Especialista alerta para bolha dos pequenos imóveis comerciais – Exame.com

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Comments
  • Tales 29 de julho de 2011 at 14:50

    2012 promete…

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    • Duda 30 de julho de 2011 at 18:17

      Cara, não sou dos que acredita facil no fim do mundo e essas coisas, mas o ritmo que a coisa vai se deteriorando, chega ser assustador… Alguém imaginava, há 6 meses, que nos Usa iam estar discutindo (mesmo que seja só uma discussão muito politizada, claro) a possibilidade de calote?
      Ou o terremoto que quase provoca uma tragedia de poluição nuclear no Japão? É para deixar a gente pensando…

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  • Carlos Wagner 29 de julho de 2011 at 14:59

    Acredito que das 3 possibilidades listadas para que se concretize a formação de bolha, apenas a primeira pode ser considerada pouco provável, mesmo assim, a euforia dos bancos é tanta que o crédito está sendo um problema crescente no Brasil.

    Quando as outras duas, existe sim capital especulativo no pais, dinheiro vindo de outros mercados menos lucrativos. É a famosa: migração da bolha para outros mercados.

    E a terceira, investidores desinformados, também existe muito, mas o que vemos, na maioria dos casos, são pessoas comuns empolgadas em ganhar dinheiro comprando um imovel pequeno e visando vende-lo supervalorizado a fim de comprar o imovel dos seus sonhos. É uma tática de alavancagem onde os que chegaram antes ganham, o restante tende a empatar, na melhor das hipoteses.

    Eu acreditava que a bolha estouraria devido ao endividamento do brasileiro, juntando-se o encarecimento do credito, o consumo cairia como resultado de conter a inflação e como consequencia, a industria dispensaria mão de obra, o que geraria inadimplencia e tudo aconteceria como uma reação em cadeia.

    Hoje, diante da exposição de tantos cenarios possiveis pelos relatos de colegas deste blog, tenho muitas duvidas de como o processo de estouro possa se dar. Confesso que talvez a fuga do credito estrangeiro possa fazer com que a economia do país imploda.

    Esperemos pra ver o que acontece. Só pra lembrar: Eu apostei que a bolha estouraria em 18 meses na enquete do topico anterior.

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  • DRN 29 de julho de 2011 at 15:03

    Estou relativamente preocupado com isso. É que comprei duas salas comerciais para montar um escritório por R$5.700,00 o metro quadrado. Já paguei 1/4 do valor e tenho em aplicações os 3/4 restantes. Estou entre a cruz e a espada. Vender agora não seria problema, porque tenho recebido propostas de compra nesse período (a última foi na semana passada). Outros colegas que atuam no mesmo ramo já disseram que o ideal é aplicar o dinheiro e alugar. OK, mas se o Banco e/ou o Tesouro quebrar? Fico sem dinheiro e sem o escritório. Vcs não acham que manter 100% dos recursos em quotas do tesouro, quotas de fundo de renda fixa (ou CDB) e em ações é MUITO ARRISCADO, especialmente se considerarmos que vivemos na Bolsonânia?

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    • Paty 29 de julho de 2011 at 15:10

      Eu penso nisso as vezes também…

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      • MrK 29 de julho de 2011 at 16:01

        Pessoal, calma! analisem 2 pontos:

        1- Os governos ficam mal das contas sempre DEPOIS das bolhas imobiliarias explodirem, vejam o exemplo dos EUA e da Espanha agora, o que aconteceu primeiro, bolha ou crise de confiança nos governos?! Portanto comprar imovel pra se defender do risco governo é contra senso.

        2- Governos podem simplesmente imprimir dinheiro… gerando inflação e desvalorizando a moeda, mas ainda assim não dão calote, é igual acontece com os EUA há anos…

        O que REALMENTE podem quebrar são bancos, por isso CDBs são mais arriscados que notas do tesouro.

        abraços

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        • DRN 29 de julho de 2011 at 16:19

          Mrk, mas em 1987 o Brasil deu default e foi um pega-pra-capar! Esse negócio de emitir dinheiro sem lastro atrás de dinheiro sem lastro um dia chega ao fim, não é? É o que eu tenho lido sobre a situação dos EUA em 02.08. Vão só jogar a conta para ausentes: as gerações futuras.

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          • MrK 29 de julho de 2011 at 16:48

            DRN,

            Preocupe-se com a crise do governo pra 1 ano ou mais depois do estouro da bolha, como te falei!

            Veja, o governo sempre pode imprimir dinheiro e a situação fica realmente crítica apenas se houver uma crise de credibilidade tão grande que todo mundo queira sacar o dinheiro de uma só vez (lembra do corralito argentino?), só que com os EUA quebrado, a europa em frangalhos, a libra esquisita, o yen andando de lado e a moeda chinesa artificialmente desvalorizada… por que haveria uma crise de saque em real??? Se o governo entrar num deficit impagável ele vai simplesmente imprimir moeda e tomar mais divida, aqui não tem ‘teto’, claro que isso tem um custo enorme (hiperinflação, podendo virar estagflação além de perda do poder de compra vs outras moedas) mas ainda assim não daria calote…

            hoje so não é seguro IMOVEL e CDB (principalmente de banco pequeno)

            agora se voce tem muito medo mesmo, compre franco suico, dolar canadense ou dolar australiano

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          • Paty 29 de julho de 2011 at 16:58

            MRK, por que vc nao acha o cdb seguro… o meu dindim esta 80 porcento no cdb bradesco, se vc puder me falar ficaria grata uma vez que nao entendo nada de investimentos..
            Brigadinha

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          • MrK 29 de julho de 2011 at 19:27

            Paty,

            CDB é um dinheiro que voce empresta pro banco e o governo não dá garantias nenhuma (só até R$60mil por CPF, acima disso nada), se o banco quebrar o seu dinheiro no CDB vai embora junto, agora, sendo Bradesco eu acho que o risco é pequeno então não me preocuparia não!

            um fundo DI que invista em titulos do tesouro ou tesouro direito são aplicações no GOVERNO e não no banco!!! portanto o risco de perder é só se o governo quebrar, o que é muito, muito baixo.

            ajudou?

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          • Paty 30 de julho de 2011 at 00:14

            MRK,
            Obrigada vc sempre muito gentil ajudou bastante sim.
            Boa Noite.

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        • Duda 29 de julho de 2011 at 21:47

          MrK, e isso que tem me preocupado nas ultimas semanas. Se a bolha estourar, as contas do governo do Brasil, vão para o inferno… teremos uma crise à espanhola. Me preocupa a crise que virá, mais que a bolha atual.

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          • MrK 30 de julho de 2011 at 12:57

            Duda, entendo o receio, é natural, mas isso a gente vai ter tempo pra avaliar caso a bolha exploda (veremos o impacto disso na economia e contas publicas), o governo é como uma pessoa, tem suas receitas e despesas, numa crise as receitas caem (não zeram), mas não é do dia pra noite que o governo chega ao ponto de não conseguir honrar suas dividas, esse cenário vai se construindo ao longo de meses e poderemos ver se há mesmo risco de calote

            a unica coisa que se desenha rapida (e nao ao longo de meses) é uma fuga cambial, mas nao estamos tao preocupados com esse risco agora, certo?

            abs

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          • Duda 31 de julho de 2011 at 09:17

            A cambial, pode vir sem nenhum aviso, explodir em qq momento… a outra, a fiscal, é verdade que levaría mais tempo. Mas as duas são inevitáveis…

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      • Carlos Eduardo 29 de julho de 2011 at 16:58

        Existe algum problema “relativo a segurança” com a conta poupança???

        acho pouco provavel que um banco venha a quebrar ! ainda mais porque já vimos a bolha americana! e não acredito que o pessoal do risco desses bancos, não estejam atentos!

        além da grande captação que os grandes bancos do Brasil tem, sem contar o estoque de ativos “imoveis” de que eles detem, que poderiam ser vendidos rapidamente caso o banco realmente precisasse.

        grato:
        Carlis Eduardo

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    • Andre Luiz 29 de julho de 2011 at 16:03

      Por que você não vende uma, realiza o lucro e aplica o dinheiro da outra? Assim você segue a tão falada regra de não por todos os ovos no mesmo cesto.

      Ademais, você pode diversificar suas aplicações até mesmo em renda fixa como títulos do tesouro, debentures, fundos imobiliários (hehe), poupança, CDBs etc.

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      • Andre Luiz 29 de julho de 2011 at 16:05

        Ficou confuso. Na verdade o que quis dizer era para você vender apenas uma das salas e permanecer com a outra.

        Abs

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        • DRN 29 de julho de 2011 at 16:20

          Andre Luiz, uma sala tem espaço insuficiente para atender os clientes.

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          • Andre Luiz 29 de julho de 2011 at 17:41

            Ah tá. Agora eu reli com mais calma a sua mensagem e vi que o objetivo não é alugar, mas sim você mesmo utilizar o espaço.

            Foi mal, aê!

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    • Malignus 3 de agosto de 2011 at 02:41

      Vende logo, maluco.. a bolha da commodities já estourou, e agora as ações vão cair com tudo… na sequência vem o estouro da bolha imobiliária.. se você não vender seus imóveis agora, suas ações não vão cobrir o preço porque elas vão virar pó..

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  • Paty 29 de julho de 2011 at 15:06

    É acho que daqui para frente começaremos ver a midia tocando mais no assunto bolha imobiliaria. Esse é o assunto da moda entre meu grupo de amigos e familiares todo, parecem começar a perceber e falar a mesma lingua. Na cidade que eu moro não dá mais para falar que não existe a bolha imobiliaria so o que se descorda e quando ela vai estourar, até os mais apaixonados pelo investimento imobiliario ja perceberam que algo não anda bem e já começaram a pensar em sair do negocio.Como sou engenheira , tenho varios amigos construtores que já começaram a pular do barco.
    Acompanhado

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  • Luiz 29 de julho de 2011 at 15:22

    Isso é muit osério, o alerta de bolha saiu na revista Exame
    A hora que a Veja – a revista mais séria do país – publicar, deu-se o pânico

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    • Marcelo 29 de julho de 2011 at 15:35

      Po Luiz, concordo que na hora que a Veja publicar, vai ter mais repercussão sim. Mas tá muito muito longe dela ser a mais séria do país. Mas essa é discussão pra outro forum.

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      • Luiz 29 de julho de 2011 at 15:43

        então vamos falar assim, a de maior tiragem da américa latina, sem entrar no mérito da tiragem ser grande por boas ou más qualidades

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        • Duda 29 de julho de 2011 at 21:51

          A de maior tirada, aí concordo. Mas seria, a Veja, não é não…

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          • Duda 29 de julho de 2011 at 22:15

            quiz dizer tiragem… quando venho de ler algo em espanhol sempre acabo misturando…

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    • Felipe 29 de julho de 2011 at 17:16

      Na hora que sair no JN, aí sim vira pânico geral.

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      • Duda 29 de julho de 2011 at 21:52

        O JN vai ser o ultimo meio a anunciar. Tá muito perto do governo…

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      • Eduardo 1 de agosto de 2011 at 10:26

        Concordo.

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  • Selvagem 29 de julho de 2011 at 16:00

    Eu gosto de questionar todos os textos que leio aqui no blog, os contra e os pró-bolhas. Meu objetivo nesse site não é derrubar mercado nem convencer ninguém do que é melhor pra e sim fazer um juízo próprio meu de quando devo investir em imóvel.

    Mas é engraçado como pessoalmente eu chego a conclusão exatamente oposta do texto quanto aos fatores apontados para caracterizar a bolha: 1) crédito irresponsável; 2) forte presença de capital especulativo; e 3) investidores desinformados

    Opinião pessoal minha é que há credito irresponsável e há especulação, sim. E pasmem, o fator que eu acho que não tem no país é exatamente o do investidor desinformado. Deve estar sofrendo o mal de ser “do contra”

    Pensar o contrário é fechar os olhos para o pais que eu vivo. Posso ter vários defeitos, mas cego eu não sou. Vejo bancos concedendo crédito para pessoas sem um pingo de condição financeira. Todo mundo hoje em dia está fazendo dívida em cartão de crédito do peão a empregada doméstica. 10 anos atrás cartão de crédito era coisa pra pouco gente, hoje todo mundo tem e os bancos oferecem um 2º ou 3º cartão.

    Agora o texto confunde ganância do investidor com desinformação. Quem está comprando imóvel hoje na faixa de preços sabe muito bem onde está se metendo, sabe que os preços estão no alto, mais isso não impede muitos de comprar com a convicção de passar o imóvel para frente.

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    • Luiz 29 de julho de 2011 at 16:18

      pelo que vc falou a sua conclusão e´a mesma da revista.
      os motivos é que são os opostos.
      Concordo com vc, o de menos importancia é gente desinformada, mas achoq a revista quis dar um ar de conservadora, senão nem falava dos outros 2 motivos, tipo um ato falho de propósito,

      Isso e técnica de escrita: ele quer dizer, mas com medo de dizer, diz que não é, pq se não fosse de verdade, nem dizia nada.

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    • Duda 29 de julho de 2011 at 22:21

      Acho que os 3 motivos tem o mesmo peso: 1/3 para cada… o que eu mudaria, é a palavra “desinformado” por “sem cultura financeira”. Ou seja: gente que compra porque “acha” que é ótimo negocio, sem sequer ter feito uma tabela em excel, sem ter feito uma conta, mesmo que aproximada…

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      • Duda 29 de julho de 2011 at 22:25

        Mas vamos combinar: o que a Exame queria mesmo, era lançar a noticia… o assunto dos motivos, e a sua analise, é para rir de tão leviano…

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    • Eduardo 1 de agosto de 2011 at 10:32

      Esse é o lance, TODOS os “investidores” americanos também acreditavam que o valor dos imóveis continuariam a aumentar. E em um determinado momento ninguém conseguia bancar a compra.

      Porque investidor de verdade, compra barato para revender caro e o mais rápido possível.

      Isto, na minha opinião.

      Abraço.

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  • Giovanni 29 de julho de 2011 at 17:04

    “Em tese, há três explicações que poderiam levar o Brasil a uma bolha imobiliária: 1) crédito irresponsável; 2) forte presença de capital especulativo; e 3) investidores desinformados.”

    de onde ele tirou isso? “investidores desinformados”? quer dizer que nos EUA 80% da população que comprou imóveis durante a bolha era “desinformada”? se o pessoal é burro assim mesmo era pra ter bolha toda hora.

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    • Leandro 012 29 de julho de 2011 at 17:07

      Giovanni,
      essas revistas tem que ser politicamente corretas. É só trocar desinformado por ganancioso.

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  • Giovanni 29 de julho de 2011 at 17:05

    “O segundo fator que poderia estar por trás de uma bolha também pode ser descartado. No Brasil, não há forte presença de capital especulativo. Grandes capitais tendem a especular em mercados de maior liquidez, como bolsa de valores ou commodities, deixando para especuladores mais ingênuos o mercado imobiliário. A baixa velocidade das transações com imóveis pode comprometer o ponto de saída do especulador, fazendo com que o investidor agressivo possa perder os lucros antes de realizá-los.”

    se fosse por esse motivo (baixa velocidade), nunca haveria capital especulativo com imóveis. logo, nunca haveria bolha imobiliária em parte alguma, nunca. e, bem, houve algumas, certo?

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    • Carlos 29 de julho de 2011 at 18:24

      Existem diversos tipos de “especuladores”.

      “especular” não é crime nem antiético (dadas as regras do nosso regime capitalista).

      Avalio que o mercado imobiliário está extremamente especulativo. Com os mais diversos tipos de especuladores operando. Os “espertos” (normalmente grandes). Os otários que estão se endividando neste momento para comprar na alta (alturas). Os proprietários que estão com imóveis desocupados esperando o pico, etc etc etc.

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  • Michel 29 de julho de 2011 at 17:39

    Depois de tanto ler e analisar, enfim comento:
    10 COISAS QUE EU ACHO QUE ACHO:

    1. Não temos uma bolha de crédito (como EUA), mas uma bolha de preços;

    2. Tentaram reajustar os preços dos imóveis (realmente defasados), mas neste interim especuladores exageram;

    3. A demanda é reprimida (falta moradia), mas com o MCMV, novas linhas de crédito e prazos e a estabilidade macroeconômica, o sonho da casa própria está se realizando; Só que as pessoas compram um imóvel, quichá mais um para investir ou a lazer. Até quando haverá demanda diante de tais preços ?

    4. O FGTS e os 60% compulsórios das poupanças para fins de crédito imobiliário estão esgotando. Novos tipos de captação de dinheiro para financiamento imobiliário, sairá mais caro, elevando as taxas de juros para os compradores, reprimindo o consumo.

    5. Para um aluguel ser compensatório para o locatário e acessível ao inquilino, tem que ser na faixa de 0,5% a.m. do preço do imóvel. Um apto simples de 200mil = aluguel de 1mil, fora o condomínio. Prova que os imóveis estão caros.

    6. Acredito que os imóveis mais simples, ainda financiáveis e compravéis (apesar do esforço financeiro por parte do comprador) irão subir mais um pouco e encostar nos preços daqueles totalmente já especulativos.

    7. Acho que não haverá “estouro de bolha”, no máximo muchar = estagnação das vendas e os preços parando de subir.

    8. Muitos especuladores venderão (realização de lucro) os imóveis e voltarão para a bolsa de valores (em baixa e barata). Haja visto, que sairam dela com medo da crise européia (Grécia, Portugal e Itália) e aproveitaram para investir no boom imobiliário.

    9. A partir de então acontecerá uma pequena (mas normal) queda dos preços: com a “liquidação” de imóveis e o mercado saturado de lançamentos, mas nada sensivelmente prejudicial. Apenas um ajuste de valores dos imóveis.

    10. Impossível afirmar as datas destes acontecimentos. Muitos já erraram, diziam até que a possível bolha iria estourar no final de 2010, outros ainda arriscam. Mas a verdade é uma só: QUEM ESTÁ DENTRO (ESPECULADOR OU NÃO) QUER QUE SUBA, QUEM ESTÁ FORA E PRINCIPALMENTE NECESSITA (MORADIA PRÓPRIA) DE ENTRAR QUER QUE CAIA.

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  • Ral 29 de julho de 2011 at 18:03

    Acredito que tudo vai depender do congresso dos EUA , pois caso ocorra a moratória Meu Deus , caso este horror concretize-se, ai sim veremos a marolinha se transformar em tsunami

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    • MrK 29 de julho de 2011 at 19:31

      aposto tudo que tenho que nao havera moratoria “oficial”

      desfilo pelado no calcadao se nao aumentarem o teto agora

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      • DRN 29 de julho de 2011 at 19:39

        MrK, quero ver quem é que vai comprar os novos títulos… Eu não poria um centavo sequer lá!

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        • Duda 29 de julho de 2011 at 22:12

          Pois é… agora mesmo aprovando o aumento do teto, a confiança começou a derreter…

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  • Frank 29 de julho de 2011 at 18:11

    pra agilizar a moderação:

    OFF: índice Big Mac mais recente da Economist.

    a coisa está mesmo “making the case” para uma bolha de ativos no BR.

    drunkeynesian.blogspot.com/2011/07/brasil-mais-caro.html

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    • luiz 29 de julho de 2011 at 18:43

      Frank, valeu
      Todo mundo tem que ver esse grafico, é muito criativo, o cara pôs o preço do big mac convertido da moeda local em dollares de cada país no y e o PIB per capita no x e comparou.

      A linha vermelha é a linha de correlação perfeita, quanto mais rico o cidadão do país, seria natural que o big mac custasse mais caro (salario maior, preço dogergelim)

      Quanto mais distante da linha vermelha, mais fora desta lógica o país está, e o que deu?
      Brasil em primeiro lugar, temos o big Mac mais caro comparado ao preço que deveria ser.

      Pq o Big Mac é mais caro aqui?se ele é feito igualzinho no mundo todo, ingredientes e modo de produção?
      1. Pq gostamos mais do Ronald
      2. Pq desperdiçamos mais o nosso rico dinheirinho

      1.A. Se gostamos mais do Ronald, é pq temos mias simpatia com palhaços haja visto termos tantos na politica.

      2.A Se desperdiçamso mais nosso dinheiro com Big Mac, tbm fazemos com o resto, com, por exemplo, imóveis.

      É ou não é critativo esse gráfico.

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      • Glaucio 30 de julho de 2011 at 00:23

        Gostei mais do teu comentário que do gráfico!

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        • Eduardo 1 de agosto de 2011 at 10:36

          Concordo, principalmente a parte dos palhaços.

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  • Elias 29 de julho de 2011 at 18:52

    Olá Paty.
    Com relação ao investimento em CDB, o FGC – Fundo Garantidor de Crédito, banca até R$ 60 mil se o banco lhe der o calote. Inclusive os CDBs de banco pequenos, que pagam melhor.
    Tenho amigos que trabalham em bancos grandes e investem em CDBs de bancos pequenos. Mas só CDB, nada de fundos ou outros que tentam te vender depois.
    Fonte: Banco Central.
    Portanto, “até R$ 60 mil”, pode aplicar tranquila em CDB. Além disso é por sua conta.
    O FGC também garante a poupança até R$ 20 mil.

    Sobre quando o bolha estoura, segundo o livro que o MrK indicou, do Robert Aliber, a história das crises financeiras mostra que elas tem duração de 15 a 40 meses.
    Assim, se ela começou após a expansão do crédito promovida pelo governo em 2008/2009, para combater os reflexos da crise americana (as bolhas começam com expansão do crédito, embora nem toda expansão gere bolhas), de lá pra cá se passaram cerca de 30 meses. Os ’40 meses’ devem ser atingidos em 2012 ou 2013.
    Mas, nem sempre a história se repete.
    Todavia, acho prudente ficar de molho até esse período passar, mesmo porque outros fatores estão convergindo para as mesmas datas:
    – Economia chinesa, maior compradora de nossas comodities, tende a desacelerar até 2013;
    – O governo apertou o crédito e muito disso terá efeito em 2012;
    – A poupança está para secar no fim de 2011/começo de 2012;
    – Em 2012 e 2013, teremos entrega de vários empreendimentos, com risco de superoferta de imóveis;
    – O preço dos imóveis já dá sinais de saturação;
    Enfim, tudo o que temos colocado neste blog ajuda a forma um panorama que corrobora um possível estouro” nos meses por vir. Se são 6 meses, 24 meses, não sei.

    Vamos ficar de olho.

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  • Ratinho 29 de julho de 2011 at 20:35

    Curioso isso, pois o cambista que compra o ingresso pro show, pro futebol, etc, esse é coisa do capeta… O agiota que empresta a juros altos nem se fala… Mas o especulador que torna inviável o acesso do cidadão ao imóvel tem motivos nobres… É gênio dos negócios!!!

    Afinal, qual a diferença entre eles? Em vez de especuladores não poderiam ser chamados de cambistas ou agiotas?

    <>

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  • Elias 29 de julho de 2011 at 20:59

    Pois é, e assim como tem gente que compra de cambista, tem gente que paga os preços que os “gênios” pedem nos imóveis.

    Se ninguém comprasse dos cambistas, em pouco tempo essa atividade deixaria de existir.

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    • MrK 29 de julho de 2011 at 21:13

      a diferenca é que o cambista tem um ativo que não se fabrica mais, nao tem substituto, ou paga o preco ou perde o show, ja imovel não, sempre vão construir outros… sempre vao ter outros a venda… é impossível manter preco de cambista pra sempre com imoveis!!

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  • Anonymous 29 de julho de 2011 at 21:30

    Como devo entender o título bolha dos *pequenos* imóveis comerciais? Por que não simplesmente bolha dos imóveis comerciais? Os preços dos “grandes” imóveis comerciais não acompanha o preço dos “pequenos” imóveis? A Banânia está ficando complicada!

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    • Duda 29 de julho de 2011 at 22:10

      Calma, eles tem que lançar a noticia aos poucos, não podem ficar em contra de todos os empresarios, governo e quase todo o restante da midia… Já vão ampliar esse conceito de “pequenos” e também o de “comerciais”. hehehehehe tudo segue o seu caminho…

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      • Anonymous 30 de julho de 2011 at 00:35

        Entendo, é algo como dizer que uma mulher está meio grávida.

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        • Duda 30 de julho de 2011 at 18:21

          Isso aí, esse mesmo conceito.

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  • profeta do apocalipse 30 de julho de 2011 at 13:38

    em salvador…

    Paralela: Construtora vai a Falência
    Sonho da casa própria por água abaixo

    Não raro o sonho da casa própria se transforma em um verdadeiro pesadelo para as pessoas que investem suas economias em unidades que correm o risco de nunca ficarem prontas, como é o caso do Empreendimento Top Paralela, da Construtora Verti, que acaba de decretar falência.

    “Gastei o pouco que tinha para sair do aluguel. Fiz planos e compromissos. Agora, corro o risco de ficar sem o apartamento e, pior, sem o dinheiro que investi. E ainda que o valor seja devolvido, quem vai pagar pela frustração de toda expectativa que eu criei?”, desabafa a servidora pública Ana Soares, que depositou suas reservas na compra do imóvel.

    Ana compartilha o medo, a insegurança e a desilusão com algumas centenas de pessoas que, como ela, foram vítimas de empresas ainda não são consolidadas no mercado, cuja estratégia para atrair os clientes da classe C e D são os preços baixos e as facilidades de pagamento.

    Só nos sete primeiros meses deste ano, o Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (Procon) registrou, em Salvador, 65 queixas contra construtoras e incorporadoras que vendem apartamentos ainda na planta. Destas, 30 são referentes ao não cumprimento da proposta; seis sobre cobrança de taxas indevidas; outras seis com relação ao sinal pago; duas sobre a não execução de obras e benfeitorias previstas em contrato; mais duas sobre propaganda enganosa; entre outras, a exemplo de alteração do lote adquirido e qualidade dos serviços.

    A coordenadora de preparo e acompanhamento de processos do Procon, Edinélia Almeida, informou que com o boom vivido pelo setor imobiliário, aumentou consideravelmente as ofertas arriscadas, como as famosas ‘casadinhas’, a exemplo de compras de unidades residenciais, onde o cliente ganha carro, televisão e outros bens de consumo.

    “O consumidor deve ficar sempre atento e não agir pelo impulso. Orientamos que ele investigue a saúde financeira da empresa com quem vai fechar negócio para verificar se há débitos fiscais com a receita federal ou prefeitura; se o empreendimento já tem alvará de licenciamento, além de ler o contrato e procurar especialistas ou o órgão de defesa para interpretar o que não conseguiu entender, enfim, tirar todas as dúvidas”, orienta a representante do Procon.

    Segundo Edinélia, o artigo 28 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que, em situações de falência ou encerramento da atividade da pessoa jurídica por má administração, as pessoas físicas que respondem pela empresa podem ser responsabilizadas e acionadas na justiça.

    “Existe o que nós chamamos de responsabilidade solidária, ou seja, é quando todo o grupo envolvido na cadeia de construção, desde a incorporadora, a construtora e até os profissionais respondem pelo não cumprimento”, pontua.

    Seguro Garantia

    Uma alternativa para ter menos dor de cabeça é recorrer a seguros imobiliários, que são ferramentas que afiançam o cumprimento de uma obrigação contratual, seja de construir, fabricar, fornecer ou prestar serviços, garantindo uma indenização por prejuízos decorrentes do inadimplemento, com base em valores pré-fixados na apólice.

    No caso específico do seguro de garantia imobiliária, o objetivo é assegurar a conclusão das obras de edifícios residenciais, cujas unidades são vendidas na planta, como foi o caso do Top Paralela, empreendimento avalizado pela Caixa Econômica Federal, como prestadora financeira.

    Em nota, o banco informou que as providências legais e administrativas adotadas para a substituição da construtora já estão em fase final, e que a contratação da nova empresa deve ser efetuada em breve.

    Ainda conforme o comunicado, a Caixa mantém um diálogo frequente com um grupo de representantes dos adquirentes das unidades habitacionais, e que não há risco das obras ficarem inacabadas.

    Tribuna da Bahia
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  • MrK 30 de julho de 2011 at 14:10

    IMOVEIS E IOGURTES… Pra refletir…

    Acho todo modismo uma coisa curiosa e que merece estudo e reflexão, aqui no Rio há pouco viviamos o modismo dos yogoberrys, a cada esquina pipocava uma loja e uma franquia diferente, saia reportagem sobre o assunto quase todo o dia no jornal e os artistas da globo serviam como garotos propaganda do “sorvete que não engorda”.

    Eu comecei a notar algo estranho quando um shopping pequeno (quase uma galeria) que tem perto da minha casa, tinha DUAS lojas diferentes desse iogurte dentro, além de uma terceira que ficava na rua, há poucos metros dali! Dentro da minha locadora de vídeos botaram uma maquina e até o proprio bobs comecou a vender yogos…será que tinha demanda pra tanto iogurte azedo?!

    Na época você ia numa feira de franquias e iria escutar que a demanda por iogurte azedo crescia a taxas chinesas (é verdade, veio do zero até algo bem alto), só que COMO EM TODA MANIA as pssoas acham que isso vai se perpetuar, 20..30% ao ano.. e pagaram milhões em franquias de um produto já totalmente saturado.

    Hoje caminhando pela rua vi que algumas já fecharam as portas e outras estão as moscas!

    Projetar a demanda no auge da mania, é como se você fosse dono de um restaurante de uma pequena cidade e o circo viesse pra cidade por 1 mês aumentando muito o fluxo de pessoas, no auge das apresentações, com a cidade lotada, vocêi ria expandir o restaurante e contratar mais funcionários? Se o fizer, assim que o circo ir embora você vai se encontrar em problemas financeiros e precisará demitir! Infelizmente a mania cega as pessoas!

    Vamos ver como terminará a imovel-mania, algo me diz que irá derreter igual iogurte azedo…

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    • Fábio 30 de julho de 2011 at 14:59

      Ainda continuo acreditando que a bomba só vai estourar depois desses eventos como Copa e Olimpiadas, como o exemplo do iogurte azedo o Rio esta na moda e com isso os preços não vão cair com essa moda toda. Agora depois que esse modimos acabar, a coisa vai ficar muito boa para todos que desejam imovel para moradia e não para especular.

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    • Buginga 30 de julho de 2011 at 15:10

      Boa mrk! Um conhecido meu fez um trabalho em uma disciplina do MBA e contabilizou umas 50 marcas diferentes desses yogurtes: frozen yogurt, yogoforia, frozen cherry, yogomania, yogofresh, yogolove, yo, e por aí vai…
      Minha mulher falou que até na novela o gala Lázaro Ramos e Camila Pitanga tiveram ontem dialogo sobre o mercado imobiliário!!! Que não tem apartamentos pra alugar, etc… Caiu no populacho hehehe…

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      • MrK 30 de julho de 2011 at 15:42

        Buginga, é incrivel como certas coisas estão na CARA das pessoas e elas não percebem, continuam colocando seu dinheiro suado em furadas

        Perceba que franquias sérias (como o mc donalds) limitam a quantidade de lojas por espaço geografico e número de pessoas, não deixam crescer fora de controle para não precisar passar vergonha e fechar, MESMO QUE percam oportunidades de vender franquias no curto prazo!!!

        O problema é que o mercado de imoveis é descontrolado (governo tocando crédito sem perdão, construtoras querendo despejar imovel a qualquer custo, sabem que não podem cumprir o prazo de entrega e vendem mesmo assim… e corretores querendo fazer qualquer negócio), ninguém se preocupa se estão construindo além da conta só pra vender pra especulador e que depois não terão onde enfiar esse imóveis… é uma irracionalidade

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      • RT 30 de julho de 2011 at 16:17

        “Minha mulher falou que até na novela o gala Lázaro Ramos e Camila Pitanga tiveram ontem dialogo sobre o mercado imobiliário!!! Que não tem apartamentos pra alugar, etc”

        Que bom que mais gente percebeu. Foi exatamente isso!

        Na cena em questão, a Camila Pitanga reclamava com o Lázaro Ramos que o proprietário do apartamento que ela alugava havia pedido o imóvel de volta, e se dizia preocupada porque “não há apartamento no Rio de Janeiro para alugar”.

        Vi a cena, e destaco que ela repetiu isso (“vai achar apartamento no Rio pra alugar!”) umas duas ou três vezes!

        Foi uma cena muito esquisita, que não muda nada na história da novela, e mais ainda por ela ser uma alta executiva na novela… portanto, nada parecido com uma pessoa que precisasse alugar apartamento.

        Confesso que o bizarro diálogo me chamou muito a atenção, mas fiquei sem saber o que pensar. Estaria mesmo a emissora tentando plantar na cabeça das pessoas a idéia de “não há apartamento pra alugar no Rio”, e que por isso, é hora de entrar na bolha???

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        • MrK 30 de julho de 2011 at 16:24

          RT, a globo deu um tiro no pé, na minha opinião…

          todo mundo sabe o lado que a globo tá, ela é dona do ZAP, ela vive de anuncios (classificados) e tem terrenos no Rio que ela comprou a preço de ouro, a globo está fechadassa com a especulação, veja o caso do Mauro Halferd que “mudou de opinião”, veja o teor das materias do oglobo sobre imóveis, é descarado…

          na minha opinião ela fez isso pra alimentar aquela historia de que “não há imóveis mais disponíveis no Rio” portanto qualquer oportunidade de adquirir um é única

          só que pra mim foi tiro no pé porque não há imoveis pra alugar JUSTAMENTE porque os donos estão expulsando seus inquilinos pra vender! Por que? Simples, o aluguel na zona sul tá rendendo em torno de 0.35%, que perde pra poupança, sem falar que poupanca não tem dor de cabeca de cota extra, inquilino que não paga, imposto, imobiliarias etc… isso é uma prova clara de bolha!

          veja que hoje no Rio, pra cada apartamento pra alugar tem cerca de 11 pra vender (facilmente constatável no zap), em bairros como copacabana isso chega a 14 !!!!!!! Porque tá todo mundo querendo vender se o imovel só vai valorizar e se é um bom investimento???

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          • RT 30 de julho de 2011 at 16:45

            “Porque tá todo mundo querendo vender se o imovel só vai valorizar e se é um bom investimento???”

            A freqüência com que, ultimamente, ouvimos falar de imóveis como “investimento”, para mim é um bom indicativo de que algo está errado. Principalmente quando essa propaganda é direcionada para os meros mortais da classe média assalariada, cuja primeira preocupação é – em tempos normais – a de comprar um imóvel para MORAR.

            Se eu fosse um alto empresário, com grana pra surfar, até poderia pensar em montar uma “carteira de imóveis”, pensando no longo prazo, uma vez que já teria comprado moradia com trocados da minha fortuna. Mas ver pessoas comuns querendo fazer “investimentos” dessa magnitude…

            Já vimos, por aqui, relatos de colegas contando que corretores tentando lhes empurrar apartamentos de 800 mil com a justificativa de que “daqui a pouco vai estar valendo mais de um milhão”. São valores altíssimos para casais que trabalham para viver, fora de suas realidades.

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        • profeta do apocalipse 30 de julho de 2011 at 16:41

          eu avisei que a bolha comecaria em salvador e é fato!!!! vai comecar aqui em salvador… aqui o pt sacaneou mais a galera e logo estoura.

          bolhas tem em tudo: faculdades, cursos, iogurtes, carros chineses!

          a bolha aqui estoura dentro de 12 meses!

          lembrem de meu comentário!

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      • Duda 30 de julho de 2011 at 18:09

        Buginga, é fato!! eu estava postando aqui quando ouvi na novela (minha esposa acompanha…) dizer a Camila Pitanga: Temos que comprar um IMOVEL!!!
        Agora amigos, pensem comigo: como esse papo foi tendencioso. Não falou: “temos qua comprar nossa casa”, ou “temos que ter nosso propio Ap.” Isso sería um dialogo normal de casal novo. Mas falou: IMOVEL bem genérico assim… (pode ser desde um terreno, uma sala comercial, uma fazenda, qualquer coisa que não se mova).

        Aí dá para ver que a globo esta extremamente interessada neste assunto continuar, por isso vai ser das ultimas em reconhecer a bolha.

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        • profeta do apocalipse 30 de julho de 2011 at 18:11

          eu vi a cena.. foi patetico. foguinho respondeu: espera voce juntar dinheiro pra comprar! e tirou o dele da reta! aquele ali nao eh bobo nao!

          foi a cena do mes!

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    • ELISAMAR 15 de agosto de 2011 at 00:42

      MARK

      Perfeita sua colocação!!!
      Vivo numa cidade-Palmas-TO- onde os preços dos imoveis sao inchadíssimos e todos acreditam que a tendência é so aumentar. Além disso a cidade vive basicamento do funcionalismo público, sem uma economia de mercado que sustente a região de forma duradoura.
      E o pior está por vir: com a provável votação para a divisão do estado vizinho-Pará- para acontecer em breve( e certamente o SIM vai ganhar) os preços aqui irão certamente cair e vai deixar muita gente com um iogurte bem azedo nas mãos!!

