Venda de imóveis recua 44% no 1º quadrimestre em São Paulo – Folha.com

Você pode gostar...

Comments
  • jsantos 13 de junho de 2011 at 12:42

    noticias de queda nas vendas pipocando nos jornais de final de semana,panfletos nos farois aos montes, anuncios nos jornasi fazendo liquidação, compre apto e ganhe cozinha planejada, NÃO COMPRE! preços fora da realidade.

    0
    • Paulo 13 de junho de 2011 at 12:59

      Quando é que o imóvel é novo e quando é lançamento? e o pré-lançamente entra onde?

      0
      • Luiz AG 13 de junho de 2011 at 14:38

        O pré-lançamento só sobe o prédio se vender X % do total.

        0
        • Bolha Imobiliária 13 de junho de 2011 at 16:45

          Exatamente. É uma maneira de ver se o negócio vai dar certo ou não.

          0
    • Duda 13 de junho de 2011 at 21:22

      Falou tudo!

      0
    • João 16 de junho de 2011 at 01:09

      Precisamos divulgar esses dados. Não comprarei nenhum imóvel até ver a bolha estourar.

      0
    • João 16 de junho de 2011 at 01:10

      Aqui em Brasília o pessoal constuma falar que “Aqui é diferente”… vamos aguardar

      0
  • Fernando 13 de junho de 2011 at 14:05

    Hehehe… pela terceira vez em 2 meses a mesma corretora de imoveis me liga oferecendo o mesmo “empreendimento imperdível, que está nas últimas unidades”…
    Em Curitiba tambem me parece que anda dificil empurrar essas furadas pro consumidor…

    0
  • Marcel 13 de junho de 2011 at 14:17

    Alguém teria dados do mercado no Rio de Janeiro? Até onde eu sei, apesar dos preços absurdos, ele continua aquecido.

    Obrigado!

    0
  • Marcos 13 de junho de 2011 at 15:19

    Essa é a marolinha… rs

    0
  • Marcelo 13 de junho de 2011 at 15:24

    Gostei do gráfico que mostra que mesmo com a queda, o preço ainda dispara. Belo “exemplo” da lei da oferta e da procura.

    Nada a ver com o mercado, mas que universidade é essa que tem um núcleo de “Real Estate”? É muito se achando Harvard!

    0
    • luiz 13 de junho de 2011 at 15:43

      Como pode isso?
      Vendas desabando e preço continua subindo muito

      Algum Havardiano poderia me explicar por favor

      0
      • Marcos 13 de junho de 2011 at 16:42

        Não sou Harvardiano.

        Parece que a feira esta acabando. Foram testando os preços até o limite.

        Imóvel subia e vendia mais. E assim foi. Agora chegou no ponto de reversão. Não significa que cai, mas já mostra que menos estão dispostos a pagar por estes preços ou menos pessoas tem condições reais para tal.

        0
  • Marcelo 13 de junho de 2011 at 15:30

    Aliás, já era previsto que haveria essa queda. Os números de janeiro a março não haviam sido nada bons e a demora na publicação pela SECOVI só atiçou mais essa desconfiança.

    Bem, aparentemente as coisas estão de fato piorando mesmo. Como nos EUA, o preço chegou em um nível máximo, juntamente com o pico de oferta, entre final de 2005 e início de 2006, quando a bolha estourou.

    0
    • Duda 14 de junho de 2011 at 14:34

      Pois é. As demoras do Secovi estavam demais, alimentando fantasmas conspirativos, em um assunto que já é bastante complexo. Pelo menos agora, so estamos um mes atrás (só faltam dados de maio), tomara que sejam publicados rapidamente, aí poderemos ter um panorama ainda melhor do que acontece.

      0
  • jsantos 13 de junho de 2011 at 16:15

    prê-lançamento é pra sondar o mercado, tem empreendimento que já foi lançado umas dêz vêzes.governo irresponsavel , abriu torneira de crédito,enganou com MCMV, para dizer que crise era só marolinha, e ganhar eleições, agora quem vai chupar esta manga!!!…

    0
    • Marcos 13 de junho de 2011 at 16:25

      Nada que uma copa não faça o povo brasileiro esquecer. Brasil, um país de tolos…

      0
  • RAL 13 de junho de 2011 at 16:40

    Urgente , pessoal entra no site :

    http://www.infomoney.com.br/

    A mesma reportagem tem outro tom : Vendas de imóveis novos na capital crescem 48% no quarto mês do ano

    http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/2132560-vendas+imoveis+novos+capital+crescem+quarto+mes+ano

    0
    • Marcos 13 de junho de 2011 at 17:27

      Alta no quarto mês ante mês anterior. Tem que comparar com o mesmo mês do ano anterior.

      0
    • Duda 14 de junho de 2011 at 16:45

      Uma tentativa de enganar o publico, quase infantil. O acumulado dos ultimos 12 meses vem despencando desde dezembro. Esse é o valor que deve ser olhado, mas claro sempre existira jornal tentando confundir.

      0
  • ildeu 13 de junho de 2011 at 16:43

    O povo anda sem criatividade,gastar 500 /600 mil num apartamento de 2 quartos ! sendo uma pessoa estavel , preparada pra vida ,com renda salarial alta .Sera´ que uma pessoa com esse perfil, que juntou esse belo dinheiro , vai ficar incapaz de pagar um aluguel de 1 apartamento simples de 2 quartos depois ? imagina fazer 2 viagens por anos com esse dinheiro , conhecer o mundo ,culturas ,lugares exoticos , perder isso por causa de um apezinho de 70 m2.Tristes tempos esses nossos , as pessoas so´ pensam em comprar uma casa , mais nada .Entao se enterrem em suas casas, que alias , em muitos casos ficarao pros filhos quando o fim do financiamento chegar .

    0
    • Mr. Alex 14 de junho de 2011 at 00:23

      Apartamento é gaiola de gente…

      Um País continental e esta balela que falta terreno. Falta planejamento !

      Casas de madeira saem a R$ 700,00 o m2 e ficam prontas em 2 meses.

      E não caem quando o lobo assopra como muitos pensam, são muito confortáveis e bonita, além de reterem biomassa.

      Casas pré-fabricadas… ocupação consciente do espaço… construções verdes…

      Nada disso importa para a Molusca !

      Vocês sabiam que carro elétrico paga mais impostos que o carro a gasolina simplesmente por “não se enquadrar em um categoria” específica ?

      0
      • me 14 de junho de 2011 at 10:42

        “Apartamento é gaiola de gente…”
        – Eu prefiro um apartamento em um andar bem alto com uma vista indevassável do que uma casa.

        “Um País continental e esta balela que falta terreno. Falta planejamento !”
        – Não é bem assim. Os grandes centros urbanos, as capitais, e o litoral é onde(redundâncias a parte) mais concentram e atraem gente. Dizer que falta planejamento é vago, envolve muitas variáveis (governos locais, viabilidade, tempo de retorno, interesse geral), daria um blog a parte.

        “Vocês sabiam que carro elétrico paga mais impostos que o carro a gasolina simplesmente por “não se enquadrar em um categoria” específica ?”
        – A idéia do carro elétrico, assim como a de várias formas alternativas de energia, foram superestimadas. O google traz bastante informação sobre como para gerar a energia limpa desejada seria necessário, ironicamente, continuar impactando severamente o meio ambiente.

        0
        • olp 15 de junho de 2011 at 10:07

          Ildeu,

          gostei da sua analise… so tenho duas duvidas… se vc puder me ajudar…

          1) o aluguel aumenta todo ano e a prestacao cai todo mes, logo, essas curvas vao se cruzar em algum momento no tempo, li aqui no site mesmo que eh depois de 10 anos por ai… ou seja, essa folga so vale por um tempo curto… eh isso mesmo?

          2) se a pessoa pega essa sobra (prestacao – aluguel) e gasta, e nao poupa, ela nao tem poupanca, e acho que nunca vai comprar um imovel, estou certo?

          resumindo (me corrija se eu estiver errado):
          ou o cara vive bem como vc falou durante 10 anos e depois ta pior do quem financiou, ou ele junta esse excesso da prestacao – aluguel, e ai no fim das contas ele nao ta se beneficiando de nada, esta vivendo no mesmo “aperto” (opcional, claro) de quem esta pagando a prestacao, mas tem um bem fisico adquirido…

          meu raciocinio esta certo?

          Obrigado.

          0
        • Mr. Alex 16 de junho de 2011 at 00:47

          Diz o ditado popular que gosto não se discute, mas as casas na região de Itupeva e Valinhos são um proposta muito melhor que a maioria dos prédios de SP. Mas não vamos comparar com a beira-mar de São Luiz ou de Floripa. Anyway, como bom Paulistano acho isso daqui um paliteiro, como diz um amigo meu de Sto. Amaro.

          Aproveitando, a conjungação correta é prefiro isso a aquilo, e não ‘do que’.

          See ya.

          0
          • Andre 16 de junho de 2011 at 23:06

            Mr. Alex,

            “Aproveitando, a conjungação correta é prefiro isso a aquilo, e não ‘do que’.”

            isso não se chama conjugação, e sim regência verbal.

            mundovestibular. com. br /articles/461/3/Regencia-Verbal/Paacutegina3.html

            E mesmo assim, tem pessoas (como eu por ex.) que, mesmo sabendo qual é o correto, preferem usar “do que” em conversas informais, pois soa bem melhor…

            Abs

            0
        • RubroNegro 6 de julho de 2011 at 13:25

          Amigo,

          Cocordo em termos em relação aos imóveis, mas já sobre o carro elétrico não.

          Por favor, se informe um pouco mais sobre o mercado automotivo mundial. Os carros elétricos/híbridos são a bola da vez. Só vou citar um exemplo de enorme sucesso para te ajudar: Toyota Prius, campeão em vendas no Japão, Europa e EUA.

          Abraços.

          0
  • MrK 13 de junho de 2011 at 17:33

    Tem algo interessante no ar:

    A bolha poderia estourar por 2 possíveis motivos (sozinhos ou combinados):

    1- Queda brusca do dinheiro disponível via crédito (afinal, crédito não é infinito) gerando encarecimento do pouco crédito que sobrou.
    2- Queda na demanda por aps novos, mesmo com crédito disponível as pessoas simplesmente acham que não vale mais a pena comprar ou investir.

