 2011 at 21:57

      opinião:

      com 50% da população brasileira endividada, inadimplência subindo, e inflação também subindo, os poucos investidores pequenos deveriam estar com o dinheiro na poupança, e se o dinheiro não está lá, de quem é que eles pretendem tirar esse dinheiro pra financiar mais imóveis?!

      pode até dar uma sobrevida mas não acho que vai segurar por muito tempo a barra não

      0
    • Anonymous 14 de agosto de 2011 at 22:31

      LG,

      A recente queda da bolsa em todo o mundo fez com que uma parte do dinheiro fosse parar nos bancos. Tem banco em New York que está COBRANDO para depósitos superiores a 50 milhões de dólares, ou seja, uma taxa de juros NEGATIVA. Para quem tem muito menos do que isso, a taxa de juros é da ordem de 1% ao ano e os depósitos são garantidos até o valor de 250 mil dólares.

      0
    • MrK 14 de agosto de 2011 at 22:42

      LG, creio que a maioria desses fundos investem em imoveis comerciais, nao acho q serviriam pra segurar a bolha dos residenciais não, nos comerciais talvez desse uma sobrevida… mesmo assim curta creio eu abs

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  • Platao 14 de agosto de 2011 at 21:43

    Entao…estou afim de comprar meu imovel nos proximos meses…. ja andei sondando bastante, procurando os “investidores” que compraram na planta e ja viram q nao vao conseguir pagar as parcelas…ou seja, ja estao desesperados….vou oferecer um valor uns 20% abaixo do solicitado(em 2 casos especificos que mantive contato), porem surgiu uma duvida. Caso as chaves sejam entregues e o banco recusa o financiamento, quais as saidas que o comprador tem para manter o imovel? A Caixa tem algum plano b? existe carencia , ou algo pra dar um sopro de vida pro “investidor”?

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    • trololó 14 de agosto de 2011 at 21:54

      não sei, só sei que *dependendo* da cidade que voce mora, 20% pode ser pouco. começa pedindo mais, argumenta que tem bastante gente querendo te empurrar imoveis de repasse porque não tão conseguindo repassar, diz que voce pretende pagar a vista, e faça um terrorismo inverso agora, com calma

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    • Anonymous 14 de agosto de 2011 at 21:59

      Eu aguardaria a recusa do financiamento. Isso poderá ser detectado pelos apartamentos à venda DEPOIS da entrega das chaves. Descobrindo algum nessas condiçoes, ofereceria 50% do que o sujeito pagou durante a construção. É só aguardar pois o sujeito não tem saida, ou vende ou acaba devolvendo para a construtora certamente perdendo uns 75% do que pagou.

      0
      • Adriano 14 de agosto de 2011 at 22:28

        Têm construtora que garante 70% do valor pago corrigido (até aqui podem pensar: “até que o trolha não foi tão grande”). Entretanto, só te pagarão DEPOIS do imóvel pronto E que eles consiguirem venderem para outro trouxa. E mesmo assim em 3 vezes. Se demorarem 30 anos, verá seu dindin apenas em 30 anos.

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        • trololó 14 de agosto de 2011 at 22:42

          mas os 70% são garantidos antes ou depois de você acionar procon, advogados, justiça, rádio, tv, blog e o reclameaqui?

          kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          com certeza vai ter gente abrindo mão dos 70 pra pegar só 50

          0
          • Luiz 15 de agosto de 2011 at 10:40

            Platao, quem vende no BR já põe 20% acima logo de cara, um corretor que vinha aqui já nos explicou isso, 20% de desconto pra começar em situação normal.

            Outra cosia, sem aprovar financiamento eles não entregam as chaves, vc não pode nem entrar no apê.

            Aqui em SP vc consegue agora entre 20% e 50%.

            0
    • DRN 15 de agosto de 2011 at 11:00

      Quem conseguir “pegar” alguém encalacrado pode se dar muito bem. O cidadão que não conseguir o financiamento tem 3 (três) opções:

      a) devolve o imóvel para a construtora recebendo de volta apenas o que está estipulado em contrato (já vi casos em que devolviam apenas 40% do preço – isto é, sem considerar comissão de corretagens, etc., mas a média é de 60% em parcelas – não é de uma vez só não);

      b) sequer pega as chaves, propõe uma ação e demanda 90% do valor que pagou (o valor pode vir a ser fixado, ao final, entre 75-90%) com correção monetária e juros de mora de 1%;

      c) repassa o imóvel para alguém com condições de pagar (com recursos próprios ou financiamento).

      Eu recomendaria tentar repassar por até 75% do valor que pagou. Recomendaria baixar ainda mais o valor (se necessário) no caso de as perspectivas da construtora serem sombrias no curto prazo (como no caso da Gafisa, como os colegas analisaram em post anterior).

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  • Susy 14 de agosto de 2011 at 21:57

    Gente, não sei se vocês viram, mas saíram matérias sobre a bolha (embora não usem essa palavra) em dois cadernos do jornal “O Estado de S. Paulo”.

    No caderno Imóveis(1), chamada de primeira página: MERCADO – De olho na crise – Setor imobilário prevê turbulência, mas acredita que será passageira e que o País será pouco afetado pelo quadro econômico dos Estados Unidos e Europa

    No Metrópole, a chamada na capa do caderno: “Cai o preço do m2 no segundo bairro mais caro de SP, o Itaim-Bibi”. A matéria, de duas páginas centrais, traz a seguinte manchete: “Após anos de boom, preço do m2 no Itaim começa a cair – Além do desaquecimento da economia, especialistas apontam efeitos adversos do crescimento sem planejamento para a queda”

    Essas duas matérias me parecem o aviso da mídia de que “o gato subiu no telhado”.

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    • Anonymous 14 de agosto de 2011 at 22:15

      Suzi,

      Para termos de comparação, seguem os preços por unidade de área de imóveis residenciais nos EUA, já transformados de USD/sqft para Reais/m2. O valor mediano é um valor tal que metade dos imóveis estão abaixo desse valor e metade dos imóveis estão acima desse valor. Em geral, esse valor não é igual à média.

      Real Estate Market Report
      Median value per square foot
      Fonte www DOT zillow DOT com

      US = 1700 Reais/m2
      New York Metro = 3800 Reais/m2
      Los Angeles Metro = 4300 Reais/m2
      Chicago Metro = 2200 Reais/m2

      Itaim-Bibi, Costa leste da Banânia = 13000 Reais/m2

      Notou alguma coisa estranha?

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 10:42

        Ah anonimos, mas eles estão dando 3% de desconto, agora sim tá tudo certno né?

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      • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 12:01

        Se o desconto for de 86.9%, o preço do Itaim-Bibi iguala com o preço mediano dos EUA. Essa simples conta sugere que os preços podem cair mais de 50% quando a bolha estourar.

        0
  • alguem disse 14 de agosto de 2011 at 22:12

    Em breve … breve… o pano vai cair e veremos o segundo ato do ” ESPETACULO DO CRESCIMENTO”. apertem os cintos porque a queda vai ser feia.

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    • trololó 14 de agosto de 2011 at 22:24

      o VERDADEIRO espetaculo do crescimento:

      h t t p : / / w w w.joserobertoafonso.com.br/attachments/article/1668/reinaldo.pdf

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  • MrK 14 de agosto de 2011 at 22:48

    AMIGOS, estive ha pouco em outro forum discutindo imoveis, não era um forum sobre bolha portanto tinha opiniões de todos os lados… ao comecar a explicar os motivos pelos quais creio que exista uma bolha fui massacrado, todos acham que a prosperidade dos imoveis vai continuar eternamente, que o Brasil realmente se tornou o país numero 1 do mundo, que o povo tá rico, etc etc…toda aquela propaganda do governo ENTROU na mente das pessoas mesmo

    eu pelo menos saio com a sensação de dever cumprido, dei o recado, avisei, mostrei os sinais de alerta com fatos e dados, sendo educado…. ACHO QUE TODOS AQUI DEVEMOS SENTIR A SENSAÇÃO DE DEVER CUMPRIDO.

    aproveitando o post, copacabana chegando a 4.200 apartamentos a venda, subindo na velocidade da luz

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    • Anonymous 14 de agosto de 2011 at 23:04

      MrK,

      Além do dever cumprido, como muito bem disse Hik, os que querem comprar imóvel na Banânia devem se preparar como urubu pairando sobre bezerro doente 😉

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    • Flávio hertel 15 de agosto de 2011 at 01:10

      Gosaria, se possível, de saber que forum é esse. Preciso ler sobre todos os lados possíveis (estudo), gostaria de ler os argumentos deles.

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  • MrK 14 de agosto de 2011 at 23:03

    Reportagem do oglobo do início desse ano (Essa vai em especial praqueles que dizem que não tem especulador no mercado, só gente comprando pra morar)

    A frente das acoes, Imóveis serão melhor investimento em 2011 para 34% dos brasileiros, aponta pesquisa

    RIO – Imóveis serão a melhor opção de investimentos em 2011 na avaliação de 34% dos brasileiros, segundo pesquisa realizada pela gestora de recursos Franklin Templeton. Em seguida, para 23% dos entrevistados, vêm as ações como melhor alternativa de ativo para o ano. Já as commodities não-metálicas foram apontadas por 14% do público.

    A expectativa de bons ganhos com imóveis também se repete quando se olha para um período de dez anos. O ativo foi apontado por 26% dos entrevistados, enquanto ações foram citadas por 21% e commodities não-metálicas, por 19%.

    – O investidor vê a valorização que os imóveis estão registrando e acredita que isso vai continuar – afirma o presidente da Franklin Templeton no Brasil, Heitor Lima.

    A Pesquisa sobre o Sentimento dos Investidores Globais foi realizada em janeiro em 12 países, incluindo Brasil, Chile, México, Hong Kong, Índia, Coreia do Sul, Cingapura, Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá.

    Na média da América Latina – considerando Brasil, Chile e México -, o investimento em imóveis foi apontado por 29% dos entrevistados como a melhor alternativa de aplicação, enquanto as ações tiveram 20% da preferência.

    Quando questionados sobre as intenções de investimentos para 2011, 53% afirmaram que vão investir em renda fixa, 39% apontaram imóveis e 30% escolheram ações.

    Os brasileiros também se mostraram o segundo povo mais otimista quando se trata do retorno de seus investimentos. A expectativa dos brasileiros é de um retorno médio anual de 16,7% de seus investimentos nos próximos dez anos, índice atrás apenas do registrado na Índia, de 17%. No mundo, a média anual de expectativa de retorno foi de 11,5%.

    Para Heitor Lima, este desempenho pode ser explicado tanto por uma percepção mais otimista em relação ao futuro de economias que tiveram um desempenho melhor, como é o caso do Brasil, mas também pelo histórico de taxas de juros elevadas no Brasil.

    – Mas quando se espera que a taxa de juros passe por um processo de redução nos próximos anos no país, há uma certa incoerência entre a expectativa elevada de retorno dos investimentos e a não-disposição dos investidores em aumentarem seu risco – afirmou

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    • Adriano 15 de agosto de 2011 at 06:18

      AHAHAHAHAH. Bem, vindo do “GLOBO” não poderia ser diferente. Eles estão “fechados” com todo mundo. Mas aí exageraram na forçação. Ou a pesquisa tá falha ou esses 34% são a parcela da população que nunca terá condições de comprar um imóvel para “investir”. O pior é o retorno anual de 16,7%. Só esqueceram de dizer que para maioria é necessário se endividar (e muito!!!) para comprar um imóvel. Pessoal, realmente estão querendo trazer os ultimos trouxas para base da pirâmide. Ponzi na veia.

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      • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 10:15

        16,7% ??? Tá errado. Aqui no Brasil os corretorers falam em 30% ao ano!!!! kkkkkkkkk

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  • Elias 14 de agosto de 2011 at 23:04

    Dei uma olhada rápida no relatório da Gafisa.

    Não tenho muito a acrescentar, os colegas já discutiram muito bem este assunto aqui.

    Só chamo a atenção para o fato de que há menção no relatório de que ela já gerou caixa com securitização de recebíveis, e ainda tem mais R$ 100 milhões pra securitizar e gerar mais caixa, se necessário.

    Fica o alerta – essa “securitização” pode ser CRIs, LCIs ou coisas do gênero, e dependendo da política de alocação dos fundos que aplicamos nos bancos, esses títulos podem estar nestes fundos.

    Embora digam que são seguros, se a bolha estourar, ninguém vai querer ficar com essa bomba na mão, e os bancos não são bobos.

    Seria mais uma forma de socialização dos prejuízos.

    Então, leiam os prospectos com atenção.

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    • Adriano 15 de agosto de 2011 at 06:22

      Boa sua observação sobre a securitização. Depois ainda dizem que é diferente dos EUA. Engraçado que a gente não vê nenhum economista das grandes mídias falando sobre essa “securitização”. Vcs acham que eles ainda não perceberam isso? Quem comprar agora para investimento é MUIIIIIIIIIITO TROUXA.

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 09:34

      mas o que são 100milhoes perto de uma divida de 4bi?

      o que mais me chama atenção no relatório da gafisa não é nem o tamanho monstruoso da divida, a queda nas vendas, o aumento do estoque, ou a situação caminhando pra insolvência

      o que mais chama atenção é a forma ridicula e infantil que eles tentam mudar a realidade nos comentários, comparando com um T1 muito fraco quando convém e depois mudando pra comparar como T2-2010 sem mais nem menos, eles não comentam quedas de unidade, dão uma de malandro no aumento da divida, queda no caixa, chega a ser infantil

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 10:48

        Mrk, a grand eilusão está nos recebíveis que são corrigidos pelo INCC.

        Acontece o seguinte:
        A inflação que valoriza os recebíveis deles, tbm chupa renda dos clientes deles.

        O dinheiro é o mesmo, ou vai pra construtora ou vai pra pagar comida.

        Esse cabo de guerra já tá no limite de explodir, explodindo os clientes, adeus recebíveis, adeus clientes, adeus ilusão contábil.

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  • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 01:49

    BLOOMBERG, Aug 14, 2011: Os valores de casas em Hong Kong, que cresceram 70 por cento nos últimos dois anos e meio superando ações, estão diminuindo com o aumento da oferta de terrenos e a desaceleração do crescimento global. Midland Holdings e Centaline Property, dois dos maiores agentes imobiliários da cidade Chinesa, disseram que os preços das casas estão sendo reduzidos em até 10 por cento.

    Preço de imóveis caindo em Hong Kong? O SECOVI tem que abrir uma filial lá urgente para explicar que preços de imóveis nunca caem em São Paulo, com uma densidade populacional de 7216 pessoas/km2, quanto mais em Hong Kong com uma densidade populacional de 16230 pessoas/km2.

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    • Adriano 15 de agosto de 2011 at 08:42

      E olha que a China cresceu mais que o dobro do Brasil no mesmo período. O aumento dos imóveis foi beem menor q em lugares como RIO e SP. Além disso, vamos lá né, a China têm um bilhão de habitantes. Só para mostrar o QUÃOOOOOO descolada da realidade a nossa bolha está.

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 10:50

        corrigndo: 1 bilhão e meio de habitantes, vc esqueceu do meio, o meio deles são 2,5 brasis

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      • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 11:26

        O detalhe é que é Hong Kong é a cidade mais competitiva da China.

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        • Luiz 15 de agosto de 2011 at 11:42

          uma das mais competitivas do mundo, senão a mais competitiva

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          • Luiz 15 de agosto de 2011 at 11:44

            e a poucas centenas de kms do japão com quase 200 milhões de habitantes o segundo maior mercado consumidor do mundo

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  • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 02:41

    Finalmente, uma noticia que faz sentido.

    FONTE: www DOT clippingimoveis DOT com DOT br
    DATA: 14/08/2011

    Ricos do Brasil representam 20% das vendas de imóveis em Miami

    Miami — A crise que varre os Estados Unidos, levando desemprego e preocupação aos norte-americanos, passa longe das ensolaradas praias de Miami, na Flórida. Lá o desenvolvimento econômico continua a pleno vapor, especialmente no mercado imobiliário, impulsionado pelos brasileiros. Com o dólar barato e o Brasil em melhor situação financeira, os endinheirados partem para o balneário em busca de verdadeiras pechinchas. Apartamentos de luxo mobiliados e com um pacote de serviços incluso custam entre US$ 400 mil e US$ 2 milhões, preços mais atrativos do que o de alguns condomínios semelhantes, situados em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

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    • Adriano 15 de agosto de 2011 at 06:27

      Realmente. kkkkkkkkkkkkkk!!!!!

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      • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 13:31

        Rico compra apartamento mobiliado e com um pacote de serviços em MIAMI por 640 mil Reais (400 mil USD). E quem compra apartamento sem mobília nenhuma, sem serviço nenhum por 1 milhão e quinhentos mil Reais na Banânia? Sugestão TROUXA!

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  • Zoom 15 de agosto de 2011 at 09:03

    MrK, o preço dos imóveis valorizados foi uma forma dos especuladores para testar o mercado e com isso ficou a sensação dos proprietários que seus imóveis se valorizaram absurdamentes.
    Recente, um amigo proprietário de imobiliária, recebeu uma visita de um proprietário querendo vender um terreno. O proprietário do terreno disse na imobiliária que o lote vale 130 mil, (lote 10X25) e meu amigo indagou falando que o preço era muio alto e seria muito difícil vender ou impossível. Sabe o que o cara do lote disse: Tudo se valorizou as casas, apartamentos e com isso meu o terreno também. Não vou baixar o valor e quem quiser comprar terá que pagar o que estou pedindo. Meu amigo da imobiliária me disse que o lote do cara não vale 40 mil e que ele está louco, vai morrer com o terreno.
    Vejo isso como “o feitiço virou contra o feiticeiro”, os especuladores testaram muito os preços que agora fugiu da renda da população e os proprieários dificilmente abaixaram suas propriedades, tirando o faor necessidade.

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 09:38

      é isso mesmo zoom, todo mundo quer tirar sua casquinha, a euforia tem 2 caracteristicas:

      1- Contagia todo mundo, tirando as pessoas da realidade

      2- Faz com que as pessoas achem que durará pra sempre, ninguem na euforia prevê a queda, sempre projetam mais e mais pra cima, achando por vezes que o caríssimo ainda “tá barato”

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      • Zoom 15 de agosto de 2011 at 12:31

        MrK, a matéria postada por mim logo abaixo reflete em nossa conversa sobre o valor que os proprietário estão ACHANDO que valem os imóveis.
        Veja só.
        “A lição aprendida por José é a de que seu apartamento vale o que o mercado está disposto a pagar – e não o que ele acha que vale. Não pretende recusar a próxima proposta, que, tomara, não demore a aparecer.”

        Concluíndo, essa alta não durará por muito tempo.

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  • Zoom 15 de agosto de 2011 at 09:05

    Após alta vertiginosa, preço de imóveis começa a desacelerar
    Após um período de alta vertiginosa, o preço dos imóveis residenciais começa a mostrar desaceleração, apesar de seguir em ritmo forte de crescimento, informa reportagem de Mariana Sallowicz e Tatiana Resende.

    Venda de imóveis no país despenca no 1º semestre
    Financiamento imobiliário com recursos da poupança bate recorde
    Percentual financiado sobe para 63% do valor total do imóvel

    Os lançamentos de um quarto ou sem divisória, por exemplo, subiram 24,5%, na média, na capital paulista no primeiro semestre ante o mesmo período no ano anterior, segundo levantamento da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio) feito a pedido da Folha. Nos primeiros seis meses de 2010, a elevação havia chegado a 77,2%.

    A dúvida agora, com o agravamento da crise econômica mundial e os possíveis reflexos na economia brasileira, é como esse mercado vai se comportar. Em tempos de turbulência, os investidores que aplicam em ações buscam ativos menos voláteis, como imóveis.

    Especialistas do setor, porém, apontam que a diminuição no ritmo de alta deve continuar, já que a expansão registrada nos últimos anos não era sustentável.

    Fonte: Folha 15811

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    • Zoom 15 de agosto de 2011 at 09:20

      Esse “começa a desacelerar” significa que pela matéria ele subirá mais devagar.
      heheheheeee

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    • John 15 de agosto de 2011 at 09:31

      Quem dera existisse aqui em Brasília uma Folha ou um Estadão. Por incrível que pareça, até o Secovi de São Paulo seria bem vindo! Aqui em Brasília o Correio Braziliense, maior jornal, é fraquinho, fraquinho. É praticamente um boi imobilizado pelas construtoras. NUNCA menciona bolha imobiliária, e quando o faz expõe a opinião de algum “especialista” que tem interesse no mercado imobiliário para dar um alento. E mais, o Secovi daqui não disponibiliza dados sobre a venda de imóveis, fala somente nos preços. Em resumo, não há informações claras sobre o mercado, e aparentemente há um grande esforço para manter o cenário nebuloso.

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  • Zoom 15 de agosto de 2011 at 09:11

    PDG Realty tem lucro 12% maior no 2º trimestre

    A construtora e incorporadora PDG Realty teve lucro líquido ajustado de R$ 247,5 milhões no segundo trimestre, aumento de 12% ante o ganho apurado no mesmo intervalo do ano passado.

    O resultado ficou em linha com a média de estimativas obtidas pela Reuters com oito analistas, de ganho de R$ 250 milhões no trimestre.

    A geração de caixa operacional da empresa, medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), ficou em R$ 442,2 milhões entre abril e junho, 19% acima do montante visto um ano antes. A margem Ebitda, por sua vez, caiu de 28,1% para 25,8%.

    No segundo trimestre, a PDG viu sua receita líquida crescer 30%, alcançando R$ 1,7 bilhão.

    A companhia, que já consolidou os dados da Agre ao balanço, contabilizou vendas contratadas de R$ 1,8 bilhão no trimestre passado, alta de 17% sobre o mesmo período de 2010. Já as vendas totais, que incluem a fatia de parceiros, somaram R$ 2,3 bilhões.

    Os lançamentos, enquanto isso, alcançaram R$ 2,05 bilhões, considerando a participação da PDG nos imóveis, expansão de 14% sobre um ano antes.

    Com isso, a empresa cumpriu 40% do ponto-médio da meta de lançamentos para 2011, estimados entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões.

    No trimestre passado, a velocidade de vendas –medida pela relação de venda sobre oferta– foi de 29%, contra 30% um ano antes e 29% dos três primeiros meses de 2011.

    Nos primeiro semestre, o lucro líquido da companhia acumulou expansão de 21%, somando R$ 486,6 milhões.

    Quanto ao ritmo de entregas, a empresa afirmou ter atingido 44% da estimativa para o ano, que é de 35,17 mil unidades.

    A PDG encerrou junho com banco de terrenos com potencial para lançamentos da ordem de R$ 28,4 bilhões.

    A companhia informou ainda que, a partir de terça-feira, a presidência da unidade de securitização da PDG será ocupada por Luís Largman, que deixou o cargo de vice-presidente financeiro da Cyrela Brazil Realty, conforme anunciado em meados de julho.

    Fonte: Folha 15/08/11

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  • Zoom 15 de agosto de 2011 at 09:13

    Quem dita o preço de venda do imóvel de José: ele ou o mercado?