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  • alguem disse 30 de julho de 2011 at 14:21

    imovel mania, vai derreter junto com copa mania levando junto a Banânia .

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  • MrK 30 de julho de 2011 at 19:09

    MITOS E FATOS

    MITO – Está dicifil morar no Rio de Janeiro porque a demanda é assustadora e a oferta baixa, por isso os alugueis subiram também

    FATO – Está dicifil morar no Rio de Janeiro de aluguel porque os donos de imovel estão despejando seus inquilinos pra tentar vender a preço de bolha, ja que o rendmento do aluguel está perdendo até pra poupança, como já falei em copacabana pra cada apartamento pra alugar tem 14 a venda (zap)

    MITO – Não tem quase mais imovels na zona sul do Rio

    FATO – Só no zap anunciado tem quase 4mil em copacabana, mais de 1mil em botafogo e por aí vai…tem imóvel a dar com pau na zona sul anunciando FORA os lancamentos e FORA os que estão anunciados em outras imobiliárias, o que não tem é negócio, giro, dado que o numero é crescente e não o oposto!

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    • Buginga 30 de julho de 2011 at 23:58

      MrK,
      Você acompanha ou acompanhou o volume de anúncios de imóveis anunciados ora venda no Zap ao longo dos meses? Poderíamos tentar recuperar esse dado pra tentar medir este fenômeno dos proprietários migrando do aluguel pra venda. Assumindo que o volume de únicos novos é ínfimo perto do de imóveis antigos, já que “não há terrenos disponíveis”… (não acredito nisso, pois quem já dá uma volta por Botafogo vê a qtd de prédios novos perto da s.Joao Batista.
      Seria um levantamento pra medir o tamanho do estoque à venda, já que seria uma “prateleira” que entram muito mais produtos do que saem.

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  • Dan 30 de julho de 2011 at 22:02

    Proporção do crédito em relação ao PIB quase dobra entre 2003 e 2011

    Comentário [1]
    SÃO PAULO – A proporção do crédito do sistema financeiro praticamente dobrou em oito anos, passando de um peso no PIB (Produto Interno Bruto) de 24,6% em junho de 2003, para 47,2% em junho deste ano.

    De acordo com os dados contidos na apresentação do balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que foi divulgada nesta sexta-feira (29) pelo Ministério do Planejamento, em valores nominais, em 2003, o crédito chegou a R$ 389 bilhões e, em 2011, atingiu R$ 1,834 trilhão.

    Desonerações e onerações
    Por outro lado, as desonerações líquidas ou incentivos fiscais concedidos ao setor produtivo atingiram R$ 77,1 bilhões, entre o período que vai de 2007 a 2011. Os anos que registraram os maiores volumes de incentivos foram 2009 e 2010, com R$ 27 bilhões e R$ 18 bilhões, respectivamente. Em 2011, as desonerações devem chegar a R$ 15 bilhões, segundo estimativas da Receita Federal.

    Em relação as onerações, foi registrado entre 2007 e 2011 um montante de R$ 109 bilhões. As principais medidas de onerações tomadas no período foram o aumento da alíquota de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e da CSLL (ContribuiçãoSocial sobre Lucro Líquido), o aumento da tributação do IOF na entrada de moedas, aumento da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre combustível e mudanças na tributação do setor de bebidas (com foco em PIS/Cofins).

    Demanda doméstica
    A demanda interna mantém o padrão de destaque, quando se trata de fatores que impulsionam o crescimento da economia. Em 2011, as previsões do Ministério da Fazenda apontam para um crescimento da economia da ordem de 4,5%, sendo que a demanda interna esperada é de 5,9%. Já a demanda externa líquida será negativa, recuando 1,4% neste ano.

    Como medida de comparação, no ano passado, o crescimento do País foi de 7,5%, com uma demanda interna registrando alta de 10,3% e a externa recuando 2,9%. Já em 2002, o crescimento foi de 2,7%, com demanda interna e externa registrando alta de 2,5% e 0,2%, respectivamente.

    Investimentos totais
    Os investimentos totais continuam mostrando trajetória crescente, sendo que, segundo as estimativas do ministério da Fazenda, a FBKF (formação bruta de capital fixo), será de 19,5% em relação ao PIB em 2011 e, em 2002, foi de 16,4%. A expectativa é que, em 2015, o FBKF chegue a 23,2% do PIB.

    Em relação ao PIB, o ministério estima que haverá uma média de crescimento de 5,1% entre 2011 e 2014, período imediatamente posterior ao PAC 2. Entre 2003 e 2010, a média de crescimento do PIB foi de 4%. Vale lembrar que o PAC 1 foi lançado em 2007.

    Empregos
    Em relação aos postos de trabalho, os dados apontam para a criação de 1,265 milhão de novos empregos de janeiro a junho deste ano. Entre 2003 e este ano, foram criados 16,6 milhões de empregos. O maior volume foi registrado em 2010, quando foram criados 2,8 milhões de postos de trabalho.
    ____
    h t t p://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/07/29/proporcao-do-credito-em-relacao-ao-pib-quase-dobra-entre-2003-e-2011.jhtm

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    • Schmidt 31 de julho de 2011 at 08:02

      Na verdade crédito é um eufemismo para não se dizer uma “p… de uma dívida”.

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      • trololó 31 de julho de 2011 at 10:49

        o melhor é que dizem que não há bolha, e é sustentável, porque vejam eua e uk, com mais de 100% do pib em crédito…

        PQP MAS ESSES PAÍSES TÃO QUEBRADOS JUSTAMENTE POR CAUSA DISSO!!!!

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        • Duda 31 de julho de 2011 at 17:48

          E outro detalhe, que sempre esquecem, os juros que essa dívida de 47% do PIB paga, já superam e muito, os juros das dívidas que tinham os Usa e UK quando cairam. Aqui os juros são 3, 4, 5 veces mais altos que lá. Isso tira $$ de circulação, diminuindo o consumo, e acelerando o processo de estouro da bolha. Abs

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  • Paulo SCSul 30 de julho de 2011 at 23:20

    Prezados

    vamos fazer uma retrospectiva.

    6 meses atrás ninguém falava em bolha e todos juravam que os imoveis cresceriam infinitamente.

    Agora alguns meios de comunicação importantes como EXAME já estão “cutucando” a imaginação do povo com estas noticias.

    A bolha pode estourar antes do que a gente pensa.

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    • trololó 30 de julho de 2011 at 23:31

      A imprensa somente presta real servico informativo quando nao lhe resta outra alternativa

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  • Fel 31 de julho de 2011 at 00:23

    Em São Paulo, a coisa está ficando cada dia pior.

    Antes, os imóveis em lançamento tinham preço mais acessível já que o comprador tinha que aguardar em torno de 3 anos para ficar pronto, comprar algo que está descrito somente no papel e assumir o risco de qualquer problema com a construtora, mas dado o fluxo de pagamento e o INCC com pequena correção, ainda era algo viável para quem não tinha todo o capital disponível.

    Hoje, o preço do m2 dos imóveis em lançamento saem mais caros que os atuais e os proprietários de apartamentos novos e prontos ainda reajustam imediamente o preço para cima, tendo como base o valor do m2 do lançamento.

    Por outro lado, tem um monte de gente (desinformados e “investidores”) comprando esses imóveis em lançamento. Os desinformados acham que o preço e as parcelas são fixas durante o período de obras e os corretores “espertos” nada informam que haverá correção tanto nas parcelas quanto (PRINCIPALMENTE) no saldo devedor no momento de fechar contrato. O “investidor” acha que investindo 60k – 70k durante obras, terá lucro de 200% sobre este montante quando a obra estiver próxima de entregar, já que o que se fala aos quatro cantos que imóvel é lucro certo e rende mais do que qualquer operação de risco da bolsa.

    Acho que um dos problemas está que com qualquer 60k, você consegue dar a entrada de qualquer apartamento de qualquer metragem…. isso faz com que os tais lançamentos “derretam”, mas acaba gerando uma bola de neve lá na frente.

    O INCC está explodindo, fazendo com que a liquidez do imóvel seja cada dia menor já que o saldo devedor sofre correção e o desinformado vai ter que entrar num financiamento bem maior do que esperado ou fazer distrato.O “investidor” não quer perder dinheiro e mantém a sua meta de lucro, fazendo que qualquer imóvel em torno de 100m2, ultrapasse facilmente a marca de 650k.

    Mas será que ambos tem os recursos para ao menos segurar o imóvel na entrega das chaves? Se não, o imóvel volta para a construtora, que precisa pagar dividendos aos acionistas, mas precisa achar alguém que resolva a situação. Neste momento (apartamento pronto), a história é bem diferente…Não é com aqueles mesmos 60k, que alguém vai resolver a situação da construtora.

    Assim, não sei até quando isso irá se sustentar, mas tenho a sensação de todo mundo virou milionário da noite para o dia, em achar normal pagar 650k e ainda pensar que fez um grande negócio. Eu e minha mulher estávamos querendo adquirir um apartamento maior para moradia (pura necessidade de maior espaço), mas após 7 meses de longa busca, concluímos que é melhor aguardar e “pagar o justo, ao invés de pagar o pato”.

    Não sabemos ainda se iremos nos arrepender, mas é fato que colocar em risco a saúde financeira da família para entrar em financiamento de longo prazo, não é uma atitude sana. Espero realmente que haja acontecimentos reais para apavorar esse mercado (quebra de grandes construtoras, falta de recursos para crédito imobiliário) para que essa euforia e ganância acabem e para que pessoas comuns possam simplesmente comprar imóveis com o básico intuito de morar e ter um lar.

    Aguardo comentários….

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    • RT 31 de julho de 2011 at 10:54

      “Assim, não sei até quando isso irá se sustentar, mas tenho a sensação de todo mundo virou milionário da noite para o dia, em achar normal pagar 650k e ainda pensar que fez um grande negócio.”

      Isso também me intriga. Não entendo como esses preços estratosféricos se mantiveram até aqui.

      650k era uma bela grana há três anos atrás, mas ultimamente, virou preço normal de apartamento precisando de reforma.

      Estou bem no meu emprego, precebo isso quando olho em volta. Entretanto, não tenho coragem de pagar isso num apê. Fica a pergunta: tá cheio de gente por aí com dinheiro pra isso? Não consigo acreditar…

      No mais, concordo com tudo que você falou. Também penso que entrar num financiamento é algo pra ser decidido com cuidado. Entretanto, já vi pessoas com apartamento quitado entrarem em financiamento pra comprar outro…

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      • MrK 31 de julho de 2011 at 11:39

        Fel, seu comentário está perfeito, muito lucido, e logo depois o Elias complementou muito bem…

        olha, tem muita gente comprando justamente pelo que voce disse, pagar uma entradinha de 60k é fácil, outra coisa é pagar 30 anos de financiamento de 650k com juros brasileiros, se ele por o imovel pra alugar, o rendimento do aluguel não paga nem metade da parcela! é o velho conhecido ‘prejuizo mensal’

        o fato é que as pessoas compram esses imoveis não porque elas tem 650k ou porque querem esses aps, elas compram pensando num investimento em que se paga 60k e se resgata 260k lá na frente… mas será que vai funcionar isso? até quando?

        eu acredito fortemente que o estouro da bolha será muito impactado pelos aps que serão entregues nos proximos 1 / 2 anos. Imagina o desespero de quem tá com um ap desses na planta e comeca a ver que os que estão sendo entregues antes do dele já estão encalhando?? vai suar frio…

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    • ELISAMAR 15 de agosto de 2011 at 00:59

      Fel, excelente..

      Onde vivo também ocorre essa especulação que alavanca os preços. E também passei a perceber que há muita gente disposta a pagar preços altíssimos por imóveis , sem ter sofrido um incremento real de renda, tal qual você citou.

      Lendo os comentários aqui em em outro fórum cheguei hoje a conclusão de que o imóvel para morar não e algo que deve ser visto como um investimento especulativo. Deve ser visto como um lar que deve trazer conforto, paz e satisfação…
      Penso porém que investir cerca de 10 15 mil num terreno em uma cidade pequena com forte poder de expansão pode ser sim muito lucrativo…felizmente na região Norte , onde moro, ainda há essa possibilidade…
      Saudações.

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  • Fábio 31 de julho de 2011 at 01:27

    A Camila Pitanga reclamou dos altos preços dos imoveis nos classificados, é parece q a vida dos casais iniciantes e com dificuldade de comprar foi parar na novela, pensei q era só eu q não estava conseguindo nem alugar muito menos comprar…

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    • Duda 31 de julho de 2011 at 09:14

      Começaram a comer pelas beiradas…

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  • Elias 31 de julho de 2011 at 11:25

    De fato, Fel, está difícil em São Paulo.

    Mas lembro de uma fala do Obama que pode se aplicar ao caso: as coisas vão ficar piores antes de melhorar.

    Já conversei com casais novos, que ganham mais que eu e minha esposa, e que estão na faixa de renda A, e estão todos morando de aluguel. Nem eles tem coragem de pagar os preços que estão pedindo.

    Quem ganha essa renda, supostamente sabe fazer contas.

    Fico pensando: quem irá comprar?

    Acho que algumas pessoas estão mesmo iludidas, caíram na conversa do corretor, ou viram alguns casos de amigos, familiares que ganharam uma boa grana no começo da bolha, e agora querem fazer igual, mas estão entrando atrasados.

    Acredito que o teste de fogo será a entrega das chaves.

    Quero ver que comprou 3 imóveis na planta arrumar o dinheiro, ou conseguir empréstimo no banco, numa época de aperto monetário.

    Se não conseguir, vai pagar “12% a.a. + IGPM Tabela Price” com a Construtora.
    Depois vem os condomínios mensais e IPTU.

    E, por fim, se não conseguir bancar isso também, só lhe restará devolver os imóveis à construtora, amargando um belo prejuízo.

    Vou pagar pra ver.

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    • RT 31 de julho de 2011 at 12:46

      Pergunta: qual é a “faixa de renda A”?

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  • MrK 31 de julho de 2011 at 11:57

    PESSOAL, ACOMPANHEM O INDICE APS A VENDA / APS PRA ALUGAR

    Quando comecou uma suspeita de bolha no Brasil, eu comecei a acompanhar um índice que considero importante: Quantidade de aps a venda para cada ap pra alugar. Esse índice só vem crescendo…

    Em algumas regiões do Rio está entre 10 e 11, sendo que o bairro preferido da especulação desenfreada (copacabana) já passou de 12 !!! É curioso que a região que dizem que está saturada (zona sul) tem o indice maior que o da Barra que é de 8. Outra coisa, é dificilimo achar bairro que o índice esteja abaixo de 6.

    pensem nisso gente: Pra cada apartamento pra alugar, 12 pra vender!!! Não é estranho???

    Esse índice que cresceu tanto me diz 3 coisas:

    1- A maioria dos ‘investidores’ realmente está comprando Ap pra revender e não pra alugar (esquema de ponzi?), por isso tanto Ap que antes era pra alugar some do mercado.

    2- Alguns proprietários sabem que esse preço pode não durar e querem garantir o lucro rápido (afinal, se o preço do imóvel só sobe por que eles venderiam em massa?)

    3- Os proprietários viram que o rendimento do aluguel ficou anos luz da poupança, já que o aluguel acompanha mais a realidade e o preço dos imóveis não, conheco muita gente que está tirando o inquilino pra vender o imóvel.

    SINAIS DE UMA BOLHA PRESTES A ESTOURAR???

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  • RAL 31 de julho de 2011 at 12:09

    Aqui em SP , outra papo furado é que não tem mais terrenos vagos ,pra quem conhece sabe que temos sim , existe uma quantidade imensa de industrias desativadas em todas a regiões da capital

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    • MrK 31 de julho de 2011 at 12:11

      RAL esquece o blablabla e olhe os números de anúncios

      aqui no Rio dizem que na zona sul não tem mais ap pra vender, tá saturado, sendo que só no zap tem 10.000 unidades na venda… só no zap!!! poupe-me, né?

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  • Lucas 31 de julho de 2011 at 13:52

    Quando eu vejo o mercado imobiliário nos dias atuais, algumas coisas pelas quais já passei na economia brasileira me vem a cabeça:
    1- As pessoas compravam carro usado para revender mais caro no futuro, hoje isto já não existe mais;
    2- As pessoas compravam dólar para investir, e haja vista os últimos 10 anos foi o pior negócio que alguém poderia ter feito, e olha, muita gente fez;
    3- A gasolina aumentava toda semana, e os vários estabelecimentos aumentavam suas mercadorias acompanhando a gasolina, certa vez estava em uma lanchonete quando o cara remarcou o preço com todo mundo comendo dizendo que “quando a gasolina aumenta o lanche aumenta junto”, hoje, quem me dera se os preços seguissem o aumento histórico da gasolina.
    4- O telefone fixo era caríssimo, chegando em algumas regiões do rio de janeiro a custar 5 mil reais na década de 90, muita gente comprou para alugar, hoje vc pede e instalam no outro dia;
    5- Idem para celular, era mercadoria de luxo, hoje qualquer um tem;
    6- Em 2003 fui trabalhar no interior do Estado do RJ, senti a necessidade de contratar uma tv por assinatura, tinha uma empresa que vendia sua antena por $ 800, depois passou a vender por $ 499, quando fui a um revendedor o cara queria que eu comprasse por $ 1.000 a antena, quando argumentei com ele sobre o preço do anuncio da internet ele desconversou, ainda me disse que tinha umas vinte antenas guardadas e que o preço retornaria ao seu patamar de origem, hoje a empresa está fornecendo a mesma antena de graça, esporadicamente eu lembro deste vendedor e do grande investimento que ele fez.
    7- Fui a Recife em 2006 e paguei pelas passagens de ida e volta 1.100 reais, vou voltar agora em setembro e comprei as mesmas passagens pelo total de $ 200,00, tudo bem, consegui comprar na promoção, mas mesmo fora da promoção ta muito mais barata hoje.

    Essas coisas eram a “Onda do momento” em determinadas épocas, e olha, não pensem que sou velho.

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    • MrK 31 de julho de 2011 at 14:27

      Lucas, quase todo segmento experimenta um momento de mania em que por um problema na oferta (baixa demais) ou na demanda (alta demais) os preços fogem da realidade, porém o tempo nos mostra que esses ajustes são sempre temporários, uma vez que o mercado se corrige sozinho, seja aumenta a oferta ou seja a demanda desistindo dos preços

      com imóveis ocorrerá a mesma coisa, nao tenha duvida, o que estamos vivendo é um momento em que a demanda cresceu muito rapido em função do crédito despejado no mercado em pouco tempo, porém a oferta demora a acompanhar, pois prédio se levanta em 3 anos… é um período de transição e que chamou especuladores pra aumentar ainda mais a valorização, mas em breve se corrigirá, sempre se corrige…

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    • Duda 31 de julho de 2011 at 15:01

      Lucas, muito bom seu resumo, com os imóveis acontecerá o mesmo.

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      • Lucas 31 de julho de 2011 at 15:57

        MrK e Duda, também acho que esses capitulos se repetirão em relação aos imóveis.

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    • Miguel David Silveira 1 de agosto de 2011 at 21:44

      Lucas, muito lúcido e oportuno seu comentário!

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  • Paulo SCSul 31 de julho de 2011 at 15:29

    A agora que estourar a bolha e cair uns 50% vai ser demais.

    Será um orgasmo !

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  • Selvagem 31 de julho de 2011 at 15:40

    Apenas para registro a Veja dessa semana esta falando de bolha imobiliaria , mas a da Espanha. Mais só pelo teor das reportagens sobre crise americana e comparacao com o Brasil já da pra imaginar que o tema ta cada dia mais na boca do povo.

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    • Susy 31 de julho de 2011 at 17:55

      Acabei de ler essa reportagem da Veja sobre a Espanha. Eles mencionam a bolha imobiliária, mas não deixam claro que o principal motivo da crise e do desemprego foi justamente a bolha. Preferem achar um bode expiatório que todos amam odiar: os funcionários públicos.

      Gastos exagerados com o funcionalismo público certamente causam problemas econômicos, mas não uma crise nas proporções da Espanha. O problema lá é que a economia cresceu em torno de apenas um setor econômico, o da construção civil. Com o crédito fácil e alongado (até 50 anos para pagar!), a bolha imobiliária inflou. Parte significativa da população em idade produtiva estava trabalhando no setor da construção civil. Quando a bolha estourou, é claro que o desemprego foi enorme.

      A Veja omite esses dados, e não dá nome às construtoras espanholas que passaram a atuar no mercado global. Alguém sabe quais são elas, e se alguma está atuando no Brasil?

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      • Duda 31 de julho de 2011 at 17:57

        Tem alguns empresarios espanhois que estão aqui há alguns anos, justamente “para aproveitar” o momento brasileiro. Quando lembre o nome dum deles vou postar. Se quiser investigar mais, procura no jornal espanhol COTIZALIA.

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        • Cosmos 31 de julho de 2011 at 23:51

          Um deles: Enrique Bañuelos. Tinha a ASTROC na Espanha e veio pro Brasil depois do estouro da bolha espanhola. Aqui criou a AGRE.

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      • RT 31 de julho de 2011 at 21:13

        O ranço dessa revista nojenta com tudo que é público já virou marca registrada.

        Se depender deles, até o Poder Executivo deveria ser privado, em nome de “ganhos de gestão e de eficiência”.

        Em tempo: não sou funcionário público. Apenas tive a infelicidade de ser leitor dessa lamentável publicação por alguns anos.

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    • Duda 31 de julho de 2011 at 17:55

      Vão preparando o terreno… Interessante ver que é simultaneo com outros meios tb…

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  • Elias 31 de julho de 2011 at 15:56

    O crédito habitacional
    O Estado de S. Paulo – 31/07/2011

    Com recursos das cadernetas de poupança, foram financiados, no primeiro semestre deste ano, a mutuários e construtores, 236 mil imóveis no valor de R$ 37 bilhões. Bancos e construtoras já procuram novos mecanismos de captação de recursos para manter o volume de financiamentos e depender menos das cadernetas.

    O ritmo de concessão dos empréstimos e das vendas de imóveis em São Paulo, embora menor que o de 2010, continua muito acelerado. Entre os primeiros semestres de 2010 e 2011, o volume de crédito aumentou 55%, e o número de unidades financiadas, 26%. Comparando junho com junho, o número de unidades financiadas aumentou 14% e o crédito, 48%. Entre 2009 e 2010, o crescimento foi aparentemente maior – 65% nos empréstimos e 39% no número de unidades – mas isso se deve à recessão de 2009.

    Os indicadores de vendas do Secovi confirmam a expansão do setor. Nos primeiros cinco meses do ano, o número de lançamentos na capital superou o de igual período de 2010. A velocidade das vendas, medida pela relação entre a oferta do imóvel e a sua venda, atingiu 12,5% ao mês, contra a média histórica de 8% a 9%.

    O setor imobiliário beneficia-se de uma conjuntura favorável – aumento do emprego formal e da renda, além da confiança dos trabalhadores na manutenção dos empregos. Com regras estáveis, os problemas do setor passaram a ser de natureza operacional, como as dificuldades das construtoras para contratar mão de obra e os atrasos na entrega dos imóveis vendidos na planta.

    Fazem parte do passado as infindáveis pendências judiciais, envolvendo centenas de milhares de mutuários, em torno do cálculo das prestações. Hoje, a inadimplência é baixíssima – apenas 1,2%, nos contratos garantidos por alienação fiduciária – e está em queda, segundo dados do Banco Central e dos bancos privados. Isso ajuda a explicar por que os bancos financiaram 470 mil imóveis nos últimos 12 meses, um recorde histórico.

    Mas, com o aumento do preço real dos imóveis, as pessoas físicas tendem a ser mais cautelosas na tomada de empréstimos imobiliários. Em média, estima-se que 45% dos empréstimos concedidos pelos bancos neste ano foram tomados pelos construtores e 55%, por mutuários – a relação habitual é de 40% e 60%. As construtoras, que até aqui evitavam se endividar, parecem mais propensas a tomar empréstimos.

    Para manter o ritmo de expansão, ou as construtoras levantam recursos no mercado de capitais, via colocação de ações ou venda de recebíveis a companhias de securitização e fundos de investimento, ou levantam empréstimos nos bancos. Para os bancos, os empréstimos às construtoras têm a vantagem do retorno mais rápido, pois entre o lançamento e a entrega de um projeto imobiliário costumam transcorrer dois a três anos. Já as operações com pessoas físicas têm prazos médios superiores a 10 anos.

    É boa a oferta de crédito para a habitação na maioria das instituições financeiras, salvo naquelas em que os recursos das cadernetas já se aproximam do esgotamento. No primeiro semestre, com a alta dos juros, não entraram recursos novos nas cadernetas. O aumento de 3,3% nos saldos das cadernetas deveu-se basicamente ao lançamento de juros e da TR nas contas dos aplicadores.

    Para evitar o risco de escassez de recursos das cadernetas – que, estima-se, deverá ocorrer entre 2012 e 2013 -, os bancos propõem ao governo a criação de letras financeiras imobiliárias – papéis garantidos pelos bancos e pelos imóveis, semelhantes aos covered bonds, muito utilizados pelos bancos europeus para tomar recursos na crise de 2008.

    Os bancos acreditam que serão insuficientes as demais modalidades de captação, como os Certificados de Recebíveis Imobiliários e os fundos imobiliários. Os emissores desses papéis discordam. O mais importante é acelerar as decisões sobre a captação, para evitar turbulências num mercado que tem mostrado enorme vitalidade.

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    • Schmidt 31 de julho de 2011 at 16:28

      “Hoje, a inadimplência é baixíssima – apenas 1,2%, nos contratos garantidos por alienação fiduciária”.

      É temerosa informação. Existe um hábito político de manter esqueletos. Quando o BNH foi extinto a informação era a mesma – “inadimplência baixíssima”. O que fizeram? Transferiram os bilhões em calotes para o tesouro e a CEF assumiu o financiamento imobiliário. Ainda no governo FHC e com a mesma informação – “inadimplência baixíssima”, a CEF precisou de aporte do tesouro, pois tecnicamente estava falida. Não faliu porque empresa pública não tem esse tratamento legal. Não é necessário uma auditoria ou uma investigação do MPF para saber o porquê da CEF não revelar sua carteira de inadimplentes(o setor perderia credibilidade). Eu conheço pelo menos 4 pessoas morando há mais de cinco anos de graça. Não pagam IPTU, condomínio e etc. Não preciso nem da estrutura coercitiva do poder público para provar o que falo. Recentemente estive na área de habitação da CEF Rio e encontrei um área exclusiva só para os “inadimplentes da VILA DO PAN”. Quase duzentos!!!! Como prova maior atesto onde moro. Comprei as chaves de um “inadimplente” e depois de três anos com indas e vindas à CEF consegui comprar na venda direta. O motivo da demora: não achavam o procedimento da venda do “inadimplente” que me vendeu. Teve que ser remontado. Assim como meu caso deve haver milhares no Brasil.

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      • aiwww 31 de julho de 2011 at 21:30

        Basta olhar nos jornais de fevereiro de 2011. A Caixa recebeu 2,2 Bi para continuar funcionando.

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    • Rafael 31 de julho de 2011 at 21:43

      Nao me supreende esse aumeno de FINANCIAMENTO da cef e outros bancos. Isto esta corretissimo. Esse financiamentos que estão sendo pegos agora sao de apartamentos PRONTOS ja com habite-se. Ou seja, daquela pessoa que comprou em 2007 e meados de 2008 quando ainda nao havia bolha e os preços estavam normais, ou seja, estão pegando financiamentos de valores baixos e plausíveis de serem pagos.
      Quero ver ano que vem e 2013 se o numero de financiamentos serão altos…..

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  • Marcos 31 de julho de 2011 at 18:02

    Chegamos a fase da negação…

    Mantega aponta medidas para conter inflação e nega bolha de crédito na habitação

    SÃO PAULO – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, apontou nesta terça-feira (26), durante sua exposição na 38ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, as ações destinadas a conter a inflação e disse que as metas serão cumpridas. Segundo ele, a meta estabelecida para 2011 é 4,5%, com uma variação de 2 pontos porcentuais para mais ou menos.

    “Desde 2005, temos cumprido o regime de metas, estando abaixo do limite superior. Em 2011, mais uma vez, faremos isso e posso dizer aos senhores que estaremos com a inflação abaixo do limite superior, mostrando que o combate à inflação é prioridade e que a inflação está em trajetória descendente”, explicou.

    Mantega reafirmou a necessidade de investimentos para que a economia mantenha um crescimento sustentável, principalmente em infraestrutura tanto públicos quanto privados. Ele lembrou que, no ano passado, a expansão dos investimentos foi superior a de 2009 em mais de 20%. O ministro estima que, neste ano, os investimentos cresçam 10% em relação a 2010.

    “Só teremos crescimento de qualidade com investimentos acima do consumo e acima do PIB (Produto Interno Bruto). Temos que criar as condições para que esse crescimento se mantenha ao longo dos anos”, disse.

    Não existe bolha de crédito na habitação
    Durante o evento, o ministro negou ainda a existência de uma bolha de crédito na habitação. Segundo Mantega “por falta de assunto” ou para “polemizar e animar os leitores”, alguns analistas de mercado passaram a tratar da questão como se o crescimento do setor fosse um problema.

    De acordo com ele, embora o custo da habitação tenha crescido no Brasil a partir dos estímulos dados pelo governo, é preciso observar que o setor enfrentou “um ciclo de baixa” e de estagnação durante 20 anos.

    “O preço dos imóveis estava baixo”, disse o ministro. Com as medidas e os estímulos dados, o setor cresceu, inclusive com aumento de preços.

    Também foram apotados por Guido Mantega os desafios que o país ainda tem de enfrentar, como a redução da pobreza e a melhoria da educação, da ciência e da tecnologia e da infraestrutura no país. Além disso, é preciso modernizar o sistema tributário, cuja elevada carga atualmente cria problemas para o setor produtivo.

    www .infomoney.com.br/mercados/noticia/2166306

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  • marcio 31 de julho de 2011 at 19:12

    Olha vou falar uma coisa q ouvi neste fim de semana de um cara simples aqui no RJ, dono de 6 imobiliárias na cidade com trânsito nas grandes como Ética e Patrimóvel, que ele está vendendo a loja da zona sul pq na verdade não está dando dinheiro mais, q ganhou muito dinheiro nestes 4 anos pra cá mais q agora a coisa está começando a derreter, q a zona sul do rj será a primeira a pagar o pato, q as pessoas anunciam, não vendem e aumentam o preço pq ouviram o vizinho falar q vale mais q no jornal estão pedindo mais. Falei com ele q queria comprar algo para morar, me mudar na verdade e ele me falou: É urgente? Se não espere junte a grana q vc irá comprar algo muiiiito melhor daqui a algum tempo, esta pessoa só tem 25 anos de mercado!!! abcs a todos e pensem a respeito!!!

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    • MrK 31 de julho de 2011 at 21:19

      marcio, excelente voce compartilhar esse ponto, isso que o seu amigo diz é facilmente constatavel pelos anuncios que estão ENCALHADOS, eu vejo os mesmo apartamentos pra vender há meses e a quantidade só sobe… no meu predio um ficou 7 meses a venda e desistiu (botou pra alugar)

      como eu falei mais acima em outro post, SÓ NO ZAP, temos mais de 10mil aps a venda na zona sul, imagina se somar etica, patrimovel, julio b. e muitas outras??? isso porque dizem que zona sul saturou heim!!!

      a zona sul sim foi o epicentro dessa especulação e faz todo sentido ser ela que irá pagar o pato mais fortemente

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      • RT 31 de julho de 2011 at 21:39

        “no meu predio um ficou 7 meses a venda e desistiu (botou pra alugar)”

        Também sei de uma pessoa que está há um bom tempo tentando vender, e faz semanas que ninguém vai nem olhar.

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        • MrK 31 de julho de 2011 at 21:56

          RT acho que qualquer pessoa mais esperta já percebeu que isso é insustentável.. e olha… quando se trata de desembolsar cifras milionárias, todo mundo fica um pouco mais esperto..

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          • LUIZ 1 de agosto de 2011 at 16:18

            lembra aquela casa de condiminio que falei que subia 10 mil todo mê em 2010, foi de 170 pra 210 mil, no começo do ano voltou p 180 mil e agora logo depois de lançaram o MCMV2 pulou pra 250 mil.

            Sobe-desces-spbe-desce, mas vender que é bom, 1 ano se foi

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          • Miguel David Silveira 1 de agosto de 2011 at 21:49

            MRK, na tijuca já percebo “o começo do fim” da bolha. Andei vendo pelo site “agente imóvel” queda de R$ 10.000, 00 a R$ 25.000,00 em inúmeros imóveis. É bem verdade que existem os encalhados que, ainda assim, reajustam o preço, mas nunca tinha observado tantas pequenas quedas de preço. Por oportuno, quero te parabenizar, percebo que vc está por dentro.

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          • MrK 1 de agosto de 2011 at 22:16

            Miguel, obrigado pelo elogio, olha, ao que sei a tijuca teve MUITOS lancamentos nos últimos anos, muita coisa subindo mesmo (tanto em fase inicial quanto em fase final), quando essa penca de apartamentos for entregue não sei não.. eu lembro de muito, mais muito anuncio de imóvel na planta nessa região de 2 anos pra cá… vão ter que importar chinês pra morar aí

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    • RT 31 de julho de 2011 at 21:35

      Fico imaginando como vão ser as conversas daqui há 10 anos, sobre a “bolha imobiliária de 2009 / 2010”.

      Vou dizer pra quem quiser ouvir que só não viu que tinha bolha quem não quis.

      Apartamentos na Tijuca, na planta, custando 500 mil…

      Variação de 140% nos preços de apartamentos em Botafogo, em menos de três anos, sem nenhuma novidade nem aumento concomitante de renda…

      Só não vê quem não quer.

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      • Philis 31 de julho de 2011 at 23:28

        Nossa, RT, isso é mesmo muito absurdo. Meu pai mora na Tijuca e tem visto muitas construtoras comprando casas para derrubar e aproveitar o terreno para subir apartamentos. Exemplos: na rua Campos Salles, compraram duas casas vizinhas, derrubaram e estão aplainando terrenos. Segundo meu pai, o estande de vendas só ficou lá durante uma semana, depois sumiu. No Zap vi que os apartamentos começam a partir de 400 mil.

        Na Mariz e Barros, compraram a Chevrolet (que ficava em frente ao Gaffrée), derrubaram e vão construir naquele terreno enorme, não vi anúncios ( faz mais ou menos um mês que fui pr’aquelas bandas, pode ser que já tenham colocado alguma placa).

        Na Hadock Lobo, idem: compraram um terreno onde ficava um estacionamento.

        Detalhe para aqueles que não conhecem: essa área da Tijuca/RJ que citei (Mariz e Barros, Campos Salles e Hadock Lobo) fica COMPLETAMENTE alagada com meia hora de chuva (tenho um amigo que mora na Hadock Lobo e, na última chuva, a garagem subterranea alagou e os carros que ficavam nessa parte ficaram submersos), tem o morro do Turano logo ali atrás ( curiosamente os apartamentos que ficam na Barão de Itapagipe – que fica em frente ao morro – continuam subindo de preço) e trânsito pela manhã é simplesmente infernal, nem adianta pegar o metrô – quem o pega em direção ao centro sofre horrores.

        Mesmo assim, é uma das melhores áreas da Tijuca, mas nada que justifique 500 mil reais.

        Exemplo do que eu falei: http://www.youtube.com/watch?v=uaaoBA_SCLM

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      • Frank 1 de agosto de 2011 at 16:11

        eu acho q esse período de preços dissonantes (da realidade de renda das pessoas) deixará de legado, talvez, seja o “resgate” da Tijuca e adjacências.

        eu apostaria q a Tijuca, um bairro cujo filme foi duramente queimado nos anos 80, tornando-se quase um bairro “procristo” nos anos 90 e 00, para a classe média alta, se sairá relativamente melhor nesse pós-bolha (ou pós-correção de preços).

        em outras palavras: eu acho q a diferença tijuca X zona sul, q atingiu valores absurdos nos 90 e 00, vai diminuir de modo perene….

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        • LUIZ 1 de agosto de 2011 at 16:28

          Frank vc tocou num ponto muito importante, gosto dos seus comentários.

          Bolhas podem ser boas para impulsionar situações que normalmente permaneceriam estagnadas ad eternum. Uma boa chacoalhada, uma agitada, desde que bem planejada e controlada pode ter efeitos excelentes.

          Não é o que eu vejo, investimentos em infra esutrutra estagnados, o governo não faz o papel dele, não fiscaliza, e boa parte dos subsidíos não atingem quem precisa, e sim quem especula, o que por si não é ilegal, nem errado, desde que seja feito com ética, sem falsas ilusões e sem matemagica.

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  • Marcos 31 de julho de 2011 at 20:04

    CRI da Petrobras Distribuidora? Como assim? A Petrobras Distribuidora esta no ramo imobiliário também? As coisas estão cada vez mais estranhas!

