O risco da bolha – Miriam Leitão

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Comments
  • Jose 9 de março de 2011 at 16:35

    vou te falar… turma tem que ser menos viesada…

    a materia cita estatisticas do passado (crescimento dos setores) e o que tenho falado aqui (citando incluisve os mesmos numeros): a piramide etaria no Brasil favorece e MUITO a demanda por casa…

    agora como o titulo fala em bolha, ja sei que vao dizer que ta vendo.. comecou.. e tal…

    eh claro que nao vai ficar subindo 40% ad eternum… mas dai cair 50% como nego aki espera… continuo achando dificil….

    vamos olhar outros dados que nao seja o preco.. acho que vai ajudar na discussao…

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    • Jose 9 de março de 2011 at 16:37

      detalhe: pela minha conta ate 2020 sao mais 21 milhoes de casas demandadas e nao 17 milhoes.., ja revisei o meu aqui e continuo achando que eh 20% a mais do que o que ela (que eh uma pessima economista) fala.

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      • Duda 10 de março de 2011 at 12:19

        21 milhões de casas? uma por pessoa? parece muito, não o numero de pessoas (17 o 21 e bastante, nos dois casos), mas sim pelo fato de calcular uma casa por pessoa, não acha?

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        • jose 10 de março de 2011 at 17:47

          sendo conservador ate 2020 teriamos 36 milhoes de pessoas potenciais compradoras de casa..praticamente 50% homens e 50% mulheres

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          • Duda 10 de março de 2011 at 18:55

            Sim, mas potenciais compradores precisam de recursos, não são demanda certa. E muito menos com os preços atuais. Assim não são nem “potenciais”. A maioria podem ser moradores de 5 ou 6 pessoas por casa (familias pobres, com varios filhos, o suposto alvo e argumento das construtoras), dando nesse caso 6 ou 7 milhões de casas, das quais 1,5 já foram feitas (só 2009 + 2010). Então, temos sempre os mesmos numeros.

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  • Duda 9 de março de 2011 at 17:13

    Não gosto da Leitão. Que bom que se tocou da bolha… claro que tarde demais, e sem bater martelo (tem ou não tem?). Tería mais respeito por ela se tivesse falado isto há um ano. Mas muito mais não pode-se pedir duma empregada da globo.

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    • jose 10 de março de 2011 at 18:05

      tarde eh relativo ne…

      esse site pelo que suponho existe desde outubro, tem um outro que vi que ta desde janeiro sei la.. so nisso os precos ja subiram lote..

      Being early is the same as being wrong

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      • Duda 10 de março de 2011 at 22:18

        bom, outubro ate agora dá 5 meses, bem melhor que a leitão

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  • henrique 9 de março de 2011 at 19:19

    Acho estranho o argumento de déficit habitacional.

    Se ele existe, está na camada mais pobre da população, alcançada pelo minha casa minha vida.

    Das pessoas que conheço, pouquíssimas estão no aluguel (acho q eu sou um dos únicos). A esmagadora maioria possui casa própria e, destes, poucos pretendem se mudar no médio prazo. Tenho certeza que se vocês fizerem essa análise com as pessoas que conhecem, perceberão o mesmo.

    Há muita gente comprando para especular e esse argumento é muito utilizado como convencimento de venda. Atenção!

    Abço a todos.

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    • Bolha Imobiliária 9 de março de 2011 at 22:06

      Discordo

      Até mesmo eu, que acho que estou ganhando razoavelmente bem, não consigo uma casa no padrão do minha casa minha vida. Casa para a população mais carente, é a maior mentira. Infelizmente.

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      • Andre Luiz 10 de março de 2011 at 12:08

        Meus caros,

        Deficit habitacional sempre existiu, não é novidade. Digo mais, vai continuar existindo. Existe uma série de pessoas que não teriam a menor condição de comprar nenhum imóvel, a menos que fosse dado quase que de graça pelo governo. O deficit não é desculpa para o aumento dos imóveis.

        O que está acontecendo é uma política do governo de incrementar – irresponsavelmente, diga-se de passagem – o financiamento imobiliário. O crédito farto sim é o grande responsável pelo aumento. Alguém aqui acredita que os preços vão continuar nesse patamar caso o crédito fique escasso? Se alguém aqui estiver procurando imóvel em bairros não tão nobres já deve ter percebido a imensa dificuldade que os vendedores têm em negociar à vista, pois ninguém pode comprar, ou se pode, usa o dinheiro como entrada num imóvel mais caro.

        Outra questão é que o objetivo dos programas de financiamento já se perdeu. Hoje, por mais que os juros estejam baixos e os prazos mais longos, as pessoas não conseguem comprar os imóveis que podiam há uns anos, pois o preço está nas alturas. A solução é procurar em áreas abaixo da expectativa ou se endividar ainda mais.

        O que o governo tem feito é “melhorar” ainda mais as condições de financiamento. Porém, o efeito prático é quase nenhum, pois os imóveis sobem na mesma proporção em que o crédito é facilitado. Quem já viu os imóveis do MCMV pularem de R$130.000,00 para R$170.000,00 nos grandes centros, após o aumento do limite do programa? Calma, gente! É muita mão junta, levantada. rsrs

        Em resumo, ganham os construtores, os especuladores e os proprietários de imóveis. Ou seja, os mesmos que sempre ganharam antes do “boom”.

        Uma coisa é certa, nenhuma fonte de recursos é eterna. Uma hora o dinheiro acaba e aí o mercado vai ter que se adequar a uma nova realidade: a do Brasil sem crédito. Aí é que a bolha estoura.

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        • Ana Paz 11 de março de 2011 at 12:42

          Disse tudo. Amei.

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        • JULIANA 19 de março de 2011 at 20:10

          Quando? Estou contando as horas.

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    • Duda 10 de março de 2011 at 12:30

      Com este esquema, a população carente seguirá no barraco. E quem se endividar agora, comece a rezar bastante. Eu não quero um ap novo para especular, so quero trocar por um maior, e mesmo assim fica dificil, bem dificil… Quem, pelo motivo que for, tem negociado imóveis nos últimos 5 anos, percebe como as coisas estão erradas neste momento.