    Há algum tempo José decidiu que era preciso controlar as despesas da família, convencido de que, com isso, conseguiria comprar mais com a mesma quantidade de dinheiro. Era só uma questão de criar um orçamento para planejar de forma mais adequada a destinação do dinheiro que entra no caixa da família todos os meses.
    O orçamento apontou que a taxa de condomínio representa um valor relevante da renda mensal do casal. Como já estavam namorando a ideia de mudar para um imóvel maior, Maria e José acabaram concordando em colocar o apartamento à venda e comprar uma casa, fora de condomínio, visando excluir essa despesa do orçamento.
    Estimam que vão gastar cerca de 30% do valor do condomínio com a manutenção da casa. Serão capazes, portanto, de poupar mensalmente 70% do valor atualmente destinado ao pagamento dessa despesa.

    QUANTO VALE?
    José acha que seu apartamento vale R$ 500 mil. Chegou a essa conclusão porque seu vizinho vendeu o dele, em pior estado que o seu, por R$ 420 mil, há cerca de oito meses.
    Baseado no valor de venda do vizinho, mais inflação, mais as benfeitorias feitas em seu apartamento, mais o coração adicionando um valor sentimental, José decidiu que R$ 500 mil é o valor justo de venda do imóvel.
    Chamou dois corretores e solicitou avaliações do apartamento, além de consultar as condições segundo as quais trabalhariam a venda do imóvel. Os dois corretores apresentaram a mesma estimativa de preço: R$ 420 mil.
    Discordando da cotação dos corretores, José autorizou que ambos divulgassem a disponibilidade de venda do imóvel por R$ 500 mil -valor mínimo para negociação.
    José recebeu algumas poucas ofertas de compradores, quase todas envolvendo permuta por carro, terreno, imóvel de menor valor, chácara no interior e por aí vai. Recusou todas elas porque nenhuma atingiu o valor definido e, também, porque as condições de pagamento não geravam uma entrada de caixa suficiente para a aquisição do novo imóvel que pretendia comprar.

    OFERTA RECUSADA
    Seis meses se passaram e José recebeu, finalmente, uma proposta decente de pagamento à vista no valor de R$ 440 mil. Recusou a oferta certo de que o comprador, encantado com seu lindo apartamento, chegaria no preço exigido.
    Maria achou a proposta tentadora, atraída pela possibilidade do pagamento à vista, mas José não se deixou levar e bateu o pé no valor definido em R$ 500 mil. O comprador não elevou o valor da proposta e retirou a oferta anteriormente feita.
    Um ano se passou e o apartamento de José continua à venda por R$ 500 mil. Ele acaba de pagar uma contribuição extraordinária do condomínio, que arrecada recursos para corrigir um antigo problema de infiltração.
    Hoje, com a calculadora e o orçamento familiar na mão, José está convencido de que a oferta de R$ 440 mil recebida há um ano era melhor do que, naquela época, ele imaginou que fosse.
    Somou todas as despesas pagas desde então, refletiu sobre o custo de oportunidade do dinheiro desde que recebeu a oferta, de pelo menos 10%, e concluiu que deveria ter aceitado. Mas agora já foi.

    LIÇÃO APRENDIDA
    Novos lançamentos imobiliários surgiram no bairro, de imóveis menores, é verdade, porém com outros atributos que as famílias agora valorizam: são apartamentos mais modernos, com mais vagas de garagem e estrutura completa de lazer.
    Mais duas unidades, além da sua, estão à venda no prédio de José -e ele sabe que mais ofertas de venda favorecem a situação dos compradores.
    A lição aprendida por José é a de que seu apartamento vale o que o mercado está disposto a pagar – e não o que ele acha que vale. Não pretende recusar a próxima proposta, que, tomara, não demore a aparecer.

    MARCIA DESSEN, Certified Financial Planner, é sócia e diretora-executiva do BMI Brazilian Management Institute, professora convidada da Fundação Dom Cabral e cofundadora do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros.

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    • Zoom 15 de agosto de 2011 at 09:17

      Oops, a fonte é o jornal Folha 15/08/11

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 09:47

      ótimo texto!

      é uma pena que apesar de muito simples, esse texto está fora da compreensão de mais de 50% dos brasileiros, que continuam achando que o imovel vale o que eles querem, por isso que copacabana pulou de 3.500 pra quase 4.200 imóveis a venda em poucos meses.

      um amigo meu disse que o ap dele vale 800mil, mas como o vizinho tá vendendo por 1milhão, ele botou a venda também pelo mesmo valor, mas alguém sabe de onde o vizinho tirou esse 1milhão? Vão ficar os 2 mofando no ZAP junto com todos os outros… o ponto de inflexão JÁ FOI ATINGIDO

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      • Carlos__ 15 de agosto de 2011 at 10:58

        É por isso que indices, como o ZAP, que levam em conta apenas o preço pedido, independende da realização ou não de negócios, só distorcem mais o mercado. Os caras aumentam o preço, não vendem, o indice reflete esse aumento e a subida do índice, na cabeça dos vendedores e até mesmo de alguns compradores, legitima o aumento. Vira uma máquina que se auto alimenta. Sobe porque ficou mais caro e fica mais caro porque sobe.

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        • Leandro 012 15 de agosto de 2011 at 13:22

          Efeito Tostines. rs

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  • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 09:41

    Real Estate Market Report
    Median value per square foot
    Fonte www DOT zillow DOT com

    O preço mediano por unidade de área de uma residência nos EUA é 1700 Reais/m2. Isso significa que metade das casas que existem nos EUA podem ser compradas por esse valor. Observe que é preço e já inclue terreno. Segundo o SINDUSCON, o custo (e não preço) de uma residência unifamiliar, padrão normal está em 1200 Reais/m2. Supondo uma casa de 150 m2, o que não é nada excepcional, se o terreno para essa casa custar mais do que 75 mil Reais, então o CUSTO/m2 de uma casa unifamiliar, padrão normal na Banânia será MAIOR do que o PREÇO/m2 de 50% das casas que existem nos EUA.

    Se isso não for bolha, então nada mais é.

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    • Luiz 15 de agosto de 2011 at 10:58

      Aí deveria ser 5x mais caro que a média daqui, visto que a renda é 5x maior, isso em condições anormais com o real desvalorizado uma bela crise aí.

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  • doom 15 de agosto de 2011 at 10:55

    Uma das qualidades do blog é que temos vários exemplos reais do que acontece no dia-a-dia, muito diferente da realidade exposta em outros veículos.

    Estive conversando com um amigo, que trabalhou numa imobiliária +/- em 2009, sobre um dos grandes empreendimentos de Salvador, que será entregue até o fim do ano. Ele me disse que, na época, vendeu muitas unidades desse empreendimentos, e, palavras dele, MAIS DA METADE PARA INVESTIDOR. Hoje a quantidade de repasse que aparece no jornal é enorme.
    Ainda sobre esse empreendimento, conversei com outra pessoa do ramo da construção que me disse que um amigo comprou 3 desses apartamentos, um para morar e os outros 2 para investir, confiando que, com a valorização, repassaria antes da entrega com um bom ágio e teria um bom $$$ para abater do financiamento da unidade que tinha comprado para morar. O que aconteceu foi o seguinte: ele não consegue vender os apartamentos e já devolveu um deles para a construtora. Percebeu que o prejuízo seria maior se ficasse com ele na mão além de não conseguir manter as parcelas de todos os 3. Agora está precisando vender o que sobrou. Tem alguém aí interessado?

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    • Carlos__ 15 de agosto de 2011 at 11:24

      doom, também acho esses depoimentos em primeira mão a principal contribuição do pessoal que comenta no blogs. É a única maneira de termos uma visão mais completa do que está realmente acontecendo no mercado.

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    • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 11:30

      Vale lembrar novamente a grande sugestão do HiK, quem deseja comprar imóvel deve se preparar como urubu pairando sobre bezerro doente. Cruel, mas a seleção natural é implacável.

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 13:27

      POIS É DOOM, o que me deixa p. da vida é que esse tipo de coisa não vira reportagem, não merece nem nota de roda pé, a midia não tem interesse algum de mostrar os investidores que se deram ou estão pra se dar mal, só mostra o lado florido da coisa, igual o balanço da gafisa com sua maquiagem de novela das 8 nos comentários

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  • pobre 15 de agosto de 2011 at 11:05

    Pessoal

    Procurei aps para compra com a finalidade de moradia, já devo ter visto pelo menos 50 apartamentos, e tenho percebido algumas coisas estranhas. Primeiro a corretagem tratando clientes com desdém, com certa arrogancia. Segundo ainda não vi neste blog nenhuma discussão a respeito de grandes corretoras estarem inflacionando o mercado como o caso da Lopes e Coelho da Fonseca por exemplo.

    Fiz proposta para um ap na ordem de 480k, o mesmo estava a venda em uma imobiliária pequena especializada no bairro por 500k, a proposta era para fechar o negócio, no entanto essas imóbiliárias de maior porte avaliaram o imóvel em 650k, e os donos não querem vender por menos que isso. decidimos por não comprar. Os aps que eram 450k, passaram a 550, Os de 550 passaram para 700k.

    Uma família com rensa mensal de 15k (até uns 4 anos atrás não me parecia pouco) e com 50% de entrada (350k) Não consegue comprar o imóvel e vai gastar em média 6k por mês (prestações + condominio) para morar, neste cenário continuo no aluguel e guardo 4k por mês.

    Detalhe: Já vi 2 que compraram nessas condições tentarem repassar o imóvel, mal compraram o imóvel e já não estão conseguindo pagar.

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    • Luiz 16 de agosto de 2011 at 11:11

      leia o histórico deste blog, se tiver paciencia vc via se surpreender, como sua história se repete, chegam a inventar fila na porta do lançamento, estratégias de porta de boate.

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  • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 11:22

    Acredito que as vendas ainda terão um fôlego no final do ano. É o período que muita gente ganha 13º e outros benefícios. Aqueles que não compraram se sentiram tentados, e aqueles que ja copraram terão dinheiro para pagar mais parcelas – no arrocho, mas sem quebrar. Creio que no início do ano cirá uma grande queda, pois é a época dos imposto anuais e do pagamento das contas feitas no natal. O problema é que muitos não poderam mais contar com o crédito pessoal devido o aumento das taxas, ou até mesmo por não terem mais margem para empréstismo. Alguém concorda com esse ponto de vista?

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    • Luiz 15 de agosto de 2011 at 11:46

      minha aposta inicial era que isso se arrasta até depois da Copa.

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      • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 12:15

        Eu também pensava assim, que ia dar para ir levando até a Copa, e no Rio até as olimpíadas, mas diante dos acontecimentos internacionais não boto muita fé que chegaremos bem até lá.

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    • aiwww 15 de agosto de 2011 at 11:58

      Concordo plenamente. O fim do ano traz a sensação de riqueza. Vejo isso acontecer todo início de mês. Restaurantes lotados e ruas cheias de carro. Próximo ao final do mês os restaurantes estão mais vazios e as ruas mais vazias. Espere agosto de 2012.. nossos “investidores” (opa, ovelhinhas doentes) estarão com a foice no pescoço 🙂

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    • Zoom 15 de agosto de 2011 at 12:39

      Guilherme, não sei não. Tô achando que o povo irá pagar as contas. A inadimplência subiu muito nesses últimos meses.

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      • MrK 15 de agosto de 2011 at 13:29

        creio que muito do 13o já está comprometido com dívidas, já tem destino certo, o povo tá muito endividado (record historico) não creio que muito desse 13o vá pras ruas não

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    • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 13:27

      Está delirando. Um 13 salário é como uma gota num oceno quando a proposta é comprar um imóvel.

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 13:39

        é uma gota pra familai em si, mas despeja esse ocenao de gotas de uma vez só.
        Digo isso não pra discordar da conclusão, mas pq creio que o governo tem lá sua munição pra despejar no mercado, essa e tbm o compulsório, FGTS, e por aí vai.

        E tem outra coisa, ano que vem é ANO DE ELEIÇÃO

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  • Gus 15 de agosto de 2011 at 11:44

    Os mitos e verdades sobre a classe C

    epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI257459-16356,00-OS+MITOS+E+VERDADES+SOBRE+A+CLASSE+C.html

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    • Luiz 15 de agosto de 2011 at 12:07

      esse artigo é mto bom, repete oq e falamos aqui. Me fez lembrar um corretor que vinha aqui com mil contas pra mostrar que os imóveis estavam baratos e iam subir ainda mais. Ele fazia as contas usando a renda de Manhatan e a população do brasil inteiro. Quando mostrei o erro, ele replicava dizendo que os pobres pra ele não importava, além da crueldade do comentário preconceituoso, era errado.

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      • Zoom 15 de agosto de 2011 at 12:43

        Cade o cara? Vamos jogá lo numvpoço bem fundo, aonde ele não consegue escrever para não ficar escrevendo abobrinha.
        heheheheheeeee

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        • Luiz 15 de agosto de 2011 at 13:46

          NÃO se trata disto, apenas acho que como contraponto, não foi construtivo.
          Ele podia admitir – tipo um “epa, nessa errei, deixa eu reformular”
          O conhecimento cresce quando se testa mutuamente as ideias uns dos outros, compara com a realidade e vê o que estava certo e oq eu não estava. É preciso desfulanizar.

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  • henrique 15 de agosto de 2011 at 11:56

    Tenho um vizinho que é corretor de imóveis em Curitiba.

    Ano passado era só alegria e aquele papo que todos conhecemos.

    Há umas 3 semanas eu o encontrei e ele me disse que mercado imobiliário residencial de Curitiba está completamente parado, pois os preços subiram muito, os vendedores não aceitam baixar os preços, etc…

    Parece que chegamos em um ponto de inflexão.

    Contudo, ainda tenho um pouco de dúvida porque não sei como o mercado imobiliário se comportará quando o BC começar a baixar as taxas de juros (vejam q os juros futuros caíram desde o início da crise corrente). Dinheiro mais barato tende a aumentar o consumo.

    O problema é que a população já está muito endividada e parece que não há mais espaço para fomentar nosso crecimento econômico usando o endividamento do consumidor, como ocorreu em 2008-2010.

    Situação difícil a do BC.

    abs

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    • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 12:17

      Ontem minha namorada falou uma frase que me veio à cabeça: “Carro é só para te levar de um lugar para outro e nada mais” Eu, apaixonado por carros discordei. Ela respondeu “O resto é só status. E você acha que é mais fácil mostrar status com um carro ou um apartamento. É claro que é com o carro amor”

      Estou quase formando uma conclusão: Será que as pessoas devolverão seus carros às financeiras para poder pagar o imóvel? Será que abrirão mão de andar de carro novo para pagar o APERTAmento? Será que andarão de ônibus lotado para pagar o financiamento da casa, as faturas dos cartões e cobrir os cheques especiais?

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    • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 12:29

      O probema não foi o consumo baseado no crédito sozinho. Esta manobra era necessária na época, tanto que no Brasil realmente sentiu uma “marolinha”. O que o governo tinha que ter feito era investimento em áreas que sustentassem esse consumo, como a área produtiva (indústrias, etc.) e na logística (estradas, portos, aeroportos, hidrovias, etc.), somado a redução nos gastos do governo para “fechar” as contas e redução tributária para tornar os bens mais baratos para o consumo.

      Como isso não foi feito a marolinha cresceu… virou uma onda “redondinha”…. alguns conseguiram surfar nela e sederam bem…. ela cresceu….. lá fora caiu uma pu** tampestade…. a onda aqui já virou onda de ressaca, daquelas que varre o calçadão…. a tempestade continua feia e a onda crescendo….. logo logo chega o Tsunami!!!
      No mercado imobiliário tem gente está correndo para a serra, e gente que ainda comprará imóvel na praia! (me empolguei !!! rsrsrs)

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    • John 15 de agosto de 2011 at 12:38

      Acredito que isso esteja acontecendo também em outras capitais do país. A grande questão é: quanta gente tem pressa em vender os imóveis? Incorporadoras e “investidores” de calças curtas certamente. Mas proprietários comuns que não precisam do dinheiro imediatamente vão bater o pé, teimar e não darão o braço a torcer facilmente. Além disso, devemos concordar que há um forte fator emocional por trás do “imóvel da família”. Por isso que um imóvel pode ficar mais de um ano anuncado e mesmo assim ter o preço reajustado para cima.

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 13:22

        John, essa questão tem 2 lados:
        1. famílias que vão perder dinheiro pra sustentar imóvel estarão fora do mercado consumidor, vivendo rpa pagar juros e o basico
        2. investidores. Destes os mais fortes conseguem prender a respiração mais tempo, mas os mais fracos vão derrubando os mais fortes, um a um, vai caindo o dominó inteiro

        Como alguém nos epxlicou aqui anteriormente, o ajuste passa necessariamente por um tombo de todo o mercado, pq se fosse possível ir levando a situação permaneceria eternamente alavancada, mas não, devido à liquidação, alguém tem que pagar a conta em algum momento, quando o primeiro cair, vai levar outro e assim por diante, o mercado se ajusta após uma quebra, necessariamente, mesmo que o governo continue pagando a conta, uma hora a conta fica impagável.

        Sendo assim, nos restaria perguntar Quando?
        Os primeiros movimentos da quebra já começaram.

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 13:32

      o consumidor já está muito endividado… o cobertor tá curto, não adianta querer fugir da crise estimulando consumo e soltando crédito, SÓ RENDA pode pagar essa conta e a renda tem subido em linha, ou pouco acima da inflação (a oficial porque da real tamos perdendo)

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  • Carlos 15 de agosto de 2011 at 12:15

    “Situação difícil a do BC”

    ou seria

    “Situação difícil a que o BC criou”?

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  • Carlos__ 15 de agosto de 2011 at 12:34

    Me deixem levantar uma bola. Temos visto que existe um mercado de derivativos imobiliários, apesar de muito pequeno, no Brasil. Como isso é possível? Nos EUA os juros habitacionais eram maiores do que o do tesouro, dessa forma os derivativos eram atraentes, pois rendiam mais que aplicar em renda fixa. Mas aqui, os juros habitacionais são subsidiados, são menores que os juros do tesouro, hoje em 12,5%. Como pode existir um produto financeiro baseado nos juros habitacionais que renda o suficiente para alguem preferir comprar esses papeis em vez de papeis do tesouro brasileiro?

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    • Luiz 15 de agosto de 2011 at 12:58

      esse ponto foi bem levantado
      a pergunta é retórica, como pode? não pode
      a não ser que a especulação eleve a rentabilidade artificialmente, mas isso tem perna curta.

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      • Adriano 15 de agosto de 2011 at 14:12

        É óbvio que esse mercado é só para a parte “podre” da carteira, mas que ainda não entraram nos defauts onde o BC exige a provisão para perdas. Na boa tenho 15 anos só de mercado financeiro e posso ASSEGURAR que banqueiro é mais esperto (no sentido negativo da palavra) que TODOS AQUI JUNTOS, e já perceberam que grande parte de sua carteira imobiliária não se sustenta, apesar de estar “em dia”. Simplesmente querem passar a trolha para frente. Fiquem tranquilos que daram nomes lindos (em inglês) para esses derivativos e darão cursos que serão disputados no IBMEC e BOVESPA, só para enganar trouxa.

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  • xyz 15 de agosto de 2011 at 12:39

    Vejam um artigo que compara a oferta de imóveis (venda e aluguel) no Rio em 2008 e jul/2011.
    w w w.brazilianbubble.com/2011/08/real-estate-in-rio-too-much-supply.html

    No mesmo blog há referência a outro artigo que tem um trecho que achei interessante:

    “Imagine viajar por um país do tamanho dos EUA mas com a metade das vias pavimentadas que o Reino Unido. Benvindos ao Brasil”

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    • Carlos__ 15 de agosto de 2011 at 12:52

      xyz, não gosto desse blog, acho que ele força a barra. Esses números de 2008 não são uma boa referência. Nessa época o ZAP não tinha tanta divulgação por parte do O Globo como tem hoje, era menos usado e conhecido. Você acha que em 2008 na Tijuca só tinha 3 apartamentos para alugar? Eu garanto que alguns prédios lá sozinhos tinham mais unidades alugando que isso.

      Agora, olhar os números do ZAP dos últimos 6 meses eu acho valido, pois o Zap já estava consolidado em 2011, na verdade até antes disso.

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  • Luiz Felipe 15 de agosto de 2011 at 12:40

    Queria deixar um comentário sobre um assunto que vai gerar discórdia, mas que sempre me incomoda enquanto leio os comentários.

    Comparar a variação de preço do ativo com o retorno e os investimentos feitos para valorizá-lo (típico do MrK) é extremamente válido e é uma comparação com fundamentos. Mas, comparar o preço daqui com o resto do mundo não agrega valor nenhum e fica extremamente fora de contexto.

    Tudo que tem algum processo de fabricação é mais caro no Brasil, mas quando é com imóveis isso caracteriza uma bolha? Temos então a bolha automobilística, a bolha eletrônica, a bolha têxtil, a bolha dos biscoitos, a bolha da coca-cola, etc, etc, etc…

    Por outro lado, os serviços aqui são baratos. Uma empregada doméstica ganha em torno de 600 reais (falando do piso). O pessoal que mora nos estados unidos já viu alguma empregada doméstica ganhando uns 380 dólares/mês?

    Não dá para comparar realidades diferentes como se fossem a mesma coisa.

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    • Zoom 15 de agosto de 2011 at 12:51

      Boa observação, são mundos diferentes, clturas diferentes, situações momentânia diferentes, tudo diferente.

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    • Luiz 15 de agosto de 2011 at 13:04

      é exatamente o q a gente dizia aqui, quando os não-bolhistas argumentavam que aqui era barato se comparado com Honk Kong ou Israel, ou com carros, comaprações são sempre ruins

      Quando a gente compara com os Estados Unidos não é neste sentido de ver se vale mais uma casa na Florida ou em Santa Catarina, o sentido da comapração é mostrar que a bolha lá estourou pq os preços subiram acima do nível de renda, exatamente como ocorre aqui, e que no movimento pendular da economia, criou-se situações absurdas.

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    • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 13:11

      Um dos pontos principais pontos discutidos e consolidados aqui (se eu estiver errado falem) que formaram a bolha imobiliária que cremos existir não é o preço dos imóveis (o metro quadrado do Rio pode sim valer mais que o de NY, porque não?), mas sim o crescimento dos preços. Os corretores (e o ZAP) falam e mostram valorização de 30~40% ao ano dos imóveis, mas a renda dos brasileiros, exceto a dos políticos, não aumentou 30~40% ao ano.

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 13:33

        Guilherme qdo vc diz que o metro do rio poderia valer mais que o de NY, te pergunto, em quais fundamentos vc pensou?
        Não conheço NY pssoalemnte contudo eu poderia citar uma dezena de argumentos contrários, na linha do urbanismo, qualidade de vida, localização em termos de mundo, renda dos habitantes, exaustão de terra urbana livre, rede de metrô, e por aí vai.
        Não me leve a mal, mas o mercado tem lá seu jogo de oferta e procura, mas a realidade é que uma cidade é feita de atributos concretos como saneamento, policiamento, saúde, atividade economicamente, e exceto os atributos naturais, não vejo como o metro do rio ou de qauqluer lugar do brasil pudesse valer mais que o de NY. Mesmo decadentes, ainda considera-se lá a capital do mundo ocidental, ou não?
        Além disto, duvido que o m2 qualquer parte do Rio ou do BR seja mais caro que o metro de Manhatan, mesmo hoje.

