Minha Casa Minha Dívida 2ª Fase – Clube do Pai Rico

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Comments
  • trololó 28 de junho de 2011 at 20:38

    dilminha falando que não existem bolhas?

    hahahaha

    agora pede pro khadafi se ele tá vencendo a guerra na líbia

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  • MrK 28 de junho de 2011 at 20:44

    Um dos grandes fatores apontados pelos economistas que previram a bolha americana, foi a distorção que o governo fez no mercado lá (facilitou a compra e o crédito baixando demais níveis de exigências pra se ter um imóvel)

    No caso Espanhol temos também má interferência do governo.

    NÃO SE ESQUECAM que além desse subsidio tivemos desoneração de diversos materiais da construcao civil!! Quando o governo fomenta determinado mercado, fazendo a explosão da demanda ocorrer sem tempo pra ofertar responder, a formação de bolha é muito provável.

    POLITICOS não se importam com o futuro do país, eles só se importam em serem reeleitos, o governo quer postergar a crise de crédito ao máximo, jogando mais crédito na fogueira SABEMOS que isso retarda o problema, mas quando ele estoura o dano é muito maior, mas sabe de uma coisa? eles não ligam! contanto que o estouro seja quando outro tiver na cadeira…

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  • Ramires 28 de junho de 2011 at 21:25

    Quero ver o argumento dela quando começar a complicar o setor de imóveis. Tenho a certeza que a resposta ela já tem.

    Palhaçada o que esse governo fez com aqueles que votaram nela, o pobre é o que está sendo mais prejudicado.

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    • Rebecca 28 de junho de 2011 at 21:38

      O que eu acho curioso é ver gente rindo da situação da Europa e dos Estados Unidos, dizendo que as “potências opressoras” estão tendo o que merecem, e que o Brasil está se mostrando “forte e superior”. Haha.

      País que exporta predominantemente produtos primários rindo da desgraça dos seus principais mercados? Quero ver quando a quebradeira começar e esse pessoal perder o emprego, sem ter como pagar as inúmeras prestações do financiamento da casa, do carro e do cartão de crédito.

      Não podemos acreditar que nossa vida melhorou só porque temos crédito fácil por aí. Vida melhor é dinheiro no bolso, não dinheiro dos outros, a taxas de juros absurdas.

      Bobo é quem acredita no governo que está aí.

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  • MrK 28 de junho de 2011 at 22:31

    ai pessoal, já escreveram a música tema do nosso site!!!

    youtube.com/watch?v=Ivp4YqGCI-s

    hahahahah

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  • MrK 28 de junho de 2011 at 22:39

    soa familiar pessoal?

    corretora vs economista sério sobre pra onde vão os preços das casas

    youtube.com/watch?v=A2_Hmt-MKLA

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    • Marcelo 29 de junho de 2011 at 09:33

      Sensacional! O desespero da corretora é impagável.

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      • Marcos 29 de junho de 2011 at 21:27

        A verdade é dura de ser ouvida…rs

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  • Samuel 28 de junho de 2011 at 23:02

    Senhores,

    A questão, para mim, é sempre oferta x demanda…
    Eu não vou muito além, não tenho habilidades técnicas suficientes…
    Porém, fico pensando, não sabemos o real número de unidade ofertadas hoje… acho que ninguém sabe… temos a impressão de que esse número aumentou (quanto aumentou? será realmente que aumentou?).
    Agora, quando olhamos a demanda, diversas vezes falei aqui que não conseguia ver compradores neste Brasil.
    Então, para me contrariar, foi publicado um estudo da FGV… muito interessante h t t p : / / w w w . dnonline.com.br/app/outros/ultimas-noticias/38,37,38,72/2011/06/28/noticia_interna_brasilemundo,73905/pesquisa-da-fgv-aponta-que-9-7-milhoes-sairam-da-pobreza-no-brasil.shtml

    Parece que as classes A, B e C tiveram um aumento… o povo passou a ganhar mais, nada que justifique comprar um apartamento por R$ 500.000,00 (dois quartos – 70 m² – como citaram aqui).
    Somando ao que já escrevi, nota-se que o custo para para produzir um apartamento subiu como o preço de todos os outros ativos ( o saudoso José disse várias vezes isso aqui, de forma levemente agressiva, mas disse e o cara tava relativamente certo) e lembrarmos que a quantidade de gente com possiblidade para comprar aumentou (renda maior e crédito maior e MCMV), vemos a razão do aumento de preços.
    Senhores, a origem da alta todos estão cansados de saber (vale a pena um resumo, afinal sempre tem gente nova entrando no site), mas se vão se manter nesse patamar ninguém parece ter a resposta.
    Eu pensei um pouco, e talvez por conta do vinho chianti – torresole, cheguei a uma brilhante conclusão: Essa m x e x r x d x a não abaixa tão cedo!!!!
    Para o preço deste maravilhoso ativo cair, é necessário que a renda das famílias caiam, que o crédito pare e que o Governo não dê esmolas.
    A renda das famílias, por mais que goremos, não somem do nada. É necessário um maravilhoso ingrediente: crise, desemprego e empresário quebrando!!!
    Com certeza haverá uma crise para o Brasil, crises são ciclicas no sistema capitalista, quem prever uma acertará.
    A questão do crédito… bem parece que os bancos estão ávidos para ganhar dinheiro neste mercado (salvo maior engano).
    A questão do MCMV… meu Deus… estamos já na segunda fase, apesar dos pesares e cortes.
    Tenho muito respeito pelos post do Duda, deixo aqui meus parabéns, entretanto não consigo ver
    queda neste ano e nem no ano que vem.
    Sei que este site é sobre bolha imobiliária, eu tenho certeza que estamos em uma. Agora não acho que haverá quedas antes do final da copa e dos jogos…

    Um forte abraço.

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    • MrK 28 de junho de 2011 at 23:18

      Samuel, permita-me fazer um contraponto usando a própria lei da oferta e procura.

      Você disse: “Para o preço deste maravilhoso ativo cair, é necessário que a renda das famílias caiam, que o crédito pare e que o Governo não dê esmolas.”

      Isso seria aplicável a um ativo em que não temos limites de quantidade de consumo, por exemplo um ar condicionado, eu tenho 2, mas poderia ter 3, 4, se quiser até no banheiro..5… mas com imóvel é diferente, as pessoas na grande maioria querem e só podem ter 1, pois manter um segundo imóvel é muito caro e mesmo se comprarem pra alugar já vimos que não se paga. (custo do financiamento muito maior que aluguel recebido)

      Pelo fato que citei a demanda tem um limite, certo? Pelas quedas bruscas de vendas essa demanda já chegou onde consegue chegar, não é falta de crédito, é falta de gente interessada aos preços atuais, muita gente diz “já comprei o meu” e muita gente diz “a esse preço não pago”… hoje em dia quem a maioria que compra tá fazendo pra investir, especular, revender e não pra morar.

      Pelo lado da oferta, estamos vendo uma construção acelerada como nunca, a inflação da construcao esta vindo da MAO-DE-OBRA escassa, prova de que estamos construindo acima da nossa capacidade normal, cada espaçinho nas grandes cidades virou lugar pra prédio, certo? Lembre-se: MUITOS imóveis na planta não tem morador final, estão com especuladores pra revender.

      Agora combine os dois efeitos: Uma demanda que não quer comprar seja porque já tem o seu, seja porque a esse preço não paga + Uma oferta a crescer muito (Apartamentos sem dono)

      assim voce pode facilmente romper a bolha sem dimiunir crédito, sem mexer em juros e sem crise econômica, claro que esse estouro que citei seria mais leve, um estouro que viesse acompanhado de crise de crédito ou desemprego teria um potencial muito mais destrutivo nos preços

      abraços

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      • Luiz AG 28 de junho de 2011 at 23:56

        Só para comentar, será que é tão difícil perceber que isso é uma pirâmide de dinheiro?

        Para que o topo (imobiliárias) continue aumentando seus lucros é necessário que alguém entre na base da pirâmide (pessoas dispostas a comprar e com crédito disponível).

        Sim, a renda melhorou, mas a base da pirâmide não ganhou na loteria do dia para a noite. A média geral não teve um incremento de renda de mais de 50% em 2 anos, como subiu o preço do imóvel.

        A partir de um momento não haverá mais pessoas dispostas (ou com renda suficiente) para entrar na base da pirâmide, pois os imóveis estarão tão caros que não haverá renda o suficiente para pagar os empréstimos.

        Ainda devemos levar em conta que 30 anos é um limite de financiamento para que os juros não se tornem “moto-contínuo”, ou seja, nunca seja pago com a renda disponível para pagamento das parcelas.

        Meu pensamento é simples e tem base naquelas aulas bobas de economia, sociologia e ciências sociais na faculdade.

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        • Luiz 29 de junho de 2011 at 11:52

          Luiz xará
          a base da piramide é a classe C que hoje tem a forma de um losango,
          ABBCCCDDE
          (entenderam o desenho?)

          Ou seja, ainda tem lenha pra sustentar a fogueir apor mais x anos

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          • me 29 de junho de 2011 at 16:19

            Hahahahahahaha adorei a representação do Losango.

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    • Marcelo 29 de junho de 2011 at 09:15

      Moro em Niterói e acompanho sempre o FipeZap da cidade (na verdade de seus bairros, porque não existe um consolidado para a cidade). Mês passado teve QUEDA de mais de 1% em todos os bairros, menos Icaraí (mal comparando, a Copacabana/Leblon daqui).
      Estou esperando o de junho para ver o que acontece.

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    • Luiz 29 de junho de 2011 at 11:49

      Samuel , sua opinião é exatamente igual a minha, contudo concordo com os argumentos do Mrk.

      Temos uma bolha?
      provavelmente sim

      Ela estoura?
      não tão cedo

      O estouro é inevitável?
      não, ela pode ser evitada com atitudes enérgicas (*que não estãos endo tomadas)
      o governo pelo contrário, vai manter ela ainda mais por bons anos.

      Quando?
      ?????

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    • trololó 29 de junho de 2011 at 12:48

      tudo que tu falou tá certo, e assino embaixo.

      vai cair? sim, e TALVEZ caia bastante.

      esse ano ou ano que vem? duvido muito.

      penso que seja muito mais entre final de 2013 e 2015. TALVEZ somente depois das olimpíadas.

      quanto à crise brasileira e diminuição da renda brasileira: não se engane, 40% é dívida do brasileiro, tudo, tudo que é necessário, é apenas um tropeço da economia pra montanha vir abaixo rapidamente, e os bancos vão cortar crédito rapidinho igual 2008, quando não se precisava de comprovante algum pra fazer financiamento de carro, e logo depois da crise, até conta de celular vencida bloqueava o crédito. quem se lembra, vai saber como vai ser.

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      • MrK 29 de junho de 2011 at 13:32

        Gente, esse é um ponto que eu gosto muito de explorar (copa/olimpiadas)

        Os preços NÃO subiram por conta de copa/olimpiadas, portanto não acho que irão cair em função delas

        Ao meu ver, o que fez preço subir foi crédito e venda especulativa (para revenda), portanto esses fatores que tiveram força pra elevar o preço são os mesmos que terão força pra baixa-los (quando o crédito secar/encarecer e quando os imóveis forem entregues sem moradores)

        Copa e Olimpiadas é uma desculpa muito boa pra corretores justificarem e enganarem os mal informados, se fosse isso porque Brasilia, Curitiba, Santos… (que não tem olimpiadas e não serão sede do brasil na copa) cresceram pra caramba? Curitiba vai ter o que? Ampliação do estacionamento do aeroporto e Jogo da copa de Uganda vs. México? dá um tempo…

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        • Luiz 29 de junho de 2011 at 14:08

          Mrk, a despeito de tudo que concordo com vc, nessa não
          copa e olimpiada é fator sim, um deles, as obras da copa e olimpiada pressionam não só pela hospedagem de turistas, mas desapropriação das obras, infraestrutura, aumento da escassez de terras, materiais e m-d-o, marketing, estimulo do turismo como um todo, do comercio, da industria, e por aí vai nuima reação em cadeia numa cidade espremida entre o mar a montanha, o mangue e a favela.

          Considerar somente a hotelaria é apenas um fator, alias uma das maneiras de resolver isso é com a ampliação das marinas e hospedagem em navios e barcos, aliás muito chique isso, já fazem na holanda, italia, paris. e mto mais seguro.

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        • trololó 29 de junho de 2011 at 18:37

          não entendeu o que eu quis dizer:
          governo nao vai deixar de modo algum, nem em sonho, a bolha estourar antes da copa/olimpíada, e vai usar o dinheiro que tem e não tem pra evitar isso.

          depois que o rombo tá feito por causa da copa e olimpiada (bilhoes de $ em obra superfaturada e em politicos corruptos) aí que o governo não vai mais ter $ pra inflar a bolha, entendeu?

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          • MrK 29 de junho de 2011 at 19:24

            trololo, eu entendi sua teoria, mas não vejo como

            sem comprador pra esses imoveis não vejo como, a não ser que o governo comece a comprar imoveis residencias pra ele, pra usar como 2a e 3a casas de deputados.. só assim, cara, se a populacao simplesmente nao quiser comprar mais, pq acha que tá caro demais, nem com crédito custando 0% o governo consegue evitar a bolha de estourar… ele tem poder, mas não é infinito! veremos

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          • trololó 29 de junho de 2011 at 20:42

            ué, só estender o prazo de financiamento sem nenhuma entrada, ou então abaixar os requisitos de renda mínima, igual o mcmv

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        • MarcosBRA 2 de julho de 2011 at 15:34

          Isso é pura verdade: Os preços dos imóveis não tiveram essa alta exorbitante somente em função dos Jogos Olímpicos e da Copa… portanto não há de se esperar que uma eventual (e muito provável) queda, ocorra depois destes 2 eventos.
          Eu acho sim que a outros fatores que contribuíram para a alta.
          1) Crédito Farto (ainda que seja uma verdadeira armadilha)
          2) Super propaganda por parte do Governo e das Construtoras
          3) Aumento da massa salarial média
          4) O mercado estava mesmo retraído (mas isso já passou)
          Ainda existem outros que influenciaram mas em menor escala.

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      • Luiz 29 de junho de 2011 at 14:24

        esse tropeço pode ser agora, ou daqui 1,2,3, ou 10 anos.
        ai é que tá…

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        • me 30 de junho de 2011 at 10:16

          Olha… A cada mês que passa o pessoal aqui vai postergando mais e mais a data desse estouro. Pra onde se falava em final de 2012…

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          • MrK 30 de junho de 2011 at 11:02

            me, eu não adio não, mantenho minha previsão:

            cenário que eu desenho:

            De agora até o fim de 2011 = vendas congeladas, preço em ligeira queda (5%… 10%)
            inicio de 2012 até metade de 2012 = vendas congeladas, preços caindo um pouco mais dependendo da velocidade de entrega dos aps novos, ainda sem estouro, crédito comeca a secar.
            metade de 2012 até metade de 2013 = crédito encarece de verdade, inflação real alta, mais aps entregues, estouro pra valer, preços caindo na casa de 30%, sobre o que já havia caído antes

            agora, isso tudo são estimativas macro, é impossível precisar, posso errar facilmente 6 meses pra lá ou pra cá dependendo de muitas variáveis como desemprego, governo, EUA… posso errar tambem o % de queda

            abraços

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          • Duda 30 de junho de 2011 at 14:51

            Me, discordo. Eu mantenho minha data de novembro de 2012 (40% menos que agora nos preços). E de acordo com os meus calculos estamos pasando pelo momento de preços maximos. Hora de pegar caneta e papel, e escrever num caderno todos os fins de semana os preços de 5 ou 10 apartamentos e casas (nossa amostra), para graficarmos os preços ate novembro de 2012. Não me malinterprete, não sou teimoso, as coisas estão acontecendo de acordo com o esperado. A midia começou a acordar, as promoções aparecem por tudo o que e lado, ja começam as rebaixas, as construtoras caindo na bolsa. Tudo esta no lugar que tem que estar. Esta bolha não será diferente de todas as que existiram antes.