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  • Hayek 10 de março de 2011 at 16:28

    “Os primeiros dados do Censo 2010 divulgados pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número de domicílios vagos no País é maior que o déficit habitacional brasileiro.

    Existem hoje no Brasil, segundo o censo, pouco mais de 6,07 milhões de domicílios vagos, incluindo os que estão em construção. O número não leva em conta as moradias de ocupação ocasional (de veraneio, por exemplo) nem casas cujos moradores estavam temporariamente ausentes durante a pesquisa.

    Mesmo assim, essa quantidade supera em cerca de 200 mil o número de habitações que precisariam ser construídas para que todas as famílias brasileiras vivessem em locais considerados adequados: 5,8 milhões.

    Esse déficit habitacional foi calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) com base em outro levantamento do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

    O déficit soma a quantidade de famílias que declaram não ter um teto, que habitam em locais inadequados ou que compartilham uma mesma moradia e pretendem se mudar. Não leva em conta as famílias que vivem em casas adequadas de aluguel.”

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  • Jose 10 de março de 2011 at 16:41

    Galera,

    Aprendi uma coisa no mercado financeiro que vou tentar aplicar ás casas:

    As pessoas não vendem os ativos com prejuízo porque querem, vendem porque TEM que vender.

    Partindo dessa premissa, ACHO que antes que elas tenham que fazer isso, as seguintes coisas TERÃO que ocorrer, haja vista, que a casa é o bem mais precioso da pessoa, ela antes vai cortar tudo antes resolver entregar a casa. Ela não vai “parar com a brincadeira” so porque a casa do vizinho “caiu” de preço. Ela vai “stopar” a casa dela quando não puder mais pagar.

    Como pessoal do site acha os preços de 2005 um referencial para os novos preços depois do estouro da bolha, comparei os dados a seguir com 2005.

    Vamos lá:

    1 – Taxa de desemprego sair da mínima histórica onde está (6,1%) e voltar, digamos pros 10% de 2005. Ou seja mais uns 1,5 milhões desempregados…

    2 – Vendas de eletrodomésticos pararem de subir quase perto de 10% e voltar pro nível de 2005, ou seja, cair uns 40%.

    3 – MESMÍSSIMA coisa para venda de supermercados.

    4 – O crédito parar de subir ou subir igual ao PIB pelo menos. Não sei se será suficiente, mas já ajuda né? Acho q não faz sentido falar em contração pra voltar pro que era em 2005.

    5 – Vendas de carros caírem dos atuais 320 mil unidades por mês para o nível de 150 mil (queda de 50%) que era em 2005.

    6 – Os brasileiros pararem de gastar cerca de USD 1,7 bilhões (jan-11) por mês em viagens no exterior (isso mesmo turma são USD 56 milhões POR DIA!!!!!!, nego ta pobre né?) e voltar pra USD 400 milhões que era 2005.

    Ai quando essas coisas COMECAREM a acontecer, nego parar de comprar TV de LED, parar de comprar carro, desemprego voar, credito secar, nego para de viajar pra Miami, entre outras coisas, ai sim, posso achar que o preço das casas vão despencar… Porque nego vai “vomitar” as casas… Ate lá, não vejo o preco caindo 50% como a turma aqui quer acreditar.

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    • Duda 10 de março de 2011 at 18:29

      Agora estamos nos entendendo… bolha é um fenomeno que atinge toda a economia, fica dificil separar as coisas (não é: só bolha em imóveis, só na bolsa, só nas comodities… é sim um mix de tudo, mesmo que algum item seja mais visível que os outros). Mas dos numeros que o que resulta tão dificil de acreditar? As vendas de carros vão se situar num ponto parecido com países com PIB PPC (paridade de poder de compra) similar ao nosso (Russia, UK ou França) e aí vai ver que estão muito mais proximos dos 150.000 do que dos 320.000 atuais. O aumento de aprensão de carros por falta de pagamento tem disparado (e vai disparar mais). A taxa de desemprego nossa 6,1% quando em Usa esta 10%? não vejo que nosso pais tenha tanto fólego assim para poder manter estes numeros por muito tempo… e bem possível voltarmos para 10%, ou até mais. Dos viagens para o exterior, isso é uma consequencia do cambio extremamente favoravel, é mais barato Usa que o Nordeste…

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      • jose 11 de março de 2011 at 11:39

        duda,

        esquece uk e franca… o mundo hoje eh populacao…

        daqui a 20 anos uk, franca, suica vao ter q levantar o dedo pra falar, paises que nao tem terras, nao tem recursos, nao tem populacao e vivem de servicos… fadados ao limbo….

        vamos comparar com russia (vou pedir pra ver esse numero de carros la que vc cita), china, US, india, e assim vai…

        56 milhoes por dia no exterior eh credito?

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        • Duda 11 de março de 2011 at 12:45

          E um fenomeno análogo aos 90 da Argentina, moeda supervalorizada, tudo mundo viaja fora pois sai mais barato, só isso, não porque o pais esteja rico…

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        • Duda 11 de março de 2011 at 13:01

          Aí discordo de tua opinião… população importa, se for em igualdade de condições. Não é o mesmo um nordestino, que mal fez primeiro grau, que um ingles ou frances com universidade… Se por aquí estivesse vendo construir escolas, universidades, trens de alta velocidade, silicon valley… podería concordar contigo. Mas isso não acontece. A Russia, além de recursos naturais (e bem mais do que nos…) é uma potencia tecnologica, e pelo que vemos, continuará a ser. Não esquece que a sigla Bric foi inventada pelo Goldman Sachs, desejando (querendo, provocando?) um fluxo especulativo de capitais até esses 4 países. Mas depois da crise de 2008, tudo o a GS falou no passado, ficou muito, mas muito em dúvida. Repito, população importa sim. Mas tu compararía Brasil com Bangladesh, Indonesia ou Pakistão? muito, mas muito cuidado… o mundo mudou, mas a unica “nova” superpotencia por enquanto e a China… o resto do tabuleiro não modou tanto assim.