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        • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 13:51

          O que eu quis dizer é que hoje os preços estão inflados, que não há motivo real para o Rio ser mais caro que NY, ou Londres, mas que algum dia poderá ser. Eu quis informar que o problema não é o preço em si, mas a velocidade do aumento do preço. Tomamos como exemplo Chicago. Ela sempre foi considerada uma grande cidade, a capital da industria automobilistica do EUA, mas após a crise de 2008 saíram várias notícias de que a cidade estava encolhendo porque as montadoras quebraram, a cidade parou economicamente e ninguem mais queria morar ali. Dizer que o NY sempre vai ser mais caro que Rio é coisa para vidente. Mas repito, eu quis informar que o problema não é o preço dos imóveis em si, mas a velocidade do aumento do preço.

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          • Luiz 15 de agosto de 2011 at 17:05

            Guilherme eu diria que geograficamente falando estamos localziados no “fim da rua”.
            Pega um desses mapas de geografia do segundo grau, se tiver gráficos de densidade, melhor ainda, o cone sul é mal localizado por natureza. Exceto uma situação extrema, nunca seremos o centro. Não vai aí nada de complexo vira-lata, só abre o mapa e vc vai ver o que eu toh falando. Tem lá as suas vantagens ficar longe do centro, mas aí é outra história.

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        • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 13:56

          Em mensagem anterior, eu mostrei uma comparação na esperança de abrir os olhos dos colegas do forum. Uma sala comercial VAZIA no Rio sendo vendida por 17 mil Reais/m2 enquanto que por 7 mil e quinhentos Reais voce compra sala comercial na QUINTA AVENIDA com contrato de aluguel pelos próximos 10 anos.

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          • Luiz Felipe 15 de agosto de 2011 at 14:24

            Já que estamos citando imóveis comerciais, considerando que o famoso “custo Brasil” fará com que a empresa que utilize o imóvel opere com margens de lucro de 70~100%, enquanto que em Manhatan a margem de lucro seria de 10~20%, comparar os preços faria com que o de Manhatan fosse o inflado, já que o retorno do brasileiro seria muito melhor. Mas, ai fica com cada um né.

            É o que eu disse, acho muito útil a comparação do valor do bem com o retorno do bem e com os investimentos que valorizariam o bem.

            Por exemplo, ao comparar preço de compra com o aluguel dos imóveis residenciais, chegamos a uma conclusão que o preço está mais alto do que o retorno, afinal, a poupança rende mais.
            Somente comparar o preço daqui com o de lá não me diz muita coisa além do fato já conhecido de que no Brasil tudo é mais caro.

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          • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 14:31

            Em geral, tanto faz residencia ou comercial, o retorno de aluguel é 0.7%/mes para contratos de 3 anos, já descontadas as despesas operacionais. Esse retorno cai para 0.6%/mes com contrato de duração mais longos. No caso de inadimplência de 3 meses, o SHERIFF (sim o Sheriff mesmo) remove o inquilino. Como é mesmo na Banânia?

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          • Luiz 15 de agosto de 2011 at 15:53

            Isso aí xará Felipe,
            comparar retorno financeiro é bastante plausível

            Aqui o retorno está no maximo em 0,5%am. girando na média de 0,4% e se considerar os custos, cai pra 0,35% na média. Os de alto padrão pior, renda de 0,25% ou menos.

            Se for pra investir, prejuízo
            Se for pra morar, melhor alugar
            Se for na planta, melhor rezar.

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    • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 13:19

      Está completamente enganado, pois chegou a hora de abandonar a Banânia e ir morar em outro país. A menos que voce prefira pagar muito mais por uma qualidade de vida muito pior. É esse o seu caso?

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    • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 13:22

      Luiz,

      De fato, empregada doméstica é mais barato, mas isso é um dos muitos sinais da pobreza do país. O custo de vida na Banânia é da ordem do DOBRO do custo de vida nos EUA. Já escrevi, mas voce pode não ter lido – até mesmo BANANA ou CAFÉ é mais barato nos EUA.

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      • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 13:55

        nunca viajei para o exterior para conferir de perto, mas os dados de reportagens e relatórios dizem que nos produzimos comida por um preço menor aqui, mas ela chega mais caro ao consumidor bananês.

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        • Anonymous 15 de agosto de 2011 at 13:58

          Como voce também fui ILUDIDO durante muito tempo, mas acabei descobrindo a América 🙂

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          • Luiz Felipe 15 de agosto de 2011 at 14:27

            Isso acontece por que as empresas trabalham com margens de lucros estratosféricas. É por isso que você consegue ir no shopping depois do natal e ver liquidações de 50~80%. Ninguém perde dinheiro, isso eu garanto. Essas promoções nada mais são do que a redução da margem de lucro, e mesmo com os 80% de liquidação que as vezes encontramos, ainda sobra algum lucro.

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  • Zoom 15 de agosto de 2011 at 12:57

    As construtoras parecem que estão tomando folego.

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 13:37

      zoom, o mercado inteiro está subindo, quando o mercado “melhora o humor” é natural que aquelas que mais cairam acabem puxando a alta, afinal, essas empresas cairam muito e o investidor ve uma oportunidade de recuperação no curto ou curtíssimo prazo

      junte a isso essas recomendações de bancos (como o que gerou esse tópico) e a gente explica a alta

      ainda assim eu não sou louco de comprar, a análise dos fundamentos economicos dessas empresas diz pra ficar longe desses papeis, principalmente gafisa e cyrela, são papéis tóxicos, podem subir 20% hoje que cedo ou tarde vão desabar

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 13:48

        feriado na europa?

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      • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 14:04

        Creio que seriam interessantes para venda em curtíssimo prazo. Mas isso é coisa para profissionais do mercado financeiro, que sabem ganhar dinheiro em repiques diários. Você compra, sei lá, Gafisa por R$ 6,70 hoje para vender por R$ 6,80 amanhã de manhã. Parece pouco, mas se você investisse R$ 1 milhão ganharia um pouco mais de R$ 14.000,00 em um dia. Eu levo 6 meses para ganhar isso!

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        • Fred Henrique 16 de agosto de 2011 at 15:50

          Concordo,

          Acho que tem gente ganhando nos “centavinhos”.

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  • DRN 15 de agosto de 2011 at 13:28

    MrK, rola fazer uma análise dos balanços das outras construtoras (ainda que de maneira mais superficial)? PDG, Brookfield etc.

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 13:39

      quero fazer da PDG, pois essa é um ponto focal do mercado, ela é muito grande e dizem que pode comprar uma das outras grandes… essa vale a pena olhar sim

      mas brooksfield não vejo tanta importância

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      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 15:57

        Mrk, li aí que os fundos de pensão estrangeiros estão de saída.

        Depois que o Mantega decretou a minima do dolar de 1,5, acabou o ganho na conversão cambial.
        A bolsa em bear,
        Os EUA barato
        = coisa ta ficando feia

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  • Fel 15 de agosto de 2011 at 13:50

    Enquanto isso, nossos políticos habitam nas seguintes casas e apto….

    noticias.uol.com.br/album/110815casaspoliticos_album.jhtm?abrefoto=1#fotoNav=6

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    • Guilherme Eduardo 15 de agosto de 2011 at 14:15

      Olha gente! Dá para comprar imóvel de luxo com o nosso dinheiro!!! Oba!!! [risos]
      .
      .
      .
      Perai…. quem tá comprando não somos nós! [lágrimas]

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  • Carlos__ 15 de agosto de 2011 at 14:09

    Enquanto os idiotas aqui se endividam pela vida toda para morar em uma concha a bandidagem mora em apartamentos gigantes e mansões, todos pagos a vista. Se somarmos todos os salários desse pessoal, passados e futuros, a conta não fecha. Está na cara de todo mundo e mesmo assim ninguem faz nada.

    0
    • Gus 15 de agosto de 2011 at 15:12

      Oi Carlos,
      E o que você faz ?
      Qual a sua forma de protesto ?

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      • Carlos__ 15 de agosto de 2011 at 15:47

        Gus, depois de muitos anos achando que o país tinha solução, tendo até votado no Lula em 2002, hoje, depois de tudo que se passou e conhecendo agora melhor o Brasil e a própria natureza humana, a única coisa que eu vejo que posso fazer para realmente mudar alguma coisa é a minha mala.

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        • Luiz 15 de agosto de 2011 at 15:54

          hahaha, gostei
          tbm to fazendo alguma coisas
          …. as malas

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  • Galvão 15 de agosto de 2011 at 15:21

    Prezados,
    Alguém saberia dizer qual é o total de imóveis estão sendo erquidos no Noroeste, em Brasília?
    Achei espantoso o número de aproximadamente 1.300 anúncios no Wimóveis.com. Achei um número muito elevado para agora, já que os apartamentos serão entregues em 2013. Aparentemente a maioria dos anúncios é de venda de ágio. Outro detalhe interessante é que nos idos de 2010, dizia-se pelos corredores do mercado imobiliário, que o m2 bateria nos 18.000m2 nos próximos anos (absurdo!!!). Agora achei anuncios de apto pela bagatela de 6.500/m2 (venda do ágio, claro). Entretanto, acredito que a média ainda está em torno de 9.500/m2 a 10.000/m2, sendo que no ano passado (se não estou enganado) estava em 12.000/m2. Mas como não podia deixar de ser, ainda tem muito investidor que acredita que pode colocar o preço que quiser, por isso tem anúncios de aptos sendo oferecidos por 14.864/m2.

    0
    • Carlos__ 15 de agosto de 2011 at 15:56

      Ôpa! Importante esse dado. Realmente, monitorar os anúncios desses apartamentos que não foram entregues ainda ajuda a entender esse mercado de apartamentos na planta. Para mim essa é a última peça desse quebra-cabeça. Se relamente a maioria dos compradores na planta forem investidores, o mercado de imóveis, dependendo da situação do país, pode dar uma bela virada a partir de 2012.

      0
      • Luiz 15 de agosto de 2011 at 16:01

        .investopedia.com/terms/g/greaterfooltheory.asp

        Greater Fool Theory

        A theory that states it is possible to make money by buying, whether overvalued or not, and later selling them at a profit because there will always be someone (a bigger or greater fool) who is willing to pay the higher price.

        When acting in accordance with the greater fool theory, an investor buys without any regard to their quality, but with the hope of quickly selling them off to another investor (the greater fool), who might also be hoping to flip them quickly. Unfortunately, speculative bubbles always burst eventually, leading to a rapid depreciation in share price due to the selloff.

        0
      • Galvão 15 de agosto de 2011 at 16:31

        Carlos,
        E monitorar o Noroeste em Brasília e extremamente significativo, pois segundo os analistas, o lançamento do Noroeste foi um dos fatores que impulsionaram os preços pra cima, pois na epoca do lançamento os apartamentos eram vendidos igual água no deserto a um preço de “água no deserto” mesmo. Os altos preços do noroeste geraram um efeito cascata nos demais “bairros” de Brasília, tanto para novos empreendimentos quanto para usados. Por isso, acredito que a quebradeira vá começar por ali também.
        A metade dos anúncios do Noroeste no Wimoveis corresponde a aptos de mais de 1milhão, nos quais o financiamento das chaves é coisa da ordem de 600.000. Por isso é impressionante ver anúncios (e não poucos) de venda de ágio de menos de 100.000, com saldo restante a pagar beirando 1milhão. Acho que quem comprou lá pra investir (acredito que pelo menos uns 60 a 70%) está com muito, mas com muito medo agora, já que não consegue vender o ágio e tem parcelas mensais de 10.000, 15.000 pra pagar, e ainda aguarda “ansiosamente” as entrega das chaves pra receber a pá de cal (digo, boleto de cobrança da construtora!!!!)

        0
        • Carlos__ 15 de agosto de 2011 at 17:01

          Pois é, não analisei o mercado carioca a fundo nesse sentido, mas tenho exatamente essa impressão. Os lançamentos na planta vinham com valores absurdos, e com esses lançamentos sendo vendidos rapidamente, todo o mercado de imóveis foi para cima. Foram esses lançamentos que quebraram a barreira mental de preços que as pessoas tinham. Passaram a falar de 500 mil no suburbio, 1 milhão em lugares melhorizinhos, como se fosse dinheiro que qualquer um consegue juntar trabalhando. Essa foi a minha impressão, pelo menos.

          0
          • Adriano 15 de agosto de 2011 at 21:52

            Não é impressão. Foi o que aconteceu. obviamente associada ao aumento do valor dos imóveis sujeitos ao uso do FGTS (o valor dobrou) + minha casa minha vida.

            0
    • John 15 de agosto de 2011 at 17:09

      Galvão, também moro em Brasília e concordo contigo. O Noroeste ajudou a puxar para cima o preço dos usados. Mas já vi faixa na rua oferecendo imóvel lá a partir de 7 mil o m². Então quem foi afoito e comprou logo após o lançamento provavelmente perdeu dinheiro. Outro ponto que você levantou diz respeito à quantidade de imóveis. Infelizmente não tenho essa informação, mas sabemos que é um bairro inteiro de imóveis novos! Estou até curioso para saber como se comportará o mercado quando o Noroeste estiver pronto. Acredito que a única forma de os preços se manterem é se o governo manter indefinidamente o crédito barato, ou se todos os empresários e políticos milionários comprarem cada um vários imóveis naquele bairro.

      0
      • Marcelo 16 de agosto de 2011 at 00:25

        So para exemplificar, nao muito longe do Noroeste, um parente meu colocou a venda uma casa de alto padrao no Lago Norte, com preco “normal” de R$ um milhao e meio (considerando que em Brasilia qualquer pocilga custa (artificialmente) quinhentos, seiscentos mil, …o preco estava (artificialmente) bom!). Apos varios meses sem receber propostas, desistiu da venda e continua morando la. Que mercado aquecido e esse? Sera que a demanda so pega fogo pelos imoveis na planta? Cade a riqueza da classe media propagada pelo governo? Dores de cabeca virao…

        0
        • John 16 de agosto de 2011 at 08:22

          Pois é, Marcelo. Tenho a impressão de que os preços estão aquecidos, mas o mercado não. Mas é até lógico que os negócios arrefeçam, afinal nem todo mundo está disposto a se envolver em um negócio de centenas de milhares de dólares e ficar endividado por trinta anos. Outra coisa, venho acompanhando o preço das quitinetes e percebi que o preço estagnou e até baixou em alguns casos. E para variar, tem quitinete há mais de um ano sendo anunciada.

          0
  • Luiz 15 de agosto de 2011 at 16:39

    copiei do Valton

    Luis, td jóia?
    Bom já que é para rir ouça essa. Minha namorada trabalha no moinho que fica do lado do Prime Jaguaré (veja o blog abaixo), o moinho realmente faz um barulho violento pois funciona 24 horas por dia e 7 dias por semana, o barulho é alto mesmo. O pessoal do moinho (gerentes, analistas, etc…) um dia saíram na hora do almoço e foram dar uma “sapeada” no estande de vendas da Prime Jaguaré que fica logo do lado… Chegando lá, entre outras coisas, o gerente de produção do moinho perguntou “poxa mase esse moinho aí do lado… faz muito barulho” , então o corretor respondeu ” rsrsr não se preucupe não pois o eles vão tirar o moinho daí” kkkkk os caras falaram ” pô cara, eu sou diretor daqui e nem sei disso” kkkk
    Por ai cara, você pode concluir que não dá pra acreditar em papo de corretor.

    primejaguare.blogspot.com/

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    • Luiz 15 de agosto de 2011 at 16:48

      Valton, isso vai virar uma guerra jurídica, em direito ambiental não existe direito adquirido, mas pelo direito de uso urbano existe.
      Se foi assim, o que o corretor prometeu do meu ponto de vista poderia se configurar até como crime.

      O fato é que a promessa dele levaria anos e muito dinheiro com advogados pra acontecer, se acontecer. Pior, podem até conseguir abafar o barulho do moinho via guerra jurídica, mas e os caminhões que circulam lá?

      O corretor não contou esse pequeno detalhe.

      0
  • MrK 15 de agosto de 2011 at 16:55

    corretor de imoveis é igual aquela vendedora de loja, que a mulher mete a roupa toda gorda, pulando as banhas, um show de horrores e ela diz: ficou liiiiiiiindo

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    • Luiz 15 de agosto de 2011 at 17:09

      Tem 1 exemplo que eu acho sensacional. os vendedores da Fnac nao trabalham com comissão, te dão um apoio técnico excepcional, pra eles não importa tanto se vc vai levar a mais cara. Porisso virou uma das melhores lojas do ramo.

      Ta na hora de se criar uma lei proibindo comissão pra 2 profissões: corretor e motoboy.

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      • DRN 15 de agosto de 2011 at 17:41

        Falou e disse! Qual é a exigência de qualificação para ser corretor de imóveis? Segundo grau completo e um curso no CRECI? Para mim, são, simplesmente, vendedores. Vá lá ter registro e certificação, mas nada (NADA) justifica ganharem de 4 a 10% dos valores envolvidos nas transações.

        0
        • Carlos__ 15 de agosto de 2011 at 18:12

          Sim, princpalmente corretores de imóveis na planta. Seria mais barato para o comprador e para a construtora colocar vendedores treinados, mas sem comissão.

          0
          • Matheus 15 de agosto de 2011 at 19:17

            Pessoal, também tenho umas experiências com corretores não muito honestos aqui em BH. Só um caso, Ia comprar uma cobertura, a qual tinha um terreno vazio ao lado. O corretor me garantiu que o terreno tinha problema na justiça e que ficaria vários anos sem construção, e que quando fossem construir seria um prédio do mesmo tamanho ou menor que o que ele estava vendendo. Não fechei negócio mas passei a acompanhar o imóvel, não deu 4 meses e já começaram a construção em tal terreno, e de um prédio com 2 andares a mais. (Detalhe: a cobertura em questão não vendeu, já faz 14 meses que eu visitei o imóvel, e de lá pra cá o preço já subiu mais de 20%.)

            Bom, eu parei de tentar negociar com corretores, descobri um site chamado proprietariodireto ponto com, ainda não tem muitas ofertas aqui em BH, mas espero que a iniciativa tenha sucesso e possamos não depender tanto dessas pragas.

            0
  • Rodrigo 15 de agosto de 2011 at 18:14

    Após anos de boom, preço do metro quadrado no Itaim começa a cair
    O Estado de São Paulo, 14/ago

    O Itaim-Bibi, bairro boêmio e valorizado na zona sul da capital, simboliza um momento inédito no mercado imobiliário de São Paulo. Antes um dos lugares com mais lançamentos de prédios residenciais e com um dos metros quadrados mais caros da capital, o distrito é o primeiro endereço paulistano no centro expandido a ter uma queda nos preços dos imóveis: uma diminuição de 3% no primeiro semestre deste ano em relação a 2010.

    Os dados constam de um levantamento feito pelo Estado dos dados da Empresa Brasileira de Estudos Imobiliários (Embraesp). Foram compilados todos os lançamentos de janeiro de 2007 a julho deste ano. O preço médio do metro quadrado dos empreendimentos no Itaim ainda é alto: R$ 13.183 neste semestre, o segundo maior da cidade, atrás de Vila Nova Conceição, também na zona sul. Mas, levando em conta que esse valor subia mais de 50% ao ano desde 2006, a tendência de queda é um sinal de que o período glorioso do mercado imobiliário pode estar chegando ao fim. “Batemos no limite, e agora alguns ajustes de preços vão ocorrer em alguns bairros”, diz o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), João Crestana.

    Além do desaquecimento da economia, especialistas apontam razões urbanísticas para o fenômeno. As principais são os efeitos adversos que o próprio mercado provoca em locais nobres muito visados pelas construtoras. O Itaim é exemplo clássico. Ao mesmo tempo em que tem o maior número de restaurantes e bares da cidade – com quase 1 mil estabelecimentos – é também o campeão de roubo de carros e registra grandes índices de congestionamento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 18:51

      noticias como essa que farão tremer alguns investidores… é claro que 3% não faz ninguém perder o sono ainda, mas se o preço perdeu força pra subir e já comeca a declinar, há o risco de que isso vire tendência e os 3% vire 6%…7%…8%…

      Lembram da outra notícia dos “descontos de 6%?” Muita gente pode falar: Ah o que são 6%?

      Imagine um imovel que a pessoa botou tudo que ela tem disponível pra investir, pagou R$500mil, empactou o dinheiro taxas etc… imagine ela perder 6%? Tô falando de rasgar R$30mil mais taxas, se somar com custo de oportunidade de 1 ano, esse prejuizo chega a R$90mil, é pouco?

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  • Platão 15 de agosto de 2011 at 18:51

    e hj Curitiba ultrapassa 9500 imoveis a venda….quando será que chega a 10.000???
    hj tentei negociar dois imoveis a venda ambos em torno de 200mil…um na planta custava 150, que até uns 2 meses atras estava 220 e outro que na planta custou 138, cujo financiador não tem renda para arcar com o financiamento daqui uns 2 meses, na estrega das chaves…. ambas as respostas foram a mesma, ja esta num valor bom ( pedi 50mil de desconto rs.), e esta tendo bastante procura. Vou esperar uns 2 meses e ligar de volta, pra ver a “bastante procura” como está.

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 18:57

      PEDE mesmo, agora os ventos estão mudando, se você não tiver pressa fará um bom negócio, pagar o preço atual me parece loucura, já que em SP os preços já estão em queda, as vendas de unidades em geral também estão em queda (tanto novos quanto usados), não há nada no horizonte que indique que os preços subirão, já o oposto…

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    • Bolha Imobiliária 15 de agosto de 2011 at 19:03

      Vamos fazer uma enquete, ver quem acerta ???

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    • Zoom 15 de agosto de 2011 at 21:24

      Cade a DEMANDA?

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  • henrique 15 de agosto de 2011 at 20:13

    6% de desconto ainda é pouco.

    A impressão que tenho é que esse número é colocado propositalmente para criar uma barreira psicológica para os compradores.

    Na verdade, com os sucessivos aumentos no valor do m2, o mercado imbobiliário está sem parâmetro. Já vi apartamentos anunciados no mesmo prédio e a diferença entre os seus preços superavam os 30%.

    Não é hora de comprar. O movimento de queda deve estar só no começo.

    Talvez, no ano que vem, se o afrouxamento monetário do BC não surtir o efeito desejado, será possível encontrar negócios bem interessantes.

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    • Zoom 15 de agosto de 2011 at 21:31

      Pelo menos já dá a impressão de que a coisa começará a cai. Com isso, a trajetória dos preços mudaram de direção, fazendo com que o comprador e o vendedor se conscientizem dos valores reais que o mercado oferece.

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      • trololó 15 de agosto de 2011 at 21:43

        precisa também entender que esse desconto é só o começo de um maior que virá, como no exemplo típico do gráfico de bolhas:

        h t t p : / / money-watch.co.uk/wp-content/uploads/2009/03/manias-bubbles.jpg

        ainda tem a “bull trap” pela frente antes do desespero total

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      • MrK 15 de agosto de 2011 at 22:24

        AMIGOS, uma coisa eu afirmo a vocês: O piso dos preços vai vir quando esses aps todos forem sendo jogados no mercado, os preços podem até cair já de agora, mas queda forte mesmo só ano que vem, imagine um mercado já com demanda fraca e um monte de oferta nova precisando revender?