    Oferta Pública de Distribuição de CRI da Petrobras Distribuidora S.A.

    http://www.banifinvest.com.br/novosite/oferta_detalhe.jsp?codigo=BRRBCSCRI253

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  • Rm 31 de julho de 2011 at 20:34

    Quem viu o Faustão noticiando sobre a matéria do fnatástico dos imóveis construídos em locais proíbidos e depois ele falou.
    ” Vc que está assistindo, que está de férias e que se cadastrou no minha casa minha dívida”.
    Depois ele ficou olhando para a câmera.
    Sabemos que ele é uma comédia, mas até o Faustão está tirando uma na cara do governo.
    essa foi boa.

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    • Annibal 1 de agosto de 2011 at 10:45

      hehehe… isso mesmo… eu tbm vi o Faustão falando do “minha casa minha divida”

      Vou confessar q estranhei mto ele ter dito isso, acho q as coisas podem estar piores do q pensamos e a coisa toda explodir logo logo…

      abços

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  • MrK 31 de julho de 2011 at 21:24

    PARA TODOS que ouviram o mantega falar… (especial o marcos)

    isso me lembra muito uma entrevista do Bernanke em que ele NEGAVA com todas as letras haver uma bolha imobiliaria nos EUA, isso foi meses antes dela estourar

    VEJAM ESSE VIDEO E REFLITAM…

    dabliu dabliu dabliu youtube.com/watch?v=9QpD64GUoXw

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    • Marcos 31 de julho de 2011 at 22:37

      Mrk,

      Bem lembrado. Tirou do fundo do bau 😀

      Algum comentário sobre o CRI da Petrobras Distribuidora?

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  • Selvagem 31 de julho de 2011 at 22:45

    Os CRIS da Petrobras sao baseados em recebíveis de contratos de locacão devidos a Br Distribuidora.

    Ou vcs acharam que essa farra ia partir apenas das construtoras?

    Tolinhos!!!

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    • Marcos 31 de julho de 2011 at 23:04

      Mas para quem a BR distribuidora aluga esses imóveis? E pq?
      Coisa estranha demais.

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      • MrK 31 de julho de 2011 at 23:06

        Não estou por dentro dos CRIs da petro..vou ter que me informar pra poder dar alguma opinião

        abracos

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  • profeta do apocalipse 1 de agosto de 2011 at 08:17

    Pessoal:

    tenho informacoes de diversos corretores( maiores alarmistas e gente interessada em vender e na bolha nao estourar) que o le parc de salvador vende 2 e o povo devolve 5 aptos por dia….

    abram o olho. eu disse que essa bomba ia estourar primeiro em salvador! por coincidencia o governo é do PT.

    bom dia a todos

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    • dmm 1 de agosto de 2011 at 09:32

      Estava pensando um dia desses no Le Parc de Recife. O lançamento ja foi feito ha cerca de 2 anos e a obra anda a passos de tartaruga. Não levantaram nem o primeiro pavimento ainda. Na época do lançamento, recebi uns 3 convites para participar de coqueteis que mostravam o empreendimento. Acho que o negócio la não anda muito bem das pernas.

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      • profeta do apocalipse 1 de agosto de 2011 at 14:23

        a economia dai anda melhor que aqui… a bolha comecará aqui( ja comecou, falta aparecer no jornal nacional, como dizem)…

        o oba oba so será desmascarado com uma crise! ai o panico assumirá a nacao!

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        • doom 1 de agosto de 2011 at 15:27

          profeta, estou aguardando ansiosamente a entrega das chaves do le parc. Ele foi um dos símbolos do boom imobiliário de Salvador, ganhou prêmios e tudo mais, e suspeito que será também o símbolo da bolha. Não tenho informações sobre repasses, mas seu comentário corrobora minha suspeita. Estou achando estranho não ver tanto anúncio quanto esperava nos sites de busca de imóveis. Essa semana vi um anúncio inclusive de um apartamento de lá com o mesmo preço de um similar no horto florestal (bairro nobre de melhor localização). Conforme já havia postado, além do problema de repasse, mesmo quem comprou para morar está tendo muito problema com o atraso:
          leparcsalvador DOT blogspot DOT com

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          • profeta do apocalipse 1 de agosto de 2011 at 18:40

            doom.. a bolha comecou. tou juntando meu dinheiro e fgts pra em 5 anos aproveitar uma bolacha quebrada e morar com dignidade e num bairro legal!

            é a regra do mercado. tem muita gente que nao consegue financiamento pela caixa ou sequer paga as parcelas da construtora. o brasil n eh nenhum paraiso nao, muito menos salvador! abra o olho que a bahia está andando de lado faz tempo! nao aproveitou o melhor momento da economia.

            a bolsa indica como a economia realmente está.

            desde 2008 ela nao passou daquilo. na verdade o mundo todo ja caiu na real. so brasil que está se achando, mesmo crescendo menos que a america latina, com maiores juros e inflacao.. pensem nisso!

            doom.. imagina aqueles de piata etc… vai ser a maior merda no ventilador desde o milagre economico e a estagnacao da economia na decada de 80 com inflacao galopante, calote e tudo.

            eu avisei!

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  • DRN 1 de agosto de 2011 at 10:32

    Prezados, no RJ a distorção é ainda maior do que em SP (comparando o preço mais barato com o mais caro). Tudo bem que o Leblon é bacana e tal, mas R$15.160 o metro quadrado é dinheiro de mais! Acho melhor pagar R$8.500,00 pra morar nos Jardins. Só fica faltando a praia…

    Alguém que tem informação de insider sobre quanto custa, em média, o metro quadrado de um apto. (considerando o custo para levantar o edifício: terreno, tributos, material, mão de obra etc.)?

    Preço do metro quadrado mais caro de SP é 242,66% maior que o do mais barato

    SÃO PAULO – Com preço 242,66% maior que o do bairro mais barato de São Paulo, o Jardim Paulistano, localizado na zona oeste da cidade de São Paulo, foi novamente o metro quadrado mais valorizado do município em junho, segundo revela o índice Fipezap, elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis.

    De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda-feira (4), o preço do metro quadrado de um apartamento no Jardim Paulistano chegou a R$ 8.522, 56,40% mais caro do que o preço médio do metro quadrado apurado na cidade, de R$ 5.449 no sexto mês do ano.

    A região do Ibirapuera-Vila Nova Conceição foi o segundo bairro mais valorizado de São Paulo, com o preço de R$ 8.256 o metro quadrado. Paraisópolis é a área mais em conta – R$ 2.487 o metro quadrado -, conforme é possível observar na tabela a seguir:

    Maiores e menores valores de metro quadrado em São Paulo
    Bairro Maiores preços Bairros Menores preços
    Jardim Paulistano R$ 8.522 Cangaíba/Eng. Goulart R$ 2.706
    Ibirapuera – Vila Nova Conceição R$ 8.256 Jaçanã R$ 2.667
    Fazenda Morumbi – Jóquei Clube R$ 7.377 São Miguel Paulista R$ 2.586
    Vila Olímpia R$ 7.264 Vila Carmosina R$ 2.550
    Chácara Itaim R$ 7.259 Paraisópolis R$ 2.487
    Fonte: Fipe/Zap Imóveis

    Rio de Janeiro
    No Rio de Janeiro, a diferença entre o preço médio do metro quadrado apurado no sexto mês do ano (R$ 6.572) e o valor mais caro da cidade (de R$ 15.160, no Leblon) é de 130,68%.

    Na capital fluminense, os bairros mais caros, além do Leblon, são Ipanema (R$ 14.074), Lagoa (R$ 12.156), Gávea (R$ 10.736) e Urca (R$ 9.884).

    Os bairros de Anchieta e Guadalupe, por outro lado, estão entre os mais baratos da cidade, com o metro quadrado em R$ 975 e R$ 793, respectivamente.

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    • LUIZ 1 de agosto de 2011 at 16:13

      Sem o acabamento e sem o terreno, custa cerca de mil reais construir, varia de cidade pra cidade e de obra p obra.
      pra ter outra idéia, uma casa pre fabricada de 60 m2 de custa 32 mil reais, pré fabricada de madeira nobre, um pouco mais caro.

      0
  • Elias 1 de agosto de 2011 at 14:08

    DRN, no site do IBGE há informações gerais sobre o custos da construção civil.

    Chama-se Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – SINAPI

    Essa é a última tabela atualizada, de junho/2011:

    http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/sinapi/sinapi_201106_1.shtm

    Voce verá que no RJ, mais caro do Brasil, o custo médio em é de R$ 898,87//m².

    Não li toda a metodologia, mas de qualquer forma, pagar mais de R$ 10 mil/m², sendo que o custo médio é esse que te passei acima? Você não acha que há algo errado?

    Segue nota do site:

    Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil

    Efetua a produção de custos e índices da construção civil, a partir do levantamento de preços de materiais e salários pagos na construção civil, para o setor habitação. A partir de 1997 ocorreu a ampliação do Sistema, que passou a abranger o setor de saneamento e infra-estrutura. Tem como unidade de coleta os fornecedores de materiais de construção e empresas construtoras do setor. O Sistema é produzido em convênio com a Caixa Econômica Federal – CAIXA. Para os dados sobre saneamento e infra-estrutura estão disponíveis somente os relativos a preços. A pesquisa foi iniciada em 1969 para o setor de habitação e em 1997, para o de saneamento e infra-estrutura.

    Periodicidade: Mensal

    Abrangência geográfica: Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação.

    0
    • DRN 1 de agosto de 2011 at 15:08

      Elias, concordo que está muito díspare. Só um ponto. Esse valor de R$1.000,00 (chutando para cima) não inclui o preço do terreno, nem os tributos diretos pagos pela construtora. Quanto ao terreno, tenho um cliente que recebeu proposta de R$3.500,00 o metro quadrado do terreno na Vila Leopoldina. Ele pediu R$5.000,00, mas refugaram.

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      • Pedro 1 de agosto de 2011 at 16:38

        Os tributos estão incluídos no cálculo. Segundo o IBGE o índice representa o seguinte:
        Referências básicas:
        No cálculo das séries mensais de custos e índices são
        consideradas apenas as despesas com materiais e salários (acrescidos
        dos encargos sociais no total de 122,82%).
        Não estão incluídas as despesas relativas aos seguintes itens:
        compra de terreno; execução dos projetos em geral; licenças, habitese, certidões, seguros; administração da obra; financiamentos; lucro
        da construtora e incorporadora; instalações provisórias; ligações
        domiciliares de água, energia elétrica e esgoto; depreciações dos
        equipamentos; equipamentos mecânicos (elevadores, compactadores,
        exaustores…); equipamentos de segurança, máquinas, ferramentas e
        fundações especiais

        Basicamente, é o seguite, o custo sem o terreno para construir um apartamento de 100m2 em Brasília, por exemplo: 1) Se for de alto padrão (a área total será a do apartamento + a área comum = total aprox. 170m2) – o custo de construção seria de 170 * 1012,34 (preço do m2 de alto padrão) = +- 172100 (ou 1712,00 o m2 de área útil)
        2) se for de baixo padrão (área total será a do apartamento + a área comum que será menor que o de alto padrão = total aprox. 140m2) – custo de construção seria de 140 * 700 (preço médio do m2 de baixo padrão = 98000 (ou 980,00 o m2 de área útil).
        Verifica-se portanto que, em um apartamento no noroeste, que custa 9000 o m2 o valor do custo da construção é de 1712 e os outros 7288 r$ vão para o terreno e o lucro da construtora (basicamente isso).
        Alguém considera isso normal? Com certeza. Eu não considero.

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        • Luiz 1 de agosto de 2011 at 16:42

          Num pais de baixas densidades como o nosso, incluindo as metropoles que não passa de 80 hab/ha d emédia, o valor do terreno dificilmente passa os 35% do custo total, exceto casos pontuais como centros de cidade, orlas de algumas praias ou parques e outras áreas nobres.

          0
        • DRN 1 de agosto de 2011 at 16:57

          Pedro, eu tb não considero normal, mas não acho que o percentual de lucro seja tão alto, não. Os tributos diretos a que me referi são, basicamente, o IR e o IPTU. Fora o custo de oportunidade que, por conta dos juros pagos pelo tesouro, é altíssimo. E numa construtora os custos de administração são ainda maiores, porque vc tem de ter muita mão-de-obra especializada (não só de engenheiros, mas também de advogados, economistas, administradores, contadores etc.) para arcar com toda a despesa.

          Eu só estou tentando medir o excesso para verificar se o tombo vai ser mesmo de 50%, como estamos cogitando.

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          • Pedro 1 de agosto de 2011 at 17:56

            Tranquilo. Quando você se referiu a tributos diretos achei que estava falando de ICMS e encargos trabalhistas. Não devemos nos esquecer que o imposto de renda da pessoa jurídica incide sobre o lucro e não sobre a renda, como no caso das pessoas físicas, portanto seu impacto é pequeno (para não dizer nulo). Por exemplo, se você ganha 10.000,00 de salário e gasta 10.000,00 o governo irá lhe tributar sobre a renda (10.000,00). Já, no mesmo caso, a empresa estaria isenta, pois não houve lucro.

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          • Luiz 1 de agosto de 2011 at 18:07

            No caso de empresa cobra 25% de lucro presumido e outros, memso que vc tenha prejuízo.

            Só não se cobra IR de divisão de lucros e dividendos na distribuição pra PF, mas que lucros se vc teve prejuízo e ainda pagou impostos sobre ele

            No Brasil vc paga p trabalhar e ganha pra não trabalhar (bolsa-___).

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    • Duda 1 de agosto de 2011 at 17:17

      Elías eu notei algo similar em Porto Alegre, os custos de m2 de construção tem apenas 3 digitos, os de venda, são uma 4 ou 5 vezes maiores. Mesmo considerando o valor do terreno (que rateado no valor total de um predio de varios andares fica muito diluído), dá para ver que há algo fora de lugar nos preços de venda finais.

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  • Pedro 1 de agosto de 2011 at 16:45

    A grande verdade é que estamos na seguinte situação: praticamente em qualquer região de Brasília os imóveis construídos até 3 anos atrás valem menos que o terreno, em muito casos muito menos. Por exemplo, no lago norte encontramos casas que poderiam ser construídas com 200 ou 300 mil reais (uma grande parte das casas poderia ser construída com esse valor). Porém elas estão situadas em cima de um terreno que está valendo, por causa da exuberância irracional dos agentes do mercado, mais de 700 mil reais.
    Da mesma forma os apartamentos. Temos apartamentos aqui com padrão COHAB de construção (ou seja, o mais baixo possível) e antigos, precisando de reforma, sem elevador, etc. sendo negociados a 5000 o m2 (na asa sul). A construção no padrão do apartamento não chegaria a r$ 1000 o m2 útil. Ou seja, 80% do valor do imóvel estará sendo pago de lucro ou terreno.
    Isso vale também para os bairros mais perigosos e afastados, inclusive para o município de Águas Lindas de Goiás, sempre presente nos noticiários, pois é portador de taxa de homicídios por habitante superior às registradas na guerra do Iraque.
    Abçs a todos

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  • ildeu 1 de agosto de 2011 at 18:24

    Apartamento nas areas nobres em brasilia ou rio ,pequenos tipo flat : 600 mil.Vejam só : diaria em hoteis 3-4 estrelas 250 reais , mensalista sai por uns uns 180 .Sendo assim 180 x 30 =4.800 .Ja´com empregada , luz , agua , moveis , cafe da manhã de luxo ,segurança , mordomia total.Se vc pegar 600 mil e aplicar da´uns 5 mil por mês.Como comprar um imovel tipico de 1 casal sem filhos [1-2 quarto] pode sair mais caro que morar num hotel bacana? se vc gastar uns 2 mil com empregada , condominio , cafe da manhã,luz, pode custar uns 60% a mais .Será que são os hoteis daqui que são baratos? paguei o equivalente a 180 reais o casal no novotel em lisboa ,um luxo.Em Paris sai por uns 280 reais a diaria,em comparaçao nossos hoteis estão até caros.Então quem deve ter perdido o bom senso foi o mercado de imoveis residencias .Como os anti-bolhas explicam isso?

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    • Luiz 1 de agosto de 2011 at 18:45

      Boa comparação. Na espanha paguei 60 euros o casal fora da temporada, 120 na alta temporada em capitais, E menos de 40 euros na meia temporada em cidades menores o que dá 3 mil reais por mês com meia pensão, piscina, tenis, golf, e etc… Com 300 mil reais aplicados no BR eu posso morar num hotel, por exemplo, em Ibiza pro resto da vida, junto com Ronaldinho fofucho. Comparações são sempre estranhas, mas é impressionante o que se consegue chegar.

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  • MrK 1 de agosto de 2011 at 19:00

    Gente, é impressionante, eu acompanho o número de aps a venda no Rio, pelo ZAP, e esse número não baixa.. tem dias que cai um pouquinho, mas na maioria das vezes sobe ou fica estável, como pode um bem que valoriza tanto, dito escasso, que todo mundo quer, que o preço sobe sem parar E NÃO TEM NEGÓCIO???

    Quanto tempo mais os donos irão ficar pagando condominio, deixando de receber aluguel, pagando anúncio, pagando imobiliaria…etc…? se somar isso tudo da uma grana, amigo! os condominios no Rio são caríssimos

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    • Jack Imóveis 1 de agosto de 2011 at 19:08

      Caro MrK,

      Cuidado pois na ZAP há um grande estoque de apartamentos vendidos, cujas corretoras, sei lá porque motivo mantem o anúncio. E mais, há muitos anúncios dos mesmos imóveis. Acho que o ZAP vale como parametro de comparação em termos relativos, nunca absolutos.

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      • MrK 1 de agosto de 2011 at 21:06

        jack, concordo com voce e eu justamente uso somente para termos relativos e nunca absolutos

        veja bem, eu acompanho a variação em cima da base… que sempre cresce…e acompanho alguns imoveis especificos… que sempre tão encalhados lá

        acho que imperfeicoes a parte, isso é um bom parametro e vai de encontro com o que temos visto de relatos de pessoas do mercado

        abs

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  • Luiz 1 de agosto de 2011 at 19:23

    Mudando de assunto.

    A chinesa JAC cansada de seu lucrinho de míseros 100% resolveu montar uma fábrica no Brasil

    JAC Motors anuncia fábrica no Brasil – 100.000 veículos por ano com investimento de US$600 milhões (.noticiasautomotivas.com.br/)

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  • Fel 1 de agosto de 2011 at 20:39

    Srs,

    Gostaria de relatar a minha experiência. Eu estava buscando um apartamento maior para minha família e coloquei o meu para vender. Estava operando com R$ 5000/ m2. É um apartamento pequeno, mas com excelente padrão de acabamento, próximo ao metrô, shopping, 2 vagas e novo (entregue no final de 2008).

    Bem, tendo em conta que os lançamentos próximos ao local com a mesma metragem e com 1 vaga estavam sendo vendidos a R$ 5500/m2 (ainda no stand de vendas) E que tudo “derretia” E que a média dos apartamentos prontos era de R$ 5300/m2 na região, achei que não demoraria mais de 2 meses para achar um comprador… Afinal de contas, se está TÃO aquecido assim, seria uma excelente oportunidade para quem iria comprar, não?! E além disso, eu queria vender!

    A realidade foi bem diferente. Demorou 7 meses para aparecer um comprador e pagar o que estava pedindo e isso foi sem intermédio de corretagem. Neste período, não recebi qualquer proposta por imobiliárias, apesar de ter mostrado o apartamento para visitação mais de 15 vezes. Chegou uma hora que não aguentava mais!

    Neste mesmo período, presenciei algumas coisas que considero bizzaras. Vi proprietários reajustarem de uma semana para outra o preço de apartamentos para mais de R$ 130.000. Como sou insistente, fui atrás do porquê e a resposta veio bem rápido. O proprietário estava pedindo em torno de R$ 5000/m2 (no contra-piso) mas, naquela mesma semana, houve um lançamento em uma rua ao lado da mesma construtora (com metragem similar) e o preço estava saindo a R$ 6000/m2. Logo, todos reajustaram seus preços alinhados com o valor do metro quadrado do lançamento!

    Nisso, obviamente, inviabilizou qualquer possibilidade de negociação e compra. O fato que me intriga é o seguinte: o meu apartamento tem mais liquidez por ser uma metragem menor e eu demorei exatos 7 meses para encontrar um comprador. Quem vai ter $ para comprar algo maior e com o valor do metro quadrado mais caro?!

    Não por menos, eu fui até esse lançamento para ver com meus próprios olhos. Estavam pedindo R$ 650.000 por um apto de 108 m2. Ao ver o fluxo, com exatos R$ 45.000 divididos em 3x fixas, parcelas de R$ 1500, chaves de R$ 40.000 e com um financiamento de R$ 500.000, você compra !!!! Sensacional, não é mesmo?!

    Bom, realizei uma “proposta” com um ato R$ 100.000 e o corretor ficou maluco…afinal era comissão garantida. Me deram um “desconto” de R$ 13.000 no valor final do apartamento que, na verdade, é simplesmente trazer as parcelas e chaves para valor presente com indice de 0.5%. Obviamente, em nenhum momento me falaram que havia correção de INCC sobre parcelas e saldo devedor.

    Voltei para casa, abri uma planilha e a conclusão que tive era que aqueles R$ 100.000 de ato seriam praticamente corroídos pelo INCC em 3 anos e o valor final do apartamento seria algo não menos que R$ 740.000 !!!! Claramente, há algo de muito errado em tudo isso… é muito dificil alguém ter renda comprovada para financiar este montante lá na frente e se for vender um imóvel, está esperando que a situação atual (preços em alta) se mantenham até lá e, por sorte, ache um comprador.

    O pior de tudo é ouvir do corretor que seria um ótimo investimento e que eu teria lucro ao vender lá na frente. Lógico, com certeza daqui 30 meses será fácil vender por uns R$ 800.000 já que essa é conta que fiz considerando uma rentabilidade acima do que uma renda fixa paga hoje e tendo todo o risco embutido de um imóvel na planta. Parem para pensar….alguém vai pagar isso lá na frente??? O corretor e o coordenador de vendas disseram que sim….obviamente, não entrei na conversa fiada.

    Logo, comprar imóvel pronto hoje é beneficiar quem está especulando / alavancando e todos os lançamentos, ao meu ver, também estão inviáveis dada a ganância das construtoras. Nos imóveis está acontecendo como os carros 0km…É o lucro Brasil.. joga o preço lá em cima e se colar, colou…

    Creio que o momento é guardar o dinheiro, fazer ele render e esperar tudo isso quebrar. O único problema é quanto tempo isso ainda vai durar, mas não creio que passe de 2 anos.

    abs

    Eu fiz um financiamento pequeno no meu apartamento e posso dizer que a realidade é cruel. Você paga, paga, paga e o seu saldo devedor fica lá… praticamente estático…já que os juros das parcelas iniciais são altos e ainda tem a correção do saldo devedor com a TR. Minha estratégia foi sempre juntar dinheiro por fora das parcelas para realizar amortização extraordinária com o intuito de ver o saldo devedor realmente cair.

    Quem usa

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    • MrK 1 de agosto de 2011 at 21:13

      Fel, voce tocou em pontos importantes e que temos visto consistentemente:

      1- Apartamentos que não vendem e ainda assim sobem de preço (considero seu caso de 7 meses até rápido, tenho visto apartamento fazendo aniversário!)

      2- Imagine o caso acima, onde o dono deixa de receber aluguel e ainda paga despesas como condominio, iptu, anuncio e imobiliária? 1 ano pagando isso a toa?!

      3- PRINCIPAL PONTO, resumo com uma frase que tenho dito muito e encaixa perfeitamente na sua análise do apto na planta: “As pessoas só se sujeitam a serem bobas e pagar um preço que sabem ser fora da realidade, porque tem a esperanca que alguem ainda mais bobo pagará um preço ainda mais fora da realidade lá na frente”

      o ponto é que nada disso é sustentável, pra mim o limite já foi atingido, temos vendas estagnadas, temos construtoras com problemas, temos uma inadimplencia crescendo, temos crédito acabando e migrando pra instrumentos mais caros, temos incertezas internacionais… tudo ta convergindo pra um belo estouro

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  • Veiga 1 de agosto de 2011 at 21:39

    E as ações da corretoras.. continuam a descer…

    MRV.. PDG.. GAFISA alguma outra que alguém acompanhe?

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  • Veiga 1 de agosto de 2011 at 21:40

    sorry.. *Construtoras!

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  • Elias 1 de agosto de 2011 at 21:45

    MrK, estou gostando muito desse livro.

    Li uma parte agora que me fez lembrar do fato do Banco Central jogar a meta de inflação de 2012 pra 2013, e dos comentários do Mantega, de que o governo não quer dar uma “paulada”na economia, mas fazer ajustes pra reduzir a inflação sem derrubar o crescimento.

    Trata-se do motivo do estouro da bolha imobiliaria do Japão.

    The pinprick
    (…)
    “The bubble in Japanese real estate and stock prices was pricked by the incoming governor of the Bank of Japan who at the beginning of 1990 instructed the banks to limit the growth of real estate loans relative to their total loans, which might be expected to increase at the rate of 5 or 6 percent a year. The reduction in the rate of growth of real estate loans meant that some individuals and firms which had been using credit to buy real estate would no longer be
    able to get enough cash from new loans to pay the interest on old loans, and so they were obliged to sell some real estate to get the cash.”

    Quando o Bank of Japan resolveu botar um freio no “crescimento” do crédito imobiliário, o negócio desandou, a bolha estourou e até hoje eles amargam os problemas que essa crise gerou, no começo dos anos 90.

    Vejam que aqui no Brasil, as medidas de contenção do crédito são para os bens de consumo. Para o mercado imobiliário, o crédito rola solto e a preocupação é outra: como arranjar outros instrumentos pra financiar esse mercado, tendo em vista que a poupança está acabando.

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    • MrK 1 de agosto de 2011 at 22:12

      Elias fico feliz de que gostou, eu curto muito esse livro também… e olha, eu ia recomendar outro pois acho esse um pouco pesado (principalmente nos exemplos), não é qualquer um que consegue entender não, você com certeza tem bons fundamentos academicos, parabéns!

      eu leio muito livro sobre economia e financas, pois trabalho com isso e como viajo muito de avião sempre levo um junto!

      gosto muito de como esse livro relaciona as bolhas (bolsa e imobiliaria) e veja que ele foi escrito antes do estouro da bolha imobiliaria americana! e ele acertou em cheio pois houve uma relação clara da bolha de nasdaq com a bolha imobiliaria, pois o dinheiro de uma migrou pra outra! Aqui tivemos algo parecido pois a bolha imobiliaria comecou a encher um pouco depois que a bovespa desceu de quase 70k pra 19k em 2008

      abs

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      • ildeu 2 de agosto de 2011 at 08:33

        29k

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  • MrK 1 de agosto de 2011 at 22:24

    pra descontrair..

    Imagina uma pessoa com obesidade morbida vai no médico e ele diz que a cura é ela comer igual um porco agora e reduzir um pouco daqui ha 10 anos? Ou imagina um alcoolatra entrando em coma e a solução que um amigo dá é ele beber mais?? Essa é a lógica do Obama pra lidar com os problemas economicos! Gênio!

    Sem mencionar um pequeeeeno detalhe que ninguém está comentando e faz toda a diferença: O orçamento de 10 anos do obama foi projetado com crescimento economico entre 3% e 4%, ou seja as receitas cresceriam nessa ordem, enquanto na verdade eles estão lutando pra crescer 0.8%… sinto cheiro de furo no ar…

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    • Paulo Rocha 2 de agosto de 2011 at 12:00

      Gente, se vocês acham que os EUA estão ferrados com a dívida de 14 trilhões, não se enganem. A situação é muito pior. Na realidade a dívida (liabilities) do governo amaricano é muito maior, algo entorno de 114,5 trilhões de dolares.

      Vejam os links abaixo.

      ht+tp :// usdebt.kleptocracy.us/
      ht+tp:// usdebtclock.org/

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  • RAL 1 de agosto de 2011 at 22:29

    Com base nos comentários acima veja se a CEF está fazendo um bom negocio e veja o risco que está assumindo

    Daqui alguns meses chegará a hora de pagar os financiamentos das obras prevista para 12/2011 e 06/2012

    Exemplo :

    Desembolso CEF R$ 2 milhões que beneficiara apenas 4 mutuarios APENAS 04 FAMILIAS com a fortuna de 2 milhões, pois cada imóvel sairá na média por R$ 500.000,00 correto ?

    Pensa Brasil !!!!!!
    a CEF poderia beneficar no minino 10 familias com toda está fortuna veja 06 FAMILIAS FICAM DE FORA DO MERCADO

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    • MrK 1 de agosto de 2011 at 22:54

      pois é
      tem muita irresponsabilidade nisso tudo
      mas os politicos não se importam, eles só se importam que o problema estoure depois que eles consigam a reeleição… veja se alguém no congresso ou senado está discutindo a sério esse problema? veja se o mantega leva a sério? se o tombini? se qualquer pessoa do governo?

      a única coisa que esses irresponsáveis fazem é negar a bolha e jogar mais crédito pra continuar inflando essa maldita bolha, com a ajudinha de alguns discursos demagógicos, boa noite amigos!

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      • profeta do apocalipse 1 de agosto de 2011 at 23:07

        mrk,

        tao jogando gasolina pra apagar o principio de incendio? logo vira um incendio sem controle e entao …. gasolina=credito, incendio=bolha

        repito. a bolha em salvador explodirá antes de qualqur outro lugar!

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        • Guilherme Eduardo 1 de agosto de 2011 at 23:26

          Moro na Grande SP e não conheço Salvador, por isso não tenho como ter um argumento forte sobreonde estoura primeiro. Creio que os lugares onde a renda da população é menor estoura primeiro. Sendo assim RJ e SP e principalmente Brasíla não serão os primeiros dominós. Mas também cairão.

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        • Guilherme Eduardo 2 de agosto de 2011 at 00:23

          No caso do imóvel na planta, quanto o INCC impacta na entrega das chaves?

          Por exemplo, um ap de R$ 150.000,00 com entrada de R$ 30mil (20%) e entrega prevista em 30 meses, o saldo R$ 120mil, que é o restante para financiamento. com correção mensal de 1% deu R$ 161.741,87. É isso mesmo? o valor do saldo para financiamento ficaria mais alto que o valor total (120.000 – 161.000)? Utilizei um valor muito alto para o índice? Por favor me ajudem.

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    • Selvagem 1 de agosto de 2011 at 23:34

      Captação sofisticada desafia a Caixa
      Autor(es): Claudia Safatle e Fernando Travaglini | De Brasília
      Valor Econômico – 01/08/2011

      Bancos: Instituição tem “funding” assegurado até 2012 e testa canais externo e doméstico

      Com uma carteira de crédito que superou R$ 205 bilhões em junho deste ano, a Caixa Econômica Federal começou a buscar recursos no exterior e está revendo sua estratégia de captação. Para fazer frente à expansão de 17% apenas no primeiro semestre, a instituição fez algumas captações de recursos junto a bancos americanos e europeus, no valor de US$ 400 milhões, desde o fim do ano passado. Foram empréstimos interbancários com prazo de seis meses e custos que giram em torno de 96% do DI, já incluindo o hedge cambial.”São operações pequenas que ainda não resolvem nosso problema de alongamento das captações, mas ajudam a colocar as taxas para baixo”, disse Márcio Percival, vice-presidente de Finanças da Caixa. Essas contratações, porém, deixaram de ser interessantes depois da elevação do IOF para empréstimos com prazos inferiores a dois anos, promovida pelo governo em abril. Com o tributo, os custos dos recursos externos subiram para algo entre 110% e 112% do DI.

      A estratégia da Caixa, no entanto, é mais ampla. Percival explicou que a nova direção, que assumiu em março, pretende fazer uma mudança radical na área internacional, ampliando os acordos com bancos estrangeiros no exterior para reforçar o “funding” externo da Caixa. Até mesmo o financiamento de empresas brasileiras no exterior está no radar do banco estatal. A ideia é começar essa experiência com instituições latino-americanas.

      A Caixa retomou, também, as prospecções para preparar uma emissão de títulos de longo prazo no exterior (“bond”). A primeira operação deve sair no fim deste ano, disse Percival, mas esse é um processo mais longo e bem mais complicado, que dependerá das condições do mercado internacional.

      Há um ano a Caixa tomou uma decisão estratégia da qual a ofensiva externa em busca de diversificação de “funding” é apenas uma parte. O dilema que se colocava então era continuar crescendo para poder concorrer com os grandes bancos, ou minguar e se tornar apenas um originador de crédito imobiliário. A opção foi crescer.

      “Nossa perspectiva é de ampliar as captações para fazer frente à expansão da carteira, mas buscamos custos relativamente menores do que o mercado para sustentar nossas linhas de crédito”, disse Percival. “Queremos aumentar nosso market share e buscar dinheiro lá fora é uma alternativa”, completou.

      O banco também reforçou o trabalho no mercado interno. O estoque de CDB chegou a R$ 40 bilhões e a captação de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) gira em torno de US$ 1 bilhão por mês. As letras financeiras chegaram a R$ 3 bilhões em emissões privadas e a Caixa estuda ainda a primeira oferta pública de letra financeira, que deve sair nos próximos meses. As taxas estão um pouco acima do CDI e os compradores são investidores institucionais.

      Outro foco é a securitização. Um primeiro teste foi feito com a colocação de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) para clientes pessoas físicas na rede de agências, no total de R$ 230 milhões, com remuneração 10% mais a variação da TR.

      Até fim do ano, a Caixa pretende lançar mais R$ 500 milhões em recebíveis. “Essas emissões dependem de avaliação de cenário e taxa de juros. É preciso uma taxa baixa, ou declinante. Vamos avaliar se uma taxa na casa dos 12,5% deixa o produto competitivo ou não.” A Caixa aguarda ainda o resultado das operações de venda de CRI para o FGTS, que podem chegar a R$ 2 bilhões

      Segundo Percival, a instituição aposta no mercado de securitização de créditos imobiliários, mas é preciso ter taxas competitivas. Além disso, os outros agentes também precisam operar. “Na primeira emissão que fizemos, atuamos como comprador no mercado secundário e também como formador de preço. O papel da Caixa vai ser importante, porque somos um grande originador, mas vamos precisar que outras instituições também entrem nesse mercado.”

      Até 2012, a Caixa tem fôlego para atuar de forma agressiva na expansão do crédito. Para este e para o próximo ano esse problema está “equacionado”, disse Percival. Mas a partir de 2013, para o banco manter taxas elevadas de crescimento da carteira de crédito, será necessário uma maior “sofisticação” do trabalho de captação.

      O desafio será ainda maior com as novas regras de Basileia 3, em estudo pelo Banco Central (BC). Como lembrou o presidente da Caixa, Jorge Hereda, em recente entrevista ao Valor, se as regras vierem como estão sendo comentadas, a instituição precisará de um aporte de capital ainda maior do que os bancos privados, devido ao volume de ativos de capital nível 2. Basileia 3 praticamente acaba com o uso de capital de nível 2 (dívida subordinada, ações preferenciais, entre outros) na composição do patrimônio de referência que delimita a alavancagem dos bancos. E os bancos públicos são os que mais usam desse capital.

      A necessidade de capital não livraria a Caixa de novos aportes do Tesouro Nacional a partir de 2013, ou de uma busca de alternativas no mercado de capitais.

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  • guilherme Eduardo 2 de agosto de 2011 at 02:10

    As grandes começam a dar problema… Tem um empreendimento em Barueri/SP, o Condomínio Clube Parque Barueri, da Gafisa. Procurem no site “Reclame Aqui” por “Barueri Gafisa”. O empreendimento tinha data prevista para o início de 2011. Em junho estourou o prazo de 180 dias que eles colocam no contrato e nada de entragar as chaves. A maioria os possuídores do mico está reclamando da correção do saldo pelo INCC, fora os prejuízos causados pelo atraso. O pior é que tentarem vender ninguém vai querer comprar… Trabalho nesta cidade e por isso posso afirmar que a obra ainda não está pronta. Creio que isso é ruim para o mercado de imóveis na planta, pois levaria um certo receio aos “investidores desinformados” e deixaria os “investidores em imóveis que valorizam 30% ao ano durante 20 anos” com um enorme prejuízo.

    Vi acima um comentário sobre gasolina e fogo. Eu vejo várias centelhas pulando em torno dessa fogueira. Quando uma delas for um pouco maior… BUM! Explode tudo! melhor, explode a bolha (risos)

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  • Selvagem 2 de agosto de 2011 at 03:11

    a bola dessa empresa ja estava sendo cantada aqui no site pelo MRK

    O mais engracado é resposta da empresa numa das queixas. Quem trabalha na area juridica como eu identifica a tipica resposta sabonete. Pois é, quando a coisa esta feia correm para os advogados elaborarem essas cartas padrao tirando o c… da reta. Da para ler nas entrelinhas: “Comprou com a gente, problema seu, não temos nada a ver com isso e lutaremos por qualquer tostao por pelo menos 4 instancias de recursos, até que algum tribunal enfie uma sentenca no nosso r….”

