Bolha em números

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Comments
  • Cassio 14 de junho de 2011 at 20:29

    o desempenho das contrutoras na bolsa eh um otimo indicador do que os investidores estao esperando….porem eh importante copararmos com o indice bovespa para saber se a tendencia de queda nao eh soh para este tipo de empresa..

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    • MrK 14 de junho de 2011 at 21:40

      Cassio, com certeza não foi o ibovespa que puxou as construtoras, por exemplo gafisa e cyrela cairam perto de 50% de novembro pra cá, o ibovespa no mesmo periodo caiu em torno de 14% somente!!!

      O investidor está perdendo a confiança na capacidade de geração de caixa dessas empresas e com o mercado de imoveis parando (fonte: secovi) essas empresas precisarão torrar os estoques pra gerar caixa, ou seja, derrubar preço! por enquanto elas estão fazendo as famosas promoções, mas logo não terá jeito, vai ter que ser preço mesmo!!!!

      é preciso que se entende a diferença entre caixa e lucro para visualizar o problema, elas podem até estar tendo lucro, mas é lucro contábil, caixa só quando recebe o famoso dindin e pra isso elas precisam vender novos projetos de construções (que não estão vendendo bem)

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      • MrK 14 de junho de 2011 at 21:41

        * é preciso que se entendA (ultimo paragrafo)

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  • Duda 14 de junho de 2011 at 21:56

    Bom resumo. Eu acompanho os valores das mesmas empresas faz um tempo, e é fácil ver que estão se dando muito, mas muito mal. Boas ferias!

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    • Duda 14 de junho de 2011 at 22:10

      Sobre o indicador dos acesos, parabens. Posso as vezes me ausentar por falta de tempo, mas sumir acho que nunca, pelo menos até ver a bolha estourada…

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  • me 14 de junho de 2011 at 22:00

    Pô… Quantas empresas tem no IMOB? E como estão as outras?

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    • me 14 de junho de 2011 at 22:01

      Quero dizer: não entendi o porque da escolha dessas para os gráficos. É porque são as que estão sofrendo quedas? E todo o resto, como estão?

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      • Duda 14 de junho de 2011 at 22:12

        Me, são as mais importantes…

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    • MrK 14 de junho de 2011 at 22:04

      as 4 apresentaram ficaram piores que o ibovespa e convenhamos são as de maior peso, alias acho que gafisa e cyrela juntas são o que realmente pesa nesse mercado e ambas cairam 50% de novembro pra cá, po vai querer dizer que a coisa não é tão ruim com base em even e eztec? ai vira brincadeira

      é igual dizer que o mercado de refrigerantes de cola vai bem porque a schin-cola e a sendas-cola tão vendendo legal

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  • Carlos 14 de junho de 2011 at 23:12

    No site http://www.dadosdabolsa.com dá para sobrepor os gráficos do IBOVESPA e do índice IMOBILIÁRIO. Os índices têm um desempenho equivalante se considerar toda a série histórica mostrada no site (a partir de 02/01/2009 até hoje). MAS se considerar os dois últimos meses, o desempenho do IMOBILIÁRIO é bem melhor. SALVO alguma má interpretação da minha parte.

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  • Carlos 14 de junho de 2011 at 23:14

    No site http:// www . dadosdabolsa . com dá para sobrepor os gráficos do IBOVESPA e do índice IMOBILIÁRIO. Os índices têm um desempenho equivalante se considerar toda a série histórica mostrada no site (a partir de 02/01/2009 até hoje). MAS se considerar os dois últimos meses, o desempenho do IMOBILIÁRIO é bem melhor. SALVO alguma má interpretação da minha parte.

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    • MrK 14 de junho de 2011 at 23:24

      Carlos

      acho que se comparar de 2009 pra ca voce vai pegar o inicio do boom, ai realmente o setor imobiliario vai ficar em linha com o ibovespa, deveria ficar até melhor (mas acho q o boom de commodities meio que anula isso)

      acho que pra entender o que ocorrerá no futuro, olhar de 2009 pra cá não ajuda em nada, é uma série longa demais pra isso

      olhar de 2 meses pra cá até que faz mais sentido, só que repare uma coisa,a s acoes de construtoras foram pro fundo do poco logo antes desses 2 meses , atingiram pontos de suporte, aí realmente favorece muito pra elas, pois nao pegou a queda e sim o fundo do poço

      tente olhar mais periodos como 4…6…8 meses…acho que o imob vai perder feio

      abs

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    • Luiz 15 de junho de 2011 at 12:25

      O que representa este índice imobiliário?
      As construtoras? as produtoras de material???
      Alguém tem esta informação detalhada?

      Até onde eu fiquei sabendo PDG representa quase 50% do mercado, junto com as outras 4 grandes temos aí talvez 80% das construtoras. Devo estar errado, por isso pergunto se alguém sabe isso no detalhe.

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  • Duda 15 de junho de 2011 at 09:17

    Gosto muito deste jornal espanhol. Segue um artigo interessante, que nos toca em cheio.

    http://www.cotizalia.com/el-observatorio-del-ie/2011/proxima-crisis-viene-desde-20110615-5610.html

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    • Duda 15 de junho de 2011 at 14:21

      Segue traduzido com o Google:

      Proxima crise vem dos Brics:

      Um aumento muito rápido na penetração do crédito na economia. fortes aumentos nos preços dos imóveis para níveis anormais em proporção ao rendimento disponível, o que faz com que as propriedades supervalorizado são usados ​​como uma maior garantia ao sistema bancário, fazendo com que a dívida ainda maior. Maior intensidade de crédito necessário para cada um crescimento marginal do PIB. A capacidade limitada que leva a pressões inflacionárias. Uma força de trabalho, com aumentos salariais de dois dígitos. Transbordando de liquidez fluindo para os sectores produtivos como o imobiliário. padrões de crédito relaxado. Rápido aumento da dívida corporativa como resultado de uma aceleração dos investimentos, fusões e aquisições, tudo alimentado por uma sensação inebriante de demanda sempre vai se levantar. Um banco central não é capaz de acabar com essa farra de liquidez e complacência, com taxas bem abaixo daquelas que aconselharia a regra de Taylor, e uma classe política que vive na história da bonança aparente recusa de proceder às alterações necessárias para evitar o desastre, quando o ciclo de mudanças, e ignorando a mais fundamental fortemente chamadas para cortar gastos, aumentar impostos e atuar como uma alavanca ea exuberância anticíclicas descrito acima.

      A Espanha em 2006? “EUA? “Reino Unido? “A Islândia, Grécia, Irlanda? Não. Estou falando sobre os países emergentes, especialmente Brasil, Rússia, Índia e China “, acronimizados”, como os BRICs para um amante do futebol Inglês. Embora cada país é diferente, e as maiores diferenças são marcadas pela capacidade de poupança de exportar ou importar, na minha opinião, os BRICs estão incorrendo em muitos dos erros cometidos pelos europeus e norte-americanos antes de 2007, a saber:

      Bolha imobiliária: deixe a política monetária frouxa, com aumentos non-core no preço da habitação, relacionada ao aumento do crédito bancário, que por sua vez gera um consumo induzido pela maior valor dos imóveis e mais dívida hipotecária ainda mais tensa nos preços da habitação.

      Inflação tolerar aumentos na oferta monetária (M2) louco, aumenta emparelhado a um aumento na velocidade do dinheiro, gerando pressões inflacionárias aparente, impulsionado por fortes aumentos salariais, um sistema de produção utilizado por mais de capacidade, os preços no produtor alarmantes, e preço dos alimentos sobe extremamente perigosa em países onde a alimentação representa uma percentagem muito significativa da CPI.

      peso crescente do sector financeiro não pára de penetração do crédito como uma percentagem do PIB aumentou, com padrões de empréstimos duvidosos com o valor questionável de activos de garantia, com peso muito significativo na “shadow banking” do sector (China ), e um aumento muito preocupante na intensidade de crédito (requerido de melhoria para cada incremento do PIB) na China essa proporção aumentou 1,3-4,3.

      aumento sem precedentes da desigualdade: ignorar políticas básicas para garantir um mínimo de coesão social, intolerância a inflação dos alimentos, o que prejudica as classes mais baixas (que poderia combater a revalorização da moeda feriria os interesses da oligarquia exportadora) por políticas de despesas mal concebido que não geram incentivos para construir uma economia baseada principalmente no consumo. Este aumento na desigualdade conduzirá a uma maior tensão geopolítica, como estamos vendo no mundo árabe.

      O excesso de investimento com retornos incertos: nenhum investimento penetração modular em percentagem do PIB, através de políticas fiscais expansionistas para os planos de investimento de infra-estrutura de benefício duvidoso (como “ponte para lugar nenhum” construída pelos japoneses na década de 90 ou aeroporto espanhol sem aviões) e do investimento residencial em excesso.

      A dependência de dinheiro barato, “O dólar é a nossa moeda, mas problema de vocês”, disse John Connally, secretário do Tesouro dos Estados Unidos ao seu homólogo francês, em 1971, quando o sistema de Bretton Woods monetária estava prestes a explodir. Hoje estamos na mesma, as taxas a zero do Fed tentar reanimar a economia dos EUA, mas gera um fluxo de liquidez em busca de retornos em países emergentes, agravando a situação muito delicada aqui levantadas.

      Felizmente, as idiotices cometidas por europeus e americanos, entre 2002 e 2007 oferecem excelentes lições aos países emergentes para evitar o pior. Os esforços começaram com menos política monetária laxista (não superior) padrões na China (onde o banco central está fazendo um tremendo esforço para diminuir o mercado imobiliário, que resultou em uma queda nas vendas de casas em 10% e uma redução de aumentar a oferta de dinheiro de taxas superiores a 20% para 15,1% agora), Brasil (com taxas de 12,5%), Rússia e Índia (ambos os países já estão a aumentar as taxas), mas é completamente insuficiente para conter a onda vir. O que é perturbador é que até agora pouco tem sido alcançado. Falha ao tomar medidas mais radicais para drenar a liquidez, os mercados de habitação vai superaquecer, entrará em colapso e nós estaremos em um fenômeno semelhante ao episódio do subprime, de Fevereiro de 2007.

      Se o mercado imobiliário cai e afeta o resto da economia por meio de uma crise bancária induzida-lo cair de uma parte substancial da demanda por matérias-primas (e que começou a notar em menor demanda por cobre e aço), e as exportações também caem em países exportadores de commodities (que afetam a América Latina), e as exportações da OCDE para a classe média emergente está surgindo (a Alemanha tem muito a perder aqui.) Um novo tsunami poderia viajar o mundo e ameaçam a recuperação.

      O BRIC a tempo de ajudar com a “aterragem suave”, mas é assustador pensar que o desembarque só macio ter ocorrido na história.

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  • Carlos 15 de junho de 2011 at 09:17

    Próxima crise vem dos BRICS
    http://www.cotizalia.com/el-observatorio-del-ie/2011/proxima-crisis-viene-desde-20110615-5610.html
    A Miriam Leitão postou comentários sobre este artigo em seu blog e parece que foi criticada, pois no post seguinte ela escreveu “Muita gente não gostou do comentário abaixo…”.

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    • Luiz 15 de junho de 2011 at 12:39

      excelente artigo deste espanhol…
      leiam todos, diria até ser interessante copiar aqui nso comentários

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    • Duda 15 de junho de 2011 at 12:49

      Carlos, que bom saber que tem mais alguém acompanhando este jornal. Sempre aparece algo bom por lá. Abs

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  • roberto 15 de junho de 2011 at 11:13

    Olha o Boom que este governo irresponsável está escondendo ou empurrando com a barriga. E viva o MCMV 2 !!!!!!!!!!

    Analistas veem sinais de problemas em títulos brasileiros, diz ‘FT’
    Para jornal, curva de rendimentos de títulos do País apresenta padrões semelhantes aos da Grécia, Portugal e Irlanda

    Fonte estadão: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+brasil,analistas-veem-sinais-de-problemas-em-titulos-publicos-brasileiros–diz-‘ft,not_71588,0.htm

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    • Fábio 15 de junho de 2011 at 12:10

      Prevejo um Brasil bem Grego depois das olimpiadas, alias a grécia foi rebaixada ainda mais essa semana… Lembro em 2004 os preços caros e boom imobiliario na Grécia… lembra algum País que conhecemos?

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  • Luiz 15 de junho de 2011 at 12:20

    Uma coisa me comove como brasileiro. Será que vai tudo por água abaixo antes da copa?
    Seria muito muito lamentável

    Até semanas atrás minha bola de cristal dizia que só depois de 2016, 2017 talvez, ainda que algum ajuste em 2015 venha a acontecer.

    Sempre concordei com os bolhistas que defende ainda ser possível ganahr dinheiro neste prazo, desde que não se compre anda na planta, comprar e vender aind apode ser um bom negócio.

    Entretanto, os últimos números estão me fazendo repansar isso, acho que a hora de mudar pra posição de vendido (como dizem na bolsa) já chegou sim.

    E quem não correr vai ficar pelo caminho.

    (*ps: por favor não usem palavrões se forem respodner o meu comentário, nem mesmo siglas).

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    • Duda 15 de junho de 2011 at 13:06

      Cara, tu não deve ser insultado… no fim porque seria? O triste desta situação é que foi gerada pelo governo, SÓ pelo governo. Aviso, e exemplos não faltaram… mesmo assim teima em manter a situação até explodir, que posso dizer… é uma pena!

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      • Marvin 22 de junho de 2011 at 08:58

        A culpa é do Lula!!! Antes que começem a me dar pedradas, é só voltar no tempo e verificar quando começaram os aumentos absurdos de preços… Inclusive, FHC já dizia, quando da implantação do real: “não comprem parcelado, juntem o dinheiro e comprem à vista!!!”; é obvio que a tônica do governo nos últimos 8 anos mudou completamente, para que o povo se sinta compelido a comprar, utilizando-se das “linhas de crédito”, pois, mediante mudança de discurso, subitamente milhões de brasileiros foram alçados a classe média… Só que essa “classe média” não tem um gato para puxar pelo rabo (a menos que faça um crediário kkkk)

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    • Ramires 15 de junho de 2011 at 13:15

      Muita calma nessa hora, o problema nao eh ser bolhista ou nao, e sim ter consciencia do momento em que o pais tah passando, foram discutidos enormes temas sobre a economia do brasil e por cada um tira suas proprias conclusoes. Aqui, cada um defende o q pensa e pronto, agora sobre a bolha, ninguem sabe ao certo se existe ou nao e ainda se vai estourar.

      Em tudo discutido, o que mais vai sair prejudicado serao aqueles que mais necessitam de um lar que eh o pobre.
      Temos muito chao pela frente e a esperenca eh a ultima q morre… heheheee

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    • Ramires 15 de junho de 2011 at 13:20

      Dilma deve anunciar ampliação do
      Minha Casa, Minha Vida

      Governo pode ampliar faixa do
      beneficiário de menor de renda de
      R$ 1.395,00 para R$ 1.600,00.

      Fonte. estadao.com.br/estadaodehoje/20110615/not_imp732417,0.php

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      • Fábio 15 de junho de 2011 at 13:31

        Só falta agora aumento o limite do financiamento pelo FGTS para 750.000 aí que vai ficar lindo….

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        • Duda 15 de junho de 2011 at 14:34

          Na situação atual, esse aumento sería repassado automaticamente para os preços dos imóveis, e a situação atual mudaría pouco ou quase nada, o mercado ficaría paralisado de vez. Não vamos ter uma murchada de bolha. Já passou do ponto para isso. Teremos um estouro. O artigo do Jornal Cotizalia diz isso no final, pena que a tradução do Google não foi muito feliz, mas não quiz modificá-la.

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    • John 15 de junho de 2011 at 13:28

      Quem quer comprar para morar até que vai, principalmente se pagar uma boa entrada. Mas para investir? Imóvel não tem tanta liquidez assim. Além disso, comprar na alta (principalmente ESSA alta) buscando lucro na venda acho arriscado. Para quem entra alavancado então nem se fala.

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      • Luiz 15 de junho de 2011 at 16:31

        John, não tem isso de comprar pra morar vale a pena
        Melhor alugar então, não é?

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        • olp 15 de junho de 2011 at 19:52

          Luiz,

          parece…

          mas o ildeu fez um comnetario no post anterior, falando que quem mora de aluguel, sobra $$ pra outras coisas, e fiquei com duas duvidas.. como ele nao respondeu, vou colar aqui. Se puder me responder…

          1) o aluguel aumenta todo ano e a prestacao cai todo mes, logo, essas curvas vao se cruzar em algum momento no tempo, li aqui no site mesmo que eh depois de 10 anos por ai… ou seja, essa folga so vale por um tempo curto… eh isso mesmo?

          2) se a pessoa pega essa sobra (prestacao – aluguel) e gasta, e nao poupa, ela nao tem poupanca, e acho que nunca vai comprar um imovel, estou certo?

          resumindo (me corrija se eu estiver errado):
          ou o cara vive bem como vc falou durante 10 anos e depois ta pior do quem financiou, ou ele junta esse excesso da prestacao – aluguel, e ai no fim das contas ele nao ta se beneficiando de nada, esta vivendo no mesmo “aperto” (opcional, claro) de quem esta pagando a prestacao, mas tem um bem fisico adquirido…

          meu raciocinio esta certo?

          Obrigado.

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          • Leandro 15 de junho de 2011 at 20:10

            Bom, a prestação só cai porque o cara tá pagando uma quantidade ENORME de juros todo mês.
            Mas vamos supor que eu tenha 600.000 e não queira comprar um apartamento.
            Eu alugo um apartamento por 2.000 por mês. Tudo bem, a cada ano esses 2.000 receberão um reajuste de cerca de 10% (na melhor das hipóteses – pelo lado do dono).
            Agora nós temos que lembrar que os 600.000 também estarão rendendo no mínimo 10% ao ano (Tesouro Direto). Ou seja, no final do primeiro ano, a juros simples, para facilitar o cálculo , eu teria 660.000 – 24.000 do aluguel (636.000). O meu montante vai crescer ano a ano.
            Hoje, pra mim, não resta a menor dúvida: é MUITO melhor morar de aluguel.

            0
          • Andre 15 de junho de 2011 at 20:58

            Leandro,

            nesse seu exemplo aí, na verdade seu montante nao rendeu nada em termos reais, supondo inflacao de 6%, 636k daqui a 1 ano é igual 600k hoje.

            Sem contar q o “normal” de um imovel é andar junto c/ a inflacao, no longo prazo (mas de forma nenhuma isso é garantido).

            A questao alugar x financiar é bem complexa, é mais do q esse raciocinio Selic x Aluguel, e tem várias especificidades de acordo c/ cada caso…

            Obs.: respondo pra vc pq vc é um dos usuarios “gente boa” daqui.

            Abs

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          • Leandro. 15 de junho de 2011 at 22:16

            André,
            Concordo com seu raciocínio para o caso de o imóvel acompanhar a inflação, o que também considero algo normal, em um mercado sadio.
            Acompanho os preços dos imóveis em Brasília desde o ano 2000 e até 2008 os imóveis realmente acompanharam o IPCA (na verdade ficaram até um pouco abaixo). Obs: tenho um exemplo na família com imóvel 0Km comprado no plano piloto, no ano 2000.
            A partir de 2008 ocorreu essa loucura que todo mundo acompanha. Se desde 2000 até hoje os imóveis tivessem apenas acompanhado a inflação, os preços estariam hoje a metade do que estão.
            Então, por isso, aposto na hipótese da Bolha.
            Não creio ser possível os imóveis acompanharem a inflação a partir dos preços atuais.
            Então, meu raciocínio baseia-se no que eu acho que vai acontecer com o mercado (acho que os preços vão cair bem!). Se apenas pararem de subir, ainda assim vale a pena alugar.
            Mas se continuarem no mínimo acompanhando a inflação, aí realmente fica no 0 a 0.
            Abraço.

            0
          • olp 15 de junho de 2011 at 22:18

            Leandro,

            obrigado pela explicacao..

            mas vc poderia analisar sob a otica de alugar ou pagar o financiamento?

            porque acho que o que vc respondeu é o “imovel vale como investimento?”.

            porque a explicacao que o ildeu deu no outro post foi ao inves do cara pagar o financiamento, ele morar de aluguel.. se vc puder explicar sob essa otica agradeco..

            Obrigado.

            0
          • olp 15 de junho de 2011 at 22:20

            que na verdade é a ótica de “comprar para morar”…

            pra investir acho que nao se discute aqui..

            se puder explicar…

            0
          • Leandro. 15 de junho de 2011 at 22:21

            Corrigindo:
            Se acompanharem a inflação a partir dos preços atuais, realmente não é vantajoso.
            Se bem que no meu exemplo coloquei rentabilidade menor que a SELIC atual e com juros SIMPLES.
            Abraço.

            0
          • Leandro. 15 de junho de 2011 at 22:27

            OLP,
            Como não sou da área ecônomica, não sou muito bom pra te dar essa explicação. Talvez o André consiga te explicar de forma mais fácil.
            Mas creio que a lógica é a mesma. Você teria que pagar o aluguel e guardar o restante que pagaria da prestação. E ir aplicando esse dinheiro a taxas próximas à SELIC. Ano a ano seu montante vai crescendo e os juros por ele gerado também.
            Mas você tem que ser muito disciplinado pra poupar essa sobra, o que pouca gente consegue.
            E tem ver as vantagens/desvantagens práticas de se morar de aluguel.
            Abraço.

            Alguns sites têm bons simuladores entre comprar e alugar. Dê uma pesquisada no google. Mas geralmente as planilhas não consideram eventual valorização do imóvel.
            Acho que no site do Gustavo Cerbasi (maisdinheiro) tem essa planilha.

            0
          • MrK 15 de junho de 2011 at 22:36

            Leandro/olp

            a conta entre financiar e alugar é bem simples, se jogarem no excel fazem em 2 minutos, mas se quiser ganhar tempo, eis o resultado: alugar é melhor atualmente, alias, é MUITO melhor

            as pessoas optam por financiar por um dos 2 motivos basicos:

            1- Expectativa de que va valorizar o imovel (coisa que não se pode garantir de forma alguma)
            2- Valores intangiveis como conforto, segurança, poder fazer as obras que quiser etc..

            pode ter certeza que não é por razões financeiras

            abracos

            0
          • Andre 15 de junho de 2011 at 23:33

            Leandro/olp

            conforme disse antes a coisa nao é tao simples, o jose ja deu umas dicas como por ex. aqui:

            http://www.bolhaimobiliaria.com/2011/04/18/investimento-nao-consciente-em-imoveis-everton-ricardo/#comment-2102

            Como ele anda sumido, vou tentar (se tiver tempo) fazer a planilha, baseado nessas premissas mais completas aí.

            Se ele aparecer antes, peço p/ disponibilizar online.

            Obs.: a decisao é de cada um, nao dou opiniao (nao acho ético), só mostro numero.

            Abs

            0
          • olp 16 de junho de 2011 at 10:19

            mas MRk, se em 10 anos as curvas se cruzam (de aluguel x prestacao), pro cara que pensa no longo prazo nao parece tao melhor assim ne?

            e pelo que eu entendo, o cara que compra financiado, ja se “travou”. OU seja, ele ja adquiriu o bem, o preco pode cair ou nao, que ele tendo o emprego, o bem ja eh dele..

            enqaunto que quem aluga tem que torcer pra nao subir….

            eh isso?

            obrigado.

            0
          • DRN 16 de junho de 2011 at 10:37

            Prezados,

            Eu comprei recentemente um apto. aqui em SP de 80metros quadrados. Paguei R$275 mil, incluindo corretagem, ITBI, escritura e registro. Está quitado e no meu nome (e da esposa). Já estou morando nele. É claro que eu gostaria de ver essa grana rendendo a quase 1% ao mês no Tesouro (apesar de isso ser uma grande sacanagem com toda a população, porque a diferença de juros comentada em posts mais abaixo é paga com tributo). Morava num apto de 36 metros quadrados e pagava R$540,00 de aluguel. Sim, estou perdendo aproximadamente R$2.000,00 por mês, mas fazer o quê? O conforto tem seu preço. É óbvio que, sob o ponto de vista estritamente financeiro, o melhor é morar de aluguel. Só que as decisões não são balizadas apenas com base nesse aspectos. Penso que esse é o ponto. Para meu consolo, pelo menos eu paguei R$3.437,50 no metro quadrado no último andar do prédio com face para o Leste, o que, a meu ver, considerando o bairro, está bem razoável. O detalhe é que eu assinei o contrato em dezembro de 2008, no auge da crise dos EUA, quando os preços estavam começando a guinada forte para cima.

            0
          • Leandro 16 de junho de 2011 at 12:21

            DRN,
            Concordo com suas razões não financeiras. Quanto a elas, realmente cada um deve analisar o que é melhor pra si.
            Mas pelo lado estritamente financeiro, por quanto estão vendendo seu apartamento HOJE? Creio que no mínimo uns 500.000,00, considerando que você afirma que o comprou em 2008. Teu rendimento em Tesouro direto seria 5.000 por mês hoje.
            E quanto custa um aluguel no seu prédio hoje?
            O que eu afirmo é que HOJE, pelos preços atuais, não vale a pena comprar.
            Só acho que vale a pena comprar se daqui dois ou três anos o apartamento estiver o dobro do que está hoje (o que é uma insanidade imaginar). Como não tenho bola de cristal, fico, atualmente, com o aluguel.
            Abraço.

            0
          • olp 16 de junho de 2011 at 12:30

            Mas falaram que se o ap subir a inflacao da no mesmo…

            entendendendo mais nada…

            0
          • luiz 16 de junho de 2011 at 13:06

            Olp, seu raciocínio está certo , mas por motivos errados.

            Se a pessoa não consegue guardar, gasta tudo que sobra, é claro que ter dívidas de coisas concretas é a melhor opção. Sobra menos pra cachaça.

            Caso contrário, melhor alugar, conforme o MrK disse.
            No site do pequeno investidor. com tem contas intererssanetes pra vc se informar e aprender a fazer contas.

            Outro erro de raciocínio muito usado por vendedor, papo de corretor: Seu imóvel vai valorizar x% todo ano, vc fica x5 mais rico. Ora dane-se quanto vai valorizar, se vc mora lá, ou vc pretende vender pra passar pro aluguel e aí nesse caso vc é um investidor, ou este ponto é irrelevante rpa quem vai morar.

            Em resumo, comprar imóvel hj só vale a pena se vc for bêbado e alcolatra.

            0
          • Paulo 16 de junho de 2011 at 13:49

            Acho que não tem como saber se é melhor alugar ou comprar, pois depende de muitas variáveis. Valor do imóvel, valor do aluguel, taxa de juros do financiamento, valorização do imóvel, rendimento do dinheiro aplicado, capacidade de pagamento, entre outros são determinantes na análise.

            Vou citar um caso concreto:

            Estava querendo trocar meu imóvel por um maior e teria que financiar 250k para efetivar a troca.
            Fiz as seguintes considerações:
            Valorização imobiliária (12 a.a. – nominal).
            Taxa do financiamento (11 a.a. – nominal).
            Rendimento (8 % a.a – nominal) – fui conservador aqui.

            Cheguei a seguinte conclusão: Tempo que demoraria para juntar o montante da troca e 15% menor do que o tempo que quitaria o financiamento -> resolvi juntar o dinheiro.

            Se a valorização imobiliária for muito maior que 12 a.a. me ferr..
            Se a valroização imobiliária for bem menor que 12 a.a. pode ser que consiga juntar o dinheiro bem antes do previsto.

            Acontece que se fizer o financiamento agora vou poder morar melhor imediatamente. Como entendo que a antecipação do consumo, nesse caso, não tem o melhor custo benefício.

            Moral: Melhor comprar ou alugar? DEPENDE!!!!

            0
        • Paulo 16 de junho de 2011 at 13:53

          Luiz: “Outro erro de raciocínio muito usado por vendedor, papo de corretor: Seu imóvel vai valorizar x% todo ano, vc fica x5 mais rico. Ora dane-se quanto vai valorizar, se vc mora lá, ou vc pretende vender pra passar pro aluguel e aí nesse caso vc é um investidor, ou este ponto é irrelevante rpa quem vai morar.”

          É isso aí Luiz, os únicos beneficiados com essa valorização absurda são os investidores.

          0
          • olp 16 de junho de 2011 at 14:01

            entendi,,

            o cara tem que morar de aluguel, guardar TUDO que sobrar (viver no mesmo “aperto” que o cara que financia) e torcer pra nao subir mais que a inflacao…

            agora entendi…

            ah e isso em 10 anos, que se olharmos pra 15 anos ai muda tudo

            valeu galera…

            0
          • luiz 16 de junho de 2011 at 14:24

            Olp, quase isto.

            Existe um ponto ótimo a partir do qual é melhor financiar do que alugar, este ponto é quando vc tem um bom dinheiro pra dar de entrada.

            Este ponto ótimo, varia, conforme o colega ciam afirmou, DEPENDE de uma série de núemros, taxas, valores, …, a conta é razoavelmente complexa, mas não é complicado.

            Te sugiro este site do Estadao, clique em alugar ou financiar e comece a brincar com as variáveis que eles dispõe la:
            http://economia.estadao.com.br/ferramenta_financiamento_ou_aluguel.htm#menu

            em tempo, não sou matemático, não posso atestar a qualidade desta ferramenta

            0
          • luiz 16 de junho de 2011 at 15:04

            Olp, quase isto.

            Existe um ponto ótimo a partir do qual é melhor financiar do que alugar, este ponto é quando vc tem um bom dinheiro pra dar de entrada.

            Este ponto ótimo, varia, conforme o colega ciam afirmou, DEPENDE de uma série de núemros, taxas, valores, …, a conta é razoavelmente complexa, mas não é complicado.

            Te sugiro este site do Estadao, clique em alugar ou financiar e comece a brincar com as variáveis que eles dispõe la:
            / economia.estadao.com.br/ ferramenta_financiamento_ou_aluguel. ht m# menu (apgue os espaços)

            em tempo, não sou matemático, não posso atestar a qualidade desta ferramenta

            0
          • Guimarães 17 de junho de 2011 at 17:57

            Amigos, realmente acho que dentre vários tópicos, este é o MELHOR, mais complexo e ao mesmo tempo seu entendimento é o que esclarece quase que totalmente a dúvida comprar X alugar.

            Sem dúvida nada parece ser mais importante do que uma pessoa saber decidir bem COMPRA x ALUGUEL.

            Eu discuto esse tema em meu blog em vários posts, sugiro a leitura de 2 inicialmente:

            1o) http://crisedodolar.blogspot.com/2011/03/diferentes-logicas-imovel-para-morar-x.html
            2o) http://crisedodolar.blogspot.com/2011/03/imoveis-comprar-x-alugar-x-pagar-o.html

            No 1o, mostro exatamente que existe tal dificuldade sim em determinar objetivamente esse limiar (preço aluguel x preço de compra | custo financiando e custo total), pois ninguém pode conhecer a curva de valorização futura do imóvel tampouco de sua aplicação financeira favorita (e.g. renda fixa) para tantos anos de horizonte.

            No 2o, eu faço algo inusitado. Proponho uma alternativa comparativa para determinar se aluguel é vantajoso ou não com as empresas pagadoras de dividendos. Para quem não sabe, dividendos são isentos de IR. Mais ainda, empresas boas tendem a se valorizar. Imóveis bem localizados também tendem a se valorizar.

            Em resumo, imagine a seguinte situação. Tenho 1 milhão de reais. Posso comprar um imóvel por esse valor e não pagar aluguel. Ou posso pagar o aluguel (desta exata unidade) com os dividendos caso compre 1 milhão de reais e monte uma carteira com foco em dividendos.

            Dessa forma, o modelo simplifica bastante a decisão. Você teria inicialmente 2 bens. 1 milhão de reais no imóvel ou 1 milhão em empresas boas pagadoras de dividendos.

            Ao longo do tempo, ambos os ativos podem evoluir ou recuar de valor. Ter o imóvel é o mesmo que afirmar, OK, ele me gera X de aluguel. Quando você mora no seu próprio imóvel, você obviamente PAGA para si próprio ESTE valor por custo de oportunidade, pois se alugasse para um 3o estaria auferindo esse valor. Ou seja, no fundo no fundo vc paga o aluguel para si.

            A conclusão é super interessante, eu me convenci que o momento em Brasília é propício ao aluguel. Mais ainda, encontrei uma forma exata medir o problema.

            Desejo sucesso aos que como eu estavam se sentindo inseguros diante de uma decisão tão importante como essa. Afirmo que há sim como melhorar e muito a compreensão do problema e diante de qualquer decisão tomada se sentir muito mais aliviado, seguro e bem resolvido com a situação moradia própria (talvez até investimento).

            []s

            0
      • Marvin 6 de julho de 2011 at 22:17

        Muito legal este tópico… Agora, temos que levar em conta o fator psicológico… Eu tenho pavor de dívida, assim como preciso ter os pés no chão para dormir tranquilo… moro em um imóvel de quase 1 milhão quitado (é de herança, e só vale isso graças a bolha), pela lógica, valeria a pena “queimar” e aplicar o dinheiro e morar de aluguel… mas tem que ter sangue frio para fazer isso, até porque, a menos que o mundo acabe, eu tenho onde morar ( um espaço físico, um pedaço de terra)… Já dinheiro é apenas papel… no banco então, nem se fala… quem vendeu a casa para aplicar nos “Lemman Brothers” da vida se deu mal… Mas, meu caso não serve muito como parametro porque eu já tenho o imovel, mas se tivesse que optar hoje, juntaria o máximo e daria de entrada em um imóvel o mais barato possível (e andaria a pé para economizar e quitar o mais rápido possivel)

        0
  • MrK 15 de junho de 2011 at 14:24

    Atenção aos movimentos da economia

    Se o governo jogar ainda mais dinheiro no mercado imobiliario (inflacionando mais ainda), o estouro da bolha será ainda MAIOR, quanto mais infla, maior a crise

    Esse seria o momento de enfrentar o problema, reduzindo crédito, estimulando poupança, reduzindo prazos e colocando limites de no mínimo 30% a vista de entrada, combinando isso com uma taxação de 2o imovel, para que os preços caissem gradual e lentamente

    Se colocar mais lenha, SÓ VAI PIORAR, mas como quem decide isso são politicos de olho em reeleição, acho que é exatamente isso que eles irão fazer (empurrar e inflar a bolha)

    0
    • Duda 15 de junho de 2011 at 14:55

      Essa é a direção qua a coisa vai tomando, por desgraça. O pé no freio podería ter sido colocado antes, e agora não estaríamos nesta situação. Mas nunca fizeram isso, o caminho é sempre o oposto, encher, encher, e encher, ate explodir. Aí será crise geral e não só estouro de bolha. Mas do que avisar e tentar dar a alarme, não posso fazer, desde a minha humilde posição.

      0
  • Jorge 15 de junho de 2011 at 14:50

    Trabalhando em bsb, onde a maioria acha que os imóveis subirão rumo ao infinito, conversei ontem com meu colega de trabalho. Falei sobre o tema (bolha imobiliária) e ele me falou de um casal de amigos que comprou QUATRO apartamentos na planta para revenderem na hora de pagarem as chaves. O interessante foi que ele me falou que o casal não tem dinheiro para pagar as chaves e que conseguiu um esquema com a imobiliária de pagar um pequeno valor até lá.
    É interessante que aqui em bsb existem muiiitas pessoas (servidores públicos) que se acham investidores e compraram imóveis para entrega em 2014.
    Acho que se tem um lugar onde a bolha está no ápice de sua forma é em bsb. Pago R$ 750,00 de aluguel num ap de 63m² em Águas Claras e o dono acaba de recusar R$ 240.000 na venda. Ele comprou o ap há um mês e me disse que pagou 250.000 e por isso não vai perder dinheiro e aceitar 240.000. A garagem é descoberta, a posição é poente, e o prédio não possui elevador de serviços. Levando-se em conta o o aluguel em relação ao valor de venda, só compra quem acha que ficará sem teto (aluguel futuramente muito caro). Prefiro pagar aluguel e ver no que vai dar.

    0
    • Duda 15 de junho de 2011 at 14:58

      E vc está certo. Se tem contrato por um par de anos, fique tranquilo…

      0
      • Luiz 15 de junho de 2011 at 16:25

        Jorge, o cara tá perdendo dinheiro. 240 mil dá quase 2 mil por mês no juros, em 5 meses ele perdeu 10 mil.

        O que ele tá esperando é reajusta ro aluguel, mas aí a lei da oferta/procura age mais rapido, se ele subir, tem centenas de outros desesperados por inquilinos jogando p baixo. Outro fator que limita é a renda de quem aluga, quem hoje pode pagar mais de mil por ms de aluguel é uma porção pequena da população, mesmo em BSB que tem renda per capita alta.

        0
    • LB 15 de junho de 2011 at 16:54

      Jorge,

      Em 2008 eu adquiri um apartamento em Águas Claras de uma pessoa que havia comprado 17 unidades no prédio :-). Imagina!!

      0
      • Jorge 15 de junho de 2011 at 22:50

        Caramba! O pior é que eu acho que hoje ainda existem muitas pessoas com esses “investimentos”. Vou esperar explodir!

        0
    • Kal 17 de junho de 2011 at 22:38

      Hoje vi um empreendimento na Asa Sul, na SQS 404, um lugar único, para quem é de Brasília sabe bem o que é, com todos os prédios beirando mais de 20 anos, imagina um lançamento nessa área? Liguei para o corretor que me falou em algo em torno de 15 mil o m², ainda não confirmei esse valor. O mesmo corretor que é meu camarada me ofereceu no Guará um lançamento, cujo m² tá na faixa de 5,4 mil e me disse ainda que ele e mais 5 pessoas da sua família compraram para investir…Todo mundo comprando para investir, tem que estourar né?

      0
  • Jorge 15 de junho de 2011 at 14:52

    Há, a proposta de 250.000 não foi minha, agora eu não teria coragem de oferecer 150.000 nesse ap.

    0
  • Jorge 15 de junho de 2011 at 14:52

    Post anterior 240.000, no lugar de 250.000.

    0
  • Rodrigo Costa 15 de junho de 2011 at 15:26
  • Rodrigo Costa 15 de junho de 2011 at 15:35

    Será que é necessidade de fazer caixa?

    0
    • Duda 15 de junho de 2011 at 16:45

      Cara, entrei e fiquei impressionado com esses descontos. Pode ser sim necessidade de fazer caixa, ou podem ser falsos descontos, ou seja, mesmo descontando 500.000 vamos supor, vc paga 2 milhões por um ap que vale um milhão. Ou seja uma trampa…

      0
      • Rodrigo Costa 15 de junho de 2011 at 16:56

        Realmente a margem é ABSURDA. Da para eles “brincarem” à vontade e ainda terem lucros. Mas só o fáto de esses descontos estarem acontecendo já é alguma coisa. Especialmente quando os descontos são aplicados a empreendimentos que ainda nem foram entregues.

        0
        • Duda 15 de junho de 2011 at 19:46

          Sim, com certeza. Quando se entra em clima de liquidação significa que há desespero. E começa uma corrida de descida. Quem não baixa não vende…

          0
    • Luiz 15 de junho de 2011 at 17:10

      Agora tomei um susto, quase comprei no Vista Alegra a 8 meses atrás quando estava em lançamento com quase todas as unidades vendidas.

      Percebem do que escapei, estão lançando há quase 1 ano, coitado de quem deu entrada.

      São imóveis encalhados por problemas de infraestrutura do bairro: Vila S. Francisco, V. Andrade e Jd. Sul estão saturados, vc leva meia hora pra sair do bairro e chegar numa avenida e daí começar a fazer o caminho a té algum lugar. Roubada, quem comprou o trabalha perto (muito perto) ou tá vendendo

      0
  • roberto 15 de junho de 2011 at 15:38

    Não da para acreditar na irresponsabilidade deste governo.
    Subprime = home equity
    Aceitar o único imovel da familia como garantia chega a ser pornografico !!!!!!!!!

    Caixa amplia prazo para crédito com garantia de imóvel
    Prazo do Crédito Aporte passou de 120 para 180 meses.
    Banco também passou a aceitar o único imóvel residencial como garantia.
    Da Agência Estado

    A Caixa Econômica Federal decidiu aumentar o prazo máximo de contratação do Crédito Aporte de 120 para 180 meses, o que deve contribuir para ampliar sua base de clientes. Além disso, agora o banco também aceita o único imóvel residencial do cliente como garantia.

    Em nota, a instituição destaca que esse tipo de operação – que também é conhecida como home equity ou refinanciamento de imóveis – é muito comum em países desenvolvidos e está ganhando força no Brasil.

    Nos primeiros cinco meses deste ano, a Caixa liberou R$ 340 milhões para este segmento. O montante já é superior ao contratado durante todo o ano de 2010.

    0
    • Luiz 15 de junho de 2011 at 16:19

      Aqui entra um detalhe da Lei.

      Nos EUA executa o imóvel e o cara vai pra rua.

      Aqui em determinadas situações não pode.

      0
      • Pedro 15 de junho de 2011 at 16:23

        A lei do bem de familia nao se aplica nos casos em que o imovel e dado como garantia do financiamento imobiliario ou de hipoteca. Nao ha nada que impeça o despejo nestes casos.

        0
        • Luiz 15 de junho de 2011 at 16:27

          Sim, mas aí o cara se enforca em outras dívidas (de juro maior) pra não ficar na rua.
          Ou seja, aqui no Brasil temos uma margem de manobra maior por conta da Lei.
          To errado?

          0
          • Frank 15 de junho de 2011 at 17:21

            a alienação fiduciária dá instrumentos para o agente financeiro dar um pé no cara.

            isso é o papel.

            tem q ver como é a realidade, às vezes há uma boa distância entre lei e realidade.

            de toda forma, acho improvável q imóveis sejam recuperador com velocidade e em grande volume no Brasil.

            nossa sociedade adora proteger coitadinhos e tal.

            se isso (expulsões para recuperar imóvel) vier a acontecer no BR com alguma escala, logo logo arrumariam uma tese jurídica qq para proteger o inquilino.

            digo isso sem emitir juízo de valor.

            0
          • Anonymous 16 de junho de 2011 at 12:18

            Uma pequena dica – Em absolutamente todos os casos, tirar o atual morador é tarefa de quem comprar imóveis nos leliões da CEF.

            0
          • Duda 16 de junho de 2011 at 14:22

            Então esses leilões, vão ter pouco sucesso.

            0
        • luiz 16 de junho de 2011 at 13:09

          anonimo,. vc tá querendo dizer que talvez existam outros meios mais viáveis de se retomar um imóvel, e q por isso, não vai ser a Caixa, ente publiuco federal que deve seguir a lei, quem vai fazer nunca?

          0
          • Anonymous 16 de junho de 2011 at 17:10

            Se a “alienação fiduciária” fosse algo além de piada, a própria Caixa removeria o morador inadimplente para conseguir valores maiores no leilões que realiza. Não é mesmo?

            0
          • luiz 16 de junho de 2011 at 17:18

            é mesmo
            captei, rsrs

            então, pelo menos por este motivo,o brasil não está em melhor situação que os malafamados americanos e sua bolha de subprime?

            0
  • roberto 15 de junho de 2011 at 17:27

    O Equity International, grupo do megainvestidor norte-americano Sam Zell, vendeu parte de sua fatia de cerca de 11,48% na imobiliária Gafisa. O negócio fez os papéis da empresa negociados na BM&FBovespa caírem 6,2% na quinta-feira.

    Olha a bolha ai !!!!!!
    Fonte :http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u735088.shtml.

    O ultimo não esquece de apagar a luz tá !!!!!!!!

    0
    • paulo 15 de junho de 2011 at 18:00

      Notícia do ano passado!!!

      0
  • roberto 15 de junho de 2011 at 17:31

    A esqueci de mencionar :
    O presidente do conselho da Gafisa, Gary Garrabrant, também é executivo-chefe da firma de investimentos de Zell.

    Resumindo o cara que está dentro da empresa e tem informações privilegiadas pulou fora , por que será ?

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    • Marcos 15 de junho de 2011 at 17:44

      Se a noticia saiu agora então ele já pulou fora faz tempo.

      Segura o mico…rs

      0
  • MrK 15 de junho de 2011 at 18:16

    O post do amigo Jorge acima é muito IMPORTANTE, ele relata algo que todos podemos perceber no dia a dia:

    “um casal de amigos que comprou QUATRO apartamentos na planta para revenderem na hora de pagarem as chaves”

    eu tenho amigos assim também, gente que há 5 anos nunca tinha investido no ramo imobiliario e hoje botam lá todas suas fichas, outro dia li de uma construtora que alguns imoveis chegavam a passar na mão de 3 donos só na fase de planta!!

    Vai ter demanda de moradia pra tudo isso quando esses imóveis forem entregues??? Claro que não!! alias, do jeito que tá o caixa dessas construtoras tem é que pensar se eles vão se quer ser entregues!!! chupa que é de uva!!!

    0
  • MrK 15 de junho de 2011 at 18:34

    galera, daqui a pouco o bolha vai ter que atualizar esse post, ultima vez que vi gafisa já tava a 7,60… mas repito aos investidores, fiquem calmo, pois de zero não passa!!

    0
    • Duda 15 de junho de 2011 at 19:49

      Tá caindo como chumbada, a Gafisa e tambem as outras, hehehe

      0
    • Bolha Imobiliária 15 de junho de 2011 at 20:01

      Hahaha. Daqui a pouco estou saindo de viagem, 10 dias sem internet. Deixei um responsavel para apenas moderar os post’s. Boa sorte para quem fica…hehe

      Abraço

      0
  • Carlos 15 de junho de 2011 at 20:12

    Enquanto isso, o governo dá sinais de muita disposição e vigor, de que
    vai alimentar a bolha.
    http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/06/camara-aprova-mp-que-concede-credito-de-r-55-bilhoes-ao-bndes.html
    55 Bilhões é +de 80% de todo o crédito imobiliário concedido no ano passado pela CEF.
    O dinheiro foi repassado ao BNDES em títulos públicos.
    Alguns detalhes que a reportagem não comenta:
    1 – Não sou especialista em dívida pública, mas acho que esses 55
    bilhões não aparecem na dívida pública, pois a dívida pública é
    líquida, e como o tesouro se crédita quando repassa ao BNDES, não
    infla a dívida.
    1 – Os juros que o tesouro paga são SELIC e as operações de crédito do
    BNDES são pela TJLP (SELIC=12,5% TJLP=6%). Tenho uma dúvida. Quem paga
    a diferênça do juros é o tesouro ou o BNDES. Acho que é o tesouro,
    pois se fosse o BNDES apareceria um rombo muito grande no seu balanço.
    Antes da bolha estourar o governo ainda vai cometer estas e outras irresponsailidades. O pior é que enquanto mais o governo alimentar a bolha, tanto mais devastadora a queda.
    O governo está perdendo o tempo (se é que não já passou) de murchar a bolha de maneira mais suave. Seria bom para todos.

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    • MrK 15 de junho de 2011 at 22:31

      Carlos, pra ajudar:

      o governo empresta ao BNDES dinheiro que ele (governo) capta a 12,25%

      o BNDES por sua vez, passa as empresas a TJLP (6%)

      em resumo: Isso infla sim a divida publica, pois o governo tá rasgando os 6,25% (diferenca) que ele não vai reaver, ele faz isso pois tem esperanca que esse dinheiro subsidiado vai fazer a economia crescer, quem paga isso somos todos nós

      na minha opinião, prefiro dar dinheiro pra BNDES, que (teoricamente) vai investir em negócios e produção do que dar pra consumo, que não gera riqueza alguma

      minha preocupacao: Esse dinheiro estar sendo usado para o BNDES financiar projetos de copa do mundo, construcoes, empreiteiras etc, mas não posso afirmar

      abracos

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      • Carlos 16 de junho de 2011 at 08:54

        Valeu!
        A dívida incorpora gradativamente a diferença do juros, mas não o principal, certo?
        Não concordo com você que este é um crédito saudável.
        Sistematicamente a Miriam Leitão, em seu blog, denuncia que o governo “escolhe” certas empresas para serem líderes de mercado, através de injeção de recursos pelo BNDES.
        A bolha imobiliária é uma sub-bolha de uma maior, que é a bolha de crédito.

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      • Duda 16 de junho de 2011 at 09:35

        Nossa, as vezes me pergunto como vai acabar toda esta festa… Se for com emissão estamos todos ferrados.

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  • Ronny 16 de junho de 2011 at 00:51

    Sobre o post do Jorge, logo acima, o que posso dizer é que aqui no RJ a coisa passou do irracional.

    Nestes últimos anos, fiz economias intencionando comprar um imóvel comum de dois quartos, na zona oeste. Eis que fui pego nesse desbunde do mercado imobiliário. Como não sou o Palocci(o meu patrimônio não cresceu 20 vezes nos 4 últimos anos) e integro o “gado” da classe média em extinção, vi a “casa cair”.

    Como uma amostra simplória da situação por aqui, vejam o imóvel anunciado no seguinte link:

    http://www.zap.com.br/imoveis/oferta/Apartamento-Padrao-1-quartos-venda-RIO-DE-JANEIRO-COPACABANA-R-Djalma-Ulrich/ID-2206532

    Pra quem não conseguir abrir ou acessar o link, trata-se do anúncio de um imóvel usado, em Copacabana, na zona sul aqui do RJ. Está anunciado pelo valor de R$500mil. É um conjugado de 20m2(menor que um quarto e sala) e sem vaga de garagem. E o anunciante ainda tenta vender uma vista da praia que irá evaporar com a construção de um prédio logo em frente, vide fotos. Tudo bem que o sujeito que anunciou tem direito de cobrar o quanto ele quiser no imóvel em questão já que, em nossa democracia econômica, a lei da oferta e da procura vigora plenamente. Mas se este imóvel achar comprador, eu gostaria de cumprimentá-lo pela coragem de pagar MEIO MILHÃO DE REAIS por um apto residencial de 5 x 4 metros, usado, sem vaga de garagem e, em breve, sem vista. E como este, tem outros exemplos semelhantes.