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  • Cássio Pereira 15 de agosto de 2011 at 21:39

    Globo contra-ataca, reportagem especial essa semana sobre o mercado super aquecido de imóveis

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  • Zoom 15 de agosto de 2011 at 21:46

    Resultado de Gafisa decepciona analistas, que podem revisar expectativas

    SÃO PAULO – A Gafisa (GFSA3), que apresentou seus resultados do segundo trimestre de 2011 na última sexta-feira (12), decepcionou o mercado com os números mostrados.

    “De forma geral, resultados foram muito fracos e vamos revisar os números para a companhia que, embora muito descontada, poderá ainda continuar sofrendo pressão deste desempenho ruim”, sentenciou a Planner Corretora, em relatório assinado pelo analista Ricardo Tadeu Martins.

    Os resultados impactaram diretamente no preço de cada ação da Gafisa, que no último fechamento valia R$ 6,91, acumulando desvalorização de 2,53% no mês.

    A opinião também é compartilhada por Marco Aurélio Barbosa, da Coinvalores. “Como esperado, a Gafisa apresentou pequena recuperação de margens frente à fraca base do primeiro trimestre de 2011, mas ainda em um patamar bem abaixo do ano passado e do que animaria o mercado”, afirma Barbosa.

    Mesmo assim o analista da Coinvalores aguarda melhoras. “Esperamos melhora gradual nos resultados da Gafisa, com melhoras mais significativas no médio prazo”. Neste caso a corretora mantém a recomendação de manutenção para os papéis da incorporadora, mas coloca seu preço-alvo em revisão.

    Resultado bom, porém com revisão de gudance
    Para Armando Halfeld, da Ativa Corretora, os números da Gafisa são negativos. “Mesmo com o melhor top line, Ebitda e lucro ante nossa expectativa, os números não vieram muito diferentes da expectativa do mercado”, acredita Halfeld.

    Ainda segundo o analista, foi notada uma forte pressão na margem bruta, compensada pela diluição de despesas, e por isso Halfeld acredita que a redução do guidance de margem da empresa é uma notícia ruim no que diz respeito à velocidade da recuperação de sua rentabilidade no 2S11.

    “No entanto, dado o grande desconto das ações, mantemos recomendação de compra com preço alvo de R$ 13,16”, avalia o analista da Ativa. O upside é de 90,45% ante o último fechamento.

    Por fim, a Ágora Corretora também não mudou o tom das avaliações. “A companhia apontou fraco desempenho operacional, e consequentemente, lucro líquido abaixo do esperado”, afirma a analista da corretora, Cristiane Viana.

    A profissional refere-se ao lucro liquido da Gafisa que no segundo trimestre totalizou somente R$ 25 milhões, ficando 40,5% abaixo da expectativa da Ágora, e 52,8% aquém do consenso do mercado.

    Viana também destacou a expressiva queda na margem bruta influenciada pela rentabilidade mais fraca de projetos lançados até 2008. “A companhia, apesar de apontar uma margem Ebitda de 14%, ainda permanece com desempenho fraco quando comparado à média histórica”, acredita a analista.

    Para a Ágora, o fraco resultado deve continuar pressionando as ações da Gafisa no curto prazo. ”Sendo assim vamos revisar para baixo nossas expectativas, adotando o cenário de margens mais apertadas para a empresa”, completa Cristiane Viana, que colocou em R$ 15,60 os preço-alvo para os papéis, um upside de 125%.

    Fonte: Infomoney 15/08/11

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    • trololó 15 de agosto de 2011 at 22:01

      José Florêncio Rodrigues Neto foi indicado como novo diretor de realções com os investidores da Cyrela Brazil Realty, conforme comunicado divulgado há pouco pela empresa, uma das maiores construtoras e incorporadoras imobiliárias.

      Neto, na empresa desde o início do ano, antes trabalhou no grupo Camargo Corrêa, onde atuou por nove anos. Foi diretor financeiro da divisão de Engenharia e Construção.

      O executivo Luis Largman ficou na empresa durante sete anos e foi responsável pela abertura de capital da companhia em 2005.A partir de agora assume o comando da PDG Securitizadora.

      Neto acumulará os cargos de vice-presidente financeiro, no qual atua desde fevereiro de 2011; e de diretor de RI. O executivo é formado em engenharia civil pela Universidade de Brasília e tem especialização no CEAG, da Fundação Getulio Vargas, e MBA, no MIT (Sloan School of Management).

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  • trololó 15 de agosto de 2011 at 21:53

    daqui 6 meses:

    h t t p : / / w w w.thisismoney.co.uk/money/mortgageshome/article-2026158/Two-home-sellers-forced-cut-asking-prices-reality-bites.html

    0
  • Fel 15 de agosto de 2011 at 22:16

    Vamos lá…

    ART Pompéia Even

    Total de Unidades – 127
    Total Livres – 96

    Detalhe: 2 em agendamento, ou seja, 01 semana se passou e nada de vender…!!!

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    • trololó 15 de agosto de 2011 at 22:32

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      nao tem como tu fazer um gráfico de vendas não pra conseguir acompanhar o ritmo das vendas?!?!

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  • Elias 15 de agosto de 2011 at 22:17

    Aos poucos, o cenário vai se consolidando.

    E apesar das negações, o fato é que este blog tem acertado de forma inequívoca suas previsões.

    Construtoras adicionam incerteza
    Autor(es): Fernando Torres e Daniela D”Ambrosio
    Valor Econômico – 15/08/2011

    http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/8/15/construtoras-adicionam-incerteza

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 22:57

      Pois é amigo Elias, sabiamos que de uma hora pra outra o proprio planejamento do governo não iria soltar que a situação é critica, eles iriam vir com a boa e velha “o gato subiu no telhado”… e é exatamente isso que esse texto mostra!

      O Resultado das construtoras é muito mais perigoso do que o problema do lucro baixo… elas estão tendo problema de geração de caixa, Veja o exemplo da gafisa:

      No balanço de curto prazo (circulante – até 1 ano) ela ainda consegue se virar mais ou menos, mas depois disso… Ela tem no passivo não-circulante uma dívida de 2.8bilhões e no ativo não-circulante um recebível de apenas 2.2bilhões, isso simboliza um problema para o longo prazo GRAVÍSSIMO.

      Pra poder honrar essa dividas ela precisa de uma performance boa nesse próximo 1 ano, se não vai comecar a ter que pedalar dívida… e nada tá indicando essa performance boa…

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  • Fel 15 de agosto de 2011 at 22:20

    Panorama Vila Mariana

    Total de Unidades – 64
    Total Livres – 37
    Agendamento – 1

    É isso aí, “boas vendas”!!!

    0
    • MrK 15 de agosto de 2011 at 22:31

      hahaha Fel, boa… os “lançamentos” que “derretiam” agora ficam encalhados

      só digo duas coisas sobre o tema:

      1- Como esses analistas de mercado acham que a Gafisa vai conseguir se recuperar se a previsão é de queda forte nas vendas (que já vem acontecendo)? Se com o nível atual de vendas o lucro dela é sofrível perante sua dívida, imagina com vendas caindo e estoque subindo?

      2- Imaginem quem comprou pra “investir” na planta há uns 6 meses atrás e comeca a ver o preço querendo baixar, as vendas declinando, os novos lançamentos piorando muito… imaginem o ranger de dentes… comprou? Agora aguenta!!!!

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      • trololó 15 de agosto de 2011 at 22:35

        olha, acho que o que o carinha do santander falou começa a fazer sentido:

        Gafisa GFSA3 R$ 16,70 143,80% Compra

        sem dúvida depois que a gafisa for socorrida pelo governo, com certeza o upside de 140% vai começar a parecer possível

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

        pior que vai ser com o meu dinheiro a ajuda do mantega……

        🙁

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    • Luiz 16 de agosto de 2011 at 11:00

      esse é o mais absurdo de todos tem uma foto com vista pro parque ibirapuera no planfeto
      só não diz que precisa de luneta com raio-x
      deviam por vista pro mar logo

      depois passa lá e vejo quantos eles disseram que já venderam

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      • Luiz 16 de agosto de 2011 at 11:22

        só pra constar o stand de vendas está lá há meses, quase 1 ano

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  • Elias 15 de agosto de 2011 at 22:44

    Transcreco abaixo texto extraído de matéria publicada hoje no Valor

    Isso tudo já foi falado aqui.

    Crise cria oportunidade para redução dos juros
    Valor Econômico – 15/08/2011

    (…)

    A debilidade dessas economias afetará as nações em desenvolvimento, como China, Índia e Brasil, líderes do crescimento mundial nos anos recentes. A tendência é que os preços das commodities, que já vêm arrefecendo desde o início do ano, caiam mais fortemente nos próximos meses.

    A queda das commodities diminui o saldo da balança comercial brasileira, pressionando o real frente ao dólar. Apenas esse canal de transmissão já seria suficiente para diminuir a taxa de crescimento da economia, afinal, os produtores de commodities estão entre os mais competitivos do país. Há, no entanto, outros fatores a serem considerados. Um deles diz respeito às expectativas de consumidores e empresas; outro, a um possível travamento do crédito doméstico por parte dos bancos.

    O PIB do Brasil já está em processo de desaceleração, como resultado da política de combate à inflação promovida pelo Banco Central (BC). O agravamento da crise mundial coincide, portanto, com o fato de a atividade econômica estar perdendo força. Chamam atenção informações de que os estoques em setores como o automobilístico e o siderúrgico já estavam, em julho, em níveis historicamente elevados.

    Os números do mercado de trabalho ainda não mostram arrefecimento, mas, nos últimos dias, várias empresas começaram a anunciar corte de investimentos e redução no quadro de pessoal. Essas notícias têm o efeito de aplacar o ímpeto dos cidadãos ao consumo.

    Num cenário de aumento da taxa de desemprego, as instituições financeiras, por sua vez, tendem a moderar a concessão de crédito. Uma motivação adicional pode contribuir para uma postura mais conservadora. Desde o início da nova fase da crise mundial, as ações dos grandes bancos internacionais, principalmente os americanos e europeus, são as que mais têm perdido valor no mercado.

    Os investidores estão, claramente, ressabiados. Temem que a debilidade das finanças públicas nas economias centrais afete a saúde dos bancos. Nunca é demais lembrar que a crise de 2008 foi, basicamente, uma crise bancária. A atual é de natureza fiscal, mas não se descarta a possibilidade de atingir o sistema financeiro.

    Esse ambiente leva os bancos, mesmo os brasileiros, que são saudáveis e não estão diretamente expostos à turbulência internacional, a adotar uma postura mais cautelosa em relação à oferta de crédito. Em 2008, fenômeno parecido ocorreu no Brasil. Na ocasião, para enfrentar o problema, o governo obrigou os bancos públicos a aumentarem os recursos disponíveis para crédito às empresas e famílias.

    (…)

    IMPORTANTE – há muito tempo não vejo uma notícia que revela a possibilidade do aumento do desemprego.

    O crédito farto já se esgotou, seja pela maior cautela dos bancos, seja pelo endividamento limítrofe das famílias.

    Velocidade de vendas despencou.

    Mudança de expectativas em andamento.

    Está cada vez mais nítido o fim da euforia.

    O estouro é inevitável, só resta saber quando.

    0
  • Fel 15 de agosto de 2011 at 22:51

    New Age Michigan – local nobre de SP – lançamento jun/11

    Apto 1 dormitório – 422k – saldo a financiar – 275k
    Apto 2 dormitórios 69,9 m2 – 640k – saldo a financiar – 430k
    Apto 3 dormitórios 92,7 m2 – 830k – saldo a financiar – 540k
    Apto 3 dormitórios 116 m2 – 1.17M – saldo a financiar – 768k

    Total de unidades – 335
    A venda – 117

    Minha análise – pura euforia pré-estouro de bolha. Coloca 20% de INCC sobre esse saldo a financiar e mais o ágio do investidor que deve estar ACIMA do que se ganha em renda fixa, já que se for abaixo, não vale a pena investir em algo de longo prazo e com risco.

    Tendo esses 2 fatores em conta, eu pergunto:

    – o investidor vai conseguir fazer o repasse?
    – o investidor vai quitar o saldo devedor para não ficar inadimplente?

    Se a unidade voltar lá na frente através de distrato e partindo do princípio que a construtora mantenha o preço atual e somente inclua o INCC.

    Tomando como exemplo o apto de 69.9 m2 e sabendo que é uma análise simplificada já que não estou corrigindo todas a parcelas até entregas da chaves E o saldo devedor inicial não é 430k E o mesmo será corrigido em um montante maiorao longo do tempo:

    Saldo a financiar = 430k + 20% = 516k
    Parcelas até a chave = 640k – 430k = 210k

    Total do apartamento para ter chaves na mão = 516k + 210k = 726k.

    Novamente vem a pergunta:

    – Vai vender por esse preço?

    Gente, acho que tudo que foi lançado em 2007,2008 e está sendo entregue agora, acho que ainda as pessoas tem como honrar no curto prazo, mesmo tendo que aumentar o valor esperado de financiamento. Todavia, tudo que está sendo lançado este ano está uma vergonha e totalmente descolado da realidade e bom senso.

    Por isso, na PIOR das hipóteses, a bolha estoura em no máximo 3 anos, já que este é o prazo médio de entrega dos apartamentos lançados em 2011.

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 22:59

      curioso, 2 meses de lançamento e ainda tem 1/3 a venda?

      detalhe, esse lancamento tinha tudo pra vender muito pq tem opcoes de todos os quartos, então não elimina ninguém da brincadeira

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      • Luiz 16 de agosto de 2011 at 11:27

        os preços desse aí até que estão contidos pela localização
        já vi locais muito piores por praticamente o mesmo preço.
        sinal de que o mercado está complçetament eperdido e sem referências, como falei, um 3 dorms, na zona sul, lonnnge do centro está 1 milhão pela Even

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    • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 01:12

      MrK,

      Posso estar enganado, mas pelo que me lembro as grandes construtoras pegaram dinheiro em bolsa pela primeira vez em meados de 2007. Foi com esse dinheiro que começaram a farra dos lançamentos. Portanto, partindo de 2007, somando 3 anos de construção, somando ainda um período devido aos atrasos e estamos na IMINÊNCIA do estouro da bolha. A expansão do crédito (MCMV) apareceu depois do dinheiro dos acionistas.

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      • Lucas2 16 de agosto de 2011 at 11:32

        Eu entendo que com o dinheiro levantado em bolsa as incorporadoras sairam disputando terreno (moro em SP), disputando casas para formar terrenos, então lançaram a primeira leva de imóveis final de 2007,2008 incício de 2009, durante este processo os donos de imóveis entenderam o conceito de valor por metro quadrado e colaram seu preço ao dos imóveis novos, neste período também entraram os investidores, durante esta farra o INCC disparou (por conta da disputa por terrenos, materiais e mão de obra, tudo financiado pela bolsa de valores), agora estão sendo entregues a primeira safra quem comprou lá atrás talvez tenha pago um preço justo, quem for comprar da mão de investidor tem que levar em conta o valor do m2 da época , atualizar o INCC e dar uma margem (quanto? uns 20%? não seui!) o resto é bolha.

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  • MrK 15 de agosto de 2011 at 23:19

    ESTAMOS MESMO MAIS RESISTENTES A CRISE?

    O Governo fala isso todo dia quase como um mantra, mas veja uma coisa interessante… na crise de 2009 o governo lancou mão de 2 artificios pra estimular a economia e transformar o tsunami numa marolinha:

    1- Renuncia fiscal em alguns segmentos (carro, linha branca e materiais de construcao)
    2- Liberação do crédito o máximo que podia

    É bem verdade que isso estimulou o consumo e fez a crise passar bem mais leve do que seria, mas existe um problema, agora nosso consumidor já foi no limite com seus financiamentos e o governo não tem mais como estimular por subsidios (por exemplo, aquele que comprou carro quando o IPI baixou há 2 anos, não vai trocar de carro agora por isso, ele ainda tá pagando as parcelas e o carro tá novo)

    ou seja,

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    • MrK 15 de agosto de 2011 at 23:20

      OU SEJA… como o governo vai conseguir estar resistence a crise se as financas familiares estão no limite do limite e ninguém ta mais propenso a consumir adoidado por causa de um descontinho?

      tamos é MENOS resistentes!

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      • carlos wagner 15 de agosto de 2011 at 23:26

        Estoques de automoveis historicamente elevados, setr imobiliario arrefecido e juros baixando. Cenario ideal para quem tem bala na agulha comprar um belo imovel com direito a carro zero na garagem. Essa oportunidade está chegando, ainda nao é o momento, por ele ja desponta no horizonte…

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  • alguem disse 15 de agosto de 2011 at 23:26

    jornal da clobo, ultima edição, 15/08, mercado imobiliario aquecido .pondo lenha na fogueira, vamos ver !!!

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  • Marcos 15 de agosto de 2011 at 23:42

    PessoAll,

    Alguém conseguiria ver uma relação preço de imóvel residencial x imóvel comercial.

    Hoje vi um sobrado comercial por 1 milhão perto de centro comercial. Como pode um imóvel residencial valer o mesmo que um imóvel comercial. Só vale para quem vai morar pq compensa mais investir em imóveis comercias do que residenciais. O aluguel é melhor no caso de imóveis residenciais.

    O que vocês acham?

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    • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 01:16

      Não vejo nada estranho, pois praticamente qualquer imóvel hoje está sendo ofertando por 1 milhão de Reais. Na Banânia todos ficaram milionários e eu fiquei pobre porque resolvi morar nos EUA.

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    • João Nascimento 16 de agosto de 2011 at 06:00

      Prezados leitores do bolha,

      Gostaria de compartilhar com vocês fala de um corretor de imóveis aqui de Volta Redonda – RJ em conversa informal não relacionada à compra e venda.
      Quando comentei que estava querendo comprar uma casa, pois o apartamento não estava legal para mim, ele disse com ar de revolta:
      “Os donos de imóveis aqui de Volta Redonda estão nos quebrando. Eles pedem preços que ninguém na cidade pode pagar.Não vendem e continuam subindo os preços. Tá difícil ganhar dinheiro aqui”.
      Os corretores que influenciaram a criação da bolha agora estão culpando os proprietários pelos problemas.
      Junto com isso vejo anúncios procurando corretores nas imobiliárias. Certamente isso acontece porque o mercado está parando e os profissionais do ramo estão desistindo e indo para outros empregos de carteira assinada mais estáveis. Aí eles tentam chamar a garotada influenciável para tentar tirar uns trocados eventuais, pois eles não têm custo mensal fixo visto que muitas vezes moram com os pais.
      Como referência, casas de conjunto habitacional são vendidas aqui a 180k e aps com 50 m2 a 150k, isso em uma cidade de metalúrgicos.
      Pessoas que conheço estão construindo casas em série, que até já ofereceram, Mas disse à eles gentilmente que para morar em Volta Redonda só sendo magnata. Não vou pagar 200k em uma casinhola no morro e ficar pensando que por isso melhorei de vida.
      Tenham um bom dia.

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      • Platao 16 de agosto de 2011 at 09:12

        Igualmente Curitiba, onde Piraquara, que é região metropolitana, cuja cidade era somente de chacaras e fazendas, virou um imenso loteamento de casas baixo custo que se enquadram no MCMV, enquanto estava em menos de 100mil em uma casinha de 50m2, era até vantajoso…porém essa marca ja foi ultrapassada e deixou de valer a pena morar tão longe só pra ter uma casa 0km , é melhor esperar um pouco e comprar uma casa de um falido em Ctba mesmo. Não consigo ver mais escapatória senão o estouro da bolha mesmo.

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      • Sérgio 16 de agosto de 2011 at 18:53

        Sou de VR também, amigão, e desisti de comprar qualquer coisa lá. Bem, na verdade, atualmente em qualquer outra cidade. Pensei num primeiro momento comprar terreno em Resende, pois, tem muitos e mesmo com preços altos, estão em média 3 vezes mais baixos que em VR, onde não se fala em menos de 150k para locais descentes, ou seja, impossível. Mas em Resende se encontra a 50k. Ainda assim, desisti de comprar por acreditar no CRASH nos próximos 12 meses. Tanto que os corretores de Resende estão me ligando que nem desesperados para tentar fecharem negócio. O caso é de aguardarmos e as casinhas do vila rica cairão para uns 80k e as do complexo belvedere cairão para uns 150 ou 200k, diferentemente do que se cobra lá atualmente.

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  • Mauricio 16 de agosto de 2011 at 07:15

    Se na Europa fazem isso, imaginem como vai ser por aqui. Até ajuda para desempregados o banco toma na Espanha.

    “http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/08/16/familia-espanhola-volta-a-ser-pobre-depois-de-ganhar-mais-de-r-12-milhoes.jhtm”

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  • Scratchy 16 de agosto de 2011 at 07:33

    Amigos, confesso a voces que tudo que tem sido dito aqui tem me ajudado bastante, e vou dar minha contribuição como um peão desse jogo.

    Eu pobre mortal, que busco um imóvel para morar e não para especular, estou numa angustia danada pois mesmo tendo uma poupança razoável, com os preços absurdos dos imóveis no RJ, ainda teria que tomar um financiameto pesado e de longuissimo prazo.

    Por outro lado, eu e minha mulher estamos cansados dos inconvenientes do aluguel, como a instabilidade e a falta de autonomia para reformas (e até mesmo despesas necessárias mas que seriam descartadas numa eventual mudança).

    Depois de ponderarmos muito decidimos adiar a compra, esperando um momento mais favorável. No entanto, estamos apreensivos quanto à continuidade dessa alta de preços por muito mais tempo.

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  • nelson 16 de agosto de 2011 at 08:18

    Jornal da globo – 15/08/2011 – 1ª de uma série de reportagens que sera exibida essa semana.

    Muito já se ouviu sobre o superaquecimento do mercado imobiliário brasileiro. Mas quais são os verdadeiros motivos desse crescimento? Por que o preço dos imóveis subiu tanto nos últimos anos?

    Christiane Pelajo viajou por várias cidades brasileiras para tentar responder essas perguntas. A primeira reportagem da série ‘Em Obras’ mostra que o Brasil é um país em reforma.

    “Nós criamos verdadeiros bairros, remodelamos bairros, isso é muito bom pras cidades”, diz o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão.

    Em Porto Alegre, até 2006, o bairro Jardim Europa não existia. Hoje, há quase mil imóveis em volta de um parque.

    No setor noroeste, em Brasília, há 20 prédios sendo construídos neste momento. Até o começo do ano passado, o local era um grande cerrado.

    Em Pouso Alegre, sul de Minas, um bairro novo foi criado há menos de cinco anos. Os terrenos custavam R$ 20 mil. Hoje, são vendidos por R$ 80 mil.

    O mercado imobiliário vive desde 2008, um período de euforia, sem paralelo, na sua história.

    “Acho que muito mais do que um boom, foi uma recuperação, nós vivemos na década de 90 uma total aversão aos imóveis. Era muito melhor manter seu recurso no banco rendendo dinheiro, havia muita inflação”, fala o presidente do Secovi- SP, João Crestana.