    A opção 2 parece que está acontecendo segundo os indicadores disponíveis… o problema que ela pode ser somada com a condição 1 daqui há um ano e aí sim teremos o VERDADEIRO estouro da bolha, com o mercado mais ofertado de aps novos que serão entregues

    NOTEM QUE a estratégia perseguida a todo custo será não baixar o preço do ap, mas oferecer brindes, viagens, cozinha etc… isso tudo pra manter alto os índices como FIPEZAP e manter os investidores estimulados, pois se o indice comeca a virar e os investidores pararem de entrar no mercado, ninguém compra mais

    0
    • Marcos 13 de junho de 2011 at 18:28

      Concordo que a estratégia sera esta mesmo.
      Com a inflação rodando alto, sobra menos dinheiro para comprar apto.
      Os dissídios serão um termômetro. Se houver aumentos reais, apto ainda pode subir mais. Senão, fica tudo do jeito que ta.

      0
    • luiz 13 de junho de 2011 at 18:46

      Isso mesmo, o QE2 americano termina agora em julho.
      É menos dollar entrnado, e o mundo inteiro a juros zero ou engativo.
      Qualquer canetada lá fora e os euros e dollares voltam pra casa, levam a escada e eçe govenro fica pendurado pela brocha.

      Aí terão que lançar mão de manobras contábeis, leilão de petróleo, pressionar a vale para investir em siderurgicas, lançar mão de siglas bancárias, BNDES, securitização, copa e olimpiada.

      MrK, ainda não é já que a coisa estoura, eles ainda tem vários ases na manga.
      Essegoverno precisa tomar medidas urgentes, drásticas e eficazes, mas a gente só vê greves e mais greves pro aumento d esalário, aumento do mínimo contratado em 16%, investimentos em infraestrutra caindo e aumentod e gasto em pessoal crescente. São os efeitos da inflação de 2 dígitos.

      0
      • MrK 13 de junho de 2011 at 20:13

        luiz, 2 coisas

        1- Essa inflaçao de 6% é uma piada mesmo, recebi hoje o reajuste do estacionamento onde paro de apenas 40%, meu aluguel subiu apenas 25%, comer fora subiu só 20%, taxi 14%, comida em casa 15%, NET, Luz, tudo dois digitos… o povo tá tomando as ruas simplesmente porque ele vê na TV o Brasil maravilha, mas no bolso sente que o seu poder de compra DESAPARECEU, acho que veremos MUITAS OUTRAS manifestações

        2- Aprecio seu comentário macro economico (QE2), legal alguém aqui ter esse nível de informação, só não sei quando esses dolares voltam pra lá, acho mais provável os dolares sairem daqui pra outros paises como China, India, Suiça (está recebendo muito dinheiro e não funciona com euro), metais (ouro/prata) e outros países asiaticos, acho a situação dos EUA mais grave do que o que aparenta, de qualquer forma, voltando pra lá ou indo pra China dá no mesmo pra gente! O que mantém esses dolares aqui hoje são as commodities.

        abs

        2- Essa inflaçao de 6% é uma piada, recebi hoje meu aumento do estacionamento, de apenas 40%, meu aluguel subiu apenas 25%, comer fora subiu 20%, taxi 14%, comida em casa 15%…o povo tá tomando as ruas simplesmente porque seu poder de compra DESAPARECEU, acho que veremos MUITAS MAIS manifestações

        0
        • luiz 14 de junho de 2011 at 12:45

          Mrk, notícias direto do front.
          A economia americana já reaqueceu, só os dados oficias ainda não estão mostrando.
          Muitos por lá estão aproveitando o momento para umas férias.
          Me parece aí uma bomba relógio em contagem regressiva, um espirro lá e aqui vem tudo abaixo

          0
          • Duda 14 de junho de 2011 at 14:35

            Se sobem os juros por lá, aqui a casa vai cair.

            0
          • MrK 14 de junho de 2011 at 15:01

            luiz, eu sou um pouco mais pessimista quanto a recuperação americana, acho que ela vai sofrer ainda muito antes de melhorar, acho que pode ser um processo muito doloroso e lento

            hoje os EUA dependem muito de dinheiro estrangeiro pra financiar os debitos gigantescos que eles tem, e cada vez tá mais difícil conseguir esse dinheiro e principalmente manter a rolagem com os juros baixos

            acho que os EUA deveriam sofrer downgrade de nota e acho inclusive que deveriam subir os juros por isso, acho também que grande parte do dinheiro que invadiu o brasil gerando linhas de créditos monstruosas foi dinheiro que fugiu dos EUA e da Europa (zona do euro)

            abs

            0
  • Ana 13 de junho de 2011 at 18:49

    Sabe a minha curiosidade. Será que temos tantas pessoas milionárias neste país com dinheiro em cash para imobilizar bens no valor de meio milhão para cima? Tudo bem que há uma classe média geralmente composta por família com filhos com renda razoável que consegue as vezes financiar imóvel entre 500 a 700 mil, só que este valor somente compra imóveis pequenos atualmente, o que não atenderia a esta família, que em regra já reside em um imóvel deste porte. Quem está comprando os imóveis acima deste valor? Será que estão vendendo tanto assim. No RJ falam que o Mercado está aquecido, mas o que vejo de imóveis fazendo aniversário de 1, 2 e até 3 anos de anúncio não está brincadeira. Há uns dois anos atrás vi um imóvel anunciando e não vendeu, deu uma parada no anúncio e voltou com um valor muito acima e não vende há meses. Outro dia, um corretor que trabalha numa mega imobiliária me falou que uma incorporadora proprietária de vários aptos na Barra em diversos Condomínios não deseja vender os imóveis e sim é os mantém com preços absurdos para influenciar no mercado da Barra. Outra coisa que falou foi que no início os corretores venderam bem, mas agora está um marasmo, pois os valores estão muito alto e as pessoas não conseguem sequer um financiamento mesmo que a 360 meses.

    0
    • MrK 13 de junho de 2011 at 20:18

      Ana no meu tem um ap com mais de 1 ano de aniversário também

      e engraçado que ele sai e volta sempre com preço maior mesmo, exatamente como você descreveu, agora o proprietario se rendeu e resolveu alugar

      um dia as pessoas vão entender que o correto é você trabalhar pra ter uma casa e não ter uma casa poder deixar de trabalhar

      0
      • me 14 de junho de 2011 at 10:44

        “o correto é você trabalhar pra ter uma casa e não ter uma casa poder deixar de trabalhar”

        – Eu já vi um certo gringo em uma certa palestra sobre um certo assunto falar isso…

        0
        • MrK 14 de junho de 2011 at 11:25

          peter schiff, cito com orgulho, li 2 livros dele e assiti algumas palestras, considero um economista de primeira e previu muito bem tanto a bolha de nasdaq quanto a de housing

          a titulo de curiosidade, eu troco email com um cara que trabalha com ele, já tocamos no assunto da bolha brasileira, a opinião dele (do assessor) é de que há sim uma bolha imobiliaria e vai estourar, mas ele acha que o tempo entre o estouro e a recuperação será bem curto, um “estouro relampago”, ele acredita que logo quando a bolha estourar e preços cairem um tanto, as pessoas irão compensar com crescimento economico,não será tanto sofrimento

          eu, particularmente, acho que não será tão relampago assim

          abs

          0
          • Duda 14 de junho de 2011 at 14:52

            Tb acho que não. Sería bom ver os preços voltar a um patamar “normal” e depois a economía se recuperar rápido, ninguém quer uma crise duradoura. Mas não sei se sería possível. Tomara esse cara esteja certo.

            0
  • Ana 13 de junho de 2011 at 18:51

    Um morador de meu prédio, disse que há pessoas que compram por exemplo dois imóveis de luxo no RJ dando uma entrada de 100 mil reais e depois vende um deles para quitar o outro. Será que isto ainda procede?

    0
    • RAL 13 de junho de 2011 at 20:19

      Procede , bastar ver a proliferação das placas de venda nos postes, inclusive tenho visto com a Expressão “Vendo Urgente” ( Rua Faustolo – Lapa – SP)

      0
  • Ana 13 de junho de 2011 at 18:53

    Outra loucura que vejo são pessoas que vendendo o seu imóvel ou entregando a construtora para “Up Grade” e assumindo um financiamento de quase igual valor do seu imóvel. O povo enloqueceu, ou o quê? E se ficar desempregado e se a renda for corroída pela inflação? Isso é loucura.

    0
  • Duda 13 de junho de 2011 at 19:41

    Sensacional, a minha previsão não estava tão errada, hehehehe. Pena que meus “inimigos” que riam de mim tem desaparecido do blog… Já imaginava que isso acontecer… vamos preparando os foguetes e o espumante, porque a bolha que tem prejudicado o povo está estourando… SDS

    0
    • MrK 13 de junho de 2011 at 20:16

      duda, a bolha ainda não está estourando

      quanto aos que riam de você (e de mim também), é até melhores que fiquem longe, não faço questão de provar que estamos certos pra ninguém, deixa eles choramingarem no blog deles, tirando nossas frases de contexto pra parecermos bobos…

      quero ver é imovel descendo e a hora vai chegarrrrr

      0
      • Duda 13 de junho de 2011 at 20:46

        É o entusiasmo que me trai… hehehe… Sei que ainda estamos em plena bolha, os preços estão no topo ou muito perto, mas a paralisação do mercado começou… o povo não é tão burro de seguir pagando esses absurdos… o proximo ano e meio será muito interessante. Muito mesmo! Abs

        0
        • MrK 13 de junho de 2011 at 22:08

          Duda, toca aqui meu chapa, HIGH FIVE hahaha

          0
          • Duda 14 de junho de 2011 at 09:34

            E aí vamos nos !! Por aqui no sul se comemora tudo com churrasco… Eu já estou comprando o carvão… hehehehehe

            0
    • Bolha Imobiliária 13 de junho de 2011 at 20:26

      Pois é cara

      São uns 3 que sumiram, e resolveram se lamentar em outros cantos. Só podem ser corretores…hehe

      Abraço

      0
      • Duda 13 de junho de 2011 at 20:48

        So devem bloguear entre eles, suponho… hehehehe

        0
        • Bolha Imobiliária 13 de junho de 2011 at 21:17

          Pense o lado bom. Se não tivesse todo este debate, talvez o blog seria bem sem graça. É bom ouvir as duas partes para debater, apesar que eu defendo apenas o lado da bolha.

          0
          • Andre 13 de junho de 2011 at 21:41

            Qto aos outros eu nao sei (quem sao exatamente?), mas eu continuo de olho por aqui.