    Nessa loucura, quem tem família pra sustentar e não consegue comprar um imóvel decente, terá que prosseguir alugando pra ter onde morar. Mas a alta irracional pressiona também o preço dos contratos de aluguel por renovar. Pro inquilino, é despesa que seca o bolso e que o governo faz questão de fingir que não existe pois não permite sequer a dedução de despesas com aluguel no IRPF.

    Conforme o lema deste blog, escolhi o caminho de tentar “pagar o justo para não pagar o pato” da alta imobiliária. Impossibilitado de comprar o imóvel, continuarei pagando o outro pato do aluguel pois provavelmente serei extorquido pelo aumento substancial do contrato e sem alívio no IRPF.

    E enquanto a bolha infla, o bolso da classe média esvazia…

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    • Duda 16 de junho de 2011 at 21:06

      Cara, apavorante. R$ 25.000 o m2 ??? Nunca pensei que a loucura tivesse chegado nesse nivel por lá. Quanto tempo há que está a venda?

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    • Marcos 16 de junho de 2011 at 21:30

      Será que não é só anuncio para aumentar o índice FIPEZAP?

      Se isso for real, o cara ficou a meio caminho de ficar milionário só vendendo o ap. Pega o dinheiro, compra uma pousada no nordeste e ta com a vida sussa…rs

      Tá fácil ficar no Brasil…. kkkk

      Só ter um ap ou ser amigo do governo…

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    • MrK 16 de junho de 2011 at 22:32

      Ronny, esquece esse papo de que aluguel é jogar dinheiro fora, claro que não, dependendo da situação economica (e atualmente é um exemplo) aluguel é a melhor coisa que se pode fazer

      algumas pessoas falam “aluguel é dinheiro jogado fora”, e eu respondo “comida também, e voce para de comer por isso?”

      quem precisa morar tem ou que pagar aluguel ou financiamento, atualmente por um imovel que o financiamento custa R$5mil por mes, voce pode alugar e viver sem ter a dor de cabeca de proprietário e pagar R$1.500 por mes, quando o imovel tiver velhou ou se a vizinhanca piorar, voce simplesmente sai.

      Enquanto isso voce guarda a diferenca de R$3.5 e usa no que quiser, até pode juntar pra comprar um imovel a vista…

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  • Rodrigo 16 de junho de 2011 at 09:25

    Agora tá valendo…

    Governo amplia limite de renda para compra da casa própria no Minha Casa Minha Vida 2

    http://noticias.r7.com/economia/noticias/governo-amplia-limite-de-renda-para-compra-da-casa-propria-20110616.html

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  • MrK 16 de junho de 2011 at 09:57

    o jornal “oglobo” é uma piada!!! eles estão de mãos dadas com as construtoras (seus principais anunciantes)

    os dados bons do mercado saiam em letras garrafais, lembro até uma reportagem do ano passado dizendo que investir em imóveis era a “bola da vez”, o globo NUNCA entrevistou um economista imparcial que acredite em bolha, era só corretor e dono de construtora

    agora os dados ruins eles NEM PUBLICAM, acreditam que NÃO publicaram o secovi?? no dia que saiu a queda, a parte do globo destinada a habitação publicou uma reportagem sobre casais que comecaram a namorar porque eram vizinhos…

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    • olp 16 de junho de 2011 at 10:41

      jornal eh f… mesmo…

      tudo comprado…

      se bem que nesse exemplo que voce deu (da “bola da vez”) ele acertou…

      mas nao tem um imparcial..

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    • Ramires 16 de junho de 2011 at 10:41

      MrK, concordo com vc e nao eh somente o q vc citou, se perceber tem outros jornais q noticiam ou nao certas reportagens de uma forma menos impactante ao leitor, e para entender o sentido correto da noticia, o leitor tem q estar por dentro do q esta acontecendo e nao somente saber compreender o texto.

      Outra coisa, vc acha que esses jornais falarao mal do mercado uma vez q essas empresas gastam milhoes em publicidades… soh na outra vida…..

      MCMV2 sai hj, hein!!!!….

      heheheheheeee

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    • Duda 16 de junho de 2011 at 11:15

      Por isso que gosto ler jornais especializados de outros paises. Não tenho nada de confiança na imparcialidade da midia do Brasil. Alias, nunca tive confiança, e num momento como o atual, ainda menos.

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      • luiz 16 de junho de 2011 at 13:12

        somos 2, wikipedia só em ingles ou espanhol.
        a questão da bolha começou a vazar nos grandes jornais.
        O Estadao/sp é o primeiro que se lê algo mais sério.
        Logo vem os outros

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        • me 16 de junho de 2011 at 14:18

          A Folha não fica atrás. Acho que foram eles que ano passado fizeram uma matéria sobre Mercedez de brinde para quem comprasse as últimas unidades de um prédio.

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  • Carlos 16 de junho de 2011 at 11:43

    16/06/2011 11h24
    Minha Casa Minha Vida 2 terá R$ 125,7 bilhões em investimentos

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/06/minha-casa-minha-vida-2-tera-r-1257-bilhoes-em-investimentos.html

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  • Ramires 16 de junho de 2011 at 12:38

    Olha o reflexo do momento que o setor imobiliário passa.

    Contratos novos de aluguel têm alta recorde em 12 meses em SP.

    O pobre tá fu.di.do se for pagar aluguel.

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/930789-contratos-novos-de-aluguel-tem-alta-recorde-em-12-meses-em-sp.shtml

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  • Ramires 16 de junho de 2011 at 12:40

    Subiu o limite do programa..

    Limite de renda para ‘Minha Casa, Minha Vida 2’ sobe para R$ 5.400

    fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/930823-limite-de-renda-para-minha-casa-minha-vida-2-sobe-para-r-5400.shtml

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  • Pedro 16 de junho de 2011 at 13:33

    Vocês acreditam que o Brasil está com as contas equilibradas? Eu não. Vejam este artigo sobre o rombo das contas públicas e reflitam. Abçs a todos

    Estatística subestima deficit público, diz ex-presidente do BC
    GUSTAVO PATU
    Folha de S.Paulo, 15 de junho de 2011

    Rombo em contas é maior quando usados os mesmos critérios de países desenvolvidos

    BRASÍLIA – A real dimensão do desequilíbrio das contas do governo é mascarada pela metodologia adotada no país para apurar o deficit público, diz estudo assinado pelo economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central no governo FHC.
    Se calculado por critérios do mundo desenvolvido, o deficit de União, Estados e municípios chegaria no ano passado ao equivalente a 12% do PIB, segundo o trabalho. As estatísticas oficiais apontam deficit modesto, de 2,55% do PIB, em 2010.
    O estudo -uma versão preliminar, ressalva o autor- foi preparado para o seminário “A taxa de juros no Brasil”, promovido anteontem em São Paulo pelo CLP (Centro de Liderança Pública) e pela Casa do Saber.
    Franco associa a anomalia dos juros brasileiros, desde os anos 90 entre os mais altos do mundo, a um desequilíbrio nas contas públicas, que passa despercebido porque a contabilidade nacional considera as despesas com juros, mas não amortizações da dívida pública.
    As amortizações estão fora da conta desde os tempos da superinflação, quando o governo tinha de trocar diariamente os títulos de sua dívida. Como a compra de um papel equivale contabilmente a uma amortização, a prática inflava e distorcia os números do deficit.
    Para o economista, a metodologia que escolheu é “imperfeita e enviesada como de resto todas são”, mas chama a atenção para o problema dos prazos ainda muito curtos da dívida pública.
    “Os governos preferem versões adocicadas dos problemas que realmente têm e relutam em reconhecê-los em sua verdadeira dimensão. Sem esse reconhecimento, porém, prevalece a noção de que não há nada a fazer nesse terreno.”
    Entre os cinco debatedores do seminário -Franco, André Lara Resende, também da equipe do Plano Real, Luiz Gonzaga Belluzzo, da Unicamp, Yoshiaki Nakano, da FGV, e Samuel Pessoa, da consultoria Tendências- houve quase consenso em atribuir os juros recordes do país à fragilidade fiscal.
    Se houve convergência no diagnóstico, os presentes não pareceram confiantes na viabilidade política das alternativas de tratamento.
    Belluzzo defendeu que o governo busque um superavit nominal. Hoje só há superavit primário, ou seja, sem considerar os encargos com juros da dívida.

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    • Carlos 16 de junho de 2011 at 13:58

      A economia do Brasil está sendo gerida de forma temerária. No mês passado o governo anunciou record no superavit primário e no mesmo mês a dívida cresceu em torno de 2,5% (dados do próprio governo), o dobro da selic.

      MAS depois da crise dos desenvolvidos, os BRICS viraram os queridinhos do mercado financeiro internacional, como apontou um artigo postado neste blog.

      O mais interessante é que o mercado financeiro internacional não é nada bobo e vai sugar o quanto puder do Brasil. Para garantir o mais possível a mamata, ficam classificando a dívida brasileira melhor do que a americana, pois eles querem atrair o maior capital possível para o Brasil, para que eles possam saiam com folga, na hora certa, em que perceberem que a vítima não tem mais sangue. E não duvidem que eles saberam o momento certo.

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    • Duda 16 de junho de 2011 at 14:36

      Um escandalo. Dito de outras palavras, as contas estão feitas de tal forma que mesmo pagando os juros a dívida ficará eterna, ou ate crecerá, pois nada do capital está sendo reduzido. E ainda com essas contas manuseadas, temos deficit, isso com uma economia superaquecida que já paga recordes em impostos. No primeiro esfriamento economico (que parece já ter começado), ficaremos numa situação com a da Espanha. Eles por lá tinham tudo sob controle, até que a economía esfriou por causa da crise de 2008, a arrecadação diminuiu e o país foi para o saco. Estamos no mesmo caminho.

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      • Duda 16 de junho de 2011 at 15:32

        E complementando: na Espanha ficaram com o país semi paralisado, e não caíram na inflação só por estarem dentro do euro. Por aquí… se imprimir moeda, será inflação, mais ainda da que temos agora.

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  • Susy 16 de junho de 2011 at 14:59

    A Camargo Correa vai fazer uma megapromoção de mais de 100 imóveis neste sábado, dia 18/06, o chamado “Dia C”. Descontos chegam a mais de R$ 500 mil !

    http://oportunidadescamargocorrea.com.br/

    Segundo a lei elementar de oferta e procura, não se faz promoção assim em mercado “superaquecido”, não é?

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  • Susy 16 de junho de 2011 at 15:01

    A Camargo Correa vai fazer uma megapromoção de mais de 100 imóveis neste sábado, dia 18/06, o chamado “Dia C”. Descontos chegam a mais de R$ 500 mil !

    Procurem no Google (se eu colocar o link aqui, isso vai exigir moderação, e nosso moderador está de férias).

    Segundo a lei elementar de oferta e procura, não se faz promoção assim em mercado “superaquecido”, não é?

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    • Duda 16 de junho de 2011 at 15:13

      Susy, sim ja vi, alguém publicou também mais acima. Todos sabemos que as vendas estão em queda livre, não é? pois olhem como ve o Secovi a situação atual. Fala de “retomada do desempenho”… estão apelando

      .SECOVI..www.secovi.com.br/noticias/secovi-sp-divulga-pesquisa-sobre-o-mercado-de-imoveis-novos-em-abril/3186/

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      • Duda 16 de junho de 2011 at 15:15

        Coloquei algumas besteiras antes do link, para pode-lo passar sem moderação… copiar só a partir dos w

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      • luiz 16 de junho de 2011 at 15:36

        até aí os números estão mesmo apontando um pequeno reaquecimento, mas no artigo mesmo lembra que o efeito sazonal não foi considerado.

        outra notícia é que a bolsa tbm está se reerguendo em cima ods papéis que mais tinham caído, bancos e construtoras.

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        • Duda 16 de junho de 2011 at 16:17

          Mas eles se cuidam muito de falar do acumulado dos 12 meses que é o indicador mais poderoso, que vem caindo desde dezembro…

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        • roberto 16 de junho de 2011 at 16:21

          Se recuperando é para trocha ouvir e comprar pois neste momento GFSA3(gafisa) DESPENCANDO -2 % vendida a 7,64. Cyre3 (Cyrela) DESPENCANDO – 3,1 % a 14,97. O ultimo apaga a luz tá !!!!!!!!

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          • luiz 16 de junho de 2011 at 16:36

            ops, dei 1 de trouxa mesmo
            kd meu link do El Pais

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          • Duda 16 de junho de 2011 at 16:54

            E isso que tá sendo lançado MCMV2, como sería senão fosse…

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          • luiz 16 de junho de 2011 at 18:25

            Duda, coincidência não?
            O mcmv2 justo agora.

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          • Duda 16 de junho de 2011 at 20:20

            pois é… acho que o mercado tomou como uma confirmação da existencia da bolha, que tem que ser socorrida pelo governo para não explodir. E aí pularam fora…

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  • luiz 16 de junho de 2011 at 15:07

    Ninguém aqui atentou que o governo financia casa, mas não financia cosntruir cidade.

    Vai faltar terreno urbano, metrô, esgoto, água, luz, rua.

    Essa é também uma das causas da bolha.
    Os gargalos urbanos inflam os preços dos que conseguem espaço p construir.
    Aqui em SP algumas áreas simplesmente estão saturadas, não se vende nada nem na promoção, pq não se consegue chegar no bairro.

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  • Duda 16 de junho de 2011 at 16:05

    Pessoal, esta acontecendo neste momento uma grande caida das construtoras, mais de 3%, quando a bovespa como um todo esta em 1,5% abaixo. E no dia de hoje não teve grandes solavancos nos mercados do resto do mundo. Apenas está acontecendo no Brasil. Fiquem de olho.

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    • Duda 16 de junho de 2011 at 16:12

      Perdão, onde escrevi caida, era para ser queda, acontece que estava lendo algo da espanha…

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    • roberto 16 de junho de 2011 at 16:15

      E o pior Duda que a pouco tinha uma noticia no Estadão falando que o BOVESPA estava em alta devido a boa performance das ações das incorporadoras. PIADA né ? Entrei agora no site do estadão para colocar a noticia aqui e a mesma foi retirada. Os meios de comunicação devem achar que TODOS os Brasileiros são Burros !!!!! Tudo bem que o dinheiro da publicidade das incorporadoras é alto e faz diferença para os jornais , mas dai a forçar uma noticia chega a ser ridículo para não dizer outra coisa

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      • Duda 16 de junho de 2011 at 16:20

        A manipulação chega ser grosseira… os caras nos tomam por idiotas mesmo.

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  • roberto 16 de junho de 2011 at 16:27

    Piada do Dia: Subsídios não criam bolhas, diz Dilma
    No lançamento da segunda etapa do Minha Casa, presidente disse que assegurar assistência à população é uma ‘obrigação do governo’.

    Nos também acreditamos em coelhinho da páscoa, papai Noel e que a carga tributaria deste pais é destina a melhoria de vida do povo brasileiro.

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    • luiz 16 de junho de 2011 at 16:38

      Alguem conhece o blog do José Paulo Kupfer lá no estado.com.br em economia,/analistas

      lá eles provam por a+b que NÃO existe bolha brasileira coisa enhuma, são muito intleigentes, técniso, grandes especialsitas.

      temoS mto a aprender com eles

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      • roberto 16 de junho de 2011 at 16:53

        É Luiz vai ver que é por isto que mesmo com o anuncio do governo do minha casa minha divida 2 as ações das construtoras estão despencando. Agora é lógico que o fato de as vendas estarem a todo vapor não interfere no desempenho das construtoras, né !!!! Seria a mesma coisa que dizer que a panificadora está vendendo pão como nunca e ao mesmo tendo está tendo problema financeiro. Acredita quem quiser!!

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        • luiz 16 de junho de 2011 at 16:58

          VIU SÓ o que seria da gente sem eles pra analisar explicar tudo direitinho.
          vale a pena entrar lá e ler, tem um luiz lá que comenta tbm

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      • DRN 16 de junho de 2011 at 17:57

        Eu li o artigo mequetrefe a que vc se referiu. Não provou nada de nada. Trata-se de mera opinião e o articulista sequer se preocupou em externar os “fundamentos” do que ele “acha” a respeito do assunto. Para mim, artigo comprado. E avise as construtoras que o dinheiro foi mal gasto porque não convenceu a ninguém.

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    • MrK 16 de junho de 2011 at 17:18

      essa declaração da Dilma é uma PIADA

      os 2 maiores fatores de geração de bolhas são subsidios e crédito farto

      se o governo não tivesse lançado o minha casa, minha dívida, essa bolha seria muito menor!!

      não tenho nada contra que a classe E e D tenha uma moradia digna, mas é possível fazer isso sem gerar bolhas!!! Ela também foi irresponsável, junto com o seu sucessor molusco, por deixarem o endividamento das familias atingirem um patamar indecente, pra dizer o mínimo

      NÃO TENHAM DUVIDAS: Quando a bolha estourar, o governo botará a culpa nos especuladores, na gafisa, no dolar, em wallstreet.. em qualquer um menos ele!!

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      • Duda 16 de junho de 2011 at 17:23

        Por isso, este governo nunca atacou o mal de raiz deste pais, a falta de educação. Depois da coisa apodrecer, jogar a culpa nos outros, fica mais facil, sempre com uma ajudinha da midia, principalmente a globo, que mantem há décadas os cerebros do povo anestesiado com suas novelas.

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      • me 16 de junho de 2011 at 17:23

        Se o preço tá alto, a culpa é de quem compra, não?

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        • roberto 16 de junho de 2011 at 17:31

          Não a culpa é da ganância patrocinada pelo credito e os Subsídios gerados pelo governo para favorecer aqueles que lhe interessa

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        • Duda 16 de junho de 2011 at 17:41

          Essa apreciação é muito simplista. Coloque um milhão na mão de um pobre ignorante sem educação, e num par de meses ele voltará a ser pobre, tendo gasto esse dinheiro, em bebida, mulher, drogas, festa, balada, carro de luxo eoutras coisas do estilo… Se o dinheiro foi de presente, o cara voltara a ter patrimonio zero. Mes se vc emprestou, então esse cara terá uma dívida, que nunca pagará, e vocé uma perda de patrimonio que nunca tapará… Boa parte do povo brasileiro é como esse cara que descreví no inicio… e o governo e quem empresta esse milhão…
          Acredito que o exemplo demonstra bem a realidade, não acha?

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          • Duda 16 de junho de 2011 at 17:43

            Me, agora me diz: de quem é a culpa?

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          • me 16 de junho de 2011 at 18:01

            Eu já esperava que fossem dar esse exemplo. No final das contas e na prática, a culpa continua de quem compra alto. Sei que soa desumano, e que vou ser esculhambado (sempre soba pro mensageiro), mas é como as coisas são. Até porque uma parte grande de quem faz esse tipo de empréstimo tem discernimento suficiente pra saber o que são juros e que devem ser pagos. Pode até não notar que vai pagar tanto assim, mas sabem.

            Seguindo a forma de pensar empírica aqui, tenho vários exemplos de gente que sabe exatamente o quanto devem no cartão, mas seguem pagamento o mínimo e fazendo-se de desentendidos. Sabem que aquele “dinheiro que apareceu na conta” não é dele, é cheque especial, e vai ter juros. Cruel, verdade. Ainda assim não mudam os fatos. Já ouviram a história do cara que levou uma cobra ferida pra casa, cuidou, deu comida, e foi picada pela maldita, que falou que “ele sabia muito bem que ela não deixaria de ser cobra”? Pois.

            Acho que a emoção já tomou conta de muitos faz tempo nesse assunto. Muitas vezes soa como se procurassem culpados pra não conseguirem comprar o que querem. E claro, sobra pra quem é rico ou tá no governo. Mas é impressão minha, talvez exagero meu, ou já há relatos de gente pedindo demissão ou redução de salário, pra poder entrar no programa?

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          • luiz 16 de junho de 2011 at 18:24

            Duda, calma lá, o povo tme o governo que merece e vice-versa.

            Foi-se o tempo quando os sábios governavam este país, aliás estes tempos passaram bem rápido, e os execelentes resultados foram satanizados por esta horda política de neocomunistas + jornalsitas chapa-branca + alqeda eletronica, tentaculos daquele partido que só pensa em grana e controle, cujo ídolo é um molusco mas o primeiro-minsitro é ou era o Palluf.

            Fato é que este governo revestido de pragmatismo esta festejando o sucesso como se não tivesse que pagar a conta nunca, talvez a conta só chegue no sucessor. E quem vai pagar a conta é o povo, de um jeito ou de outro, claro. E como alguém aqui disse, o ultimo que sair, varre o salão, paga a conta e Apaga a luz.

            0
          • Duda 16 de junho de 2011 at 20:08

            Nesse ponto vou tem que concordar sim. Povos tem os governos que merecem. E dificil separar uma coisa da outra, mais ainda quando se vive numa democracia. Só que a maior responsabilidade, é de quem tem o poder de decisão, exitem muitas formas de (tentar) tirar as pessoas da pobreza, umas mais efetivas que outras, mesmo que sejam mais lentas. O governo escolheu a forma rapida, que no curto prazo parece efetiva, mas que no longo prazo não terá efeito nenhum… o ciclo: falta de educação – ignorancia – mal governo – pobreza não será rompido. Pelo menos não com a estrategia atual.

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        • MrK 16 de junho de 2011 at 19:54

          me, claro que quem compra na alta tem sua parcela de culpa e vai aprender a licao da forma mais amarga

          mas é INEGAVEL que o governo tem culpa SIM, pois tudo ocorreu DE BAIXO DO NARIZ DELE e ele preferiu em vez de fazer algo, aumentar mais ainda o problema com subsidios e incentivos

          É INEGÁVEL que uma gestão competente poderia ter evitado essa bolha em que vivemos e que em breve irá machucar muitos

          dizer que o governo não tem nada a ver com isso é o mesmo que ignorar o significado da palavra “negligencia”

          0
          • me 17 de junho de 2011 at 10:39

            O governo poderia ter oferecido um milhão pra todos habitantes do país, e a culpa ainda seria de quem aceita. Vocês viram a notícia de um certo país que criou uma nova constituição colaborativamente, online? Então.

            0
          • Duda 17 de junho de 2011 at 11:17

            Me, o governo esta emprestando dinheiro que não é dele. E dos contribuíntes. Por isso, ainda acho que a maior culpa, sempre, é do governo.

            0
      • Gus 17 de junho de 2011 at 16:40

        David Rosenberg, chief economist at Gluskin Sheff & Associates,and former Merrill Lynch North America Chief economist and Former Bank of Canada Chief economist says that he is 99% sure that there will be a recession next year that the FED will have to do a QE3 that there is no more room for another fiscal stimulus”I think that by 2012 I give it a 99 percent of occurring ” ” when you have a manufacturing inventory cycle recessions usually separate 5 years apart , but when you have a balance sheet recession we are talking about credit contraction asset deflation for example residential real estate , when you have these sort of balance sheet recessions the downturn tends to be separated every two , two and half years so I think that by 2012 that will be roughly the time we going to see the next downturn ”

        Fonte: bloomberg.com/video/70808782/

        0
  • Marcos 16 de junho de 2011 at 20:13

    Vejam o que esta acontecendo na Grécia e Espanha, países “civilizados”.

    http://www.youtube.com/watch?v=TwTlUttpTfk&feature=feedu

    0
  • Leandro. 16 de junho de 2011 at 20:47

    Em Brasília, recentemente lançaram um prédio de apartamentos na quadra 404 sul.
    Pra quem não é de Brasília, a quadra 404 sul é muito bem localizada, quase ao lado da esplanada.
    Mas as quadras chamadas 400’s de Brasília só podem ter prédios de 3 andares.
    A maioria deles possui cerca de 30 anos e não possuem elevadores ou garagem. A média de preço desses apartamentos creio eu estar em 7.000 o metro quadrado (não tenho certeza)
    Esse lançamento foi de um prédio de 3 andares, com elevador e garagem.
    Quase não acreditei quando vi o preço: quase 14 mil o metro quadrado!!
    http://www.wimoveis.com.br/imovel/venda-apartamento-brasilia-df-2-quartos-sqs-404-138185
    Onde isso tudo vai parar?

    0
    • Kal 17 de junho de 2011 at 22:42

      Isso mesmo Leandro, conversei com um corretor hoje que me confirmou algo em torno de 15 mil e esse apto do link que você colocou é porque é uma unidade maior, creio que as unidades menores deva alcançar os 15 mil sim. Engraçado que o corretor que é meu camarada me falou de um empreendimento no Guará no valor de 5,4 mil o m², e me disse que ele e mais 5 pessoas de sua família compraram para investir…..Então só tem investidor na praça, não tem comprador de verdade de imóveis na planta?

      0
  • Marcos 16 de junho de 2011 at 21:20

    Relatório Trimestral do Fundo RB Capital Agre

    “Nesse primeiro trimestre também pudemos perceber mais claramente uma tendência maior de
    estabilização de preços no mercado, o que pode indicar estarmos chegando a um estágio de maior
    proximidade entre curvas de oferta e demanda a esse nível de preços.”

    http://www.bmfbovespa.com.br/renda-variavel/download/RBCapitalAgre_060511.pdf

    0
  • Marcos 16 de junho de 2011 at 21:25

    Relatório Trimestral do Fundo RB Capital Agre

    “Nesse primeiro trimestre também pudemos perceber mais claramente uma tendência maior de
    estabilização de preços no mercado, o que pode indicar estarmos chegando a um estágio de maior
    proximidade entre curvas de oferta e demanda a esse nível de preços.”

    bmfbovespa.com.br/renda-variavel/download/RBCapitalAgre_060511.pdf

    0
    • MrK 16 de junho de 2011 at 21:39

      hahah
      veja bem, amigo marcos

      a demanda com certeza travou, nesses patamares de custo de crédito e custo de imóvel, a demanda simplesmente travou

      MAS E A OFERTA???

      vai me dizer que os zilhões de apartamentos pra ser entregues nos proximos 18 meses não vão gerar oferta??? por mais que se diminua os lançamentos, a quantidade de imovel em construcao sem morador final (nas mãos de investidor) vai fazer o mercado ficar sobreofertado

      não consigo mais NÃO VER preços caindo, pelos fundamentos economicos é tiro certo

      abracos

      0
      • Marcos 16 de junho de 2011 at 21:47

        Mrk,

        Postei porque achei interessante um fundo de investimento imobiliário ter colocado isto no relatório deles. Veja que esse fundo é para construir e vender os imóveis. Diferentes de outros fundos.
        Entendo que eles não conseguirão repassar mais custos para frente. Se a oferta aumentar, cai mesmo. Mas no momento parece que chegou a estabilidade.

        0
  • Ramires 16 de junho de 2011 at 21:50

    Minha Casa, Minha Vida 2 agrada a empresários do setor

    SÃO PAULO – Os presidentes das três construtoras abertas com maior atuação no Minha Casa, Minha Vida 2 – MRV, Rodobens e Direcional – estão satisfeitos com os anúncios sobre a segunda etapa do programa, anunciados hoje pela presidente Dilma Rousseff.

    Fonte: Valor Online 16/6/11

    0
    • Marcos 16 de junho de 2011 at 21:52

      Vamos aproveitando que as festas juninas para colocar lenha na fogueira…

      Podiam dar o dinheiro do Palocci para o programa minha casa minha dívida 2

      0
  • MrK 16 de junho de 2011 at 22:07

    “Contando com o ovo no c* da galinha”

    essa velha expressão simboliza perfeitamente o momento economico do Brasileiro hoje

    O Brasileiro está usando todo crédito disponível, comprando tudo que nunca pôde, se endividando pra comprar carro, casa, eletrodomêstico etc… o apetite está tão grande que vejo diversos estabelecimentos (de comida a estacionamento) aumentarem os preços em 35% e continuarem com praticamente a mesma demanda! A elasticidade parece que sumiu, afinal, o que são mais R$10,00 na parcelinha, né?

    O Brasileiro vive hoje como se não houvesse riscos, como se todo investimento previsto não tivesse perigo algum de não acontecer, como se ele com certeza absoluta terá sempre emprego e bons aumentos, o Brasileiro não poupa pra emergência, afinal, crêem que o Brasil viverá a pleno emprego pelos próximos 20 anos, pra quê poupar? “Se tiver uma emergência não preciso ter poupança, ponho no cartão de crédito”

    O perigo está justamente em contar com esse mundo cor de rosa por mais alguns anos, não observar que temos um Estados Unidos virtualmente quebrado, uma Europa com sérios problemas e internamente uma inflação fora de controle (a não ser que você acredite nos 6%) e sempre vale lembrar que faz parte do capitalismo um ciclo recessivo pra corrigir excessos, ao contrário do que muitos pensam a recessão não é o problema, ela é a CURA, o problema são os exageros que levaram a ela.

    A impressão que tenho da nossa economia é estar patinando em gelo finissimo, qualquer problema que eleve um pouco o desemprego ou diminua o poder de compra, podemos ter um efeito dominó de inadimplência e queda violentissima nas vendas.

    Façam suas apostas.

    0
    • John 17 de junho de 2011 at 09:14

      Verdade. O governo aumenta os juros e as pessoas ao invés de tomarem mais cuidado com os financiamentos para não caírem em armadilhas, matém o mesmo ritmo de consumo e depois não conseguem pagar as parcelas. Em suma, tudo menos deixar de comprar. Os bancos que devem tomar cuidado com isso, pois daqui 10 anos provavelmente viveremos outra realidade, que pode ser melhor ou pior. E se daqui dez anos houver queda nas vagas de emprego e ocorrer calote generalizado, como fica?

      0
  • Anonymous 16 de junho de 2011 at 23:12

    Seguem partes de anuncios de oferta de apartamentos novos do website Mercado Livre. Por que será que essas pessoas estão querendo vender esses apartamentos? Será que são pessoas que não acreditam na valorização permanente desses imóveis? Será que começaram a perceber que não terão condições de pagar as prestações do financiamento?

    1 – Entrada de R$ 115.000,00 + Trans. de divida de R$ 236.800,00 com parcelas iniciais na tabela SAC de R$ 2642,00.

    2 – Entrada R$ 40.000,00 e mais nada para pagar até NOV11. Financiamento junto ao banco no valor de R$ 123.500,00, só em DEZEMBRO 2011.

    3 – Peço R$ 97.000,00 (referente ao que já paguei) e transfiro o contrato (parcelas + chaves – saldo devedor total já corrigido pelo INCC = R$ 272.000,00), valor total = R$ 369.000,00 (o valor deste apartamento na tabela do plantão de vendas está em torno de R$ 440.000,00).

    4 – Peço 90.000 + Saldo devedor: +- 155.000 (finaciamento pré-aprovado c/ Santander) / ou banco de seu relacionamento.

    5 – Para transferência do contrato com a construtora, quero R$ 80.000,00 em mãos e o comprador assume a diferença com a construtora de R$ 105.000,00 (Aproximadamente)

    6 – Oportunidade unica, valor 180.000,00 mais financiamento, chaves entregue em junho de 2011.

    0
  • Anonymous 16 de junho de 2011 at 23:30

    Alguns aqui podem não se lembrar ou ainda não tinham idade para prestar atenção. Segue um resumo do caso ENCOL. Na minha opinião, o mesmo vai ocorrer com algumas grandes construtoras em pouco tempo. A minha dúvida é qual construtora será a primeira a quebrar.

    As receitas dos lançamentos bancavam as construções vendidas anteriormente, até que um dia as fontes financeiras secaram e a Encol protagonizou a quebra mais dramática vivida por uma grande empresa brasileira até então. Ao ter a falência decretada, em 1999, deixou como legado 710 esqueletos de concreto espalhados pelo Brasil, 23 mil funcionários desempregados e 42 mil clientes sem dinheiro e sem os imóveis que haviam comprado.

    0
    • Andre 17 de junho de 2011 at 00:04

      Pra quem se interessa em saber os dois lados da historia, o dono da encol lancou um livro sobre o caso:

      istoedinheiro.com.br/noticias/28650_A+ENCOL+FOI+SEQUESTRADA

      Algumas coisas mudaram desde entao:

      – se hoje uma construtora quebra, os compradores botam outra p/ terminar a obra, o patrimonio da obra é separado da construtora… Nao sei detalhes, mas basicamente é isso.

      – na epoca o mercado de capitais do BR era uma verdadeira zona (vide o caso Naji Nahas, por ex.), por isso as empresas nao captavam $ em bolsa…

      Abs

      0
    • RCC 17 de junho de 2011 at 08:57

      É interessante como ninguém tem memória. Na minha cidade tem construtora com imagem de sólida e confiável, que no passado não tão distante já deu calote. Hoje a lei das incorporações pode até minimizar os prejuízos no caso de quebra da construtora, mas não é garantia plena e vi até um programa de televisão falando que o consumidor não deve comprar sem incorporação, concluo então que existe empreendimentos sendo vendidos sem incorporação.
      Se alguém quer se endividar e comprar na alta, o melhor negócio é financiar imóvel já pronto, pois as condições são muito melhores e o risco muito menor.

      0
  • MrK 17 de junho de 2011 at 10:03

    Anonymous escreveu sobre algo sério

    O risco de uma construtora quebrar existe mesmo, não sei dizer se é baixo, médio ou grande, precisaria olhar em detalhes o balanço das empresas, o resultado, as pespectivas, os passivos e principalmente: A GERAÇÃO DE CAIXA, não tenho tempo pra ver isso agora.

    uma coisa é certa: SE não quebrarem irão no mínimo passar por um arrepio, vai ser muito difícil pra eles, principalmente nos que atuam da média pra alta renda que não tem MCMV. Por isso as ações estão virando pó

    Mas atenção: Existem 3 fatores que podem ajudar a situação:

    1- Ajuda do governo as empresas, aos moldes governo americano
    2- Esquema para compra de uma empresa por outra, ao exemplo Tenda / Gafisa
    3- No caso dos compradores, eles podem em muitos casos continuar a obra, terão algum prejuizo financeiros sim e terão muita dor de cabeça, além de atrasos, mas ainda assim terão os imoveis

    0
    • roberto 17 de junho de 2011 at 10:43

      Não se preocupem do jeito que este governo (Dilma Lulla) está entrelaçado (amigado) com as construtoras (incorporadoras) deste a campanha eleitoral: já, já sai o PROER das construtoras (incorporadoras). E quem irá pagar o pato será o POVÃO do polvo. E aqueles mais instruídos que se explodam de raiva, pois os analfabetos funcionais deste Pais ainda irão aplaudir o Deus dos TENTACULOS.

      0
    • Anonymous 17 de junho de 2011 at 11:59

      Na minha opinião, está evidente que algumas das grandes construtoras estão no mesmo esquema da antiga ENCOL, ou seja, o dinheiro que entra pelo lançamento de um novo empreendimento, ou pela captação no mercado (bolsa, recebíveis), paga as dívidas do empreendimento lançado anteriormente. Acho que poderíamos fazer um bolão para ver quem acerta qual empresa quebra primeiro.

      0
      • Samuel 17 de junho de 2011 at 16:07

        Prezados Senhores,

        De fato a Encol é um marco. Alterou a lei de incoporações e trouxe para a legislação brasileira a afetação do patrimônio do incorporador.
        O que isso quer dizer?????
        O terreno do incorporador objeto da incorporação, os bens e direitos a ele vinculados são separados do patrimônio do incorpordor.
        Funciona assim, cada empreendimento (incorporação) terá um CNPJ próprio (salvo maior engano), terá obrigações trabalhistas próprias, terá pagamento de imposto próprio, terá receitas próprias e despesas próprias.
        A lei de incorporação é a 4.591 de 64, foi alterada depois do caso Encol… não sei qual a lei que alterou, quando tiver tempo procuro.
        O cenário jurídico que havia quando a Encol quebrou, não é o mesmo cenário que temos hoje… tb não é o mesmo cenário financeiro….
        Isso não muda o fato, que existe a possibilidade de a construtora quebrar e vc não ter o imóvel parcialmente pago… entretanto o risco não é igual ao que tinha quando a Encol agia. Aliás, a Encol financiou a propaganda do FHC (só para lembrar que o mercado sofre com interesses políticos)
        Peço desculpas pela falta de jeito… mas não está muito claro (pra mim) a ligação entre a quebra ou queda de grandes construtoras com o valor do imóvel.
        Eu vi que foram colocados aqui dados de grandes construtoras, mas qual é o percentual que representam do mercado? Aqui na grande São Paulo, há inúmeras construtoras que não trabalham na bolsa de valores… elas não fazem parte do mercado? Sei que não dá para comparar uma construtora pequena com a Gafias, mas aqui a gente tem uma penca dessas pequenas construtoras (não sei o número).
        Em cada região há um mercado diferente, afetado pela legilação regional.
        Se por um lado temos regras gerais para todos os mercados, como por exemplo a lei de incoporação, por outro temos regras específicas para algumas localidades, a depender do plano diretor.

        um forte abraço,

        0
        • luiz 17 de junho de 2011 at 16:40

          Alto lá Samuel, esta história eu conheço bem.
          A Encol era parte de um grupo em brasília formado pelo Fernandinho do pó, Paulo Otávio, Tartuce e Canhedo.

          Entre os seus grandes feitos: a poupança colmeia, a Vasp, os leilões das mansões dos ministros, o vice governo do DF e a Encol.

          FHC nada teve a ver com essa gente. Pelo contrário, lutou contra esta turma, contra o Ricardo Teixeira, lembra as CPIs da CBF.

          0
          • Samuel 17 de junho de 2011 at 17:02

            Prezado Luiz,

            Talvez seja verdade o que o senhor disse, talvez não.
            O fato é que foi noticiado que a Encol contribui na campanha de muita gente, inclusive do FHC.

            Fonte: asdfasdfasdfhttp://veja.abril.com.br/030997/p_028.htmldfadfasdfasdfasdfasdfasdfasdf

            Longe de mim tomar posição política…

            Um forte abraço

            0
        • Duda 17 de junho de 2011 at 16:49

          Samuel, vou tentar explicar de modo simples. Altos preços, significam demanda menor. Preços absurdos, significam demanda paralisada. Ate a melhor (ou maior) construtora, precisa vender para ter lucro. Imóvel parado não dá ganhos (só ganho contábil, muito artificial, mas não dinheiro no bolso). Sem dinheiro no bolso da construtora, acionista não cobra dividendos. Sem dividendos, o acionista vende ações e o preço (da empresa) cai. Isto seca mais uma fonte de financiamento. O que acontece na bolsa, significa que as construtoras não estão vendendo. E sem vendas, e com custos fixos elevados, rapidamente entram no vermelho, pudendo ir a falencia se as vendas não recuperarem. O que mantém as empresas andando são as vendas. Sem vendas, acabam quebrando.

          0
          • Duda 17 de junho de 2011 at 16:55

            Esquecí dizer: o ciclo pode, e possivelmente vai ser revertido, quando os preços baixem, retomando as vendas. Como a situação esta ficando seria, pode se entrar em uma queda de preços pronunciada, quase desesperada, mas ainda é cedo demais para dizer se vai ocorrer isso.

            0
    • Duda 17 de junho de 2011 at 12:10

      Olhando o pífio comportamento das ações das construtoras hoje, apenas UM dia depois de lançar MCMV 2, penso que serão o primeiro elo a se romper. Isso sem falar de ontem, que desceram 3% no proprio dia de lançamento. Alguém começou a vender ações bem pesado, e se com semelhante ajuda do governo a tendencia não pode ser revertida, teremos alguma noticia de capa de jornal muito rápido, sobre a saúde das incorporadoras.

      0
  • DRN 17 de junho de 2011 at 10:05

    Prezados, estive pensando ontem sobre a eventual queda do preço dos imóveis. Também estou convencido de que está se formando uma bolha, porque a demanda, logo mais, não vai suportar pagar os preços que estão sendo pedidos. Minha dúvida é: os preços vão cair ou vão se estabilizar? Um dos argumentos que sustentam a existência da bolha é o descompasso entre o preço dos imóveis e o preço dos aluguéis. Duas questões me vieram à mente e eu gostaria de saber a opinião de vocês a respeito disso. Ouvi (não me lembro de quem) que se se comparar a inflação dos últimos dez anos com o crescimento dos preços dos imóveis nos grandes centros, na média (veja bem, na média) não há tanto descompasso (talvez uma gordura a mais, mas nada de extraordinário). Outra coisa: o valor dos aluguéis demora muito mais para se reajustar. Não estou falando na correção anual, mas, sim, em reajuste por alteração das condições de mercado. Enquanto o contrato vigora por tempo determinado, o proprietário não pode reajustar (pode corrigir uma vez por ano, mas não pode reajustar). Só quando passa a vigorar por tempo indeterminado é que pode pedir o reajuste e, se o locatário não aceitar, fica sujeito ao despejo. Já estou assistindo um reajuste vigoroso nos aluguéis. Tenho tomado conhecimento de vários casos. Então, considerando que muitos locadores são amadores (trabalham sozinhos, sem assessoria de imobiliária) e considerando que há um obstáculo legal para reajustes imediatos, será que o aluguel, logo mais, não vai se restabelecer entre 0,5 e 0,7% do valor do imóvel? Nesse caso, não haveria um incremento da demanda de compra de novos apartamentos por parte de quem, atualmente, é locatário? Ficam meus questionamentos. Saudações paulistas a todos.

    0
    • roberto 17 de junho de 2011 at 10:51

      Para responder.
      Lembra daquele quadro humorístico:
      E o salário OHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH !!!!!

      Pois na sua comparação entre inflação e preço dos imóveis faça uma comparação entre o salário mínimo dos últimos 3 anos e o valor do metro quadrado. Se achar o salário mínimo ridículo ( o que também acho ) peque o reajuste de qualquer categoria. E constatará que a situação do metro quadrado é insustentável ( ver aquele fiminho do youtube a respeito da Espanha).

      0
    • Carlos 17 de junho de 2011 at 11:02

      De fato os aluguéis subiram muito nos últimos anos e fortemente neste início de ano (pelo menos na minha cidade) e você tem razão que o mercado demora mais para se ajustar, pois o contrato mínimo é de três anos. Acontece que depois de um ciclo de alta crescente no preço, o ajuste depois da estabilização de oferta e demanda, obrigatoriamente é para baixo, pois depois de um ciclo de alta, os contratos que vencem sempre são menores ($) que os atuais. Ou seja, quem sai de um contrato antigo não necessariamente consegue pagar um contrato novo do mesmo imóvel, mas quem aluga hoje, aluga pelo preço de mercado de hoje.

      As imobiliárias ficam testando o mercado, sempre colocando preços bem acima dos anteriores, e ainda anunciam imóveis com preços exorbitantes (aqueles imóveis que elas não pretendem alugar) só para pressionar o mercado.
      Acontece que agora estou percebendo um movimento contrário. As imobiliárias estão tendo que reajustar para baixo a oferta, pois nos níveis que estão colocando não estão conseguindo alugar.
      Outro fator importante é que a oferta de aluguel está muito baixa, pois tem muita gente especulando e para especular o imóvel tem que permanecer desocupado. A especulação só funciona enquanto o mercado conseguir empurrar preços cada vez maiores. No momento em que o preço estabilizar ou cair, uma grande quantidade de imóveis migrarão para o mercado de aluguel.

      0
    • MrK 17 de junho de 2011 at 11:23

      DRN, bom ponto levantado amigo, vou dar minha opinião:

      Quanto a questão aluguel/preço:

      Pelo que tenho visto essa historia de esperar o fim do contrato pra reajustar a mercado não é bem assim não, se o inquilino não aceitar o dono do imóvel simplesmente pede ele de volta, conheco muitos amigos que sofreram esse reajuste “na marra”, agora, existe sim uma inércia que leva mais tempo, mas pelo explicado não acho tão grande quando você colocou

      Outro ponto:

      Acho impossível o aluguel ir a 0,5-0,7% do imovel, veja bem, no caso do Rio que qualquer imovel médio já vale R$700mil (ontem alguém postou uma kitinete de 20m2 custando 500mil) isso seria o mesmo que dizer que aluguel médio iria pra algo como R$4.500, se juntar iptu e condominio bota fácil ai R$5.500 por mês, você acha que tem massa salarial por aí suficiente pra pagar isso só pra morar? Não to falando de imovel de rico não, to falando de imóveis médios em bairros médios!!! Obvio que não tem como!! Os alugueis estão em 0,35% do imovel não porque os donos querem, mas porque é o maximo que o mercado absorve.

      Quanto ao argumento que sustenta a bolha, pra mim não é tanto o aluguel, pra mim envolve timming de crédito vs. timming de subir prédios, já falei muito disso aí

      saudacoes

      0
    • Paulo 17 de junho de 2011 at 11:47

      Para responder uma parte do seu questionamento vou citar dados de Brasília:

      O aumento
      Exemplos de valorização dos imóveis no Distrito Federal nos últimos anos:
      —————————————————————————————————

      591%
      Reajuste médio dos preços das quitinetes localizadas no Sudoeste
      e na Asa Sul desde o início da década. O m², em 2000, girava em
      torno de R$ 1,2 mil. O valor médio atual está em R$ 8,3 mil

      265%
      Aumento do preço de apartamentos de três quartos localizados
      no Sudoeste nos últimos nove anos. O m² médio saltou de
      R$ 2,3 mil para R$ 8,4 mil

      304%
      Valorização média dos imóveis em Águas Claras. Os preços
      passaram de R$ 990 o m² para mais de R$ 4 mil
      Fonte: Lopes Royal ”
      ————————————————————————————————
      correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2009/11/08/interna_cidadesdf,153384/index.shtml

      Os dados são do final de 2009 (depois disso ainda teve um bom aumento), mas servem como base.

      Enquanto isso entre 2000 e 2009 o IPCA avançou em 90%, o salário mínimo 200% e a renda per capita média de Brasília

      E aí? eh extraordinário ou não eh?

      0
      • olp 17 de junho de 2011 at 11:58

        Paulo,

        voce sabe me dizer quanto ganhava um auditor da receita em 2000 e quanto esta hoje?
        ou um procurador?
        ou funcionario do senado?

        obrigado

        0
        • Ana 17 de junho de 2011 at 12:39

          Sabe a ironia da questão. É que em comparação aos preços dos imóveis, estes funcionários somente compram imóveis de 1 a 2 qtos em Bairros de Classe Média com financiamento a perder de vista. Antes, compravam imóveis de 4 qtos em Bairros da Classe Alta. No RJ por exemplo só se compra apto de 1 a 2 qtos na Barra com financiamento de 20 a 30 anos e se deseja um maior somente em Jacarepaguá e na Tijuca tb. com igual prazo de financiamento. Zona Sul agora só para quem é Executivo de Alto Padrão de Multi Nacional(esse financiando a perder de vista e só alguns), Jogador de Futebol ou Empresários Milionários. O funcionário público hoje em dia, e acrescento até Juiz, Promotor, Defensor, Procurador, Auditor e etc são Classe Média Média em relação aos preços do imóveis.
          Com as Olimpíadas e Copa do Mundo, estão supervalorizando o M2 da Zona Sul e Barra para tb. valorizar o M2 dos Bairros mais pobres para lucrar na compra e venda e desapropriações de terrenos na Zona Norte e Oeste. Quem mora no RJ está vendo a quantidade absurda de terrenos na Zona Norte e Oeste sendo desapropriados ou vendidos ao Governo para Transcarioca e outras obras públicas.
          E para completar já houve aprovação da Medida Provisória que dá cheque em branco para as empresas que irão fazer as obras.
          Ao final, esse pessoal vai está com os bolsos cheios e o povo que vai pagar a conta.
          Lembra das recentes reportagens do O Globo acerca da maravilha de morar em São Cristóvão(-equiparando a vista de uma Central Park de Nova Iorque), Lapa, Maracanã e outros bairros como se fossem a nova Zona Sul. E mostrando as maravilhas de uma moradora que tinha um kitinete em Copacabana e o vendeu e comprou um imóvel no Maracanã, esquecendo da alta criminalidade e dos constantes alagamentos.

          0
          • MrK 17 de junho de 2011 at 14:29

            Ana, fique tranquila

            pode juntar os jogadores de futebol, os mega empresarios e os altos executivos de multi que ainda assim não lota nem o leblon, quiça a zona sul toda…isso é um apanhado de apartamento um em cima do outro

            o que ocorre é que muito dinheiro novo entrou no mercado, seja via crédito, seja via investimento que migrou de outras modalidades pra imovel, só que no fim do dia pouco importa, o que sustenta patamar de imoveis nas alturas é renda gerada pelo MORADOR do imovel, se todo mundo que for morar realmente tiver ganhando bem mais, aí tudo bem, preço sobe e fica, mas voce sabe que não é o caso

            0
        • luiz 17 de junho de 2011 at 12:56

          Olp esta sua perguinta singela me lembra que 3 cidades neste país vivem uma situação peculiar:
          BH, Rio e BSB,

          por motivos bem específicos.

          Se eu tivesse imóvel em algum dos 3 colocava anuncio pra vender e fechava negócio em no maximo 3 anos.

          0
        • Paulo 17 de junho de 2011 at 13:22

          OLP,

          Você escolheu bem as categorias de servidores.

          Auditor da RF ganhava em 2000 inicial entre 3.6k e 7k e hoje entre 13,6k e 19.4k brutos, aumento médio de 200%,

          Mas analisando a PF, por exemplo, temos:
          Agente PF: 97%, Delegado PF:100%

          Obs: As principais carreiras do serviço público federal atualmente recebem por subsidio e naquela época recebiam salário base mais gratificação e mais um monte de penduricalhos, ou seja, o salário médio era maior do que o divulgado.

          Seguramente a média de aumento de todos servidores não passa de 150% (vou fazer um estudo desse assunto). Além disso é muito superficial fazer uma análise considerando apenas o aumento de salário dos servidores públicos visto que a grande maioria das pessoas de Brasília e do Brasil não fazem parte desse grupo.

          0
          • Paulo 17 de junho de 2011 at 19:34

            Complementando:

            OLP,

            Fiz uma pesquisa dos salários dos Servidores Públicos Federais e encontrei os seguintes aumentos de remuneração:

            jan/00 dez/09
            Executivo 1914 5597 92,42%
            Emp.Pub. 2942 8618 92,93%
            S.E.M. 2826 7102 51,31%
            Militares 1427 3963 77,72%
            Legislativo 5038 12722 52,52%
            Judiciário 4517 17204 180,87%
            Fonte: servidor.gov.br

            Interessante observar é que, tirando o judiciário, não tiveram ganhos reais pois a inflação (IPCA) no mesmo período foi de 90%.