    “Vieram para o mercado milhões e milhões de brasileiros que até então não tinham a menor condição de acessar o mercado, os produtos ficaram muito mais adequados ao bolso, enfim, houve uma revolução”, conta Paulo Safady Simão.

    Nos últimos anos, o brasileiro se acostumou a ver perto de casa, perto do trabalho, verdadeiros canteiros de obra. Mas por que houve um crescimento tão grande no nosso mercado imobiliário? Os motores desse mercado são velhos conhecidos: mais crédito, mais renda e mais confiança.

    Com a estabilidade da nossa economia, o vendedor Cauê viu sua renda aumentar 60% nos últimos dois anos. Com o salário mais alto, Cauê teve acesso ao crédito. Pegou um financiamento para comprar sua primeira casa própria. Ele e muitos brasileiros. O crédito imobiliário bateu recorde no primeiro semestre deste ano: R$ 37 bilhões. Alta de 55% em relação ao mesmo período de 2010.

    Prédio pronto, apartamento entregue, mas ainda faltam alguns acabamentos, pouca coisa. O Cauê, a Mariana e o Pedro se mudam daqui a 15 dias. “Há pelo menos quatro anos a gente já está com a ideia de comprar a casa própria”.

    São 16% os brasileiros que vivem em imóveis alugados. Mas o número de quem mora em casa própria vem crescendo. Hoje chega a 70% — são 133 milhões de pessoas.

    O número pode parecer alto demais, mas tem explicação: alguns brasileiros moram em imóvel próprio, mas em terrenos irregulares. Além disso, há famílias que vivem juntas. Como o corretor de imóveis, Marcel Cardoso Correia, e a assistente de recursos humanos, Simone Rocha Silva, que dividem a casa dos pais dele com o Fábio, o cunhado.

    Apesar de não ter um apartamento, nas estatísticas, o casal está entre os 70% de brasileiros com imóvel próprio. É o que se chama de co-habitação.

    “Você tem quase cinco milhões de pessoas que moram em co-habitação e que não querem morar nessa situação, é uma casa própria, mas não é dele”, fala o coordenador do Centro de Pesquisas da FGV-RJ, Marcelo Neri.

    Eles falam do desejo de se mudar. “Porque é algo que é nosso. A gente tem a estabilidade de não precisar pagar aluguel, a gente tem aqui as contas a serem pagas, mas porem é algo que é nosso, pode chamar de meu”, avisa o corretor de imóveis, Marcelo Cardoso Correia.

    Muita gente querendo comprar, os preços dos imóveis aumentam. Eles subiram, nos últimos 12 meses, 43% no Rio de Janeiro, 27% em Belo Horizonte, 29% em São Paulo e 15% em Fortaleza.

    “As pessoas começaram a procurar mais, a demanda era muito grande por imóvel, então aí você tem um ajuste nos preços dos imóveis”, fala Luis França, da Abecip.

    “Você tem muita gente para entrar na classe média nos próximos anos. Podem entrar mais 20 milhões nos próximos oito anos, então tem muita gente para entrar no mercado de trabalho e é justamente esse pessoal que vai ter potencial de comprar seu primeiro imóvel, de trocar seu imóvel”, diz economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale.

    “Você vai precisar de mais casas, não só porque a população está crescendo, mas porque as famílias estão menores. Então a demografia conspira a favor de uma maior demanda por casa”, explica Marcelo Neri.

    Marcel e Simone. Cauê e Mariana. Os dois casais têm o perfil do comprador de imóveis. “Entre 20 e 30 anos, R$ 3 mil homem e R$ 3 mil a mulher, é essa a família que compra hoje”, fala João Crestana.

    O que esses jovens mais compram são apartamentos de dois quartos. Como eles conseguem?
    O empurrão veio do crédito e do financiamento — palavras que até pouco tempo mal faziam parte da vida do brasileiro.

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    • RT 16 de agosto de 2011 at 08:31

      “Vieram para o mercado milhões e milhões de brasileiros que até então não tinham a menor condição de acessar o mercado”

      Se não tinham condições antes, imagina agora, com os preços onde estão!

      Se a renda das pessoas “que não tinham a menor condição de entrar nesse mercado” aumentou tanto assim, a ponto de terem condições com os preços nos patamares atuais, então, fui ultrapassado por todos esses novos milionários, e fiquei pobre. Porque antes eu tinha condição de entrar no mercado, mas agora tá foda :-)!

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      • John 16 de agosto de 2011 at 09:04

        Renda pouco tem a ver com o “boom” imobiliário. É quase só crédito.

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        • RT 16 de agosto de 2011 at 09:29

          Tem uma coisa que acho estranha nisso tudo (dúvida de leigo, pois sou engenheiro, não economista).

          Pra financiar apartamento de um dado valor em um banco, você tem que ter uma renda mínima, pra poder arcar com as prestações e, antes disso, por exigência do próprio banco.

          Assim, se não houver crescimento de renda, como pode o crédito, sozinho, impulsionar o “boom”? Pois não adiante colocar milhões em crédito à disposição da população se, com os preços de apartamentos nas alturas, ninguém tiver renda pra acessar esse crédito via financiamento…

          Há pouco tempo, um colega fez umas contas aqui no blog, mostrando que para financiar 400k na Caixa, vc tinha que ter uma renda mínima de 12k. E olha que, com 400k no Rio, vc não compra nem um 2-quartos velho…

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          • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 09:58

            RT, a renda aumentou sim. Não na mesma proporção do aumento dos imóveis, mas aumentou. O que mudou no crédito foi o prazo, no meu entendimento. Podendo financiar por 30 anos, a parcela mensal é menos, apesar da dívida durar mais. O crédio é baseado no percentual de renda que pode ser comprometido MENSALMENTE. Como aumentaram o prazo, alguem com a mesma renda pode pegar mais emprestado, pois a prestação é menor e o percentual de comprometimento da renda menor também. Com renda subindo um pouco e o prazo aumentando, o crédito disponível aumentou muito.

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          • MrK 16 de agosto de 2011 at 10:23

            RT, eu acredito que ha efeito de renda sim nessa história. 3 Foram os efeitos que causaram aumento de preços:

            1- Renda
            2- Crédito
            3- Especulação pra revenda

            O problema é que renda deve responder por algo como 20% do aumento dos preços, 80% foram os outros fatores, só que as reportagens fazem parecer o oposto: 80% dos preços foi causado por aumento de renda

            Justamente por haver aumento de renda, acho que os preços NÃO voltarão ao que eram em 2007, ficarão no meio do caminho. Um imovel que custava 100mil em 2007 e hoje custa 250mil, deve voltar pra uns 150mil, na minha opinião

            abraços

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          • Galvão 16 de agosto de 2011 at 10:35

            RT, também sou engenheiro, mas estudei um pouco de economia. Então me permita comentar alguns pontos a respeito da sua questão:
            Na economia real a expectativa das pessoas é um fator muito determinante. Quando os preços dos imóveis começou a subir, e dar lucro pra algumas pessoas, outras perceberam que também podiam ganhar dinheiro. Isso acontece em qualquer segmento. Se alguém começa a vender algodão doce e fica rico, muito gente vai começar a vender algodão doce também esperando ficar rico. Depois é claro, com muita gente vendendo algodão doce o preço cai, e alguns quebram e outros continuam vendendo algodão doce, mas ganhando bem menos. Enfim, no mercado imobiliário, aconteceu isso no início do “boom”. Muita gente comprando, mas para perceber lucro na venda. Nos novos empreendimentos, poucos, muito poucos compraram pra morar. A maioria correu atrás dos lucros, comprando, vendendo e recomprando. Por isso os preços foram subindo tanto, independente da renda das pessoas. Quem estava comprando não era o sem-teto, era o investidor. Tanto era esse o perfil do comprador que o marketing das empresas anunciavam os imóveis para esse público (ótimo investimento, oportunidade, etc) e não para as pessoas que tinham o “sonho da casa própria”. O problema agora, é que, mesmo que exista o deficit habitacional, como tantos apregoam, os investidores estão saindo fora do mercado, pois o mercado estagnou, e as pessoas que querem comprar uma casa para morar, não têm condição de fazê-lo. Portanto, agora, sem os investidores, o mercado terá de corrigir os preços, para seguir a lei da oferta e demanda. A demanda existe, mas tem condição de pagar o preço X. A oferta pede o preço Y (que é igual a 2.X). Existe um descolamento entre oferta e demanda. Portanto, a alternativa é o mercado passar pela “correção” dos preços (eufemismo do setor para não dizer a palavra BOLHA).

            O problema disso tudo, é que se o governo não abrir os olhos, poderá acontecer aqui o que ocorreu na Espanha. As pessoas ficaram pobres depois do estouro da bolha. Era a falsa ilusão de que estavam todos ricos e que podiam comprar tudo que vissem, como está ocorrendo aqui.

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          • Luiz 16 de agosto de 2011 at 12:09

            Acontece Galvão que todos fizeram planos pra um cenário otimista eterno.
            Não ocorrendo o cenário, o plano falha.
            Se o plano falha, alguém paga a conta.

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        • xyz 16 de agosto de 2011 at 10:10

          Engana-se caro Jonh. A renda aumentou muito para alguns nichos (construção civil, por exemplo), apesar da média não ter aumentado tanto.

          Já vi artigo falando na bolha do mercado de trabalho. neste 1o. semestre houve aumento de 20% no número de estrangeiros no mercado de trabalho brasileiro.

          Obviamente o crédito fácil é o principal fator de inflação da bolha.

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          • Luiz 16 de agosto de 2011 at 11:33

            A renda aumentou acima da inflação pra quem ganha até 3 SM.
            O maior efeito é o pleno emprego e a confiança
            Esse aumento de 20% de estrangeiros é irrisório, quantos desses são bolivianos?

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      • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 10:08

        É sempre a mesma história, a nova classe média, o grande mito do sec. XXI no Brasil.

        Minha diarista, mãe solteira de 3 filhos, com sua renda de 1.500,00 reais (75 a diária, vezes 20 dias de trabalho) levou a família inteira para a classe C. Segundo leio todos os dias nos jornais, em breve ela e os filhos estarão andando de avião, comprando computador, carro e imóveis.

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        • RT 16 de agosto de 2011 at 10:53

          “Segundo leio todos os dias nos jornais, em breve ela e os filhos estarão andando de avião, comprando computador, carro e imóveis.”

          Realmente, a imprensa gosta de nos fazer de idiotas. Esse exemplo é um absurdo óbvio. Mas, ultimamente, sinto que tem muita gente esclarecida acreditando em toda essa conversa.

          É fato que a situação da base da pirâmide melhorou nos anos mais recentes. Mas entre “melhorar” e tornar possível todo mundo comprar “computador, carro e imóveis”, tem uma graaaaande diferença…

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    • Luiz Felipe 16 de agosto de 2011 at 10:05

      “Marcel e Simone. Cauê e Mariana. Os dois casais têm o perfil do comprador de imóveis. “Entre 20 e 30 anos, R$ 3 mil homem e R$ 3 mil a mulher, é essa a família que compra hoje”, fala João Crestana.”

      É por isso que não vejo nada da Globo, mostram o que convém e da forma que convém. Esse casal de 6mil de renda consegue 170mil de empréstimo na caixa, podendo comprar um imóvel de no máximo 212 mil, tendo que dar absurdos 42mil de entrada (dinheiro que levariam anos para juntar com essa renda). Pesquisei no ZAP por apartamentos a venda em toda a cidade do RJ, são exatamente 37.637 imóveis. Filtrei pelos de até 212 mil, e de 2 quartos (que supostamente são a preferência) e encontrei exatos 3200 (coincidência ser um número redondo). Cheguei a conclusão de que o “perfil do comprador de imóveis” de hoje, tem interesse/poder de compra em 8,5% dos imóveis ofertados. Detalhe que a maioria esmagadora dos que encontrei são em bairros onde eu não moraria ganhando os supostos 6mil de renda.

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      • Carol 16 de agosto de 2011 at 10:40

        O governo facilita e amplia o crédito (lê-se “permissão para o sujeito se endividar”), e o povo corre pra comprar seu imóvel em 1 milhão de meses, não importando o custo final, apenas se a prestação cabe nas contas do mês.
        E dá-lhe fazer dívida e fazer subir preços. Mas o oba-oba tá passando.
        Quem não se interessa muito em ler a respeito do mercado ou não comparou o preço do ap do vizinho de dez anos pra cá é quem se joga nesse tipo de negócio.
        Realmente, a paciência é a maior das virtudes.

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      • RT 16 de agosto de 2011 at 11:03

        “Detalhe que a maioria esmagadora dos que encontrei são em bairros onde eu não moraria ganhando os supostos 6mil de renda.”

        Considero esse detalhe importantíssimo e duvido que tenha sido citado pela reportagem.

        Eu chutaria que nem na Tijuca (que não é na zona sul, mas considero o melhor da zona norte) dá pra achar apê de 2 quartos no Rio custando 212 mil. Na Zona Sul, com esse valor, não comprariam nem quarto e sala. Teriam que se esforçar pra achar um conjugado.

        Creio que a reportagem apresenta, aí, uma certa contradição. Dá a entender que a renda familiar média dos compradores é de 6 mil, e tenta, com isso, justificar os patamares atuais de preços. Ora, encontra-se facilmente pessoas com renda INDIVIDUAL maior que 6 mil, e até esses estão encontrando dificuldades para comprar apartamento.

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        • Luiz 16 de agosto de 2011 at 11:39

          Luiz, falaram sim d alocalização no jornal da Globo, o casal que ganha só 8 mil já estava se conformando de ter que comprar imovel em outra cidade da região metropolitana.

          Olha que nojo isso, eles querem chutar o povo pra fora da cidade, sem pensar nos custos urbanísticos deste efeito. Imaginem levar toda infraestrutura pra áreas cada vez mais longe dca cidade e aind adizer que isto pe vantagem.

          Vantagem? é mais transito, poluição, deslocamento, mais escolas a construir.

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          • RT 16 de agosto de 2011 at 11:52

            Engraçado que o bairro de Botafogo, pra ficar num exemplo, sempre foi um bairro típico de classe média. Uma renda familiar de 8 mil, pra uma família pequena, seria suficiente, há alguns anos, pra morar lá. Ficaria apertado, mas seria possível.

            Se esse exemplo for verdade – renda de 8 mil = morar fora da região metropolitana – quem vai morar em Botafogo??? Só renda de 12 mil pra cima?

            Sempre bato numa tecla: parece que de um tempo pra cá, querem nos fazer crer que o Brasil todo enriqueceu, que o Rio está transbordando de ricos. Ganhar 12k virou coisa corriqueira…

            8 mil não é uma super renda familiar, mas não creio que justifique sairem da região metropolitana. Cheiro forte de bolha no ar…

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  • Evandro 16 de agosto de 2011 at 08:24

    Bom dia senhores. Não costumo comentar, porém sou leitor diário do blog. Ontem assistindo o Jornal Nacional, o Bonner, no encerramento da edição disse que no Jornal da Globo, depois da Tela Quente, iria passar uma reportagem sobre o mercado imobiliário. Fiquei acordado só para assistir… bem… nem sei o que dizer, dei muita risada, deveria substituir essa reportagem pelo ZorraTotal, muito mais engraçado, vejam vocês mesmos:
    g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2011/08/jornal-da-globo-comeca-exibir-serie-de-reportagens-em-obras.html

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  • RT 16 de agosto de 2011 at 08:48

    Sobre o assunto “boom” da economia brasileira, bolhas, etc, achei interessante a seguinte reportagem sobre a Espanha:

    “http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/08/crise-cria-classe-de-novos-pobres-na-espanha.html”

    Com destaque para o trecho a seguir:

    “Falsa classe média
    As estatísticas da Espanha atual contrastam com a de um país que até seis anos atrás criava 500 mil empregos por ano e que, em uma década de prosperidade, importou 5 milhões de imigrantes.

    ‘A verdade é que vivíamos uma bonança que não correspondia à economia real’, disse à BBC Brasil o professor de Economia Aplicada da Universidade Complutense de Madri Ignácio Alvarez.

    ‘Não era lógico que as empreiteiras espanholas produzissem mais do que Reino Unido, Alemanha e França juntos a cada ano. Quando estourou a bolha da construção, percebeu-se como os valores de certos ativos, como imóveis, estavam inflados. Agora o caminho é reinventar o modelo produtivo.’

    Segundo o Barômetro Social Nacional, com o boom do setor da construção o PIB da Espanha cresceu mais de 60% nos últimos 15 anos.

    Entre 1994 e 2007 os imóveis se valorizaram 175% e os valores de ações e ativos financeiros subiram 130%.

    A socióloga Violante Martínez, professora da Universidade à Distância (Uned), avalia que quem se beneficiou muito dessa bonança também entrou em queda livre com ela.

    ‘Trabalhadores que antes da crise tinham um status econômico acima do seu nível de formação ascenderam bruscamente. Agora seus negócios quebraram e eles estão endividados’, afirmou.

    ‘Mas são pobres transitórios. Terão que reconduzir sua economia e viver em outra realidade, mas certamente sairão deste baque.'”

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    • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 09:52

      A chave do artigo é essa frase:

      ‘Trabalhadores que antes da crise tinham um status econômico acima do seu nível de formação’.

      É o que vemos no Brasil agora.

      0
    • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 10:02

      Mais dois pontos importantes:

      ‘Não era lógico que as empreiteiras espanholas produzissem mais do que Reino Unido, Alemanha e França juntos a cada ano.’

      ‘Entre 1994 e 2007 os imóveis se valorizaram 175% e os valores de ações e ativos financeiros subiram 130%.’

      Os preços subiram no mesmo período que a oferta crescia como nunca. E mesmo subindo muito, em 13 anos subiram menos que no Brasil em 3 anos. E depois ainda dizem que o que aconteceu aqui é normal.

      0
      • RT 16 de agosto de 2011 at 10:44

        “em 13 anos subiram menos que no Brasil em 3 anos. E depois ainda dizem que o que aconteceu aqui é normal.”

        Falou tudo!

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  • Observador 16 de agosto de 2011 at 09:23

    Amigos,

    Site do SECOVI-MG (www.primeiravista.com.br), inicio do ano imoveis em oferta: 57.000, hoje
    ,16/08/11: 75.756.

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    • MrK 16 de agosto de 2011 at 10:25

      isso se vê em todo Brasil, rio, volta redonda, curitiba, BH… o mercado travou

      o consumidor tá muito endividado e parou de comprar, já os especuladores sentem que o preço esticou demais e também estão com menos apetite

      tenho sentido também um aumento na ‘raiva’ dos corretores contra a palavra bolha, qualquer dia vão vir aqui cuspir fogo hehehe

      0
  • Selvagem 16 de agosto de 2011 at 10:25

    Even emite R$ 75 milhões em CRIs e liquida dívida de curto prazo
    Téo Takar | Valor
    15/08/2011 18:52

    SÃO PAULO – A Even concluiu hoje uma captação de R$ 75 milhões por meio certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Os recursos serão utilizados para a construção e desenvolvimento de empreendimentos imobiliários residenciais.

    Os CRIs pagarão juros da taxa DI mais1,5% ao ano. O valor principal será amortizado em uma única parcela em 15 de agosto de 2023, enquanto os juros serão pagos em três parcelas, em 2015, 2019 e 2023.

    A operação poderá ser repactuada em 2015 e 2019, dependendo da concordância dos investidores. Além disso, a companhia poderá, a qualquer momento, antecipar o pagamento da dívida, mediante aviso com um ano de antecedência.

    Além da emissão, a Even também efetuou hoje o pagamento antecipado da primeira parcela da terceira emissão de debêntures, que venceria em outubro, no valor de R$ 71,6 milhões. A quarta e última parcela dessas debêntures vencerá em outubro de 2012. Segundo a companhia, o pagamento foi feito com recursos de sua geração de caixa.

    Com essas operações, a Even ampliou sua dívida líquida em R$ 3,4 milhões e liquidou os vencimentos previstos para este ano. O cronograma de amortização de dívidas da companhia prevê desembolsos de R$ 50 milhões em 2012, R$ 54 milhões em 2013, R$ 104 milhões em 2014, R$ 179 milhões em 2015 (considerando-se o vencimento antecipado dos R$ 75 milhões em CRIs neste ano) e R$ 42 milhões em 2016.

    0
    • MrK 16 de agosto de 2011 at 10:45

      só maluco pra prender seu dinheiro por 13 anos, com o risco de uma imobiliaria de pequeno/médio porte, pra ganhar meros 1,5% ao ano acima do DI

      que balanceamento de risco vs. retorno é esse?

      0
      • JARBINHAS S2 16 de agosto de 2011 at 11:16

        CRI é isento de imposto de renda. esse 1,5% acaba sendo efetivamente pelo menos uns 3% acima do CDI

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        • Luiz 16 de agosto de 2011 at 11:59

          o retorno me pareceu bom, fico curioso saber como eles vão pagar já que os recebíveis deles estao andando de lado

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  • RT 16 de agosto de 2011 at 11:08

    Uma pergunta, se alguém souber: quanto tempo faz que o prazo máximo de financiamento passou para 30 anos?

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    • trololó 16 de agosto de 2011 at 13:02

      pelo que lembro de ter visto: há mais ou menos 5 ou 6 anos

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  • Jack Imóveis 16 de agosto de 2011 at 11:16

    Pobre. Por aqui o sentimento é o mesmo. Todo mundo que eu conheço, mesmo com renda superior a 15k por mês e que está procurando imóveis desde 2009/2010 não fechou negócio.

    Qualquer pessoa que aprendeu um pouco a valorizar o $$ que ganha não faria isso.

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  • Jack Imóveis 16 de agosto de 2011 at 11:16

    Pobre. Por aqui o sentimento é o mesmo. Todo mundo que eu conheço, mesmo com renda superior a 15k por mês e que está procurando imóveis desde 2009/2010 não fechou negócio.

    Qualquer pessoa que aprendeu um pouco a valorizar o $$ que ganha não faria isso.

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  • Rogério-Goiás 16 de agosto de 2011 at 11:20

    O Jornal da Globo-News da edição das 10 da manhã de hoje discutiu a alta dos imóveis no Rio de Janeiro e entrevistou o o vice-presidente do Secovi-RJ. Foi impresionante a arrogância do cara. O jornalista perguntou pra ele se fazia sentido um imóvel que em NY no Central Park custa 1,4 mi, em Ipanema estava sendo vendido por quase 8 milhoes. O cara teve a cara de pau de disser que não havia especulação, que a média de 32 mil/m2 no Leblon era um valor real. Disse ainda que os negócios estavam acontecendo e que a zona sul era para poucos e pra finalizar no auge da sua arrogância e prepotência disse que quem quissese morar bem teria que pagar o preço.

    0
    • Rogério-Goiás 16 de agosto de 2011 at 11:25

      ah, e a parte cômica foi ele dizer que essa valorização era por causa das upps, e tals. Quando o jornalista citou que no Rio a segurança, o transporte, a limpeza a organização de NY obviamente nao se compara ao Rio o cara do Secovi, por nao ter mais argumento disse que a vista do Leblon era mais bonita do que NY e por isso valia esses milhões.