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          • luiz 30 de junho de 2011 at 15:31

            eu tbm discordo, não posterguei coisa nenhuma
            a data continuo achando só depos de 2015.

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          • Anon2 30 de junho de 2011 at 16:45

            prezado duda, desculpe-me mas voce está prevendo uma queda de 40% em 1 ano e meio???

            isso seria um estouro muito pior do que EUA (30% em 4 anos), Espanha (15% em 3 anos), e até mesmo a Irlanda (36% em 4 anos)!

            se a espanha está com 20% de desemprego, então o brasil ficaria com 40, ou 50% de desempregado?

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          • Duda 30 de junho de 2011 at 17:05

            Na Espanha o desemprego sempre foi altissimo, na faixa de 20 ou 25% no governo do Felipe Gonzalez. Depois a entrada no euro deu um “gas” na economia do pais, e aí virou um pais normal (?). Tudo mundo construindo, corretando e fornecendo materiais e serviços paras construção. Quando a bolha furou, a Espanha voltou ao que era. 20 % de desemprego, como tiveram por decadas. Nos Usa, posso estar equivocado, mas a queda real de preços foi bem maior que a assumida. Por isso provocou um desastre de alcance mundial. Aqui, nossa bolha provocara uma crise, sem dúvida, mas temos uma economía muito mais divesificada do que a Espanha, a crise não vai causar tanta dor.

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          • Anon2 30 de junho de 2011 at 17:37

            aqui diz que em 2009 quando chegou a 17% era o mais alto da historia…

            “A Espanha alcançou o índice recorde de desemprego de 17,36%, o mais alto de sua história.”

            bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/04/090424_espanhadesemprego_ai_rw.shtml

            desemprego espanhol desde 1986:

            google.com/publicdata?ds=z9a8a3sje0h8ii_&met_y=unemployment_rate&idim=eu_country:ES&dl=en&hl=en&q=spain+unemployment

            google.com/publicdata?ds=z9a8a3sje0h8ii_&ctype=l&strail=false&nselm=h&met_y=unemployment_rate&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=country_group&idim=eu_country:ES&tstart=515214000000&tend=1304132400000&hl=en&dl=en

            parece que nunca passou de 20%

            todas essas quedas de imoveis que citei sao reais, de indices oficiais, mas sao media nacional… daí tem cidades/regioes que cairam bem menos e outras bem mais…

            dito isso repito a pergunta: como poderia uma queda de 40% sem uma crise montruosa junto? e como uma crise tao monstruosa poderia se formar em tao pouco tempo? já era pra ter começado, senão nao dá tempo…

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          • Duda 1 de julho de 2011 at 14:31

            Olha, no ano 1997 já tiveram um desemprego superior a 20%, e pelo que eu lembro, esse patamar foi furado varias vezes na Espanha, sempre com o governo socialista. Lá aconteceu algo esquisito, que foi que praticamente toda a economia começou a girar em volta dos imóveis. Por lá não existe petroleo, nem pecuaria, nem é potencia mineira, nem energetica, nem potencia industrial. Só existe turismo e imóvel. Por isso o tamanho da crise. Aqui a economía é muito mais diversificada, por isso uma queda de preço de imóveis, mesmo de 40%, provocará uma crise, mas sem comparação com que estão vivendo lá. Claro que não dá para saber como vão se comportar todas as variaveis, isso é impossível.

            http://veja.abril.com.br/noticia/economia/desemprego-na-espanha-sobe-e-chega-a-21-3

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          • Duda 1 de julho de 2011 at 14:41

            Da uma olhada nesta tabela. Desde o ano 94 ate 97 tiveram um desemprego superior a 20%. Ate já tiveram um % maior que hoje, 22% no 94. Nos anos 80 foi sempre nesse patamar.

            es.wikipedia.org/wiki/Desempleo_en_Espa%C3%B1a

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          • Anon2 1 de julho de 2011 at 15:43

            duda, as diferenças nos dados de desemprego provavelmente advém das várias maneiras de medi-lo e tb se é dessazonalizado ou nao.

            mas e a crise?
            vem uma senhora crise por aí? ou os imoveis vão cair sem crise (acho que seria o primeiro caso)?

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          • Duda 1 de julho de 2011 at 16:19

            Cara, vamos ter um impacto, disso não tenho dúvidas, um senhor impacto, (ou uma senhora crise, se preferir). Mas o que vai gerar isso, vai ser o desequilibrio das contas publicas, e não o estouro por ele mesmo. Quero dizer: se este governo fosse mas conservador com as despesas publicas, e tivesse um bom superavit fiscal, um esfriamento da economia devido ao estouro da bolha, não faria tanto dano assim. Apenas um aumento de desemprego, acomodação de preços e depois uma lenta retomada. Mas o problema, e que com esta arrecadação recorde de impostos, produzida com economía superaquecida, nosso governo apenas se sai empatado nas suas contas. E continua gastando cada vez mais. Vc já imaginou o que vai acontecer com as contas públicas, se a economía esfriar, e começarmos a ter um deficit violento? Olha a Europa aí, para ver o que pode acontecer. Mas fique claro, o problema maior não é a bolha em sim mesma, e o desperdiço de dinheiro que o governo está realizando, e que não terá como sustentar depois.

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    • Duda 29 de junho de 2011 at 16:27

      Samuel, o MrK tinha dado uma dica simples e (na minha opinião) quase inquestionável que pode ser usada para vermos a queda antes do mundial 2014. Vamos dizer, 2013 por dar um exemplo, mas pode ser antes tb. Resumo assim: se todos dizem que os preços vão seguir altos ate 2014 (ano do mundial), o lógico é que quizer realizar lucro venda (ou tente vender) ANTES dessa data. Ninguém vai segurar um imóvel e esperar a derrubada dos preços. Como a data do mundial, quase todos concordam, marcará “um antes e um depois” do mercado imobiliario (exeto RJ), e muito razoavel pensar que a venda de promoções com fortes descontos, começará um pouco antes 2012 ou 2013. Acho esse argumento muito bom e forte. Se estiver errado na comprensão, peço o MrK me corrigir. SDS

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      • Luiz 29 de junho de 2011 at 16:45

        interessante, mas não
        em 2013/14 vai faltar até servente de pedreiro por causa das obras atrasadas, que vai refletir no custo, q

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        • Luiz 29 de junho de 2011 at 16:47

          que vai refletir no preço e assim por diante.
          a grande diferneça da copa pra olimipada que a copa é mto maior, em várias cidades, diferente do Rio

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          • MrK 29 de junho de 2011 at 17:02

            Duda, é isso aí mesmo!! Eu penso assim, acho que ninguém é bobo…

            Quanto as olimpiadas, gente, se fosse isso fator de disparada de preços, porque Santos está tão caro? E Campinas? Alias porque Londres (olimpiadas de 2012) não subiu o preço dos imoveis?! tá claro pra mim que é efeito de crédito e especulação…

            Vai dizer que é porque vai ter menos terreno pra predio porque vão construir um estádio?? pelo contrário, vai ter é mais imóvel pois vão construir uma VILA OLIMPICA!!!!

            0
          • Luiz 29 de junho de 2011 at 17:44

            Mrk, no Rio tá maior a bolha, andei lendo os numeros
            Algue´m rpecisava fazer um ranking, os campeões são rio, bh e Bsb.
            SP a subida já reduziu bem, parece que o povo daqui é mais alerta

            0
  • Marcello 29 de junho de 2011 at 00:48

    Mercado Imobiliário de BH sem risco de “bolhas”.
    terça-feira, 28 de junho de 2011

    Ao contrário do arrefecimento previsto para as atividades em diversos setores da economia, o segmento imobiliário deve continuar registrando elevados índices de expansão durante, pelo menos, os próximos dez anos. De acordo com especialistas consultados pela reportagem, mesmo com a robusta valorização dos preços dos imóveis, que em alguns casos já chega a até 600% na Capital, não há tendência de formação de bolha no mercado imobiliário, já que o crescimento tem sido sustentado pelo bom desempenho econômico do país, aliado aos aumentos da renda da população e das linhas de crédito e financiamento disponíveis.

    “Bolha significa um crescimento sem sustentação, e não é isso que ocorre no mercado brasileiro em geral, já que a demanda ainda está muito aquecida”, afirma o presidente da Câmara de Valores Mobiliários de Minas Gerais e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Ariano Cavalcanti de Paula.

    Segundo ele, a explicação para a valorização dos imóveis em patamares muito acima da expansão verificada na inflação e em outros segmentos é a correção da defasagem observada nos preços durante a década de 90 e meados dos anos 2000. “Nos anos 90, tivemos cinco moedas diferentes e não conseguimos controlar a hiperinflação. Além disso, o governo havia extinto o programa de habitação existente. Na época, alguns imóveis custavam menos que o preço de sua reconstrução”, argumenta Cavalcanti de Paula.

    “Em 1986, o setor atingiu o recorde de 600 mil unidades financiadas. O volume só foi alcançado novamente em 2009. Como o déficit habitacional ainda é muito grande, a valorização deve permanecer durante os próximos 10 a 15 anos”, avalia o presidente.

    Custos – Além da procura ainda muito maior que a oferta, outros fatores que contribuem para a valorização imobiliária são o encarecimento dos preços dos lotes, insumos e mão de obra, na avaliação do diretor da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG). Bráulio Franco Garcia.

    “As construtoras não estavam preparadas para um crescimento tão intenso e repentino e tiveram de contratar mais funcionários, recompor e aumentar os estoques e procurar mais loteamentos. Também há questões como a escassez de áreas disponíveis em Belo Horizonte e de mão de obra, o que contribui ainda mais para a elevação de todos estes itens. Construir imóveis também ficou mais caro”, esclarece.

    Segundo Garcia, não há risco de especulações imobiliárias na Capital, no Estado, nem no país porque a situação do mercado brasileiro é diferente ao que foi verificado nos Estados Unidos e na Europa em 2008, durante a eclosão da crise financeira mundial.

    “Os preços praticados nos Estados Unidos estavam inflados porque, como o imóvel também é um ótimo investimento financeiro em razão da segurança e da rentabilidade que proporciona, havia muita demanda por parte de investidores, e não porque as pessoas precisavam de moradia. No Brasil, ainda há um grande déficit habitacional, a população continua em busca da casa própria, o que coloca o mercado do país em outra perspectiva. O setor ainda tem muitas condições de expansão, haja visto o número cada vez maior de brasileiros subindo de classe social”, observa Garcia.

    Publicado em: 28/06/2011/ Diário do Comércio/ Economia

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    • Marcelo 29 de junho de 2011 at 09:19

      Mesmo blablabla de sempre. “Não há bolha… ainda há défcit… investidor não compra imóvel no Brasil.”

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    • MrK 29 de junho de 2011 at 10:28

      essa reportagem tem alguns momentos impagáveis:

      1- “o segmento imobiliário deve continuar registrando elevados índices de expansão durante, pelo menos, os próximos dez anos.” (hahahahaha, sério? daqui a pouco um kitinete no savassi vai custar o que ,10 milhoes? como alguém pode acreditar em tamanha bobagem, 10 anos de crescimento depois de uma valorizacao de 200%?)

      2 – “Segundo ele, a explicação para a valorização dos imóveis em patamares muito acima da expansão verificada na inflação e em outros segmentos é a correção da defasagem observada nos preços durante a década de 90” (essa é das minhas preferidas, os imoveis estavam dormindo, esqueceram de valorizar, um belo dia DO NADA, acordaram e resolveram correr atrás do prejuizo hahahah, nada a ver com crédito solto e especulação né? imagina…)

      3- O entrevistado dizendo que aqui nao tem compra de investidores e especuladores foi SEN-SA-CIO-NAL hahahahaahah

      que reportagem TOSCA

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  • Ricardo 29 de junho de 2011 at 07:50

    No tempo em que os imóveis ainda não tinham este preço absurdo eu já encontrei pessoas que queriam simplesmente passar o financiamento que elas tinham assinado, sem receber nem a entrada, nem as parcelas já pagas. Em algum momento, em um futuro próximo, as pessoas vão prestar atenção nos valores em que elas se comprometeram a pagar, 300, 400, 500 mil reais, e vão ficar muito felizes se apenas acharem alguém assuma essa dívida, mesmo que em troca de nada.

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    • Sant'Anna 29 de junho de 2011 at 08:39

      Isso é verdade, em um futuro não muito distante, quando não existiam essas valorizações, as pessoas passavam os imoveis para frente para não manterem a divida, o que mudo agora? Só o fato dos imoveis valorizarem, isso atraiu todo mundo e fez com q todos achassem que ficariam ricos por ter um ou dois imoveis para vender depois pelo dobro, assim q o preço começar a cair vai ter o mesmo desespero que as pessoas tinham para comprar mas agora para vender, o que trará os preços muito a baixo, e essa cena de pessoas doando seus imovéis vao voltar a repetir. Afinal o mercado é um ciclo onde vc nunca deve comprar na alta.

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  • Piaui 29 de junho de 2011 at 08:37

    Esse post de uma colega na thread passada é o que importa, o resto é BLÁ BLÁ BLA!