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        • Duda 11 de março de 2011 at 13:17

          E mais uma, recursos só não garantem nada… é bom voltar a olhar para a historia e ver por que Japão esteve como segunda potencia economica mais de 50 anos, Alemania, etc. mas aí volta a ler o que escreví acima…

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  • harrison 10 de março de 2011 at 21:48

    Caro, José

    Não sou economista e nem entendo do assunto. O que sei é visto e sentido por mim no dia a dia com familiares e amigos. Desejo adquirir meu primeiro imóvel mas, não tenho como financiar um de 150.000 – um dos mais baratos em Belo Horizonte, MG. Para ser financiado pela CEF (simulador de financiamento) temos que dar uma entrada absurdamente alta com parcela inviáveis. Isso não é só comigo não, é com todos que conheço e que moram de aluguel. Estamos todos aguardando os preços baixarem. Por favor, não entenda que sou especulador. Simplesmente não tenho 50.0000 para dar de entrada em um imóvel “popular”. Não possuo ajuda de familiares para auxiliarem nessa entrada. Quero minha casa mas, o preço é tão alto que não tenho como, ao menos, financiá-lo. Entende a situação? Grande abraço.

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    • jose 11 de março de 2011 at 13:05

      to achando essa entrada alta mesmo… ta certo isso?

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    • JULIANA 19 de março de 2011 at 20:02

      Menino! Parece até que mora aqui em casa!
      Precisamos de um cantinho nosso… Estou procurando há 4 anos, quando imóveis populares e grandes em Ribeirão Preto custavam, no máximo, 60 mil reais. Hoje, imóveis com metragens ridículas, sem qualidade nenhuma, de um dormitório, não saem por menos de 130 mil. Até no João Rossi, um pardieiro, os preços foram de 10 mil para 85 mil. Infelizmente, tive que aguardar o FGTS dar uma engordadinha… Mas a única coisa que engordou, foi a bolha…

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  • Rodrigo 10 de março de 2011 at 22:39

    Concordo inteiramente com o José no que diz respeito a ser a casa o bem mais precioso da pessoa. O que a torna, por conseguinte, o de aquisição mais difícil. Todos os exemplos colocados, exceto a taxa de desemprego, dizem respeito a dívidas de curto ou médio prazo e montante baixo, que “cabem” no bolso do brasileiro médio. De fato, um proprietário não entregará seu imóvel facilmente a um preço subvalorizado (a não ser que seja obrigado pelo inadimplemento das prestações, se mutuário). Contudo, o fato de terem aumentado os gastos com “supérfluos” não quer dizer que haja quantidade suficiente de pessoas capazes de se comprometer com uma dívida longa e altíssima, para aquisição de um bem já supervalorizado, sem expectativa de grande valorização (ao contrário). Quanto à taxa de desemprego, nada indica que as pessoas recém inseridas no mercado de trabalho tenham renda suficiente para adquirir um imóvel, ainda que seja pelo Minha Casa Minha Vida.
    Só para ilustrar, trago a simulação de financiamento para uma família com renda bruta de R$ 10.000,00, idade do participante mais velho 35 anos e valor do imóvel R$ 300.000,00:
    valor da prestação R$ 3.000,00
    número de meses: 180 (o site não permite alterações)
    ENTRADA: R$114.713,50 (o site também não permite alterações).
    O que se compra com esse valor? Um apartamento de dois quartos no bairro da Tijuca. Detalhe técnico: tenho que ter uma renda familiar BRUTA de R$ 10.000,00, e R$ 115.000,00 na mão.
    Quanto isso representa de comprometimento da renda líquida (cerca de R$ 7.500,00)? 40%.
    Qual a classe social a que essa família pertence? B, segundo a tabela do IBGE. Quantas famílias temos com esse perfil em busca de casa própria, ou melhor, suficientemente alienadas para comprar i

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    • Rodrigo 10 de março de 2011 at 23:02

      … imóveis a esses valores? Basta acessar o ZAP e verificar quantos imóveis estão à venda na Tijuca, e quantos estão disponíveis para locação. Claro que à venda sempre há mais, mas nesse bairro específico do Rio de Janeiro há 1800 imóveis para VENDA e cerca de 30 para LOCAÇÃO.
      Certamente a demanda por locação está muito aquecida, mas posso listar vários que estão encalhados desde dezembro do ano passado, ou porque são caros demais, ou porque simplesmente não valem o que pedem neles – acompanho desde o final do ano passado, e quem faz isso também sabe que A MAIORIA DOS ANÚNCIOS É RENOVADA PARA NÃO DAR A IMPRESSÃO DE ESTAR O IMÓVEL ENCALHADO HÁ MUITO TEMPO. A PROPÓSITO, ALGUÉM JÁ VIU DATA EM ANÚNCIO DE SITE DE ADMINISTRADORA?
      Quem compra imóvel para MORAR precisa ser capaz de pagar por ele.
      Quem compra imóvel para INVESTIR necessita da certeza do retorno em valorização e aluguéis a preços razoáveis.
      Imóvel é sim considerado algo muito importante, mas se o sujeito não tem “bala na agulha” para comprar, ele aluga, vive na casa dos pais ou vai morar num lugar pior, porém pagável.
      Por mais que tenhamos jovens se formando, eles não sairão da barra da saia dos pais se o custo de moradia lhes for inviável.
      Resumindo, ou um monte de estrangeiros resolve comprar imóveis aqui e esperar uma valorização já sem perspectiva de ocorrer, e deixa o imóvel parado; ou resolvem vir em massa para o Brasil morar nesses imóveis ou alugar para outros gringos virem morar, mandando um monte de gente para a periferia (como ocorre em Paris, p. ex) ou então o preço vai ter que cair a um nível que o brasileiro possa pagar. 20, 30 %, talvez.
      Ou o proprietário deixa o imóvel parado pra ver no que dá, só que será obrigado a bancar os custos fixos do mesmo, além de todo santo mês deixar de ter o retorno financeiro que teria numa aplicação bancária como os fundos de renda fixa, que além de renderem mais, tem muito mais liquidez, isto é, é muito mais fácil tirar o dinheiro daquela aplicação do que vender um imóvel a preços na estratosfera.