      Confesso que conheço pouco o Rio mas pagar milhôes só por uma vista acho bem exagerado.

      Correção do post anterior: “dizer” e não disser

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      • RT 16 de agosto de 2011 at 11:34

        Tudo é desculpa pra justificar a “valorização”. UPP, Copa do Mundo, Olimpíadas… Em vez de chegar a conclusões via argumentos, eles formulam argumentos que levem às conclusões desejadas.

        0
        • Luiz 16 de agosto de 2011 at 11:52

          Deu no Estadao hoje, emprego com carteira assinada cai 23% em relação ao ano passado.
          Outra, Dilma veta reajuste de aposentadoria acima da inflação.

          Olha a tempestade chegando

          0
          • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 12:31

            Não é o crescimento do emprego que caiu, mas não o número total?

            0
          • Pedro 16 de agosto de 2011 at 14:25

            Um dos argumentos para a queda no número de empregos formais criados em relação ao ano passado é o de que julho é mês de férias escolares e por isso há demissão de professores. Engraçado é que parece que todo mês de julho acontece isso mas só esse ano que esse fator foi motivo para alguma coisa. Dá para confiar em autoridades que usam esse tipo de argumento?

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    • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 13:06

      Então uma kitinete de 100 m2 vale DOIS MILHÕES DE DÓLARES! O vidro blindados contra bala perdida já está incluído nesse preço ou é OPCIONAL? Alguém saberia dizer?

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  • Observador 16 de agosto de 2011 at 11:39

    Também assisti a “edição das dez”, desliguei no meio, porque não suporto mais argumentos furados. Mas será que alguém notou, alem da arrogância, um certo nervossismo do camarada.

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    • RT 16 de agosto de 2011 at 11:43

      Tenho a impressão de que o nervosismo deles é diretamente proporcional à veeência com que refutam a existência de bolha, especulação, preços artificiais…

      Dá a impressão que estão encantados com a recente subida dos preços. Querem muito que isso se mantenha, e não param muito pra raciocinar se isso é possível / sustentável ou não.

      Quando alguém apresenta um mínimo de argumentação – que dá e sobra pra mostrar o absurdo em que as coisas estão – eles ficam nervosos.

      0
    • Luiz 16 de agosto de 2011 at 11:48

      Fiquei com nojo da Globo, não imaginava que eles podiuam chegar a tanto:
      Vou citar algusnpontos:

      1. A arrogancia típica do vendedor que te põe pra baixo moralmente e depois te oferece uma casinha no subúrbio de outra cidade, pq vc só ganha 8 mil por mês.

      2. A irresponsabilidade, imagine se toda essa população vai morar no subúrbio, o que vai aumentar de transito, poluição, extensão de rede de transportes, de rede de educação, saúde, saneamento, ….

      3. O erro de informação: Disse que a culpa da euforia é a demanda reprimida d emilhões sem casa ou em cohabitação, como se isso fosse uma novidade

      4. A falsa esperança, filmam a favela e apontam todos aqueles como futuro mercado consumidor de imóveis. Tá errado, essa gente está quase toda fora do emrcado imobiliário, mesmo o MCMV, segundo especialistas como a Erminia Maricato

      5. Erro de informação 2: A demografia favorável. Tá errado, as regiões metropolitans estão todas com população estável e os centros com perda alta de população, justo onde os preços sobem.

      6. A parcialidade, até a familia exemplo o cara era corretor, ganahndo 6 mil. Até ond eeu sei, tem que provar renda fixa ou os 3 ultimos extratos, mas como se o grosso do corretor é a comissão?

      Tem mais coisa, mas pra finalizar, diugo que eles propõe um modo de crescimento urbano insustentável não só financeiramente, mas urbanisticamente, baseado em fatos irreais e dados distorcidos sempre a favor deles.

      Agora pensa quanta gente eles atingem, e quanta gente este humilde blog atinge. Lamentável.

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      • RT 16 de agosto de 2011 at 11:57

        Como disse no comentário lá em cima… parece até que 8 mil é renda corriqueira. Faz tempo que bato nessa tecla. As coisas no país andam “fáceis”? “Qualquer um” tem essa renda? Essa renda só é suficiente pra morar no subúrbio, pq tem muita gente ganhando bem mais que isso?

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        • Luiz 16 de agosto de 2011 at 12:03

          8 mil familiar = 15 SM, classe A2 -> 7% da pop de regiões metropolitans ricas – SP ou Rio – em SP dá um 1,5 mi de pessoas, ou 500 mil famílias, no Rio, a metade.

          Se aplicar a regra pra quem já mora lá, acaba todos os problemas da cidade.

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          • RT 16 de agosto de 2011 at 12:12

            “Se aplicar a regra pra quem já mora lá, acaba todos os problemas da cidade.”

            Luíz, desculpe, não entendi a última afirmação. O que você quis dizer com “acaba todos os problemas da cidade”?

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          • Luiz 16 de agosto de 2011 at 12:17

            fui ironico, cidade fantsama não tem transito nem poluição

            Se fosse possivel cortar a pop pela renda necessaria pra comprar o proprio imvoel, sobrava quase ninguem.

            Taí a origem da sensaçãoa ritifical de que todos ficaram ricos do dia p noite, acima de suas capacidades

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        • Luiz Felipe 16 de agosto de 2011 at 13:02

          RT, respondo essa questão da renda com pesquisas do IPEA.

          Pelo IPEA, na última década tem se criado 2 milhões de empregos por ano, sendo 1,94 milhões de até 1,5 salários (800 reais). O mais alarmante é que 400mil vagas acima de 3 salários são perdidas todos os anos.

          Se eu achar novamente o link eu posto, tinha colocado em um tópico anterior.

          O Lula acabou tanto com a miséria quanto com a classe média. Agora todos são pobres juntos na “nova classe média”.

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          • Luiz Felipe 16 de agosto de 2011 at 13:08
          • Luiz 16 de agosto de 2011 at 13:28

            manda o link

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          • RT 16 de agosto de 2011 at 14:15

            Excelente ponto e link, Luiz.

            Derruba os argumentos dos “especialistas”, segundo os quais o aumento verificado na renda justifica os aumentos verificados, por exemplo, no Rio.

            Quero ver qual o novo integrante da “classe média”, ganhando 1,5 salário mínimo, que vai comprar apartamento lá.

            Eu mesmo fiquei muito surpreso com a pesquisa que vc mandou… não imaginava tanto.

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      • RT 16 de agosto de 2011 at 12:09

        De um tempo pra cá, os corretores (e outros interessados do ramo) e a imprensa andam subestimando demais a inteligência das pessoas.

        Tem muita gente caindo nesse papo? Tem.

        Mas também tem muita gente estranhando esse estado de coisas faz tempo. Muita gente que não vai se mudar pro subúrbio ou fazer uma dívida astronômica (num imóvel pequeno e precisando de reformas) só porque um corretor jura que essas coisas são normais.

        Mesmo pessoas que não pensam tanto no assunto como nós sabem dizer que um preço está totalmente descolado da realidade quando se vêem diante de um.

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      • Luiz 16 de agosto de 2011 at 12:12

        Aqui em cima tem um link sensacional prum artigo chamado demsistificando a Classe C.
        O BR ainda é um país pobre, mto pobre, qualquer plano que não considere isso vai falhar.

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        • Luiz 16 de agosto de 2011 at 13:06

          o link
          epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI257459-16356,00-OS+MITOS+E+VERDADES+SOBRE+A+CLASSE+C.html

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  • Observador 16 de agosto de 2011 at 11:57

    Gostaria que o MRK se manifestasse a respeito da entrevista do vice do SECOVI-RIO, que acha normal preço médio de 32.000 o m2, no Leblon e, apesar de entender de dificil mensuração, vez que formação de preço envolve muitas variáveis, que o amigo estimasse qual seria o preço justo do m2,no Leblon.

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    • Felipe 16 de agosto de 2011 at 12:07

      Comprava uma mansão na Suiça, ou naquele lugar pobre chamado Condado de Mônaco.
      com 10 metros quadrados desse valor podia também comprar um porsche.
      com um AP de 200 metros quadrados a esse preço, acho que eu podia comprar o Paraguai.

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      • Leandro 012 16 de agosto de 2011 at 12:13

        No Japão dos anos 80 o palácio imperial (7 km2) valia mais que o estado inteiro da California. Tamo chegando lá.

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    • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 12:56

      Observador, não vi a matéria, mas eles não estavam falando da orla apenas? Por esse preço um conjugado de 30 m2 sai 1.000.000.

      Sempre vai existir um mercado de luxo que vai ser deslocado da economia real. Se o cara tem 1 bilhão, não muda muito se custa 10, 20, ou 30 milhões. Isso em todo o lugar, até mesmo no Haiti tem casas de luxo e que custam muito.

      Agora, quem acha que o Leblon é lugar só de milhonarios, nunca foi lá. Estudei no Leblon, conheço muito bem o bairro, seu dia a dia e seus moradores. Fui em dezenas de casas de moradores, como amigo ou conhecido dos propietários, minha tinha mora lá e frequento a casa dela desde criança. Claro que muita gente lá tem grana, mas muita gente também, chutaria uns 30%, mal fecha as contas no fim do mês. Pelo próprio estado da fachada de muitos prédios você pode ver que o pessoal não aguenta uma cota extra para reformar ou pintar. Muitas pessoas lá são aposentadas, vivendo de pensões. Querem criar um Brasil a la Manâco no grito.

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      • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 13:01

        Corrigindo: à la Mônaco

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        • Felipe 16 de agosto de 2011 at 13:42

          Carlos, entendi o argumento mas acho que uma pessoa muito rica não compraria um apê de 30 metros quadrados por 1 milhão.

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          • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 14:10

            Felipe, por isso achei que esse valor por m2 era na orla, onde só temos apartamentos de bom tamanho e de luxo. Mas o Observador falou que não, que o cara disse isso como preço médio do bairro.

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          • Felipe 16 de agosto de 2011 at 14:16

            Certa vez fiquei num hotel de luxo nesse bairro (Leblon).
            Me lembro que ao abrir a cortina de certa sala de reuniões dei de frente com uma favela enorme.

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      • RT 16 de agosto de 2011 at 14:09

        Também estudei no Leblon, e concordo plenamente. É um bairro show de bola, mas longe de ser uma terra de ricaços.

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    • MrK 16 de agosto de 2011 at 15:58

      Observador, não assisti a essa entrevista, esse pessoal do Secovi está ficando cada vez mais truculento, arrogante, eles usam coisas que existem há 50 anos (deficit por exemplo) pra explicar problemas que comecaram há 2 anos atrás (preços fora de controle), que tipo de efeito retardado é esse?

      Outra coisa que fazem é justificar com eventos como copa, olimpiadas, que isso tem de concreto? Quando o metrô chegou em copacabana o m2 não dobrou lá por isso!! Nem dobrou em Londres que vai ter olimpiadas ano que vem!! Outra coisa, em várias cidades que não terão esses eventos no Brasil, o preço também disparou, será então que foram mesmo os eventos?! Claro que não. Foi o crédito e a especulação, mas isso eles não falam!

      Quanto ao m2 no leblon, eu penso o seguinte: O Valor do imóvel em qualquer lugar deve refletir a renda/riqueza que a cidade possui (excessão micro cidades turisticas, como buzios por exemplo), como o Rio é uma metropole ela deveria refletir os salários dos profissionais de empresas e autonomos, digamos que o Leblon corresponde a 1% do Rio, então deveria abrigar os 1% maiores salários, digamos que a zona sul representa 10% do Rio, então so 10% maiores salários/rendas e por aí vai…

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  • Fel 16 de agosto de 2011 at 12:27

    Gente,

    Alguém viu o Jornal da Global de ontem?

    A consultora estava recomendando a um casal que tinha 20% de entrada ( ~ 22k) em um apto de 98k, que comprasse o apartamento e que estava em uma situação tranquila. Em nenhum momento, foi colocado o adicional pago de juros em 20, 30 anos e o valor final do apartamento com todos esses juros!

    A Globo está manipulando a informação e passando prosperidade da economia brasileira para que todos adquiram imóveis, usando a seguinte mensagem: “compre agora, senão vai ficar mais caro porque a demanda é muito maior que a oferta!!! “

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  • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 12:50

    Recordar é viver. E depois é nos EUA que financiamento imobiliário é irresponsável.

    02/08/10 Imóveis sobem até 90% no Rio

    O valor da entrada no imóvel já pode ser parcelado no cartão de crédito. A Leduca Construtora, em parceria com a Redecard, vai facilitar a despesa em até seis vezes sem juros. Segundo Paulo Marques, sócio-diretor da construtora, a medida facilita a vida de quem quer comprar, tem crédito aprovado, mas não condições imediatas de pagar.

    0
    • DM 16 de agosto de 2011 at 13:05

      Se o cara tem que parcelar a entrada no cartão como ele vai pagar o “principal” na entrega das chaves?
      Tem gente que se engana ou quer ser mais esperto que os outros!

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  • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 13:11

    Sobre a mateira no Jornal da Globo, que não vi, pela transcrição que vi dela aqui, só reintero o que disse antes. O nível do jornalismo é muito baixo. O jornalista deve fazer seu dever de casa, estudar o assunto que vai tratar, procurar furos no discurso oficial. Igual nós fazemos aqui.

    O corretor pode falar o que quiser, mas o jornalista tem a obrigação profissional de questionar os dados. Porque ele não fez como as pessoas aqui, que acompanharam o mercado e perceberam que o número de unidades a venda está aumentando de maneira espantosa? Era uma boa pergunta para se fazer. Dar espaço para alguem falar o que quer, sem estar preparado para questionar, não é jornalismo. É show bussiness.

    E outra, a vista da orla do Leblon é bonita sim, mas será que o nosso genial corretor já foi para Nova Yorke? Eu já fui e não achei a vista do mar de lá pior que a do mar daqui não. Pelo nível cultural que tenho percebido nos corretores, me desculpem aqueles que são exceções, acho que esse cara nem sabe que a cidade

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    • Luiz 16 de agosto de 2011 at 13:17

      Carlos, conforme afirmei acima nos 8 pontos, não houve insenção, não houve correção e não houve agilidade. Eles quebraram as prórpias regras éticas com uma matéria atrasada, cheia de erros e que mostra apenas o lado eufórico.

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    • Carlos 16 de agosto de 2011 at 13:20

      só completando, a internet aqui está horrível: acho que esse cara nem sabe que a cidade fica no litoral.

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    • Luis Pimentel 16 de agosto de 2011 at 14:03

      No Leblon, de frente pro mar, é só olhar à direita pra ver a exuberância da favela do Vidigal. Coisa linda, garanto que NY não tem igual!

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      • Luiz 16 de agosto de 2011 at 14:49

        não eskece de olhar pra baixo, pros bueiros

        tudo é uma questão cultural,
        uns preferem Cats na brodway, na times square
        outros preferem arrastão na avenida atlantica

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  • Paulo 16 de agosto de 2011 at 13:14

    Na Globonews saiu uma reportagem comparando o mercado imobiliário do RIO, SP e NY.
    Achei legal a reportagem. Vale a pena ver.

    0
    • Paulo 16 de agosto de 2011 at 13:17

      h t t p : //video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1598960-7823-PRECO+DOS+IMOVEIS+NO+MERCADO+BRASILEIRO+NAO+PARA+DE+AUMENTAR,00.html

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      • Luiz 16 de agosto de 2011 at 13:27

        quase me mijei de rir com o vice do secovi, o cara devia ser contratado pra novela de comedia da globo, alias a globo news nem parece a mesma globo.

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        • Jack Imóveis 16 de agosto de 2011 at 13:31

          Luiz,

          Estou vendo a entrevista. Mais importante do que o conteúdo da matéria em si, é o fato da imprensa de massa ter acordado para o tema. O pessoal de SECOVI, Sindicatos e Construtoras estão fazendo seu papel. Não vão deixar de fazer.

          Porém agora o público em geral vai ter mais base para refletir. Em tempo, o número de trabalhadores na construção civil continua crescendo e acabou de bater em 3 milhões.

          Abraços

          0
          • Luiz 16 de agosto de 2011 at 13:38

            …peraì globonews é 1% da tv a cabo, 1% de 10%, não é massa não
            tv aberta é massa e o jornal da globo fala ooutra coisa, absurdo.

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          • Jack Imóveis 16 de agosto de 2011 at 13:41

            Avalio que para o mercado que mais está sofrendo com a bolha, a Folha de SP. Estado de SP e TV a cabo podem ser considerados veiculos de longo alcance sim.

            E em tempo os jornais da TV aberta vão mudar a abordagem sobre o assunto. Assim que tivermos evidências irrefutáveis (quebra de empresa, atrasos, etc)

            Estamos quase lá.

            0
        • Carlos 16 de agosto de 2011 at 13:31

          O que a matéria fala? Não vou conseguir ver, pois não tenho estômago para isso.

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          • Jack Imóveis 16 de agosto de 2011 at 13:33

            Putz meu, são 24 minutos. Assite com um saquinho de vomito do lado, rs…

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          • Luiz 16 de agosto de 2011 at 13:36

            vale a pena, carlos, os jornalistas pressionam e os caras de pau nem treme pra responder

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          • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 13:57

            03:20 minutos: A pacificação, os jogos olímpicos, a copa do mundo fizeram os preços no Rio de Janeiro chegar no valor real. Foi honesto quando disse que agora é hora de ficar quieto (nem comprar, nem vender).

            07:10 minutos: Reporter pergunta sobre especulação. Resposta é que existe demanda com financiamento fácil.

            10:00 minutos: Comparação com os EUA. Segunda reporter, nos EUA não existe demanda. Nova Iorque é parecido com o Rio de Janeiro. Economia está incerta, ninguém está comprando, mas não é hora de comprar. Zona Sul do Rio de Janeiro é mais caro que Manhattan.

            Aguentei até aqui …

            0
          • Luiz 16 de agosto de 2011 at 14:58

            tudo é uma questão cultural,

            uns preferem Cats na brodway, na times square
            outros preferem arrastão na avenida atlantica

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      • Carlos Eduardo 16 de agosto de 2011 at 13:46

        nossa ridiculo!

        a globo tá pegando pesado!

        ninguém fala dos dados reais, secovi e tal!

        nossa nunca mais ligo a tv na globo!

        0
  • Observador 16 de agosto de 2011 at 13:15

    Carlos,

    Pela matéria 32.000 é o valor médio, na orla chega a exorbitantes 50.000.

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    • Carlos 16 de agosto de 2011 at 13:26

      É molé? Boa sorte para aqueles que vão comprar um quarto e sala de 2 milhões.

      E como disse acima, tem gente lá, e conheço pessoalmente alguns, que somando toda a renda da família desde o primeiro emprego até hoje, não pagaria o que dizem que o apartamento onde eles moram custa.

      0
      • Luiz 16 de agosto de 2011 at 13:41

        sabe qdo vc entra naquela butique metida a besta e a pessoa te olha de cima e fala, o preço é esse pobretão
        olha nem na louis vulton de madrid vc é tão maltratado, a proposito uma bolsa de 50 euros lá sse vende aqui por 5 mil reais

        0
  • Luiz 16 de agosto de 2011 at 13:35

    peraì globonews é 1% da tv a cabo, 1% de 10%, não é massa não
    tv aberta é massa e o jornal da globo fala ooutra coisa, absurdo.

    0
  • Henry 16 de agosto de 2011 at 13:47

    Pessoal,

    acompanho este site e gosto muito dos comentários dos senhores, que entendem mais do que eu do assunto, porém gostaria de deixar aqui um pensamento meu e gostaria dos comentários dos nobres colegas…

    Em 2008 quando ocorreu a crise, o governo se movimentou e diminuiu impostos e tal, isso fez com que a consumo se mantivesse ou aumentasse em determinado momento, porém minha ressalva é a seguinte:

    Moro no RJ e está tendo um lançamento de um condomínio na tijuca, olhei a planta do apto, não achei grande coisa, porém o preço é coisa de doido R$ 450.000,00… Sinceramente o apto está sendo construido na Av. Maracana, na parte que o rio é aberto e alaga quando chove de forma q vc não poderá sair nem entrar em casa…

    Mas, o que eu gostaria de saber é o seguinte: Esse mesmo apto em minha visão não vale nem uns R$ 250k, pela localização e pelo tamanho do apto, porém, caso a bolha estoure como estamos esperando acontecer, vocês acham que uma diminuição de preço de 10% já não fariam o mercado se movimentar novamente? Reparem que um “desconto” de 10% já fica maior do que a insenção de IPI que alguns produtos tiveram na época em 2008…

    Qual a opinião de vocês sobre esse assunto? Como foi falado aqui, tem aptos que em minha opinião custam menos da metade do valor que está sendo pedido, mas vcs acham que com a bolha estourando, esses imóveis deverão se desvalorizar em quantos %? Alguma idéia?

    Detalhe que esse apto que eu coloquei terá apenas piscina, sauna e academia de ginastica como “beneficios” pros condominos… A obra está em andamento, ou seja, acredito que tenha malucos comprando… kkkkkkkkkkk

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    • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 17:24

      Henry, sinseramento, tudo que dissermos vai ser chute. É bem provável que tenhamos um repique, que depois de uma queda tenhamos uma nova alta, como é o gráfico padrão de uma bolha, antes da queda mais acentuada.

      Saber quanto vai baixar, ninguem tem como saber. Com certeza não vai baixar 40% de uma hora para a outra. Pelo menos não com a ecoomia e o emprego crescendo. Só se tiver algum investidor de apartamento na planta muito desesperado, disposto a perder tudo que colocou lá.

      Outra coisa importante é lembrar da nossa inflação. Se o preço descer 20% e não subir por 3 anos, já tivemos quase os 40% de queda.

      Agora, um ponto importante tocado por você é essa questão dos malditos serviços. As pessoas não tem noção do custo disso no condomínio. E esse custo não é revelado na venda na planta, e quando é estimado pela construtura é sempre muito abaixo do real. Hoje, com a mão de obra cara, qualquer profissional a mais no staff do condomínio é uma despesa grande. Vai ter gente saindo do aluguel mas pagando 1.000 reais ou mais de condomínio. Mais uma pressão para quem comprou na planta para revender.

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      • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 17:26

        E perdão pelo “sinSeramente”. Escrever no rápido dá nisso. Nem vou revisar o resto.

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      • Henry 19 de agosto de 2011 at 10:09

        Carlos,

        Obrigado pelos seus comentários. Eu fiz esse comentário pq eu fiquei realmente pensando nisso, hoje eu moro de aluguel, não tenho, nesse momento, a intenção de comprar um apto agora, porém, sempre vou com a minha esposa visitar os lançamentos pra estarmos “por dentro” dos preços…

        O mercado está aquecido, isso é fato e não temos como negar, porém realmente acreditar que quando a bolha estourar os preços irão cair 50% acho q é utopia…

        Mais uma vez, obrigado pelo seu comentário.

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  • Arruda 16 de agosto de 2011 at 14:09

    Essa reportagem deve fazer parte dos Princípios Editoriais (ppfff..) da Globo…

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    • Luiz 16 de agosto de 2011 at 14:56

      a estrela do show é o vice do SEcovi, que vergonha colocar lá um cara mal preparado desses.