            Além disso os Servidores Publicos Federais da ativa representam 1,4% da População no DF, 0,3% da no RJ e 0,1% em SP, ou seja não fazem nem cócegas no mercado imóbiliario desses Estados.

            0
          • Frank 17 de junho de 2011 at 21:58

            “nteressante observar é que, tirando o judiciário, não tiveram ganhos reais pois a inflação (IPCA) no mesmo período foi de 90%.”

            é o lobby das carreiras jurídicas.

            mais uma jabuticaba desse nosso Brasilzão.

            0
          • Leandro 18 de junho de 2011 at 20:20

            Mesmo com esses aumentos, servidor do Judiciário, em média, não é tão bem remunerado assim:
            Técnico (2º grau) entra ganhando menos de 4.000 líquido.
            Analista (niver superior) entra ganhando cerca de 6.000 líquido.
            No Judiciário, só quem tem salário alto é funcionário com mais de 20 anos de casa ou que tem função (que é uma minoria).
            Não é à toa que o Judiciário está em greve.

            0
          • Paulo 20 de junho de 2011 at 09:43

            Retificando:

            Fiz uma pesquisa dos salários dos Servidores Públicos Federais e encontrei os seguintes aumentos de remuneração:

            jan/00 dez/09
            Executivo 1914 5597 192,42%
            Emp.Pub. 2942 8618 192,93%
            S.E.M. 2826 7102 51,131%
            Militares 1427 3963 177,72%
            Legislativo 5038 12722 152,52%
            Judiciário 4517 17204 280,87%
            Fonte: servidor.gov.br

            0
          • olp 20 de junho de 2011 at 16:09

            Obrigado Paulo.

            BELOS aumentos hein…

            valeu.

            0
        • roberto 17 de junho de 2011 at 14:28

          OLP ….

          Você sabe me dizer qual é a porcentagem da população brasileira que é auditor da receita, procurador e funcionário do senado?????????
          Se todos imóveis no Brasil estão sendo construídos para somente estes profissionais não teremos uma bolha e sim uma explosão termo nuclear neste pais (ahahahahaha).

          0
          • Ana 17 de junho de 2011 at 15:35

            O pior é que os preços estão tão altos que o salário destes funcionários só compra por ex. no RJ aptos micros na Barra e Botafogo e maiores na Tijuca e Jacarepaguá. Aí que vemos como estamos em uma bolha imobiliária, pois o que todo mundo acha que são os melhores salários do país não compra na Zona Sul do RJ ou aptos. maiores na Barra da Tijuca e Botafogo. E como o MRK falou será que tem tanto Jogador de Futebol, Mega Executivos e Empresários comprando apto. na Zona Sul?
            O que sobra para o povo é: Se ganha menos que 5400 reais são os “apertamentos” de 35 a 65 m2 do MCMV e os que ganham entre 5400 a 12000 os aptos. de 70 m2 a 110 m2 nas áreas de suburbio(ex. RJ – Madureira, Irajá, Jacarepaguá, etc) e aos que ganham 12000 a 15000(Os Auditores, Juizes, etc – pois fala-se em 19 mais isto sabemos que é bruto pois o IRPF de 27,5% já come tudo, kkkkk) compram os micros aptos. em áreas medianas(ex. Barra, Recreio, Botafogo) ou aptos grandes nas áreas de subúrbio(Jacarepaguá, Tijuca, Grajaú e etc).
            O Comentarista André colocou no Blog dele uma planilha sobre o que se compraria com uma determinada faixa de renda no RJ e só compra no Leblon quem tem renda de 30 a 36 mil por mês e isso líquido e não bruto, logo se aumenta 27,5% é 38 a 45 mil. E quem ganha esse valor?
            Por isso que muita gente diz, que as pessoas que ganham entre 12000 a 15000 não desejam morar no subúrbio ou em aptos menores com a família na Barra e ficar longe da família que já mora na Zona Sul e por isso que estão ou alugando ou entrando em financiamentos impagáveis, sendo que estes últimos vão conseguir pagar em 30 anos com inflação comendo o salário?
            Falamos dos funcionários públicos. Agora, e os da entidade privada que ainda tem o risco do DESEMPREGO. Aí gente, ferrou. Espero que não acabemos como Espanha, Portugal, Grécia e até o EUA.

            0
          • Andre 19 de junho de 2011 at 17:50

            Ana,

            “só compra no Leblon quem tem renda de 30 a 36 mil por mês e isso líquido e não bruto, logo se aumenta 27,5% é 38 a 45 mil. E quem ganha esse valor?”

            Isso é renda bruta, pois a prestação máxima é 30% da renda bruta. E é renda familiar.

            Isso é o que os numeros dizem. Se vc olhar no post verá que não tiro conclusão nenhuma.

            Mas isso é p/ comprar um ap de 2qtos, estou pra fazer outra planilha colocando uma premissa mais viável p/ uma familia, um ap de 3qtos e 110m2.

            Pequena observação sobre porcentagens: dizer que X + 27,5% = Y não é igual dizer que Y – 27,5% = X , ok?

            Abs

            0
      • Zão 17 de junho de 2011 at 15:11

        É interessante como as pessoas falam de Brasília como se fosse uma minúscula ilha da fantasia, onde todos e cada um dos habitantes.é alto funcionário público. A maioria esmagadora dos servidores da Esplanada é do PCC, ou “Carreirão”, como chamam. Estes servidores tem seu topo de carreira na faixa dos R$ 4.000,00.

        E isso sem falar do monte de gente em BSB que não é servidor.

        0
    • luiz 17 de junho de 2011 at 12:53

      DRN, excelentes questionamentos, segue a minha opinião

      1> Os imóveis nos ultimos 10 anos não subiram só uma gordurinha acima da inflação, isso parece papo de imobiliario pra prometer valorização “infinita”. Isso já foi discutido aqui, faça as contas, projete essa gordurinha para os 10 anos seguintes e veja se é razoável afirmar isso.

      2> Aluguéis vão subir até 0,7% do valor do imóvel? bem amigo esse núemro 1 dia foi de quase 1%. Imóvel é quase uma comoditie, o preço segue um patamar internacional, se for até esse valor entra dinheiro de fora pra construir aqui. A média americana, segundo aprendi neste blog, é 0,35%.

      3> Aluguel concorre com financiamento, se o proprietário pedir muito o inquilino corre pra comprar, nem que seja algo menor ou mais longe, num efeito cascata, acabamos caindo nos imóveis da Caixa com juros anual máximo de 8% fora subsídio. Numa conta grosseira divida 8% por 12 meses. (pros matematicos de plantão eu seiu que essa conta é grosseira, pq é juro sobre juro, ams é só rpa ter 1 idéia) vc logo vê que esse 0,7% é um teto que apenas em algumas situações erá alcançado

      4> Aind aque dizer que há uma bolha pra estourar, as construtoras vivem claramente uma piramide imobiliaria tipo Encol, no mínimo. Acho que isso é pnto pacífico. E como toda a pirâmide um dia base precisa se estender tanto que se torna inviável, aí o mercado ajusta.

      5> Não podia deixar de assinar em baixo da opinião dos colegas acima, concordo com todos eles.

      A questão caro DRN, é quando? quanto? e como?
      Ninguém tem bola de cristal, desconfie de quem te afirmar qualquer coisa com absoulta certeza. O vendedor que te prmeter algo, não vai esta rlá pr apagar pela promessa daui alguns anso, vai?

      Fique de olho nos fatos concretos, esses sim… pesquise, compare, comprove.

      0
  • Marcos 17 de junho de 2011 at 13:33

    O mercado esta tão bom para os vendedores que até o Roberto Carlos entrou na onda de vender. Como os especuladores podem ganhar neste cenário?

    Roberto Carlos constrói prédio, mas quer eliminar 13º andar
    Cantor lançou em São Paulo um luxuoso edifício de 40 andares na avenida Juscelino Kubitscheck, sua primeira empreitada no ramo imobiliário
    17 de junho de 2011 | 11h 26

    economia.estadao.com.br/noticias/economia,roberto-carlos-constroi-predio–mas-quer-eliminar-13o-andar,not_72096,0.htm

    0
  • luiz 17 de junho de 2011 at 14:26

    Vou insistir num ponto que não deu nenhum comentário ainda.
    Uma das causa da especulação é o deficit de cidade.

    Esse desgoverno não investe quase nada nso gargalos urbanos: metrô, trem, rodovia, água, luz, …

    Não existe linhas de financiamentos pros muinciípio se desenvolver.
    O metro no mundo inteiro é Federal, só em SP que é estadual e municipal.
    As construtoras donas da maior parte dos terrenos disponíveis tem a faca e o queijo na mão.
    Cadê o IPTU progressivo para terrenos vazios?

    0
    • Duda 17 de junho de 2011 at 14:39

      Mais um motivo para as altas dos imóveis não estarem justificadas. De que serve um imóvel (mesmo que seja bom) numa cidade com infraestrutura do terceiro mundo?

      0
      • luiz 17 de junho de 2011 at 14:48

        Isso mesmo colega.
        Aqui em SP temos alguns exemplos de regiões da cidade que ficaram isoladas do mundo pelo transito.
        Vou dar alguns exemplos:

        1. condominios residenciais de casa ao longo da raposo tavares, diverssos municpios, hj se compra 3 dorm. de médio padrão por pouco mais de 100 mil isso se vc não se incomoda de levar 2 horas pra ir e voltar d equalquer lugar – trabalho, escola, shopping.

        2. bairros isolados da zona sul da capital, no entorno do morumbi e zona oeste atrás da cidade universitária. Leva-se em algumas siutações meia hora só pra sair do bairro e pegar o caminho.

        3. Região da Berrini: vc leva meia hora pra sair de dentro do estacionamento/garagem e chegar na rua.

        0
        • Duda 17 de junho de 2011 at 15:05

          E por aquí em Poa temos “condominios fechados” sendo lançados longe de tudo, sem esgoto, com estrada ruim, favela ou bairros perigosos perto, sem postos policiais, nem falemos de boas escolas ou hospitais decentes, nem sequer shopings ou supermerados bons. Me pergunto qual é o verdadeiro valor duma casa nessas condições (mesmo que seja boa e bem construída, o que duvido)?

          0
          • luiz 17 de junho de 2011 at 15:22

            Aí em POA vcs vão ficar cada dia mais escravos do carro.
            Mas isto tem limite qdo a rua satura.

            Aqui em SP os piores problemas ocorrem quando precisamos pegar uma rodovia federal pra circular dentro da RMSP, e só pq o govenro é de outro partido não dão um centavo pro metrô, que é Federalizado no mundo todo, inclusive na bahia.

            Só nao é pior a nossa sitUação pq estadualizaram 230 kms de trens federais que estão virando metrô, mas isto custa bilhões e vai levar décadas pra terminar.

            0
          • Duda 17 de junho de 2011 at 15:40

            sim a tendencia e essa. Nem se fala de metro… ou melhor, se fala sim, mas nunca sai do papel. Isso que não somos uma cidade grande, para os padrões brasileiros, mesmo assim tem dias que a cidade fica paralizada…

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    • buginga 17 de junho de 2011 at 17:34

      luiz,
      O que vc chama de desgoverno? Lembro que há três esferas de poder, cada qual com sua responsabilidade delimitada. É o município que cuida de planejamento urbano. Metro “federalizado” : Até onde eu sei, não existe isso no Brasil. O que existem são alguns modelos diferentes de exploração do serviço, mas o planejamento das linhas e o custo com obras de expansão continuam sendo dos governos estaduais.
      Em SP a cia do metropolitano permanece empresa pública, operando e mantendo o metro. Já no RJ, p.ex. a operação e manutenção foi concedida à iniciativa privada, ficano o gov. do estado responsável pela expansão.

      Agora, servir bairros os nobres e (praticamente) só eles com metrô, urbanização, iluminação pública, conservação e aparelhamento do espaço urbano é uma forma perversa de concentrar renda. É aquele raciocínio : “pago o maior IPTU logo quero o maior investimento”.

      0
      • luiz 17 de junho de 2011 at 17:56

        Prezado Buginga, respondo com o amior parazer.

        O metrô é do governo federal em quase todos os países do mundo sim, e no Brasil o metrô esta senso subsidiado pelo governo federal em estados amigos do partido.

        Os lugares onde o metrô não é Federal/Nacional, há dinheiro fedeal que subsidia a obra e mutias vezes a operação, e tanta soutras até o bilhete. Financia a fundo perdido.

        Sabe qual metrô o Brasil resolveu financiar afundo perdido?
        O metrô da Venezuela

        Se vc pensar que a estrutura de impostos centraliza quase tdo o dinheiro pro governo federal, aí a deformação fica mais feia.

        Agora tenta fazer planejamento urbano se a ferrovia é federal, a rodovia é federal, o aeroporto é federal, o porto é federal, o dinheiro que sobra pra esse tipo de obra é federal. Tenta? Planejamento urbano em SP existe aos kilos, é so entrar nos sites da emplasa, emurb, metrô, sehab, …. Mas se a molusca sabota por raiva ou por incompetencia, eu não sei.

        0
  • Duda 17 de junho de 2011 at 14:30

    Pessoal, já falei sobre isto, mas não custa nada repeter. A derrocada na bolsa das principais construtoras continua, Gafisa, Rossi, PDG, MRV estão negativas apenas a Cyrela esta por acima de zero. Lembrar: ONTEM foi lançado o auxilio do governo, sob a forma do MCMV2, e mesmo assim os resultados na bolsa estão muito ruins. E ainda o dia não acabou.

    0
    • Duda 17 de junho de 2011 at 14:59

      Quero deixar claro uma coisa: a queda hoje não é das piores, mas o que chama a atenção é que em uma outra condição, vamos dizer, há um ano ou um ano e meio, tivesse existido uma alta enorme nas ações das construtoras após o anuncio de o MCMV 2. Hoje nem isso parece modificar o rumo do mercado.

      0
  • MrK 17 de junho de 2011 at 14:37

    Resposta ao “me”: Governo é ou não o maior culpado?

    Amigos,

    Imaginem uma fazendo com uma safra anual de alface, imagine o fazendeiro que controla tudo e os animais famintos do lado de fora, loucos pelo alface.

    Alface = imoveis
    Fazendeiro = governo
    animais famintos = compradores com deficit habitacional

    O Fazendeiro tem 2 opcoes:
    1- Libera o portão de uma vez e deixa os animais comerem tudo que tem sem controle
    2- Libera aos poucos o alface, deixando que os animais comam aos poucos pra dar tempo dele plantar mais alface e ter uma nova safra

    A opção 1 gera inflação de alface (todo mundo podendo comer ao mesmo tempo), briga de animais e gera uma ruptura, pois todo mundo come toda safra SEM DAR TEMPO de uma nova nascer, gerando uma crise, outros espertos vendo a demanda esfomeada guardam o alface pra revender mais caro (hehe)

    A opção 2, gera uma situação sustentável, os animais comem menos, mas dá tempo deles irem matando a fome aos poucos até uma nova safra nascer e com isso estabilizar o dilema fome vs. safras de alface (ou crédito vs. construcao de imoveis)

    O Governo fez a opção 1 e por isso ele foi irresponsável/negligente, o menor dos culpados são os animais famintos, o governo poderia e DEVERIA controlar a oferta de crédito com diversos instrumentos.

    0
    • luiz 17 de junho de 2011 at 14:50

      Mrk, me parece que ir contra os seus argumentos tem razões muito mais ideológicas, do que lógicas.

      Não entro nesta discussão pq é ponto pacífico.
      Claro que é o governo quem governa. Coitado do povo sofredor que se vira como pode com o que tem disponível.

      0
    • me 17 de junho de 2011 at 15:07

      Eu achei a comparação totalmente inadequada. Quem não tem casa pode alugar uma, ao contrário de comida. E certamente quem compra uma casa não seria um sem-teto, equivalente a um faminto.

      Mas se vocês preferem encontrar culpados…

      0
      • Duda 17 de junho de 2011 at 15:50

        Me, o exemplo perfeito não existe, só a propria realidade. Sem dúvida existe uma soma de “culpados”, não é um só. Mas na minha visão quem tem o poder de decisão, leva a maior parte da “culpa”. E como tecnico de futebol que vai perdendo o jogo e que teima em deixar os melhores jogadores no banco. Ai não dá para culpar a torcida, não? Nessa situação podemos escolher varios culpados: os jogadores que estão em campo, os dirigentes do clube que bancaram esse tecnico, mas o 90% da midia e do publico, vão culpar o tecnico, por esse jogo específico. E estão certos. Pudendo mudar as coisas, nada faz.

        0
  • Gus 17 de junho de 2011 at 16:41

    David Rosenberg, chief economist at Gluskin Sheff & Associates,and former Merrill Lynch North America Chief economist and Former Bank of Canada Chief economist says that he is 99% sure that there will be a recession next year that the FED will have to do a QE3 that there is no more room for another fiscal stimulus”I think that by 2012 I give it a 99 percent of occurring ” ” when you have a manufacturing inventory cycle recessions usually separate 5 years apart , but when you have a balance sheet recession we are talking about credit contraction asset deflation for example residential real estate , when you have these sort of balance sheet recessions the downturn tends to be separated every two , two and half years so I think that by 2012 that will be roughly the time we going to see the next downturn ”

    Fonte: bloomberg.com/video/70808782/

    0
  • Gus 17 de junho de 2011 at 16:50

    China’s Ghost Cities and Malls

    Excelente documentário.
    70% apartamentos novos alto padrão vazios; cidades planejadas para 12 M, completamente desertas. Custos de imóveis equivalem a 15 anos de ganhos do cidadão.

    youtube.com/watch?v=rPILhiTJv7E

    0
    • Mr. Alex 17 de junho de 2011 at 21:44

      Caracas !

      0
  • luiz 17 de junho de 2011 at 17:48

    “O hiato do produto fechou na maior parte da região e começam a aparecer sinais de sobreaquecimento: a inflação está subindo, déficits de transações correntes estão aumentando e o crédito e preços de ativos estão crescendo rapidamente”

    Fundo Monetário Internacional. Em revisão do World Economic Outlook, FMI reduz projeção do PIB brasileiro e aponta risco de superaquecimento na América Latina.

    0
  • Ana 17 de junho de 2011 at 18:59

    Vejam abaixo a “Reportagem” do O Globo de hoje no Morar Bem. Resumo: Muitos moradores de outros estão comprando imóveis de 4 qtos acima de 2 milhões. Caramba como o brasileiro está rico.

    Moradores de outros estados voltam a investir em imóveis no Rio
    Publicada em 17/06/2011 às 11h14m
    Felipe Sil
    Comentários
    Share13 RIO – Grande eventos esportivos à vista ou maior segurança pública? Qual seria o principal motivo para um número cada vez maior de pessoas de outros estados escolherem investir em imóveis no Rio, como mostram dados e pesquisas de imobiliárias? Se por um lado a Copa do Mundo e as Olimpíadas favorecem investimentos em infraestrutura, a implementação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nas favelas cariocas trouxeram uma aura de tranquilidade que há muito tempo o carioca não sentia.

    Na Zona Sul, segundo dados da construtora e imobiliária Mozak, especialista no segmento de imóveis de luxo, paulistas e mineiros representam 30% dos compradores. Metade das 100 pessoas na lista de espera mora em estados vizinhos. A preferência tem sido por apartamentos de quatro quartos ou até maiores. Vale lembrar que, segundo informações da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), a média deste tipo de investimento costuma ser de, no mínimo, R$ 2 milhões.

    Samuel Schvaitzer, diretor-geral da imobiliária Fernandez Mera, diz que a procura por imóveis no Rio se manifesta em todos os setores, não apenas no segmento de luxo. Não apenas, também, no segmento residencial. Apartamentos comerciais também têm sido bastante negociados.

    – Normalmente, investidores de outros estados compram mais de uma unidade. Existe muito o aspecto do investimento, mais do que simplesmente para vir morar ou trabalhar – conta.

    Para o sócio-diretor Isaac Elehep, a série de investimentos para os mega eventos esportivos, como a linha 4 do metrô e as vias expressas, traz esperanças de um futuro melhor para a cidade. O reflexo é que moradores de outras regiões do país sentem esse otimismo.

    – É uma aposta de que o Rio vai se valorizar. Os preços estão altos e, pela falta de opção, tendem a continuar subindo. Quando os apartamentos não estiverem alugados, as pessoas podem vir passar um fim de semana com os filhos e amigos. A cidade tem uma forte programação cultural – comenta.

    Já Paulo Fabbriani, vice-presidente da Ademi, garante que o sentimento de maior segurança tem atraído, novamente, moradores de outros estados. O Rio só teria perdido o seu encanto nos últimos anos devido às frequentes notícias de violência e criminalidade que assolavam diariamente a cidade.

    – No passado era natural as pessoas saírem de seus estados para morar na cidade, considerada a porta de entrada do país. Houve uma perda nos últimos anos devido à falta de segurança. Só que isso está se revertendo. A autoestima voltou. Quem vem de fora não pensa no Rio apenas como cidade prazerosa, mas também como uma oportunidade de investimento – acredita.

    Visão compartilhada por Rubem Vasconcelos, presidente da Patrimóvel. Para ele, com o investimento em UPPs, o Rio não está só mais seguro, como também voltou a ser o centro das atenções no país.

    – Há alguns anos víamos muitas pessoas vendendo apartamentos na cidade para se mudar, por medo. Agora observamos muitos chegando e comprando. Isso é maravilhoso – comemora.

    Vice-presidente da construtora Concal, Rodrigo Caldas diz que grande parte da procura é na Zona Sul, chamada por ele de “Mônaco do Rio”.

    – Esta região ainda é a preferida. Principalmente nos bairros de Ipanema e Leblon. Trata-se de uma questão de conforto. Nesses lugares a pessoa pode sair de casa e ir à padaria a pé, o que já não é tão possível na Barra, onde muitos investimentos de infraestrutura ainda precisam acontecer – declara o diretor, que garante existir uma fila de interessados na central de imóveis da construtora.

    Diretor da imobiliária Lopes, Luigi Gaino conta que tem vendido imóveis até para pessoas de outros países.

    – Há muitos brasileiros em Nova York ou Los Angeles, por exemplo, animados com as perspectivas do Rio. Pensam em voltar para morar ou investir em um imóvel de longe. Dentro do país, em outros estados, a procura também é grande devido ao crescimento econômico do Brasil. As pessoas estão com mais dinheiro e se dão ao luxo de buscar o lazer nesta cidade maravilhosa – comenta.

    0
    • MrK 17 de junho de 2011 at 19:16

      Ana, eu li isso, é uma reportagen ridicula, REPARE:

      – Quem são os entrevistados? Repare se existe alguém comentado o outro lado da moeda?!

      Acreditar nessas reportagens é o mesmo que fazer um julgamento em que só vai a acusação e não vai a defesa, que legitimidade isso tem???

      Essa reportagem é pra tentar continuar fomentando a bolha, dizendo que os imoveis só vão subir e subir e subir e em breve uma kitinete custará R$2milhoes, portanto comprem…comprem… ou os mineiros irão invadir!!! hahaha

      Ana, essa reportagem só demonstra a quem esse jornal tem servido, falei disso tem pouco tempo num post, quando sairam os numeros horríveis do SECOVI o globo NEM PUBLICOU!!!!! Agora eles fazem o Rio virar a Suiça pra agradar seus maiores anunciantes… isso não é sério

      0
      • Ana 17 de junho de 2011 at 19:23

        MRK, Isso é para justificar o aumento do m2 que estão planejando para as Zona Norte e Oeste em razão do MCMV 1 e agora o 2. Como vc já disse a SECOVI RJ não lança qualquer dados qto as vendas no RJ, será pq? Em Sampa já despencou. Esse pessoal só quer ficar rico, pois sabe que não serão eles a pagar a conta e sim o Governo, e o povo.
        Outra questão que estão de olho no dinheiro da FIFA, do COI e do Governo nas compras e vendas de terrenos e imóveis para os eventos, é muita comissão.

        0
        • MrK 17 de junho de 2011 at 19:27

          Ana
          eles vão usar a midia ao maximo pra passar a ideia de que o rio só vai valorizar rumo ao infinito, não perca um minuto de sono por isso, voce conhece os moradores do rio tão bem quanto eu, estão todos mais ricos? seus amigos ficaram milionários?

          O rio continua o rio, continua perdendo gente pra SP, continua com problemas de estrutura, favela e continua com praticamente a mesma renda salarial que tinha, logo não há nada estrutural (de fundamento economico) que justifique a manutencao desses precos, somente o credito descasado da entra dos APs, logo logo volta tudo

          bjs

          0
          • Fábio 17 de junho de 2011 at 20:00

            Mrk essas reportagens do Globo são sempre pró construtoras, repare que não sai qualquer tipo de coisa relacionada a inflação dos imoveis ou mesmo a bolha. Voce falou da Suiça, um País que admiro muito e quando me aposentar sonho em morar lá e se voce der uma analisada nos preços de 2 quartos em cidades bacanas, vão ver que estão na faixa de 450.000 a 550.000 REAIS, agora la é Suiça…aqui Rio.

            0
          • MrK 17 de junho de 2011 at 20:50

            Fabio e Ana

            reparem no titulo da reportagem : “Moradores de outros estados voltam a investir em imóveis no Rio”

            é como eu canso de dizer, imoveis não vem mais com a palavra “morar” ao lado e sim a palavra “investir”

            antes as propagandas de imoveis eram familias sorridentes, hoje as propagandas são “invista aqui, melhor retorno da região, rendimento etc…”, imovel deixou de ser lugar pra se morar pra virar como ação de bolsa… isso mostra como tem investidor comprando pra revender no futuro e como isso vai dar m. no futuro proximo

            0
  • Marcos 17 de junho de 2011 at 20:46

    Só no setor imobiliário que esta uma maravilha… Os pequenos investidores não tem dinheiro para investir. Por que será?

    Participação de pequeno investidor no Tesouro Direto cai para 56% em maio

    infomoney.com.br/financas/noticia/2137875

    0
  • Ramires 18 de junho de 2011 at 13:31

    Pessoal, correm que o “Rei” Roberto Carlos esta vendendo seus apartamentos em Sao Paulo. O valor e o tamanho depende do local no condominio e pode chegar um apertamento de 54 M QUADRADO em 730 MIL REAIS.
    Ops!!! Quem comprar, pode esbarrar com ele no elevador.

    Correm!!!

    0
    • Ramires 18 de junho de 2011 at 13:38

      Acho que vou comprar uns 3 ou melhor financiar pelo MCMV2 e alugar a 0,3 porcento ao mes. Aih quem sabe daqui a uns 2 anos cada um esta valendo uns 1.400.000.00 aproximadamente.

      heheheeee…

      Entre na danca vc tbem.

      0
      • MrK 18 de junho de 2011 at 17:30

        essa historia de investir pra alugar é engraçadissima, eu me lembro de um dialogo REAL assim:

        Situaçao: Um rapaz alugava um apartamento excelente com boa vista, boa metragem servicos etc… e no predio ao lado um amigo dele comprou um apartamento velho, sem servicos, escuro, bem ruinzinho…

        O aluguel do apartamento bom era R$2.000 e o do apartamento ruim no predio ao lado o amigo comprou por uma prestação mensal de R$4.000

        O Rapaz do apartamento bom falou pra ele: Porque voce paga 4mil pra morar num lugar ruim, se voce pode morar ao lado num ap MUITO melhor e mais novo pela metade do preço?

        Resposta do rapaz do ap ruim: Eu sei, mas eu prefiro comprar pq o imovel vai valorizar e quando eu sair eu vendo com um belo lucro!

        Resposta do rapaz do ap bom: Como voce tem certeza que vai ter um belo lucro?

        Resposta do rapaz do ap ruim: Porque os imoveis sempre sobem… voce nao entende nada de mercado imobiliario?

        Resposta do rapaz do ap bom: Entender do mercado imobiliario quer dizer pagar caro pra morar mal, na esperaça de que o imovel va se valorizar?

        Resposta do rapaz do ap ruim: Ahhh deixa pra la, voce nao entende, os imoveis sempre sobem…

        Essa historia ocorreu nos EUA pouco antes do estouro da bolha por lá, soa familiar????

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        • numa nice 20 de junho de 2011 at 11:33

          Na boa, MrK, você é um sujeito inteligente, não precisa roubar exemplos do Peter Schiff como se fossem seus! #ficaadica

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  • Anonymous 18 de junho de 2011 at 19:02

    A lenda conta que, já dono de uma vasta carteira de ações, Joseph Kennedy, pai do ex-presidente norte-americano, parou para engraxar seus sapatos numa quarta-feira e ficou surpreso ao receber conselhos de investimento de seu engraxate. Como o mercado de ações era ambiente de investidores ricos e pessoas de renome na época, Kennedy julgou que algo estava errado.

    Após ouvir conselhos do engraxate, resolveu vender todas as ações que possuía no mesmo dia. Por timing ou ironia do destino, a quinta-feira seguinte ficou marcada na história como a “Black Thursday”, a quebra da bolsa de Nova York e um dos marcos iniciais da Grande Depressão. O valor das ações derreteu, mas Kennedy estava fora.

    O caso de Joseph Kennedy encobre um período de bolha nos preços dos ativos, de supervalorização dos papéis. Talvez pela tamanha popularidade que o mercado de ações havia atingido, pelas proporções surreais que os preços haviam tomado. Para a história, fica uma das mais famosas lições de investimento: quando até seu engraxate lhe dá conselhos sobre o mercado, talvez seja hora de sair dele. Sem desmerecer a profissão.

    QUALQUER SEMELHANÇA COM ROBERTO CARLOS VENDENDO APARTAMENTOS NÃO É MERA COINCIDÊNCIA.

    Roberto Carlos prometeu morar no local quando em São Paulo (a residência oficial dele é no Rio de Janeiro). Ainda não se sabe se o toque do Rei funcionará no mercado imobiliário. As vendas começarão a ser feitas na próxima semana. Um ninho de 54 m2 sairá — em média — por R$ 730 mil (depende do andar). Um de 113 m2, por R$ 1,5 milhão.

    0
    • MrK 18 de junho de 2011 at 19:46

      Anonymous, a situação no mercado imobiliario é ainda mais surreal do que a de imóveis, eu explico por que:

      As ações rendem dividendos, que dependendo de como são gerenciadas as empresas, podem disparar, além de que ação não exige dinheiro de cota extra, anuncio em jornal, dor de cabeca com inquilino etc…

      O equivalente ao dividendo no mundo imobiliário é o aluguel, se voce parar pra olhar os alugueis girando em 0,35% do valor do imovel te diz uma coisa interessante.

      No mercado de acoes um indice importantissimo pra avaliar ações é o P/L (preco por lucro), as empresas mais maduras e sérias normalmente variam seu P/L aqui entre 12 e 17 (ou seja entre 12 e 17 anos pra repor o principal investimento)

      Um imovel tem hoje tem o seu melhor P/L possível é na casa de 24!!!!! Veja bem, eu disse o melhor possível (alugado 100% do tempo e sem nenhum gasto extra), o P/L mais comum de um imovel deve ser lá pra uns 28 ou 29 anos, o dobro de uma vale do rio doce, faz algum sentido isso? NÃO!!!!!!!!! Agora, quando os preços cairem esse P/L cairá e voltará pra algo mais normal como uns 18 (pra imoveis)

      0
      • Anonymous 18 de junho de 2011 at 22:42

        Não entende absolutamente nada do negócio, mas se acha capaz de começar GERENCIANDO!

        http://revista.construcaomercado.com.br/negocios-incorporacao-construcao/119/artigo215947-1.asp

        No final de 2010, chegou ao mercado a Emoções Incorporadora. A empresa tem entre seus sócios o cantor Roberto Carlos, além de Dody Sirena – seu empresário –, Jaime Sirena – irmão de Dody – e Ubirajara Guimarães, amigo do músico. Sem formação em engenharia ou experiência prévia no setor, o novo concorrente investirá R$ 1 bilhão nos próximos quatro anos com foco no médio e alto padrão comercial e residencial.

        Até o começo de maio, a Emoções ainda não tinha sede própria, nem funcionários. “Terceirizamos toda a parte técnica. Com o tempo, vamos estruturar a empresa de acordo com a necessidade”, afirma Jaime Sirena. Confira a entrevista concedida por ele à Construção Mercado.

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      • Andre 19 de junho de 2011 at 20:51

        O P/L é o indicador mais básico da Análise Fundamentalista, e tem alguns problemas, sendo o principal dele ser uma medida linear p/ um fenômeno exponencial.

        Ou seja, mostra o tempo de retorno do investimento a juros simples e não compostos (reinvestindo o lucro, que é o que as empresas fazem, ou deveriam fazer…)

        Abs

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        • MrK 19 de junho de 2011 at 22:08

          isso mesmo

          PL, dividend yield, tudo bobagem

          o que não é bobagem são os dados do fipezap, essa sim é uma fonte de informação valiosa

          De onde eu vim, comprar um ativo sem olhar o fluxo de caixa que ele gera é conhecido como especulacao, mas segundo o Sr.André é “investimento no housing market” hahaha

          esse andré se não tivesse nascido tinha que ser inventado, ô figura rara

          0
          • Andre 19 de junho de 2011 at 23:07

            “PL, dividend yield, tudo bobagem”

            Onde eu disse isso?

            “De onde eu vim, comprar um ativo sem olhar o fluxo de caixa que ele gera é conhecido como especulacao, mas segundo o Sr.André é “investimento no housing market” hahaha”

            Onde eu disse isso tb?

            Interpretação de texto nota 10…

            “o que não é bobagem são os dados do fipezap, essa sim é uma fonte de informação valiosa”

            O Fipe Zap é muito engraçado mesmo. Todo mundo AFIRMA que é uma m. mas qdo a gente pergunta pq, ou ignora, ou dá um argumento fraco e já derrubado, tipo “é medido pelo preço pedido e bla bla bla”…

            Tem um post lá só pra isso e ninguem consegue descontruir a validade do indice…

            É igualzinho a propria questao da bolha: todo mundo tem certeza ABSOLUTA, mas a gente pergunta PQ e ninguem responde… A verdade é q ninguém sabe de nada… Só q lá no “meu” blog ninguém fica posando de sabidão e afirmando coisas q depois não consegue explicar…

            Abs

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    • luiz 20 de junho de 2011 at 11:26

      Anonymous, essa história do engraxate já ouvi mtas vezes, só mudando os personagens

      E de fato é real, e como toda boa história de tempos em tempos se repete, muda o cneário, muda os ativos, muda os personagens, mas o fim é o mesmo.

      Recentemente estive numa dessas banquinahs de pré-lançamento de imóvel, e o vendedor era um cara que mal dominava o portgues, decorou algumas formulas matematicas na hp, mas desfilava um carro novinho dizendo ser dele. Bem, ele mesmo estava comprnaod 3 unidades daquele próprio edifício p investir, todos os outros vendedores tbm, sem dizer os parentes etc… e me aconselhava como o melhor investimento do mundo, cutucava freneticamente a hp e me mostrava numeros do visor que segndo ele diziam ser garantidos. E olha que esse era ainda bme melhro que a méida do que eu vejo poraí.

      3 anos atrás ainda havia corretores sérios. Esse cara é quem fez tomar minha decisão. Vou esperar a ressaca da Copa, daqui 3 anso volto lá

      0
      • Lucas 20 de junho de 2011 at 13:37

        Nas minhas visitas por stands de vendas (por volta de 2008/2009), conheci alguns corretores (em stads diferentes) que diziam o quanto tudo iria se valorizar e também já haviam comprado algumas unidades, pagariam o fluxo e venderiam no final, são os caras que aqui em SP, pagaram 2,5K/m2 a 5,0Km2 e estão vendendo de 5,0K/m2 a 10K/m2 agora.

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      • MrK 20 de junho de 2011 at 13:45

        luiz

        leia sobre “esquema de ponzi” e voce entenderá muita coisa… inclusive sobre a historia do engraxate e do corretor da banca

        abs

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        • luiz 20 de junho de 2011 at 15:25

          conheço o esquema ponzi.
          a questão, meu caro Mrk é até quando eles tem bala pra atrair gente, custa caro todo esse marketing, e por isso se diz uma bolha, pq a hora que acabar, desmonta toda apiramide

          E completando, meu caro Lucas, se alguem comprou na planta em 2008/09 salvo exceções a obra ainda não acabou. Só os atrasos corroem boa parte do ganho.

          E outra coisa Lucas, este “estão vendendo” não tem fundamentos em números, as vendas caíram 60%, os estoques estão altissimos em 25%, e só não está pior por causa do primeiro problema: atraso nas obras. Os que compraram no inicío de 2008 e estão cosneguindo vender agora é o ápice dos sortudos, até aí eu comprei dollar a 1,60 e vendi 2 meses depois a 2,60 em 2008. Auge por auge, ganhei.

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          • Lucas 20 de junho de 2011 at 21:08

            Na verdade com “estão vendendo” eu quis dizer “estão tentando vender”.

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        • luiz 21 de junho de 2011 at 13:02

          aí sim.

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  • Anonymous 18 de junho de 2011 at 20:22

    Seria interessante saber o resultado da “liquidação” de imóveis residencias da Camargo Correa que ocorreu hoje (18/Jun).

    http://oportunidadescamargocorrea.com.br/

    Desse website, retiro algumas informações e acrescento comentários.

    A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) é relativamente nova no setor de incorporação, iniciou suas atividades em 2003 e, em 2007, abriu seu capital no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo.

    COMENTÁRIO: Pegou dinheiro fácil de pessoas que os controladores da ENRON chamaram de idiotas úteis – pessoas conhecidas também como acionistas. Sobre esse ponto assistir o documentário “The Smartest Guys in the Room”. O acionista pagou o pato num país que possue uma Justiça muito superior à que existe na Banânia.

    Em seu primeiro ano como empresa aberta, realizou lançamentos imobiliários com valor superior a R$ 1,2 bilhão. A empresa, que faturou mais de R$ 240 milhões em 2007.

    COMENTÁRIO: Supondo lucro de 25% sobre o faturamento – 60 milhões, levará 10 anos para pagar os custos dos lançamentos de 2007, supondo custo em 50% do valor – 600 milhões. Vai terminar de pagar em 2017 – daqui a 6 anos!!!

    Com banco de terrenos de mais de 9,0 bilhões em volume potencial de lançamentos (VGV), a Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário é uma das dez maiores companhias em incorporação de empreendimentos residenciais e comerciais de alta qualidade do país.

    COMENTÁRIO: Qual será o custo de manter todo esse capital imobilizado?

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  • raflemos 18 de junho de 2011 at 21:13

    Boa noite,
    Sempre acompanhei o site, somente como leitor.
    Minha opinião sobre este problema da bolha imobiliária é muito direta e simples.

    Temos hoje no brasil uma oposição política ao governo muito incompetente, porque se tivesse um mínimo de competência estaria tentando imputar um crime de responsabilidade sobre esta presidência/governo que vem administrando o Brasil de forma temerária, causando a volta da inflação, bolhas em imóveis, etc.

    O imóvel claramente tem uma função social e não poderia/deveria ser tratado como investimento, o governo tem instrumentos democráticos suficientes para inibir este tipo de ação, seja través de tribução diferenciada, controle de crédito, etc. Mas parece precupado apenas em se manter no poder a qualquer custo, nem que tenha que pagar bolsa família para metade da população e inflar a bolha imobiliária até onde puder para manter os empregos da construção civil que é um setor intensivo em mão de obra.

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    • Fábio 19 de junho de 2011 at 00:05

      Rafa voce levantou um tema interessante mas a oposição deve estar focada no assunto da Maconha ou dos Gay, Bolha que Bolha? A oposição acho q nem sabe oq aconteceu no USA e resto do mundo, adoro os politicos do meu Brasil, são ou não os melhores do Planeta?

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    • luiz 20 de junho de 2011 at 11:28

      apareça mais vezes

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  • Joao Combe 18 de junho de 2011 at 23:14

    Gostaria que comentassem sobre esse vídeo http://www.youtube.com/watch?v=JNtHbY8a_HM. Qual a opnião de vocês? Parece que não deixa de ser de todo verdade, mas acho um pouco simplista a análise, pois acho que a ìndia e a China não devem crescer sempre nesse mesmo ritmo, e mesmo que consigam, algum país rico vai ter que empobrecer para compensar. Além disso, a análise não leva em conta que os produtos industrializados ficam mais baratos somente quando já estão desatualizados, e o que vemos são novos lançamentos quase todos os dias.

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  • Roger 19 de junho de 2011 at 01:15

    Eu não tenho nenhuma duvida de que no Brasil há uma bolha imobiliária, mas achou que esta bolha no Brasil é um pouco diferente da bolha que estouro nos EUA, nos EUA a grande maioria das pessoas compravam imoveis como uma forma de investimento “especulando”, não precisamente para morar.
    Aqui no Brasil esta mais numa atitude de “novo rico”, pessoas que compram imoveis que estão fora de sua realidade econômica, e que trabalham somente para pagar as parcelas do credito, essas pessoas ficam muito vulneráveis, e somente uma pequena desaceleração na economia pode fazer eles cair numa crísis na qual perderão o imóvel fazendo finalmente estourar essa bolha imobiliária.

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    • Duda 20 de junho de 2011 at 16:13

      Sim, tem essas diferenças. Com certeza as bolhas são diferentes, são realidades diferentes nos dois países. Aquí em parte foi gerada pela pouca cultura financeira do povo, pelo crédito abundante (para nosso padrão historico), pela euforia desatada pelo mundial, o pre-sal, os jogos e certa demagogia do partido no governo, que aproveitou o boom das comodities… em fim, é bolha nos dois lados, mas com origens um pouco diferentes

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  • Mr. Alex 19 de junho de 2011 at 03:52

    Prezados,

    Não leio todos os posts para saber se já foi postado, mas segue estudo sobre existêcia ou não de bolha: piniweb.com/bancomaterias/Estudo_bolha_final1.pdf

    O autor tende à não existência, mas não a descarta.

    Adiciono que:
    São forças de interesse que movem o Mercado. Quem tem imóveis [valorizados] não desistirá tão fácil. Sobram duas alternativas: não comprar ou não comprar de quem não quer vender.

    Não comprar de quem não quer vender também significa construir você mesmo. Apartamentos nao se encaixam nesta modalidade, mas talvez você possa construir uma casa.

    Casas de madeira são ótima alternativa, mas me parece que só nosso compatriotas do Sul do Brasil, cuja legado remonta à Europa, sabem fazer ótima utilização desta solucao rapida e que ale’m de tudo rete’m biomossa, ao inves de “concretar tudo”.

    Ouviram falar de Cartel, Dump e Monopolio nas primeiras aulas de Ciencias. Pois se aplica a Construcao Civil tambem. Pensem nisso. E, acima de tudo, pensem “out of the box” com diz o ditado norte-americano.

    abracos

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    • Anonymous 19 de junho de 2011 at 08:00

      Dear Mr. Alex,

      O estudo que voce apontou foi realizado quando a bolha ainda não estava evidente para qualquer pessoa e além disso a autoria é de uma instituição cujo interesse é negar qualquer evidência de bolha.

      Estudo sobre a existência ou não de “bolha” no mercado imobiliário brasileiro
      ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO E POUPANÇA
      12 de julho de 2010

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  • Lucas 19 de junho de 2011 at 09:11

    Bancos reivindicam dedução de juro da casa própria no IR

    Além de defender a isenção de Imposto de Renda para os investidores que financiarem o crédito habitacional comprando “CDBs imobiliários”, os bancos pleiteiam que a Receita Federal permita ao mutuário da casa própria deduzir os juros pagos na declaração anual do IR, como ocorre nos EUA e em vários países europeus.

    Segundo Luiz Antonio França, presidente da Abecip (Associação do Crédito Imobiliário), o benefício fiscal dado às duas pontas –investidor e emprestador– reduzirá o impacto das taxas altas que deverão prevalecer, inicialmente, nos financiamentos sem o dinheiro barato da poupança.

    Hoje, os bancos financiam a casa própria captando dinheiro da caderneta, pagando juros tabelados de 6,17% ao ano mais a TR (Taxa Referencial). O dinheiro é emprestado ao mutuário com taxa de até 12% mais a TR.

    “Será importante mesmo que seja uma medida temporária para suavizar esse período de transição, quando se esgotar o dinheiro da poupança”, disse França.

    O presidente da Abecip lembra que essa transição só era esperada quando os juros estivessem abaixo de 8% ao ano –mais próximo do que paga hoje a poupança–, o que não aconteceu por conta do aumento da inflação.

    “É um pleito justo e uma forma inteligente de suavizar o impacto das taxas de juros do governo, que seguem altas. A Receita Federal perde de um lado, mas ganha em vários outros. O setor imobiliário é o que mais emprega e puxa vários segmentos da economia”, disse Marcelo Prata, presidente da Canal do Crédito, corretora especializada em crédito imobiliário.

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/932087-bancos-reivindicam-deducao-de-juro-da-casa-propria-no-ir.shtml

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  • Lucas 19 de junho de 2011 at 09:11

    Bancos reivindicam dedução de juro da casa própria no IR

    Além de defender a isenção de Imposto de Renda para os investidores que financiarem o crédito habitacional comprando “CDBs imobiliários”, os bancos pleiteiam que a Receita Federal permita ao mutuário da casa própria deduzir os juros pagos na declaração anual do IR, como ocorre nos EUA e em vários países europeus.

    Segundo Luiz Antonio França, presidente da Abecip (Associação do Crédito Imobiliário), o benefício fiscal dado às duas pontas –investidor e emprestador– reduzirá o impacto das taxas altas que deverão prevalecer, inicialmente, nos financiamentos sem o dinheiro barato da poupança.

    Hoje, os bancos financiam a casa própria captando dinheiro da caderneta, pagando juros tabelados de 6,17% ao ano mais a TR (Taxa Referencial). O dinheiro é emprestado ao mutuário com taxa de até 12% mais a TR.

    “Será importante mesmo que seja uma medida temporária para suavizar esse período de transição, quando se esgotar o dinheiro da poupança”, disse França.

    O presidente da Abecip lembra que essa transição só era esperada quando os juros estivessem abaixo de 8% ao ano –mais próximo do que paga hoje a poupança–, o que não aconteceu por conta do aumento da inflação.

    “É um pleito justo e uma forma inteligente de suavizar o impacto das taxas de juros do governo, que seguem altas. A Receita Federal perde de um lado, mas ganha em vários outros. O setor imobiliário é o que mais emprega e puxa vários segmentos da economia”, disse Marcelo Prata, presidente da Canal do Crédito, corretora especializada em crédito imobiliário.

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    • Anonymous 19 de junho de 2011 at 09:42

      Como dizia Roberto Campos, nós gostamos de Capitalismo sem risco e Socialismo sem ordem.

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    • luiz 20 de junho de 2011 at 11:32

      Eles ainda têm muitas cartas na manga.
      QUANTO MAIS Alto vão, maior a queda

      0
  • MrK 19 de junho de 2011 at 12:00

    Tempo de retorno médio do principal investido em diferentes investimentos

    Juros de Fundo SELIC = 8 anos
    Juros da Poupanca = 16 anos
    Dividendos de Ações = Entre 12 e 17 anos
    Aluguél de imóveis em 2008/2009 = A partir de 16 anos
    Aluguél de Imóveis hoje = A partir de 24 anos (24 para alugado 100% do tempo sem nenhuma cota extra ou despesa por parte do dono)

    Olhando isso você tira 2 conclusões possíveis:

    1- O Aluguel está muito barato e tem espaço pra subir algo entre 40% e 50% AGORA mesmo, pra retormar os patamares de retorno
    2- O Preço do imóvel está muito caro e tem espaço pra cair um bocado

    cada um tire a sua…

    Pra mim: Preço dos imóveis caem muito e alugueis cairão pouco ou até ficarão constantes em alguns lugares, fato é que o retorno do investimento em imóveis via aluguel hoje é uma verdadeira DISTORÇÃO e como toda distorção será corrigida com o tempo pelo mercado.

    0
    • Pedro 19 de junho de 2011 at 12:40

      Totalmente de acordo mrk. O fato é que o aluguel reflete a lei de mercado não manipulada por excesso de crédito, ou seja, o aluguel representa um preço próximo ao poder aquisitivo real da população. Apesar de que, ultimamente, a manipulação do crédito habitacional está influenciando até a oferta de imóveis para aluguel, reduzindo-a, pois há pessoas que estão comprando imóveis e não os alugam confiando no milagre da valorização eterna. Abçs, Pedro

      0
    • Paulo 19 de junho de 2011 at 14:03

      Por falar em aluguel.

      correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/06/19/interna_cidadesdf,257526/aluguel-no-distrito-federal-chega-a-variar-14-200-entre-bairros-e-regioes.shtml

      0
      • MrK 19 de junho de 2011 at 15:55

        paulo, essa maluquice sempre existiu

        claro que o aluguel no leblon (rio) sempre vai ser anos luz mais caro que o da tijuca por exemplo, isso é normal e que a variação é astronomica é explicada pela diferença de renda da população, não vejo isso como indicativo de bolha.

        o que não é normal e que não ocorria antes, é o aluguel chegar a míseros 0.30%…0.35% do valor do imóvel, tornando-o uma opção ridicula de investimento, pois o fluxo de caixa que ele gera é o aluguel, isso só prova que as pessoas tão comprando esperando valorização no valor do imovel e não no aluguel, coisa de maluco, isso sim é tipico de bolhas!

        0
        • Lucas 19 de junho de 2011 at 17:05

          Mas será que o preço maluco e o rendimento miserável (0,3%) não está existindo somente pq pessoas compraram a 1 e agora tentam vender a 2 ou 3? Será que realmente alguém pagou 3 esperando a dobra ou alugar por míseros 0,3%?
          Acredito que os preços que vemos hoje são apenas preços potenciais e que poucos (pouquíssimos) realmente pagam, o ápice chegou, agora é ladeira abaixo.