    Paty disse:
    28 de junho de 2011 às 15:25

    Estou adorando o Blog tenho lido tds os dias… Bom vou contar um pouco da minha historia que me da a absoluta certeza que o periodo de loucura na valorizaçao dos imoveis no Brasil chegou ao fim .Em 2006 eu e meu marido compramos um terreno em uma cidade do litoral Bahiano,em 2007 terminamos a construção de uma casa com um padrao relativamente baixo, o terreno em condominio fechado de classe media nos custou 25 mil e a construção de um sobrado de 125 metro quadrados nos custou mais 65 mil com um total investido de 90 mil reais.Em novembro de 2010 nos vendemos o imovel por 187 mil reais e acompanhando o comprador no processo de financiamento eu e meu marido nos perguntavamos se ele com uma renda de 7 mil bruta (menor que a nossa que gira entorno de 12mil) teria como pagar um financiamento de 2 mil e pouco ja que o salario dele limpo e de 5100 e ele tinha mais uma prestação de uma S10 no valor de 1050. A conta que agente fazia era simples somando as prestações dele fixas o que sobrava para alimentação e contas de agua, luz, condominio, lazer, roupas, medicamentos, etc, era 2000 e o padrão de vida que ele e a esposa leva é relativamente alto..Nos nos baseamos pelos nossos gastos mensais que giram em torno de 4000 reias por mes nos (eu e meu marido) não compramos nada a prestaçao, logo chegamos a conclusao que o comprador da nossa casa não teria como arcar com esse monte de dividas… dito e feito, com a casa nova eles compraram moveis, fizeram uma piscina e hj não conseguem pagar mais nada e estão vendo a casa .Eles estavam pedindo 200 mil e conseguiram vender por 180, como alguem pode perder 7 mil em tão pouco tempo.. isso pra mim é loucura mais exemplos como esse meu vão começar a aparecer um monte daqui pra frente..Acompanhando…

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    • MarcosBRA 30 de junho de 2011 at 11:21

      Relamente o post da colega Paty e Piauí, texto legal, bem redigido, contendo dados e não opiniões politico-partidárias como muitos fazem aqui.
      Eu concordo como a maioria aqui que exista uma bolha, ou pelo menos uma subida acelerada de preços que mais cedo ou mais tarde vai se auto-corrigir.
      Agora não concordo que a subida de preços seja causada exclusivamente pelo programa MCMV por 2 motivos:
      1) Os apartamentos de luxo foram os que mais explodiram, no Tatuapé em SP, imóveis que custavam 300 mil 5 anos atrás hoje custa quase 1 millhao. Desculpe, mas associar esse crescimento com o MCMV no mínimo mostra que tem gente que não sabe o que fala. Outra coisa, apesar de não ser adepto deste partido de corruptos que hoje está aí, eu já vi sim, pessoas que saíram de favelas e puderam financiar apartamentinhos desses de Cohab por 60 mil e hj tem pelo menos um lugar pra morar melhor.
      2) Eu já conheci uma pessoa que trabalhava em construtura famosa do setor popular, e ele me disse que o problema é que os próprios fornecedores de materias de construção, distorceram os preços quando o programa MCMV foi anunciado, então a construtora repassa esse aumento para o custo final absorvendo lucros também maiores, que vão cascatear em impostos também maiores e por fim numa alta generalizada do preço final. Então veja que quem gera a alta é a ganância dos empresários do setor de construção e não o governo em si. Eu seria a favor do programa desde que o governo liberasse a atuação de empresas estrangeiras no nosso mercado, pelos menos desse jeito, apesar de uma certa perda de empregos, nós poderíamos ter um crescimento no mercado menor e sustentável.

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  • RRR 29 de junho de 2011 at 10:16

    BBC
    27 June 2011
    Is Brazil’s economic boom a bubble ready to burst?
    “O boom econônmico do Brasil é uma bolha pronta para estourar?”

    www . bbc.co.uk/news/business-13932991

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  • Rebecca 29 de junho de 2011 at 10:56

    Construtora investe R$ 300 mi em 12 torres em Santo André

    A MZM Construtora (????), de Santo André, investirá R$ 300 milhões em um novo empreendimento na cidade.
    Serão construídas 12 torres e 2.016 unidades, em um terreno de 56 mil m2.
    O preço dos apartamentos, com dois ou três dormitórios e área de 55 m2 a 75 m2, deverá ficar entre R$ 230 mil e R$ 400 mil.
    “Foram lançados poucos imóveis com menos de cem metros quadrados na região. É um mercado com muita demanda não atendida”, diz o sócio da empresa Francisco Diogo Magnani.
    Na cidade de São Paulo, apartamentos semelhantes custam cerca de 50% a mais, de acordo com Magnani.
    “O preço deve atrair pessoas que já estão em Santo André e outras que trabalham na capital, mas que aceitarão viver um pouco mais longe”, afirma.
    A obra será construída no bairro onde era o parque industrial de Santo André.
    “A região virou residencial e passa por um processo de revitalização. Pediremos até algumas mudanças nos nomes das ruas para a prefeitura”, diz Magnani, que é fundador da MZM Construtora.
    O Valor Geral de Vendas do empreendimento, que terá uma primeira parte lançada em outubro, é estimado em R$ 600 milhões.

    Fonte: FOLHA DE SP http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me2906201101.htm

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    • Ramires 29 de junho de 2011 at 14:52

      Quanto a “Folha” cobrou para fazer essa reportagem?

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      • Rebecca 29 de junho de 2011 at 15:39

        É só ver os “banners” de anúncio, no site da Folha: Gafisa, MRV, Tecnisa e por aí vai…

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      • Luiz 29 de junho de 2011 at 16:20

        aquela região era uma antiga area industrial que estava abandonada a décadas graças a ação dos sindicalistas do ABC q obrigou as empresas a fugirem da região p o interior.

        Hj está sendo revitalizada. Precisava

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        • Rebecca 29 de junho de 2011 at 21:23

          revitalizar com apartamentos de 70m² a R$ 400.000,00? ok…

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  • Luiz 'SE COLAR COLOU' 29 de junho de 2011 at 11:03

    NÃO TEM NADA A VER MAS TEM TUDO A VER

    valores comercializados do Corolla em três países:
    No Brasil o carro custa US$ 37.636,00, na Argentina US$ 21.658,00 e nos EUA US$ 15.450,00.

    Outro exemplo de causar revolta: o Jetta é vendido no México por R$ 32,5 mil. No Brasil esse carro custa R$ 65,7 mil.

    Por que essa diferença? Vários dirigentes foram ouvidos com o objetivo de esclarecer o “fenômeno”. Alguns “explicaram”, mas não justificaram. Outros se negaram a falar do assunto.

    Quer mais? O Gol I-Motion com airbags e ABS fabricado no Brasil é vendido no Chile por R$ 29 mil. Aqui custa R$ 46 mil.

    O Corolla não é exceção. O Kia Soul, fabricado na Coréia, custa US$ 18 mil no Paraguai e US$ 33 mil no Brasil. Não há imposto que justifique tamanha diferença de preço.

    A Volkswagen não explica a diferença de preço entre os dois países. Solicitada pela reportagem, enviou o seguinte comunicado:

    “As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasil podem ser atribuídas à diferença tributária e tarifária entre os dois países e também à variação cambial”.

    Questionada, a empresa enviou nova explicação:

    “As condições relacionadas aos contratos de exportação são temas estratégicos e abordados exclusivamente entre as partes envolvidas”.

    Nenhum dirigente contesta o fato de o carro brasileiro ser caro. Mas o assunto é tão evitado que até mesmo consultores independentes não arriscam a falar, como o nosso entrevistado, um ex-executivo de uma grande montadora, hoje sócio de uma consultoria, e que pediu para não ser identificado.

    Ele explicou que no segmento B do mercado, onde estão os carros de entrada, Corsa, Palio, Fiesta, Gol, a margem de lucro não é tão grande, porque as fábricas ganham no volume de venda e na lealdade à marca. Mas nos segmentos superiores o lucro é bem maior.

    O que faz a fábrica ter um lucro maior no Brasil do que no México, segundo consultor, é o fato do México ter um “mercado mais competitivo” (?).

    A conta não bate e as montadoras não ajudam a resolver a equação. Apesar da grande concorrência, nenhuma das montadoras ousa baixar os preços dos seus produtos. Uma vez estabelecido, ninguém quer abrir mão do apetitoso “Lucro Brasil”.

    Ouvido pela AutoInforme, quando esteve em visita a Manaus, o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, respondeu que, retirando os impostos, o preço do carro no Brasil é mais caro que em outros países porque “aqui se pratica um preço mais próximo da realidade. Lá fora é mais sacrificado vender automóveis”.

    Ele disse que o fator câmbio pesa na composição do preço do carro no Brasil, mas lembrou que o que conta é o valor percebido. “O que vale é o preço que o mercado paga”.

    E porque o consumidor brasileiro paga mais do que os outros?

    “Eu também queria entender – respondeu Takanobu Ito – a verdade é que o Brasil tem um custo de vida muito alto. Até os sanduíches do McDonalds aqui são os mais caros do mundo”.

    Para o presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Gomes, os preços dos carros no Brasil são determinados pela Fiat e pela Volkswagen. “As demais montadoras seguem o patamar traçado pelas líderes, donas dos maiores volumes de venda e referência do mercado”, disse.

    Fazendo uma comparação grosseira, ele citou o mercado da moda, talvez o que mais dita preço e o que mais distorce a relação custo e preço:

    “Me diga, por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços das suas bolsas?”, questionou.

    Ele se refere ao “valor percebido” pelo cliente. É isso que vale.

    “O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

    “Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

    Amanhã a terceira e última parte da reportagem especial LUCRO BRASIL: “Quando um carro não tem concorrente direto, a montadora joga o preço lá pra cima. Se colar, colou”.

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    • Ramires 29 de junho de 2011 at 11:39

      Cara, eh um nojo ler essa materia. E esses valores serve para todos os setores. Nao eh a toa que ja batemos o record em arrecadacao de imposto 700 bi em 25 dias a menos. Nem quero saber. Se colar, colo.

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      • MrK 29 de junho de 2011 at 11:48

        Ramires e pessoal

        A cada 2 anos eu vou pros EUA e volto com tudo que preciso, não compro mais no Brasil:

        -Roupas
        -Perfume
        -Alguns tipos de Bebidas (dutyfree)
        -Tênis
        -Eletronicos
        entre outras coisas…

        aqui só compro carro porque não tem como fugir, ainda assim meu carro é importado e tem um bom custo beneficio

        abs

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        • Luiz 29 de junho de 2011 at 11:56

          Mrk, compre perfume pelo correio direto no site americano, demora uns meses, vem sem embalagem mas é mais barato que o dutyfree.

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          • Alexandre Borges 29 de junho de 2011 at 13:19

            Luiz , que site é esse ?

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          • Marcos 29 de junho de 2011 at 21:52

            também quero saber

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          • luiz 30 de junho de 2011 at 11:19

            deixem e-mail q eu mando pq é um link of topic não liberável aqui

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        • Fábio 29 de junho de 2011 at 14:37

          Mrk e amigos leiam a reportagem abaixo e acho que se encaixa perfeitamente com os imoveis, citaram até o metro quadrado na China comparado ao Brasil.

          Por que o carro é mais barato na Argentina e no Chile?

          – Veja o que as montadoras falam (e o que não falam) sobre o assunto

          – O Lucro Brasil não fica só na montadora, mas em toda a cadeia produtiva

          A ACARA, Associacion de Concessionários de Automotores De La Republica Argentina, divulgou no congresso dos distribuidores dos Estados Unidos (N.A.D.A), em São Francisco, em fevereiro deste ano, os valores comercializados do Corolla em três países:

          No Brasil o carro custa US$ 37.636,00, na Argentina US$ 21.658,00 e nos EUA US$ 15.450,00.

          Outro exemplo de causar revolta: o Jetta é vendido no México por R$ 32,5 mil. No Brasil esse carro custa R$ 65,7 mil.

          Por que essa diferença? Vários dirigentes foram ouvidos com o objetivo de esclarecer o “fenômeno”. Alguns “explicaram”, mas não justificaram. Outros se negaram a falar do assunto.

          Quer mais? O Gol I-Motion com airbags e ABS fabricado no Brasil é vendido no Chile por R$ 29 mil. Aqui custa R$ 46 mil.

          O Corolla não é exceção. O Kia Soul, fabricado na Coréia, custa US$ 18 mil no Paraguai e US$ 33 mil no Brasil. Não há imposto que justifique tamanha diferença de preço.

          A Volkswagen não explica a diferença de preço entre os dois países. Solicitada pela reportagem, enviou o seguinte comunicado:

          “As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasil podem ser atribuídas à diferença tributária e tarifária entre os dois países e também à variação cambial”.

          Questionada, a empresa enviou nova explicação:

          “As condições relacionadas aos contratos de exportação são temas estratégicos e abordados exclusivamente entre as partes envolvidas”.

          Nenhum dirigente contesta o fato de o carro brasileiro ser caro. Mas o assunto é tão evitado que até mesmo consultores independentes não arriscam a falar, como o nosso entrevistado, um ex-executivo de uma grande montadora, hoje sócio de uma consultoria, e que pediu para não ser identificado.

          Ele explicou que no segmento B do mercado, onde estão os carros de entrada, Corsa, Palio, Fiesta, Gol, a margem de lucro não é tão grande, porque as fábricas ganham no volume de venda e na lealdade à marca. Mas nos segmentos superiores o lucro é bem maior.

          O que faz a fábrica ter um lucro maior no Brasil do que no México, segundo consultor, é o fato do México ter um “mercado mais competitivo” (?).

          Um dirigente da Honda, ouvido em off, responsabilizou o “drawback”, para explicar a diferença de preço do City vendido no Brasil e no México. O “drawback” é a devolução do imposto cobrado pelo Brasil na importação de peças e componentes importados para a produção do carro. Quando esse carro é exportado, o imposto que incidiu sobre esses componentes é devolvido, de forma que o “valor base” de exportação é menor do que o custo industrial, isto é: o City é exportado para o México por um valor menor do que os R$ 20,3 mil. Mas quanto é o valor dos impostos das peças importadas usadas no City feito em Sumaré? A fonte da Honda não responde, assim como outros dirigentes da indústria se negam a falar do assunto.

          Mas quanto poderá ser o custo dos equipamentos importados no City? Com certeza é menor do que a diferença de preço entre o carro vendido no Brasil e no México (R$ 15 mil).

          A conta não bate e as montadoras não ajudam a resolver a equação. Apesar da grande concorrência, nenhuma das montadoras ousa baixar os preços dos seus produtos. Uma vez estabelecido, ninguém quer abrir mão do apetitoso “Lucro Brasil”.

          Ouvido pela AutoInforme, quando esteve em visita a Manaus, o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, respondeu que, retirando os impostos, o preço do carro no Brasil é mais caro que em outros países porque “aqui se pratica um preço mais próximo da realidade. Lá fora é mais sacrificado vender automóveis”.

          Ele disse que o fator câmbio pesa na composição do preço do carro no Brasil, mas lembrou que o que conta é o valor percebido. “O que vale é o preço que o mercado paga”.

          E porque o consumidor brasileiro paga mais do que os outros?

          “Eu também queria entender – respondeu Takanobu Ito – a verdade é que o Brasil tem um custo de vida muito alto. Até os sanduíches do McDonalds aqui são os mais caros do mundo”.

          “Se a moeda for o Big Mac – confirmou Sérgio Habib, que foi presidente da Citroën e hoje é importador da chinesa JAC – o custo de vida do brasileiro é o mais caro do mundo. O sanduíche custa US$ 3,60 lá e R$ 14,00 aqui”. Sérgio Habib investigou o mercado chinês durante um ano e meio à procura por uma marca que pudesse representar no Brasil. E descobriu que o governo chinês não dá subsídio à indústria automobilística; que o salário dos engenheiros e dos operários chineses não são menores do que os dos brasileiros.

          “Tem muita coisa errada no Brasil – disse Habib, não é só o preço do carro que é caro. Um galpão na China custa R$ 400,00 o metro quadrado, no Brasil custa R$ 1,2 mil. O frete de Xangai e Pequim custa US$ 160,00 e de São Paulo a Salvador R$ 1,8 mil”.

          Para o presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Gomes, os preços dos carros no Brasil são determinados pela Fiat e pela Volkswagen. “As demais montadoras seguem o patamar traçado pelas líderes, donas dos maiores volumes de venda e referência do mercado”, disse.

          Fazendo uma comparação grosseira, ele citou o mercado da moda, talvez o que mais dita preço e o que mais distorce a relação custo e preço:

          “Me diga, por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços das suas bolsas?”, questionou.