    Prezado Sr. Adivilson,

    O compromisso da Gafisa é entregar aos nossos clientes o empreendimento na data fixada em contrato. Todo planejamento é estruturado para atender os prazos e assim atender também a expectativa de nossos clientes.

    Devido a falta de mão de obra no mercado imobiliário, sofremos alguns contratempos no qual fornecedores não conseguiram atender os prazos por conta da elevada demanda dos empreendimentos. Sendo assim, eventos imprevisíveis e alheio a nossa vontade aconteceram ocasionando o atraso da obra, portanto entendemos que assumir a responsabilidade pelos prejuízos resultantes de atos provindos de caso fortuito ou força maior não é responsabilidade da Cia, que não pode evitar ou impedir os efeitos do fato, do que redundou tornar-se impossível o cumprimento da obrigação.

    Desta forma, o Índice Nacional da Construção Civil que mede a variação de preços no setor da construção civil, considerando no caso tanto materiais como também a mão de obra empregada no setor, mantém-se.

    A Gafisa realizou um evento no dia 28/03/2011 com objetivo de passar a você informações transparentes e claras, além de esclarecer eventuais dúvidas, sobre a entrega do Parque Barueri.

    Abaixo seguem algumas informações importantes:
    a-) O juros terão inicio no mês da assembléia de instalação de condomínio (previsão
    set/2011), sendo que a incidência será no vencimento subseqüente ao evento;
    b-) A parcela única de “chaves” será postergada para o mês de realização da assembléia
    (Set/2011), mantendo-se sempre o dia de vencimento contratual. Independente da data ser
    posterior à entrega, por tratar-se de uma parcela de primeira serie, é mantida a correção
    pelo INCC. Esclarecemos que este ajuste não tem relação com juros, trata-se de correção
    monetária.

    INCC – Índice Nacional da Construção Civil: Elaborado pela Fundação Getúlio Vargas e calculado em convênio com a Caixa
    Econômica Federal, afere a evolução dos custos de construções habitacionais. É uma estatística contínua, de periodicidade
    mensal. Reflete o ritmo dos preços de materiais de construção e da mão-de-obra no setor. Utilizado em financiamento direto de
    construtoras/incorporadoras. Fonte: FGV – Fundação Getúlio Vargas.
    c-) A parcela de financiamento será postergada para o primeiro mês subseqüente a
    assembléia (Out/2011) também mantendo-se sempre o dia de vencimento contratual.

    Atenciosamente,

    Gafisa S/A

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    • MrK 2 de agosto de 2011 at 10:15

      isso é RIDICULO, o prazo de 6 meses além do contrato é justamente pra cobrir imprevistos!!! e diga-se de passagem é um belo prazo!!!

      se tivesse tido um terremoto em cima da obra tudo bem, até daria pra entender, mas culpar mão de obra? o nome disso é incompetência mesmo!

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    • Paulo Rocha 2 de agosto de 2011 at 12:18

      Pô!

      O pessoal que comprou imóveis e que estão passando por atrasos ou riscos de atrazo deveriam entrar na justiça e exigir em fazer pagamento em juízo. Dessa maneira as construtoras perderiam um grande incentivo de demorar a concluir as obras, já que do ponto de vista da justiça os compradores estariam arcando com seus deveres mas as construtoras não poderiam tocar no dindin!!

      Provavelmente isto faria o estouro chegar mais cedo, mas pelo menos estes compradores teriam como reaver parte de seu dinheiro.

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  • Ricardo 2 de agosto de 2011 at 07:41

    01/08/2011 às 09:40:05 – Atualizado em 01/08/2011 às 09:40:05

    Refinanciar a casa é opção para empréstimo

    O financiamento de imóveis com recursos da poupança terá crescido, no fim deste ano, cerca de 30 vezes ante 2004. Em valores, é um salto de R$ 3 bilhões para R$ 85 bilhões. Esses números sintetizam o vigor do mercado de crédito imobiliário no Brasil. A tendência, segundo especialistas, é de leve desaceleração daqui para a frente. Nesse cenário, os bancos já começam a mirar outros produtos no segmento.

    Um dos “escolhidos” é o chamado refinanciamento imobiliário. O negócio ainda engatinha por aqui, mas profissionais do setor estão certos de que vai deslanchar nos próximos anos.

    “É uma tremenda oportunidade”, afirmou o diretor de crédito imobiliário do HSBC, Antonio Barbosa. “O brasileiro ainda resiste a refinanciar a própria casa, mas tem percebido, cada vez mais, que pode ser uma opção interessante”, completa Fabio Nogueira, diretor e sócio fundador da Brazilian Finance Real Estate (BFRE), espécie de banco que só atua na área imobiliária.

    Esse produto foi regulamentado pelo Banco Central (BC) no fim de 2006 e, a partir de 2007, várias instituições financeiras passaram a oferecê-lo. Cada uma tem as próprias condições, mas, em geral, o cliente pode refinanciar parte da casa em que mora (até 50%, na média) por prazos de até 30 anos e taxas de juros inferiores às do crédito pessoal (mas, em compensação, maiores que o financiamento imobiliário tradicional).

    O Bradesco, por exemplo, oferece o crédito pessoal com garantia de imóvel. O prazo máximo para pagamento é de 10 anos e o crédito máximo é de 70% do valor de avaliação do imóvel. A taxa de juros média, hoje, é de 1,52% ao mês (cerca de 19% ao ano).

    É um custo maior que o do financiamento imobiliário tradicional, que hoje varia, em média, entre 9,5% e 11,5% ao ano, mais TR. No entanto, é inferior ao do crédito pessoal “normal”, hoje, em média, a 49% ao ano, segundo dados do Banco Central.

    O diretor de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges, explica que a diferença decorre do chamado funding para os empréstimos, ou seja, o bolo de onde vem o dinheiro. No caso do crédito tradicional, o funding principal é a poupança.

    Por lei, a caderneta remunera com 6,17% ao ano mais TR (algo como 7% a 7,5% ao ano no total). O banco fica com a diferença entre essa taxa e a que cobra do cliente no crédito.

    No caso do refinanciamento, o funding é o do dia a dia do mercado financeiro, ou seja, a taxa Selic. Como se sabe, o juro básico no Brasil é o mais alto do mundo, hoje de 12,5% ao ano. Portanto, a taxa deve incluir esse custo (captação), o risco de cada cliente e, claro, o lucro da instituição financeira.

    No Bradesco, a carteira de crédito pessoal com garantia em imóvel somava R$ 2,3 bilhões no fim de junho. É um valor baixo se comparado à carteira de crédito imobiliário. Neste ano, o segundo maior banco privado do País prevê desembolsar R$ 14 bilhões só em novos empréstimos.

    No Santander, essa carteira é menor ainda – R$ 90 milhões no fim de junho. No ano passado, porém, a expansão foi de 173% sobre 2009. “Esse é um produto que vai começar a ser importante”, aposta o diretor executivo de negócios imobiliários do Santander, José Roberto Machado. Um dos usos possíveis, segundo ele, é para clientes que queiram reorganizar as finanças. A vantagem, lembra, é a taxa de juros mais baixa que a de outras modalidades de crédito pessoal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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    • xyz 2 de agosto de 2011 at 08:36

      Este artigo, juntamente com o artigo postado pelo Selvagem sobre a captação de recursos pela CEF, dão uma idéia muito boa de que o governo tem forte compromisso em inflar a bolha. Dão também uma idéia da forma temerária como a economia brasileira está sendo gerida.

      Enquanto o governo tiver fôlego vai soprar.

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    • Felipe 2 de agosto de 2011 at 08:57

      construção civil gera muito emprego e a compra, ou a dívida feita pelas pessoas na compra de uma casa, dão a impressão de segurança para o futuro.
      Ou seja, emprego + “felicidade” = votos.

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    • Felipe 2 de agosto de 2011 at 08:59

      Desculpem pela ignorância, mais isso nos Estados Unidos é a chamada hipoteca?

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      • Luiz 2 de agosto de 2011 at 11:43

        financiamento com alienação fiduciaria e refinanciamento com … em termos gerais dá na mesma que a hipoteca

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  • Elias 2 de agosto de 2011 at 08:43

    Cada vez mais notícias refutando a bolha.

    Reparem que de 2010 pra 2011, o crédito imobiliário acelerou.

    Como já foi colocado aqui no blog, a bolha precisa ser continuamente inflada. Se desacelerar a expansão do crédito, ela pode estourar, como aconteceu no Japão.

    Mercado imobiliário vai crescer acima do PIB
    Autor(es): Paola de Moura | Do Rio
    Valor Econômico – 02/08/2011

    Em ritmo acelerado, o mercado imobiliário do país cresceu, no ano passado, 11,6%, o equivalente a 4,1 pontos percentuais acima dos 7,5 do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, segundo mostra uma pesquisa realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ) com base em dados do IBGE e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A aceleração acima do PIB deverá se manter em 2011, com o setor crescendo 5,5% contra uma previsão do PIB abaixo de 4% (segundo boletim Focus de ontem, o crescimento deve ficar em 3,96%).

    “Isto é resultado do aumento do crédito imobiliário, que faz o mercado acelerar”, explica o presidente da Ademi-RJ, Conde Caldas, acrescentando que momento como o atual só foi vivido em 1982. “O crédito voltou quando a legislação restabeleceu a fidúcia (possibilidade de retomar o imóvel caso o proprietário não pague o financiamento)”, explica. Além disso, diz Caldas, há um momento de emprego, de confiança na economia, o que estimula o comprador.

    De 2009 para 2010, o crédito imobiliário cresceu de R$ 49,6 bilhões para R$ 83,1 bilhões (67,5%). A estimativa é de que, em 2011, chegue a R$ 115 milhões, alta de 38,4%. Pela primeira vez na história, o número de unidades financiadas no ano passou de um milhão, foi de 1,052 milhão, contra 670 mil em 2009. Do total, do ano passado, 631 mil unidades foram financiadas com recursos do FGTS e 421 mil pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). No primeiro trimestre de 2011, o total de imóveis financiados foi de 306 mil, e a estimativa é de que este número chegue a 1,2 milhão no ano.

    Caldas destacou que a expansão não está baseada numa bolha, mas na demanda. “O déficit habitacional era de 5,8 milhões em 2009. Estima-se que, com o PAC 2, caia para 4 milhões, nos próximos anos”. Segundo a pesquisa, o déficit é de 1,127 milhões em São Paulo, 19% do total, e de 537 mil no Rio, 9,3%.

    O empresário, que é dono da construtora Concal, explica que no Brasil o crédito imobiliário corresponde a 4% do PIB, mas deve chegar em 9% em 10 anos. No entanto, nos Estados Unidos este percentual chega a 78%; no Reino Unido, a 83%; e na Dinamarca, 100%. “Não temos bolha. Temos é uma demanda reprimida por anos de falta de crédito e de economia parada”.

    Quando questionado sobre a especulação, na qual um número cada vez maior de pessoas compra imóveis para alugar ou como investimento, Conde diz ser natural. “No Brasil, 80% dos imóveis são próprios e só 20% estão disponíveis para aluguel. Em países em desenvolvimento a relação é de 50% a 55% próprios e 45% a 50% para aluguel.”

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  • Annibal 2 de agosto de 2011 at 09:06

    Ouvi hj na CBN….

    Em Salvador existem mais unidades desocupadas (vazias) do que o déficit habitacional dessa região…

    Está tão na cara q até parece cômico q estejam tentando empurrar esse absurdo para frente…

    O pior é q no final vão acabar dando dinheiro para as construtoras quebradas….

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    • Carlos Eduardo 2 de agosto de 2011 at 09:31

      É, como se o brasileiro não soubesse que, quem o rouba é na verdade o próprio governo!

      quem manipula todo esse cenário, que não se sustentaria sem ele!

      aliás espero que os brasileiros pensem nisso nas próximas eleições!

      alias o pt vem dando armas para a oposição se munir!

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      • Carlos Eduardo 2 de agosto de 2011 at 09:34

        se bem que a presidenta atual tem me animado !

        cortando toda a corja do DNIT.

        aparentemente ela está de olho no dinheiro mal gasto.

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  • Annibal 2 de agosto de 2011 at 09:14

    O crédito imobiliário vai sim continuar a crescer nesse ano… não se iludam….

    Não quer dizer q as vendas continuam aquecidas, é só q com a entrega das obras que começaram em 2007/2008/2009, os compradores terão que se dirigir a algum banco para financiar o saldo devedor não quitado durante a obra… sendo assim, como o n° de entregas nesse e no próximo ano será grande, a procura por financiamento tbm será…

    Mas a partir de 2013 esse n° deve despencar… minha opinião…

    abços

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    • Flávio hertel 3 de agosto de 2011 at 01:13

      Em 2013, salvo algo de extraordinário ocorra, não haverá mais fundos na poupança para emprestimo imobiliário seguindo-se o atual ritmo de tomada de emprestimo e a baixa captação da mesma decorente da perda de competitividade frente ao TD.

      Pelo que tenho visto, a Caixa Econômica esta se desdobrando para tenar contornar esse problema, li acima que tentará realizar capitação via CRI com taxas de remunaração de 12,5% mais TR. Seria cômico se não fosse trágico. Captando a esse valor é absolutamente rídiculo achar que vai se financiar imoveis e manter o mercado aquecido com taxas que passariam fácil dos 14% ao ano, absolutamente proibitivas para financiamento de imoveis, sobretudo para a baixa renda, ou o esforço não é para combater o défict habitacional que acomete as faixas sociais mais humildes?

      Particularmente penso que este será o momento mais crítico para o estouro da bolha. Fico imaginando o cenário do segundo semestre de 2012, inumeros imoveis chegando ao mercado (os que iniciaram suas obras em 2009/2010) e um batalhão de compradores correndo para tenta financiar o saldo devedor e, justamente nesse momento, o credito mingua.

      Esse mercado extremamente inflacionado não vive sem crédito relativamente “barato” fruto da poupança e FGTS!! Acreditem, já tem “neguinho” perdendo o sono, sabem que se não equacionarem essa questão do credito o castelo de areia vem abaixo.

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      • MrK 3 de agosto de 2011 at 09:18

        assino em baixo

        justamente por isso meu palpite é que essa bolha estoure pelo 2o sem de 2011, pelo menos o início do estouro, pode atrasar um pouco..entrar em 2013.. a data não é importante, o que importa é que sua análise do crédito vs imoveis novos está corretissima e o desfecho está claro

        abracos

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  • Andre 2 de agosto de 2011 at 09:28

    Quem não tem nada a ver com isso, desculpe pelo off-topic:

    1 – Colega Luiz, vc está (de novo) totalmente equivocado sobre o artigo do Global P., duvido q nos eua tenha fgts, selic, explosao de classe media, mcmv etc… Não consigo imaginar um artigo desse nos eua em 2005… E mais: quem disse q esse artigo nega a bolha? Só mostra uns dados e fica nisso, não tira conclusao.

    “o André afirma que o cresicmento do PIB per capita do país sobe junto com os preços dos imóveis”

    Não foi NADA disso q eu disse…

    A sua interpretação passou MUITO longe do q eu quis dizer.

    Luiz, vc não precisará se preocupar em “derrubar” meus argumentos, me “desmascarar”, pois as minhas participações por aqui tendem a zero (assim como os preços dos imóveis, espero hehehe)
    Não precisa se esforçar tanto p/ “desembaralhar” meus raciocínios, até pq cada vez q tenta vc entende menos…

    Vc quer “me traduzir” pro pessoal aqui, mas tá dificil, hein?

    Antes de querer “dar aula”, tente cometer menos erros de português/digitação pq desse jeito nem dá vontade de ler.

    2 – Luiz, vc está totalmente equivocado sobre o q eu falei dos corretores. Não estava defendendo a desonestidade, estava apenas constatando a realidade do jogo comercial… E é assim em qq lugar do mundo, gostando ou nao. Duvida? Pegue o tel ou vá lá e veja. Pessoas q fizeram isso confirmam.

    3 – Luiz, desde o inicio falei em renda FAMILIAR de 5k/6k e vc interpretou como individual…

    4 – Luiz, qual é o “resultado que eu quero ver”? Se a suposta bolha estoura eu economizo um $ enorme na compra do meu imovel… Mas não é por isso q eu vou violentar a lógica, o bom senso e as leis da economia…

    5 – “Não fui eu que inventei o zé carioca que vi da flauta e da malandragem, só na sabia que o clichê correspondia à verdade, vc está quase conseguindo me provar, só precisaria ser um pouco mais esperto pra me convencer”

    Luiz, pela ÚLTIMA vez vc faltou o respeito comigo e meus conterrâneos.

    6 – Já disse e repito: este blog tem tanto viés quanto as tais reportagens “compradas” da grande mídia. Só q em vez de exagerar prum lado exageram pro outro. Mas ter vies pra um lado é “certo” pro outro é “errado”… Claro…

    Um debate sem contrapontos tem a mesma credibilidade q essas reportagens.

    7 – Minha presença não aumenta nem diminui a audiencia do blog. Meu Deus, como alguem pode chegar a uma conclusão dessas?

    8 – Procurem saber qto era o salario INICIAL de empresas grandes, e ve se DUAS pessoas ganhando isso não dava p/ comprar facilmente (talvez facilmente demais) em areas nobres/semi nobres do Rio ou Sampa (até 2008/2009). Ou se não dava p/ comprar aps pequenos em bairros HUMILDES em 1 ano. Lembrem-se: estamos falando de profissionais JUNIOR, pessoas solteiras, muitos morando c/ os pais, ou no maximo casados e s/ filhos. Pessoas c/ custos fixos baixos… Depois qdo tiverem filhos estarão ganhando mais (estão na fase ascendente da carreira), portanto meio que “iguala”.

    Me digam se essa relação estava “certa”… Tanto estava errada q durou pouco (bem pouco).

    9 – Interpretar q eu sou “rico” (qual a definição?) baseado no q escrevo é viagem total. E se for? Virou crime? Alguém sabe a condição q eu nasci? Ahhh, vão “chutar” tb…

    10 – Sou acusado de não saber interpretar texto, mas vejo q não sou o unico. Se eu tenho q ficar perdendo mais tempo explicando uma coisa pela n-ésima vez do q aprendendo algo, pq deveria discutir aqui? Melhor procurar outro lugar mais “alinhado” né?

    11 – A renda FAMILIAR MÉDIA da Barra (rio) é em torno de 12k. Um 2qtos custava em media 300k até 2009. No autodromo 200k. Alguem me ajuda: qual a leitura disso?

    Obs.: Antes q perguntem: realmente, na Z Sul esse indicador mostra o contrario.

    12 – Não sou especulador de imóveis. Infelizmente, pq se fosse teria ganho muito $. E ganhar $, na minha terra, é uma coisa boa. Não é e nem nunca foi proibido especular c/ imoveis, se querem ficar com raiva, fiquem do sistema que permite isso, e não de quem usa isso a favor…

    13 – Já vi foruns da internet serem fechados e o dono se aborrecer bastante por causa de USUÁRIOS degradando a imagem de empresas.

    14 – Já explicaram pelo menos 10.000 vezes q as comparações entre países q fazem aqui são enfraquecidas pelo cambio apreciado (“errado”). Mas não entenderam (ou nem leram).

    15 – Leiam sobre o FGC na internet. Tão falando coisas equivocadas.

    16 – Na minha cabeça (q deve ser de maluco, só pode) reconhecer q existem muitas pessoas q ganham mais do q eu seria humildade, mas aqui é interpretado como arrogancia. Vai entender.

    17 – 1000 usuarios/dia (muitos repetidos dos dias anteriores) não é NADA para este mercado. Quam achar q vai “manipular” esse mercado plantando boatos aqui só pode estar maluco. O mesmo pra quem acha q quem escreve “contra” a bolha é do “setor imobiliario” ou ganha alguma coisa com isso.

    18 – Frequento/frequentei dezenas de blogs/foruns na net por mais de uma decada, de tudo qto é assunto e NUNCA vi um nível de falta de educacao/respeito igual aqui.
    São poucos, mas enchem o saco. O moderador não tem tempo de moderar? Então não é moderador pô, coloca alguém pra moderar (não, não estou me oferencedo…)

    Enfim, falamos (eu x algumas pessoas daqui) idiomas totalmente diferentes.

    Pra finalizar, EXISTE UM BOLHA MONSTRUOSA NO BR, VAI EXPLODIR EM BREVE, tudo vai desabar (não só imoveis) e todo mundo vai ficar feliz (menos os especuladores, que tem q se ferrar mesmo, né?). Ah, as construtoras tb.

    Agora é aquela tradicional chuva de contra argumentos embasados, com fontes, sem interpretações equivocadas, educados e sem raiva do mundo e sem disputinhas de ego/vaidade…

    Não tenho mais interesse em debater por aqui, pelos motivos apresentados.

    Boa sorte p/ todos.

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    • xyz 2 de agosto de 2011 at 10:21

      “pois as minhas participações por aqui tendem a zero …”

      A diversidade de opiniões enriquece a discussão.

      “faltou o respeito comigo e meus conterrâneos…”

      Sem entrar no caso específico, que desconheço, atacar e até menosprezar idéias e opiniões faz parte da discussão.

      0
      • Selvagem 2 de agosto de 2011 at 12:27

        A maioria das pessoas que eu vejo no blog aqui são pessoas que tem uma boa renda de classe média alta, mas não conseguem comprar imóvel próprio sem realizar um sério comprometimento financeiro. Talvez essa seja a demanda reprimida que tanto é falado aqui, não sei. Imaginava a “demanda reprimida” como o sujeito que morava em barraco e quer sair da favela, hoje penso diferente. Demanda reprimida hoje talvez seja o cara que ganha um salário top de R$10.000,00 precisa casar com uma mulher que ganhe também top R$10.000,00 para ai começar (digo começar) a pensar em poder comprar um prédio de alto padrão, mesmo assim apertando o bolso.

        Mas o fato é que não vejo ninguém aqui falando “olha, confiram o lançamento x da empresa y porque está em ótimas condições” ou “ consegui um ótimo desconto da empresa y, está na medida posso pagar sossegado comprometendo apenas 30% da minha renda” ou ainda “ vale mais a pena comprar o imóvel x que tem mais metragem do que o y, conversa com o corretor fulano que ele negocia um bom preço”.

        Mas por mais que o André venha com a afirmação de que os imóveis estavam baixos a pouco tempo, não o vi apresentar um número concreto que demonstre isso. Tudo sempre volta para o subjetivo. Pois digo para ele que prefiro trocar informações e tirar minhas próprias conclusões.

        Viés? Talvez… mais ainda confio em ouvir pessoas comuns ao invés da reportagem feita com o presidente do Secovi ou o corretor X. Claro que é necessário filtrar boa parte das informações de qualquer lugar, mas ninguém aqui é criança ou monge para ficar cantando mantra : “ a boooooooollhaaaaaaa vem aiiiiiii, a bolhaaaaaaaaaaa vem ai” . Por isso posto notícias com fontes e confiro as fontes de tudo que leio aqui. Como no caso da informação de atraso na entrega da Gafisa em Barueri que apareceu hoje e não para minha surpresa era algo verdadeiro.

        Para mim essa história de ser contra ou a favor de estourar bolha não leva a nada, principalmente pq se a bolha estourar virá uma crise tão pesada, seguida de desemprego e aperto no crédito que muito provavelmente quem não tem condições de comprar imóvel hoje, não terá também nesse imprevisível futuro.

        Por isso amigo, não queira ser o centro das atenções, discuta como todo mundo e vamos chegar a algum lugar

        0
        • luiz 2 de agosto de 2011 at 12:50

          Demanda reprimida segundo o conceito de urbanistas é a população que mora precaria ou provisoriamente em imóveis improvisados, lote irregular, agregados a outra família, ou familias que cohabitam um mesmo domicilio, cedidos, ou com uso misto ao comercial. Esse conceito abrange ricos e pobres indistintamente, mas é nas classes mais baixas que está quase toda a demanda reprimida.

          Segundo estimativas baseadas em dados IBGE e outras fontes esse valor estaria entre 5 a 7 milhões de unidades dependendo do calculo mais ou menos otimista. A maior parte da demanda reprimida se localiza no nordeste, norte e centro-oeste e em algumas regiões metropolitanas como Rio e Salvador.

          0
        • Andre 2 de agosto de 2011 at 12:51

          “Mas por mais que o André venha com a afirmação de que os imóveis estavam baixos a pouco tempo, não o vi apresentar um número concreto que demonstre isso”

          Só nesse post aí tem um dado. Num 11. Não viu? A fonte vem depois (Exame/Ibope).

          No meu blog/forum tem um montão de dados q corroboram essa impressão. E tb um monte q mostram q agora estaria “caro”.

          “mas ninguém aqui é criança ou monge para ficar cantando mantra : “ a boooooooollhaaaaaaa vem aiiiiiii, a bolhaaaaaaaaaaa vem ai””

          Sim, tem/teve muitos assim…

          “Por isso amigo, não queira ser o centro das atenções, discuta como todo mundo e vamos chegar a algum lugar”

          Tentei por UM dia e deu no q deu… Tô fora

          Mas alguma dúvida?

          0
          • Fernando 3 de agosto de 2011 at 12:03

            Oi Andre, gostaria de ver o outro lado também. Qual o endereço de teu blog? Att. Fernando

            0
          • Andre 3 de agosto de 2011 at 12:31

            Fernando,

            isso é uma loooonga historia.

            E faço um mea culpa aqui: em situações anteriores tb “perdi a linha” um pouco, mas nada q se compare a isso.

            Qdo o q vale mais é o NOME da pessoa, ao invés do ARGUMENTO, acabou a discussão…

            Enfim, passou do ponto sem volta. Paciencia.

            Parte da alta é fundamento (ou seja sustentável) e parte é euforia. Equacionar qtos % é cada parte é quase impossível. E qdo se botam emoçoes no meio fica totalmente impossível.

            O blog é só clicar no meu nome, faço o possível p/ botar um conteúdo de qualidade, mas vivo mesmo é dos comentários dos leitores, q são excelentes.

            Abs

            0
        • luiz 2 de agosto de 2011 at 14:46

          Selvagem, a gente aviosu né, rsrs
          Ele não quer debater, ele quer que vc entre no blog dele, junto com os outros 2 que podiam ser da família, mas acho q neme les tem paciencia

          Uma das maracutais intelectuais que ele faz é comparar casa com carro, com o mesmo carro…
          Demonstro: em 1994 ano que fiz um determinado curso gratis na USP uma amiga milionaria tinha um carro 1.6, outros ricos tinham carro 1.0 outro lá tinha uma Belina 86 e a maioria andava de onibus. Naquela época um apê custava 50 mil, 10 vezes mais que o valor da Belina 86.
          Hoje o mesmo apê vale 250k, ou 100x mais que a Belina 83, ou 10x mais que um Fiat Palio zero. O que isso significa? Que o mesmo nivel de renda de quem tinha Belina 83 em 1994 corresponde a ter um Palio zero em 2010. Nada mudou.

          Mas vamos torturar a logica e comparar o Palio zero em 1994 que era lançamento o carro do ano da revista quatro rodas com o mesmo Palio em 2010, e chegar no resultado que antes vc comprava 2 palios com um apê e hoje vc compra 10 aplios com o mesmo apê, portanto o mesmo apê que custava 2 Palios em 1994 estava barato pq hoje o apê vale 10 do mesmo Palio. Sacou a matemagica?

          Se ele faz lambança aqui que todo mundo vigia, imagina lá no campo onde ele é dono da bola.
          Quer emburrecer? vai lá!

          0
          • Andre 2 de agosto de 2011 at 14:58

            Palio foi lançado em 96…

            Mais uma vez, vc interpreta ERRADO.

            Eu JÁ EXPLIQUEI, DIRETAMENTE PRA VOCE, q nao é carro especifico e sim media de preços de uma CATEGORIA…

            Mas vc não quer entender…

            Não vou botar o link, se quiser procura.

            “Quer emburrecer? vai lá!”

            Em TODOS os foruns q eu frequentei na vida o autor de uma frase dessas seria banido, menos aqui.
            O motivo de eu nao querer debater aqui é esse.

            Mais alguma dúvida? Posso ir embora?

            0
    • MrK 2 de agosto de 2011 at 10:34

      cara, eu nao li seu comentário, nem leio mais, mas descendo direto eu só vi uma coisa que me chamou atenção

      “A renda FAMILIAR MÉDIA da Barra (rio) é em torno de 12k”

      vou ter que comecar a te chamar de André Pinocchio, cara!!!

      claro que tem zonas na barra nobres (peninsula, jardim oceanico, alguns condominios de luxo), mas se voce pegar a barra toda, metendo pra dentro barra sul, barra bali, vila do pan, predios velhos, bosque, não dá essa média DE JEITO NENHUM!!!

      0
        • MrK 2 de agosto de 2011 at 11:54

          Andre, uma pena que o plugin aqui nao me deixa abrir, depois de casa eu vejo

          mas diga o que disser, se voce está falando da barra da tijuca é IMPOSSIVEL a renda media ser 12k, isso pode ser em condominios que citei (peninsula, golden green etc…) mas na media geral? botando abelardo bueno? vila do pan? barra sul? barra bali? impossível…

          0
          • Andre 2 de agosto de 2011 at 12:48

            Barra da Tijuca: 12.530 (inclui Itanhangá e Joá)

            Renda FAMILIAR, divide por dois pra dar a individual de quem trabalha…

            Botei uma pesquisa oficial, pq se for usar os exs. que eu conheço (desses condominios aí mesmo “de pobre”) dá MAIS ALTA do q isso…

            Esse é o bairro “de emergente”, de “pobre metido a rico” q é motivo de chacota na Z Sul… E ganham bem mais do q o morador tradicional (antigo) da Z Sul.

            Estereótipos são perigosos, tão vendo?

            Não, não moro na Barra, apenas acho totalmente errado o preconceito com quem é de lá.

            Dica: use o argumento de sempre, diz q o Ibope tem complô c/ o Globo, com o PT, e a Cyrela, e forjaram tudo pra parecer… sei lá o q…

            Parafraseando o josé: “Sempre resta a opção: se não me agrada eu digo q é mentira”.

            Obs.: é claro q como é média, muitos dados dessa pesquisa vão parecer estranhos (ex. bairros q tem favelas puxam a media pra baixo). Mas é melhor do q usar “meus conhecidos”

            0
          • luiz 2 de agosto de 2011 at 15:06

            André não ia me meter pq o Mrk sabe se virar sozinho, acontece que ele não consegue entrar no grafico e resolvi dar uma ajdinha a vc.

            Entrei no site do Ibope e denovo descobri q vc tem que toma rum pouco mais de cuidado, o Mrk está certo, olha o que eu achei lá:
            IBOPE Inteligência revela as tendências do mercado imobiliário em São Paulo e Rio de Janeiro

            Pesquisa mostra que 22% das famílias cariocas e 27% dos paulistas têm intenção de comprar um imóvel

            “””O IBOPE Inteligência apresenta ao mercado um novo levantamento da pesquisa Tendências Imobiliárias, que traz informações estratégicas para o mercado imobiliário. A pesquisa representa o universo de aproximadamente dois milhões de famílias residentes na Grande São Paulo e um milhão de famílias na Grande Rio de Janeiro pertencentes às classes A, B e C1, que são aquelas com maior potencial para adquirir imóveis.”””

            Leu?
            A média foi feita no universo das classes altas, aquelas siglas que vc odeia, lembra?
            Não contaram as classes D e E.
            A partir da premissa errada, TODAS AS SUAS CONCLUSÕES ESTÃO ERRADAS.

            0
          • luiz 2 de agosto de 2011 at 15:08

            O Ibope não mentiu.
            Vc omitiu a metodologia
            um pequeno detalhe

            0
          • Andre 2 de agosto de 2011 at 15:13

            Luiz,
            a Barra é um bairro considerado de classe alta e não tem quase favelas, lá realmente não tem ninguem das classes D e E, então, lá não faz diferença….

            Não, eu não conhecia a metodologia.

            0
          • Andre 2 de agosto de 2011 at 15:40

            Só pra ter uma ideia, o condominio MÉDIO da Barra é o maior do Rio (cerca de 800,00), fonte O Globo, não tenho o link, se quiser procura.

            Finalizando, o dia q vc entender o significado de educação ou respeito, e se desculpar pelas dezenas de GROSSERIAS e PATADAS a gente pode pensar em conversar.

            Fui.

            0
          • MrK 2 de agosto de 2011 at 15:47

            Luiz, obrigado pela informação

            cara, a maioria dos meus amigos e familiares bora na barra, conheco tanto gente rica que mora em super APs na peninsula, até gente média que mora em barramares, e gente média bem média que mora em barra bali…até vila do pan, rio 2… e tem renda baixa (rio das pedras)

            Te dou certeza que a renda familiar média do bairro como um todo não é 12k de jeito algum, cara pra formar uma renda MÉDIA de 12k voce tem que ter vários ganhando 15k…20k…25k… pois muitos ali ganham 5k…7k….

            quantas familias ganham 15k? 20k? só se tiver um executivo bem sucedido, um super funcionario publico tipo juiz ou ser dono de um comércio bem sucedido… olha o tamanho da barra da tijuca (uma verdadeira cidade) acha que lá tem tenta gente bem sucedida assim? cara, isso é lógica…

            0
          • luiz 2 de agosto de 2011 at 18:03

            André, denovo vc está errado a Barra da Tijuca não é a Riviera Francesa onde só mora milionarios (aliás nem lá).
            Tem favela na Barra sim, o unico lugar do Rio onde não tem favela é no mar, porenquanto.
            Posso até te mandar uma foto de favela na Barra, vista da praia pra vc conhecer, lembrando que a Barra do Ibope é um distrito um pouco maior do que vc e seus amigos conhecem.

            Vc disse “quase não tem favela, então não faz diferença”, então vc admite que tem favela, afinal quase não é diferente de não tem nenhuma.

            O IBOPE considerou as classes A, B e C1, 22% do universo do Rio, ou seja outros 78% são Cnão1, D e E. não foram contados pelo ibopE, MAS APESAR de vc ignorar toda essa gente, eles existem, são maioria, e fornecem muitos dos produtos que as Elites compram, vc mesmo deve ter consumido algum recentemente.

            A média, coitada da média, não cai, desaba. O Rio é o típico caso de cabeça no forno e pés no freezer, gente muito rica ao lado de gente muito pobre. O IBOPe fez a média do forno, pra dar a média geral de 1.500 reais diria que a média do lado B do Rio seria algo de 1 salário minimo por família, tão pouco, que explica muita coisa.

            Sobre suas liçoes de etiqueta, adoraria aprender com vc, mas com uma condição, que sejam melhores que as sobre mercado imobiliário

            0
          • Fernando 3 de agosto de 2011 at 12:13

            Oi MRK, gostei muito de seus posts. Sobre essa discussão com o Andre, não entendo o porque. Acho muito bom termos contraponto neste blog. Sou economista com mestrado e realmente não vi nenhuma incoerencia nos argumentos dele. Existem fatores indicando que o preço dos imoveis estão caros, porem existem fatores que mitigam essa alta. Tudo na vida tem pro e contra, neg e pos e argumentos e contra-argumentos. Imoveis estão caros? Sim, não tenho duvida. Moro na zona sul do Rio (Flamengo) e varios casais de amigos não conseguem comprar um ape, mesmo ganhando bem. Mas para isto se configurar em bolha as construtoras precisam puxar o mark-up para cima durante varios ciclos de construção (por varios 3 anos). Pelo artigo do prof. da USP, realmente as construtoras estão abusando. A CLH aqui no Rio é uma que lança plantas com banheiro de empregada no meio da cozinha (quarto de empregada já era) e cobra R$8 a 9 mil/m2 na zona sul (fora do eixo ipa/leblon). É um absurdo? Acho! Mas vamos ouvir todos os lados com prudencia. Não vi em nenhum momento o Andre menosprezando os demais o contrario não é verdadeiro….. abraço a todos!

            0
          • MrK 3 de agosto de 2011 at 13:18

            Fernando, como você é novo no blog provavelmente não entende a forma com o André tem sido tratado, mas isso tem um motivo, um histórico.

            O André ja frequentou muito o blog e eu me dava ao trabalho de responder, isso há meses, mas depois de muita conversa tomei a decisão pessoal de não mais argumentar com ele, não porque eu seja contra oposição ou queremos ser ditadores aqui, claro que não, gostamos sim de contra-argumentos e gostamos sim do debate, porém a forma como o André faz NA MINHA OPINIÃO é contraproducente, pois é simplesmente impossível estabelecer um dialogo com o mesmo que não pareca papo de bebado, a gente fala uma coisa e ele desvirtua o que falamos, joga pra cima, pra baixo, modifica, distorce e acaba respondendo algo que nada tinha a ver com o que você disse, é muito irritante, muito mesmo.

            Se você quiser argumentar com ele, meu amigo, fique a vontade, foi exatamente o que disse pro luiz, sejam livres pra debate com quem você quiser, só peço que respeitam minha decisão pessoal de não entrar nessa.