            Aqui é um otimo clipping das noticias ruins do setor (as boas ignoram, mas eu procuro em outros lugares).

            Quanto a tirar frases do contexto? Vai lá e se defende ué. Ou entao fica quieto.
            Nao tem nada fora de contexto, o contexto é só vir aqui e ver… Até hoje defendem muitas daquelas loucuras, mesmo sabendo q tao erradas…

            Choramingar? Isso é ridiculo, quem ganhou $ nao precisa e quem perdeu devia aprender e levar a licao…

            Duda, se a sua “previsao” estiver certa, estarei entre os q riem, mas nao entre os seus “fãs”… Pois o metodo nao tem logica nenhuma, é igual jogar cara e coroa…

            Abs

            0
          • Cassio 13 de junho de 2011 at 21:53

            Os precos estao testando o limite, po isso ainda estao em tragetoria de alta (inercia), porem penso que a bolha estourara por quatro grandes fatores (penso que ja estamos na eminencia):

            Credito – Sabemos que o que aquecimento da procura é alavancado pelo credito….a poupanca ja da sinais de excassez….. com isso a distancia da demanda vs oferta aumentara.

            Aumento Venda – Muitas pessoas compraram imoveis para investir… com o inicio da queda dos preços, estes investidores vai começar a tentar liquidar seus imoveis com a maximização do lucro… com isso vamos afastar ainda mais as curvas demanda, aumentando a oferta

            Redução do caixa – Os empreeendimento nao são feitos do dia para noite… as contrutoras ja investem agora para lancarem empreendimentos daqui a 5-6 anos… com isso, com a desaceleração das vendas…vai sobrar imoveis para serem vendidos…com os projetos em andamento.. o caixa das construtoras caira.. forcando a vender seus imoveis mais baratos..

            Inseguranca – como nossa economia nao anda la muito confiavel…alem dos juros altos e creditos excassos no futuro (inevitavel), com essa senção de instabilidade, duvido que as pessoas se motivaram a comprara imovies como antes, mesmo caindo o preço..

            Alguem tera que abaixar o som desta grande festa…se os reguladores nao fizerem isso, o proporio mercado fara..

            0
          • MrK 13 de junho de 2011 at 22:15

            André andré

            Você acha que eu vou perder meu tempo indo no seu blog me defender? sinceramente.. divirta-se por lá a vontade!

            Eu só vi um unico post no seu blog porque uma pessoa aqui colou o link (colou o link pra fazer chacota ainda por cima, e merecida diga-se de passagem)

            Nest epost patético, você pegou frases que usavamos no mesmo de discussões e tirou de contexto, fazendo parecer que somos alienados e convenientemente tirou todos argumentos mais pesados pro-bolha só botando as observações cotidianas (e repito, fora de contexto), fazendo parecer que somos nulos em conhecimentos economicos e chutamos tudo com base em observações

            Você já deixou claro que é contra a teoria de bolha, porque não assume isso? Você chegou neste mural travestido de quem “quer conhecido sobre o assunto”, mas sua opinião já esteve formada desde o início, porque então não assumia? Se você é corretor, investidor, especulador ou tem 90% do seu patrimonio em imovel(is) é problema seu, mas não finge que é neutro, pois você nunca foi.

            Eu sinceramente não perco mais meu tempo debatendo com quem não consegue observar o que acontece do seu lado pra acreditar em índices e previsões divulgadas por governo, construtores e jornalistas de quinta categoria. O André é o tipo do cara que se olhar pela janela e ve que está chovendo, mas na TV o governo diz que tá sol, ele deixa o guarda-chuva em casa.

            saudacoes

            0
          • Andre 13 de junho de 2011 at 22:39

            “argumentos mais pesados pro-bolha”

            Ja pediram antes, ninguem respondeu, vou perder meu tempo tb:

            Coloca aqui, só em bullets, bem resumido, esses argumentos pesados…

            Sabendo claro, q vou pedir dados, lá no Housing tem um post disso e LOTADO de fontes.

            “O André é o tipo do cara que se olhar pela janela e ve que está chovendo, mas na TV o governo diz que tá sol, ele deixa o guarda-chuva em casa.”

            Isso tb rendeu um post lá, com a diferença q nao citei o nome, pois nao acho educado.

            “mas sua opinião já esteve formada desde o início, porque então não assumia?”

            BOLHA NAO É OPINIAO, DOIDO!

            No seu dicionario, acho q opiniao é sinonimo de torcida, só pode ser…

            Estou pouco me importando se vc acha q eu sou pro ou contra ou neutro sobre qq assunto. Opinioes nao contam, o q conta é numero, fato.

            O “me” é que tá certo, só falta nego querer um plebiscito p/ votar na bolha…

            Nao tem jeito, quem tá emocionalmente envolvido NAO PODE discutir sobre este assunto, é igual discutir sobre lei seca com quem perdeu um ente querido em acidente causado por bebado. NAO TEM COMO.
            `
            Se for pra responder, só interessa o q eu pedi, DIRETO e SEM RODEIOS, de maneira clara e concisa. Senao deixa pra lá. Vc acha q nao vale a pena discutir comigo, e a reciproca é verdadeira, entao pra q perder tempo?

            Abs

            0
          • Duda 14 de junho de 2011 at 08:21

            Isso é verdade… senão sería como novela sem vilão, não tem graça…

            0
          • Duda 14 de junho de 2011 at 08:29

            André, pode fundamentar, claramente, e com motivos matematicos, porque “meu” método, que compara a curva media das bolhas dos últimos 500 anos (aquela feita pelo PhD que para vc nunca valeu nada), com o atual cenário de preços publicado pelo SECOVI SP (30 % do mercado do país) não tem fundamento? Quero ver vc (tentar) justificar o que falou… A analogía feita pelo MrK com o assunto da chuva, cai perfeita para vc. Só ler ese seu comentario…

            Com certeza vc nunca será meu fã, mas não será por “meu” metodo errado, e sim porque não está gostando dos resultados, não acha? mas cara leva isto numa boa, não briga não…

            0
          • Ramires 14 de junho de 2011 at 10:41

            heheheheee… Despertaram alguém……

            0
          • me 14 de junho de 2011 at 10:53

            Eu diria que se o governo diz que está um puta sol no estado do Rio, mas na sua janela chove pra burro, há quem cancela a viagem pra Búzios, ou vai sem levar a sunga.

            Há quem sai de guarda chuva, levando a sunga e quem sabe uma blusa se estiver frio por lá.

            Talvez fosse interessante dar um tempinho, pra ver se a chuva diminui, e ver na direção de onde costuma-se vir a chuva, se o tempo continua nebuloso.

            É tudo questão de moderação, mesmo.

            0
      • luiz 14 de junho de 2011 at 18:26

        eles vem aqui pra tumultuar,
        lá eles são educados.

        estão de olho é nos anuncios

        0
        • me 15 de junho de 2011 at 10:10

          Resumiu bem a forma de pensar de muitos por aqui. “Se não me agrada, é tudo fdp”

          0
  • MrK 13 de junho de 2011 at 22:26

    Gente, já pararam pra pensar que logo construirão uma enorme vila olimpica no Rio??

    E detalhe, por regras do COI, a vila olimpica não poderá ser igual a coisa tosca que foi a vila do pan, a olimpica tem tamanhos minimos, as regras exigem um imóvel muito maior e de melhor qualidade, além de ser muito mais quartos, imagina a quantidade de unidades que vão jogar no mercado????

    Agora me conta, com esse mercadinho que deu uma travada como o povo vai absorver essa brincadeira?

    MERCADO ESTARÁ SOBREOFERTADO DE IMÓVEIS, podem ter CERTEZA disso.

    0
    • Fábio 13 de junho de 2011 at 22:42

      Aquela Vila do Pan é uma grande piada… ta tudo encalhado e é uma coisa terrivel de feia. Depois das olimpiadas o que vai ter de imovel parado e com dificuldade de liquidez.. todo dia o que vejo é aumento de ofertada na zona sul e logicamente com os preços na alturas, os caras não vendem e aumentam o preço.

      0
      • MrK 13 de junho de 2011 at 22:49

        Fabio olha que curioso, tava vendo a reportagem desse topico na folha, cada, 90% dos comentários falam em bolha, o povo já se ligou felizmente…

        Quanto a vila do pan, é uma piada de mau gosto mesmo

        Quanto a zona sul, ué, não era onde “não tinha mais imovel disponivel?” , pois eu também to vendo um monte a venda e outros subir, em especial em botafogo, humaita, gavea e alguns poucos no leblon, vai ver tão desafiando a lei da fisica de 2 corpos no mesmo lugar

        abs

        0
        • MrK 13 de junho de 2011 at 22:49

          ps: quando digo outros subir, quis dizer construcao de novos

          0
    • Duda 14 de junho de 2011 at 15:00

      Podem construir tudo o que quiserem. Quando saio de carro com a minha esposa e vejo tanto predio sendo construído, falo isso, deixa eles construir e construir e construir mais ainda. Isso será o prato cheio para ver depois a lei de oferta e procura agindo com todo seu poder sobre os preços. Ninguém vai segurar. Será como tentar ir contra a lei da gravitação. hehehehehe

      0
      • Bolha Imobiliária 14 de junho de 2011 at 16:06

        Falou e disse Duda…

        0
  • Andre 13 de junho de 2011 at 22:48

    Só uma pequena observacao, durante todo o tempo q eu frequentei este blog eu NUNCA recomendei compra de imovel para moradia, pois acho isso irresponsavel. Essa decisao é de cada um, pois pra maioria das pessoas é um investimento muito alto, nao posso assumir essa responsabilidade, nao acho correto. E ate me perguntaram isso diretamente.

    Por outro lado, alguns aqui (nem lembro quem, nem importa) recomendaram que nao comprem, pois VAI CAIR…

    Bom, dito isso, desejo a todos q resolvam seus problemas da melhor forma possivel.

    Só volto p/ discussao PRODUTIVA.

    Abs

    0
    • Andre 14 de junho de 2011 at 00:00

      Talvez nao tenha ficado claro: qdo eu digo nao recomendei, digo recomendar com veemência, o que eu digo é PODE ser que ainda valha a pena, pra moradia.

      E eu NAO acho que é idiota que compra a esses preços, apenas nao tem como saber do futuro.