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      • jose 11 de março de 2011 at 12:26

        galera,

        nao eh que eu ache que os precos nao estao altos nao, assim como o da carne, do cara q corta meu cabelo (to revoltado como subiu)… se nao acho que exista bolha e que os precos vao cair 50%… so isso… pode ficar ai uns 2 anos.., subir a inflacao, cair 10%.. mas BOLHA, cair 40% (definicao pra bolha que nego usa) nao vejo MESMO….

        e outra… no site chamado bolha nego ta com uma ansiedade pra comprar imovel.. estranho nao?

        nao ouco ninguem falar em comprar daqui a 5-10 anos… parece que nego ta esperando caber no orcamento pra comprar… estranho…

        o Rodrigo disse uma coisa: por tudo que representa um imovel, o torna um bem de dificil e (deveria ser pensada) a aquisicao.. por isso acho q nao tem q ter ansiedade…

        desculpa ser o contra ponto do site, eh que gosto das discussoes, esse assunto de certa forma eh importante no meu trabalho….

        se nao tiver alguem do contra vira site de auto consolo coletivo ne?

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        • Ana Paz 11 de março de 2011 at 13:20

          José. Já que você não se importa tanto com o preço dos imóveis, mas está visivelmente revoltado com o preço do corte de cabelo (onde vc corta!), imagine o seguinte quadro:
          quando acabar essa farra de crédito e as pessoas começarem a fazer “cortes” no orçamento, o cabelelereiro vai ser um dos primeiros a perder clientes (supérfluo). hahaha
          Ou baixa o preço ou perde clientes. Não tem jeito.
          Isso se não fechar as portas e engrossar o número de desempregados, criando um efeito dominó.
          A restrição dos comentários relativos à crise aos imóveis é porque estamos num site de nome “Bolha imobiliária”, não acha?
          Ninguém discorda de que a crise terá reflexos em todos os campos.
          Queria ressaltar o seguinte: acho que esse é o melhor dos quadros. Um arrocho na economia.
          Do contrário, vamos caminhar para a inflação de antigamente, desvalorização da moeda e essa “bonança”, que EU NÃO VEJO, vai acabar de vez.

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        • Duda 11 de março de 2011 at 13:52

          Eu não vou esperar nem 5 nem 10, vou esperar aproximadamente 2 anos para comprar, 2011 será um ano de exageros e preços estratosfericos, começo de 2012 mercado paralizado (preços altissimos mas sem operações) metade da 2012 inadimplencia disparando, fim de 2012 preços em queda livre: o sociedade terá caido na realidade…Não eramos tão ricos assim…

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          • Bolha Imobiliária 11 de março de 2011 at 15:38

            Sei que minha vizinha já desistiu de vender os ap’s dela por que o “precinho” que ela queria, não encontra mais compradores…

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    • jose 11 de março de 2011 at 12:42

      colocando na caixa 360 meses da

      60k de entrada e prestacao de 2,5k – SBPE
      40k de entrada e prestacao de 3k – pos fixada

      se for funcionario publico entao

      48k de entrada e prestacao de 2,45k

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  • Leandro. 10 de março de 2011 at 23:58

    Com a atual situação da economia brasileira, nunca valeu tanto a pena morar de aluguel.
    Os juros estão subindo e a tendência é que subam ainda mais (conforme indica a ata do COPOM).
    É possível aplicar no Tesouro Direto e receber mais de 1% ao mês e pagar apenas 0,4% ou menos ao mês de aluguel.
    Todos percebem que os preços dos imóveis no Brasil estão absurdamente caros.

    E quem não acredita em queda acentuada pode analisar o caso do Japão. Os preços cairam tanto por lá que os economistas estimam que nem em 50 anos os preços voltarão ao patamar em que estavam.

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    • jose 11 de março de 2011 at 11:43

      isso ai leandro.. acho que aluguel ta um bom negocio mesmo…

      a discussao ta boa..

      vou colocar um comentario que fiz pro Frank num outro topico aki mesmo do site…

      Frank,

      vamos la… somos da mesma cidade entao fica mais facil falar pq vc vai me entender…

      nego ta ganhando MUITO $$ cara…

      qualquer mulambo que trabalha num banco hoje no rio (recem formados da puc e ibmec) tiram pelo menos 40k -50k de bonus no fim do ano (pode acreditar, ralam 12hrs por dia pelo menos, mas…)

      em SP entao… os restaurantes da faria lima no almoco estao lotados de milionarios.. MUITOS com menos de 30 anos.. MUITO mesmo…

      e a turma que trabalha na construcao civil.. todo mundo ganhando belo $$

      aki no rio eu tenho amigos que trabalham nas empresas do eike.. tudo cheio da grana…

      enfim, o pais gerou MUITA riqueza nos ultimos anos, e nego quer ir pra zona sul…

      pensa uma coisa: qts empresas abriram capital nos ultimos 5 anos? e o que que é isso?
      eh nego que tinha acao valendo zero e foi na bolsa e vendeu..ganhando um belo $$.. ai me diz, seja esse cara do rio, sp, qq lugar, esse cara quer (ou pensa, ou acha simpatico a ideia) de ter um imovel na zona sul….

