Construtoras e bancos estão em pé de guerra com governo – O Globo

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Comments
  • MrK 12 de junho de 2011 at 22:58

    AUMENTO DE PREÇOS NÃO CAUSAM INFLAÇÃO, AUMENTO DE PREÇOS SÃO A CONSEQUÊNCIA DA INFLAÇÃO!!!!

    A verdadeira causa da inflação é o aumento de dinheiro em circulação no mercado (no caso imobiliário o crédito) pra comprar os mesmos bens que tinhamos antes. A conta é simples: mais papel-moeda para os mesmos recursos a venda = aumento de preço!

    O Texto acima simplesmente mostra como eles querem manter a bolha inflando, gerando mais inflação (hipervalorização no caso) através da injeção de mais dinheiro no mercado (subindo os tetos), pra evitar que a bolha estoure.

    O Mercado imobliário está hiperinflacionado porque o crédito foi despejado sem tempo pra oferta acompanhar, mas não se enganem: Logo que comecarem a entregar os milhares de apartamentos em construção, vendidos em massa para “investidores” e não moradores, veremos a lei da oferta e demanda atuando.

    A demanda será menor, pois muita gente já comprou seu imóvel e “saiu” do mercado
    A oferta será maior, pois milhares de unidades que não existiam passarão a existir.
    e pra jogar uma pimenta nisso teremos crédito mais restrito (o oposto de inflação, dinheiro saindo do mercado) e possível efeito manada de vendas.

    PREÇOS VÃO CAIR, não importa o que diga governo, construtores ou blogueiros.

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    • luiz 13 de junho de 2011 at 11:23

      oi MrK, tinha respondido lá, mas meljhro continuar aqui.
      Neste ponto devo discordar de vc (ainda que normalmente concorde).
      Inflação é por definição alta nos indices de medida, IPCA, IGPM, e todos os outros.
      O resto é teoria.

      Pode até se especular a qualidade dos indices, mas eles são sim inflação
      Entre as teorias mais comuns é dizer que inflação é aumento de dinheiro ou sua perda de valor, ou então consequencia do dinheiro-criado pelos bancos

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      • MrK 13 de junho de 2011 at 13:12

        Luiz, permita-me esclarecer o tema um pouco melhor:

        O aumento de preços que você ve, via IGPM ou IPCA (qualquer índice) não é o que causa a inflação, é a CONSEQUENCIA da inflação, os preços aumentam (e depois são detectados nesses índices), por um aumento da quantidade de dinheiro disponível

        Um exemplo clássico é quando o governo roda a maquina e imprime dinheiro, você tem mais dinheiro em circulação e teoricamente o mesmo número de bens, logo vai precisar de mais dinheiro pra comprar o mesmo bem, logo o preço sobe, logo o índice detecta.

        No caso do mercado imobiliário, a oferta de dinheiro é regulada pela quantidade de crédito e pelo custo do mesmo (juros), quanto maior os juros e menor o crédito, sai dinheiro do mercado e o preço desce, o problema é que tivemos o oposto: Juros baixos (pro Brasil) e muito crédito disponível, inflacionando o mercado.

        Logo quando esse crédito se restringir e com os juros já subindo, vemos o que estamos vendo na noticia do SECOVI

        abraços

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    • Marcos Senna 28 de junho de 2011 at 21:35

      Tomara que isso aconteça. e que esses investidores quebrem.
      Pois a culpa dos preços estarem abusivos são deles mesmos

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  • Anonymous 13 de junho de 2011 at 02:48

    Com 750 mil Reais, consigo comprar um imóvel comercial nos EUA, já alugado e com contrato pelos próximos 5 anos, rendendo de aluguel 0.7% ao mes – um valor liquído antes do imposto de renda. Resulta em cerca de 3200 dólares por mes. Será que compro um imóvel num mercado em baixa rendendo 0.7% ao mes num pais com segurança jurídica ou um imóvel num mercado em alta rendendo 0.35% num pais sem segurança jurídica alguma?