      Ja p/ investidor/especulador é um momento esquisito, eu nao entraria…

      Abs

      0
  • Mr. Alex 14 de junho de 2011 at 00:17

    Com R$ 600.000,00 eu abro um bela de uma Franquia !

    0
    • Duda 14 de junho de 2011 at 16:41

      Cara com certeza! tem muitos negocios bons esperando para quem tiver uma quantía na mão como essa. E se não saber o que fazer, melhor deixar rendendo no banco ou no tesouro direto, enquanto pensa com calma. Num momento como este o pior que pode ser feito é sair comprando imóvel…

      0
  • Piaui 14 de junho de 2011 at 08:38

    É começar as entregas do noroeste(Brasília – DF) nesses ótimos preços de apartamento de 100m2 a 1 milhão e quero ver a teoria do melhor bairro do mundo cair por terra. Será que tem 3.000 pessoas afim de botar uma corda no pescoço pelo resto da vida, somente para morar no “melhor bairro do mundo”?
    Vai ter que baixar lá, vai baixar no plano, depois baixa em águas claras e assim por diante no efeito cascata! TÁ CHEGANDO A HORA, e eu vou assistir de camarote!

    0
  • Ral 14 de junho de 2011 at 08:52

    Olha para frear a especulação imobiliaria no Brasil não precisa diminuir o crédito pelo contrario temos que continuar incentivando para rodar a economia porém no caso dos imóveis faria algo parecido que o governo chines faz porém por vias democraticas.

    Mudaria a forma de cobrança de valores de escritura e do Impostos ITBI
    Exemplos
    Quem comprar imóvel na planta paga antecipadamente e por estimativa o ITBI aos governos estaduais seguinda a seguinte tabela:

    Aquisição do primeiro imóvel 4 %
    Aquisição do segundo imóvel 8 %
    Aquisição do terceiro imóvel 16 %
    Aquisição do quarto imóvel 20%
    A partir do quinto imóvel 27,5 %

    Alguns investidores que compram atualmente 5 unidades por torre ( no minino ) teria que desembolsar ;

    Valor do Apto: 440.223,00
    Total de unidades 5 x
    Total do negocio 2.201.115,00
    ITBI por estimativa = x 27,5 %
    Desembolso no ato pelo investidor R$ 605.306,63

    Será que teriamos muitos investidores dispostor a ter este desembolso no ato ?

    0
    • VALDECIR 14 de junho de 2011 at 09:12

      VC ESQUECEU DOS LARANJAS

      0
      • Ral 14 de junho de 2011 at 09:24

        rsrsrs o Brasileiro sempre dá um jeitinho , mais acredito que como o governo tem teria interesse concerteza desenvolveria um super sistema para arrecadar

        0
      • Frank 14 de junho de 2011 at 12:12

        haja caseiro p/ virar “dono” de imóvel 🙂

        0
  • MrK 14 de junho de 2011 at 09:47

    ATENÇÃO PESSOAL, saiu reportagem hoje no globo importantíssima chamada “CALOTE FREIA CONSUMO DA CLASSE C”, mostra que o excesso de endividamento já está dando as caras

    as pessoas estão dando mais calote, por terem tido seu poder de compra corroidos pela inflação (aquela que alguns juram que é de 6% só), além de terem tomado mais crédito do que estão acostumadas… a conta chegou

    isso tem potencial de afetar o mercado imobiliário também, pois é do mesmo bolso que tem que sair dinheiro pras prestações

    0
    • SantAnna 14 de junho de 2011 at 10:14

      Pq vc acha que as empreiteiras estão tao loucas para q o Governo aumente a base do salario do minha casa minha vida, pq eles sabem que eh ai mesmo q o baque vai vir.

      0
    • Ramires 14 de junho de 2011 at 10:46

      MrK, para reforçar tua afirmação.

      Construtoras e bancos estão em pé de guerra com governo.
      O bicho tá pegando e nem quero ver que morreuuuu…

      Fonte:http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2011/06/11/construtoras-bancos-estao-em-pe-de-guerra-com-governo-924666518.asp

      0
      • Ramires 14 de junho de 2011 at 10:49

        Sacanagem o que essas construtoras e bancos querem fazer em aumentar os tetos para financiamentos e se caso o governo ceder as exigências…. nem quero ver….. os valores irão aumentar e o pobre…. bauuuu bauuu…

        Vamos aguardar a decisão do governo federal e ver no que vai dá……

        0
      • Ramires 14 de junho de 2011 at 10:53

        “O argumento dos assessores do ministro Guido Mantega é que no Brasil não há uma bolha imobiliária como a que afetou os EUA em 2008. Mas é preciso estar atento a outros movimentos como eventual derrubada dos preços de imóveis e terrenos que foram comprados pelas construtoras, o que afetaria fortemente os negócios.”

        Vemos no texto que os preços se estabilizarão para não afetar as construtoras….

        0
        • Frank 14 de junho de 2011 at 12:15

          “Mas é preciso estar atento a outros movimentos como eventual derrubada dos preços de imóveis e terrenos que foram comprados pelas construtoras, o que afetaria fortemente os negócios.”

          essa frase é fantástica….

          quer dizer: “governo, me ajuda aê q o bicho vai pegar pro meu lado !” 🙂

          0
          • Duda 14 de junho de 2011 at 14:47

            Cara é verdade, essa frase é sensacional…

            0
        • Ramires 14 de junho de 2011 at 13:38

          Indústria da construção se desacelera.

          Tem um gráfico muito interessante sobre a previsão do mercado de materiais para 2011 e o crescimento do faturamento das vendas internas no setor, em porcentagem.

          Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/929530-industria-da-construcao-se-desacelera.shtml

          0
          • luiz 14 de junho de 2011 at 14:41

            não gosto dessa palavra: desacelera, oras ou acelera ou freia.

            desacelera significa acelera menos, ao invés de crescer 9%, cresce 7%, o que ainda é muito.

            0
        • Glaucio 14 de junho de 2011 at 14:39

          Mesmo nos patamares atuais, não vende. Melhor morar de aluguel.

          0
          • luiz 14 de junho de 2011 at 14:46

            vende para o incauto pq o vendedor argumenta que o imovel vai valorizar mais rápido que a dívida.

            acontece o seguinte:

            se é pra morar, tanto faz o quanto valoriza

            se é pra ter algo concreto, experimenta vender com urgência pra ver quanto vc consegue, a isso chama-se liquidez, essa palavra come até 40% de um bem.

            se é pra alugar, eles prometrem valorização pelo IGPM, mas não contam que nessa contabilidade entra depreciação, obsolecência, vacância, custos extras, corretagem do aluguel, inadimplencia, …

            0
          • Duda 14 de junho de 2011 at 16:33

            Isso mesmo, quando quer vender para realizar seu lucro, ai pode ficar anos esperando, se quer vender hoje, tem que vender por preços muito mais baixos, e aí esse 40% pode ser ate pouco…

            0
  • Marcelo 14 de junho de 2011 at 11:10

    Segue a minha contribuição, acompanho sempre o blog, parabéns pela iniciativa.

    http://www.dci.com.br/Imobiliario-passa-por-desaceleracao-gradual-7-377458.html

    0
  • Fernando 14 de junho de 2011 at 11:43

    Inadimplencia do consumidor sobre 21,7% em comparação a maio do ano passado.
    http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1136903&tit=Inadimplencia-do-consumidor-sobe-8-em-maio

    0
    • Duda 14 de junho de 2011 at 17:16

      Cara so agora que fui entrar no link. Mais um numero que deve causar preocupação nas construtoras, suponho…

      0
  • luiz 14 de junho de 2011 at 13:25

    MrK, tenho acopnanhado os teus argumentos e vejo que vc tem conhecimento técnico.
    Pessoalmente me sai bem com a bolha, aind aestou me saindo, mas, ao cont´rario d ealguns que só pensam na vitória a qualquer custo. Isto realment eme entristece.

    Antigamente casa era o principal bem de uma família, hoje já não tem esse peso. Importa bastante a culutra, as viagens, a roda social, jantar fora, etc…

    Ora dane-se se não moramos num palácio, as famílias estão cada vez menores, cada vez mais fragmentadas. Hj é mais importante uma boa localização, a flexibilidade de se mudar conforme a necessidade.

    Antes se nascia e morria na mesma casa, hoje não. A velocidade, a agilidade trazem a qualidade de vida que estes condomínios iditoas com as 40 áreas de lazer diferentes que eles oferecem. Que no fim ficam todas abandonadas, Só o jardineiro frequenta.

    Estamos mudando nosso estilo de vida, e parte da bolha americana foi exatamente isso, se vc acompanha na TV aquele tal Dr. Rei, brasileiro, ele mesmo critica, mora numa casa enorme de milhões que vive vazia. Perdeu-se o sentido pagar meio milhão num 2 quartos na periferia. Veja o que vc pode fazer com esse dinheiro, só com os juros e vc já esta na classe B, entre os 10% mais afortunados das cidades mais ricas, que dirá do país.

    Os ataques pessoais da oposição, virulentos que são, apenas comprovam o desespero em mante rum nivel d elucros e ganhos que resultou apenas da sorte, relógio parado acerta 2 vezes por dia.

    abraço

    0
    • Vavá2000 18 de junho de 2011 at 13:35

      Boa Luiz !

      0
  • Marcos 14 de junho de 2011 at 14:20

    CRIs ainda esbarram na baixa liquidez do mercado secundário
    Comentários: (0)
    13 de junho de 2011 • 18h14
    Por: Diego Lazzaris Borges

    SÃO PAULO – O investimento em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) para pessoas físicas ainda esbarra na baixa liquidez do mercado secundário e no fato de, em muitos casos, ser destinado apenas à investidores qualificados – aqueles que, de acordo com a Instrução CVM 409, possuem investimentos financeiros em valor superior a R$ 300 mil e que, adicionalmente, atestam por escrito sua condição de investidor qualificados.

    Segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), a maior parte das emissões de CRIs são feitas por meio da instrução 476 da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que exige que os investidores pessoa física participantes se enquadrem na definição de “qualificados”.

    “Para a emissão pela instrução CVM 400 (que não exige investidores qualificados), é preciso seguir uma série de critérios. O imóvel precisa ter o ‘Habite-se’ (documento que atesta que o imóvel foi construído seguindo-se as exigências estabelecidas pela prefeitura), patrimônio de afetação (o patrimônio de cada empreendimento imobiliário é contabilmente apartado do patrimônio total da empresa responsável pela construção do imóvel) e precisa seguir um regime fiduciário”, explica a vice-presidente Sênior do Standart Bank, Natália Dias.