          0
          • olp 20 de junho de 2011 at 10:49

            uma duvida:

            o aluguel hoje esta 0,3% como vcs falaram…

            ou seja, pessimo momento pra comprar. Quanto ele precisa estar pra valer a pena?

            acho que se olhar por esse indicador, nunca na historia valeu a pena comprar, eh isso?

            esse numero nunca vai ser maior que o juros de 1 mes. Se a pessoa ficar esperando esse numero ficar maior que a aplicacao financiera de 1 mes pra comprar.. ferrou.. eh isso mesmo ou estou errado.

            Obrigado.

            0
        • luiz 20 de junho de 2011 at 11:48

          Olp, talvez vc seja bem mais novo que eu.

          Houve um tempo em que se apgava cercade 1% do valor do imóvel no alugel, e ainda era reajsutado pelo igpm, e tinhasmo que arcar com iptu full.
          Nesta época proprietários tinham a faca e o queijo na mão.
          O diabo sobre indices pe que eles são médias, se eu pagava 1% tinha gente que pagava 05, outrous 1,5.

          Isso faz 15 anos, hoje temos imóveis e opçoes, o cenario brasileiro mudou radicalmente.

          Esse índice 0,35% é uma média hj, sei de alguns chegam a pagar 0,25% em casas de alto padrõpa. E o teto dificilmente passa de 0,5% em imoveis centrais.

          Agora isso que vc falou está certo, neste país quase sempre o juros esteve maior que o aluguel (e porisso acmulamos um deficit residencial gigantesco). Exceto mais ou menso em 2008 qdo o juros do governo caiu no piso de 8,5%aa. Foi bem nessa época que começou a corrida imobiliária.

          Agora imagina manobrarum titanic, vai anos pra essa p__rra voltar no rumo certo.

          Os preços dispararam e vão sendo mantidos artificialmente por uma conjunção de fatores, todos ruins, e algumas situações piores como o Rio por causa da copa+olimpiada e pela exaustão de terrenos – rio+bsb+Bh.

          0
          • olp 20 de junho de 2011 at 11:56

            mas Luiz,

            quando o aluguel dava 1% o juros anual era 40%, e o mensal 3-4.. ou seja, o aluguel era ainda menor que o juros..

            0
          • luiz 20 de junho de 2011 at 13:02

            concordo olp era isso mesmo, vejo que vc lembra bem dessa época.
            O juros era isso pq o indexador era falho e a inflação comia forte.
            Já no inicio do plano real saindo da estagnação do plano collor tbm chegou em 1% e os juros era algo perto disto,

            0
          • olp 20 de junho de 2011 at 14:40

            Luiz,

            os juros anuais so baixaram de 20% em 1997….

            eu acho que nunca o aluguel deu mais que a selic mensal….

            se for esperar esse indicador pra comprar o imovel, ele pode nunca ocorrer, como tem sido..

            esse eh o melhor indicador mesmo?

            obrigado mais uma vez.

            0
          • luiz 20 de junho de 2011 at 14:50

            veja que porisso o setor de construção passou décadas estagnado,
            até 2008, qdo juros e aluguel ficaram próximos.

            antigamente se comprava imóvel com medo do governo, teve o confisco do collor, os vários cortes de zeros, as ida e vindas do mercado que levava à falência milhares de empresas.

            imovel sempre foi o refugio psicologico.
            com a estabilidade do real passou a ser visto com mais frieza

            a conclusão é essa mesma, hj aluguel é melhor
            com o q sobra vc pode reinvestir e forma um patrimonio maior do que a valorização do mesmo em poucos anos, segundo as contas dos matemáticos

            0
          • olp 20 de junho de 2011 at 14:54

            porque se vc diz (eu nao tenho ideia), que o maximo foi 1%, entao o juros teria que ser 12% ao ano..
            como nunca (excessao na crise) foi abaixo disso, entao o aluguel nunca deu mais que a selic..

            eh isso mesmo? ou estou vendo algo errado?

            obrigado

            0
          • luiz 20 de junho de 2011 at 15:32

            Olp eu não sei exatamente qdo foi criado este termo Selic, pois houve época que o juros não acompanhava a inflação. Não sou especialista nisto. Não posso responder com firmeza a sua questão, mesmo pq nossa história é uma gangorra destrambelhada

            O juros nominal pode ser alto mas o juros real pode ser até engativo

            Vc está olhando certo mas pode ver errado,
            procure por juros real – que é a SELIC menos inflação.

            Quando falei de 1% em 1993 é pq eu pagava aluguel nessa época, e vi meu 2dorm subir de 400 reais pra 800 reais de aluguel aqui nos Jardins. Não sei se foi o auge.

            leia isso aqui que é bom: xxxxhttp://crisedodolar.blogspot.com/2011/03/imoveis-comprar-x-alugar-x-pagar-o.htmlxxxxx

            0
          • olp 20 de junho de 2011 at 16:13

            ok Luiz,

            valeu pela atencao mesmo assim….

            eh que vc estava fazendo umas afirmativas com tanta conviccao que achei que entendesse…

            valeu mesmo

            abs

            0
          • Andre 20 de junho de 2011 at 17:19

            olp,

            o aluguel nao pode ficar próximo dos juros de financiamento, senão todo mundo compra o imovel ao inves de alugar.

            Usando os dados atuais:

            Imovel: 100k
            Entrada minima (20%) = 20k
            Prest. em 30 anos = 800,00

            Logo é natural que o aluguel esteja bem abaixo de 800,00.

            Em 1998 no Rio, o aluguel médio era 0,7%, conforme vc ve aqui:
            http://housingmarketbr.blogspot.com/2011/06/graficos-e-mais-graficos.html

            Lógico q não poderia ser o mesmo hoje, senao daria 700,00 e ninguem alugava, comprava logo (desde q tivesse o $ de entrada). Na epoca a prestacao p/ comprar esse imovel certamente dava bem mais do q isso.

            Por outro lado, como investimento, o sujeito olha p/ os juros reais (hoje em torno de 6% a.a.), o aluguel deveria pagar isso, ou mais ou menos uns 0,5% a.m.. E mesmo assim nao valeria a pena, pois o risco de imovel é muito maior. Por isso q se diz q imovel nao vale a pena como investimento (aluguel) hoje em dia.

            O imovel em si, é esperado q ande junto c/ a inflação, daí a comparação de aluguel c/ juros reais (NTN-B).
            Tem um post sobre isso aqui:
            http://housingmarketbr.blogspot.com/2011/06/imovel-como-investimento-ainda-vale.html

            Aqui tem historico de juros reais e outras infos bem interessantes:
            http://www.bcb.gov.br/pec/appron/apres/Alexandre_Tombini_Apresentacao_CAE_22-03-2011.pdf

            Abs

            0
    • Andre 19 de junho de 2011 at 20:53
      • MrK 19 de junho de 2011 at 22:06

        quem disse que meus dados são incorretos? o fipezap? hahahahaha

        prefiro acreditar na maria do cafezinho do que no fipezap

        os dados que passei são de diversas observacoes de casos REAIS de contratos FECHADOS

        andré, na boa, não comenta meus posts não, voce não consegue adicionar nada, comenta os posts de outros ou então fica lá no seu blog falando suas bobagens, é melhor assim

        0
        • Andre 19 de junho de 2011 at 23:24

          “os dados que passei são de diversas observacoes de casos REAIS de contratos FECHADOS”

          Diversas são quanto? Uma dúzia? Muito relevante perto das DEZENAS DE MILHARES de anuncios do zap…

          Ou todos os MILHARES de proprietários, CENTENAS de imobiliárias e DEZENAS de construtoras se juntaram p/ colocar anuncios a preços absurdos, e “enganar” o povo… Esses players todos num são concorrentes não, são todos “amiguinhos”… Só dá maluco mesmo…

          “andré, na boa, não comenta meus posts não, voce não consegue adicionar nada”

          Na verdade comento o que parece q pode chegar a algum resultado independentemente do autor, mas só chega qdo as pessoas não tem orgulho e vaidade… Agora se adiciona ou não deixo pros outros concluirem.

          “fica lá no seu blog falando suas bobagens, é melhor assim”

          Desafio qq um a achar uma bobagem lá, e se houver mesmo, sou o primeiro a reconhecer, ao contrario de alguns.

          Abs

          0
          • MrK 20 de junho de 2011 at 10:41

            vejam bem a inocencia do garoto andré: Um indice que é feito pelo ZAP (site de negocios com imoveis) pra monitorar o ramo imobiliario!!! hahahahaha, pra piorar ele não leva em conta preços fechados e sim pedidos e ainda assim ele acha que isso não é argumento suficiente pra invalidar o índice

            pra piorar o indice ja é usado por construturas para garantir rentabilidade do imovel na hora da venda (PDG), como não achar que esse índice é furado? Só mesmo esse camarada

            Depois ele tem a coragem de dizer que os argumentos da bolha aqui são fracos e são torcida, na verdade ele não fala por mal, é q ele nao tem capacidade mesmo de entender a velocidade da expansão do crédito, a venda especulativa e a real demanda por moradia, tadinho, é demais pra ele, por isso ele acha que é torcida vazia…

            Andre, seu blog desertico é recheado de bobagens,a unica vez que fui lá, foi pra morrer de rir com um post que tinha um raciocinio que meu sobrinho de 2 anos teria tidado melhor conclusão, por isso aqui tem 200 comentários e lá, quando muito, 8…

            sério, give me a break e estude um pouco

            0
          • Andre 20 de junho de 2011 at 11:49

            “vejam bem a inocencia do garoto andré:”

            Garoto pq? Chuta aí a minha idade (e exp. em mercados). (já pedi isso umas 1000 x)

            “Um indice que é feito pelo ZAP (site de negocios com imoveis) pra monitorar o ramo imobiliario!!!”

            Se vc frequentasse o Housing vc saberia q tem indices no Reino Unido q são medidos por preço pedido…

            Olha o nivel de paranóia: o Zap teria interesse de mostrar uma falsa alta? Sendo que isso AFUGENTA possiveis compradores de moradia, pois tem medo de comprar no topo de uma bolha (aqui tem varios exemplos). Os preços são esses mesmos, tira os 10% de gordura (normal) e fecha-se o negocio. Se vai cair ou subir nao sei (e nem ninguem sabe). Mas q atualmente são esses ninguem c/ um pouco de bom senso pode negar…

            Se mostro alta atraio especulador e afasto “morador”, se mostro baixa/estabilidade é o contrario… Entao de qq forma, um paranóico pode achar q é mentira…

            “pra piorar o indice ja é usado por construturas para garantir rentabilidade do imovel na hora da venda (PDG)”

            Se vc tivesse se interessado pelo assunto saberia qual é a pegadinha da promoção da PDG. Poderia quebrar teu galho, mas da forma sem “respeito e urbanidade” que vc trata os outros, vou deixar pra vc descobrir…

            “mesmo de entender a velocidade da expansão do crédito, a venda especulativa e a real demanda por moradia”

            Me explica então, com dados, please… (milésima vez que peço)

            “Andre, seu blog desertico é recheado de bobagens”

            Me mostra essas bobagens (segunda vez que peço).

            “um post que tinha um raciocinio que meu sobrinho de 2 anos teria tidado melhor conclusão”

            Nesse caso vc está ofendendo os meus leitores tb… Gentileza mostrar onde está o erro, pois todos eles frequentam aqui tb…

            “por isso aqui tem 200 comentários e lá, quando muito, 8…”

            Tem 200 comentarios, mas tirando torcida, desabafo, paranóia, disputinhas pessoais e propaganda politica sobra quantos?
            Lá 100% dos comentários são úteis e não tem agressão, talvez por isso vc não frequente, né?

            Por outro lado, a loja da Jaguar tem uma frequencia bem menor q da Fiat, não?

            “sério, give me a break e estude um pouco”

            Inútil discutir com vc. Olha a qtde de estudos q tem lá… Cada um enxerga a “verdade” que lhe é mais conveniente…

            Enfim, qdo faço adendos a algum comentário seu, é para os leitores deste blog verem (os q tem modos), não precisa vc responder, já que vc sequer se dá ao trabalho de ler e interpretar direito…

            Enfim 2: disputas pessoais (e agressivas) nao levam a nada, se nao for pra responder de maneira clara e c/ dados, nem precisa.

            Abs

            0
  • Eumesmo 19 de junho de 2011 at 15:04

    http://invertia.terra.com.br/especial-imoveis/noticias/0,,OI5192774-EI18207,00-Diferenca+entre+alta+do+aluguel+e+casa+propria+sugere+bolha.html

    0
  • RAL 19 de junho de 2011 at 15:31

    Olha só a matéria do site Terra ( O provedor terra também gosta de publicar a favor das construtoras)

    Diferença entre alta do aluguel e casa própria sugere bolha
    19 de junho de 2011 • 11h16

    Reduzir Normal Aumentar Imprimir Fábio Bonillo
    Direto de São Paulo
    Pagar aluguel pode ser uma opção financeira melhor do que a compra de um imóvel no atual cenário de valorização imobiliária, segundo analistas. De acordo dados que comparam a alta do valor dos aluguéis e a alta do preço dos imóveis novos, o País já apresenta sintomas de uma “bolha”, pois o distanciamento entre entre esses dois indicadores é maior que sua média histórica.

    Na opinião do professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em São Paulo, Willian Eid Junior, o momento não é bom para adquirir um imóvel. “e você quer morar bem, alugue. Deixe seu dinheiro aplicando e com ele pague o aluguel de um bom imóvel” afirma.

    O valor do aluguel de imóveis residenciais na capital paulista subiu 14,7% nos últimos 12 meses até maio, segundo o índice FipeZap. No mesmo período, a alta dos preços de venda foi de 27,5%.

    Para o professor, esse descompasso de crescimento das taxas dá indícios de que o mercado imobiliário enfrenta uma “bolha” De acordo com ele, os preços dos imóveis aumentaram demais devido à ampla oferta de crédito no País, enquanto a renda mensal do comprador não vem apresentando taxa de aumento na mesma proporção. Por isso, os proprietários acabam cobrando aluguéis menores, de até 0,3% do valor do imóvel, ao invés do 0,6% recomendado para que o proprietário obtenha rentabilidade.

    “O apartamento que o ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci teria em seu nome em São Paulo, por exemplo, avaliado em R$ 4 milhões, tinha um aluguel de R$ 15 mil, o que na verdade teria que ser o aluguel para um imóvel de R$ 1,5 milhão, mas ninguém alugaria se fosse esse o preço”, afirma.

    Por isso, se um poupador tem R$ 200 mil guardados para comprar à vista um imóvel de mesmo valor, poderia aplicá-los na poupança, por exemplo, que rende cerca de 0,6% ao mês, e obter o suficiente para pagar o aluguel sem mexer no patrimônio inicial – considerando que o aluguel do imóvel escolhido por ele fosse de 0,6% do valor do imóvel, prática mais comum do mercado. Assim, ele manteria os R$ 200 mil e usaria parte de seu salário para pagar somente o condomínio, deixando para comprar o imóvel quando o preço ficasse mais atrativo.

    No cálculo das despesas como locatário, porém, também é preciso levar em conta que o valor do aluguel é reajustado anualmente pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que variou 8,75% em 12 meses em junho.

    Os inquilinos também pagam o valor do condomínio, que varia de acordo com a estrutura e localização do imóvel. Segundo o educador financeiro da MoneyFit Antonio de Julio, só compensa adquirir um imóvel em vez de alugá-lo se o valor do aluguel somado ao do condomínio for igual ou maior que a parcela de um financiamento imobiliário.

    Contras
    Apesar de o cenário ser desfavorável para a compra por causa da alta dos preços, ainda é mais indicado possuir um imóvel próprio do que alugar, na opinião do educador financeiro. “Se o imóvel não é seu, não pode reformar, e o proprietário pode retomá-lo a qualquer hora. Aluguel é bom para quem o trabalho exige mudança de cidade e para estudantes. Quem aluga fica inseguro por não ter um ‘berço’ próprio”, diz De Julio.

    Para o professor e pesquisador da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP-FGV) Paulo Pichetti, a escolha entre a compra e o aluguel leva em conta a dinâmica do mercado. “Há também a disposição de colocar o patrimônio em risco, porque os preços dos imóveis e a própria rentabilidade mudam rapidamente. Pode ser mais vantajoso alugar em um ano, e no outro, não valer mais a pena”, afirma.

    A casa própria também tem que ser vista como um investimento para o futuro, na opinião de Antonio de Julio. “O mercado costuma dizer que o dinheiro que vai para o aluguel você não vê depois, porque usufrui, mas não dá retorno. Com um imóvel próprio, você pode alugar ou vender depois”, afirma.

    Se visto como um investimento, mesmo os juros pagos no financiamento (geralmente de cerca de 12% ao ano) não são dinheiro jogado fora, segundo o fundador da corretora de financiamento Canal do Crédito, Marcelo Prata. Ele acredita que a provável valorização do imóvel com o tempo acaba “absorvendo” e compensando esse gasto no futuro. “Caso o comprador não tivesse adquirido quando ele valia menos e o desejasse fazer agora, teria que desembolsar a quantia valorizada”, diz.

    O imóvel quitado no nome do comprador também pode ser usado como garantia em um financiamento, por meio do refinanciamento imobiliário, ainda pouco difundido no País. O valor financiado não pode ser maior que 50% do valor de avaliação do imóvel, e pode ser usado para qualquer fim. A desvantagem é que o comprador pode perder o imóvel caso não consiga pagar as prestações e nem renegociar a dívida, já que a financiadora fica como proprietária da casa enquanto o saldo devedor não é inteiro quitado, como acontece nas hipotecas.

    Terra
    Leia esta notícia em:
    Terra – Invertia
    http://invertia.terra.com.br/especial-imoveis/noticias/0,,OI5192774-EI18207,00-Diferenca+entre+alta+do+aluguel+e+casa+propria+sugere+bolha.html

    0
    • MrK 19 de junho de 2011 at 22:24

      A análise desse Julio é pífia

      como vimos, o aluguel tem um custo anual de cerca de 4,2% (0,35% por mes), enquanto o financiamento custa algo como 12,50% (sem contar as taxas)

      ele ignora isso por completo ao dizer que se voce compra um imovel vai ter um patrimonio que via aluguel não tem, ora bolas, via aluguel você está construindo um patrimonio de 8,3% ao ano que estaria pagando no caso da compra

      agora, o artigo vale pelo inicio, onde uma análise parecidissima com a que eu fiz aqui de PL fez o autor levantar a hipotese de bolha

      0
    • luiz 20 de junho de 2011 at 11:55

      tem outro erro crasso, quem financia tbm tem q pagar condomínio e iptu, assim como quem aluga

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      • Marcelo 20 de junho de 2011 at 15:56

        Ele deve ter considerado somente imóveis novos, o que não ficou explícito. Só assim não se consideraria essas outras componentes.

        0
  • Anonymous 19 de junho de 2011 at 17:13

    Uma pequena análise da “oportunidade única” oferecida pela Camargo Correa em São Paulo. De um total de 12 empreendimentos “lançados desde 2007”, apenas 4 (33%) estão em construção. É claramente o esquema da ENCOL, onde o dinheiro de lançamentos recentes paga o custo da construção de lançamentos anteriores.

    http://oportunidadescamargocorrea.com.br/sao-paulo.html

    * Estágio da obra: Em construção
    Lançamentos: jun/2007, dez/2007, jul/2008, jan/2008

    * Estágio da obra: Lançamento
    Lançamentos: jun/2007, dez/2007, dez/2009, dez/2009, out/2009, dez/2009, mar/2010, set/2010

    0
  • MrK 19 de junho de 2011 at 22:14

    Estava aqui por curiosidade lendo os relatorios pré-estouro da bolha americana, gente, é engracado demais

    Sempre os entrevistados eram ligados ao mercado imobiliário ou aos bancos que liberaram crédito, o PRESIDENTE de uma dessas associações, no auge da bolha, disse que:

    “O preco das casas continuará a subir, pois a geração baby boomers está no auge do seu poder de compra”, outro disse que “Os preços dos imoveis novos vão subir, pois todos querem imoveis novos”. e um terceiro que “Os preços subirão pois tem muito imigrante vindo morar nos EUA”

    argumentos que são quase tão engracados quanto “copa do mundo, olimpiadas, deficit habitacional” ahahahah, esses caras nunca tocam no X da questão: Crédito e Especulação!!

    0
    • Anonymous 19 de junho de 2011 at 22:57

      MrK,

      Tem gente em Ribeirão Preto (SP) que não sabe da história dos bulbos de Tulipas que ocorreu em 1637.

      http://eptv.globo.com/ribeiraopreto/noticias/NOT,2,2,354755,Condominio+alto+padrao+e+vendido+em+10+horas.aspx

      http://en.wikipedia.org/wiki/Tulip_mania

      0
    • Fábio 20 de junho de 2011 at 01:07

      No Manhattan conection desse domingo, falaram da Bolha e do sistema de Bolhas nos USA e Japão e nos comentarios falaram que depois de uma bolha é muito raro o mercado se recuperar e um exemplo foi o Japão onde o mercado a 25 anos atras tinha um valor bem alto e hoje em dia não chega nem perto do valor de 25 anos atras. Ou seja se o cara investiu em imoveis só teve perda nos ultimos 25 anos no Japão e possivelmente aconteça isso nos USA, eles fizeram um adendo com relação somente a NY e Miami, Miami pq muitos latinos gostam e investem, indepedente da situação economica.

      0
      • Duda 20 de junho de 2011 at 09:31

        Jornal ZH, RS deste Domingo, secção Dinheiro: Entrevista a Arminio Fraga “Chegou a Hora de pagar a Conta”

        Este cara (que entende bastante de economía, por sinal), fala da situação geral da economía superaquecida, e da necessidade que o governo tem de colocar o pé no freio, para a inflação não ficar descontrolada. Na sua opinião não tem outra opção… Em fim, tudo faz parte do cenario de credito farto dos ultimos anos.

        0
        • MrK 20 de junho de 2011 at 10:33

          Duda, é por aí mesmo…

          Nossa renda cresceu em média algo como 8% ao ano, nos últimos 3 anos, no entanto nosso consumo explodiu pra lá de 20% ao ano

          Como alguém, que já não tem poupança, que ganha aumento de 8% pode consumir 20% a mais consecutivamente?? É o espetaculo do crescimento…do crédito

          crédito = conta a ser paga

          0
    • luiz 20 de junho de 2011 at 11:58

      Na espanha tbm estão engessados há anos.
      A brincadeira que fazem lá é que as “Cajas” viraram banco imobiliário (o jogo)

      0
  • Glaucio 20 de junho de 2011 at 10:49

    Aumento da inadimplência gera temor de bolha de crédito no Brasil, diz ‘FT’
    http://www1.folha.uol.com.br/bbc/932332-aumento-da-inadimplencia-gera-temor-de-bolha-de-credito-no-brasil-diz-ft.shtml

    O aumento da inadimplência dos consumidores brasileiros já está provocando temores sobre o possível estouro de uma bolha de crédito, segundo reportagem publicada nesta segunda-feira pelo diário econômico britânico Financial Times.

    O jornal observa que a proporção de empréstimos com pagamentos atrasados por mais de 90 dias vem crescendo rapidamente nos últimos meses e deve chegar a 8% até o final do ano, na avaliação da agência de avaliação de crédito Serasa Experian.

    A reportagem comenta que a inadimplência dos consumidores brasileiros ainda permanece baixa em relação à média histórica de mais de 10% e ainda está em um nível considerado razoável, mas já está acima da maioria dos outros grandes mercados emergentes.

    O jornal observa que o rápido crescimento econômico do país tirou mais de 30 milhões de pessoas da pobreza no Brasil e que esses novos consumidores “começaram a tomar dinheiro emprestado para comprar casas, carros e eletrodomésticos, contribuindo para um aumento de quase 100% no crédito privado desde 2007, segundo o FMI”.

    Segundo a reportagem, os bancos brasileiros preveem aumentos de mais de 10% no crédito neste ano, apesar da cobrança de juros que chegam a 39% ao ano.

    Apesar disso, a inadimplência no Brasil cresceu 8,2% entre março e maio, segundo a Serasa Experian, elevando o aumento desde o início do ano a 20,6%.

    IATES

    A edição desta segunda-feira do Financial Times também traz outra reportagem, publicada em sua primeira página, na qual relata que o Brasil está se tornando o principal mercado para a venda de iates de luxo da tradicional companhia italiana Ferretti.

    Segundo o jornal, a empresa está se voltando aos novos “super-ricos” do Brasil ao mesmo tempo em que despencam suas vendas aos consumidores tradicionais da “velha economia” nas marinas do Mediterrâneo.

    A reportagem relata que a receita da Ferretti no Brasil triplicou nos últimos três anos, enquanto suas vendas nos países mediterrâneos estão hoje em um nível de apenas um terço do que eram antes do início da crise econômica global.

    “O Brasil está se tornando rapidamente um dos principais destinos de novos investimentos para a indústria de iates graças a salários em alta, a costa de 7.400 quilômetros do país e o clima quente o ano inteiro”, diz o texto.

    Apesar disso, o jornal observa que analistas advertem que a onda de investimentos no país pode levar a um excesso de oferta.

    0
  • luiz 20 de junho de 2011 at 12:07

    Eu sou da área técnia e existe um bom método pra perceber se um relatório é bom ou não mesmo que vc não entenda bulhufas do assunto.

    Segue dicas para identificação de um relatório ruim:

    -Excesso de adjetivos – um bom relatório praticament enão sua adjetivos

    -Apresentação da conclusão logo na introdução – mostra ansiedade em se provar logo

    -Falta de linearidade – a pessoa não segue uma linha, divaga, pula pro fim, volta pro começo pulando exatamente os trechso que lhes são desvantajosos

    -Ataque pessoal a dados e argumentos – no pior dos casos atacam autores. quando tentam desqualificar.

    – manipulação de dados e números – torturando numeros eles dizem oq vc quer.

    – inexistencia de nexo calro de causa-efeito – normalmente atribuem uma certa mísitica ao assunto, algo impoderável

    – ataques a tudo o que não é – não impossibilidade de provar a sua conclusão ataca-se tudo o que não é a conclusão na epsernaça que o leito se compadeça, acontece tudo o que uma coisa não é, é infinita, e isso rende muitas pa´ginas de enrolation.

    0
    • Duda 20 de junho de 2011 at 13:03

      Muito bom!! cara, acho que vou copiar e colar este post teu, para começar repassar por email aqui na empresa. Acho que muitos por aquí precisam ler estes conselhos… Abs

      0
  • Anonymous 20 de junho de 2011 at 13:27

    Uma pequena análise da “oportunidade única” oferecida pela Camargo Correa em São Paulo. De um total de 12 empreendimentos “lançados desde 2007”, apenas 4 (33%) estão em construção. É claramente o esquema da ENCOL, onde o dinheiro de lançamentos recentes paga o custo da construção de lançamentos anteriores.

    * Estágio da obra: Em construção
    Lançamentos: jun/2007, dez/2007, jan/2008, jul/2008

    * Estágio da obra: Lançamento
    Lançamentos: jun/2007, dez/2007, out/2009, dez/2009, dez/2009, dez/2009, mar/2010, set/2010

    0
  • Anonymous 20 de junho de 2011 at 13:30

    Seria interessante saber o resultado da “liquidação” de imóveis residencias da Camargo Correa que ocorreu em 18/Jun/2011.

    Desse website, retiro algumas informações e acrescento comentários.

    A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) é relativamente nova no setor de incorporação, iniciou suas atividades em 2003 e, em 2007, abriu seu capital no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo.

    COMENTÁRIO: Pegou dinheiro fácil de pessoas que os controladores da ENRON chamaram de idiotas úteis – pessoas conhecidas também como acionistas. Sobre esse ponto assistir o documentário “The Smartest Guys in the Room”. O acionista pagou o pato num país que possue uma Justiça muito superior à que existe na Banânia.

    Em seu primeiro ano como empresa aberta, realizou lançamentos imobiliários com valor superior a R$ 1,2 bilhão. A empresa, que faturou mais de R$ 240 milhões em 2007.

    COMENTÁRIO: Supondo lucro de 25% sobre o faturamento – 60 milhões, levará 10 anos para pagar os custos dos lançamentos de 2007, supondo custo em 50% do valor – 600 milhões. Vai terminar de pagar em 2017 – daqui a 6 anos!!!

    Com banco de terrenos de mais de 9,0 bilhões em volume potencial de lançamentos (VGV), a Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário é uma das dez maiores companhias em incorporação de empreendimentos residenciais e comerciais de alta qualidade do país.

    COMENTÁRIO: Qual será o custo de manter todo esse capital imobilizado?

    0
    • Andre 20 de junho de 2011 at 14:14

      Anonymous,

      “O acionista pagou o pato num país que possue uma Justiça muito superior à que existe na Banânia.”

      Não dá pra reduzir a “classe” acionistas a “idiota” só por causa do caso Enron né? Qtas milhares de empresas de cap aberto tem nos EUA? O caso Enron foi muito bom por um lado pois causou a revisão pra cima da governança corporativa (Sarbanes Oxley), que foi MUITO bom até mesmo p/ empresas brasileiras q tem acoes nos EUA.

      Aqui tem uma lista de ADRs brasileiras em NY:
      http://www.easybrazilinvesting.com/stocks/51-28-adrs-from-brazilian-companies-for-you-to-choose-from.html
      De construtoras só achei a Gafisa.

      “Supondo lucro de 25% sobre o faturamento – 60 milhões, levará 10 anos para pagar os custos dos lançamentos de 2007, supondo custo em 50% do valor – 600 milhões. Vai terminar de pagar em 2017 – daqui a 6 anos!!!”

      Salvo engano esses 1,2 bi não são os custos, e sim o valor total das unidades lançadas.

      Uma construtora lança X hoje e recebe esse X qdo estiver pronto (peq parte durante a obra), reajustado pelo INCC, ou seja, tem um descasamento temporal bem grande aí, de pelo menos uns 2 anos (acho q as obras tem levado isso ou até mais).
      Ou seja, vc está comparando lucro “de ontem”, com os lançamentos “de hoje”.

      “Qual será o custo de manter todo esse capital imobilizado?”

      Pelo q eu entendi, 9 bi é o q a construtora captaria se lançasse todos os empreendimentos desses terrenos… Os terrenos em si valem menos q isso.

      Abs

      0
      • Andre 20 de junho de 2011 at 14:28

        Agora q eu vi, vc supôs um custo de 600 M, sorry.

        O restante do meu raciocinio vale.

        Abs

        0
        • Anonymous 21 de junho de 2011 at 19:54

          André,

          O tempo em que o acionista era o dono da empresa já passou. O preço das ações não está mais relacionado com o negócio da empresa. O que existe hoje é um culto da personalidade, onde certos executivos são elevados à categoria de Deuses. O Madoff foi um deles, onde inúmeros outros IDIOTAS ÚTEIS, inclusive grandes bancos como o HSBC e muitas celebridades, “investiram” num esquema de pirâmide. Algo semelhante acontece com a religiões, onde a estória não faz sentido algum mais existem muitos fiés que acreditam. Hoje, o acionista é simplesmente um trouxa, sem exceção alguma. Ninguém disse isso com todas as letras, a não ser o CEO da Enron numa reunião que foi gravada sem ele saber. Foi a própria evolução das empresas que levou a esse ponto. Os controladores finalmente acabaram percebendo que é fácil tomar dinheiros desses trouxas. Se voce acha que estou exagerando, como voce chamaria alguém que coloca seu dinheiro para outros tomarem conta?

          0
          • Andre 21 de junho de 2011 at 23:18

            Anonymous,

            o preço das ações está do mesmo jeito que sempre foi: uma parte reflete o negócio, e outra expectativas de futuro (pode chamar especulação). Qtos % é cada parte só Deus sabe.

            Se vc ler o livro Intelligent Investor vc ve historias do mercado acionário dos EUA desde meados do século 19 e vc verá q a coisa sempre foi assim mesmo.

            ” O que existe hoje é um culto da personalidade, onde certos executivos são elevados à categoria de Deuses. ”

            Mas isso num foi sempre assim não? Será q não eram cultuados os Carneggies, Rockfellers e Fords, igualzinho são hj o Buffet, Steve Jobs, Richard Branson, etc?

            “Se voce acha que estou exagerando, como voce chamaria alguém que coloca seu dinheiro para outros tomarem conta?”

            Eu chamaria de uma pessoa q reconhece que não é o melhor gestor financeiro do mundo e coloca uma parte (pequena) p/ outros gerirem, sempre diversificando e avaliando o risco de cada ativo.

            É uma pessoa q le os balanços trimestrais, que sabe q são auditados por empresas externas.

            Pode dizer q é tudo furado, tudo comprado, etc. Não tenho como comprovar isso (e nem ninguém). Daí a diversificação.

            Alem disso é muito mais facil p/ uma empresa bater o CDI do q uma pessoa…

            Salvo engano o DJ, o S&P500 e outros indices no longo prazo batem a renda fixa de lá, então o objetivo foi atingido. Então existem exceções aos “trouxas”, na verdade os “trouxas” é q são exceção…

            De uma forma ou de outra o $ está sempre sob a gestão de alguem (a menos q esteja debaixo do colchão, mas nesse caso perde valor p/ inflação).

            Obs.: meus comentários levam mais de um dia p/ a moderação liberar (o moderador acha q sou “corretor”, só pode).

            Abs

            0
          • Anonymous 23 de junho de 2011 at 09:53

            André,

            Custo de oportunidade é o quanto o dinheiro PODERIA estar rendendo se fosse alocado para outra coisa. Pode ser visto como um perda. A Camargo Correa comprou terrenos e não está fazendo absolutamente nada com esses terrenos. Aliás, nem vai fazer nada uma vez que somente 33% dos lançamentos efetuados desde 2007 (quatro anos atrás!!!) estão em construção. Portanto, a Camargo Correa está PERDENDO 10 milhões de Reais/mes só pela estupidez de acumular um banco de terrenos.

            0
          • Andre 23 de junho de 2011 at 15:56

            Anonymous,

            eu sei o q é custo de oportunidade. E está bem explicado no meu comentário. Se vc reler com calma vc entende.

            Maiores informações só com o RI da empresa.

            Te respondi em consideracao à dica das NNN properties (q eu nao conhecia), se vc for outro “Anonymous”, me desculpe. Aqui qdo vc explica alguma coisa pra alguém ficam com raiva, pois querem encontrar “culpados” p/ o preço dos imoveis estar onde está. Preferem dividir o mundo em “bonzinhos” e “mauzinhos”, ao invés de compreender e reagir à realidade….

            Abs

            0
        • Anonymous 21 de junho de 2011 at 20:00

          André,

          Vamos supor que o custo do banco de terrenos foi SOMENTE 1 bilhão. O custo de oportunidade desse valor é no mínimo 1% ao mes, ou seja está custando 10 milhões ao mes NO MÍNIMO.

          0
          • Andre 21 de junho de 2011 at 23:21

            Anonymous,

            eu não estou aqui pra ficar defendendo a gestão financeira de construtoras, pra isso seria muito melhor vc perguntar ao RI da empresa.

            Mas raciocina comigo: esse 1% aí é o custo de oportunidade do CDI. Provavelmente esse $ veio dos IPOs (ou seja, dos acionistas), se eu pego esse $ e boto no CDI, que valor eu to gerando pro acionista?

            Pq alguem compraria uma ação p/ a empresa pegar o $ e meter no CDI?

            Como vc explicaria isso pro acionista?

            CDI é risco “zero”, se o cara quisesse ganhar CDI não compraria ação p/ correr risco né?

            Se compraram terrenos é pq esperam bater o CDI (+ premio de risco) qdo os empreendimentos forem vendidos…

            Abs

            0
  • Carlos 20 de junho de 2011 at 14:18

    Senhores.
    Vejo que a discussão neste site segue um bom nível de seriedade, portanto, gostaria de contribuir, ainda que de forma incipiente. Tenho 46 anos e casa própria, mas tentei me mudar comprando algo mais próximo ao meu trabalho. Não consegui pelo aumento exponencial dos preços. Comprei uma boa motocicleta e dei como encerrada esta necessidade.
    Não acredito em índices oficiais ou privados por vários motivos dentre eles:

    1)Na década de setenta(época do milagre brasileiro) cantava-se o crescimento econômico com índices, mas na verdade a poupança era externa(o americano emitia moeda para financiar a máquina de guerra) e o Brasil recebia crédito farto e barato. Bastou o EUA aumentarem os juros para enxugar o excesso de moeda e mergulhamos na “década perdida”(anos 80) e a moratória “soberana”.

    2)Antes da primeira crise do governo FHC, duas importantes jornalistas da área econômica de uma “famosa” rede de TV, anunciaram juntas, no mais importante programa de jornalismo que a Bovespa rendia 10% ao mês e que era o melhor negócio do mundo. Isso foi em julho e a “massa manobrada”, mas com pequeno capital, comprava ações enquanto GEORGE SOROS (megainvestidor) vendia. Em agosto a Bovespa despencou e dois meses depois a Rússia suspendeu o pagamento de sua dívida externa. Foi a grande crise que FHC apanhou.

    Aqui as pessoas são inteligentes, portanto, não preciso ficar citando mais dados sobre manipulação. Basta consultar os livros de história. Não tenho como afirmar a manipulação do mercado imobiliário, mas esses livros um dia contarão. Curiosamente, apenas para ilustrar manipulação, enquanto procurava um imóvel passei por situações desagradáveis, como o corretor ligar no dia e hora que achava conveniente. Ora bolas, se o mercado está “bombando” mande-me um e-mail que eu “desesperadamente” entrarei na “fila”. Outro me ofereceu um “desconto” de 20mil mais um renault clio zero. Respondi educadamente: o que eu ia fazer com um carro que não me interessava? Enfiar no pescoço(vide pescoço em francês)? Aqui no RIO sempre houve violência e tráfico de drogas, mas dizer que UPP valorizou o imóvel tenha dó. As drogas continuam e ser vendidas, mas sem a ostentação de armas, e a favela (que a manipulação chama de bairro ou comunidade) continua vizinha. A rede de esgoto está saturada e a de transporte tornou-se caótica. Isto, por si só, desvaloriza qualquer bem imóvel, mas o que se vê é o contrário. Se não é manipulação de que se trata? O Delúbio Soares é “consultor” da incorporadora Brookfield (a mesma que o tal de Sam Zelt pulou fora). O que mais devo citar? Talvez o fato da história ser cíclica e que em breve os EUA subirão as taxa de captação do tesouro federal. Aí veremos quem manipulou o quê?

    0
    • Leandro. 21 de junho de 2011 at 18:58

      Muito bom o seu relato, principalmente considerando sua experiência.
      Parabéns por contribuir com o debate.
      Abraço.

      0
    • MrK 21 de junho de 2011 at 20:25

      Carlos, interessante ler isso e concordo com você

      Na verdade, tenho dúvidas se a manipulação atual do mercado imobiliário é orquestrada ou somente um efeito manada de pessoas espertas tentando ganhar, cada um, o seu lucro. Particularmente acho mais provável a 2a opção.

      São pessoas que acreditam que se tiverem um imóvel ficarão ricas, assim como você bem lembrou da mesma forma que quem botasse na bolsa há um tempo atrás também ficaria rico, é aquela histórica, acham que ganho passado se perpetua pro futuro.

      Um imovel nada mais é que um lugar para se morar, SEM MORADOR UM IMÓVEL NADA VALE, SÓ DA DESPESAS. O ponto é que os “espertinhos” (chegando atrasados pra festa) não se dão conta disso, acham que um imóvel é um ativo financeiro que valoriza por valorizar e ponto final, por causa de upp, copa, olimpiadas, geração Y, o raio que for, sempre vai ter gente querendo morar a qualquer preço.

      Aos sensatos, basta paciência.

      0
      • Glaucio 22 de junho de 2011 at 10:02

        MrK, acho que é um pouco manipulado também, pois a mídia ganha muito com esse mercado aquecido, principalmente jornais impressos, que passam por uma crise. É só ver a quantidade de anúncios de imóveis e dar uma olhada na tabela de preços de anúncios de um jornal.

        0
    • Andre 21 de junho de 2011 at 23:27

      Carlos,

      sobre o ponto 2)

      muitas pessoas acreditam q algo bem parecido aconteceu em 2008: o Investment Grade só foi dado ao BR p/ os tubas retirarem os ultimos tostoes da nossa classe média, recém iniciada na bolsa e deslumbrada c/ o q achavam q era uma “renda fixa de 40% a.a.”.

      Isso foi só 1 mes antes do mergulho de 60% do Ibovespa…

      Abs

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  • MrK 20 de junho de 2011 at 15:37

    Exemplo Fischeriano:

    Imaginem que eu pegue uma bola de volley na mão e com o braço esticado pra cima segure ela no alto.

    Imaginem agora o que ocorre se eu tiro minha mão, voces acham que a bola vai cair, ou vai ficar flutuano no ar sem suporte?

    Bola = preço dos imóveis
    Meu braço = Fatores que levaram ela a subir (compra especulativa e selic a 8,75%)

    Tem corretor que jura que a bola flutuará no ar, mesmo sem o suporte… hahaha

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  • Marcos 20 de junho de 2011 at 18:39

    Esse gringos são burro, sô. Que bolha??? kkkkk Compra lá que eu to líquido e de fora!

    ‘FT’ destaca aquecimento do mercado de luxo e risco de bolha no Brasil
    Em reportagem de capa, jornal britânico diz que a Ferretti, fabricante italiana de iates, está se voltando aos super-ricos brasileiros, já que as tradicionais vendas no Mediterrâneo despencam

    economia.estadao.com.br/noticias/economia+brasil,%E2%80%98ft-destaca-aquecimento-do-mercado-de-luxo-e-risco-de-bolha-no-brasil,not_72358,0.htm

    0
    • MrK 20 de junho de 2011 at 19:19

      um dos grandes responsáveis por isso é o câmbio

      O Dolar despenca e despencará ainda mais enquanto o FED continuar imprimindo dolares para cobrir o rombo do deficit americano, na Europa é a mesma coisa (imprimindo para salvar a Grécia), com essas duas moedas em situações terríveis o Real se beneficiou e os nossos ricos viraram super-ricos

      claro, existe também crescimento real de empresas, algumas nacionais viraram multi etc… são vários fatores

      não acho que exista BOLHA no mercado de super ricos não, abraços

      0
  • Ana 20 de junho de 2011 at 20:17

    Para o boom não virar bolha
    Publicada em 20/06/2011 às 17h20m
    MAURO SÉRGIO OLIVEIRA
    R1
    R2
    R3
    R4
    R5
    DÊ SEU VOTO
    R1R2R3R4R5MÉDIA: 0,0
    A ideia corrente é que financiar imóvel no Brasil tem risco baixo. A rápida retomada da construção civil nos últimos dois anos mostra grande solidez, reforçando a crença num mercado imobiliário à prova de inadimplência. Isso está longe de ser uma verdade absoluta. Os financiamentos de longo prazo com prestações indexadas pelo Índice Geral de Preços ao Mercado (IGPM) podem ser o gatilho de estouro da bolha, ao se tornarem impagáveis, caso a inflação se acelere. Os preços dos imóveis podem cair, aumentando o risco de descasamento entre o custo do financiamento e o valor de mercado do imóvel.

    O brasileiro tem como cultura não devolver o imóvel financiado, tradição gerada pela carência crônica de moradias, mas essa atitude pode mudar se o saldo devedor ficar muito maior que o valor de mercado dos imóveis. Isso não aconteceu ainda pela alta expressiva de preços dos últimos anos, provocada pela recuperação da economia e, no caso específico do Rio, também pela formidável agenda de eventos prevista. Mas já houve casos de empreendimentos com sérios problemas na relação preço/financiamento na Barra da Tijuca – como verificado na Vila do Pan.

    O risco de inadimplência em cadeia é baixo, porque os preços subiram recentemente e ainda temos demanda reprimida. Entretanto, uma crise no mercado de trabalho, num cenário de recessão, pode levar à necessidade de revenda em um mercado menos receptivo, gerando queda de preços e agravamento da inadimplência.

    O ambiente regulatório é outro fator que torna pouco provável a repetição da crise dos subprimes no Brasil. Nossa legislação é bem rígida, sendo muito mais difícil uma alavancagem como a ocorrida no mercado americano, onde os fundos foram financiados pelos bancos para comprar mais e mais subprimes. Aqui o Fundo não pode alavancar-se contraindo dívidas, e a maioria dos investidores trabalha com recursos próprios. A escassez de imóveis, por sua vez, ainda cria resistência a uma queda de preços, dando tempo para adaptação do mercado, em caso de instabilidade macroeconômica.

    Em contrapartida, o aumento nos prazos de financiamento com pequenas parcelas de pagamento durante a obra, com juros altos, conjugado com os preços elevados dos imóveis, pode nos levar a cenários de imóveis impagáveis, precipitando uma crise de inadimplência. Um imóvel de R$ 100 mil financiado em 15 anos a 1% ao mês vai custar R$ 216 mil; em 30 anos, R$ 370 mil, fora correção monetária.

    É comum ouvir que imóvel só tende a subir de preço. Isso foi verdade durante a inflação descontrolada e, por outras razões, na retomada do crescimento brasileiro em geral e do Rio em particular. Daqui por diante, a tendência é outra. A subida de preços e o crédito farto vão acelerar as construções e, consequentemente, a oferta de imóveis. É a lei do mercado: com o aumento da oferta, os preços terão que parar de crescer. Nessa hora, com os contratos regulados por índices de inflação ou taxas de juros em bases mais amplas, poderá haver um perigoso descasamento entre o valor real dos imóveis financiados e o saldo devedor, tornando até as retomadas insuficientes para cobrir os empréstimos. É aí que mora o perigo.

    É possível e necessário, contudo, avançar mais no controle de riscos, apesar de estarmos avançados no que diz respeito às leis e demais dispositivos reguladores. Os limites do crédito imobiliário poderiam ter um maior controle, a exemplo do que é feito no mercado de financiamento de automóveis e no crédito pessoal. Afinal o imóvel é, quase sempre, a maior dívida da família, e a expansão desordenada do crédito imobiliário foi o gerador da crise dos subprimes, em que os maiores prejudicados foram os compradores.

    MAURO SÉRGIO OLIVEIRA é economista.

    Links patrocinados

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    • Ana 20 de junho de 2011 at 20:18

      Trata-se de matéria do o Globo, seção opinião.

      0
      • MrK 20 de junho de 2011 at 21:42

        Ana, concordo com 80% do texto, tem passagens que minha opinião é levemente diferente

        Agora, NÃO SE PODE FALAR EM BOLHA IMOBILIÁRIA SEM FALAR EM ESPECULAÇÃO

        Esse texto cometeu a omissão imperdoável de citar somente quem compra pra moradia, quando uma parcela significativa dos imóveis sendo vendidos são puramente pra fins especulativos, já que o dono não quer morar nem alugar o mesmo.

        abs

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      • luiz 21 de junho de 2011 at 12:59

        Ana, excelente contribuição.

        É a opinião de uma parte do mercado que acredita que a bolha pode murchar primeiro por representar pouco na economia global, segundo pq ainda dá tempo de se tomar medidas enérgicas.

        Segundo esses, haveria um ajuste nos valores de uns 20%, talvez 40% nos próximos anos.

        0
    • Andre 20 de junho de 2011 at 23:16

      Se saiu no Globo, então ele não é tão manipulador assim né? Nem tudo é “comprado” pelas construtoras…

      Abs

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  • Anonymous 21 de junho de 2011 at 09:22

    Acabo de constatar que o website da Camargo Correa continua oferecendo as oportunidades IMPERDÍVEIS que foram oferecidas SOMENTE para o dia 18/Jun/2011. As ofertas continuam as MESMAS, claro todas elas IMPERDÍVEIS, mas a forma da webpage MUDOU.

    0
    • MrK 21 de junho de 2011 at 11:08

      vai se acostumando, pois o número de “ofertas imperdíveis” só tende a aumentar daqui pra frente

      aquela época em que os stands ficavam lotados, em que as faixas de 100% vendido pipocavam, já acabou, agora tirando casos pontuais (minha casa minha vida), os ventos já mudaram

      como falo sempre, é só aguardar esses aps comecarem a ser entregues…

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      • Anonymous 21 de junho de 2011 at 12:31

        Voce está sendo otimista quando escreve “aguardar esses aps comecarem a ser entregues”. Constatei pelo próprio website que existem lançamentos de 2007 que ainda não começaram a ser construídos. Como alguém pode falar em empreendimento sendo lançado desde 2007 em pleno 2011. Que conceito de lançamento é esse? Em resumo, do total de 12 lançamentos efetuados desde 2007, apenas 4 estão em construção. IMPERDÍVEL!!!

        0
        • luiz 21 de junho de 2011 at 12:56

          Eu atesto, estes da promoção são micos.
          Mas e aí, e quem já pagou entradas?
          como fica?

          0
      • Duda 21 de junho de 2011 at 15:54

        Isso mesmo, teremos ofertas imerdíveis, compre ap e leve mercedes “de graça”, ou compre hoje e ganhe uma viagem a “Bali sem custo”, isto começará a ser coisa comúm…

        0
  • Kleber 21 de junho de 2011 at 10:11

    6 sinais de que já pode haver uma bolha imobiliária no Brasil.

    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/6-sinais-de-que-pode-haver-uma-bolha-imobiliaria-no-brasil

    A matéria será dividida em 2 partes: Motivos para que os preços CAIAM e motivos para que os preços SUBAM, esta última será apresentada amanhã.

    0
    • Duda 22 de junho de 2011 at 15:18

      Segunda vez que a Exame trata do assunto “preço de imóveis”, incluíndo a palavra BOLHA em pouco mais de um mes… Os medios que querem manter o prestigio depois do estouro, começaram a comer pelas beiradas…

      0
  • Marcelo 21 de junho de 2011 at 10:38

    Vejam – 6 sinais de que já pode haver uma bolha imobiliária no Brasil

    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/6-sinais-de-que-pode-haver-uma-bolha-imobiliaria-no-brasil

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    • MrK 21 de junho de 2011 at 19:01

      decepcionou um pouco

      acho que não explorou tanto a questão do timming do crédito vs. timming construção e a questão da compra pra investimento além da capacidade de absorção futura, esses 2 são os fatores CHAVES que farão estourar a bolha, falar que tá alto demais é um argumento fraquissimo

      pelo menos, já tocam no assunto, alguns jornais fingem que isso não existem, oglobo hoje mesmo publicou mais um delirio, outra reportagem só entrevistando dono de construtora e corretores, estão super vendidos

      abraços

      0
      • luiz 22 de junho de 2011 at 16:29

        tbm achei.
        Os motivos pra continuar subindo achei eles mais bem elaborados do que os pra cair.
        de todo modo só por citar a questão na revista não deixa de ser notável.