            0
      • Luiz 2 de agosto de 2011 at 11:22

        Mrk, minha paciencia tbm é leu ou outro do que ele diz.
        Pulei pro numero 13, não estaria ele fazendo uma ameça velada? intimidando?
        Olha mrk, se sou capaz de discutir com essa figura na área dele mercado imobiliario do qual entendo quase nada, imagine na área de direito, …, não dá nem pra responder o que ele falou, infatilidade pura.

        0
        • Andre 2 de agosto de 2011 at 12:49

          Não luiz, vc não é capaz de discutir comigo, vc não entende NADA do q eu digo…

          Não luiz, não sou do setor imobiliário… Nem perto disso.

          Não luiz, não é ameaça, só estou dizendo q já aconteceu em um fórum (prefiro não citar o nome).
          É só uma dica, sejam mais espertos e digam só a inicial da empresa, ex. “jornal G”, “construtora C”, “portal Z”…

          Já deu problema, não sei a base legal, mas sei q deu.

          Não tenho interesse em detonar o blog, mas quem é dessas empresas tem, com certeza.

          0
          • luiz 2 de agosto de 2011 at 14:56

            O administrador do blog tem agido de maneira perfeita.
            Não corre o menor risco.
            Sairia mais barato outras maneiras, a juridica esta descartada.
            E como vc memso disse o Ibope aqui é baixinho baixinho, não pega um picometro do Faustão ou da novela da globo

            Fico satisfeito de saber de vc que tanto critica o blog no fundo vc gosta daqui e demonstra grande preocupação com a “nossa existência”. apesar de não concordar com os argumentos.

            0
          • Jack Imóveis 2 de agosto de 2011 at 15:08

            Caros,

            Sei que o André é persona non grata no blog, mas acho que qualquer discussão sem contraponto vira monólogo.

            E ele tem razão, qualquer ato que possa ser considerado como ofensa ou calúnia (sinceramente não me recordo de ter visto um aqui) é passível de processo.

            Abraços

            0
          • luiz 2 de agosto de 2011 at 15:13

            Prezado Jack,
            contraponto é uma coisa, distorcer dados é outra.
            Não digo que seja má-fé, apenas ele não sabe e se confunde.

            Olha lá em cima onde eu aponto que ele nem viu a metodologia do IBGE pra perceber que 12k de renda média é só das classes A e B e não do bairro inteiro

            O Mrk tem uma empresa na Barra, vc acha que ele não iria sacar na hora?
            Isso não é dsicutir, nem debate rnem evoluir, isso é confundir…
            Tem razão André, não entendo um centavo do q vc diz, pq ando sem troco ultimamente, fui muito sutil?

            0
          • Fernando 3 de agosto de 2011 at 12:20

            Olha, essa discussão de barra me lembrou uma coisa. Não é de hoje que todo o lançamento na zona oeste vai com nome de Barra. Lançam Jacarepagua e outros mil bairrso como Barra. Intuito: dar um clamour e cobrar mais por m2 dos desavisados. Quando o cara entre no ape e chegau uma carta com CEP de xx ele acho um absurdo. Outra coisa que aconteceu foi o prefeito maluquinho que, querendo aumentar o IPTU na epoca, saiu esticando a barra para o recereio do bandeirantes deixando muitos proprietarios felizes (devido a valorização do imovel, que agora é BAAARRRAA). Concluindo, Barra deixou de ser um bairro para ser uma super-mega região, então é claro que quando se fala de renda per capita da Barra vai haver uma confusão danada…. abraço a todos!

            0
          • luiz 3 de agosto de 2011 at 13:38

            Fernando o blog tem gigabytes de discussão boa e vc veio aparecer justo aqui neste pedacinho?
            Puxa que coincidencia não?

            0
        • Fernando 3 de agosto de 2011 at 14:07

          Luiz, eu moro no Rio de Janeiro. Os assuntos que mais me interessam são dessa terrinha ….
          abs

          0
    • Luiz 2 de agosto de 2011 at 11:17

      Esse é o André gente, dispensa apresentações. Ele não tem interesse em evoluir no debate, mas em provar, o que eu não sei, aliás até sei, mas não vem ao caso deste blog.

      Dá trabalho sim desembaralhar as idéias dele, ele confunde, mistura a ordem das coisas, se diz ofendido, se põe na pele do corretor e por aí vai. É muito chato

      Não me preocupo em ser atacado, em ser chamado de ignorante, agressivo, não saber português, etc…
      Me preocupa os milhares de visitantes que entram aqui e que poderiam ficar com a idéia errada das coisas, então eu vou na raiz.

      Pessoal: Não é pq o PIB do Brasil disparou (7,5% ano passado) que o preço dos imóveis pode disparar. Esse argumento é errado, a população ganha salario e não PIB. PIB cresce se aumentar a venda de petroleo, avião, minerio de ferro, e tudo isto tem a ver o quê com mercado imobiliario?

      Não importa quantos erros de portugues eu cometi, não importa quanta gente ele diz que eu xinguei, importa a idéia central, não me perco em detalhes

      E pra que tenham clareza sobre mim, estou interessado em me mudar prum imovel maior que o adquirido em 2000 por 60 k e que hj vale quase meio milhão, sendo que numa alternativa provisória estou no aluguel.

      Tenho interesse aqui em PAGAR O JUSTO PRA NÃO PAGAR O PATO (titulo do blog)

      0
  • Mr. R 2 de agosto de 2011 at 09:28

    Afinal de contas, o que seria essa tal demanda reprimida?? Pelo menos essa é a resposta padrão de todos que dizem que o mercado está saudável e, invariavelmente, todos são especialistas no assunto,mas ainda não vi ninguém apresentar qq estatísticas ou fonte confiável.

    Quem tá morando em baixo da ponte é demanda reprimida?? Todos os reprimidos têm condição de financiar $500k em um ap de 2 quartos (e outros $500K pelo ágio do especulador)?? ….

    Eu ganho aprox. R$9600/mês. Fui à caixa há um tempo para consultar o valor máximo que eu poderia emprestar. Resutlado: aprox. $R250 mil. Com isso não se compra nada descente hoje… Eu queria saber onde essa galera acha dinheiro para pagar apartamento nesses preços…

    0
    • Elias 2 de agosto de 2011 at 10:23

      Se sua esposa ganhar isso também, vocês conseguem financiar R$ 500.000,00 com a renda familiar.

      Fora isso, se já possuir um imóvel, pode vendê-lo e dar uma entrada.

      Mas, suponho que com sua renda, você saiba fazer contas e analisar a conjuntura, e aí fica a pergunta: será um bom negócio se endividar desse jeito?

      0
      • Rodrigo Costa 2 de agosto de 2011 at 11:12

        Elias, cá entre nós. Mesmo se fosse possível o Mr. R financiar este 500 mil, será que alguém sensato daria este valor em um apartamento de 2 quartos? Tenho certeza que ele trabalhou muito para conquistar esta renda, logo é natural que queira mais conforto.

        Além disso, tem o que você mesmo falou, sobre o endividamento.

        0
        • guilherme Eduardo 2 de agosto de 2011 at 11:23

          Se os dois ganhassem R$ 9.600 daria um total de R$ 19.200,00 mensal. Se gastassem R$ 10.000,00 (Quem me dera poder gastar isso!!!) por mês ainda assim poupariam R$ 9.200/mês, que ao final de 1 ano daria, sem juros, R$ 110.400,00. É melhor financiar R$ 500.000,00 por 120 meses, por exemplo, ou aguardar de 3 a 5 anos para comprar a vista (compraria um melhor, pq cm dinheiro na mão é melhor para negociar).

          0
          • Paulo Rocha 2 de agosto de 2011 at 18:00

            Não se esqueça do imposto de renda. Se não me engano com um salário de r$9 600,00 cada um teria que pagar r$ 1 952,06 por mes sobrando R$ 7 647,94. Mas mesmo assim depois de gastar r$ 10 000,00 ainda sobraria r$5 295,89

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        • Luiz 2 de agosto de 2011 at 11:28

          Vcs entraram num ponto importante, e acho q são novos aqui, perderam o comentário de um particpante do blog que mora numa favela e deu uma informação insider. Hoje nem o MCMV atinge a demanda reprimida, mas sim quem já tem apê ou quem quer investir (compra por meio de laranja).

          Acontece que em ambos os casos preponderantes o saldo é +1 pra alugar.

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          • luiz 2 de agosto de 2011 at 12:54

            R tentei responder vc lá em cima

            Demanda reprimida segundo o conceito de urbanistas é a população que mora precaria ou provisoriamente em imóveis improvisados, lote irregular, agregados a outra família, ou familias que cohabitam um mesmo domicilio, cedidos, ou com uso misto ao comercial. Esse conceito abrange ricos e pobres indistintamente, mas é nas classes mais baixas que está quase toda a demanda reprimida.

            Segundo estimativas baseadas em dados IBGE e outras fontes esse valor estaria entre 5 a 7 milhões de unidades dependendo do calculo mais ou menos otimista. A maior parte da demanda reprimida se localiza no nordeste, norte e centro-oeste e em algumas regiões metropolitanas como Rio e Salvador.

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    • MrK 2 de agosto de 2011 at 10:37

      MrR, as pessoas não estão comprando

      elas só compram na planta, onde a entrada é baratinha e acessível…

      os donos de usados vão e reajustam pelo preço dos novos (onde as pessoas só pagam 10% ou 20% do valor), mas os usados estão parados, tudo sem giro, quando conseguem vender leva quase 1 ano

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      • guilherme Eduardo 2 de agosto de 2011 at 11:16

        Verdade MrK. Quem tem imóvel pronto está pedindo o mesmo preço que os da planta. Porém esquecem que quem compra na planta paga em torno de 20% do valor de forma parcelada por 24~36 meses, e quem compra o pronto tem que ter esses 20% de uma vez só, ou o banco não financia o resto.

        Só para constar:

        Ontem estava conversando com minha sogra sobre apartamentos, nao lembro como chegamos nesta parte, mas ela comentou que a outra filha dea comprou o apartamento a 1 ano por R$ 110.000,00 e que agora ele vale R$ 150mil / R$ 160mil. Pergntei para ela o que fez o apartamento subir assim. Ela ia começar a falar do MCMV quando a lembrei de que o aartamento era usado, por isso o MCMV não inflencia em nada. Então fiz a seguinte pergunta: O que aconteceu no bairro ou na cidade que fez o preço aumentar tanto assim? A prefeitura construiu algo? Hospital, escola, avenida? O pessoal está ganhando mais? – resposta ” é, continua igual”

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    • Carlos Wagner 2 de agosto de 2011 at 11:23

      Tenho enfrentado o mesmo problema. Ha dois anos tenho procurado ap para comprar. Sou funcionario publico federal e com a minha renda, 5 mil, consigo meros 123 mil de emprestimo para financiamento imobiliario, o que não dá nem pra entrar no plano minha casa, minha vida.

      Estou numa area de limbo, pois não sou beneficiado com o minha casa, minha vida, nem consigo um valor adequado para comprar um imovel de qualidade. Não que eu queira entrar no minha casa, minha divida, mas é só uma demonstração.

      Percebemos claramente no nosso dia a dia que a maioria das pessoas não ganha nem 4 mil/mes. Se eu, com 5K e sendo funcionario publico, recebendo meus proventos pela CEF, com estabilidade, só consigo 123 mil, como essa galera lota os feirões da caixa e compram seus imoveis ganhando metade do que eu ganho?

      Só vejo uma explicação: Estão comprando, nao a casa propria, mas apenas um pedaço de papel e uma promessa de entrega do bem financiado.

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      • Luiz 2 de agosto de 2011 at 11:49

        Carlos a unica coisa notável que eu percebo é que hoje há quase ninguém desempregado, fora isso um ou outro engenheiro que deu sorte na área dele, as outras profissões continua na mesma. Os aposentados reajustou bem, os que ganham bolsa, os pequenos serviços subiu

        Mas explosão de renda não existe, ou se existe, não na mesma proporção.

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        • Carlos Wagner 2 de agosto de 2011 at 12:17

          Luiz

          Voce lembrou bem. O governo vive se vangloriando que o desemprego está caindo e que a demanda por imoveis se dá em grande parte pelo aumento da renda do brasileiro.

          Quanto ao desemprego, condordo, porém, quanto ao aumento de renda, isso é ficticio. As categorias de trabalhadores tem seus salarios reajustados anualmente mas os percentuais de aumento são, sempre, inferiores a 10%, na maioria dos casos, são reajustados pelo indice da inflação. Isso, nao justifica o aumento de preços dos imoveis porque quem ganhava 2000k e nao podia comprar imovel devido ao seu já comprometimento da renda com sua sobrevivencia, passando a ganhar 2200k, vai continuar na mesma.

          Eu, como funcionario publico federal, nao tenho aumento desde 2006. Meu salario que era considerado otimo na epoca, esta sendo nivelado por baixo devido a perda do poder de compra.

          Acredito que, tudo no Brasil, atualmente, seja produto de manobra de massa. Pois tudo é ficticio sejam: indices de inflação, preços de produtos e serviços inflados, imoveis, etc… A unica cois real que percebo é o aumento dos juros e a defasagem salarial.

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          • MrK 2 de agosto de 2011 at 13:32

            Carlos, concordo que o numero de empregados melhorou, muitos foram formalizados apenas, outros entraram mesmo no mercado

            só que a renda média na grande maioria dos cargos ficou estagnada! Algumas posicoes pontuais melhoraram (Coisas que estão em demanda, ex: Mestre de obras), mas a esmagadora maioria teve reajuste pouco acima da inflação oficial, porém abaixo da inflação real:

            O Governo dia que a inflação foi de 5%, o cara ganha 8% de aumento e o governo diz que ele teve aumento do poder de compra, mas como o cara que reajustou 8% faz com as contas que na prática subiram pra lá de 15%??? teve mais poder ou perda de poder???

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      • Leandro 012 3 de agosto de 2011 at 09:02

        Oi Carlos,
        estou na mesma situação que voce. (Salario e emprego) Só que em 09/2009 eu comprei na planta um MRV por meio de crédito associativo. Essa modalidade é a melhorzinha pra quem não tem dinheiro guardado. Paguei INCC até o meio do ano passado e em agosto a Caixa chamou pra assinar o contrato de financiamento já durante a obra. A partir daí voce não tem mais nada com a construtora, só com a Caixa. Paga um juro proporcional, relativo ao já construido durante a obra mês a mês e depois do habite-se começa o financimento cheio. Os funcionários da Caixa na época quando viram minha renda disseram que eu deveria ter comprado um ap de outro segmento e não os MRV (Os preços não estavam tão estratosféricos ainda). Acho que 90% dos mutuarios que assinaram com a Caixa na época ganharam subsidios e eu fiquei no limbo tambem. Mas lendo aqui no forum que voce compra na planta por x e no habite-se sua divida é 3x eu acho que essa foi a melhor saida que eu encontrei pra fugir do aluguel.

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  • Annibal 2 de agosto de 2011 at 10:56

    Reportagem do globo…

    Recursos captados a juros de 12,5% e emprestados a juros de 6,5%… pelo menos é para o setor produtivo…

    Política industrial terá R$ 500 bi do BNDES

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/08/02/politica-industrial-tera-500-bi-do-bndes-925041392.asp#ixzz1TsbToxEG
    © 1996 – 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

    BRASÍLIA – Embora guardado a sete chaves por determinação da presidente Dilma Rousseff, que queria ela própria fazer o anúncio em grande estilo da nova política industrial, a página do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio antecipou-se e colocou no ar, antes da solenidade, que ocorrerá às 11h30, a íntegra do plano, batizado de Brasil Maior. De acordo com o plano, o BNDES irá reforçar o BNDES Revitaliza, que tem como objetivo apoiar os setores mais afetados pela competição com a China, sobretudo. Essa linha de crédito terá à disposição R$ 6,7 bilhões com taxas de juros de 8,7% para as grandes empresas, e 6,5% para as micro e pequenas. O programa terá validade até 31 de dezembro do ano que vem.

    No total, o BNDES irá disponibilizar R$ 500 bilhões em financiamento para o setor produtivo no período 2011/2014. Na área de desoneração, o governo irá priorizar,num primeiro momento, até o ano que vem, as áreas de confecções, calçados e artefatos, móveis e softwares. Um comitê tripartite, formado por representantes do governo, empresários e sindicatos, irá acompanhar a adoção da medida.

    O setor automotivo, grande gerador de empregos e sempre beneficiados em medidas governamentais, terá um novo regime. Receberá incentivo tributário como contrapartida ao investimento, agregação de valor, geração de emprego, inovação e eficiência. Ficam assegurados os regimes regionais e os acordos firmados no Mercosul.

    Para incentivar a aquisição de produtos nacionais, o governo regulamenta a Lei 12.349/2010, sobre as compras governamentais. Nesse sentido, fica instituída a margem de preferência de até 25% nos processos de licitação para produtos manufaturados e serviços nacionais que atendam às normas técnicas brasileiras. Nesse momento, o governo irá focalizar esse dispositivo nos setores de saúde, defesa, têxtil e confecções, calçados, e tecnologia da informação e da comunicação.

    Dilma está reunida, neste momento, com membros do Fórum Nacional da

    Indústria para apresentar as novas medidas.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/08/02/politica-industrial-tera-500-bi-do-bndes-925041392.asp#ixzz1TsbLExM2
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  • Annibal 2 de agosto de 2011 at 11:00

    Mais uma…

    Se os valores repassados ao BNDES fossem contabilizados como Dívida (passivo), nós teríamos idéia do verdadeiro valor da nossa relação dívida/PIB e do nosso superavit…

    Tesouro prevê oferta de até R$ 40 bi em títulos públicos em agosto

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/08/01/tesouro-preve-oferta-de-ate-40-bi-em-titulos-publicos-em-agosto-925027247.asp#ixzz1Tsc0jJ4H
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    Plantão | Publicada em 01/08/2011 às 09h19m
    Valor Online

    SÃO PAULO – O Tesouro Nacional pode oferecer ao mercado até R$ 40 bilhões em títulos públicos neste mês em seus leilões tradicionais, bem acima dos vencimentos previstos.

    Em agosto, o cronograma do Tesouro aponta vencimentos de apenas R$ 6,3 bilhões em títulos de sua responsabilidade, sendo R$ 6 bilhões em cupom de juros de Notas do Tesouro Nacional série B (NTN-B).

    Ainda no cronograma de agosto, o Tesouro formaliza a intenção de realizar 10 leilões tradicionais de vendas de papéis: 4 ofertas de LTN (prefixados de prazos mais curtos e pagamento de juro na data do resgate); 2 leilões de Notas do Tesouro Nacional da série F (prefixados de prazos mais longos e pagamento semestral de juros); 2 leilões de Notas do Tesouro Nacional da série B (papéis pós-fixados com remuneração indexada à variação do IPCA); e 2 leilões de Letras Financeiras do Tesouro (pós-fixados com remuneração atrelada à variação da taxa Selic).

    O Tesouro tambpem prevê um resgate antecipado de NTN-B e um de NTN-F, além de um leilão de troca de LFT.

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    • Luiz 2 de agosto de 2011 at 11:52

      Seus 2 comentários são mto importantes vamos ficar de olho: 1) na manobras contábeis do governo, 2) na expansão da bolha de crédito via apoio industrial (pelo menos essa gera produção de alguma coisa)

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  • doom 2 de agosto de 2011 at 11:25

    O Annibal já tinha chamado a atenção para esta notícia. Saiu em um jornal de grande circulação na Bahia e já está sendo repedida por outros veículos:

    Apesar de 52.270 famílias em Salvador não terem residência própria, a quantidade de imóveis vagos daria conta para sanar este déficit. Conforme matéria do jornal A Tarde, a prefeitura pode conseguir através de uma canetada oito mil unidades, caso aplique o Artigo 1.276 do Código Civil no Centro Antigo da cidade. Na região, há 16 mil propriedades, das quais 1,1 mil (7%) estão abandonadas e teriam potencial para absorver oito mil novas moradias. De acordo com o último censo do IBGE, do ano passado, em Salvador há 101,2 mil domicílios não ocupados – 23,3 mil de uso ocasional, como casas de veraneio –, e 77,9 mil vazios. Os últimos extrapolam em 25,4 mil unidades as 52,5 mil moradias necessárias para sanar o déficit habitacional. Para a diretora-presidente da Sociedade Brasileira de Urbanismo (SBU), Glória Figueiredo, isso revela “uma forte retenção especulativa de imóveis na cidade”.

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    • Anonymous 2 de agosto de 2011 at 13:53

      Esses dados revelam uma mentalidade patrimonialista. Nesse tipo de mentalidade, a pessoa imagina que patrimônio é o mesmo que dinheiro no banco. Conheço muitas pessoas que possuem fazendas que produzem praticamente nada, imaginam que essas fazendas valem milhões de Reais e não vendem de maneira alguma. Todas essas pessoas, alguns mesmo amigos, levam uma vida muito pior do que poderiam levar. Estão presas à mentalidade patrimônialista e nunca perceberam que receberam isso uma herança que não usufruiram absolutamente nada, mas insistem em deixar para os filhos. Uma dessas pessoas, tem uma fazenda que acredita valer 10 milhões de Reais que servem unicamente de moradia para os pais. A pessoa está com 60 anos de idade ganhou a vida trabalhando com uma pequena oficina mecânica. Orgulhosamente, vai deixar essa herança inútil para os filhos que tiveram uma educação muito pior do que poderiam ter tido. Pode parecer absurdo, mas estão no caminho da miséria sentados em 10 milhões de Reais. No fundo, é um problema de conhecimento pois talvez essa pessoa nunca soube o que poderia fazer com 10 milhões de Reais.

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      • Marcos 2 de agosto de 2011 at 18:05

        Essa mentalidade patrimolialista é culpa dos Sarneys e Collors da vida lembro quando tinha 12 anos e vi o dinheiro virar pó

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        • harrison 4 de agosto de 2011 at 14:26

          Oi, Marcos

          Se eu não estiver enganado – por favor, perdoe-me se eu estiver – o Anonymous mora nos EUA e se refere a situação vivenciada por ele lá na América do Norte. Muito interessante o caso por ele descrito.

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          • Anonymous 8 de agosto de 2011 at 01:24

            Refiro me a conhecidos e amigos TUPINIQUINS! Aqui não existe essa mentalidade patrimonialista, ou se existe, é num grau muitas vezes menor.

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  • luis espanhol 2 de agosto de 2011 at 12:18

    Tomen precauçoes amigos o seran enganados, fala um espanhol que acabou de viver outra bolha. Mesmo assim penso que no brasil sera diferente que na espanha, a bolha acho que é mais pequena mesmo e tem muito especulador estrangeiro que vai perder dinheiro ai.

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  • luiz 2 de agosto de 2011 at 13:12

    olha essa noticia:

    Caixa retoma Minha Casa, Minha Vida
    Volta a analisar projetos de construtoras para famílias com renda de até R$ 1,6 mil, que respondem por 60% do programa que correspondem a 60% das unidades a serem construídas.

    As contratações de projetos para essa faixa da população estavam completamente emperradas.

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    • harrison 4 de agosto de 2011 at 14:35

      Amigos, pensem no absurdo: quem ganha 5k/mês consegue financiamento de 125k(acima descrito). Penso q por esse preço(125k), q já é alto comparando-se há 2 anos, dificilmente se encontre algo razoável para morar. Imagine quem ganha 1,6k/mês o que conseguirá encontrar?

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  • MrK 2 de agosto de 2011 at 13:36

    DETALHES sobre o resultado do itaú publicado hoje:

    “No varejo, a carteira cresceu 21,3%, para R$ 135,9 bilhões, com destaques para as operações de crédito pessoal e imobiliário”

    “…as despesas com provisões para perdas esperadas com calotes somou R$ 5,1 bilhões no trimestre, 16,6% a mais do que no primeiro quarto do ano e 29,1% a mais do que em igual etapa de 2010. Além disso, as perdas com crédito deram um salto de 15,2% sobre março, para R$ 4,1 bilhões.”

    tirem suas conclusões

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    • Elias 2 de agosto de 2011 at 14:19

      Excelente MrK.

      É nessas “entrelinhas” que devemos prestar atenção.

      Esses relatórios são mais técnicos, portanto menos “tendenciosos” que as entrevistas com representantes do Secovi e cia.

      Aliás, não é em agosto que sai o relatório das construtoras listadas em bolsa?

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      • luiz 2 de agosto de 2011 at 16:23

        Estadão: Para pagar dívidas, brasileiros estão refinanciando a casa própria a juros maiores
        Para aqueles que ainda duvidavam, eis o mais claro e cruel efeito das bolhas imobiliária e de crédito…

        O financiamento de imóveis com recursos da poupança terá crescido, no fim deste ano, cerca de 30 vezes ante 2004, mas a tendência, segundo especialistas, é de desaceleração daqui para a frente. Nesse cenário, os bancos já começam a mirar outros produtos no segmento.

        Um dos “escolhidos” é o chamado refinanciamento imobiliário, e profissionais do setor estão certos de que vai deslanchar nos próximos anos.

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  • Annibal 2 de agosto de 2011 at 14:31

    Impressionante… mais impostos….

    Eles desoneram a produção, o q até concordo, e logo depois criam ou majoram um imposto para pessoa física…

    Eu sou a favor de incentivar a produção, mas eles tbm deveriam como contrapartida reduzir suas margens de lucro….

    Acabo de chegar da Espanha… lá eles têm um ditado, pelo menos ouvi isso de várias pessoas…
    q lugar bom pra viver é a Espanha, mas pra ganhar dinheiro é o Brasil… enquanto lá 15 ou 20% é uma excelente margem, aqui ninguém quer trabalhar com menos de 70, 80, 100%….

    IOF incidirá no pagamento de conta com cartão de crédito

    Quem utilizar o cartão de crédito para quitar qualquer tipo de conta, como condomínio, luz e água, terá de pagar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre operações de crédito. A alíquota do IOF para pessoas físicas é de 3% ao ano ou o equivalente a 0,0082% ao dia. Para a Receita Federal, que publicou hoje Ato Declaratório Interpretativo (ADI), no Diário Oficial da União (DOU), esse tipo de operação com cartão de crédito consiste na prática em empréstimo e, portanto, o imposto deve ser cobrado.

    A Receita identificou que alguns bancos estavam recolhendo IOF nessas operações e outros não vinham fazendo o recolhimento. O governo aumentou em abril a alíquota do IOF para pessoa física de 1,5% para 3% ao ano para frear o crescimento do crédito na economia. Foi uma medida para auxiliar no combate às pressões inflacionárias.

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    • MrK 2 de agosto de 2011 at 15:51

      cara, o governo está fazendo ficar impossível usar cartão de crédito

      daqui a pouco vai pagar IOF por usar o cartão na carteira…

      um amigo meu estrangeiro quando soube dos 6% sobre uso do cartão no exterior considerou isso quase um confisco, falou que é abusivo…detalhe que ele é mexicano, nem é um país de baixos impostos não

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      • Anonymous 2 de agosto de 2011 at 16:07

        MrK,

        É algo típico da Banânia. O que voce está estranhando?

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        • luiz 2 de agosto de 2011 at 16:10

          O IOF é só sobre contas (agua, luz, condominio) pq era uma forma velada de emprestimo bancário com apenas 200% ao ano. Acho que 6% nem vai doer perto do juros, vão continuar fazendo.
          É o povo se enforcando e o governo aumentando o preço da corda

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  • Carlos Eduardo 2 de agosto de 2011 at 15:54

    Refinanciar a casa é opção para empréstimo
    AE – Agencia Estado

    SÃO PAULO – O financiamento de imóveis com recursos da poupança terá crescido, no fim deste ano, cerca de 30 vezes ante 2004. Em valores, é um salto de R$ 3 bilhões para R$ 85 bilhões. Esses números sintetizam o vigor do mercado de crédito imobiliário no Brasil. A tendência, segundo especialistas, é de leve desaceleração daqui para a frente. Nesse cenário, os bancos já começam a mirar outros produtos no segmento.

    Um dos “escolhidos” é o chamado refinanciamento imobiliário. O negócio ainda engatinha por aqui, mas profissionais do setor estão certos de que vai deslanchar nos próximos anos.

    “É uma tremenda oportunidade”, afirmou o diretor de crédito imobiliário do HSBC, Antonio Barbosa. “O brasileiro ainda resiste a refinanciar a própria casa, mas tem percebido, cada vez mais, que pode ser uma opção interessante”, completa Fabio Nogueira, diretor e sócio fundador da Brazilian Finance Real Estate (BFRE), espécie de banco que só atua na área imobiliária.

    Esse produto foi regulamentado pelo Banco Central (BC) no fim de 2006 e, a partir de 2007, várias instituições financeiras passaram a oferecê-lo. Cada uma tem as próprias condições, mas, em geral, o cliente pode refinanciar parte da casa em que mora (até 50%, na média) por prazos de até 30 anos e taxas de juros inferiores às do crédito pessoal (mas, em compensação, maiores que o financiamento imobiliário tradicional).

    O Bradesco, por exemplo, oferece o crédito pessoal com garantia de imóvel. O prazo máximo para pagamento é de 10 anos e o crédito máximo é de 70% do valor de avaliação do imóvel. A taxa de juros média, hoje, é de 1,52% ao mês (cerca de 19% ao ano).

    É um custo maior que o do financiamento imobiliário tradicional, que hoje varia, em média, entre 9,5% e 11,5% ao ano, mais TR. No entanto, é inferior ao do crédito pessoal “normal”, hoje, em média, a 49% ao ano, segundo dados do Banco Central.

    O diretor de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges, explica que a diferença decorre do chamado funding para os empréstimos, ou seja, o bolo de onde vem o dinheiro. No caso do crédito tradicional, o funding principal é a poupança.

    Por lei, a caderneta remunera com 6,17% ao ano mais TR (algo como 7% a 7,5% ao ano no total). O banco fica com a diferença entre essa taxa e a que cobra do cliente no crédito.

    No caso do refinanciamento, o funding é o do dia a dia do mercado financeiro, ou seja, a taxa Selic. Como se sabe, o juro básico no Brasil é o mais alto do mundo, hoje de 12,5% ao ano. Portanto, a taxa deve incluir esse custo (captação), o risco de cada cliente e, claro, o lucro da instituição financeira.

    No Bradesco, a carteira de crédito pessoal com garantia em imóvel somava R$ 2,3 bilhões no fim de junho. É um valor baixo se comparado à carteira de crédito imobiliário. Neste ano, o segundo maior banco privado do País prevê desembolsar R$ 14 bilhões só em novos empréstimos.

    No Santander, essa carteira é menor ainda – R$ 90 milhões no fim de junho. No ano passado, porém, a expansão foi de 173% sobre 2009. “Esse é um produto que vai começar a ser importante”, aposta o diretor executivo de negócios imobiliários do Santander, José Roberto Machado. Um dos usos possíveis, segundo ele, é para clientes que queiram reorganizar as finanças. A vantagem, lembra, é a taxa de juros mais baixa que a de outras modalidades de crédito pessoal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    http://economia.estadao.com.br/noticias/not_78101.htm

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    • MrK 2 de agosto de 2011 at 18:21

      detalhe “salto de R$ 3 bilhões para R$ 85 ”

      esse número é espantoso, sério, de 3 pra 85, é uma explosão fora de controle de crédito, ou vai dizer que esses 82bi eram de gente super boa pagadora que só queria um teto pra morar e por algum motivo era excluida do mercado por maldade dos bancos???

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      • Carlos Eduardo 2 de agosto de 2011 at 19:02

        engraçado é ver as ações do itaú despencarem hj seguindo a noticia a baixo :

        é só ligar os pontos né!!!! rs

        Balanço do Itaú Unibanco decepciona mercado e ações caem

        SÃO PAULO – O anúncio do lucro do Itaú Unibanco no segundo trimestre parece não ter agradado o mercado. As ações do banco operam em queda desde a abertura do pregão pela manhã. Nesta terça, as ações preferenciais fecharam em queda de 5,80%.

        O Itaú Unibanco anunciou lucro líquido de R$ 3,603 bilhões ou de ou R$ 0,79 por ação no segundo trimestre, alta de 13,8% ante o mesmo período do ano passado. Na comparação com os primeiros três meses do ano, a alta foi de 2,1%. O banco registrou R$ 7,1 bilhões de lucro líquido no primeiro semestre de 2011, alta de 11,45% em relação ao mesmo período do ano passado.

        O analista da Socopa, Osmar Camilo, aponta alguns pontos que, no entanto, não agradaram. “O lucro recorrente caiu 9%, para R$ 3,3 milhões”, diz. “O consenso do mercado era de R$ 3,7 milhões”, afirma.

        O lado negativo do balanço também veio pelo lado da inadimplência, que subiu para 4,5%, ante 4,2% no primeiro trimestre. Houve crescimento maior nas operações com pessoas jurídicas, com índice subindo de 3,1% para 3,5%. Na pessoa física o indicador subiu de 5,7% para 5,8%. “Em todos os bancos as provisões para devedores duvidosos estão aumentando, mas no Bradesco subiu 10% no semestre. No Itaú Unibanco subiu 30% no trimestre contra o mesmo trimestre de 2010 “, diz Osmar Camilo.

        Além disso, o banco tem um total de R$ 4 bilhões aplicados em títulos de países europeus, segundo o diretor de Controladoria Corporativa e Relações com Investidores do Itaú Unibanco, Rogério Calderón, que participa de teleconferência com a imprensa para comentar os resultados trimestrais do banco.

        Desse total, a maior parte (R$ 3,3 bilhões) está aplicada em títulos soberanos do governo da Dinamarca, que está fora da zona do euro. O restante está em papéis da Espanha, que venceram em 14 de julho. Há ainda R$ 418 milhões em papéis espanhóis que vencem em janeiro. O banco não tem papéis da Grécia. “Não temos exposição específica a esses riscos.” disse o executivo, destacando que o banco tem operações em países como Portugal e Suíça, mas com estratégia voltada para atender empresas brasileiras que operam ou fazem negócios com esses países ou de empresas estrangeiras com interesse em negociar no Brasil.

        Nos Estados Unidos, o banco tem R$ 1,1 bilhão em títulos, mas todos com vencimento de prazo maior. Não há vencimentos para este ano. Por isso, o executivo disse que o banco não teria problema com um eventual default americano.

        Segundo um levantamento da consultoria Economática, o banco é a terceira empresa que mais perdeu valor de mercado na Bolsa em 2011. Até 1º de agosto, houve desvalorização de R$ 26,7 bilhões ou -16,7%.

        Texto atualizado às 16h18

        http://economia.estadao.com.br/noticias/economa,balanco-do-tau-unbanco-decepcona-mercado-e-acoes-caem,not_78382,0.htm

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    • RT 2 de agosto de 2011 at 18:33

      É sério

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  • Carlos 2 de agosto de 2011 at 16:23

    Vou postar uma observação que penso ser relevante. O que tem acontecido muito na Zona Sul do Rio é o que chamo de dança das cadeiras. As pessoas não partem do zero, mas compram um imóvel por um preço absurdo a partir da venda de outro imovél por preço absurdo. Um exemplo que vi de perto: Minha avó morreu e deixou de herança um apartamento em ipanema para meu pai e minha tia. A pessoa que comprou esse apartamento vendeu dois que tinha para poder pagar. Meu pai pegou a parte dele e comprou a parte da minha mãe em um apartamento que era dos dois, quando eram casados. Minha mãe pegou essa grana e comprou um apartamento na Gávea. A pessoa que vendeu esse apartamento para minha mãe comprou um no mesmo prédio, maior.

    Se você olhar as estatistícas, o mercado parece estar bombando, com 6 imóveis negociados. Na realidade, houve apenas uma dança das cadeiras, onde a venda de um imóvel gerou 6 trocas de propriedades, mas pouco dinheiro novo entrou na jogada.

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    • Tales 2 de agosto de 2011 at 19:04

      Carlos,

      Tb percebo isso. Quem tinha um apto razoavel de 250k e o mesmo foi pra 500k é facil trocar por outro de 600k ou 700k. Agora pra quem não tem apto e precisa 500k para comprar é florida.

      Soh q vai chegar um ponto q ninguém (que não tenha apto) vai conseguir entrar e quem quer trocar não vai conseguir vender o seu pra trocar. Aí a oferta de usados vai aumentar e o preço vai cair. Acho q isso tah começando a acontecer aqui em BH. Os preços estão começando a ficar saturados. E isso vai ocorrer com mais força quando os imóveis q o pessoal comprou em 2009, 2010 ficarem prontos e eles tiverem q vender o q moram pra pagar o novo.

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      • Tiago 4 de agosto de 2011 at 12:30

        Também moro em BH e estou percebendo isso. Detalhe que ganho 2k por mês e nem preciso dizer que tá Flórida achar algo decente por menos de 100k. Mas se eu tivesse pegado algum financiamento nessa bolha, aí sim eu teria ficado na Mérida. Os (queridos) corretores acham que eu sou Ontario para pagar entre 300k e 400k para morar perto do Rio Arrudas (que quando chove parece uma Alagoas) ou num lugar que fica nos Tocantins do universo.