          Ele se refere ao “valor percebido” pelo cliente. É isso que vale.

          “O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.

          “Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.

          Amanhã a terceira e última parte da reportagem especial LUCRO BRASIL: “Quando um carro não tem concorrente direto, a montadora joga o preço lá pra cima. Se colar, colou”.

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          • RRR 29 de junho de 2011 at 15:45

            Hoje se compra carro novo mais barato do que no auge da “redução de IPI”, simplesmente porque naquela época havia um grande apelo, de que quando a “redução” acabasse os preços subiriam. MAS na verdade era uma BOLHINHA.
            Ou seja, as concessionárias ou quanquer um que vai vender alguma coisa, vende pelo maior preço pelo qual o “mercado” esteja disposto a “comer”.

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          • Luiz 29 de junho de 2011 at 16:23

            eu comprei o meu zero 3 meses antes da redução do IPI, me dei mal? que nada, consegui um desconto por causa da crise e paguei menos que cobravam com a redução do IPI.

            na épocas as fabricas não tiveram prejuizo um mísero mês.
            Isso é oq ue dá ter um presidente sindicalista, generoso com os companheiro e rpincipalemnte os patrão dos cumpanhero

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        • Duda 29 de junho de 2011 at 16:40

          Cara, saiu aqui no RS um artigo este Domingo que fala algo muito parecido com esto que tu esta contando. Depois vou transcrever os paragrafos principais. Por aqui no Sul a coisa e comprarmos dos vizinhos castelhanos (Uruguay, Argentina e Paraguay) tudo o que for possível. Incluíndo gasolina.

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          • olp 30 de junho de 2011 at 12:13

            podiamos criar um site bolha automobilistica hein..

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          • Duda 30 de junho de 2011 at 14:56

            Não é bolha, são preços muito inflacionados. Os carros ninguém compra pensando “na valorização futura”. O que acontece é que as montadores tem lucros absurdos. E o mesmo com todos os artigos de consumo no Brasil. Resultado do credito farto e a euforia da população, que já começa a se quebrar.

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          • olp 30 de junho de 2011 at 17:20

            agora entendi…

            casa (reserva de valor) é bolha, carro (bem de consumo) é preço inflacionado.

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          • Duda 1 de julho de 2011 at 14:57

            Sim, mais ou menos isso, pode ser usado como regra geral.

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    • MarcosBRA 30 de junho de 2011 at 11:50

      Fala Luiz Beleza cara?
      Boa Matéria também !
      Eu vi ali que o presidente da Honda disse tudo! ” Lá fora é mais sacrificado vender carros do que aqui..” e ” o preço vale o que o mercado paga”. Eu ainda responderia fácil que
      1) Aqui a demana por automóveis é muito maior que a oferta. O brasileiro é literalmente falando, um “bicho metido a besta” que compra um carro hoje e daqui a 2 anos acha que o carro deve ser usado por outro alguém inferior a ele e que ele deve ter um do ano para causar impacto onde vai… Aqui (isso também serve para imóveis) se a Ferrari vendesse seus carros a prestação,todo munod iria ter. Luiz, cara um morei um tempo no Canada e via que,genéricamente falando, os “as ruas (paisagem, urbanismo etc..) são bonitas e os carros são velhos (tem muuuito carro com mais de 10 anos rodando lá” aqui no Brasil ” as ruas são feias (pixação, favelas, buracos) mas os carros são todos novos” . Note que há uma distorção entre valores coletivos e individuais. Então enquanto os carrões novos lá ficam encalhados, aqui se faz fila para comprar. Sacou?
      2) Aqui, além do Lucro Brasil, não podemos esquecer do famoso “Custo Brasil” que são (pedágios, logística ruim, bola para o fiscal, gerente incompetente, comprador corrupto e por aí vai)
      Eu me lembro que quando o GM estava quebrando no mundo a única que dava lucro era a do Brasil, também concordo que FIAT e Volks determinam os patames de preços. Agora cá entre nós, eu é que não trocaria um New Civic por um Línea rsrsrsr
      abraço cara !

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  • Annibal 29 de junho de 2011 at 15:04

    Impressionante…

    Dois colegas aqui no trab. contando que acabaram de comprar duas salas comerciais em jacarepagua (RJ) de 34 m2 por mais de 200.000,00, falando em alto e bom som q o “lucro é certo” e ainda levaram familiares e amigos q moram de aluguel pra comprar, segundo eles, o familiar gastou toda sua poupança para dar entrada em uma sala…
    detalhe, até outro dia nenhum deles acompanhava o mercado imobiliario e hj viraram investidores… bastou um conhecido corretor ligar oferecendo um negócio imperdivel…
    segundo eles venderam no primeiro dia 70% das salas, nesse esquema de um leva o outro q leva um conhecido pra reservar e pagar a perder de vista.
    Se continuar assim vai demorar pra estourar essa me#$%rda…

    0
    • MrK 29 de junho de 2011 at 17:06

      annibal, essa é a prova cabal da especulação: “vou comprar porque vai valorizar muito”

      agora me diz porque uma sala comercial em jacarepagua tende a valorizar?! hãn?! alias tão construindo mais salas ali do que a demanda comercial quer…

      quem vai pagar a conta disso são sempre os últimos a entrarem, espero que seus amigos tenham chance de não tomar prejuízo, eu acho uma loucura o que fizeram pelo que voce conta

      abs

      0
      • Luiz 29 de junho de 2011 at 17:41

        não era lá o autodromo? no meio do mato? sala comercial lá?
        desculpem, minha ignorancia do Rio

        0
        • MrK 29 de junho de 2011 at 17:47

          luiz, lá mesmo… no mato

          tão levantando tanta sala comercial por lá que não sei não… ou a cidade se muda pra la (cidade eu digo classe média-alta) ou vai micar muita coisa, pois atualmente aquela região é de classe média e média-baixa, não vejo pra que tanta sala comercial, tendo a barra logo ao lado

          0
          • olp 30 de junho de 2011 at 12:14

            Mrk,

            “alias tão construindo mais salas ali do que a demanda comercial quer…” eh verdade isso?
            obrigado

            0
  • roberto 29 de junho de 2011 at 16:38

    Só para constar IBOVESPA subindo e as incorporadoras DESCENDO :
    Gafisa : R$ -0.09 (-1.18%)
    Cyrela : R$ -0.38 (-2.46%)

    O alfinete que vai estourar a bolha serão os pais da mesma, as próprias incorporadoras. Já ouviram aquele ditado : O cara tem o olho maior que a barriga.
    Pois é, não souberam para na hora certa, acreditando na propaganda do Governo : MILHOES de brasileiros acenderam a classe média hahahahahaaaaa. Onde deveria estar escrito MILHOES de brasileiros tiveram acesso ao credito fácil se endividando sem ter como pagar. Pois apos a tempestade sempre vem a bonança e apos a bonança sempre vem a tempestade e quem não estiver preparado vai naufragar.

    0
    • Duda 29 de junho de 2011 at 16:49

      Tambem acho que serão o primeiro elo a se romper. O estouro começara por alguma grande construtora pedindo concordata, ou falindo. O resto será como incendio de barraco, tudo muito rápido.

      0
      • MrK 29 de junho de 2011 at 17:09

        Grande Duda!!!

        Olha, eu tenho minhas dúvidas por 2 pontos:

        1- Teoricamente se uma construtora falir os preços dos imoveis tendem a subir, pois teremos menos oferta de apartamentos!!! A demanda não muda, a oferta cai… outra coisa é que hoje os compradores podem tocar a obra com outra incorporadora.

        2- Duvido que o governo deixe uma delas quebrar, assim como não deixou a tenda, ele simplesmente vai inventar uma operação de incorporação e segurar as pontas, é a cara do PT isso.

        pra mim desse mato não sai coelho!! abraços

        0
        • roberto 29 de junho de 2011 at 17:19

          O que pode ocorrer antes da quebra será uma corrida ao mercado para desovar as unidades e assim construir um caixa. Desta forma as construtoras acabam com a festa dos especuladores que terão duas opções : Baixar o preço e concorrer com as construtoras ou assumir os custos de um imóvel por um logo prazo (tem que ter fôlego e estomago para tanto).

          0
          • MrK 29 de junho de 2011 at 17:46

            roberto, concordo cara!!!

            o estoque delas tende a aumentar, acho que até por isso elas já estão freiando o ritmo de lançamentos… realmente quem comprou na planta simplesmente não consegue concorrer com as construtoras, se tiverem estoque vão desovar mesmo!

            0
        • Luiz 29 de junho de 2011 at 17:30

          Mrk, vc está certíssimo

          A fusão do carrefour com o pãodeaçucar tbm é uma missão de salvamento, pois a inflação deurrobu os lucros deles.

          E olha que mundo pequeno, o sócio do paodeaçucar é acionista grande do BTG que controla a PDG, maior incorporadora do país.

          Portanto meu caro Duda, esse governo é igual vaso ruim, não quebra de jeito nenhum

          0
          • xyz 29 de junho de 2011 at 18:24

            Se alguma grande empresa (incorporadora ou não) ameaçar as pretenções do governo (de manter a fachada impecável) , será prontamente “punida” com um financiamento salvador do BNDES.

            Agora, no dia em que o governo lançar mais um lotezinho de títulos para repassar à CEF ou BNDES e o mercado refugar (hoje o mercado está “comendo” tudo com muita voracidade), aí acende a luz vermelha e a boiada estoura.

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          • MrK 29 de junho de 2011 at 21:27

            xyz vc tem informacoes sobre a divida publica?

            era um tema que eu me envolvia mas hoje estou por fora, acho importante comecar a olhar os numeros do nosso governo, nosso orçamento, nossa balanca comercial… é bom ver se tem alguma fragilidade aí antes de pipocar na midia

            engraçado que antigamente era status termos reserva em dolar, como o Brasil tem, hoje já tem gente considerando mico… micasso.. já que o dolar rende quase 0% e está perdendo valor dia após dia com o FED imprimindo papel feito louco pra fechar o deficit deles…

            0
          • luiz 29 de junho de 2011 at 22:26

            Mrk esses numeros q vc perguna nao existe
            a contabilidade tá micada, fajutada
            a oposição chuta uns 12% de deficit real, é no minimo isso.

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  • Rodrigo 29 de junho de 2011 at 17:59
  • Rodrigo 29 de junho de 2011 at 18:52

    Quanto àquela região de Jacarepaguá ops Barra da Tijuca ops BARRA OLIMPICA (essa é nova!) está sendo construído o Centro Metropolitano, além disso, o Autódromo vai para Deodoro e no lugar será construído o Centro Olímpico Nacional de Treinamento, ao lado será o Rock in Rio, na frente deste será construído um hotel para atender os eventos no Rio Centro que terá ligação com o aeroporto (Transcarioca) ainda tem a Vila Olímpica e mais inúmeros investimentos para essa região (Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes) mas nem tudo são flores TEM UM RISCO

    Exame, Samantha Lima, 28/jun
    Nos últimos 30 anos, a Barra da Tijuca deixou de ser um grande areal para se tornar o maior canteiro de obras do Rio de Janeiro. A partir da década de 80, passaram a ser erguidos na região centenas de condomínios residenciais, torres de escritórios, hipermercados, shopping centers e vias de alta velocidade, formando um cenário que lembra cidades americanas, divididas em áreas comerciais e residenciais. A semelhança é proposital e nem sempre de bom gosto – um dos pontos de referência da avenida das Américas, que corta a região, é uma réplica da estátua da Liberdade, construída em frente a um centro comercial. Hoje, a Barra – na zona oeste carioca – abriga nove de cada dez lançamentos imobiliários do Rio. O engenheiro Carlos Carvalho, hoje com 87 anos, foi um dos primeiros a enxergar que a cidade encravada entre o mar e as montanhas teria de crescer para algum lugar além de Copacabana e do Leblon. Na visão dele, o areal que era a Barra da Tijuca funcionaria como a área de escape para a população de alta renda. Carvalho comprou os primeiros lotes na região na década de 70, depois de ver o plano diretor traçado pelo amigo arquiteto Lucio Costa, parceiro de Oscar Niemeyer no projeto de Brasília. “Ali, ficou claro que o Rio cresceria naquela direção”, diz.

    A Vila Olímpica do Rio de Janeiro será convertida em 2800 apartamentos após abrigar os atletas em 2016

    Em poucos anos, ele acumulou 10 milhões de metros quadrados na região. Quase metade deles já se transformou em empreendimentos. Mas ainda restam 6 milhões de metros quadrados de terrenos em suas mãos. Em um deles será construída a Vila Olímpica, que hospedará 10500 atletas durante os Jogos de 2016. Embora o projeto ainda não esteja pronto, sabe-se que o complexo terá cerca de 40 prédios com 2800 apartamentos. Após o término dos Jogos, eles serão transformados em residências.

    Os terrenos de Carvalho chamaram a atenção do Comitê Olímpico Brasileiro por ser vizinhos do complexo onde será realizada a maior parte das competições. O fato de atuar no setor imobiliário lhe rendeu o convite do COB e da prefeitura do Rio para entrar como investidor (com a área)e responsável pela empreitada.

    As oportunidades para sua empresa, a Carvalho Hosken, são enormes. Os riscos idem. Primeiro, as oportunidades. Estima-se que a venda dos apartamentos gere 800 milhões de reais, o equivalente a quatro vezes a receita da empresa em 2010. A Vila Olímpica também deve acelerar o desenvolvimento da região, valorizando outras propriedades de Carvalho – a prefeitura se comprometeu a levar luz e água até o local, além de uma linha de BRT (sigla em inglês para sistema de ônibus de alta velocidade). “Sem a Olimpíada, não seria possível negociar essa área em menos de 20 anos”, diz Carvalho.

    Agora, os riscos. A Carvalho Hosken terá de se endividar em 1 bilhão de reais para executar o projeto da Vila Olímpica, que dobrará de uma só vez a oferta de imóveis na Barra. Como os preços se comportarão, a partir de então, é impossível dizer. “Se o mercado desaquecer, os apartamentos vão encalhar”, diz um executivo do setor. Carvalho também tem o desafio de desfazer a má impressão deixada pela Vila Pan-Americana, conjunto de 17 prédios erguidos na mesma Barra da Tijuca para receber os 5000 atletas que vieram para os Jogos Pan-Americanos de 2007. O projeto, da construtora Agenco, gerou e continua gerando muita dor de cabeça para os compradores. A prefeitura, que deveria construir a estação de esgoto e as ruas de acesso ao local, deu para trás. As ruas foram pavimentadas às pressas e racharam pouco tempo depois. A estação de esgoto começou a ser construída um ano após o fim dos Jogos, quando o governo federal assumiu a obra. De sucesso de vendas – todos os imóveis foram vendidos no dia do lançamento -, o empreendimento se transformou em um mico gigante para a Agenco, que quebrou depois do episódio.