        0
  • jsantos 21 de junho de 2011 at 14:22

    noticia no Jornal Hoje/clobo, faixas de anúnico venda de apto em BSB estão sendo destruidas, cortadas. Porque será…?

    0
    • me 21 de junho de 2011 at 19:38

      Não entendi…

      0
    • Glaucio 22 de junho de 2011 at 09:48

      Não sei se é o mesmo caso… Mas no meu edifício, havia 2 apartamentos à venda. Os apartamentos continuam à venda nos sites, mas as placas de “vende” foram retiradas. Acho que as imobiliárias estão tentando esconder o excesso de imóveis no mercado.
      Outra coisa: as imobiliárias brasileiras estão agora oferecendo imóveis em Miami. Veja um exemplo: www. formataimoveis. com

      0
      • Duda 23 de junho de 2011 at 08:43

        Querem fazer aparecer uma redução na oferta. Para que o povo saia correndo a comprar. Esquecem que a melhor ferramenta para vender, é baixar os preços… mas vai chegar, alias, já esta no ponto de começar.

        0
  • Gus 21 de junho de 2011 at 14:22

    China On The US Economy – Is China Dumping The US Dollar?

    This is a moot question and there is no firm answer to this at this point of time. China has gradually started reducing its exposure to the US dollar and it may just be paring its risk, given the uncertainty of the US economic conditions or it may be strategically embattled in dethroning the US dollar as the world reserve currency.

    China reduced its US Treasuries holdings substantially in June this year in the face of falling returns on the instruments. Further, China seems to be investing in government paper of Europe, Korea and Japan. As per a US government report, China reduced its holding of long term US Treasuries by $ 21.2 billion in June to $ 839.7 billion. China reportedly has purchased over $ 20 billion more of Japanese debt than it has sold. China has also reportedly doubled its debt exposure in Korea. China’s move to increase its exposure in Asia appears to be aimed towards creating a more diversified investment portfolio given the uncertainty in both the US and Euro zone economies.China’s move coincides with its other strategic move to remove the peg between the Yuan and the dollar in June this year.

    The Chinese currency has appreciated by 0.5% since then. At the same time, the Chinese central bank has allowed foreign central banks to increase their investments in the Chinese inter bond market. The three actions when read together, suggest that China is trying to offer its currency as an alternative to the US dollar as an investment option and a reserve currency.

    However, the Chinese move of selling US Treasuries may simply be its strategy to book profits due to an appreciation in the investments, with the US buying its own treasuries to keep interest rates low.With China holding the largest dollar reserves, any move by the nation to dilute its holdings could have an impact on the demand for the dollar and its exchange rate. This is a double edged sword for China as a loss in the dollar’s value also results in the loss in the dollar holdings for China. As China has massive reserves of dollars, it cannot afford to let the dollar fall drastically or else it will experience erosion in the value of its dollar holdings.While one can speculate on what China will do with its dollar holdings and how that can impact the long term value of the dollar, as of now, the dollar continues to be the dominant reserve currency as well the choice as the hedge currency. Any weakness in economic data is likely to make investors take cover in the safety of the US dollar and such a move will lead the dollar to appreciate. With the latest US housing data suggesting that the US economy is on a weak wicket, the US dollar immediately moved up and demonstrated its strength as the currency of choice in times of economic uncertainty. Existing home sales in the US fell 27.7% in July, suggesting the US economy was losing steam again. This led investors pulling out of risky securities including stock markets across the globe and running to the safe haven of the US dollar, which displayed the tendency to appreciate.Thus, in the immediate future the US dollar continues to be king, with its long term trend depending upon a variety of factors like the performance of the US economy and moves by nations like China in relation to their massive dollar holdings amongst other factors.

    0
  • MrK 21 de junho de 2011 at 19:28

    ALGUNS NÚMEROS DA GAFISA PRA VOCÊS:

    Lucro -27% contra 2010 e -67% contra ultimo trimestre

    Lucro por ação -79% contra 2010 e -90% contra ultimo trimestre

    Variação do caixa de –56% (Perderam 1.2bi em caixa!!! nesse ritmo podem atingir caixa negativo já no 2o semestre de 2011)

    E o índice divida/patrimônio cresceu pra espantosos 72% !! Em 2010 era de 34%

    AGORA RESPONDAM: ISSO PARECE UMA EMPRESA LÍDER DE UM MERCADO SAUDÁVEL? JÁ ADIANTO QUE CYRELA TÁ NO MESMO CAMINHO…

    0
    • MrK 21 de junho de 2011 at 19:34

      esqueci um dado importante do relatorio gafisa, número de unidades vendidas queda de 42% !!!! média Brasil

      0
    • Ramires 21 de junho de 2011 at 22:14

      Segura que o negócio tá caindo, não só a Gafisa mas também outras irão para o mesmo caminho. Já ganharam muuito dos coitados. heheeee…

      0
    • Duda 22 de junho de 2011 at 11:48

      Mrk, estou acompanhando diariamente estas empresas no bovespa. E resultado delas é assustador. Vão ser o primeiro elo a se romper neste mercado. Estão muito complicadas, nenhuma empresa pode suportar um castigo como esse, por grande que sejam. Abs

      0
      • MrK 22 de junho de 2011 at 13:18

        duda, em bom português : Vão passar a faca

        acho que o povo de campo se salva, pois precisam deles, mas o povo administrativo devia tá se preocupando…

        outra hipotese é ter fusão no mercado, 2 empresas virando 1

        fato é que vai ser difícil passarem por esse castigo, como voce mesmo disse, de forma tranquila

        0
  • Fernando 21 de junho de 2011 at 20:44

    ops, esqueci que o moderador viajou

    ht tp://w ww.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1139485&tit=Familias-de-Curitiba-sao-as-mais-endividadas-diz-estudo

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  • Noivo 21 de junho de 2011 at 21:50

    Pois é , acompanho o ótimo , blog já alguns meses todavia , quero me casar e nada do preço estabilizar todo vez que pergunto o preços de um imóvel o outro o preço sobe, que saco meus pais e avos compraram com tanta facilidade , cassete por que este sofrimento desta geração , que ainda acha que o pais está otimo

    0
  • Ramires 21 de junho de 2011 at 22:18

    Venda e aluguel de imóveis em SP têm queda em abril.
    Preços médios das habitações vendidas subiram 1,26% e dos aluguéis, 5,15%
    21 de junho de 2011 | 17h 09

    SÃO PAULO – A venda de imóveis usados na capital paulista em abril apresentou queda de 0,10% na comparação com março e a locação de casas e apartamentos residenciais recuou 1,98%, segundo pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) com 475 imobiliárias. No entanto, os preços médios dos imóveis vendidos subiram 1,26% e dos aluguéis, 5,15%.

    “A pressão sobre os preços dos usados e sobre o aluguel vai continuar, enquanto o déficit habitacional não for eliminado”, disse o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, conforme nota distribuída à imprensa. Para ele, vai demorar anos para que o País alcance o equilíbrio habitacional. Por isso, de acordo com a pesquisa, a tendência a curto e médio prazos é de subida dos preços dos imóveis usados e dos aluguéis.

    Tanto o preço de venda dos imóveis usados quanto dos aluguéis registraram alta acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos últimos 12 meses até abril: 11,13% e 8,12%, respectivamente. No mesmo período, o IPCA ficou em 6,51%. Os apartamentos lideraram as vendas (71,37%) e as casas corresponderam a 28,63%. Já em relação ao aluguel de imóveis em abril, 50,16% corresponderam apartamentos e 49,84%, a casas.

    Ainda segundo o estudo, 71,37% dos imóveis vendidos em São Paulo foram negociados com preço acima de R$ 200 mil, 52,03% envolveram financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) e 47,56% foram feitos à vista. A inadimplência nos aluguéis, conforme o Creci-SP, aumentou 20,36% em abril ante o mês anterior – a média de inquilinos em atraso passou de 3,34% para 4,02%. No entanto, o número de ações propostas nos fóruns da cidade caiu 3,03% em abril.

    Fonte: Estadão

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  • Anonymous 21 de junho de 2011 at 22:24

    Mansões e coberturas de luxo no Feirão da Casa Própria!!!

    São Paulo – Começa nesta sexta-feira o 7º Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal. Com a ajuda do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), EXAME.com levantou os imóveis mais caros à venda e, para a surpresa de muitos, mansões e coberturas de luxo em bairros nobres da cidade são maioria.

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    • Paulo 22 de junho de 2011 at 00:07

      Apertem os cintos, pois a bolha vai estourar.

      Meu maior medo é o que irá acontecer depois do estouro, todos os paises onde ocorreram bolhas imobiliarias estão com a economia muito ruim.

      Os EUA são a primeira economia do mundo e estão sofrendo a 3 anos devido ao estouro da bolha deles, imaginem o que pode ocorrer com o Brasil.

      0
      • MrK 22 de junho de 2011 at 10:43

        Paulo, uma boa noticia pro seu questionamento:

        O Problema que os EUA enfrentam hoje não é pela bolha imobiliaria, na verdade a bolha imobiliaria deles é uma das consequencias do real problema deles, assim como foi a bolha de NASDAQ.

        O Problema deles é que estão com deficit monstruoso no orçamento e as familias endividadas porque consomem mais do que produzem, a balanca deles está negativa e o governo endividado porque nao tem dinheiro pra se sustentar, pra resolver isso o FED está imprimindo dolares e vendendo divida pro mundo todo, é como uma pessoa que gasta mais do que ganha tentando enrolar o cartão de crédito indefinidamente… essa impressão de dolares solta com juros artificialmente baixos, fez a bolha deles inflar e faz hoje o dolar desabar frente as outras moedas

        nós não temos um cenário tão ruim

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        • Ramires 22 de junho de 2011 at 12:44

          E outra coisa, o problema que a Grécia está passando se não for resolvido vai refletir no mundo todo. Os EUA estão com o “Cy” na mão se o parlamento da Grécia não conter uns gastinhos. Aí, crise no mundo de novo. AFF!!!

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      • luiz 22 de junho de 2011 at 12:55

        não vai estourar tão cedo…

        quem leu as 11 da exame pode perceber que há ainda muitas cartas na manga, que vão sendo mostradas na medida do necessário, esse desgoverno jamais vai deixar-se cair no ridiculo de ter uma copa ou olimpiada fracassada.

        E isso tudo são motivos ruins, que vão inflando a irracionalidade.
        Questão de timing, quando os do norte se recuperarem o tombo aqui será parecido com o de lá.

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        • Carlos E. 22 de junho de 2011 at 13:11

          Não tem como o PT se esconder das resposabilidades!
          Existem sempre os seguidores, como o pessoal que aqui se apresentam!

          Sabemos a verdade e não tem como o partido esconder!
          Eles vão entrar para a história do pais! como governo irresponsavel, que permitiu esses absurdos !

          Ai talvez ganhem um filme, no estilo do inside jobs …

          Aliás para quem não assistiu, eu recomendo… é um documentario que fala sobre a bolha americana, chama-se : ” INSIDE JOBS “

          0
          • Marvin 5 de julho de 2011 at 08:32

            Infelizmente caro Carlos E., quando a vaca for pro brejo no Brasil (e não vai demorar muito, creio eu), possívelmente a culpa recairá sobre a oposição (talvez até sobre a “herança maldita do FHC”). O grande problema do Brasil, na minha opinião, é a deturpação dos valores… A maioria dos “intelectuais” são socialistas roxos; a minoria (não sei se passa de 5%) são escrachados pela maioria, logo, sempre o problema será do “capitalismo”, do “imperialismo”, do “neoliberalismo” (eles adoram estes termos com sufixo ismo que não querem dizer nada na prática). Basta ver o que o governo do PT fez com o Brasil até hoje, toda essa esculhambação, mas os “intelectuais” defendem os petistas com unhas e dentes (vide o exemplo de uma “filósofa de m…” da USP que jura que o mensalão nunca existiu, mas, mesmo que tenha existido, é plenamente justificado, pois foi executado com o fim de “ajudar o povo”… Querem ver a explicação para o que ocorre no Brasil??? basta ler “A Revolta de Atlas” de Ayn Rand….

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  • Anonymous 22 de junho de 2011 at 04:50

    Brasileiros invadem Miami em busca de imóveis com alta do real (Revista Exame 21/Jun/2011)

    “Comprei um para usar como casa de férias e os outros dois como investimentos”, disse Azevedo, de 39 anos, presidente da Construtora Altana Ltda, uma incorporadora imobiliária, em entrevista por telefone de seu escritório em São Paulo. “Miami é na verdade muito barato em comparação com os preços aqui.”

    Está ai a prova de que nem mesmo os donos de incorporadoras acreditam no próprio negócio no Brasil.

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  • Eumesmo 22 de junho de 2011 at 08:21

    Uma coisa que não entendo… como empresas como a Gafisa estão tendo tanto prejuizo sendo que o mercado está extremamente valorizado (os aptos e casas estão sendo vendidos MUITO acima do preço que valem?

    Acredito fortemente em uma bolha imobiliária (devido aos preços praticados, não devido à “saúde” das construtoras) mas não consigo entender isso…

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    • MrK 22 de junho de 2011 at 10:50

      Eumesmo, não é difícil entender:

      O preço dos imoveis subiram muito, mas a mão de obra e o custo dos terrenos também, outra coisa que subiu foi custo do crédito, como os preços já estão muito altos eles não estão conseguindo repassar isso ao consumidor!!! Essa dinamica prejudicou a gafisa de duas formas que se somam:

      1- Maiores custos, menores margens
      2- Menores vendas, menor receita
      3- Maior juros, mais cara a dívida deles (critico pra uma empresa com caixa baixo)

      A combinação de custo crescente com vendas decrescentes é mortal pra qualquer negócio, não tenha duvidas que em breve farão um lay-off (demissões na área administrativa) para dar uma “resposta” aos acionistas

      o problema maior é que essa situação não parece “temporária”, parece que veio pra ficar, as vendas não vão dobrar pra voltar ao que era, os custos não vão cair pela metade e os juros não tão cedo voltam aos 8%, por isso as ações deles viraram pó

      0
      • Carlos 22 de junho de 2011 at 11:26

        Aqui na minha cidade tem empreendimento sendo vendido por R$4,5 mil/m2 em avenida onde há terreno para venda a 0,75mil/m2. Considerando um índice de aproveitamento de 2,5 (por baixo) dá um custo de R$300/m2. Somando-se ao custo da construção divulgado pelo IBGE (que considera todo o aumento da mão-de-obra dos últimos anos) resulta em menos de R$1k/m2. Considerando ainda que as grandes construtoras têm acesso ao crédito do BNDES (juros de 6%aa que não aumentam há muito tempo). REALMENTE NÃO DÁ PARA ENTENDER (OU DÁ?).
        Obviamente há outros custos como administração, licenciamento, corretagem e propaganda, mas o custo maior é terreno e mão-de-abra.

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        • RSAR 22 de junho de 2011 at 12:04

          que cidade/bairro é esse q vc ser refere?
          obrigado.

          0
    • RSAR 22 de junho de 2011 at 12:02

      “empresas como a Gafisa estão tendo tanto prejuizo”

      a gafisa está tendo prejuizo? ou diminuição do lucro?

      http://gafisa.riweb.com.br/ShowResultado.aspx?IdResultado=lsmskPioLF4xUbNU+q+8jg==

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  • Piaui 22 de junho de 2011 at 08:38

    Queda nos preços, queda nas ações, promoções, excesso de oferta, notícias e mais notícias apontando para um cenário de bolha…mas não é bolha não! é a passagem do cometa HALLEY!

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  • Frank 22 de junho de 2011 at 15:03

    Matéria com os 6 indicadores de bolha no BR:

    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/6-sinais-de-que-pode-haver-uma-bolha-imobiliaria-no-brasil?p=1#link

    uma outra com os 11 argumentos q indicam q não há bolha:

    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/11-razoes-para-o-preco-dos-imoveis-seguir-em-alta

    como dá 11 X 6, a conclusão é: não há bolha 🙂

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  • roberto 22 de junho de 2011 at 16:09

    ATENÇÃO ATENÇÃO SENHORES PASSAGEIROS, APERTE OS CINTOS POIS A GAFISA ESTÁ ATERRISSANDO NO AEROPORTO IBOVESPA.

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    • MrK 22 de junho de 2011 at 16:36

      fiz um post os números da gafisa logo acima, voce viu?

      pelo visto vai ser “pouso de emergência” hahahaha

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      • roberto 22 de junho de 2011 at 16:53

        É isto ai MRK o problema é que está parecendo aquele filme aperte os cintos que o piloto sumiu. Esta bomba vai estourar na mão dos pequenos e médios investidores, aqueles que acreditam na mídia comprada e em panfleto de incorporadora para investimento na compra de um imóvel na planta.

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      • luiz 22 de junho de 2011 at 18:54

        entrei agora a noite no chat do bovespa e vi todo o historico. A gafisa subiu que nem foquete desde 2006 qdo lançaram açoes.

        estabiliza e 2010 começa a cair com a saída dos fundos estrangeiros

        2011 piora com a desova de citi, morgan, …

        E esse mês é o Pactual que tá desovando, detalhe, o Pactual é tbm dono da PDG e o presidente da PDG é ex do Pactual. A PDG é só a maior do Brasil.

        Vcs entenderam?
        A maior cosntrutora do Brasil está contaminada pela que mais cai, estão todos de braços dados, se vai 1, como é que não vão todos???

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    • luiz 22 de junho de 2011 at 18:25

      Prezado Roberto.

      De tempos em tempso tenho acompanhado o mercado
      Hoje visitei o Zap e me surpreendi com a enorme quantidade de imóveis disponíveis lá, tudo bem que parte disto é disseminação da internet.

      Mas o q me causou mais espanto foi o grande número de imóveis, diria seminovos, aqueles que já tem dono (exceto a construtora) mas que nunca foram ocupados, sendo vendido em concorrÊncia com as próprias construtoras, em valor menor.

      Creio eu que são os tais “investidores”, creio tbm que existe certa inelasticidade entre preço e demanda, primeiro tentam empurrar aumento nos aluguéis, e só depois vender tentando realizar o lucro prometido.

      Andando na rua pela mesma região da pesquisa na net, percebi dezenas de unidades em construção, lançamento, pré-lançamento.

      Olha, se as construtoras não precisarem fazer caixa e continuarem segurando os preços altos, haverá um momento em que suas vendas irãos e paralizar. Veja os números: queda de venda denovos: 47% / de usados: 15% (faltaria uma opçao seminovos como há no ramo de carros)

      Tudo oq vcs vem falando aqui no blog está se tornando realidade, aidna que lentamente.

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      • MrK 22 de junho de 2011 at 19:23

        bem observado amigo luiz,

        como o tema “bolha” ganhou notoriedade, uma primeira leva dos “investidores” que acharam que imóvel é igual ação de empresa comecaram a se coçar, é aquela historia , tentar vender no pico…

        sinceramente, isso só tende a se agravar, pois mais e mais imóveis serão despejados no mercado enquanto os juros estão em tendência de leve alta/estabilização (nada de queda pela frente), essa combinação de crédito caro, milhares de imóveis sem morador e empresas desesperadas por caixa (a gafisa pode ficar no negativo já esse semestre, sabia?) vai gerar uma pressão vendedora

        inicialmente não haverá desespero enquanto os “investidores” ainda tiverem pedindo o valor que pagaram + algum ágio, agora, no momento em que o ágio virar zero (e esse momento vai chegar), você vai ver o que a palavra panico vai dizer… e todo mundo vai culpar os jornais que incentivaram esse tipo de investimento…

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    • Duda 23 de junho de 2011 at 08:39

      Está aterrisando, mas sem trem de pouso…

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  • MrK 22 de junho de 2011 at 19:42

    VOTEM NA ENQUETE MRK:

    Qual desculpa esfarrapada pra explicar a alta dos preços é a sua preferida:

    A) São os eventos esportivos de 2014 e 2016
    B) É que os imóveis resolveram reajustar de uma só vez porque ficaram 10 anos em ajustar preços
    C) É o deficit habitacional
    D) É que os mineiros e paulistas estão comprando tudo no Rio
    E) É que essa geração está querendo sair de casa mais cedo

    eu já voto na B, acho essa hilariante!!!

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    • MrK 22 de junho de 2011 at 19:43

      os imoveis resolveram subir tudo junto, porque perceberam que ficarão pra trás durante 10 anos, é só um ajuste abrupto pra compensar hahaahahahah!!!!!!!!

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      • Eumesmo 22 de junho de 2011 at 20:04

        Eu voto na F:

        F) É porque nos últimos 10 anos o preço dos imóveis só se valorizaram um pouco acima da inflação e isso não gerou riqueza para seus donos….

        0
        • Cosmos 23 de junho de 2011 at 02:00

          Em Brasília já cheguei a ler que a COPA DAS CONFEDERAÇÕES será um evento que ajudará na valorização dos imóveis.

          Coisa de maluco, daqui a pouco até QUERMESSE DE PARÓQUIA, festa de AMIGO OCULTO e apresentação do DISNEY ON ICE vão ser eventos internacionais que levarão nossos imóveis a custarem R$ 10 milhões.

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    • trololó 22 de junho de 2011 at 20:41

      a melhor é o déficit habitacional. por causa de 6 supostos milhões de sem-teto é que se justifica aumentar o preço dos imóveis 200%

      a prova tá aí pra quem quiser ver!

      e é por causa do déficit automobilístico que os carros populares também aumentaram o preço em mais de 500% já que possuem mais de 100 millhoes de pessoas “sem-carro”

      é por causa do déficit papel-higiênico que os preços aumentaram em 400% no último ano, já que possuem mais de 10 milhões de necessitados “sem papel no banheiro”

      ah, e claro, a principal prova disso tudo é que o caviar aumentou o preço em 10000% porque no brasil existem 190 milhões de pessoas deficitárias sofrento por não comerem caviar. a próxima medida da dilma será criar o bolsa-caviar

      0
      • Duda 24 de junho de 2011 at 16:10

        heheheehehe otimo, visto desse modo, fica muito engraçado!!

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    • trololó 22 de junho de 2011 at 20:44

      a melhor é o déficit habitacional. por causa de 6 supostos milhões de sem-teto é que se justifica aumentar o preço dos imóveis 200%

      a prova tá aí pra quem quiser ver!

      e é por causa do déficit automobilístico que os carros populares também aumentaram o preço em mais de 500% já que possuem mais de 100 millhoes de pessoas “sem-carro”

      é por causa do déficit papel-higiênico que os preços aumentaram em 400% no último ano, já que possuem mais de 10 milhões de necessitados “sem papel no banheiro”

      ah, e claro, a principal prova disso tudo é que o caviar aumentou o preço em 10000% porque no brasil existem 190 milhões de pessoas deficitárias sofrento por não comerem caviar. a próxima medida da dilma será criar o bolsa-caviar

      0
    • Duda 23 de junho de 2011 at 08:34

      todas no mesmo nivel, mas gosto um pouco mais da A, hehehehehe

      0
  • Anonymous 22 de junho de 2011 at 20:30

    MrK,

    A BR Properties está precisando de 600 milhões de Reais. Me dá uma dica, compro ações deles ou invisto na TELESENA do Silvio Santos?

    BR Properties: Acreditamos que a combinação de indicadores econômicos positivos, somada à aparente fragmentação e o baixo índice de profissionalização do mercado brasileiro de imóveis comerciais, de acordo com nossas estimativas, cria um cenário propício para a aquisição de imóveis comerciais. Assim, acreditamos também que o setor de imóveis comerciais no Brasil apresenta grande potencial de crescimento e consolidação, com potencial valorização dos imóveis no médio prazo. Por essa razão, vislumbramos excelentes oportunidades de negócios em nossa área de atuação.

    0
    • MrK 22 de junho de 2011 at 20:52

      A telesena é mais segura, porque na telesena ao final de 1 ano voce pelo menos resgata metade do valor aplicado… já nesse fundo..

      Agora falando sério: Acho imovel comercial menos arriscado que residencial pra investir hoje, motivos:

      1- Empresas são menos idiotas com seu dinheiro que as pessoas em geral, elas normalmente tem gerentes financeiros que sabem alguma coisa.
      2- Empresas compram imoveis pra se estabelecer e não para “investir”, elas querem lucrar com seus produtos e não com valorização maluca que corretor promete

      Esses e outros motivos fazem o imovel comercial ser MENOS PIOR que o residencial, mas nem de longe eu botaria meu dinheiro nisso aí, se a economia desandar como um todo no estouro da bolha imobiliaria, as empresas sofrerão muito também, tenha em mente que investimento bom mesmo não precisa sair anunciando aos 4 ventos atrás de comprador…

      0
  • raflemos 23 de junho de 2011 at 10:39

    Até a globo e o presidente da Creci-SP agora estão reconhecendo a super valorização dos imóveis, vejam na matéria abaixo (que não tem nada que já não tenha sido dito aqui).

    http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2011/06/supervalorizacao-de-imoveis-deixa-aluguel-mais-atraente.html

    Por que será ?

    No final das contas a classe que está perdendo mais com essa estória toda de credito farto e governo pseudo-socialista (poucos pagam para sustentar o populismo do governo) (ser bonzinho com o dinheiro dos outros é mole) é a classe média, pois é ela que paga a conta com impostos e não tem nenhum tipo de subsídio para comprar imóvel, nem bolsa família, nem tem o salário reajustado acima da inflação como o mínimo, etc. A política deste governo é penalize quem trabalha ao máximo e distribua o dinheiro através do populismo barato.

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    • trololó 23 de junho de 2011 at 18:20

      o fato da globo noticiar tal coisa por si só é assustador, já que ela sempre espera muito as coisas tomarem proporções gigantescas para só então colocarem no noticiário.

      basicamente ela só decide noticiar o afundamento do titanic quanto o mesmo estiver com a popa do navio estiver a 70 graus e afundando rapidamente.

      como lembrança, tenho em mente ainda quando a globo fez uma matéria no Jornal Nacional sobre o Second Life, que no brasil tinha “chegado e rapidamente conquistado milhões de brasileiros”, quando nos eua, já estava em forte decadência.

      olho aberto galera! quando saiu na globo é porque a festa já está terminando.

      0
  • Anonymous 23 de junho de 2011 at 11:06

    MrK, depois da telesena acho que vou comprar um apartamento do Rei por 730 mil Reais – aquele de 54 m2. Como só tenho 365 mil Reais, voce topa entrar com a outra metade e fazemos uma espécie de time-sharing? Assim cada um de nós vai ter a oportunidade de encontrar o Rei no elevador.

    Cyrela – O filhinho do dono, um moleque de 27 anos, é o DIRETOR administrativo,
    financeiro e de recursos humanos. Só deve perder em em administração de empreendimentos imobiliários para o Rei Roberto Carlos.

    http://dl.dropbox.com/u/10286131/Leitura/N5.pdf

    Um dos compromissos assumidos foi o de dar forma e conteúdo explícito
    à cultura da incorporadora.“ Aperenização depende de que, no dia a
    dia,a Cyrela seja uma fábrica de líderes”, resumiu Rafael Horn naquele
    domingo. Segundo dos três filhos de Elie, Rafael é o que mais vem
    ganhando poder dentro da Cyrela. Hoje, aos 27 anos, já responde pelas
    diretorias administrativa, financeira e de recursos humanos.

    0
    • trololó 23 de junho de 2011 at 18:24

      hahahaha “fábrica de líderes” e “filho do dono ocupando 3 cargos” claramente foi uma sentença muito bem pensada para atrair milhares e milhares de investimentos!

      vou colocar toda minha grana nos empreendimentos da cyrella!

      0
  • Ana 23 de junho de 2011 at 12:10

    23/06/2011 07h29 – Atualizado em 23/06/2011 07h29

    Supervalorização de imóveis deixa aluguel mais atraente
    Em três anos, alta do preço de venda foi até três vezes a do aluguel.
    Especialistas dão dicas sobre o que é melhor: comprar ou alugar.
    Gabriela Gasparin
    Do G1, em São Paulo

    Alexandre Gijon optou por pagar aluguel, já que não
    teria uma boa entrada para um financiamento
    (Foto: Gabriela Gasparin/G1)Mesmo com fortes altas, os preços dos novos contratos de aluguel nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro têm subido a proporções menores do que a valorização dos imóveis nos últimos anos, apontam levantamentos do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), feitos a pedido do G1. Em alguns casos, a alta dos preços de venda foi quase três vezes a alta dos aluguéis.

    Na capital paulista, de acordo com o índice FipeZap, os preços pagos por novos inquilinos subiram 38% entre maio de 2008 e o mesmo mês deste ano, para um valor médio de R$ 32 o metro quadrado. Os preços de imóveis para venda, contudo, tiveram mais do que o dobro de alta no mesmo período, 85%, a um preço médio de R$ 5.313 por metro quadrado em maio de 2011.

    No Rio, segundo o FipeZap, o valor dos novos aluguéis subiu 73% no mesmo intervalo, a R$ 34 o metro quadrado em maio deste ano. O preço médio dos imóveis para a venda, contudo, subiu 114%, fazendo o preço médio do metro quadrado para venda chegar a R$ 6.380 na capital fluminense no mês passado.

    Para o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, a alta valorização para venda aponta para uma saturação de mercado, um sinal de que os imóveis estão sendo vendidos a um valor maior do que valem. “Os preços dos imóveis não refletem tanto a realidade, são muito influenciados pelo momento (…). O aluguel é mais consistente com o valor do mercado”, afirma.

    Para o diretor da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), Luiz Paulo Pompéia, os dados apontam que a curva de ascendência de preços de imóveis pode começar a estabilizar alguma coisa e poderá até cair. “Eu acredito que uma pequena parcela [dos imóveis a venda] extrapolou, passou os limites do razoável”, opina.

    saiba mais

    Conheça as regras da Lei do Inquilinato
    Está preparado para comprar sua casa própria? Faça o Quiz G1 Alta bem maior que a inflação
    Apesar da menor alta, contudo, os preços do aluguel tiveram alta bem superior à da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, que foi de cerca de 18%, ressalta o coordenador do índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn.

    O levantamento do Creci-SP mostra comportamento parecido nos bairros de São Paulo, comparando preços de janeiro de 2007 com os de janeiro deste ano. A entidade mede o preço por zonas, levando em conta bairros com maior ou menor valorização.

    A maior diferença entre a variação das duas modalidades foi registrada na Zona E, que inclui bairros de regiões periféricas, como Capão Redondo, Grajaú, Guaianases e São Mateus. Nessas áreas, o preço médio do aluguel subiu 69% no período, de R$ 390 para R$ 660. Para venda, a alta foi de 205%, de R$ 1.012,76 para R$ 3.085,11 o metro quadrado, na mesma comparação (veja as diferenças das outras regiões no quadro abaixo).

    Zona A Zona B Zona C Zona D Zona E
    ALUGUEL (preço médio integral)

    Janeiro de 2007 R$ 868,82 R$ 809,09 R$ 597,88 R$ 486,53 R$ 390,00
    Janeiro de 2011 R$ 1.826,50 R$ 1.572,22 R$ 1.188,46 R$ 1.040,63 R$ 660,00
    Variação (jan/11 sobre jan/07) 110,22% 94,31% 98,77% 113,88% 69,23%
    VENDA (preço médio do m2)

    Janeiro de 2007 R$ 1.963,81 R$ 1.886,45 R$ 1.691,02 R$ 1.275,33 R$ 1.012,76
    Janeiro de 2011 R$ 4.572,24 R$ 4.575,89 R$ 3.569,88 R$ 2.739,36 R$ 3.085,11
    Variação (jan/11 sobre jan/07) 132,82% 142,56% 111,10% 114,79% 204,62%
    Fonte: Creci-SP
    Zylberstajn, do FipeZap, explica que a relação entre oferta e demanda é o que faz os preços subirem e, dessa forma, o preço do aluguel mostra o quanto as pessoas de fato estão dispostas a pagar.

    Os preços dos imóveis não refletem tanto a realidade (…). O aluguel é mais consistente com o valor do mercado”Gustavo Cerbasi, consultor financeiroEle avalia, contudo, que os consumidores têm preferido comprar um imóvel a pagar aluguel. “O acesso ao financiamento foi muito facilitado nos últimos anos, um incentivo para as pessoas comprarem”, diz.

    Zylberstajn ressalta que outro índice que mostra o quão mais caro está o preço para a venda é a chamada taxa de aluguel (razão entre o preço do m2 de locação e de venda). Em São Paulo, por exemplo, ela estava em 0,77% em maio de 2008, caindo para 0,57% em maio deste ano, de acordo com o FipeZap. No Rio, ela passou de 0,54% para 0,43% no mesmo período (para o cálculo da taxa, a Fipe só considera regiões que têm um número mínimo de anúncios).

    “Em termos relativos, hoje é melhor morar de aluguel do que em maio de 2008. Mas em termos absolutos, o aluguel está mais caro. Mas comprar está bem mais caro do que pagar aluguel”, explica.

    Desanimado com rendimentos, Jorge Edison Buso
    pensa em desistir de investimentos com locação
    (Foto: Arquivo Pessoal)Comprar ou alugar?
    Por conta da forte valorização dos imóveis, o consultor Cerbasi avalia este não seja o melhor momento para comprar um imóvel.

    De acordo com ele, como as notícias de saturação do mercado são muito recentes, a sugestão é que o interessado espere até o segundo semestre deste ano para a compra, aproveitando o período para fazer uma poupança maior para a entrada. Caso prefira fazer a aquisição de imediato, a dica é fazer uma oferta com o preço um pouco abaixo do solicitado, levando em conta uma desvalorização.

    “Se a pessoa não encontrou o imóvel ideal, o aluguel é mais oportuno ”, diz, acrescentando que, depois da compra, geralmente ainda surgem outros investimentos, como reformas.

    De olho nos altos preços, o advogado Thiago Corrêa, de 28 anos, que se casou em abril deste ano, disse que fez a opção de morar de aluguel por um tempo até que o casal junte dinheiro suficiente para a compra de um imóvel sem precisar entrar em longos financiamentos.

    “Se eu comprasse um imóvel hoje não seria o adequado (…). Prefiro pagar aluguel e continuar guardando dinheiro do que pagar juros exorbitantes”, afirmou. Corrêa disse que até conseguiria comprar um imóvel, mas não nos padrões do apartamento que aluga. “Além do custo do imóvel, ainda tem as reformas, as taxas do financiamento, os impostos. Por conta disso, a gente pretende comprar, mas não muito em breve, dentro de uns dois, três anos”, revela.

    Na ponta do lápis
    O professor de economia do Programa de Educação Continuada da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Evaldo Alves, dá outras dicas para os indecisos sobre a compra ou o aluguel.

    De acordo com ele, o primeiro critério é que a pessoa não comprometa mais de 30% da renda mensal com habitação, seja com aluguel ou financiamento.

    Segundo Alves, para quem tem dinheiro para as duas opções, vale levar em conta que, no financiamento, é possível negociar uma variação fixa do valor mensal. Já no caso do aluguel, os contratos vencem e os valores acabam sendo reajustados. “A vantagem do financiamento, do ponto de vista de reembolso, é que vai ser algo constante, previsto no estabelecido no contrato”, diz.

    Eu não imaginava que [o preço de venda dos imóveis] ia valorizar tanto quanto valorizou”Eduardo Bontempo, administrador de empresasAntes de comprar, contudo, é importante avaliar o bairro, se é uma região que está valorizando ou se degradando. Na opinião do professor, contudo, não é possível pensar que os preços do imóveis irão cair muito. “As cidades não vão parar de crescer. A desvalorização somente vai ocorrer nas áreas que estão se degradando ou naquelas que estão mudando de habitacional para comercial”.

    O professor também dá a dica que a decisão pode variar muito de acordo com a idade da pessoa. Para ele, jovens solteiros talvez vejam mais vantagem no financiamento do que pais de família.

    Alternativas
    Solteiro e sem filhos, o desenhista têxtil Alexandre Gijon, de 28 anos, fez a opção de sair da casa da mãe e morar de aluguel há cerca de um ano. Para não pesar no orçamento, ele optou por dividir o imóvel com uma amiga. “Como eu não tenho uma boa entrada, optei pelo aluguel.”

    Já o administrador de empresas Eduardo Bontempo, de 27 anos, afirma que, mesmo tendo dinheiro para comprar um imóvel, sempre preferiu pagar o aluguel e deixar o dinheiro rendendo em aplicações financeiras.

    Ele e a mulher moraram de aluguel por cerca de 3 anos antes de se mudarem para os Estados Unidos para estudar. Bontempo revela que, quando voltar, em dois anos, irá avaliar o que será mais vantajoso.

    Por conta da alta valorização dos imóveis em São Paulo, o administrador afirma que até teria saído no lucro caso tivesse comprado o imóvel no passado, uma vez que seus rendimentos financeiros não acompanharam a valorização imobiliária na cidade. “Eu não imaginava que ia valorizar tanto quanto valorizou”.

    No meu ponto de vista, imóvel alugado está pior do que uma simples caderneta de poupança”Jorge Edison Buso, empresárioImóvel como investimento
    E é justamente por conta dessas incertezas do mercado imobiliário que o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, sugere cautela em comprar imóveis para revenda. De acordo com ele, por conta da alta valorização dos preços, o investimento pode até parecer vantajoso, mas a possibilidade de prejuízo é grande. “É preciso ter visão de mercado, saber o que comprar, mesmo porque as altas valorizações aconteceram no passado, foram negócios já realizados”, afirma.

    No caso da compra para locação, o consultor Cerbasi explica que pode ser uma boa opção para aposentados, no caso de imóveis comerciais ou pequenos imóveis residenciais. Isso porque, na opinião dele, apesar da baixa rentabilidade, o investimento é seguro.

    De acordo com o consultor, os preços dos alugueis variam de 0,5% a 1% do valor do imóvel. Nesse caso, contudo, o investidor terá de levar em conta possíveis desvalorizações do imóvel, mais os custos com impostos e reformas. Também é possível que o ponto fique vazio e gastos com condomínio recaiam sobre o proprietário, alerta o professor do laboratório de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), Keyler Carvalho Rocha.

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    Guia dá dicas para financiar imóvel, carro, compras, estudos e viagens Alta de aluguel de imóveis novos em SP em 12 meses é recorde, diz Secovi Baixo rendimento
    Desanimado com os baixos rendimentos com a locação, o empresário Jorge Edison Buso pretende vender os imóveis que tem em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, para aplicar o dinheiro em outros investimentos.

    Ao todos são nove imóveis, entre residenciais e comerciais, mas dois deles estão vazios.

    Ele disse, ainda, que tem dois imóveis residenciais em fase de acabamento que iriam ser destinados a locação. “Devido ao baixo retorno, estou desanimado com a ideia”, afirma. De acordo com Buso, os aluguéis têm lhe garantido menos de 0,5% do valor do imóvel ao mês.

    Como tem uma empresa de assistência técnica na área de refrigeração de industrial, o empresário afirma que, com a venda dos imóveis alugados, que valem cerca de R$ 650 mil, ele poderia investir parte na empresa e parte no mercado financeiro.

    “O investimento está praticamente pior do que se aplicado em a poupança (…), um dos investimentos que dão o menor retorno. Então, no meu ponto de vista, imóvel alugado está pior do que uma simples caderneta de poupança”, afirma.

    0
    • Ana 23 de junho de 2011 at 12:13

      Acho que a ficha está caindo para a “Manada” que comprou imóveis para revender e alugar. Estão vendo que comprou caro para alugar barato. Para tirarem o prejuízo vão ter que vender, pois aluguel barato e despesas ninguém merece. Que investimento maravilhoso é esse que rende menos que a poupança? Rentabilidade do mercado imobiliário se mede pelo Aluguel e não pelo valor virtual do preço de revenda. O erro desta “Manada” foi levar em conta a conversa dos corretores e construtoras e considerar o valor virtual de revenda e agora quero ver vender ao preço que se esperava.

      0
      • Mrk 23 de junho de 2011 at 14:04

        Ana, eh pior que isso, pois quem comprou pra investir se nao conseguir vender e por pra alugar vai ter 30 anos de prejuizo!! Isso porque o aluguel eh um terco da parcela de financiamento!! Imgina voce alugar por 2mil e pagar 6mil de financiamento?? Perder 4mil todo mes!! Por isso vao vender tudo as pressas, no desespero!! A hora chegara

        0
      • Duda 23 de junho de 2011 at 17:30

        A realidade vai ser cruel com essa manada.

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  • Anonymous 23 de junho de 2011 at 14:57

    MrK,

    Na enquete faltou uma opção que tenho ouvido bastante: Não existem mais terrenos para a construção, o que explicaria os altos preços dos terrenos. Se isso fosse verdade, A Banânia teria que estabelecer um controle populacional ao estilo Chines – 1 filho por casal – pois a primeira providência, já que não existe mais espaço, é limitar a população para o problema não se agravar.

    0
    • MrK 23 de junho de 2011 at 15:34

      Anonymous, essa é uma muito boa também

      Onde moro (zona sul do Rio), corretores juram que não tem mais terreno pra nada, mas só na minha rua tem 3 prédios subindo e uma casa foi recém derrubada! No leblon tem um terreno enorme esquina com a praia pra subir prédio e tem outros subindo: Perto do antigo barril8000 e outros na praça perto da Cobal, em frente ao shopping leblon vai subir um e outro na dias ferreira

      parou por aí? Não! Botafogo é um canteiro de obras, tem predio subindo em quase todas as ruas, laranjeiras também tem os seus, jardim botanico idem, na orla da lagoa vários prédios tem menos de 3 anos, até na orla de ipanema tem um subindo perto do jardim de alah, são conrado recém inaugurou vários prédios e no flamengo a construção também segue firme e humaitá sempre tem lançamentos…

      ISSO PORQUE EU NÃO TRABALHO NO RAMO, eu sou apenas um morador que observa as coisas, se eu trabalhasse poderia provar a quantidade absurda de prédios subindo, terrenos em aberto e oportunidades de futuros terrenos (casas / posto de gasolina / pequeno comércio)

      Esse papo de que não tem onde crescer mais, como demostrei aqui, é a maior BALELA

      0
      • Anonymous 23 de junho de 2011 at 16:39

        vc poderia confirmar c/ numeros essa sua impressao?
        qtos predios e qtas unidades sao esses lançamentos?
        qual eh o total de imoveis nesses bairros?
        qtas pessoas querem (e podem) comprar (demanda)?
        grato pela atenção

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        • MrK 23 de junho de 2011 at 16:52

          Seguem respostas:

          vc poderia confirmar c/ numeros essa sua impressao?
          – Infelizmente não, mas posso te dizer isso: Moro no Rio há 30 anos e nunca vi tanto prédio subindo quanto hoje em dia e nem prédios com tantos apartamentos com os atuais, posso dizer sem medo de errar que teremos uma oferta como nunca vimos em 30 anos.

          qtos predios e qtas unidades sao esses lançamentos?
          – Não tenho esse dado, mas como falei, os prédios hoje tem muitas unidades.

          qual eh o total de imoveis nesses bairros?
          – Isso varia, em Bairros como Ipanema e Lagoa, dá pra dizer que o % de imóveis novos é baixo frente os antigos, mas em botafogo por exemplo o que tem de unidades subindo é muito, muito relevante, na região das concessionárias e perto do samaritano são vários.

          qtas pessoas querem (e podem) comprar (demanda)?
          – Querer não é poder! Querer todo mundo quer, eu queria ter um iate, então não se prenda por aí, o que interessa são quantas pessoas podem comprar PRA MORAR, pois mesmo que a pessoa possa comprar 3 imóveis, ela só vai morar em um, os outros 2 ela terá que vender ou alugar (o que como já demonstramos aqui faz perder dinheiro), a pergunta correta então seria: Quantas pessoas podem comprar e pra residir? Creio eu um número menor do que a quantidade de prédios subindo

          PS: Nem falei de Barra / Recreio / Taquara… ali sobe prédio em todo buraco, fora a vila olimpica que virá, peninsula, empreendimentos da av. das americas….

          0
          • Anonymous 23 de junho de 2011 at 17:02

            MrK,

            Não fui eu quem pediu confirmação, foi algum usurpador de identidade.

            0
          • Anonymous 23 de junho de 2011 at 17:16

            pois eh, nunca houve tanto predio subindo, mas tb nunca houve tanta gente comprando (credito).

            oferta e demanda sao as entradas, preco eh a saida. sem conhecer as duas entradas nao dah pra estimar qual serah a saida, nem mesmo no chute…

            obs.: estou falando soh em compra pra moradia (q eh a funcao basica do imovel, demanda real).

            realmente o q interessa eh qtas PODEM comprar, e nao qtas querem, pois todo mundo quer zona sul.
            quantas podem? foi isso q eu perguntei.

            obs1.: realmente na barra/recreio/jpa a oferta de novos eh muito grande, e o interesse das pessoas em morar eh bem menor (transito), talvez por isso o preco tenha subido bem menos por lah.

            “Isso varia, em Bairros como Ipanema e Lagoa, dá pra dizer que o % de imóveis novos é baixo frente os antigos, mas em botafogo por exemplo o que tem de unidades subindo é muito, muito relevante, na região das concessionárias e perto do samaritano são vários.”

            entao dah pra dizer q o preco tende a cair mais em bota do que em ipanema ou lagoa?

            0
          • MrK 23 de junho de 2011 at 18:00

            Anonymous, vamos seguir nesse debate que tá interessante!

            1- Concordo com sua conclusão de que quando os preços cairem, botafogo por exemplo sofrerá mais que ipanema, isso em função dele ter mais oferta de prédios novos, mas de uma forma geral acho que TODOS sofrerão, em doses diferentes.

            2- Concordo também quando você diz que barra é outro mundo, por isso nem trouxe pra discussão, o quanto os preços na zona oeste cairão mais ou menos em relação a zona sul será uma combinação do sucesso (ou não) do futuro metrô com os empreendimentos comerciais que querem levar pra lá. De uma forma geral é um bairro sobreofertado também e cairá de preço.

            3- Quanto a questão mais importante “quantos PODEM comprar pra MORAR”, eu realmente não posso estimar e não vou inventar dados, mas por percepção, por conhecer o Rio há 30 anos e por trabalhar com finanças/economia há 10 anos, eu te diria que aos preços atuais o número de unidades é muito maior do que o número de moradores que podem pagar pra morar, sabe como detectar isso? Simples, veja os anúncios de imóveis:

            Os anúncios de imoveis hoje não são mais familias felizes rindo com crianças bonitas, são todos “invista aqui, rentabilidade, melhor empreendimento pra investir”, são todos voltados pra quem NÃO irá morar e sim pra quem quer “flipar” um imóvel. Isso demonstra claramente quem é o publico pra o qual as construtoras estão vendendo!

            Outra coisa: CRÉDITO não é eterno!!! Todo crédito quem alguém toma é porque outra pessoa poupou, o limite do crédito é o limite do poupador, como temos visto nossa poupança está indo ladeira abaixo e as familias endividadas não poupam mais, por isso os níveis de crédito surtados de hoje em dia irão cair.

            0
          • Anonymous 23 de junho de 2011 at 18:08

            MrK,

            Desconfio que é o André do housing que está usurpando a minha identidade. As evidências são as seguintes:

            1 – Voce deu um esculacho nele numa discussão anterior.

            2 – Observe que eu não uso abreviações quando escrevo e ele uso. Coisa do tipo

            a palavra “que” substituído pela letra “q”

            a palavra “com” substituído por “c/”

            3 – O usurpador de identidade é do Rio de Janeiro pois cita bairros da cidade, eu sou de SP e a última vez que fui ao Rio ainda não havia bala perdida/

            0
          • Anonymous 23 de junho de 2011 at 19:11

            se o lugar q subiu mais (zona sul) é tb o melhor para morar (transito/qualidade de vida), entao isso quer dizer que parte da demanda desses ultimos anos foi demanda real (moradia)?

            3) mas esses anuncios de imoveis que vc se refere sao soh de imoveis novos, nao? mesmo q todos os novos sejam p/ investidores, que impacto isso pode ter no mercado como um todo (novos e usados)?

            qual eh a proporcao novos x usados?

            quanto ao credito, realmente eh sabido que vai secar em breve. mas isso soh quer dizer que novas pessoas nao conseguirao comprar, os que jah compraram nao tem nada a ver com isso. ou nao?

            pro preco cair teria que essas pessoas vendessem desesperadamente, ou nao?

            qual a conclusao correta para o fim do credito, preco pára de subir ou cai?

            grato pelas respostas (usar esse nome permite q os comentarios vao para a tela imediatamente)

            0
          • MrK 23 de junho de 2011 at 19:57

            Antes de responder:

            Amigo anonymous de são paulo: Crie um nome qualquer para evitar ser confundido, acho que seria mais interessante!

            Minha opinião sobre os pontos:

            “se o lugar q subiu mais (zona sul) é tb o melhor para morar (transito/qualidade de vida), entao isso quer dizer que parte da demanda desses ultimos anos foi demanda real (moradia)?”

            Creio que exista demanda para tudo, para fiat uno e para BMW, então não acho correto dizer que só porque uma parte da cidade é mais desejada ela é mais imune a bolha ou a demanda é mais realista, acho que a zona sul sofrerá menos não por ser mais desejada como sempre foi, mas por alguns bairros terem menos terrenos/imoveis novos e portanto ficarão menos sobreofertados (ipanema principalmente).

            “mas esses anuncios de imoveis que vc se refere sao soh de imoveis novos, nao? mesmo q todos os novos sejam p/ investidores, que impacto isso pode ter no mercado como um todo (novos e usados)?”

            MUITO IMPACTO, veja bem, os precos de imoveis novos e usados se comunicam perfeitamente, pois um produto é substituto perfeito do outro, ambos tem a mesma finalidade e atendem a mesma demanda! os imoveis usados subiram muito na cola dos novos, portanto descerão juntos também.