      Os reporteres jogavam argumentos e ele contra argumentava com frases feitas de vendedor O reporter replicava como novos argumentos e como o cara já tinha falado tudo o que decorou, passou a repetir os mesmos argumentos, só que com tom de nervosinho, se não quiser tem quem queira

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      • Luiz 16 de agosto de 2011 at 14:56

        É o cafajeste dos imóveis, senão quiser comprar por esse preço azar seu, tem quem queira, se quiser aqui vai ter que pagar.

        É o cafetão dos imóveis

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  • Carlos Eduardo 16 de agosto de 2011 at 14:23

    acho que deviamos pegar um pouco mais pesado contra a globo!

    acabei de criar uma campanha de divulgação do site http://www.bolhaimobiliaria.com no orkut!

    dessa forma ele cria uma corrente e a informação vai além dos nossos amigos!

    amigos dos amigos dos amigos … e por ai vai!

    sugiro que façam o mesmo!
    no mundo que vivemos não tem como a globo manipular a verdade!

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  • Gus 16 de agosto de 2011 at 14:56

    Frase “Triste” do Dia

    “Que país é este que junta milhões numa passeata gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa passeata a favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção?”

    (07/07/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol El País)

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    • Luiz 16 de agosto de 2011 at 15:51

      resposta do Reinaldo Azevedo da Veja, um dos melhroes escritores do país, na melhor revista

      veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/por-que-o-brasileiro-nao-se-indigna-e-nao-vai-a-praca-protestar-contra-a-corrupcao-ensaio-uma-resposta-antes-de-alguns-dias-de-folga/

      com 1.034 comentários

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      • Gus 16 de agosto de 2011 at 17:17

        Excelente Resposta do Reinaldo… A Verdade nua e Crua.
        E agora ?? O que fazer ?? Deixar rolar ??
        Cabe a nós tomarmos alguma atitude…

        O PT conseguiu e está conseguindo implantar o maior plano de poder da história do mundo. É uma ditatura silenciosa. Sem Armas. Os maiores escândalos de corrupção da história do país
        foi no governo Lula. Comprovado. Collor é fichinha perto do todo poderoso José Dirceu.

        Desculpe o Desabafo…

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        • Gil 17 de agosto de 2011 at 08:31

          Trabalho no Controle Interno e garanto que corrupção e bandidagem existe e sempre existiu no Brasil.
          Qualquer tentativa de indicar um partido como o mais corrupto é total perda de tempo. Não faz sentido algum.
          É tudo igual. Só muda a “mão” que rouba.

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  • Luiz 16 de agosto de 2011 at 15:47

    No Estadao: Milionario vira miserável por causa do boom imobiliario

    estadao.com.br/noticias/internacional,familia-espanhola-volta-a-ser-pobre-depois-de-ganhar-mais-de-r-12-milhoes,759082,0.htm

    “Mestre de obra em mais de 30 anos na construção civil, chegou a ganhar mais de R$ 12 milhões em oito anos no período do boom do setor.

    Os salários que superavam os R$ 13 mil mensais lhe animaram a comprar duas casas, três carros e a consentir que o filho deixasse os estudos antes de concluir o segundo grau. Como operário, o rapaz ganhava mais do que um universitário.

    Mas a realidade mudou. A construtora em que pai e filho trabalhavam faliu. A empresa, que também financiava a compra de imóveis para os empregados, deixou de pagar bancos, fornecedores e trabalhadores.

    Resultado: bens confiscados, dívidas acumuladas e toda a família desempregada há um ano. Desde fevereiro, a solução tem sido o restaurante comunitário da organização de caridade católica São Vicente de Paula no centro de Madri. ” (ESTADAO)

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  • Luiz 16 de agosto de 2011 at 16:04

    Eles estão de olho, olha o que saiu no Bloomberg

    Brazil Weaker Than Forecast Job Growth Another Sign of Cooling Economy

    Brazil’s rate of job creation slowed in July to its lowest level since March, adding to evidence that Latin America’s largest economy is cooling. Brazil generated 140,563 registered jobs in July, down from 215,393 in June. The number was lower than all 10 forecasts in a Bloomberg survey of 10 economists. In the same month in 2010 the economy added 181,796 jobs.

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  • MrK 16 de agosto de 2011 at 16:06

    O Valor do imóvel em qualquer lugar deve refletir a renda/riqueza que a cidade possui (excessão micro cidades turisticas, como buzios por exemplo), como o Rio é uma metropole ela deveria refletir os salários/renda dos profissionais de empresas e autonomos, digamos que o Leblon corresponde a 1% do Rio, então deveria abrigar os 1% maiores salários, digamos que a zona sul representa 15% do Rio, então so 15% maiores salários/rendas e por aí vai…

    Hoje como já foi apontado aqui, uma pessoa que está no topo de 5% da piramide, não mora nem em botafogo, alias nem na zona sul ou na barra, algo está estranho, não é? A Zona sul/barra não tem só 5% das ofertas de ap da cidade, tem BEM mais que isso…

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    • Luiz 16 de agosto de 2011 at 16:12

      troque “não mora” por “não moraria se tivesse que comprar a casa onde vive”

      É o processo de gentrificação mais perverso que se tem notícia no mundo, consequencias trágicas pra infraestrutura urbana, pras finanaças municipais, pq causa abandono de área nobre, por gente nobre que demanda serviços nobres mas que agora tem que se alocar no c,, do judas.

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      • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 16:50

        E sem a contra partida que encontramos em outros países onde ocorrem esse processo, que é o desenvolvimento de novas áreas nobres.

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  • Luiz 16 de agosto de 2011 at 16:09

    Mrk, estou de saída por uns dias, mas fica a dica pra desmascarar a contabilidade da PDG.
    Eles agregaram os ativos da Agre que tinha comprado a Agra, são donos de metade de SP.
    Eles controlam o preço do terreno, eles controlam o prórpio balanço.
    Além disto a relação da PDG com o Pactual, com a Caixa e com o Governo explica o resto.

    Por isso, mesmo com um resultado comparativa e parentemente “maravilhoso” as ações não explodiram, continua no sobe-desce. Atentem, quando sobe o volume de negócios é pequeno, quando desce o volume de negócios é grande, assim o valor médio cai, cai a resistencia gráfica da ação, fogem os grandes, entram os pequenos. a r m a d i l h a.

    abrx a todos

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  • italo ferraz 16 de agosto de 2011 at 16:09
  • nelson 16 de agosto de 2011 at 16:26

    15/08/2011 – 11h13 +
    HABITAÇÃOApós alta vertiginosa, o preço de imóveis começa a desacelerar neste ano. Você pretende comprar agora?

    O seu voto foi registrado. Obrigado pela participação.

    11% 693 votos Sim

    67% 4.060 votos Não, acho melhor esperar mais um pouco

    6% 344 votos Já comprei e me arrependi por não ter esperado

    16% 945 votos Já comprei, mas acho que fiz um bom negócio de qualquer forma
    Total: 6.042 votos

    Atenção: o resultado desta enquete não tem valor de amostragem científica e se refere apenas a um grupo de leitores da Folha.com.

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  • alguem disse 16 de agosto de 2011 at 16:31

    Dá nojo assistir, ” a vergonha nacional ” pura manipulação dos fatos.

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  • roberto 16 de agosto de 2011 at 16:36

    Não sei se alguem já postou mas ai vai:
    http://w ponto w ponto w.estadao.com.br/noticias/internacional,familia-espanhola-volta-a-ser-pobre-depois-de-ganhar-mais-de-r-12-milhoes,759082,0.htm

    O futuro nos aguarda.

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  • alguem disse 16 de agosto de 2011 at 16:55

    alguem ta fumando maconha estragada, é a globo ou o blog?

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    • Bolha Imobiliária 16 de agosto de 2011 at 17:00

      No dia que a Globo deixar de ser tendenciosa, saio pelado na rua. Nós somos normais…
      Veja as criticas contra a globo, no http://www.conversaafiada.com.br

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      • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 17:43

        Pô, bolha, aí não. O ex-jornalista Paulo Henrique Amorin é a linha de frente dos vendidos ao governos. Sócio fundador do PIG: Partido da Imprensa Governista

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        • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 19:15

          Bolha,

          É só observar propaganda da Petrobrás e da Caixa no website do Paulo Henrique Amorim. Se voce ainda duvidar, então tente conseguir propaganda dessas duas empresas para esse blog.

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          • Bolha Imobiliária 16 de agosto de 2011 at 19:19

            Eu sei…Citei o nome dele, por que é alguém que bate de frente com a globo…

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  • roberto 16 de agosto de 2011 at 17:12

    Por favor, me ajudem a interpretar a reportagem da folha de São Paulo

    Inadimplência do consumidor sobe 2,9% em julho, diz Serasa

    A inadimplência do consumidor teve alta de 2,9% em julho, na comparação com o mês anterior, segundo índice divulgado nesta terça-feira pela Serasa Experian. Na comparação com julho de 2010, a elevação foi de 27,7%.
    No acumulado dos sete primeiros meses de 2011, ante mesmo período do ano anterior, o índice subiu 22,5%.

    Segundo a Serasa, o índice vem perdendo ritmo e desacelerou na relação mensal pela segunda vez consecutiva.
    “Esse resultado é decorrente de uma atitude mais cautelosa do consumidor em relação ao comprometimento de sua renda e às condições de crédito”, afirmam os economistas da entidade.

    Afinal o ritmo da inadimplência vem aumentado conforme tema da noticia ou vem desacelerando conforme a Serasa. Parece conversa de maluco.

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    • Carlos__ 16 de agosto de 2011 at 17:40

      Roberto, o total de inadimplentes aumentou, mas o ritmo do crecimento desse número está percentualmente menor. É uma maneira de tranformar um limão em uma aparente limonada.

      Exemplo:
      Tínhamos 1 inadimplente, agora temos 2: aumento de 100%
      Tínhamos 2, agora temos 3: aumento de 50%
      Tínhamos 3 agora temos 4: aumento de só 33%
      Tínhamos 4 agora temos 5: aumentou apenas 25%

      Com esses números, já posso ver a manchete: Crescimento da Inadimplência caiu 75%.
      Ou, se o jornal quiser pode usar essa outra manchete: Número de inadimplentes sobe 5 vezes.
      As duas serão verdade, mas passam sensações completamente diferentes para o leitor um pouco menos atento.

      A verdade é que esse mês menos gente conseguiu pagar as contas em dia do que no mês passado.

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      • Zoom 16 de agosto de 2011 at 21:25

        Recuso muito usado pela mídia para “enganar” os coitados que tiveram uma boa “educação”.
        Mas não é difícil entender, simplesmente é só você comparar o mês em questão com o mês(s) que está sendo sugerido.

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  • Roberto 16 de agosto de 2011 at 17:17

    Os preços dos imóveis estão absurdamente altos. Aqui em Brasília, capital da especulação, o problema está em um ritmo que, sinceramente, creio que falta pouco para estourar. Talvez não afete os corruptos de plantão que tem dinheiro público para jogar na fogueira. Quanto aos assalariados….estes estão com o pé na cova. Enquanto isso…tome enganação de que a crise não vai afetar o Brasil, que estamos imunes, que a nossa situação econômica e fiscal é melhor do que 2008…etc…etc…Pura balela! Ainda bem que existe gente esclarecida que não acredita nessas performances maquiadas do mercado financeiro. É isso aí pessoal. Vamos prezar nosso rico dinheirinho conquistado com muito suor!

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  • Elias 16 de agosto de 2011 at 18:36

    Alguém postou que outra construtora fez caixa com CRIs, pra pagar dívidas de curto prazo.

    Isso vai acontecer com mais frequencia daqui em diante. Reitero os cuidados com a securitização de recebíveis do mercado imobiliário; leiam os prospectos dos seus fundos.
    Vão tentar passar parte da conta para os desavisados.

    Sobre o aumento do emprego na costrução civil, é natural, pois agora (e só agora!) estão começando as obras para a Copa, e isso demanda muita mão de obra, materiais, etc.

    Mais pressão sobre os custos, mais INCC.

    Mas na indústria, a situação já começa a mudar:

    Com crise, aumenta o medo do desemprego
    Autor(es): Victor Martins
    Correio Braziliense – 16/08/2011

    Indicador que capta o sentimento dos trabalhadores tem elevação de 0,2%. Tendência é de piora

    O agravamento da crise nos Estados Unidos e na Europa começa a afetar a confiança do brasileiro. Segundo uma sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o medo de perder o emprego cresceu 0,2% e a perspectiva dos especialistas é que esse temor aumente. Principalmente entre os situados nos dois extremos da pirâmide social. De um lado, os que ganham mais, instalados nos postos de empresas exportadoras, de mineração, metalurgia e siderurgia, da indústria automobilística e da área financeira. Do outro, trabalhadores com rendimentos de até dois salários mínimos, que também se beneficiaram da expansão econômica dos últimos anos.

    A crise ainda deve demorar para aparecer mais intensamente nos indicadores de emprego porque é muito caro demitir e depois ter de recontratar. Os industriais ainda estão observando, mas a tendência nesse indicador de medo do desemprego é de elevação”, explicou Marcelo Azevedo, economista da CNI.
    (…)

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  • Selvagem 16 de agosto de 2011 at 20:38

    Entendo que cada um é senhor de suas decisões. Não julgo quem pretende comprar agora. Mas acho que quem freqüenta esse blog está em busca de uma verdade. Claro que o viés econômico e político tende a distorcer visão.

    A minha verdade hoje é essa, quem se dispuser a contestá-la ficarei imensamente grato.

    1- Os preços estão disparadamente incompatíveis com a renda obtida pelos segmentos da população a que os imóveis se destinam. Se a venda é de um imóvel de alto padrão deve ser compatível com a renda obtida pela classe A. Imóveis de padrão médio alto por sua vez compatível com a renda da classe B, sucessivamente. No entanto, o descompasso fica nítido quando a classe A adquire imóveis destinado ao segmento B, o segmento B imóveis para moradia da classe C, sucessivamente.
    2- Lançamentos de construtoras estão sendo feitos com redução de área construída utilizam-se artifícios de venda para manter o padrão das mesmas classes sociais. Assim o imóvel de médio padrão para a classe B passa a ser vendido reduzindo-se sucessivamente para 120m², 100m², 90m², 70m², 60m² Os imóveis ficam menores, mas tenta-se manter o padrão sem redução do preço.
    3- A compra de um imóvel hoje demanda comprometimento de crédito e renda familiar de longo prazo. O limite de 30% da renda comprometida é ilusório já que as prestações aumentam por correção mais a renda permanece estagnada.
    4- As famílias brasileiras consumem acima da capacidade de pagamento. É utilizado o crédito para consumo ao invés do capital ser empregado para expansão da atividade econômica ou poupança.
    5- As famílias brasileiras possuem baixa capacidade de poupança, contudo são impelidas pelo governo a manter o consumo.
    6- O Brasil terceiriza a produção dos bens consumidos. Crescem as importações e a dependência de mercadorias importadas. A industria nacional encolhe ao invés de utilizar o capital obtido para se expandir.
    7- Os juros do mercado imobiliário estão estimados entre 8% a 12% ao ano. O financiamento por 30 anos implica no pagamento de cerca de 3 vezes o valor do bem contratado.
    8- O valor obtido com alugueis dos imóveis não acompanha o preço de venda. O valor dos alugueis obtidos são inferiores ao retorno de aplicações em renda fixa.
    9- A venda de imóveis começa a apresentar redução no volume de vendas, aumento na oferta que não é acompanhada por queda nos preços
    10- Grandes Capitais estão com preços acima do valor devido, Rio e Brasília estão absurdamente acima do valor devido.

    Essa é a equação da bomba que eu vejo na minha frente

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    • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 21:00

      11- Está mais fácil e mais barato viver nos EUA do que no Brasil.

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      • MrK 16 de agosto de 2011 at 22:04

        Achei curioso dois amigos de volta redonda discutindo o preço absurdo de lá, só pra fazer um check:

        Vai ter jogos da copa em volta redonda?
        Vai ter olimpiadas em volta redonda?
        Tem UPP em volta redonda?
        volta redonda é a menina dos olhos como a zona sul do Rio?

        ah tá…

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        • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 22:39

          Está esquecendo que Volta Redonda tem a Companhia Siderurgica Nacional que é a maior produtora de aço da América Latina. Consequentemente é também a maior poluidora da América Latina. Antigamente, quanto menos poluição, o lugar era mais valorizado, mas isso é do tempo que Homem só casava com Mulher. Já hoje, os valores são outros …

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    • Glaucio 17 de agosto de 2011 at 00:01

      “Assim o imóvel de médio padrão para a classe B passa a ser vendido reduzindo-se sucessivamente para 120m², 100m², 90m², 70m², 60m² Os imóveis ficam menores, mas tenta-se manter o padrão sem redução do preço.”
      Visitei um decorado no ano passado. O apartamento parecia aquela casa dos espelhos que existia nos parques de diversão, só faltava espelho no chão e no teto. Tudo pra criar a ilusão de que você não vai passar o resto da vida morando numa gaiola.

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  • MrK 16 de agosto de 2011 at 22:03

    Um sinal muito interessante que vejo da mudança dos tempos é o humor dos corretores, antes eles faziam piadinha, chamavam a gente de “recalcados” porque queriamos comprar imóvel e não o fizemos… e por aí vai..

    Hoje o negócio mudou, hoje falou em bolha só falta te agredirem, xingam você, tentam invalidar seu argumento na grosseria, dizem que você não entende nada, tremem, suam…atitude tipica de desesperado em debate político

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  • MrK 16 de agosto de 2011 at 22:16

    pra quem gosta de economia e entende ingles, eu literalmente mijei nas calças ao ouvir isso, ri demais

    a solucao do renomado Paul Krugman, um dos maiores economistas americanos, para a solucao da crise economica americana é preparar o mundo para uma invasão alieligena (é sério, ele falou essa merda MESMO)

    dabliudabliudabliu.youtube.com/user/SchiffReport?blend=4&ob=5

    ahahahahah que merda

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    • DRN 17 de agosto de 2011 at 09:21

      KKKKKKKKKKKKK

      A indignação do Peter Schiff é sensacional!

      E a ironia final é a melhor parte: “é melhor mesmo que haja uma invasão alienígena e que destruam tudo para que nós tenhamos de reconstruir tudo de novo”!!!

      KKKKKKKKKKKK

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    • Lucas2 17 de agosto de 2011 at 10:23

      O PK é irônico pacas, mas a verdade é que tem muito que se construir por aqui e toda AL, na China, na Índia, na África, nem precisa de aliens, o dinheiro tem que fluir para estes mercados tem estrada por fazer, ferrovias, cidades (saneamento), etc.

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  • Marcos 16 de agosto de 2011 at 22:33

    O povo atolado em dividas e já falam em “retirar travas ao consumo”. PQP.
    E ainda vão baixar os juros. Essa bolha vai inflar mais.

    Governo espera IPCA para definir juro
    Se ficar comprovado o recuo dos preços, como apostam Banco Central e Ministério da Fazenda, haverá espaço para redução da taxa Selic
    14 de agosto de 2011 | 23h 04

    Iuri Dantas, de O Estado de S. Paulo
    BRASÍLIA – O governo prefere esperar os dados de inflação do mês de agosto, que serão divulgados mês que vem, antes de decidir sobre cortes nos juros. Se ficar comprovado o recuo dos preços, como apostam Banco Central e Ministério da Fazenda, haverá espaço para redução da taxa Selic. Analistas acreditam que uma desaceleração da economia no segundo trimestre, cujo resultado sai no início de setembro, também pode levar o BC a cortar juros na reunião seguinte.

    O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação brasileira, deu um alívio no mês passado e pode permitir cortes nos juros ainda neste ano, avaliou o deputado Claudio Puty (PT-PA), presidente da Comissão de Finanças, Tributação e Controle da Câmara.

    “O resultado da inflação foi bem razoável, com deflação em algumas cidades. Pode se preparar para uma queda de juros, até como tentativa de reduzir a diferença da taxa em relação à média mundial”, disse Puty.

    Outro interlocutor da equipe econômica, o senador Delcídio Amaral (PT-MS), que preside a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, não descarta a possibilidade de o governo retirar travas ao consumo adotadas no início do ano, as chamadas medidas macroprudenciais.

    A cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em empréstimos e a exigência de maior valor de entrada no financiamento de automóveis são exemplos de medidas desse tipo. “O governo não vai ficar procrastinando, vai agir pontualmente, em casos localizados. Não vai ficar parado”, diz o senador.

    Crescimento. Serve de conforto ao Comitê de Política Monetária (Copom) a decisão do governo de seguir à risca o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento deste ano, confirmado na semana passada pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

    “A probabilidade de corte de juros subiu bastante, de fato”, disse Carlos Kawall, ex-secretário do Tesouro e economista-chefe do banco J.Safra. “Se o cenário apontar o crescimento da economia indo para 3%, a probabilidade de o BC agir na política monetária, dada a premissa de rigor fiscal, é muito grande.”

    Para sacramentar um corte de juros, faltaria uma queda nas cotações internacionais de commodities, o que ainda não ocorreu por causa da volatilidade dos mercados nos últimos dias.

    As apostas se baseiam em um estudo do Banco Central no relatório de inflação de junho. Segundo a autoridade monetária, “a dinâmica dos preços das commodities esteve, na última década, correlacionada com as taxas de inflação em nível global em graus superiores aos observados em décadas anteriores”.

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    • MrK 16 de agosto de 2011 at 22:46

      marcos, não se engane, tecnicamente não há lugar pra baixar juros (a inflação real está em paridade com a selic), mas eles pensam em baixar por um motivo simples: economia pro orcamento do governo

      pense… com o governo atolado de compromissos pra pagar copa, olimpiadas e um monte de outras coisas (sem falar nessa crise que pode ou não vir), baixar juros faz sobrar dinheiro pros nossos queridos politicos usarem, é só isso, analise técnica é zero

      esse IPCA pra mim e nada é a mesma coisa

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      • Marcos 16 de agosto de 2011 at 22:58

        Mrk,

        Acho que o EUA deu um bom ensinamento de que juros baixo fomentam bolha. Estamos indo pelo mesmo caminho. Essa será a última acelerada para evitar o colapso agora.

        0
        • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 23:55

          Na minha opinião, nos EUA o que fez a bolha estourar foi a inadimplência devido à perda de empregos e os juros baixos atrasaram o estouro da bolha. No Brasil os juros altos vão adiantar o estouro da bolha pois colaboram para defasar a renda de quem tomou empréstimo do valor da prestação.

          0
  • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 23:45

    Recordar é viver: Estudo sobre a existência ou não de “bolha” no mercado imobiliário brasileiro
    12/07/2010, José Roberto Mendonça de Barros

    www DOT piniweb DOT com/bancomaterias/Estudo_bolha_final1 DOT pdf

    A página 24 apresenta um gráfico da projeção do preço/m2.

    Luxo 4,329 Reais/m2
    Médio 3,339 Reais/m2
    Economico 2,350 Reais/m2

    CONCLUSÃO

    1 – mesmo considerando um padrão de crescimento de preços de imóveis igual ao percebido na crise americana, a evolução da renda no Brasil poderá comportar a evolução desses valores.