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    • Frank 13 de junho de 2011 at 11:09

      pois é…tb fico impressionado.

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    • Andre 13 de junho de 2011 at 11:21

      Anonymous,

      teria como vc colocar um link p/ esse imovel aí?

      Obrigado.

      Abs

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      • Anonymous 13 de junho de 2011 at 11:58

        Procure no Google por “NNN Properties”. Esse tipo imóvél é alugado por um período de 5 a 25 anos – quanto maior o período do contrato, maior o valor do imóvel e menor o retorno. Oferece o benefício do inquilino (geralmente grandes empresas) pagar pela maioria dos gastos. O investidor recebe a sua renda com pouco ou nenhum envolvimento. Existem milhares de oportunidades para investimentos desde 200 mil dólares (ou seja menos da metade do valor 750 mil Reais) até mesmo dezenas de milhões de dólares. Somente um tolo investe na Banânia para ter renda de aluguel. Isso sem falar que mais dia menos dia veremos uma maxi-desvalorização do Real como já tivemos muitas vezes no passado.

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        • Andre 13 de junho de 2011 at 14:10

          Anonymous,

          obrigado pela info, vou pesquisar melhor e talvez bote um post sobre isso lá no Housing (por lá investidor/especulador não é visto como “bicho papão”, heheeheh).

          Mas aqui, achei essa rentabilidade bem alta, e ainda mais se for garantida, pode ser uma boa.

          Abs

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          • Anonymous 13 de junho de 2011 at 21:15

            Voce vai notar o termo “cap rate” que significa retorno anual. Portanto, para ter o retorno mensal basta dividir por 12. Onde que esse “housing” que voce mencionou?

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          • Andre 13 de junho de 2011 at 21:58

            Anonymous,

            o “Housing” mencionado, é o “meu” humilde blog, onde discutimos coisas sobre o mercado imobiliario. Só clicar no meu nome.

            Era pra ser aqui, mas o “mercado” se dividiu…
            É sempre assim, qdo um “setor” fica grande demais acabam surgindo “nichos” específicos (e nao concorrentes).

            Sobre esse nnn properties, é um investimento tipo em “cotas” de um imovel de verdade né? To comecando a ver esse assunto, ainda nao li direito…

            Abs

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  • Lucas Mendes 13 de junho de 2011 at 08:02
  • Rodrigo 13 de junho de 2011 at 08:48

    Se aumentarem o valor dos imóveis aptos ao financiamento não vai haver mais FGTS nem poupança para manter esta farra, sem falar que o minha casa minha vida, que suponho seja um programa de assistência às famílias mais carentes… iria enquadrar famílias de classe média que, em tese, deveriam ter condições de arcar com a compra de seus próprios imóveis…

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  • Paulo 13 de junho de 2011 at 09:49

    Venda de imóveis recua 44% no 1º quadrimestre em São Paulo
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    DE SÃO PAULO

    O mercado imobiliário paulistano mostra sinais de desaquecimento pressionado pela disparada de preços, com queda em todos os segmentos no primeiro quadrimestre deste ano, segundo dados obtidos pela Folha, informa reportagem de Mariana Sallowicz e Tatiana Resende.

    A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

    As vendas de unidades residenciais novas na capital paulista despencaram 43,7% no confronto com o mesmo período em 2010, de acordo com a pesquisa do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), enquanto os lançamentos de imóveis recuaram 16,4%.

    Já a comercialização de moradias usadas teve redução de 15,7% nesse intervalo, segundo o Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado).

    Leia a reportagem completa na Folha desta segunda-feira.

    folha.uol.com.br/mercado/928843-venda-de-imoveis-recua-44-no-1-quadrimestre-em-sao-paulo.shtml

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    • Paulo 13 de junho de 2011 at 10:02

      Alguém disponibilizaria a reportagem completa pra galera aqui do BLOG!!!!

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    • Frank 13 de junho de 2011 at 11:13

      excelente.