            “quanto ao credito, realmente eh sabido que vai secar em breve. mas isso soh quer dizer que novas pessoas nao conseguirao comprar, os que jah compraram nao tem nada a ver com isso. ou nao? qual a conclusao correta para o fim do credito, preco pára de subir ou cai?”

            Na minha opinião tem a ver sim, quando voce infla o mercado de dinheiro (crédito), voce inflaciona o mesmo, voce traz um monte de gente que não poderia comprar pra esse mercado, na hora que o inverso acontece e voce tira ou encarece o crédito, voce deflaciona o mercado, o mercado fica com muito menos compradores e a MESMA lei da oferta e procura que fez os imoveis subirem com aqueles novos compradores, faz eles descerem quando os compradores saem. Preço é uma função da oferta e demanda, é impossível voce remover a demanda e achar que ele ficará onde está.

            grato pelas respostas (usar esse nome permite q os comentarios vao para a tela imediatamente)

            de nada, se voce nao concordar fique livre pra questionar

            0
          • Anonymous 23 de junho de 2011 at 20:46

            eu nao disse que a zona sul eh imune a bolha, eu disse que:

            se o lugar que mais subiu eh tb o melhor pra morar, entao tem logica dizer que parte da demanda foi de moradia.

            “MUITO IMPACTO, veja bem, os precos de imoveis novos e usados se comunicam perfeitamente, pois um produto é substituto perfeito do outro, ambos tem a mesma finalidade e atendem a mesma demanda! os imoveis usados subiram muito na cola dos novos, portanto descerão juntos também.”

            nesse caso, repito minha duvida: qual a proporcao novos x usados?

            concordo que sao substitutos, mas provavelmente os usados sao muito mais, ou nao?
            afinal imoveis sao feitos ha decadas e duram muito (praticamente pra sempre), tem logica dizer que os usados sao muito mais numerosos, ou nao?
            onde achar esses dados?

            quanto ao credito, continuo na duvida, acho q se vc retirar os compradores (menos credito), e tb diminuir a oferta (menos lancamentos) o preco pode se manter, ou nao?

            as construtoras (nova oferta) podem ate ir pro chao, mas o preco dos imoveis (novos + usados) pode se manter (ou cair pouco), certo?

            afinal a diminuicao de credito nao força as pessoas que compraram a vender, apenas impede que novos compradores entrem, eu acho.

            desde já, agradeço a atenção

            0
          • MrK 23 de junho de 2011 at 21:04

            vou explorar os pontos levantados

            “se o lugar que mais subiu eh tb o melhor pra morar, entao tem logica dizer que parte da demanda foi de moradia”

            Não compartilho dessa lógica, não acho que por ser melhor a demanda é mais realista (mais pra moradia) que a parte pior da cidade, veja casos de bolhas imobiliarias em outros países e verá que as zonas ricas e pobres sofrem por igual no crash, pra mim a zona sul sofrerá menos por ter um índice de desocupação menor e de imoveis novos menor, só por isso.

            “nesse caso, repito minha duvida: qual a proporcao novos x usados?”

            Amigo, o problema não é a proporcao novos x usados, o problema maior é a proporção demanda e oferta, independentemente se a oferta for composta por imoveis novos ou usados, esquece isso que não leva a lugar nenhum, são tudo imóveis. Isso responde também seu questionamento de que usados duram muito, são mais numerosos etc… imóvel é imóvel. Pra facilitar: Se o preço dos carros novos caem, voce nao acha que o de carros usados vai cair também??? Claro que vai, é assim que funciona o mercado.

            “quanto ao credito, continuo na duvida, acho q se vc retirar os compradores (menos credito), e tb diminuir a oferta (menos lancamentos) o preco pode se manter, ou nao?”

            Sua logica aqui faz todo sentido, mas sabe qual o problema? Voce nao consegue mais tirar a sobreoferta dos próximos 2 / 3 anos!!! Voce pode comecar a freiar agora mas só vai impactar os lancamentos de daqui ha 4 anos ou mais, pois as unidades vendidas na planta de 2009 até hoje ainda estão em construção e serão entregues ao longo de 2011..2012..2013, é impossível voce freiar agora, é como manobrar o titanic, tinha que ter feito isso anos atrás… entende? now it´s too late!

            Outra coisa é que tirando o crédito do mercado, voce tira o poder de compra, quem precisar vender imovel por qualquer motivo (pense numa pessoa que vai se mudar de cidade, nem é um especulador nem nada) não vai achar comprador, pois os compradores simplesmente não podem pagar a vista, logo os vendedores terão que baixar o preço.

            “as construtoras (nova oferta) podem ate ir pro chao, mas o preco dos imoveis (novos + usados) pode se manter (ou cair pouco), certo?”

            De novo, discordo, é igual a comparação dos carros que fiz acima.

            abraços!

            0
          • Anonymous 23 de junho de 2011 at 21:33

            amigo mrk

            “veja casos de bolhas imobiliarias em outros países e verá que as zonas ricas e pobres sofrem por igual no crash”

            vc teria dados sobre isso? sobre bairros eu nao tenho, mas sei que nos eua, por ex. NY sofreu bem menos q outras cidades. quanto mais nobre menos sofre, acho.

            “Amigo, o problema não é a proporcao novos x usados, o problema maior é a proporção demanda e oferta, independentemente se a oferta for composta por imoveis novos ou usados, esquece isso que não leva a lugar nenhum, são tudo imóveis.”

            nao dá pra comparar carros com imoveis, pois carros usados nao sao concorrentes diretos dos novos, ao contrario dos imoveis.

            estou dizendo exatamente isso, novos = usados (no caso de imoveis)

            mas a nova oferta é só os novos, os usados é constante.

            segundo já disseram aqui, usados sao 95% do mercado, entao os novos sao pouco, a sobre oferta de novos faria pouco impacto no mercado.

            “Sua logica aqui faz todo sentido, mas sabe qual o problema? Voce nao consegue mais tirar a sobreoferta dos próximos 2 / 3 anos!!!”

            mas sem saber a real proporcao novos x usados nao tem como saber isso, se os novos forem mesmo soh 5% do mercado nao deve fazer muito impacto.

            a questao toda, ao que parece, eh saber a proporcao novos x usados.

            “pois os compradores simplesmente não podem pagar a vista, logo os vendedores terão que baixar o preço.”

            durante decadas houve pouco credito, as pessoas nao pagavam à vista, e sim davam uma entrada grande e financiavam o resto, igual hoje.

            a diferenca eh que hoje, tem mais pessoas fazendo isso, ao que parece.

            abs

            0
          • MrK 24 de junho de 2011 at 00:40

            anonymous do rio,

            discordo da sua forma de analisar, mas já explorei bastante o que penso aqui e deixo seus pensamentos a vontade pra caso mais alguém queria contestar ou adicionar algo

            eu realmente não compartilho da sua crenca de que pelo fato de digamos 5% dos imoveis serem novos então o mercado não ficará sobreofertado ou nem por isso os usados sofrerão menos, a chave está tanto nessa sobreoferta quanto na demanda que irá minguar pelo crédito mais caro, mesmo que os imoveis novos fossem 2% do mercado, se não houver comprador, como ficam os preços? Os compradores todos que entraram nesse mercado irão desaparecer tão rápido quanto surgiram, pois dependem do crédito barato, não podem comprar sem ele

            mas não estou aqui para convence-lo, estou apenas pra expor idéias, o tempo dirá quem está mais próximo da realidade.

            desejo sucesso, boa sorte!

            0
          • Anonymous 24 de junho de 2011 at 14:47

            resumindo:

            – se os novos sao um % peq do mercado, entao a sobre oferta futura serah pouca. nao temos esses dados (acho que o andre do housing conseguiu algo nesse sentido)

            – “se não houver comprador, como ficam os preços?” isso jah falaram bastante por aqui, as vendas caem, mas o preco estabiliza, cai muito ou cai pouco? ao que parece ninguem conseguiu chegar a uma conclusao sobre isso.

            – a diminuicao futura do credito significa a não-entrada de novos compradores, e não a saida de quem jah comprou (pressao vendedora), certo?

            – se os usados sao a maioria do mercado, entao sao os novos que subiram na cola dos usados. como jah disseram por aqui, o mercado que tem mais liquidez dita o rumo do que tem menos liquidez, caso os preços sejam intercomunicaveis (como sao).

            – preco subiu nao por um excesso de credito, pois como jah mostraram aqui, o credito ainda eh pouco (ou no maximo normal). o que fez os precos explodir foi a velocidade com que o credito cresceu. o que eu queria saber eh se isso (o preco) eh sustentavel ou nao. este tambem eh um ponto em que ninguem conseguiu chegar a uma conclusao.

            – a principio, como jah disseram tb, o unico trigger seria um aumento da inadimplecia (CEF), soh que antes disso acontecer teria que acontecer varias outras coisas (queda nas vendas de carros, eletrodomesticos, etc), como jah foi dito pelo jose

            0
          • Anonymous 24 de junho de 2011 at 15:21

            Aqui é o Marlon.

            MRK,
            não acho que você deveria se dar ao trabalho de responder ao André (disfarçado nesse Anônimo).
            Como disse o “Anônimo Original”, as evidências do texto denunciam o André. Inclusive tocou no nome do José (que anda sumido daqui). Agora, é bastante curioso ele se esconder atrás de um anônimo pra vir aqui debater, já que ele argumentara que nada aqui no site presta.
            A vida realmente é engraçada

            0
          • MrK 24 de junho de 2011 at 15:26

            Pessoal, apenas pra esclarecer:

            NÃO CONCORDO com as conclusões do anonymous do Rio

            ele tem o direito de concluir da forma como ele quiser, mas isso não é um ponto pacífico ou fim do debate, não houve concenso, só que não irei estender o debate pois está infrutífero, igual foi com o André.

            Considero absurdamente errado achar que se o % de imoveis novos são poucos o mercado não ficará sobreofertado ou que como quem já comprou comprou, não haverá pressão vendedora ou os pressões de manterão, acho a análise e-qui-vo-ca-da

            abraços a todos

            0
          • Anonymous 24 de junho de 2011 at 22:14

            Marlon.
            a vida realmente eh engracada, pois num debate pouco deveria importar se eh anonimo, andre, jose, ou o papa falando e sim o que eh falado.
            o argumento eh que deveria importar. mas… deixa pra lah.

            0
        • Anonymous 23 de junho de 2011 at 17:15

          Eu posso confirmar com os seguintes números da Camargo Correa, exposto no website que chamaram de “oportunidades”. Fizeram uma liquidação de imóves com oportunidades imperdíveis somente no dia 18/Jun/2011. Aparentemente, venderam absolutamente NADA pois o website continua no ar com mudança de formato da webpage, mas conteúdo (as tais ofertas imperdíveis) absolutamente igual ao da liquidação. Removeram algumas partes que depunham contra a empresa, como o fato de alegarem ter um banco de terrenos com POTENCIAL para lançar 9 Bilhões de Reais. Estimo que esse banco de terrenos esteja custando 10 milhões Reais/mes para a empresa. Um detalhe importante é que de 12 empreendimentos que vem sendo lançados desde 2007 na cidade de São Paulo, somente 4 estão em construção. O provável é que não existiu trouxa suficiente para viabilizar o início da construção dos outros 8. Portanto, os terrenos estão todos aí nas mãos dos “espertos” que acharam que bastava ter terreno que seriam o Rei da Cocada Preta (antiga expressão popular aqui no estado de São Paulo, significando ter um produto que todo mundo quer comprar).

          0
          • valdecir 23 de junho de 2011 at 22:18

            so quero saber que dia a bolha vai estoura????

            0
        • Marlon 24 de junho de 2011 at 15:20

          MRK,
          não acho que você deveria se dar ao trabalho de responder ao André (disfarçado nesse Anônimo).
          Como disse o “Anônimo Original”, as evidências do texto denunciam o André. Inclusive tocou no nome do José (que anda sumido daqui). Agora, é bastante curioso ele se esconder atrás de um anônimo pra vir aqui debater, já que ele argumentara que nada aqui no site presta.
          A vida realmente é engraçada.

          0
        • MrK 24 de junho de 2011 at 15:27

          Pessoal, apenas pra esclarecer:

          NÃO CONCORDO com as conclusões do anonymous do Rio

          ele tem o direito de concluir da forma como ele quiser, mas isso não é um ponto pacífico ou fim do debate, não houve concenso, só que não irei estender o debate pois está infrutífero, igual foi com o André.

          Considero absurdamente errado achar que se o % de imoveis novos são poucos o mercado não ficará sobreofertado ou que como quem já comprou comprou, não haverá pressão vendedora ou os preços se manterão, acho a análise e-qui-vo-ca-da

          abraços a todos

          0
          • olp 24 de junho de 2011 at 15:51

            Prezado Mrk,

            gostaria de ver seus contrapontos ao que foi colocado, afinal o objetivo aqui, acho que é o de fomentar o debate…

            ou o “debate” só é frutífero quando é feito com pessoas com o mesmo ponto de vista?

            Obrigado.

            0
  • Bruno 23 de junho de 2011 at 15:20
    • Duda 23 de junho de 2011 at 18:29

      E verdade, falar de Supervalorização logo no começo, já é meio caminho andado. A imprensa já esta comendo pelas beiradas, não pode ficar de fora de um assunto como esse, eles sabem disso.

      0
  • Bruno 23 de junho de 2011 at 15:21
  • Marcos 23 de junho de 2011 at 16:25

    Vejam como o resultado do PIB dos países que sediaram Olimpíadas:

    http://www.mudancasabruptas.com.br/Olimpiada.html

    Bom para empresários, péssimo para o país.

    0
    • MrK 23 de junho de 2011 at 18:07

      Marcos, ainda nem vi o seu link (verei), mas essa questão é mole de responder:

      INVESTIMENTO BOM É EM INFRAESTRUTURA… é em transportes, portos, escolas, é o investimento que remove burocracia, são estradas melhores, ferrovias…ETC…

      INVESTIMENTO EM ELEFANTE BRANCO SÓ DESTROI RIQUEZA E DEIXA UMA CONTA TERRÍVEL A SER PAGA

      A questão é: Quantos % dos investimentos que faremos está em cada uma das categorias? Até agora de infraestrutura eu posso citar o metrô da barra e os aeroportos, já no ramo elefante branco posso citar estádios bilionários, campos que nunca serão usados (baseball por ex.), museus que ficarão largados a la cidade da musica, hoteis demais que ficarão vazios depois…a lista é vasta

      0
    • Duda 23 de junho de 2011 at 18:15

      Bom resumo. Na verdade, a gente sabe que isso tambem esta acontecendo no Brasil. E se somar um mundial com uma olimpiada, então? Os efeitos se multiplicam feio, isso esta ficando claro.

      0
    • Marcos 23 de junho de 2011 at 19:04

      Vai ficar uma bela dívida. E nada de riqueza.

      0
  • Marcos 23 de junho de 2011 at 16:28

    Fed mantém juros e confirma fim de plano de estímulo este mês

    www .guiainvest.com.br/noticia/texto/default.aspx?noticia=29803

    Hora de liquidar as posições nos emergentes e investir os lucros no USA?

    0
  • Marcos 23 de junho de 2011 at 17:11

    Público que contrata crédito imobiliário é jovem e homem, mas tendência é mudar

    22 de junho de 2011 • 19h17
    Por: Camila F. de Mendonça

    SÃO PAULO – Quando foi criado em 2009, o programa Minha Casa, Minha Vida movimentou o mercado imobiliário. Aproveitando-se do bom momento econômico no qual vivia o Brasil, apesar dos reflexos da crise financeira que assolavam o país, o programa habitacional do Governo fez renascer o sonho da casa própria. Mas não para todos.

    Para comprar o imóvel próprio, aqueles que não se encaixam nos critérios do Minha Casa, Minha Vida precisam recorrer a outros meios. E são os bancos as fontes de recursos mais populares entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, apenas em São Paulo, de acordo com dados do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), essa forma de pagamento para a compra de imóveis supera os 50% de participação em todas as regiões.

    O percentual poderia ser maior, pois diante dos aumentos frequentes de juros, encurtamento dos prazos e, muitas vezes, por conta da burocracia, muitos ficam de fora e esperam outras oportunidades para a compra de imóveis.

    Para entender melhor qual é o perfil dos brasileiros que têm acesso ao financiamento da casa própria, o InfoMoney consultou os maiores bancos do País e descobriu que quem contrata o crédito é jovem, na faixa dos 30 anos, homem, em ascensão de carreira e com família em formação.

    Comportamento
    “A maioria dos financiamentos é voltada para o homem, até porque, para eles, os financiamentos de casa e carro são os primeiros itens da lista quando pensam em crédito”, explica o gerente-executivo da Diretoria de Crédito do Banco do Brasil, Ewerton Gonçalves Chaves. Embora ainda novo no segmento (o crédito imobiliário no BB tem três anos), o banco já registra um saldo de R$ 3,4 bilhões em operações no primeiro trimestre deste ano, um aumento de 16,1% na comparação com 2010. O saldo médio por cliente é de R$ 98 mil, considerando o período.

    No banco, 62,6% do saldo é de homens e 37,4% de mulheres. Chaves explica que, no caso delas, pesa a questão da entrada tardia no mercado de trabalho e da renda, ainda menor que a dos homens. Para resolver o problema, na hora de comprar a casa própria, a renda dela se soma a dele. “As famílias ainda superam e representam a maior parte dos clientes de crédito imobiliário. Mas os solteiros passam a ser um nicho a ser explorado”, acredita o executivo.

    A renda de 16% dos clientes de crédito imobiliário do BB soma até R$ 2 mil. Outros 31% ganham entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. Já 29% das operações é destinada a clientes com renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. No HSBC, 39% dos clientes estão nessa faixa de renda, 19% ganham de R$ 3 mil a R$ 5 mil e 17% recebem até 3 mil. Parte relevante dos clientes do banco (25%) tem renda acima de R$ 10 mil.

    Assim como no BB, no HSBC grande parte dos clientes de crédito imobiliário é jovem. Aqueles que se encontram na faixa entre os 30 e 50 anos de idade representam 70% dos clientes. O perfil dos clientes da Caixa Econômica Federal não é muito diferente: 29% estão na faixa dos 36 a 45 anos de idade e 42% têm até 35 anos. Do total de clientes, 63% são do sexo masculino e 37% do feminino.

    Ao contrário dos demais bancos, porém, a renda dos brasileiros que contratam financiamento na CEF é mais baixa: 31% têm renda de até três salários mínimos e 33% entre três e seis mínimos. O banco é uma das instituições que mais concede crédito imobiliário do país e é o principal agente financeiro do Minha Casa, Minha Vida. Para se ter uma ideia, somente em São Paulo, os financiamentos feitos pelo banco representaram quase 50% do total das transações, segundo o Creci.

    Em 2010, o saldo em carteira do crédito chegou a R$ 102,31 bilhões e 44% dos contratos eram para imóveis de até R$ 50 mil e outros 37% para contratos de valores entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Os brasileiros que contratam crédito imobiliário também têm outro ponto em comum: grande parte deles vive nas regiões Sul e Sudeste.

    No caso do HSBC, apenas seis estados (São Paulo, Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro) concentraram cerca de 80% das contratações de 2010. No caso da Caixa, quase metade das contratações ficou concentrada na região Sudeste.

    Tendências
    Com programas como o Minha Casa, Minha Vida e o aumento da renda, a tendência é que o perfil de quem contrata financiamentos mude. E tudo isso muito por conta da entrada da classe C no universo do consumo. “A classe C é outro nicho que os bancos devem explorar”, reforça Chaves, do Banco do Brasil. “A oferta de imóveis para o público solteiro está cada vez maior e esse é um outro nicho”, diz o executivo.

    No caso das mulheres, como elas apresentam taxas de inadimplência menores que a dos homens, elas tendem a ser outro foco. Até lá, a maior preocupação de quem pensa em comprar a casa própria é sair do aluguel. E não à toa, estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrou que a participação na renda da despesa com a prestação da casa tem sido menor que a participação da despesa com aluguel.

    A tendência é que o público que contrata financiamento imobiliário fique cada vez mais jovem, mais feminino e mais preocupado consigo mesmo.

    www .infomoney.com.br/imoveis/noticia/2141234

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  • Anonymous 23 de junho de 2011 at 17:25

    Encontrei uma materia do ‘O Estado de São Paulo” mostrando a discussão na sucessão da CYRELA. Sem querer, ou talvez querendo, o reporter mostra que o diretor dos cargos de Administração, Financeiro e Recursos Humanos é o filho do fundador e tem apenas 27 anos. Como coloquei o link vai demorar para ser liberado pelo moderador. O ponto importante é quem acredita num rapaz de 27 anos para ocupar todas essas posições agora que começaram os problemas?

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    • Duda 24 de junho de 2011 at 16:21

      Pois chega ser ridiculo, de fato. Se a coisa já esta feia, com uma escolha como essa vai ficar pior. Mas no Brasil essas escolhas de filinhos de papai para continuar com as empresas sempre existiu, um absurdo da falta de profissionalismo.

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    • Duda 24 de junho de 2011 at 16:18

      Cara eu acessei o material, achei interessante. Tens como traduzir com o Google e colar aqui? Se ficar muito longo, pode dividir en duas ou tres partes.

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    • Cosmos 26 de junho de 2011 at 23:33

      Excelente artigo.

      Isso de pensar no “valor intrínseco” das coisas é realmente importante e uso sempre em meus gastos pessoais.

      A maioria das pessoas nunca conseguirão economizar R$ 400, 500 mil ao longo da vida, mas acham normal gastar essa grana em um apartamento mal localizado, de 50 m2… Parece-me melhor viver de aluguel em um imóvel melhor, poder viajar, comer em excelentes restaurantes, andar de carro bom etc.

      0
      • RSAR 27 de junho de 2011 at 08:43

        Cosmos? 10.000 por metro quadrado é mal localizado? Os melhores bairros de Rio, Sao Paulo e Brasilia custam isso ou próximo. O que seria bem localizado então? Grato.

        0
        • Cosmos 28 de junho de 2011 at 03:38

          RSAR, você fez essa conta de R$ 10 mil pelo m2 como se o pagamento fosse à vista e não por meio de financiamento, não é?

          De todo modo, (modo ironia on) farei um levantamento exaustivo das dezenas de milhares de imóveis mal localizados cujo custo total ultrapassaria, com folga, os R$ 500 mil e envio. Grato.

          0
          • amb 28 de junho de 2011 at 21:01

            foi o que voce deu a entender no seu post…
            mas uma coisa: se uma familia nao consegue economizar 400 ou 500 mil durante toda uma vida, parece má idéia tomar crédito e comprar um imóvel de 200 mil (que tende a acompanhar a inflacao no longo prazo)?

            e mais o tu tu economizado de aluguel durante todo esse tempo? já botou no excel?

            0
  • Ricardo 23 de junho de 2011 at 17:45

    On Bubbles

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  • Ricardo 23 de junho de 2011 at 17:46

    Clique no meu nome para ir a um artigo da Techcrunch sobre bolhas, em inglês.

    0
  • Marcos 23 de junho de 2011 at 18:27

    Olhem esse site. A manada vai entrar pelo cano. O canto da sereia é grande demais.

    imoveis-lancamentos.negociol.com/p20315-investimento-imobilirio-lucro.html

    0
  • MrK 23 de junho de 2011 at 20:43

    DESABAFO!!!!!!!!!!!!!

    pessoal estou chocado, andei lendo sobre o assunto bolha imobiliária e a quantidade de cretinice que os “especialistas” dizem é CHOCANTE, vejam essa declaração:

    “O coordenador do MBA em Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil e professor do FGV Management, Pedro Seixas Corrêa, ressalta que apesar da valorização dos últimos 3 anos ter sido impressionante, se for analisado um período maior de tempo, o aumento dos preços não é tão surpreendente. “Se olharmos os últimos 10 anos, a valorização dos imóveis não foi tão grande comparada a outros investimentos. Então, havia uma certa defasagem dos preços que começou a ser corrigida nesses últimos anos”, afirma o especialista.”

    Ou seja, na opinião do especialista os imóveis ficaram dormindo por 10 anos e de repente, magicalmente, resolveram acordar e correr atrás de toda aquela valorização que ele esqueceu de ter?! é isso?!? PELO AMOR DE DEUS… que argumento cretino!!!

    O fato dos imoveis terem ficado 10 anos sem se valorizar é SIMPLES: Imoveis são um péssimo investimento, perdem em rendimento e liquidez pra SELIC e podem dar dor de cabeça aos donos, por ISSO eles não valorizaram por 10 anos e seguiriam sem valorizar acima da inflação não fosse a torneira do crédito desenfreado e a compra de especuladores…

    DA NOJO LER ESSES ESPECIALISTAS!!!!!!!!!

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    • AnonymousSP 23 de junho de 2011 at 21:25

      O sujeito fez mestrado na Universidade Federal Fluminense. O título do trabalho é: Metodologia de análise hierárquica (AHP) aplicada à avaliação pós-ocupação, 2004. Pelo título já dá para saber que nem mesmo traduzir do Ingles ele sabe. AHP significa Analytic Hierarchy Process. Metodologia significa estudo do método. O sujeito escreveu algo como: Estudo do método de análise hierárquica (esqueceu a palavra processo) aplicada à avaliação pós-ocupação. Parece que está faltando alguma coisa depois de pós-ocupação.

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    • Anonymous_SP 23 de junho de 2011 at 21:26

      O sujeito fez mestrado na Universidade Federal Fluminense. O título do trabalho é: Metodologia de análise hierárquica (AHP) aplicada à avaliação pós-ocupação, 2004. Pelo título já dá para saber que nem mesmo traduzir do Ingles ele sabe. AHP significa Analytic Hierarchy Process. Metodologia significa estudo do método. O sujeito escreveu algo como: Estudo do método de análise hierárquica (esqueceu a palavra processo) aplicada à avaliação pós-ocupação. Parece que está faltando alguma coisa depois de pós-ocupação.

      0
    • Anonymous 23 de junho de 2011 at 21:52

      MrK,

      O sujeito é o coordenador de um curso (caça níqueis) da FGV (já foi melhor essa instituição) sobre gestão (atualmente todo mundo quer começar gerenciando) de negócios imobiliários. É muita ingenuidade sua achar que ele vá espantar os potenciais alunos, digo clientes.

      PS: O Anonymous original, de SP

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      • MrK 24 de junho de 2011 at 00:43

        Anonymous original:

        Concordo que existe uma relação de interesse aí, você tem toda razão, só que mesmo assim o cara deveria ter o mínimo de seriedade e não falar uma coisa ridícula como essa em público… sério, é tão tosca essa declaração que me pergunto se ele tem gabarito pra falar do tema

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    • Fábio 24 de junho de 2011 at 13:22

      Po Mrk o cara esta defendendo o ganha pão dele, agora se esse investimento em imoveis é tão bom assim daqui a pouco o Warren Buffet vai entrar tbm, o detalhe é que a cada que ele mora atualmente é alugada e nunca investiu em imoveis, acho melhor pensar como o Warren o maior bilionario do mundo do que ir com esse especialista.

      0
      • luiz 24 de junho de 2011 at 13:44

        a partir de um determinado nível, é quase sempre melhor alugar
        vi alguém fazer as contas, a pessoa explica que o custo de oportunidade aumenta, a manutenção aumenta, a liquidez diminui de tal forma que possuir imóveis muito grande raramente compensa.

        0
        • olp 24 de junho de 2011 at 15:56

          Luiz, eu tinha essa impressao, mas depois que falaram que a prestacao do financiamento alem de cair com o tempo (sistema SAC) é corrigido pela TR e nao por um indice de precos, fiquei na duvida.

          se o cara comeca com a prestacao incial de 2.000,00 e depois de 15 anos, (nao sei pra onde ela vai, sei que é menor que 2.000, mas vamos imaginar que fique no 2.000) esses 2.000 nao valem mais nada.

          Se hoje com 2.000,00 sao por exemplo 3 meses de compras no supermercado, daqui a 15 anos nao será nem 1 mês.. entao essa prestacao nao vai valer mais nada… ao passo que o aluguel mantem o poder de compra pelo IGPM

          algum comentario?

          Obrigado.

          0
  • Anonymous 24 de junho de 2011 at 08:39

    MrK,

    Acho que o seguinte motivo para explicar que não existe bolha é insuperável. Escutei no jornal da Globo: Aqui é taxa de juros é muito alta e os bancos não precisam emprestar para muita gente para obter retorno como aconteceu nos EUA.

    0
    • MrK 24 de junho de 2011 at 11:15

      hahahah boa essa mesmo

      frequentemente eles confundem bolha imobiliaria com subprime, mas pra uma existir não precisa da outra, você pode perfeitamente ter uma bolha sem subprimes, o que forma a bolha são 3 coisas que nós temos aqui perfeitamente claras:

      1- Crédito farto a preço baixo -> Nunca tivemos tanto crédito pras pessoas como hoje em dia, quanto aos juros é verdade que eles são altos comparando com o resto do mundo, mas pros padrões nacionais tivemos o menor juros de todos os tempos na época que a bolha inflou (8,25%), pessoal acostumado a pagar juros de 15% foi com tudo.

      2- Expectativa de ganhos irreais -> Isso nem precisa falar que tivemos, esse é um fator crucial pras bolhas inflarem, as pessoas pagam preços surreais pois acham que vão obter valorizações surreais, na hora que elas percebem que não vão obter tais rendimentos estratosféricos você pode imaginar o que acontece…

      3- Interferência governamental -> O Governo sem querer incentivou tudo isso através de isentar imposto sobre produtos de construção, através de alargar o crédito de 20 pra 30 anos e através de subsidios do minha casa minha vida, isso tudo deixaram os imoveis “mais baratos” e fomentaram uma disparada da demanda inicial que depois puxou a demanda especulativa.

      Eu consigo ver muito claramente os 3 fatores presentes e consigo ver também onde isso vai nos levar.

      abraços

      0
      • luiz 24 de junho de 2011 at 13:36

        prezado Mrk, gosto dos seus argumentos, porém acho que talvez vc superestime os danos na economia

        Por causa da baixa liquidez o valor dos imóveis p venda demora pra responder, o que pode ampliar ainda mais o efeito armadilha.

        Todos os indícios de insustetabilidade já foram dados, acontece que o mercado em acordo com o governo ainda tem diversos planos B pra ir empurrando com a barriga essa situação.

        Contudo, não vejo que vai acontecer nada mutio grave até a Copa, pelo contrário, ainda tem espaço pra faturar em setores localizados e +pressionados, e sempre bom lembrar, devida aa baixa alavancagem, a bolha se houver não pode estar tão insuflada como vimos em outros países.

        Eu acho que o futuro ainda está indeterminado.

        0
        • Fábio 24 de junho de 2011 at 13:43

          Para mim essa situação vai até setembro de 2016, depois algo de muito ruim vai acontecer pode deixar registrado aqui. Agora a carteira do Maior investidor do Mundo (Buffet) não tem nada relacionado a imoveis…

          Actualmente, la composición del núcleo principal de su cartera de inversiones en bolsa es la siguiente:

          * KO The Coca Cola 19.68%,
          * WFC Wells Fargo 14.91%,
          * BNI Burlington Northern 13.07%,
          * AXP American Express 10.6%,
          * PG The Procter and Gamble 9.16%,
          * KFT Kraft Foods 6.49%, WMT WalMart 3.6%,
          * WSC Wesco Financial 3.38%,
          * COP Conoco Phillips 3.32%,
          * JNJ Johnson & Johnson 3.02%,

          0
        • Anonymous 24 de junho de 2011 at 14:49

          A copa do mundo tem duração de 4 semanas (2012). Os jogos olímpicos tem duração de 2 semanas (2016). No total, esses dois eventos duram 6 semanas. Tem muita gente pensando em construir imóvel para esses eventos. Do ponto de vista do pequeno investido, não faz o menor sentido construir nem mesmo um barraco para essas 6 semanas. Do ponto de vista da corrupção, faz sentido construir imóveis, desde que financiados com o dinheiro público. Já prédios de apartamentos e escritórios é para trouxa. O ex-ministro Pedro Malan dizia que, no Brasil, até o passado é incerto. O que dizer então daqui a 5 anos (jogos olímpicos)?

          0
        • MrK 24 de junho de 2011 at 15:36

          luiz, precisar quando a bolha irá estourar é tarefa quase impossível, pois como você bem citou existem muitas variaveis que atuam em cima:

          Governo jogando mais crédito
          Taxas de Juros
          Isenção de impostos ou beneficio de determinado setor em detrimento de outro
          Existem até fatores psicologicos por trás dos compradores

          isso tudo e muito mais misturado num caldeirão dizer quando vai explodir é tarefa pra astrólogo, não pra economista, mas 2 coisas é preciso ter em mente:

          1- Passamos do ponto de evitar uma explosão, pois a bolha está sim formada
          2- Quanto mais se postergar a ressaca, pior ela é (parecemos alcoolatras e o governo pra postergar a ressaca quer jogar mais e mais alcool – crédito solto… o problema que existe um limite em que o corpo não aguenta mais e a ressaca vai ser pior!)

          Na minha opinião, a bolha estoura ANTES das olimpiadas por 2 motivos (aqui eu saio do campo analitico pro achismo):

          1 – Se todo mundo acha que os precos caem depois das olimpiadas, alguém vai esperar ela terminar pra vender? Claro que não! Com o lucro garantido vão realizar antes!!! Não existe manada ordenada…
          2- Pra mim o gatilho do estouro serão as unidades entregues nos proximos 2 anos (muito ap sem morador final) combinada com o credito mais caro, isso com certeza ocorre antes de 2014 e 2016

          abraços!!

          0
          • Anonymous 24 de junho de 2011 at 16:18

            MrK,

            Na minha opinião, os seguintes fatores farão a bolha estourar se e logo após ocorrerem. Acho muito provável qualquer um deles.

            1 – A falência da Gafisa ou qualquer outra das grandes construtoras ou incorporadoras. Os acionistas não são tão idiotas a ponto de continuar financiando lançamento de imóvel sem retorno algum.

            2 – Um aumento brusco da inflação, de modo que a dívida do financiamento supere o valor do imóvel ou comprometa a capacidade de honrar as prestações.

            3 – Aumento brusco do desemprego na Banânia. Não é sustentável (para usar uma palavra da moda) um cenário onde o mundo todo sofre com desemprego, exceto os Bananenses.

            4 – Uma maxidesvalorizaçao, assunstando em definitivo qualquer investidor estrangeiro.

            Dado o passado da Banânia, somente alguém completamente fora do seu juízo acreditaria que não haverá sobressaltos na economia nos próximos meses.

            0
          • Duda 24 de junho de 2011 at 16:46

            Tambem acho que os problemas virão pelo lado das construtoras, não sei qual primeiro, mas alguma delas vai aparecer nos noticiarios, e bem rapido. São o elo mais fraco desta bolha.

            0
          • MrK 24 de junho de 2011 at 17:08

            AMIGOS,

            os motivos que fazem a bolha estourar são os mesmos que fazem ela inflar!!

            é claro que uma construtora pode falir, ou a inflação pode acelerar… mas não foi nem a gafisa e nem o IGPM que criaram essa bolha!! Também não foram as olimpiadas nem a copa, por isso não acho que o estouro está ligado a esses eventos!!

            O QUE FARÁ ESTOURAR FOI O MESMO QUE FEZ SUBIR

            O que fez subir? Crédito desenfreado e compra especulativa

            O que fará estourar? Crédito escasso e fim da compra especulativa (virando venda)

            a lei da oferta e procura fez subir e a mesma lei fará descer! é tão simples quanto isso, forte abraço!

            0
          • Adriano 26 de junho de 2011 at 08:58

            Voto na inflação, que já está aí arrebentando. Só o governo, que “controla” os indíces, que não vê que tudo está aumentando de preço (acima dos índices anunciados).

            0
  • Marcos 24 de junho de 2011 at 09:43

    Bolha Imobiliária, Mito ou Verdade?
    Comprar ou aguardar?

    0
  • luiz 24 de junho de 2011 at 13:47

    OLHA que anuncio interessante, compre um apê da PDG e ganhe uma assinatura da Exame, aquela revista estilo “Caras” empresarial que faz análies estilo profeta de segunda-feira.

    0
  • roberto 24 de junho de 2011 at 13:58

    Ta tudo uma maravilha !!!!! Ta vendendo como pãozinho quente das 18:00 hs, OPS mas a panificadora FALIU e agora o atravessador que comprava o pão mais barato para vender mais caro aqueles que não queriam esperar na fila o que faz ? E o dinheiro já pago pelo pão quem vai devolver ?????
    Brincadeira a parte a coisa ta feia para as incorporadoras

    Pseudo Gráfico das Ações

    ——-



    – –
    ——-




    \ ! // BUUMMMMMMMM

    Bricadeira ta gente é sexta-feira

    0
  • Piaui 24 de junho de 2011 at 14:23

    Ontem estive a noite em um restaurante aqui de Brasília, e repentinamente me aparece uma moça bonita com um folder, pensei que fosse alguma festa, e para minha surpresa, propaganda de empreendimento em águas claras! Será que estão beirando o desespero??? kkkkkkkkkk

    0
    • Anonymous 24 de junho de 2011 at 15:09

      Piaui,

      Uma estratégia de vendas seria a moça bonita mostrar o apartamente aos potencias clientes no período noturno ao invés de distribuir folders no restaurante. Voce poderia não comprar, mas aposto que iria ver o apartamento.

      0
  • luiz 24 de junho de 2011 at 15:35

    ontem ouvi um argumento cultural interessante

    nos países civilizados não existe ágio – se vc quer comprar um ipad, se increve na lsita ou na fila, e espera. ponto. não aumenta o preço pq tem fila na porta.
    Isso tbm vale pros imóveis, o cara pede um determinado valor e fehca nele, não fica nesse leilao eterno.

    O brasileiro é culturalmente mais sensível, ou mais burro, aqui já se apgou ágio de carro, de carne, de tudo, e agora essas revendas de ionvestidores nada mais é do que ágio de imóvel.

    Não fica com a construtora, não vira patrimonio, é pura especulação

    0
    • MrK 24 de junho de 2011 at 15:39

      voce tem toda razão

      o ipad2 é um exemplo clássico, vi fila na porta da applestore, vi pessoas chegando 1h antes da loja abrir, vi os ipads2 voarem, mas pergunta se vi um cent de ágio??? nenhum

      o problema é que o ágio estimula os especuladores, pois eles entram no mercado atrás disso.

      veja algo curioso, você já viu um anuncio de investimento bom (mas bom mesmo) ser alardeado aos 4 ventos pro povão em jornal e revista?? eu nunca vi!!! Invariavelmente isso é furada, é gente querendo sair do mercado e realizar lucro em cima dos bobos…temos historicos repletos disso… esses anuncios todos de invista em imoveis só comecaram a pipocar depois dos precos terem duplicado!!! eles serão lembrados daqui ha alguns anos como mais um caso desses esquemas furados

      0
      • luiz 24 de junho de 2011 at 16:20

        Mrk, comprar na planta sim é furada agora
        mas eles ainda tem folego pra alguns anos viu, e na área de imovel comercial e alto luxo acho que ainda sobe mais, assim como pra baixa renda, e pequenos nichos bem específicos, aqui no ibirapuera é um exemplo que acho (acho) que se equipara com aí no leblon.

        Mas até aí eu não tenho bola de crystal.

        Outra coisa, entrei num site de grafistas da bolsa e segundo o temro deles a nossa bolsa está entrando em bull seilaoquê, em miúdos significa quye vai cair muito por um longo prazo.

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        • luiz 24 de junho de 2011 at 16:21

          corrgindo: “bear market”

          0
          • MrK 24 de junho de 2011 at 16:32

            luiz, bear market é isso mesmo, longo tempo de queda

            bull market é o oposto

            te confesso que já gastei muito tempo na bolsa, mas ando olhando ela mais de longe tem uns 3 anos porque migrei minha área de interesses, acho que o momento é ruim mesmo… tem 3 setores que acho que podem sofrer muito:

            1- Construtoras (nem preciso explicar porque)
            2- Bancos (emprestaram demais, pouco espaço pra crescer, aumento da inadimplencia)
            3- Consumo interno e Cartão de crédito (consumidor já está muito endividado)

            normalmente poderiamos fugir pegando o setor de commodities e exportador, o problema é que o dolar está derretendo e acho que pode derreter muito mais ainda, está difícil achar um setor promissor no momento

            abraços

            0
          • MrK 24 de junho de 2011 at 16:33

            talvez setor eletrico seja o menor pior… tem dividendos altos, produto de 1a necessidade, inadimplencia mais baixa que no comério… é uma ação defensiva interessante, nao consigo agora pensar em mais nada, abs

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        • Duda 24 de junho de 2011 at 16:26

          Coitados os que comprarem na planta agora. Vão se ferrar bonito. Mas uma coisa é certa, tem muitas alarmes tocando, para comprar agora tem que ser pessoas muito imprudentes, sem muita noção da vida.

          0
      • RRR 24 de junho de 2011 at 16:22

        A fila da Apple é puro marketing (não sei como alguém pode entrar numa fila pra comprar produtos da Apple). Ágio tem quando o preço é tabelado (não é o caso de imóveis). Quem vai vender um imóvel vende pelo maior preço que conseguir, aqui ou em qualquer país capitalista.

        0
        • MrK 24 de junho de 2011 at 16:27

          RRR, ágio se aplica a imoveis comprados da construtora com preço da tabela e revendido nas chaves com valor maior

          quanto aos produtos apple, é do gosto de cada um, eu tenho um ipad2 e acho espetacular!

          abraços

          0
        • Duda 24 de junho de 2011 at 16:33

          As filas nas lojas da Apple sairam em todos os noticiarios… ate pode ser jogada de marketing, mas vamos combinar… muito bem montada. “Se non e vero, e muito bem trovatto” (se não é verdade, esta muito bem montado). O original está em italiano, desculpas pelos erros nesse idioma…

          0
          • luiz 24 de junho de 2011 at 16:54

            RRR
            não é marketing não, pelo contrário, em país civilizado fila de espera é sinal negativo, é ruim pra imagem da empresa. Lá criticam os Macs por mil motivos, mas marketing desleal não é um deles, somente alguém que não sabe absolutamente nada sobr eo Steve jopbs poderia dizer isso. Não sei oq vc quis dizer com país capitalista? não entendo essa epxressão, o mundo pra mim é dividido em lugares onde se procura respeitar uns aos outros e lugares onde a sacanagem rola solta, como ex-comunistas e países da africa e americadosul

            E vou te falar mais se vc brincar num ipad 2 por 5 minutos fica apaixonado, vc vai mudar de idéia um dia.

            MRK, tbm estou me retirando da bolsa, hj mesmo tirei quase todas minhas ultimas merrecas, já gnahei muito as vezes, deixei de ganhar outras, mas com ctza ta na hora de sair, volto daqui alguns anos

            0
  • Leandro 24 de junho de 2011 at 15:50

    Pessoal,
    nesse link: SFChttp://r7.imovelweb.com.br/noticias/10704/alugar/Preco-do-aluguel-vai-continuar-a-subir,-diz-especi.aspx
    a reportagem fala de uma alta de aluguéis contínua e leva a uma pesquisa realizada pelo CRECI-SP. É claro que o site tem como patrocinadores o mercado imobiliário. Mas o que eu quero comentar é que, aqui no forum é citado muito Folha, Globo, que são jornais/sites mais classe A e B. Já o R7 é bem mais povão, e agora tá publicando notícias de que o mercado está uma beleza também.
    Será que estão investindo agora em reportagens pagas para as classes C e D que são também público alvo de algumas construtoras?

    0
  • MrK 24 de junho de 2011 at 16:25

    Resposta ao OLP:

    OLP, dois pontos fundamentais foram levantados pelo anonymous Rio, desisti de dialogar com ele, pois ele parece o André, você mostra a teoria toda e ele responde que ninguém conseguiu chegar a uma conclusão sobre o tema, ninguém quem? Parece má vontade, sabe? Mas vamos lá, a seu pedido, responderei os 2 temas que mais geraram diferença:

    1- “se os novos sao um % peq do mercado, entao a sobre oferta futura serah pouca. nao temos esses dados”

    Se isso fosse verdade nunca teria existido bolha imobiliaria nenhuma na historia, ou voce acha que nos EUA ou na Espanha eles simplesmente construiram cidades inteiras dentro de Madrid, Los Angeles ou Valencia? O numero de imoveis novos sempre foi e sempre será bem menor que os usados, mas isso nunca impediu e nunca impedirá uma bolha imobiliária, pois uma bolha não está fundamentada só nos imoveis novos sem morador, está também no poder de compra dos novos entrantes, como um esquema de ponzi.

    2 – “se não houver comprador, como ficam os preços?” isso jah falaram bastante por aqui, as vendas caem, mas o preco estabiliza, cai muito ou cai pouco? ao que parece ninguem conseguiu chegar a uma conclusao sobre isso.”

    Desculpe-me, mas em breve veremos a conclusão, é CLARO que os preços caem, os imoveis novos serão entregues sem moradores, os especuladores precisarão vender a qualquer preço, pois o aluguel nem de longe cobre o custo do financiamento, do outro lado teremos uma força compradora muito enfraquecida pra pagar esses preços absurdos, pois o crédito está mais caro e a demanda menor, os preços dos novos cairão e os usados virão juntos

    Desculpe OLP não prorrogar o debate, mas é que não da pra debater quando a coisa transcende a lógica e comeca a ficar uma negação simplesmente pela vontade de negar, foi assim com o André e não repetirei isso de novo

    Cordialmente,
    MrK

    0
    • Duda 24 de junho de 2011 at 16:43

      Agora que fui prestar mais atenção neste caso de roubo de identidade, lendo os comentarios do tal, Anonymous (Rio), não tem dúvida de quem se trata, escreve exatamente igual. Conselho para o Anonymous SP: coloque no nome as siglas SP, Anonymous SP. Todos sabemos que voce é o original, só para facilitar e sabermos quais comentarios ler (os seus). Abs

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      • Duda 24 de junho de 2011 at 16:59

        Para quem estiver moderando: Comparar os emails dos dois Anonymous, deixar o Anonymous SP e cortar o Anonymous Rio. Na final, jogadas sujas como essa não dá para aguentar. Abs

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        • Anonymous 24 de junho de 2011 at 17:34

          duda, nao entendo o que voce estah falando…

          jogada suja seria tirar alguem soh por causa da opiniao, ou nao? se o argumento eh forte entao ele deve ser posto a prova, se for forte mesmo sobrevive.

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    • luiz 24 de junho de 2011 at 17:00

      Mrk, conheço madrid pessoalmente e seus argumentos conferem com a realidade. Imóveis de mais de 200 anos encalhados. Lá eles ainda tinham uma boa linha de renovação, restauração, politicas de revitalizar os centros. Os novos ficavam em periferias super distantes, meio american way. Ambos os casos, os do centro e os de longe sofreram com o estouro.

      Aqui só nao vai estourar pq os bancos estão bem ancorados no BC e pouco alavancados, dado traumas anteriores, então a m_rda vai fica restrita ao ramo e não deve se alastrar pela economia inteira, no maximo algumas fusões, outras intervenções, atrasos, processos, mas nada que vai derrubar o país.

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      • MrK 24 de junho de 2011 at 17:20

        luiz, concordo, aqui não tivemos subprime e o nivel de alavancagem é menor, nao creio que fará banco grande quebrar como foi lá, mas acho que vai ser feio sim

        bolhas imobiliarias são piores que bolhas de ações e o motivo é simples: Nas ações as pessoas pelo menos apostam com o dinheiro que elas tem, na imobiliaria nem sempre é assim, muitas apostam com dinheiro dos outros, pois se alavancam!

        Se as construtoras ficarem mal, vai ter muita gente perdendo emprego…e se o crédito ficar podre e os bancos ficarem mal, vai ter mais gente perdendo emprego… fora que o poder de compra de quem ficar com os micos na mão vai ser muito afetado… em resumo o contágio não vai ser igual nos EUA, mas pode ser doloroso também, não existe bolha que não machuque gente

        abs

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    • olp 24 de junho de 2011 at 17:59

      Esclareceu…

      Obrigado.

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    • Anonymous 24 de junho de 2011 at 18:21

      colega mrk, quando digo “ninguem chegou a alguma conclusao” me refiro aos comentaristas daqui, nao chegaram a um consenso sobre determinados pontos.

      1) sobre o caso de outros paises nao sei, mas provavelmente o que houve foi que pessoas (muitas) tiveram que vender, por diversos motivos, provavelmente nao foi apenas uma sobre oferta causada pelos novos.

      2) nao eh claro que os precos caem muito (nao pra mim), pois:

      – novos serao entregues sem moradores: se forem 1% do mercado nao derruba preco

      – especuladores terao que vender: de novo, se forem 1% do mercado nao abala nada (sobre isso, um detalhe: acompanho este blog ha muito tempo e o comentarista jose praticamente provou por a + b que o aumento dos ultimos 3 anos foi motivado por credito + renda, ou seja, demanda real)

      – sem força compradora, pois o credito foi pra cucuia: isso eh verdade, mas eu nao vejo como suficiente para jogar precos no chao. nao poderia soh cair pouco? (menos demanda com sobre oferta pequena)

      – os precos dos novos cairao e usados vem junto: nao entendo, no meu comentario anterior jah falei sobre. vc teria um contra argumento?

      bom, soh contribuindo, nao eh pra arrumar confusao…

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      • luiz 24 de junho de 2011 at 18:33

        são afirmações interessantes…
        realmente só os novos não teriam a principio condição disso, mas eu acho q tá errado, primeiro pq a alta dos preços trouxe p mercado muitos imóveis existentes em desuso, depois pq como vc mesmo fala tem q comaprar esse 1% a mais com o xX a mais de gente entrando no mercado

        E aí entra aquestão que a gnete vem chamando de esquema ponzi, pra coisa ficar em pé, precia 1% depois 2%, 4%, 8%, vem numa PG e o crédito não cresce em PG

        Outra coisa é minorar a importancia do 1% pq é só 1%

        Com grandes numeros não funciona assim, por exemplo tenta alterar a rota de um transatlantico em 1%… se fosse facil o titanic ainda tava aí.
        Aí a gente cai na coisa da elasticidade, os preços não vão mesmo desbar do dia pra noite, nem nos EUA foi assim, aliás lá os preços dos imóveis continua caindo, na espanha tbm.