    A falência da Encol foi o maior revés da Carvalho Hosken, deixando um prejuízo de 150 milhões de reais a empresa

    “Não tenho medo”, diz Carvalho.”Faço isso há 60 anos.” Ele fundou a empresa em 1951, aos 27 anos, como empreiteira de obras públicas. Logo depois, ingressou no mercado imobiliário. Desde então, a Carvalho Hosken cede o terreno a um incorporador e recebe imóveis prontos como pagamento. Casado pela terceira vez e pai de quatro filhos, Carlos Carvalho continua trabalhando das 7 da manhã às 7 da noite. Nos fins de semana, costuma visitar empreendimentos, sempre acompanhado pela mulher, a arquiteta Heliana Lustman, 30 anos mais jovem que ele. Centralizador, envolve-se em detalhes dos projetos. “Certa vez, ele mandou botar granito na portaria de um prédio, para sofisticá-la”, diz Rogério Zylbersztajn, sócio da RJZ Cyrela. “Eramos contra, mas, no fim, conseguimos vender os apartamentos por um preço 10% maior.” Há 14 anos, Carvalho sofreu seu maior revés. A Encol quebrou enquanto construía o primeiro minibairro projetado pela Carvalho Hosken. Ele assumiu as obras e as negociações com 1800 mutuários, pediu empréstimo e finalizou o projeto em quatro anos, com prejuízo de 150 milhões de reais. No caso da Vila Olímpica, Carvalho terá de entregar tudo até dezembro de 2015, oito meses antes de o evento começar. Terá, então, 91 anos.

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    • trololó 29 de junho de 2011 at 20:33

      >>Em poucos anos, ele acumulou 10 milhões de metros quadrados na região. Quase metade >>deles já se transformou em empreendimentos.

      NÃO HÁ ESPECULADORES NO BRASIL!!!!!

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    • MrK 29 de junho de 2011 at 21:38

      ATENÇÃO para o ponto mais importante da ótima reportagem trazida pelo Rodrigo:

      “…vai executar o projeto da Vila Olímpica, que dobrará de uma só vez a oferta de imóveis na Barra…”

      DOBRARÁ… agora Analisem comigo:

      Barra hoje tem só no zap 7.100 apartamentos a venda, se juntar com recreio dá 11.500, se juntar jacarepagua vai pra 15.000 (ESTOU FALANDO SÓ NO ZAP, imaginem com todas imobiliarias juntas!!), quem conhece a Barra e eu conheco muito bem, sabe a quantidade de apartamentos encalhados e que ficam apagados por meses, a barra só tem uma ocupação boa no início dela…

      Outro detalhe: Mesmo com todo o “boom” (ou bolha) a barra não teve folego pra se valorizar nem perto dos índices da zona sul, até a tijuca valorizou mais percentualmente, agora querem enfiar ali de uma única vez mais 2.800 apartamentos??? hahahahah

      Tadinho de quem compra na Barra achando que vai valorizar…

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    • Frank 29 de junho de 2011 at 21:51

      a Península é do Carvalho Hosken, q teve a interessante idéia de trazer empresas construtoras de outras praças (Carmo e Calçada, de SP, Cannopus, de BH, e outras) p/ distribuir risco e agregar valor ao marasmo do padrão sofrível de acabamentos da dupla GAFISA e a nova RJZ/Cyrella, q, atuando na Barra, deixou de ser a velha e boa RJZ do acabamento de alto padrão em IPA/Leblon.

      o lance é q a Península, bem ou mal, vai desovando seus imóveis com parcimônia, aos poucos, dando tempo de o mercado absorver de modo q o preço não se prejudique tanto.

      agora, com essa Vila Olímpica, a não ser q tenham um schedule de venda gradual pós Olimpíadas, vai ser uma tremenda âncora de preço (ou mico mesmo) se for feito de uma tacada só.

      sobre essa coisa de chamar tudo de BARRA, isso evidentemente tem um limite, as pessoas mais atentas não são idiotas.

      falar q o lançamento é na Barra hj em dia não quer dizer absolutamente nada: pode significar do luxo ao lixo, em uma área gigantesta do tamanho de metade da Zona Sul.

      e o m2 médio do bairro deve ter a maior variância entre os bairros do RJ.

      para o conhecedor do Bairro hj, tomam força as designações de sub-bairros – Jardim Oceânico, Barrinha, ABM, Parque das Rosas, e os mega-condomínios – Novo Leblon, Riviera, etc.

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      • Rodrigo 1 de julho de 2011 at 15:38

        O Globo – Barra, Anna Luiza Santiago, 30/jun

        Limite entre Barra e Jacarepaguá confunde moradores, prefeitura, construtoras e Correios

        Quando é questionada sobre em que bairro mora, Sandra Maria Villela José hesita e diz: “Há controvérsias”. A resposta reflete a confusão em torno do limite entre Barra e Jacarepaguá. Moradora do condomínio Cidade Jardim, no Eixo Metropolitano Este-Oeste, Sandra vive num ponto que nem a prefeitura conseguiu definir com clareza. O prédio fica em frente à Estrada Arroio Pavuna, considerada parte de Jacarepaguá. Da varanda do apartamento, que foi vendido como um empreendimento da Barra, é possível ver o futuro Centro Metropolitano e o Hospital Sarah Kubitschek, considerados pelo poder público como partes da Barra. Segundo o CEP, porém, a construção está localizada em Jacarepaguá. No condomínio Rio 2, a situação é a mesma: CEP de Jacarepaguá e entrada pela Avenida Embaixador Abelardo Bueno, uma via da Barra.

        O decreto número 3.158, que estabelece a denominação, a codificação e a delimitação dos bairros do Rio, é antigo, data de 23 de julho de 1981. Desde então, a região vem apresentando um crescimento vertiginoso. Novas ruas surgiram sem que fosse dada uma definição legal a elas. E as construtoras avançam na região, vendendo prédios localizados na área controversa como propriedades da Barra.

        Sandra conta que preencher formulários em lojas nunca é uma tarefa simples:

        – Fico sempre em dúvida sobre o que colocar no campo “endereço”. Recebo cartas como Jacarepaguá, Barra e até Curicica.

        O mesmo acontece no Residencial Bretanha, localizado na Rua Alfredo Ceschiatti, dentro do Rio 2. Embora sua entrada seja pela Abelardo Bueno, uma via da Barra, segundo o decreto, as ruas no interior do condomínio fazem parte de Jacarepaguá, de acordo com o CEP. Uma rápida conferida na bancada da portaria é suficiente para atestar a confusão. A maioria das cartas é endereçada à Barra, mas há correspondências enviadas para Jacarepaguá.

        – Nosso CEP diz Jacarepaguá e o IPTU também. Mas todo mundo considera como Barra, até porque a construtora nos vendeu assim – conta Alexandre Monteiro, síndico do prédio, que mora no local há sete anos.

        Segundo o decreto da prefeitura, a Barra começa no Joá, passando pela ponte que liga a Estrada da Barra da Tijuca à Avenida Armando Lombardi, e daí segue pelas orlas das lagoas do Camorim e de Jacarepaguá até a foz do Arroio Pavuna, que, por sua vez, está excluída do traçado do bairro. A Estrada Arroio Pavuna também fica de fora até encontrar a Avenida Embaixador Abelardo Bueno, que, segundo o documento oficial, faz parte da Barra, assim como a Avenida Arenápolis, a atual Salvador Allende.

        Consultora imobiliária há quatro anos e meio, Maithe Rocha está acostumada a negociar com interessados em morar na região. Para ela, o limite é tênue:

        – Devido à proximidade com a Avenida Ayrton Senna, as pessoas acabam considerando que moram na Barra, mas a área do Cidade Jardim, por exemplo, é Jacarepaguá.

        Para a Ademi, confusão não afeta valores

        A corretora Maithe Rocha acredita que a classificação como Barra agrega valor aos imóveis:

        – As pessoas têm a ilusão de que moram na Barra, mas toda a documentação indica Jacarepaguá. A venda dos imóveis é estimulada por isso. Se for comparar com preços do resto de Jacarepaguá, há, sim, uma pequena diferença.

        Segundo Paulo Fabbriani, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e presidente da construtora Fator Realty, o preço dos empreendimentos é naturalmente maior por conta dos serviços que oferecem:

        – O preço do Rio 2 é maior pelos serviços agregados e não por estar localizado naquela área que muitos consideram Barra. Dentro dele, os apartamentos voltados para o Norte têm IPTU de Curicica, pois são menos valorizados. Os que têm vista para a lagoa pagam o IPTU da Barra.

        Segundo a Subprefeitura da Barra e Jacarepaguá, a linha que divide os dois bairros atende pelo nome de Avenida Embaixador Abelardo Bueno. Do lado direito, no sentido Avenida Salvador Allende, está Jacarepaguá. Do outro, a Barra. Porém, dentro deste bairro, estão situados o autódromo, o aeroporto e a lagoa de Jacarepaguá. Do lado de Jacarepaguá, fica o Centro Metropolitano da Barra, como é denominado pela própria prefeitura.

        – As fronteiras foram se expandindo. O desenvolvimento da região transforma os empreendimentos em destinos exclusivos. O Rio 2 está na Barra ou em Jacarepaguá? Está no Rio 2! A própria confusão das regiões administrativas fez com que as pessoas denominassem os empreendimentos como locais de destino – diz Fabbriani.

        Uma ronda pela Abelardo Bueno revela que a maioria dos prédios localizados do lado oposto ao autódromo leva Barra no nome, embora eles estejam na parte que a prefeitura considera Jacarepaguá.

        – Minha escritura diz que é Barra, mas algumas cartas chegam como Jacarepaguá. Conheço pessoas que moram na rua detrás, a Aroazes, e dizem que são de Jacarepaguá – conta o veterinário Roberto Teixeira, que trabalha no edifício Barra Corporate.

        Pelo visto, a dúvida da moradora do Cidade Jardim Sandra Maria vai continuar.

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    • Pedro 30 de junho de 2011 at 10:25

      Fica dificil avaliar a Barra como um todo… os imoveis no Jardim Oceanico tem preço de zona sul…

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  • Rebecca 29 de junho de 2011 at 21:54

    gente… a situação é confortável!

    29/06/2011 – Não vivemos uma bolha de crédito, afirma especialista

    Não estamos vivendo uma bolha de crédito. Foi isso que afirmou o economista-chefe da CNC (Confederação Nacional do Comércio), durante o 6º Siac – Seminário Internacional da Acrefi. Segundo Carlos Gomes, bolhas acontecem em países onde os juros são baixos, o que não é o caso do Brasil.

    “Só há bolhas quando as taxas reais de juros são baixas ou negativas, o que não é nosso caso. Além disso trabalhamos com taxas prefixadas que dão mais segurança”, explica.

    Baseado nesta afirmação, o especialista acredita que não começará em breve um ciclo de queda da Selic. “Não acho que haverá mais dois aumentos como espera o mercado, mas esperar que se inicie um ciclo de redução entre 2011 e 2012 também não é possível. As taxas reais mais altas nos ajudam a garantir um crédito mais saudável”.

    Menos agressivo

    No entanto, Gomes acredita que há espaço para que o Banco Central seja menos agressivo com relação aos juros.

    “As medidas macroprudenciais surtiram efeito. O crédito está crescendo menos. Além disso o País ainda vive um bom momento de emprego e houve desaceleração do IPCA, o que me leva a acreditar que não é necessário um aperto tão forte”.

    O executivo alerta que as incertezas nos cenários externos e o aumento da inadimplência são fatores que inspiram cuidado. No entanto, para ele, ainda há espaço para um crescimento tranquilo do crédito, principalmente o imobiliário. “A situação é confortável”.

    Fonte: Info Money

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    • Marcelo 29 de junho de 2011 at 22:03

      Esses caras só podem estar se fazendo de desentendidos… tocar na variável juros mas não no volume de crédito conjuntamente para afirmar que só em países de juros baixos é que ocorrem bolhas é uma piada de mal gosto.

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      • MrK 29 de junho de 2011 at 22:28

        Pessoal, olha só o que disse o camarada:

        “Só há bolhas quando as taxas reais de juros são baixas ou negativas, o que não é nosso caso.”

        será que não?? O crédito no Brasil pode parecer caro pra ele, mas se compararmos com nosso historico, no inicio da bolha tivemos a melhor selic da HISTORIA, 8%… esse valor pros americanos pode parecer um juros indecentes, mas pro Brasil é um juro nunca antes visto, o pessoal se tacou as compras

        se for seguir a lógica desse camarada, então se os carros baixassem 30% não vão vender muito, afinal os carros mesmo baixando isso continuariam mais caros que no resto do mundo… faz sentido essa lógica cretina?!

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        • luiz 30 de junho de 2011 at 11:12

          Mrk, ou a taxa de juros hj é baixa ou negativa.
          Eu não confio nos indices do IBGE.

          SE vc pegar o IGPM e descontar da SELIC, sobra pouco juros, se descontar imposto, tx de adm, custódia, sobra nada.

          Aí o povo tem duas opções, deixar a inflação comer o dinheiro na poupança, ou se arriscar em ativos, alavancando-se pra comprar CCC – carro , casa, computador.

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          • olp 30 de junho de 2011 at 12:19

            prezados,

            acho que podiamos concluir pelo menos uma coisa aqui:

            a taxa de juros é alta ou baixa?

            porque uma hora falamos que vai dar cagada porque o juros é alto, depois falamos que povo tem que comprar, pq a taxa é baixa (quiça negativa!!!!)…

            obrigado.

            0
          • luiz 30 de junho de 2011 at 12:36

            Olp, depende do índice, que aliás sempre vem atrasado em relação ao fato real.

            Costumo pensar que o juros precisa estar onde deve, caso contrário gera problemas.
            Se baixo demais, inflação.
            Se alto demais estagnação.

            Termos relativos, ok. Se temos uma das maiores infações do mundo o juros real é bem menor que nominal, mas a gente tem indices que vão de 4% a 12% ano. IGPM que é o indexador do aluguel, é dos maiores. Logo se pensar em mercado imobiliário o juros real pago pelo governo é pekeno.

            0
          • olp 30 de junho de 2011 at 12:47

            entendi Luiz, obrigado.

            veja se meu raciocinio esta certo entao:

            nao podemos entao dizer: “as pessoas vao morrer com os altos juros dos financiamentos imobiliarios” ne?

            afinal vc disse que eles sao baixo.. eh isso?

            obrigado.

            0
          • luiz 30 de junho de 2011 at 13:16

            não disse,
            o governo paga pouco de juros real se comparado aos valores que são cobrados pelo mercado imoibiliario, acho q é o contrário.

            entre deixar o dinheiro na poupança ou no fgts, acho vantagem se arriscar no mercado imobiliario, desde que primeira casa (impostos menores), fora isso, o risco cresce considerando que o grande aumento já foi e agora sobe pelas beiradas.

            se a pessoa morre ou não morre da pagar juros não sei, acho má intenção dizer q a inflação vai comer o valor do financiamento, tbm acho exagero dizer que ficarão num grande sufoco, o q pode acontecer é o valor real do imovel despencar e o cara ficar com mico do financiamento maior q o valor do imovel, aí se el por algum motivo ficar sem dinheiro, não vejo pq ele vai preferir ficar adimplente com esta conta e não com as outras.

            é um nivel de complexidade que envolve vários fatores, vai na contra mão de achar chavões e frases feitas certas ou erradas, seilá, vai ver eu to complicando demais.
            Se minha opinião pessoal vale,e stou emdesfazendo de todos os atiuvos possíveis de desfazer ainda esse semestre

            0
          • MrK 30 de junho de 2011 at 14:50

            OLP:

            Não confunda taxa de juros SELIC com financiamento imobiliário, veja bem:

            Os juros nomianis no brasil estiveram muito baixos na ocasião do inicio da bolha (8,25% de selic), os menores juros da historia do Brasil, ok? Como o crédito era farto ,poupança cheia, esse juros baixos se espelhou no crédito imobiliário, certo?