      “apareceu” o num de queda na venda de usados tb.

      novos: – 43,7%
      usados: – 15,7%

      e o preço, paradoxalmente, subindo, subindo e subindo…(vejam na matéria da FSP).

      no mesmo período, preço subiu entre 20% e 47% (a depender da qtde de dormitórios).

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  • Celso 13 de junho de 2011 at 11:34

    O certo é, ao contrário, limitar o prazo máximo de financiamento para 20 anos e exigir 30% de entrada. Assim, só vai comprar quem realmente puder pagar pelo bem, evitando quebradeira causada por endividamento sem controle de famílias.

    Por outro lado, veja o exemplo da reportagem. Qual é o trabalhador (empregado) que possui R$400mil no FGTS? Um número ínfimo, eu garanto.

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    • Frank 13 de junho de 2011 at 11:44

      “Por outro lado, veja o exemplo da reportagem. Qual é o trabalhador (empregado) que possui R$400mil no FGTS? Um número ínfimo, eu garanto.”

      é mesmo.

      as coisas estão ficando engraçadas, fala-se em limite de 750K p/ imóvel, em 400K no FGTS, com muita naturalidade, como se fosse “o” problema da classe média.

      quem pode pagar 750K ………ou quem tem 400K no FGTS?

      pouquíssimas pessoas, com toda a certeza.

      estatisticamente, uma fração ínfima da classe média “oficial” (do IBGE.)

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      • luiz 13 de junho de 2011 at 11:55

        Frank, eu trabalho com este assunto em nálises que realizo no meu trabalho. A definição de classes sociais é algo complexo e não considera apenas renda mas o estilo de vida da pessoa.
        Sem dizer que os dados oficias captam cerca de 50% do PIB nacional, temos aind auma enorme fatia de informalidade em todas as classe sociais. Rico tbm invade terreno, rico tbm pirateia, e tudo mais.

        Aqui vai uma síntese baseada em dados oficiais da RMSP:
        Classe Renda média
        A1

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        • luiz 13 de junho de 2011 at 12:01

          …ops. (apertei o enter antes da hora)
          Classe Renda Média %pop – RMSP
          A1 > 15 SM. 1%
          A2 10 – 15 SM. 6%
          B1 5-10 10%
          B2 3-4 16%
          C 2-3 SM. 36%
          D 1 SM. 28%
          E < 1 5%

          Esse é o nosso losango, RMSP
          SM =560 reais
          Renda média familiar mensal.

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          • Marcos Henrique 14 de junho de 2011 at 08:07

            Esses são dados da RMSP, imagina então o norte e o nordeste.

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          • Marvin 23 de junho de 2011 at 08:27

            É aí que o bicho pega… pela estatística ofícial, me enquadro como classe A2, só que o custo de vida atualmente no Brasil é descomunal para quem está nesta faixa de renda… Além do imposto descontado na fonte, fora os demais impostos em cascata presentes em tudo o que consumimos, ainda precisamos pagar por tudo o que o governo deveria oferecer e não oferece!! Só de escola e convênio médico para nosso filho, lá se vão +/- 2000 por mês… Aí, vêm os seguros de toda sorte (veículos, residência), previdência privada (até porque a previdência oficial está com os dias contados), enfim, o custo de morar no Brasil está ficando insuportável… Sei que parece absurdo, mas tenho certeza que quem recebe bolsa família dever dormir mais tranquilo do que eu, e mais tranquilo ainda do que os que se metem a besta de financiar um imóvel… com todos estes custos, e os juros altíssimos cobrados nos financiamentos (dificilmente ficam abaixo de 10% ao ano), mais hora, menos hora, muitos dos que compraram não vão conseguir pagar o financiamento e vão acabar entregando o bem, que vai voltar para o mercado mais barato…

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        • Frank 13 de junho de 2011 at 13:25

          “Sem dizer que os dados oficias captam cerca de 50% do PIB nacional, temos aind auma enorme fatia de informalidade em todas as classe sociais.”

          os rendimentos não declarados.
          e/ou patrimônio subavaliado (como é frequente, no caso dos políticos – há vários exemplos no noticiário).