        A minha questão do ponto d evisata pessoal, é quanto? como? e quando? e o que ainda pode ser feito pra baterno iceberg, veja que sou otimista, não achoq já bateu estmos fazendo água

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      • MrK 24 de junho de 2011 at 19:18

        Anonymous/Rio

        “sobre o caso de outros paises nao sei, mas provavelmente o que houve foi que pessoas (muitas) tiveram que vender, por diversos motivos, provavelmente nao foi apenas uma sobre oferta causada pelos novos.”

        é sério que você quer usar esse argumento?

        Um belo dia as pessoas do nada simplesmente acordaram e resolveram sair vendendo seus imóveis todas de uma vez? por motivos diversos ?!

        Na verdade aconteceu que um dia o mercado acordou e viu que tinha imóvel demais e caro demais pra uma demanda que simplesmente não pode pagar por aquilo tudo, isso sim aconteceu e não pessoas acordaram e resolveram sair vendendo porque tavam afim

        Dica: Quanto ao seu questionamento da queda de novos/usados, Veja os imoveis usados desses paises, imoveis que ja existiam bem antes da bolha se eles “sofreram menos” como voce acredita.

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        • Anonymous 24 de junho de 2011 at 22:10

          colega mrk, me desculpe mas dessa vez voce nao entendeu e distorceu tudo o que eu escrevi.

          se voce reler o que que escrevi estou certo que compreenderá…
          se eu for explicar de novo receio que apenas me repetirei.

          sinto muito mas nesse caso, quem estah “negando soh por negar” eh vc.

          anonymous original, desculpe ter usado seu apelido, era o jeito para os posts irem direto para o site, sem moderacao (demora as vezes mais de um dia pra ser liberado).

          vou tentar refletir e procurar as respostas em outro lugar. abraços para todos

          0
  • luiz 24 de junho de 2011 at 17:46

    alguém pode explicar isso abaixo pra mal entendedor:

    Alerta: BC prorroga medida adotada no auge da crise financeira internacional
    Apesar de todas as negativas e evasivas sobre a Bolha Imobiliária, o Banco Central decidiu prorrogar para 30 de dezembro de 2011 a medida que permite aos bancos deduzirem do recolhimento compulsório sobre depósitos a prazo operações de compra de ativos e depósitos interfinanceiros (DI) de outros bancos. A medida foi inicialmente adotada no auge da crise financeira internacional, de modo a garantir liquidez para bancos pequenos e médios. Atualmente, só as operações com instituições pequenas (patrimônio de referência de R$ 2,5 bilhões) são contempladas pelo benefício.

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    • olp 24 de junho de 2011 at 18:01

      acho que essa parte: “Apesar de todas as negativas e evasivas sobre a Bolha Imobiliária” voce nao deve ter retirado de nenhuma site serio ne?

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      • luiz 24 de junho de 2011 at 18:24

        a fonte é séria, o estadão.

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        • olp 27 de junho de 2011 at 15:38

          mas essa expressao eu nao achei nao….

          ate porque acho que nao tem nada a ver com imobiliario que esta na mao da Caixa basicamente

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          • luiz 27 de junho de 2011 at 16:37

            prezado Olp, o comentário introdutório a que vc se refere é de um blog e cita apenas um fato, evasivas quanto haver bolha, destacando a contradição entre a visão de que tudo vai bem e de que medidas de “segurança” estão sendo adotadas.

            Oras é um comentário apenas, se tudo vai bem pq a medida? então é isso mesmo apesar das evasivas… comentário pertinente do blog que vc sabe qual é e se limita a observar o outro lado que os jornais até pouco tempo não se interessavam.

            Não somos especialistas no tema, somos críticos e mesmo que não tenhamos sitematizados todos os dados e informaçõe snecessários para ter “certeza” ainda assim isso não nos impede de trocar informações e formar convicções próprias. Me pergunto se haveria algum receio nisso?

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          • olp 28 de junho de 2011 at 12:22

            luiz,

            concordo com o voce..o site é para discutir mesmo e questionar o que os jornais dizem….

            é porque a minha pergunta foi bem clara:
            “se a parte :Apesar de todas as negativas e evasivas sobre a Bolha Imobiliária, era de um site serio ”

            e vc disse do estadao, quando na verdade a parte especifica a qual perguntei NAO ERA… so isso… desculpa pelo incoveniente…

            abs

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  • sei_de_nada 24 de junho de 2011 at 18:06

    oglobo.globo.com/economia/mat/2011/06/22/brasil-termina-2010-com-155-400-milionarios-ou-8-700-mais-que-no-ano-anterior-924752701.asp

    olha da onde esta vindo o $$ todo..

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  • Anonymous 24 de junho de 2011 at 18:16

    MrK,

    > os motivos que fazem a bolha estourar são
    > os mesmos que fazem ela inflar!!

    Voce está subestimando o efeito psicológico de uma mudança brusca no ambiente econômico (falência de uma grande construtora, alta da inflação, maxi-desvalorização, alta do desemprego, crise externa como a da Russia ou da Grécia que está começando). Aqui a economia deve dar lugar à psicologia. Nós humanos fomos preparados pela evolução para reagirmos à mudanças bruscas no ambiente. Por exemplo, desde os primórdios da humanidade não nos assustamos com as arvores que permanecem relativamente imóveis, mas sim com salto de qualquer animal, ainda que inofensivo. Uma descarga de adrenalina prepara-nos para lutar ou fugir. É um mecanismo de sobrevivência. Na minha opinião, a maioria dos Bananenses está na mesma situação de um sapo que é colocado numa panela e a água vai aquecendo lentamente – o sapo acaba morrendo porque não consegue perceber a mudança da temperatura. Se o mesmo sapo for jogado numa panela com água quente, ele salta imediatamente de dentro dela.

    Se uma mudança brusca ocorrer no ambiente econônimo, haverá pânico e todo mundo que “investiu” irá vender ao mesmo tempo. Ai teremos o estouro da bolha.

    Eu passei os últimos 2 anos fora da Banânia e, a exemplo do sapo que é jogado na panela com água quente, percebo claramente que o nível dos preços é insustentável. Os mais velhos aqui já sabem como termina a estória quando o valor da dívida supera o valor do imóvel.

    Anonymous/SP

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    • luiz 24 de junho de 2011 at 18:35

      até concordo contigo, ma snãop vejo massa ciritca para dar o tal efeito manada, aqui as coisas são mais complexas, há mais fatores.

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      • Anonymous 24 de junho de 2011 at 19:20

        luiz,

        Nós somos humanos e sendo assim reagimos às mudanças bruscas do ambiente. O ponto onde posso estar enganado é na suposição que uma mudança brusca no ambiente econômico ocorrerá na Banânia dentro de meses. Observe a revolução que está acontecendo nos países Arabes. Quem garante que o preço do petróleo não vai explodir? Quem garante que uma guerra não irá se alastrar na região? Se houver racionamento de combustível, quem irá ficar preocupado em honrar pagamento de financiamento imobiliário? Quem garante que o colapso iminente da Grécia não vai refletir na Banânia? Da maneira que vejo, estamos caminhando no fio da navalha. Lembre que nem a CIA previu a queda do muro de Berlin que alguns de nós assistimos pela TV, o que meses antes seria inconcebível.

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      • Anonymous 24 de junho de 2011 at 19:31

        luiz,

        A nome da nossa moeda faz somente 17 anos que parou de mudar (o plano real é de 1994). Num país desses, que espécie de louco faz um financiamento de 30 anos e ainda acha que vai dar tudo certo?

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    • MrK 24 de junho de 2011 at 19:13

      Anonymous/SP

      Pra mim o efeito psicologico só se dará depois da m*rda economica, ou seja, as pessoas só comecarão a entrar em pânico depois que os indicadores financeiros mostrarem que elas vão perder dinheiro com seus investimentos, eu não consigo ver o efeito psicologico como a locomotiva e sim como o vagão

      pra mim a locomotiva é o efeito economico, que aí sim puxa o efeito psicologico e temos quedas fortes

      abraços

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  • MrK 24 de junho de 2011 at 19:22

    Aconteceu com um amigo meu

    Pode não ser nada, pode ser coincidência, pode ser desespero, pode ser fato isolado… mas vale a pena mencionar:

    Grande amigo meu está de olho em comprar um Ap no Rio em determinado condominio, como o condominio é grande sempre tem Ap a venda, são muitas unidades… Inicio do ano ele foi verificar e estavam pedindo R$380mil, ele achou caro e não fechou negócio, semana passada ele voltou lá e viu o Aps semelhantes por R$320mil

    Como eu disse, não é garantia de fim da alta, pode não ser nada, ou ser pontual, mas vale a pena monitorar… casos iguals por favor reportem!!!

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    • Anonymous 24 de junho de 2011 at 20:27

      MrK,

      A camargo Correa fez uma liquidação (ofertas imperdíveis segunda a empresa) de imóveis em alguns estados, inclusive RJ, no dia 18/Junho/2011 com descontos variando desde 30 mil Reais até 500 mil Reais para uma cobertura. Em SP 67% dos empreendimentos em liquidação estavam na fase de lançamento – alguns desde 2007 – o que revela que nunca foram viabilizados. Os outros 33% estavam em construção. Talvez a história marque esse dia como o dia do estouro da bolha imobiliária, pois o website continua oferecendo os mesmos empreendimentos, agora sem os descontos, o que evidencia que não foram vendidos totalmente ou talvez não tenha vendido nada.

      oportunidadescamargocorrea . com . br

      Anonymous/SP

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    • Anonymous 24 de junho de 2011 at 20:59

      MrK,

      Através do CACHE do Google, consegui recuperar algumas ofertas:

      * CURITIBA
      Quartier (término 2012), descontos desde 75 até 140 mil Reais
      Mid-Curitiba (término 2013), descontos de até 24 mil Reais
      Set Cabral (término 2013), descontos desde 30 até 50 mil Reais

      * TABOAO DA SERRA
      Ecos da Natureza I (acabamento), desconto de 45 mil Reais
      Ecos da Natureza II (término 2011), desconto de 45 mil Reais

      * SAO PAULO
      Corcovado (pronto), descontos até 170 mil Reais
      Porto Pinheiros (pronto), desconto de 556 mil Reais

      Luiza (término 2011), desconto de até 100 mil Reais
      Interclube II (término 2011), desconto de até 30 mil Reais
      Cristais da Terra (término 2011), desconto de até 130 mil Reais

      Aguas de Março (término 2012), desconto de até 145 mil Reais
      Andoriha (término 2011), desconto de até 80 mil Reais

      E muitas outras ofertas. Voce também ganhava um home-theater.

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  • MrK 24 de junho de 2011 at 20:45

    hoje de novo alguns especialistas citaram as olimpiadas como motivo de aumento do preço dos imóveis

    sério que eles acham que alguém vai comprar uma apartamento caríssimo, pagar impostos de transmissão, condominio, enfrentar burocracia etc… pra comprar um apartamento pra ver assistir de perto um evento que dura menos de um mês?

    não consigo entender como londres ta em crise, afinal as olimpiadas deles é ano que vem, devia tá bombando, gente de todo mundo comprando ap lá!!! hahahahah

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    • MrK 24 de junho de 2011 at 20:53

      mais uma pra quem quer rir:

      w w w .sindimoveis-sc.org.br/index.php?cmd=noticia-unica&id=1262

      olhem o titulo sensacional da reportagem: “Supervalorização de imóveis deixa aluguel mais atraente”

      Segundo a propria noticia voce precisa investir 85% a mais pra ter um rendimento apenas 38% maior e isso fez ficar mais atrante??? por favor, vamos fazer uma vaquinha pra comprar uma calculadora pra esse cara e devolve-lo pra escola..

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      • Anonymous 24 de junho de 2011 at 21:15

        nao eh o anonymous, eh o trololó que tá usando o nome dele pra ver se o comment sai direto ou nao (meus otros comments tao aguardando na fila do inss)

        MrK, na verdade eh pra ser lido essa noticia assim:

        você compra um imóvel (que nunca vai se desvalorizar) e já nos primeiros 3 anos você ganha 85% a mais em cima do valor dele, e ainda de LAMBUJA você ganha TOTALMENTE DE GRAÇA e SEM NENHUM CUSTO ADICIONAL a otima e excelente bagatela de aumento do aluguel que você recebe em 38%!!!! É OU NÃO É S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L?

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        • Anonymous 26 de junho de 2011 at 10:35

          Aqui tambem nao é o anonymous…

          O que a reportagem quis dizer é que o aluguel está relativamente mais interessante do que era há algum tempo, mas PRO MORADOR, e nao pro investidor.

          Isso porque representa um percentual menor do preco do imovel que ara antes.

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  • Rodrigo 25 de junho de 2011 at 11:25

    Olha mais essa do globo….

    http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2011/06/24/aumenta-venda-de-imoveis-para-estrangeiros-924765729.asp

    Aumenta venda de imóveis para estrangeiros

    SÃO PAULO e RIO – Eles não falam português, mas entendem muito bem a linguagem dos cifrões, milhões e polpudos percentuais de retorno. Cada vez mais estrangeiros vêm investindo no setor de imóveis brasileiro, atraídos pela forte expansão da economia. O volume de negociações nas imobiliárias disparou. Na Sotheby’s International Realty, braço imobiliário da casa de leilões inglesa, as vendas devem quadruplicar até o fim do ano, chegando a R$ 400 milhões no país. Já na Bamberg Imóveis o faturamento dos negócios com estrangeiros dobrou no ano passado, quando chegou a R$ 12 milhões, valor que deve novamente crescer 100% este ano. Especializada em imóveis de alto luxo, a Judice & Araujo (J&A) fechou R$ 25 milhões em vendas no estado do Rio para clientes internacionais de janeiro a maio, alta de 150% sobre igual período de 2010.

    LEIA TAMBÉM: Inflação e real valorizado não assutam investidor

    O perfil é variado e a moeda é o milhão: executivos que vêm morar no país a trabalho; residentes no exterior que passam poucos meses aqui e alugam os imóveis no resto do ano; e interessados em ganhar com a rentabilidade do aluguel ou revender as propriedades. Os valores negociados vão, em média, de R$ 1 milhão a R$ 4 milhões, mas a J&A cita negócios de até R$ 12 milhões. No Rio, a maioria busca os bairros do Leblon e Ipanema. Segundo o Secovi-Rio, o metro quadrado no Leblon vale hoje R$ 13.997, alta de 44,9% sobre junho de 2010. Na orla, o valor pode saltar a R$ 18 mil. O valor médio do metro quadrado para locação no bairro subiu 38% no último ano, chegando a R$ 52,33.

    Segundo Michael Bamberg, presidente da Bamberg Imóveis, no Brasil a taxa de retorno média é de 12% ao ano, o dobro da média da Alemanha. Outro fator de atração é o preço ainda relativamente mais baixo, se comparados ao de outros países no mundo.

    Vagas para corretores que falem mandarim
    Diante da procura, imobiliárias criaram setores específicos para atender aos estrangeiros e procuram contratar funcionários que, além do inglês, falem até o mandarim. É o caso da Lopes Rio, onde o volume de chineses que batem à sua porta é crescente, reflexo da vinda de empresas como ZTE e Sinopec para terras cariocas. Na empresa, cada vez mais o atendimento on-line dá preferência a corretores que falem ao menos inglês ou espanhol.

    Na Itaplan, o volume de vendas para estrangeiros neste ano deve chegar a R$ 150 milhões, o que representará um crescimento de 32% em relação a 2010. Esse valor sobe para R$ 300 milhões, se forem levados em conta os investimentos em incorporações e empreendimentos imobiliários. Na Sotheby’s International Realty, especializada em imóveis de luxo, o Brasil é hoje o terceiro país mais consultado em seu site de vendas, atrás apenas de Estados Unidos e Inglaterra.

    Corretoras criam áreas internacionais
    Algumas imobiliárias desenvolveram áreas específicas para o comprador de fora. A Coelho da Fonseca, por exemplo, criou no mês passado uma diretoria internacional voltada a assessoramento jurídico e financeiro a esses investidores. A J&A acaba de abrir uma área internacional. Além de atender os clientes gringos e os afiliados Christie’s no exterior, fará road shows para captar compradores.

    Riscos estão presentes
    A decisão de investir hoje em imóveis deve levar em consideração fatores como a previsão de alta dos juros, que vai elevar o custo do crédito, e até a falta de liquidez, afirmam especialistas. Para o economista Ricardo José de Almeida, professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), os imóveis se valorizaram muito desde o início da queda das taxas de juros, em 2003, quando o volume de crédito aumentou e a procura cresceu. Mas ele acredita que a nova rodada de alta da taxa básica de juros leve o investidor de volta a aplicações de maior rentabilidade, ainda que com maior risco:

    – A preocupação do governo com a inflação resultará em juros mais altos novamente. O crédito ficará caro e a parcela de financiamento do imóvel, maior, o que fará o preço cair.

    Já o professor de Finanças da PUC-SP Fábio Gallo não acredita que investir em imóveis seja uma boa opção para estrangeiros ou brasileiros, devido ao problema da liquidez:

    – Ninguém consegue transformar um imóvel em dinheiro de um dia para o outro. Em São Paulo, por exemplo, você pode adquirir um apartamento caro e perder dinheiro se ao redor surgir uma favela.

    Mauro Sérgio Oliveira, economista e diretor-presidente da Oliveira Trust – administradora de fundos imobiliários -, também aponta como dificuldades para investir em imóveis a recente alta de preços, principalmente em Rio e São Paulo.

    – O mercado está muito aquecido. As pessoas veem conhecidos ganhando dinheiro e querem entrar. Mas é evidente que depois, de uma alta do porte que vimos, o investidor tem que ser cauteloso – diz Oliveira.

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    • MrK 25 de junho de 2011 at 11:38

      Oglobo é o jornal mais desesperado, eu já falei isso aqui em outros posts, eles são do mesmo grupo do Zap (que faz o FipeZap)

      a cada 2 dias o oglobo publica uma reportagem pra tentar justificar a loucura, outro dia era que os mineiros e paulistas estavam comprando o Rio todo, agora são os estrangeiros, amanhã serão os ETs, a globo está forçando horrores essa imagem do Rio-Maravilha, é um jogo de interesses sordidos, mas felizmente muita gente já notou isso

      as organizações globo comprou um terreno na rua jardim botanico, num leilão de envelope fechado, com uma oferta de preço 6x maior que as construtoras, pra ter idéia da loucura deles… espero que tomem bonito quando a bolha estourar

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      • trololó 25 de junho de 2011 at 11:44

        nao tomam, porque compraram com dinheiro das milhares campanhas governamentais BRASIL UM PAIS DE TOLOS pagas com dinheiro publico

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  • Rogerio 25 de junho de 2011 at 22:49

    Só por curiosidade a empresa Cimentos Liz está fazendo um IPO na Bovespa e depois do bookbuilding suspenderam o processo conforme trecho abaixo:

    “no dia 1 de abril de 2011, foi solicitada perante a CVM nos termos do artigo 10 da
    Instrução CVM 400, a interrupção, por até 60 (sessenta) dias úteis, do prazo de
    análise do pedido de registro de oferta pública de distribuição primária de ações
    ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal de emissão da Companhia
    (“Ações” e “Oferta”, respectivamente), em decorrência da atual conjuntura de
    mercado; e”

    http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/mercados/download/CimentosLiz_ComunicadoMercado.pdf

    Que conjuntura é essa? Será que os investidores não estão confiando no setor de construção civil para investir em uma fabrica de cimentos? Eu sei que a bolsa não vai bem, mas outros IPOs estão saindo. Porque o desanimo com o setor da construção civil (afinal cimento só serve para esse setor), o que os investidores sabem que não sabemos? Ou será que já sabemos, pelo menos nós do blog?

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  • Anonymous 26 de junho de 2011 at 00:19

    Aqui é o Anonymous ORIGINAL,

    Nos final dos anos 80 e começo dos anos 90, os Japoneses chegaram a acreditar que o palácio imperial valia mais do que o estado da California. Depois do colapso, demorou mais de uma década para voltar aos preços antes da bolha. O período ficou conhecido com a década perdida. Isso me faz lembrar que um dos erros mais comuns em negócios, talvez mesmo o mais comum, é pensar que dessa vez vai ser diferente com a Banânia.

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    • trololó 26 de junho de 2011 at 11:08

      claro q vai ser diferente na banania! eh sempre tudo diferente…

      23/06/2011 – 16:00 | João Paulo Charleaux | Santiago
      Febre do ‘crédito fácil’ lesa meio milhão de chilenos, desata crise financeira e abala governo

      operamundi.uol.com.br/conteudo/noticia/FEBRE+DO+CREDITO+FACIL+LESA+MEIO+MILHAO+DE+CHILENOS+DESATA+CRISE+FINANCEIRA+E+ABALA+GOVERNO_12974.shtml

      ou não….

      kkkkkkkkkkkkkkk

      soh deixar a inadimplencia aumentar mais um pouco (e ela VAI aumentar) pra ver o castelo de carta começar a cair

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      • luiz 27 de junho de 2011 at 12:14

        essa historia é semlehante à do Panamericano que foi comprado pela Caixa e depois pelo Pactual que é dona da PDG que é a maior construtora do Brasil, cujo presidente era presidente da Gafisa, ex maior empresa e atual maior queda na Bolsa.

        No meio disto tudo esqueceram de cobrar 1 bi em impostos pra salvar o silvio santos, ou seja, nós já estamos pagando pela bolha.

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  • Paulo 26 de junho de 2011 at 11:00

    DF tem a menor proporção de moradores donos de suas residências: apenas 59%

    Diego Amorim – Correio Braziliense

    Publicação: 26/06/2011 09:43 Atualização:

    Na cidade onde uma quitinete chega a valer meio milhão de reais, fugir do aluguel é mais difícil do que em qualquer outro lugar do país. O Distrito Federal possui a menor proporção de moradores com imóvel próprio: 59%, contra uma média nacional de 70%, segundo radiografia feita pelo Correio com base em números do Censo 2010, consolidados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O vizinho Goiás aparece em seguida no ranking, com 64%.

    Enquanto no DF 30% dos domicílios são alugados, nas outras unidades da Federação a média não passa de 18%. Especialistas elegem como o principal motivo da discrepância a escassez de terras disponíveis para construção, o que distancia a oferta da demanda e serve de justificativa para o mercado cobrar preços salgados. Em áreas nobres, como em condomínios às margens do Lago Paranoá e no futuro Setor Noroeste, o valor do metro quadrado ultrapassa os R$ 10 mil.

    Apesar de parecer um contra-senso o fato de Brasília — dona da maior renda per capita do país — ter a menor quantidade de imóveis próprios, os números não surpreendem o mercado. “A disponibilidade de terreno nunca foi suficiente para atender a demanda”, afirma o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF), Adalberto Valadão. Se há pouca oferta, a terra fica mais cara e o imóvel, também.

    Para o economista e professor das Faculdades Integradas (Upis) Carlos Alberto Reis, é natural que os preços mais altos façam as pessoas optarem pelo aluguel. “A capacidade de investimento para ter a casa própria em Brasília supera a observada nos outros centros urbanos”, reforça ele, que desenvolve um estudo sobre brasilienses que até possuem imóveis em algum lugar do DF, mas preferem pagar aluguel para ficar perto do local de trabalho.

    Há sete anos, a técnica em administração Vera Lívia Moreira de Miranda, 53 anos, adquiriu um apartamento na planta, em Águas Claras. Ela e a família, no entanto, vivem como inquilinos na Asa Norte. Alugam o imóvel próprio por R$ 1,2 mil e pagam R$ 2,3 mil onde moram, fora R$ 450 de condomínio. “A vida acaba ficando mais cara, mas hoje em dia é inviável para a classe média comprar um apartamento no Plano Piloto”, comenta.

    Funcionalismo
    Os servidores públicos que chegam a Brasília também ajudam a explicar as estatísticas. A maioria, apesar dos bons salários, começa morando de aluguel. “Não tem outro jeito: ou aluga ou mora muito longe de tudo”, diz o mineiro Daniel Gontijo, 31, que paga R$ 1 mil por mês para viver em um cômodo de 29 metros quadrados no Sudoeste, a 2,5km do prédio do Ministério Público, onde trabalha. “Com esse valor, alugaria uma casa em qualquer bairro nobre de Uberlândia (MG)”, compara.

    Na próxima década, a quantidade de domicílios próprios no DF deve se aproximar da média nacional, na opinião do presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi-DF), Carlos Hiram. Ele acredita que a facilidade de financiamento e a abundância do crédito imobiliário são capazes de compensar a pouca oferta. “Apesar da enorme demanda reprimida, houve uma revolução no mercado nos últimos anos que mexerá nesse cenário”, afirma.

    Imóveis vazios
    O Secovi-DF não possui estatística oficial sobre quantos imóveis ociosos existem no Distrito Federal. Representantes do mercado, porém, estimam que esse número varie entre 50 mil e 60 mil, o que representaria até 7,7% do total de domicílios mapeados pelo Censo 2010. Havia uma expectativa de que, com a chamada Lei do Inquilinato em vigor — que diminuiu a burocracia no contrato de aluguel, até mesmo sem a obrigatoriedade de fiador em alguns casos —, mais da metade dos imóveis ociosos passaria a ser ocupada. A previsão não se confirmou. Muitos donos de apartamentos no Plano Piloto, por exemplo, ainda preferem contentar-se com a valorização a correrem o risco de amargar prejuízos com inquilinos.

    Valorização crescente
    O mercado reconhece que, após o boom dos últimos três anos, a margem de crescimento do valor dos imóveis será menor em 2011. No entanto, o presidente da Ademi-DF, Adalberto Valadão, nega estabilização dos preços. “Não existe isso, é conversa fiada. Agora, há uma tendência de crescimento menor, o que em algum momento iria acontecer”, afirma.

    A valorização média dos imóveis em 2008 no DF foi de 50%. Apartamentos no Sudoeste protagonizaram casos emblemáticos, com saltos de até 80%. No ano seguinte, a variação atingiu 25% e, em 2010, ficou em torno de 20%. Este ano, a margem mínima já tem alcançado 15%. “Seguramente o percentual deste ano continuará batendo toda e qualquer aplicação financeira”, diz Valadão.

    Para o mercado imobiliário, o limite de crescimento em Brasília está longe de ser alcançado. Segundo os especialistas, no Plano Piloto, por exemplo, a escassez de terrenos livres e as limitações impostas pelo tombamento justificam a continuidade do crescimento.

    Palavra de especialistas

    O que é mais vantajoso: alugar ou comprar?

    Comprar
    “Do ponto de vista de investimento, é claro que comprar imóvel em Brasília é melhor do que pagar aluguel. Quando se compara a valorização e o que o aluguel traz de rendimento, a constatação é que a compra é a melhor opção.”
    Adalberto Valadão, presidente da Ademi-DF

    Alugar
    “Do ponto de vista econômico, faz sentido pagar aluguel em Brasília. O valor absoluto pode aparentar ser caro, mas ele está baixo. No DF, o aluguel varia entre 0,3% e 0,4% do preço do imóvel, enquanto em outras cidades fica entre 0,7% e 0,9%. Muita gente compra contando com a valorização, mas não faz essas contas.”
    Adolfo Sachsida, economista e professor da Universidade Católica de Brasília

    Depende
    “O aluguel que se paga em Brasília ainda é baixo em relação ao preço do imóvel. Há espaço para crescimento e é o que deve ocorrer daqui para frente. No entanto, ainda há a ideia de que aluguel é dinheiro que vai para o lixo. E morar na casa própria continua sendo o sonho do brasileiro. Cada um deve analisar a situação e chegar a sua própria conclusão.”
    Carlos Hiram, presidente do Secovi-DF
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    http ://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/ultimas/2011/06/26/interna_ultimas,44865/df-tem-a-menor-proporcao-de-moradores-donos-de-suas-residencias-apenas-59.shtml

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    • Paulo 26 de junho de 2011 at 11:07

      Imóveis vazios
      “O Secovi-DF não possui estatística oficial sobre quantos imóveis ociosos existem no Distrito Federal. Representantes do mercado, porém, estimam que esse número varie entre 50 mil e 60 mil, o que representaria até 7,7% do total de domicílios mapeados pelo Censo 2010. Havia uma expectativa de que, com a chamada Lei do Inquilinato em vigor — que diminuiu a burocracia no contrato de aluguel, até mesmo sem a obrigatoriedade de fiador em alguns casos —, mais da metade dos imóveis ociosos passaria a ser ocupada. A previsão não se confirmou. Muitos donos de apartamentos no Plano Piloto, por exemplo, ainda preferem contentar-se com a valorização a correrem o risco de amargar prejuízos com inquilinos.”

      O maior papo furado que existe é o do deficit habitacional e da falta de terrenos.

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      • trololó 26 de junho de 2011 at 11:26

        “ainda preferem contentar-se com a valorização a correrem o risco de amargar prejuízos com inquilinos”

        W-H-A-T????

        isso sim é o que se chama de dissimulação

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    • John 26 de junho de 2011 at 17:57

      Jornaleco comprado. Sem mais.

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  • Paulo 26 de junho de 2011 at 11:09

    Juros corroem o orçamento dos endividados

    Taxas de mais de 200% ao ano no cartão de crédito e cheque especial levam milhões de pessoas às listas de maus pagadores

    Victor Martins

    Publicação: 26/06/2011 09:08 Atualização:

    Não é preciso ser nenhum especialista em economia para perceber o quanto as taxas de juros cobradas dos consumidores brasileiros são elevadas e que o excesso de dívidas pode levar à destruição financeira. Enquanto, no país, os encargos dos cartões de crédito são, em média, de 237,69% ao ano (10,69% ao mês), nos Estados Unidos e na Inglaterra estão, respectivamente, em 14,84% (1,16% mensais) e 16,80% (1,30% ao mês) anuais.

    O vendedor Gilmar Pereira está com o nome sujo por não pagar R$ 5 mil
    Supondo que, ao longo de um ano, o consumidor pague apenas 10% da dívida por mês — mínimo permitido pelo Banco Central para quem já tem cartão de crédito; nos novos, o piso é de 15% —, ao fim do prazo a pessoa continuará devendo praticamente o valor inicial da fatura. Ou seja, um débito de R$ 1 mil, depois de 12 meses de consecutivas amortizações, continuará em R$ 953,03. Na Inglaterra, seguindo a mesma regra, o saldo final do cartão será de R$ 361,71 e, nos EUA, de R$ 356,25. Caso os mesmos R$ 1 mil deixem de ser pagos no cheque especial, em um ano, a fatura mais que dobrará, atingindo R$ 2.426.

    Diante desse quadro, Geraldo Tardin, presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), não tem dúvidas: os juros abusivos praticados no Brasil, somados à falta de planejamento financeiro, são os maiores vilões do superendividamento das famílias. Para ele, os consumidores que só pagam o valor mínimo do cartão de crédito são os mais prejudicados. Não à toa, o BC elevou para 15% o valor mínimo para pagamento desde 1° de julho, piso que subirá para 20% em dezembro. “Já recebi mais de mil clientes com problemas. Se parássemos para analisar como os juros corroem o orçamento deles, todos estariam em situação falimentar”, afirma.

    Na Justiça
    Para os especialistas, é preciso deixar claro que pegar um empréstimo ou comprar um bem financiado, como um carro, não tem nada de anormal. O crédito, ao contrário, é vital para estimular o crescimento econômico, desde que sem exageros. “Portanto, basta ter bom senso. Comprar com cartão de crédito, por exemplo, só se for para pagamento integral da fatura no vencimento”, ensina Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). “Em qualquer outra situação, o consumidor estará fazendo um péssimo negócio. Isso porque os juros do cartão são um caminho certo para a inadimplência”, avisa.

    As dicas para sair do atoleiro são muitas. No caso de quem se enrolou com as prestações de um financiamento ou contraiu empréstimos impagáveis, renegociar os débitos pode ser uma opção para tirar o nome dos cadastros de maus pagadores. Em casos extremos, a Justiça pode ajustar a dívida ao orçamento do devedor. O advogado especialista em direito do consumidor Milton Cleber Lopes conta que o número de pessoas que acionam os tribunais para renegociar os débitos vem aumentando.

    Saiba mais…
    Brasileiros endividados recorrem a grupos de Devedores Anônimos “Infelizmente, o consumo desenfreado está sendo incentivado. Qualquer pessoa consegue um cartão de crédito ou um cheque especial com limites bem superiores ao salário. Só não se dão conta dos juros altíssimos”, diz. “Quando recorre a um crediário, o consumidor analisa apenas se a prestação cabe no seu orçamento, não vê o quanto a mais terá de pagar em taxas”, acrescenta. A consequência disso são contas enroladas.

    O advogado ensina como contestar os juros altos na Justiça. “Se a pessoa achar que são abusivos, pode entrar com uma ação. São muitos os casos vitoriosos”, garante. Mas é importante, também, reclamar nos órgãos de defesa do consumidor. “Os Procons não podem punir, mas oferecem cálculos para serem usados nas perícias judiciais, o que ajuda nas decisões”, alerta. Quanto às negociações, ele aponta que 99% dos casos têm êxito. “Após cinco anos de dívida, o credor é obrigado a retirar o nome do devedor dos serviços de proteção ao crédito (SPCs). Por isso, prefere receber uma quantia menor do que perder tudo.”

    Corda no pescoço
    O vendedor Gilmar Alves Pereira, 30 anos, deve mais de R$ 5 mil, fruto do financiamento de uma moto, que não consegue renegociar. Seu nome está sujo há seis meses. “Eu ligo para o vendedor toda semana e, na loja, me pedem para eu ligar depois, pois vão analisar o caso”, conta. Ele reconhece que avançou o sinal ao não se dar conta de que, com as taxas de juros cobradas nas prestações, não teria como pagá-las.

    Louca por bolsas, Rachel Scott cancelou os cartões para evitar problemas
    Não é a primeira vez que Pereira fica com a corda no pescoço. “Sempre gasto demais e acabo tendo de renegociar. Mas são valores pequenos, de até R$ 200. Desta vez, exagerei”, assume. Apesar do aperto, faz novos planos. “Quero trocar de carro”, afirma.

    Com dezenas de bolsas em sua casa, a estudante Rachel Scott, 19, não resiste à tentação de consumir. “É a minha paixão”, admite. Alguns exemplares ela usou apenas uma vez. “O prazer está mesmo em ter e guardar”, relata. A jovem, entretanto, não se considera uma consumidora compulsiva. “Não me acho consumista, mas gosto muito de comprar. Quem é não assume”, diz. Seu cartão de crédito teve de ser bloqueado para que ela não passasse dos limites. “Cancelei, porque sabia que ficaria endividada.”
    http :// www .correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2011/06/26/internas_economia,258451/juros-corroem-o-orcamento-dos-endividados.shtml

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  • Paulo 26 de junho de 2011 at 11:11

    Brasileiros endividados recorrem a grupos de Devedores Anônimos

    Eles tentam se livrar da compulsão por gastos, que mina as relações familiares e prejudica o trabalho

    Victor Martins

    Publicação: 26/06/2011 09:06 Atualização:

    Dia após dia, uma legião de brasileiros está vendo a vida familiar se desintegrar por um mesmo motivo: o excesso de endividamento. O problema aflige, principalmente, os quase 40 milhões de consumidores que ingressaram no mercado nos últimos 10 anos sem a mínima informação sobre o crédito. São pessoas que, por um bom tempo, se viram privadas de produtos essenciais. Mas, com a grande oferta de empréstimos e financiamentos, puderam satisfazer todas as necessidades — um ganho e tanto para qualquer sociedade, não fossem os juros tão elevados cobrados no Brasil, que, em média, comem cerca de 25% da renda dos lares do país. Nos casos mais extremos, as despesas com dívidas engolem mais de 30% dos rendimentos dos consumidores.

    Dados mais recentes do Banco Central e da Confederação Nacional do Comércio (CNC) indicam que 64% das famílias têm, atualmente, algum tipo de dívida. Do total dos consumidores, 53% devem mais do que ganham, 25% têm contas em atraso e quase 9% admitem que não têm mais condições de pagar nada. Diante desse quadro assustador, os devedores pedem socorro. Com medo de perder o bem mais precioso, a família, e, por tabela, todo o suado patrimônio que construíram por décadas de trabalho, eles estão buscando ajuda de escritórios de advocacia especializados em negociar débitos sobre os quais incidem taxas de juros abusivas.

    O drama é tamanho que, com o auxílio de advogados, os que têm dívidas em excesso também começam a recorrer a grupos denominados Devedores Anônimos, nos moldes dos Alcoólicos e dos Narcóticos Anônimos. Objetivo: livrar-se da compulsão por comprar. Oficialmente, existem três desses grupos em São Paulo, três no Rio de Janeiro, dois no Paraná e um no Ceará. No Distrito Federal, tentou-se montar algo semelhante, mas faltam voluntários dispostos a coordenar os trabalhos.

    “É sempre muito difícil encontrar pessoas que vistam a camisa dessa causa. A maioria que participa dos encontros quer apenas sair do vermelho ou tentar amenizar os sintomas da doença. Em Brasília, ninguém quer ser coordenador do grupo”, diz um dos líderes do Devedores Anônimos de Londrina (PR), que prefere não se identificar por também ser um comprador compulsivo. “Trata-se de uma doença chamada oneomania. Ela não tem cura. Por isso, é preciso estar sempre alerta e vencer um dia de cada vez”, acrescenta.

    Em São Paulo, uma integrante de um desses grupos conta que o excesso de dívidas e o desejo irrefreável por consumir a levaram ao distanciamento da própria família. “Quando passei a frequentar as reuniões, meu único objetivo era pagar as dívidas a fim de reconquistar a confiança em minha casa, já que as relações estavam estremecidas”, conta. “À medida que frequentava as reuniões, muitas fichas caíam. Entre elas, tive a percepção dos muitos padrões de comportamento que me levavam ao endividamento excessivo. Um deles foi a incapacidade de dizer não e de fixar limites. Outro foi o hábito de mentir. Mentia para não sofrer retaliações, não ser discriminada no meu círculo de amigos”, relembra.

    Extrema necessidade
    Os consumidores são atropelados pelas dívidas quando incorporam no orçamento doméstico os limites do cheque especial e do cartão de crédito, as modalidades de financiamento mais caras do mercado, com juros na casa dos 10% ao mês. Na avaliação dos especialistas, qualquer pessoa só deve recorrer a essas linhas em caso de extrema necessidade. O que se vê, no entanto, é que os brasileiros estão comprometendo o grosso dos salários com gastos supérfluos, compram sem pensar, mesmo que os juros cheguem a 600% ao ano, como os cobrados nos cartões de crédito do Itaú Unibanco.

    “Para se livrar das dívidas é necessário ter em mente que é preciso combater suas causas e não seus efeitos. E isso só se faz com educação financeira”, explica Reinaldo Domingos, educador financeiro. Ele ensina que, para se livrar do endividamento, é preciso criar uma estratégia. Podem ajudar medidas como negociar com os credores, economizar para comprar à vista e até usar um instrumento liberado pelo Banco Central denominado portabilidade de crédito, no qual se leva o débito para outro banco a juros mais baixos e prazos mais confortáveis para pagamento.

    A economista Ione Amorim, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, alerta, contudo, para as armadilhas criadas pelo mercado — ou seja, golpes travestidos de soluções para os devedores aflitos. Uma das artimanhas é o parcelamento das compras já divididas. Na prática, as pessoas compram um produto e dividem o valor em seis prestações. Mas quando recebem o boleto ou a fatura em casa, chega junto a proposta de redividir o débito em até 12 vezes. O problema é que as parcelas originais já carregam juros. E, sobre as 12, há casos em que as taxas chegam a 11% ao mês ou mais de 240% ao ano. Quer dizer: são oferecidos juros abusivos sobre juros. Um crime disfarçado de facilidade para os desesperados.

    Mentiras e humilhação
    Os especialistas consideram a oneomania uma doença obsessivo-compulsiva. Nesse caso, a pessoa tem comportamentos característicos além de comprar em excesso, como, por exemplo, contar objetos sem conseguir parar. A falta de planejamento torna-se patologia quando as dívida levam infelicidade à vida familiar, tiram a concentração no trabalho e acabam com a reputação. Ainda são listados como sintomas o sentimento de humilhação devido ao endividamento e as mentiras para familiares e credores a fim de gastar mais.

    http: // www .correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2011/06/26/internas_economia,258450/brasileiros-endividados-recorrem-a-grupos-de-devedores-anonimos.shtml

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  • ABC 26 de junho de 2011 at 11:59

    First-time Buyer Housing Affordability Index

    Acompanho com frequencia o debate nesse site. me coloco do mesmo lado do MrK, Duda entre outros.

    Nao sei se ja foi tratado aqui nessa discussao, mas um dos pontos mais importantes na minha opiniao (nao especializada) eh a questao de acessiblidade ao 1ro imovel. No meu entender o uso primordial de um imovel residencial, (claro) eh prover abrigo e promover a comunidade local.

    Nao vejo o mesmo como investimento primordialmente, apesar poder ser utilizado dessa maneira de maneira marginal, ou seja, por uma pequena parcela dos compradores. E esses abastecem o mercado de aluguel de maneira geral.

    O exposto acima esta de cabeca pra baixo demonstrando claramente nossa versao tupiniquim da “exuberancia irracional”.

    Vejo a forca do poder/midia tentando sustentar essa irracionalidade, e infelizmente quando a exuberancia passar, muita gente ira se ver em situacao financeira de inadimplencia ou de grandes perdas financeiras.

    A associacao de corretores de imoveis da California (CAR) criou um indice interessante e me pergunto como ficaria o mesmo adaptado ao nosso mercado.

    First-time Buyer Housing Affordability Index Methodology
    www .car.org/marketdata/data/ftbhaimethodology/?version=1#

    Como nossa realidade eh permeada de muita diferenca social creio que teriamos que adotar diferences “casas padrao” para diferentes parcelas da populacao.

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  • RRR 26 de junho de 2011 at 12:29

    Apesar das notícias a bolha vai continuar inchando.

    A facilidade do governo em emitir 30 bi e o mercado comer sem engasgar (como fez na semnana passada para repassar ao BNDES) mostra que o governo ainda tem muita bala na agulha.

    E o governo é o principal interessado que a bolha continue inchando, pois aumenta o emprego, aumenta a renda do trabalhador (pois o mercado de trabalho fica aquecido) e aumenta o PIB (mesmo que seja um aumento baseado no endividamento e não no aumento da riqueza).

    Acho que a bolha já pode ter chegado no efeito bicicleta, ou seja, não pode parar (de inchar), senão … “pop”, pois vejam a palavra de quem entende muito de mercado imobiliário sobre a estabilização de preços, o presidente da Ademi-DF: “Não existe isso, é conversa fiada.”

    Ele sabe o que diz, talvez só esteja omitindo onde isso vai parar.

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    • trololó 26 de junho de 2011 at 12:47

      e o FED continua dizendo que a inflação americana está na casa dos 2 a 3%, enquanto economistas chamam o FED de mentiroso, dizendo que a inflação está próxima de 10%

      pode ser que a dilminha ainda tenha balas na agulha, mas se não conseguirem deter o aumento da inadimplência, vai vir tudo abaixo muito antes do que eles planejam, já que nos eua o gatilho de tudo isso foi a alta súbita da inadimplência, quando devedores simplesmente param de conseguir pagar as contas.

      pra melhorar tudo, enquanto os especialistas do governo dizem que a inflação vai diminuir no brasil daqui pra frente, qualquer um que tenha algum conhecimento sabe que 1) pelo contrário, tem tudo pra aumentar como sempre foi o que aconteceu e; 2) possível nova crise mundial se formando com grécia, espanha, portugal e itália.

      portanto, olho aberto que embora tudo parece estar nas mil e quinhentas maravilhas, do mesmo modo tudo por descer abaixo sem muita demora ou alarmes soando.

      vale o que esse carinha aqui também está falando:

      youtube.com/watch?v=2tsKl26Q3o0

      youtube.com/watch?v=RIj7R5b06j8

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      • MrK 26 de junho de 2011 at 13:27

        Pessoal,

        a melhor analogia que fazem da bolha pra mim é a do alcoolatra

        quando entramos numa bolha ficamos bebendo alcool demais, (crédito solto), e sabemos que teremos uma ressaca (estouro), o que o governo faz pra postergar a ressaca é dar mais alcool pro cara beber, isso funciona mesmo, só que tem um limite, determinado momento simplesmente ele nao aguenta mais…e claro, quanto mais alcool pior será a ressaca!

        no Rio a quantidade de apartamentos a venda no ZAP é record total, nunca vi tanto imovel sendo oferecido, aumentou demais mesmo, fora que toda semana vê-se os mesmos imóveis… percebo que a venda realmente não tá tão aquecida como querem nos fazer crer, alias, o relatorio da gafisa mostra isso bem com números.. acho que a demanda já secou muito, por mais que o governo tente empurrar outra dose…

        abracos

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      • RRR 26 de junho de 2011 at 13:40

        Perfeito. Tudo hoje está em céu de brigadeiro, mas o cenário muda do céu para o inferno instantanemente (vide o velho efeito manada), principalmente no Brasil onde a economia esta sendo gerida da forma que vemos (vou poupar os adjetivos).

        De fato a inadimplência pode ser o gatilho da bolha, mas quando esta (a inadimplência) ficar bem evidente o governo ainda vai gastar algumas balas (possivelmente as últimas) para segurar o cenário. Hoje o governo gasta as balas para manter a oferta de dinheiro para o crédito.

        Toda a pujança econômica deste governo está baseada na bolha imoiliária, ou seja, para o governo a bolha é questão de sobrevivência.

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      • Anonymous 26 de junho de 2011 at 15:57

        trololó,

        Considerando todos os paises do mundo, e se eu tivesse que apostar que uma bolhas imobiliária iria estourar justamente pela falta de pagamento das prestações do financimento, escolheria o pais com a maior taxa de juros do mundo. Mas espere … escolheria a Banânia!!!

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        • trololó 26 de junho de 2011 at 16:25

          não acredite somente na taxa de juros como unico catalizador da inadimplência, como os meios de jornalismo, que culparam o aumento de 8% em um mês dos inadimplentes na taxa de 0.25% de aumento da selic.

          como eu disse, vai aumentar a inflação ainda mais, puxando a inadimplência pra cima, e um exemplo claro de se ver é o seguinte:

          Os trabalhadores ameaçam com uma chuva de greves no segundo semestre deste ano, depois do sucesso da paralisação de 37 dias que garantiu aos metalúrgicos da Volkswagen, no Paraná, maior parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e aumento real de 2,5% para os salários. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, disse que as paralisações vão “pipocar” a partir do mês que vem, quando mais de cinco milhões de trabalhadores estarão em campanha salarial. Ontem, cinco centrais sindicais anunciaram grandes manifestações. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) já havia anunciado uma mobilização para 6 de julho.

          ainda por cima, as vendas de carros estão caindo, e a máfia dos sindicatos quer empurrar o salário pra cima. exceto o consumidor final através do aumento de preços, quem mais poderia pagar? alguém acha que as montadoras irão diminuir a margem de lucro?

          Além dos 5 milhões de trabalhadores da Força Sindical, outros dois milhões estarão em campanha salarial pela CUT no segundo semestre. Petroleiros e bancários têm data-base em setembro; químicos, em outubro; e metalúrgicos do ABC paulista, em novembro. No ano passado, eles conseguiram, em média, aumento real de 3,4%. O secretário-geral da CUT, Quintino Severo, disse que, apesar do crescimento menor da economia este ano, não dá para aceitar um reajuste menor que o de 2010.
          – Vamos fazer uma campanha intensa, com muita greve, se for necessário – disse Severo.

          relacoesdotrabalho.com.br/profiles/blogs/no-o-globo-sindicatos-prometem

          portanto, se engana quem acha que a inflação vai continuar caindo como noticiado, é só esperar pra ver a quanto a inadimplência vai chegar até dezembro, pra ver o caos tomar forma em 2012

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          • MrK 26 de junho de 2011 at 17:06

            trololo, quanto as negociacoes sindicais:

            Concordo que serão duras, vai ter sangue jorrando, vive bombeiros no Rio e PMs, o motivo disso pra mim são 3:

            1- Governo já prometeu 14% no minimo e agora ninguém quer aceitar menos que isso
            2- Povo endividado precisa de aumento
            3- Inflação real, sentida no bolso, MUITO MAIOR que a farsa dos 6%, as pessoas que tem aumento de 6% de salário simplesmente sentem que seu poder de compra DESPENCOU. Conheco gente que teve aumeno de 10% e não consegue manter o padrão do ano passado.

            abs

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          • trololó 26 de junho de 2011 at 17:10

            MrK

            e o aumento de ~14% do mínimo vai fazer o que com a inflação? simplesmente vai puxar o preço ainda mais pra cima, como foi em parte esse ano, e como vai ser ano que vem, que segundo os ministros, “a inflação irá converger para o centro da meta em 2012”

            hahahaha, acredite quem quiser

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          • MrK 26 de junho de 2011 at 17:20

            trololo, 14% pra mim tá mais perto da inflação real, é o MINIMO que o povo precisa só pra manter seu poder de compra..

            quem abastece o carro, quem faz compras em supermercado, quem paga aluguel, quem anda de taxi, quem tem filho em escola, sabe do que estou falando…não consigo me lembrar de NENHUMA conta minha que tenha reajustado 6%, todas muito acima

            pra comecar, se o principal custo de vida das pessoas é o aluguel, e esse reajustou pra lá de 30%, como a inflação real pode ser 6%? só mesmo nas metricas malucas do ipca que estão desconectadas com a realidade

            0
        • Anonymous 26 de junho de 2011 at 16:40

          Trololó,

          Em outra discussão, apresentei uma equação algébrica para o valor da dívida do financiamento em função do tempo, supondo sistema price e inflação zero. Supondo uma desvalorização do imóvel de somente 10% logo após a compra do imóvel para simplificar, o que pode acontecer por muitos motivos, e juros de 12%, a dívida ficará maior do que o valor do imóvel durante 12 anos. Ainda que a pessoa consiga honrar as prestações, ela vai deixar de faze-lo pois é a única atitude racional possível. Nós já vimos isso acontecer na Banânia faz algumas décadas e estou certo de que acontecerá novamente por causa do nível das taxas de juros – o maior do mundo, vale lembrar. Quem acredita que a alienação fiduciária permite retomar o imóvel, basta observar que nos leilões da Caixa, o onus de retirar o morador atual é de quem arremata o imóvel. Portanto, deixando de pagar as prestações, o sujeito ainda ganha cerca de um ano de moradia grátis.