        Só mesmo o Espírito Santo para Pará com essa especulação toda, estou em Contagem regressiva. Estou de Kosovo cheio, quero que esse governo vá para Ohio que o parta e os especuladores tomem no Butão.

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        • Fred Henrique 5 de agosto de 2011 at 15:08

          Um efeito positivo da bolha:

          A Poesia!!

          O Poeta da Bolha, muito bom.

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  • luiz 2 de agosto de 2011 at 16:40

    No Estadao:
    Megainvestidoramericano Sam Zell do Fundo de investimentos Equity International vendeu todas as ações da Gafisa
    O fundo vendeu a participação de 2,7% sócio desde 2005 , da qual inicialmente possuía 23,4%, fatia começou a ser reduzida a partir de 2007.

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    • Carlos Wagner 2 de agosto de 2011 at 17:02

      Onde há fumaça, há fogo. Se ele vendeu foi porque tinha motivos suficientes para tirar o time de campo quando ainda está ganhando.

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      • Anonymous 2 de agosto de 2011 at 17:16

        Eu me lembro de ter lido uma entrevista do Sam Zell quando ele entrou no mercado Brasileiro. Como conheco a cultura Americana, não pude deixar de pensar que ele estava completamente iludido com a Banânia. Ele finalmenye percebeu que Banânia é waste of time and money.

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        • MrK 2 de agosto de 2011 at 18:23

          quem entende mais de mercado imobiliario, Sam Zell, ou os “analistas” de mercado que recomendam a compra desses papéis??

          gafisa gafisa, a hora da verdade tá chegando heim, queremos ver a publicação!!!! a quantas anda seu caixa?????

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          • luiz 2 de agosto de 2011 at 19:37

            Mrk semana passada foi o Santander que se mostrou forte em credito imobiliario e caiu as açoes

            Hoje o unibanco itaú… desabou as ações.

            Soma aí o comentário de alguem que disse da CEF ser vulnerável e esconderem os passivos pra baixo do tapete do tesouro

            Vc não acha que necessariamente se uma construtora derrapa, algum banco vai junto?

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          • MrK 2 de agosto de 2011 at 22:02

            luiz, acho que não e explico porque:

            1- Apesar de crédito ser a principal fonte de lucro dos Bancos, eles aqui tem outras fontes importantes não ligadas ao crédito, como por exemplo tarifas bancárias, taxas de administracao, tarifas de cartão etc…

            2- Apesar do calote machucar o balanco deles, o crédito concedido deles é bem pulverizado, acho sim que eles podem amargar um lucro menor, mas cara, quebrar? não vejo como, o lucro deles é tão grande e o spread tão gigantesco, que tem mais gordura que bacon antes de comecar a doer de verdade

            o que pode quebrar são banquinhos, que sempre quebram vez ou outra, que não tem muita receita de tarifa e o crédito é concentrado….

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    • Marcos 2 de agosto de 2011 at 19:48

      O Sam Zell deve estar levando o dinheiro para comprar imóveis nos EUA ou Europa. Lugares onde é mais barato que no Brasil.

      Mas aqui é mais vantajoso, pelo menos para nosso Ministro Mantega.

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  • Schmidt 2 de agosto de 2011 at 18:20

    Bolha..

    Vc tb ganha um dindin do ZAP?

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    • Bolha Imobiliária 2 de agosto de 2011 at 19:11

      Eu ?…
      Até hoje não apareceu 1 centavo na minha conta, vindo deles

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  • Selvagem 2 de agosto de 2011 at 19:08

    Hoje de manha quando eu estava conferindo a informação que postaram aqui sobre a Gafisa no site reclame aqui me chamou atenção a pssobilidade de slecionar gráfico mostrando o numero de queixas contra empresas do ramo imobiliário, nesse ano. Detalhe verifique a diferença para 2010 e 2009, juntos não dão a quantidade de 2011 até agosto.

    Dabliudabliudabliu.reclameaqui.com.br/indices/6772/gafisa/

    Só para não ser injusto o da cyrela e da Rossi conseguem ser piores.

    Dabliudabliudabliu.reclameaqui.com.br/indices/10404/rossi-residencial-s-a/

    Dabliudabliudabliu.reclameaqui.com.br/indices/8775/cyrela-brasil-realty/

    Consultei outras construturas aqui de São Paulo, algumas inclusive possuem índices muito bons cito como exemplos

    Dabliudabliudabliu.reclameaqui.com.br/indices/11633/eztec/

    Quem tiver procurando uma para conferir basta por o nome no site para a procura e selecionar índices.

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    • MrK 2 de agosto de 2011 at 22:05

      cara, a gafisa tá demais, é a campeã de reclamações, de atrasos, ouvi vários casos de propaganda enganosa (venderam uma coisa e na obra era outra), sinceramente não fiquei perdendo meu tempo apurando caso a caso e a consequencia, mas eu jamais compraria um imovel na planta de uma construtora assim e olha que não estou falando nem da saúde financeira dela…

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  • Marcos 2 de agosto de 2011 at 19:15

    Boa noite!

    Esse é meu primeiro comentário e espero a compreensão sobre a minha falta de conhecimento.

    Pretendo tecer alguns comentários como um homem simples e de senso comum e espero as contribuições de todos para que possa aprimorar os meus conhecimentos e conseguir fazer o melhor com o pouco que tenho.

    1- Os preços dos imóves estão caros na minha opinião tornaran-se inviaveis pra quem não tem outro imovel pra fazer escambo.

    2- As pessoas que tem imovel tem medo de desfazer dos mesmos com medo de perder dinheiro se valorizar (isso so faz aumentar o efeito bolha).

    3- As pessoas mais velhas(não é o meu caso) tem medo de ficar com o dinheiro em banco e etc, pelos politicos que nosso pais tiveram, vide plano collor vc tinha dinheiro mais não tinha liquedez uma grande palhaçada.

    4- Hoje eu tenho um terreno que valia 1x acabei de desmenbrar o mesmo e fazer 2 terrenos o valor hoje equivale a 1,75 x e nessa manobra besta como pode haver uma valorização de 75% isso eu não me conformo e me pergunto como.

    5- Eu e minha manorada temos uma renda acima da média e não conseguimos fazer nada, ou seja comprar um imóvel pra noivar.

    6- Nessa situação e como arrumei mão de obra barata prefiro construir 2 casas geminadas e alugar e pagar aluguel pra terceiro pra morar.

    7- Com essa questão de crise e etc, sabemos que o dinheiro tem liquidez mais não tem lastro, então o melhor é comprar ouro ou prata, porem os contratos são em papel e guardar isso em casa séria uma aventura pra não dizer loucura devido a IMENSA SEGURANÇA PUBLICA que nosso pais com imposotos absurdos nos proporcionam

    7-b- pensar que pago 2 mil de IPVA e ainda tenho que pagar uma fortuna de pedagio tipo andar 15 km e pagar 9,10 ou 20 km e pagar 10,10, viva o pedagio em SP, mais isso seria bom se não pagasse um imposto absurdo na compra do carro na gasolina que uso e etc…..

    8- Nessa situação que me considero uma pessoa com situação privilegiada e não consigo comprar um imovel, mais ao mesmo tempo tenho medo de vender o meu terreno e não conseguir outro negocio ( isso causa aumento da bolha)
    OBS: Eu e minha namorada somos de cidades vizinhas e a profissão dela impede a mesma de mudar para a minha cidade onde tenho o imóvel, motivo pelo qual não construo nesse terreno com boa localização.

    9- Financimanto pra quem realmente precisa não existe

    10- Financimanto so acontece com boas condições pra quem tem dinheiro guardado ou um gordo FGTS.

    11- Uma hora esse dinheiro guardado e FGTS vão acabar.

    12- Pessoas com menor renda tem rotatividade de emprego maior e ai sacam o FGTS com o tal do acordo com o empregador e ainda recebem o seguro desemprego trabalhando na mesma empresa sem nenhum seguro social, viva a lei do Gerson.

    13- Em 2013 os recursos se findam e ai o custo vai aumentar.

    14- A CEF não financia 100% do valor dos imoveis e isso diminui as perdas.

    15- O FGTS paga 3% ao ano, menos que a melhor taxa do MCMV é de 4,5 e mesmo assim subsidiada pelo governo, além do subisidio em valor oferecido pelo governo.

    16- As taxas de financiamento pelo FGTS em valores maiores chegam a 8% ao ano e uma parte volta para os programas que tem subisidio.

    17- O sistema de poupança paga 6% ao ano mais TR, o emprestimo SBPE(poupança) tem taxa de 11% em media, mais seu custo efetivo é de mais de 12% mais TR.

    18- A CEF não vai perder dinheiro pq por enquanto o valor dos imoveis e as entradas minimizam as suas perdas e isso garante uma segurança ao sistema financeiro.

    19- Se continuar dessa forma so jogador de futebol vai conseguir comprar imóvel no Brasil.

    20- Os preços se não aumentarem e mantiverem o patamar não acredito em bolha, mais em estagnção por mais 20 anos.

    21- Se tiver uma crise internacional brava ai é cada macaco no seu galho e salve-se quem puder, pois os preços despencam, não somente de imoveis como de tudo.

    22- O q acho mais dificil mais se realmente as moedas forem decratadas como podre como realmente são acredito que somente ouro e prata terá valor, além de bens de consumo imprecisdiveis e ai vai ser um deus nos acuda e todos vamos comer polenta e mais nada achando a Ambrosia dos Deus por não ter mais nada.

    23- Nosso sistema economico não tem fundamentos solidos, quem dera o mesmo fosse controlado como o de uma familia responsavel e previdente (mais isso não rende votos nem popularidade de governantes).

    Acredito que bolha não exista devido ao monte de dinheiro podre no mercado, imagina o dinheiro dos especuladores caindo no mercado e inflação desenfreada que aconteceria em todo o mundo, agora se os especuladores seguram o dinheiro ai sim existe bolha, pois o povo num tem nada e gera divida e paga aos especuladores que acumulam mais moeda probre atraves dos juros, hoje somos os Vassalos e os especuladores os Senhores Feudais.

    Abraços a todos e espero suas criticas por piores que sejam para que meu crescimento aconteça.

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    • luiz 2 de agosto de 2011 at 19:32

      Oi Marcos,

      Só acho que ouro e prata já subiu muito, já vi isso acontecer antes: os jornais fazem um alarde por meses e meses, mas aí nada acontece, o pessimismo vai embora e do dia pra noite o ouro desaba e quem comprou metais com medo do fim do mundo paga a conta. Então tenha cuidado.

      Tbm te repasso o conselho de amigo dono de imobiliaria que ficou rico: “Nesse ramo paciência é a maior virtude”.

      Não estou defendendo estes pontos, pode estar errado, pode estar certo, mas é debatendo que a gente vai formando opinião. Isso da inteligencia coletiva, tenho fé nisso. É a nossa única arma, a não ser que alguém tenha bola de cristal ou seja vidente.

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    • luiz 2 de agosto de 2011 at 19:34

      faltou elogiar, seu raciocinio me parece bem lucido, bem sensato. Penso igual em tudo, exceto a parte do ouro

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    • Marcos 2 de agosto de 2011 at 19:57

      Imóvel é proteção de capital tanto quanto ouro e prata, mas muito menos líquido. Tem a vantagem de gerar renda (aluguel). O ouro e a prata só geram custos (custódia). Acredito que houve uma corrida para os imóveis por conta da crise.
      O sistema econômico é falho, mas o governo injeta liquidez quando quiser. Vide QE1 e QE2 nos EUA.

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    • Buginga 2 de agosto de 2011 at 23:00

      Oi Marcos,
      Parabens pelo seu post. Você conseguiu sintetizar muito bem os conceitos que vêm sendo debatidos aqui há meses, além de expor de forma muito boa suas idéias.
      Pelo seu post vc parece um cara muito inteligente e bem informado, é assim que se tomam boas decisões, analisando e calculando e não na base da emoção, fé, vamo-que-vamo, que nem a maioria da população.

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  • Marcos 2 de agosto de 2011 at 20:45

    Opá esse Marcos é outro rs quem derá eu saber o q é QE1 e QE2 rs……
    Luiz sempre vi seus comentários e vejo que é bem exclarecido sobre o assunto o q me deixa feliz pelo seu comentário.
    Mais Luiz eu como caipira teimoso se é pra ter dinheiro dentro do colchão prefiro guardar ouro ou prata kkkkkkkkkkkkkkkk……
    Luiz o q tentei falar é que no caso de um colapso economico global o q salva são ouro e prata e até hoje nunca vimos isso pq sempre colocaram mais gasolina no fogo como foi dito acima, (na crise dos anos 30 injetaram mais dinheiro depois da trajedia).
    Mais nesse caso estou sendo um pouco marxista demais, talvez meus netos vejam isso, mais no curto prazo tenho que concordar com vc.
    Peço desculpas a todos pois lendo novamente o texto fica meio ambigua a minha visão, até parece que tenho disturbio bi-polar, mais aos poucos vamos acertando e deixando a minha visão mais clara

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    • MrK 2 de agosto de 2011 at 22:19

      Prezado Marcos, eu concordo com parte do seu raciocínio, mas não sou tão pessimista

      Vejamos, você está correto que grande parte do dinheiro do mundo não possui lastro, é apenas papel, isso comecou desde os anos 70 quando os EUA abandonaram o chamado “gold standard” que garantia que todo dolar tinha correspondente uma quantidade x de ouro nos cofres americanos.

      Hoje a moeda representa duas coisas:

      1- Um voto de confiança no banco central e nas contas do governo do país emissor (por isso moedas como Franco Suiço dispararam, enquanto o dolar caiu)
      2- Uma maneira de se comprar um bem produzido neste país (você precisa de real pra comprar as commodities brasileiras, por isso o real apreciou bem, porque somos grandes exportadores)

      O problema é que a maioria dos governos do mundo não possuem contas equilibradas e o papel é realmente um papel que não serve de nada, mas os governos possuem uma solução mágica: Impressão! Eles fecham o deficit deles simplesmente imprimindo mais papel moeda e títulos de dívida, como os EUA estão fazendo neste exato momento.

      A conta disso é paga com inflação e perda do poder de compra da moeda, isso pode acontecer com a gente, acho que o Real pode desvalorizar muito e a inflação realmente ir pra lá dos 20% (que na prática não está tão longe disso) mas daí o governo quebrar? Acho difícil

      Quanto a se proteger, existe um livro sensacional chamado “crash proof”, falando sobre tudo que está acontecendo (foi escrito em 2006 e acerta tudo com uma precisão milimétrica), mas é em inglês, eu acho que ouro só serve se você comprar metal mesmo, pois um título de ouro em R$ você estará sujeito a mesma volatilidade do R$, vale o que o luiz já falou aqui: Ouro e prata já subiram demais! Acho até que deve subir mais, mas não sei até quando.

      Quanto a se proteger com imóveis é loucura, quem se protegeria com um bem superavaliado em 100% do valor justo?! Certamente numa crise esses preços despencariam então não faz sentido.

      Por hora estou 100% em SELIC e aguardando, se eu comecar a ficar preocupado com o risco brasil eu com certeza comentarei aqui

      abraços

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      • Marcos 2 de agosto de 2011 at 22:46

        Mrk,

        Acho que comprar imóvel agora é loucura mesmo, mas imoveis são historicamente defensivos contra inflação.

        Uma coisa interessante: Desde de dezembro o IBOV vem caindo. Temos empresas como usiminas e gerdau na lona. Enquanto isso, imóveis sobe.

        Morar fica mais caro enquanto investir fica mais barato.

        Não estou indicando compra destas empresas. Só estou tentando mostrar que investir em ações pode ser melhor que imóveis. Logo, a lógica de que imóveis é bom investimento esta indo para o saco!

        Uma empresa pode reduzir custos, conquistar novos mercados e sei lá mais o que.

        Um imóvel não faz outra coisa senão alugar e ter custos que devem ser pagos incondicionalmente. Não da para reduzir IPTU. Condomínio da, mas depende de todos condôminos e mexe no bem estar das pessoas.

        Empresa tem que dar lucro. Empresário não se preocupa com o bem estar. Ou se preocupa da boca para fora. Em épocas de crise, corta cabeça. Claro que tem exceções.

        Volto a repetir: não indico a compra desta ou de qualquer outra empresa.

        Só percebam que as empresas estão ficando cada dia mais baratas enquanto os imóveis ficam mais caros.

        É a mesma coisa que você ter um comercio e querer vende-lo para comprar um imóvel residencial de alto luxo porque daqui 20 anos será milionário. Essa conta não fecha.

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        • MrK 2 de agosto de 2011 at 22:51

          Marcos, quanto a imóvel estamos alinhados, concordo que “imoveis são historicamente defensivos contra inflação.”, mas você matou a charada com o historicamente… não estamos num momento historico de normalidade e sim no auge de uma bolha, portanto descarte a compra

          Quanto as empresas: A pergunta que deve ser feita não é se estão ficando mais baratas e sim menos caras… cada caso é um caso, mas é preciso analisar os dividendos que essas pagam e separar o joio do trigo

          Veja bem cara, tem empresas ai que o retorno de dividendos passa de 30 anos, imagina só, 30 anos pra você reaver o capital investido?! Tá maluco… tem muito papel caro ainda, que precisa cair 50% só pra ficar “normal”, mas admito sim que tem papel razoável, minha estratégia já falei: 100% em selic e esperar as barganhas pintarem, creio que haverá barganhas em quase todos os mercados num futuro bem próximo

          abracos

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          • Marcos 2 de agosto de 2011 at 23:00

            Mrk,

            Por isso que falei que não indicava compra de ações, mas a queda das ações e subida dos imóveis me parece uma contradição.

            Se as ações estão refletindo um pessimismo mais a frente, seja de aumento de custo ou queda na procura de produtos. Acredito que isso deve impactar a taxa de desemprego. Logo, imóveis já deveria estar pelo menos estagnados.

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          • Fábio 3 de agosto de 2011 at 00:25

            Eu ja diversifico mais, recomendo como estratégia defensiva analisar empresas do ramo elétrico, tendo em vista serem boas pagadoras de dividendos e distribuir grande parte do lucro. Além do Franço Suiço como citei a uns dias atras. Faço essas duas coisas além do Tesouro e esta dando super certo, no futuro com os preços normais aí sim compraria o imovel.

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        • luiz 3 de agosto de 2011 at 11:02

          Marcos, Agradeço o seu comentário, mas não me julgue melho9r do que deveria, não sou desssa área não, minhas informações são superficiais, apenas testo a lógica das coisas que leio.

          Isto aqui é antes de tudo uma guerra de nervos, imovel, ouro, prata, franco suiço é a mesma estratégia defensiva. Cuidado p não entrar nessa na hora errada e o principal sair na hora certa.

          Agora vamos pensar friamente: supõe que vc tem uma fabrica instalada num terreno enorme perto do centro da cidade e que essa fábrica dá dor de cabeça e gera pouco lucro, vc não venderia correndo pra abrir outra fabrica mais moderna num terreno mais barato e embolsaria a diferença? Quantas fabricas não fizeram mesmo isso? Mudaram de bairro, de cidade, de estado, de país.

          Agora imagine que vc tem um imóvel que vale uma fortuna e rende um aluguel ridiculo.
          O que vc faria?
          Porque p/ Fabrica se pensa de um jeito e pro imovel pensa de outro jeito?

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  • Elias 2 de agosto de 2011 at 23:26

    Estranha aquela pesquisa do Ibope, mas é interessante.
    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/infograficos/pesquisa-de-imoveis-do-ibope-2010/

    Achei esquisito a renda familiar da Penha ser maior que Jardins e Alto de Pinheiros.

    Mas deve ser pelo fato de terem pesquisado apenas as classes A, B e C1 – provavelmente colocaram Anália Franco na área da Penha e deu esta distorção.

    De qualquer maneira, não vi nenhum bairro com renda familiar média superior a R$ 13 mil em São Paulo.

    A renda familiar média não parece ter crescido tanto nos últimos anos.

    Contudo, notícias aqui postadas mostram um avanço extraordinário do crédito.

    Só ligar os pontos.

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    • luiz 3 de agosto de 2011 at 14:43

      Exato Elias, tbm tenho essa interpretação, tbm estranhei a Penha, aliás foi ela que me deu a dica pra descobrir o que ocorria na Barra.

      Segundo a própria metodologia diz, eles recortaram este universo pq são as famílias mais propensas a adquirir imóvel, se entendi bem, propensas a adquirir fora do Programa MCMV.

      Pra entender o estudo vc tem que levar me conta que o critério Brasil (classes A, B, …) é uma proxy da renda, e por isso a gente tem renda de mil e poucos reais nos distritos mais periféricos, de quase 2 mil mas ainda assim classe C1 ou maior.

      Qualquer interpretação boa precisa ter em mente que o país é pobre e onde está a base da piramide que sustenta todo o resto. O fenômeno da bolha é quase exclusivamente de classe média-alta.

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  • capixaba 2 de agosto de 2011 at 23:55

    Bolha e colegas do blog.
    O Profeta diz que a bolha estoura primeiro em Salvador.
    .Aqui em Vitoria-ES, tem gente(talvez construtora disfarçada) dando desconto de 300k.
    .http://www.c21milanez.com/apartamento-4-quartos-praia-do-canto-vitoria__307
    Vejam o link .
    apartamento de 200m que não vendeu nem metade e entrega agora em dez.
    Aqui o de sempre, apto a venda a mais de ano ,não vende e sobe o preço.
    As grandes construtorras tiveram emprendimentos lançados em 2007,vendidos em dias (derreteram…)entregues com atraso .pessimo acabamento e varias unidades devolvidas pras construtoras.
    Todo mundo comprou pra investir, e na entrega, o saldo devedor era maior que o valor de venda.

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    • aiwww 3 de agosto de 2011 at 17:51

      Acabei de ver o mesmo acontecendo aqui no Rio de Janeiro. Uma pessoa que comprou para “INVESTIR” me ofereceu seu “INVESTIMENTO” parcelado em 3 vezes e com o restante financiado junto ao banco. O desespero está batendo nos investidores e não vejo essa bolha durando muito tempo. Outro movimento é o aumento das unidades para aluguel. Em alguns lugares, imóveis que estão há anos sem vender estão pedindo aluguéis estratosféricos. O golpe de mestre nesse pessoal seria uma crise estourar nos próximos meses, o que não está distante. Por isso, TENHAM PACIÊNCIA ! Quem já esperou por anos, pode esperar mais alguns meses e pegar o mercado bem mais maleável.

      0
      • Fred Henrique 5 de agosto de 2011 at 15:32

        Sei não,

        Acho que estoura em Fortaleza.

        Aliás, já está estourando.

        0
  • nelson 3 de agosto de 2011 at 08:41

    Construção | 06:01
    Preços dos imóveis caem pelo terceiro mês seguido, diz FipeZapCompartilhe: Twitter Os preços dos imóveis anunciados recuaram pelo terceiro mês consecutivo em junho, segundo dados do Índice FipeZap Composto.

    A queda nos preços na média nacional foi de 2,1% no mês.

    Apesar disso, no ano, os imóveis acumulam valorização de 17%.

    As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro tiveram altas de 2,2% e 2,6%, respectivamente, em junho.

    O preço médio do metro quadrado no País foi de R$ 5.722.

    O Distrito Federal se manteve com o metro quadrado mais caro do País (R$ 7.748), enquanto Salvador teve o mais barato (R$ 3.411).

    Em São Paulo, o metro quadrado do imóvel anunciado ficou em R$ 5.571 e, no Rio de Janeiro, em R$ 6.745.

    Notas relacionadas:

    ■Especialistas divergem sobre a criação de novo índice para preços de imóveis pelo BC■São Paulo e Rio estão entre as cinco cidades mais caras do mundo para prédios comerciais■Preço dos imóveis no País desacelera e sobe 2,6% em maio, diz FipeZapAutor: Klinger Portella Tags: FipeZap, imóveis, preços
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    0
  • Elias 3 de agosto de 2011 at 08:56

    Metro quadrado de apartamento no Rio sobe 23% no ano
    03 de agosto de 2011 | 8h 08 – Estadão

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,metro-quadrado-de-apartamento-no-rio-sobe-23-no-ano,78506,0.htm

    0
  • Annibal 3 de agosto de 2011 at 09:05

    hummmm…

    w.w.w…colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/08/03/precos-dos-imoveis-caem-pelo-terceiro-mes-seguido-diz-fipezap/

    Os preços dos imóveis anunciados recuaram pelo terceiro mês consecutivo em junho, segundo dados do Índice FipeZap Composto.

    A queda nos preços na média nacional foi de 2,1% no mês.

    Apesar disso, no ano, os imóveis acumulam valorização de 17%.

    As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro tiveram altas de 2,2% e 2,6%, respectivamente, em junho.

    O preço médio do metro quadrado no País foi de R$ 5.722.

    O Distrito Federal se manteve com o metro quadrado mais caro do País (R$ 7.748), enquanto Salvador teve o mais barato (R$ 3.411).

    Em São Paulo, o metro quadrado do imóvel anunciado ficou em R$ 5.571 e, no Rio de Janeiro, em R$ 6.745.

    0
    • Evandro 3 de agosto de 2011 at 09:14

      Não caiu. Desacelerou. Há uma grande diferença.

      0
      • MrK 3 de agosto de 2011 at 09:28

        Gente, esse FipeZap é um horror

        é um índice feito com metodologia esquisita por gente interessada em que ele suba, até as noticias relacionadas a ele são confusas, no que eu li, no proprio site do zap vi uma alta de 2.3% em junho…

        pra mim, a unica coisa que o zap ajuda é em se ter uma idéia da quantidade de imovel a venda, mas preço não serve, pois as pessoas pedem lá no alto e quando fecham, fecham por 20% abaixo, de que adianta monitorar preço anunciado?!

        0
        • luiz 3 de agosto de 2011 at 10:44

          Mrk, esses dias fiz algo que deu resultado interessante
          Comparei os anuncios do Zap com os do webimovel
          Olha que diferença viu, as vezes o mesmo imovel.

          0
          • Cassio 3 de agosto de 2011 at 13:11

            Pq o Secovi nao divulgou os dados das vendas de Jun/Jul (meses de queda acentuada) ate agora?

            0
        • Fernando 3 de agosto de 2011 at 13:53

          O FipZap realmente não é um bom indicador dos preços de mercado.
          Primeiro porque considera o preço de oferta de venda;
          Segundo porque um apto é ofertado diversas vezes por n imobiliarias e pelo proprio vendedor (eu mesmo vendi o meu diretamente pelo Zap).
          O problema é que não temos, creio, nenhum indice melhor do que ele para espelhar os preços de mercado dos imoveis.
          Ruim com ele, pior sem ele?

          0
    • Salles 3 de agosto de 2011 at 10:27

      O que achei mais interessante a respeito dessa matéria são os comentários que estão no site do ig: não vi NENHUM comentário falando que os preços estão normais e, além disso, aproximadamente METADE dos comentários contém a palavra “bolha”…

      Acho que a expressão “bolha imobiliária” já está na boca e na cabeça do povo…

      0
      • luiz 3 de agosto de 2011 at 10:48

        Boa.

        Salles, alguém aqui fez um comentário muito interessante: as mesmas imopbiliárias que ajudaram a inflar a bolha pra ganhar mais comissões são as mesmas que vão estourar a bolha achatando ao maximo os preços pra tirar o mercado da estagnação e poderem sobreviver.

        Só esperar uns anos.

        0
  • Annibal 3 de agosto de 2011 at 09:20

    Eu tenho uma pergunta????

    Hj os preço estão sem a menor referência e ninguém sabe o q seria o real valor do m2…

    Na opinião de vcs… na média… considerando ainda q há uma demanda de famílias por aptos, q, aos preços de hj, não tem como ($$$) ou nao quer comprar…. qto tem q cair para encontrarmos um ponto de equilíbrio, em q se ajustem os preços ao nível de renda/crédito do mercado??????

    Abços

    0
    • MrK 3 de agosto de 2011 at 09:31

      Annibal, esse tipo de pergunta é muito complicada… “Quando a bolha estoura?”, “Quanto vai cair?” “Cai de uma vez ou aos poucos?”.. isso depende de vários fatores que vão se desenhar nos próximos meses, fatores tanto economicos quanto do momento do país

      eu prefiro me focar mais em entender o macro, entender se há ou não bolha e com isso já tomo minhas decisões, o resto a gente vai vendo depois

      0
      • DRN 3 de agosto de 2011 at 11:08

        Mrk, é que fica difícil tomar decisão sem saber mais ou menos o que nos espera lá na frente. Mas para ajudar o Anibal, eu relembro que, em posts anteriores, houve manifestações no sentido de que o preço atual cairia de 30% a 50%. Então, eu sugeriria a quem tiver celebrado compromisso de compra e venda comparar 50% do preço atual com o preço que pagou (considerando a atualização do INCC). Eu já contei que comprei escritório a R$6.400,00 (R$5.700,00 e estou chutando mais 12% de INCC) e 50% do valor de hoje são R$4.000,00. Então, na hipótese de queda dessa magnitude, eu perderia R$2.400,00 por metro quadrado (R$168.000,00 no total), fora o custo de oportunidade (rendimento se o dinheiro todo estivesse no Tesouro ou no Banco).

        Estou começando a ficar propenso a vender. Minhas questões são:
        – oposição da esposa (essa é a principal, pq, primeiro, vou ter de comprar uma “briga” e, segundo, se eu estiver errado, vou ouvir m… pro resto da vida);
        – isso é um projeto de carreira, e não um investimento especulativo;
        – Banco ou Tesouro quebrar depois da crise cambial que se avizinha;
        – inflação real de 20% (segundo MrK), que, portanto, anula os rendimentos de 10-12% do tesouro ou do banco.

        Situação difícil, não?!

        0
        • luiz 3 de agosto de 2011 at 11:38

          Desculpa entrar na sua vida e dar palpite, oras, se vc comprou pra usar, eskece se sobe ou se desce, amigo
          faz diferença?

          tenho certeza que vc tem habilidades melhores em outras áreas do que na videncia,

          Vc já teve sorte por não ter comprado no auge da bolha que ainda virá, e segue o jogo.

          O Brasil seria outro se houvesse mais pessoas como vc investindo em produçao seja do que for. E numa eventual crise ninguém estará totalmente imune, todos vão sofrer seja nos ativos ou na atividade profissional, aí sim vai valer a sua habilidade.

          0
          • DRN 3 de agosto de 2011 at 16:26

            Luiz, não precisa pedir desculpas. Eu é que agradeço vc opinar. Estou aprendendo com todos vcs que postam aqui no blog. Gostaria que o MrK também opinasse, já que vcs dois são os mais participativos. MrK, o que faria no meu lugar? Não precisa ficar com receio de responder, porque eu já sou bem grandinho e não vou querer responsabilizar ninguém pelas minhas decisões…

            Obrigado, Luiz. MrK, aguardo seu comentário e desde já agradeço também.

            0
          • DRN 3 de agosto de 2011 at 16:27

            Ah, e se algum outro colega do blog quiser opinar, eu agradeço também. Como eu disse, estou aprendendo com todos.

            Saudações.

            0
          • MrK 3 de agosto de 2011 at 16:49

            DRN,

            Essas decisões não são fáceis, mas uma hora é preciso ter coragem, até porque nesses casos não decidir já é tomar uma decisão!

            Não vou falar o que você deve fazer, vou dizer o que EU faria no seu lugar SEMPRE considerando que esse seu imóvel é investimento! Se for o seu próprio entram outros fatores aí mais complicados heim!

            Faria 3 cenários (Se o preço dos imoveis cairem, se ficarem estáveis ou subirem)

            1- Se o preço dos imóveis cairem, certamente você ficará feliz de ter vendido, botará um lucro no bolso e terá saído num bom momento. Poderia até recomprar no futuro mais barato.

            2- Se o preço se manter, você não terá perdido nada (pois vendeu no mesmo patamar) e ainda poderá usufruir de aplicar o dinheiro a uma taxa muito maior que o aluguel te renderia. Então também é bom.

            3- Se o preço subir, você perderá a diferença entre o tesouro direto (12.5%) e o valor da valorização dos imóveis, se os imóveis subirem até 12.5% você não perdeu nada, se subirem mais que isso perdeu, então no fim tudo se resume ao potencial de valorização acima da SELIC que esse imóvel tem.

            olhando do ponto de vista, risco x retorno (SE O IMOVEL FOR INVESTIMENTO) considero risco ALTO pra um retorno relativamente BAIXO, eu ficaria tentado a olhar o mercado de venda, ver os imoveis semelhantes, ver a demanda e quem sabe vender

            boa sorte, abraços

            0
          • luiz 3 de agosto de 2011 at 17:06

            então tá, lá vou eu de novo, os outros pofavor deem feedback até pq eu testo meu modo de tomar decisões e será de valor tbm pra mim em outras questões.

            DRN, a resposta do seu CASE está contida na própria pergunta
            Supodno que vc venda, vc vai fazer o quê com o dinheiro?
            Se vc fosse um megainvestidor de sucesso, não tenho duvida que vender seria interessante, mas vc não é, tanto é que está em dúvida, portanto a sua dúvida é a resposta. Se vc não tivesse duvidas o certo seria vender, mas como vc as tem, o certo é vc seguir o plano A:

            “- isso é um projeto de carreira, e não um investimento especulativo;”

            Alias, um belo plano, esquece de ficar rico, amigo, isso aí é apenas uma consequencia conveniente. Sua mulher tem razão, elas quase sempre têm, basta elas olharem pra gente e já sabem melhor que nós, sem graficos, sem matemagica, rs

            0
        • harrison 4 de agosto de 2011 at 15:17

          DNR,

          Com licença. Tenho certeza que sua maior dúvida vem da sua esposa. Uma dica: apresenta o blog pra ela. Acredito que fica mais fácil discutir. Estou a fazer isso em minha casa. Explico: desejo adquirir meu primeiro imóvel. Há alguns meses minha esposa começou a ficar “desesperada” por conta dessa especulação. Então, desde o meio do ano ano passado, leio ou comento um poquinho do blog quase todo dia pra ela. Resultado: ela passou a observar no trabalho em meios aos colegas o que todos temos lido diariamente por aqui. Aquele sentimento de dúvida começou a dar lugar à razão. Com isso, estamos certo de que no futuro a “coisa” vai mudar.
          Espero ter ajudado.
          Abraços

          0
  • Ricardo 3 de agosto de 2011 at 09:42

    Desafio do Brasil é administrar o sucesso, diz ‘FT’

    O Brasil se encontra nos últimos meses na “invejável posição de observador das loucuras do mundo desenvolvido”, mas ainda enfrenta o desafio de “como administrar seu próprio sucesso”, segundo afirma artigo publicado nesta quarta-feira pelo jornal econômico britânico “Financial Times”.

    “Um esforçado mercado emergente há uma década, o Brasil é hoje uma imagem de estabilidade macroeconômica e política comparada com seu antes subjugador parceiro do Norte e as antigas potências coloniais da Europa”, observa o jornal.

    O texto observa que o pais é hoje credor dos Estados Unidos, tem mais de US$ 327 bilhões em reservas em moedas estrangeiras, uma economia em crescimento e o desemprego em seu nível mais baixo.

    “Ainda assim, com o mundo desenvolvido mostrando tendências antes associadas com os mercados emergentes, o desafio para o Brasil é como administrar seu sucesso”, diz o artigo, assinado pelo correspondente do jornal em São Paulo.

    Medidas
    O texto comenta que o governo brasileiro já tomou várias medidas para tentar conter o fluxo excessivo de divisas, que fortalece o real e reduz a competitividade da indústria brasileira, reduziu o Orçamento para conter o excesso de gastos públicos e também elevou por cinco vezes neste ano as taxas básicas de juros para evitar a inflação fora de controle.

    Além disso, o governo também adotou medidas para conter o crédito e o crescente endividamento da classe média. O jornal observa ainda que a presidente Dilma Rousseff vem promovendo demissões no Ministério dos Transportes em resposta a denúncias de corrupção.

    Apesar de isso tudo, o artigo afirma que ainda restam muitos desafios ao Brasil – “um mercado de trabalho reduzido, um sistema de educação fraco e a falta de trabalhadores capacitados estão elevando os salários enquanto a infraestrutura precária eleva os custos”, relata o jornal.

    “(O Brasil) precisará manter a vigilância para garantir que não semeie as sementes da próxima crise durante o presente período de prosperidade”

    O artigo diz ainda que os níveis de endividamento das famílias parecem insustentáveis e que o Brasil precisa “tomar cuidado para não enterrar sua nova classe média sob tanta dívida que quando o próximo período de retração chegar, ela volte à pobreza”.

    O jornal complementa a lista de problemas ao afirmar que “o custo dos negócios é proibitivo, em parte por causa dos altos impostos e custos trabalhistas” e observa que “embora os preços das commodities tenham aumentado, os volumes de exportação não aumentaram” e que o Brasil vem usando principalmente essa fonte de recursos do boom das commodities para aumentar a quantidade de importações.