    2 – ainda estamos numa fase que a demanda parece ser a razão da evolução dos preços.

    3 – É essa perspectiva de demanda forte na economia brasileira que permite ainda que os fundamentos sejam mais importantes, junto a um sistema financeiro sólido.

    0
    • Anonymous 16 de agosto de 2011 at 23:47

      A página 24 apresenta um gráfico da projeção do preço/m2 para 2011. Parece que ele errou em 50% 😉

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      • DRN 17 de agosto de 2011 at 10:07

        Putz, errou feio mesmo.

        À pág. 19, consta:

        “É por isso que estimamos um potencial elevado de crescimento da demanda
        imobiliária nos próximos anos. De fato, as projeções indicam que apenas a classe
        média tem uma demanda anual média de quase 1,5 milhão de imóveis e a classe
        B de quase 180 mil (gráfico VIII). A classe D e E tem uma demanda negativa
        porque haverá uma migração gradual dessa classe mais baixa para a classe
        média e, por isso, programas do governo poderão ajudar a diminuir o déficit
        habitacional ainda na casa dos 8 milhões, já que haverá uma demanda
        decrescente nas classes inferiores de renda nos próximos anos”.

        Como é que eles chegaram a esse número “mágico” de demanda anual da classe C por 1,5 milhões de imóveis?

        Como é que eles chegaram ao déficit habitacional de 8 milhões de casas?

        Alegar qualquer um alega. Provar é outra história…

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    • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 10:09

      Os preços estão 3 vezes maiores do que a projeção do nosso renomado economista. Êta profissão boa, pode errar a vontade e continuar sendo respeitado.

      Gostaria de ver um jornalista, nessas reportagens que estão pipocando, perguntar isso para um corretor: Os preços estão 3 vezes maiores que a projeção de alguns ecomistas em 2010. E a ecônomia está crescendo menos que as projeções desses mesmos economistas. Não seria um sinal de distoção no mercado?

      0
  • Carlos Eduardo 17 de agosto de 2011 at 00:21

    vejam onde a china chegou !!!
    A insanidade e ganância …. é um absurdo!

    http://www.youtube.com/watch?v=QucpOo-CKjU

    tenho medo do futuro, nesse pais!
    e para ser sincero já penso em cair fora, pois estou
    perdendo a identidade com esse povo, e governantes!

    0
  • Philis 17 de agosto de 2011 at 00:34
    • Leonardo 17 de agosto de 2011 at 11:34

      Pagar 860 mil num ap no grajau é maluquice, insanidade

      0
  • Observador 17 de agosto de 2011 at 08:45

    Galera,

    Ontem postei aqui que o site do secovi-mg, estava com 75.756 imóveis disponíveis para venda, contra 57.000 do início do ano. Hoje estão disponíveis 68.759. Sinceramente dá para acreditar que, de um dia para o outro, oito mil imóveis tenham evaporado? Porque vendidos com certeza não foram. Bolha, acho que você está fazendo tremer os corretores aqui das gerais e a sua audiência só cresce. É manipulação na veia.

    0
    • Leonardo 17 de agosto de 2011 at 09:19

      Geralmente os imóveis são anunciados no final de semana, expirando o anúncio na terça, quarta-feira.

      0
    • Rebecca 17 de agosto de 2011 at 09:37

      com certeza tem muito olheiro por aqui…

      0
    • Tales 17 de agosto de 2011 at 09:38

      Observador,

      Sou de BH e ontem depois que vc postou entrei no site e realmente tinha uns 75 mil. E agora tah em 68700. Mto estranho.

      Bolha acho q estão monitorando o site. Devem estar preocupados com q se escreve por aqui.

      kkkkkkkk

      0
    • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 10:04

      Calma pessoal, pode ser um ajuste no site, uma limpeza de anúncios velhos e vencidos, ou a correção de algum bug. Não muda o fato que essa quantidade é absurda, muito grande mesmo. Mesmo levando esse número melhor em conta a oferta aumentou em 10.000 imóveis em 6 meses, muito mais do que a capacidade do mercado em absorver essas ofertas.

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      • Tales 17 de agosto de 2011 at 11:16

        Carlos__,

        Pode até ser mas foi mta coincidência depois do Observador publicar o link aqui o número de imóveis cair quase 10 mil.

        0
    • MrK 17 de agosto de 2011 at 11:23

      observador, tem que medir SEMPRE no mesmo dia da semana, eu faço aos domingos, pq tem esse ajuste sazonal mesmo (anunciam muito no FDS e depois os anuncios caem no inicio da semana)

      certamente não foi obra do mistico que “traz o comprador amado em 3 dias”

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  • Observador 17 de agosto de 2011 at 09:26

    Leonardo,

    Acompanho o referido site e, pelo que percebo, os imóveis são anunciados permanentemente, pelo menos os que eu acompanho, portanto, não acho que seja o caso de redução em razâo do final de semana, vez que jamais experimentou essa drástica redução nos finais de semana antecedentes.

    0
  • Andre Luiz 17 de agosto de 2011 at 09:58

    Viram ontem no Jornal da Globo um corretor falando que os preços estão altos demais? Foi mais ou menos assim:

    “Imóveis a venda tem, crédito também tem. A única justificativa para as vendas terem caído é o preço muito alto.”

    Mas quem era mesmo que prometia valorização de 30% ao ano? Ah tá…

    Eles vivem de comissão. Quero ver se agora eles vão estimular o bear market, para conseguir levar o leite das crianças. Trouxa de quem confia nesses caras….

    P.S. Hoje o tema no Jornal da Globo vai ser bolha imobiliária. Você foi convidado, Bolha? rsrs

    0
    • Bolha Imobiliária 17 de agosto de 2011 at 11:00

      Não fui convidado…Mas com certeza vão chamar o presidente do Secovi para falar que o credito habitacional corresponde apenas a 4% do PIB e que nos EUA eram…bla bla bla

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  • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 10:13

    Da série “Quem está comprando em Brasília por esses preços”

    http://noticias.uol.com.br/politica/2011/08/17/servidores-do-senado-ganhavam-ate-r-42-mil-mensais.jhtm

    0
  • Pedro 17 de agosto de 2011 at 10:26

    Bom, a reportagem/informe publicitário do jornal da globo, na minha opinião, só vem confirmar o seguinte:
    1- a imprensa é totalmente vendida, publicando informes publicitários travestidos de matéria jornalística
    2- as constutoras estão desesperadas para angariar vendas, pagando a globo para fazer esta matéria (isto deve custar muito caro). Para mim isto é a confirmação de que pararam as vendas e não está entrando mais ninguém na base da pirâmide.
    3- esta matéria para mim é o marco do fim do aumento no preço dos imóveis e começo da queda (em outras palavras, o estouro da bolha).

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  • DRN 17 de agosto de 2011 at 10:26

    Cara, não pode ser sério!

    http dot //piracicaba.olx.com.br/imovel-encalhado-iid-21069324

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    • Carlos__ 17 de agosto de 2011 at 10:31

      Rá, rá, rá! Genial.

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    • Paty 17 de agosto de 2011 at 10:52

      kkk muito engraçado.Essa pratica de limpeza de ambiente por gurus..kkk é bem comum nos EUA eu vi alguns casos por lá…..

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    • Bolha Imobiliária 17 de agosto de 2011 at 10:58

      Hauhahuahuahu…merece ir pra capa

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    • Guilherme Eduardo 17 de agosto de 2011 at 11:17

      – Ô seu guru, não tô conseguindo vender minha casa não! me ajuda!
      – Filho, vejo que seu apartamento tem dois quartos, 1 vaga na garagem, é um bom imóvel. espiritual! Posso te ajudar!
      – Maravilha! faz seis meses que eu estou querendo vender e ninguém compra.
      – Só preciso fazer uma pergunta antes: Quanto você está pedindo?
      – “Só” 450 mil seu guru! =D
      – Eu acho que o preço vai atrapalhar. Seu imóvel vale no máximo 200 mil. Podemos começar pedindo 230 mil para alcançarmos os 200 mil nas contrapropostas.
      – VOCÊ ESTÀ LOUCO!!! Meu ap vale 450 mil! não vendo por menos não!!! E essa semana aumentaram o preço dos ap’s na planta do bairro em 10%, eu vou é pedir mais e você vem com essa idéia de baixar o preço!! NUNCA !!! Você deve ler o blog Bolha Imobiliária! Seu apocalíptico! pessimista! vá embora seu Charlatão!! >(

      0
      • Cassio 17 de agosto de 2011 at 11:27

        – Seu Madruga, sua vó também não consegue vender o ap dela?
        – Toma!
        – Pipipipipipipipi…
        – Só não te dou outra porquê… (olhadinha pra câmera) minha vozinha é corretora em Acapulco.

        0
        • Guilherme Eduardo 17 de agosto de 2011 at 11:45

          KKKKKKK do jeito que a coisa anda está difícil mesmo para as construtoras, encorporadoras e imobiliárias.

          Se o governo der mais benefícios para o setor imobiliário, outros grandes também fazerão lobby. Um deles pode ser o de automóveis. Imagine facilitando a compra financiada de carro novamente. Os possíveis compradores de imóvel comprometeriam seus orçamentos no carro novo.

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    • Arruda 17 de agosto de 2011 at 11:20

      kkkkkkkkkk….

      Se apelar para isso não é desespero…o que é desespero então ??

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  • Observador 17 de agosto de 2011 at 10:50

    Adorei, esse cara vai ficar rico, ou não!!!

    kkkkk

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  • henrique 17 de agosto de 2011 at 11:13

    Mais uma estória triste.

    Uma sólida construtora de alto padrão curitibana lançou um empreendimento no final do ano passado. O ap mais barato custava, na planta, 1.200.000. Previsão de entrega: final de 2013.

    Fizeram festa de lançamento e anunciaram aos quatro cantos que o empreendimento era um sucesso de vendas.

    Semana passada encontrei um sujeito cujo vizinho comprou um dos ap’s. Deu 400 mil de entrada e parcelou o restante.

    O comprador percebeu que a obra não inciava e que provavelmente não seria concluída no prazo combinado. Foi cobrar a construtora e teve como resposta a afirmação que o número de unidades vendidas não alcançou a previsão inicial e que as obras só teriam início após o atingimento desse número mínimo.

    Obviamente indignado, o comprador pediu a rescisão do contrato e o $$ de volta. A construtora disse q devolveria apenas 90% do valor investido, sendo que ele ainda teria q pagar a comissão do vendedor.

    Resultado: teve que ingressar com ação judicial contra a construtora e está depositando em juízo.

    Amigos: se isso está acontecendo com uma construtora sólida de Curitiba (poucas obras e nenhum histórico de atrsaso), imaginem o q pode acontecer com as gigantes ou com as muito pequenas.

    Se a queda das taxas de juros não surtir o efeito desejado, com o aumento das unidades vendidas, teremos um caos no setor de construção civil no Brasil em breve.

    abs

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    • MrK 17 de agosto de 2011 at 11:26

      ah henrique esse caos já tá escrito há anos, o setor deu passos maiores que a perna, muito maiores por sinal… o tombo é inevitável, se hoje voce toma 6 meses de atraso na entregua já pode comemorar pq ficou barato

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  • Guilherme Eduardo 17 de agosto de 2011 at 11:26

    Eu li algumas matérias na Folha.com sobre a possibilidade de redução das taxas de juros. Talvez o cenário para os imóveis piore, pq os vendedores terão mais crédito para manterem suas outras dívidas e segurarão o preço dos ap’s por mais alguns meses, mas do outro lado, os possíveis compradores queimarão o combustível extra nos dias das crianças e picipalmente no natal.

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  • LG 17 de agosto de 2011 at 12:48

    Mais lenha na fogueira…

    blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/crescem-opcoes-de-credito-para-construir-e-reformar/

    Crescem opções de crédito para construir e reformar

    * 16 de agosto de 2011 |
    * 23h11 |
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    Categoria: Casa própria, Construção, Serviços

    LIGIA TUON

    O consumidor conta com mais opções de linhas de crédito para construir, reformar e até decorar a casa. Bancos têm ampliado a oferta de financiamentos para esse fim, cujas principais vantagens são as taxas de juros reduzidas em relação a outras modalidades e os prazos de pagamento que podem chegar a 120 meses.

    O último lançamento, feito este mês, foi o do banco Santander, que financia também a mão de obra usada para construir e reformar, além do material.

    “Entendemos que havia uma demanda muito grande por pessoas que querem construir”, diz Nerian Gussoni, superintendente de produtos de negócios imobiliários da instituição. O banco entrou no mercado para competir com o Itaú, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Banco do Brasil.

    Segundo Alain Guetta, presidente da Guetta Franchising, empresa especializada em consultoria empresarial, os bancos impunham limites para esse tipo de financiamento a longo prazo. O que vem mudando.

    “Ninguém vai sair dando crédito para quem pode não pagar a dívida lá na frente. Hoje em dia, essa realidade mudou”, afirma Guetta.

    Para o analista, mesmo com a expectativa de a crise internacional chegar ao Brasil, ficou mais fácil projetar o comportamento do consumidor. “A confiança nacional é maior e o reconhecimento internacional de maior estabilidade no nosso mercado faz com que haja oferta de crédito”, diz.

    O principal motivo que faz com que o crédito para construir e reformar apresente juros mais atraentes está no fato de os recursos virem da poupança.

    No caso da Caixa, esse dinheiro vem também do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o que também segura as taxas. “Como o crédito pessoal tradicional expande com velocidade maior que o imobiliário, há momentos em que a fonte do capital pode apertar. Por isso, a modalidade (crédito pessoal) é bem mais cara”, diz Guetta.

    Segundo ele, a média dos juros cobrados no crédito imobiliário no País é de 12% ao ano, enquanto no consignado é de 25% anuais e no pessoal, de 50% ao ano.

    Apesar do aquecimento do setor, estima-se que ainda há muito espaço para a modalidade crescer. “As linhas de crédito disponíveis no mercado para este fim ainda são insuficientes”, ressalta o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Claudio Elias Conz.

    Para Eduardo Coelho, coordenador do curso negócios imobiliários da Faap, a vantagem de construir em vez de comprar o imóvel pronto, por exemplo, é o preço mais baixo. Mas há ressalvas.

    “Ao comprar um imóvel, a pessoa gasta, em média, 20% mais. No entanto, vivemos um apagão de mão de obra qualificada no setor o que pode comprometer a obra, o que deve ser considerado”, alerta Coelho.

    Além disso, segundo Coelho, só vale a pena escolher linhas de crédito se a pessoa não puder comprar um imóvel no programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal.

    O administrador de empresas Cláudio Guirão viu vantagem em usar crédito para construir sua casa, mas acredita que deveria ter sido mais bem informado na contratação. “As taxas são muito atraentes, mas não sabia que, ao amortizar a dívida antecipadamente, não teria direito a desconto nos juros”, diz.

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  • nelson 17 de agosto de 2011 at 13:05

    Jornal da globo – 16/08/2011 – 2a reportagem

    Muita gente conseguiu realizar o sonho de comprar a casa própria nos últimos anos.
    O empurrão veio do financiamento imobiliário, que começou a fazer parte mesmo da vida do brasileiro a partir de 2004.

    “Você morar na sua casa própria é algo que não tem preço”, fala coordenador do Centro de Pesquisas da FGV-RJ, Marcelo Neri.

    Casa própria. Tema que se tornou uma política de estado no Brasil em 1964. Foi quando o governo militar criou o Banco Nacional de Habitação. “O BNH tinha uma série de problemas, não é a toa que quebrou, um dos problemas é que não ia muito lá na base, era um negócio mais de classe média”, explica Neri.

    Até 1986, o BNH foi responsável pelo maior número de financiamentos de casa própria no Brasil. O recorde foi em 81 com 266 mil unidades financiadas. Demoramos mais de 20 anos para conseguir superar essa marca.

    Só aconteceu em 2008 quando quase 300 mil imóveis foram financiados e desde então este número só aumenta. O que explica esse crescimento?

    “A grande revolução do mercado foi a criação do novo marco regulatório do mercado imobiliário e com isso movimentou todo o setor com segurança, transparência”, diz o presidente da Câmara Brasil da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão.

    Esse marco regulatório tem nome: é a lei da alienação fiduciária, que facilitou muito o acesso do brasileiro ao crédito imobiliário a partir de 2004.

    “Essa lei possibilitou a reentrada dos bancos privados para o mercado imobiliário brasileiro”, diz o presidente do Cofeci (Conselho Federal do Conselho de Imóveis), João Teodoro da Silva.

    Funciona do mesmo jeito que a compra financiada de um carro. Enquanto você paga as prestações, o dono do veículo é o banco. Ele só é seu depois de quitar toda a dívida. Tendo o bem como garantia, que pode ser um carro ou um imóvel, as instituições financeiras ficam mais seguras na hora de conceder o crédito e assim acabam emprestando mais.

    Cada vez mais brasileiros têm acesso ao crédito no país. Para se ter uma ideia desse crescimento, em 2009 os bancos emprestaram – com recursos da poupança – R$ 34 bilhões para financiamentos imobiliários. Em 2010, esse número subiu para R$ 56 bilhões. A previsão desse ano é de R$ 90 bilhões e a expectativa do mercado é que esse número continue subindo.

    Os gaúchos Daniel e Carolina fazem parte dessa estatística. Depois de fazer muitas contas, resolveram financiar o novo apartamento.

    “Fiquei bem surpreso com a facilidade do financiamento que foi mínima foi rápido, em menos de 30 dias nós tivemos o credito aprovado e já com a mão nas chaves”, diz o administrador de empresas Daniel Ferreira.

    Eles financiaram 80% do imóvel em 30 anos. Pagam R$ 1.700 mil por mês. “Os bancos aumentaram os prazos, hoje você pode financiar um imóvel com um prazo de até 30 anos, o que acontece? Prestação cai muito e quando a prestação cai, você tem um número maior de pessoas capaz de pagar aquele empréstimo”, explica o presidente da Abecip, Luiz França.

    Já é o segundo apartamento de Daniel e Carolina. Eles venderam o apartamento para o pai da Betina Forgearini e da Joana Forgearini. As irmãs são de Caçapava — uma cidadezinha do interior do Rio Grande do Sul — e foram para Porto Alegre para trabalhar. Demoraram quatro meses para encontrar um apartamento que, realmente, gostassem e que coubesse no bolso do pai delas.

    “Tinha uns bem mais caros e menores assim e com as condições bem piores para comprar. Esse aqui foi um achado bem interessante”, conta a psicóloga Betina Forgearini.

    O pai das “gurias” pagou R$ 108 mil há dois anos e teve um empurrãozinho do trabalho. “Fazia poucos meses que ele tinha se aposentado então ele usou o fundo de garantia para isso”, fala Betina.

    “Não conheço outro país que tem o crédito imobiliário nas condições que o Brasil tem, nós temos duas fontes de recursos que alimentam o mercado imobiliário, que é o fundo de garantia e a caderneta de poupança”, afirma Paulo Simão.

    O trabalhador pode usar o dinheiro do fundo de garantia para dar de entrada no apartamento, mas o imóvel tem que custar até R$ 500 mil. Além disso, uma parcela do fundo – R$ 30 bilhões — é usada para financiar imóveis para brasileiros de baixa renda.

    Mas o que alimenta mesmo o crédito imobiliário, no Brasil, são as cadernetas de poupança, que têm R$ 300 bilhões. Os bancos são obrigados a usar 65% deste valor em financiamentos imobiliários.

    O problema é que enquanto a poupança engorda 15% ao ano, os financiamentos sobem quase 50%. Um dia a conta não vai fechar.

    “Que algum dia a poupança não será suficiente para suportar o mercado imobiliário, nós não temos dúvida nenhuma”, fala Paulo Simão.

    “Do jeito que a poupança está hoje, ela aguenta até o final de 2012, metade de 2013”, declara o presidente do Secovi – SP, João Crestana.

    O especialista Luiz França garante que o mercado vai encontrar outras formas de financiamento. “Quando a gente olha os mercados mais desenvolvidos, as fontes de mercado são diversas, os bancos vão ao mercado, tomam esses recursos no mercado e repassam para os seus clientes que estão fazendo os financiamentos do mercado imobiliário e é esse caminho que a gente vai ter no Brasil também”.

    “A questão é: os preços devem continuar subindo ou não? Provavelmente, devem continuar subindo, mas da mesma forma que os preços devem continuar subindo, a economia também deve continuar crescendo”, diz o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale.

    Com a economia crescendo e com mais gente tendo dinheiro para comprar, já o preço de um imóvel não vai assustar as pessoas.

    Um apartamento que fica em Copacabana, no Rio de Janeiro, é uma kitnet. São 28 metros quadrados. Tem proprietário, no prédio, que pede R$ 830 mil pelo imóvel.

    Não é só uma linda vista que explica a alta dos imóveis no Brasil, não. Há vários outros motivos: os preços subiram tanto que tem gente que acha que podemos viver uma bolha imobiliária como aconteceu nos Estados Unidos.

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  • Evandro 18 de agosto de 2011 at 17:39

    Só digo uma coisa, esse blog tem mais gente cega que o mercado imobiliario.
    95% dos post aqui são postados por fanáticos por bolhas sem nenhum discernimento.

    Querem a bolha a todo custo, e manipulam as informações tão ou pior que os ‘pró-construtoras’.
    Ta dando nojo acompalhar isso aqui.
    Ficar lendo um monte de merda pra conseguir 5% de informação decente tá foda.

    Eu ia fazer um top asneiras postadas aqui, mas está dificil escolher as piores.

    Infelizmente a essencia do blog foi perdida, virou um lugar de lunaticos por bolha.
    Se alguem conhece algum blog em que a discução esteja num nivel mais alto, por favor, se pronuncie.

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    • Fel 19 de agosto de 2011 at 12:57

      Antes de procurar algo de alto nível, é o melhor o sr. aprender a escrever para não passar vergonha… ‘discussão’

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      • Evandro 22 de agosto de 2011 at 11:21

        Está ai um belo exemplo do nivel da discussão que se tem aqui.

        Em vez de se tratar de idéias, preferem ataques pessoais…

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        • Paulo Rocha 22 de agosto de 2011 at 11:51

          Evandro,

          Se você acha que que tem muita informação errada por aqui, eu sugiro que crie uns temas no forum, para termos uma troca de ideias. Lá poderemos tentar destilar a verdade da mentira. Você poderia por exemplo explicar como as pessoas do blog estão manipulando informacoes. Afinal acho que a grande maioria quer discutir sobre fatos e nao achismos.

          Pelo o que eu vejo o pessoal tem comentado as noticias que são publicadas e mostrado como há manipulação na mídia.

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    • Jack Imóveis 26 de agosto de 2011 at 10:57

      Eu não me lembro de ter lido em nenhum lugar algo sobre o objetivo do blog ser agradar ao Evandro.

      O título do blog é Bolha Imobilíaria.

      Estranho seria se o assunto tratado com entusiasmo fosse o crecimento eterno dos valore de imóveis.

      Como diria minha avó, vai procurar a sua turma.

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  • ana 26 de agosto de 2011 at 10:42

    Só para lembrar muitas matérias televisivas são pagas para manipular e influenciar as pessoas. Por isso, não duvido que determinadas matérias sobre imóveis sejam patrocinadas por construtoras.

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