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          • luiz 13 de junho de 2011 at 15:14

            Frank, o IBGE trabalha com dados declarados nas entrevistas, portanto está sujeito ao cidadão simplesmente não falar a verdade.
            Por outro lado se vc pegar o PIB e dividir pelo número de famílias vc não vai perceber mais do que uma pequena inconsistência.
            Em nenhum dos 2 casos os números se aproximam do real, daquilo que o operador bancário ou o grande varejista usa. Daquilo que se vê nas ruas. Ou o que o próprio mercado imobiliário enxerga

            E isto é um sério agravante, pois a menor turbulência leva a desaparecer do mercado um grande voume de recursos “não contabilizados”.
            Até onde eu sei o fisco americano é leonino.

            Ou seja, é mais um indicativo de que podemos sim ter uma crise estilo subprime.

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  • Ana 13 de junho de 2011 at 11:56

    Hoje se compra com 500 mil um apto. de 2 qtos e com o aumento do limite do saque do FGTS irá se comprar com 750 mil o mesmo 2 qtos. Ou seja, isto é para tirar os 250 mil dos poucos otários que ainda têm esse dinheiro.
    Se isso for aumentado seja o FGTS seja o limite da renda do MCMV isto só aumentará ainda mais os preços. Uma hora as pessoas não vão aguentar pagar as prestações e aí o Governo que se lasca, pois estas Construtoras, Imobiliárias e Bancos nunca perdem. Vide no próprio EUA em que não se ferraram e o Governo que lá geralmente não interfere em nada resolveu bancar a farra. O povo, por outro lado, está em situação difícil, pois está sem casa e se não estão desempregados, estão ganhando mal e tendo que pagar aluguel.
    Na Espanha, o povo está na mesma. Os “jovens” de 30 anos estão vivendo com os pais ou desempregados ou em subempregos. Mas até pouco tempo, estavam se achando ricos e o M2 era 2600 euros em médida.
    Vc acham efetivamente que o Governo Brasileiro não vai ceder?
    Se não ceder é que a situação já está pior do que imaginávamos. Se ceder é que a situação vai estourar depois da eleição de 2014.
    Vamos aguardar.

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    • luiz 13 de junho de 2011 at 15:15

      acho interessante os seus scomentários, gostei tbm dos do post anterior

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  • Leandro 13 de junho de 2011 at 12:47

    O problema é se o desemprego começar a subir muito na construção civil.
    Se o Governo quiser manter o atual índice de desemprego, pode acabar cedendo ao lobby das construtoras.
    Aí veremos a bolha inflando ainda mais… até o estouro de maiores proporções.

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    • luiz 13 de junho de 2011 at 15:18

      outro ponto importante

      o sucesso deçegoverno esta apoiado na consturção civil, na assistencia social, na exportação de recursos primários e no dinheiro-criado pelo BNDES, BB e Caixa pra rodar tudo isto.

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  • Ana 13 de junho de 2011 at 13:05

    Agora, se desejam se manter no Governo após as Olimpíadas, não basta dar meios para inflar ainda mais a bolha. Se fizer saibam que vão ser responsáveis para a maior crise pós Era Collor que o Brasil já teve. Não serão loucos a esse ponto. Como consta em uma reportagem de um Economista do FT publicada no início do mês na Exame, a Dilma terá que tomar medidas um pouco impopulares, mas que evitarão um estouro enorme de bolhas imobiliária, de crédito e outros. Acredito que a Dilma e Trombini preferirão tomar algumas medidas impopulares. Já estão tomando ao aumentar os juros e reduzir o crédito para diminuir a inflação.

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  • John 13 de junho de 2011 at 15:33

    Dias atrás vi uma pequena faixa NA RUA anunciando um ap por 800 mil reais. Falam em 800 mil reais com a maior naturalidade. Já estou começando a achar essa situação engraçada. E o governo, de forma irresponsável, está alimentando essa loucura.