      MESMO que ele compre mais um pra investir… o que eu conheco gente fazendo.. ai me diz.. esse cara vai vomitar a casa dele daqui a pouco? forget it…

      eh geracao de riqueza..

      lista da forbes ontem.. subiu o numero de brasileiros bilionarios.. e vc acha que qq aconteceu com os de milionarios???

      existe uma coisa que parece que pessoal do site aqui nao quer ver… tem MUITA gente ganhando $$ no Brasil… MUITA mesmo… e essas pessoas vao comprar na zona sul do rio, nos bairros nobres de SP, em BH… nao tem jeito.. e concordo com voce.. isso nao eh credito, eh riqueza gerada…

      quem nao teve o mesmo aumento de renda, ou mora de aluguel (o que eh absolutamente normal, ninguem eh melhor ou pior pq mora de aluguel), ou esquece de morar em bons lugares, vai se afastando.. essa eh a realidade..

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      • jose 11 de março de 2011 at 12:46

        a desigualdade nominal aumentou…

        zona sul do rio, bairros nobres de BH, SP, floripa sei la onde mais eh pra quem ganha 20k por mes… e tem lote de gente hoje no brasil ganhando isso….

        acho a constatacao triste, mas eh a verdade…

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        • Duda 11 de março de 2011 at 18:31

          Digamos, 0.5% da população? Tal vez menos…

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  • Hayek 11 de março de 2011 at 15:12

    O preço dos imóveis vai cair sim, e entre 20 e 40% (não gosto de achismos, prefiro estudos econômicos – é só lerem os estudos feitos sobre bolhas, como o de Edward Glaeser e Jean-Paul Rodrigue).

    As pessoas se referem às diferenças do caso americano para desconsiderar nossa bolha aqui, mas estão tendo visão limitada: a mesma situação de bolha está ocorrendo na AUSTRÁLIA, CHINA, CANADÁ etc; aconteceu e estourou na IRLANDA, ESPANHA e outros (já se fala inclusive num início de queda dos imóveis na Inglaterra). TODOS TEM SUAS PARTICULARIDADES, MAS BOLHAS ECONÔMICAS OCORREM E ESTOURAM EM TODOS OS PAÍSES, independente de seu marco regulatório. É só perceber que, nessa lista, tem potências altamente centralizadas e reguladas, e países majoritariamente liberais.

    A situação no Brasil faz parte de um todo: um GRANDE EXCESSO DE LIQUIDEZ NO MUNDO, BUSCANDO RENDIMENTOS MAIORES. Há que se deixar de pensar em casos particulares da minha vizinha e ter uma visão holística.

    Finalmente, pessoas que compraram para morar terão “stops” mais baixos, com certeza. MAS GRANDE PARTE DA DEMANDA FOI PARA ESPECULAÇÃO COM ÁGIO, imóveis como ATIVO e INVESTIMENTO. A corrida para vender de quem comprou para especular ou “investir” vai ser acentuada, não duvide.

    TODA ECONOMIA PASSA POR CICLOS. ESTAMOS NO PICO DE UM CICLO DE VALORIZAÇÃO QUE NÃO TEM COMO SE SUSTENTAR. Não precisa ser cientista nuclear para entender essa lógica simples.

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    • Bolha Imobiliária 11 de março de 2011 at 15:40

      Falou e disse. Obrigado pela contribuição no blog

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    • Duda 11 de março de 2011 at 18:38

      Isso mesmo. Lembrar também como a psicologia influi em tudo isso. Primeiro o pre sal, depois o mundial, depois PAC, depois minha casa minha vida (que permitiu driblar a crise internacional), jogos olimpicos, o povão realmente acreditou demais num futuro perfeito e brilhante, mas que não está se concretizando assim tão rapido. Quanto petroleo do Pre sal foi extraído? zero? o quase zero… e já vão 4 anos… Os especuladores se aproveitam da ingenuidade do povão.

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  • Hayek 11 de março de 2011 at 15:16

    Uma última observação: na Espanha e na Irlanda existiam também “otimistas” que diziam – e com motivos muito mais “ortodoxos” e aceitos pela intelligentsia da economia – que “agora é diferente”, “agora nosso crescimento é sustentável”.

    O Brasil está numa bolha generalizada – quem viaja muito sabe que não só imóveis estão caros, mas também carros, alimentação, vestuário etc. Quem acreditar que esse ciclo de valorização é eterno vai se dar mal.

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    • Bolha Imobiliária 11 de março de 2011 at 15:40

      Deixa o Brasil sofrer um solavanco, com aumento do desemprego, que logo logo tudo explode…

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      • jose 11 de março de 2011 at 17:43

        bom.. acho que a contribuicao que tinha que dar pra galera aqui ja foi dado…

        nao acho que “dessa vez eh diferente nao”… eu acredito em ciclos economicos e aqui nao sera diferente.

        apostei 4 anos contra a bolha americana, esperei 2 anos pra pegar, e ano passado desisti.. chega.. se nao fosse ano passado …..

        nao vejo desequilibrio entre oferta e demanda pra cair 40% aki

        citar textos de bolhas pra mim nao quer dizer nada.. tem um monte ai… e de novo, um dia tudo cai e tudo sobe.. relogio parado acerta DUAS vezes NO dia..

        quase todas as minhas opnioes foram dadas com embasamentos, artigos, dados.. enfim.. meu trabalho eh esse…

        deixo um abraco pra todos no site e agora eh esperar o m2 aqui do rio sair de 10mil e voltar pra 6mil no final do ano que vem..

        abracos a todos e duda foi bom “discutir” com voce…
        vc eh embasado…
        abracos e boa sorte ao site…

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        • Bolha Imobiliária 11 de março de 2011 at 18:45

          Valeu José

          Apesar de você ser contra a ideia da bolha, suas ideias ajudaram a apimentar a discussão. Foi de grande valia. Mesmo sendo contra, não moderei nenhum comentário seu…hehe. Faz parte da democracia.

          Abraço

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        • Duda 11 de março de 2011 at 23:11

          Bom, achei de grande interesse teus comentarios, mesmo que cheguemos a conclusões opostas. Cada um com seus numeros… faz parte do jogo! Isto é meio como a astrología, estamos tentando adivinhar com as melhores ferramentas o que vai acontecer… só o tempo para verificar. Mas não deixa de escrever, pois se tudo mundo concordar, aí perdeu a graça! Grande Saludo!