            Hoje os juros já estão consideravelmente maiores (12,25% selic) e o crédito encareceu um pouco, o problema é que o crédito da poupanca (barato) está acabando e tende a ser substituido por outros mecanismos de crédito muito mais caros, o famoso spread bancário (custo de repasse) maior.

            Em resumo, saímos de uma situação de 8,25 % de juros e spread de uns 2% = +/- 10%
            E vamos pra uma situação de 12,5% de juros com spread alto (5%…6%…7%…) = +/- 19%

            0
    • trololó 29 de junho de 2011 at 22:26

      “Só há bolhas quando as taxas reais de juros são baixas ou negativas, o que não é nosso caso. Além disso trabalhamos com taxas prefixadas que dão mais segurança”, explica.

      não seu idiota, mas é exatamente nesses países de juros altos que são pegos os bilhoes e injetados nos países de juros EXTORSIVOS como crédito “barato”, para então voltar a origem dando lucro aos bancos especuladores que fazem isso, chamado de Carry Trade.

      ou vocês acham que a correlação entre os EUA terem baixado as taxas para próximo de 0% ao ano após os ataques de 11 de setembro, e a explosão de crédito barato no brasil a partir de 2002/2003 é mero acaso??????

      0
      • trololó 29 de junho de 2011 at 22:27

        correção:

        é exatamente nesses países de juros BAIXOS que são pegos os bilhoes

        0
    • RAL 29 de junho de 2011 at 22:34

      Nossa nunca li tanta confusão em uma matéria de economia , este cidadão deve estar em outro pais!!!

      0
  • Marcos 30 de junho de 2011 at 00:12

    Gasto olímpico grego ilustra a perda de controle das finanças
    Vitor Paolozzi, Valor Econômico

    A realização das Olimpíadas de 2004 foi determinante para a crise da Grécia? Quando se imagina que hoje cada cidadão grego tem uma parcela de aproximadamente US$ 45 mil na dívida do país, é quase inevitável especular o quanto que os gastos desenfreados para viabilizar os Jogos de Atenas ajudaram para cavar o buraco atual. E, apesar de a resposta para a pergunta inicial ser não, um exame da aventura olímpica dos gregos serve para ilustrar por que hoje o país está à porta da União Europeia e do FMI com o pires na mão.

    O roteiro percorrido de 1997, quando a cidade foi escolhida como sede, até 2004 traz pelo menos duas semelhanças com a organização dos Jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro e, ao que tudo indica, com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016: explosão no orçamento inicial e atrasos nas obras. Até hoje, sete anos após o término dos Jogos de Atenas, não existe um consenso sobre qual foi o valor total gasto.

    Em 1997, autoridades gregas e o Comitê Olímpico Internacional estimaram um custo de aproximadamente US$ 1,5 bilhão. No final de 2004, o então ministro das Finanças da Grécia, George Alogoskoufis, disse que a conta bateu em US$ 11,9 bilhões. Em entrevista ao “The Times” londrino em 2009, um ex-integrante do governo, falando anonimamente, disse que o custo foi superior a US$ 17 bilhões. Mas, com a falta de transparência sobre os gastos, há quem estime que o país torrou 20, 25 ou até 30 bilhões de euros.

    “No fim, os Jogos não são uma causa fundamental para a dívida grega. Mas talvez o país não devesse ter aceitado fazê-los, porque houve um gasto significativo de dinheiro”, diz ao Valor Spyros Economides, professor da London School of Economics.

    Victor Matheson, professor de economia na College of the Holy Cross, em Worcester (EUA), e autor de vários estudos sobre o impacto econômico de grandes eventos esportivos, julga que “as Olimpíadas certamente são um reflexo dos problemas que o país como um todo enfrenta”.

    “Neste momento, a dívida da Grécia em proporção ao PIB é de aproximadamente 110%. As Olimpíadas acrescentaram cerca de cinco pontos percentuais nisso. Assim, em termos de tamanho total, os Jogos são uma pequena parte do problema. Contudo, eles levaram a gastos perdulários que não foram pagos e que talvez tenham reiniciado o hábito da Grécia de gastar em excesso”, diz.

    Para Jason Manolopoulos, autor do livro “Greece’s Odious Debt”, recém-publicado nos Estados Unidos e no Reino Unido, as Olimpíadas são “apenas mais um exemplo de má administração, corrupção, clientelismo e pensamento de curto prazo.”

    No ano passado, o ex-ministro dos Transportes Tassos Mantelis admitiu em depoimento ao Parlamento grego ter recebido propina de US$ 120 mil em 1998 da Siemens. A empresa alemã é suspeita de subornar autoridades gregas para vencer concorrências para equipamentos de segurança empregados na vigilância dos Jogos.

    Segundo a revista alemã “Der Spiegel”, também a operadora de ferrovias Deutsche Bahn possivelmente recorreu a subornos para ganhar a concorrência de um contrato do metrô de Atenas.

    Além da corrupção, os Jogos também forneceram exemplos de ineficiência, má administração e planejamento falho. Houve atrasos nas obras, o que obrigou gastos extras para terminá-las em tempo. E, hoje, várias das instalações construídas para abrigar as competições estão abandonadas. O pior, no entanto, é que as despesas continuam correndo. No ano passado, a imprensa grega revelou que a agência criada para administrar a Vila Olímpica vem aumentando desde 2006 o seu número de funcionários, contratando profissionais como designers gráficos, especialistas em comunicação e psicólogos.

    Após a amarga experiência olímpica grega, Manolopoulos e Economides apontam algumas lições para o Brasil. “Um projeto de infraestrutura, como o do metrô, vale mais do que uma cobertura luxuosa para um estádio”, diz Manolopoulos. “O principal é manter os custos tão baixos quanto possível, e não ser extravagante, fazendo construções que serão inúteis. Creio que está ficando cada vez mais difícil justificar para um contribuinte porque se deve promover esses Jogos se eles vão custar uma soma fenomenal de dinheiro”, completa Economides.

    0
  • Annibal 30 de junho de 2011 at 09:54

    Os empreendimentos q falei são na taquara e freguesia, longe do autódromo…

    Ao todo só os três lançamentos da patrimovel jogarão mais de 1500 salas comerciais na região, fora dezenas de outros q estão acontecendo…

    Diariamente recebo e-mails de oportunidades de “investimento”…

    O q me preocupa mais é o q acontecerá no pós olimpíada… se o Brasil se endividar demais, a crise pode ser muito maior do que na europa, pois quando o capital externo for embora, a conta deverá ser paga pelos brasileiros (q hj consomem sem pensar), só q nós já pagamos a maior carga tributária do mundo, não dá pra aumentar sem quebrar todo mundo…. o negócio pode ser muiiiito feio…

    0
  • me 30 de junho de 2011 at 10:09

    Tava pensando o seguinte: com essa alta toda tem gente fazendo “downgrading” de moradia, indo para bairros mais baratos. Será que essa migração dessas pessoas de bairros com qualidade de vida superior não poderia trazer melhorias para os bairros mais pobres?

    P.S: com todo o respeito já espero uma avalanche de discordância acrobática, mas acho que sempre pode ser interessante saber o que o cara do lado tá vendo.

    0
    • Annibal 30 de junho de 2011 at 10:34

      Me

      Acho que o q já está acontecendo aqui no Rio é a mesma coisa q ja aconteceu em outros países q sediaram grandes eventos internacionais, a população nativa é empurrada na direção da periferia e as áreas mais valorizadas são ocupadas por investidores internacionais…

      Não vejo isso como uma coisa positiva, pois num primeiro momento as pessoas q estão sendo forçadas em direção a periferia vão encontrar um cenário de padrão de vida mto inferior ao seu, em um segundo momento os preços dessa região periférica irão subir empurrando seus habitantes para regiões mais afastadas ainda, é um movimento em ondas e não tende a acabar bem, além de gerar desconforto e insatisfação para as familias.

      0
    • Marcelo 30 de junho de 2011 at 11:00

      Por um lado sim: se aumenta a renda média dos moradores daquela área, é capaz de termos ofertas de produtos e serviços melhores. Mas e pra quem tradicionalmente morava por lá? Como fica?
      Outra questão: transporte. Como todo mundo sabe, o transporte público é usualmente caótico. Esses “migrantes” usarão o público ou inundaram as vias com carros? Um ótimo exemplo disso é a região oceânica de Niterói. A migração vinha ocorrendo já há algum tempo, mas não houve melhoria de transporte (serviços melhorou um pouco, mas educação, por exemplo, estagnou). Resultado: vias de acesso sempre congestionadas nos horários de rush, que a cada ano fica mais dilatado.
      Por último: acho que o sonho desses “migrantes” é voltar para o local de origem, depois de conseguir acumular mais poupança para viabilizar isso. Mas o que acontece se as pessoas se comprometem com o pagamento de um bem que tinha o valor inflado e que agora vale bem menos?

      0
    • luiz 30 de junho de 2011 at 11:07

      me, os urbansitas chamam esse processo de gentrificação, acho q vem do gentrification, coisa da época de estudante.
      No brasil e nos EUA é diferente, existe melhor qualidade de vida na periferia, no brasil na periferia intermediária, a ZS de vcs, nos EUA em toda ela, diferente do estilo europeu onde se vive melhor nos centros. Nossos centros são um horror pra morar, talvez o efeito citado gere revitalização destes, talvez piore.

      Isso q vc fala de melhora ro nível de vida na periferia, depende do q vc considera ganho de qualidade, pros americanso é importante ter vaga pra 2 SUVs, na europa carro é um estorvo, qdo precisam alugam um. Aqui depende, se é condomínio fechado tipo alphavile é mto melhor desde q vc goste de viver isolado dos seres humanos, isso via longe

      O fato é que o governo não ta investindo o suficente em infraestrutra, então se é classe A e B indo pra periferia eles se viram bem gastando por conta própria transporte e segurança, agora se for a C é piora de vida sim, sem investimentos no montante necessário pra atende-los. Considere que a D já esta lá e a E, fora do emrcado.

      0
  • Elias 30 de junho de 2011 at 10:48

    Mais um artigo no Valor Econômico de hoje, falando sobre os riscos que corremos.

    Um alerta pessimista do BIS sobre a economia mundial
    Valor Econômico (30/06/2011)

    O Banco de Compensações Internacionais (BIS) emitiu um alerta com alta dose de pessimismo sobre o futuro da economia mundial em seu relatório anual divulgado no domingo. (…)

    A política monetária frouxa dos países desenvolvidos, com juros próximos de zero,(…) deram um formidável incentivo às operações lucrativas de especulação com moedas, tornando um jogo quase certo e de baixo risco endividar-se em dólares ou francos suíços para aplicar nos países emergentes.

    Esse ingresso maciço de capitais tem pelo menos dois efeitos nocivos. “Eles tornam possível o rápido crescimento do crédito mesmo na ausência de poupança doméstica”, adverte o banco. Isso favorece o surgimento de bolhas nos mercados de ativos, como o imobiliário, e pode levar ao superaquecimento das economias emergentes, um capítulo que hoje está em pleno desenvolvimento. Por outro lado, esses fluxos desestabilizam as moedas dos países receptores, valorizando-as e fechando o círculo, ao incentivar importações que atenderão à elevação artificial do consumo doméstico.

    (…)

    “Uma mudança súbita na direção desses fluxos pode causar estragos nos preços dos ativos, nas taxas de juros e até nos preços de bens e serviços dos países nas duas pontas desses fluxos”, diz o relatório. Assim, uma das conclusões principais é de que “globalmente, a atual política monetária é inconsistente com a estabilidade de preços”.

    (…)

    Ações para contrabalançar os desequilíbrios entre países com enormes déficits comerciais e os superavitários não estão sendo tomadas com o vigor necessário, aponta o BIS, para quem elas pedem ação coordenada global. Os países superavitários se recusam a estimular o consumo doméstico e valorizar sua moeda (caso chinês) e os deficitários continuam brincando com fogo ao manter um consumo acima de suas possibilidades.

    0
    • Rebecca 30 de junho de 2011 at 10:54

      “Esse ingresso maciço de capitais tem pelo menos dois efeitos nocivos. “Eles tornam possível o rápido crescimento do crédito mesmo na ausência de poupança doméstica”, adverte o banco. Isso favorece o surgimento de bolhas nos mercados de ativos, como o imobiliário, e pode levar ao superaquecimento das economias emergentes, um capítulo que hoje está em pleno desenvolvimento. Por outro lado, esses fluxos desestabilizam as moedas dos países receptores, valorizando-as e fechando o círculo, ao incentivar importações que atenderão à elevação artificial do consumo doméstico”.

      Disse tudo.

      0
      • Annibal 30 de junho de 2011 at 11:10

        O Brasil tem pouca poupança interna…

        Qdo todo esse dinheiro retornar ao seus países, o crédito vai minguar, as taxas q já são altas vão na estratosfera e ninguém (assalariados) vai ter dinheiro pra consumir nada… o pior é q as pessoas acham q o Brasil é a bola da vez por conta de sua capacidade de desenvolvimento…
        Estamos deixando passar uma chance de ouro para promovermos mudanças estruturais necessárias para um desenvolvimento longo e duradouro….

        0
    • MrK 30 de junho de 2011 at 11:18

      Elias, concordo com a corrente desse texto. O FED rodou a maquina e imprimiu bilhões de dolares pra estimular a economia local e tentar evitar a quebra de empresas por lá, esses dolares em massa voaram para países emergentes como o Brasil e formaram bolhas

      Qualquer um que entende de economia básica, sabe que crédito deve ser fruta da poupança (uma pessoa se sacrifica e poupa, para emprestar para outra poder investir e gerar empregos)

      Uma economia forte (exemplo: EUA decada de 60/70) é baseada em forte poupança interna e investimentos da mesma em produção, fábrica, tecnologia e infraestrutura.

      Uma economia-bolha é feita do oposto: Poupança fraca, endividamento internacional e uso do crédito não para investimento e sim para consumo (casa, carro, TV), Exemplo: EUA atualmente.

      O Brasil hoje é um meio-termo, ele tem os erros do EUA atual (baixa poupança e crédito pra consumo), mas tem um pouco de investimento estrangeiro não-especulativo, pre-sal e commodities que garantem um superavit na balança. O X da questão é qual lado ganhará a queda de braço????

      Na minha visão ganhará o lado negativo infelizmente, pois não vejo o governo estimulando poupança, vejo os gastos do governo todos voltados pra elefantes-brancos, copa, olimpiadas etc… BNDES servindo interesses escusos… e vejo o governo omisso em enfrentar a bolha imobiliária… pra mim quem ganhará nesse cenário todo será a Asia, especial a China, centro produtivo do mundo atualmente, em breve valorizarão a moeda deles e o poder de compra deles vai aos céus.