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  • luiz 13 de junho de 2011 at 15:55

    Achei interessante o estudo de comparar a renda média do brasileiro com o apê médio.
    E deposi comparar com a média americana

    Aqui o SM. de 600 reais e salario médio de 1.200 a 1.800 (a depender da cidade), digamos 2.000 para SP, o apartamento médio custa 250 mil ou seja 125 vezes maior que o salário mensal. Isso dá 30 anos comprometendo 1/3 da renda só pro principal, fora os juros.

    Nos EUA, slário médio de Us$ 2.000 e apartamento médio de 100 mil dollares. Mas lá os patamares d ejuros e estabilidade são outros

    Ou como fizeram neste site:
    http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/relacao-entre-renda-per-capita-e-preco-dos-imoveis-tambem-indica-bolha/

    A conta não fecha, pelo menos não no mundo da lógica

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    • Samuel 14 de junho de 2011 at 11:41

      Prezado Luiz,

      Eu li esse artigo no pequeno investidor. Eu não consigo de ver de forma!!!
      A questão é: qual é o mercado consumidor de tal ativo??????
      Não vejo esse mercado no Brasil. Tem gente que ganha dinheiro, tem! Infelizmente é um número restrito de brasileiro, bem restrito.
      Agora, quanto ao preço do imóvel… eu acredito que tinha que subir… a questão é quanto? O valor do tijolo, do cimento, da mão de obra, tudo subiu, por óbvio o valor do imóvel também deveria ter sido atualizado, pelo INCC suponho.
      O incc de 2001 até 2011, dá aproximadamente 95% (salvo engano)… como justificar um aumento de 2 vezes o valor do imóvel em 3 anos? Deixa eu tentar: ficou muito tempo parado… e subiu tudo de uma vez… hummm, não parece ser lógico… o ativo aumenta de preço se há demanda para comprá-lo… independente de quanto tempo ficou com o valor parado!!!! Teve muita demanda com crédito imobiliário? Teve… esse nível de crédito continuará? Não sei!!!!
      Digo duas vezes, pois as pessoas que compraram imóveis (QUE CONHEÇO) em 2005, 2006 e 2007 tiveram seu ativo valorizado em duas ou até três vezes (fonte: eu – acredita quem quiser).
      Lembrando que imóvel é um bem que sofre depreciação (se degasta com o tempo: encamento, fiação, pintura, até a estrutura), um imóvel usado não pode custar o mesmo que um novo.
      A pergunta que eu preciso responder: Há crédito no mercado, esse crédito irá continuar, veio para ficar , quando acabará?

      Um forte abraço a todos.

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      • luiz 14 de junho de 2011 at 12:38

        Samuel, suas dúvidas são as mesmas que as minhas.
        Compramos um imovel em 2000 num bairro promissor de SP. Acredite, ele subiu quase dez vezes, de 50 mil pra 500 mil. É um bairro bem tranquilo perdo do metrô zona sul e cercado por bairro residencial horizontal o que dá boa paisagem, pouco transito e facila acesso a 3 dos princiapis corredores viários de SP.

        Agora eu te pergunto, se vendermos este imóvel, será que lá na frente não recompro pela metade do preço? Até onde vai os preços? eles voltam? ficam?

        Tudo leva a crer, e especialistas afirmam com abosulta certeza, que mais este ciclo economico em algum momento entrará em baixa, não se sabe quando, mas os fatores estãos e conjugando e se amontoando.

        Neste momento, hopje, já é possível fecharnegócios com 40% de desconto, basta ter paciência.

        Outro ponto importante que vc menciona é a idade do imóvel, acontece com casas o mesmo que ocorre com carros, mas num outro ritmo, claro. Imóveis usados tendem a ser obsoletos, de design e soluções ultrapassadas e manutenção mais cara. Ctito exemplos de situação obsoletas que com o tempo tenderão a desaparecer: condomínio com grande carga salarial (
        indexados pleo SM. que sobe acima da inflação) apês muito grandes que exigem serviços domesticos intensos, esquadrias que não eliminam ruídos, elevador antigo sem central eletronica de otimização, e por aí vai.