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        • Andre 14 de março de 2011 at 10:10

          “deixo um abraco pra todos no site e agora eh esperar o m2 aqui do rio sair de 10mil e voltar pra 6mil no final do ano que vem..”

          Infelizmente do jeito que está indo, o m2 antes de cair é capaz de chegar a 20 ou 25 mil nos melhores bairros da z sul… Daí qdo cair, cai pra 10 ou 12mil.

          Irreal isso.
          Será investimento estrangeiro?

          Abs

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    • Duda 11 de março de 2011 at 18:25

      100% de acordo. Viajar é comparar. Assim podemos ver bem a nossa realidade. Será que morar em SP tem a mesma qualidade le vida que morar em Londres? E claro que não… por isso os imóveis não podem ser mais carfos em SP que em Londres…

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    • buginga 14 de março de 2011 at 16:31

      Concordo com você. Tudo no Brasil está a preços exorbitantes!
      O que me chama a atenção é a alta no preço de duas coisas que tradicionalmente sempre foram muito baratas no Brasil:
      1- Comida
      2 – Habitação (incluo aqui moradia, custo da terra, espaços comerciais, etc.)

      Esses dois itens já estão mais caros no Brasil do que nos EUA ou Europa (Zona do Euro), isso já com conversão do câmbio!

      Nâo consigo aceitar que existam fundamentos sólidos que justifiquem essa alta no custo das coisas no Brasil.
      E aquela lenga-lenga de impostos não se aplica aqui de forma nenhuma! a maioria dos países da Zona do Euro tem carga tributária semelhante à nossa.

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  • Marcio 11 de março de 2011 at 20:33

    Se o brasil sofrer uma bolha o desemprego aumenta, e nos que estamos querendo comprar um imovel vamos desistir de comprar pois ficaremos com medo de nos endividar. Muito complexo essa questão de preço, espero que os preços se ajustem com a lei da oferta e procura. sem desemprego e bolha imobiliaria.
    Abraço

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    • Duda 11 de março de 2011 at 23:06

      Marcio, tomara as coisas voltem a normalidade sem ninguem ficar “ferido”. Mas o caminho que seguem não parece tão bom assim… Acho que o processo da bolha já está engatado demais, para pode-lo freiar devagar.

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  • J 12 de março de 2011 at 12:45

    Darei minha opinião. Por mais que se diga, caro José (e posso estar errado), que há demanda, que há oferta, que há crédito, etc, não é concebível que os preços dos imóveis se sustentem, tendo em vista a surrealidade.
    Moro em Brasília: no Noroeste, bairro que ainda não existe, há aptos de 13 mil o metro quadrado; no Sudoeste, há aptos de 11-12. Geralmente, mesmo os prédios de baixa qualidade (os quais são muitos por aqui) são 8500-10000 o metro.
    Eu me pergunto como esse valor chega sequer próximo ao de Paris: lá, o metro quadrado médio está em torno de 7000 euros (hoje em torno de 16 mil, acredito). Contudo, convenhamos, pessoas do mundo inteiro têm interesse em morar lá; Brasília (ou São Paulo ou Rio) nem tanto.
    Veja que a diferença já não é tão grande.
    De outra banda, a desculpa aqui é que é uma cidade de classe média alta; contudo, justamente, é isso; a renda média aqui não é comparável, por exemplo, a Paris. A França, além de ter uma renda per capita maior e mais bem distribuída, tem taxas de juros para financiamento muito menores, o que facilita um valor maior. Como dito, pessoas do mundo inteiro – muitos milionários e multimilionários de verdade – têm interesse em comprar imóvel na cidade, que afinal de contas, é Paris.
    De outro lado, parece que Berlin, cidade extremamente rica, já tem o metro quadrado mais barato que Brasilia e em patamar similar à média de São Paulo.
    Ainda que se diga do potencial de endividamento do brasileiro, não acredito que seja possível que se chegue em tal patamar.
    Se assim for, o Brasil ficará ainda mais impraticável: temos a maior carga tributária do mundo (ou uma das maiores, sem paralelo entre as maiores economias), produtos industrializados mto caros (basta olhar o preço que americanos pagam por similares) e alimentação cada vez mais inviável. Compramos automóvel pelo dobro a quádruplo de mexicanos, espanhois e americanos.
    Assim, mesmo com todo o otimismo que eu tenho com a economia brasileira, nao creio que, infelizmente, o cenário de crescimento em todos os setores sja possível, sendo que o setor de habitação encontra-se bastante distorcido, justamente porque, mesmo sendo o mais importante investimento em uma vida para a maioria das pessoas, justamente é o maior.
    Talvez esteja enganado, mas efetivamente hoje é melhor morar de aluguel, cenário visto esse apenas em cidades em que há interessados do mundo inteiro em residir, como NYC.

    De outro lado, e posso falar apenas de Brasília, acredito que a indústria do ágio está em pleno vapor.
    Veja-se que há dez anos diversos setores não existiam, tais como Noroeste, Águas Claras, Park Sul, grande parte do Sudoeste, grande parte dos prédios e condomínios de Sobradinho, prédios de Samambaia, Ceilândia, Sobradinho, Satélite e Entorno, alguns prédios da Asa Sul, Norte, Lagos, Guará; embora a população tenha efetivamente aumentado bastante aqui, não acredito na efetiva disparidade.
    Conversei com corretores recentemente, e todos pintam um cenário estranho: o céu é o limite.
    Veja-se que já falam que o metro quadrado estará em 20 mil no Noroeste (conforme foi publicado como a manchete – sem exageros – em letras garrafais do principal jornal local – não se sabe o porquê), o que gera o sentimento nas pessoas de que a oportunidade estaria escorrendo pelas mão.
    Entretanto, se pergunta: uma mísera quitinete, com vistas ainda que para um parque do cerrado, de 25 metros quadrados custará 500 mil? Se chegar a ser assim, sinceramente, prefiro morar de aluguel, que nunca poderá ser efetivamente proporcional a esta surrealidade e gastar meu dinheiro em algo mais produtivo para mim.