      Abs

      0
  • Carlos Schmidt 30 de junho de 2011 at 13:50

    Rossi, Cyrela, Gafisa e PDG até agora cerca de -3% (Bovespa). Isso é porque estão “bombando” nas suas vendas. Aliás, todo tombo Bovespa está ligado à construtoras e as “empresas de papel” do Eike. O aumento dos juros do tesouro americano na década de setenta acabou com o milagre brasileiro e afundou a classe média. Em breve aumentarão de novo de novo e a mãe do PAC será a mãe da bolha. Quanto será que ela ainda tem de munição para não carregar esse título?

    0
  • DRN 30 de junho de 2011 at 14:11

    Vários economistas estão apostando numa apreciação do dólar frente ao real em 2013. Acabei de ler no Valor de 28.06 que os bancos estão comprando dólares com essa aposta. O dólar comercial está sendo vendido a R$1,56. Será que não é hora de alocar de 5 a 10% dos ativos em dólar? Ou será que o chão ainda está longe?

    0
    • luiz 30 de junho de 2011 at 14:35

      acho q pra PF tah longe ainda, pra pessoa jurídica a hora ja começou, no volume de movimento de uma PJ, tem que começar algum dia, acho q os maiores ja devem mesmo estar começando, apostando na max.

      0
      • olp 30 de junho de 2011 at 17:52

        Luiz,

        voce acha que teremos uma maxi?

        Orbigado.

        0
        • Rodrigo 5 de julho de 2011 at 11:13

          Se Congresso Americano não renovar o teto do endividamento do Governo em agosto, haverá corte de despesas ocasionando nova recessão e baixa do dólar.

          0
    • MrK 30 de junho de 2011 at 14:55

      DRN, se alguém souber a resposta disso fica rico!

      o máximo que posso fazer é te passar uma análise fundamentalista: Enquanto o FED continuar imprimindo dolares para fechar as contas do deficit trilhonário do governo americano, o caminho natural do dolar é cair, cair e cair…

      veja bem, os EUA tem deficit de orcamento, deficit de balanca comercial (importa tudo da china), familias endividadas e vive na base do crédito internacional pelo status do dolar como moeda universal, a situação deles é grave, se você quiser se diversificar compre outras moedas, mas não dolar, eu penso assim

      abs

      0
      • Gus 30 de junho de 2011 at 17:57

        E digo mais… A China vem se desfazendo das suas reservas em dólares há tempos… Porque será ? E isso é aberto para quem quiser se informar.
        Já é consenso entre alguns economistas e investidores, inclusive o megainvestidor George Soros, que em futuro não muito distante, o dólar não vai valer nem a tinta impressa nele.
        Fiquem atento aos movimentos mundiais… e não somente no cenário doméstico.
        Dólar em caixa será sinônimo de mico. Pesquisem… “crise do dólar”.
        E por mais inacreditável que isso possa parecer, dentro deste cenário tenebroso que tende a ficar mais tenebroso ainda, para o EUA, isso será o melhor que pode acontecer.
        E o Brasil, como sempre, parece que ainda não entendeu o recado…. mas como diz o Lula… o Brasil nunca teve tantos dólares em reservas como agora…

        0
        • Duda 1 de julho de 2011 at 15:29

          Gus, tu acertou na mosca. Com dolar fraco, Usa se fortalece, e o resto vai para o saco. Parece que o nosso governo não entendeu esse recado.

          0
    • Duda 30 de junho de 2011 at 17:20

      Essa sim que é dificil… eu vejo que Usa esta fazendo tudo o que for possível para o dolar derreter. Mas se tiver uma crise no Brasil (algo beeem possível) o dolar sempre dispara nessas circunstancias. Mesmo com Usa pedalando em contra… Não sei que te dizer. Há um tempo atras escutei que a grande aposta era comprar Euros, pois a Grecia ia ser expulsa do Euro, e isso ia “cortar” a doença dessa moeda, se valorizando muito mais. Mas a Grecia não foi expulsa… e tudo segue igual. Ate as vezes suspeito que vão manter a Grecia dentro do Euro, só para ter como desvalorizar quando o Euro fica forte demais… O assunto das divisas é complexo demais.

      0
  • de Freitas 30 de junho de 2011 at 15:07

    Pessoal, vou ser bem direto sobre a bolha imobiliária que foi criada no Brasil. Acho que todos estão carecas de saber que facilitaram o crédito para que pessoas menos abastadas pudessem comprar, e isto é positivo, porém vivemos num sistema capitalista onde as construtoras e donos de imovéis percebem rapidamente o aumento da demanda (O governo costuma demorar uns anos) e aumentam rapidamente o preço dos seus imóveis. E várias pessoas escolheram investir neste ‘ativo’ como investimento, o que só aumenta o preço para pessoas que querem comprar para morar. Em brasília isto é acentuado pela alta concentração de renda e funcionários públicos que possuem estabilidade e ganham bem. Acredito que a única forma de combater isso é o governo ESTADUAL/DISTRITAL aumentar o imposto (IPTU) sobre imóveis desocupados e terrenos vazios. Estou há um tempo em uberlândia e aqui foi aprovado uma lei de IPTU progressivo para terrenos badios, porém o mesmo deve ser estendido para imóveis construídos.
    Acredito que o controle é de díficil implementação, o dono pode se utilizar de laranjas, porém vai ser extremamente proveitoso para as pessoas que precisam comprar um imóvel para MORAR e não querem pagar um absurdo por isto.

    AAHHH tem mais… brasília é o única cidade do Brasil que possui um órgão público, TERRACAP, especializada em especulação imobiliária.
    Acredito que a população tem que se mobilizar e não ficar mais na mão dos governantes e das grandes empreiteiras. Precisamos de lei para combater a especulação imobiliária e parar de enriquecer esses empresários ligados ao governo.

    0
    • Carlos E. 30 de junho de 2011 at 15:40

      “A explosão imobiliária brasileira pode ter sido compreendida como um prenúncio do até então bem-sucedido modelo norte-americano.”

      essa frase é terrivel!!!

      rs

      0
  • Eduardo 30 de junho de 2011 at 15:35

    Presidente de construtora: “Lula foi o melhor para o setor”
    Da Redação

    “O melhor presidente para o setor imobiliário que o Brasil já teve”. Assim o presidente da construtora Cyrella, Eli Horn definiu o governo do ex-presidente Lula em conversa com o então embaixador americano Clifford Sobel, em 2007.

    A declaração consta de um relatório de Sobel obtido pelo Wikileaks e divulgado nesta quinta-feira (30) em reportagem da agência A Pública. Em 2007, o país viveu um boom da construção civil. “A lua de mel está só começando”, anunciava Sobel.

    O embaixador dá detalhes da conversa com Horn e lista as razões para otimismo dos empresários do setor: “A maioria dos comentaristas acredita que o boom do mercado imobiliário americano está apenas começando”.

    O interesse dos Estados Unidos no sucesso da empresa brasileira fica explicado no próprio telegrama. Nada menos que 60% dos acionistas da Cyrela, a maior construtora de prédios residenciais no país, são americanos – atesta Sobel.

    A explosão parece ser comemorada como um sinal de que o Brasil estaria seguindo os passos dos americanos. “O deslumbramento em 2007 se explica porque, como Sobel, muitos ignoravam os sinais de que o casamento do governo americano com sua indústria de crédito hipotecário estava entrando na maior crise de sua história”, lembra a reportagem de A Pública. Em 2008, o setor seria o responsável pela maior crise do sistema financeiro mundial desde 1929.

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  • Marcelo 30 de junho de 2011 at 16:06

    Efeito Bolha: Calote de construtoras leva CEF ao banco dos réus

    A Caixa Seguros conseguiu ontem afastar sua responsabilidade subsidiária por débitos trabalhistas de uma construtora, contratada para concluir obras inacabadas em contratos de financiamento habitacional. A decisão foi tomada por unanimidade pela 4ª Turma, e se soma a duas outras no mesmo sentido, da 7ª e da 8ª turmas.

    A ação analisada ontem teve origem no Rio de Janeiro, onde uma construtora envolvida em contratos de financiamento habitacional deixou de concluir imóveis em um conjunto de prédios. Com isso, a Caixa – que ofereceu os seguros – contratou uma nova construtora para entregar as obras.
    Mas essa nova construtora deixou para trás dívidas trabalhistas. O resultado é que centenas de empregados entraram na Justiça contra a empresa e também contra a Caixa, argumentando que a companhia de seguros teria responsabilidade subsidiária pelas dívidas da construtora.

    Na maioria das ações, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região, no Rio de Janeiro, condenou a Caixa Seguros a responder pelas dívidas trabalhistas, ao lado da construtora. A companhia recorreu ao TST argumentando que não é responsável subsidiária por esses débitos. (…)

    A Caixa Seguros – que responde por cerca de 80% desse mercado – argumentou que, caso fosse condenada a arcar com dívidas trabalhistas das construtoras, teria que levar em consideração esse risco e aumentar o preço dos prêmios cobrados dos mutuários.

    E os efeitos da bolha estão só começando…

    http://cnj.myclipp.inf.br/default.asp?smenu=ultimas&dtlh=177687&iABA=Not%EDcias&exp=

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  • MrK 30 de junho de 2011 at 16:14

    BOLÃO DO ESTOURÃO

    DUDA – NOV/12
    MRK – JUL/12 a JUL/13
    LUIZ – 2015

    QUEM DÁ MAIS???

    0
    • Duda 30 de junho de 2011 at 16:41

      hehehehe ta bom esse resumo!! O que sempre quiz neste site e podermos chegar a discutir isso… datas para o estouro, motivos, mesmo que fundamentados em diferentes teorias. Muito melhor que a discussão vazia aquela que se existe bolha… que se não existe, que se esta se formando que se vai se formar… perdimos alguns meses mas agora, temos um debate bem mais afinado…

      0
      • olp 30 de junho de 2011 at 17:23

        Duda,

        voce nao falava que era em junho desse ano o começo?

        Obrigado.

        0
        • Duda 30 de junho de 2011 at 17:40

          Junho deste ano (ou seja, agora) estamos com preços maximos. Na minha opinião, os preços já não aumentarão mais. A partir de agora vamos ver uma descida de 40% ate novembro de 2012. Essa sempre foi a minha opinião. Todas as semanas vou levantar preços de Aps aqui em POA e escrever aqui, para todos podermos ir monitorando. Se outras pessoas fizerem com outras cidades, teremos uma base legal de dados para monitorar.

          0
          • olp 30 de junho de 2011 at 17:57

            tendi.. obrigado

            o que daria uma media de 2,3% por mes…ai ai ai
            hehehe

            tu achas que ja comeca mes que vem ou vai ser uma queda abrupta mais pra perto de novembro de 2012?

            Obrigado.

            0
          • Duda 1 de julho de 2011 at 14:09

            Cara, de acordo com o grafico daquele PhD que estudou tudo que é bolha, primeiro virá uma descida, ai muitos “vão aproveitar” para comprar, isso fará os preços recuperar um pouco (mas nunca chegando no patamar atual), e depois uma descida linear ate esse 40%. Ou seja, teremos uma pequena montanha russa de preços nos proximos meses, ate pode ser com um pequeno recupero de vendas, para depois termos a derrocada final. Se tiver tempo, da uma olhada no estudo desse cara, é muito interessante. Nos posts anteriores falamos muito sobre isso, com bastante critica dos contra-bolha, claro. Abs

            0
          • olp 1 de julho de 2011 at 14:42

            vou olhar sim.. valeu…

            mas nao ficou claro pra mim, vc acha que ja comeca a cair mes que vem é isso?

            Obrigado

            0
          • Duda 1 de julho de 2011 at 15:04

            Sim, já veremos alguma queda neste mes, isso penso eu, pelo menos.

            0
      • Luiz 1 de julho de 2011 at 14:34

        duda, eu sei de qual grafico vc fala, e acho q aind aestamos no bear trap, aquele primeiro soluço
        a corrida ainda vai começar

        0
        • Duda 1 de julho de 2011 at 15:10

          Mas dá uma comparada desse grafico com os preços do Secovi em SP. O Bear Trap, foi mais ou menos em 2007, acontece que passou sem ninguem notar, a bolha ainda estava em formação, muito suave. Posso te mandar a superposição dos graficos que fiz no excel se quiser. Mas não precisa, foi publicado aqui mesmo como manchete uns meses atras. Se não encontrar me avisa.

          0
        • Duda 1 de julho de 2011 at 15:12

          Agora, se tu estiver certo, e o bear trap for agora, teremos uns anos de inferno pela frente…

          0
    • guilherme 30 de junho de 2011 at 16:58

      Minha aposta é maio de 2015

      0
      • luiz 30 de junho de 2011 at 17:09

        anota o meu de jul 2015 até jul 2017 queda de 45%

        0
        • olp 30 de junho de 2011 at 17:24

          pelo menos o site vai ter vida longa né?

          imagina a gente ate 2015 todo dia falando: “agora vai estourar”, “vai comecar”, “quero ver”..
          vai ser bom…. bom.. pelo menos a gente vai acertar né? ou nao..

          0
          • luiz 30 de junho de 2011 at 17:38

            a gente não, virão outros,
            este site será lembrado como ponto de inflexão, pra vc q gosta de graficos
            daqui pra frente a discussão vai correr nos jornalões
            e digo mais, apontar a bolha certamente contribuirá pra abrandar o estouro, manja teoria do caos?

            0
          • olp 30 de junho de 2011 at 17:54

            boa luiz.. isso mesmo.. o dono podia dividir um $$ com a gente né? heheh

            agora ponto de inflexao 5 anos antes? tem isso?

            Obrigado.

            0
          • luiz 30 de junho de 2011 at 17:57

            tem sim
            ponto de inflexão, qdo a tendencia muda de sinal, a do petroleo por exemplo, 200 anos antes

            0
          • olp 1 de julho de 2011 at 14:45

            caraca… bom essa informacao do petroleo nao posso nem opniar, porque 200 anos é complicado.

            mas so pra ver se eu entendi:

            na sua opniao o ciclo seria de 7 anos (2008-2015) e hoje, com 2 anos do comeco e ha 5 do estouro, é o ponto de inflexão?

            Obrigado.

            0
          • Luiz 1 de julho de 2011 at 15:19

            o site é sim um ponto de inflexão,
            antes quem queria comprar sofria de angustia
            hj a angustia passou pra quem quer vender

            o valor q te preocupa não acho q inverte a tendencia agora, mas dps 2015.
            é o omod como fiz minha programação pessoal, se acertei bem, senão, refaço, né?

            a do petroleo pdoe opniar sim, passou a ser usado a quase 200 anos e está iniciando a tendencia de estagnação do crescimento em cerca de 90 mi barris/dia, essa inversão leva uns 20 anos, mas isto é bobagem, é um grafico mais velho q andar pra trás, cia no vestibular na decada de 80 , é só pra dzier que a inflexão independe do tamanho, ou do tempo.

            mas como ja te falaram antes só o tmepo dirá

            0
          • olp 1 de julho de 2011 at 16:42

            entendi seu ponto.. valeu

            agora, se o valor não inverte agora, só em 2015, porque quem quer vender estaria angustiado?

            mais uma vez obrigado.