    “O Brasil pode se sentir orgulhoso de si mesmo com justiça. Mas precisará manter a vigilância para garantir que não semeie as sementes da próxima crise durante o presente período de prosperidade”, conclui o artigo.

    0
  • juliano 3 de agosto de 2011 at 10:50

    podemos falar em subprime brasileiro?

    FOLHA
    03/08/2011 – 09h42
    Financiamento imobiliário com recursos da poupança bate recorde

    TATIANA RESENDE
    DE SÃO PAULO

    Atualizado às 10h05.

    As operações de crédito imobiliário com recursos da poupança atingiram R$ 37 bilhões no primeiro semestre deste ano, registrando o melhor resultado para esse período na série histórica, iniciada em 1967, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

    Análise do crédito deve anteceder busca do imóvel; veja taxas
    Venda de imóveis novos recua 34% em São Paulo no ano
    Aluguel em cidades do interior de SP vai a R$ 2.250 a diária

    O valor superou em 55% o montante contabilizado em igual período no ano passado. Em quantidade, foram 236,5 mil unidades financiadas, alcançando também um novo patamar, com expansão de 26% no mesmo comparativo.

    Junho, por sua vez, apresentou o melhor resultado mensal da série em valor (R$ 7,78 bilhões) e em quantidade (46,5 mil imóveis).

    Os sucessivos recordes estão levando os bancos a procurar fontes alternativas de financiamento, além dos recursos da poupança e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

    Uma delas é a securitização, que consiste na transformação de uma dívida em um papel para investimento no mercado de capitais. O investidor é remunerado com uma taxa de retorno que varia de acordo com as características do financiamento, descontados os custos e o ganho do banco.

    0
  • Midiático 3 de agosto de 2011 at 11:07

    Venda de imóveis novos recua 34% em São Paulo no ano.

    As vendas de imóveis novos residenciais na capital paulista registraram queda de 34,3% nos primeiros cinco meses do ano ante igual período em 2010, somando 8.964 unidades comercializadas, de acordo com a pesquisa do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo divulgada nesta quarta-feira.

    Nesse intervalo, a região metropolitana, composta por 39 municípios, contabilizou 19.252 moradias, com recuo de de 32,9% no mesmo comparativo.

    Considerando apenas maio (2.380 unidades), houve alta de 2,6% em relação a abril nas vendas na capital. Desse total, quase metade (45,6%) referem-se ao segmento de dois dormitórios. Na região metropolitana (4.427 imóveis), houve diminuição de 5,1%.

    Segundo os dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), o número de lançamentos residenciais na cidade de São Paulo (3.663) cresceu 72,1% em maio ante abril. Já no acumulado do ano, o resultado (10.825 unidades) foi apenas levemente superior (0,8%) ao contabilizado em igual intervalo em 2010.

    Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, apesar dos resultados de vendas acumulados no ano estarem aquém dos demonstrados em igual período de 2010, o mercado registra recuperação nos últimos dois meses.

    “O cenário começa a clarear os rumos da economia nacional”, diz, referindo-se, por exemplo, à criação de postos de trabalho formais. “Não há grandes obstáculos à atividade econômica e o setor imobiliário deverá crescer no segundo semestre, quando, tradicionalmente, o mercado melhora o desempenho”, conclui.

    Fonte: Folha 03/08/11

    0
  • MrK 3 de agosto de 2011 at 11:08

    Bolha???? Imagina.. é tudo sustentável, taaaaaaaaaaaaca gasolina nessa fogueira!!!

    “Crédito imobiliário bate recorde no 1º semestre

    SÃO PAULO – Os recursos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para financiamento imobiliário atingiram um recorde de R$ 37 bilhões de janeiro a junho, alta de 55% sobre o mesmo período de 2010, informou nesta quarta-feira a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O montante equivale a 44% da previsão da Abecip para a contratação de crédito imobiliário no ano, que é de R$ 85 bilhões.

    De janeiro a junho, foram financiados 236.500 imóveis pelo sistema, volume 26% maior que no mesmo período de 2010.

    Considerando apenas o mês de junho, foram financiados 46.500 imóveis no país, um aumento de 13,8% em relação a junho do ano passado e de 1,6% sobre maio, que havia registrado o recorde mensal anterior, com 45.700 unidades contratadas.

    As cadernetas de poupança mostraram recuperação em junho, com captação líquida de R$ 1,2 bilhão, após dois meses consecutivos de resgates. Segundo Abecip, foi o melhor resultado do ano para a aplicação.”

    0
    • luiz 3 de agosto de 2011 at 11:26

      pensamos juntos, o diagnostico que é diferente,a bolha acaba de começar

      0
    • Lucas Mendes 3 de agosto de 2011 at 11:56

      MrK e os demais: Tb tenho opiniões parecidas que as de vcs mas vou relatar o que conversei com meu amigo ontem. Ele tem um apartamento alugado em Copa e estava alugado em R$800,00 de 2 quartos, na renovação de contrato e vendo o preço de mercado, pediu o novo preço de R$ 1.500,00 ( viu que o mercado cobrava esse preço) . No máximo faria R$ 1.400,00 caso o inquilino “chora-se” muito. Dito e feito conseguiu-se os R$ 1.500,00 ( o inquilino viu que era o cobrado por ai e se saisse não acharia coisa melhor tendo que pagar o seguro aluguel). Mas o que me chamou atenção foi o que ele disse. Ao indagá-lo se o imóvel fica-se vazio por conta do inquilino não alugar ele foi categórico: Ora com o que estou pedindo posso ficar alguns meses sem alugar que o aumento irá cobrir o que deixei de ganhar junto com o condomínio (o cara dobrou de preço o valor), segundo é só ver a quantidade de imóveis pra alugar.
      Beleza aí perguntei se mesmo assim era negócio o imóvel vazio, anunciado e sem vender. Ele me respondeu: Cara que se dane, vc acha que estou me importando com o valor do condomínio na faixa de R$500,00 eu assumindo essa conta se na verdade espero alguns meses e consigo um lucro de R$80.000,0….. o que seriam R$500,00? Posso ficar o tempo que for, se não vender, volto a cobrar aluguel não dependo disso. Sempre vai ter um precise morar seja alugando ou comprando. Dane-se, o mercado esta no meu lado……

      Bem, só vejo uma solução: Os imóveis novos sendo entregues e os que compraram não tendo condições de pagar e uma crise econômica o cara não consegue pagar aluguel. Pelo menos é o que vejo aqui no Rio em relação a imóveis usados

      Abraços do Lucas Mendes

      P.S. Peço desculpas senão expressei-me bem

      0
      • MrK 3 de agosto de 2011 at 13:25

        Lucas, tem 2 pontos ai que voce deve analisar

        1- Tudo bem que um mes pagando condominio ele perde R$500, mas se ele deixar de alugar, ele deixa de ganhar R$1.500, além disso digamos outros R$300 de iptu e anuncios… a cada mês parado (entre despesa e deixar de ganhar) ele perde R$2.300

        agora imagine ele deixar 8 meses parado esperando vender? são R$18.400, é bobeira pra você?

        2- Ele disse que os R$80mil compensam, é verdade compensam mesmo, mas será que ele vende por R$80mil a mais????? Se tivesse essa facilidade toda de vender, eu não sei porque os imoveis estão todos encalhados no ZAP, o número de imoveis a venda em copa só sobe..

        no fim do dia a coisa pode não estar mais tão do lado dele quanto ele pensa que ainda está

        0
        • luiz 3 de agosto de 2011 at 13:45

          Mrk essa ultima frase sua é o ponto mais importante de todos.

          Anos atrás ter um imóvel era coisa de poucos, e os corretores os seus serviçais.
          Hoje a coisa está mudando, coma establidade da economia brasileira e a popularização do imóvel cada dia mais o cliente, que é quem tem o dinheiro está ganhando força.

          A mentalidade patrimonialista foi verdadeira por séculos, mas pode ser que agora esteja virando, pode ser…

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  • Midiático 3 de agosto de 2011 at 11:09

    Segura que tá tudo caindo.

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  • luiz 3 de agosto de 2011 at 11:15

    Como eu venho dizendo a Bolha está só começando:

    no Estadao: Crédito imobiliário cresce 55% no 1º semestre e bate recorde
    Volume financeiro somou R$ 37 milhões e foram financiadas 136,5 mil unidades
    segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em relação ao segundo semestre do ano passado, a variação foi de 14%.

    O número de unidades financiadas no primeiro semestre soma 236,5 mil, uma alta de 26% ante o mesmo período do ano passado.

    Apenas em junho, as operações de financiamento somaram R$ 7,78 bilhões, com acréscimo de 48% em relação a um ano antes, com 46,5 mil imóveis financiados.

    Em junho, as cadernetas de poupança registraram uma captação líquida de R$ 1,2 bilhão, após dois meses consecutivos de resgates em termos líquidos. Foi o melhor resultado do ano para aplicação, num cenário de forte competição entre ativos financeiros, derivados de aumentos na taxa Selic, de acordo com a entidade.

    Os saldos das cadernetas de poupança aumentaram R$ 3 bilhões entre maio e junho, atingindo R$ 309,9 bilhões, indicando acréscimo de 15% em termos nominais em relação ao saldo de junho de 2010.

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    • MrK 3 de agosto de 2011 at 11:37

      Grande luiz, aqui discordamos, amigo!

      Os preços subiram 200% e você acha que a bolha só comecou agora? Socorro, se isso que você pensa for verdade os preços subirão quanto até o pico? 400%? E na sua opinião o que subiu até agora não é bolha? é sustentável?!? vixe!

      pra mim a bolha já comecou faz tempo, esse volume de crédito estratosférico é grande parte a contratação de financiamento de imóveis comprados na planta há 2 ou 3 anos atrás, quando a bolha ainda estava engatinhando…

      deixo claro, na minha opinião a bolha comecou a se formar mais ou menos fim de 2009 e início de 2010 e atualmente (segundo semestre de 2011) já atingimos um ponto de saturação dos preços, não vejo folego pra bolha comecar a aparecer só agora, conforme teoria do amigo luiz

      abs

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      • MrK 3 de agosto de 2011 at 11:40

        um exercicio engracado é entrar no oglobo online e ver essa matéria do crédito, os comentários em baixo são 100% pró-bolha

        é pessoal tem jeito não… tem que ser muito desavisado pra embarcar nessa…

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      • luiz 3 de agosto de 2011 at 11:44

        Fica o nosso exemplo de discordancia leal amigo Mrk.

        Olhar os números é olhar pelo retrovisor, vejo agora que a bolha começou em algum lugar depois de março de 2010, quando entrei pro blog, rs

        É um movimento de pêndulo, quando estourar pode voltar pra trás de 2010, pode voltar pros valores pré crise de 2008. Considere aí alguma margem de diferença de cidade pra cidade, de bairro pra bairro, de estados, de regiões.

        forte abraço

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  • Marcos 3 de agosto de 2011 at 11:56

    IBOV perto dos 55k – queda de 3,20%
    IMOB – Queda de 3,51%

    Hora da verdade?

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    • MrK 3 de agosto de 2011 at 13:22

      Marcos, quando a gafisa caiu 50% ela deu uma quicada e subiu um pouco (de 6,90 pra 7,70), eu falei e está registrado nesse blog que “veriamos a gafisa novamente abaixo dos R$7,0 com certeza”, nao deu outra

      hoje mesmo ja está a R$6,98

      ela tem mais 12 dias pra publicar o seu relatório.. o seu “pre-resultado” foi bonito, mas veremos a posicao de caixa…

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      • luiz 3 de agosto de 2011 at 13:46

        Não seja pessimista, olhei agora e subiu para incríveis, 6,99
        Agora sério, alguém ja ouviu falar da tecnisa? Caiu quase 5% ontem e hj 5% de queda denovo.
        Pergunto pq eles estão vendendo apartamentos na região oeste da RMSP por preços nível 2008.

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        • roberto 3 de agosto de 2011 at 14:25

          Este governo vai ter que juntar os cacos que irão sobrar das incorporadoras ( construtoras) para formar um Frankenstein e para colar as partes MUITO dinheiro publico. AGUARDE…..

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          • luiz 3 de agosto de 2011 at 14:31

            Tbm acho e outra: nos EUA estão demolindo casas que não vende, igual fazendeiro quando joga tomate fora pra segurar o preço.
            Aqui vão esconder a casa embaixo da burocracia.

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    • xyz 3 de agosto de 2011 at 13:52

      Os “analistas” atribuem o fraquíssimo desempenho da bovespa ao cenário externo.
      Artigos mais isentos (do meu ponto de vista) atribuem à forte intervensão do governo em grandes companhias (petrobrás, vale, jbs, pão-de-açucar etc etc etc).

      MAS neste cenário de crédito em forte crescimento (55% no 1o.semestre) e pleno emprego (pelo menos para quem tem qualificação), 25 bilhões para setor industrial e melhor (ou pior) importação de mão-de-obra, NENHUMA BOLHA ESTOURA.

      MAS às vezes o cenário econômico muda da água para o vinho (assim como por milagre) INSTANTANEAMENTE.

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  • Adriano 3 de agosto de 2011 at 14:02

    Impressinante a matéria da “EXAME” sobre os 11 motivos para acreditar que não há bolha, parece até que foi escrita por incorporadores. Com exceção de apenas 01, todos os 11 “motivos” são ridículos e tão sólidos com quanto glace de bolo de criança.

    Apenas para citar 01. Fazem uma comparação entre salário ano/valor do imóvel. E dizem que aqui no Brasil essa relação é baixa quando comparada a países como China, Inglaterra e Singapura. É ridícula a comparação pq a tx de juros de TODOS esses países é infinitamente menor que o do Brasil, É ÓBVIO enquanto uma prestação de 1X aqui no Brasil paga um financiamento de 240X, nesses países pagaria 1000X. Não existe financeiramente por causa dos juros SEQUER A POSSIBILIDADE de a relação no Brasil ser próxima a dos países citados. A impossibilidade é simplesmente matemática.
    Outra coisa, os países escolhidos para comparação, foram escolhidos com o maior sinismo do mundo, pois as realidades são anos luz diferentes. Vamos lá. CHINA – A maior parte do país ainda é miserável, trabalho semi-escravo. Os salários são ridículos, o governo dá uma casa “decente” a juros “0” pro cidadão pagar a vida inteira. SINGAPURA – Comparar com uma ilha do tamanho da ilha do governador com Brasil é sacanagem!!! Lá não espaço nem para se intalar um vaso sanitário. Além disso, a infraestrutura do país é 5 TRILHÕES DE ANOS LUZ SUPERIOR A DO BRASIL. Juros baixíssimos. INGLATERRA – Embora maior, as razões são semelhantes as de SINGAPURA.

    Os outros “motivos” são ainda mais ridículos.

    E vou relatar agora uma experiência interessante e bem pertinente. O aumento dos imóveis desacelerou e imagino o porque. Acho que a a percepção de que os preços estão irreais, já atingiu aos mais “otimistas”. Uma amiga minha comprou um imóvel na planta em Niteroi em fins de 2010, período que considero como o auge da bolha. O imóvel a 8 quadras da praia custou 540K, 10 meses antes custava 400K. A renda dela e do esposo juntos soma mais ou menos 13K/mês. Quase um ano depois ela disse que já pagou 100K e que não está aguentando mais. Está MUITO preocupada, pois quando (e se) ela receber as chaves ainda vai ter de pensar no financiamento com o Banco provavelmente com juros mais altos. Como ela achava que o imóvel continuaria valorizando ( o que não aconteceu), ela imaginou que se não fosse possível fechar um financiamento interessante ela poderia passar o financiamento e ainda conseguir um troco. A gota d’água foi quando ela descobrir que o imóvel abaixo do dela (que mora de aluguel) EM FRENTE A PRAIA NUMA LOCALIZAÇÃO MUITO MELHOR E MUITO MAIOR FOI VENDIDO A 600K!!!! Obviamente o imóvel é antigo, só que MUITO melhor, de acordo com o que ela mesma diz. Bem, percebendo a furada que entrou ela mandou o contrato que tinha com a incorporadora para saber se valeria a pena pular fora. Recebeu a triste notícia que se fizesse isso, iria receber apenas 70% do valor que pagou em 3X A PARTIR DA VENDA DO IMÓVEL, QUE SÓ PODERÁ SER REALIZADA APÓS A ENTREGA DAS CHAVES, ou seja, esperar alguns anos. Só restou a ela ENTUBAR o “prejuízo”. Olho para o perfil dela e percebo que ela NÃO TERÁ CAPACIDADE DE PAGAR altas prestações por muitos anos, e ela também já se tocou disso. O caso dela não é o pior possível, pois pelo menos o imóvel é para moradia, e não para “investimento”. Mas tenho outra amiga que COMPROU 2 (ela já tinha o próprio imóvel) para investimentos e está com a mesma preocupação, ou seja, não conseguir repassar ou pagar o financiamento. Tanho ainda outro colega que já tinha uma sala alugada, mas resolveu comprar outra para “investimento”.

    Minhas conclusões:
    1 – o pús já começou a escorrer e a feder, as últimas grandes entradas na base da pirâmide se deram por volta do início de 2011;
    2 – os mais inteligentes donos de imóvel próprios e prontos já perceberam isso e estão correndo para vender seus imóveis;
    3 – aqueles que compraram imóveis prontos na bolha, estão tentando ganhar também, mas não conseguem; só que inconformados insistem na vã esperança de ter os lucros que seus antecessores tiveram, esse é o motivo dos preços ainda não terem baixado. O só olhar os jornais e ver a quanto tempo os mesmos imóveis estão disponíveis e o pior, com preço subindo!!! ridículo!!! não sei até onde aguentam segurar, pois ficar pagando iptu e condomínio é brabo!
    4 – Quem conhece o mercado, sabe que já passou da hora de sair;
    5 – A imprensa de forma geral e velada, está “fechada” com incorporadores e investidores. Por isso, tantas noticias tendenciosas “negando” bolha. O jornal “O GLOBO” parou até de anunciar uma vez por semana mais um “novo buraco de metrô” e “empolgação de investidores estrangeiros”, pois já se tornou contraproducente. A quantidade críticas é imensa e o efeito da notícia é que convence quem tinha dúvidas que vivemos numa bolha.
    6 – Não acredito que a bolha esoure até a copa de 2014 por 2 motivos: A maioria dos imóveis começaram a ser entregues de fato entre 2013-2014 e por causa da COPA.
    7 – O problema vai começar quando as entregas começarem. Uma ENXURRADA de imóveis no mercado de “investidores” desesperados para repassar. Os em melhores condições entraram no financiamento com juros mais altos para vender “com calma”. Depois do 1° ano de pagamento de um imóvel que você NÃO MORA ou pretende morar a situação passa a ficar desesperadora para qualquer um. Aí ninguém, nem o governo brasileiro, suiço, banco mundial ou BNDES segura. A queda será generalizada. Acredito que mais de 30%.

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    • luiz 3 de agosto de 2011 at 16:53

      Adriano, adorei tudo oq vc escreveu, … leiam…
      Pq vc não apreceu aqui antes?

      Comparar Br com estas cidades é no mínimo atestado de ignorancia, ou de cá ou de lá. Londres sempre foi famosa pelos alugueis altos devido aos custos imensos de reforma urbana, pedagio urbano, eventos, olimpiada 2012, etc… sem dizer que o imovel comerciado lá inclui fogao, geladeira, microondas maquina de lavar, secar, passar, chuveiros, aquecedores e as vezes até a TV.

      Vc fez a mesma conta que eu, depois da grande entrega de 2014, que estão contratando agora, não dura 1 ano: 2015 é o maximo.

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      • Murdoch 4 de agosto de 2011 at 12:12

        Como não sou especialista, geralmente entro aqui para aprender um pouco mais e contribuir com experiências pessoais (passei 7 meses procurando um apto pra comprar até desistir).
        A comparação com Londres, por si só já seria um absurdo, mas ela serve pra mostrar como nossa situação é ainda mais absurda.
        Tenho um amigo mto próximo, que vive mto bem por sinal, morando lá há um ano. Fui visitá-lo e fiquei impressionado com o apto que ele tinha alugado. Um 2 qtos, de aproximadamente 100m2, mobiliado (mobília de luxo) e acreditem, vaga de garagem!!! Artigo mais do que de luxo. Não bastasse isso, no bairro de Kensington! Um dos mais bacanas da cidade com vista para o Hyde Park. O preço: 3.200 euros já com taxas. Por volta de 8.000 reais. Isso se pede num 3 qtos em Ipanema. Estou falando de um dos melhores bairros numa das cidades mais caras do mundo e que terá Olimpíadas ano que vem!! Será que esses jogos, podem fazer tanta diferença aqui 5 anos antes?

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        • luiz 4 de agosto de 2011 at 12:18

          E com metrô na porta, não sei onde seu amigo mora mas te garanto que se é perto do Hyde, em 10 minutos apé ele acha pelo menos umas 3 estações. No Rio vc acha um bueiromovel

          adoro seus cometarios tbm, vc sabe das coias, rpocurei imovel por meses como vc.

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    • jose 3 de agosto de 2011 at 17:23

      encontrei essa matéria que pode ajudar as suas amigas outras pessoas que se encontram na mesma situação:

      aga tê tê pê : / / noticias.bahianoticias.com.br/conteudo/imoveis/noticias/comprador-que-desiste-do-imovel-tem-direito-receber-o-que-foi-pago

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    • MrK 3 de agosto de 2011 at 17:27

      Adriano, tenho um amigo que comprou oito, ISSO MESMO OITO, salas comerciais na barra da tijuca pra “investimento” todas no mesmo prédio que está em construção e TODAS financiadas…

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      • Bolha Imobiliária 3 de agosto de 2011 at 17:45

        Este dai está fu…

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      • aiwww 3 de agosto de 2011 at 17:58

        hauahuahuahauhau Muito bom! Fale para ele investir em ações da Gafisa também! Vi o mesmo acontecer com o Hydra na Tijuca. Alguns compraram andares inteiros! .. cada um que lamba a sua p..ica.. e boa sorte!

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      • Adriano 3 de agosto de 2011 at 18:00

        Agora realiza a situação do seu amigo. Chega a data da entrega. O cara está com OITO salas na mão pra alugar. Aí começa a tortura. Se ele conseguir alugar será por um valor menor que o da prestação. Só restará…….Passar a sala por muito menos do que pagou.

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  • Carlos Wagner 3 de agosto de 2011 at 14:16

    Pergunta:

    Desculpe pela pergunta, se parecer idiota, mas, conforme divulgado em noticia veiculada ontem, dia 01/08/2011, nos mais diversos canais da midia, os bancos em busca de novas fontes de recursos para financiar a casa propria, adotarão como alternativa o refinanciamento imobiliario. Alguns bancos concederão até 50% do valor da avaliação e outros até 70% do valor aos proprietários.

    Suponhamos que uma casa que valesse 120 mil em 2008, hoje seja avaliada em 300 mil. Caso o emprestimo de 70% seja concedido, seriam 210 mil, valor ainda assim muito acima do valor de mercado pré crise mundial.

    Esse não seria uma espécie de subprime adaptado à nossa realidade e com outro nome? Pois caso a bolha estoure, os bancos correm grande risco de ficarem com imoveis cujos valores não pagam nem os emprestimos concedidos.

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    • luiz 3 de agosto de 2011 at 14:28

      Agora imagine que o cara pegou o refinanciamento pra comprar outra casa maior, e colocou a segunda de aluguel. Acho que vai acontecer muito disso.

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      • Carlos Wagner 3 de agosto de 2011 at 14:36

        Luis

        Foi exatamente isso que me veio a cabeça num primeiro momento. Eu compraria um segundo ap ou casa, alugaria e o aluguel paragia minha prestação pelo refinanciamento.

        Simples assim…

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        • Carlos Wagner 3 de agosto de 2011 at 14:47

          “Eu compraria um segundo ap ou casa, alugaria e o aluguel paragia minha prestação pelo refinanciamento.”

          Complementando: Caso a bolha viesse a estourar, eu pararia de pagar as prestações, o banco tomaria o imovel refinanciado, amargaria um prejuizo pela depreciação do seu valor de mercado e eu continuaria com outro imovel proprio para morar.

          Diante desse cenario, as “alternativas aos credito imobiliario” podem ser um tiro no pé.

          O que acham?

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          • luiz 3 de agosto de 2011 at 14:57

            Tava pensando nisso, precisa fazer contas, mas a principio a renda de aluguel em 0,35% do valor jamais cobriria o que vc paga de juros, a não ser que fosse pelo MCMV (via laranja, pq só permite a primeira casa).

            Portanto, necessariamente haveria um aporte de dinheiro pra subir esse degrau.

            Se um falha, nem que seja o inquilino, a cadeia toda se compromete.
            Foi o que aconteceu lá com os tais NINJAS, mas ninguém falava disso antes do estouro, assim como aqui.

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  • MrK 3 de agosto de 2011 at 14:23

    Início de 2010 eu olhava a economia Brasileira pra frente cheio de orgulho e esperança, achava que iriamos inicar um longo período de alta sustentável, via o mercado de trabalho aquecidissimo, vendas em alta, a imagem do país crescendo lá fora e fundamentos economicos melhorando.

    INFELIZMENTE, o governo irresponsável preferiu acelerar o carro além da sua capacidade, fomentou o oba-oba com toda sorte de propagandas e intervenções, superaqueceu a máquina motivado pelas eleições/2010. Retrato de um governo com péssimas lideranças economicas.

    O Governo foi RELAPSO com a inflação ao não subir os juros em 2010, foi relapso com o crédito ao não adotar medidas macroeconomicas lá atrás, foi relapso (e ainda é) com o mercado imobiliário ao exagerar subsídios e desonerações pra poder superaquecer a economia e eleger dona Dilma.

    Com certeza adotando políticas menos populares, não teriamos crescido 7.5% ano passado, não teriamos um mercado imobiliário tão aquecido e talvez uma taxa de desemprego um pouco maior, mas o que vocês preferem? Crescerem 4% sustentável ou dar um soluço de 7.5% mas passar por um cenário inflacionário e depois um ajuste recessivo???

    Não tenham dúvidas, o ajuste recessivo já comecou: A inflação disparou (inflação real, não essa brincadeira oficial,ok?), os juros subiram e a bolsa está se corrigindo pra baixo. Falta ainda grande parte do ajuste, que terá impactos no mercado imobiliário e na taxa de desemprego, cedo ou tarde este virá.

    É MINHA GENTE… sonho de uma noite de verão, achar que nossos políticos iriam nos levar pra um ciclo virtuoso de crescimento sustentável… P E N A !

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    • juliano 3 de agosto de 2011 at 17:38

      olha, gente, é idiota, mas… fui no supermercado ontem e resolvi xeretar a parte de sorvetes. 16 reais um pote Kibon de 2L. sou da época (uns 15 anos atrás) que um pote desse saía por pouco mais de 5 reais.

      tá certo que é produto supérfluo etc. etc., mas não venha me dizer que não tem inflação, sr. guido mantega…

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    • Fred Henrique 5 de agosto de 2011 at 15:51

      De fato, o bonde da história já passou. Perdemos a chance de levantar este país a um patamar “nunca antes na história desse país” visto.

      Crescimento sustentável baseado em construção civil residencial, commodities e juros medonhos é brincadeira.

      Perdemos a chance de crescer de fato. Não melhoramos infraestrutura, não melhoramos educação, não melhoramos produção de tecnologia, não melhoramos industrialização, não melhoramos produtividade. Não melhoramos nada que dá futuro.

      A única coisa que melhorou nesse período foi a propaganda governamental.

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  • roberto 3 de agosto de 2011 at 15:42

    Folha de São Paulo:

    Venda de imóveis usados tem queda de 31% na cidade de São Paulo

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    • MrK 3 de agosto de 2011 at 16:06

      Se a quantidade de venda de imóveis despencou (3o mes seguido de queda) e AINDA ASSIM estamos construindo imóvel pra caramba… vamos botar MAIS imóveis (e não são poucos não) num mercado que não compra mais….

      a que isso te cheira, amigo roberto? 🙂

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      • luiz 3 de agosto de 2011 at 16:15

        Primeiro tinha sido a queda dos novos, agora a queda dos usados, 60% + baratos…
        Vou até ver a fonte ver isso aí direito.
        roberto nãos ei se foi vc que falou antes, mas serão os corretores que estourarão a bolha que eles mesmos inflarão, na subida por ganancia das comissões, na descida no desespero pra sobreviver.

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        • luiz 3 de agosto de 2011 at 16:16

          ops, é inflaram

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          • roberto 3 de agosto de 2011 at 16:22

            Isto mesmo Luiz, acho também que as incorporadoras para fazer caixa ainda este ano terão que baixar os preços ou verão suas ações explodirem no IBOVESPA

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  • roberto 3 de agosto de 2011 at 15:44

    Para Fechar:
    A pesquisa foi feita com 460 imobiliárias, que venderam 156 apartamentos e casas no mês.
    Isto dá 0,3 imoveis por imobiliária. Logo. Logo vai ter corretor vendendo cachorro quente na esquina !!!!!!!!!

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  • roberto 3 de agosto de 2011 at 16:18

    MRK, Olha outra informação também da folha: Venda de imóveis novos recua 34% em São Paulo no ano. Note que houve um aumento nos lançamentos :
    Segundo os dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), o número de lançamentos residenciais na cidade de São Paulo (3.663) cresceu 72,1% em maio ante abril. Já no acumulado do ano, o resultado (10.825 unidades) foi apenas levemente superior (0,8%) ao contabilizado em igual intervalo em 2010.

    Respondendo a sua pergunta, isto nos levará a velha e boa lei de mercado que determina o preço de tudo. Oferta X Demanda, e se a demanda diminuir drasticamente e a oferta aumentar BUMMMMMM BOLHA.

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    • xyz 3 de agosto de 2011 at 17:45

      Há algum tempo este mercado não obedece à lei da oferta x demanda.
      A lei é a do crédito fácil e da especulação.

      MAS quando os “investidores”, que têm imóveis desocupados “rendendo”, virem imóveis similares sendo vendidos por preço menor do que alguma transação pretérita, aí o pânico pode se instalar.

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      • luiz 3 de agosto de 2011 at 20:04

        Exato, desde John Nash sabemos que a lei da oferta e da demanda não é a lei que rege o mercado, nem com mil elasticos
        O que rege os preços é esse jogo (de nervos) do mercado que depende do equilibrio das informações. Com a internet vai tudo mais rapido.

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  • Marcelo 3 de agosto de 2011 at 16:23

    Preço do metro quadrado mais caro de SP é três vezes maior que o do mais barato

    http://dabriodabriodabrio.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2172469-preco+metro+quadrado+mais+caro+tres+vezes+maior+que+mais

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  • gonorante 3 de agosto de 2011 at 16:48

    peço a ajuda dos amigos para entender a seguinte situação publicada em

    http://estadao.br.msn.com/economia/ap%c3%b3s-2-anos-de-queda-inadimpl%c3%aancia-deve-crescer-75percent-em-2011

    trecho colado abaixo.

    Mesmo com essa perspectiva de aumento do calote, a avaliação é a de que 2011 se encerrará com uma situação melhor do que a verificada nos primeiros meses do ano. Um ponto que ajudará esse cenário, conforme Pellizzaro Júnior é que os consumidores têm procurado limpar seu nome. A estimativa é a de que haja um crescimento de 8% do número de pessoas que quitam suas dívidas em atraso e saem do cadastro do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) este ano. ‘A inadimplência deve ficar um pouco acima do ideal, mas posso dizer que já apagamos a luz amarela’, salientou. Para as vendas, o presidente da CNDL prevê um crescimento de 6,5% este ano ante 2010.

    em uma primeira vista parece simples, sobe 7,5% a inadimplencia, no entanto 8% vao procurar limpar o nome. minha duvida é: isso apaga alguma luz amarela?

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  • MrK 3 de agosto de 2011 at 18:16

    Pessoal, como já falei monitoro a quantidade de aps a venda no Rio pelo ZAP (não é perfeito, mas como tendência é valido) me espanta a velocidade que tem subido…

    Outro dia mesmo (acho que semana passada) comentava que tínhamos 3.840 aps em copa pra vender e 12.000 na barra+recreio, pois bem, hoje Copa já passou dos 3.900 e barra+recreio de 12.370

    NÃO PARA DE SUBIR, eu me lembro que barra+recreio há 2 meses era pouco mais de 10.000 !! Repito a pergunta: Isso é sinal de mercado aquecido? Isso é sinal de mercado comprador? Isso é sinal de déficit habitacional?

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    • luiz 3 de agosto de 2011 at 20:01

      Mrk, é no minimo sinal de que tem cada vez mais gente anunciando o mesmo imovel muitas vezes
      É desespero de corretor na melhor das hipoteses

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      • Susy 4 de agosto de 2011 at 01:39

        Por falar em desespero, um corretor me disse que a Cyrella está desesperada para vender sobrados de “alto padrão”, em condomínio fechado, que foram entregues em 2009! O Condomínio de chama Orvalho e fica na Granja Viana, Cotia, região região de condomínios fechados na Grande São Paulo.

        Bem em frente ao Orvalho, a Gafisa está louca para vender sobrados do mesmo padrão, entregues em dezembro de 2010. O desespero é tão grande que a imobiliária oficial das vendas ofereceu um café da manhã a todos os corretores locais, para que auxiliem nas vendas.

        Os sobrados são caríssimos! Foram entregues no contrapiso. Alguns custam mais de R$ 1 milhão e não têm nem banheira! (E nem ponto de água para se instalar uma). Que alto padrão é esse, que não tem nem banheira na suíte principal?

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        • luiz 4 de agosto de 2011 at 12:01

          Compre um imovel na Granja e leve de brinde 4 horas diárias de congestionamento na Raposo Tavares.
          Não quero uma casa de 1 milhão lá nem de graça, so moraria lá se me pagassem, to falando sério.

          0
    • Tales 4 de agosto de 2011 at 11:06

      Mrk,

      Tb tenho feito acompanhamento de anuncios aqui em BH (em 4 sites e no jornal). O número de aptos a venda só tem subido td mês.

      Outra coisa q tem subido mto é a relação entre venda/aluguel. Aqui a média já está em 14 anuncios de aps a venda p/ cada 1 pra alugar.

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  • Paty 3 de agosto de 2011 at 20:32

    Quem quiser acesse esse site, eu diria que o que esta acontecendo na venda de alguns imoveis é o que chamamos de estelionato.
    http://www.reclameaqui.com.br/1271438/fernandez-mera/mentiras-para-poder-vender-imoveis/

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    • Annibal 4 de agosto de 2011 at 09:02

      Paty,

      Acho q agora começarão a aparecer os resultados das negociações feitas em 2008/2009, quando presenciávamos lançamentos q eram esgotados em uma hora, sem a menor atenção a contratos e consultas previas a advogados, pois bem, chegou a hora de pagar a conta, quem acredita em palavras de vendedores, não só de imóveis… corre um grande risco de ser enganado…

      Abços

      0
  • Anonymous 3 de agosto de 2011 at 21:54

    Começaram os protestos do compradores de imóveis em Campinas

    www DOT facebook DOT com/mrvcampinas

    br DOT groups DOT yahoo DOT com/group/parquedasaguas/

    0
  • Elias 3 de agosto de 2011 at 22:19

    Mais um caso concreto.

    Vi hoje uma cobertura na zona oeste de São Paulo, que há quase um ano atrás estavam vendendo por R$ 320.000,00.

    Hoje ela continua à venda, só que agora estão pedindo R$ 540.000,00!

    Boa sorte Sr. corretor, agora é que eu não compro mesmo.

    É isso aí gente, pra cada esperto (que vende) tem que haver um respectivo otário (que paga).

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  • Charles 3 de agosto de 2011 at 22:47

    Mais uma vez tivemos queda nas vendas de usados: reportagem da Folha… Ainda é uma queda sazonal 😕

    Venda de imóveis usados tem queda de 31% na cidade de São Paulo
    PUBLICIDADE

    DE SÃO PAULO

    A venda de imóveis usados teve queda de 31,31% na cidade de São Paulo em junho na comparação com maio, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo).

    Financiamento com recursos da poupança bate recorde
    Profissional do setor imobiliário terá teste para certificação
    Análise do crédito deve anteceder busca do imóvel; veja taxas

    Trata-se do terceiro mês seguido de retração neste tipo de comparação. O índice de vendas foi de 0,4937 para 0,3391. A pesquisa foi feita com 460 imobiliárias, que venderam 156 apartamentos e casas no mês.

    Segundo o Creci, os apartamentos superaram as casas na preferência dos compradores de imóveis usados em junho na capital paulista. Foram 108 apartamentos e 48 casas.

    Os imóveis mais vendidos foram aqueles de valor médio superior a R$ 200 mil, com 66,67% do total negociado pelas imobiliárias.

    Entre as formas de pagamento, o financiamento bancário foi utilizado em 55,48% negócios e a quitação à vistaem 42,58%. Apenas 1,94% parcelou o pagamento com o proprietário (1,94%). Não houve registro de venda por consórcio.