    Mesmo assim, a participação de pessoas físicas nos CRIs é consideravelmente alta. Segundo dados da Anbima, em 2010, as pessoas físicas responderam por 10,3% da participação do mercado de Cris.

    Segundo Natália, um dos principais incentivos para estes investidores é com relação à tributação. “O investidor pessoa física é isento de Imposto de Renda nas aplicações em CRIs”, explica a executiva.

    Liquidez
    Outro problema apontado pela executiva é a baixa liquidez do mercado secundário. Ou seja, não existe um mercado forte de compra e venda destes certificados após a emissão. Então, se o investidor precisar se desfazer dos títulos, pode ter problemas.

    “Existe um movimento, juntamente com a Anbima, para tentar aumentar a liquidez do mercado secundário. Mas, atualmente, o investidor que adquire um CRI costuma ficar com o investimento até o final do prazo”, afirma Natália.

    Crescimento do mercado imobiliário
    De acordo com a executiva, a tendência é que o mercado de CRIs cresça cada vez mais, por conta do bom momento econômico que o País atravessa, que tem resultado em um grande número de novos lançamentos de empreendimentos imobiliários.

    “Em 2010 atingimos recorde no volume de CRIs emitidos (R$ 7,5 bilhões) e este ano já caminhamos para bater um novo recorde”, diz Natália. Até o mês de maio, o volume emitido de CRIs atingiu R$ 5,4 bilhões, segundo dados da Anbima.

    O que são CRIs
    Os CRIS são, basicamente, títulos lastreados em créditos imobiliários que são garantidos por imóveis e apresentam promessa de pagamento em dinheiro.

    Sendo assim, ao adquirir um CRI, o investidor está adquirindo, na verdade, o fluxo de recebimento de crédito concedido para a efetivação do empreendimento imobiliário. Por exemplo: quando você compra um CRI, o rendimento vai se basear no fluxo de recebíveis que, neste caso, são os créditos decorrentes de operação de venda e compra a prazo, ou financiamento e locação de imóveis, sejam estes residenciais, comerciais ou industriais.

    Os CRIs são emitidos pelas companhias securitizadoras, que transformam os recebíveis em certificados imobiliários. O papel da securitizadora é, portanto, converter uma carteira de ativos ilíquidos em títulos passíveis de negociação.

    http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2132249

    0
  • Ramires 14 de junho de 2011 at 14:25
    • Ramires 14 de junho de 2011 at 14:26

      “R$ 10 bilhões, entre contratos assinados e encaminhados”.

      Encaminhados??????
      não entendi o que significa essa palavra no contexto.

      0
      • Duda 14 de junho de 2011 at 15:11

        Boa pergunta! será que estão contando as “promessas” de compra ou as pessoas que mostram interesse, ou simplesmente perguntam preços como contratos encaminhados? Parece que os caras estão apelando…

        0
        • Duda 14 de junho de 2011 at 15:13

          Ue? não aninhou. Era para estar como resposta do ultimo do Ramires. SDS

          0
      • Duda 14 de junho de 2011 at 15:11

        Boa pergunta! será que estão contando as “promessas” de compra ou as pessoas que mostram interesse, ou simplesmente perguntam preços como contratos encaminhados? Parece que os caras estão apelando…

        0
        • Cassio 14 de junho de 2011 at 20:03

          com certeza… maximizar o lucro ateh o ultimo minuto da esteria…

          0
  • Marcos 14 de junho de 2011 at 14:26

    19% e 25% de imóveis em estoque. É pouco??????

    14/06/2011 – 12h11
    Imóvel de dois quartos lidera lançamentos na Baixada Santista

    Os imóveis de dois dormitórios representaram a maior parte (42,8%) das mais de 20 mil unidades lançadas entre fevereiro de 2007 e abril de 2011 na Baixada Santista (Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande), segundo estudo elaborado por Robert Michel Zarif – Assessoria Econômica em parceria com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

    Pré-sal inflaciona preços dos imóveis em Santos

    Em seguida aparecem as unidades de três quartos (36,6%), de um (10,3%) e de quatro dormitórios (10,2%). Quase a totalidade dos lançamentos nesse período (98,8%) foi de empreendimentos verticais.

    O desempenho de acordo com o preço de venda ficou semelhante em todas as faixas de valor, apontando boa liquidez na região em todos os segmentos.

    Os imóveis com três e quatro dormitórios apresentam um percentual de unidades prontas e não vendidas de 19% e 25%, respectivamente. A avaliação da entidade é que, “a princípio, esse número não preocupa, pois é característica da região primeiro produzir e depois ofertar”.

    O valor médio do metro quadrado na Baixada Santista ficou entre R$ 3.254 (um quarto) e R$ 5.552 (quatro dormitórios).

    www1.folha.uol.com.br/mercado/929719-imovel-de-dois-quartos-lidera-lancamentos-na-baixada-santista.shtml

    0
    • Duda 14 de junho de 2011 at 16:49

      Alguém pode me dizer exatamente quanto petroleo já foi extraído do Pre-sal? Essa produção tá demorando demais para aprecer não acham?

      0
      • Duda 14 de junho de 2011 at 16:56

        Quero dizer: 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e ainda nada… sei que é dificil (e caro), mas a pergunta que tem que ser respondida e se vai dar lucro…

        0
        • Ramires 14 de junho de 2011 at 17:46

          Bom, pelo tempo que jah estaum perfurando, acredito que jah devem tah chegando no Japao.

          0
        • luiz 14 de junho de 2011 at 18:20

          exige investimentos altíssimos
          a produção é comparativamente baixa
          a tecnologia limita a produção
          necessita o barril a preço alto p. se viabilizar
          usa a entrada de dinheiro via ações como manobra contábil para encobrir déficits do governo
          e pra finalizar a capacidade de refino está saturada, exporta-se cru.

          tirando isso, vai bem.

          Mas o que isto nos importa?
          Os bilhões que entram por meio dessa cadeia, são um dos motivos de epxlosão do valor de ativos: leia-se bolha.

          0
  • josetaca 14 de junho de 2011 at 19:17

    nao sei se foi comentado aqui… comecei a ler o site( meu principal ultimamente) na ultima semana, la vai um artigo interessante. se segurem nas cadeiras… eu voto na bolha!

    Artigo: A bolha imobiliária no Brasil está formada
    Ter, 04 de Janeiro de 2011 15:42

    Luciano Luiz Manarin D´Agostini*

    * Doutor em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal do Paraná. Pesquisador de métodos de previsões em política monetária e professor dos Programas de Pós-Graduação em Finanças do IBPEX/UNINTER/FACSUL. (Artigo publicado na revista Economia & Tecnologia – Ano 06, Vol. 23 – Outubro/Dezembro de 2010.

    http://www.economiaetecnologia.ufpr.br/boletim/Economia_&_Tecnologia_Ano_06_Vol_023.pdf).

    RESUMO – Existem alguns indicadores na economia global e na economia brasileira que podem levar a crença de que realmente existe uma bolha imobiliária formada e em estágio ainda de crescimento no mercado brasileiro. No mercado internacional temos a armadilha da liquidez nos Estados Unidos, com baixas taxas de juros, déficits gêmeos, desemprego beirando os 10%, possível crise de preços no setor imobiliário (efeito W) pelas demoras judiciais na execução das hipotecas. A Zona do Euro apresenta-se diante de uma crise de dívida pública, com ajustes fiscais sendo implantados a custos de altos índices de rejeição por parte da população. Da mesma forma, temos a explosão da dívida líquida do setor público no Japão, beirando os 120% do PIB em 2010. Na economia brasileira a bolha imobiliária se expande pelos seguintes motivos: (i) mesmo existindo espaço para crescer, há forte expansão do crédito sobre o produto interno bruto, ainda que o crédito do setor imobiliário seja baixo; (ii) forte expansão do endividamento das famílias em relação aos seus salários; (iii) o ritmo de crescimento da massa salarial nos últimos 7 anos não acompanhou o ritmo de crescimento dos preços dos imóveis e/ou indicadores de evolução de preços do setor imobiliário como o Índice Nacional da Construção Civil (INCC); (iv) o ingresso de capitais especulativos advindos da arbitragem das taxas de juros (a taxa de juros no Brasil é muito alta em relação aos padrões de países desenvolvidos e emergentes); (v) a reforma tributária carente; (vi) a forte taxa de crescimento do PIB brasileiro, verificado em 2010, baseado no aumento do crédito não se sustenta nos próximos anos pela carência de investimento em formação bruta de capital fixo e formação de poupança doméstica; (vii) tendência da taxa de juros SELIC subir em 2011, agravando ainda mais o problema cambial (apreciação do real); (viii) medidas de aumento de depósito compulsório de 15% para 20% para depósitos a prazo podem restringir o crédito para financiamentos de longo prazo.

    Palavras-chave: Bolha imobiliária. Política monetária. Crise de dívida soberana.

    No início do mês de novembro o Banco Central dos Estados Unidos, o Federal Reserve (FED), anunciou ao mercado financeiro a recompra de títulos do Tesouro americano. Com o anúncio, haverá, nos próximos meses, uma injeção de US$ 600 bilhões no mercado. Essa medida, considerada de estímulo para uma recuperação, pode ser o elemento que faltava para o risco da formação de uma verdadeira bolha de ativos nos países emergentes, incluindo o Brasil. E essa bolha também afetará o mercado imobiliário. O alerta foi feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pelas Nações Unidas (ONU).

    Na avaliação da OCDE, os recursos injetados nos países ricos durante os últimos 2

    anos, 2009 e 2010, e em especial nos últimos meses, deram demonstrações claras de que não estão sendo escoados nas economias locais que injetaram tais recursos, no caso Europa e Estados Unidos.

    Parte substancial dessa massa de dinheiro injetado nas economias desenvolvidas teria se destinado para as economias emergentes. Segundo a OCDE, alguns indícios sugerem e ameaçam fortalecer uma tendência cada vez maior de criar bolhas de ativos no mercado de renda variável, no mercado imobiliário de países emergentes e uma apreciação das moedas dos países emergentes em relação ao dólar e ao euro. Tais indícios seriam: (i) as novas medidas de estímulo monetário nos Estados Unidos e Europa; (ii) a manutenção perversa de uma taxa de juros que remunera os títulos do tesouro americano próxima de zero no curto prazo; (iii) os problemas fiscais nas economias desenvolvidas (em especial nos países periféricos da Zona do Euro, como Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália); (iv) as taxas de juros ainda elevadas nos países emergentes, em especial no Brasil e África do Sul, que pelos ganhos de arbitragem entre taxas de juros, pressiona a moeda do país emergente a se apreciar em relação a moeda do país desenvolvido.