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    • Duda 13 de março de 2011 at 12:34

      Isto mesmo. Quem virá a investir no Brasil? com preços de terrenos, imóveis, impostos, serviços e tudo pelo ceu? fica mais facil, na China, na India, no Mexico, na Rusia, e por incrível que pareça, nos proprios Usa ou Alemania do que aquí. Esta realidade não pode (nem vai) a se sustentar.

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  • Leandro. 13 de março de 2011 at 21:06

    Em Brasília, por mais que se ganhe bem, segundo o IBGE, apenas 3% das FAMÍLIAS têm renda superior a 20 salários mínimos (aproximadamente 10.000 reais).
    3% de 2.500.000 habitantes é igual a 75.000 pessoas.
    Embora a estatística do IBGE se refira a família, vamos imaginar que esse (75.000) seja o número de pessoas em Brasília que ganhe acima de 10 mil reais.
    Só no Setor Noroeste serão 40.000 apartamentos. Park Sul devem ser mais 3.000 apartamentos. No Guará o número de apartamentos também deve ser alto.
    Em todas essas localidades, creio ser quase impossível alguém com renda menor que 10 mil reais comprar apartamentos novos (ou então vai comprar e não vai ter dinheiro pra mais nada).
    Onde está toda a demanda e renda pra justificar os preços atuais?
    Com certeza nem metade dessas 75.000 pessoas está interessada em comprar apartamento (querem viajar, comprar carros caros, criar os filhos etc).
    Então, não consigo encontrar explicação lógica para os preços praticados em Brasília.

    Obs: atualmente em Brasília deve haver uns 50.000 apartamentos em construção (incluindo apart-hotéis).

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    • Frank 14 de março de 2011 at 12:26

      exato, a conta não fecha.

      de onde vem essa grana preta q está comprando BSB e RJ a mais de 8K o metro quadrado?

      de bons salários (público ou privado), neguinho ganhando mais de 15K~20K mês, talvez uma parte, mas minoritária.

      não é grana de salário, na maior parte, com toda a certeza.

      restam opções:
      – milionários q acham chique ter apto em BSB / RJ (mais plausível no RJ..)
      – investidor comprando p/ alugar ou (o q eu acho mais importante) realizar ganho de capital na revenda

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      • Duda 14 de março de 2011 at 22:15

        Não se enganem. Que seja pedido um preço exorbitante, não quer dizer que alguém esteja pagando isso. O mercado já está quase paralizado.

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  • Luis 14 de março de 2011 at 09:19

    Gostaria de contribuir com duas matérias interessantes:
    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110313/not_imp691205,0.php
    http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/compra-do-carro-tem-pagamento-facilitado/
    Achei interessante a informação de que, antes das medidas do BC, 60% dos financiamentos eram feitos sem entrada, e que agora o velho “jeitinho” está contornando aquelas medidas. Parece que o rigor das nossas finaceiras não é tão grande quanto defendem os que negam a bolha.
    A respeito dos argumentos do José, tenho dúvidas quanto a toda esta geração de riquezas. Sabemos que o governo inundou a economia com dinheiro nos últimos anos. Isto não é geração de riqueza verdadeira. As empresas do Eike, também citadas como fonte de $$, também não estão gerando riquezas, mas somente expectativas, exatamente como ocorreu com as empresas “ponto com” nos EUA há cerca de 10 anos. Concordo que tem muita gente com com $$ por aí, só não sei se esta “riqueza” é sustentável.

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  • Frank 14 de março de 2011 at 12:28
  • Fábio 14 de março de 2011 at 19:41

    Curioso q além do crédito esses preços começaram a subir a partir de 02/10/2009, ou seja a partir do dia q o Rio de Janeiro virou sede olimpica, eu mesmo antes dessa data estava procurando imoveis na zona sul, em copacabana para ser mais preciso em ruas transversais q são as mais valorizadas do posto 3 em diante e a média para 3 quartos era 450.000 aceitando negociação. Inclusive um imovél na rua 05 de julho de 3 quartos com vaga q é raro em copacabana estava sendo vendido por 480.000 e todo reformado. Vamos para março de 2011 e os preços subiram mais de 100%, sou concursado federal e tenho uma excelente renda, além da estabilidade, oq por exemplo é diferente de trabalhar para uma empresa do Eike de uma hora para outra sem mandado embora e a conta não esta batendo. Além de mim alguns colegas Magistrados e Procuradores Federais q fazem parte da Elite das rumenrações Federais também não estão conseguindo comprar a não ser em casos de leilões e renda familiar dessas pessoas gira em torno de 30.000 mensal, acredito q a especulação tomou conta do País e investir no exterior virou uma saida. Exemplo um AP onde minha irmã mora em Miami com vistão todo moderno custou 380.000 reais! Apartamentos de 3 quartos na zona sul da Argetina estão custando 100.000 a 150.000 dolares, portanto acredito q só vai valer a pena comprar pós Olimpiadas de 2016, isso aconteceu em Atenas e em Pequim, os preços pré-olimpiadas eram absurdos depois a Grécia entrou numa crise terrivel e Pequim teve queda na valorização dos imoveis.