            0
          • Luiz 1 de julho de 2011 at 17:35

            eu q te pergunto?

            a quantidade de papel de propganda que a gnete recebe no farol na feira, na padaria, olha qdo for pintar minha casa não vou nem precisar comprar jornal

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          • Rodrigo 1 de julho de 2011 at 17:59

            Quem quer vender está angustiado porque quer vender o ágio, mas o que ocorre é que se compra na planta “sem juros, mas corrigido pelo INCC” (seis por meia dúzia), a dívida não diminui, mas o “investidor tem que lucrar então aumenta o preço, mas ao mesmo tempo tem que ser antes da “entrega das chaves” porque se for depois, paga à vista ou financiado e ainda tem o condomínio, resumindo prejuízo!!

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  • luiz 30 de junho de 2011 at 16:48

    copaindo do site irmão seu

    Efeito Bolha: Calote de construtoras leva CEF ao banco dos réus
    A Caixa Seguros conseguiu ontem afastar sua responsabilidade subsidiária por débitos trabalhistas de uma construtora, contratada para concluir obras inacabadas em contratos de financiamento habitacional. (…)

    A ação analisada ontem teve origem no Rio de Janeiro, onde uma construtora envolvida em contratos de financiamento habitacional deixou de concluir imóveis em um conjunto de prédios. Com isso, a Caixa – que ofereceu os seguros – contratou uma nova construtora para entregar as obras.

    Mas essa nova construtora deixou para trás dívidas trabalhistas. O resultado é que centenas de empregados entraram na Justiça contra a empresa e também contra a Caixa, argumentando que a companhia de seguros teria responsabilidade subsidiária pelas dívidas da construtora.

    Na maioria das ações, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região, no Rio de Janeiro, condenou a Caixa Seguros a responder pelas dívidas trabalhistas, ao lado da construtora. A companhia recorreu ao TST argumentando que não é responsável subsidiária por esses débitos. (…)

    E os efeitos da bolha estão só começando..

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    • luiz 30 de junho de 2011 at 16:53

      ops agopra que eu vi, atropelei o marcelo que indicou até a fonte.

      a corda sempre rompe no elo + fraco, os primeiros a pagar pela bolha serão os contribuintes / impostos financiando as negociatas pra esconder que a coisa está desabando, em segundo lugar os trabalhadores do ramo – pedreiro, servente, vendedor;…

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  • Gus 30 de junho de 2011 at 16:52

    EUA viam Lula como o melhor presidente para o setor imobiliário

    Em uma entusiasmada mensagem para Washington em 13 de novembro de 2007, ocorrida depois de uma longa conversa com o presidente da Cyrela, Eli Horn, o então embaixador norte-americano Clifford Sobel anuncia o início da “lua de mel” dos investidores dos EUA com a política de financiamento habitacional do governo Lula.

    Em meio ao detalhamento sobre o crescimento explosivo da empresa em 2007, o ex-presidente-operário é descrito como “o melhor presidente para o setor imobiliário que o Brasil já teve”. Horn reporta, e o embaixador despacha: “a lua de mel está só começando”.

    O interesse dos Estados Unidos no sucesso da empresa brasileira se explica pelo fato de que nada menos que 60% dos acionistas da Cyrela, a maior construtora de prédios residenciais no país, são norte-americanos.

    E, naquele ano, seus olhos brilhavam pelo Brasil. Em 2007, o país viveu um boom da construção civil. Só na cidade de São Paulo, anunciava-se um prédio novo por dia, o que significava duas mil unidades por mês – o dobro de lançamentos do ano anterior. O mercado estava tão aquecido que faltavam guindastes, era preciso importá-los da China.

    A conquista do sonho de milhares de brasileiros em comprar a casa própria, de quebra, alimentava o sonho de um punhado de norte-americanos: as ações da Cyrela subiram 50% ao longo daquele ano.

    Os acionistas faturavam com performance recorde na história da empresa. As vendas totais, que somavam 200 milhões de dólares em 2004, estavam previstas para 1,2 bilhões em 2007. Hoje, só a previsão para construções voltadas à baixa renda, aquelas que recebem incentivos do Governo Federal, é de até 3,5 bilhões de reais para 2011. Quase a metade do total previsto para esse ano: 7,7 bilhões de reais.

    A mensagem a Washington disseca a origem da pujança: a política de expansão de crédito e financiamento.

    “Os financiamentos em 30 anos alteraram o mercado, deixando empresas como a Cyrela menos dependentes da estabilidade da Caixa Econômica Federal, a tradicional financiadora”, reporta o documento.

    No fim da mensagem, Sobel faz a seguinte previsão: “assim que o Brasil passar ao nível “investment grade”, as portas do mercado de financiamento do país estarão abertas aos bancos norte-americanos”. E cita, como exemplo dos novos tempos, um movimento visionário do Goldman Sachs. O banco, ainda antes de virar um dos bichos papões da crise hipotecária americana, foi o primeiro a colocar dinheiro em uma instituição especializada em financiamento imobiliário no Brasil.

    A explosão imobiliária brasileira pode ter sido compreendida como um prenúncio do até então bem-sucedido modelo norte-americano.

    O deslumbramento em 2007 se explica porque, como Sobel, muitos ignoravam os sinais de que o casamento do governo dos EUA com sua indústria de crédito hipotecário estava entrando na maior crise de sua história – que abriria, em 2008, a maior crise do sistema financeiro mundial desde 1929.

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    • roberto 30 de junho de 2011 at 17:18

      A lua de mel vai acabar em divorcio e letigioso:
      Ação Cyrela meados de 2007 = R$ 17,30
      Ação Cyrela Hoje = R$ 14,92

      E lá se passaram 4 anos e prejuizo na BORSSA

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      • MrK 30 de junho de 2011 at 19:04

        se fizer isso pra gafisa vai ser muito pior hahaha

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  • guilherme 30 de junho de 2011 at 18:00

    http://terraimoveis.imovelweb.com.br/noticias/10756/comprar/Caixa,-a–imobiliaria’-com-8-mil-imoveis-em-cartei.aspx

    Caixa, a ‘imobiliária’ com 8 mil imóveis em carteira

    São Paulo, SP – “Nenhuma imobiliária (assim como a Caixa) tem uma carteira com 8 mil imóveis, (somando) R$ 531 milhões”, disse o dirigente da Gerência de Filial de Alienação de Bens (Gilie/SP) do banco estatal, Maurício Cruz Azevedo, durante encontro realizado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis em São Paulo (Crecisp).

    A presença de Azevedo no Crecisp teve por finalidade fortalecer convênio entre a entidade e a Caixa Econômica Federal, arregimentando maior número de corretores para trabalhar com a venda de imóveis retomados.

    Os 8 mil imóveis mencionados por Azevedo são os retomados pela Caixa no mercado da cidade de São Paulo. O executivo assumiu (15, junho) a gerência da Gilie/SP com o propósito de avançar no processo de recolocação desses imóveis no mercado.

    De acordo com Azevedo, inicialmente serão disponibilizadas para o mercado 168 unidades – lote que soma cerca de R$ 50 milhões, com média aproximada de R$ 300 mil por imóvel.

    Além das 168 unidades, outros 1.900 imóveis retomados têm condições de disponibilidade imediata. Os demais, ainda de acordo com Azevedo, dependem da rotina administrativa, legal e prática, própria de processos do gênero, tais como a obtenção de novos laudos e até faxinas.

    A exemplo dos procedimentos comuns às imobiliárias, a Caixa pretende divulgar na mídia os imóveis da carteira de retomados. Os apelos poderão ser veiculados até mesmo em televisão, adiantou Azevedo aos corretores.

    Os corretores que participam na venda de imóveis retomados pela Caixa Econômica Federal devem obter credenciamento, o que implica em passar por curso específico. Os interessados podem obter informações completas com Cláudia ou Fernanda, pelos telefones: 11 3886-4903 ou 4909.

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  • KDu 30 de junho de 2011 at 22:10

    minha aposta bate com a do MRK…

    MRK – JUL/12 a JUL/13

    é impressionante olharmos os gráficos das ações e perceber as quedas, como 2011 se assemelha a 2008 quando teve a crise!

    procurem ver os gráficos da PDG, GAFISA, CYRELA entre outras…
    isso porque dizem que está tudo bem! de vento em poupa!
    estou ansioso para ver de onde vão tirar fôlego!!

    tenho mais uma teoria! ” a de que o anúncio do MCMV 2 é apenas especulação para recuperar essas ações “, e de que o governo não vai ter condições de bancar as promessas.

    Aliás, ele nunca bancou as promessas que fez ! imagino que o MCMV, prejudicou muito mais pessoas do que ajudou !

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  • Rodrigo 1 de julho de 2011 at 08:54

    Já esqueceram…

    O Equity International, grupo do megainvestidor norte-americano Sam Zell, vendeu parte de sua fatia de cerca de 11,48% na imobiliária Gafisa. O negócio fez os papéis da empresa negociados na BM&FBovespa caírem 6,2%. Foram vendidos 9 milhões de ADRs (American Depositary Receipts, recibos garantidos por bancos americanos que equivalem a ações e são negociados nas Bolsas daquele país). Cada ADR é equivalente a duas ações ordinárias da empresa.

    “Isso soa um alarme”, disse à Bloomberg Cristiano Hees, analista da Brascan Corretora. “É muito negativo. Pode ser que eles vejam algo no setor como um todo.”

    14 maio 2010

    http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/1855031

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    • Luiz 1 de julho de 2011 at 15:27

      Rodrigo, já comentamos isto aqui, inclusive entrei num chat da bovespa, e vários outros estrangeiros desovaram a gafisa agora em junho 2011

      neste momento outras estão cortando pessoal de adm e arquitetando fusões co dinheiro do bndes.

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  • Rodrigo 1 de julho de 2011 at 09:01

    Quem se habilita a essa uma ótima oportunidade?

    Caixa, a ‘imobiliária’ com 8 mil imóveis em carteira

    São Paulo, SP – “Nenhuma imobiliária (assim como a Caixa) tem uma carteira com 8 mil imóveis, (somando) R$ 531 milhões”, disse o dirigente da Gerência de Filial de Alienação de Bens (Gilie/SP) do banco estatal, Maurício Cruz Azevedo, durante encontro realizado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis em São Paulo (Crecisp).

    A presença de Azevedo no Crecisp teve por finalidade fortalecer convênio entre a entidade e a Caixa Econômica Federal, arregimentando maior número de corretores para trabalhar com a venda de imóveis retomados.

    Os 8 mil imóveis mencionados por Azevedo são os retomados pela Caixa no mercado da cidade de São Paulo. O executivo assumiu (15, junho) a gerência da Gilie/SP com o propósito de avançar no processo de recolocação desses imóveis no mercado.

    De acordo com Azevedo, inicialmente serão disponibilizadas para o mercado 168 unidades – lote que soma cerca de R$ 50 milhões, com média aproximada de R$ 300 mil por imóvel.

    Além das 168 unidades, outros 1.900 imóveis retomados têm condições de disponibilidade imediata. Os demais, ainda de acordo com Azevedo, dependem da rotina administrativa, legal e prática, própria de processos do gênero, tais como a obtenção de novos laudos e até faxinas.

    A exemplo dos procedimentos comuns às imobiliárias, a Caixa pretende divulgar na mídia os imóveis da carteira de retomados. Os apelos poderão ser veiculados até mesmo em televisão, adiantou Azevedo aos corretores.

    Os corretores que participam na venda de imóveis retomados pela Caixa Econômica Federal devem obter credenciamento, o que implica em passar por curso específico. Os interessados podem obter informações completas com Cláudia ou Fernanda, pelos telefones: 11 3886-4903 ou 4909

    http://terraimoveis.imovelweb.com.br/noticias/10756/comprar/Caixa,-a–imobiliaria’-com-8-mil-imoveis-em-cartei.aspx

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    • Luiz 1 de julho de 2011 at 15:25

      é outra carta na manga do governo
      eles podem segurar isso aí por anos se quiser, como meio de manter o mercado escasso

      quanto custa manter este estoque regulador?
      não importa, quem cobre a Caixa é o tesouro, nós.

      pagamos pra pagar caro

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  • Luiz 1 de julho de 2011 at 15:22

    Da Suíça, importante órgão internacional adverte Brasil para a bolha imobiliária
    A advertência foi feita em relatório distribuído no dia 25 de junho, em Basileia, na Suíça, pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS). Segundo a instituição, as economias em ritmo acelerado de desenvolvimento apresentam sintomas semelhantes ao período pré-crise na Irlanda, Espanha e Reino Unido. Para o BIS, o momento deve ser de cautela para as economias emergentes, apesar dos altos índices de crescimento. “As economias de mercado emergentes escaparam da última crise”, diz a instituição. “Agora precisam tomar nota daquela que é provavelmente a lição mais importante: é melhor prevenir do que remediar.”

    Os técnicos da instituição alertam que o mundo emergente começa a verificar desequilíbrios macroeconômicos que precisam ser enfrentados. O primeiro deles diz respeito às pressões inflacionárias, que se verificam em diversas regiões do mundo, inclusive no Brasil. (…)
    Outro motivo de preocupação em relação aos emergentes é a comparação com países em crise. Segundo o BIS, um exemplo concreto é o mercado imobiliário. Entre 2002 e 2006, o preço médio dos imóveis subiu 15% na Espanha, 11,1% no Reino Unido e 10,2% na Irlanda – países hoje em crise ou com baixo crescimento do PIB. Entre 2006 e 2010, o preço médio dos imóveis na China aumentou 11,3%. (…)
    Também o crescimento do crédito preocupa. Enquanto no Brasil o aumento foi de 24,7% e na China de 20,2% entre 2006 e 2010, na Irlanda e na Espanha a taxa de crescimento havia girado em torno dos 20% entre 2002 e 2006.

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  • Marvin 11 de julho de 2011 at 09:02

    Como dito por vários colegas, também acredito que a bolha imobiliária não seja sustentada apenas pelo MCMV… temos que considerar que, após alguns acontecimentos no cenário político nacional, um dos fatores que pode ter contribuído para a alta dos imóveis seja a lavagem de dinheiro… Como já trabalhei no poder executivo, posso afirmar que a porcentagem do dinheiro público que vai para o ralo da corrupção passa facilmente dos 50% (é impossível provar, pois todas as maracutaias são muito bem feitas, e todo mundo morde um pouco, assim, nunca é provado nada), pois basta vermos a nossa carga tributária e o serviço prestado pelo estado… Concluindo, acho que boa parte do dinheiro da corrupção foi parar no mercado imobiliário, por isso vemos políticos morando em apartamentos de milhões, pagando aluguel para lavadores do crime organizado (e possuindo outro imóvel de milhões “escondido” em nome de sua empresa de consultoria). Assim, quantos bilhões devem jorrar anualmente no mercado imobiliário via transações similares, ou vocês acreditam que só esta personalidade fez isso, e que esses são seus únicos imóveis???

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  • ruy 14 de julho de 2012 at 01:55

    Governo eh muito grande na economia, tem muita bala na agulha para sustentar essa bolha por mais tempo. Se houvesse oposicao, mas nao existe, nao ha quem desmonte o discurso da Dilma Roussef por mais demagogo que seja. As Cohabs, apartamentos bem simples em bairros dormitorios, eram distribuidas a precos simbolicos para os pobres. A calamidade da Dilma no MCMV entrega hoje apartamentos ate menores do que os da Cohab, nos mesmos bairros a precos que vao endividar para a vida inteira, isso se uma crise financeira temporaria nao causar a retomada do imovel.

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