    Dos países emergentes citados no documento da OCDE, o Brasil está na lista dos países que devem se preocupar com o processo de criação de bolhas imobiliárias, bolhas de ativos no mercado financeiro e apreciação da moeda local nos próximos meses.

    Supachai Panitchpakdi (2010), atual secretário-geral da Conferência da ONU para o Comércio e Desenvolvimento, também alertou sobre o processo de formação de bolhas imobiliárias e de ativos em economias emergentes como o Brasil. Segundo Panitchpakdi, as novas medidas de estímulo que os Estados Unidos e Europa anunciaram nos últimos meses teriam impacto negativo nessas economias e dariam um belo impulso para a formação de bolhas imobiliárias, caso não adotem nos próximos períodos: medidas para contenção do crédito, medidas para o aumento da taxa de crescimento de massa salarial acima da taxa de crescimento do aumento dos preços dos imóveis. Em vez de virar crédito, as compras de papéis de bancos dos EUA geram bolhas nos mercados imobiliários dos países emergentes.

    O fato é que a economia americana não aparenta recuperação, apesar das baixíssimas taxas de juros praticadas e pacotes de estímulos monetários e fiscais implantados. A falta de indicadores macroeconômicos bons, portanto, não permitem dizer que a economia americana está se recuperando claramente. Enfim, pela falta de capacidade da economia americana em absorver os recursos, e com a liquidez interna excessiva, tem-se como resultado a transferência dos recursos para mercados emergentes em forma de capital especulativo. E isso significa a “exportação dos problemas econômicos dos países desenvolvidos para as economias emergentes”.

    O ritmo de recuperação da economia global vem desacelerando desde o início do ano. A dívida da maioria dos países membros da OCDE caminha para níveis recordes. Ao considerar o atual fraco crescimento dos Estados Unidos e dos países participantes da Zona do Euro, e considerando que as expectativas de inflação continuem bem ancoradas nesses países, a normalização das taxas de juros deverá acontecer, segundo a OCDE, no primeiro semestre de 2012, a um ritmo que permitiria à política monetária manter-se acomodada.

    O ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista a jornalistas brasileiros em novembro de 2010, disse:

    “Não adianta ficar jogando dólar de helicóptero na economia americana porque isso não fará brotar o crescimento daquele país. É preciso combinar uma política monetária expansiva (queda de juros), combinada com uma política fiscal (aumentar despesas do governo ou reduzir tributos à população). Tem que estimular o consumo, o mercado, dar condições para o consumidor. O governo americano teria que tomar medidas para gerar emprego, porque está faltando emprego lá”.

    De fato, a taxa de desemprego nos Estados Unidos, divulgada no início de dezembro, veio acima das expectativas de mercado e subiu dos preocupantes 9,6% para 9,8%, quase o dobro da taxa de desemprego verificada antes da crise financeira que estourou em 2008.

    Segundo avaliação do ministro da Fazenda, a decisão do Federal Reserve de colocar mais dinheiro em circulação é de “resultado duvidoso”. Segundo Mantega:

    “Temos hoje nos Estados Unidos uma taxa de juros baixa.(…) Há créditos suficientes na economia americana e esse crédito não está indo para a produção (…) Esse excesso de crédito acaba desvalorizando a moeda americana (…) O único resultado que tem é desvalorizar o dólar para que os Estados Unidos tenham uma competitividade maior no comércio internacional”.

    Parece que o nosso Ministro, em parte, alinha seu pensamento com o relatório da

    OCDE e da ONU. No entanto, diferentemente da OCDE e da ONU, Mantega afirma que as medidas do Federal Reserve podem ocasionar a geração de “bolhas” em outros países emergentes, mas não no Brasil. Adverte que no Brasil não há formação de bolha imobiliária porque o país tomou medidas que impedem um ingresso exagerado de capitais internacionais.

    A opinião divergente entre o Ministro da Fazenda e os relatórios da OCDE e ONU quanto ao processo de formação de bolhas imobiliárias nos países emergentes, em especial no Brasil, levanta algumas questões importantes que o Brasil deve se preocupar.

    Para tentar conter o ingresso de recursos no Brasil, e impedir a queda maior do dólar no país, o Ministério da Fazenda anunciou em outubro o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para aplicações de estrangeiros em renda fixa de 2% para 6%, e, também, a elevação da alíquota do tributo para margens de operações no mercado futuro de 0,38% para 6%. No primeiro mês da medida, porém, o fluxo de dólares para o Brasil continuou em patamar elevado para padrões históricos, segundo números do BCB. Começamos o último mês de 2010 com o dólar abaixo de R$ 1,68 e com o euro a R$ 2,23.

    Hoje temos alguns indicadores na economia global e na economia brasileira que podem levar a crença de que realmente existe uma bolha imobiliária formada, e em estágio ainda de crescimento, no mercado brasileiro.

    No mercado internacional temos a armadilha da liquidez nos Estados Unidos, com taxas de juros baixíssimas, déficits gêmeos, desemprego beirando os 10%, uma possível nova crise de preços no setor imobiliário (efeito W) pelas demoras judiciais na execução das hipotecas, estrangulação do sistema de saúde e ainda a baixa regulação do setor financeiro. A Zona do Euro apresenta-se diante de uma forte crise de dívida pública, sem data para terminar, com ajustes fiscais sendo implantados (quedas de salários, aumento de impostos, aumento do tempo para se aposentar), a custos de altos índices de rejeição por parte da população (inclusive com grandes paralisações e greves, de fato rotineiras nos últimos meses). Da mesma forma temos a explosão da dívida líquida do setor público no Japão, beirando os 120% do PIB em 2010 e na Itália, beirando os 100% do PIB (Meirelles, 2010).

    Na economia brasileira a formação da bolha imobiliária esta em crescimento pelos seguintes motivos: (i) mesmo existindo espaço para crescer, há forte expansão do

    crédito sobre o produto interno bruto, ainda que o crédito do setor imobiliário seja baixo; (ii) forte expansão do endividamento das famílias em relação aos seus salários; (iii) o ritmo de crescimento da massa salarial nos últimos 7 anos não acompanhou o ritmo de crescimento dos preços dos imóveis e/ou indicadores de evolução de preços do setor imobiliário como o Índice Nacional da Construção Civil, o INCC; (iv) o ingresso de capitais especulativos advindos da arbitragem das taxas de juros (a taxa de juros no Brasil é muito alta em relação aos padrões de países desenvolvidos e emergentes); (v) a reforma tributária carente (deve ser revisado e simplificado); (vi) a forte taxa de crescimento do PIB brasileiro, verificado em 2010, baseado no aumento do crédito, não se sustenta nos próximos anos pela carência de investimento em formação bruta de capital fixo e formação de poupança doméstica; (vii) tendência da taxa de juros SELIC subir em 2011, agravando ainda mais o problema cambial (apreciação do real); (viii) medidas de aumento de depósito compulsório de 15% para 20% para depósitos a prazo podem restringir o crédito para financiamentos de longo prazo.

    Dado o confronto atual de indicadores da economia mundial e brasileira, o que podemos esperar com relação a um possível estouro da bolha imobiliária? É discutível para os próximos períodos e até pode ser uma agenda de pesquisa e inspiração aos economistas. É que antes do fim do próximo governo, em 2014, até no máximo a Olimpíada de 2016, pode ocorrer o fenômeno de deflação dos preços dos ativos, incluindo então os preços dos ativos imobiliários.

    O brasileiro nunca financiou tanto imóvel como em 2009 e 2010, e a tendência é de que novos recordes sejam batidos em 2011. Para alguns, o país está em pleno boom imobiliário. Para outros, é só o início desse processo, uma vez que o déficit habitacional, entre 6 milhões e 8 milhões de unidades, ainda é elevado.

    Avaliações distintas à parte, o fato é que o setor imobiliário vive o seu melhor momento na história recente. Bancos discutem alternativas de recursos para bancar a expansão. Hoje, a maior parte do dinheiro para financiar imóveis vem da caderneta de poupança (cerca de 70%), mas essa fonte deve se esgotar, dependendo da instituição financeira, em 2011.

    Em 2009, 302,7 mil unidades foram financiadas com os depósitos da caderneta, em um total de R$ 34 bilhões. Nem na época do finado Banco Nacional da Habitação (BNH), nos anos 80, tantos imóveis foram vendidos por meio de empréstimos no país.

    A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), lista fatores que explicam o desempenho recente e as boas perspectivas concretizadas em 2010. Em primeiro lugar, a segurança jurídica, obtida com a mudança da legislação promovida em 2004: intituiu-se o mecanismo de alienação fiduciária, que facilita a retomada do imóvel em caso de inadimplência. Em segundo, o alongamento dos prazos de financiamento para até 30 anos, que permitiu a redução das prestações mensais. Terceiro, a estabilidade da economia. De um lado, essas condições mais estáveis abriram caminho para a queda dos juros. De outro, elevaram o poder aquisitivo da população (ascensão de 28 milhões de brasileiros à classe C), o que reduz o calote e a probabilidade de inadimplência. Um fator mais recente é o programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”.

    Nesse ambiente macroeconômico mais líquido, os bancos privados, que sempre foram reticentes em investir no mercado imobiliário, mostram-se com grande apetite.

    Se antes era aventado por apenas alguns economistas mais atentos, agora existe ares de que o Brasil está, com certeza, numa bolha imobiliária que se infla a cada dia. Não pode-se afirmar que estamos no início da bolha imobiliária no Brasil ou no meio dela? Realmente ainda não podemos saber. Apenas existem indícios que devem ser estudados com maior profundidade. O fato é que os economistas devem materializar mais estudos sobre o mercado imobiliário brasileiro, correlacionando com a crescente liquidez do mercado financeiro mundial.

    O aumento dos preços no mercado imobiliário brasileiro descreve uma situação que é um verdadeiro plágio daquela que ocorreu não apenas nos EUA, mas também na Espanha, na Irlanda e em Portugal. É fato que os grandes bancos brasileiros deixam claro que estão com apetite para buscar a máxima concessão de crédito possível no setor

    imobiliário nacional.