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  • Evandro 15 de março de 2011 at 17:29
  • sérgio 30 de abril de 2011 at 22:01

    Muito das notícias veiculadas na mídia não tratam da bolha imobiliária real: tratam apenas do tecnicismo que o termo implica. São subprimes abaixo de outros mercados que tiveram a bolha; que os preços altos refletem a melhoria da renda do brasileiro; que é demanda reprimida por muito tempo e coisas do tipo.
    A verdade é que, numa rapida olhadela nos anúncios de jornais, classificados e sitios de imobiliárias ve-se claramente valores que variam de 250 MIL a 600 MIL; isso porque não inclui os mais altos. Qualquer imóvel que se vê custa 420 MIL, 350 MIL, pechincha: só 285 MIL!
    A realidade financeira do brasileiro melhorou, sem dúvida. O salário mínimo passou em 5 anos, de pouco mais de 300 reais, para pouco mais de 500 reais; muitos estão ganhando 2, 3, 4, 5 MIL. No entanto, para se financiar uma casa – de valor MÉDIO baixíssimo de 250 MIL, há a necessidade de o brasileiro em questão ganhar mais de 13 MIL REAIS, salário que um juiz (de Direito) novo recebe. A diferença é que um magistrado não se disporia a morar em uma casa de 250 MIL conforme anunciado, pois, essa casa é um pouco menos ruim que as casas do minha casa minha vida, que custa 130 MIL atualmente, quando deveria custar 60 MIL!
    De duas uma: ou estou ganhando muito pouco, pois possuo renda de aproximados 8 MIL ou existe uma bolha em que os políticos, economistas e especuladores fazem de tudo para esconder E ASSIM GANHAR MAIS ATÉ O FINAL DA PRORROGAÇÃO!

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    • Juan 30 de abril de 2011 at 22:14

      É bem verdade. sou servidor público e tenha renda razoável – não tão alto quanto a sua, mas acima da média do brasileiro do setor privado. Só que não consigo comprar casa descente. Quando encontro uma com preço que posso financiar, fica em bairro onde o “bicho pega” e não tem mais do que 50 m2. Estou falando de casas de R$150.00,00. Como ouvi entre os servidores graduados de minha área: espere 2012 ou 2013, quando casas e mais casas, apartamentos e mais apartamentos – que foram comprados por investidores, encherem o mercado. Esses tais não terão como manter financiamentos caríssimos e como ´no Brasil não existe tantas pessoas que possam comprar casas acima de R$200.00,00 financiado, vai ser um Deus nos acuda. Isso se o governo não frear mais um tiquinho o ritmo do crédito ou a BOLHA CHINESA não estourar antes e abalar o mundo. Eles, os chineses, não sabem mais o que fazer com milhões de imóveis à venda e sem compradores financeiramente capacitados. EUA e Japão que o digam; Espanha e outros ainda experimentam as mazelas da ganância.

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  • Valdir Jr. 8 de julho de 2011 at 21:20

    Parece que este projeto do governo “minha casa minha vida” esta servindo para inflacionar o mercado imobiliário, já que não tem fiscalização. As construtoras e as imobiliarias querem e estão colocando a mão no subsídio dado pelo governo aos de baixa renda. Com isto o preço sobe pra todo mundo.

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  • Thiago 15 de julho de 2011 at 15:23

    Boa tarde Senhores (a),

    De acordo com o que estamos vendo nos ultimos dias, e com as noticias que andam saindo por ai, podemos perceber claramente (como diz o ditado) que Algo fede no reino da Dinamarca.
    Para aqueles que acreditam que o Brasil esta em uma bolha imobiliaria, podem comemorar, porem nao comemorem muito pois mesmo que esta venha a estourar nao teremos uma redução de 50% como muitos esperam. Teremos sim uma redução muito boa, onde poderemos adquirir apartamentos de R$ 170 mil reais em bairros calmos e bons ao invés de um apartamento de mesmo valor com uma linda vista para a favela, como vemos hoje em dia.
    Como sabemos, nenhum crescimento exacerbado se matem com mais de 30% ao ano sem uma base sólida. A tendencia clara é de uma hora ele cair. Mas a questão é, quando isto ira ocorrer?
    Bom, acredito que nao deverá demorar muito para que isto ocorra, pois como muitos ja sabem, no ano de 2009 foram contruidos milhares de novos apartamentos com previsão de entrega para o meio de 2012 e nos anos seguintes mais milhares foram construidos. Dai eu pergunto, onde os tao falados especuladores irão enfiar todos estes apartamentos comprados quando o mercado for inundado de novos apartamentos? Será a regra mais basica da oferta e da procura entrando em ação, pois nao existem tantos compradores hoje em dia nas grandes capitais com capacidade financeira de adquirir apartamentos muito acima disto.
    O meu conselho para quem deseja a tão sonhada casa própria. ESPEREM.
    Somente em fevereiro de 2011 foi registrado uma queda de aproximadamente 40% na compra de apartamentos novos em relação ao mesmo periodo do ano passado (indicador de que as coisas ja nao estao tao maravilhosas assim não é mesmo?).
    Porem temos que levar em consideração alguns eventos futuros que ocorrerão por aqui como a Copa de 2014 e as Olimpiadas de 2016, o que pode segurar um pouco esses altos valores cobrados hoje, mais nao acredito que eles continuem subindo como vimos nos ultimos 3 anos.
    Agora só nos resta esperar.

    Atenciosamente
    Thiago

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  • João caldas Jurgen 9 de setembro de 2011 at 12:36

    É o que eu venho falando para todos:

    Nos últimos 5 anos o aumento foi por volta dos 500% (demanda reprimida, crédito fácil, especulação também, etc). Tem de baixar!!! Quase ninguém tem salário suficiente para pagar tão alto, por imóveis atualmente cada vez menores, com enorme redução de custo de construção. Muitos imóveis no Brasil hoje são construídos da mesma forma que na produção de carros populares, são realmente descartáveis e perecíveis!
    Eu não tenho dúvida que passado dois anos, 2 anos… os preços dos imóveis devem cair em torno de 40% a 50% em média. Este é o ajuste que eu espero para até o fim de 2013.

    Portanto, se estiverem pensando em investir em imóveis, tomem muito cuidado neste momento. Lembrem-se tudo é cíclico. Comprar imóvel para morar, desde que caiba dentro de um orçamento previamente planejado sempre é bom, mas não é hora de investir visando ter lucros, não neste momento, pois quem já fez isto já colheu ou está colhendo os frutos. Infelizmente para quem gostaria de investir, a safra já está no final!

    Um abraço a todos!

    Prof. (Dr.)João C. Jurgen
    HS Financial & Consulting Managnent

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