    0
    • Fel 3 de agosto de 2011 at 23:32

      Excelente volume de vendas – 0,3391 imovéis por imobiliária!!!! Quem tá vivendo de comissão….

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      • Lucas2 4 de agosto de 2011 at 10:31

        “Excelente volume de vendas – 0,3391 imovéis por imobiliária!!!! Quem tá vivendo de comissão….”
        Isso dá 1 imóvel a cada 3 meses, logo 4 imóveis por ano, digamos que na média seja por 250K dá 1M ao ano, 6% (corretagem) = 60K, divide por 12 meses 5K, o corretor fica com quanto disto? Metade? 2,5K ao mês em média, acho que é isso.
        Mas claro, é média, então deve ter cara tirando 0 e outro 5,6,…10, etc.
        Só estou especulando, não tenho noção de qual o percentual do corretor, alguém sabe?

        0
    • MrK 3 de agosto de 2011 at 23:46

      ninguem compra mais usado pq usado não dá pra voce dar uma entradinha na planta facilitada e financiada com a construtora… usado voce tem que dar um entradão e financiar com banco, é outra história

      o que tá secando de imovel usado em breve secará de imovel pronto, pois na entrega das chaves será o mesmo drama, na hora do “vamo ve”

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  • guilherme Eduardo 4 de agosto de 2011 at 00:09

    Dei uma olhada nas ações de algumas empresas do ramo imobiliário. Abaixo está a evolução nos últimos 12 meses (03/08/2010~03/08/2011)

    EZTC3 / Eztec + 57,37
    TCSA3 / Tecnisa + 20,65
    MRVE3 / MRV – 30,92
    CYRE3 / Cyrela – 41,95
    TRIS3 / Trisul – 42,84
    GFSA3 / Gafisa – 45,87

    (dados retirados do site do Banco do Brasil)

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  • Anonymous 4 de agosto de 2011 at 02:30

    Agora, o “crescimento da renda da população” é explicação para tudo, inclusive aumento do consumo de gasolina porque o POVO COMEÇOU COMPRAR CARRO IMPORTADO!!!

    economia DOT estadao DOT com DOT br/noticias/economia%20energia,para-atender-demanda-gabrielli-admite-importacao-de-gasolina,77712,0.htm

    Segundo Gabrielli, houve um crescimento acima do esperado da demanda por gasolina este ano. Ele não soube dizer o porcentual, mas afirmou que o consumo aumentou principalmente devido ao crescimento da renda da população e, consequentemente, à compra de novos veículos – boa parte importados. “Os carros importados não são flexíveis e não utilizam etanol”, disse.

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  • luis 4 de agosto de 2011 at 06:44

    Oi gente, eu sou espanhol mais moro no Brasil. Gostaria de quitar uma duvida, voces saben si en caso de nao pagar a parcela do apartamento financiado a entrega do apartamento a o banco cancela a divida.

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    • Cássio Pereira 4 de agosto de 2011 at 21:20

      O banco toma o imóvel, o que não implica em despejo imediato, e a venda deste cobre a dívida, ou não.

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  • Adriano 4 de agosto de 2011 at 07:10

    Desmistificando o 2º (e famoso) argumento da revista EXAME em relação a NÃO EXISTÊNCIA DE BOLHA. Veja parte do argumento transcrito abaixo:

    “2 – A demanda por imóveis anda muito forte
    Neste mês, a incorporadora Brookfield lançou o empreendimento One World Offices (foto) na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Todos os 830 escritórios e salas comerciais valiam 220 milhões de reais e foram vendidos em apenas cinco dias. Nos últimos anos, não têm sido raros os empreendimentos imobiliários vendidos com uma velocidade espantosa, tamanha é a demanda atual. Além do interesse de investidores por imóveis comerciais, o apetite de todas as classes sociais por moradias melhores também anda muito superior ao das duas décadas anteriores. Para o americano Peter Turtzo, vice-presidente da Sotheby’s International Realty, o programa Minha Casa, Minha Vida estaria por trás desse fenômeno.”

    Demanda baseada em que? é a minha pergunta não explicada em lugar algum. A demanda HOJE por aluguel (em valores que retornem ao investidor o mínimo, leia-se 0,5% líquido) de salas comerciais é realmente alta para justificar essa procura? Um argumento melhor seria “evolução de salas disponíveis X ocupadas dos últimos anos”. Essa demanda seria mais sólida. Porque a demanda mencionada acima pode ser totalmente artificial, baseada na euforia.

    Em relação a busca por melhores moradias melhores por parte de pessoas que passaram a ter melhor renda, esse sim, A PRINCÍPIO, é um argumento sólido. O problema, é que o aumento da renda, como todos sabem, É COMPLETAMENTE DESPROPORCIONAL ao aumento dos imóveis. Além disso, todos que moram em grandes centros sabem, na prática, que MUITOS, senão a maioria dos imóveis estão sendo comprados para “investimento” (todos conhecem alguém que está financiando para isso). Assim, também neste caso, existe forte demanda artificial.

    Por fim, a última parte do argumento. Nesta classes sim (C e D) existe fortíssima demanda reprimida. Minha Casa Minha Vida. Na boa, dá pena. Os pobres estão sempre se f….. mesmo. Lembro que quando saiu o programa pensei: “até que em fim algo para substituir a COHAB dos anos 70, com mais dignidade”. Infelizmente percebi, que quase QUE AUTOMATICAMENTE todos os imóveis foram remarcados em 20K a mais. A coisa foi atingindo proporções tão loucas que estão hoje tentando forçar o governo hj a qq custo aumentar a renda familiar de qq jeito para 5, 6K (!!!!!!!!!!!!!!). Na boa, esse foi um daqueles planos bem intencionados do governo, que conseguiram ser desvirtuados desde o início. As classes C e D que deveriam ser atendidas não estão sendo, assim ACREDITO que mesmo aqui o argumento não se sustenta. Um bom parâmetro para apresentarem seria: “Renda média familiar / Valor dos Imóveis usando MCMV”.

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    • xyz 4 de agosto de 2011 at 08:11

      Veja os dados do censo 2010. Mais de 6 milhões de imóveis residenciais desocupados. E isso sem contar os de veraneio.

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  • Marcos 4 de agosto de 2011 at 08:48

    Um terço dos brasileiros não tem condições de pagar suas dívidas

    www .infomoney.com.br/financas/noticia/2172368

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  • juliano 4 de agosto de 2011 at 09:06

    quem mora em Curitiba vê exemplo diários desse boom. um bairro aqui conhecido como Ecoville tem mais de 10 prédios levantados ao mesmo tempo, em fase quase final de construção. o ap. mais barato? um milhão de reais…

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  • Elias 4 de agosto de 2011 at 09:09

    Brasileiro considera carro e casa como investimento
    Autor(es): Juliana Ennes | Do Rio
    Valor Econômico – 04/08/2011

    O baixo nível de conhecimento sobre finanças faz com que muitos brasileiros acreditem que comprar um carro, a casa própria ou até mesmo estudar para buscar um emprego melhor sejam modalidades de investimento. Essa é uma das conclusões de uma pesquisa divulgada ontem pela Comissão Nacional de Educação Financeira (Conef), responsável Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef).

    “Essa pesquisa mostrou um grau de desinformação bastante elevado em relação às características dos serviços financeiros oferecidos no mercado”, diz a presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, que integra a Enef.

    A pesquisa mostrou que o brasileiro tem uma visão estereotipada dos investimentos. Ações são diretamente relacionadas a alto risco e grandes retornos. Muitos não sabem o que são fundos ou Certificados de Depósito Bancário (CDBs). Em muitos casos, os CDBs chegam a ser confundidos com títulos de capitalização. Houve até quem achasse que seguro de vida é aplicação financeira. Já a poupança não é vista como um investimento, mas como um lugar onde o dinheiro é colocado por segurança.

    Apenas 40% dos entrevistados afirmaram ter conta corrente e conta poupança. Outros 27% possuem só conta corrente, 16% só poupança e 17% dos consultados não possuem conta nenhuma. Realizado em 2008, mas divulgado apenas ontem, o estudo ouviu 1.809 pessoas.

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    • Fred Henrique 6 de agosto de 2011 at 07:23

      “O baixo nível de conhecimento sobre finanças faz com que muitos brasileiros acreditem que comprar um carro, a casa própria ou até mesmo estudar para buscar um emprego melhor sejam modalidades de investimento.”

      Não entendi o lance de “até mesmo estudar”. O estudo é o único investimento que a imensa maioria de brasileiros pode fazer durante a vida! E olhe lá!

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  • Eduardo 4 de agosto de 2011 at 09:22

    Bauru: 71% das famílias têm casa
    dabliu.dabliu.dabliu.jcnet.com.br / noticias. p h p ? c o d i g o = 2 1 2 67 6

    A evolução das estatísticas do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta para um dado interessante. Dos cerca de 20 mil novos imóveis construídos na cidade, metade foi ocupada por seus proprietários e outra metade adquirida por investidores para locação.

    É a comprovação de que, embora os subsídios proporcionados pelo “Programa Minha Casa, Minha Vida” tenham facilitado a aquisição do imóvel próprio, o mercado de aluguéis continua sendo considerado um investimento lucrativo. “A procura é muito grande. A renda da população cresceu e um jovem que não pode comprar imóvel, mas quer sair da casa dos pais, acaba alugando”, avalia Wânia Pôrto, proprietária de uma imobiliária na cidade.

    Além do aumento do poder de consumo da população e a própria estabilidade econômica e de emprego, o fato de Bauru ser pólo regional e universitário também colabora para este setor se manter aquecido. “Estudantes ou profissionais que vem à cidade com o objetivo de permanecer por um período determinado de quatro anos, por exemplo, preferem alugar. Só depois, se decidirem ficar na cidade é que pensarão em comprar”, analisa.

    Conforme analisa o economista Reinaldo Cafeo, após a crise financeira internacional, os investidores saíram da renda variável e partiram para bens reais, sendo os imóveis um porto seguro aos seus lucros. “Os números indicam o número de investidores cresceu na última década, o que reflete, de certa maneira, concentração de renda”, frisa.

    Mas, até o primeiro semestre do ano que vem, quando pelo menos 5 mil casas em construção na cidade devem ser entregues, a tendência é que o mercado sofra uma reviravolta, avalia o delegado do Creci em Bauru, Carlos Eduardo Candia. “Acredito que haverá uma desocupação em massa de imóveis alugados, o que deverá refletir em redução no preço dos aluguéis. O reajuste só não vai ocorrer se muita gente de fora vier morar em Bauru”, observa.

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  • Annibal 4 de agosto de 2011 at 09:24

    w.w.w.infomoney.com.br/dinheiro-no-bolso/noticia/2173204-brasileiros+dao+entrada+menor+financiam+maior+parte+comprar+imovel

    Brasileiros dão entrada menor e financiam maior parte ao comprar imóvel

    SÃO PAULO – O financiamento imobiliário cresceu no primeiro semestre de 2011 e, de acordo com a Abecip, continuará crescendo durante todo o ano.

    Em entrevista à InfoMoney TV, o presidente da entidade, Luiz França, falou o porquê do crescimento, disse que a poupança não será suficiente para atender à demanda por financiamento imobiliário, explicou porquê a inadimplência do setor não cresceu e falou sobre uma curiosidade do comportamento dos compradores: mesmo ganhando mais, hoje eles preferem dar uma entrada menor e financiar a maior parte do valor.

    0
    • MrK 4 de agosto de 2011 at 09:44

      isso era previsivel, e te digo que vai continuar subindo, pois a renda disponivel pra uma entrada é a mesma, mas o valor do ap sobe, logo a entrada cada vez representa menor % do imovel… e tome divida…

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  • Marcos 4 de agosto de 2011 at 09:25

    Olha essa noticia. Coitado dos que acreditam.

    Corra que este é o momento para comprar um imóvel
    Crédito imobiliário bate recorde no primeiro semestre e governo cria agência para garantir agilidade na construção de casas

    Reinaldo Chaves
    Agência BOM DIA

    A situação do financiamento imobiliário hoje vai muito bem, obrigado. E uma boa hora para entrar nessa. Principalmente porque há dúvidas se esse sistema será sustentável daqui alguns anos.

    Ontem, a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) mostrou que o crédito imobiliário com recursos da poupança atingiu R$ 37 bilhões no primeiro semestre deste ano, o melhor resultado para esse período na série histórica, iniciada em 1967.
    A maior parte dos recursos para financiamento imobiliário no Brasil vem da poupança e o restante do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Segundo o presidente da Abecip, Luiz Antonio França, devem faltar recursos da poupança para financiar toda a demanda por crédito imobiliário a partir de 2013.

    A concessão de crédito cresceu 55% no primeiro semestre e o saldo histórico da poupança hoje é de R$ 309,9 bilhões. “O mercado vai crescer mais que a poupança. Estima-se que, em 2013, a caderneta de poupança não consiga financiar todo o volume necessário”, diz Luiz Antonio.

    Com menos dinheiro disponível, a tendência deve ser de encarecimento dos empréstimos imobiliários no futuro.

    Famílias que ganham até três salários mínimos serão beneficiadas por uma medida do governo estadual.

    A Abecip afirma que entregará ao Banco Central um projeto para acelerar a utilização de outros mecanismos de concessão de crédito: títulos emitidos por uma instituição financeira supervisionado pelo poder público.

    Captação líquida está negativa

    A captação líquida da poupança, ou seja, a diferença entre saques e retiradas fechou o primeiro semestre em R$ 173 milhões negativos, segundo o Banco Central. Considerando apenas junho, as cadernetas de poupança mostraram recuperação, com captação líquida de R$ 1,2 bilhão após dois meses consecutivos de resgates.

    A poupança vem tendo neste ano um rendimento real menor que a inflação, isso explica a preferência por outros investimentos. Segundo balanço para investidores feito pelo Banco do Brasil, no primeiro semestre a poupança rendeu 3,61% e a inflação do mesmo período foi de 3,87% no IPCA. Fundos de renda fixa tiveram média de 5,91% de ganho.

    Abecip projeta este ano R$ 85 bilhões em financiamentos imobiliários

    A média do percentual financiado pelos bancos é de 62,7% do imóvel

    Secretaria cria programa para quem ganha até três salários
    A Secretaria Estadual de Habitação vai anunciar nas próximas semanas a criação de uma agência de fomento para o setor e um fundo garantidor para conseguir, com mais agilidade, construir casas populares para famílias com renda de até três salários mínimos.

    A meta da pasta é tirar do papel 200 mil imóveis para essa faixa salarial até o final do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), em 2014, incluindo nessa conta os que serão feitos em parceria com o programa do governo federal, “Minha Casa, Minha Vida”.

    A agência de fomento terá a responsabilidade de receber os recursos de subsídios do governo, articular o capital privado e direcionar as obras. A CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), empresa do governo, será um dos agentes, mas o projeto é abrir para qualquer construtora fazer os imóveis. Atualmente, a CDHU não tem inscrições abertas para moradia em São Paulo. A opção é o Minha Casa, Minha Vida 2.

    Segundo o secretário estadual de Habitação, Silvio Torres, o fundo vai garantir às empresas a liquidez do empreendimento, hoje uma das principais reclamações do setor para construir imóveis de baixa renda. “Assim nós vamos ter condições de estimular a construção garantindo o investimento. A ideia é que cada empreendimento tenha o seu fundo específico”.

    Ainda segundo Torres, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil já mostraram interesse no negócio, assim como outros bancos privados. “Com o fundo nós pretendemos alavancar quatro vezes mais recursos do que atualmente”, diz.

    Outra proposta em estudo é trocar terrenos do governo por casas já prontas, no mesmo modelo usado pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD) na Capital: o município licita uma área da prefeitura e o vencedor é obrigado a construir creches. “Acho razoável. Nós temos muitos terrenos muito valorizados em áreas de grande potencial de retorno econômico. “

    www .redebomdia.com.br/noticias/economia/62730/corra+que+este+e+o+momento+para+comprar+um+imovel

    0
    • MrK 4 de agosto de 2011 at 09:47

      OLHA O INICIO DO TEXTO, QUE MEDO

      “situação do financiamento imobiliário hoje vai muito bem, obrigado. E uma boa hora para entrar nessa. Principalmente porque há dúvidas se esse sistema será sustentável daqui alguns anos.”

      OU SEJA… O SISTEMA NÃO É SUSTENTÁVEL, POIS O CREDITO PODE SUMIR PARA OS FUTUROS ENTRANTES DIMINUINDO A DEMANDA FUTURA, SUAS CHANCES DE REVENDA EO PREÇO…. E ELE RECOMENDA VOCE ENTRAR?!?!

      M E D O

      0
      • Fred Henrique 5 de agosto de 2011 at 16:04

        Não gosto muito de metáforas e analogias, mas…

        É o mesmo que dizer para um usuário de drogas virar traficante hoje pois ano que vem pode aumentar a pena para tráfico.

        0
  • MrK 4 de agosto de 2011 at 09:29

    Bom dia bolhistas, pra comecar bem o dia:

    Hoje vinha pro trabalho ouvindo rádio no carro, um programa da transamerica em que um especialista em financas tira duvidas dos ouvintes que ligam…

    duvida 1 – “Vale a pena comprar imovel na planta? E Qual o melhor momento pra revender com lucro?”

    duvida 2 – “Comprei um imovel novo pra morar com minha noiva, mas nos apertamos pra pagar e agora nao conseguimos arcar uma festa de casamento que ela quer muito, o que devo fazer?”

    putz…

    0
    • Bolha Imobiliária 4 de agosto de 2011 at 11:12

      Eu até sei quem seja o economista famoso. Infelizmente ele caiu nos meus conceitos…

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  • Annibal 4 de agosto de 2011 at 10:32

    tremendo 171… isso beira ao desespero..

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    • Annibal 4 de agosto de 2011 at 10:35

      opa… era resposta ao post do Marcos, mas continuando…
      conforme ja foi discutido aqui… o aumento do credito imobiliário e consequencia do aquecimento de 3 anos atras….. e nao de uma boa situação presente…. esse e o famoso pega trouxa…

      0
  • Annibal 4 de agosto de 2011 at 10:51

    Putzzz….

    Início de pregão e a bolhespa derretendo… e dólar entrando na economia… mês passado foi recorde de ingresso de dólares…. pra onde estão indo???? Títulos???? Investimento???

    0
    • Carlos 4 de agosto de 2011 at 11:19

      Tem algo cheirando muito mal na economia brasileira.

      Enquanto a entrada de dólares no 1o semestre foi 1000% (mil por cento) maior que igual período do ano passado, neste mesmo período o investimento estrangeiro na bovespa caiu 70%. Como assim?????

      Enquanto EUA e Europa estão em crise, a bovespa foi a bolsa recorde em queda este ano. Perde só para grécia. Como pode?????

      Enquanto o BACEN aperta todos com aumento de juros, o governo alivia para alguns, dando 25 bilhões na “nova política industrial”, que de nova não tem nada. Não é uma contradição?????

      Senhores, independente de qualquer estouro, a nação está irremediavelmente perdida.

      0
      • Bolha Imobiliária 4 de agosto de 2011 at 11:53

        Olha

        Se não está nas cotações das ações, devem estar em outros lugares: Mercado futuro ibovespa 30k, ou titulos publicos

        0
      • Carlos Wagner 4 de agosto de 2011 at 11:54

        Carlos

        Nao sou economista e nao entendo muito de economia, mas não é dificil constatar que na economia brasileira existe algo de muito estranho, pra nao dizer obscuro. Basta prestar um pouco de atenção para percebermos que o governo que lá está, coloca acima de tudo o interesse em perpetuar-se no poder em detrimento da saude financeira do país.

        Vivemos atualmente uma gigantesca manobra de controle de massa e da opinião publica. Acredito que, quando o inevitavel acontecer, os brasileiros perceberão que a situação foi abafada por um longo tempo e que a crise será muito pior do que podiamos imaginar.

        0
        • luiz 4 de agosto de 2011 at 12:12

          Carlos, quer saber o q acontece no brasil?
          leia jornais de fora
          sempre tem alguem aqui mandando links bons, ai em cima tem uns.
          o povo brasileiro é igaul corno, sempre o ultimo a saber

          0
  • Marcos 4 de agosto de 2011 at 11:25

    Acho que estão indo pros titulos do governo, so quero saber como vai ser rolado esses juros mais pra frente.
    MEDO.

    0
    • Leandro 012 4 de agosto de 2011 at 11:39

      Gafisa no Ibovespa: R$ 6,79 -4,10%
      do chão não passa.

      0
  • Carlos Wagner 4 de agosto de 2011 at 11:46

    Olhem esse depoimento de um comprador GAFISA:

    Quando comprei meu apartamento em 2007, eu tinha a GAFISA como sinônimo de luxo e sofisticação, hoje, 4 anos de relacionamento depois, posso dizer que isso mudou completamente. A imagem que tenho da GAFISA agora é de uma empresa mesquinha de fundo de quintal, tudo isso por conta dos inúmeros problemas SEM SOLUÇÃO que ela me causou… Depois de 1 ano de atraso, além daqueles 6 meses de contrato, de ficar 3 meses sem ter onde morar e guardar meus móveis na beira da piscina PORQUE A GAFISA SE RECUSOU A PAGAR UM HOTEL E UM GUARDA MÓVEIS CONFORME RECLAMAÇÃO AQUI NO SITE “GAFISA ATRASA OBRA, DEIXA FAMILIA SEM TETO E NAO PRESTA ASSISTÊNCIA”, finalmente chegou o dia do acerto de contas e a GAFISA me faz a excelente proposta de R$ 2.800,00 por todo incômodo causado… Sem comentários… É pedir para entrar na justiça, né… Mas a GAFISA é ruim até o último momento e conseguiu contratar uma empresa de consultoria da sua altura, o que me fez abrir mão de usar FGTS para pagar o saldo devedor, senão estaria como muitos que ainda não pegaram as chaves porque não tem documentação para sacar FGTS ou fazer Financiamento… Pegando as chaves, logo me mudei (se lembram que eu não tinha onde morar…) e defeitos que não poderiam ser identificados na vistoria apareceram e novamente a GAFISA contratou uma empresa da sua altura para tentar arrumar sua lambança durante a obra. MORAL DA HISTÓRIA: Estou morando a quase 1 mês no apartamento sem água quente pois a tubulação de gás que vai pro aquecedor esta “entupida”. O programa de relacionamento “viver bem” da GAFISA, assim como todos os outros setores da empresa, é inútil, já marcaram 2 visitas e ninguém aparece… Por isso que eu digo, tão logo eu resolva todos esse problemas, a primeira coisa que eu vou fazer vai ser riscar a GAFISA da minha vida!!!!!!!!!

    No site reclameaqui existem centenas de reclamações quanto a pessima qualidade de infraestrutura e acabamento gafisa. E o pior é o desrespeito com os consumidores. Muitas outras construtoras estão sendo acionadas via site por diversos problemas, mas os mais frequentes são “os atrasos na entrega das unidades”.

    Será que esses atrasos por parte de diversas construtoras indica que ela não andam bem das pernas? Fica ai a questão a ser comentada.

    0
    • MrK 4 de agosto de 2011 at 13:13

      Carlos,

      A maioria das empresas entraram numa onda de competição no sentindo “quem botar mais imóvel no mercado antes vai aproveitar mais o boom”, e essa competição esqueceu alguns limites técnicos e até éticos das mesmas. É um efeito do superaquecimento.

      As grandes hoje JÁ contam com os 6 meses de atraso como regra pros imóveis (algo que deveria ser pra uma emergência! Absurdo!), além disso partiram pra uma corrida de mão de obra a todo custo, botando engenheiros muito jovens, peões novos, gente sem experiência, pra tocar obras, o que gerou esse tipo de desgate com os clientes e insatisfação geral.

      Isso não ocorreu só no mercado imobiliario não, vai ver a pós-venda de algumas montadoras de carro que cresceram muito, como a Hyundai, pra ver como é…

      pra crescer BEM e de forma sustentável é preciso investimento em estrutura, em pessoas, em serviços, em pós-vendas, mas no Brasil ninguém quer saber disso, só querem saber de empurrar vendas a todo preço e depois vê no que dá…

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  • luiz 4 de agosto de 2011 at 12:14

    Hoje até o rpesidente do Secovi está admitindo a crise.
    Mas vcs sabem pq da mundança repetina né?
    Já começaram a passar o chapéu pro governo

    ô Bolha, apesar do titulo do blog dar esperanças, quem vai pagar o pato é o governo, e quem paga o governo somos nós, esse pato vai cair na nossa conta. malditos comunistas.

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    • Marcos 4 de agosto de 2011 at 12:16

      Socialização dos prejuizos

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      • Philis 4 de agosto de 2011 at 12:46

        Ninguém aqui nunca se perguntou porque os políticos estão roubando mais do que nunca nesses últimos 8 anos? Muito simples: ELES SABEM QUE O PAÍS VAI QUEBRAR E ESTÃO GARANTINDO O DELES!

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  • Marcos 4 de agosto de 2011 at 12:15

    IBOV = -3,93
    IMOB = -5,07

    Ladeira abaixo para as construtoras…Mas os imóveis sobem… Somos a próxima Espanha, infelizmente

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  • Murdoch 4 de agosto de 2011 at 12:23

    Contribuindo com mais um relato da minha experiência.
    A mãe do meu cunhado é corretora de uma imobiliária de alato padrão aqui no RJ.
    Entre maio, junho e julho os 30 corretores que lá trabalham venderam 2 imóveis.
    Tá aquecido?

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    • Marcos 4 de agosto de 2011 at 12:35

      Se continuar assim, desemprego sobe. Inadimplência sobe. Tá céu de brigadeiro para o Ministro Mantega.

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    • Anonymous 4 de agosto de 2011 at 13:03

      Estão vendendo mais do que a média de imóveis usados na cidade de São Paulo, que é 0.3/mes por imobiliária. Considerando que o mercado na cidade de São Paulo é o melhor do Brasil, meus parabéns a esses corrtores.

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    • MrK 4 de agosto de 2011 at 13:25

      MURDOCH

      POR FAVOR mantenha-nos informados com esse tipo de coisa, informação muito valiosa!!!!!!!

      olha, acompanho no zap o número de imoveis a venda, copacabana caminha firme pra marca histórica dos 4.000 !!!!!! imagina, 4mil imoveis num UNICO bairro da zona sul a venda ?!?!?! quando comecei a monitorar era uns 3.500

      a barra que quando comecei a monitorar era uns 10.000 , já está em 12.300

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      • Paulo Rocha 4 de agosto de 2011 at 15:48

        Realmente a situação está pior do que parece e fedendo cada vez mais. Pensem bem no que significa 4000 imóveis a venda em Copacabana. Copacabana tem 4km de extensão, ou seja tem um apartamento a venda a cada passo que você dá!!! Isso é impressionante, nunca ouvi falar de tantos imóveis a venda numa area tão concentrada.

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  • luiz 4 de agosto de 2011 at 12:42

    quanto mais eles insistem, mais eu duvido
    no Estadao:
    Tombini descarta formação de bolha de crédito no Brasil
    Presidente do Banco Central avalia que, em um processo de alta de juros, a inadimplência tende a aumentar; ‘Mas nada diferente’, disse, ressaltando que continua em níveis baixos

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    • Carlos Wagner 4 de agosto de 2011 at 13:22

      Eu acho que pior do que a formação de uma bolha, seja de credito ou imobiliaria, é a irresponsabilidade do governo em negar tal existencia e nao tomar providencias tempestivas.

      Em Toda e qualquer situação há um ponto de ruptura que ultrapassado não haverá mais volta. Acredito que esse ponto no Brasil está sendo ultrapassado. O problema é que na atual conjuntura mundial, corremos o risco de nossa economia, literalmente, implodir com a fuga do capital estrangeiro.

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      • luiz 4 de agosto de 2011 at 14:16

        A unica atitude desse govenro é negar
        O Mantega faz 6 meses tenta biaxar o dollar no gogó,
        Leio os artigos do Celso Ming, o unico jornalista que enfrenta a patrulha ideologica e fala o que acontece

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  • Marcos 4 de agosto de 2011 at 12:50

    ibov = queda de 6%
    imob = queda de 7%

    circuit break??????

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    • Dan 4 de agosto de 2011 at 13:08

      E eu que achava que só o calote da dívida dos EUA provocaria este cenário! Caraca, estou boquiaberto! Alguém aí versado em economia sabe o que está se passando na bolsa?

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      • Fred Henrique 5 de agosto de 2011 at 16:14

        Eu diria que o dinheiro que você vai ganhar em 2014, 2015, está naquilo que você vai investir na bolsa HOJE.

        Posso estar enganado, óbvio, mas, se esta não for a tão prenunciada “crise final do capitalismo”, quem souber investir hoje vai ganhar uma boa grana.

        Para mim, a bolha imobiliária é passado. Já estou pensando na próxima bolha. Minha aposta é a bolha das empresas de energias limpas. Chance de ganhar (ou perder) dinheiro.

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  • MrK 4 de agosto de 2011 at 13:18

    AMIGOS,

    O livro que indiquei sobre manias e bolhas relaciona que bolhas imobiliarias quase sempre estão juntas com bolhas acionárias, nos EUA tivemos isso bem claramente com os casos bolha nasdaq e bolha imobiliária

    Aqui tivemos uma bolha na BOVESPA em 2008, quando ela caiu quase 60%, depois se recuperou muito rapidamente e agora amarga perdas violentas atingindo 20% no indice mas 50% em algumas ações, hoje as ações imobiliarias estão caindo mais de 5%, como previ gafisa já passou bem abaixo dos R$7,00, num ciclo de queda SUPERIOR A 60%.

    É o fim da loucura imobiliária a cada dia mais perto!

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  • guilherme Eduardo 4 de agosto de 2011 at 13:23

    O índie IMOB subiu!!! foi de -7,27 para -6,26 !!! kkk

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    • Leandro 012 4 de agosto de 2011 at 13:42

      Valor do aluguel chegou ao limite, analisa presidente do Creci-SP
      Fonte: imovelweb R7

      Alugar um imóvel residencial na cidade de São Paulo ficou, em média, 4,97% mais caro em junho, comparando com os valores cobrados no mês anterior. O aumento dos preços é a provável causa da redução de 8,97% no número de casas e apartamentos alugados – o quarto mês seguido de baixa na locação residencial na capital. “Essa situação pode estar indicando que se chegou ao fundo do poço na relação entre capacidade de pagamento das famílias e os valores pedidos pelos proprietários”, avalia José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

      Para ele, a mensagem por trás desse comportamento do mercado é a de que o aluguel está caro. Em junho, apartamentos de 3 dormitórios situados em bairros como Cambuci, Saúde e Tucuruvi, na Zona de valor C, foram alugados em média por R$ 2.569,00, o equivalente a 4,7 salários mínimos. “E ainda há o custo do condomínio, o que eleva essa conta para mais de cinco salários mínimos, que fica salgada para muitas famílias”, observa Viana Neto.

      Somente em bairros muito afastados do centro, como Capão Redondo e Campo Limpo, na Zona E, é possível encontrar imóvel cujo aluguel pode ser pago com um salário mínimo – apartamentos de 1 dormitório que eram alugados em junho por R$ 450,00 em média.

      Sem perspectiva de redução

      “Mesmo que a capacidade de pagamento das famílias tenha batido no teto, nada indica que os aluguéis começarão a baixar nos próximos meses”, avalia o presidente do Creci-SP. “Eventualmente, como é típico no mercado, pode haver meses em que eles baixem, mas a tendência é que eles continuem caros ou subam até mais por causa do desequilíbrio entre oferta e demanda expresso no déficit de mais de um milhão de moradias no Estado”.

      Em junho, o aluguel que mais baixou foi o de casas de 3 dormitórios situadas em bairros da Zona E (Campo Limpo, Capão Redondo, Itaim Paulista, Itaquera etc.) – o aluguel médio caiu de R$ 1.325,00 em maio para R$ 865,00 em junho, uma redução de 34,72%.

      Por outro lado, o aluguel que mais subiu – 57,82% – foi o de casas de 2 dormitórios situadas em bairros da Zona A, que reúne bairros mais valorizados, como Campo Belo, Cidade Jardim e Higienópolis – o aluguel médio passou de R$1.172,22 em maio para R$1.850,00 em junho.

      O perfil de imóvel que as pessoas procuram para alugar, no entanto, tem valor de locação mensal até R$1.000,00. Essa faixa correspondeu a 55,62% do total de novos contratos.

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  • guilherme Eduardo 4 de agosto de 2011 at 13:47

    Ontem fui ver alguns apartamentos com minha namorada. Ap de 50m2, 2 dorm, 1 banheiro e 1 vaga de padrão médio em osasco por R$ 172.000, para entrega em set/2013. Epreendimento Mirante Osasco. R$ 3.440,00/m2!!! e em 2 anos com a correção do INCC? é algo inimaginável, mas acontece.

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    • Anonymous 4 de agosto de 2011 at 17:01

      Tenho um nome melhor para o empreendimento “Miragem Osasco” pois vai se desfazer muito antes de 2013.

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  • Annibal 4 de agosto de 2011 at 14:18

    Poxa… pensei q o Brasil fosse o porto seguro da economia mundial…. sólido como uma rocha… entao pq a Bovespa ta caindo mais q todas as outras bolsas mundiais…

    Esse e´um belo exemplo de efeito manada, me corrijam se estiver errado…

    Sei q é mto cedo pra falar, mas se nenhum horizonte ensolarado for desenhado na economia mundial… acho q o gatilho q vcs tanto falam pode estar chegando… mas ainda e mto cedo…

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    • luiz 4 de agosto de 2011 at 14:26

      Efeito manda: hj o ministro Jobim, o unico decente, pulou fora.

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      • MrK 4 de agosto de 2011 at 14:40

        Annibal, quem investe na bovespa é gringo e gringo investe em dolar

        Quando ele sente que o real chegou no limite da valorização (e agora o real vai perder valor) ele tira o dinheiro daqui, porque por mais que ganhe com a bolsa, perde com a conversão da moeda…

        Eu particularmente acho isso meio perigoso em função dos fundamentos americanos, mas quem sou eu? Quem sou eu perto dos gringos? do mercado? Eles pensam assim e se eles realmente comecarem a sair da bovespa, essa pode voltar facilmente aos 25.000 pontos

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        • luiz 4 de agosto de 2011 at 14:57

          Quando o Mantega delcarou minimo de 1,5 pro dollar, acabou tudo, ou começou a virada.
          Agora vamos viver do que realmente somos, byebye world

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  • Annibal 4 de agosto de 2011 at 14:21

    Isso pq o banco central europeu anda comprando titulos podres de Portugal e irlanda… espera eles se juntarem a grecia,,, e a Espanha…. e a Itália… xiiiiii

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  • Marcos 4 de agosto de 2011 at 14:25

    Quem manda na bovespa são os estrangeiros.

    Como os brasileiros estão endividados, não tem como investir em bolsa. Brasileiro aproveitou o crédito farto para investir em imóveis. A segurança no investimento em imóveis é secular. Ou era até o LULA enfiar crédito no mercado imobiliário.

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  • Carlos 4 de agosto de 2011 at 14:34

    Deutsche Bank alerta sobre o “desta vez é diferente…” do Brasil.

    Aug 3 2011

    w w w .businessinsider.com/brazil-financial-problems-bovespa-selloff-2011-8?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+clusterstock+%28ClusterStock%29

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  • luiz 4 de agosto de 2011 at 15:03

    Bolha, essa merece a capa…

    The Greater Fool Theory (by Investopedia.com)

    Teoria do Tolo Maior:

    Uma teoria que afirma que é possível ganhar dinheiro através da compra de valores mobiliários (ou imobiliarios), sobrevalorizada ou não, e depois vendê-las com lucro, porque haverá sempre alguém (um tolo maior) que está disposto a pagar o preço mais elevado.

    Investopedia explica teoria do mais tolo
    Ao agir de acordo com a teoria do mais tolo, um investidor compra títulos questionáveis ​​sem nenhuma consideração à sua qualidade, mas com a esperança de vendê-los rapidamente para outro investidor (mais idiota), que também pode estar esperando para lançá-los rapidamente. Infelizmente, as bolhas especulativas sempre estouram, eventualmente, levando a uma rápida depreciação no preço das ações, devido à liquidação.

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    • Bolha Imobiliária 4 de agosto de 2011 at 15:05

      Ótimo. merece mesmo

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      • Leandro 012 4 de agosto de 2011 at 15:15

        Enquanto Copa não chega aos 4 mil anuncios do Zap (bola cantada pelo MrK), chegamos aqui no forum a 400 comentários, já não tá hora de um novo tópico Bolha?

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  • Marcos 4 de agosto de 2011 at 15:45

    Meus Deus Ouro com quase 2% de valorização e a 84,6 nesse momento no site da bovespa, os investidores estão comprando segurança a qualquer custo.

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  • Diego Assunção 17 de agosto de 2011 at 17:14

    Tem q alertar mesmo..

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