    A bolha imobiliária brasileira é sentida por qualquer consumidor que está à procura de imóveis. No geral, se fizermos um questionário à população brasileira demandante de imóveis, a resposta provável é de que estes estão muito caros, que os salários não acompanham o ritmo de crescimento dos preços dos imóveis e que as compras são efetuadas apenas porque o crédito ainda está farto e porque há alongamento dos prazos de pagamento.

    Em 7 anos, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) cresceu quase 63% e o crescimento do rendimento médio real efetivo dos salários das pessoas brasileiras ocupadas[1] total cresceu apenas 22,65%. Não há uma relação de equilíbrio de longo prazo, ou cointegração, entre o INCC e o rendimento médio real efetivo dos salários. Isso realmente justifica que o mercado imobiliário inflou seus preços, começando, portanto, o processo de formação de bolha imobiliária no mercado brasileiro, pela expansão do crédito na economia.

    Os preços no setor imobiliário brasileiro se expandem há anos consecutivos, fruto da crescente liquidez, expansão do crédito interno e déficit imobiliário. Muito embora a taxa de crescimento dos preços do setor imobiliário perdeu para o índice Bovespa nos últimos anos (Dezordi, 2010), é evidente que existem bolhas no mercado de ativos, seja de ações, seja nos imóveis.

    Com uma possível nova crise internacional, advinda de pressões no mercado de dívidas soberanas de países periféricos europeus ou da falta de recuperação da economia americana, é muito provável que o crédito no mercado brasileiro possa parar de crescer ou crescer a taxas menores que observamos atualmente, significando, portanto, a falta de suporte para a continuidade do processo de aumento dos preços dos ativos imobiliários no Brasil.

    A cada dia, a população brasileira residente nas capitais começa a perceber os preços estratosféricos que alguns determinados tipos de imóveis estão atingindo, principalmente em algumas capitais brasileiras (Brasília[2] , Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre). Começam a perceber que as parcelas poderão não ser pagas num futuro próximo, pelo estrangulamento dos salários em relação aos créditos tomados (setor imobiliário, automobilístico e consumo cotidiano, por exemplo), caso existam uma inversão da taxa de desemprego para níveis próximos a 10% (situação que pode ocorrer caso exista uma nova crise financeira mundial).

    No prédio em que resido, na zona norte de Curitiba, um apartamento que custava

    R$ 90.000,00 em maio de 2007 está sendo vendido hoje por R$ 120.000,00 – valorização de quase 30%, sem que absolutamente nada tenha sido feito no prédio. Nas capitais citadas, é rotina o agente econômico comprar o apartamento ainda na planta apenas para revendê-lo um ou dois anos mais tarde, certo de que a única trajetória possível para o preço é o estado caótico positivo, em direção certa para o céu. No Rio de Janeiro também ocorre esse fenômeno, embora a justificativa típica seja as Olimpíadas (que ocorrerão daqui a 6 anos). Em Florianópolis, a bolha mais visível está no custo dos terrenos, sendo que o CUB (Custo Unitário Básico da construção) aumenta em ritmo menor.

    Os sinais da bolha imobiliária brasileira estão por todos os lados. Mas, como a bolha imobiliária brasileira iniciou? Toda bolha, independentemente do setor em que se forma, tem uma causa: aumento da oferta monetária, principalmente quando este aumento ocorre pela redução constante da taxa básica de juros. E de fato, apesar do Brasil aumentar a SELIC em 2010, ao longo de anos a taxa de juros manteve a trajetória de queda. Tomamos como base o ano de 2003, que foi quando a taxa SELIC atingiu o maior valor do governo Lula. Em março daquele ano, ela estava em 26,5% a.a. Em julho de 2009, ela já estava em 8,75% a.a, permanecendo nesse nível até o início de 2010, quando então houve sucessivos aumentos até chegarmos aos atuais 10,75% a.a. Como consequência, a base monetária e os agregados monetários M1, M2 e M3 se expandiram em ritmo veloz (altas taxas de crescimento). De maio de 2003 até o final de outubro de 2010, a base monetária aumentou 142%; o M1, 172%; o M2, 213%; e o M3, 216%.

    Traduzindo: em menos de 7 anos, a base monetária, o M1, o M2 e M3 expandiram-se fortemente. Cédulas de 100 reais, em 2003 eram raras na economia brasileira. Hoje são mais comuns. A cédula de 1 real foi retirada de circulação.

    Quando há essa expansão monetária, grande parte do dinheiro é direcionada para

    aqueles setores que, dependendo do cenário econômico, são os que mais prometem retornos. No Brasil, o dinheiro foi maciçamente para a bolsa de valores e para o setor imobiliário. Os dois ativos estão mais uma vez inflados. O preço das ações no mercado financeiro diria que está até mais inflado que o setor imobiliário. O fato é que ambos estão inflados e existe um processo novamente de bolhas no mercado de ativos, agora nos países emergentes como o Brasil.

    Em 2003, por exemplo, o índice Bovespa chegou a bater na mínima de 9.994,80 em 26 de fevereiro. Desde então ele passou a subir continuamente, até atingir o recorde de 73.516,81 no dia 20 de maio de 2008. Em 5 anos, as principais ações negociadas na Bovespa valorizaram 635%. (Hoje, dois anos após a turbulência do final de 2008, o índice está beirando os 68 mil pontos).

    O mercado financeiro é um setor diariamente noticiado. Por ser constantemente observado, ninguém estranha suas variações, que são típicas. E quando há uma valorização constante das ações, todo mundo acha ótimo e acaba entrando no jogo.

    No mercado imobiliário a bolha somente é notada quando os preços dos imóveis começam a atingir níveis que a população, no geral, sabe ser infundados. Enquanto isso não ocorre, ele raramente desperta a atenção nacional. Mas os sinais nos últimos dois anos, em 2009 e 2010, estão mais claros.

    Dados do Banco Central do Brasil mostram que, dentre todos os empregos do setor privado, indústria de transformação, comércio, serviços e construção civil, foi exatamente o setor da construção civil que apresentou a maior expansão em 2010. De dezembro de 2003 a setembro de 2010, o emprego formal no setor de construção cresceu quase 80%, o emprego na indústria de transformação cresceu 31% e o emprego total cresceu 36%.

    Enfim, quando tudo isso ocorre, é sinal de que a bolha está em processo de crescimento, bem inflada e até mesmo beirando a manutenção de um preço constante para os próximos períodos. E, assim como qualquer plástico contendo ar, quanto mais inflada ela estiver, maior será a intensidade do estouro quando este acontecer.

    A pergunta que fica é: quando a bolha imobiliária brasileira vai estourar? Obviamente, é impossível e irresponsável precisar uma data certa e específica. É fato que aumentaram as probabilidades de uma nova crise financeira internacional, advinda dos países europeus e/ou dos Estados Unidos. É fato que o Brasil enfrentará problemas para cointegrar a taxa de crescimento dos salários do pessoal ocupado, a taxa de crescimento dos indicadores de preços do setor imobiliário (como o INCC), a relação da taxa de crescimento do crédito em relação aos salários dos trabalhadores e o crescente endividamento das famílias de classe média em relação as suas rendas.

    A bolha imobiliária deve ser discutível nos próximos períodos e até mesmo pode ser uma agenda de pesquisa e de inspiração para economistas, para, quem sabe, evitar antes do fim do próximo governo, em 2014, até no máximo a Olimpíada de 2016, o fenômeno de deflação dos preços dos ativos, incluindo então os preços dos ativos imobiliários.

    Mises e Hayek deixaram claro que quando a bolha gerada pela expansão monetária se inicia, essa expansão monetária tem de, no mínimo, manter o mesmo ritmo ou até se acelerar para que a bolha continue se formando. Qualquer desaceleração mais prolongada na expansão do crédito irá arrefecer essa bolha. Assim, se uma economia sofreu uma forte expansão do crédito durante certo tempo (que é o caso da economia brasileira) e se essa expansão deu surgimento a uma ou a várias bolhas, essa expansão terá de se dar a taxas cada vez maiores para impedir que essa bolha desinfle. Não é necessário que o crédito se contraia; basta que ele cresça a uma taxa menor e a bolha deixará de inflar ou até mesmo começará a desinflar. Alternativamente, basta ter um desemprego maior nos próximos períodos (dos atuais 6,1% para 10%), advindas da importação da crise financeira internacional, para então aumentar a inadimplência daqueles que estão pagando suas parcelas em suaves prestações (normalmente aqui no Brasil a taxas pré-fixadas).

    Nos EUA, a bolha começou a formar-se em 1997. Com a recessão que se iniciou no final de 2000 e com os ataques de 11 de setembro de 2001, a taxa básica de juros da economia americana caiu de 6,5% para 1%, ficando nesse nível até meados de 2004, quando o FED iniciou o processo de elevação dos juros até atingir 5,25% a.a. em junho de 2006. Durante esse intervalo de tempo, com juros excepcionalmente baixos, houve a maior fase de expansão da bolha imobiliária no mercado subprime americano.

    Os juros permaneceram em 5,25% de junho de 2006 até o final de 2007, exatamente quando todos os problemas no setor ficaram explícitos. A elevação dos juros que secou o crédito e estourou a bolha. Portanto, baseando-se na teoria, e apoiando-se no pressuposto de que existe uma bolha imobiliária brasileira em franca formação e expansão, podemos dizer que a nossa bolha vai ser arrefecida ou estourada enquanto o FED manter a taxa de juros da economia americana próxima de zero, aliado a política do Banco Central do Brasil de subir os juros. Esse “TNT” causaria uma contração geral do crédito no Brasil quando o mercado internacional sofrer uma nova crise (que de fato pode ocorrer).

    No final de 2008 e início de 2009, houve uma forte contração do crédito no Brasil, devido à crise financeira internacional. Pela teoria, tal evento deveria ter debelado a nossa bolha imobiliária. Porém, a valorização dos imóveis no Brasil passou incólume porque houve intervenção do governo, que além de criar o programa “Minha Casa, Minha Vida”, também colocou em ação seus bancos estatais para manter o crédito farto para o setor.