        Mas a realidade é que imóveis velhos e novos estão com preços praticamente equiparados, isto demonstra que é consequencia direta de grande fluxo de crédito/dinheiro entrando num emrcado despreparado, sem recursos e mão de obra para atendimento. As construções são ainda medievais, operários dormem em alojamentos em cima de saco de cimento, quase não há maquinas, é tudo manual. Esta baixa eficiencia associada a falta de recursos encarece o produto para além do que se pode comaprar internacionalmente.

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      • RubroNegro 6 de julho de 2011 at 13:12

        O preço da matéria prima da construção, tijolo, cimento, etc. estão diretamente atrelados a bolha… É lógico que se o valor dos imóveis subir, o preço de sua matéria prima também subirá.

        Como dito pelos colegas, a oferta de crédito desenfreada está causando esse desnível entre os preços e o valor.

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  • Henrique 14 de junho de 2011 at 14:56

    As construtoras estão dando um tiro no próprio pé. Aumentaram durante os últimos 5 anos de forma assustadora os preços dos imóveis, achando que todos iriam comprar. Mas subiu tanto, que R$ 500.000 não é nada, perto da dita valorização. Não entendo porque agora querem que o teto seja reajustado, pois em praticamente todas as entrevistas, os especialistas são unânimes em afirmar que há mercado para preços altos. Se há este mercado, para que aumentar o valor máximo do FGTS? Ou será que os imóveis, que custavam R$ 250.000 em 2007 (e hoje R$ 520.000 – valorização de 20% a.a.) estão encalhando?

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  • Henrique 14 de junho de 2011 at 15:05

    Gostei muito do trecho da reportagem:

    O presidente do BC, Alexandre Tombini, ainda não se convenceu da necessidade de revisão dos valores, mas mantém o pedido em análise.Na reunião, foi discutida também a adoção de restrições, como limitação do financiamento a 80% do valor do imóvel e prazo máximo de pagamento de 20 anos. O objetivo é evitar bolhas ou, ao menos, garantir a evolução sustentável do crédito imobiliário.

    Bolhas? Evolução sustentável? Limitação de financiamento a 20 anos? Para que tudo isto se (como afirmam os donos de construtoras) não existe bolha? Os órgãos governamentais já estão com medo da inadimplência futura, ou seja, tem muita gente comprando apartamento que não pode. Mas como assim? Um apartamento de 2 quartos por R$ 300.000, uma família não dá conta?

    Das duas uma, ou a família é muito pobre, ou o apartamento está caro demais? Qual a alternativa correta?

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    • Bolha Imobiliária 14 de junho de 2011 at 16:06

      O apartamento está caro demais. Isto sim

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  • Ghaspar 18 de junho de 2011 at 16:20

    Querem aumento do teto, apenas , para a exemplo dos EUA ,manter a BOLHA rolando…….sabem que vai estourar de qualquer jeito e querem desovar estoque….
    Eu acompanho desde o inicio do ano as ofertas do ZAP no jornal O Globo :
    Apto de 1 quarto em Copacabana Zona Sul do Rio….( apenas para ter uma referencia)
    Em janeiro havia 509 imoveis com preço minimo de 300.000,00 ( isso mesmo 300 mil !!!)
    Hoje , 19 /06 há 838 ( na realidade 912 na soma das unidades) com preço minimo de 170.000,00.
    Quase dobrou a oferta e o preço minimo veio quase à metade……….
    Julguem como quiser………..

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  • Ghaspar 18 de junho de 2011 at 17:45

    O sujeito para reunir 400 mil de FGTS teria que trabalhar quase 30 anos ganhando uma MÉDIA de 15 mil/mes….ou seja classe A pela propria classificaçao do Governo.
    Agora vem o mais perverso: Usar dinheiro da poupança (que é aplicação de pessoas de baixa renda) , para financiar imóveis para classe rica………..
    A que interesses serve essa patifaria ???????? dos pobres é que não é…..

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