          0
          • MrK 26 de junho de 2011 at 17:03

            Pessoal,

            eu nem acho que precise da inadimplencia subir na economia como um todo pra estourar a bolha não, veja bem:

            muitos especuladores que compraram na planta não querem o imóvel nas chaves, querem revender, eles NEM PODEM manter o imóvel, eles só pagam as parcelas minimas durante a obra financiado com a construtora

            se quando esses Aps forem entregues, o pessoal não arrumar comprador, vão se desesperar, pois terão um passivo que não podem arcar, eles vão ter que vender ao preço que for.

            0
          • Anonymous 26 de junho de 2011 at 23:58

            MrK,

            O nível das taxas de juros vai precipitar o estouro da bolha, qualquer que sejam os outros fatores econômicos.

            Endividamento do brasileiro é recorde
            economia . estadao . com . br / noticias/not_73174 . htm

            Dívida total do consumidor atingiu R$ 653 bilhões em abril e equivale a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e da Previdência

            Juro já responde por mais da metade da dívida
            economia . estadao . com . br / noticias/not_73175 . htm

            Parcela dos encargos financeiros atingiu 60% no total da dívida em abril deste ano; no mesmo período de 2010 era 56%.

            0
          • RSAR 27 de junho de 2011 at 08:36

            Anonymous, a equacao a que voce se refere é a que usava tabela price e entrada zero? São premissas fora da realidade do Brasil.

            0
  • trololó 26 de junho de 2011 at 17:44

    acredito que devido a copa e olimpíadas, será absolutamente igual aquilo que sofreu a africa do sul, e não sei se já é conhecimento de vocês, mas existem blogs com dados em relação as bolhas imobiliarias que assolaram a africa do sul:

    w w w .capetownbubble.blogspot.com/

    noticia recente e interessante, falando que especuladores estão descarregando as casas:
    w w w .iol.co.za/business/business-news/speculators-are-offloading-properties-1.1086831

    housepricesouthafrica.com/2011/03/07/a-closer-look-at-real-house-prices-reveals-a-scary-picture/

    previsões pra 2011
    housepricesouthafrica.com/predictions/

    graficos
    housepricesouthafrica.com/graphs/

    e o mais interessante de tudo:

    housepricesouthafrica.files.wordpress.com/2011/01/sa-real-house-price-tracker3.png

    lembrando que a copa faz um ano que foi realizada, e é uma pena que não conste dados de 2011 atualizados no grafico

    0
    • MrK 26 de junho de 2011 at 18:01

      particularmente acho uma idiotice comprar um apartamento de meio milhão de dolares, enfrentar burocracia, pagar impostos, pagar despesas de condominio até 2016, só pra assistir um evento… dizer que os gringos tão comprando ap aqui pelas olimpiadas é a coisa mais non-sense que já ouvi… nunca ouviram falar em hotel?

      outra coisa, tem gente que defende que a cidade receberá uma infraestrutura e por isso os imoveis irão se valorizar, outro nonsense… a cidade receberá um metrô que pelo plano deveria ter saído há 20 anos, com um projeto muito piorado diga-se de passagem, fora isso sofrerá vários retoques e puxadinhos que não durarão e terá que arcar por décadas o preço estratosférico de vários elefante brancos… dizer que isso justifica aps dobrarem de preço? dá um tempo…

      0
      • trololó 26 de junho de 2011 at 18:07

        e não justifica? claro que justifica.

        estamos no brasil, o simples fato de se pedir/cobrar mais pela mesma coisa já justifica o preço elevado: status, ou você acha que se não fosse isso, os vendedores de carros não classificariam qualquer marca que não seja brasileira que possua abs/airbag e trio elétrico como carro pra pessoas “diferenciadas”?

        trouxa é quem paga esse valor, e como dizem, todo dia nasce vários. adicione isso à ascensão de não sei quantos milhoes de pobres a não sei qual classe social, e uma ilusória estabilidade financeira e de empregos, e voilà, você tem milhões de pessoas comprando aquilo que não precisam, com o dinheiro que jamais irão ter, para impressionar as pessoas que elas não gostam.

        0
        • Anonymous 26 de junho de 2011 at 19:39

          trololó,

          Com certa tristeza, tenho observado que status é o que mais conta para muitas atitudes entre meus amigos e conhecidos. Já vi amigos morarem em localização com mais status, mas com muito menos conforto do que poderiam morar. Lembro de Eclesiastes 1: Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.

          0
  • valdecir 26 de junho de 2011 at 17:58

    Programa Minha Casa, Minha Vida deve alavancar em 2012, diz presidente da Caixa
    Em entrevista, Hereda fala ainda sobre a qualidade de imóveis e o sistema financeiro brasileiro

    Agência Brasil
    Publicação: 26/06/2011 15:46 Atualização: 26/06/2011 15:54
    O presidente da Caixa, Jorge Hereda, tem a missão de levar adiante um dos principais programas de governo, o Minha Casa, Minha Vida. A segunda fase do programa, lançada no dia 16 deste mês, prevê a construção de 2 mil moradias entre 2011 e 2014. Mas Hereda já conta com a ampliação dessa meta em 600 mil unidades, na expectativa de o programa avançar.

    “ Quando a presidenta [Dilma Rousseff] lançou o programa, ela falou que, se daqui a um ano estiver tudo andando bem, pode haver essa ampliação. Temos certeza que daqui a um ano estaremos bem na contratação”, disse Hereda, em entrevista
    Saiba mais…
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    Corte no Orçamento não vai afetar Minha Casa, Minha Vida, afirma Miriam Belchior
    à Agência Brasil. Segundo ele, não haverá limites no Orçamento para os projetos de construção de moradias. “Vamos contratar, neste segundo semestre, significativamente e vamos entrar 2012 em posição muito favorável para seguir em voo de cruzeiro.”

    Nesta entrevista, Hereda afirma ainda que espera maior participação de outros bancos na oferta de crédito imobiliário do país. “Hoje temos de 70% a 75% do crédito imobiliário do país. Vamos continuar sendo os maiores agentes financeiros, ter o maior número de crédito, mas outros também vão crescer porque a demanda é muito grande”, destacou. Natural de Salvador, Hereda assumiu a presidência da Caixa em março deste ano, após ser vice-presidente de Governo do banco.

    Agência Brasil: Qual é a expectativa da Caixa para o andamento da segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida?
    Jorge Hereda: A gente tem dentro da Caixa 140 mil unidades remanescentes de projetos da primeira fase do programa. Estamos começando a entrar em contato com os proponentes desses projetos para verificar se mantêm o interesse, quais são os ajustes que precisam ser feitos para que isso se concretize. A portaria do Ministério [das Cidades, que vai permitir o início da operação da segunda fase do programa] está saindo na segunda-feira. Paralelamente a esses 140 mil, vai ser possível, assim que a portaria sair, receber projetos novos.

    ABr: A Caixa tem alguma previsão de quantos novos projetos devem ser analisados após a portaria ser publicada?
    Hereda: Esse número de 140 mil dentro de casa é significativo para se trabalhar. E já tem gente preparando projetos novos. Temos ainda na Caixa outro número de estudos que podem ser trabalhados na nova regra [da segunda fase do programa]. Não vamos ter limite de Orçamento no sentido de as pessoas fazerem o projeto e não conseguirem contratar. Vamos ter, como no primeira fase do Minha Casa, Minha Vida, um tempo em que os projetos [de construção das casas] maturem e uma concentração de contratações mais adiante. Enquanto isso, as 140 mil unidades vão ser trabalhadas, com condições de contratação até dezembro.

    ABr: Quando teremos essa concentração de contratos de construção de casas?
    Hereda: Parte dos projetos que estão dentro da Caixa já foram aprovados, passaram pelas prefeituras, foram feitas todas as análises e contam com as licenças necessárias. Outra parte ainda está evoluindo nesse sentido. É provável que projetos novos tenham contratação em novembro ou dezembro. Vamos contratar, neste segundo semestre, significativamente e vamos entrar 2012 em posição muito favorável para seguir em voo de cruzeiro.

    ABr: Algumas construtoras têm reclamado da falta de terrenos em grandes cidades para o programa. O que pode ser feito para resolver esse problema?
    Hereda: Quando o município ou estado tem uma proposta de política habitacional que combina com o Minha Casa, Minha Vida, a viabilidade aparece. Nesses locais, os valores [dos imóveis enquadrados no programa] foram ajustados significativamente, mas há limites para não alimentar a especulação. Não pode um programa do governo federal nessas cidades ser o único recurso para viabilizar habitação. Não tem como fazer uma política habitacional para a baixíssima renda com a concentração de subsídios que o governo federal está colocando, sem nenhuma contribuição de outros entes.

    ABr: Como será a atuação da Caixa para evitar que as pessoas recebam casas com problemas de qualidade dos imóveis, como infiltrações e rachaduras?
    Hereda: Teremos no Minha Casa, Minha Vida várias formas de obter a casa. Na primeira faixa de renda [até R$ 1,6 mil], a Caixa analisa desde o projeto, o empreendimento inteiro, contrata a empresa que apresentou o projeto e fiscaliza. Posso assegurar, que nesses casos, somos muito rigorosos e não temos problemas de qualidade. A outra forma de obter o programa é por meio do financiamento. O que apareceu na imprensa há um tempo foram alguns problemas com imóveis que foram financiados já prontos. As pessoas podem aparecer no balcão da Caixa e dizer que estão comprando um apartamento pronto. Neste caso, a Caixa não acompanhou a obra. Apareceram alguns problemas principalmente de pequenos construtores. Assim que verificamos esse problema, de imediato, alteramos as normas de contratação no balcão, aumentamos as exigências, estabelecemos a necessidade de apresentação de uma série de documentos relacionados com a qualidade do imóvel, a vistoria passou a ser mais rigorosa. Além disso, qualquer empresa que faça um imóvel para a Caixa e tenha problemas de qualidade vai para um cadastro restritivo do banco. A empresa não pode contratar mais com a Caixa até que esse problema seja resolvido e ela mostre que tenha capacidade. Os sócios da empresa, se montarem outra, não podem contratar com a Caixa. A gente está fazendo isso também para os empreendedores individuais.

    ABr: O que mais foi feito para prevenir esse tipo de problema?
    Hereda: Fizemos também uma cartilha para que o comprador verifique o que é preciso olhar no imóvel. No nosso relacionamento com o cliente, a gente já apresenta para ele o que precisa exigir ao comprar um imóvel. Assim que chegou a informação [de casas entregues sem a qualidade devida], a gente fez uma vistoria em lugares com mais contratação de imóveis individuais e verificamos que não são todas as casas que têm problema. Agora é impossível construir um milhão de casas e não ter nenhum tipo de vício construtivo.

    ABr: Os saques em cadernetas de poupança superaram os depósitos por dois meses seguidos, segundo dados do Banco Central referentes ao sistema financeiro. A redução desses recursos usados pelos bancos para financiar a casa própria preocupa a Caixa?
    Hereda: Na Caixa, isso não aconteceu [saques maiores do que depósitos]. Mas é claro que há uma preocupação. A Caixa seria irresponsável se não tivesse uma visão estratégica em relação à quantidade de recursos de que dispõe. O financiamentos com recursos da poupança, SBPE [Sistema Brasileiros de Poupança e Empréstimo], tem um crescimento médio de cerca de 50% por ano, é estrondoso, enquanto a poupança tem crescido em torno de 20%. É natural que os recursos de poupança não consigam sustentar um crescimento dessa ordem. Isso não quer dizer que os recursos vão acabar. A poupança sempre vai existir. Tem também os retornos [pagamentos] dos financiamentos. Todos bancos que fazem crédito imobiliário discutem alternativas de funding [fonte de recursos] para habitação. Acho que temos até 2013 para desovar as alternativas que vêm sendo discutidas. Isso vai acontecer a partir do início do ano que vem. Não existe a possibilidade de não se ter recursos. O que pode acontecer é um crescimento menor [do crédito habitacional] do que a gente vinha observando nos outros anos.

    ABr: O dinheiro da poupança é uma fonte de recursos mais barata. Com a redução desses recursos, a tendência é aumentar os juros dos financiamentos imobiliários?
    Hereda: Não vai faltar dinheiro, mas pode ser que, caso não se consiga um recurso que tenha uma remuneração mais em conta, os juros aumentem. Vai ser a poupança mixada com outro funding. Mas acho que a gente não vai ter esse problema nem este ano nem no outro. Tem esse prazo para a gente pensar.

    ABr: Quais são as alternativas de fontes de recursos para a habitação?
    Hereda: No Minha Casa, Minha Vida, que interessa para as faixas de renda que mais precisam de habitação, as fontes de recursos são do governo federal, em subsídios, e do FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço]. O FGTS tem uma disponibilidade de recursos para financiamento nos padrões do Minha Casa, Minha Vida em até dez anos, tranquilamente, de R$ 25 bilhões, por ano. Portanto, para o Minha Casa, Minha Vida não se fala em falta de recursos. Se houver esse problema no SBPE, você está falando de uma faixa acima e também pode ser equacionado ao se verificar não só a questão da tabela de preços, mas também o tempo de financiamento. Não é uma coisa assim tão trágica como as pessoas falam. O mercado passa a buscar redução nos custos de administração da carteira. Além disso, existem outras variáveis. Nenhum país do mundo tem uma política habitacional só com duas fontes específicas que podem ser esgotadas. A maioria dos países financia com recursos da tesouraria [setor de captação e aplicação de recursos dos bancos]. A tendência também é que, em médio prazo, os juros caiam no Brasil. Se os juros caírem, chegando a uma situação em que você tenha o que a poupança hoje paga, a tesouraria dos bancos já passa ser viável para financiar.

    ABr: O senhor acha que há condições de se ter redução na taxa básica de juros, a Selic?
    Hereda: Em curto prazo, sem dúvida, não é o cenário. Mas, quando isso acontecer, não vai ser um problema ter funding específico para habitação. Agora não dá para ficar parado esperando que isso aconteça. O importante é que haja essas medidas [alternativas de captação de recursos pelos bancos] até o ano que vem e que se possa entrar 2013 com a tranquilidade de que se precisa. A carteira imobiliária da Caixa pode ser securitizada, e criados papéis que possam ser vendidos no mercado. No Brasil, não temos os problemas que os Estados Unidos tinham de originar crédito podre, com análise de risco irresponsável, empacotar tudo e sair vendendo. Aqui isso não existe. Os recursos no Brasil não devem ficar parados até serem retornados no prazo previsto.

    ABr: Como a Caixa avalia a inadimplência em cenário de alta da inflação?
    Hereda: Ouço muito que a inadimplência aumentou, mas não é uma realidade que a Caixa está vivendo no crédito imobiliário. A nossa inadimplência varia em uma única faixa há muito tempo. O crédito comercial tem um aumento maior, mas não há deterioração da carteira.

    ABr: Como o senhor imagina a Caixa ao final dos quatro anos de governo?
    Hereda – A Caixa vem crescendo nos últimos anos. No crédito imobiliário, saímos de R$ 5 bilhões em 2003 para cerca de R$ 78 bilhões [de nova contratações] no ano passado. Isso é um crescimento impressionante. Hoje temos de 70% a 75% do crédito imobiliário do país. Vamos continuar sendo os maiores agentes financeiros, ter o maior número de crédito, mas outros também vão crescer porque a demanda é muito grande. Mas a Caixa vai ter sempre habitação como seu carro-chefe. A cara da Caixa é habitação e o banco estará sempre estrategicamente posicionado nesse setor. Então, daqui a quatro anos vamos ter melhorias tecnológicas, maior velocidade na execução do crédito. Nosso desafio é ser também o primeiro banco de relacionamento das pessoas, não só o banco da poupança e do crédito imobiliário. Além disso, a Caixa vai continuar sendo o principal agente das políticas públicas do governo federal. Isso é uma vocação da Caixa. E, com certeza, vamos ter cumprido a meta de 2,6 milhões de unidades contratadas no Minha Casa, Minha Vida.

    ABr: O senhor já está acrescentando as 600 mil unidades à meta?
    Hereda: Quando a presidenta [Dilma Rousseff] lançou o programa, ela falou que, se daqui a um ano estiver tudo andando bem, tudo direitinho, pode haver essa ampliação. Temos certeza de que daqui a um ano estaremos bem na contratação e temos muita fé que ela faça isso. Sem dúvida, o Minha Casa, Minha Vida estará contratado. A primeira fase [do programa] foi muito mais difícil.

    http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2011/06/26/internas_economia,236202/programa-minha-casa-minha-vida-deve-alavancar-em-2012-diz-presidente-da-caixa.shtml

    0
  • Elias 26 de junho de 2011 at 23:18

    Formidável essa matéria do Estadão.

    Vejam que a matéria omite a valorização imobiliária ocorrida no Brasil.

    BIS adverte Brasil sobre riscos do crescimento

    Relatório divulgado ontem diz que euforia pode ser seguida de descontrole fiscal e recessão
    26 de junho de 2011 | 21h 31

    Andrei Netto, de O Estado de S. Paulo

    PARIS – Países emergentes, como o Brasil, devem ficar atentos aos riscos potenciais do crescimento econômico, cuja euforia pode ser seguida de laxismo, descontrole fiscal, crise financeira e recessão, a exemplo do cenário que hoje afeta os países desenvolvidos da Europa.

    A advertência foi feita em relatório distribuído ontem, em Basileia, na Suíça, pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS). Segundo a instituição, as economias em ritmo acelerado de desenvolvimento apresentam sintomas semelhantes ao período pré-crise na Irlanda, Espanha e Reino Unido. Para o BIS, o momento deve ser de cautela para as economias emergentes, apesar dos altos índices de crescimento. “As economias de mercado emergentes escaparam da última crise”, diz a instituição. “Agora precisam tomar nota daquela que é provavelmente a lição mais importante: é melhor prevenir do que remediar.”

    Os técnicos da instituição alertam que o mundo emergente começa a verificar desequilíbrios macroeconômicos que precisam ser enfrentados. O primeiro deles diz respeito às pressões inflacionárias, que se verificam em diversas regiões do mundo, inclusive no Brasil.

    Para tanto, o BIS sugere que os bancos centrais iniciem um processo de endurecimento das políticas monetárias, elevando os juros e mantendo a flexibilidade das taxas de câmbio. O relatório ainda exorta as autoridades monetárias a redobrarem a atenção neste momento. “O crescimento foi forte nos mercados emergentes, e a retomada parece bem engajada nas economias avançadas. Mas as autoridades errariam se relaxassem seus esforços”, diz o documento

    Para evitar surpresas, o BIS recomenda a redução do ritmo de crescimento. “Bancos centrais devem estar preparados para elevar suas taxas de juros”, diz a instituição, advertindo para o preço elevado das commodities e para o superaquecimento da economia.

    No caso da entrada excessiva de capitais externos, o controle de fluxo pode ser uma alternativa, mas apenas para casos extremos, após a adoção de medidas convencionais. “A primeira linha de defesa para gerenciar os riscos associados aos fluxos financeiros brutos e aos desequilíbrios consiste em seguir políticas macroeconômicas baseadas na estabilidade monetária e na viabilidade orçamentária. A política monetária também pode servir para conter uma expansão excessiva dos preços e do crédito”, prega a instituição. “Soluções de último recurso, cogitáveis somente em circunstâncias excepcionais, os controles de movimentos de capitais podem ser utilizados como paliativos para evitar provisoriamente o risco de entradas maciças de fundos.

    Outro motivo de preocupação em relação aos emergentes é a comparação com países em crise. Segundo o BIS, um exemplo concreto é o mercado imobiliário. Entre 2002 e 2006, o preço médio dos imóveis subiu 15% na Espanha, 11,1% no Reino Unido e 10,2% na Irlanda – países hoje em crise ou com baixo crescimento do PIB. Entre 2006 e 2010, o preço médio dos imóveis na China aumentou 11,3%.

    Também o crescimento do crédito preocupa. Enquanto no Brasil o aumento foi de 24,7% e na China de 20,2% entre 2006 e 2010, na Irlanda e na Espanha a taxa de crescimento havia girado em torno dos 20% entre 2002 e 2006.

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    • mauricio 27 de junho de 2011 at 03:41

      Enquanto em terras tupiniquins, mais especificamente na cidade de São Paulo, o aumento do imóvel chegou a 100% nos últimos dois anos. Algo está muito, mais muito errado, não?

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  • Anonymous 27 de junho de 2011 at 09:23

    RSAR,

    O sistema de amortização constante é mais vantajoso para o banco, portanto menos vantajoso para quem toma o financiamento. Se voce considerar a entrada do financiamneto, a situação só piora porque parte do valor do imóvel já foi pago adiantado. Se voce considera inflação, a situação só piora. Portanto, a conclusão é OTIMISTA do ponto de vista do tomador do empréstimo, embora fora da realidade do Brasil que é MUITO PIOR!!!

    0
    • RSAR 27 de junho de 2011 at 10:12

      Se considerar uma entrada de 40% o imovel precisa cair 60% pro saldo devedor ficar maior do que o valor do imovel.

      Porque a inflação piora a situação? Se o saldo é reajustado pela TR (1% ao ano)?

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      • RSAR 27 de junho de 2011 at 10:13

        Tá errado, precisa cair 40%.

        0
      • Anonymous 27 de junho de 2011 at 11:34

        A inflação TAMBÉM corrige o valor da prestação que inclusive pode SUBIR no SAC contrariando o que é aclamado pelos bancos. Entretanto, para compreender esse ponto é preciso saber operar as expressões algébricas que descrevem o financiamento – coisa que está muito além de todos os gerentes de banco e até mesmo diretores que já conheci. O valor presente tanto do PRICE quanto do SAC são absolutamente idênticos. Entretanto, se voce optar pelo SAC irá pagar ANTECIPADAMENTE quanto comparado com o PRICE. O ponto de qualquer financiamento não é pagar ADIANTADO de maneira OBRIGATÓRIA e sim opcional, caso sobre algum dinheiro para abater a dívida.

        0
        • RSAR 27 de junho de 2011 at 11:45

          “A inflação TAMBÉM corrige o valor da prestação que inclusive pode SUBIR no SAC contrariando o que é aclamado pelos bancos.”

          Teria como voce confirmar isso? Todos os financiamentos de imovel que eu já vi eram corrigidos pela TR. Grato.

          0
          • Frank 27 de junho de 2011 at 12:58

            pois é, pra mim seira novidade se houvesse correção por algum índice inflacionário.

            tinha entendido (aqui mesmo em outra discussão no BOLHA) q a correção era pela TR…

            0
          • Anonymous 27 de junho de 2011 at 13:52

            A TR é calculada em função da TBF (Taxa Básica Financeira) que por sua vez é calculada em função da remuneração de títulos bancários de 30 a 35 dias. A inflação só vai ficar de fora dos cálculos se os bancos forem incapazes de EMBUTIR uma expectativa de inflação para o próximo mes na remuneração desses títulos. Observe que o período é somente 30 dias. Se fosse um período muito maior do que isso, eles até poderiam não conseguir faze-lo, mas certamente chutariam valores absurdamente altos. A única maneira de corrigir o país e DECRETAR juros pré-fixados para toda e qualquer operação. Enquanto isso não acontecer, teremos JUROS + INFLAÇÃO não importa que chamemos a parcela da INFLAÇÃO de taxa de isso ou aquilo, Banânia é isso.

            0
          • luiz 27 de junho de 2011 at 15:17

            denovo o menosprezo do 1%.
            A TR hj é em torno de 1% mas amanhã pode aumentar em busca de captar dinheiro pra poupança.
            NUm prazdo de 30 anos juro sobre juro composto, ou seja, juros do juros, só ela seria capaz de aumentar 50% a divida em 30 anos, composta com o juros de 11%aa. imagina o que não faz, pode tornar a divida infinita.

            0
    • Marcelo 27 de junho de 2011 at 11:12

      Não concordo. O SAC é a melhor maneira de pagar um financiamento de longo prazo e valor elevado. Por que? Porque garante que a cada mês você está de fato amortizando a sua dívida. Se fosse usado PRICE, a amortização inicial é ínfima, sendo cada vez menor se aumentamos o prazo.
      O uso de PRICE nos anos 70 gerou as famosas dívidas infinitas. Sábia decisão mudar para o SAC, ainda mais com a correção pela TR. Como já falaram aqui, o lance é fugir de financiamentos corrigidos por índices de inflação.

      0
      • RSAR 27 de junho de 2011 at 11:34

        Isso aí, o que os bancos mais querem é usar a tabela price, pois como a prestação inicial é menor, a renda minima também, e podem emprestar pra muito mais pessoas.

        0
      • Anonymous 27 de junho de 2011 at 11:44

        Para satisfazer os tolos, a prestação é fixada por 12 meses, o que por si só gera um resíduo na dívida. Se a dívida é corrigida por um índice ()em qualquer caso a inflação é considerada) e a prestação por outro índice (equivalência salarial), então esse resíduo AUMENTA. Se acontecer da inflação começar a subir, a dívida aumenta de maneira assustadora como já aconteceu nos anos 70 e absolutamente nada garante que a inflação não volte a subir. Portanto, fazer um empréstimo de 30 anos num país onde o nome da moeda é estável somente nos últimos 17 anos é coisa de tolos.

        0
        • Marcelo 27 de junho de 2011 at 13:05

          Nisso eu concordo contigo.

          Minha discordância foi apenas no referente à escolha do tipo de financiamento. Entre SAC e price, o melhor pra imóveis é, de loge, SAC. Particularmente, acho um crime usar price para empréstimos com mais de 12 parcelas (logicamente, aqui na terra tupiniquim, aonde temos esses jurinhos tranquilos).

          0
          • Anonymous 27 de junho de 2011 at 13:28

            Marcelo,

            Por que voce acredita que o SAC é melhor quando comparado com o PRICE, se o valor presente das prestações dos dois sistemas é exatamente o mesmo? O SAC é mais difícil de pagar pois voce paga adiantado. Que vantagem voce percebe nisso se é voce quem está pagando e não recebendo?

            0
          • luiz 27 de junho de 2011 at 16:20

            peço permissão pra entrar na discussão de vcs e tentar explicar

            SAC é melhor pq o nosso sistema esconde um juros sobre juros disfarçado, nos 2 sistemas, o que seria em teoria eliminado pelo sistema price. Em países onde não existe indexação é assim

            Aqui onde há memoria inflacionária, a tal da TR definida por decreto e eterna descofiança do governo brasileiro, o quanto antes vc se livrar da divida melhor, então mesmo que matematicamente o valor presente seja examente o mesmo, na banania não é, pois o price gera um resíduo a pagar que o SAC minimiza por concentrar os maiores pagamentos antes, reduzindo o efeito tempo no vcalor do ajuste/resíduo final.

            0
          • Marcelo 27 de junho de 2011 at 17:33

            Exatamente, Luiz! Matematicamente, são equivalentes de fato. Mas na prática, no mundo real, a diferença é gigante.

            0
          • luiz 27 de junho de 2011 at 17:42

            não diria gigante, como foi no passado, mas sim tem uma pequena vantagem monetária e uma maior ainda psicologica

            0
      • Q 27 de junho de 2011 at 23:23

        Tabelas referentes a TR e inflação:
        w w w . portalbrasil . net / ipca . htm
        w w w . portalbrasil . net / tr_mensal.htm
        Nos últimos anos a TR realmente esteve bem abaixo da inflação, mas nem sempre esteve assim, na época de inflação elevada, a TR chegou a ser maior que a inflação (1992).

        0
  • Anonymous 27 de junho de 2011 at 09:27

    Acabamos de atingir o ponto do absolutamente RIDÍCULO. Da mesma maneira que os Japoneses na bolha deles achavam que o palácio imperial valia mais do que o estado da California, nós achamos que um apartamento de 150 m2 vale mais do que um castelo na Europa.

    classificados . folha . com . br / imoveis / 934766-castelo-na-europa-sai-por-preco-de-apartamento-de-luxo-no-pais . shtml

    0
  • Marcelo 27 de junho de 2011 at 11:27

    Endividamento do brasileiro bate recorde:

    economia.ig.com.br/para+cada+r+100+de+salario+brasileiro+deve+r+40/n1597048284713.html

    0
  • Anonymous 27 de junho de 2011 at 14:00

    A TR é calculada com base na TBF. Os bancos EMBUTEM expectativa de inflação na TBF para remunerar seus títulos de 30 dias. É dessa maneira que a INFLAÇÃO entre na TR. Se isso não bastasse, o cálculo da TR pode ser ALTERADO a qualquer momento para beneficiar quem? (ganha uma telesena quem adivinhar). A última vez que esse cálculo foi alterado foi em 2007 (Banco Central, Resolução nº 3.446, de 5 de março de 2007 – Altera a metodologia de cálculo da Taxa Referencial – TR.

    0
    • RSAR 27 de junho de 2011 at 16:59

      A TR é um percentual pequeno da TBF, que embute expectativa de inflação, ok.
      Mas daí a dizer que as prestações são corrigidas pela inflação (foi o que eu entendi) vai uma distancia grande.
      No futuro fica dificil de saber, mas se a TR aumenta muito, vai dar um problema sério, pois tem cada vez mais pessoas endividadas, em dividas cada vez maiores e mais longas, corrigidas pela TR.

      0
      • luiz 27 de junho de 2011 at 17:09

        A TR entra no calculo de remuneração da poupança.
        A poupança é a principal fonte de financiamento de xcasas populares
        O governo teria motivos pra mexer aí se for necessário captar
        Ou senão, mexer na remuneração da poupança sem mexer na da TR.
        Mas quem garante?

        0
        • RSAR 27 de junho de 2011 at 17:16

          Isso.
          Poup é TR + 6% a.a., FGTS é TR + 3% a.a.
          Tanto a poup. quanto o FGTS são fontes de recursos para financiamentos habitacionais.
          Podem mexer na TR ou na parte “fixa”.

          0
      • Frank 27 de junho de 2011 at 17:25

        há esse risco sim, a TR futura pode não replicar a TR passada, q tem sido, em resumo, um fator de correção BEM mais benigno do q qq índice inflacionário.

        financiamentos de 20 / 30 anos me assustam um pouco, parece um prazo muito longo para BRASIL.

        mas se a TR futura mantiver o comportamento da TR passada (qual seja, de se comportar BEM abaixo de qq índice inflacionário), as prestações futuras desses financiamentos de longo prazo virarão pó – o q seria um bom negócio para o tomador do crédito.

        só fico meio cabreiro, acho q com o crescimento das carteiras de financiamento, aumentariam as pressões (interesses) por correções + salgadas da TR.

        mexer na TR não é algo simples, e tem várias implicações macroeconômicas (a questão SELIC X poupança, o fato de a TR remunerar o FGTS, o custo de final das linhas de financiamento da CAIXA, etc.).

        enfim não pretendo – nem tenho como – emitir juízo absoluto sobre o assunto, mas acho arriscado entrar em financiamento longo contando com TR’s “baixinhas” q fariam as prestações dos últimos anos (vis-a-vis inflação) virarem pó.

        0
        • luiz 27 de junho de 2011 at 17:40

          Frank, o corretor comportado hoje promete que o bem vai se valorizar mais do que a dívida

          O bem sobe no IGPM (que corrige aluguel) ou no minimo acompanha a inflação, enquanto a divida sobe pela TR, ou seja quase nada, 1% segundo ele (deixando de lado que é juros composto sobre juros)

          Governo não tem coragem de mexer na TR,se fizer creia uma revolução ou nunca mais ganah uma eleição
          Mas e a parte fixa, ele pode? Como? Quais implicações? Quais riscos?

          0
          • olp 27 de junho de 2011 at 18:19

            pode mexer na fixa a vontade, mas ai so eh ruim pra quem nao tomou o financiamento ainda.. quem ja tomou o financiamento eh esperar o tempo passar e trocar um big mac pela prestacao (assumindo, como vcs mesmo disseram que nao havera mudanca na TR)

            0
          • luiz 27 de junho de 2011 at 19:28

            na melhor das hipoteses: juros de 9,5%aa indexado pela TR de 1%aa, é juros composto sobre juros composto, só existe no brasil
            Um monstro que nunca vai virar um big mac.
            Quem toma este tipo de financiamento ou tem muita confiança no governo ou muita coragem, ou muito dinheiro pra jogar fora ou os 3.

            Ou foi enganado pelo corretor com promessas deste tipo que falei acima

            0
          • olp 28 de junho de 2011 at 11:38

            luiz, por mais que eu tente eu nao consigo ver uma pessoa dever a (TR +9%) e aplicar a 12% ser mal negocio… isolando o preco da casa, já que sobre isso ninguem sabe de nada o que vai acontecer.

            0
          • luiz 28 de junho de 2011 at 13:50

            Olp ai está uma nuance da matemática que todo mundo erra, eu verifiquei que não é bem assim.

            Se vc pegar um valor e pagar taxa de 9,5%aa e esse mesmo valor aplicar no fundo DI que dá SELIC (12%) menos impostos, ao fim do ano vc vai descobrir que o valor pago na dívida é maior q o valor ganho no fundo.

            Isso tem 2 motivos, primeiro o imposto do fundo e a taxa de administração, vc não ganha mais do que 6% ao final do ano na melhor das hipóteses
            e Segundo uma questão matematica que eu não sei explicar, talvez alguem possa fazer melhor que eu, que é o seguinte, 9,5%aa de dívida na SAC equivale a 12% no fim do anos. Já fiz estas contas, talvez eu esteja fazendo algo errado, me avise se estiver.

            E tem um terceiro ponto, os custos cartoriais, ITBI, administrativos, etc… que elevam o custo da dívida.

            Fosse de outro jeito todo mundo se alavancaria acreditando estar fazendo bom negócio, aliás muitos fizeram mesmo isso e só agroa estão vendo que as contas não estão batendo como planejado.

            A vantagem só ocorre se o imóvel se valorizar acima da inflação, ponto que eu evc achamos temerário neste momento. O que meleva a concluir que neste momento não se deve adquirir imóvel na planta, ainda que se possa fazer bom negócio, pois não acredito em estouro de bolha tão cedo, digo uns 2 anos.

            0
          • Anon2 28 de junho de 2011 at 14:13

            “primeiro o imposto do fundo e a taxa de administração, vc não ganha mais do que 6% ao final do ano na melhor das hipóteses”

            selic = 12,25%
            IR = 15% (mais de 2 anos)
            liquido = 10,4%
            tx adm = só paga quem quer (use TD)
            obs = se o titulo for de resgate só no vencimento (não paga cupom de juros) paga ir só no fim (ir diferido = maior alavancagem)

            0
          • luiz 28 de junho de 2011 at 15:54

            TD paga tx de custódia
            titulo que pga ir só no vcto tipo cdb hj tá menor que o CDI, empata com os outros

            0
    • trololó 27 de junho de 2011 at 19:45

      quanta conveniencia mudar em 2007, justo no ano seguinte a taxa caiu pela metade!!! (coincidencia??)

      http://www.portalbrasil.net/tr_mensal.htm

      0
  • luiz 27 de junho de 2011 at 16:32

    Senhores, leiam abaixo…
    o folego deste governo é longo ainda.
    nao esperem nenhum estouro tão cedo, vejam pq

    Altamiro Silva Junior, da Agência Estado

    SÃO PAULO – O crédito imobiliário não para de crescer no Banco do Brasil. A carteira do segmento acaba de atingir a marca de R$ 5 bilhões, segundo dados divulgados pelo banco nesta segunda-feira, 27. O crescimento foi de 114% na comparação com o saldo de maio do ano passado.

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    O BB também registrou em maio o maior volume contratado para um único mês em toda a série histórica da sua carteira de crédito imobiliário, iniciada há três anos. “O ritmo continua forte e deve se manter assim”, disse à Agência Estado o vice-presidente de negócios de varejo do BB, Paulo Rogério Caffarelli.

    Em maio, o BB fechou 2 mil operações com pessoas físicas, com desembolso de R$ 289 milhões. Esse volume supera com folga o recorde anterior, de dezembro de 2010, quando foram desembolsados R$ 261 milhões.

    A meta do banco para o segmento em 2011 não foi alterada, apesar do crescimento acima de 100% das operações. Segundo o executivo, a projeção continua sendo dobrar a carteira do segmento, fechando dezembro em R$ 7 bilhões. “Talvez feche um pouco acima desse valor, mas a meta está mantida”, disse Caffarelli.

    Da carteira total do banco público, 82% das operações são de crédito para pessoas físicas e o restante para pessoa jurídica. Segundo Caffarelli, o BB vem reforçando sua atuação neste último segmento e já fechou acordos de financiamento com as 16 maiores construtoras e incorporadoras brasileiras. Na comparação com maio do ano passado, a carteira de PJ cresceu 266%, fechando o mês em R$ 854 milhões. A tendência, de acordo com o executivo, é que nos próximos anos, a participação da pessoa jurídica chegue a 50% da carteira, como ocorre nos bancos que operam com crédito imobiliário há mais tempo.

    O Banco do Brasil ocupa o quinto lugar no ranking dos bancos que operam no mercado imobiliário. O ranking é liderado pela Caixa Econômica Federal, seguida por Itaú, Santander e Bradesco. Segundo Caffarelli, a meta do BB é até o final do ano que vem estar entre os três maiores do setor. O banco tem funding de R$ 5 bilhões para emprestar.

    Minha Casa, Minha Vida 2

    Caffarelli avalia que a segunda fase do projeto Minha Casa, Minha Vida vai contribuir para manter o mercado imobiliário aquecido. O BB vai ampliar sua participação no programa do governo federal. A partir de janeiro de 2012, vai atender os mutuários com renda menor que R$ 1,6 mil. O banco já atuava no programa com a oferta de crédito com recursos do FGTS para o público com renda entre R$ 1,6 mil a R$ 5 mil.

    0
    • MrK 27 de junho de 2011 at 17:44

      luiz, o governo usa o BB frequentemente como um braço dos seus interesses, já vimos isso antes, assim como ele usa por vezes a petrobras e agora até a Vale.

      Acho que o X da questão está em ver se os bancos privados (itau, santander etc…) também estão prevendo dobrar ou crescer muito sua carteira de crédito imobiliario, se eles estão com esse mesmo direcionamento, então você tem razão quanto ao folego ser longo!

      Caso os bancos privados estejam buscando só manter ou crescer marginalmente sua carteira, aí pode ser o que eu falei: O Governo querendo usar o BB pra fomentar a bolha e não deixa-la estourar, aí o folego existe, mas é menor.

      abraços

      0
      • RAL 27 de junho de 2011 at 18:55

        Vamos na pratica , tenta financiar um imóvel no Itaú , Santader ou HSBC. se vc chegar até o final do processo com todos os cabelos será um milagre

        0
        • MrK 27 de junho de 2011 at 20:25

          Ral, estranho, se o que voce diz é verdade não faz sentido serem os maiores bancos de crédito imobiliario depois da Caixa, maiores que o BB

          ou vc vai me dizer que todo esse crédito dado por aí em 30 anos foi muitissimo bem dado e pegou só gente com condições financeiras de arcar ad eternum? com certeza teve muita gente que passou, pelo que me consta… casos de conhecidos meus

          abs

          0
          • trololó 27 de junho de 2011 at 21:23

            olha então aqui:
            http://www.sinduscon-rio.com.br/doc/HSBC_160311.ppt

            no slide 17, onde diz:
            Meta: alcançar 20% do “share of wallet” das incorporadoras excluindo financiamentos direcionados para o Minha Casa Minha Vida

            0
          • RAL 27 de junho de 2011 at 21:55

            Talvez não tenha me expressado corretamente : Quiz dizer o seguinte este Grandes Bancos Privados na hora que a Bolha começar a sondar-nos rapinho eles caem fora deste mercado , pois diferente da Caixa e do BB não tem “função social” nem obrigação de cumprir decreto presidencial para liberar crédito. Assim eles podem ter a linha de crédito mais para liberar vair ser dificil.

            0
          • MrK 27 de junho de 2011 at 22:28

            RAL agoooora entendi!!! e concordo!!

            o meu ponto é mais ou menos esse: Dizer que o BB ainda tem muita lenha pra por na fogueira não necessariamente diz muita coisa, pois ele pode estar sendo usado por razões sociais e politicas…tem que ver como os outros bancos privados vão se comportar

            e digo mais: QUANTO MAIS COMBUSTIVEL BOTAREM NESSA LOUCURA, PIOR SERÁ A CONSEQUENCIA!!!

            0
          • luiz 28 de junho de 2011 at 14:02

            Mrk, o governo não tme só banco do braisl e Caixa, mas um leque de financeiras, fora isso um exército de reserva chamado fundos de pensão totalmente so bre controle do estado.

            Vc já viu a ingerencia que estedesgoverno fez com avale, o q tá fazendo com a petrobras e com o sistema de produção de alcool.

            Eles tem anos de lenha pra queimar e o apoio externo, boas notas de classificação de risco, Qe3 prestes a entrar, 100 bi de euros a titulo de salvar a grécia..

            Veja bem, concordo com as suas conclusões apenas acho q o timing disto tudo aidna não será já,e te falo isso até pra que suas opiniões não caiam em descrédito. Essa loucura toda, no fundo é uma guerra de nervos, a guerra que entra quem quer ganhar dinheiro, e nesse jogo existem muitos peões pra serem sacrificados.

            0
          • olp 28 de junho de 2011 at 14:51

            Prezado Ral,

            o que é cair fora do mercado rapidinho?

            parar de fazer novos emprestimos e arcar com os prejuizos dos ja concedidos?

            Obrigado.

            0
  • Ricardo 27 de junho de 2011 at 20:20

    Risco de bolha imobiliária abala confiança na economia chinesa
    Valor Econômico – 27/06/2011

    Bob Davis | The Wall Street Journal, de Pequim

    Um recente declínio dos preços dos imóveis na China começa a abalar a confiança na vitalidade da economia do país e abre um debate sobre se a atividade econômica chinesa está muito alavancada. Isso foi o que fez o período posterior ao estouro da bolha imobiliária ser tão doloroso para EUA e Japão.

    Há apenas dois meses, o especialista em China Nicholas Lardy minimizou as preocupações sobre o que ele classificou de “a chamada bolha imobiliária” durante uma conferência no Instituto Peterson para Economia Internacional, em Washington.

    Agora, ele diz que um desaquecimento do setor imobiliário poderia produzir uma “grande, grande correção da economia” na China, uma visão compartilhada por outros economistas de peso.

    O que mudou? Uma crescente conscientização de que grande parte dos enormes gastos e empréstimos dos pacotes de estímulo de 2009 e 2010 resultou em compras de terrenos, elevando os preços para um nível insustentável. E o reconhecimento de que o sistema econômico chinês rotineiramente produz bolhas e que isso provavelmente não vai mudar no curto prazo.

    O governo continua a manter as taxas de depósito bem abaixo do índice de inflação para beneficiar os bancos estatais e outras empresas, que têm poder político para defender o status quo. Com poucas alternativas financeiras para vencer a inflação, os poupadores chineses compram imóveis, mesmo com a oferta bem acima da demanda.

    Entre 2006 e 2010, os investimentos no setor imobiliário deram um salto de 50%, para cerca de 9% do PIB da China, de acordo com Lardy. Naquela época, os preços dos imóveis nas principais cidades chinesas quase dobraram.

    Segundo a economista do UBS Wang Tao, dentro de três a cinco anos os preços devem retomar novamente a trajetória de alta de forma intensa, por causa da escassez de investimentos alternativos para os poupadores chineses e devido à dependência dos governos locais das vendas de terras para gerar receita. Em algum ponto, ela calcula, o boom pode abrir caminho para o estouro da bolha.

    Lardy projeta que o ciclo vai se desenvolver mais rápido. James Chanos, que aplica a descoberto na Kynikos Associates, está prevendo uma quebra iminente há dois anos. É claro que ninguém sabe ao certo. Uma série de eventos pode desencadear uma onda de vendas, incluindo uma forte alta das taxas de juros, a emergência de outras opções de investimento e um alta nos impostos sobre os imóveis.

    As estimativas de o quanto a economia poderia ser prejudicada por um desaquecimento do setor imobiliário refletem visões diferentes sobre a estrutura da atividade econômica chinesa.

    A força do mercado imobiliário afeta diretamente as indústrias de construção, de aço, de concreto, de energia e de eletrodomésticos. Cerca de 50% do PIB da China estão ligados ao destino do mercado imobiliário, de acordo com o economista Stephen Green, do Standard Chartered.

    Embora uma quebra pudesse afetar a economia, diz Green, o resultado não seria tão devastador quanto os estouros das bolhas nos Estados Unidos e no Japão. Nesses casos, a desvalorização dos preços dos imóveis levou a uma disparada dos empréstimos de alto risco, também arruinando a indústria dos bancos e secando o crédito.

    No entanto, na China, cada vez menos consumidores usam empréstimos para comprar casas. Na China, não há um equivalente às hipotecas de alto risco dos EUA.

    Outros analistas dizem que existem mais compras alavancadas de imóveis do que as estatísticas oficiais reconhecem.

    Para combater os efeitos do desaquecimento global, os bancos estatais chineses, seguindo ordens do governo, emprestaram cerca de US$ 3 trilhões, em sua maioria para empresas estatais. Estima-se que o dinheiro financiou grande parte dos projetos de infraestrutura, como a ambiciosa rede ferroviária de alta velocidade da China.

    Mas muitos dos empréstimos deram corda às compras de imóveis, disse Deng Yongheng, diretor do Instituto de Estudos do Setor Imobiliário da Universidade Nacional de Cingapura.

    Os preços nos leilões para terrenos residenciais em oito grandes cidades dobraram em 2009, principalmente devido às compras altamente alavancadas de empresas estatais, calcula Yongheng e três outros coautores. Em março de 2010, as empresas estatais elevaram o lance para um pedaço de terra em Pequim 10 vezes acima da preço inicial, de acordo com um analista.

    É difícil avaliar a magnitude das compras alavancadas.

    No último ano, o governo chinês adotou medidas para segurar as vendas de imóveis, incluindo o aumento para 60% do pagamento mínimo de entrada para o financiamento do segundo imóvel e estabelecendo o primeiro imposto sobre propriedade na China. Vários economistas projetam que esses passos vão reduzir os preços em cerca de 10% até o fim do ano. Com a demanda por apartamentos diminuindo, as incorporadoras começam a investir em minas, segundo informações do jornal estatal “China Daily”.

    Mas poucos esperam que as medidas antibolha durem, devido à preocupação do governo e do Partido Comunista de sustentar o crescimento, que é visto como uma peça importante para a estabilidade social.

    Alguns observadores também temem que um colapso do mercado imobiliário poderia levar a uma crise bancária – o tipo de calamidade que afundou os Estados Unidos e o Japão.

    0
  • Marcos 27 de junho de 2011 at 20:48

    Endividamento do brasileiro é recorde
    Dívida total do consumidor atingiu R$ 653 bilhões em abril e equivale a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e da Previdência
    26 de junho de 2011 | 21h 05

    Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo
    SÃO PAULO – O endividamento do brasileiro atingiu nível recorde. A dívida total das famílias no cartão de crédito, cheque especial, financiamento bancário, crédito consignado, crédito para compra de veículos e imóveis, incluindo recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), corresponde a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e dos benefícios pagos pela Previdência Social no País, aponta um estudo da LCA Consultores ao qual o ‘Estado’ teve acesso.

    Se, do dia para noite, os bancos e as financeiras decidissem cobrar a dívida total das pessoas físicas, isto é, juros e o empréstimo principal, que chegou a R$ 653 bilhões em abril, cada brasileiro teria de entregar o equivalente a 4,8 meses de rendimento para zerar as pendências. Os cálculos levam em conta a estimativa da massa de rendimentos nacional, não apenas nas seis regiões metropolitanas.

    Em dezembro de 2009, a dívida das famílias estava em R$ 485 bilhões, subiu para R$ 524 bilhões em abril do ano passado e, em abril deste ano atingiu R$ 653 bilhões. Apesar dos ganhos de renda registrados nesse período, as dívidas abocanharam uma parcela cada vez maior dos rendimentos da população. Quase um ano e meio atrás, a dívida equivalia a 35% da renda anual ou 4,2 meses de rendimento. Em abril deste ano, subiu para 40% da renda ou 4,8 meses de rendimento.

    “Houve uma forte aceleração do endividamento”, afirma o economista Wermeson França, responsável pelo estudo. Ele observa que uma conjugação favorável de fatores levou à disparada do endividamento do consumidor. O pano de fundo foi o crescimento econômico registrado no ano passado, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,5%. Além disso, bancos e financeiras abriram as torneiras do crédito, com juros menores e prazos a perder de vista.

    Dados de outro estudo intitulado “Radiografia do Endividamento das Famílias nas Capitais Brasileiras”, da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), confirmam o avanço do endividamento do consumidor. De janeiro a maio deste ano, 64%, em média, das famílias que vivem nas 27 capitais do País tinham dívidas, ante 61% em igual período de 2010. O valor médio da dívida aumentou quase 18%, de R$ 1.298 mensais, entre janeiro e maio do ano passado, para R$ 1.527 mensais em igual período deste ano.

    Depois da explosão do consumo no ano passado, Altamiro Carvalho, assessor econômico da Fecomércio-SP, diz que as medidas de aperto no crédito editadas pelo do Banco Central no fim de 2010, a elevação dos juros e a redução dos prazos dos financiamentos tiveram grande influência sobre o aumento da dívidas das famílias neste início de ano. “As vendas do comércio a partir de março apontam para uma forte desaceleração do consumo”, afirma o economista, justificando que a dívida vem crescendo nos últimos meses por causa dos juros.

    http://economia.estadao.com.br/noticias/not_73174.htm

    0
    • MrK 27 de junho de 2011 at 22:29

      A CLASSE C ESTÁ USANDO O VISA PR