    Essa ação foi excelente para as construtoras, por exemplo, e, de modo geral, para a economia brasileira. Todo esse incentivo artificial a um setor significa que recursos estão sendo retirados de outros setores e desviados para este. Como os recursos são escassos, a tendência é que os custos subam. E é esse aumento de custos que vai alimentando a bolha, e ocorre até o ponto em que os custos superam o retorno esperado. É nesse ponto que os investimentos se revelam mal direcionados e excessivos. Um exemplo, nesse aspecto, é que os preços dos aluguéis dos imóveis no Brasil não estão com uma rentabilidade atrativa em comparação a outros tipos de renda fixa. É um indício de que os preços dos imóveis devem cair no futuro próximo ou que, alternativamente, os preços dos aluguéis devam subir para elevar a rentabilidade sobre o capital investido no setor imobiliário. Como as taxas de crescimento dos preços dos aluguéis (inflação) subiram mais do que a taxa de crescimento dos salários do pessoal ocupado no Brasil, mais uma vez temos que pode haver um aumento do endividamento das famílias em relação aos salários que recebem. E a expansão do crédito, novamente, é o motor para retroalimentar os preços dos imóveis.

    Traduzindo a teoria para a nossa realidade, os preços dos imóveis e os aluguéis estarão maximizados e cotados a preços que a população brasileira não poderá pagar. Isso fará com que os preços, tantos dos imóveis, quanto de aluguéis, tenham de cair para

    que possam ser negociados. A principal consequência disso é que os bancos que financiaram o crédito imobiliário terão prejuízos, assim como as construtoras. Caso o governo queira evitar essa queda de preços, ele terá de fazer o que vem fazendo: facilitar o crédito e subsidiar. Mas os preços estão tão altos que simplesmente, nos próximos períodos, não haverá compradores. Uma solução seria recorrer ao alongamento da dívida ou ao artifício das prestações mensais de 30 anos a juros baixos. Mas isso só seria possível se a SELIC estivesse constantemente baixa, algo que o mercado financeiro não prevê para 2011 (previsões do Boletim Focus mostram SELIC em torno dos 12% a.a).

    O governo americano, desde 2008, vem fazendo de tudo para evitar que os preços dos imóveis caiam ainda mais, pois isso é prejudicial para os bancos, que possuem esses imóveis como ativos em hipotecas ainda sob execuções judiciais. Se os ativos se depreciam, o patrimônio dos bancos encolhe. O estouro da bolha imobiliária brasileira foi artificialmente impedido em 2009. Foi impedida de romper e ainda inflou-se com mais vigor em 2010.

    Outra pergunta inevitável: se o Brasil está realmente numa bolha imobiliária adiantada e bem inflada e ela estourar, as consequências serão iguais àquelas dos EUA? A resposta é não. O que aconteceu nos EUA foi uma completa anormalidade, possibilitada pelo nível de intervenção do governo tanto no setor bancário – haviam políticas que obrigavam os bancos a conceder hipotecas a pessoas com histórico de crédito ruim, quanto no setor imobiliário (Fannie Mae e Freddie Mac), além da própria intervenção no setor monetário, por meio da taxa de juros manipulada pelo FED. Tudo isso fez com que a parcela da economia voltada para o setor imobiliário se agigantasse enormemente, fazendo com que grande parte da própria riqueza americana estivesse ligada ao setor.

    A situação chegou a tal ponto que, quando o sujeito perdia o emprego, ele simplesmente comprava um imóvel e ganhava a vida com sua valorização. Como isso funcionava? Ele ia ao banco, arrumava um empréstimo (fácil, mesmo sem emprego) e fazia o pagamento de entrada. Teoricamente, ele deveria pagar juros mensais por essa hipoteca, mas como o preço do imóvel se valorizava cada vez mais, o cidadão conseguia negociar junto ao banco novos empréstimos, tendo como caução a valorização do imóvel. Assim, ele atingia a mágica de ficar rico (na verdade, endividado) sem ter qualquer fonte de renda. Como ele achava que seu imóvel iria se valorizar perpetuamente, ele não precisava se preocupar em pagar sua dívida junto ao banco – isso até o dia em que o preço do seu imóvel começou a cair e ele percebeu que sua dívida era

    impagável.

    A menos que nossa economia chegue a esse ponto, girando majoritariamente em volta do setor imobiliário, não há motivos para imaginar que nossa bolha, quando estourar, trará consequências igualmente danosas. Enquanto o estouro da bolha imobiliária não vem, é possível ganhar bastante dinheiro nesse setor. Basta, para quem tem liquidez, jogar e ter o tempo correto da hora de sair.

    REFERÊNCIAS

    CUARESMA, J. C. Can emerging asset price bubbles be detected? Organisation for economic co-operation and development . ECO working papers, n.28, 2010. Disponível em: . Acesso em: 6/2010.

    DEZORDI, L. L. Desempenho e projeções no preço médio dos imóveis em Curitiba: apartamentos de 1 a 4 quartos. Disponível em: .

    GURIA, A.Changing for the better: making reform happen in the aftermath of the crisis.

    Disponível em: .

    MEIRELLES, H. Avaliação do risco Brasil. In: Seminário sobre reavalia ção do risco Brasil da Funda ção Getúlio Vargas , 2010. Disponível em: .

    ONU. UNDESA policy brief. n. 30, 2010. Disponível em: .

    ONU. Global Economic Outlook. 2010. Disponível em: .

    PANITCHPAKDI, S. Twenty first meeting. Disponível em: .

    [1]Série 10790 do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central.

    [2]Basta uma pesquisa pela internet para descobrir, por exemplo, que em Brasília e São Paulo há apartamentos de apenas um quarto sendo vendidos pela barganha de R$ 500.000,00.

    0
    • Bolha Imobiliária 14 de junho de 2011 at 19:31

      Este artigo já foi publicado por aqui…

      0
      • Leandro 14 de junho de 2011 at 19:43

        E ainda é plágio de um outro artigo, do site mises.org

        0
        • Bolha Imobiliária 14 de junho de 2011 at 20:22

          Não posso afirmar se é ou não é. Sei que o artigo do site mises.org existe a mais tempo.

          0
          • Andre 14 de junho de 2011 at 21:05

            É plagio sim… Ja falei isso aqui mais de uma vez…

            Olha lá nos comments, o proprio autor (Leandro Roque) diz isso.

            mises.org.br/Article.aspx?id=611

            Abs

            0
          • Pedro 16 de junho de 2011 at 08:43

            Apesar de ser plagio em determinadas passagens o proprio autor do texto original disse que nao se importa com isso, o que inporta pra ele e difundir o fato economico. E isso, nos dois textos, foi feito. Os dois textos provam a existencia da enorme bolha imobiliaria brasileira.

            0
    • Vavá2000 16 de junho de 2011 at 23:40

      Bom amigos…. plage ou não… este é um bom texto a baseado em fontes confiáveis… Tem muita gente que escreve “achismos” e acha que está abafando !

      0
  • Andre 16 de junho de 2011 at 13:32

    Seus tolos inocentes. Não percebem? Para segurar esses preços o governo simplesmente vai imprimir mais dinheiro. I-N-F-L-AÇ-Ã-O.

    Inflação é o melhor maneira de fazer o otário brasileiro trabalhador pagar a conta.

    Diversifiquem suas aplicações, papeis externos, um tanto de ouro, acões etc. Pois o governo está com fome, sua dívida pública bruta está enorme.

    0
  • Marcelo RS 23 de junho de 2011 at 19:10

    Meus caros! parabéns pelos comentários, absolutamente todos tem algum valor, uns mais, outros menos.
    Li todos e cheguei aqui.
    Permitam-me opinar mui respeitosamente.
    Esse negócio da bolha é algo óbvio.
    Estamos inflando-a, é cotidiano isso…
    O cidadão que despreza e renega por estudos técnicos, fundamentalistas e o escambau
    parece ter o mesmo perfil do cara que faz campanha para eleger deputado federal e levar uma beira. O Sonho da casa própria não pode ser instrumento de investidor e governante safado especular com habitação.

    se tirar das ruas todos os carros financiados em 60X vai fluir legal trânsito

    pagar 300K num ap de 60m2 em um bairro de POA é coisa pra quem não dá valor ao dinheiro.

    um amigo me que tem restaurante comentou que tem cliente de audi 2010 que pendura o almoço
    pois tenta passar 03 cartões de crédito com limite estourado

    coitados do mutuários incautos entrando no ágio e na ciranda dos juros.

    boa sorte a todos!

    0
  • Marcelo RS 23 de junho de 2011 at 19:27

    Como estarão sendo as sentenças dos tribunais nos processos ref aos atrasos das entregas pelas construtoras?

    0
  • Geraldo Aguiar 24 de junho de 2011 at 22:44

    EU GANHO 4 MIL REAIS, SENDO QUE SOBRA 1 MIL POR MÊS…. MULTIPLICADO POR 13 SALARIOS AO ANO DARIA 13 MIL REAIS.

    AGORA UMA APARTAMENTO DE 50 METROS QUADRADOS VALENDO 130 MIL REAIS EM SAO PAULO????? PRECISARIA DE 10 ANOS JUNTANDO ISSO PARA PAGAR!!! SEM TROCAR DE CARRO, SEM TER FILHOS, SEM COMER EM RESTAURANTES FINOS E ETC!

    TOTALMENTE IRREAL…. PREFIRO CONTINUAR MORANDO COM MEUS PAIS… E GASTANDO O DINHEIRO COM VIAGENS, RESTAURANTES, CARRO NOVO, CELULAR, INTERNET, ROUPAS E ATE UMA POS GRADUAÇÃO…… NOTEBOOK NOVO E ETC…..

    OTARIOS DE PLANTAO… COMPREM APARTAMENTOS CAROS E FODAM–SE…… MEU PAI VAI AMPLIAR A CASA E VOU MORAR EM UMA CASINHA NOS FUNDOS DA CASA COM 100 METROS QUADRADOS…. 50 NO PRIMEIRO ANDAR E MAIS 50 NO SEGUNDO…… COM COZINHA E TUDO MAIS…… E OLHA QUE ONDE MORO TEM 150 METROS QUADRADOS SEM VIZINHOS CHATOS E SEM PAGAR CONDOMINIO….. MIL VEZES MELHOR QUE APARTAMENTO……..

    RECOMENDO TODO MUNDO FAZER O MESMO, CONTINUEM MORANDO COM OS PAIS QUE É MUITO MELHOR E MAIS CONFORTAVEL….

    DEIXEM OS OTARIOS COMPRARAM CARO QUE NO FUTURO TUDO VAI DESPENCAR DE PREÇO…

    0
  • imoveis em itaborai 22 de agosto de 2011 at 12:36

    quando há especulação……há bolhas!!1

    0